TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1153_16_01_1992 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1153_16_01_1992Número da edição1153Data de publicação16 de janeiro de 1992Número de páginas8GeoCoordenada -22.111088065307705 , -56.53232487225957 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1153_16_01_1992 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto TRIDUnA a non ~ DIARtD REGIONAL MELA VI!TA - MATO CR0O DO « üo iE cio - PEsos EM FLIGRINTE e NI RODOYII IPDPORE ' - » ·g, .' ,· is e. « Gado às margens da Apaporê, CUIDADO! Faustino da Silva, ma is conhecido por "Faus to", e sua amâsia Ana A parecida Vieira, foram - presos cm flagrante no Último dia 23 de Dezcm - mal vacum. bro na Rodovia Apapore , Km 30, às margens da Fa zenda Céu Azul, quando tentavam abater um nni - SES SEEUM CUS EM Mês E MI, SE JANE.IA Os jovens Josemir Del iro da Silva, seu irmão Mlmir Delmiro da Silva , Alfredo Kacs e Paulo A - &uinaldo S. Rodrigues se &uiram ontem à tarde pa ra a EsSA - Escola de Sargento das Armas - em 'três Corações (KG), as - in como Fernando Malhe1 roda Rocha e aldemar - Ortiz, que viajaram para o Rio de Janeiro para a EsIE - Escola de Instru cão Especializada. Os se is militares do lOQ Regi mento de Cavalaria Meca nizado de nossa cidade • foram aprovados no Curso do Formação de Sargentos Um terceiro elemento, que estava armado de um mosquetão conseguiu esca par abrenhando-se no mato. (CFS) realizado o ano passado. Os jovens mili tares passarão um ano na Escola de onde sairão co mo sargentos de carreira do Exército Brasileiro. Nossos parabéns e de sejos de sucessos na cor reira militar. Prefeito de Jardim r_leitea yerba para Conclusão do Hospital Marechal Rondou O Prefeito Municipal de Jardim, Dr. Joelson Martinez Peixoto, envi ou no início do mês de dezembro passado Ofício ao Secretário de Estado de Saúde, Dr. Luiz Fel! pe Terrazas Mendes, so licitando a liberação - de parte da verba dest! nada à reforma do Hospi tal Marechal Rondon,bem como uma complementação nos valores orçamenta dos, devi.do a elevação de custos dos materiais de construçao que atin iram patamares astrong micos nos últimos e ,,. . 1 0s fazendeiros da re gLão há alguns meses es tavam atentos para os furtos de nnimaia que de vez e quando vinham n - contccendo, alguns chega ram i organtzar Inclusl ve patrulhaa próprws e foi uma dessao patrulhas que flagrou os amigos do alheio tentando abater u ma res de propriedade da Fazenda Céu Azul. Segun do as informações, na noite do dia 23/12/91 por volta das 22:30 ho ras, Faustino do Silva a amasia e um terceiro e lemento vinham pela es - trada Apaporê, ao passa rem pela ponte sobre o córrego "Cadiga" pararam o veículo Fiat 147 e fo caram com um "Celebeam" o gado que estava próxi mo ao corredor da rodo - via. F.m seguida coloca - ram novamente o veículo cm movimento e rodaram - por uns 50 metros, paran do bem próximo a patru- chado, chaira e lanter - lha que entava de "carpa na. o ve[calo estva nem na", desceram do veículo os bancos traseiros, on duas pessoas, endo um de estuva n lona pronta homem arcado com um "mos para transportar o prollu quetiio" e Ana Aparecida, to elo nbnte clnndcGtino·: focando o "Celebea" em O Fazendeiro f,<-andro direção ao gado que, as- AcIoli de Souza, após sa sustado, se afaotou. Ana bcr da pria,;o don clc,ocn Aparecida, Juntamente tons percorreu a Invera com o acompanhante volta da de r.ua propriedade ram para o veículo esta: lindeiru co:a a Jlnzencl;i - clonado com o motoristn onde fora efetuada a prl dentro, momento em que oiio e encontrou reutos - fora dada a voz de pri - de outra "carneada", a - são pela patrulha que creditandc• trnWr-se de um estava na tocaia. O ele- boi de sua propriedade - mente que estava armado que sumiu há alguns d1as com o "mosquetão" largou atrás. a arma repentinamente e Faustino da Silva e saiu em desabalnda car Ana Aparecida Vieira fo- reira, ecbrenhando-se na rnm ouvidos cm inquérito mata que margei.n o córr~ policin.l e após interven go "Cadiga". o motorista ÇélO de UCI Advogado, colo Faustino da Silva e a a- cados em liberdade parã másia Ana Aparecida Vie_! responder o processo. ra foram presos e com e- O veículo, por utili les foram encontrados - zar coo combustível o dentro do carro uma lona gás de cozinha, foi a plástica cor preta, ma - preendido pcln Polícia. ses. MATÉRIA COMPLETA "ll Prefeito de Jardim - Joelson Martinez Peixoto Corredor Bela vistense irá Treinar no São Paulo F.C, O atleta Elenilson da Silva, 18 anos, hã do !" is anos praticando o pe dcstrianismo e tendo con quistado importantes vi tórias no Estado, no Pa- ís e também no Paraguai, está de malas prontas para ir t:re:imr oo São Paulo, Clu be com uma das melhores estruturas do atletismo nacional e que ja reve - lou grandes atletas, co mo José Joaõ da Silva ganhador em 80 e 85 da tradicional prova de São Silvestre. O corredor belavi.sten se participou este ano pela segunda vez da pro va de São Silvestre, che gou entre os 200 melbo-: res colocados, mesmo sem um treinamento adequado e se ressentindo de uma contusão que sofreu há menos de um mês da corri da. Aproveitando a idã para São Paulo E1enilson foi atê o São Paulo Fute bol Clube, onde graças - ao seu curriculim de mu.i. tas vitórias em tão pau= co tempo praticando o pe destrianismo, despertou a atenção do Clube e foi chamado a participar de lll!I teste, sendo aprovado na hora e convidado ln - clusive a percanecer no são Paulo, onde segundo os treinadores, sera pre parado física e atlética mente para daqui três a quatro anos participar - das mais il:lportantes pro vas do circuito nacional e internacional. Uen.11.son da Silva O Prefeito Edson Ke - ~liicaçâo para a são Sil deiros de Moraes, sensí- vestre na hi.stória do pe vel à grande oport:nnida- dcstrianismo no Estado , de que o atleta belavis- é dono de un curriculum tense conseguiu indo trei de ruitas vitórias,e gra nar nu clube cmooSãoPau cas ao apoio do Prefeito lo prontamente concede u- Edson Moraes, que a=edi ma ajuda de custo para Ele tou no atleta desde O 1= n.il.son da Silva, patrocl {elo coo vartas outras nando parte de suas des- pessoas e desportistas - pesas na Capital Paul:is- de nossa cidade, ele che ta. Também o pecuarista ga hoje a ua clube que - Pau1o S:l.mÕes de Lira e o cuitos atletas tenta por Vereador Roney Koraes Si anos e anos fazer pane do mÕes, segundo informaçc;:= seu seleto corpo de atle es de Elenilson, darão u tas eruiras vezes não con ma ajuda mensal ao ntle-: segueo.. Sorte e sucessos é ta. Unico atleta de nossa o que lhe deseja os a! regiao a conseguir clas- gos belav!stenses. NA PÃGINA 07 Florestal Apreende· Mil Quilos de Peixe PÁGINA = j ) I 1 l l j 1 1 ! l 02 udiência Pública para Discutir Construção de Dique no Pantanal A Secretaria Esta dual do Meio Ambion to está marcando pa" r a primeira emana d,• f<:VC<t0iro, 11mn Au ti3ncia Pública ra cidade do Corumbá, visando a discussão de um Relatório de impacto Ambiental so brc a r.on:;tru,;;110 de 11n1 clique na Fazenda Morro Pontudo, na rc qião de Jncudigo, no Pantanal sul-mato qrossense, O cncon - tro foi oolicitado - polo Sindicato Hural do Corumbã, juntamon