33_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº33_13_08_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título33_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº33_13_08_1977Número da edição33Data de publicação13 de agosto de 1977Número de páginas6GeoCoordenada -21.48064601623958 , -56.1497693552994 Documento 33_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº33_13_08_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto o E fundador: ~~ldo Poroira Ano . ~ l] _ _..__ _ ,-r,o 33 13'8 77 Jordim Mato Grosso Márcelo Miranda, José iviranda e Henrique P. de Freitas os l- i Com a purticipaçi:i o de aproximada damente 20 pret'eitos da rsglao . Sul do Estado, foi reulizudo, em Aqu1ctauanu, dia G p,p, o 1º En~nntro dos_ Prefeitos do , udoe te. O prefeito de Aqu1dauanu, Pe dro {Jbirnjura, abriu os trabalbos, _e a mesa principal, entre ?u_tras _person~hda - des. contou com o pnrhc1paçao do ex Co vernador José Fragelli, deputados esta duais Rubem Figueiró, Sérgio Cruz e Hen rique Pires de Freitas, Fn•t'eito José Elias '.loraira, de Dourados e Aarcelo Mirada de Campo Grande. Ao abrir o encontro o Prefeito Aquidauauense fez questão de frisar 'o crater apolitico da reunião. enfoca,,do o dt>SC'jo de nnii.io de !Jl'OposIto~. 1 Dr_ PEDRO UBtRA,J.-R - O GRANDE _AFITR.O José Fragelli MARCELO MIRANDA , presença ,1,, pr,•f,·it,) rte C.tmµ 1 Grnn dc, '.forcel0 .li1•u.nda, rapr<!se:itou, segun do suas p:1lavros ··mais do qu,, quulqut>l' ohjetivo senão 1t u1iiio que pretrnrJerno· no mais novo Eslt1do dos prefeitos da região sul". LernbrtrnJo a PXc>mplo de seu governo, o ex. Governador José Frugc>li fez um prélio sobre a participação do govi_•rnu cto E•tado ~m '.fato Grosso. i::obretudu -------!..-------- F UINI fozcndo os esclarPC·imrnto!J, n um dos 111-A1111to1, uborducloi- µor um doR pr f !tos pr Hcntb, ao afim nr qu • Me os over H1o passados no realizaramn outras o br;s de vultos, não foi por esquecimento, rnaí i,.irn por falta de npofo de outra, eamdas federais, com as quis atual mente j pdemos contar com u ·rlaç/1mat A POS E DA DIRETORIA DA A SUL DEMAT O PrE>feiw dP Jarrtim. Fernanrl0 de F,Pifa •. foi r-leito presidente da As;:ocia cilo numa demoni-trncão inequívocg de qu· n . . SSULDE~L- T é ap.Jlitica. pr.,is o ·:-:cnlhirio p:irn dirigir os destinos da SULDEMAT pertence ao MDB. -eu : !•fl'ce :oi :'sc..,Ihido p.,r u::ianlmi'..bde_ As- i111 fiC'ou r." n ;:: ti tu i rt a a rliret0ria da ASSULDEAT: Diretoria 'resi!ente de Honra Gal. Ruten Cas :rn Pioto. Reh ist Pre:-i!IP!J!e 01·. Pe!·nanclo fFidente Dr. Fruncii:co Cezârio Oli,t>ira • Rio Negro 1 Secretário Dr. Pedro Ubinijclra de (Hivdra • Aquidauaua ~º :::iecrelúrio Pe. fioosevelt Sâ. Medeiros Bonito 1° T~surl'iro Elias Carneiro de Arruda .Iiranda :2° Tesureiro Rosalvo Frnga Santos Guia Lope3 da Laguna. Diretor Social Altevir Alencar. Nioaque Conselheiro Fiscal Luis ionzaga Prata Braga - Maraeajü Udefunso Soares - Poto hlurtinho André Tadeu Ocampos . Caracol Antônio Clementino íva r".castáclo. r ( 1 rf' ,, ,; r 11.:.