27_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº27_19_06_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título27_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº27_19_06_1977Número da edição27Data de publicação19 de junho de 1977Número de páginas6GeoCoordenada -21.48384074125896 , -56.14737366692487 Documento 27_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº27_19_06_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto CD REI O J 1 DINENSE Fundador: Ivaldo Pcrcirn Auo l 1 N.o 2} 19/6/77 Jurdim Mato Grosso Migração sulista ajuda desenvolvimento Campo Grande TE D, ... O Estado de Campo Grande, resultante do desmembramento de Mato Grosso, ficou com uma área de 350.757 kmn2, dos quis os planaltos, as baixadas e cerrados, u cHmpnnhn e até o Pnnlnnnl Filo to1nlmentc ui.:dcuhúvcis. Pelo menos é o que rc,·clu n·ccntc cs1udo do prof. Antonio Lopes Lins, das Faculdades Unidas Católicas de Mato Grosso (Fucmt), que aponta também s existência, na re ~ião de Corumbà, du maior reserva de manganês o da segunda maior jazida de minério d> ferro do l'uls (u maior estâ nn Serro elos Cnrojás). A pecuária igualmente dispõe de boas condi çõe« de desenvolvimento, principalmente no Pan- 1onol e nos chamados ,campos de vacaria,, ou cum• panhas, que slo grandes extensões de campos on dulndo1, muilos semelhnntes às coxilhas i.:núchn,. O futuro estado tem população bovino de I0,5 milhões de cuhcçus, isto é, 11111 rebnnhu aproximo• damente iguais aos de São Paulo e Rio Grande do ui e Fomenle inferior no de Minas Gerais. A agricultura, que começou a diversificar-se e a ganhar nova fislonomia tecnológica após a re- 1omndn da~ migruções de paulistas, pnronuenses, cotorincmcs e gaúchos, eslá passando por uma grnndc fase de ·lesenvolvimento, O volumo flsico dn produção, este ano, está eslirundo em 27 milhões de sacas de arroz, 600 mil toneladas de soja, além 1le milhares de sacas de milho e feijão, grande qunntidade de mnudio,:n, trigo o café. A produção hor1ifruti .. ranjeiro também é considerável A futu· ra Capital, Campo Grande, há vários anos tem o ;eu 1:mturio Verde, que a nbnstece plenamente de verduras, frutas e legumes, cujo excedente é mandado pum Cuiabá. O 11 'ICIPLO Cinquenta e seis municlpio foram incluldos nu área que corresponde ao novo estndo. O mais populorn é o nn.niclpio du futuro Capirol, Cnmpo Grande que tem 247 nil habitantes (já era n mo· ior cidndc de )loto Gro,so, antes da divisão terri lorinl). O de mnior área é Corunbá, com 62.561 km'.?; o menor é Lndário, com openns 329 km2. Os municlpio• do relação abaixo, que aparecem sem qunlquer dado informativo, foram criado, rccen '=mente e não dispõem ainda de estatísticas. ião os seguintes os 56 municípios do novo Estado de Capo Grande: Agua Clara, 11.047 km2e 4.100 habitantes; Amambai, 8.93km2 e 29 mil habitan tes; Anastácio, 5.288 Km2 e 19 mil habitantes; Anaurilândin 2750 km! 7700 habitantes; Angélica; Antônio João, 1 'IB] km2 e 6300 habitantes; Apnre· cido do Tabuado 2719 km2 e 1720o habitantes; Aqui dauana 16708 km2 e 36 mil bobitonles; Aral Morei ra; Bandeirante, 4,023 km2 e Batauaçú, 1.86l km2 e 12.500 hobilontes; Ilntniporà, 3.271 km2 e 23 mil habitantes, Bela Vista, 4.662 km2 e 16.500 habi tantes; Bonito, 5.825 km? e 10 mil habitantes; Brosiliindin 11 082 km2 e 12,500 hobitnnteo; Co mopuii. 15 ~1il krn2 e 2o mil habitsntes; Campo Grande, 8.477 km2 e 217 mil hubitnntcs; Corncol, 2.Bol km2 e 5 wil hobitante1, Caarny6, 3.831 km2 e 39 mil habitantes; Cassilándia, 5.735 km2 e l5.300 habitantes: C orguinlo, J.Sól km2 e 5 mil habitan es; Corumbá, 62.56l km2 c loo mil habitantes: Coxim, 15.783 km:! e 28.800 babnantes; Oeotl/ípolu; Dourados 5.911 km2 e 123 mil habitantes; fátimo do Sul. 615 km2 e 6o mil lrnbitantes; Gl6riu de Dourados 635 km2 e 6o mil habitantes; Guia Lopes <ln Lu run. 2202 km2 e 7 mil babiuntes; Eldoro• do: lguatémi, 6.588 km2 e 4o mil habitante; Inocência 6.725 km2 o 8.300 habitantes; Itaporii, 529 km2 e 27 mil habitantes; de 1 u ' Ivinhem, 2.585 km2 e 21 mil habllanles; Juraguarl, 2.B0h km2 e 18.500 habitantes; Ladario, 329 kru2 e 10.500 habitantes: Maracajú, 4.082 km2 e 11.300 hnbltantes; Miranda. 8.795 kmn2 e 23 mil babltuntea; o.virai, 3.810 km2 e 35 mil babitantAs; loque, 4.313 km2 e 8:600 habltontel; ova ndradina, 5.610 km2 e 19.300 ha- bitantes; Paranaíba, 7.933 km2 e 42 mil habitantes; Pedro Gomes, 4.199 km2 o 13.200 bablluntes; Ponta Porã, 71.651 km2 e 4o mil habitantes; Porto Murtlnho, 16. ó80 km2 e 14 mil babilantes; Mundo Novo; Hibas do Rio Pardo, 17.738 km2 e 4. 00 habitantes; Rio Brilhante, 6.616 km2 e 14.G00 habitantes; Rio Negro, 1.52 km? e 11 mil habitantes; Rio Verde rle Mato Grosi;o, 9.488 krn2 e 18 mil ha bitanles; Rochedo, 979 km2 e 5.200 ha bitantes; Sid:-olfindia; 6.562 km2 e 11.400 Terenos, 3.876 krn2 e 9 mil habitantes; Três Lagoa, 12.857 km2 e 1 mil habi tantE,s; e Vicentina. Com base nesseR cáI· culos, a população tot1tl do novv Estudo é de 1.414. 00 habitantes, em 360.757 km2 de área. Com base nu Anuário Etatístico de 1974 e em dados fornecidos pela Acarmat (A,socinçilo de Crédito e Assistênc1n Rural de Mato Grosrn). o prof. Afonso Simões Correia e seus companheiros <ln equipe que elaborou o trabalho pu& e Adesg (Associação dos Diplomados da Escol iuperior de Guerra) relacionam a seguinte produção agrícola. em toneladas: arroz, 352.106 (r.orte), -130.351 (sul) e 782.