a purn oc avaliar= os benefícios e os riscar, que o cmprccn dimento cauonrá aÕ meio ambiente. A informaçüo foi prestada pelo Oiro - tordo Departamento de Controle e Licen ciamento da Secreta ria do Meio Ambien - te, Nelson José Mar tins Rocha, adiantan do que, em uma análI se prévia, conclui - se que o empreendi - mente pode ser reali zado. "Devem ocorrer 2±g9mas modificações já previntas pelo empreendedor", afir mou, lembrando que - tudo isso orá trata do durante a Audiên eia Pública, um Co - rumbú. o RIMA foi feito por uma empresa con tratada pelo proprie túrio dn Fnzcnda Mor ro Pontudo e já on - trcgue a Secretaria do Meio lrnbicnte,que por sua vez, encami nhou cópias para a Prefeitura Municipal de Corumbá, Universi dado Federal, Sinai= cato Rural e demais órgãos ligados à questão ambiental da região. Durante a Au diência, com partici pação de toda a comu nidade corumbacnse , serão discutidos os detalhes sobre o pro jeto. - O proprietário da Fazenda Morro Pontu do, com a construção do dique, desejai - lhar três mil hecta res, mantendo a área seca mesmo durante o período de cheia, au mentando assim a á - roa de pastagem. Se qundo t!c lson Mor t ln,,, estão endo exigidas algumas modificações no proje o para acom panhamento do desen volvimcnlo do rrprc nntliMcnlo, ou DC)il , cnnaiiznr a in[lufin cin que o nível da il gua tcrã por ocasião dil execução do <li que. "Numa análise pr6 via, vimos que há - possibilidade do pro jeto ser realizado. Devem ocorrer alguns impactos ao meio am biente, mas as medi das de prevenção, de controla e de dimi - nuição dos mesmos te rao que ser tomadas" afirmou Nelson, lem brando que a palavra final sobre a libera çao ou não do proje to de construção do dique, será do Conse lho Estadual de con trole Ambiental--OXA, órgão máximo no Esta do para licenciamen to de empreendimen - tos que possam cau - sar modificações ao meio ambiente. Florestal Apreende Mil QuHos de Peixe O corta e a peca ilegal, no periodo - da Piracema, tá ndo in ons!ficada pela Polícia Flores- al. Foram apreendi dos, e:, Aquídnuilll: , 996 quilos de pacú , pin ado e dourado em poder dos pescadores Joaquim e João Ramão Fernandes Ajala, Ju racir dos Santos e is utilizd> par pesca. Foram apr n didos ainda quatro - rotores de popa, an qus de combustivo - is, tarrafas e nzo ra com via lores'a! is de qalho. O pe - preenchida irregular ríodo de desova dos r:on'e. peixes, a chamada Pi Com os pescado - racoma, vai at6 3l res, a Polícia Flo de janeiro, período retal encontrou ain que é proibido a pes da diversos ma:ria- ca nos rios de Mao Grosso do Sul. rdv!do P nto Cruza. E TrG Lg04» Os oliciais a tuara " o.valdo Del ti que - transportava 60 dúzi as de lascas de aroei- Co11bate à Cólera até nos Aviões q li Para evitar a entrada da cólera cm Mato Grosso do Sul a Se cretaria de Saúde tá ampliando o trabalho dc preverção com o treinamer to de_novas equipes e a participação de funcionirios das empro sas aereas e.d~ ~níraero. No Aeroporto Intcrnaciona de Campo Grande, foi iniciado uma canpanha para identificar as condiçoco de saude de todos os passageiros que chegam ou deixam o Estado. O mesmo trabalho já vem sendo desenvolvido nas rodoviao e ferro vias. A açao da Saude no Aeroporto, será feita em conjunto. ca da passageiro preenche uma ficha antes de embarcar. Através de la vai ser possivel ter os_dados de quem entra ou sai do Esta - do. O lixo de todos os ª!io~s.seri recolhido e depois incinera do no_Aeroporto. Os funcionarios das empresas a6reas e da Infra era v~o receber treinamento especial dos técnicos da Secretaria de Saude do Estado. Uma equipe de médicos trabalhará junto com os agentes da Vi gilãncia Sanitária. Os passageiros que estiverem com. os sintomas da cólera sera-o levados de ambulância pa a H tAiwreza! [Quem im; P menta necessário. r um ospital, onde receberão o trata- ,h~MaM • IJ.I a rreserva o trabalho conjunto, segundo o Chefe da Vigilância Sanitária = rê&$?3 1 $ "";: "casto Acnes, vai tora bate à cólera no Estado. ecer o com EDITAL COM PRAZO DE 15 (QUINZE) DIAS 1 1 EDILSO IR FSCOllAR, oflcl nl efctlvo do Rcslstro de lcóvê 'Is, do muntclplo t Corara de [Jardim, Estado de Mtato Grosso do Sul, na fora ta Lei, etc... Fz saber que oram apresen todos nes~e Cutórto de Regls - tro de lrnove!s pai a Exame de !n tcrcsstdos, de coaformldftde cor.i o artigo 19 da Lei 6766, de 19 de dezembro de 1979, o ncr:iorlnl Descritivo e A filanta, devida - t::entc aprovados pela Prefeitura Hunlclpal de J,rd!J:i-BS, Cert!dÕ cs, bem ccx:o todos os deo.nls dÕ cw:cntos rell"tlvos ao 11 1.0TEAHEN IO RESIDENCIAL ITAARAC" 1oca Uzado nesta cidade de Ja~l.c :: MS, corposto de 03 (três) qua - dras e 51. (cinquenta e um) 1o ts, co área total de 30,000 o (trinca cll cetros quadra - dos), de propriedade de Dr. Nel son Gonçalves Brando, brastle[ ro, casado, advogado, residente' e do:,1cll!odo nesta cidade de Jnr~i.c-MS, inscrito no CPF sob o nu.-::oro 030.241.134-87; Para e fel to de, decorrido o prazo de 15 (quln~e) dlos, contados da dntg da ultima publicação e na nusencla de qu.ilqucr icpugnação de terceiros, proceder-se-à no competente registro, nos teros do Artlgo 19 d& rderlda Lcl. Dado e passado nesta cidade e Co::arca. dt Jardim, E.stado de Mn to Grosso do Sul, aos "29 vLr te e. nove dias do c:cs de novc.c bro do nno de hun n! t novcccn - tos e noventa e una "1991" Eu EDILSOX BRM ESCOAR) ó±el a1 do Registro de Ir&veis fiz d.lttlo~r.úar, subscrevo, dou rê e assino, IMOllILlÃRI.A JARDl}l L'IDA 2 l 1 RIJA R o A P. s l à o 3 SAJ<rA 6 E~ltLSOX BRUM ESal!IAR - Oflclnl do Ret? de 1:IÓvcls 1 1 4 1 R o R TER. A u A s à s o à o p E D R o ' - . Cruzeiro do sui • Veiculos· Ltda. UNO CS 89 - Gasolina - Bege UNO s 90 G, 1 - aso 1na - Bege UNO SX 85 Alcool Azul Metálico UNO s 89 Gasolina - Vermelho UNO S 88 - Alcool - Bege OPALA 84 LUXO Alcool CHEVETT 85 SL - Al.cool 4cl - Marron Orfeu Baís UNO CS 87 - Alcool Campo Grande MS Bege éiisi ioi Jardim - Pré -- 1o 2o - - e - Graus - Pre Vestibular Matrículas Abertas de 05 a 30 de Janelro/92 VAGAS LIMITADAS - PER!ooo MATUTINO _Pré-Escclar - Jardim I (ate 4 anos) 20 vagas ( 19 Grau 5 2 sei aterna1) 25 6!! Série ----- 25 7!! Série 82 sr > 2a Grau ----- 25 _____ 12 Colegial 2° Colegial.---- 39 Cursinho --- (Semi-extensivo) PER IODO VESPERTINO Pré-Escolar_ Jardim II (5 anos) 20 vagas .Janlim e cra "" ,, u6 +ses o voz» er@ 2~ -------- 25 Vagas 3a 25 Vagas 25 Vagas 25 Vagas Educação PÍSiCB - Jogos Internos Curitiba - PR Vagas Vagas Vagas Vagas 25 Vaga.a 25 Vagas 30 Vagas- 4!! -------- - Parque Infantil _ Sal.a V{ a partir da 1a srte ao 1 ."° ·Apostilado pelo curso BARDAL r=~ Direção Geral.: Rita C. Braga Lima Fundacao: 20 de t'evereir CGC.KF !5.513.203/0001-9~ e Inscriçao Estadual.: 28 209 00 Di.retor - Redal:'or Ch _f • • . 