• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXI_Nº1450_20_01_1994

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Fundador:
lvaldo
Pereira
20/02/1972
TRIBUNA DA FRONTEIRA
r
D/AR/O REGIONAL
i h« ht l oe
ELA VISTA/MS ANO 2I NO 20 DE JANEIRO DE 1994 - 50 FEIRA - DIRETOR: IVALDO PEREIRA
-------
Circulacão
A
A A0
F'O
JA '»T»
UA LOP,
MITO
N!OAQ'E.
MONTO .TIO
liQ 1450 CXCM.Pl.J11 CH$ 200, 00
Lideranças do Sudoeste Reunem-se com o
Senador Wilson Martins em Jardim
Prefeitos, ex­
prefeitos, vereado
res, Presidentes de
Dirctóriou Muni­
cipair; e •xprcssivas
lideranças políticas
do Sudoeste do Esta­
do, reuniram-se ncs
te domingo, dia 16 7
cm Jardim, com o Se­
nador Wilson Barbosa
Martins, pré candida
to do PMDB ao Gover­
no do Estado' nas pró
ximas eleições de 03
de outubro e politi­
cos que sacudiu as
estruturas peemede
bistas no Mato Gros­
so do Sul ao bater -
de frente com as pre
tensões do Governa=
dor Pedro Pedrossian
que desejava impor
um candidato ao PMDB
Participaram tam
bém da reunião em
Jardim que marcou i­
nício da caminhada
de Wilson ao Governo
do Estado, o ex-depu '
tado eotadual, ex-se
cretário de Estado
de Justiça e suplen­
te de Senador, Rober
to Moa e ir Orro ( PSDIÍÍ
Dr. Ivan Trindade
(Ex-D.O.P.); Dra. Ci
rinha (Presidente do
PMDB em Aquidauana);
Deputado Federal Val ►
ter Pereira ( Presi-
dente da Executiva -
Regional do PMDB) ;
Deputado Estadual
Waldemir Moka e An
dré Puccinelli; Ex
governador do Estado Dr. Wilson
Ramez Tebet; Prefei-
to de Campo Grande -
Juvêncio Cesar da
Fonseca e Sra; Empre
sário e Candidato a
Deputado Federal Dil
son Sperafico; Pro
fessora Mariza Serra
no Ferzeli, entre ou
• tros.
O Grupo do Su
doeste esteve repre-
Uma forte venta
nia atingiu parte da
cidade no 6ltimo dia
17, se<,unda feira ,
desbelhou casas, der
rubou padrões de luz
e provocou prejuízos
a vários moradores.
O forte vento
foi mais intenso na
periferia da cidade,
no Conjunto Erva Ma­
te, localizado acima
do Bairro Itaboraí ,
varias casas foram
destelhadas, no bair
A presença de
trios elétricos e de
bandas inspiradas na
temática musical a­
fricana acrescentará
um "tempero imperdi­
vel" ao "Carnaval da
União", idealizado
pelo Governo do Esta
do.
Esta é a conclu
são a de que chega
ramos coordenadores
da festa, ao conside
rara riqueza dos @
lementos culturais e
folclóricos presen
tes no cenário sul
matogrossense.
* veja matéria
completa na pácH.na -
06 desta ediçã!:J
ro Serradinho algu
mas residências tive
rama sua cobertura
parcialmente arranca
das e até no Parque
de Exposições Rio A
pa a ventania provo=
cou estragos. No Con
junto Residencial Dr
Ely de Araujo Barbo­
sa, pelo menos uma
residência teve o
seu padrão de luz ar
rebentado pelo vento
e a rede elétrica
parcialmente danifi-
Martins
sentado na reunião
com o Senador Wilson
Barbosa Martins por
uma grande caravana­
oriunda de todos os
municípios da região
na comitiva de Porto
Murtinho vieram o
Vereador Osório Mi­
randa dos Santos e a
ex-Vereadora Rosange
cada. O vento, que
se abateu repentina­
mente sobre a cidade
pegou muita gente des
prevenida e quase na
da pode ser feito Pa
ra .se evitar os es
tragos, também no
bairro Costa e Silva
foram registrados pre
juízos à alguns mora
dores que tiveram par
te de seus telhados,
portas e até portões.
parcialmente danifi­
cados pela ventania.
COO%DENACÃO DE CARNAVAL
p
ESTACA SOMA DE ELEMENTOS
CULTURAIS E FOLCLORE
Ulisses Serra Neto - Pres. Fund. de Cult.
gela Batista (PDT) ,
entre outras lideran
cas; de Bela Vista
estiveram presentes­
o Prefeito Abraão Za
carias, o Presidente
da Câmara Municipal
Vereador Fernando de
Freitas Elias, Verea
dores Marcos Elias
Rios da Cruz e Is
rael Chamorro, Secre
tários João Kallíe e
Evilásio de Miranda,
que também é Presi
dente do DiretóriÕ
Municipal do PMDB.
Também os Muni­
cípios de Bodoquena,
Miranda, Bonito,Guia
Lopes da Laguna e Ca
racol marcaram pre
ença na reunião com
o Senador Wilson Bar
Segundo comentá
rios, Bela Vista po
derá ter o seu candi
dato a deputado esta
dual nas próximas ~
leições. o PMDB e
partidos coligados a
pelarão o deputado
Waldemir Moka, mas
há os que defendem
uma candidatura o
riunda no municipio.
Dos atuais depu
tados, Valdir Neves,
Moka, Rondon ( este
candidato a deputado
Federal), todos tem
simpatizantes em Be
la Vista e região.
bosa Martins, em
Jardim. O ex-Prefei­
to de Jardim, Advoga
do Joelson Martinez.
Peixoto, o Presiden­
te do Dire ório Muni
cipal do PMDB, Ernan
do Martins Barbosa
o Vereador Dondon
Palhano, demais ve
readores do partido
e simpatizantes da
candidatura do Sena
dor foram os anfi­
triões do encontro e
recepcionaram a to
dos com fidalguia.
Após a reunião­
de Jardim, o Dr. Wil
son Martins já pode
contar com mais pon
tos a seu favor, estã
unindo mais uma vez
o Grupo do Sudoeste,
Ulisses
Caso a Polícia Nacional de
investimentos para o setor agrí
cola não seja reformulada de I
mediato, o País terá graves pr@
blemas no abastecimento.
A previsão é de Secretário
de Agricultura, Pecuária e De
senvolvimento Agrário, José Ame
rico Flores do Amaral, comparan
do o crescimento da população=
brasileira com a estagnação da
produção rural.
Nos últimos dias 12 e 13
de janeiro representantes da Se
cretaria participaram de um e~
contra em Brasília onde foram
discutidas novas propostas do
setor a serem apresentadas ao
Governo Federal.
(Na foto à direira, o Se
cretário José A. Flores do Ama=
ral)
Matéria na Página - 06
Serra
Neto, "Noninho", Pre
sidente da Fundação­
de Cultura, na 6lti­
ma pesquisa realiza
da em nossa cidade
saiu-se muito bem ,
também é candidato a
deputado estadual.
Teremos mais de
nove candidatos ga
rimpando votos, não
só em Bela Vista mah
no Sudoeste.
Na verdade os
mais de 12 mil elei­
tores, somados aos
de Caracol, P. Murti
nho e Guia Lopes el@
liderado por Prefei­
tos, ex-Prefeitos e
Vere dores do PMDB e
que foi um do gran­
des responsáveis pe
l aprovação das -
leições prévias para
a escolha do candida
to do partido ao co
vcrno do Estado, fa
to que inclusive pro
vocou a debandada dÕ
ex-Conselheiro do
Tribunal de Contas ,
João Leite Schimidt­
e seu grupo, para o
PDT.
• Veja reporta­
qem completa do En
contra em Jardim na
próxima edição den
te jornal!
REGE. G=A5zI
gerão tranquilamente
dois ou tres deputa­
dos estaduais.