-157 (total); mandioca, 255.494 (norte). 383.2-10 (sul) e 638,73-1 (totol); nlgodilo, 7.326 (nor1e), 65.937 (sul) e 73.26-l (total); foijão, 21.816 (norte), 28.918 (sull e 50.734 (total): soja, 103 226 no sul, nio ha vendo dados relativos à re,.ião norte, 11mendoim, 8.97.t (norte), 80.763 sul 89737 oal. milho. 90.69:! norte, 15-1.421 ui e 245.113 total; cana de açúcar, 652.267 norte, sem informações quanto no sul; ca fé, 811 norte, 9.3~7 sul e 10.138 total; e trigo 12.95-l sul, em dados relativos ao norte. Esses número» se referem o dez das principris culturas existentes na época, mas paro um quadro mais nproximndo do real, seria necessário novo processamento esta tlstico, le'nudo-se em conta não s6 11 expansão dos órens cultivados e consequente aumento da proLlu ção, como tombem n diversificação agrícola inten so no~ úllimos anos, tunto no sul como no norte. O mesmo se pode diu-r em relação no rebanhos dos duas áreas, obnixo reproduzidos de acordo com o trobnlbo da equipe da Adeeg, cnlcndo em dndo, do IBGE e do Condepe (Con~e!Jio acional de Oesenvoh-imcnto dn Pecuária) hojr. já extinto, substituído P"lh Embrater (Empresa Brasileira de Àui1tênci3 Técnica Rural). E•se efetivo, cm l.ooo cabeçu, está assim dis tribuido: bovinos, %.668 norte, 8.005 mi e lo.673 total; búfalos, 2 norte, I mi e S total, equinos, 52 norte 27o sul e 322 total; assinios, 3 norte, 4 sul e 7 total, muares, lo norte, 9 sul e 19 total suinos 47o norte, 7o3 sul e 1.173 total, o-.inos. 5 norte ]56 mi e 161 total e coprinos,lo norte, 22 mi , 32 total. Pronunciamento pelo deputado Pires de proferido Henrique Freitas Indicação apresentada em Serão Plenária do dia l7 de março de 75- Com base no artigo 30o do Regimento Interno do Poder Legislativo o De putado Henrique Pires de Feita, _encaminhou Expediente Indicatório o Ermo, Sr. Dr. José Gar eia Neto, DD, Governador do Eatado, com cópia ao Exno, Sr. 'Secretário de Educação e Cultura, indicando a conveniência de estudos com vistas a reparos urgentes no Ginásio Estadual 3alomé de Mello Iocha, ·m Guia Lopes da Laguna. Ao justificar o Deputado afirma que; E a ins trção incontestavelmente, um das maiores ne ceBidnclts do ~êuero humano. 6 pode ·er real mente forte e de•envolvida 11 iação cujos filhos ltnjnm alcnnÇJtdo um elc,•ndo nlvel de cultura. E bem sabemos que o Governo cio Est.ado vem em• preendendo todos 01 eeu~ ceforços no eentido de disminar, cada ez mais, o ensino. Daí a razão do noseo pedido vi•ando a uma aoluç.l.o imediata que o atual Ginásio ,e encontra rm _péuima con• <lições, colocando em ri8CO a pr6pn11 ecguronça dos estudantes que nli frequentam. A sua restauração um emperativo dos mais urgentes sob pena de um acontecimento lamenthel, Henrique Freitu • Deputndo Em Sessão do dia 28 de abril de 75, mou a Tri• huno do Plenário da Assembléia Legislativa o De putsclo Henrique Pire de Freitns, para encami• nhnr Expediente luclicotório no limo. Sr. Diretor Presidente da CE:MAT, visando a neceuidade de autorizar estudos no sentido de encampar o is temo de fornecimento de energia ,létrica em Jardim Justiticando o Deputado diz que, atualmente há um com·ênio entre CR3, com n Prefeitun, paro fornecimento de eP,.rgia détrica naquela cidade. Esse serviço, no entanto, não corresponde 110 consumo do mercado tornando diílcil o desenvol vimento dHqueln próspera cidade. Pnrn que não haja solução de continuidade no progresso do município, mister se faz um estudo de viabilidade técnico-econômico, a fim de que a, Ceutrois Elétricas Motogrossense rncampe o servi 'O, cnjos reflexos se f'llenderilo desde o confono dos habitantes até II economia dn região. Daí nosso apelo, que esperamos seja aprovado pelo 111.animidode da Cosa, porquanto, estamos se guros que eerá objeto de estudos, e, ao final, de prontos providências, pelo conceasionário do ser viço de energia eletrica de Mato Gros10; Trazendo paro o região a possibilidade de crioçAo de novas riquezas tais como: Indústrias e outros empree~ dimentos ligados diretamente ao consumo energti- co. Ilenrique Freitas Dcpnlodo Oração de Laura Laura, eu preciso de você ajude-me Peça por mim ao Senhor! Eu confio muito na sua. intercessão. Necesr,:ito de .... Meu Deus, Pai Filho 4 Espirito Santo. dai conforto tumbem aos que choram. Infundi esperança noe QOrações descrentes Dai-nos Senhor a fé a confiança a esperança de Laura! E fazei que seja, quanto antes, declarado a sua beati!lcação Pars. vossa Gloria e para o b e m da ju,entude. Por uma graça alcançadu L.S.C. Senador Derzi diz que Divisão de Mt. Poderá Quintuplicar Produção Regional No há dúvida alguma de que a divisão <le Mato Groo em doi, utadof virá btneficiar butnnte tanto a rgiio norte quanto a do sul salientou à reportagem, em Drosilia, o Se· nndor Saldanha Derzi. olicitado a dor maioru detalhe», assim falou o sena dor matogrosssense da Arens: ·Com divisão o apoio do governo !ecleral para a re gião deverá aumentar conside rávelmente e con1equenlemen• t, a produção regional_pode rá até mesmo, qumtnplicar. A induetrialiuçio se eon· ,olidnrá pelo reforço imedia to do1 empreur exi,tentel e pela criação de noras peque nu, médias e grande, wdó1• trias, principalmente no setor