3 -I Diretora-Adminisl:'r t~ e -: lval.do Pereira Gerente - Gilsori sªu va - Mari.a Estel.a V. Perei.ra va Santo·s Redação,Administração e Pa - na da Fronteira 564 rque Grafico· Av TrLbu Red - • - SEDE PRÕPRIA • • - acao-Jard:im-Rua 1 4 d ai '- Fone:439-1410 CAIXA POSTAL-23 _ Bel.a ;is 0 • 34 2 - Pone:251-1669 ta - Mato Grosso do Sul • SUc;tJRs.us Porto Murtinho _ Av Dr Co _ Antoni.o João - Av- Mat~ rrea,s/n2-Fone:287-I2J9 Maracaju _ Av II d Grosso, 675 Bon • e Junho 91 Ca: ito - Rua Pi.lad Rebu'ã 's/ o rncol - Av. Brasn1, sé " (Correspondentes Clll Cal:! cipais capitais) po Grande, Br~sília e pr!E ASSINATURA ANU PELO CORRE AL: 3º·ººº·ºº - Ass. SEM.20_,,,.,.,,oo N:i to - 40.000,00 """ o devolvemos orlginais O -· &lbilizn JlclJlS Artigis - Jornal. na.o se respou- Fi.Uado à ADJORI/KS llRBinalas ou de «4m defi.n.idn e ABRAJORI ' , 1 -:, •n•• , Evitar Multas é Mais Seguro e Barat • Tanta Pressa por .. #± ±±: .: Minutos: Vale a Pena? com as normas damente não é muito aiqumas delas logo a fácil, mas deve- se sruir, tendo sempre Vale bancar a di tentar. Mesmo uma premente que, em ca- ferenca e@retoo e multa que já tenha so de reincidência 120 Km/h por 10 mi sido paga pode apa- no mesmo ano, passam nutos? recer como ainda pe a valer o dobro, en dente no momento do quanto outra, com licenciamento de um três ocorrências, a vcículo. Na dúvida, carretam a apreensão o seu despachante da carta. terá condições de GRUPO I (120 TR)- apurar como prece - Dirigir sem habilita der para apelar. Ion cão e entregar o vo bre-se de que não lunte a quem não te basta argumentar nha carteira de moto que não estacionou rista. em determinado lo - GRUPO II (80 TR) cal ou que sequer - Excesso de velocida passou pela rua in- de; não conservar a dicada na multa. A mão de direção (an - não ser que algum dar, por exemplo, a dado (plaça, mode - 60 km/h na pista da lo, cor) anotado pe esquerda de uma rodo lo guarda não coin- via de três pistas); cida com as caracte não guardar distân - rísticas do seu car cia de segurança do ro, é preciso apre- veículo da frente ou sentar provas e, ultrapassar pela di conforme o caso, ar reita. rolar testemunhas GRUPO III (60 TR) para obter uma anu- Falta ou deficiência lação. Assim sendo, de equipamento abri mesmo sabendo que gatório (exemplo: di injustiças podem rigir sem extintor ser cometidas, não de incêndio ou com é mais tranquilo di ele descarregado, au rigir com certeza sência de triângulo de estar fazendo a ou macaco). sua parte? GRUPO IV (48 TR)- Desobedecer à sinali zação; dirigir sem a tenção, com apenas uma das mãos ou de chinelos. APOIO: DETRAN/HS K TF. Diriqir corretamen te é a melhor forma de se sentir seguro me mo porque, qual quer irregularidade pode transformar-se a grande prejuízo para o seu bolso. As mul - tas ão aplicadas de acordo com a legisla ção, variando confor me a gravidade da fa lha. Mesmo assim, hã muita gente que com- mente reincide nos mesmos erros e há também muitas multas aplicadas sem justi - ça. Recorrer é possí vel, mas o retorno cos tuma ser demorado. AÕ receber uma multa por uma infração que não cometeu ou que pode ser justificada, re - corra. Os departamen tos de trânsito che - gama receber até 1. 500 recursos diários para julgamento. Para recorrer, é preciso a presentar provas e ar gumentos razoáveis ao Sistema Integrado de Multas e anexá-las ao pedido de anulação. O resultado pode demo - rar entre 20 e 30 di as e deve ser retira do no mesmo local on- de foi entregue. A prática mostra que receber de volta o di TOME NOTA As multas estão divididas em grupos Imagine uma via cem: estamos indo para uma cidade a 100 kn de distãncí~ A 60 km/h, chegare nos cm 1 hora e 40. e subirmos para r.o km/h, cm 1h15 cs taremos lá. Como a lei permite em algu nas estradas vamos aumentar para 100 km/h, Assim, tere - mos 1 hora de via - qem. Mas a estrada ~stá tranquila. Por que não 120 km/h ? f ilegal, mas se na da nos detiver, che aremos em 50 minu tos. Como tudo con t.inua indo bem, que tal chegar nos 140 km/h? Levaremos pau comais de 43 minu- tos. Bem, quem vai a 140 pode ir a 160 e, em 38 minutos, a viagem terá fim. Se tentássemos 180 km/ h, seriam apenas 33 perigosos minutos . E a 200 km/h, só meia hora. (A dife- rença entre ir a 200 km/h e a 180 km' h é de 3 minutos Vale a pena?) Mas voltemos à realida- d o . Podando a 1 0 0 k ! h (lin'te legal da pist dpla) ou 120 km/h (podendo ser multado) a diferença é de l0 minutos, tem po que se gata para tomar um banho ou be ber uma cerveja. E ses l0 minutos a me- nos so suficion e para chegarmos des - cansados. Numa frea da a 120 km/h, são necessários 20 m' tros a mais para pa rar com segurança do que se estivesse a 100 km/h. E nessa di ferança de velocida de, o consumo de corn bustível é ainda 30% maior! TOME NOTA ônibus e carninhÕ- es, por serem gran - des, irradiam ondas de choque que podem desequilibrar seu carro. Ultrapasse-os com atenção e, de preferéncia em mn1ar - cha reduzida. Se vocé optou pe la velocidade, mesmo em dia de chuva, re dobre a atenção. O motorista do carro que vai a sua frente pode estar com os pneus carecas ou também em valocidade mui'o alt. No dei caos, quando ele por aqueles - "rios" de enxurrada que vezes atraves am a pis pode perdr o controle do carro e você talvez .o con iva frear an tos de abalroá-lo. alta v locida- de erá sempre você quem deverá estar pronto pora frC'ar n qualquer momento. ho vê-lo aproximar-se pelo retrovisor, um motorista que esteja a su, frente não po de cnlcular com que pressa você está che gando. Ele pode come car uma ultrapassa - gem e quem correrá o maior risco cm uma batida será você , que poderá se chocar de frente. Apoio: Dctran/MS Tribuna da Frontei - ra. SNBP o. ,, O sucesso do leilão deu novos comandantes ao Serviço de Navegação da Bacia do Prata, o SNBP. Agora, o destino da empresa está nas mãos da iniciativa privada, que vai investir os recursos necessários para ele crescer. se modernizar e ganhar mercado no transporte de carga na Bacia do Prata, colaborando para a integração latino-americana Os empregados. que passam a ser sócios. também vão se beneficiar com tudo isso. O Governo do Brasil começa o ano corrigindo ainda mais a rota de atuação do Estado, que se toma cada vez menos empresário e cada vez mais social, investindo nos serviços de que os cidadãos tanto necessitam. Com o sucesso desta nova p_rivatização, o Governo do Brasil inicia 92 com força total. abrindo caminho para o desenvolvimento do Pais. ~ Serviço de Navegação a Bacia do Prata S/A. ••••• i»SY E±± E1. EEElsa Confirmado 1· Caso de Cólera em Goiânia Foi confirmado o pri meiro caso de cólera em Gofanfa. Trata-se do co merciante Plínio Batis= ta de Oliveira, de 65 anos, que chegou ã cida de no dia 12, depois de passar três reses traba lbando em Belém. A doen ça foi dingnoscicada nÕ Hospital de Doenças Tro picais de Goiânia. Ha outros cinco casos com suspeita de cólera sob acorpanhanento dos téc nicos da Secretaria da Saúde de Goiás. Segundo o secretário, Ronei Ri beiro, a fai:úlia do co merciante e as pessoas que coe. ele mantiveram contato estão recebendo acompanhamento médico . Os técnicos da secreta ria afastaram o risco de contacinaçâo porque no bairro onde o comer- ' • j ciance ~ora existe tra taento de água e rede de esgoto. Dlierenças - Ases - tatísticas sobre a 1nci dência de cólera no Pa {s feitas pelo governo federal e pelos Estados apresentam diferenças significativas. Os da - dos do Ministério da Saúde c:onfin:am a morte de 20 brasileiros por causa da doença - 17 no Amazonas e tres no Aa pa. M.is os dados