Nunca como agg'
ra, teremos a opor­
tunidade de termos
na Assembléia Legis­
l:tiva um autêntico
representante da re
gião. Ainda não sur-.
giram nomes, mas os
entendimentos, nos
partidos, leva-nos a
acreditar que em
Jardim e Bela Vista
serão lançados candi
datos. -
Fn de Secretários tle fritura
quer ftgilização de Medid;s Sobre
Endividamentos
Vampiros e Canibais
* Acompanhe mais um Capítulo na Página - 04
/
SUPLEMENTOCULTURIL
Veia assuntos sobre cultura escritores, atores. etc ••• na Pãqina - 05 desta edicão

,--
1
refeitura Municipal
de Bela Vista
P0MIARIA NO 0JM/93 - CABINETE. DO PEITO
[ o PREFEITO MUNICIPAL DE MELA vr:,T/, (',TAIJ()
n1: ll/lU (,!'íi','.tJ fJO :;IJL, nu 11,.0 da, <1trlbuJ1;Ôc•1
l
qu• ,! j t I ç,.ní e r,-,
R E 0 1, V E:
[ De19ar CARLOS ALBERTO MUNDIER, 'TÉCNICO DE.

r.O'JrAflll.11>1lll'., Cio ,r,<' A, p:11lrno IV, rd, 1 i .IOSI'.
CERAL'O DE. ALMEIDA; ESO; e NINFA DE MIE.I­
RO FLETIAS; TÉCNICA DE CONTABILIDADE, Classe A,
[padrão IV, ref. l, para ob a presfdncfa do pr!

Ili'. J ro ,·rnnponn a Comfnao Permanente de l.iclta -
,ao, ,
C U M R A - S E
[ ela VI4ta-MS, I7 de Janeiro de 1994
Abraão Aroa Zacarias - Prefeito Municipal
DECRETO N! 175, DE. 17 DE_JANE.IRO DE._1994.
'Iea Justa os vencimentos dos servidores da
:1<h,dnl,Hrnçiio dlrctn, d:11i nutorqulos e fundaçocs
do Poder i-:xec11tivo Municipal, e dá outrno provi-
d&neta",
o PiF.l•t:no MllN!Cll';L DE UELA VISTA, P.STADO DE
MATO GRO~SO llO SUL, no uso da otribuiçÃo que lhe
foi confer'da pelo artigo 29, da Lel ng 965, de
13 de dezembro de 199).
D E C RETO:
Art.l~ - Ficam os vencimentos dos servidores
Hunicipnls, as aposentadorias e as pensões pagos
por órgãos da administrnçno direta, nutarquins e
fundações do Poder Ex~cutivo Municipal, reajust!
dos cm 75,27 (setenta e cinco virgula vinte e se
Lc por cento) Hobre os valores vigentes no mês
de dezembro de 1093. -
Parágrafo Ordco - O piso do Grupo Magisterio,
de conformidade com o disposto no § 12, "in fine"
-do artigo 39, da Constituição Federal, correspon
derã ü aplicação do percentual fixado neste art!
go. • •
Art.22 - Este Decreto entrará em vigor na da­
ta de sua publicaçâo,rcvogadas as disposições em
contrário,
ílela Vista, 17 de janeiro de 1994
Abraão Armoa Zacarias - Prefeito Municipal
a ronteira
Regional
FUNDADO EM 20/02/1972
Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira
Diretora ld~.: Maria E. V. Pereira
Secretário de Redação: Ubaldino Rodri­
gue:
Reportagens: João Carlos VP-lasques, An­
dré Ãvalo, Firmino de Barros
Redação, Departamento Comercial e Parque
Grãfico - Av~~ida Tribuna da Fronteira
564 - Caixa Postal - 23 - Fone - (067)
439-1410 - Bela Vista-MS
SUCURSAIS - Jnrdlo, Porto nurtlnho, ~ntonlo Jo5o, Bo·
nito, Cnr.icol, Ca!'lpo Grande e corrcspon -
dentes em Brasília e São Paulo.
Propriedade da Rede BelavIstense de Jorais LTDA
CCC - MF 15.SLJ.20)/0001-90
0 Jornal nio se responsnbllizn pelos artigos assin.1dos
ou de origema definida.
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* Número Atrasado ............••• 300,00
* Assinatura Trimestral ......•• 6.000,00
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* Assinatura Anual -.20.000,00
Filiado a ADJORI e ABRlJORI
Jornais:
Tribuna da Fronteira
Correio Jardinense
Tribuna Murtinhense
* PARA ASSINAR ou ANUNCIAR, ligue
Bela Vista 439-1410
Jardim 251-1669
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JORNAL,
HOMENIGEM ao CONGRESSO
Um novo ano eotá come
ando, e raças a Deus e
à seriedade de
Tu{t0s
d0s nono homenn públ1.­
c0s, ob o 1gno da epe
rança, 0 ano de 1993 fof
rico de fatos novos na
cenn pol(tica hrnnllcl -
r>1, c cnpec!nlmentc rico
en nov emoçoems, Um ano
e que os político em
geral, e em particular
os que compõem o Congre
c Nacional, estiveram
nob lntcnno bombordeto.
Nno fnltnrnm cr!tlcos no
Congresso a apontar o que
foi neatfvo ou InsuffeI
ente nos trabalhos da
CP! do Orçamento ou no
cano dos três Deputados
acusados de transformar
a Câmara Federal em um
bnlcâo de compra e venda
de mandatos,
Mas, justlca seja fel
tn, o ano terminou coüi
un saldo altamente posi­
tivo, e não apenas para
OG políticos. Fortalece­
ram-se na instituicÕcs
democráticas como um to
do, Nos dois episódios
citados, a sociedade bra
s!letra foi atendida em
seus protestos. Cobrou e
recebeu respostas. Os De
putados envolvidos na ne
gociato i:oram punidos
co a perda de mandatos.
A CPI do Orçamento traba
lhou com afinco no apura
cão das denúncias, sei
poupar nenhum figurão do
Congresso.
A cassação dos direi­
tos políticos do ex- Pre
sidente Fernando Collor
ate o começo do próximo
scculo, e o prisão do
seu fiel escudeiro e te­
soureiro Paulo César Fa
rias são outros dois fa­
tos igualmente importan­
tes. Demonstram que em
outras esferas de poder,
como o Judiciário, ta~
em-nos os que têm
visão, mas é pura
11 1O PI
t a
pm, e rea
pun'd ade,
:!r tr, f o i o
Naclonsl que, a nosso
ver, tornou-se, em 199),
0 ronde credor do res­
peito dos brantleIro.
(luantao outrn•: lnoi:ltul­
,0e, supostamente paf+
respeitadas do que a CR­
mnrn e o Senado, enfren
taram com iua! decfã
e energia o corporatfv!s
mo e castigaram com medf
das duras os seus Inte
grnnter.? Num Po[r, cm que
a Justlcn i qucstionndn
dinriamcnte, qunntoo Ju!
zes corruptos perderam a
togo nos ltimos anos?
Quantos médicos têm s!do
punidos pelos erros pro­
fissionais ou por terem­
se envolvido em falca
troas contra o serviço
público• Quantos jorna
listas (e donos de Jor­
nais) inescrupulosos fo
ram parar na cadeia por­
agredir o ética Ou enxo­
valhar a honra alheio?
No caso do Judiciário,
o recente prisão de al
guns Juízes fraudodores­
do INSS é o Único coso o
citar. No mais, o corpo­
rativismo dita as normas
da instituição.
É surpreendente, por­
tanto, que, diante do de
sempenho do Congresso nÕ
ano que passou, uma pes­
quisa do Datfolha, rea
lizada na pr!melra quin­
zena de dezembro, mostre
o crescente desencanto
de um número considerá -
vel de brasileiros com
a instituição. "O País
poderia passar sem o Con
gresso", dize□cerca de
407 dos 2.500 entrevista
dos em 122 Municípios de
todos os Estados e no
Distrito Federal. Perdo-
essa
1no
ranca, um lastimável ca
uo de de Informação. o
de "ut! o pyolft!co"
coo d!se alué ao co-
mentar a pe quisa, O
tf+mo, como sabemos,
{ill
Com a Ponte~do Conesul Rompe
a Barreira do Isolamento
Mundo Novo. MS- A
construção da ponte
sobre o rio Paraná ,
iniciada em 1981 por
iniciativa da Eletro
sul, provocou,ao lon
go de 13 anos indig=
nação da população
dd região, descrença
aos políticos e, so­
bretudo, frustração
dos empresc'írios e
produtores em não
ter condições de in­
vestir e aumentar o
sistema produtivo en
quanto o transporte­
fosse um fator limi­
tante, da barranca
do Rio ao Porto de
Paranaguá. Do lado
de Mato Grosso do
Sul, na época, toda
infra-estrutura foi
preparada pelo então
Governador Pedro Pe­
drossian, pavimentan
do as vias de escoa=
mente desde a fron
teira com o Paraguai,
em Ponta Porã, com
os projetos Guaíra -
Porã e Douranaguá.
