20_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº20_13_04_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título20_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº20_13_04_1977Número da edição20Data de publicação13 de abril de 1977Número de páginas4GeoCoordenada -21.482698884702984 , -56.149487133452666 Documento 20_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº20_13_04_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 1 tORREIO JD OI S 1 1o 1] na Te. erres 2o Jarat +a s.ma@, [o ' o. 1,rriw,~ 1,11hli,·.1rlo-; /!0111 ll•·Í11.1rurus dn• :Jt1f11r(•; ll~ill rr.1dí1Z'IJI a 1Jpini;,o d,J í•1rnil. So, _p,d,i,,·111,, ,Jh•d••.,· ,:,, 1 propósito de estimular o debute do- problema+ municipais e de refletir as dir»a« tenlcius do pen-atento Fundador o Diretor Respons6vol lvaldo Pereira O +ti iro compromisso rio profanle iredatiel do jornal ta ne amps da étia com a ndde, a pro ra da rdle, a·pital à erlals o deseje 0a vrda de a intende d mio trair jamais te primipto o da la-ca dr r!!e, (Balente de Marre« Neto TE#%: EE. MATE!AS MARGA.Ri A Indico a ei;:to. cnsu, ouYirlo o Ple· núrio, ju encuminhado expedientes tne xo, ao Exmº Sr. DPputado E,tadual, Dr. Rubt>n Figueiró de Ollvelra. dnndo conta da decisão da Diretoria de Obras de Cooperação (DOC) • füasilia - DF. De en tregr ao governo estadual a responsa· bilidade de suprir com energia elétrica o Muieípio de Guia Lopes da Laguna. Inilico tombém; flPjam encamlnlrndos cópias clesse expediente à Jsi:emb!éirl Lfglslatlva, no Diretor da Cemst e ao Exmº r. Govemudor tio ERte.do. Snla das sessões, ~4 de marçl) de 1977 Mathias Margarida FerLundes VEREADOR Scrgio Cruz Acu-a Figu iró JU NAMIT Só Jer.á Eleição emn juihto r:uíahá • Em discun,o prol)unclaclo na sessão do dia 31 p. p. da Assmbl+la Legislativa, o Deputado Sergio Cruz-vice der do MD, ucu8ou o Deputado Ruben Figueiró, lider do Governo, de estar pro movendo ''murif,bru'I i;orrt1lt>lras·· paro possibilitar aü_ Govnn::dur Gaic•la Neto vender o prédio dn c ideia públ!cn de Campo Grande. HefNiu-rn SC'rgir1 Crnz ao projeto de suu H ut ri que revoga a lt'i autorizati va, , uju trnn.itnçã,i YenI ~i>ntlo frequente mente obstruida por oriPntuçúo ,1frel:J. P Indireta d., lírl,1r do Governo. S.rlieutou e• parlamentar emedebist1 que, "pesar de ba ver se munifest:ds contra a venda da cadeia. em entrevista conced:da ao Correio do Estud 1, o Sr. Rubt·n Flguei1 ó tem preffrldo impedir qualquu uçrto com vistas ,1 impedir a id.enação do rderltlo imóvel". Mais diante, Sergio Cruz, aglira lm tom mais Rgressivo, •:ond1rno11 u ação do líder do Govnno Como "traiçãn ao pa vo e à cidade de Campo ar mn!e", lamen tando o procedimento obstrucicrnista ée parte da bancud i governista aprova. ção de um projeto de 'eal iteres;e pá bl!co", simplesment por ter sido apr sentado por um j:.