• ,,. -=-------- --- D () .l11nicipio iu Are11 d,· S1·i:11no11~·u :'iu• riouul Faixn de J,'rontcini ~ HU d,1,·11,·ul1i111,·11to. "f)t, lnrg11rn (jllorK (l ,rrtno 11no 11u11,, l""'IIH' Ili(· •:.:orn 11:w ouve quem a ndassr por nlipenein dos portu uee, que, endo grandes conquista«dote. de ter riu, u/io se 11pro,ei10111 tlt·lnt, 1uu~ n1tllt'Ul,1111~sl' de ll'i nnrlnr nrr.u1lrn1ul,, uo longo do 111nr eunJo cnru11i;u,·jos'' (Fr"i i,·,·111,· ilo S11h,1,l11r . 11',tória do Ura,il (1500 - ,627) E•li·i11·, l,·ll•ora111r11lu-. 5.• f'tli(àO • 1965. l"uu•,11,cl,,-,, cu111 ..-i,órhu inu111t-rnib. O llrdoil ov11p11 ,17,.1 por ,·e11111 ria 11111t'U cnpuridud • u11t:rgt:"til'a., e11ur mes reser ui: de Í:tlO b,•tJ111ino,;o e u111a rica agricultura. () llrn►il é ,, :>" pai, ,·111 r:lt'llsio Lrrri10- rinl -· com !l.Sl l .9(,;, K.12. st'111l11 inferior a1,eun• paru llHSS, Conud[,, Chi1111 e E ,. 'un• c51rurlao apr!'srtam Ji111t'thtil'~ t·nnti11entuis ~lni. de 50.000 km. de ps i1111·nl:t'UO, ullrKp!Íernt1tlv a W das s estradas em tráfego na Améril'u do 'ui; as ~,trndns de f,•rro, fulur prirnnrrli•tl de i111q;raçi111 dv in1eri..ir, rontu t·o111 111t1i, dr 37,000 km; ntt H~ri(·ultura <l<·bpunlu cu1uu 11n1 do- :,.:ranch·.i protlu tore, , perdendo penas pura a lndia e o, EU. .. isto tudo, pum 11,io ,., fol:ir, nu ri•1111·zu flon·stnl, onde ,6 11 :111uz,ini• ahrnu~e J:I ilu rescrJ dn 11111ndu. ::;c111t·nt1· n Br.i,il uhrall;!'-' H u/o da ,upnÍÍt'1t• terrl'slre mundial, À o/o da população mundial e 1,'.! n/u d• n·ndu hrutu. Ou !UI.OUll.000 d(' hab. di,trihuiclu, irre;:ulur111cnt,· por li 111ill1<iil é n nrnior c•pn,;o Tttal do mundo, pvrquc qu,1•e total111eat1· hahitn .. H·l <' cc111101ui,uwr11te cxplor:he!, à luz du tecno. lo~ iu 111o<lernu. lJinr que II populat;üo hru~ill'ira r,·spunde por quase n 111.-t~rl,· da pop11l11çüo da América l.~tina trtml,.-111 nii.11 é diur tu,lo. .lni, importante é di~cr ,1u,· o llra,il di,põe ti., umu populoçin 111ultirr,1cial, ,c111 ,·0111partimc11to, ,,. tanques, a maior democracia racial do niundo. Qu,· n Br,•il é 111<:t~dc du Aruéricu Lnti11u 1:111 rnmnnho rru populaçãu. 1:111 rt:11da. Ou ni11d~: h:1 du,~ ,méricus Lnti1111, • o 13ra,il e o re;t111 te. Am b:.ts s5o du 1ne~mo t:1111anho lc::111 u mesma popu lação. g:cra111 a mesmn renda r-. !:Ó por cuinci<lt"u · ein. fnlam lln~uu, rliferc-nlc-,. '.lu, a mctude brn,ileirn L-rc,ce mai, rnpidu111~11 te que u onlrn mtlark. E a mc-laUL' brRoil~ira •em outr:• metade dentro de ,i me,mu. llmu é . formamlo um 'C·rdadei r ,·ontru,tl' cnu1 a realidade nucional l' munrlial. l. O Brc1sil Origem Desenvolvimento No objetivo de situar a posiço do Bruil dinutt' do Mundo, devemos, tk Jnkio, fu c·nlii.ar ,cus rnruclcrc--11 gyogr,HicuH, unJc ,u .. Je!-lu t'll, dr1de logo, ,,un t·norUH' t·xtt•n .. flo. 5,rnt.>nt~ trê11 p~i,ca no- ulirupn,~um ctu t<·rrn- ,·011tlnurt,: n H ·;:;, o C1111utl1Í e n l'hi11A. So1110, tnu1bé111 11111 do1.: 1naiorc 11 ~n, terra, nprovt·lt{n eis, pois não te, ruo, 01 in1f'nro1 tlcl"lcrto:-. t: nltas 111untnnhns, qua «e incessiveis, da Chino, Utlll ll'I c,tt•ra-uç; re!!