Mas o ponto de es
trangulamento era (e
continua sendo) a
travessia do rio Pa­
raná, entre Mundo No
voe Guaíra(PR). Em
razão disso, evocan­
do a necessidade ur
gente da definitiva
l
Su p erme r e a d o

A.onde Vender Barato
se Tornou Tradição
e crfasçio m ntal
mundo autn0mo.
e q sr t enx r r o
papl cue c pre hoj
Brasil o onre o Ma!
ral, e qu cu prem
parlamintos e todas
rrder democracias,
.... ~ 1 ,
' ..
d , ,,..
O
, TOHCORiVO.'(:-.r·).
NO SUP!3RMRRCADO SÀO JOSÉ EU COMPRO
R MAIS GASTANDO MENOS

11 DE DEZEMBRO,TA
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DA CIDADE!

AQUI A DONA. DE CASA
ENCONTRA TUDO QUE PRECISA
integração regional
o o desenvolvimento
agroindustrial do Co
ncsul, começaram ã
surgir movimentos po
pulares como meio de
pressão. Mato Grosso
do Sul retomou a
construção, fazendo
sua parte em 1985, e
um ano depois, dian­
te da passividade do
Governo Federal, o
povo foi para as ru
as de Mundo Novo e
Guaíra. Por três di
as e três noites, as
rodovias que interli
gamo Município com
o Paraná foram fecha
das, em protesto pe­
lo abandono e. uma
obra de transceden -
tal importância eco­
nómica para o País.
O Prefeito de Mun
do Novo, Município
que nasceu da coloni
zação agrária e hoje
tem 25 mil habitantes,
José Carlos da Sil­
va, do PMDB, se con
sidera um homem pri
vilegiado, nesse mo­
mento em que os Go
vernadores Pedro Pe­
drossian e Roberto
P.equião celebram o
compromisso de reini
ciar e concluir a
ponte. Ele, como li­
der politico da re
qião, esteve à fren­
te do movimento de
1986 e hoje se consi
ra realizado. "Sou­
almejado pela sorte",
comemora José Carlos.
Para ele, a paraliza
cão das obras. não
ocorreu apenas pela
falta de visão do
poder central,em Bra
sília. "t reflexo do
próprio quadro da ~i
da Nacional, com des
vio de verbas para o
OH QUE AR
Não foram poucos
os que se iludiram
com a figura do Depu
t.ado Ibsen Pinheiro
r.1agestática quando
conduziu a cassação
do então Presidente
Fernando Collor de
Mello. Inesperadamen
te, tudo o que tem
vindo à tona revela
que seu visual era o
de sepultura,e todos
passam a ver o reore
sentante gaúcho atra
vês de um condenável
procedimento.Não obs
tante, movimentam-se
alguns parlamentares,
pretendendo tratá-lo
de modo diferenciado,
com o argumento de
que o Deputado Ibsen
Pinheiro se "confun­
de com a instituição,
e uma eventual cassa
cão atinge a todos".
Cassou-se um Pre­
sidente da Repúblim,
~leito pela maior vo
tacão já conferia
Nordeste e corrupção ,
agora desvendada".
Os seis quilône
tros de extensão do­
rio Paraná, de uma
margem a outra, são
um fator de isolamen
to, tanto para o Pa­
ranã como para Mato
Grosso do Sul. Se as
dificuldades de es-­
coamento dd produção
agrícola, animal e
mineral limitam o
crescimento da econo
mia regional, invia­
bilizando investimen
tos e provocando per
das da produção, os
paranacnses também
querem expandir alin­
fronteiras e aurnen
taro raio de inf1u­
ência do seu porto.A
ponte integra todo
um complexo exporta­
dor, que inclui a
Ferroeste(construção
do Paraná em parce -
ria com o Exército),
a hidrovia Paraná-Tie
tê e Paraná&uá, vi­
tal para garantir
competitividade ao
Brasil no Mercosul.
ROMPER BARREIRAS
Mato Grosso no
Sul necessita da pon
te para estimular G
setor produtivo, ao
lado de programas de
incentivo lançados
pelo Governo Pedro -
Pedrossian, como o
"Terra Viva", "Fron­
teiras do Futuro", e
"Novilho Precoce". O
fácil escoamento e
barateamento do fre­
te, hoje impecilhos,
ensejam a anexação
de novas áreas agri­
cultãveis, mas ocio­
sas. A produção de
grãos, em especial
de soja, o algodão e
na história da Repú­
blica. Por que não
cassar-se um Deputa­
do? Um Presidente da
República é a mais
alta figura de uma
Nação. Não obstante,
foi sumariamente der
rubado. Por que tra­
ta-se, então, dife­
rentemente, um Depu
tado? A movimentação
bancária comprova ou
não a moralidade .de
o milho, decaiu na
região de Mundo Novo
nos últimor anos ju
tamente por falta
de infra-rstru ·uru -
confiJvcl. Aln<lu ªfl
sim é a principal
fonte do renda do Mu
nicípio, que cm do
zombro de 93 arrcca­
dou CR$ 50 milhÕoo.
"A ponto atrairá in­
vestidores e o campo
vai reagir", prevê
Domingos Marcante ,
Presidente do Sindi­
cato Rural.
Em 1981,quando ao
sumiu pela primeira
vez o Governo de Ma­
to Grosso do Sul, Pe
dro Pedrossian mate=
rializou um conjunto
de alternativas para
modernizar e integrar
o Estado ao processo
produtivo Nacional.A
principal delas foi
garantir infra-estru
tura de transporte
escoamento e comer -
cializacão a regiões
isoladas, como o Sul
e o Extremo Sul. Os
projetos Douranaguá
e Guaíra-Porá con­
templaram a ambição
do desenvolvimento
agropastoril e in
dustrial pólos pro~
dutivos por asfalto
e abrindo novas
fronteiras agríco -
las. Na atual admi­
nistração, Pedros
sian consolida a o
cão intermodal de
transportes e inte­
gra definitivamente
o Estado aos cen­
tros de exportações
e consumo.
GOVERNO MS
O Futuro agorg
uma atuação políti
ca? preciso que os
Deputados que preten
dem jogar para o u­
turo a possível cas­
sação de Ibsen Pi
nheiro atentem behi
para Q sofisoa de
que por isto ou por
aquilo ele é melhor
que outros ...
(Agência Planalto)
ANUNCIE E VALORIZE
O JORNAL
DE SUA CIDADE

IMPIROS E C
RECANTO DO SOL
Capítulo JI
:::
c
F
t
J.

é
ê
- Estive no inferno, Tonho.
- Ma: como? Fale Maria, fale
Ltavam sentados num barzi­
nho, perto do campo do Corin­
tians, havia pedido uma cerveja,
convidara o amiqo do Maria,este
e d+pedira alegando que tinha
cnrnpromi r.nori.
- Quando saímos estava com
15 anos, já se passaram seis
ano; Tonho, muita coisa aconte­
ceu. Nos primeiros meses até
que gostamos, tínhamos casa, pe
quena, mas era uma casa, o tra­
balho não assustava, pai sempre
trabalhou, e mãe também. Meus
irmJoo foram para a roca, jun­
to com o pai, cu e a mãe fomos
paru a oedc da fazenda, eu tra
balhava na caninha, mãe na la­
vanderia.
- E meus pais?
- Estão lá, mas deixa-me con
tar tudo. Foi depois de seis me
ses no "Recanto" que fomos des­
cobrir, não pascávamos de Pri
cioneiros, sem direito a nada ,
tudo o que ganhávamos ficava pa
ra o proprietário. Meus dois ir
mãos não aguentaram, ficaram do
entes, o Administrador só permi
tiu que consultassem o médico
quando já não tinha jeito. Mor­
reram. Era muito trabalho,no ma
to, pouca comida, sem descanso.
- Mas não reagiram?
- Reagir como? Eram capangas
por todos os lados.
- E sua mãe?
·- Mãe está lá, doente, lava
roupas, mas não vai aguentar
muito, chora todos os dias, re­
za, mas reza não adianta, até
parece que Deus esqueceu da gen
te.
- E os meus pais, Maria? To
nno, ansioso, com os olhos bri­
lhando de revolta, voltou a per
guntar.
- Olha Tenho, sua mãe está
bem, é uma mulher muito forte ,
seu pai não, coitado, está doen
te do pulmão, ele trabalhou mui
to com veneno para a lavoura ,
sem proteção alguma, mal conse­
gue andar. Mas ele conseguiu fa
lar com o médico que lhe deu
uns remédios. Vai vivendo.
