• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1315_27_02_1993

  • Voltar

Metadados

Documento

Modo Leitura — Transcrição em Texto Limpo (Markdown)
,.
OIARIO REGIONAL
QUE O POVO SEJA BEM INFORMADO
/ lO 21 110 LJ15
27 DE FEVEREIRO DE 1993 DT!tl.TOH: IVJT,DO PWlCIM
CIRNIIVIL DE RUI SUCESSO TOTDL
r
_,. ·r, I
- ' ' Com o Shw de Jads e Jadson, iniciou-se o carnaval de Rua em Os foliões belavistenses brincaram Prá
Bela Vista, numa promoção do Supermercado Arco Iris. valer, durante as 5 noites.
AóS ISAMOS, SENHOR GOVERNADO
SEMN SECRETARIO DE SEGURA NÇA
Nuna prcmoo­
do Super arcado Arco
1ris, 1ris Lanches ,
Bairros Primavera I
II, III e IV e Baixa
d. corinthiana, fo
ram realizados 05
noitadas de Carnaval
de Ruo, na Avenida -
Teodoro Sa iva es ui
na com Duque de Cá
xias.
foi BUC('!H'JO to
tal.
Veja cobertura­
complcta na Pãgina
08 de:;ta cdiciio.
Potoo Joiio
Carlos Velasquez.
Páqina - 03
9
Roubos
Nós cumprimos
com o dever de jor­
nalistas preocupados
com as comunidades -
da região. Com a de­
sativação das barrei
ras da Água Amarela=
e Estrelinha, os la
drões de carros e
marginais teriam li­
berdade para agir na
Fronteira. E estão
agindo.
Nesta semana,
tres carros foram
roubados em Jardim,
segundo informações,
de Carros
passaram por Bela
Vista em direção ao
Paraguai.
Uma loja foi as
saltada em Jardim, e
os ladrões seguiram­
para a fronteira,via
Ãgua Amarela.
Isto é só a come
ço, os ouvidos insen
síveis das autorida­
des em Campo -Grande
não ouvem os clamQ
res do povo que tra­
balha e quer seguran
ça no Sudoeste e na
fronteira com o Para
na Fronteira
guai.
Acontece que
aqui, na fronteira ,
o povo é tranquilo,é
de paz, mas não vai
permitir, de maneira
alguma, a prolifera­
ção do roubo de car­
ros, assaltos e trá
fico de drogas.
O passado é pr.2_
digo em lições de CQ
mo os belavistenses­
tratam os marginais,
é só reçordar ....
Então Senhor Go
vernador, Senhor Se­
cretário de Seguran­
ça, quem vai fazer
justiça?
Vamos reativar­
as barreiras, o mais
rápido possível, ou
o povo terá que se
armar e ir ele, o po
vo, para as barrei
ras?
CARNI
VALE
Convite
NTO NO
CIDADE
"----- 1
i
O Comandante do 100 Regimento de
Cavalaria Mecanizado, convida a popula
ção belavistense, para assistirem a
solenidade do 1540 Aniversário do Regi
mente Antonio João e a incorporacão
dos novos Recrutas à ser realizada no
dia 01 de Março de 1993 às 09:00 horas
no Pátio de Formaturas do Regimento.
Sérgio Pacheco Oliveira - Cel Cav
Cmt do 100 RC Mec
Para Driblar a Crise...
Página - 03
Vereadora quer Posto
de Saúde entre o Costa
e Silva e Prima veras
O vereador Roney Moraes Simões,
do PTB, apresentou indicação endereça
da ao Prefeito Municipal, solicitando
que seja viabilizado o recapeamento -
asfáltico do Centro da Cidade.
"Uma vez que a operação tapa-bu­
racos só está trazendo prejuizos ao
município".
tiries mos Bairros
o Inicio urgente dos serviços de
mutirões em todos os bairros de nossa
cidade com o objetivo de amenizar as
necessidades de cada um deles, tambem
foi reivindicado pelo vereador do
rima- ° ver. m o
LMEIRAS E AJAX J IM DOMIN
násio de Esportes ,
com o jogo de • Fute
bol de salão entre
Ponta Porá e Bela
Vista, também na ca­
tegoria Masters, a
partir das 20:00 h2
A Vereadora Orlanda Frei
tas dos Santos (PMDB), atra­
vês de indicação endereçada -
ao Prefeito Municipal Abraão
Zacarias, apresentada na Ses­
são ordinária desta quinta fei
ra da cãmara Municipal, soli
citou que seja determinado ao
Secretário Municipal de Safide
a implantação de um Posto de
Safide entre os bairros Costa
e Silva e Primaveras, para
prestar atendimento médico
aos moradores daqueles dois
populosos bairros.
Leia esta e outras rei­
vindicações da Vereadora, co
mo:
Abertura de Ruas e Mu­
tirão
Na página - 06 desta Edi
......
1
cão. ver. Orlanda dos Santos
Numa promoção
do Palmeirinhas des
ta cidade, que se
Prepara para o cam,
Peonato municipal ,
Vem a Bela Vista nes
e domingo a equipe­
de F±ebol do AJAX de
Jardim, para um inte
ressante encontro no
Estádio Otávio Fon
toura.
Na preliminar -
da tarde esportiva
jogam as equipes das
categorias juvenis
de nossa cidade.
Estará movimen­
tado o desporto lo
cal mais uma vez nes
te fim de semana ,
pois na parte da ma-
nhã (domingo), com
portões abertos· jo­
gam os masters de
Bela Vista e Ponta -
Porã numa festa de
confraternização es
portiva, que começa­
rá no sábado no Gi- ras,
AGRICULTURA
PECUÁRIA
&
+ MS se prepara
pa.ra erradicar a
Febre Aftosa de
seu rebanho.
Página - OS
!e
1O
-
... -

f r. I< A l ',J>OkT IVA
PORTARIA N 03 /93
O residente da Liga L.portiva Eo
la9itens, no ueo das atribulçoea con
ferida pelo Estatuto e do conformi­
dade com dipolçoes lega!s:
E.'0LVI:
l- Afatar das funções da diretoria os
:icnlloron:
1 ) ebant.ião Geraldo M. Pinheiro
2) J.ui:r. Antonio M. Pinheiro
2-- As funçoet ocupadas pelos dois ex­
diretores, ficam vaga, devendo ser
preenchidas antes do inicio do Campeo­
nato O(icial de 1993.
Dolo Vintn-MS, 16 de fevereiro de
1993.
José Glaucy Flores - Presidente
LIGA ESPORTIVA BELAVI STENSE 1
PORTARIA H· 02/92i:
O Presidente da-LIGA ESPORTIVA DE
LiVISTENSE, cm cumprimento à decisão=
do Conselho Geral e na forma estatuá -
ria ...
Considerando a necessidade de agi
lizar com a antecipação devido as pro=
vidências para a ,realização do Campeo­
nato Oficial de 1993 da modalidade de
Futebol;
RESOLVE:
1- Fica concedido o prazo irnprorrogá -
vel desta data até o dia 01/03/93, às
17:00 horas, para a entrada de docurnen
tacão de clubes que estejam interessa=
dos em participar do Campeonato Bela
vistense de Futebol de 1993.
2- Os clubes e agremiações esportivas,
já filiados em condições de participa­
ção na temporada, têm o mesmo prazo pa
radar entrada no seu pedido de inscrI
cão no Certame.
3- Todas as providências somente se­
rão aceitas e protocoladas na Sede da
Liga Esportiva, situada à Rua Antonio­
Maria Coelho, no 260, no horário das
08:00 hs, às 11:00 e das 13:30 às
17:00 horas.
Bela Vista- MS, 17 de fevereiro -
de 1993
José Galucy Flores-Presidente
ESPORTE R VIDA, R SAÚDE ...
PARTICIPEI!!
(Funl.<,do em 20/02/1972)
Publicac.âo da Rede Belavistense de Jornais
Avenida tribuna da Fronteira, 564 - Fone (067)-
439-1410 - Caixa Postal - 23
CCC - 15.513.203/0001-90
Insc.Estadual - 28.209. 003.l
Bela Vista - Mato Grosso do Sul
CODEMS D01 f 010 P EVIT
DEPREDIÇiO OI GRUT DO L GO iuL
5E.COM/M;
A Codems (Companhia do
Desenvolvimen .o E.cor,mico
de M) decidiu suspender à
visitação püblic Gru a
do Layo Azul, 0~ Bonito, no
período de carnaval , para
evitar a depredação do lo­
cnl.
A medida foi adotada -
em comum acordo com a Pro
feitura Municipal e o IBCP=
(Instituto Brasileiro de
Pnt.rimõnio Cultural) que,as
n im como o Governo Er; tadua T
estão preocupados cm garan­
tir a conservação da Gruta,
que teve confirmada o seu
potencial científico pores
pelcornergulhadorcG franco=
ses e brasileiros que desen
volveram trabalho exploratI
voem setembro do ano pass~
do.
Segundo o Diretor de
Turismo da Codems, Aurélio­
Rosas, o fechamento.da Gru­
ta do Lago Azul se <leve ao
aumento do fluxo de turis -
tas neste carnaval, bem su­
perior ao do ano passado.Em
Bonito, comenta ele,algurnas
Este ano Bonito viveu
um dos melhores carnavais -
dos últi~os tempos, com urna
avalanche de turistas que
superlotou os Hoteis, Bal­
neário Municipal e vários -
trechos beira-rio.