gro-pecuário, através de fina ciamentos e incentivos oficiais O imenso potencial de riqne• zas naturais do sub solo, «co mo as jazids de ferro, manga. nê1. caaaiteritn. cobre e outro• minerai,, pauará a ,er expio• rado <le modo racional e corn moderna tecnologia.. A estru tura administrativa se organ1- zará visando total eficácia na busca dos objetivos ds duas regiões. O setor de serviços ,erá modernizado. Novas o portunidades de emprego sur girão. O proceuo ru1gratóno poderá ecr orientado e o par ticipação do região pnra ores cimento do Produto Interno Bruto dcverà ascender consi deravelmente, permitindo o aumento do poder aquisitivo dn popn!Açãn•. Daí afirmarmo,, cont •• gurança que o desmembramen to se fez para reorganizar e» forço1 e pon quintuplicar re curso, e produção e não pa ra diridir. Fez-se na espen.n ça de que n médio pra.to, 01 futuros Estados possam ofere cer ao Paft a grande eontri• baição que, há tempo• ,e e• pera do regiio. E anim concluiu o Sena dor de .Mato Gros,o: "Ü• re• cursos que pura lá eFLâo indo hoje, amanhã terão um retor no inigualável paro- o desen volvimento nacional". ,. V de Materiais para construção, Madeiras Rua 14 de ma1o S-N PO - VERDE , Rubens Pa e ., ' L opes em geral. cal, telhas e tijolos Atacado e Varejo Jardim - Mato Grosso Jardim - Mt. Ouor vender cu alugar seu imóvel?' f gala II. K«e-Mos $/AS (SIDIIIIIJ ( (RI.III3JS me (K(II h MA I2. { na rali8. Is Iras n diretas lotais te {p &mante com 011 m1 ílSfallo ... Ias rasas n tiros htais de {p rale. 'o s livaninenlo.. oslle-os lo Mi lliasilo - Sal na So Tul - li I m o s s l o le s rns a p : s h r i s t III (III Sindicalizado Creci 10.132 Venda de Lotes a Prestação minismrio e "eh te ln»ris MATRIZ: A. Cal6geras, 2512 - Fones: 4-9370 4-7160 4-9890 CAMPO GHANDE MT FILIAL: Huu Ari Coelho <lo Oliveira, - 581 JARDIM Mat.o Gros o - 43 ha. e 6.660 m2 de terras pastais e lavrudias, situada no Município da Nio aque, a 18 km de Guia Lopes da Laguna. A referida gleba é denominada cc,mo parte da "Fazenda Belo Horizonte". Pre ço de CrS ~.500,00 o ha. 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Do rr,osmo mo<.lo, o número de falências e concordatas assumiu aspecto desolador porquo tudo gira em torno da Ioltn de nu merário. Onde e11ló o dinheiro? 'I'odos perguntam. Quais as causas de tunto deBequllíbrio rtnunceil'o? É que os Bancos estilo fecha dos na sun grande maioria. Os financiamentos para a agricultura são difíceis e onerosos enquanto que os produtos deles derivados são objeto de preços vis, de taxas e dP. ellpeculaçõe11 descabidas. Uma atmosfera de desconfi ança e de descrédito prerpassa por so bre a uçllo ao me no tempo que os problemas politicos eclódem de Norte a ul trazendo a insegurança das institui ções, a intranquilidade social frente às especulações imobiliárias e às explora ções no que tange aos artigos allmenta res. O povo sofre na carne e na alma os desmandos dos ínconoclastas e ao deformadores da ordAm pública. Os abusos aumentam contra a popula ão indefesa ante, a inércia daqueleu que tinham e tem o dever de defendê-la. O governo tem sido impotente para coibir esses abusos, quando tem em su a@ mãos o Poder upremo. que merece ser respeitado e aplicado sem temores quando está em jogo a sobrevivência da própria nacionalidade. (João Jorge Amparo) BILÚ TETÉII Um nov ar para eu e f t - Restaura te orm tóri ambi te s; 1er Familiar. fimo local le estai 1ament:. a niirate Barroso 323 BELA VISTA MT. Não se o.travem nos grandes riscos nem Dr. Laucídio Valdez de Barros a outros tipos àe tranl'lações porque o futuro é incerto o a inflação galopante afugenta as aplicações de capitais a cur- to médio e a longo prnzo. O' HuncQ Central baixa ordens e instru- ções severas e anacrônicas que não po- Cllnlca de Crianças e adultos - Ralo X de ser observadas pelos estabelecimen tos bancários que dele dependem sob os l mais variados sistemas flnanceiroo. Em consequência, por falta de dinheiro o País caminha a paesos tropegos, porque el+ é tão necessário par8 o desenvolvi- mento como o ar que respiramos, como )23)))} a água para os sedentos ou como a saú- ----------------- de para o enfermos. Cirurgião Dentista CRO - 557 .rn. Atende-se com boro marcada Consultório Av. Duque de Caxias, 508 (Ao Lado <lo Banco Financial) Correio JARDINENSE - SEMANARIO - (Fundado em 01/8/7G) Dirctor-Respomhel: hal<lo Pl'reira Diretor-Comercial: ,Jnnro Pereira Departamento Comercial: Ernando F. Gasco O, artigos publicados com ussinatur.ts dos autores niio traduzem u opir.i:io 0gr n clcnso d'!(endo□cl() n lrnpl·•n!IÇUO da .Fu culdada do Agronomia nnqueln ciclud . 