das ra. " l i LEIA E ASSINE o JORMAL IJ TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL L • .) l' A.LÍéM J>A BTBHtW>AJJl! li várias pessoas que acham que a doutrina epirita é so do bobagem, note domingo no fantástico pode-e provar ao t r,:, 1, r J o. h funcionária de um do ministros do Collor, a qual nio reve - }ou eu nome, nos mostrou inúmeras comunicaçoes foi as por espi ritos de pessoas que já alquns meses vieram a falecer, sendo co- uni·ações estas feitas por pessoas famosas. Para a qrande sur - presa da referida pessoa foi a comunicação da jovem TINA, que foi a/assinada pelos próprios pais, Tina deixou a seguinte men ,141: "Acredito que meus pais ndo sejam pessoas normais, eu não a - chava que eles fariam isso comigo, pois eu sempre fui uma pessoa mado por elos. Mos.no vendo-os atrás das qrades rezo muito para eles. ' ,. HIO PRATA NraLc domingo o MS Rural mostrou-noG a beleza das águas do Rlo Prata. Não deixando de falar é claro da equipe que defende! quolu pncte da natureza. ltravés claa câmeras da TV Morena pode-se ver o balé dos pei - x~n nnn limpidas águao <lo Rio Prata. . l CURSO CEFAM A escola Cel. Felício comunica aos alunoe que concluíram a 80 série do 1o grau que se encontram abertas as matriculas para a 1~ série do curso cefam. Que equivale a qualquer curso do 20 grau . o Cefam e um curso que habilita a lecionar e com uma vantagem de uma carga horária mais elevada e consequentemente maior conhe cimento para os alunos que enfrentarão o 39 grau. ai 1 l Não se vêem mais os humildes guardas de tránsi to em nossa cida- • 'de, sendo agora o momento mais exato para organizar as ruas de Jardim, pois o movimento anda muito louco, precisando das singe las orientações destes. • .•'i VÍDEO FLASH 1~ /gora Jardim possui mais uma locadora, é estamos falando da ' Vídeo Flash, que está com grandes lançamentos. Vídeo Flash situa ,1c ' se na li.V. Duque de Caxias antigo prédio da Ti Ti Ti modas. '"i: LEMBRANDO TIME DE VOLEY DE CAMPO GRANDE EM JARDIM )• g : til m.1 t' mel adi, ma! ca xi re, G; so• ma, do1 re1 scC qu to rei t1g ne1 do, m7! 20 As seleções de voley de Jardim, estarão recebendo a seleção de Campo Grande, para UJ11 emocionante final de semana, que está previsto para o dia 10 de fevereiro. Queremos agradecer ao nosso amigo Marcos, que está organizando esse evento. SABADÀO.SERTANEJO No dia 18 de Janeiro estará acontecendo o grandioso baile "Sa badão Sertanejo", nas dependências do Esporte Clube Jardim. PARABÉNS Ao Esporte Clube Jardim, que logo estará fazendo a reinaugura cão da quadra de esportes deste referi<lo clube. Logo os desportistas de nossa cidade poderão bater aquela bo linha esperta, é isso ai o nosso amigo Zé Preto está a todo va por, com esperanças que a próxima será a tão sonhada piscina. BAILE DO HAWAY Ferre lrn Técnlc-o Rua Travessa da Praça Thomas L - r:rncciror., r./n9 POflTO MlfRT H-110 -- MATO GROSSO DO SUL - do CCC -- 15940271/0001.07 - INSC. EST. 28.21L704-) OLHES FERREIRA COMES DONA MERCEDES VIGIRA COMES PJ,Ol'!Hl.TÁJHOS Rua Alfredo PInto,14l fOMi: (067) 267 - 1325 CEP: 79.280 P0RTO MUKTInO - MS Casa Americana. DE: NELSON RIBEIRO FERES Aceitamon Cartão Ouro-Card. D1s- trihuldorn COPAGAZ. 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AÇQLJGLJE ESTRELA Lembrando também que está previsto para o dia08 de feverei - - ro, o mesmo baile para a cidade de Jardim, que logo, logo ficare mos sabendo quem animará o grandioso baile, que já alguns dias es ta sendo comentado. ' TALÕES DE NOTAS FISCAIS PERDIDOS Perdeu-se 04 (quatro) talões de notns fiscais, sem uso, de ng 051 à 250, série D-l, pertencentes à firma comércio de a~iamentos BUGRA ltda. Entabelecida à rua lg de Maio, ng 601 - Jardim-Ms. C.G.C 26.846.386/0001- 40. Inscrição Estadual ng 28.266.826-8. BONITO - MATO GROSSO DO SUL Comércio Varejista de Carne Bovina s • u1na - Verduras - Fru- tas e Legumes. FAZENDA 280 has. Municipio de caracol CASA-MANGUEIR0-4 AÇUDES-CÔRRE GO-/ DIVISÕES-PARTE FORMADA. 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Essa constatação foi vori ficada pessoalmente pelo Socre ªrio de Suúdc do Estado, Luiz Eclipo Torrazas Mendcn, acompa nhado pela Secretária-adjunta , Vera Lucia KodJaoglanian o pelo assessor especial, Marcos Mari nho, na semana passada, quando supervisionaram as obras pelo - interior. Um exemplo disso é o municí pio de Caracol, distante 415 Km da capital, que não dispõe de - qualquer unidade hospitalar. O unice Posto de Saúde exis tente na cidade, doado à Prefei tura Municipal pela Fundação = Cesp, só tem em seu quadro de funcionirios uma enfermaria,não tendo nenhum médico no municí - pio. Segundo o secretirio ofici al de Gabinete da Prefeitura de Caracol, Jari Souza Neto, ape sarda disposição do prefeito - em querer contratar um médico para atender os 3.200 habitan - tes do município, até hoje não foi possivel porque a falta de um hospital afasta os profissio nais, não dispertando interesse nos médicos. ' - ....... O Secretário d e Saúde d o E s tado, Luiz Felipe Terrazas Men des explicou que todas as unida e « isso Antonio João mereceram mui.a atenção dos tec nicos e projetistas, tendo o cu ido (d (do Lazer [janta, pryry gongo«o«4 do as ardias&os do prédios Comerci ai o· l . conforma o aumento populacio - IIECIEI arta nal de cada município. Barreto """"" ' Todas ns unidades são do ti c,•c·1.·o J· ar.a,·~ po modulado, oalienta Luiz Fali Av. ti11:,,.nlo 1-'enz:o, 565 pe, acrescentando que as obras. Fone: 460 5 - 1 1) poderão ser foi tas sem necessi- Sementes fiscalizadas, a Rua Joana AIda Matos, « • tar a interrupção doo serviços, dubos, c:tk,;rLo, s11l minem bastando no final, quebrar ape nas uma parede. Além da rede física, o Go- AITTOS-JO JOÃO - verno do Estado já está traba - MATO GROSSO OO SUL Alffll'llO JOÃO - MS ANTONIO JOÃO - MS lhando no sentido de garantir -r--:::------:---11----;:::::-::::-:;:==----J----------=----_j os recursos necessários para e Farmacia FOTO quipar todas as unidades de sa de em construção. ' - • Central Bf f"'r'lf OR OBRAS NAO PR !!A! Run >lato Croaso, 511 Luiz Felipe Mendes voltou a Kcdlcaocnta, Pcrf=rln , reafirmar e garantir às emprei- Artlgos pprn presente. teiras e à população em geral , Aviar.senta de recelta, ln- que as obras em andamento não - f 1 , jci;ões. , so rem qua quer risco de parali Saç O - - Resldêncln no local. RUA BELA VISTA, S/N'! ao. s recursos es tao garan- PROPRlEIÀRIA: tidos através de convênio com ANTONIO JOÃO _ MS AITT'O'll'O JOÃO - Aldelr Pereira Vlann o Ministério da Saúde, assinado u,~ GROSSO 00 SUL ±±jji" )Ferrar ' titia 'I Com esta verba, o Governo - (j a, (Yj u Depósito dé zzzizs;±:]lpropeárial da lay Bedas i~ e hemocentros. Após a coce li 1#ll llú l] sao, Mato Grosso do Sul garanti Soares ra a populaçao um atendimento l Vacinas, sementes,sal, ar- Secos e molhados, bebfdas d b .. Repres.entnnte .Antiír .. cc1c.n , e om nivel. Também os cuida - tlgos de couro em geral. e miudezas em geral. Anexo - d ~ Bcbldns ""' gernl. Atendln<:n- OS nas especialidades estão me Av. Eugcnlo Penzo, 405 Lnnchonete. Os mais dellclo - recendo atenção do Governo. sos salgadlnhos. ta em fer.t., de nnlvers.irlo Luiz Felipe Terrazas Mendes FOME: 