>puta.co do )108. Lem brou ainda que a bancada d1• lIOH nun ca comportou-se cou irresponsabilidade diante de um problema sério. citando vári s mensages goveraamcntais que o bliver!im apoio unâmine du. opo~içã". Caso o projeto de ergio Cruz não sej,t aprovadll a cadeia pública podrrá. ser vendida 110s próximos dias, já que segundo suas 1-1firmações. ·•o governudor pretende lotear do Sul uote5i da Divisão do Estado" Cuia ht'l. (SPdlrnat) Será r·liz du no próximo diu 2 de julho a Pleiçi'io pa• ra eomponiçüo <la novu diretotfu do indieoto dos lor +listas Profis-ionais do Etado de Mato Gros S1), scguudo informou o Jornali:;t,1 Rui Sant'Jnr1 dos antos, admin trador da ,JOHNMIJT. Explicou Rul 'unt'Ana do,; Santos que ficará a berto por vrnle dias o prazo para o r ... gistro ela <i>dilal de convocação do Diário Oficial do Estado e lJUe os interessados po derão obter muioi es ln for maçõe, na secrnturi.1 du entidade à f{ua Ba rlo do Melgaço.....· 4.507. nestu Capital, ou em Campo Grande à Kua t4 de Julho, 38:-J. Diz ainda, que a Jr,. pu gnaçflo de c11ndidaturas será feita no prazo de cic dias e'no caso ão haja «quorum» na se gunda convocuçüo e a ele:ção, em terceira vo tação sná rt'alizarla IJO díu primeiro de agosto em caso de empate en tre as chapas mals vota dai;, realizar-se-á nov.1 eleição quinze dio11 ~.pós ecrescentu Rui San'tana Esta Casn Legislntlvu, tendo em V- O povo Je Guia Lopes da Lagua, o vist1i u drcisilo tc,rn11dn. pela Diretoria de qual esta a exigir do seus adtnir1istrudo Obras de Cooperação - DOC - (Brasilla) res uma concretização da instalação de entidade maicr que comanda a Enc>rgia farta e abunJante, p,rru. o cu:c;- ER3; sediada m Jardim-Mt, de < limi- cimento da comunidade. Não é justo que 11ur os crrwrgos rle geraçüu e distlibuiçrto n CER/3, cuj'i taref i priocipa l é cons- 1 de Energia Elétrica para Jardim (Sede truir Estradas, esteja a produzir e for- 1ln Cl'.:R13) e Guia Lcpes da Laguna. n. necer Energic1 Elétrica a <luas cidades rurtir de lª de julho próximo, e com-ide do porte de Jnrdim e Guia Lopes da La rando os grnYes problPmas que advirão guna, quando est 1 lLH,são é de inteira ar.s dois municípios, p1inclpalm<intt< a responsabilidade da ndminjstracão E ta Gu!:1· Lope dn Lagun!!, no momento sem dual, através da CElAT. E bem verda. qut1lquer couJição de suprir a inevittlvel de que u CER-3 há 21 anos oferece esse falta de energia el~trica. 0.om a devioa couforto u todos nós, mas parece que perroissàu, vem expor a V. Excia. ,o que diante dessa situoçilo a administração. se segue: Estaduul se acomodou e nenhuma pro- l - A Energia Elétrica, nos tempos videncia tomou. modP;-nos, consiJerada corno u,□fator de VI- Esta Câmara de Verradores. finii"l- progres,;o, é 1 in[ra-e_..trutura para o ma- rnentP reprrsentando a dinâruicn e tra is eh·mentar projeto de desenvolvimento b!llbadoru população de Guia Lopes da criando riqueza3 e eslimuhrndo o incre- Lugun2, apela ao seu lídimo represen meto de novos investimrntos geradores taote na Assembléia LPgii;lativa Líder do de divis:is. Governl), solicitando uma providência II • Dentro do espírito e disposi- urgente e lnadiavél, que venha ao en çll.o do Governo Federal em dinamizar contro dos unseios ctesta gente ofrida Cl desPnvolvim(,nto brasileiro e mesmo que ainda aeredila em seus administra dentro da ãreu Estadual também conta- :iores. minada com o germe do progresso, alias alu das Sessões, 24 de março de 1.977 Estiveram em visitã. ao Frig.)rí- epidemia que atacou a todos os brai:ilei- :'llathias Margarida l?ernandes fico Rio Miranda. em Guia Lopes da La- ros, é inconcebiel que hoje Rioda haja Vereador guna, os senhores Luiz Carlos :[eiter da urna cidade de nossa pátria que não -----------------· GEIPOA e CeL Valler, da POIN • Os i- contn com esse essencial elemento de lustres visitantes foram recebidcs pela integri,ção e trabalhcj; a ''Energia Elé- {~ .