'Respeito muito o secretário da Educa ção" . rllsse o deputurlo Paulo Saldanha • "pes1rna a quem reputo, um do mala competentes uuxilinre do governo Gareia Noto, cntr-etnuto, discordo lotalmcnto dç, S. Exe!u quunlo à locnlizaçiío do Curso do Agronomia quo, uo no ·,o VH dC'vi, rlo. Per na cidade elo Douracloa". , 'ulda nba refutou todos o argumentos npre sentndo pelo secretario à imprensa cm pogrdnr!PnRe USS não vic. OU· tm região mais propicia à instalação do curoo de que a Arca du grunrle Doura dos que possui "lnr,o!ismú vd vocação a gl'icola". "O professor Louremberg - disse o de putado - alega que u reivlndlcuçiio dou radenso é nova mas nós discordamos des- 1:rn ufirmativa uma voz que a lei nº 2831 de 30/9/Hlb8 já crluva o curso elo agro nomia em Dourados. Os deputadon CHlso Aroarnl e José Corveira, apresentavam emenda u lei que restrutul'll vu diretrlze:i e bases do Ensino Superior revigorando a criação da Faculdade do Agronomia de Dourados". "Isso demonstra • prosseguiu Paulo Sal- Z/113 MATERIALI MO O homem da civillznçiio do consumo em massa está perdendo n guerra para o m>i.teriallsmo. O conforto exagerado do corpo desfibra. o. alma. O conforto do cor po dá a ilusão de felicidade. É ilusão, mesmo. Em oua. carne, o homem sente que Ihe falta algo superior, que vern de oima e que tecnologia no lhe dá e oem lhe pode dar. Inf.illzmente, siio pou cos os homens que reagem. Por parado xal que pareça. quem reage violentamen- • te, é a tecnologia com medo de_ perder o frnguês. empre e sempre mais, a téc nica mo.ü•rialista cria novas fórmulas de comodismo e de felicid11de material. Está provRdo: ninguém, no mundo da tecnolo gia matorinlista, pode, boje, dispensar o pão e o vinho da religião. Só a religílio não tem a nem deve ter compromissos com a matéria. A religião faz sorrir o es pírito. A rellgilío faz crescer n criança in terior que todos nós devemon ser. A re ligio é fonte de libertaç!lo permanente piru uma vida tellz._ Sem rell~ião e com materi1üiamo. o deatmo do homem será o ate: Quanto mais comodismo exterior o ho mem procura o alcança, tanto mais ele se materializa e insigntficante se torna a vida de sua nlma. danha que a reivindicsç4o não é nova como nlírmou o li cretárfo. Os repren tantes da áre empre e tiveram atentos ao problema solicitando esa providênei.". Saldauha prosseguiu em seu pronunci - mento dizendo consid rar bsur4a n ld. - ln dC' !lc formar Agrônomos cl a, fnllo, relegando a segundo plno toda ums j. ventudo de ,or,u,,çJo uílirnha ~lis se "entarAi ao ludo de Campe, Gr;-infle ou reivindicação de cursos que caibam na quela cidade mas, o Curso de Agron miu tenham paciência, ese é noso. Per tenc,, à região du Grande Douro.dos com preendendo 29 municípios, o Celeiro Agri• cola do Brasil". íf? j (7 $ r5±# 5,' liberdade do homem, como um boneco. , nem provoc11 doença nevorsn. A neurose que gra A liderança não cria ódios e não se har- ç11 n11 comunidade. é produzida no contrário pela monlza com a fórmula dltntorilll: dividir precipitação das atitude, e pela prática de ato• impenõados é falta de controle de si mesmo. f: p!!.ra reinar. O UL:têntico líder trabnlhu. triste ver que, hoje, a nossa criança e o ncs•o sem bajulação. jovem vem desaprendendo a controlar-se e n do Porém, trabalha, aeeitando a coopera- minar os seus instintos e pnixõe~. Será que esL'i çiio de todos: o seu trabalho é importan- 1 . irritação à flor da pele e esta violência do mun t b lb d • • • do atual não têm sua origem na falta de contro• e, mas o tra :l o os outros e _mais 1m- í lede si mesmo? o controle de si mesmo exige portante o.Inda. 0 conceito do hder pode I hábito: quem não pratica, não aprende. A familia ser sintetizado assim: 1 precisa ensinar. E uunhém, é mi.;são fundamental Se queres ser Iider de tua comunidade, l da escola. O controle de vi mesmo requer que o procura com humildade, com respeito e homem na c_om_umdade_ sein o·mm: b d · ' 1h id d l - Autentico consigo me;wo,,-obendc. coopc:• com 88vetor1a ser o me cr serv or e rar sem esnobismo e seru publid<lade e decidindo teu próximo. os situações da vida diária sem explosões de rai Ta ou de viol,'.;ncia. F logrante à baioneta e à prião. Lideran- trole de si mesmo. contro e e si mesmo w !cuidá'} s. dc di d h . 1 ! h L!d ma virtude pouca conhecida no mundo eh pr ci- em pau, O 1- e 0JB 9a itaçio cm que vivemo,. O controle de ,i mesmo Eis a saud~ç- à lvorad • s!gomca con!HH' no grupo. A, lt~erança exige o domlnio da Vontade: refrear desejos e pai- oro ris - s' n verd::idGirll núo massa cra os direitos hu- roes sem prejudicar a nossa personalidade. O cou- Firr:no Luiz • munos. Lidorançn nunca foi subordmar a trole de si mesmo não recalca ninguém e "ma dia se compreendera o , ( r ,r,, rJ ) r,,t .,..-i. l' 4( pelo qu fui puni«do ou prna que a sm tais di ue do qu dora ou qu preferein steu«der a »4 o enredo do que curar ca beca ao nela,", • C,rlo• L,,,.1, Lacerda foi o io político que ouaa ser Per i o, tunto certos, por jso tito errou. isa lutando. Foi cun trator e dvoldor., Dep. Acsr Fartado um cumo bra ileiro, prrtr homenagrra ao grande cidadão que riu tanto à pá. tria e tanto fez por nos a 1- rlarfr. ruluJ, c,,11111 pa•t1Jr d· 1 lioce, prelo cri to que é chamado à cava do pai. E homenagem do putor a ea filho.,. Dom Eugénio Slle Com a morte de Carlos Lacerda desaparece talvez a maior liderança civil de uma época. Foi um homem que se aproximou dos gênios.. Sena,l,,r Dinarle .hri.i: _Pinto a n-a+o de vetar ficando só. Jucelio. Jus rez, Lacerda... AH· o Adliernar me foz folta"· Jãnio Quadros ' TROVA PARA MEDITAÇÃO No inverno os galhos ressecam A alma triste da planta Na vida ns flores se •ecam E n chu,·a chor11 e não canta. Saudação à Alvorada Carlos Lacerda ' Foi divulgado um pe queno bilhnte do t'X-gO· I vernatlor para eua miie, no dia em que embarca va, exilado, oarn Cub:i. logo após o golpe dado pelo Jlar~cbal Lott, em 1953. A carta foi escrita ainda na Embaixada de Cuba, no Rio, num cader