- E a mãe?
- Ela, mais o caçula, Ricar-
dinho, é que trabalham e susten
tam a família e ...
- E minha irmã, Tininha?
- Olha Tenho ...
- Fale Maria, e minha irmã?
Tininha era o mimo de Tenho,
a irmãzinha do coração, menina
linda, ruiva, de olhos verdes ,
uma ternura, muito meiga e cari
nhosa.
-Depois que ela ficou com o
Dr. Rocha, forcada, amasióu- se
com um peão da fazenda. Vive lá.
Tem dois filhos. Seu companhei­
ro é o Jura. Um mineiro.
- Como é isto? Quem é o
Rocha?
- f o Administrador, Tininha
estava com 14 anos quando ele a
levou para a sedo, seu pai e
ua mão nada puderam fazer. Ma
ela está bem, muitas não conse­
quem isto, arrumar un amante,fi
car mulher de um hoem so,tran
formam_se em putas, mulher da
ma, vão cair na prostituição.
Nem todoc os pais entendem, vo­
cê nabc como é, alguns cxpulaan
ao filhas de casa. Foi o meu ca
:JO.
Tonho estava pensativo, quan
tos planos a innã e os pais ti­
nham antes de sair do Cariri,Ti
ninha queria estudar, casar na
Igreja com véu e grinalda, nada
demais, trabalho honesto, casa
para morar, alimentação, estu -
dos, tratamento médico quando
precisasse, uma vida com digni­
dade. Estavam lá, nos confins
do mundo, vivendo como bichos ,
prisioneiros, escravos.
- Como conseguiu sair?
- Comigo aconteceu o pior,na
primeira semana que estava lá,
chegaram vários homens num avião,
um deles era o proprietário, fi
zeram uma festa e fui obrigada
a participar. Fui deflorada na
sala por um sujeito que nem sei
o nome, depois outro me usou, e
outro. Pai não entendeu, sempre
foi de génio difícil, me expul­
sou de casa, fui passando de
mão em mão, atê parar na casa
de Auxiliadora, "D.Mimi" - uma
casa de prostituição. Consegui
fugir no caminhão de uma trans­
portadora de são Paulo, no meio
de sacas de soja.
- Voces não podem sair livr~
mente?
- Não. Ninguém. SÓ com ordens
diretas do Administrador, nem
mesmo as putas, todas são origi
nárias dali mesmo, entre as mo­
ças e até mulheres casadas que -
largaram os maridos. í=====:::========:=======================~
- E a Polícia, as autorid~ e d e
• e. asa le 'arne Sadia
quem manda são os fazendeiros ,
até a Polícia é controlada por DE: ANTONIO CASANOVA
eles. E a maioria mora em São
Paulo, Porto Alegre, Rio de Ja­
neiro e Campo Grande.
- Vou visitar os meus pais.
Tira-los de lá. E têm mais, de
nunciarei tudo na imprensa, es
ses cretinos, esses vampiros do
sangue do povo vão pagar.
- Precisa tomar muito cuida­
do, prá falar a verdade acho
que você nem vai conseguir che
gar lá. Tem muitas barreiras.se
entrar não vai conseguir sair.
- E você .Maria, o que vai fa
Dr
zer?
- Olha Tenho, estou morando
numa pensão no Brás, vou ver se
ajeito minha vida, arrumar um
emprego, se não der certo volta
rei para o Ceará. Por enquanto
vou vivendo, pelo menos estou
livre, faço o quero.
Se despediram. Mari
e, endereço.
Tonho ficou olhando a moça
não tinha nada da Maria que co­
nhecera, não, não acreditava qe
pudesse mudar, balançando o°
cuadris, ela sguiu m dire4o
ao ponto de ônibus. Uma prosti­
tu ta.
Os vampiros e canib is do Pg
vo, os adoradores do deus di­
nheiro, sem alma, exploradores,
marcaram com ferro e fogo a me­
nina nascida nas terras do Carl
ri. A sociedade hipócrita e in- -.e=e ====se=em=nn
zzzzzz z z r zzrz zrzrz :,rz:n =--
ARROZ INTEGRAL
SANTA !DSA
~o alimento mais doador de vidas e saúde. Não é apenas um
alimento. 2 um renédio capaz de salvar vidas.
Tão completo, é que os macrobíóticos fazem dele 608 de seu
regime. 2 arroz bruto, do qual somente foi retirado a dura
casca de celulose. Conserva, pois a parducenta cutícula, onde
estão todas as suas virtudes.
*ARROZ INTEGRAL, É VIDA E SAÚDE!
DEVE FAZER PARTE DE SUA ALIMENTA
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Por:· Simone Jntr..ilor.
Receita de· Beleza
para Gestantes
..._ _,_J -
Gravidez e beleza. Uma combinaçao
impossível? Engano seu. Hoje em dia ,
já se sabe que é normal esperar ua filho, tra
balhar, se divertir, praticar espor­
tes e,
0 que é melhor, continuar bela.
Ê claro que pequenos cuidados com a
aparência deve~àc ser tomados, mas
para isso, basta adaptar à sua rotina
um pequeno ritual. Com certeza, ira
"driblar" 06 problemas esteticos que
aparecerão nesta fase. E assim esta­
rá, acredite, garantindo o seu bem-es
tar.
Acorde com calma, se espreguice,Pa
ra seu corpo ir entrando no ritmo,sem
afobacâo. Em·seguida, nada melhor do
que uma ducha fria, que ativa a circ~
lacão e dá um super-ânimo para enfren
taro dia. Massagens circulares com
uma bucha devem ser feitas durante o
banho, pois ajudam a prevenir as vari
zes.
B i seios merecem um cuida-
arr gas e idez
do especial durante toda a grav •
A pele destas regiões sofre grandes e~
tiramentos neste.período. E
st
ªn~o cons
tantemente umectadas há menos r scos
de ter estrias. Uma Ótima pedida _sao
• base de oleo
os cremes hidratantes ª
1
de amêndoas que penetram bem na pe e
e têm efeito prolongado. Devem, no en
tanto, ser reaplica~os assim que hou­
ver ressecamento • ...
N _ te por roupas frescas,
o verao, ~p ( ara não com
leves e que não apertam pi --
- ) Seu conforto
prometer a circulaça0 • b i
deve estar acima de tudo. Sapatos 0-
- ·L4d. ja que esta e
xos serao bem-v n os, - E i
uma fase que exige movimentacao. v -
.sr o«=»te, as 42,2""??
rada durante o trabalho, A g i
como est car
cícios de alongamento,_ aliviam as
os deis' racos ara "",,' ser retos
tensoes nas costas e po
a qualquer hora» elo menos uma
Fora isso, dedique P tividade f{
h d di para uma a -
ora e seu a inhada nata
sica específica como a cam ' -
- . i para gestantes. Essa
cao ou ginastitga deve ficar e ca
ideia de que grav ul-
sa de ca.a â está completamente -
trapassada Mexa-se, sempre. b
E ji ue estar.os falando e oa
f G' , ·Arar que o cardápio de
orma, vale !1:1 ida deve ser repensa­
uma mulher grav f i d ta de comi
d S ;erpre o: a!ep'
o. e voce s h burguers e
das sord@rosas, dos";" ea sa
refrigerantes, e
st
a P de vez, seus hã­
hora para modificar,
bitos alimentares.
. - -------r
LIVROS & AUTORES
1
Alvaro Carneiro Bto
HUMOR - Um almanamue de humor m que o humorista e propõe
a ser o olho mágico cu investiga a profundidade do cotidiano.
Ê o que o mineiro Evendro "rreira az em "Bombons recheados -
de cicuta", lançamento da ditora Paulicía. Tvandro é mineiro
de Araxá, trabalha como publicitário e já publicou dois livros
de humor: "Ferrar é humano" e "Arlequim".
BANDA- Ao lado de "o Paquim", a Banda do Ipanema fo! uma
das válvula de escape do carioca durante o período scnbrio da
ditadura, A história do gr 1po de bofmios quer inventou o car-,
naval de rua no Rio de Ja~•iro nstá no livro que o jornaliuta
Ferdy Carneiro dove lançar até o Carnaval, com fotos do Márcio
RM. AO lado de Albino Pin! i:o Jaguar, Ferdy Carneiro foi umi
dos fundadores da Banda d Iancma, hã 30 anos.