• ~;,.· ~1-. 1· .,_ ;·. aita direção da ~rnpresa que vem se Cui3bá-A opos1çao na trica•·. _ ccnslituindo numa das mt.!3 sólida~ do ,ssembléia LegislhtiVa lll . Sabe v.Excit1., e conhece muito udoeste • .Elogiando a atual administração de Mato Grosso está i- 1 bem o que represet tato Grosso o p 4 {] !111 1 e Ui n ti pelo dinanismrao ser h·a~adoi:: »deriodo aos mais modernos métodos ad- que forem trazidos fator1 !{: esg verdade represe:a prejuizos_ pa- com o mesmo. O Senhor Ivaldo Ficará ministrativos e dinamizando o seto cpe- novos merecedores de l 1':i t>:;t~ municíi,io que já teve paraliza- exclusivamente com o setor iornlistico. racional, o Frigorífico Rio Miranda voita crédito. o governo _do rio 1.:m dos grandes empreendimentos «O l Maria_ Estela Velasquez Pereira a ser a esperança não só de Guia Lo- Estado será o primeiro Frigoriiico fio Miranda«, unidade gera- Diretora Proprietária pes da Laguna mas de tod11 n região I interessado em dar res- rl,•r.; .:, ,r:cio,,i,•,cbr, 1 e divisas para a municipalidade Bela Vista. 1 t de Abril de 1977 sudoeste do Estado. E a vilórill da Ação, posta imediata". ( Figueiró: oposição insiste em "denún- cias vazias" f" • 11 ,J,mlfm - Mt HELIO LEITE Quem nos deu o prazer de suu ngrnrlávr-l vlAila em Cutaha' foi o jovom empresário e jornalista Ivaldo Pereira, Dlr,~tor do ,Torünl Trihuna da Fronlclrii. dn mlr Hir.a <:1,htdl' d1• Bel11 Vh:la. Nu 11por1unl<ln1lo, o l11dw,lt lal Jvuldo Pereira que montou recentemente 11rnn lndúutrla ü1•flflca o um órgão do lrnprníllH 110 Munklplo tio Porto MÍU'liuho, manteve longo diálogo com êste [orna lista fala11do-1w prluclpal111entc do franco procetss0 de desenvolvimento que vem Hofren<lo u cidade do Jardim, agra sob 11 ég-irl1• elo um governo jovem e cllnúml co chol'iatlo pelo nluunlo allvogudo Fer- 111111<1xlst8nclt1 Pm Bela Vis ta, nconleclm, to ete que 1spu1nmos dos piais luuváveis, uma vez que, fazer jor• nallsmo no interior é um dos rutila espl· nllot.-os SU.!Pl'd6cioR, ainda mais quando nüo i-e teru u cobe!'lura, ou (1 estímulo do Poder Público ~lunicipal. Sobrep rndo-se às incompreeusões de uma wlnmln e às inúmeras 11dversidudes financeiras, o jovem empresário Ivald·, Pereira não esrnol·eceu, aceitou o desafio, e confiunt1> no seu arrojado espírito de lniointivu e rnspuldado na compreem:.ão do progressista povo beluvistense foi mais além, nu Cidade d1• ,larJirn ou Níoaque. denlrn dos próximos dias com um jantar festivo por mais um ano :Jas ativlsídlos pttra focalizar Bela Vista e seus problemas naquela ca sa. Vai ser tanto pau que acub:.li'á sobran· do para muita gente boa. 22.3.3.3C7+.3.2.3ICE JORNAL Correio Jardinen e Fundado em ú1-8-76 Diretor Responsável: ,!Jr,a/do /]mira Diretor Comercial: €mando 3. Qasco Gerente: ftdai dtntcto Chefe 8eéllo Quedes Corrêa COLADOHADORES: Altevir de Alencar Firmo Luiz Fonseca Francisco de Assis Diniz (Cnrresp. C. Grnnclc) ''Ae opiniões emiti<las r.os artigos assina dos não representam o ponto de vista do Jonnl podendo ser nté contrárias n este. As opiniões ào Jornal, nchom•sr. expressas nos Editoriais e ll'lõ coment6rios não nssmndo?' ASSINATURA A