no de autógrafos que é uma vereia d eira reliqui.,. de família. O bilhete é o 6eguinte na íntegra: "Rio, 16 de novem bro de 1955. :i1ínha ma mãe, que Ih~ po6so pe dir que a senhora jú não me tenha dado? A vida, o exêmplo, n inspiração, o amor, nada me faltou. Sou um homem feliz. Tenho por mim a fé o l'! esp:>rnnça. D:.m-me. a 2c nhora, 21 caridade vinda das mãos de Deus. 11.:•m,., está o seu consolo e a sua reC'ompensa. Toda a sua vida tem sido a conforruaçii.o com u brutalidade doa fatos. Hoje, mais uma vez eles se impõem à. nossa von • tade. O chamado gover no do povo, pelo povo e para o povo está trans formado no governo dos traidores, pelos traidores e para os traidores. Vou continuar a lu ta. Conto com a sua pru dência, a sua conlianç:i, a sua certeza no seu fi lho que lho dehm e3t.: beijo de amor e de gra tidão. Carlos··. W--<i-11 ,Jardlra • Mt. Correio Jardlo! u ------------------ 11 !l 8 l . -COMERCIAL GUIIVIRI REPRESENTINTE LTOI . TRITORES VILMET E COLHEITADEIRAS IMPLEMENT S / •• ÍCOlA S @ SLC ,..,. l 1 1 DEIRD z MÁQUINAS QUE COLHEM LUCROS Indústria Brasileira - SLC Ter uma Colheitadeira Automotriz SLC é pos suir uma máquina que colhe lucros e também representa a conquista da tranqUilidade e se gurança na hora da oolheita. Pois com a SLC está uma eficiente rede de Concessionários, à cilsposição do homem do campo. Gente que, como você, está preocupa• da em assegurar a sua colheita. 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Esló-so informado que, brevemenle, chegará ao Congresso Nacional a men sagem concretizando n docii;ão referida em termos legtlls, atra v<, de Lei com plementur. O Interessante que muitos da quales que, enfáticamente, diziam-se con tm u criação do novo Estado. aqui mes mo na Ofimuro, hoje, arvoram-se até u alluglr posições de relevo nu virla pulítlca admlnistratlvu de Muto Grosso, daudo u lmpress!lo que núo se recordam que uté 3 de mio, agressivamente, mun!f P.stavam SR, contra n criação do novo Estado. Os Anuis da Cítmuru e os pronunclnmeu tos publicados, não nos deixam faltor com a verduda. É lntel'essunt9, portanto, ver ele a falta de coerência dos inusltadoR ci dndões. Ontem erum contra e agora de i;aj'lm nté, co-no jó. disse, num comporta meto incoerente atingir posições, qucnu do de falo eram, no momento, nlío são mais contra a política prt:iconizarla pelo Governo Federal. Ilojil é foto cons11mndo. nào hi dúvida, o criu ção de mais um novo Estudo llrasi!t-iro o de Cam po Grande, Tanto Mato Grosso, como Campo Gran de ,levem ser lidcnulos pol11ica e ndministrnti'Umen· te pelos lideres políticos que desde a primeira hora, de público, sem ronstraugirncnto, dcrlnram· e a favor do medido, aliás cios urni~ s{,bias do Pre,idcnte Geisel. Pnrahén~, Sr. Presidente Gei,;rl, pela decisão fato dos mais importantes nn História Pátria de,- ~ 1 cs últimos tempos, com notáveis vantagens, no setor de igurança e Desenvolvimento, não só dos dois Estdos, como tnmbfrn para todo o Ilrnsil. Vivam os dois Estudos, Mato Grosso e Campo Grande. duas futuras grandes Potências, lo coex to brasileiro, no setor do progresso e desenvolvimen to <ln Pátria Comum. Senhor Prc,idente, Sr;;. Deputado~, o princi pal motivo, no entanto, da minho vinda u e~te microfone, é outro, isto é, assinalar o foto dolo roso de saber-se que mais uma vez, a Petrobrás não toma conhec-imcnto de Mato Grosso, do Cen• tro Oeste de um modo gemi e e•pcc-inlmcnte do Pantanal Matogrossense e Campograndense, para áreas de pesquisa, através de Contrato de Rico ou pela própria Petrobrás, que ena _saiba, de Petró leo. Já discursei, desta mesma Tribuna, alertando e protestando, junto a Petrobrás, ao Governo Fe dcrnl de um modo genérico, contra essa pré·indis posição, com rcferêt~cia u pesquisa do imenso ter ritório matogrossense e cmnpograndnse e da re gião Centro Oeste, destacando-se o Pantanal, co mo rea que deve possuir imensas reservas petro llferas. Lança-se a licitação, dez novas arcas, to dos menos uma na plataforma submarina e a re gião Centro Oeste, nada. Fiz, aqui, 3r. Presidente :irs. Deputado•, longo pronunciamento, n ano passado, juntando provas de que. e x 1 •. t e tu inàicios concretos du existencia do ',ouro negro", na imensa planiGie, intitu- ladn Pantanal, no Brnail e 110 Parugual, chumada Chuco. ,Jú AC' provou que no CIJnco que ó o Pantanal no Paraguai, há rwtrówo, mur-:. rio Brasil, onde o Chnco. churna-1.10 Punlunul, não cxlslu, o mesmo cuso dá-se quanto a I3o!ivlu. Hó Petróleo nos unteplunos bolivlu nos, bom como no Chaco Hollvluno, muA no Brnsil, nüo existe, ou melhor ounca ele falo, foz.se, pelo menos que eu sllba, um trabalho sério de pesqulu e pros pecçiio na referida roglâo, antigo Mar dos xarúls, com aproximadamente 300. 