31_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº31_26_07_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título31_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº31_26_07_1977Número da edição31Data de publicação26 de julho de 1977Número de páginas6GeoCoordenada -21.487135228005613 , -56.150474185125205 Documento 31_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº31_26_07_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto cão C ,"I · is're o cre:icin deste grande emp radore.. 5nua- (( ' • ORJIVAPl Fundador, ivaldo Pereir: 26-7-77 Ano 1 Mt ti e o SIM li Agências nos Estados de fvato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal (Brasília) D lID LEITO si 9 Jornal Guio ±;di1e1se DANE E PREÇO DESTE EXEMPLAR CRS 3,00 A partir <li.: nt tigud:1 crise em termos de pe cuária e que as autorirlades governa mentais diretamente ligadas ao proble ma devem adotar medidos urgentes de socorro, antes que o País passe da cou-. diçüo de exportador de carne à condi ção de importador. Lembrando que devi do à conjuntura econô'Uira nacional e mundial as distorções para o setor são inevitiiveis, as fgurou que ''a pecuária tem sido a maior vítima" dos programa governarneotais de combate à infl!!çüo. "Hoje, a Sl:lspensão de crédito para. o produtor, para a. pecuária, é um fato grave Muito mais grave, porém é a in suficiência gritante de preços para os produtos do setor", frisou Italivio Coelho, ussin·llaodo que os custos de produção não foram contidos a tempo e se torna ram elevedís,im0s, o qu~ tem impossibi litado, nos últirnc,s anos, aos pecuaristas, o de·envolvimento normal de suas ativi dades". Na i-ua orinião, o pecuarista;-- atual mente, "é um prcàutor desesti.:nulado'' e que "isso rep,esenta inevilavelrnentil um rebanho sbandonado, de baixa produti vidade, um maior abate de fêmeas para suplementar !IS neces idades de numerá rio. o que vai comprometer, num futuro muito breve u cap l'id de de produção nacion l". entre as atuais deficiências da pecuária nacional, o senador, pecua rlsta de longes anos. situa falta de as sistência médko-Yeterini'lria. o não rama nejarnelllo das past gens e umn série de outrns dificuldad s, ··enfim. um conjunto de coisus qua st importundo em declí uio do rebanho". Após traçar, rapidamente, as principa is dificuldades da p e e uári a brasileira. o senador Italivio Coelho deteve-se es- pecificameote na situação atual do Pan tanal Matogrossense, assolado nos últi mos tres ano por violentas enchentes, que redundaram numa redução assustado ra da capacidade de procriação do que considera-se o maior centro de cria de ga do de corte do mundo. e garante que, se a té fim do ano de 1975 o Pantanal con seguia exportar 300 mil reses diretamen te para abate e outro tanto para as in vernn.das, a partir de agora terá coocli ções de prover os abatedouros e centros de engorda eom pouco mais de 200 mil reses, o que vai refletir consideravel mente no paoorcma nacional, fazendo a carne a tingir preços elevadíssimos. Essa quPda, eguoào explic-ou, é decorrente não só das inundações, mas da crise que envolve a pecuária bras_ileira. No caso es pecifico do Pantanal, as cheias colabo raram muito para a diminuição, já a par tir do segundo semestre, da oferUt de gado. Isso porque os criadores, além da perderem cerca de 2o por cento rlos ro bnnhos nas inundações, tiveram cerca de 3o por cento das matrizes enfraque cidas que ubort.aram ou simplesmente não entraram no cio, interrompendo o ciclo normal de reprodução. Nesse caso, urna matriz que há dois anos não pari nenhum bezerro, só voltará a uma boa fase de reproduçiio em caso d9 não o correm novas inunrlações, no próximo a no: ou sej., só dentro de quatro anos é que essa fêmea colocará em condições o primeiro animal parn abate, levando• se em contu quase um ano do gravidez e outros tres para o crt·scirner::to do ani ma.!. Em sint,i's , a:i"e fator representa que a pecuaria nacional so.frerà urna re cessão ainda mais aguda nos pr6ximo1 quatrn anos e