435- 1219 casamento e prooçoes. revela que a intenção do Gover-l Av. Eugénio Penzo- (Ponto de Av. Eup,ênlo Penzo, a/n<.! nador Pedro Pedrossian é de ga- ANTONIO JOÃO - MS ônibus)- centro- Prop. Car- Fone: 435 - 1309 rantir o atendimento da comuni-{ Lrsr reses s ses-L " " . J dade na própria localidade, evi tando a superlotação na capital e Dourados, ou_nos centros regi onais que d1.spoem de hospitais. "A população, com certeza irá dispor de melhor atendimen to ainda este ano", enfatiza o Secretário de saúde. SOLUÇÃO Para solucionar este proble ma da falta de atendimento na área de saúde, os habitantes re correm ao município vizinho de Bela Vista, distante 56 Km, ou então, procuram atendimento na capital. O Governo do Estado está construindo em Caracol uma Uni dade Mista de saúde, com 13 lei tos, ambulatório, raio X, cen - tro cirúrgico, Banco de Sangue (coleta), enfim, um hospital ca paz de prestar toda a assistên eia médica-hospitalar que os ha bitantes não dispõe ainda, tota lizando urna área construída de 1.300 metros quadrados. A I D s SE VOCE NÃO SE CUIDAR A AIDS VAI TE PEGAR! DRD Oh! Santa Clara que seguiste a Cristo com tua vida de pobreza e oração fazei que entregando-nos confiastes à pro,·idência do Pai Celeste no intei - ro abandono aceitemos serenamente tua divina vontade. Santa Clara bela • e formosa iluminais os meus caminhos para a Glória e para a 'itÓria, li'rai - me dos inimigos e dos problemas. Peço n milag;osa Santa Clara que cubra mi nha cabeça em seu Manto Sagrado. Guia-me Santa Clara para que possa resol - ver todos os meus problemas. Amém. Rezar esta oraçao mais 9 A'e Marias du - rante 9 dias com uma vela acesa na mao e no 9g dia publicar. 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Ena é a defini çio dnda polo Gover nador Pedro Pedrossi an, ao fiar os pará metros de despesas , inclnlnclo n politicn :1illnrial do funcionn 1ismo público, para os próximos três a - nos, em Mato Grosso do Sul. Eqt5o dutcrrnlna - dos percentualmente os gastos do Estado om relação a receita liquida do Tesouro , enquadrados tanto nos prindpios da Consti tuição qunnto nas e xigências para rene gociação dn divida . Ao fixar o percentu al de salários dos servidorcu cm rcln - ção à receita líqui da, o Governador Pe dro Pcdrossian convo ca Lodo o funciona= lismo a se engajar ra luta pelo ainda mai or crescimento da ar rccadação e economia de despesas, porque são essas metas que vão garnntir o cres cimento <los patama - res salariais nos próximos anos e a e xecução dos compro - misses sociais do Go verno do Estado. - e O qu nh\l' t1 ma l h I e 1 º' mo; di 1 mall e-a xi. rê.' ré; S0'1 ma, do1 re1 SC que to re te5 ne do ; roer zo RESPONSABILIDADE tem " grudo 4 ma luta ;o 'reuna contra sonegação dr.! i:·,pcr;Lo·;, ,,'ll<; munhada por toda o ciedade. Ao me3:1o tempo, exerceu rí4i do controle dos qas .O'J f,Úbl icon, culrnl_ nondo, a partir de~ to ms, Com ,l im plantação do Caixa Onico do 'Tesouro com proccdimonto• totalmente informa tizndoo. Alguns dos resul ta<los dos primeiros nove meses do Govcr no Pedro Pcdrosoi~,,: salúrios rcojuota - dos conforme as posoibilidadco e pa go cm dia, inclusi ve o 130 salário ; contas públicas sob controle; significa tives investimentos na Educação, Saúde, Segurança Pública , Eletrificação Rural, Saneamento e outras áreas; crescimento da atividade econô mica em 60% no se - gundo semestre de 91, apesar do qua - dro recessivo do País. Resultados tão expressivos que apontaram o Governa dor Pedro Pedrossi- an, em pesquisa na cional realizada pe lo DATl'IFOLHA em de= zembro e publicada pelo jornal FolhaéE São Paulo, como um dos quatro governa dores mais popula - res do País. Desde seu primei ro instante o Gover no do Estado tem se empenhado, sem con - cessões, em duas me tas priori t.irias: res gate da dignidade do servidor público, a dequando-o à moderni zação da máquina ad= ministrativa e inves timentos nas obras - de alcance social , reclamadas pelo con junto da população. O Estado tem mui tos encargos, boa parte deles herdados pelo desastre da ad ministração anterior. Para honrar esses a promissos, o Governo JUSTIÇ1 PARA TODOS progre , obtnnd par i- q cisão no reultadrs,o v. improvisos nu cantas de última hora. O govemador Pedro ; drosin anunciau os parane ros de gatos - pblicos, que incluem a politica salarial para a próxi· ·on trt'G anos , através do demonstra tivo das despesas cm pessoal em relação à roccita liquida do Tesouro. Dessa recei ta líquido, os fun cionórioo públícoo - do Poder Executivo - vão ter 37,lli como salários. Ou seja, a:; aumentos cr.tarão pro porcionalmcnte rela= cionados com o crco cimcnto da nrrecada ção <lo Estado, a qual quer momento. Numa atitude inédita, o Govorno vai reservar mensalmente, 3,09% da receita líquida para pagamento do 13 sa lário. Esse dinheiro será aplicado cm pou pança, como garantia contra a inflação e certeza de pagamento do 139 no prazo le - gal. As despesas com os outros Poderes fi cam assim, em rela= ção à Receita líqui da: Tribunal de Justi ça .. 8,80'!. - Assembléia Legis lativa ... 5,80% Tribunal de Con - tas .... 2,80% Procuradoria Ge - ral da Justiça 2,40'!. O total das despe sas com o funciona= lismo, incluindo a parcela de reserva - antecipada para o 13 salário e com os outros Poderes, fica rã em 60% da receita líquida do Tesouro, sendo observados os parãmetros exibidos pelo Governo Federal para renegociação da dívida do Estadoe os princípios estabele cidos pela Constitui ção. O Governo do E tado usará mais 15~ da receita líquida para amortizações pre vistas na renegocia= ção da dívida e 10% para o custeio da ma No Estado-Empre sa todos são respon sáveis pelos resul tados. Essa é a pro posta do Governo - engajar a todos na construção de um Es tado moderno, bem administrado, volta do para o interesse público, com metas bem delineadas e absoluta transparên eia do processo ad ministrativo. No Es tado-Empresa o fun cionalismo público é parceiro do seu rios. instr t. - '' dr. Te.ouro e r o a - plicados p lo Gover nzdor Pedro Pedro si róprios nas áreas - sociais (Ed caçao bitacão, Saúdo, Se quranca Pública e a ncamento Básico). E ses recursos priori trios para atender às necessidades da pc,pulaçJ.o, ir5o :.e juntar uqucl0s que scrão realizados com rccurGos do Governo Federal e organismos internacionais, atra vé·s de projetos e co!