UAL: Jurdim e Guia Lopes <ln Lngunn Demnis Municlpios CrS lúíl,00 CrS 120,00 Correio Jnrdinense é uma publicação dn "Editora Correio Jardincnse" CGCMF 03.685.401/001 OI Jardim Mnto Grosso Hcdoçào e Administração Run Ten. Bernardes 2036 r.omposto e Impresso no Grí,fica e Editora APA Uun !Juquc de C:.xias s/n Cx. Po tal 23 Dela Vista Laucidio Valdez de Barro,; Cirurgião Dentista CRO - 557 Mt. Clinica de Crianças e Adultos - Ralo X . Atende-se com hora marcada Consultório Av Duque de Caxias, 508 (Ao Lado do Banco Financial) ORAÇÃO Quct vender ou alugar s u imóv,i,I'.' las Ir; ma fins hais # ti Sr:. com ou se, as 21!1 ... Imu tuas tsrsw biis : ate. Ia lys lates nms a ./2,is (ma rrnum l rnr, Sindicalizado Venda de Lotes a Prestação tinisrio e 'eh d líeis MATRIZ: /1.Y. Cal6gi:rns. 2-312 .}-íJ60 -l-9890 CAMPO GHAI DE FILIAL: Hua JARDIM A 10.132 - Fones: 4.9370 MT ,ri Coelho de OliYt:ira, - Oh minha, ::: ui ,,.l • Benditas, sabi!as en ll'!ldidn,, 'o.-. fH'(:o p l 1 utor de Deus atendi o iUl'll prdl<lo. Minhas 13 las ben. ditas, sabidas entendia4 u Vós peço pelo sanpus ÇU<' ,]('SllH cft'l'l'Ul110ll, 11- tendei o meu pedido. E2!as rotas de suor que Jesus dPrramou dr 1<t 1 U COI 11 ç1o, atendei o me! pedi do. Meu Senhor Jesus Cristo, que n Vos pro. teção me cubra com vo~ sos braços, mr [{ 1.!'.!rlicação da novena pr graça ulcançadu. Mato Gro so - 43 ha. e 6.G60 m2 de tPrrus pasiaís e lavraàias, situada no Munícípio de Nío aque, a 18 km de Guia Lopc>s da Lt:guna. A referida gleba 6 denominada cc,mo parte da. "Pazeoda Belo Horizonte". Pre- 1 ço de CrS ~.500,00 o h>!. 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Venda no atacado Mato Grosso -- - - e" ,l111dím • ,ll. ;...;--------------------- ]rrju [Ih' _•_-·,_·; SERG O PRON Esta A-«emb'ia, nestes dois anos da } legis IP '• ±atura, iveu poucos« momentos de euforia ,·ídc·n. [j Foram poucas e podem er facilmente contada- as :.°' t, 111a11ift• .. fru;r~,•,.. ,f_c </Ih' !-'rota •·a .. a .,n:1u é u11_1 .,j1np_h·"' l, is·xo do l'alicio do Governo. Estas manifestaçoe 110 ,·ntnutu, "11111l,nl11nr:u11, llHlrt"tra111, (•Íetivnrarn i' raros da existência do Lei-latio E- dual. E ''', lesas raríssimas e alutares efeméride. a mi-s '.{' Mpreia, a qur melhor revelou a poiçào deste n} poder foi exatamente a queda da indicação de um lt'Í· 1111111,• p11ra o Trilt111111l de Contll< do 1-:Hnclo, E a igilieação do to no está, ao noo vr, no fato l !- ,f,, ter ido a primeira rejeição lesde a existência 0.h «daquela Corte, ) peso da decisão está na re+pon- ta abilidade que, então, nós deput d assumire- e 111 '""' com II opini:11 pública 11 <'0111 11 nosa conci- q /énrcia. louve razões para que o none prp010 por sio- S, Exia, o Governador fosse rejeitado. E não te• e::ilH rfntnoii ,otntlo to11Ira u nome que v,·in ,i,,.plcs• Su ente para vutar contra uma mensagem do Exe "la eutivo, ainda mais sr, mnlt•múLicamcntc con,idcrar- I.E±%a:.:a.2: • '!