que só urna tomada dt posição urgente do go,·erno federal evi tarà urna crise ainda mais prolongada. p s À fü1p11nho., m primeiro lugar. cube a glórin do primeiros povoadores do ter rltório Sul de Mato Gros, resumindo-se, porem, esta glórin, únicamente, n fun daçfío da Colonla de Maracajú, em l.538, cima do snlto das Sete Quedas, n uma Iézun mais ou menos desta e da mrgem direita do rio Parnná, dndo que Xerez. à murem esqurrdn do Hlo Miranda, te ve vidu efêmera. Gu1nuí, em 1579, percorrendo o.e; pluni ules do alto da serra. que chamou Planí cie do Iguntemi nada contitru!u em nos so território. Oi, ,Jesuilus com suu capital em Santo Inflclo Maior, sltuadaR nns vertent,•s do Tf>bicuari aflueoti> do Rto Paraguai, iam a Gualra e de lá, vinham pelo alto da erra de Maracujá, tambem nada cons truirm em nosso território. Os bandeirantes paulistas, naR sua" pe netrações nesta parte de território pátrio, nenhuma bPnfeilorla fizeram. E de supor se que assim acontecia, pe la faltu de confinnça ou garantia, n1 es tabilidade de qmtlquer povoado que vies sem de rundar nesta parte do solo brasi leiro, quer de urna. quer de outra parte. 86 em 1766, e,;sa confiança velo de firmar-se, mundando o Morgbudo de Ma theus fundar a vinte légu11s do rio Para· ná, à margem esquerda do rio lguatemí, colonia militar deste mesmo nome, a provada por carta de 22 de março de 1767, uma atalaia, como dizia, para ver o que se passa em toàos esse11 sertões, até o rio bauJui, que, como Re vê do capítulo x foi det1truída pel11s forços es panholas, em outubro de 1777. Chamou-so ela antes, Cachoeira dos Prazere11, Nossa enhora do11 Prazere11 de lgu11.temí, Praça de ossa "enhora dos Pruzeref', iio Francieco da Paulo do I guatemí, e, finalmente, o de Colcnia Mi litar do lguatemí. Antes da Fundação des t.o, Colonia, estiveram por cá Antonio An tunes Maciel. André de Zuaega y León, P11scoal Moreira Cabr11l Lemes. mas em simples diligência. Só o último, emrnra do pouca duração, teve um campo en trincheirado nn região do Xerez e oiten ta canoas no Rio iliranda. Em 1776. João Leme do Prado, por or dem de Luis de Àlbuquerque de :Iello Pereira e Cceres, fez o reconhecimen to do rio Mbotetei, mudando o seu no me para o de :'llondêgo e o Uacago, seu afluente, para o de Aquiiauna, escolhen do um lugar, um ;ioueo nbub,:o da foz do HibPirão albra, parn um estabeleci mento futuro, o que niio se realizou. Outra expedição nessas paragens sob as ordens de João Lemes do Prado vol- tou rnaiR urna vez, em 1783. ' Eru 171:!3, Cândido Xt1vier de Almeida e c,nza, falecido em 1831, em São Pau lo explora o rio lgurei, até a sua cabe ceira, na Serra Caguassú, mas, como os o'ros, nada edificou. Em 1786, Ricardo Franco e outros des cendo o Rio _Paraguai chegam u Baia Ne- o E 6 o 1 6'> foi runctnctn a olonl . llliu r d ra._ datt_dando volta.. , {";ás, qu « «ruída ·_1864, to! te- Em 1797, Caetana Pinto do M1ra_adu eon tru_[da m junho d 18, ~- Montenegro põe m execução o projt0 eito estes estudos históricos, pode· de Luiz de Albuquerquo do Melo Pere' os em [uc dos mesmos, precir na ra e Cdceres, maadando fundar à maF a ordem cronológica o primeiros po em esquerda do rio Moudêgo uma CO odor habitantes de cada municipto loalu mllitur, que denominou Presidio ~e iiiaíi, o«i ·nt@ ws assou ao no 4 %',"z À!" "{"; e o ""!É, ar te 1845, o sr. Henrique voado joga_com_os mi ntugos da co- R d ta do BrnRil ''Maracajú", fundado em de Beureparai iohan, natural do io e 1538, por ordem rle Ooru!~gos Murtioez. Janeiro, tendo percorrida parte deste ter- !mia lugar tt>nente de ,Joao Ayola, acl ritório, no eu regresso à Cuiaba, upr? a do sulto da« S2te Quedas, a margem sentou as suas exposições do Estado p9 j~reita do Rio Paraná, mi distancia de lítico, militar e moral do baixo ParU!' na légua, na latitude austral do 24. nas quats, declarando que a populaçd! $ 30 e na longitude, meridiano de Paris total de Mirnndu, Comopuao, Anbaadm, de 58.º12'1, destruidu em 1676, pelos bau· Vacaria em conjunto era de 4.498 babl- t d tntes, 664 clvilizadoo .e 3. 