Ít•ntu 111uitn• difieulrlntlt', geo;:ráfiru,. Ja vmos que em cert,ui rt'gic1t"li de noso país u lopo~rafia tem le,ndo H•rd ,rleiro martírio purn 11 ucesso no intt:rior. Us not-so.; rioa ~ão pout·n nu ve~{n·cis. Nosso clinp1, upc•ar rcund:irio-, Atu<tlm<:nlc, 11 situndo,!11 Br:,,il ~111 face do mundo" outra. O progresso dos transportes nl·,ens rn,, mungunC:c., etc ... ). viera realçar a posição do Ur»il do clrn111ndo terccir,, mundo. l;to no pln110 e,·ouômico. ;'o ,1111bit J dft cultura não têm sido menores o progresso e o rrestl~io do l:lrQ•il. t:rande, cultos !:irn•ilciro, 110 dominio d literatura, da uüsica, da pintura, du e.cultura e d" aryuikturn, l.icm como da, ciên ·ias pura• e nplicuda 0 , ocup:1111 posiçãt• de r-,lc,·o 110 mundo do cultur" uniYcn:d, e ponllt' mc,1110, não dizer, n grandes it6riali nlc:inçac a~ pelo .. nos,u.w dtsporti,tu, que têm !e, antad,, o mastro nacional, 2. Desenvolvimento Costeiro e Ir.1tE:ríorano , foha t'o,tcir.1 t·un,titui árc I cio Bru,il mJ· i• efc1i,a111ent.- ocup-irla pelo homctu. Estudando "' a 111nrcha dn ocupuçâ,l clri ,olu bri,sileiro, niio •e pode dci,ar <l,:- faze< nttcnsiio especial no~ ci clo, ec11nô1:.1ico;, pois só n-,im ,e poderá cunt prc-ender o poYo:tml'nlo e a ocup•<;ào do mesmo. Que uia11ali,.ar a ituação atual da ocupaç:,o do tio r pn~o J11s•ilc-irn, 1.-r.1 'fll<' ini,·inlmrntt' citar a ,- Hlf·nria dr Ulll u,.,,.,1) ( u,1ci10, ,n:u desenvolvido«e, ottto interior, onde não »e ob. era o te-mo progresso. E·ta «dr·tinçào se ob. era do ponto de vista demográfico, social e conõmico. O primeiro é o ai- adiantado, modem no. e Brasil urgano do quilowatte, da industria qut" n:to f·nru11lJ,1 11u·rcJd1, p~ir..1 .. t•u. prud_ulv_, 110 n:lho llrn-il d,1 '""nd,1 ,.. ,1,, , irrn ,f,. l 111, 1 f'•• 1,· llru,il .111 H'r(ini,·o. 1·.tl111rlo. J11ti,11JJdo. 11111 111· t.·onlr .. 1 tuc111 p••'"fhl pa!!Jr, p,~lo~ ... ,·u prt ut,_• ... eh preços de custo elevado, em! virtude da dfiei·n eia do métodos de produção e lle tranrpurlt' E. é, precisamente reste segundo Brasil to do i11tt:riur), que iremos encontrar n, ... 11t ~ •. h front··i ru;., curn p..tÍ .. f'- uu11,,-, tni .. 1·01110 • Boll 1 ia p., 11. Colômbia Guias Britânica, Venezuela. 'ar gu i Argentina, Uruguai, Guiana Francesa, e urinam (Cuh1111 llo!J11.Jn.1). E além de ruis f,1lt1• t' fn1ore, interi11rJ11u- ,1,. denn,11lviu1eu10, 11 Hru,il. de,pv11111 cc,111 u alio índi1·1• dia:.(rut11MI ele uperficie, em relaçio ""' demni, pai.i·& •ul-ami:rit·nnor, abrRll?!< 11do u pro por~fiu :,:if[nnte,cn de 17°,,, A Ar;:rntinK tr111 ªI"'· nas 16%; a Bolívia, 7"a. o l't:rn lambem 7 f'"r cento n C:ol<icnbin, 6 por 1·ento u ene111ela, 5 por centc,: u Chile, l por ,·,:nto; o Equador. tam • bem I por ,·,uto: o l'ar.i~IJJÍ. :{ por <:tento e u l ' rul!t1t11. Nflt'lln•. l por l'telllo h!r.iÍil'o pr11j,·111r) 3 Fronteiras Oi~!'t'Jtto~ ~n1 Fronteirn1r, (· ir11por!tt11tt· a 1·,111 - ,·~it1111rwu,. cu1110 Fel!do :, 1 11h:1 <li, i-úri., t:"ntrr doi- Etdos limite de ,uu sc, , izinlw, do 4 PErtecem». Tal situa;ão pode c«on dazir à criação e condicõcs adversas a 11,anutl'n ão da iutt:;!ridade trrritorinl do puís e it própria unidade nacic11nl. De um r;Ípirlo e:alllt'. 