TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIV_Nº756_28_10_1985 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIV_Nº756_28_10_1985Número da edição756Data de publicação28 de outubro de 1985Número de páginas8GeoCoordenada -22.107271133355592 , -56.51093990659733 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXIV_Nº756_28_10_1985 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto OILLON: um :Programa ' . l" . ......- / iO T- -... - jl .. ~ ·--;· ---~ _,.__, ,..,. = --- /'" /OiSO llll.1.0~ 11~1:S 1.El li. OntCll, cm cntrcvis ta a TRIBUNA DA FRONTE1- RJ, o can<li<làto (j:Í VITO RIOS(_)''. scg4n<lo a ma iorTa <los vérca<lorcs) a prefei to-de llcla Vista, Afonso llillon, fez algtunas .colo cações a rcspc i to do mo - mcnto polÍtico e. elo atual estágio <lc Bela Vista nos setores <lc saúde, educa - ção, comércio, in<lústria e turismo. Para Dillon" a c.am ponha cs tá nonr..t l , o po - vo está consciente, não há n~is os vícios <lo pas sado quando o poder cconô mico vencia as eleições,- o povo não se vende, ,•ai aos comícios e quer oµvir • os seus candidatos, evi - dente que ,ao. ouvi-los está julgando ·e comp:iran <lo, isto ê um fato, qug desconhecer isto podera decepe iona r-sc". .• ' / respci to de - suas eossihili<ludes na 1 clu-içao de JS de novembro, llillon foi claro e taxari vo: "Bc la V.is tu não é um curral. o bclavistcnsc s~ berã valorizar o seu voto, rnio me julgo melhor e nem pior do que ninguem, ape nas entendo que a expen ência sempre.fala mais al to. Não podemos aventurar e deixar Bela Vista entre guc a grupos. Is to ;:era , un terrivel m:.il. ate mesmo para as jovens lideranças emergentes. <iue sent1 rao n:i carne o problema do ca ciquismo e <la centra~1- :ação•". Di l lon cl:iborou a plano de trabalho, pa ra ele " temos v:inos - ohjeti ,·os. sério. re:1!is tas, é preciso impuls10 nar o progresso <lc Bela - 'ista, temos um gran<lc P9. tencial a ser explorado. L.PI.1.IO RiI .. 1 i,l Dn minha equipe <letra balho temos mê<licos , ::id'.o;:ados, cmpresá ri os, assistentes sociais, en fim, tcoos •maior rc: presentatividade, es - tas pessoas, todas <l:i. cl::issc mé<lia, siio vito riÔsa~ em suas prof is ::· sões e terão muito o - que o ferecer á Adminis tração ~hmicipnl". A :respeito <lo probfoma· <lc saii<le, ()i_l lqn disse que "agora - que o llospi tal deixou de atender pelo INJ\IPS passando, essa respons bil1da<le paro o Posto •de S:lÚ<le local, será - preciso muita progr:.1m:.:. ção no setor para que os mais carentes poss:un receber assistência mê dica. Tenho um plano =. de trah::ilho, junto com o ·meu vice, llr. C/CIII TO e -sua esposa, Dra , /ZJLl':'i , que- mo<lificar.Í o quaclro atual, t bom que todos saibam - pros seguiu - não podemos - improvisar, nao se tra ta de fazer ca-rida<le, é preciso umyrogram:1 realistanaareade - saúde pública". • "Jtcs de ma is nad.a. disse. é preciso <lar um não 5 IECESe ::i nível mwücipal, t~ mos que buscar alter nativas para :1nipl1:1r o merc:1do de trabalho _e gerar mais' C;l1J)rcgos. Tambcm neste setor temo pessoas capacitadgs p ra agilizar o comcrClo - e a ineléstri:.1 bclavis tcnse''. de desenvolvimento TlJR I S~IO E EDUC Çi'