Pela primeira ves, Par
ticulares alugaram terrenos
para a instalação de barra­
cas e estacionamentos de
õnibus.
A Associação Comercial
e Industrial, com apoio da
Prefeitura , promoveu um
improvisado carnaval de Rua
contratando um conjunto pa­
ra tocar na Praça da Liber­
dade.
Com ou sem fantasia,os
foliões se divertiram à va­
ler.
O que chamou a atenção
foi a grande quantidade de
"Bichas" que sambavam de bi
quini, atraindo a atenção=
dos presentes, pois os dois
únicos "desmunhecados" de­
clarados do município se rnu
dararn para outra cidade ... ~
Em Bonito não tern"Bicha"!I!
faz0rd o,o abri:dn a
rena para caping, tendo em
vista que oe locais te di­
cionalmente destin dos /os
turistas estão com suas cs­
pacidade de atendimento es
gotada.
"E e+e volume de P!
bllco é í:-.cc:-;,Jtlvel ce,:·. 'l
programação de visi as à
Gruta", justifica Roas, ob
servando que são permitidas
a entrada de apenas l pe­
soas por vez, e em média se
leva uma hora para comple -
tara visita.
Além da questão da pre
servação do patrirn6nio, a
Codcrns pretende com isso
também garantir a segurança
dos turistas que foram a
Bonito brincar o carnaval e
neste aspecto a ida à Gruta
ào Lago Azul merece grande
atenção. De acordo com os
espeleomergulhaclores frc1nc~
ses e brasileiros que esti­
veram lá no ano paosado, a
Gruta tem 100 metros de de
clividade e, para descer a=
té o Lago Azul é preciso
IRNBVIL D
T U RECOR
B NI
Foi grande a animação­
nos cinco bailes e duas rna­
tinês realizados no Clube
de Laço Nabileque, promovi­
do por Dona Lair Soares, on
de hnve concurso de Blocos=
e Fantasias.
Entre os soldados da
Polícia Militar, Agentes da
Polícia Civil, Guardas Muni
cipais e Seguranças contra=
tados, mais de quarenta ho­
mens foram mobilizados para
manter a ordem durante os
festejos carnavalescos.
Além dos casos de bebe
deiras, a Delegacia instau­
rou apenas dois inquéritos:
Ul11 por desacato à autorida­
de e outro por tráfico de
entorpecentes, pois quatro­
elementos de Dourados fo­
ram surpreendidos com cin
quenta gramas de rnacpnha. -
No trânsito foram efe­
tuadas trinta e tres notifi
cacoes à motoristas e qua­
tro apreensoes de veículos.
A noticia mais chocante
~ rcorrt·r "'
1
cada, forad«
uraue em pedra
foi assenta3d •
goejamento con tan e d
da Gruta, que for. as
lactites, a upr icie é u
da, o q e pod provocar es­
correções.
±xi te una gr nde pre­
cura;ão em se conservar
Gruta, dada a sua importin -
cia his órica o científica
conrirmd pelo epele er­
g • ll: <lorc!:.
Durante expedi o,els
descobriram que a Gr ta é u­
ma das maiores cavi ades sub
aquáticas do undo o abriaa­
um sitio paleontológico com
centenas de ossos, tuitoo ~­
animais que provavelmente t
nham vivido no período ploin
tocono (enlrc 10 mil a 1,6-
milhão de anos atrás).
Na Gruta do lago Azul o
Grupo encontrou fóosois de -
um bicho-preguiça de aproxi­
nadamente dois metros, de um
tigre dente-de-sabre e de
servídeos.
Finnino de Barros - Da Sucursal de Bonito
Dlrctorco
Ivaldo Pereira e Maria Estela Vela.squcz Pereir.i
Diretor Rc.oponsiivcl
Jvaldo 'Pereira
Reportagens
Ubnldlno Rodrlgues e João Carlos Velasquez
CERE!l'IE
Ctlson Sllvo Snntos
Redação, Mdtntstraco e Parque Gráfico- Aventda Trl
buna da Fronteira, 56,' - Sede PrÕprl.a - Fone ~1>67) i.tl'l-1410
Cnl.Jul l'oot:41 2!31 - llcln Vista - M
Sucursais
Antonio João, Porto Murtlnho, MD.rncnju, Bonlto
1
Ja!
din e Caracol Correspondente e campo Grande, Br.'.'l!J1lia. e
prlnclpals cnplt•l• ) •
REPRESEKIANIE C0HERCIAL
Tabula Veículos de Coruntcações S/C Ltda, Rua Cel. Os
cor Porto I123 - Cep: 0003-005 - Para!so - São Paulo/SF­
fone Coul S70·2Jq / 571·8803 - FAX: (011) 571-9792 - Av
Presidente Vargas, 590 - 11? andar - c.onjunto 1109 - Rio -
de Janeiro/RJ - Cep - 20.071-000 - Fore (021) 263-1129 -
Fax- 263- 8534 - SCS - Quadra OI - Bloco G- Ed. Baracat
%54R;:%.,55.: 7».- -vos os» -
Não devolvemos originai.s.
O Jornal não se responsabiliu,. pelos nrtigos as
sinados ou de origem definida.
Filiado à ADJORI/MS e ABRAJORI
Jornal Tribuna da Fronteira" que o povo se
ja bem inforado "
foi sobre um duplo homicídio
ocorrido no "Projeto João de
Barro" (já veiculado nos jor
nais da Rede Belavistense) ,
onde duas pessoas foram as
sassinadas por causa de um
cachorro sem dono. '
Recorda-se que "Zé-Pica
Pau, que era motorista de
Cerâmica do Coutinho, matou­
seu vizinho Fábio Medina co
um tiro no coração e acertou
tres balaços em Carlos Medi­
na, irmão do morto.
Todavia, mesmo baleado,
Carlos sacou de um punhal e
matou "Zé-Pica-Pau" com dois
pontac;os
Este, porém, foi um ca­
so isolado, briga de vizi­
nhos, que· ·nada teve a ver
com o sensacional carnaval
Bonitense.
SE VOCE NÃO SE CUIDAR,
A AIDS V1I TE PEGAR!
eis Sortias,
t Isso mesmo, aqui pinta
de
ii Pinta te iio
nal Tribuna da Fronteira e venda seus produtos,
casas,
t FÃCIL - LIGUE (067) 439-1410 e anuncie!
tudo, anuncie no Diârio Regia-
carros, fazendas, etc ...
MECINICI E TORNEIRII
_SMMDDIESEL
de torno e solda em geral. ·
AVENIDA BRASIL
Atendimento camarada, 1.
0
me hor preço da cidade
o mais importante:
* g A QUALIDADE DE Nossos SERVIços
CARACOL - -MATO GROSSO DO SOL
e
FONE: (067) 495-1163

. -
1 1
"' .
CIRNIVILE
DOE«can Moreira Neves
Par a
a uocicda
de pagã ,
ibarita­
e mais oa
menos dis
olata,do
Roma e de
soa cruz o não po
o pé nas pegadas -
de Jesus.
Pulando de ora
cão: esta é,em es&n
eia, para além de pa
lavrar; e gcotos, urn:i
intima comunhão do
homem com Deus, o re
conhecimento de que
Deus é Aquele que é
e o homem aquele que
não é,um ser inqade­
to enquanto não en -
contra cm Deua o
seu repouso - pela
oração. Falamos . da
esmola o da carida -
de fraterna: este
mandamento que J_e -
sus chama meu e no -
vo é que constrói o
"homochristians"
ou "homo evangeli
cas". Falamos de
conversão: esta de -
ve constituir a per­
manente atitude de
todo cristão que -
queira retificar o
permanente perigo
de apartar-se
Deus.
Um homem que, . à
luz e sob o impulso­
da fé cristã, viver-
as exigências da
Quaresma, nelas en-­
contrará, sem dvi-­
da, caminhos do
mais pleno hamanis -
todas as
províncias do vasto
Império, a expressão
"carni Vale", de on­
de veio "carnavalia
tinha um sentido pre
ciso. Significava -
que, por alqans dias
cada um dizia "passe
bem" ou "esteja à
vontade" ou "fique -
livre" (e vale) à
carne, entendida co No plano sacrame~
1 oração mais fervoro-,
mo o aspecto carnal, tal, enquanto a Qua- 1 sa.
instintivo e gozador resma se afirma como A segunda atitude
do homem. Para os tempo de preparação- é a da caridade fra-
cristãos e entre para os batismos, ce terna e, concretamen
eles, de modo parti- lebrados todos na vI te, da esmola.Ao mu~
cular, para os mon gília Pascal. No pla do dos nossos primei
ges e as virgens con no da ascese da espR roo cristãos, a pala
sagradas, carni vale ritalidade, já qe vra elemosina mani­
significava dizer a Quaresma se tornou festava, sem esfor­
adeus (vale)à carne. em períodos áureos - ço, a mesma raiz da
Neste caso, a carne- do cristianismo, um palavra eleison, ten
de que se fala é o tempo forte de busca de compaixão: na es
alimento. Os cris- da santidade e um im mola dada, o princi­
tãos despediam-se de pulso para uma vida pal não devia ser o
la porque iam come= espiritual que deve- dom material mas o
çar o grande jejum e ria permanecer inten sentimento de parti­
abster-se do'consumo sa mesmo terminados= lha do sofrimento do
da carne e dos seus os 40 dias, no "tem- irmão ou irmã. Cres
derivados durante um pus per annum", ou cer nesta compaixãÕ
longo tempo- atê a "tempos commane", is (ou sym-pathia) era
festa de Páscoa. to é, no cotidiano parte essencial da mo.