't'llln,. pnr ext'mplo. <jUt' a fronteirn do J:r .. il <·0111 a Bolh ia, ,e t''trnrle por :l.126 km: ro111 o Peru. :•.IJl)j k111. r1J111 a C,, lombia. I.;il-1 km .. com " Guiana Uritâni,·c. I.6('(1 km., t·om ~ ',·at'Zll~ln, 1.195 km. Cúm u l'm:1!!11ai. 1.3:W km .. ,·0111 " Ar~entina. l.263 km. com " l' ruguui, 1.'03 km. com a Guiana Francesa. (l;j) km .. l' com o Suri11amr. 59] k111. (~r;ifi .. o para pr,,jetnr). O di1nen iunnro ~ 1 nlo <le:tu-- L1ix~H .Jc- fronteira~. por i traça o gráfico das dificuldade p:irn a integração nacional, em e conidr:ando a ,a,ta ext,·n•:'10 terntort&I do pa[,. :t'ce,<irio -t'ria n integração, que se dimcn,iona princi1•almrnte ,- 111 t~rruo~ de t:cgurança. pre-.cr,,u;ão ela uniJa<I<·, t'll riqurecimento cultural e fortalecido do poder eco- nómico da ação. . :i_l •. - Para a segurança nacional, seria ocioso insi':.t,r 11:i tmp_o~t~nciu _que Tepre•enla a aproxi .. mação dos territórios ditantes, atru, é- do t"!'tulw lec1111cn10 de mc-111, de co111uni,·a~iio que 0 , iate gem no modo de ,er da :':iç.io "As regiões mais distanciadas do- centros dinãni cos dopais, em razão da pro:imidude dos paíte lem1t rofes. :ipr<',ent:im-,.- como tentado p·ermo. nentc ao;; atnquc,, r-xterno,. como , imoi nn pa,;ado nn+ quret@e· fronteiriuu nu• 1 Ili flHÍ r,• •11trn 1 hoje, é tt lrn,- ;•..- diilfl i ,11!111ir,1~. 11 ,, trJIJtllt" d,,, ,ri , ido pelas unid 11lr rnilit que guarnecem to as long 'ltLl .. ff'on11·ir.P i·,,11,i11,'11' unidade nacional ji ameaçada vári t, , 1 ,, .... , ,, t·orn·lll·in cL.1 dt"Í1t i,•Jll('" h,I gração do pais. exet mais eloquente foi o do l F região, aberta na + •1 pt•r1t•fra~-i.HJ 1, di, i,111., 1 melhor, à penetra,ao dos g po+ »trageiros lados h,,rr trlw .. {, 11:10 ..... d,-• .. mt brn11 ,,ra,·us nu brroí .. rno brasil·ir comandado· [ µ.tt'trhn pl,íridn d ,. ( ·a,· ,·up lul,l 1,·r111i11011 r111 •·0111 .1 a .... jr,,,tu,a do J ra' d,. f' ,. l r (, JI ,, 1 1 • IH. ,·incl<, por l!iu Br:.11••0, Integrar regiões iwola«da contexto rerionl sigui! ra111lt?u1. t'IHi<jlll'l'f'r IJ flll mônio cultural da reio, ~ alifn:a ,·ontrihu.i,·~o ,tJ'_J, j pn·--erll~t u accr, :i ;110-, ,i!!t'nci:i .. !:(}c·iai~. vtr. d,1 .. popuL:!,;Út"- afllt":- u1 r nulizada-. t f)aJ,, ,pw :r.r11• ·" ·e Ícr Segurança acional como [ "-t'r,·uti,o ,l.1 i1 l("":,!ra•~·Jo ua, uai. l."CIJll u upro.lUl,t1: rle --r11t1rJru-:1 nJc·i1111:d. ,,aru r Hhr compreençao dá mat' ,·,po .. l:i. ..._t'''llf.íllH',1 ':lf'Í 1!1 •J. ~• U ('( j:.i11t,~ d,, _;,,..d ida- e istit4 "t;t - tlt"-1111ud,! .. :1 111Jntcr, ~ 1 rantir t' d1·Ír!,dt·r a ... ,..;!urat:j a , rdt't:I r: a tra111111;!i,fodt' naco. egudo a Constitui{j Nacional+-da pes-oa. na! ral ou jurídi .. J, ,. re,p_on) , t'I pcln _ .. ,·_:.!ur:111_t·.1 nOC'llH!-, o- limites definil«- m l O Con-·li; de rguran;a ci,111:d t' e, (,q!ãr, de znai ... olt uí,t·l na ;, .... ,... .... , r1.:i dirt·to Pre·ilente d± República P"] a [<,rmub :,io .- e ccu~·::? d política de -guraur,a nacon, Este Con-c:ll111 t' prt'e1<l1d_o f Jo l'rc-;idenle da Hq,úbltra ddc p~rtiripam. l'Otn melll hru-- n:tl" .. ,º p r .- . i d e n l e d l Cc ntinutt .. • J ens p Lo p t s Materiais para Rua 14 de onstrução. Maio S/1 Madt>ira em aeral, cal. telhas e tijolos Jardim Ata~ado e Varejo • • G Nat0 1rosso 1 1 , l ----- im - 1 t. ---------- ------ ------- -- ----------------- .t1i lo 11! 1 j', rn r e ,. li 1 llllíl do, 1, ■ ,. r •(Jllll ! 