WALL STREET - A história le quatro empresários que deram o
maior golpe da história d ll Street, o centro financeiro do
mundo. "Covil d0 ladrões", ll Jornalista James B. Stewart, lan
çamento da Bertrand Brasil, onta os detalhes do golpe e tam­
bém da investigação que colocou os quatro na cadeia, A minucio
sa pesquisa de quatro anos de reportagem .deu a Stewart, editor
do "The Wall Street Journal", o Prémio Pulitzer.
HENRIQUE VII - A americana Mdrgarct George é a autora da
ficção histórica "Autobiografia de Henrique VIII", que está
sendo lançada pela Nova Fronteira. Ao longo dos 38 anos de seu
reinado na Inglaterra, Henrique VIII casou seis vezes, cortou
a cabeça de muita gente e fundou a Igreja Anglicana, depois de
romper com a Igreja de Roma. Margaret George parte do pressu­
posto que Henrique VIII escreveu um diário, que foi achado de
pois de sua morte pelo bobo da corte.
FUTEBOL - Num ano de Copa do Mundo, vale a pena lembrar co­
mo foi a campanha do bicampeonato, cm 1962, no Chile. to que
a ·civilização Brasileira faz cm "Bold na Rede", relançando as
crônicas que Stanislaw Ponte Preta escreveu logo depois das
partidas. O livro traz ainda "Garrincha, o estrábico de pernas
tortas", crônica de Paulo Mendes Campos que passa para o papel
a poesia que Garrincha escrevia nos campos.
VINICIUS - A Companhia dds Letras lança, depois do Carna -
val, "Vinicius de Moraes, o poeta da paixão", biografia elabo- _
rada pelo jornalista José Castello. SPgundo Cdstello, Vinicius
jamais teve medo de lidar com a imperfeição humana, pegando a
vida pela unha e seguindo em frente, levando apenas a escova
de dentes.
VINICIUS-2 - Depois de dois ar.os de trabalho e mais de 100
entrevistas, chega em março às livrarias "Vinicius de Moraes ,
o poeta da paixão". O autor é o jornalista José Castello que
acredita que ser poeta é levar a vida sem freios, com intensi­
dade, exatamente como fazia Vinicius.
VINICIUS-3 - Irmão de Toquinho, João Carlos Pecci lança em
fevereiro, pela Editora Saraiva, "Vinicius - Arte Atrevida" ,
urna biografia de Vinicius de Moraes. Com 450 páginas, o livro
é o resultado de mais de 60 entrevistas com amigos, mulheres e
familiares do poeta.
SALO~ - Com tradução de João do Rio, boêmio carioca dos
anos 20, está sendo relançada pela Imago a peca "Salomé", de
Oscar Wilde. A editora garante que este é o momento mais ade­
quado para ler "Salomé" e explica que, pela primeira vez na
hfstôria do Brasil, nos sentimos decadentes, vendo diariamente
a queda de todas as nossas esperanças.
GS - John Grisham, autor de "A Firma" e "Dossiê Pelicano",
ambos transformados em filmes de sucesso, está concluindo seu
novo romance. Trata-se de "Chambers" e conta a história de um
homem condenado à morte na câmara de gás de uma prisão do Mis­
sissipi. Mesmo antes de terminado, o romance já está vendido
para o cinema: a Universal pagou 4 milhões de dólares pelos di
reitos de filmagem -
SUSPENSE - Hank, contador do meio-oeste americano seu ir­
mão gorducho Jacob e o simpático mas meio pancada Lou encon­
tram 4 milhões de dólares num pequeno avião caido no meio da
floresta. Parece a sorte grande, mas a vida dos três nunca ma
is foi.tranquila, envolvendo-se a partir daí em mentiras, des­
confiança, traição e morte. Esta é a trama de "Om plano sim
ples", livro de suspense de Scott Smith que está sendo lançadÕ
no Brasil pela Companhia das Letras. •
• SUSPENSE-2 - Segundo Stephen King, o melhor livro de suspen
se dos anos 90 é "Um plano simples", de Scott Smith, que estâ
chegando as livrarias brasileiras. Com mais de 70 mil exempla­
res já vendidos nos Estados Unidos, direitos de tradução :,com
pr_ados por 15 países e renda de mais de 1 milhão de doláres. em
direitos para o cinema, "Um plano simples" conta a história de
três homens simples que encontram 4 milhões de dólares no meio
do mato.
THOMAS HANN - Chega ao Brasi.l dia 21 de fevereiro FridoMam,
neto do escritor alemão Thonas Mann, autor de "A Montanha Mgi
ca". Frido vem conhecer Parati, cidade do litoral sul fluminen
se onde nasceu sua bisavó, e colher informações pa.ra = roman=
ce·que começa a escrever e que será parcialmente ambientado no
Brasil.
Quem está esperando neném precisa
sorrir para um prato de saladas-- bem
colorido - ou para uma travessa de
frutas. Alimentos com fibras, bem co­
mo as proteínas, também são essenclais
nesta fase da vida, E, é claro, muita
água, durante do dia 1nte.iro. Se a mu
lher der menos ouvidos aos seus dese-­
jos de comer pratos excêntricos(e que
normalmente engordam horrores) - e ti
rar da cabeça que precisa se alimen­
tar por dois - afinal, um feto não
tem as mesmas necessidades calóricas
que nós - ela certa.mente irâ terminar
a gravidez com um peso compatível,por
volta dos dez a 12 quilos a mais.· •
As varizes, geralmente, são um és­
torvo para as gestantes. Use e· -abuse
entãq áa meia elástica e sempre que
tiver uma chance, pernas para cima.Na
hora de dormir, uma boa idéia é colo­
ear alguns travesseiros debaixo dos
pés. Assim, estará se evitando a re­
tencão de líquidos, o que. irá • d.im.1-
nuir o inchaço. •
O rosto merece cuidados espec{fi
coa. Algumas alteracões hormonais que
a grávida sofre podem cauaar manchas
escuras na face. Com a ação "dos raios
solares, o problema se acentua. Use ,
e.ntão,.hldratantes com filtro,que evi
tam o surgimento . destas manchas. Aque
la que g<)Etn"desemaquiar,pode qptar.por
uma base com proteção solir.
As atividades 1;e.xuai.s n.ã9 'àevê.m de
fora algui, ser interrompidas duran
te aravtdaz. o «ué acontece, gerar
mente, é que a própria gestante não
consegue corciltàr dóis rorentos da
sua vida: ser mãe e mulher. Por isso;
passa a evitar seu parceiro, coo se
estlvesse fazendo algo proibido ou.
1oral, não pemitido às mães.
A grávida precisa continuar • com
sua vida sexual ativa. Isso só. ;fará
bem a ela. Caso contrário, mil preocu
pacões • do tipo "eu não sou mais atra::'
ente por causa do meu barrigo" ou
"será que engordei deaia",. "fique1
feia" etc a perrhrãa os nove meses.
Eln • precisa se sentir desejada e que­
rida como antes. Talvez atê as. É
claro, porém, que perto da data do'
nascimento, alguns cuidads precisa -
rio_ser tomados, poiso nero de po
siçoes certamente serã restrito. Mas,
nada que ua boa dose de criatividade '
nao de jeit.o. •. • ~ ~-------------------------------------.J
JULIA MANN A Editora Ars Poética lança em março a autobio
grafia de Julia Mann, nãe do alemão Thomas Mann, um dos três
maiores escritores deste século. Julia nasceu e viveu até os
16 anos em Parati,no litoral do sul do Estado do ·Rio.Com a mo~
te da mãe, foi levada pelo pai para a Alemanha.

. (. 1 1J
cai a política nacional de
inve ti nto pra o ator asrí
ola nao aja reformulada de i­
mi diato, o paí t .rá graves pro
b1emas no abastecimento.
N provisão é do Secretario
de Agricultura, Pecuária e_De 7
envolvimento Agrário, José Nmg
rico Flor s do Amaral, comparan
do o crescimen o da população -
brami1eira com a entaqnação da
produção rural.
No, últimos dias 12 e 13 de
janeiro representantes da Secrg
L,1rl..1 pnrt.iciporo.m tlc um cncon­
tr0 cM nruullia onde foram dis­
cutidas novas propostas do se -
or a serem apresentadas ao Go­
verno Federal.