A diferença entre da existência humana Quaresma.
os pagãos e os cris- e cristã. A terceira posta­
tãos é que aqueles - Assinalamos até ra quaresmal é a ma
soltavam as rédeas aqui três caracterí~ is radical: encontra
aos instintos car ticas da Quaresma. nas outras apoio e
nais- carni vale-nos Ela está toda polari incentivo e confere­
dias da orgia; estes zada pela grande (e:- às outras sua razão
se despediam da car- darante muitos séc, de ser. Falo da con­
ne- carni vale-a par los, nica) festa da versão, mudança radi
tir da quarta-feira. Igreja, isto é, pela cal de vida em vista
Essa quarta-feira de Páscoa. Ela se desen do encontro pessoal
pois do carnaval pas rola sob o signo do com Deus. Os antigos
sou ser, portanto, o batismo que é; cada forjaram, em grego,
início do longo je ano, ?ara numerosos o termo metanóia,que
3um e abstinência catecúmenos, o ponto traduzido liter~lmen
elemento capital dos culminante do tempo te, até com um certÕ
40 dias que antecede quaresmal. Ela tem jogo de palavras em­
riam e preparariam o como um dos seus sim butido nele, signifi
"tempus Quadragesi - bolos O jejum e .,;bs= ca transtorno does=
mae". Os 40 anos do tinência da carne , pírito para um reter
Povo de Deus no deser I forma de mortifica - no a Deus ou revira=
to, em ardente e so cão de um dos apeti- volta interior para
frida conquista da tes carnais do h2 uma volta a Deus.
Terra Prometida; os roem. O que é importan-
40 do profeta Elias, Há, porém, na Ou~ te nessas atitudes -
também no deserto resma, desde as suas quaresmais é que -
fugindo à persegui - mais remotas ori-
1
elas são todas pro
cão de um rei sangai gens, outras ati tu· -
1 fundamente adequadas
nãrio; os 40 dias de des essenciais. Fan- a uma indispensável
Jesus, sempre no de damentalmente três . , humanização do ho­
serto, antes de des Primeira, a oração. mero. A um crescimen­
troçar o Tentador _e Nas tebaidas ou nos to da pessoa humana
inaugurar sua missao mosteiros, nas comu- nas suas dimensões -
foram algumas fontes nidades cristãs, quer mais essenciais. Fa­
inspiradoras dos 40 do campo quer das cj lamos da penitência
dias preparatórios à dades, marcava-se a ou mortificação: ne­
Pãscoa. Quaresma por mais nhum homem conquis-
Vivida, primeiro tempo consagrado à ta sua verdadeira
informalmente, no sé oração litúrgica o, identidade espirita-
Culo 4
1 a Quaresma - particular, verbal - al se não vence seus ===----------=======
se torna ama verda - ou mental, de süpli- baixos instintos, su + Dom Lucas Moreira
deira instituição. ca, de ação de gra as más tendências;se Neves é cardeal-arce
No plano da litar ças o de adoração - não se dominaª prá- bispo de Salvador e
9ia, por meio de c~ contemplativa-, mas, tica das virtudes primaz do Brasil.
lebrações marcantes .. sobretudo, por uma ·cristãs; se não toma ==-----============
POPULACAO ESCOLAR E CARENTES TEM
ATENDIMENTO ODONTOLÓCilCO EM JARDIM
de
Pela 30C vez, es­
te ano, no Brasil,
a Quaresma é tempo
de Campanha da Fra -
ternidade. Tempo de
evangelização maci-­
ça e unitária. Tem­
po de vigorosa coma­
nhão eclesial. De
ajuda recíproca.
A Campanha
Fraternidade
da
deve
ajudar-nos a viver
as dimensões da Qaa­
resma. A Quaresma -
deve ajudar-nos e
incutir fervor e
eficácia à Campanha
da Fraternidade.
Esta CF-93 tem
um tema importante:
Fraternidade e Mora­
dia. É m lema sa -
gestivo a pergunta
dirigida pelos pri­
meiros apóstolos a
Jesus: Onde moras?
Durante este ano
como Igreja, estare­
mos examinando o
grave problema da
moradia no Brasil.
Sobre ele teremos
de falar algumas ve­
zes neste canto do
jornal.
j
(Da Sucursal de Jardim)
Mostrando que realmente,cumpre as pro­
messas feitas ao povo o Prefeito de Jar­
dim. Engo José Vicente de Sanctis Pires .'
elegeu saúde, Educação e Assistência Soci­
l como metas prioritárias de sua Adminis­
ração.
E atendendo os três setores de nossa sg
Ciedade implantou gabinetes odontológicos­
nas Escolas Municipais Zeus Benevides, Ma­
jor Alberto R. da Costa e Posto·de Saúde.
Os dentistas foram contratados e o atendi­
t:ento é feito em três períodos:matutino
Vespertino e noturno. '
Estão em fase de implantação o de B2
queirão e mais um completo com raio X no
Pronav.
o atendimento é feito aos escolares e
população adulta carente.
A deficiência brasileira no campo odonto
lógico, tão propagadas nos meios da saüde,e
xige dos Poderes Públicos atenção especial7
considerando que os custos elevadíssimos
dos tratamentos, contribuem para a má qu.ali
d ade da saúde familiar. ;- •
Sabedor desse dever como Administrador -
Pires implanta o mais completo centro odon­
tolgico do sudoeste.
Parabéns, Prefeito Pires.
F
j
Para Driblar a Crise. a
Solução é .Unir as Forças
---~---·~---------- "_ .. 1
C::l.BC ncorê-:1._1c ... ci.•--j·:u! (J 'J r .:'h.,i·1
uitivo da popalaão. Alternativ est
sendo a anião e garantir a padr de vi
[da diana para todos. '
O Carnaval agora são lembranca .Depois
de 5 d a, uns ambando, o, tros dscann­
do, chego, a hora doe voi ar ao ' abalho. -
Voltar ao di a dia das comunidades.
Este artigo é mais um .gestão. Espe-l
ramos que seja til, renda frutos, pois .
tamos mesmo precisando de boas idéias pa­
ra despertar as comunidades.
Antes de mais nad é preciso qoe haja
união, de cntidndcu, naoocincõcr;, Sin<llcn­
tos, Clubes, Empresários, Classe Política,
Trabalhadores, Estudantes, enfim, anião de
todos.
Quem assistia ao Documento Especial
desta quinta-feiro., no SBT, conheceu um -1
Brasil diferente, de miséria, dor e maito
sofrimento. Falo, a, respeito do problema -,
da moradia. Vimos brasileiros, irmãos de
caminhada, vivendo como oc fosncm animai~.
Se bem que há animais que vivem melhor do
que eles.
E conhecemos crianças e mulheres que -
comem o que pegam nos lixos.
O assunto õ muito complexo, para nós -
uma das soluções seria a de controlar a mi
gração interna - sem esta de liberdade do
ir e vir fixar o homem nas comunidades in­
terioranas.
Para que haja esta fixação é preciso -
despertar as comunidades, dar condições de
vida digna - AQUI e AGORA.
A grande revolução social no Brasil de
ve começar pelo interior.
A municipalização não é apenas uma pa­
lavra, é uma realidade que toma forma a me
dida em que os governantes passem a olhar­
o povo que caminha com consciência. Falta­
CONSCIENCIA no Brasil de hoje.
Não se pode atirar nas costas dos pre­
feitos toda a responsabilidade, e os ricos
devem começar a se preocupar, o povo que
caminha pode ser integrado por milhares de
famintos e esfarrapados, e pode ser de ci­
dadãos livres, bem alimentados, caminhando
juntos na estrada da prosperidade.
O tempo pode ser um aliado, mas pode -
ser também um inimigo, quando se trata de
vidas em jogo. E a vida não é um jogo.
PARA DRIBLAR A CRISE ...
Além da moradia, um dos grandes proble
mas das famílias brasileiras, é o da ali
mentação, quando não se passa fome, a maio
ria come mal. to arroz e feijão e olhe -
lá!
As vezes,nas igrejas, sinto revolta ao
ver "cristãos", bem alimentados, carros do
ano, filhos corados e bem vestidos insen -
síveis, elevarem as mãos e orarem ao Se
nhor, tendo ao lado um esfarrapado,famintõ
e cheio de filhos, anêmicos, mal vestidos­
e já com os olhos cansados.
preciso unir as forças para driblar­
a crise. E a crise não é apenas econômica,
é também MORAL, é de consciência.
Em nossa região é muito defícil ver
urna horta no quintal, quase. todos os produ
tos hortifratigranjeiros vem de fora, sãõ
"importados" de Campo Grande, Dourados e
até do interior de São Paulo.