- mitam-nos particularizar são apenas seis 1lcputn• ~')f. ,los do MJ)IJ contru 18 1h Arona. llom·c razões• ra "p:I. 1iíico- Jlllrn nilo nprovuçilo do nome do rnnhor E ) (i: 11io Vi,·ira ,,nru o Tribunal de Contas. Na época hn'iam nparcntcmenlc poucns rnzõc~, hoje li.'1 rn l::I ll- z,il-s cl1• ~obrn. Houv.. razões, e ,•otamos conlru. l" i,• !lá razões, eonti111mm existindo, e hoje muito ma ei.! is razõc• e S.Exin, o govcmud,,r como que para de JO 1~1 rníiar os Dcputudos, como que numa lcntntivn n ::!J,tl bo111in{1nl tll' <lcrn1ornliznr o Poder Legislativo Ín• dica o mesmo nome devolve para a Assembléia n! mesma mensagem, O go'crnndor provoca um Tie • imp~s•c ,. coloco II todos n6s clinutc de um11 nltcr ·Ic,s. nativa única qual seja: votar contra e mostrnr que C'U lemo;; c11pncidndc do nceriur ou votar n favor e us- 1' ,innrmos u própri,1 ntcstu·lo de incompetência e ir responsabilidade, porque o que "tá no plenário U ,!: tln • clclibcrnçõcs deixa <lc ser npenns mais um no e • ,. me para o Tribunal e passa ser o julgamento de e e:'- cudn um que aqui está para defenJer, mesmo sob RÇO- prrssão, os interesses daquilo que represntamos Todos nós sabemos os razões porque o ir. gover pu • nalor insiste no mesmo nome vo1ndo cm t 976. Lo- da cloi 116s snbcmos porque não elevemos voltnr n rvel traz. Sabemos que o Governador tem interesse ne,· u l'í le nome pnrn nmplior u oportunicluclcs no seu n n}o elótico e caótico programa de acomodações fa ~ C [ miliurc,, olcrccendo um emprego vitnlicio e u- hrindo UIIJO '0[:11 lrnnsit6ri11 de disputadíssima im SS:, por1,111t'in, Dcsconhcrcmos qua !sera o s~gundo pre Lll mindo, mas não podemo· ignorar o Jesenvolvi S, E mcnto do postulnnte á eternidade em suspeit(,. ,·,·is Lrumnções li1,:adns ~s mas n1unis n1ribuiçõcs - cn- A lei exige iclonr1<lndc moral. E cnbc·nos preli e minurmenle. nnnlisnr o 111érilo du proposição. ncs ::!O:l· te particular. pois, me mo em nào se pod,·ndo ur• i)Oil' gumcntnr cm têrmvs de abono ou dernbono no :l. fJ · nome em discussilo, é ,·:llido sob lodos os n pec- ia· tos nccessfirios, que não paire sobre o poslulnn• te qualquer dúvida. qunlqun ,u,peição, notn<lo ~-1 ir é qu:! o no~ so Tribunal de Contas, cuja nluuçáo es tá acima i!e qualq11er crítica Hs de um empesu e é cond11zit!o ao Tribunal de Contas para analizar e julgar as op:ro.çõ::s do Estado e dos Municípios. Senhore11 Deputados· Antes mesmo de antevermos as r.~per 1·ussões negativas pura esta Casa, cuso e ta Mensagem seja ac:ituJ.a, devemos, antes de tudo e de mais nada. vloto está contribui ido, com a 1ei m o s i a. c o rn a i n s i s t ê n c i a e insensibilidade, para que, - muito mais cedo ao que não se espera - a mesma ameaca de d ismoraliuçli.o que paira ~ô brP nossa cab~ç!l. atinja também os nos s1s incansiveis Consflheiros. Há, e o Sr. Governador, talv, z bem me lhor qn~ qualquer um de nós, saiba e c,, nheça, economistas, advogt1dos, finaocis- {a·, empresários e politicos sm qualquer compromisso d ordem pe·sol que aecel tariilfn o 1rnnititt1J rleRt!1 PJlut'111t<• e c,1II _alíva funçüo l' que, a exemplo de todo-: quel·s que fo:um, lá estão ou já passa tum, encontraria upolo unânime desta Assembléia. Ocorre-mo lmbrur da Idi cação unânime e recente do ex-Deputado Mlatcilio de Oliveira Lima e tanto. outros que, se nfio dispõe <lr 1·on!Jcd111 otoR ju ridicos, e:onomntcos fina ceiros ou de u rlrninistraçã,1 pública, t:intfJ quuuto o atual candidato d,, Sr. G0Vérn.1(!or, rwlo menos nio tlvemrn u intrliz cusu&ll Estado de ilT. ,creclit•l, ::,t•nll·•J'et: Deputados, que cbe• ou a hotn de se estabelecer uma fren. te de moralização. eont atos que ferem com