000 kms. quadro dos. A imprensa escrita, falada e tell'l visada, faz poucos dias noticiou que o projeto rudam, constatou manancial pe trolífero, na Ilha do Bananul (região Cen tro Oeste). Nilo me consta que u Petrn brás, através de Contratos de Risco ou por ação própria, irli. implautar nnqueln Ilha, aliás, a maior Ilha fluvial do mun do, uma base de perfuração, ou Reja im plantação de uma infraestrutura da pe trobrús, objetivando atingir o ltmçol, eon~tatado pelo ProjGto Ra<lum. Parece nos, que bá uma certa obceçri.o da Petro brás, quanto as regiões riu costa atlllnti co, num Pistemático, poslclonamnto, de dnr as cotas para o interior brasileiro, quanto as pesquisas do 'ouro negro" fo ra du plataforma submarin,L Se o Pan tunnl foi como se afirma um grnndP Mar interior no passado, por que, me '_'Deus do Céu'', núo se pesquisar a grande área? Se a Petrobr2s não po~sui condições de exercer esse trabalho, por falta d e con dições próprias, que o faça, através dos Contratos de Riscos. O Supremo Arqui teto do Universo, não teria sido tão pa drusto, pura com o Brasil, determinando que a nossa Pátrio, teria que er uma Ilha, cercada de Petróleo por todos os lados. Registro, Sr. Presidente, rs. Deputados, mais uma vez, em nome do povo matogros,ensc e cam pograndense, o protesto, o desencanto e mesmo a n•,':'olta, contra a Petrobrás. pela sua atitude de <le!conhcccr, '.'.!ato Grosso, o pantanal e u região Centro-Oeste, como prováveis áreas de ricas pos sibilidades de encontrar-se Petróleo. Que Deus. ilumine a inteliência dos técnocrnta• e burocra tas dn Petrobr:is" dando-lhes mais ngili<lndc, ação mais rápida, menos papéis e rntilezas jurídicas no concretizar-se os Contmtos de Risco, ganhando se tempo, na pesquisa e prospeção das regiões ci tadas. E preciso lembrar-se que existem vezes que u, primcin1s impressões uiio são funir:í'tis, que através das pesquisas convencionais não existe o produto numa, vamos dizer, incoerên_c1u da pró pria natureza, que no caso, em especial, apresen tu-se de forma diferente, fugindo nos preceitos ci entlficos rí"i,los pré estnbeleci<los. Não seria" o caso do Pantanal? e jli se fez al- gum trabalho ou algo parecido e não foram boas as perspectt'ns. por que nao se pnrttr paro outro forma, talvez, no terreno, nbanclonnndo a prática e n teoria, já comagra<la? Não nos entra no cabeça. como se diz vulgar• mente, que ha,·enr da Hegi.io Ceu tri, Oeõte. Deputado Gastüo Muller li,., Com presença de mais de 30 pro fissionais de Jmpreosa, que reuniram-se na tarde de ontem no ealí1o do. Câmara Municipal foi fundado o Clube de Impren sa de Dourado11 CID tendo sido eleito. sua primeira diretoria que ficou assim cons tituida: Presidente de honra. Dr. ,Tosé Elias Moreira; Patrono Armando da Silva Carmeleu, Presidente Theodorico L. Vle gas; Vice Presidente, João Na talicio de Oliveira; 1 o secretário, Clcero Faria Li mn; 2.o Sec. Valfrido Silva Melo; Tesou reiro, Nelio Kegler; 2.o Tesoureiro, Jor· ge Prata; ConsAlho Fiscal: Wlademiro Muller do Amaral; Jorge Antonio Salo· mão; Júlio Almeida; João Rícco e Mar co Antonio Cunhe. Departamento Social: Albino Mendes; J. Alberto Merino; Valter Lombarde; C.ulos Alberto de Ma.tos Oli veira e Vander Verão. Assessoria Jurí dica: Isoac Duarte de Barro ; José Mar ques Luiz; Ayrton Barbosa e Altair da Costa Dantas. Departamento Feminino: Imern Fedrizzi; Adlles do Amaral Torres'. ! Elizt1 Rosa Ramlre ; e Isaura Merino. Diretor do Patrimonio; Sidney Gomes. RelaçõeE- Públicas: Ezio Moreira e llau ríci o José de Oliveira. Escritório. "üliança" de Declaração de Rendas-Pecuarista-Contratos Registro de Promissórias - Recibos, etc. Rua .Marechal Rondon, 419 - Jardim - .MT, 0M! Jww que diw+:P" de e receberá, provura acha rás, bate « a porta se abrirá. l'or intermédio de Maria vo«· ta agrada mie, eu bato, pro caro e os roo que tinha prece cja atendida: (aencio na se o pedido) Oh! Jesus que dise»te«: Tudo o que pedires ao pai n menu nome, ele tender" Por intendio de Maria, os »a agrada mie, u bailde. mente rogo ao voo pau em nome que minha oração ja ouvida. (menciona-e o pedido, Oh! Jerns qur diucatn: Ü céu C li ltrfll p.uFnrno, mu• á minha palavra nio passará. ,,Por inlcrmédio de )fnrí11 VIH• »a sagrada mãe, eu confio qu minh oração eja ouvida) (m<"ncionm-u, o pedirlo). lleze I Pui Nosu, 3 ave mariu e 1 uive fbinha, Em ca•u ur;cntl'B e.ia 111 - vena de, erá t:r foi ta em no ,·e boms. Mnndndu publicar por ter ulcnn,;ndo vliriu■graçns I. R. M. leia e nssine o Jornal torreie Jardinense íl J o O ponto do encontro da Scclo dade murtinhnese Rua Dr. Correa 2 56 Porto Mortinho Mato Gros&o Produtor do Calcário Bodoquena km. 54 - Rodõvia Jardim - Porto Murtinho "Uma Empresa que • acredita no sudoeste e no Novo Mato Grasso•' Escritório em Jardim - Avenida Duque do Caxias (no lado do'Hotel Oriente) Ox. Postal 08 li As comemornções do Di d Impren w no !rall, no» dla que tranerrem tem o Mentido do eonvocreiio das forens vl vs da oclodalo par uma união de vun tades determinnlas n preservar a lberdu d de informar e de opinar ntruvé do veículos da comunicação social. Não ful tardo os que desejam o retorno a urnu ssitçio vncidn no Início do Governo do prn4dento Ernesto Geisel. Os jorni naquele momento, recuperaram u fula de pois do período de constranyimentos de m memória pra u nossa Histórinu. Gr ça à voz r+animuda do jornais fof mu ti11d,1 o nrnhlunto político rrnclonul, nlto· rundo-se «tu ovolução, ainda que man tidos os instrumenutos característicos du exceção, O jornal foi distensão alean çdu, o grande uente da mudnçu da mbiência política. A distonslo deveu-se t rt•c11pornção do dobnle livre, tl dli-oun rüo ousnda o critica das decl.