Quase todos os prefeitos falam em "cin
trão verde",mas,na realidade,pode se crI
ar cinturões verdes em terrenos baldios -
nos quintais das casas, das Associações
das entidades, enfim,é só QUERER.
Um sistema de horta comunitária foi co
locada em prática pela Associação de Mora=
dores de urn bairro da cidade de Bar(SP),
um bairro da periferia, de gente pobre ,
eles se uniram em mutirões,ganhara!!I se.men­
tes e mudas da Prefeitura e utilizara.'11 ter
renos baldios. A produção da HORTA era di
tribida na sede da Associação, todos os
finais de semana, para as famílias catalo­
gadas, a produção de todos em benificio
de todos.
Outro projeto conhecido,é o de uma em­
presa, para vencer a crise e coloca.r verdu
rase legumes mais baratos nas mesas,colo­
cou em prática urna idéia que deu certo.
O projeto consiste no recolhimento de 2% -
mensais dos fw1cionári.os,destinados a im­
plantação e a manutenção de hortas,nos fari
dos da empresa. A colaboração dos fu.ncio :::
1
;
nãrios serve para a compra de senentes ~ ~
• man ... c:enção da horta, realizada por um -1
encárregado, especialmente contratado pela
associação dos funcionários (olha ai ma -
idéia para as Prefeituras~ Associaç·ões de
Moradores,etc). Nem é preciso falar do suce
so. São idéias simples,mas imaginem se colo=
cadas em prãtica,em nossa região, por Prefei­
turas,Clubes,Associações,Entidades,Sindi~a
tos,etc... De uma coisa tenho certeza,i
naocomprariamos mais verdras,legumes,fr­
<ascao...,mandioca...de Campo Grande,São
Pa.lo o Dourados. (IP).
i
t.
s
.7
,n
ia

Prefeitura Mun1c1pal de Bela
DECRETO M? 68, D I9 DE FEVEREIRO.DE. 1.993
O PrfeIto Munt!pal de } la V! ta, E tudo de
Mato Grouo do 'iul, no uo das atrfbulçoes e tendo
em vIta o d1posto no Art,ll, da Lef Mun!c!pal
913/91, o!Inda cor redação dada pela Le! 937/92,
de 1O de Dezembro de 1992,
lll.CRLTA:
Art,I?) - O Conselho Municipal dos DIre!tos da
Criança e do Adolescente eríi composto pelos repre­
tentantes abalo;
PODP.R Y.XP.CUTIVO
- João Kalife - Secretário Mfunfcfpal de Promoção -
Soe tal
- Paulo de Melo - Secretárfo Munfefpal de Educação,
Cultura e Esporten
- Carlos Eduardo Nuiez - Secretário Municipal de
Saúde
-- Edvaldo Pereira de Carvalho - Secretário de Fa -
zenda,
Art,2!!) - Ente Decreto entra om vJBor, na data
de sua publicacao, revogadas as dinpontçoes em con­
trtirto,
Ahrniio Armoo Zncurluu
Prefeito Muulcipul
DECRETO N? 690/93, DE 19/02/1993
"Regulamenta Disposições da Lei ng 845/89, de
ll/01/(9 - Eotnbclecendo n Planta de ValoreG Imobi-
1tártos para Base de Cálculo das Transmissões Imobt
liirius dos Imóveis oituudos no setor urbano e ru -
ral, inclusive nn região du ColÕnio Agrícola do Da­
mncuê." ....
O Prefeito Municipal de Bela VietuL Es-todo de Ma
to Grosso do Sul, no uso dns atribuiçoes 1ue lhe
são conferidas e,
Considerando o que determina o Artigó ll, da l.ei
Municipal nQ 845/89, de 11/01/89, alterada pel~ Lei
Municipal nQ 880/89, de 05/12,89, onde especifico a
atualização da Plnnta de Valores Imobiliários para
efeito de I.T.B.I. (Imposto Sobre Transmissões de
Bens Imóveis);
Considerando que a inflacão acumulada do ano de
1992, foi de 1.174,477 (hum mil cento e setenta e
quatro e quarenta e sete por cento).
DECRETA:
Art.lQ) - Fica aprovada a Planta de Valores Imo­
biliários, a vigorar durante o mês de Janeiro de
1993, para cálculo de I.T.B.I. (Imposto Sobre Trans
missões de Bens Imóveis).
Art.2g) - Para os Imóveis locali:zados no setor
Rural, que apresentam características de destinação
à exploração agrícola, pecuária, extrativa vegetal
de agro-industrial, qualquer que seja a sua área
serão avaliados pela pauta, expedida em conjunto pe
la Prefeitura Municipal e Agência Fazendária e Tri­
butados de acordo com a amortização contida no ane­
xo IV, setores de gleba.
Art.39) - Este Decreto entra em vigor na data de
sua publicação, revogadas as disposicÕes em contrá­
rio.
Gabinete do Prefaito Municipal, aos 19/02/93
Abraão Armoa Zacarias
Prefeito Municipal
.. Integram este Decreto. os Aenxos I, II, III ,
IV, V, VI, VII e VIII.
ANEXO I - TABELA DE CLASSJ;FICAÇÃO POR PONTOSt:'
l PONTOS CATEGORIA
yu!
I -
rr,
r
II - a
pree:d1do
hn até a
clu!ve), Rua n+ •
fonao Loureiro.
VMLOR DO PADRÃO DE R A: tr 9944.14
centos e noventa e qu tro uf! c nto e
três cruerto e de enove c ntavos}•
PAA O TRECHO 3 - Trecho co.preeadldo etr os
egufnten Perfetros:
I - Avenida Internacional (dnclus!ve), hu Coronel
Calo (Inclusive), Rua Sebastto Crispfm do R@o
e Aven!da Teodoro at!va inclusfve).
II - Avenida Internacional (1nelusfve), Aven!da Pa
raua! (dnclus!ve), Kua Cufabá (dnclu!ve) e Rua -
Coronel e, ntn5o.
VALOR DO PADRÃO DE RUA: Cr$ 864.905,30 (o!t!cen
tos e etenta e quatro m!l novecentos e cinco
cruzeiros e trinta centavo).
PARA O TRECHO O4: Trecho cor/preendido entre os
ncguintea per!ractron:
l - Rua Afonno Pena (incluaivc), ivcn!dn Teodoro -
Sativo (incluGivc), Rua Duque de Caxias e Rua Ba­
rio do ladário (lncluolvc).
11 - Rua Afonr.o Pena, Rua llnriio do Triunfo {inclu
fve), Rua Alafde da SIlve Correta, Rua ALcebdes
Bohadilha do Cunhn (1ncluHive).
III - Run Conde de Porto Alegre, Avenida Trodoro -
Sativa (inclusive), Rua fcrnnndo Fernandeu LPite -
(inclusive) e Rua Barão do Lodário.
VALOR DO PADRÃO DE RUA: CrS 414.640,15 (quatro­
centos e quatorze mil seiscentos e quarenta cru7el
roa e quinze centavos). -
PARA O TRECllO 05: Trecho compreendido entre os
seguintes perímetros:
I - Rua Afonso Pena (inclusive), Rua Coronel Dias
(inclusive), Avenida Internacional (inclusive) e A
venida Teodoro S«tiva (inclusive) -
II - Rua 13 de Junho, Avenida Paraguai (inclusive)
e Avenida Teodoro Sativa (inclusive) e Avenida In­
ternacional
ANEXO IV.
ANEXO VI -
d ilv (d
SI1e. (dnel
, Rua 1 4!a
tes dos Santos (Inlu
VALOR DO PADRÃO DE RIA: Cr 279.189,4 (duzen -
tos e setenta e novo !l cento e oftunta e nove -
cruzeiros e quarenta e oito centavos),
PARA O TRECHO 8 - Trecho compreendido entre os
neuIntes per etros: .
I - Rua Atanásio Gomes de Mello, Kua Barao
rIo (Inclusive) Rua ser denominação (dnclua
Rua RIo Grande do Sul.
li - AvenIda Senador Pinheiro (inclusive),
ronel Dias (saída para Ponta Porà (dnclus!v
Sem Uenooinnçiio e Avenida Teodoro Sotivu (1
ve)
III - Rua Fernanc:o ,·ernanécn Lc,itc, Avenida
ro Sativa, Rua Ser Denominação e Rua Barão
rio.
VALOR DO l'AURÃO DE RUA: CrS 315.798,37 (
tos e quinze oil Heteccntos e noventa e oit
zeiros e trinta e sete centavo).