desai;:lros inleusldwle, 1:1 formnç,lt'• de uossn p·Jv.1. Ho devemo , não pode- mos, por urna questP.o de amizade pesso al. de interessP t0Praml·11t"° el(•itorul, pPr mtir que o vento fort • e malcheiroso da co1·rupçüo pas-iv:1. tome conta de nossas r:lecisõe~, sob pena rle nada mais termos a fazer, além de dar r1!11p iro legl-ll n ou tros atos tão anti mor a. ls quanto êste que veio como um teste aos senhores U P p 11 t II d os. f:ste que vol ta corno u111 d·•i-afio à coragem e à intr ligê:-ici::i. do,-, p:ul:tmE:ntarPs. Ê te ato é como se de repente, num arroubo de mKchisrno ortodoxo, alguém resolves"" sabr•r He tem hcmem na Así'embléi'l. E o mais grav,-, o ID'ti,- c,,ndenável, " que impedil'íarnos de qualquer recuo, ulém do irrpacto da medida, fi a certz com que S. Ex1u contou H cornpa□hPiros de seu partido, ate a deputados desta Casa, que m•rnclaria o nome do ...:r. Enio Vieira outra vez e,;peruodo que a injustiça da primeiru tentativa fôsse agora vitórias no Estado. E mesmo que JlattJ Grosso lhe devesse umalizar no :nes de muio próximo o I cam peooato amador de Fute bol do -;udoeste do Es t;1do, abrangendo princi palmente os municipios ele Jardim, Guia Lopt!s da Laguoa, Bonito e Nlo aque. Já cstà quase cer· to que mais ele 10 equi pes estarão particlp:in do deste campeonato. Em principio o toraeio início será realizado no dia 1° de maio no Eetá dio 'Gal. Costa" onde na festa do Futebol do sudoeste Pstarã'> reuni dos mais de 120 atletad amadoreP.- L D Produtor do Calcáreo Bodoquena km. 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho "Um Emprêsa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso'' Escritório em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Orientt.>) Cx. Po,tal 08 - AUTO POSTO BR 419 - Guia ATEI IDIMEN 'TO IRA DAO / L0pes da Laguna LTDA. DIA E NOITE Fiitro de Óleo - Borracharia "Nova Direção" ''JORNILISTIS'' O lllnlHlérlo da EducaçiiC criou llll Faculdades de Comunicação, que são, por assim dwzer, verdadelrus mquins de' fuzer monstrinhos. Pode Rlll' que 11 Hilll,1• çfi o melhoro. cluqui u lun anos, porque o mtetInl humano que está ní nu iminên cla de meter um anel no <!uuo, IHlo 6, nwtc1· o dellú num auol, De .H quo me livro An redações de jornnls e estações de rádlo do São Paulo II Guan,,bura estão rervllhu ndo ile eRt:1gi(11101-1 du P :r C: mi ni-saia, cabeludo, orangotangos, cafajes:e 11udrógl110H. Agora luvenlunun o 111! de uudróglno. o travt-~l!, qun 1111 meu tempo era ve1Hlo bicha ( com llct•nça du mú pa lavra). Vou kchar mlnh1l b1,ca que ela ulndu prociHl ma:itlgur uma ff1l'lnhuzlnlrn. NoRf<CS colunlqlus i-oc!aH escíl o "rada ez mais cada vez... Um deles, deslumbrado, com bolHus n tiracolo, accrrou-Hi r!o !n dusll'iul Nud,,011 Jaune!': Por ru vor,senhor Janner, qual sua Idade? Cinquent11 e dois anos. E tou en· velbecido? Que Hllda ... o senhor do jeito que estt aí ainda dá para quebrar o galho da gente... Outrn "sumidade", do Diário de Pernambuco, sem visão, com preguiça mental, soiu-sa com esta: "O Sindicato dos Empregados de Hotéis e Similares de Rec1h: rt!solveu instalar um curso de defesa P"Ssoai 1judô H caratê) para seus associados: os g,n·çons. A medida tem corno objetivo evitar os calotes. Os gar çons também se rnbmetl'riio ao teste de Cooper: qnulquer caloteiro que