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Qualquer jorn11llr-la riubn dhito. co1Jsclento ou inconcientomonte, Ele ube que em jornalismo, no existe u permanêneiu, nrno 1 porolHlôncla. No dia 1 de Agosto de 197G, cirouln.va o número 1 do Corre lo Jardlneo110. Escreviamoa: ··uão l'ene ceOJ os frutcs gerucloi- 110 calor du luta e no cudinho do idoal. P<H' isso perenes serúo os frutos que 1.1 Cor'!'elo Jnrdiuense colt1erti 1,a esnalada d· ua exiRtêneia. "Hoje, comorneramos um ano de nlivldtl· des, Ingressamos em nova fuso. O jorpul e11ti fundamentado nos ditnmlltl do erodo jornulísticos que pr oeurnmot1 ho111 /1' na labuta diá.rlu. O Corroio Jurdiuonse, ngo- 1'11 reestrutura.do, procunná nle11der ain da mal11 tts 11eceosldade!1sto de 1.!)7Ci (número l) - publial. Por isso, perenes bPriio us frntos que o Cor reio J 6.rdinense colherá na escalada de sua existência. /Ao morrem a~ idéias que a imprensa consciente e responsável ei:parge. Outro período de conE:tank a tuação tia vida jornaí ticu ora iniciamo!'-. É mais um marco o que assentamoR na impreuea n..atogrosseni.e. E tP jornal é lançado para servir os supl:'riori>ti inte resses da coletividade; para batalhar por questões alevadus, nu busca do bem co. mum. defendendo as causus impes unis, alheio a questiúnculas d~ na tu r e z u primária: equidistantt> de as,mntos que eofeL"Xarn posições assumidas por facções e grupos. este dia alvissareiro, já unte vemos o imensa missão qu@ norteará ClS OOShOS prnpó,itt'S 1UU6 ªº leitor fiC!:!l'á a anAlise dg tar fa orn iniciada. Propor cionaremos ao leitor, a opção de escolher os diversos caminhos, pois o nos • o j roa! é, e será, pa rn ns diversas ten déncias. Não será fácil, mas queru não constrói sobre a areia, não teme a força do ventu. Em verdade, a incumhência confiada ao homem de imprensa, exige muito de renúncia, de idealismo, tie desprendimPnto e de coragem, para reafirmar, sempre, o:. excelsos postulados d1:1 imprensa. Ela cteverá sempre ·er desenvolvida t:omo instituição a serviço do povo. 'L'erá sem pre que egu1r urna tr jetót'ia em que se coloquem num plano ultos o::: l'undamen tos do Direito. da Justiça e da Liberdade. Uma imprensa que se rerele sob a églde @e moral e que indique caminhos limpi clos na área bua:;ont trcu. c>n 'OntJados p.:lo apoio e pelos aplausos das coleti idades que vamos prestar serviços, ucreditamos que algo positivo iremos oferecer àqueles que os honram ·om o:; I primeiros estímulos, Neste dia jubiloso co11grntularno-nut:1 co111 todo quunlo!, conosco lutam ombro a ombro para ru zer um jornal nobre, digno e LlVRE. E,om nossos prezados colaboradores, assinante, n11uuciantc1 e tod(1R ns cluscs lflll' 110s pr jornal da rede, certos ele que assim proceden do, e»taremos colaborando para o progresso ma taiul e t•,piri111ul leiton1do que votou na Arena continua uguardando com grande interc-s se e éxpectativa resultados do trabalbo purlarnentar do nobre Vert>ador José Carlos ::Vledeiros Roch11, aliás Presidente ela Hgremiação neste arraial! É de crer-se que es ·e ilustre erea dor após ter estudado o ambiente poli tico e realizado um levantamento ude quado da atual ;::oajutu:-a municipal, co meçará, imediatt.meote, o.pós o gozo e u sufruto de merecidas ferias de receso, 8pliGar o Huo de sua especialidade -- a psicologia e destarte, fazer com que u Pvvo sinta, àe verdade, que em Jardim na Etilidade existe umu oposição Leal. Ericie:::te e Aguerrida. (Hetiruda da