Abraão irmoa Zacarias
ATE ÁREA (M
2
) FATOR ÁREA () FATOR
DE 16.000 0,798 75.000 o,
16.000 0,684 80.000
º·
18.000 0,663 85.000 o,
20.000 0,646 90.000
º·
22.000 0,633 95.000 O,
24.000 0,617 100.000 O,
26.000 0,606 120.000 O,
28.000 0,595 140.000 O,
30.000 0,585 160.000
º·
32.000 0,576 180.000
º·
34.000 0,560 200.000
º·
38.000 0,553 250.000
º·
40.000 0,545 300,000
º·
42.000 0,540 350.000 O,
44.000 0,532 400.0CO O,
46.000 0,527 450.000 O,
48.000 0,521 500.000
º·
50.000 0,517 600.000 o,
55.000 0,505 700.000
º·
60.000 0,494 800.000
º·
65.000 0,484 900.000
º·
70.000
·,
0,476 1.000.000 ou+
º·
FATORES DF,,GLEBA
Prefeito Municipal
ANEXO V- FATOR E; P:DO
[sPECIFICAçiO E
!ORAL
ARENOSO
ROCHOSO
ALAGADO
FATOR DE TOPOG
j ESPECIFICAÇÃO FA
PLANO
ACLIVE
DECLIVE
IRREGULAR
o
o
o
FATOR DE SITUA
!ESPECIFICAÇÃO FA
ESQlilNA/DUAS
FRENTES 1
UMA FRENTE 1
EX CRAVADO O
VItA O
100 - 96 LUXO
95 - 88 ALTO
87 - 76 BOM
75 - 59 MEDIO
58 - 08 MODESTO
ANEXO II - TABELA DE VALORES DO ? DE CONSTRUÇÃO:
!PONTOS VALOR M
2
(Cr$)
SITUAÇÃO ESTRUTURA
TABELA DE PONTOS POR FATORES
1 ISOLADA
2 CONJUGADA
3 GERMINADA
4 SUPERPOSTA
YuT, ESPECIAL
2 TACO
3 LADRILHO/CIXENTO
4 CHÃO BATIDO
HF... .a. me' FORRO R
5
3
1
o
1 METÁLICA
2 CONCRETO
3 ALVENARIA
4 MADEIRA
16
15
10
5
COBERTURA
1 LAGE
2 TELHA
3 CIENTO AMIANTO
4 PALHA
LUXO
ALTO
BOM
MÉDIO
MODESTO
1.673.062,02
l,465.750,10
1. 259. 881, 91
813.345,34
572.680,55
ANEXO UI - VALOR DO PADRÃO DE RUA PARA O TRECHO 01
1 LACE
2 ESTUQUE
3 MADEIRA
4 SEM FORRO
10
8
5
o
PISO
REVESTIMENTO INTERNO REVESTIMENTO EXTER:'O
ELEVAÇÃO
6 l MATERIAL ESPECIAL 10 1 MATERIAL ESPECIAL 10
4 2 PINTURA 7 2 PINTURA
7
ALVENARIA
3 3 REBOCO 3 3 REBOCO
2 MISTA
o 4 SEM o 4
3
3 COCRE TO SEM
o 4 MADEIRA
BAfülEIRO INSTALAÇÃO ELÉTRICA lNSTALÇliO l!IDRÃU1.ICA
- Trecho compreendido entre os seguintes pe'rl!lne­
tios:
I - Sebastião Crispim do Rêgo (inclusive), Coronel
Camisão (inclusive), 13 de Junho (inclusive) e Ave­
nida Teodoro Sativa (inclusive).
II - Avenida Conde de Porto Alegre (inclusive) tre­
cho compreendido entre Barão do Ladário e Teodoro -
Sativa.
III - Rua Barão do. Ladarto (dnclusive) trecho 'com -
preend.ido entre a Rua Voluntários da Pátria e Fer -
nando Fernandes Leite.
IV - Rua Duque de Caxias (inclusive) Rua Alcebíades
Bobadilha da Cunha (inclusive) trecho compreendido
entre a Rua Voluntários da Pátria até a Rua Tiraden
tes, Rua Tiradentes (inclusive) trecho compreendidÕ
entre a Rua AlcebÍades Bobadilha da Cunha até a Rua
Cândido Mariano Rua Visconde de Taunay (inclusive)
trecho compreendido entre a Rua Cândido Mariano atê ',s
n Rua Barão do Ladãrio e a Rua Barão do Ladário.
_VALOR DO I/IADRÃO DE RUA: Cr$ 1.217.825,93 (hum mi
lluio duzentos e dqzessete mil oitocentos e vinte e
cinco cruzeiros e noventa e três centavos).
PARA O TRECUo 2 - Trecho compreendido entre os se -
FOSSA
I INTERNO
2 EXTERNO
3 SEM
8
4
o
ALVENARIA
2 MISTA
3 CONCRETO
4 MADEIRA
1 re
r
I E!SUTIDA
2 APARENTE
3 SE
7
3
o
SEPTICA
2 NEGRA
3 INEXISTENTE
ESTADO DE CONSERVAÇÃO
ANOS EXCELENTE BOM REGULAR MAU
ATÉ 05 l,O 0,95 0,90 0,85
DE 06 5 10 0,9 0,85 0,80 0,75
DE 11 a 30 0,8 0,75 0,70 0,65
DE 31 EM DLNTE 0,7 0,65 0,65 0,55
ANEXO VII - FATOR DE DEPRECIAÇÃO
LIXO No· LIXO
MANTENHA SUA CIDADE LIMPA!
ANEXO VIII
is pi?ic»e;ZELA_DE cLASS
CAT )ES QUANTO A SOA
TEGORIA ~/PO:•<"I'OS ',LOR POR
LUXO 96 -
100 1.673.062
1.465.750
1.259.881
813.345
572.680
ALTO 88 - 95
BOM:
76 - 87
MED 1o
59 - 75
NODESTO
08 - 58
="
1
do La±i
lv ) ~
Ruu (Ca-
e) ' Rua
nclus!-
Tcodo-
do 1adi
treze-
o cru -
OGIA
ATOR
1
1,0 .
0,9
,8
,7
RAFI.A
TOR J
1, O
,9 '
,8 ! 1
,7
çi'iO
o.]
,2
,o
,9
,8
i
10
6
2 1
o
t
6
5
4
3
'-•
u:
5
2
-
o
-
IF.
cAT. '
y- .
s:
a
.mel
, 9! i
1
.3
,35'
'
o
o

1)
J • RA - DIA ,
IGRICULTU
GUIA LCES DA
f s Freara para Erradicar a
f bre Aftosa do seu Rebanho
'1
)
2
O
Antenor Pelegrino
7
e'
, li
~
,,...
~!
+,
O Primeiro Passo para Mato
Grosso do Sul erradicar a Febre
Aftosa do sou rebanho será dado
a partir de 1994, com a realiza
ção de apenas uma campanha a­
nual de vacinação. Isso será pos
nível graças no elevado índice=
de cobertura vacinal alcançado­
durante as etapas de vacinações
atraves de um trabalho integra­
do entre o Iagro (Departamento­
Estadual do Inspeção e Defesa A
gropecuária) e os produtores. -
O anúncio foi feito pelo
diretor de Operações do Iagro ,
Osvaldo Rodrigues, durante reu­
nião com representantes de enti
dades da classe produtora. -
Esse encontro aconteceu na
sede da Acrissul (Associação
dos Criadores de Mato Grosso do
Sul), do qual participaram o
Presidente desta entidade, Lau­
cídio Coelho Neto e o Diretor -
Secretário da Famsul (Federação
da Agricultura de MS), José Ar­
mando Amado.
Ficou definido que neste a
no ainda haverá duas campanhas=
de vacinação contra a febre-af­
tosa, sendo de 10 de abril a
15 de maio e de 10 de outubro a
15 de novembro.
De acordo com José Armando
a medida a ser adotada a partir
de 94 e que deverá vigorar até-
1997, permitirá aos pecuaristas
uma economia de aproximadamente
30%, referente aos custos de a­
quisicão das doses de vacina,ma
nejo, entre outros. -
Segundo Osvaldo Rodrigues,
a iniciativa atinge somente os
animais adultos.
Aqueles que tiverem menos­
de dois anos serão imunizados -
nas campanhas a serem lançadas­
de março a abril e de setembro
a outubro, enquanto os que tive
rem mais de 2 anos· e já foram = .
vacinados receberão novas doses
no período de setembro a outu
bro.
Mas isso vale só para ani
mais que foram imunizados com=
Vacinas oleosas, que tem prazo­
de validade de seis meses.
·1+
Y.~:·;.
1/
/
~----==========================
O Diretor do Iagro espli­
cou que clinicamente a febre af
tosa já está erradicada no Eato
do, mas para que isso seja ofi­
cializado é preciso que se cum­
pra um prazo de carência de 3
anos.
Desta forma, a meta é do
que a doença seja erradicada o­
ficialmente a partir do ano
2.000. Para Laucídio Coelho Ne­
to, a expectativa quanto a isso
são boas, tendo em vista que cm
todas as campanhas lançadas nos
últimos anos tem se alcançado -
índice de cobertura em torno de
90%. No mercado internacional ,
o índice de 80% é aceitável,des
de que não se tenha registros=
de ocorrências de focos.
Outro ponto favorável, é
que o Mato Grosso do Sul foi
considerado modelo em termos
de política de sanidade animal­
(especialmente no que se refere
a combate à aftosa), durante Fó
rum Nacional de Secretários de
Agricultura e Reforma Agrária ,
realizada na semana passada no
Hotel Campo Grande. Tanto os
produtores como o Iagro desta
cam que esse sucesso se deve ao
trabalho conjunto que vem sendo
desenvolvido no Estado.