tc-ntor fugir sem pagar !l conta, será facilmen te apanhado e levará uma g!'ande surm" É o ca1io de perguntar: - O curso é de defesa ou de ataque pessoal? - Desde quando garçon já está u torizado a dar pancadas nos outros? • E se o caloteiro for um faixa- pre ta de judô ou professor de caratê? Que bicho vai dar? O Senhor Jacinto de Thormes que entende de soçaite, politica, bolsa de valores e futebol, não deve entender muito - pelo que se observa - de regên cia verbal. Em recente programa de TV na GB, onde se debatiam problemas li ga<los ao futebol brasileiro, já com vis llS à copa de 7 , o senhor Jacinto de Thormes, com os óculos na testa. fozen do charminho, abriu o bocão e falou: As copas do Mundo sempre decepciona a gente. Todos os dius, quando sento ALTEVIR DE ALENCAR na rnftquloa para escrever minha coluna Vou: mais uma vez, pedir dtH· culpas ao distintos leitores. Esei que eles «ne desculparão tranquilamente. Mas o ujelto que senta na máquina para datilografar, ó pode escrever mesmo com u bunlu... CUIA fSPE LOPES Nç E OI LIGO ft: DE E HO· II Sob a égide de uma 11ova udmíoistrução, o município de Gula Lopes ria L<tguna iu• greflsn nu "fase de ouro de sua histôri n". A admiolstrucão Rosalvo Fr11ga San tos, com o inestimável poio da Leis )ativo, já traçou novos rumos e rlelin~ou metus, que u prazo médio se lorn1uão realidade. O µovo lagunem;e deposita su a esperança nos atuaia homens que di rigem a vida política-administrativa do municlpio e dá o seu voto de confiança ao chefe do Executivo. Segundo iofor• mações du cúpula adm!ni~trativa: nãc vamos prometer nada, porque as promes sa, geralmente, são vazias, deixamos a certeza de que brevemente Guia Lopes da Laguna fará parte dos municípios pro gressistas de Mato Oro so. Ao iniciur u ma nova administracão, é necessínio u ma esquematização e um programa de a· ção, isso está seudo feito o os objetivos serão alcançados a medida que avance a si!:ltemàtica lrl.lçada. A Prefeil:.:ra Mu nicipal espera que os lnguncnseP colobo reru com a mesma, indicando erros. f,scdi za11do, porque i-ómente quando unidos se tu bolha, mais fácil será atingir os objetivos com um legislativo forte e atuante e um Executivo responsável. Guia Lopes in gressa na fase dc.s l'ealizações. Legislativo de Guia Lopes Presidente: !talo Parreira Vice; João Ambrosio Mandador lº Secretário Tasso Ferreira antana 2º Secretário Eva Alves Membros: Methias Mar gari da Fernandes Jamil .-.brb0 e Valdehno Meireles de ou za. Executivo Prefeito Municipal: RosJtlvo Fraga dos 8antos Vice Alexandre Abrão Administração Secretário Geral: Dr Afonso A. Bobadilha Diretor Depto. Obras: Adttir Carneiro Diretor Depto Eaucação e Cultura: Ect· Vargas. ir Creio Jardinense ____ ,. -·----- -------· -·-- ---- J Deputado 'iz CP vará a CORllE!O ,J 1 RDINE:'-;~; O SEU JORNAL ,gom sob uova Dli· ·(:ão, com intu ito por a p e n a s CrS 100,uo Anual e re 1:elJ t em seu lur se mana]mente um exemplar Venda tudo que pretender aoun • 1 cia11do no Coll'eio Jal'diue11::le. 1 Sede em Jardin,, Ten. Bernades, 2.03G. CONTIN a E 1 A pen trnçJ.o cio c .. pilttl C<l(l'lngeiro no 1 meio l'llrd, rude mprl' a,, llltiltirH1 ob;ervudore;; da E de Chicago, prevêem os preçn8 poderão (' levar ainda mais. 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