No cincontro de Brasília, que
reuniu Secretários de Agricultu
ra de todo Paio, foi discutido
o rel,.!:Ório final que a Comis -
cüo Pnrlnm•ntar Misto. de Inqué­
rito (CPMI) elaborou o. partir -
elo cncltviclumcnto progressivo p_g_
lo qual passa grande parte dos
produtores rurais. Segundo o re
latório, a divida acumulada dos
RESOLUÇÃO DO GOVERNO
PROTEGE MEIO AMBIENTE
%REMIANDO O PECUARISTA
As secretarias do
!-'.ci.o Ambiente e de A
gricultura, Pecuária
e Desenvolvimento A­
grário editaram Reso
luç5.o conjunta, que
trata da concessão -
de prêmios aos pecua
ristas que adotarem
Práticas de defesa
sanitária e ambien -
tal estabelecidas em
regulamentação espe­
cífica. Com a entra­
da em vigor da Reso­
lução, de número 210,
o produtor rural que
entregar frascos de
vacina anti-aftosa u
tilizados na imuniza
ção de todo o seu re
banho, concorrerá a
prêmios. A medida já
vale para a próxima
campanha de combate
a febre aftosa, que
acontece cm feverei­
ro, tendo como públi
co-alvo animais com
até um ano de idade.
Com essa Rcsolu -
ção, o Governo Pedro
Pedrossian pretende
incentivar os pecua­
ristas a protegerem
seus rebanhos bovi -
nos, e ao mesmo tem­
po conscientizá-los
da importância de se
evitar a poluição do
meio ambiente, reco­
lhcPdo os frascos da
vcira contra a fe -
bre aftosa. As emba-
e
e
.e
i

.e
Fórum de Secretários de Agricultura quer
Agilização de Medidas Sobre Endividamentos
1+!ic±do as razões do cres hom" aros correções embuti-
-·f,+ si++ + rogorg .I Ih +
cente endividamento agrico:d, f' que tornam imposs1
e dos na # - o
rara! 1ebr cue em março " veis um cálculo padrão:
1990, no Plano collor I,_Cnqua!! odutor tivesse ·upréstimo: ,
to iuros, taxas e orr çao mong F ], aos em dólar, o preju1
+ retl du7
tria dos empréstimos chegavam ,, ão seria tão rande', com:
74,6,o reajuste médio dos F' aral O relatório também -
- lt assava 41 ra - s • , : A por
produtos não u rapas .'· ,opõe juros diferenciado9
O
~ "Pr1culto P-
0
~ ~ • • t ~,-
111
ho d0
Outro entrave para 19 +3 região geográfica e a. • .. '
res eram os financiamentos, que ,a
1t, propriedade.
mesmo sendo feitos no u 17o
dia do mn, sofriam correçoes
plenas 1o mês inteiro, sem a de
vida proporcionalidade.
As Juaestões do relatório da
CPMI, que serão enviadas para o
Presidente da República, Itamar
Franco; ao Ministério da Fazen­
da· ilO Congresso Nacional e ao
Banco do Brasil, têm total a
·paio do Fórum de Secretários de
Agricultura, segundo Amara) .• Pa
ra ele "seja sob Decreto Lei ,
medida provisória ou projeto ,
é preciso com urgência que alg~
ma medida visando a próxima sa­
fra seja tomada".
Entre as sugestões do relató
rio, está a criação de novo in
dexador "rural" que substitua a
Taxa Referencial (TR), e que re
presente de fato a realidade do
lagens entregues se­
rão comercializados
padre :reciclagem, e o
dinheiro obtico uti-
lizado no programa -
de sanidade animal e
xecutado pelo Iagro
(Departamento de Vi­
gilância e Inspeção
Agropecuária).
De acordo com a
Resolução publicada
no Diário Oficial de
sexta-feira, "o pro­
dutor deve entregar
os frascos vazios ,
juntamente com o CT-
13, no Escritório l~
cal do Iagro onde e
efetuado o controle
da ficha sanitária -
do seu rebanho". AO
funcionário do Iagro
caberá a tarefa de
registrar o número -
de doses adquiridas
e utilizadas, comprQ
vadas pelas embala -
gens vazias entre
gues.
Os prêmios serão
entregues através de
sorteio realizado no
período de 60 dias a
pós o término dava­
cinação. Paia concor
rer, o pecuarista te
rã que estar cadas -
trado no Iagro e com
a situação em dia ,
bem como ter imuniza
do todo seu reba -
nho. Todo provutor -
que tiver utilizado
100% das doses neces
sárias para vacina -
cão do seu rebanho ,
comprovado pelos fras
cos vazios recolhi
dos ao escritório do
Iagro, receberá o di
p} orna "Protetor do
A presença de
trios elétricos e de
bandas inspiradas na
temática musical a -
fricana acrescentará
um "tempero imperdí­
vel" ao "Carnaval da
União", idealizado -
pelo Governo do Est~
do. Esta é a conclu­
são a de que chega -
ramos coordenadores
da festa, ao .conside
rara riqueza dos e­
lementos culturais e
folclóricos presen -
tes no cenário sul­
matogrossense. o Pre
sidente da Fundação
de Cultura de Mato
Grosso do Sul (FCMS),
Ulysses Serra Neto,
supõe que depois de
sa programação a ten
dência será "a massi
ficacão definitiva -
do carnaval de rua
em cidades do Estado
sem essa tradição".
Campo Grande é um
exemplo, segundo U -
lysses Serra.· A cida
de é caracterizada -
pela proliferação de
~iferentes manifesta
ções e endereços cuT
turais. "Não adianta
querer ?rocurar uma
identidade cultural
especifica para a ci
dade. Campo Grande e
uma mecla muito ri­
ca de sons, credos ,
cores e expressões _-
FIAMO#IA GERAL ESIDO ABRE INSCRISES PIRA IIIERIR
mada depois que to - Direito do Trabalho Em provas escri -
das inscrições foram e Direito Processual tas (teóricas e prá­
aprovadas. Trabalhista é uma ticas) e orais os
O último ccncurso das-inovações deste candidatos também se
realizado pela PGE concurso. rão questionados so­
foi em marco de 1992. ---------- -------------------===-====
Quem passar no próxi
mo, atuará em Aqui-·
dauana, Bataguassu ,·
Corumbá, coxim, Dou­
rados, Jardim, Mundo
Novo, Naviraí, Nova
Andradina, Paranai -
ba, Três Lagoas e
Ponta Porã.
A inclusão
A Procuradoria Ge
ral do Estado {PGE)
estará realizando
possivelmente em
maio, o 40 Concurso
oara Ingresso n~
classe Inicial da
carreira de Procura··
dor do Estado. Zc
ao todo 12 vagas de3
inadas ao interior,
que aUl"lentarao de 38
para 50 o número de
Procuradores, supri~
do as atuais_defi
ciências do orgao.
L
No último dia· 10
foram publicados no
Diário Oficial 3703
o edital de resolu -
ção e as normas.
De acordo com as
i:formações do Procu
:.::.dor Geral do Esta­
do, Jorge Benjamin -
cur·,,, que preside a
cor.ilssão do concur -
so, a previsão do ór
gão é de que as pro­
vas sejam realizadas
em maio, mas a data
só poderá ser confir
Sec. José Américo F. do Amaral
agricultorcG chega a US$ 1,7 bl
lhão.
lmbiente".
CAMPANHA
Com essa medidn ,
o Iagro pretende con
seguir um envolvimen
to maior dos pecua -
ristas e garantir um
índice de vacinação
cada vez maior. Se -
gundo o diretor-ge -
ral do órgão,Olímpio
Crisóstomo Ribeiro ,
na última campanha ,
realizada de 10 de
outubro a 15 de no -
vembro, foram imuni­
zados 17 milhões de
bovinos (83,9i)do re
banho do Estado, es­
timado em 19 milhões
de cabeças. Para ele,
o índice deixa tran­
quilo o Iagro, mas
não faz com que orit
mo dos rebanhos seja
diminuído. Nas Rodo­
vias que ligam o Ma­
to Grosso do Sul com
outros Estados, as
barreiras sanitárias
continuam funcionan­
do para evitar a en­
:-rada de animais com
a febre aftosa. A a­
tenção é redobrzda -
nas divisas com os Es
tados -do Paraná e São
Paulo, onde houve re
gistros recentes de
focos da doença. O -
límpio Ribeiro lem -
bra aos pecuaristas ,
que é obrigatória a
utilização de vacina
oleosa no Estado,nas
campanhas realizadas
pelo Iagro.