Um dos melhores exemplos -
da forma de se executar essa par
ceria tem sido a instalação dos
Conselhos Municipais de Sanida­
de Animal, composto por órgãos­
governamentais e entidades do
setor agropecuário, que tem com
petência para definir os planos
de ação. •
Segundo Osvaldo Rodrigues,
já existem funcionando em Mato
Grosso do Sul sete conselhos
(de Dourados, Aquidauana, Navi­
rai, Bataguassu, Aparecida do
Taboado, Rio Verde e Coxim. De
acordo com o diretor, o Iagro -
pretende neste ano criar conse­
lhos nos outros 70 municípios.
Durante a reunião, os produtores­
lembraram que os últimos focos
de aftosa no Estado foram impor
tados de outras regiões.Há rraisfu
03 anos não se registra focos o
riginários do rebanho local. -
Orientações 'Trabalhistas Urbanas e Furais
PGTS: Percentual Menos no Setor Rural - Caspanha de avento­
de empreqo no campo
As cidades estão sa uradas. O desemprego, a fome e o de­
sespero, levam ao aumento de fav las e cortiços, além de pes
soas orando debaixo de pontes e viadutos, à beira das estr
das, enfim, não há mais espaços nas cidades. --
Fixação do homem no campo - O Brasil precisa produzir -
mais e melhores géneros alimentícios. Hã muita trra ociosa.
O problema não é reforma agrária. O que f a 1 ta é incentivo à
produção. Uma política agrícola de verdade - que estimule o
propr1etario rural a produzir mais e melhor. 2 preci::.o are­
ducão imediata da carga tributária. Menos impostos e mais in
centivos e o que esta faltando no setor rural. Está n~ hora=
de parar com campanhas infantis de reforma agrária. Terra se
incentivo, onerada por pesados impostos, não produz.
Uma das providências de imediato para o aumento de em­
pregos no campo é a redução do percentual do FGTS - Fundo de
Garantia do Tempo de Serviço. Apenas 3% (Tres por cento) do
salario seria o suficiente para cumprir com a função do fun­
do.
A cada dia que passa, aumenta as notícias de que houve­
problemas com o Fundo de Garantia, que o dinheiro não foi
bem aplicado, que parte do dinheiro não foi para os trabalha
dores, etc. Ora, se o dinheiro do FGTS está servindo para
outros fins, é porque o percentual cobrado dos empregadores­
e ~uito alto. O momento é oportuno para que as lideranças ru
ra1s no congresso revejam a questão, e reduzam ao máximo de
3 (tres por cento) a contribuição sobre a folha de pagamen­
to aos empregadores rurais, e assim, estarão colaborando pa
ra o aumento de novos empregos no campo. -
Os Sindicatos Rurais, Cooperativas, Associações de Pro­
dutores e Criadores podem desenvolver campanhas através de
telegramas, telex e telefax transmitidos aos deputados, sena
dores, Ministros de Estado, Presidente da República, etc.
Perguntas & Respostas·
TRABALHO RURAL
Pergunta Desde que época o salário família passou a ser de
vido aos empregados rurais? o que deve ser providenciado?­
D.S.T.S. - Lages/sC
Resposta : O salário Família passou a ser devido aos emprega
dos rurais, a partir da equiparaçao previdenciária com os u
banas, ou seja apartir de 10 de novembro de 1991.
Antes disso, o empregado rural não fazia jus às quotas­
do salário-família.
AÃO ESQUEÇA: VACINE SEU
6ADO CONTRA AFTOSA
Os proprietários ruraís da ça a efetivar o desenvolvimento Ao interligar o sistema, o
região de Dourados passam a con- da zona rural. O sistema atingi usuário recebe um transceptor -
tar com serviços telefônicos. rã todo Estado através de uma= no qual podem ser instalados a-
A Telecomunicações de Mato Central de Comunicação Digital, parelhos comuns, fax e até in
Grosso do Sul S/A - TELEMS, ati ligada às estações de rádio-ba- terface para comunicação de da
Vou no município, o Sistema de se responsável pela interligação dos via computador: Ao adqui­
Telefonia Celular Rural Fixa. entre o ponto de origem e de re rir o sistema, o produtor pode­
Com capacidade para quatro mil cepcão da comunicação. O siste- rã administrar sua propriedade­
Usuãrios; a célula tem alcance- ma prevê núcleos de c~luluas e~ = sair da cidade. Isso pode
~e até 80 km de raio, abrangen- palhadas entre os usuarios loc~ permitir contatos telefônicos -
ao Rio Brilhante, Maracaju, Dou lizados na área de atendimento. com as fazendas. Dotá-las de e­
Tadina, Fátima do sul e Glória COMO FUNCIONA - A transmis quipamentos modernos como fax,
de Dourados. 60 propriedades já são é feita por sinal de rádio= telex e atê mesmo informatizar­
estão sendo atendidas pelo sis- (ondas eletromagnéticas). As o sistema administrativo atra
tema. estações de rádio-base recebem- vés do Reinpac (acesso a infor
Pioneiro na implantação da a comunicação e fazem a ligação mação via Embratel), que forne­
Telefonia celular Rural Fixa em com a Central de Comutação e ce as principais cotações. diã­
toda América Latina, quando la~ Controle (CCC). Cada central é rias de interesse como o dólar,
ou o programa em março do ano- dotada de central informatizada gado e insumos agrícolas.
Passado na colônia Jarnic em Te- que permite qualquer tipo • de Outra vantagem para o pro- Preço deste Exemplar :
tenos, Mato Grosso do sul come-. ligação, até mesmo DDI e DDD. dutor rural ê o baixo custo do Cr$ 10000 00
investimento, que representa 03
(tres) vezes menos que o custo­
de uma linha rural convencional.
Segundo informações da
TELEMS, o sistema ser implanta
do ainda no l semestre de 93 ,
nos municípios de Aquidauana e
Coru..-nbá. Em Aquidauana a célula
também terá capacidade para qua
tro mil unidades telefónicas e
alcance de 100 km de raio.Em Co
rumbã o sinal vai atingir ate
120 km de raio. o projeto elabo
rado pela TELEMS prevê a insta=
lação da Telefonia Celular Ru­
ral Fixa em oda área rural do
Estado.
1································••···················••••·····••••········•••·•······•~*••······
Sete Estrelas Embriões a Tecnologia de Raça
1 . ~ .. • .... Rua Santa Amélia, 104 - Fone (067) 384-4008 Cep - 79020 - Carpo Grande - MS
Central Fazenda - Rodovia Br 262 - Km - 392 - Fone (067) 383-5893 - Terenos - MS
Escritório são Paulo - Rua Dona Veridiana, 40 - CJ - 21- Higienópolis - Fone (011) 220-1683, 221-6635
tg444ti4kltktttttkttttil#ltttttttttttttttlttttttttttttttttttttktttttttttftktttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttittttg

.. A

-------- ·----·· ,.,,
ClMIRI É NOTÍCII E I FO MIÇIO
A Câmara Munfcfpal realtzou nenta quinta-fe!ra a
euda e«io ordfnárta dente ano Lgfslat!vo
contou com a prenenai do todo os Vereadores , Os
trabalhos fora condufdos pelo Prendente Marco f
l1as Rios da Cruz, ecretarfado pela Vereadora 0r -
1anda Freftan dos Santos, mal do 30 refvfnd1caçoe
d1vros órgão munfc!pafs e estaduafs foram apr
tentados pelo Edfs, todos buscando levar melhorias
e beneffefos para os diveros etores da comunfdade
belavfstenne, conforme veremos abfxo,
VHRRADORA QUER POSTO DE SAUDE ENTRE
O COSTA R 811.VA E PHIMAVHRAS
A Vereadora Orlanda Freftan dos Santo (PMDD)
através de Indicação endereçada ao Prefeito Munfc!­
pnl Abraão Zacarias, apresentado na sessão ord1ná -
ria denta quinta--feira da Câmara Municipal, solfcf­
tou que e[a determinado ao Secretário Municipal de
ide na implantação de um Ponto de Saúde entre os
Dnirron Coetu e Sllvn e Primaveras, para prestar -
tendJJncnto médico ooo morndorcs duquelc-s doio popu­
losoo Bnlrror;.
/1 Vrrcndorn, conoi<lcrnndo não haver previs~o or­
amentária para a construção do Posto de Saúde no
corrente exercício finnncciro, sugeriu no Prefeito
Municipul nnnlisnr junto no Secretnrio Municipal de
Saúde n poooibilidndc de se alugar uma rcs1d;ncin -
para fazer funcionar o Posto de Saúde provisoriamen
te e atender aR comunidndes dos Bairros Costa e SiI
vn e Primaveras,
ABERTURA DE RUAS E MUTIRÀO
Em indicação no Prefeito Municipal, a Vereadora
do PMDB Orlanda Freitas dos Santos solicitou que se
ja determinado no Secretário Municipal de Viação
Obras e Serviços Urbanos, n abertura de Ruas e a
realização de mutirão de limpeza no Bairro Novo Ho­
rizonte.