34 índios, se deirantes pouli·tas. assunto traalo no conclui. que toda esta faixa, naquele a- Cupitulo X neste modestio trabalho, no continuava em completo bundono. de aparecendo com ela t-ida n qualquer Foi nesse mesmo ano de 1.845, de 21 ocupação espanhula, em nosso território, de agosto a 1 de agosto de 1847, que para quase um lléculo depois começar Joaquim Francisco Lopes, minAiro de dos Portugueses. Foi em 17G6, que 0 nascimento, domiciliado em Saut~no. de Morgado de Matheus mandou fundar 8 Parnnaibn, preposto rle Barão de Aeto- Colonin militar se Iguatecni a margem nina e Joúo Henrique Elliot, com alguns asquerda do rio do mesmo nome, a 2 0 compunhe!ros, encentavam cinco excur- l!gu,is da sua fóz, no rio Paraná, essa ções nef'tas p::iragens, para abertura de destruida pelos espaahói • a 27 de outu • uma estrada já projetada, ligando São bro de 1777, o que levou esta zona a Paulu à Província de· iIato Grosso, via continuar em completo ao ' nano em Tibagi, (hoje Puraná) Paranapanema, Pe- moradores, sem habitantes, a por roná, Ivlnbeima, Brilhuote, Nioaque Miran- muitos anos. Depois desses ft ' 1uPm o da, concessão feita pelo Presidente de primeiro a fixar-se no _terr' • hoje São Pu.uJ() aquele llurão e depois pelo munictpio de Ponta Pora, n110 'ª pode Império, por torça do aviso de 31 de Ja- precisar. neiro de 1 49, publicada no Diário do Rio Parece-nos no entanto, que foi o de Janeiro de 5 ue Feveriro Jvug-ens. Ain1la que na militar. 'ão duvidamos que a colonia mi· intenção de urna posse das terras per- lilar de Dourados tivesse começado com corriàas. tais incursões por ordem de Ba- 10 colonos e uma pequena força militar riio de Antonina, mutto cooperuram pa- não em t 31, mas em 1862. ra o povoamento do nosso território, ain- Naquele "no de 1 31, na data referida, da que algumas partes dele continuaf,- houve apenas o Psbôço de um projeto, sem despovoado por muitos - anos. para cuja execução em 1 56, • partiu de A 29 de junho de 1 50, u mrgem es- Cuiabá a fim de explorar a região, o querda do Rio Paraguai; é fundada a co- Capitão Francisco Nunes da Cunha, que lina militar ''Fecho dos Morrus", que te- come já ficou dito linhas atrás, escolheu VP. vida efêmera, destruida como foi lo- um lugar apropriado á fundação da colo go depois, por forças paraguaias, ao co- nia projetuda. Ponta Porã, quando desta mando do Capitão Vila Mayor. exploração, ainda não tinha um só habl- Ern 1856, o cap.Francisco Nenes da Cu- tante, ·salvo aqueles habitantes da região. nha. por ordem do presidente da provin- Logo depois da destruh;ão colonia de eia de Mato Grosso, explora as terras lguatemí o município de Ponta Porã vol- Cabeceira;: do Sunto Antonio, Santa Ger- l ' trudes, Cachoeira, Santa Maria, Dourados e escolhe um lugar em que mais tarde, (Continua ... ) •• Adeu ... No voltar j mnh, nl H ·i rl'COl!l ç r i'oL rln !nul!l, n o vle a pena tentar, o. ·« julga estar nn pudes tral, e eu subordinei-me 11 t•:- f!llfl rva. a s você, tu]vez se. tiu.s mal servido re solveu fazer-m notur ser demi para você Ateus... 11í.o chore peln minha falta, por que nunca 1or riste quando u estava presento Não julgu( -ma uma santa, para não sentir-se um Demônio, um Demô nio que eu amo, um De mônio que eu sempre so nbel tê-lo comigo. AdeuR ... Mas respondo-me !or rindc, comprC'enda o si• gniflcarlo de8tus pala vraa e procuro ni.i.o fitar-me 1 Do8 Olhos, para não ver a gota límpida e criat- ] lina que colará em mi- nha raco : ão ... não dê-me o úl- , limo beijo, por que o sen· tirá amurgo; amargo de I sofrimento, amargo de saudade e sobre tudo de muito amor. 1 1 Não ... não adianta, não é dois corpos estira· 1 dos maltratado9 e desu• 1 nidos. A ieus ... Nada mais nos une, nem mesmo 0 nosso 8 mor por mais forte que de foi, ele matot:·!1º 8 1 de tormento, derilus0e, e principalmente muit& saudade Não chore.. . simples mente adeus ... Olga :'IIª Borges G.LL Alexandre Carneiro perdeu os documentos l dentidade, carteira de • reservista, carta de re- l servista, registro de aF mas. Rua Maracjú S JARDIM- M'l'. labe s Lopes Materiais para construção, Made:iras em geral, cal, telhas e tijolos - Atacado e Varejo Rua 14 de Maio S/N Jardim P a e 1 Mato Grosso Jarrllm - 1t. Cor• _________________________ ....., :..;_ _,_ ,_, _ 777 • o ,-------------- -- 11 MA {] COLHEM Indústria Brasileira , » Ter uma Colheitadeira Automotnz SLC é pos suir uma m:íquma que colhe lucros e tamht'.m representa a conquista da tranql111idade e SC· gurança na hora da colheita. Pois com a SLC está uma eficiente rede de Concessionários, à disposição do homem do campo. Gente que, como voc, esta preocupa da em assegurar a sua colheita. Assistência Técnica com profission::iis alt::i• mente especializados, treinados na fábnca e sempre presentes na hora da colheita, com peças originais que asseguram a garantia e qualidade SLC. Você que pl:,nta soja, trigo, arroz (mesmo em terrenos alagados, para colher com esteiras), milho para colher com a nova Plataforma de 3 ou 4 linhas» ou outros grãos, encontrará um modelo de Colheitadeira Automotriz SLC (do tamanho de sua lavoura) e seus opclonai, que lhe proporc10narf,o tranqll!l1dade ho;c e a certeza no amanhã. 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Em II, obtendo do Governo Imperial, pelo Dee, w B8799, de nove de dezembro de (B!, per misto para e»ler erva mate nos terrenos devo lutos da fronteira vom o Paraguai, entre Hineão de Júlio e as cabeceiras do rio luatcmí, 'Tomíz La rn11g.eirn ,rio tlt, ''ºº/H"rur n,, lHJOrlH''""'º de Po11· ta Pori, estabelecendo-se à mrzem direita do Hio Vrrrlc, 1'11111 Ulllll cnrr ln dr hnis. qut· rrc-rlw11 d,, patrão em pagamento de seus serviços prestados COllltl Ó e111pregnclo "º IIIC~IIIO, 110 fo, lll'C'illH'lllO das tropas brasileiras em operação, na guerra do Paraguai. Foi com e+ta carreta que 'Tomiz laran eira, homem pobre, afeito no trnhulho, deu co- 111rço em pessoa, à elaboração da erva mate no município, conduzindo a ao Porto Murtinho no Hio Paraguai, onde dela dispunha, vendendo-a. Co111 o correr do tempo, aumentando sempre a sun forl una, corncç,:,u nfluir gente ti!' todu,; u, par te» a estas paragens, brasileiros, paraguaios, argen tiuos, todos empregados na elaboração da erva rnnte, de ~orte que, o que um só homem encetou, constitui hoje a grande Empresa Mate Larangeira St A d a q u n I s ii o p r i II e i p u i s sócios o Cap, leitor Mendes Gonçalves e o seu filho Fernando Jorge Mendes Gonçalves. Depoi de Tom(1z Luranj(•irn, fixurum Jomicílio no ~luniclpio, Atliio til! llurros e um senhor Quci r6z de Tnl cm lmpeurn; José Firmino ,·m ,1uum baf; Olimpio Monteiro e Emilio Calhau,_ em Pon lU Porã, Gnbriel de 1nl, cm nllln V,rginrn; fo máz Peres, cm Silo TomiÍz; Joilo Vltor nn Fazenda Purniso, .lnnocl Pinheiro, 11<1 Fnzentlu Siio Gabriel, de sorte que, uté o uno de 1091, eles erum os úui CM moradores uo município de Pontn Poril. aquele nno de 1!!91, foi n popnbçào tio muni cípio numentndn com a cheµadn de Cnnstnnti110 de Almeida e seus filhos Zeforinl' e Jncinto de Almeida: eguiram-se nos anos seguinte«; Maria Joana Perefra, Marcelino Jlnciel, Joio Antonio cln Trin· dade, Francisco ílosP do Conceiçiio, Verdclino ild• décn, il11no1•l Moreiru etc. l!.m l!.l97, entrou pnru n município o ~lnjor rc• fnrmndo do exército, Francisco Marques Tury Sc rejo, comnndunt!o um contin::ente policial, o pri rueiro que vem II esta fn,nteirn. Dos seus descentlcnte~ ,,xistcm quatro no muni clpio: duns filhos domiciliudas nesta cidude, s,10 cnsadns, uma com o ~r. Lourenço Gumes Montei ro e outrn com o Sr. Abel Limu, umnbas pessoas ronc.:ituadns no nosso meio. Pela rrsolução n 255 de 10 de Abril ,Je 1900, Ponta Porã foi elevada à cate::orin ele Distrito tle Paz, sendo o seu primeiro Juiz no.neado, o capi tão ]uii? Antonio dn Trindade que exerceu por onze anos contínuos, e cm l9l 2, pela resolução n° 617 dr l8 de Julho n de Munidpio, sendo elei to eu primeiro lotcndcnk, o ciclndão João Pon cinno de :'lutos, natural do Rio Crandc do do Sul. Em 19Iii, peln Lei u.o 721, de 23 de setembro foi Pontu Porã cleYatla n Comnrcu, com os limi te, constnntcs da respectirn Lei. Imtnludn n 13 de Junho do uno se:::ui!!te de 1916. Hoje Ponta Porã, dcpoi, de Campo Grnnde e de Corumbá, é n primeira ci,ladc do ui do Estndo, tendo tido diversos Jornais; O Sal. A Folha do Povo, O Ponta Pori'l, A Fronteira e outros. A ci dndc couln com uma populnçiio superior n cinco mil habitantes, o iluniclpio 11tU11lmcntc, com lo mil habitante•. • , ,Lu rnperficie é de 29.ooo 11uilomc1ros qnn draclos, mnis on menos. Esté pequeno trabalho já se uchaYu no prr-lo, quundo pc.ln Lei u• l:JI, de 8 de setembro. publicu•b no Diário Oficinl elo Eotn do. de 5 de outubro deste uno, foi criado o i'llu- uicipio de Amanbai. . . . Perden assim, o mu111cíp10 de Ponta Pora mais est.a parte de seu território e uns 15 mil de seus habitantes. i11 R A D A Miranda começou a ser verdadeira- mente pvondo, m 1797 com fundi.- go d» Pre fio do m mo 00te. , ão e leva em conta a históru Xerez (J roes), d s ·panhoes, fundada em 150 pelo célebre Hui Dia M! rej» às. margens do Mboteteí, como o primeiros h bitentei desse Município, visto qu abandonada em segaid a ua fundação o Rl'll mordorus nrio pod m, a: im, 1ier co111;irlcrudoR. ,João Lima do Pra do, por •m. n .. u fllUJR uxplor1lÇÕPR pt'11111 rior, .. 11 'UIH1H e Aquidau na, em I776, procura de um luit,ll· pnra l'undar. uma colonia milil'tr do varndouro desto último uo Anhnn dui, por omde antes varavam os pau]s tas via Cuiabi, arrastando por t rra as uus canoas, aban lo vndo em 173j, em treoc do Pardo, Campu4, Coxim, mis convenient aqueles destemidos d sbra vacloreR dos nossos i.;erlõus, Rupós ter descoberto vestigios da antiga colonia castelhana, um pouco abaixo do Uaco go, como era clrnmndo o Aquidnuna. Ab:rnrlonudH, como fui, em seguida u sua fundução como já fir,ou dilo, im pos fvel s ritt a coMervaçüo dor,; Peus vestígior:1, pnr tão lurg•) espaço, quase duzentos anos. Demais, Antonio Rapo ·o Ta vare , () seu suposto destruidor, nüo d<'sceu o riu Miranda. Pelo menos não dizem os fatos. O que eslá provado é que André Fer□undes. em IG4 , repolido na região de Xerem, quando do ataque a Terec nhi e de outras colonias espanholas, banhudas pelas águas de Jejuí, pct' for ças partidas de Assunção, recuando, subiu R. serra por ond llavi& descido. Unindo-se a Antonio Raposo Tvares no alto da serra de Maracajú, tomaram ruu10 Norte, acreditando-se que na Xeres foi por ele destruiria, foi u fundada em 1593, pelo llistoriudor Rui Dia de Gus man, no rio Pardo. Não foi, portantu, o Xeres o vestígios encontrados por ,João Lemes do Prado, abaixo da [óz do Aquirtauana, no rio Jliranda. Projl'tada <'ffi 1770_, p0lu então Presidente da Província, Luis de Albu querquP de Melo Pereira Cáceres, foi o presídio de Miranda fundado l'm 1797, nas margens do rio ~lb0teí, por ordPm de Caetano Pinto de Miranda onteae gro, que, por este fato, o rio passou a chamar-se 111irun1a em borrent1gP.tn ao fundador do Presídio. O prei;idio até 1 Ot, quando o Ten. Francisca Rodrigues ào Prado parte a fiu de dest uir o forte de Süo José, construido a margem d:rei ta do rio Apa, pelos espanhóis. o que se Vérificou a 1° de Janeiro de í802, não pussav.i de um simples destacamento mi litar. nus, com o decorrer do tempo, pa ru ali afuiram individuos de diversos pontos, que, ·entreg&ndo-se a lavouru e a criação de gado, foram os primeiros povoadores do :nunicípio, onde mais tar de. uma mulher cujo nome não podemos identificá-lo, tinha, uma fazend1:1. com um número superior a nove mil res s. Foi desse Jlunicíplo que, ao supor-se, partiram os primeiros rnor:idores de io- e/ € 1 It 1 1.o Seminário Estodo de d rr J r ine1 e Prefeitos do Sul Mato Grosso do Encetrdo o 1 Seminário d Prefeitos do Sul tio E lado de Mato Grosso, de forra apoteótica culminndo com a apresentação da Banda de Música da B: A I de Campo Grande Jantar de ConfrntPrlll zação, oferecido pelo Presidente Regio nal da