_! vnios. Estão aí , compostos, com sensi V(1l racionalirliidc e d~tcrminação adminis trativa, os 100% da n·ceita líquida do Tc•souro do Es taclo. En gujado nesse esforco do Governo, o funcio nnlismo público esta r, ao mesmo tempo , dnndo sua responsá - vel parcela de con - tribuição à socieda de e garantindo a dig nidade dos seus sala THANSPARENCIA DE GO vr.RNO Todos os números do Governo são perma nentemente abertos ao ccinhecimento das li deranças do funciona lismo público e re = presentantes dos ou tros Poderes. são trunbém, publicados mensalmente no Diá - rio Oficial, caracte rizando a administra ço estadual como ab solutamente transpa rente. Não há mági - cas nem manobras di versionistas com as contas públicas, o que diferencia o Go verno Pedro Pedrossi ande outros que le= vnrarn Mato Grosso do Sul ao desastre admi nistrativo. Hoje o servidor pú blico recebe em dia e sua família conta com um sistema previ denciário desburocrã ~ d, ce pritroe claos de une polítie alaria! - re ponsvol eotimita. O Governo ruer que cada ervidor, se sinta coo sócio d sa empresa, zelando pela sua saúde e eu fortalecimento eco nômico, porque os be nefícios serão para todos. Os niveis de credibilidade dian tc da O?iniâo públi ca, ccr.quintndos p~ lo Governo Pedro Pc drossiun, o encora jam e solidificam sua respon,rnb11 iclaae ccn a parcela mensal (15%) da receita líquida do Tesouro destina do à obras com in - vestimentos própri os, o Governo vai ter a certeza de po der cumprir com su as responsabilida - des diante do conju, to da população. Os 15% empregados na a mortização das dívI das do Estado são ã garantia de um Mato Grosso do Sul res - peitado pelos credo res e guardião de sua honra diante da Nação. Os 10% que se rão destinados ao custeio da máquina administrativa são a maior prova da aus teridade do Goverro~ que dá o exemolo de economia e lisura com o dinheiro do contribuinte. Os 37, 11% da receita li - quida a serem apli cados mensalmente - com os salários do Poder Executivo, ma is os 3,09% reservã dos para o 130 sala rio todo mês é ap1R cado em poupança~ significam a efeti va participação do funcionalismo na ar recadação do Esta - do. Transparência . Responsabilidade Compromissos com o '(''::t!O .l ... d n, er - , iá, com qarar a, íueu t O , ,1 ·,0- d 1 • r n 1 t: .1 d, do Estado E±r a. PERCENTUAIS DAS DES- 1SXS QUANTO X RECEI ó ir@tN Salários do Poder rxccu ivo .. 37,llr, Jlcnervd !"'nn.c1l P.0. r o 130 alário ••• ·.. 3,09% Sub·•totnl l. . ... 40,20 Tribunal de Justi ca ... 8,80% hsscmbléia LogiG lativa ... 5,80<,, Tribunal de Con - tas do Estndo ... 2, 80'1, Procuradoria Ge - ral de Justiça .. 2, 4 0% Sub-total 2 .. 10, 80?. Total salários e outros Poderes (sub totais 1 + 2) ... 60, 00% Custeio do Estado ...... 10,00% Renegociação da divida ... 15,00% Investimentos pró prios do Governo do Estado .... 15,00% Sub-total 3 .. 40, 00% Total geral quan to à receita líquida do Tesouro .. 100,00% NOTA FISCAL EX1'RAVIADA O SR. MANOEL r,JAR TINS NETO, RESIDEN TE NA FAZENDA SAL VADOR, MUNICfPIO-: DE MARACAJU, COMU NICA QUE FOI EXTRA VIADO UM TALÃO DE NOTA FISCAL DE PRO DUTOR RURAL DE N9 1631331 E SEGUIN TES, DE INSCRIÇÃO N9 28.523.107-3. NEGÕGIOS & OPORTUNIDADE, PINTA DE TUDO! ANIL LMAIOGROSSENSE ' ' - 3 CONFORTO Viação Cruzeiro - SEGURANCA - FF1CIÊNCIA LINHAS PARA TODOS OS i°l''IUNICf PIOS DO MS CONEXÃO PARA AS PRINCIPAIS CAPITAIS VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL f~u a Estrela Brilha na C nstelacão do MS." do Sul a1 ~ ,_ ' l -----' ~ .. l- 3+ . -- ,,,_,,__.... ~ ... 1 • , l , '. PREFEITO_ DE JIRDIM PLEITEI VERBI PIIR CONCLUSIO DO HOSPITAL MARECHAL O Prefeito Munici pal de Jardim, Dr. • Jnclaon Martinez Pci noto, enviou no inl= cio do tos doe dezem bro passado Ofício - a o Secretário d e E s tado de S a ú d e , Dr. - Luiz Felipe 'Terrazas Mendes, 11olicitando a liberação do parte da verba dentinada ã reforma do 1Iospi tal Marechal Pondcn, bem como uma co111plemcn tn cão nos valores orça dos, devido a eleva= ção de custos dos ma tcriais de constru - ção que atingiram pa tamares astronômicos nos Últimos meses. A baixo transcrevemos na íntegra, o Oficio do Prefeito ao Secre tário Luiz Felipe: Exccelentlssimo - Secretário, Fm decorrência do convênio firmado com Prefeito Joelson Martinez Peixoto Motorista, você Também é Responsável. Siga o ABC, e Sinal Verde para Você Atenção é um acessório de segurança; Bicicleta também é um veiculo conserve o veiculo na mão de direção e na faixa própria; Diminua a velocidade ao se aproximar dos cruzamentos; Esteja sempre atento aos veículos à sua frente, atrás e dos lados; • - b • - • 1 • Farol baixo ao cruzar outro veiculo_e obrigatorio por .e1i Garantir sua segurança no transito e prolongar sua vida; Hoje, amanhã e sempre... dirija com segurança; Indique com sinal a direçao que voce ira seguir; Jamais dirija com sono ou embriagado; Lembre-se que o trânsito faz parte de sua vida; Motoqueiro, 0 uso do capacete protege voce contra acidentes fa tais; Nunca invadir a faixa de pedestres; Observe os retrovisores, cuidado com motoristas imprudentes; Pedestres, ande sempre nas calçadas e atravesse na faixa; Quem obedece a sinalização, evita acidentes; Respeite os limites de velocidade; Sempre dê preferência ao pedestre; Transite em velocidade compativel com a segurança própria eco- letiva; d t • 1 . Ul mpre pela esquerda o ouro veicu o, trapasse se! - .1 d ação da criança no trânsito; Voce tarobém é responsavel pe a e ~cd ... x· - resolve o importante e irigir com atenção; ingar nao ' são atitudes perigosas e proibidas. 2iguezague entre os carros esa ecre ar.a de Estado, no valor de Cr$ 50.000.000,00 tcincoonta ri!hões drJ cru;:eiros), d,;,::.ti nados à reforma do Hospital Marechal Rondon, cerca de 202 (vinte por ccn o) da referida reforma já foi concretizada e as contas da parcela recebida já foram prestas à V. E:a. De conformidade - com os lcvantamcnto3 e estimativa de cus tos, tem-se que face a elevação de custos dos materiais se faz necessário cerca de Cr$ 200.000.000,00 - (duzentos milhões de cruzeiros), para a conclusão de toda a reforra. Sabemo. da dif__ cu]dade econcrica financeiras porau pasa a Secretaria do Saúde, b c0no o País coo un torto pois também atinge os Municípios; po - rém para que as o - bras em curso de re forma não sofra «o lução de continuida de por falta de re cursos e mesmo por que o nosso Hiospi - tal é o único da ci d ade, func ionu coo.o uma espécie de llon pital Regional, a - lém de atender toda a população de Jar dim e Cuia Lopes da Laguna, porqur esta não tem nenhum l!o.:;- ao ponto , o pleit V. xa., de- terinn libra;ão do importância possí vel pa a dar conti • nu idade d refora,e penha.ndo-se no orca monto futuro e res tante. Con <1 nrJo cm I o 0- levado espírito de - homem público de V. E:a., e conhecedor • profundo da necessi dade e impor .ância - do Hospital Marechal Rondon para nossa c l dade o rcgião aquar damos a aprovacão do nosso plei o. Prefeito Dr. Joel son Martínez Peixoto Prefeito Municipal Apoio: Tribuna da "Ü Primeiro e Oetran· Fronteira Diário da Região" MS Dllll IEMP F RE A frequente ocor rência de altas tem peraturas nesta épo~ ca do ano, vem provo cando o abortamento de flores e mesmo de vagens em formação - dos feijoeiros,em al gumas regiões produ toras do Estado. O fenômeno acontece quando há a coicidên eia do período de - florescimento do fei joeiro em dias com temperaturas superio res a 30c, na chama da "safra das águas; cuja semeadura é fei ta nos meses de agos to e setembro, cor colheita em novembro e dezembro, o que é responsável por 25% da produção estadual do feijão. De acordo com o pesquisador e coorde nador de pesquisa de feijão da EMBRAPA-UE PAE de Dourados, Shi zuo Maeda, o proble ma existe "mesmo .quando as plantas en centram-se bem nutri das e com boa dispo nibilidade de água no solo. quando as altas ter peraturas, que po - dem superar 35C , nesta época do ano são associdadas,nor malmente ocorre, ã baixa umidade rela tiva do ar e ventos TJlM EIRO FONE: (067) 439-1165 RUA CONDB DE PORTO ALEGRE RUA DUQUE DE CAXIAS BBLA VISTA - MATO GROSSO DO SUL • TUDO EM JEANS E O MELHOR PREÇO DA CI DADE! • ARTIGOS BM COURO: - Laços, Calcas, Selas • BIQUINIS • MODA ÍNTIMA, BER MUDAS, CAMISETAS E ETC ..