MUTIRÃO NO CONJUNTO "APA"
Em indicação de sua autoria, endereçada ao Pre -
feito Municipal, a Vereadora Orlanda Freitas dos
Santos reivindicou que seja determinado ao Secretá­
rio Municipal de Viaçao, Obras e Serviços Urbnnos a
realização de um mutirão no Conjunto Habitacional -
"Apn" (prÕximo à Cerâmica Já-Te-Vi), tendo cm vista
os constantes pedidos dos moradores do referido Co~
junto.
TERRENO PARA A ASSOCIAÇÃO
DO BAIRRO ANTONIO JOÃO
O Vereador Fernando de Freitas Elias (PST) fo1 -
autor de uma indicação ender'eçada ao Prefeito Muni­
cipal Abraão Zacarias solicitando a viabilização da
doação de um terreno para a construção da sede da
Associação de Moradores do Bairro Antonio João. O
Vereador afirmou em sua indicação que "tal solicita
cão faz-se necessária tendo em vista a referida as=
sociação ter se organizado há muito tempo e até o
momento não possui um lugar próprio para sua insta­
lação e lazer de seus associados."
POSTO DE ATENDIMENTO À SAÜDE
1 O Vereador médico Fernando de Freitas Elias apre
sentou à Mesa da Câmara Municipal na sessão ordiná­
ria desta quinta-feira uma indicacào enderecada ao
Prefeito Municipal solicitando a implantacão de um
Posto de Atendimento à Saúde que possa atender os
Bairros Nova Bela Vista (Vila Nova), Previsul e
Planalto I e II.
Fernando de Freitas, em outra indicação no mesmo
sentido, reivindicou também ao Prefeito Municipal
a implantacão·de um Posto de Atendimento à Saúde
que possa atender os Bairros Antonio João, Conjunto
Dr. Ely de Araújo Barbosa e Itaboray. O Vereador ·_
destacou em sua justificativa a necessidade sentida
pelos moradores dessas áreas que muitas vezes neces
sitam deslocar-se por longas distâncias para recebe
rem atendimento médico.
t o "uni!;
a py0«M{1!adi , «a
o contrha! te !!l i rItos n d! · ~ •
ef!o. Fer: ndo Jor
o a'Irando que "os«a Fe
qu r!mi a Ad!nfstraro P
do! Cdto trtutirto e_os eprezas de ardo
co a car do freguês. O C6dto .rftstarfo Otictal
(
e )
1
1e{ n? 845/80, mls brando, e
aprova!o, que era +-' '- a, ue :ont! -
ra usado para o um!gos e o Irreular q
O Vereador Roney torae Simões, do PT, aprese +ufa-e do Prof+to de Le! n? 904/90, mal picante
tou Indicação de sua autor1a, endereçada o Prefe1 usurpador, era usado para os Inimtos, alem dis­
to Municipal, olicitando que seja viabilizado O o pessoas que t!vera seus Impostos e taxas per -
r<'Cllpt>omcnto n1,fÓltico do centro da cidade, "uma Aoadas, ó o t!veram na conversa po!s seus nomes -
vez que a operação tapa-buracos só está trazendo ont!nuavam na d{v!d tiva do Mante!p!o, assim
prejufzos ao Munfcfp1o" d1sse o Ed1l. sendo n a 1possfb!!{dade d e d ! s t ! n u ! r quem r e a l -
mente não pagou procurando dar fustItleatfva a co-
MUTIRÕES NOS BAIRROS brança dos tlbutes munfcfpais é que solte!to um
O início urgente dos serviços de mutirões e to perdão fiscal a todos o Munlctpes que estao 1na
dos os Dairros de nossa cidade com o objetivo de din:pl<'11tcr; coo o poder publico r:unlcfp,l
011
~l
nd
'
1
amenizar nr, necessidades de cnda um deles, foi rei se não no total, mas que se estabeleçam criteros
vindicado pelo Vereador do PTIJ Roney Moraes Simões e fafxas dessa cobrança".
através de indicaçao apresentada à Mesa da Câmara
Municipal e endereçado no Secretário Municipal de
Obras.
dor do M Israel Chsmur:a da Rocha ao Prefeito -
Muntc!pyal, através do !nd!caço apresentada na vs
aio ordtnára da Cara desta quinta-f !ra. As !n­
dfcações ol!citando os serviços de mut!rio d au­
torta do Vere.dor Israel, foras assinadas tabé
pelos Vereadores Marcos El1a R1os d Cruz e Orlar
da Freitas dos Santos, ambos do PMDI,
RECAPEAMENTO NO CENTRO DA CIDADH
ÔNIBUS. PAUA / "PIRAPOCA"
Outra indicação de autoria do Vereador petebis­
to Roney Moraes Simões, endereçada ao Secretário -
Municipal de Viação, Obrns e Serviçoo Urbanos, pe­
de informacões sobre os motivos pelos qunis o Ôni­
bus que faz a linha para o Distrito de Nossa Senho
ra de Fátima deixou de passar na região da "PirapÕ
ca", "sendo esta uma grande reivindicação daqueles
moradores" destacou o Edil.
VEREADOR QUER LIGAÇÀO TELEFÔNICA AUTOMÁ
TICA ENTRE BELA VIST/ E BELLA VISTA/PARA
GUAI
MARCO PEDE A REATIVAOO DAS BARREIRAS
ABERTURA DE RUA NO BAIRRO ÃOQA DOCE
Em outra indiçação de sua autoria o Vereador Is­
rael Chamorro da Rocha reivindicou ao Prefeit~ Mun!
cipal Abraão Zacarias que determine ao Secretario -
Municipal de Obras, Nélio DiÕrio, a realizacno de
um Mutirão de Serviços para atender todo o Bairro Á
gua Doce.
MUTIRÃO NO CLARÃO DA LDA E PLANALTO I E II
A realizacio da ervis de mutirono Bairro Clar da Lua
e Planalto I e II t.ni:bc:01 foi · reivindicada pelo Verea-
Fernando Jorge de Barros, Vereador do PMDB, a­
presentou· Requerimento Õ Mesa da Câmnra Municipal
para que fosse encaminhado expediente ao Prefeito
Municipal Abraão Zacarias, com cÕpias ao Presiden­
te da TELEM.S Estevam Fregapani, ao Cônsul do Para­
guai em nossa cidade Eduardo Justo Ocáriz e ao Che
fe Regional da ANTELCO (Administracion Nacional d;
Telecomunicaciones) da vizinha cidade de Bella Vis
ta/Paraguai, no sentido de que concentrem esforcai
para a implantação de entroncamento de tráfego
fronteiriço por comutação telefônica automática
(ligação direta) entre Bela Vista Brasil e Bella -
Vista Paraguai.
O Vereador Fernando Jorge destacou em sua justi
ficativa que "o sistema atual existente consiste=
em uma linha telefônica ligando duns cidades e as
ligações devem ser solicitadas a central para sõ A construção de um quebra-molas no prolongamen- •
então ser completada, sujeitando-se ao congestiona to da Rua Barao do Ladário, prÕximo
00
Restaurante
mente que atrasa e desagiliza a operação. Com o ad "Poncho Alegre" foi reivindicada pelo Vereador Mar
vento da Mercosul, o mercado comercial fronteiriço co Rondon, do PP, através de 1ndfcacão apresentada
tende a fortalecer-se ainda mais, e os empresários a Mesa d~ Camara e endereçada ao Prefeito Munici -
necessitam de maior rapidez e conforto para con- pal Abraao Zacarias.
cluirem seus investimentos; a solicitação em ques- "Ti:-ata-se de uma via de grande fluxo de veícu -
tão faria com que as ligações entre as duas cida los_(entrada e saída do Município),
0
número der!
des fossem automática,sem a necessidade de se con= sidencias tem aumentado consideravelmente nos últi
sultar a telefonista e ser que a ligação tivesse - mos anos, observamos também que várias pessoas uti
conotacão internacionoal, portanto à taxa bem mais lizam aquela vL. '11,
a pu ca para a prática de exerc1
acess!veis. Convém ainda salientar que o sistema - cios e condiconamento físico e, atendendo a reivin
já funciona em Ponta Porã/Pedro Juan Caballero e dicaçoes dos moradores, gostaríamos que houvesse Ü
é legalmente prevista em termo de cooperação fron- ma atencao especial à esta solicitação antes qu;
teiriça entre o Brasil e o Paraguay. O pronto en • ocorram acidentes maiores" destacou Marco em
5
~
vio de técnicos operacionais das duas empresas - justificativa.
Telems e Antelco - para ajustarem as diferenças
técnicas existentes, faria com que aproximadamente
900 terminais Brasileiros e aproximadamente 134
terminais paraguaios proporcionassem através de
seus usuários, desenvolvimento e modernidade .para
nossa região".