Arena de 'Mato Grosso, Sr. Lúdio Martins Coelho, a COESTS/Te o Gru po de Trabalho responsável peln reall z%ã0 do Seminário, chegaram a uru cGncenso geral de resu'tdos uspfeioso obtidos, ja que o Conclave contou com a presença de ?t Chefe de Executivo compureeimento que mrca participça superior a 50% de aceitação, já que u. CÓEST/Sul/MT, tem sob nua jurisdição 56 municípios. Orgonizrid0 por um Gru po de Trab·tlho composto por Agente drl COEST/Sul ;IT e Cflordenado pelo A mobe fleribe:·to Giméne~ e nto, ficando aprovada a nroposição para o mes de fevereiro de 197. Designação pela Co0rd1:-nadori'-' Reo-io onl do INCRA/MT de um Clube Agriéo. la para o Sul do Est-ldo, em Con~•ênio com o Mobral, embora o Programa já tenha sido encerrado para o período em curso. Interesse demonstrado pelo Prefei to de Angélica, Edilberto Celestino de Oliveira. para a implantação imedi+- t . , 1 . . . 1a a, em seu umtepio, do Projeto "Diz.a nóstico de Municipios". as ilaior interes. e dos Prefeitos pelos Progr&mas do :Iobral, tomando como ba se_ p3:ra seus Programas de Governo e prrnc1palmente 9. disposição da m . ' . d 1 . . a1or1a e comp ementar a gratificação aos ai- fnbetlzadore do :!obro!, bem como a r trutur· eão d suas Comlss0e :1un!ci1Juis. lntert'elnclo- L nn monto entre on • r - fito, aumentando am plamente o programa 1utirilo Já em ativida des antes da realiz çlio cio Seminario. O acatamento por par te dos conferenci,tas no convite dn COE T/ L MT, vindo garantiu êxito d o Seminário. Apoio integral da Prefeitura Municipal de Campo Grande. Adm. Marcelo Mirada, Ioroe· cedo pelo Projeto Salve lanche a todos os con gressistas, colocaç!l.o d? , dois veiculos à disposi ção. e ainda almoço ofe recido aos participant9ll. Cobertura íntegra! ofe recida µela Imprensa da Campo Grande, jornais, rádles e Televisão. Presenc-a de altas ou toridades, civis, militares rPpreseotuntes do Go verno Estadual, de Se cretários de Estado, Jus· tiça :.1ilitar, Secretários :Iunicípais, veriaadorea, Senadores, Deputados Federuis, Estaduais, Re, presentante da Associa ção Comercial Apoio ma teria! e finan ceiro de várias entidades, comércio, indústria, Ca dernetas de Poupança e Associação Comercial de Campo Grandt. Apresentação do Gru po de Apolo do Mobra_l de Carnapuã, sob patro cínio da Prefeitura local, Administração: Joaquim Faustino Rosa. (Continua ... ) Gasolina, SEU Óleos Lubrificantes, Borroc.hario es a Pr ÇOS CARRO MERECE Óleos Diesel o lubrific t AIOR CARINHO Filtrado 1 Lavagens L 6 J u riricação fábricas. • D G - GRO SO e Jardim- Mt, - Ouer vendor ou alugar seu lm6vel'> ln d 1 4l: ll. {e-M ./0 (S7II/403 ( RAIAI.IAS tale 4 {XII $o Ma II2. É a $mi. los Irem e tirerso; hui; te {z ale. com 011 sem aslílllo ... Imos asas tiros lais de [a &mane Com ou sem linanciamento... Consulte-nas ~o Bairro Universilário - Saída para São Paulo . Rio Imos llpus los njs a p:sharis t II.III (III IMO , 1 LI A IA Sindicalizado Creci ] 10.132 Venda de Lotes a Prestação liistrarão e Ieta de líeis MATRIZ: A. Cal6geras, 2512 Fone: 19370 4-7160 -1-9090 CAMPO GHA 1 0E Mt. FILIAL: fluo Ari Coelho <lc OliHira 50 JARDIM Mato Grosso - 43 ha. e 6.660 m2 de terras pastais e lavradlas, situada no Município de Nio aque, a I km de Guia LopPs da Loguna A referida gleba (• denomintHla como parle dil "Fazenda UPlo Horizonte". 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Duque de Caxias, 508 (Ao Lado do Banco Financial) Correio JARDINENSE - SEMANARIO - (Fundado em fl1/8/7íl) Diretor-Respon,ávcl: In,I<lo Pneira Departamento Comercial: Álvaro Pereira Os artigo! publicados com nssinotur as dos autores não traduzem u opinião do jornal. Sua publicoçào obedece "º propó ito o debate dos problemas municipais e <le refletir us divcrrns tendências do pensamento. Assinatura Anual Jardim Demais Municípios Cr 100,00 CrS 150,00 Correio Jardinense é uma publicação da ORJIVAPE - CGC-ME: 03.200.763/0002-71 Re<lação e Administração R Mal. Rondon s/n Jnr<lim • Mato Grosso Oficina: Rua Duque de Canas, s/n Bela Vista - .Mato Grouo IISSIS em T Seu Carro mer e monto: Téc ico do , ELET 1 1 t qu lu Tr t ... spccializ do qu lqu r tipo Av. Visconde de Taunay 288 Gui Lop d Lnagun. M to Gros/o ELOJO Repre-sentante Exclusivo na Região dos Relógios Seiko - Orient - Techno Citizen - Ricoh. Jóia· era Geral. Consertos Rápidos e Garantidos. 