• DE: LUISZBTHB. DUARTE I p a n_ e IIl a M odas - Confecções e Bijouterias - Adulto e Infantil Rio os Últimos lançamentos: conjuntos de linho, jeans, Diretamente do bijoute.rias. t isetas pijamas, calcinhas, bermudas, co Roupas em malha, shors, cam • res e modelos à escolher. RUA - Conde de Porto Alegre, 368 FONE - 439-1846 Bela Vista - Mato Grosso do Sul "Esse fenômeno torna-se mais grave fortes, o que aumen ta o abortamento de flores e vagens em formação", explica Maeda. O pesquisador ressalva porim,"que eventualmente em condições de aborto floral, pode haver nova florada propor cionando condições para a produção de grãos, que deverá - ser pequena, em con sequência disso,não possibilitando às plantas condições - para a maturação e secagem das mesmas, pelo não esgotamen to das reservas.Com isso as plantas fi carão desenvolvendo se vegetativamente até que um fator climático (seca,gea da, etc)., façám ~ com que as plantas terminem seu ciclo. "Nessas condiçõ es, continua Maeda- I pode ser interessan te ao agricultor rea lizar o plantio deu ma nova cultura, po is a produção poderá ser antieconômica. Embora ainda não totalmente esclareci da pelos cientistas, o abortamento das flores sob efeitos - de altas temperatu - ras, pode ser expli cado principalmente pelo rompimento dos grãos de pólen, tor nando-as inviáveis - para a fertilização dos óvulos. "Sem es sa fertilização i irn possível o desenvol vimento das vagens", diz o pesquisador da Ernbrapa. Mesmo sem estatís ticas oficiais, exis l tem informações de - perdas totais em al gumas lavouras do Es tado, ocasionadas p las altas temperatu ras. Em Mato Grosso do, Sul, a cultura do - feijão i predominan- • J. temente plantada na " safra da seca",sen do responsável por 751 da produção na • Estado. • ~ Churrascaria Canaã 1 A l·J j a CHURRASCARIA CANAà serve o melhor churrasco do Brasil. quente e frio com dezesseis qualidades de pratos todos dias. Sistema Americano e Rodízio. Musica ambiente~arada obrigatôria para quem gosta de bem. 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IOH AL, RIUNA DA FRONTEIRA D!MRIO REGIONAL e IHAMPS PACiARA DIVIDA DE CRS 130 BILHÕES o Instituo Macio- l de A;iutência Mó dica da Previdência ocial (Inamps) paga r,; ,i11nnhii Cr$ 130 bi hõen a 6 mil houpita in conventados, pelos serviços ambulatoria i prestados em novem l>ro, conform infor - 1,ou o diretor do Con .rolo do Scrvicoo lo sistenclais do órgão, Carloo Alberto Fcrri. 1:ntii prcvinto para o dia 25 o pagamento de mais Cr$ 230 bilhões, referentes às interna coes daquele mês, mas até ontem os recursos para suldar este com promin□o ainda não es t.avam cm caixa. O presidente do Innmps, Ricardo lkel, se reuniu com secretá rios estaduais de Sau de para discutir a crise que os hospita is vêm enfrentando por causa da falta de recursos. Na pauta consta ainda adis , cussão sobre os cri - . térios de repasse dos recursos do ins - tituto para os Esta dos e Municípios. Dos 6 mil hospi - rais conveniados qu to, 4.112 são instl ui ões privadas ou fi lantrópicas. "Ainda não temos caixa pa ra pagarmon oo rea tantes Cr$ 230 bi - lhõcu", dinoc Cor - lon Alberto rerri , referindo-se à dívi da relativa às in - tcrnacõco. Segundo ele, o Inamps aguar da da Previdência um repasse de Cr$ 300 bilhões, ainda este mês. "Com esse dinhci:_ ro, poderemos pagar os Cr$ 230 bilhões das internações", a firmou Ferri. Os hospitais que divi dirão os Cr$ 130 bi lhÕes a serem pagos amanhã vão receber o dinheiro com 45 dias de atraso. Men salmente, o Inamps elabora 1 milhão e 250 mil contas refe rentes a internaçõ= es ocorridas na re de de hospitais con veniados. Na reunião com Akel, os secretári os estaduais de Saú de devem apresentar um quadro da situa ção dos hospitais em suas regiões. Na dis cuo:;âo cobre O!l cri tórios de repasse de recursos para os Es tados e Municípios a partirdes e ano, os occrctárioo serão ÍQ formados sobre o fun ci.onamento do índice de Valorização de Qualidade (IVQ), que entrou em vigor este mêo. O IVQ foi criado para premir com rea justes de 20% os hos pitais classificados como eficientes no a tendimcnto. O hospi= tal que obtiver do Inarnps a classifica ção segundo a qual - "tem direito ao indi ce", será fiscaliza= do por uma comissão formada por membros dos conselhos munici pais e estaduais de saúde, das secretari as de Saúde de cada Estado e por técni - cos do Inamps. Uma portaria contendo as normas para a defini ção dos critérios do IVQ será publicada - no dia 20 no Diário Oficial. O índice de verá ser redefinido semestralmente. Saúde Vai Realizar _Vacinação em Massa o Ministério da Saúde fará este ano nova campanha para apli - car em crianças brasileiras a vacina cubana contra meningite me ningocócica tipo B, ampliando a faixa etária, que ia até os se - , te, para 14 anos. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Al ceni Guerra, após almoço com o embaixador de Cuba, Jorge Bolanos. Alceni afirmou ainda que a FUndação Oswaldo Cruz (Fiocruz) fi cará responsável pelo processo de fabricação da vacina, com tec nologia transferida de Cuba. O ministro não soube informar quan do começará a vacinação. Em 1990, o Ministério da Saúde adquiriu 15 milhões de doses - da vacina cubana e, seugndo Alceni, o resultado da imunização le vou à queda, pela metade, dos índices de incidência da doença - Segundo dados do ministério a ocorrência de todas as meningites meningocócicas era de 2,6 casos por cem mil habitantes em 90, ca indo para 1,7 por cem mil no ano passado. - "O único fato novo, no período, foi a entrada da vacina", ar gumenta Alceni, que elogiou o produto. O País comprou 15 milhões de doses da vacina cubana em outu - bro, cinco milhões delas já entregues. As outras 10 milhões che gam ao Brasil em março, por um preço unitário de US$ 5,40 (cerca de Cr$ 5.500,00). Alceni admite que a vacina cubana ainda é a mais cara, mas ar gumenta que o repasse da tecnologia ao Brasil paga todos os cus tos atuais para a compra. O ministro não revelou prazo para esse repasse. (ESTADÃO) COMENIMO - lay & [uie Entre umas e Outras_ ANlVE!lSA!UOlJ 1 • i« Im ano de v .da d No dia 29 de dezembro pp., completou ma> ".non Feres e aatinha Mirian C. Fures, filha do companheiro ss"·' ,4, " ; +. t urpresa organizada pe- Sra Gladis Feres. Foi uma linda resa " ' e., , e l , 0 c:l11bt' do:1 Su,, • " n • lo f'.• ,·0u0 a•""Íaor 1_1 fcclt1 rca 12-::>u-na n • • . . +- A +.7 ++as J ice Jorqea Sgt? de P. Martinho. Lá estavam os seus amusos: 'ar pula ne, Robson Rahal, Robon,Carlo Hey, Pardo Gumna, Renato,,, Maéa, Rose, waldecir, Solanse, Luiz Pacheco, Gi1son, Car; "' entre outros, a festa estava ótima reqada a muito choPP ,"" licioos salgados. A aniversariante denejamos mil felicidades. SCALA HICIITBH ' - GRÉMIO SUBTENENTES SARGENTOS PEDRO RUFINO - BALANCETE REFEREN TE S DEZEMBRO DE 1991 A-SAI.DO t!!S A.'