Pioneirismo
Para Flores do Amaral, endi­
vidaccnto ngricola ncto e cxclu­
sivamente problema de produto
, "r,a é uma questão nacio­
res. 1A-« "
nal que envolvo toda sociedade,
destaca, Lembrando a politica a
gricola do Governo Pedro Pedrc
sian e os programas do incenti­
vo - Terra Viva, Fronteiras do
FUturo e Novilho Precoce - Ama··
ral destaca que se houvesse
maior sensibilidade do Governo
Federal em impulsionar as ativi
dades, os resultados seriam ain
da mais satisfatórios.
COORDENAÇÃO DE CARNAVAL
DESTACA SOMA DE ELEMENTOS
CULTURAIS E FOLCLORE
..
- Ulysses Serra Neto
artístico-culturais~
assinala. Por isso,
acredita que o Carna
val, ao associar de
mocraticamente todas
essas identidades ,
pernu.te a população
se torne íntima C::e
um importante refe -
rencial cultural.
O militante do
Conselho de Defesa -
dos Direitos do Ne -
gro, Aparício Xavier,
o Mr. Apa, vibra com
a decisão de incorpo
rar trios elétricos­
e bandas negras ao
Carnaval local. "Não
é para carimbar o
Carnaval com uma ra­
ça, mas para exaltar
a força da manifesta
cão cultural dopo=
vo". Segundo Mr. Apa,
o carnaval é tarnbérr
um momento extraordi
nário para que a so­
ciedade experimente o
sabor da convivência
democrática de todas
as pessoas.
" uma resposta
aos preconceitos, de~ j
de que a festa seja a)
cessível a todas as
pessoas".
de
bre Direito Adminis -
trativo, Processual -
Civil, Constitucional,
civil e Comercial e i
reito Tributário aléP
de provas de ti tu los. '
GOVERNO MS
._ O FUTURO IGORI

INFORMATIVO ROTARY LU
g
Reunião de exta feira, dia l4, contou com as presenças dos
seguintes companheiros e companheiras: Gerardo (Presidente), E­
duardo (Protocolo), Rahal (Secretário "ad hoc"), Evilásio, Ival­
do, Soliman, Ederney, Cachito, Marcão, Nzaléa, Enoly, Cláudio
(Tesoureiro), Roberval, Dillon, Tiki, Cássio, Marcos André, Lui­
zinho, Ivnn, Renato e Murano.
PHOIH,P.MA DAS DROGIS
A companheira Enoly falou a respeito do problema de uso de
droqas em Dela Vista, com vários casos confirmados pelos médicos
lembrou da reativação do COMEM e de Campanhas de Esclarecimento­
aos mais jovens doo malefícios do uso e consequências para a co­
munidade. Vários rotarianos fizeram uso da palavra.
'TAMBÉM
1
Comentou-se da missão de cada um no seu trabalho, na comu­
nidade, para colaborar na campanha de esclarecimento.
ASFALTO
Vários elogios ao companheiro Roberval, que há muitos
vem reivindicando a pavimentação asfáltica de Bela Vista a
nio João, obra que está na programação do Governador Pedro
drossian.
FUTUROS PRESIDENTES
A N O I - NO I - BELA VITA - MS
REUNIÕES AS 6a FEIRAS - 20 HORAS - RUA GE
RALDO DE SOUZA ROSA, S/N -- PONE 439 - 1277
anos
Anto
c
Os Presidentes para os biênios 94/95 - 95/96, Ivaldo Perei­
ra e Marco Rondon de Oliveira, traçando vários objetivos. O mais
importante é dar continuidade ao trabalho de Gerardo Boccia, a
tual Presidente.
I[
NATAL DAS CRIANÇAS
Muitos elogios ao companheiro Soliman pela distribuição de
10 mil brinquedos às criancàs de Bela Vista. Um fato inédito na
região.
INFORMAÇÃO ROTARIA
* lNÃLISE DO LEMA DO ROTARY INTERNACIONAL :
O Rotary Internacional, fundado por Paul Harris em 1905,tem
crescido em todo o mundo. Hoje, congrega 1.173.314 sócios, reuni
doo em 26.504 clubes e espalhados em 188 países e regiões geo­
gráficas. Os seus livros, revistas e boletins são editados em
mais de 100 idiomas de dialetos. Robert R. Barth, seu atual Pre
sidente, lançou o lema dessa organização para o exercício 93-94:
"Acredite No Que Faz, Faça Aquilo Em Que Acredita, a primeita.
parte deste slogan, "Acredite no que faz", exorta a termos en­
tusiasmo, fé, alegria, no que se trabalha. Este estado de espiri
to é a forca que estimula a cooperação de todo o agregado huma
no.
Isso dá ânimo para vencermos os obstáculos que se contra
põem ao objetivo visado. Representa uma visão que intensifica a
ação. t semear para colher. Se acreditarmos que melhoramos a per
feição de nosso espírito ao praticarmos a filantropia, a conse -
quência natural é dedicarmos mais amor ao nosso próximo. A segun
da parte, "Faça Aquilo Em Que Acredita", aconselha a fazermos o
que é bom aos nossos olhos. A opção por este faz (para o rotaria
no, devido ao critério de sua seleção pessoal), é realmente para
o que é bom, que é também o bem e o belo. Os nossos feitos,obras
e palavras, portanto, devem ser consoantes ao nosso coração. Fa
zer o que acreditamos, leva-nos a superar os limites normais de
nossa capacidade de trabalho. Aqui o homem-realizado é dinamiza­
do pelo homem-idéia.
t colher para semear. Significa a ação intensificada pela
visão, Se produzirmos algo que acreditamos beneficiar as pessoas
estamos contribuindo para melhorar a humanidade, consequentemen­
te a nós mesmos. Em suma, podemos concluir que o lema do Rotary­
Internacional é a forma mais abrangente da diretriz "Semear para
Colher - Colher para Semear", que, em sucessivas vezes, pode ge
rar abundância e alegria para todos. -
- Pio Borges Gonçalves, do Rotary Club de Santa Cruz das
Palmeiras - SP - (Dist. 4590).
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Dia 20 de fevereiro a Tribuna da Fronteira comemora 22 a­
nos, ingressando no 239 ano de circulação na fronteira e su
doeste. Não é preciso dizer, ou melhor, repetir o que o povo
sabe. E a voz ào povo é a voz de Deus.
Tribuna da Fronteira é o Jornal de maior circulação na re
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envie cheque nominal para Tribuna da Frontcir~

9
- - -----------~---------------------- •
1994 Um ano nara a Familia
': e ..... ,."irio r0 1412 ~1int.2: pr-C"1'C1Vt"'1 d r~i - lj
·idade da ulher que não pode or ro oh-
• ._
0
?l/t, t: -i.to!i P .. tI··l"'>, r,1id<1 .. lo ~' f·' 1
é{al a sr tomado com relas&o ao: que che­
aan à terceira idade. Devido à prolongação
do :empo de vida erá necessário pensar nu
ma legislação e em providências para qu
as pessoas que hoje ·s ão com 50 anos, o
que podem viver até 90, posam sentir-se •
útoi à sociedade.
Especial atenção espera a Igreja que ve
nha a merecer a criança e seus direitos. O
futuro d humanidade são precisamente l,
Por isso o Ao Internacional da Família de
verá ser ocasião para que so reflita sobre
uma mentalidade antivida que se traduz de
modo particular na prática difundida do
aborto. A vida é um bem. A preservação da
vida no seio de uma mulher é mais impor tan
te do que outras iniciativas ecológica.Lá
está uma vida humana. Forçoso será também
tomar providências para que as crianças já '/
nascidas tenham dignas condições de vida.
Todo um sério trabalho precisará ser feito
na linha de repartição justa das rendas pa
ra que as crianças e os adolescentes não~
vivam na rua.
Este ano de 1994 é realmente um ano in­
teiro dedicado à família. A familid é um
dos maiores bens dc1 humanidudc que precisa
Ano Internacional da Família
A familia merecerá especial atenção da
parto d todos neste ano.
A O±danização das !açõe Unida (ONU) -
proclamou o ano do 1994 como "Ano Interna­
cional da Família", O tema é o seguinte :
"A Família: suas possibilidades e responsa
bilidades num mundo cm mutação". A Con[c -
rncía Nacional dos Bispos do Brasil
(CM:311) d •t<inninou que o toma ele sua habi -
tua] Campanha da Fraternidade de 1994 fos­
se precisamente a família. O lema da Campa
nh.:i é: " A Família, como vai?" Realmente -
estamos entrando num ano todo para a famí -
lia.