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Novos Sócios Em nossa gestão foram admitidos 145 novos sócios, entre Contribuintes, Tempo rários, Pntrimoninie, Atletas, Juvenil Con tribuinte oom euntar com o grande número de Sócios quo tiveram suas 11ituuções re gulurlz1:1das. Voce Tambem Deve colaborar oa Campanha de novos sócios pura CJ fortalecimento e o desenvol vimento de no8B0 clube. Nossa Diretoria Presidente: Ivan Vitório Braga Vice: Feliciano Torres Sec1 ehirio: Euimu11do Leomar itedeiros Gonsdllo F,seat Zaury Bartolino da Cruz T CJ O 0 J. participará novmente da r <', . ,.., Ch·,te. ubriand 77, pura iso ;; I" i ,. l.1 •• ' l) llf'la L E .1 C de Cn J.JPO (3, 1. d,. t l'..., i: :t1,,n do Torneio cujo cogc s o se& ia 2 em Aquiduuna p/ elaborvção da tabel e regulamento, nos so prnsidente esteve presente acom panhado por elementos do D.E. Como se sabe o E.C J. é ultimo compeiio desse torneio e deverá disputar sómente as qudrt:~,- de finais, que já é uma grande vuntuge3.1. Não é ■• ■ Esporte Clube .Jardim Jardim Mato Grosso "Secretaria" Edita 1 O Sr. Presidente do Esporte Clube Jurtlim, ul'lnodo daR ntrlbulçõcs que ltlC' silo conferJ a letra é miúda, não ~e pode ler. Se a letra é gruúdu, quase n!lo tem o que ler. Se trata de política é intrometido. Se não trata, é monótono. Se fala do prefeito, é puxa-saco. Se n!io fala, é derrotista. Se dei..envolve a notícia, é mentiroso. Se não desenvolve, é falho. Se é eatí1ico, não é sério. Se não é foi escrito por estátua de pedra Se é susci.nto. é superficial. e é profundo, é cansativo. Se noticia reuniões políticas, faz política. e niio noticia, é inútil. Se intsressa as f:lenhoras, é jornal de mu lheres. Se interessa aos homens, ó jornal de homens. Se é curo explora Se é barato, não presta. e fala de religião, é retrógado. Se não fala, não tem consciência. Se cllega em tempo, apenas cumpriu a obrigação. e chega utrazado, recel.Je reclamações. Se o <1írE'tor manda cobrar é um chato Se não manda, não é pago. ~·e falha um dia, está indo a falência. ( e si todos os dias, rect:be s11bvençfio de alguem). .C:,e comete erros, é escrito por analfabeto. Se u a um linguajnr profundo é esnobe. Se usa 01·Lografiu vulgar, não tem qua ltdade. Se abraogc, assunto cientifico, é me tido a intelectual. Se 11ão abraoge, é ultrapnssado. e não tem· notas policiais, é compro- IDl:!Lido. Se tem notas policiais, é desumano. Enfim, qual é o melhor jorual? Se também ão sabe, pelo menos ajude a fazer n.lnuma coiso. Y.nzcr oi "t1t11u coi,a que não seja por defeito cm tudo. Õ jornll é o r•:rnmo de uma coletivida de... para outra coletividude... com rcflc:tões e ,,ções de cadn um em particular. Se você eat:í criticando o seu jornal tah•ez este jn critic:rndo a i próprio. Quem sabe? • • • Pedro Pedreira O motivo da retnia., (gundo comentara manobra para casa4o d» n date do vereador [anilo Nunes ogurira, foi n tida, eundo o redor, por motivos politios, Disse o D)anilo , 1 uf" .. ,r-1Har,u11 111in!ta e u u. r c,r,•tr •Oll u t'úri· did,1to rrn f•t'll quadro de voleibol feminino da com petição, num nb-olutn d<·•rt·•priw à turlo e , ro dos e conseguindo ainda (urprendentemente) o terceiro lugar. alvo a repetição de ua atitude no Adeti•mo, onde procedru du rnc:--ma fornrn pro• porrionnndn um »how de péssimos exemplos.. :• Nodcin in•crida nn edição de 6/7 nn. coluna PONTO DE VI·TA, as·inada por José ·lauey Flores. O cornentúrio n rc•peitn ,la pnrticipat;ílo de Jurdim nos I· Jogos Estudantis não ficou apenas no artigo citado. O jornal nquidnuanen•e diz nin dn .,, és4lo o comportamento indisciplinado da delegação de Jardim. provocado por culpa d..