"SOS SAÕDE"
Também'de autoria do Vereador Peemedebista Fer­
nando Jorge de Barros, foi apresentada na Câmara -
Municipal um requerimento para que seja endereçado
o Vereador Israel Chamorro da Rocha (PMDB), li Offcio· ao Diretor Regional da· TELEMS José Carlos -
der comunitário do Bairro Água Doce, apresentou in- Siqueira Lopes, solicitando a extensão dos servi -
dicação à Mesa da Câmara Municipal de Bela Vistas~ ços da Empresa para nossa cidade, adicionando a li
licitando o endereçamento de expediente ao Prefeito nha·de emergência "SOS Saúde" diretamente ligado=
Municipal para que ele determin~ a abert~ra da con- ao Pronto Socorro local e que em outras cidades on
tinuação da Rua Pedro Ajala, ate o seu tennino,_ no de já existe atende pelo r.úmcro 192. Segundo ove=
Bairro Água Doce. Israel afirmou em sua indicaçao - reador, em seu requerimento, "tal solicitação deve
que "tal solicitação faz-se necessário tendo' em vis se ao fato de que precisamos diminuir o tempo de
ta
06
constantes pedidos de moradores daquele Bair- deslocamento dos enfermos até o pronto socorro e a
roque necessitam do trânsito pela referida rua e idéia é a de que este por sua vez tenha um plantão
muitas vezes são obrigados a fazerem desvios por pennanente para atendimentos emergenciais oriundos
dentro de outras propriedades para se locomoverem - deste serviço".
1
Fernando Jorge disse ainda em seu requerimento
pe.lo Bairro" deS
t
acou e e. que "a implantação de Postos de Saúde em todos os
MUTIRÃO NO ÀGUA DOCE Bairros é uma solução que exige maior aplicação fi
nanceira e consequentemente'mais tempo para a suã
conclusão, melhorar o que já'possu!mos e agilizar
os seus serviços é a maneira mais prática e efeti­
va de melhorannos também o pronto atendimento cédi
coque fará salvar vidas de nossos semelhantes" =
concluiu o Edil.
PERDÃO AOS INSCRITOS NA DÍVIDA ATIVA
De autoria do Vereador Fernando Jorge de Barros,
·dei! entrada na Camara Municipal um requérimento so­
licitando o encaminhamento de expediente ao Prefe_!
Através de indicação apresentada na Câmara e en
dereçada no Secretário de Segurança PÚblicn do Ee­
tndo, José RizkalL-i, o Vereador Marco Rondon (PP),
solicitou a imediata rcativacno das borrclrDo poli
ciais de nossa fronteira, ou sejam, barreira do T
pà (Jnrdfm/Porto }lurtinho e Bela Vi!lto/Bonito) ,bn!
reira da Água A::lnrela (Bela Visto/Jardim) e barrei
ra do Estrelinha (Bela Vista/Antonio João. -
"A reativação dessas barreiras é acima de tudo
uma medida preventivo, pois eem C'lna a incidência
de furtos, principaloente de veículos, tendo a au­
mentar consideravelmente tendo em viota a total
desproteção de nossas Rodovias de acesso", afirmou
Marco Rondon, enfatizando ainda que "Para ee ter
uma idéia da situação, durante os Últimos dias Já
aconteceu o furto de u~a Camionete do INCRA em Jar
dim e urna tentativa de furto de outro veículo na
mesma cidade, isso demonstra a gravidade do proble
ma além da possibilidade clara de crescimento d~
contrabando e tráfico em toda a nossa regi.ão.
O Vereador destacou ainda, "gostaríamos que hou
vesse uma análise mais profunda do assunto para
que prejuízos muito maiores não venham a ocorrer
no futur_?" e lembrou também a realização de barrei
ras volantes na ~odovia Antonio João/Bela Vista ~
com revistas de onibus e veículos durante
O Carna­
val, mas infelizmente trata-se de uma operaçao te
pararia e a liberacao de nossas estradas preocupa
muito a todos os belav-istenses" finalizou o Edil.
QUEBRA-MOLAS NA ENTRADA DA CIDADE
Criada as Cissies
Perna.entes da Câ vara
O President~ da Casa, Vereador Marcos Elias JU­
'?Cruz, aos consultar o plenário a rese:°
·uma objeção, colocou e votação a foras
tres comissoes permanentes da Câmara Municipnl
para este ano legislati , •
ram distribuíd d vo, onde os Vereadores '°,
dos parttaa,"" 'e aco
rd
o co a proporciona11";;
Legislativo 'f ivotacao, como manda o regi.oento.;;
'
0
secreta e as três comissões
sugeridas pela Mesa for ,_,,!;•
d fi
am aprovadas por unan1-
e, cando assim const~tuídas:
Comissão de Legisla 4
al: V, '€ao, Justiça e Redação F
n • • e readores Roney Moraes Si ,A c±:
ro Rocha e Fern d d oes, Israe
an ° e F'reirn.s Elias.
Comissão de. FLnancas e
F d
,... O::'cai:te.ntol:'. Vereadores .
ernan o Jorge de Barros ,!
Pinheiro Murano, , , Marco Rondon e Gera!°
Comissão de Obras Li. - ,.
Alexandre Loure1r e tetracão: Vereadores ',,
e ro P~lmieri, lsrael Chamorro
Rocha e Fernando Jorge de Barros.
,",Próxima Eacae, as aena±s ±are+é,
._e«erimentos apresentados na ses
9F
d
inária do_Legislativo belavisense "i
a quina-feira, dia 25/02/93.
====-=-=-=--=======-=-------==--=====-======-::·-.4"'-:::Y
Preço do Exemplar:
==============-·----=-========-==-====----=::;::::.
Cr$ 10.0000,00
"
1
1
1
t
1
/'

rante I
1
1
1
.1
'lascar, nhas e Prci
, e
i
1
1
1
i
1
1
1
1
""l • f'l•o 1 . ,l l nt , , • •
r
,•'
/
Raquel
brilhantando
u e' (•
rc ss ,
/
y J
• 1 ...,
PC lt o, " eia Tio Roos,
2;y.sg.'g-
--- - -- - ,,,... . .......,,;, .. -- -
stu rio t:· Xarí
J
l r
__ j ---
l r i ·i o
---- ·- ,--
'
do
1 ! .c1'
i 1
l.
l !
3°:-
'-tar 3c a Filha Marina
»rny e
..
, J
_______ J
Zacarias e Sonia
.L:...___;
f
i
!
Rios e c.sposa

'J
PRIMEIRO C
UI SUCE
ilum,1 pro1no1;,io do !;ururmc•rc,:illo 7rco 1 ris,
T rir: 1,,1nch0r;, )>aj rro~ Pr linave.rJ. J, 1 J, J II
o IV o Iaixada Corinthiana, foram realiza-­
dar; 05 noitada de Cnrnavul de Tlun, na lv~:
nida Teodoro Sativa esquina com nuque de
Caxian. Foi sucesso tota 1.
~seil promoçfio de iniciativa do Supermer
cado Arco 1ris (I..cia-neMoilcir Pnredes), foi
de enorme nuceuso, contando com a partici­
pnçi'io da populuçi'io de Dela Visto cm massa,
contou tumbrm com o prenença do Prefeito -
Munlcipnl 7braio Zacarias, Marcos Elías ,
Prcrildente da ci'imara e o Secretário de Obras
Nélio Diório, e outrno outoridndes que to­
do!l ao diac; iam abrilhantar o animado carnaval.
Moacir no primeiro dia de Carnaval, jun
tamente com outros patrocinadores premia -
rum a juventude belavistense com um lindo
show oertanejo, a dupla Jads e Jadson que
(oram muito uplaudidos.
O Supermercado Arco-1ris deu várias
premiações à todos os foliões e uos Dlocos
mais animados,onde sairam vencedores os
Blocos: 10 lugar o Bloco "Boca de hlcool";
20 lugar "Baixada Corinthiana" e cm ]o lu­
gar o Bloco "Cessa". Tiveram ainda a cobcr
tura da Equipe 670 khz da Super Rádio Fron
teira de Ponta Porã/MS., abrilhantada por
Lile, Robson Quadros e Fernando Romeir0.
IIVIIL E
O TOTIL
. I
,,,,,
ll ·..
E ui e 670 Khz da Rádio Fronteira Rob -
son Quadros, Fernando Romeiro e Lilc
o
: Abdal inha, Gão, Kiko <' Juscclí
• do a criançada brincar
1 - ~-- - -
1
População belavistcnse prestigiando em
L
---
:.
• -....
'"
. ,, • /t~:, ,.,.
~_
Dupla Sertaneja - JlDS e JADSON, uma -
premiação aos belavistenses
Empresário Moacir Paredes (Supennerca­
do Arco !ris)
4/4
i 1 •• p
1 :l l

li, 1
• 1
/· 1~
'
(
»
1
t
l~ ' ...... ; .
L J .. h--
o
1.
1
1
1
1
(z'
~ 1
~ I
~ I 1 ,. I
.'J li
%+
• , l 1
<
' . I
R-
Moacir Paredes entrega prêmio em dinhci
ro ao Bloco da Baixada corinthiana
Radialista Lile, Robson, Jads, Moacir e
Jadson
Ramão entrega prêmio ao Bloco •ces-
'l'ulianc1 f'! 'l',rLi
J
carnaval Infantil
------,
~ L
Ana Flávia Nunes
1
olhan,
1
1
1
L.........
Json animara •
ma a Barao" na Batucada,
'
i
•'1'11Í 1
da ".=
..-,,-
Rui
anc
c
770s
'/is
,ou
dia
U:n
tiv
bra
dav,
est.
esc,
ran
T.avz
O Sê
ta
Us,
em
ra;
:tec
taj
mur
no
hor
da
ter
Pav
"ia

Co:n
Poa,
tur,
o
{
1 ::. é
L'•
1
1