õos gover uumentu!r. e tios fotos da vidn aéional. A dhitenHfio hoje posta em causu foi o jormli liberado para o exercício de suu funçiio, lndhipenflá vl numa socledude que se quer dcmoct·átlca e plurallr;ta na organlzuçtlo do Poder. Para que a disten são eontlnue sendo alguma coisa slgnifl cutivu, terá da respeitar, antes do tudo o jornal livre de quolque1· polo. que ui: trnpnsse 1u1 exigências do comportamen to responsável. o sistema em que teUioB vivido nos últimos anos, a imprensa e8- tá. naturalmente chamada a ucresceutar, aoR seus deveres de informar e de opi nar, a obrJgação de praticar o poder de Investigação . .e<.; essencial es~e papel do jornal nu sociedada Je massas e nos re gimes dos governos aglgantado11 em su as atribuições ~ poderes. Reduzido ú Oongresso polos freios plicados à sua ação, é rundameutul à sociedade organi zada dispor do jornal como poder de in vestigação, de vlgllil.ncia e de controle do processo decisório govbruamental. Esto processo é a própria soherunln em prática, e, sem alguma forma da contro le público e aberto, o processo decisório converte-se em demonstração de poder com pretensão à onipotência. Nas horas de crise, ativadas por inte- u FI? s ressvs políticos radicalizantes, crescem ns dificuldades do jornalismo orí<'ntndo pelo respeito no fato o à verdade. O ln tereses contrariados pla exposição e crltn cios cnnllltof-1 cerrnm filclrnR pum obter do Poder da Iepúblie o cercea monto da divulação, o sllenelo d cri ticn o a emasculaçio do jornal como instrumento de investigação. Quem quer que pomrnu podcn, público ou privnclo, precl1 entender que a vocação critlea o Inventiadora da imprensa moderna devo ser respeitada e estimulada. Som jornalismo com tal vocação, os poderes se exucorbum e frequentemente violen tam os limites impostos pela ordem ju rídlca estávol. .-o divulgar a ugttução, o jornal nfio fuz n~ltação. Elo, ao contrário, moblllza os vontad11~ que valorlzam a ordem. rO divulgar u conupção, ainda que u van çando julzo1, ole faz recuar os poderoucrn, que assim encontrnm oporlunldude de se con·lgireo:, quando nilo fo1· o carn do serem chamados à responsabilidade pú blica. As sociedades do Ocidente, modela res porque cultivam os vuloroR que estl• ruamos, desfrutam et1tabilidude política mesmo quundo atravessam crises ~oclals. Elas dispõem da eegumnça trazida por jornais senpre dispostos o colocar bar reiras aos excessos e às paixões. Essas sociedades llzeram uma escolha entre do· is riscos: o de terem uma imprensa livre, com o risco de irresponsabilidades que podem e devem ser corrigida, ou de terem uma Imprensa muda e cega com o risco de toda a sncledo.de tornar-se irresponsável por lhe faltar espelho im presso onde ela se vê como elu é. A situação braslleil'a só comporta mudança de orientação que 11mµIie a função descrita dos jornais no encami nhamento da'J questõee que nos assober bum. Tais qur1stões exfatem e só medi ante o reconhecimento público e aberto de 11eus desafios ficaremos em posição de encontrar respostas adequadas a o s nossos propósitos de ordem com Jiber• dado (F SP) Em nornP. do MDB. o senador Lázaro Barbosa emprestou "t o t a I solida riedade" uo Manifesto dos Jornalistas à Nação, divulgado terça-feira nas princi pais capitais do Pais com 2.557 ussinatu ras, e pediu a inclusiío do documento nos unais do Senado. O senador Eurico Resen de, nu qualidade de líder do governo, re bateu os conceitos emitidos pelo mani festo, mas não foi cnntra a inclusão do mesmo nos anais da Casa. Antes d» ler a integra do manifesto, no qual os jorn11fü,tas expre6sam seu incon formismo pela "censura prévia em alguns jornais e pela censura total a que estão sujeitos o rádio e a televisão", Lázaro Barbosa afirmou que "a Nação está can ada e aflita, esperando que o Brasil seja recolocado na democracia que protege ·governantes e governe.dos". Ressaltando que entre os signatários incluam-se destaque dos homens da im prensa nacional, Lizaro Barbosa queixeu se da rev0luçüo, "pelos i3(:'.US 13 anos de existência, e, apesar desse tempo, conti nuur utilizando cs mecanismos de exce cão", em contraposição .o que qualüicou tle "ideui.' democrti tieos que a inspiram" O representante oposicionista uiirmnou que "u plenu liberdade é direito negado pela violência da censura instituciona• lizada de tal modo, que chegou até às escolas de comunicação do pais". Refe riu-se também, à "ameaça do Al5, para publtcaçoes sujeitas à censura plévia". RESPOSTA Ao responder ao pronunciamento de Lázaro Barb<-sa, Eurico Resende fez vee mente prtesto contra o manifesto dos jornalista11, argum~ntando que o documen to "fala icverdades ao dizer que o povo brasileiro não sabe o que ocorre em seu próprio País", face ao cerceamento da informação e da expressão. O líder do governo afirmou que "os granões jorna:s que podem influir no pen samento nacional, como a "Folha de S. Paulo'', o "Jornal do Brasil", "O Estado de S. Paulo", "O Globo", e outros, publi· car diariamente, o que ocorre no País, e, muitas vezes, até abusando''. • Eurico Resende disse que "os jornais tan to publicam e têm. acesso a documentos, os quais muitas vezes deveriam ser man tidos em sigilo. que, por exemplo, ao de bater em plenário o caso Lutfalla, o se nador Brossard valeu-se do noticiário d11 Imprensa, para fundamentar o seu pro nunciamento". COLUNA DO AGRI CULTOR DOE ( S » O A 'R Z IAC/47 Dr. José Alberto Cotrim Há 4 doenças principais que infc l m os arrozais desta nossa