- u111 professor compltamente destituindo do« privcípios esporti,oR funrlnmentni• e que demon-t: .I :.'r , •• do, iCUS atos dc,conhecer wrulmentt' ~- º"'' r márins bases pedagógicas..." Segundo o juru '· ,.. quid,uanense a preFençn de Jardim foi • e t ,, ._.,_ nante. Ante, tnrde do .,:;;::,,,:) Acompanharemo• as atividades drJ Legislari, o de Jnrrlim e publicaremos o "que se pa•sa nn e· grégia casa legislativa,... 4 partir da próxima e dição, leia "Câmara é Noticia'... +G« , TENÇiO: Queremos rnber qual o funcioná rio da Prefeitura Municipal que foi em nosrn e 0 - critório e deu uma de '·alente". O individuo foi perguntar o reepeito de matéria e tratou a nossa ,ecutitria com grosseria. Esperamos que o cidadão se identifique e "venho" conver;aar conosco. ~ão temos que dar rntisfuçào o quem quer que Eeja, muito menos 11 um funcionário mal educ,do e grosseiro. Cida,lão: estamos prontos 11 lhe dar ums resposta a ah ara. Por gentileza procure o nosso escritório ou fole com o oosw Diretor. Ele está "ansioso para conhece-lo''. 8-<--«5: Muita coisa vai mudar no jornal Correio Jar• dinense ... o problema de "falta de maior par• ticipação cio jornal na; coisa, jnrrlinenses" (segun· do um amigo), a deficiente Putrc!;a do jornal nas residências. etc, foi devido n problemas alheios o nossa vontade, ma; já solucionarlo. O leitor podc: tá sentir, desde este número, umn mudança no jornal. É a nova fase... ,)!,(-::,,,:;~-~ Pedi mos nos nossos colaboradores, aos cartóri - os, a Assesrnrin da Imprensa da Prefeitura e da Câmara que enviem suas matéria com antecedên cia ... As matérins de,·erão ser entregues, até quinta Feira ... :Xn ,exta, fechamos o jornal. Até n próxima Meditem: As utopias são possíveis quaado se olha paro trás ... ç 1 r 1 Telegr a da Tf P a Pauto () J'r, (,._ .. , l'linill Cu ta de lieira, Presidente do Conselho ar1onl da IlP enviou teleram a Paulo V] manifestando perplexidade an. te a alou4o com que o lapa rc--c lw11 fl 1.111lui,arlor do JJ, . 111 junto 110 Vaticano, E+pera. mo diz o telegrama que rom a mor urgnrcia ossa santidade manifeste de páhli. ("() 11,úl J.!0tftl't..i COOHlflltln• 1) horror que a Vossa Santidade caua as atrocidades cometi. das continuamente obre o povos que les dominam, Como e recorda, Paulo V L. nn11orla opor11111i,lo<le, íu olus o [i ~rnlnçõr-• de l)j. reitos humanos que teriam o. corridos m atividades repte» tivas ao comunismo no B'na ail. :la• ob<f"nn o Prof. Plínio Corr(·a de OliH•iru - c&,a ' alocução n5o contêm qualqu.cr .: .11111rn á , ioluçao de din·ito1 hu.nanos que o comunismo i111crnociunnl vem comet.-odQ cm nosso território no in,ti, gar continuamente a luta d classes e a revoluç'o social, com patente violação da ,obr rania brasileira. Instigação e»- sa favorecida pela ntitude de simpatia, quando não de cum· plicidade. de eck-1ámcow e !e,. gos da chamada esquerda-cató- lica com os maneJ0! sov1f't1t:0! Exemplos dir-o são certas poe- ias e afirmações doutnnámu de D. p.,rJro Ca•aHáli!!ll, Bis• po de São felix do Ãrag-uai• Com a divisão somos os Campeões Com a di,·isão do Estado de )lato Grosrn o E. C. J. tornou-,e o c-arnpeiio de Fute bol amador do nc,·o Estado, .isto quo.,o mesmo disputou no mês de dezembro passado o título máx.imo em Cuiab:í com a seleção cuiabana de a madon:s ao empatar no tem po regulamentur e . perdend_o oa disputa dt: penalidades mu· x.i1na. Sagrando-nos como vice campeões, agora somos os ca peõe~ de í6, cio uo,·o Estado. Correio Jardinense é o [ornai da região .. Para manter mente se auto analizando e essa posição, está constante• atualizando, sempre que achar isso nescessano. Ainda agora por exemplo, mudou sua forma e conteúdo. Futuramente vai ré formular seu aspecto gráfico e v;::;ual. Resultado: urn jornal com garra. Um jornal para o homem inteligente. Faça 1.1.ma assinatura. Leia o Correio Jardi nense. ) Continuar navegando 30_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº30_20_07_1977 32_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº32_02_08_1977 Voltar para a lista de itens