A ONU espera que, durante este ano, Go­
vernos e setores da vida privada, tomem
consciência da importância desta pequena -
célulu da sociedade. O Pontifício Conselho
paru a FclmÍlia, organismo do Vaticano, se
associou d ONU e solicita que todas as dio
ccse::; se empenhem em promover atividades -
para que o tema seja estudado e todas as
comunidades cristãs tenham ocasião de se
posicionar diante daquilo que é necessário
fazer pela família.
A Igreja sempre se ocupou da família. O
texto do Pontifício Conselho para a Famí
lia expressa o sentido da familia para
Igreja,
"Convocando todos a uma Nova Evangeliza
cão, o Papa João Paulo II, interpela hoje
toda a comunidade eclesial a que assuma o
compromisso fundamental e urgente em favor
da família. Insistentemente diz que a famí
lia é "a primeira estrutura fundamental pa
ra uma "ecologia humana" (Centesimus Annus,
39) e, com seu ensinamento,oferece inesgo­
t5vcl patrimônio de verdades e de valores
que devem ser descobertos e anunciados".
Sem dúvida são incontáveis os valores
da família. Esses valores atingem a pessoa
humana cm sua totalidade, em sua dimensão
cotporal e espiritual, relacional, cultu -
ral, moral e religiosa. A família, come -
Feito, está presente desde o começo até o.
fim da trajetória da pessoa humana e em
circunstâncias as mais significativas.
homem é o que é a partir de sua família.
Não existia e passou a existir, porque
um homem e uma mulher se encontraram eco­
meçaram a constituir uma comunidade de vi­
da e de amor.
A criança, antes de nascer, está em to­
tal dependência da mãe e do pai. Ao nascer
ê criatura frágil. Precisará dos cuidados
diligentes de sua família. No seio da famí
lia descobre o mundo, os outros, a vida e
Deus. Convivendo com os pais e os irmãos a
criança aprende a relacionar-se cria uma
consciência acerca dos valores e cresce co
-mo cidadã e pessoa cristã. -
Na Carta dos Direitos da Família, publi
cada pela Santa Sé em 1993, podemos ler:
- A família, sociedade natunal, existe
anteriormente ao Estado e a qualquer outra
comunidade e possui direitos próprios, que
são inalienáveis;
- d família, constitui, mais ainda do
que um simples núcleo jurídico, social e
econômico, uma comunidade de amor e solida
riedade que é apta, de modo único, a ensi­
nar e a transmitir valores culturais, éti­
cos, sociais, espirituais e religiosos, es
senciais para o desenvolvimento e o bem-es
a
o
-·----- ---------·-----.
Devido à comentários maldosos fei
tos por pessoas que falam sem conhecer -
Informamos: Dr. Olegário de Godoy é pes
soa altamente qualificada no seu traba
lho tanto acadêmico como moralmente. por
exemplo: já ministrou cursos aos pró
prios Bispos da C.N.B.B. reunidos.
O curso que vai ser ministrado não
mais no Salão Paroquial como anunciado ,
mas sim no GRÉMIO PEDRO RUFINO, começa -
6a feira às l9:00 horas.
. A la aul; será grátis para que voce
Julgue ~or si proprio da validade do cur
so. E não ande por cabeça dos outros, es
pecizlmente de pessoas não esclarecidas.
Vonha Conferir !!!
ELVIRA FEDERIZZE
PROMOTORA DO CURSO.
tar dos próprio membro da ociedads;
- a família ó o lugar onde aivoras 3-
raçõs se encontram e te ajudar rciproc -
mente a crescer na sabedoria humana e
harmonizar os direi .os dos individuos com
outras instâncias da vida social;
- os direitos, as necscidades fundamcn
tais, o bem-estar e os valores da família,
ainda que em alguns casos sejam progressi­
vamente salvaguardados, são com frequência
ignorados e não raro minados por Leis, in
tituições e programas sócio-econômicos".
Assim, a Igreja espera que o Ano Inter­
nacional da Família seja ocasião para uma
tomada de consciência no sentido de que to
das as formações familiares tenham dignas
condições de vida, possam ter um lar para
abrigar seus membros e que, cm todo o mun­
do, haja um oponho no sentido de que a
constituição. familiar a o dom da vida se -
jam reconhecidos como invioláveis e primor
diais.
Parece importante que este Ar.o da Fani­
lia leve a todos a consciência de proteç3o
à todos os membros da pequena célula, par­
ticularmente os mais indefesos. Necessário
será reverter o quadro de desrespeito dos
idosos que são considerados um "peso" para
uma sociedade consumista que gos~~ de in
censar os jovens, candidatos certos p<lra d
venda e compra de artigos de consumo.
Os doentes e as pessoas que não podem -
produzir são deixados de lado. Apesar de -
todos os empenhos cm prol do respeito pe -
los direitos da mulher observamos ainda
que há longo caminho a ser percorrido.
Criadas algumas há mais
de dois séculos atrás para
o exercício.da atividade de
.defesa social, as Polícias
Militares Brasileiras se a­
cham hoje ameaçadas como
instituições. Colocadas no
banco dos réus por uma in -
significante minoria de in­
tegrantes do parlamento
que~em instituir no País o
perigoso e ameaçador "sindi
cato fardado". -
Sabemos perfeitamente
que as soluções para os gra
ves problemas vividos hoje
pelo povo brasileiro em ter
mos de violência e crimina­
lidade não estão essencial­
mente nas instituições Poli
ciais, muito menos nas mili
tares. Os reais condutores­
.e estimuladores desses pro­
blemas, estão na falta de
investimentos na área so
cial. O País está doente e
2/3 do povo na UTI de onde
só sairão quando as chagas
UM
Criar um órgão -
que exerça um con -
trole externo sobre
o Poder Judiciário
• é o objetivo de ,
pelo menos, 30 pro­
postas de emendas à
Constituição até a­
gora identificadas
pela Secretaria-Ge­
ral do Congresso Re
visor. -
Na opinião do De
putádo Nelson Jobim
(PMDB-RS), relator­
geral da revisão
constitucional, a
criação desse Conse
lho de Justiça será
aprovada com certe -
za.
Com isso, o Poder
Judiciário perderia
seu caráter de inde­
pendência total, úni
co entre os demais~
Poderes, e passaria
a ter que prestar
contas à socieda -
de.
ser cuidadosamente preservado.
(Pastoral da Família - Paróquia de San­
to Afonso)
do Brasil forem curadas.
Antes que se tome qual
quer medida precipitada, é
preciso que os parlamenta -
res, agora investidos na
condição de revisores da
Constituição Federal, perce,
bam que c1s instituições po=
liciais militares atuam e
são reclamadas pelo povo ,
quando todos os demais seg­
mentos sociais e institui -
ções, públicas ou privadas,
já falharam.
Não vai bem a saúde, não
vai bem a educação, não vai
bem a criação de novos em -
pregos, não vai bem a econo
mia e nem por isto se preo­
cupam com a extinção dessas
instituições, até porque es
se não é o caminho. -
As Polícias Militares
têm consciência da importãn
eia do papel social que e·=
xercem na comunidade e dele
não podem se afastar, res
tando continuar provando
Todas as orooos -
tas apresentadas por
parlamentares deixam
claro, porén, que
esse conselho do
JU
fiscalização
suiria poder
terferir nas
àes de cunho
cional.
que sao instituições está -
veis, eficientes e eficazes
no cumprimento de sua mis -i
são.
Questionada em sua condi
cão de instituições milita=
rizadas, devem as Polícias
Militares provarem que a
opção pela militarização é
puramente técnica.
São, na verdade, Poli
cias de Segurança Pública,
de Defesa Social, que res -
peitam o cidadão e ::;eus di~
reitos sociais, capitulados
na Constituição Federal em
pleno vigor em nosso País.
Do cidadão o que se esPe
ra e que cumpra sua parte -
respeitando e se fazendo
respeitar, reconhecendo que
ao Policial Militar compete
mediar os conflitos natu
rais entre os homens, pre -
servando-lhes a vida, a in­
tegridade física e o patri­
mônio.
ral - como Carlos
Velloso e Selveda
Pertence - vêm se ma
nifestando contrá -­
rios a revisão cons­
titucional. Esses Mi
nistros se esquecem,
porém, oue a revisão
é legítina, poises­
tá preyista na pró -
================ pria Constituição de
------- =======---- 1988.
(Agência Planalto)
nao pos
para in
atividã
jurisd};
Talvez seja por
estes motivos que al
guns Hinistros do s
premo Tribunal Fede=
EM TEMPO DE CRISE,
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