Laguna) e R AS HA A noite de MESA Natal 1973 M S M ESPER H- Atenel A AC 'RADA O povo de Jardim sempre ávido de progresso e esperançoso por melhores dias a srem proprieidss plu uão do poder público municipal, vê com dores no cornçiío, mais urna de suas ellpPra11- ça!i dilaC''rar-se írrc~medh,velrnente em tão curto prazo. Onde esttto RS elvqueo tes cantadas e d~cantadas r,rometl11as nliciadoras feitas ao povu em comícios de campanhas P.leitornis, pelo 1ttual Pre feito Municipal Sr. Ferouudo de Freitas? Criticava-se muito a alta <:xorbllante dos impostos; concitava-se o povo não pagá los; criticuYa-i-e os baixos vencimentos e O atr<lZO dO pagamPntc, do funcionalis mo rnunicipul, E-te ... ilalgrado o que es t!lmos assistindo llojP. com mais de seis n;es?s de mandato do ntuul prefeit·•. é o contrario de tudo aquilo que St' •tpt? gou e prometeu ao povo. Estamos ven do f'icn, uma clns:--e privil.-giadn opr-imin do a JJObre-rn, criando taxas e mais ta x:,s pA.ra os feirante:; recolhert'lll, cor, tribuindo desta forma parn um au mento desenfreado do preço da carne que dentro de um período de seis meses elevou de Cr.S 12.00 paru CrS 23,00 o kilo. e dos decnai gêneros alimeotício8 comerciado na feira livre, onde as elas es de menor poder aq:Jisitivo fazem su as compras. po:- ~e. pela lógira de ma is baixo cu ·te,; além de com essas ultus taxas instituídas, privar o' pequenos produtore,; a venderem PUH produtos na feira, tirnndo-lhes assim a oportunida de ganha o pão de cada dia para os seus filhos. Os impo!'to foram aumentn-:los, u dí, ido ati, e, co brada i111plttt·:t'cl ,. drH.nrnnnmrnt,·. c-orn a ama ça de cobrança judicial. Ela não seria 1•erdoadu '! ... Há ! era ... cmprendo, apenas promessa-a voto do IDB. O funrionuli,mo por una êz no liminar da atual odministrnçãozinhu. lt''tt um au mnento _ilusório, irrisório, discricionário feito por ·tmpatrn, com ob,olutu parr1alidade. e o pior é que não recebem há mais de três meses os seu min guados vencimento (salvo os...) As criança .,,,udnntcs, e;ta<• :rté h. Excia.e-queceu-se que dizia nos comícios politicos, de que não precisaria de verbas do governo para admirar: Só o que é cer lo ,. realidade até o momento, é que n estrada que demanda a Fazenda do r. Prefeito foi intei rnment,· arrunrnd:r e a rua cb casa de '. Excin., enca-calhada entapetadament«. E o resto!... De us dará. ova campanha política para deputando e senadores se avizinha, os artistas voltarão ao pa] co, outras promessas por certo urgirão e nova peranças para o povo renascerá ou este saberá cobrar nus urna, as perdidas? Cartas na mesa voltará no próximo e cuchilo o cachimbo cai.. Emand') ~lartins Barbo,u e Danilo 'unes r-iogue ra Badalam o lno8, anunciando u 01 la-noil9 n chegada do natul, to dos HOrriem com apareo. te tt•lirldade, te< 1 m na les, no olhar. . . uma ulgria contagiante es t,unpadtt. S)l'rlo-me tam bém de minha proprié angústia, tlP minha Iode' cisão, de minha incert z11. .. tulvcz do meu fr· casso, ou do mu etrap. atal! OIho parn o além oro, rezo. pelo imploro r !'orças paru crer 1iaquilo que t!P.mpre det-crito .. relampeja-me Na mente 1 uma avalanche de coisas fragililh1 de, ambiç:lo, or ros, bufrimPnto que cau· sa rJ vu olhar. !