<"lIRIOR - Banco do Brasil S / A • .. • • • • • • • • • • .... • • • .. • • • • • • • • • • • • • •• • • • • .. • • • • CrS • Cl1 txa Economlca Federa 1 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •. • • • • • .. • • • • CrS - Poupança - Ouro .•••••••• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •. • •••••••••••• CrS - Cofre Clube ••••••••• •. • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •. • •••• • ••••••••• CrS - Total •.••.••••••••••• • • • • • • • • • • •· • • • • • • • •••••••••••••••.. CrS B-RECE1TA l-ltS DEZEMllR0/91 • êi'ea[to Relaçao B. Brasil S/A • • • • • • • • • • • • • • • .. •· • •· .. •· CrS - Ci'edlto Relação Caba E. Federal • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •· • • • • .-:,-~ - Secretar!a (Mensalidades) ••• • • • • • • • • • • • • • • • • •· • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •• CrS - Pertarta Ingressos e Mesas) • • • • • •· •· • • • • • • • • • "• • • • • • • • • • • • CrS - llar (Vendas Bebidas) •••••••••• • • • • • • • • • •· • • • • • • • • • • • • • • • • • •. • •••••• CrS - rot~l .........••..•...•..•.••••••••••••••••• • •• •. • • •• •· • ••••••••••• ers - Soa Total da Receita • • • • • • • • • • • • • • • • • •• • • • • .. • • • • • • • CrS C- DESPESAS REALIZADAS - Dívcr?;ns •. • • • • • • • •• • •••••••• Ct'S - Eeb!do.s ••••••.•••••••.•••••.••••••••••••• ••••••• •••••••• •••••• •·••• CrS - Co:·w.tnsão 'Bilr • • Cr-S - SAAE - IDll'IS - r:.ERSU! .•••..•••.•••••••••••••••• : ••••••••••••••••••• ers - Enersul Ag!lo velhos) »···s··········· ..... •••·••••• ••••••·• .. : CrS - Deções (Pune, Hesp. As1lo. Elrtlson .) •• •• •. • • •• • • • •• • ••• • • • •· • • • •• • g::s 7#S# AR - Pagamento 13g (23 Par.) e Abono •• ••• •• •• ••· • • ••·••· • •••·•·••• •· •·• CrS - Ex torno Crédito •••••.•..•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• CrS - Total •••·•• •••.••.•.••••••••••••••••••••••••••• CrS D-SALDO E_ACOS DIA 31/12/91 • - B a nc o d o Eras!ili...·o···.... .. ••••••••• ••••••••••••• CrS - Calxn Econ~{c:1 rc.t!cr,1.l CrS .. FO:~n:nç...i - C>uro ., CrS ... Cofre Clc!,c (!i-.J.1.lc Rt':Yeillon) CrS :7e.c:E :EEEEE: : : : : : : : : : : g~ U.712.52 24.624.54 394.640.99 607.601.63 l.038.579.68 613.142,00 277.254.00 1.038.400.00 3.443.620.00 4.121.470.00 9.493.886.00 10.532.465.68 2. 279.317 .oo l.916.UO.OO 14.400,00 275.838.22 50.825.30 395.560.00 46.800.00 26.880.00 3.218.00 56.319.69 198.560.00 219.560.00 37.832.00 5.691.220.21 raço pra os seus Os jovens m:urtinhenses tem mais uma a" a a + » e ", fins de semana é no antigo Biguá Bar gora denominada Scala Ri chtcr Danceteria. Tempos atrás houve comentários de que a dan ceteria iria fechar, por causa de umas_pessoas que lã iam só para bagunçar mas pelo que se vê por_la nesses ultirnos dias fo raro jovens a fim de se divertir e não bagunçar. Realmente d aanceteria tem sido lli~a ótima opçao pura muitos Jovens que con tinue nesse ritmo, e muito sucesso ao jovem Alexandre, ele é o responsável pela danceteria. NOVOS CURSOS NA PRONAV MUNICIPAL Mais uma vez, a primeira dama de nossa cidade mostra seus desempenhos e dedicação aos murtinhenses, entre eles adolescen tese também aos adultos. Trazendo,novos cursos as pessoas interessadas podem procu - rara Pronav. Os cursos terão início no dia 20.01.92. Os novos cursos são: pintura em tecido, peças intimas, cerâmica, decor~ , cão em cerâmica e outros. FIM DE SEMANA MUITO ANIMADO NO CLUBE CARANDAZAL o clube do nosso amigo Xisto Salvador Antunes tem atraido - muitas pessoas para o tradicional domingo paquera. Sempre com som ao vivo e muita animação sempre com o clube lotado. E só ir lã para conferir. DESTAQUES DA SEMANA PARA A POLÍCIA MILITAR E CIVIL Que juntamente vem mostrando um excelente trabalho, pois nossa cidade nesses últimos meses está muito agitada e última mente não se tem notado nenhuma ocorrência grave. Realmente estão de parabéns. RECADINHOS Babinha, Te amo e jamais vou te esquecer. (KÃ) Mani, Tu és um cara super bacana. Adorei te conhecer. Juninho, PÓ cara me dá uma chance, estou ligada em você. Elsirene, Se tu me permitir eu sempre irei te amar. (NIL) (RG) (GIGI) E. V!ta- 08.0l.92 - Ive de O. BrIttc - Pt-csldentc 1.223.853.92 97.889.24 515.655.75 J.091.846.56 4.841.245.47 10.532.465.68 - João ialtfe - DIr. Financeiro "aia o Prata" Foi lenila O Serviço de Navegaçao da tiu que os trabalhadores não rio m:!.ni.r.o Bncta do Prata (SNBP) é a erl- teo participação nos lucros da ninara- de Cr$ 226,64 e ter ccira empresa de serviço publ! eopresa e nem receberão qual _ 350 " arreatadas por Cr$ co a ser privatizado no País. quer extra com a aquisição do ' - Ela fol vendlda dla 14 a Cinco SNBP. Multo satisfeito com 0 nut leilao durou apenas 19 ! Copanhta Interamericana de Na resultado do leilão e até coa co os P teve 68 lances. Cinco vgação e Coérc!o, co sede a explosão de nlegria do grupo, p ITE:~oras se credenciarnc, o e Corubã (OS), por USS 12,6 o presidente da co!ssão dtre- "ando e noe do Bozano S1 - tmhGes (cerca de 14,7 1hê- tora do Prosraa Naclona1 à J"" a próprta corretora g er). Esse preço ficou 54,4' a- Desestatizaçao e do Banco Na - to,' oavista (com sua corre eira do valor mIniro estabele- tonal de Desenvolvirento Eco- &,'s_Gnu po Reicon (corretora c1do pelo governo Para_a oPera nGtco e Sola! (BIDES), Eau- "elo/, Flunar coLbra (cor çn~ realizada por pregao ele - ardo Mod1ano, 1ebrou que_esta [? Garanta) e cinco {ccr tronico nocional centralizado fg! a prie!ra privatização s ra Banespa). Bozano Sú::on nn Bolsa de Valores do Rio de nao precedida de U:!U1 batalha _ d e.n e Bcavist.a ncaba.rru::. não Janeiro. A Cinco e ua epresa Judicial.. t ª- nd0 qualquer lance e· a corre brasileira que faz: transportes Nas anter1ore.s - da t!strci _ d ora Caravelo, representante de cargas na Bacia do Prat.a _, nas, Copanhfa EIetrorecãnlea g' Reicon, retirou-se ap6s a fretando nav!os do SNPB, e não Cela, !afersa e Coslnor - aa- ' roda.da de. preç,as. A d.ls·puu te= nssoclaçoes est!angeiras . ver-sarlos da venda dessas ~~ _ ~assou a se da:r e.ntTe a Flt=.lr Um. grupo de funcionarlos da presas tentaran tpedir os ler Pra, associada a Trad!ns Cinco, fomn.do bnslc.a::e~t.e por loes na Justta. "áchg que e" "Pesa Dre!fus, e a Cinco , mulheres, explodiu em lagriras, reçaros o ano ca o pé direi . ]', oegutu arreatar as 42, risos e abraços quando o lel- to", afirou Modieno, charando Ilhes de ações e jogo , loetro oHci.al da Bolsa de Va- ate.nç~o ainda para a excelen? representativas de 90 do capf lores do Rio de Jane1ro _amun- cotação alcançada pelas a<, al Volante do SNP. ciou o vencedor do le.llao. do SNBP, ou t..1.nha preço 1 • _. +toras+ s» se- " " nii.rtas - a gerente de opera- es e seguro Mara Lúcia Sampaio assegurou que todos estavnm eu PRESERVE A FAUNA !Óricos porque quer= que G ' E A. FLORA! Cinco tenha. suce.sso .. na g.nran Frutaria Amazonas De - Francisca P. Vareiro Frutas e legumes·~- geral. õtimas qualidades aos sãbados e qu • artas. SERV1R BEM PARA SERVIR SEMPRE. Rua - 13 de Junho ' no 1318 PORTO MORTINHO - MATO GR • OSSO DO SOL 1 ,l j Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1152_15_01_1992 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXX_Nº1154_18_01_1992 Voltar para a lista de itens