região sulina. E são elas combatidas no campo pelo ugrlcultor usonclo defensivos caro e u plicação paciente tudo fazendo p:nu sal var sua colheita. O controle natural dessas doenças, mais econômico fie~ requerondo upenu • um pouco mais de compreensão que o con trolo empregando substancias químís u ma vez que nem sempre uma ou duus a pUcaçõos co11Reguem débelar a doença. Temos aMsim a Bruzono, u Hl'imiutos poriose, u Cercosporiose e o Oidlum. De.; sas a de mais fácil distinç/lo para o téc · nico de campo ão: Oidium e a Cercosporiose que atinge principalmente as voriedades tardias po rem constltue uma doença de ntlo fácil distlnçilo. Dos restantes a dlsllnção técnil!a enlrt' uma ti outra não é fácil uma VAZ que os Rintomas se assemelham na planto. ataca da. Havendo necessidade de distinção se ria melhor enviar amostras infectadas a um laboratório de fitopatologl!i o aguar dar os resultados. O fungo da Helmintosporloso é mais resistente do que o da Bruzone e parece que este ataca muis a planta afetat:Jdc a produção das espiguetas dando grãos chochos do que a HelmintosporiosP que se manifesta nas folhas e consequente lambem na formação dos cachos mais tarde. Portanto tomando por base os livros que u bordam este assunto, pode-se dizer que arrozal infectado por essas doenças apresentando grãos chochos é bruzone pe los seus sintomas. No entanto classificação correta sómen te um laboratório pode apresentar atra véh de seus mestres e aparelhos. Todos eles são Deuteromicetos e sua classificação pode ser baseada nas fruti ficações de acordo com a tabela esporo lógica de Sacardo. Todos pertencem a mesma ordem sen do que 2 deles pertencem a familia dos Moniliacae e os restantes são Dematíacae. 2 são fragmosporos. a da Bruzone e Helmintosporiose, ternos um amerrosporo e finalmente um escolecosporo o da Cer- cosporiose. • Portanto pode ser distinguido com al guma facilidade sob a lente de um mi, croscópio de algum laboratório aos o lhos de algnm arguto observador técnico. São tambem suas frutificações diferen tes uma vez que nos primeiros elas são livres e claras enquanto aquelas da fami lia Dematiacae são tambera livres porem escuros. • Neste ensaio feito nesta cidade com ini cio em 28/10/76 foi registrado dia 7 /1/77. "Presença de Ht'lmintosporiose e Oidium, plantas bem permadas porem não se de senvolvenJ0 bem apresentando alto grau de infestaçc10 . Portanto os 67 dias de vida estavam os canteiros contaminado:- a as plantas apresentando deficiência de desrnvolvi mento normal no campo já havendo que da na produção. Sabendo que o arrozal não está apenas sob a iuflaência de doenças e que as pra gas constituem um fator maior de queda de produção, no final do ciclo o rendi mento é pouco e o agricultor se deses pera culpando suas terras e a região que é imprópria ao plantio ou ao ano que náo é de arroz. No próximo comentário abordarei o us sunto de camo conseguir um controle na· tural dessas doenças e outros teguirão a bordando as pragas que assolam o arrozal fr 9 l"i et Pdrossian pelo Al·S C mpo Grade 'T) O ex- Governador de {a- to Grosso, Sr. Josó Era pelli, disso ontem que o Governo federal deveria complementar as Investi guçõe obre ca+os de corrupçõr prntlcados pe lo ex.Governador Pedro Pedl'OBsinn oo prríodo d 19GG a Hl70, 11 bUHJ) ndcn do sous dlrPllOR politlco, por 10 ano , com b, se 110 JI-5 p ra evitar que rio retorne a vida públi- ca e volte a corromper". O ex-Governador José Fragelli salientou que nos ú!timos meses, com a e fetivação d1 divisão do • Estudo, o Sr. Pedro Pe. drossiun faz o possível para aparecer como um líder carismático em Cum po Grande, "fato qut: nào pode i;er levado em coo- ' &ideração, porque o Sul de Mato Grosso é rlco em llarança políticu e possui el&itorudo inde pendente. Sobre as denúncias fei tas pelo Senador Mendes Canulle eontra o Sr. Pe. dro Pedrossian, () Sr. Fra. gelli nssegurou que apó ia o parlamentar arenis ta, "pois o Governo não deve, em hipótese hlgu ma, permitir a presença de corruptos, sejam d Arena ou do MOB, na vi- da pública". Julgo con- j venlente o Governo pros- .. 1 seguir com as operações i de preferência atra,é / de um nrgão oficial e i dôneo, como a CGI (Co missão Geral de Investi gações) As investigações ren· lizadas pelo Governe, o bre o enriquecimento de enador Orestes Quércia (M1DBSP), Da opiaião do ex - Governador, mos tram que a Revolução está fazendo o possível parn banir da vicia públi- • ca os corruptos. Por jsso, deve continuar na sua missão, sem observar Partidos politicos. Se o Sr. Pedro Pedrossin er- , rou e corrompeu pred· sa ser punido com base no Al-5. As lideranças da Are na eoafirmaram que na próxima semana deverá ser divulgado documento contendo uma série de provai; que incriminam o ex-prefeito de Campo Grande, Sr. Levi Dias- do grupo Pedrossian e o colocam como pessoa "que enriqueeeu mais , depressa e em menos tempo que Orestes Quér cia." O ex-Governador Pedro Pedrossiun não foi encontrado em sua resi dência no bairro do Js.r dim dos Estados. l'ma ero pregada repetiu, apens, informações antenores. "Ele viajou para o inte rior'·. Continuar navegando 26_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº26_05_06_1977 28_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº28_28_06_1977 Voltar para a lista de itens