-'t:U eorrí· o. ténho-a rne□td:mrnte e culpida... Derrepeate, surge alguém em trnge de noite de gala, faz ser de, em Cristo. Quem é crino, P r o e u r o mães. fala . .-rn cristanda· na r:::ultidão vazia, o teu ülbar. o teu vulto, dis· farçado não a encontro meu Deus que loucura! Tu nãu és Deus? Porque Te aclamam tanto? por que então .:ão me arrao· ca deste mal em cura que o de:;tino trágico me lauça? l' -------------- ..,... _ 17 ç ( (~ o n t i nu a ç ,j O • ) e todos os Ministro de E«tdo n+lho de Srguran rei«nI 1 1 , ),. P4Jlll p,•(!•• 1 - r .. l,1 H' t'f't'r <u nl,j,·ti,o"I 11 ,,, 1 un ti, • 1 • 1wr11111• ,,. .. , 11-. lAlt:◄p.1111 Jt polhil'.tt ll(Í,t·iuriitl: - e»tudr, no âmbito interno e eterno, os ,11111,"' 'f',. 1111r~<·1t 11111. 1 . Nt'i,.tltlAll~·a iwc11&ÚCÍ,1,1 :1 ~'·J!uruiw~ anal r municípios considerado» de ru iute. ~ ,r; p,- dar, rmn relação às áreas indispensáveis à 1ir1t11(,tl 11ae11l1tul, .u ... cuti111f'1110 p 1{),i,, p,un: )- coneesào de terras, abertura de viu« 1r,11t,..pnr1l' e ~nstnl11(,:.o de 111(•i1,i.. (' l'lfJl1t1ttif'n, .. ·,lu: b].- t,onstruçio de ponte«, estrada internei«. ;. r ('~1111))' rle JJOll~O (', ),· tableimvento ou exploração de indústri '/'"' llllCi'l''~, so,·iai, line, 11 aulÚ· )tl!Of, e por .:,la r,11.110, n 111t111idpio 111111bé111 ltá r autónomo. A autonomia municipal deve pollti,·u (dir,·ito do◄111u11kipt, ,·,1•ollwrnu remente rus governantes)· administrativa ire'to de dispor livremente de sua administração , ido o qu,• rc·11liar lllll'l'!'SRl'). ' - lirn,il. a a111011omi1 1111111icipnl (· r!.'sp,·iteda, ; ~Ji111111•ru1ivu históri,·11. pois o llra-il 11a,t·c11 "rg da instituição municipal, já por lição t«vria política, pois num pais tão a-to centralização impõe·se como diretriz nacional governo O nrtiE(O l.'i da Co11 tillli·ilo Fl'dt•rnl ,:urnnte tnl tuuomi.t dt· 111u11eira clnru e insofismável. Ma .. evé tambem algumas exceções à autonomia po h'U. Em oll,!Un, 111unicipio-., o povo não pt.otlc P--co rr o prefeito, ó elege os vereadores. Isto e dá 1'- h quatro hipóteses: ,· nos municipios onde há estâncias hidromine is nntnrnis. onde o l'rl'Íl-ÍIO é c,,·olhitlo 1wh, 1 'ermulor, rio E•t:1tlu. ~as Cnpiti:is: Nns t.11u11ieípi1Js cousidt>n1tlo~ de in tese du seguravçu pucioual, em que prefeito é nonn•ado pelo governador om nprovuçüo pré'ill do pre idcutP República e, . j fiulmvute, os municípios dos Tern rius. eujos prefeitos são nomeados pe goverundor. ') em1t pr incipnl de noss~ _pu_lestru, qUlc ... nonde todo· os pre Eitos são nomeados pelo governador do l 'i:t:1do, uwJiuute l!ré_via aprov1t1:ao t.lo res:d,•utt! du repubhcu. . . Os muaieipios loc iliz ido,: 11-;s !ronlcoul..ll'eidnme11t2. de e1 t:l'." ~~ ll'<', i~~lttdu ·. ruas que l!ttt1bét11 s1gn1fi- )1!11~ simboliznm o reflexo da coragen.1 l bravura do povo que ali reside, que 1 m E )- en! ntam grandes dificuldade uu lulu p ·l, 111 c•xi-;! ,, •i :. dt·tconv 1,Ivr11d•1 uuu ('('Ili] ,Ilia l)!J!l l 1a:ur 11 e C0lllHndo Cl,111 puur• rt-c·11r,nK J•1rr "truturai; <' d• 11crviçnH. E •p~rll'/PamPnlo l'll1 no so Eatado, me- l'U('' ,1 'l 11''!llt', 1)1•1 lr O'I ICllfllCIJJIO' a- brngid» pelo sistema das nomeçõe por forçeu das disposições legai já men t'i' 1J1:clni,, 1,po1ia11 o do Ponta Porií, niio d(•-Hnor1c1ceudo os domai"'. voz que e .. t r,,,,,J o únleo quo fspeciul, tlO ob• servader do povo. Pur fuJ'Ça du Ari. 2" du Lei 1" 2.597 de 12 de setembro de 1915, e CCJIU apoio no nrl. 180 !la Couslituição, f()i consirlernda zoun induspeusável à defesa do paí· a fai• XI interna r!e 150 (cento e ctnqueut qui lômetros de:! larguru puralcln à liull'I divl sóris do torritólio nncional. cabendo à U ni&o a su11 demurcr.ç~o. Em Hi de julhn de 1956 sofrera a lel rnpra cit11da u su11 regulamentaçãc>. Estu lei trouxe benefícios uo~ muuiciµlo.; in tegruntes du f11ixu de 150 quilômetros, couRiderudos como iodesµ,•or;áveis à de fesa d o p u í F, d e n t r e o i; q u n 1 R merecem destttq11e: tt) Da arrec,1dnc;iio noi; ~luiiici piut'I. o Go'eroo Pederitl aplicarl'l nos mesmoe. a11mdmente, no minino 60%, P.spt'cinlmente em: e. Vinçúo P obl'l.1~ públic>t~; Ensio•1, educ::içüo e S:iúde; OesenvolvirueJ1to da Lnvoura e pecuáriu. Para a construção de obras pú blica!" da comprtêoci11 dos Mua:cipios, u UoHirnM rememorar à ('Xplan:i,fio realizada sobre n posição do B~t~ ·il dt:1 hoj<', o. Brasil Grande. rico, pn tê a eia, de realce int~rna cionu 1. ou seja o meio Brasil parn não se esquecer qut:! tambve existe o outro Brusil, o po bre. a1J11crôuico, sofre<lo1·, iuteriorano, J',o!,leiriço crn :,Ul'_ maioria. que continua eté uosso,; dias, em grau baixis:ilmo. do ( Continau. , . ) SI S.:..u --:-:.1rro moreco m.._nto: Téc.'"'1ico em aletricidod d f r e t1 • • t ~ zi 11. . v. 'J-coud üuía Lope da l.a!,?UD ELET qu .,1 1 e 1 Trat especializado qua1qu r tipo e 'T'unay 2'8 RI E B JOUTE lllS Representante Exclusivo na Região doa Relógio!'; Seiko - Orient - Technos Citizen - Ricoh. Jóia.., rn G ·rui. Con,wrtoH RápiJos t: G1mrntidO!I. Preçod sem OoucJrreotei-. v. Vi-,contle de Taunay, 570 Guia Lopes da Larru□a o ri ·o Correio J ardin ense - SE.IANÁRIO - - (Fuudado em flJ 'iii) Diretor-lesponsável: Ialdo Pereira Diretor romcrcinl: AI""'º Pat-ira Os artigos publicados com asinat urJ1 du, autores uüo truduzen1 a opic:iiio do jornal. Suu publicn:ÜO obt:dcce ao propósito o dcbntc ,lo, problcrun• u,unicipni~ .: de reíl<tir iu di'erms tendência, do p11111e1110. AHianlurn Anunl Jnrdi111 Dcmni:! ~lunicípio, Cr$ 180.00 Cr$ Z00,00 Correio Jardine1Ht' é umu publicação dn OHJl'APE- GC-ME: 01.2!J0.763l01102-74 Hcdaçiio e Admiui;traçfo H. :ln!. Houdon •/n J a r d i m - Mato Gro110 Oficina: Hua Duque de Caxias, /n Belu Vi;1n ~lato Grosrn REC TO til CHtS O ponto de encontro da Soclo dade murtinhon1et Rua Dr. Correa N º 56 Porto :'.lurtinhn G R u a S ã o P a u I a S/N ç o s. Mato Grosso 1 Máquina de Beneficiar Arroz, e Saccdor poro Ce~eois Atoccdo e Varejo. 1."M ORGANIZACIO PARA SERVIR ANTONIO JOIO .2 RE.GlÃO A;itonio João. s MT ·à ·O SEU Gasolina, Óleos c:J CARRO MERECE Lubrificantes, Óleos Borracharia .. 1 D 1. O ,vAiOR CARINHO Diesel Filtrado, Lavagens, Lubrificação uh: ificanies a Preços de Fábricas. LU UN M!TO GROSSO e OCR Altevir J.ru m, 1,, fl 1 ·onru r1 nr11hi1J1,t•• <·111 qu• ,! 111Cllll 1 1H , f:ito (iroll (), 1111 {u, 1.1, pol11wo 11 11111111 r,1lv11 11.i I XJ)P<'lrtllvu da dh l ,,o d,, .. Ur1wd1· J,:,tarlo (,rrinrl 1 • .• 1 1 o surgimento do uma nova unida:le foulo11 do parul8lo dlviriór-lo, • lftVNlll IIHl'lilll ('OHIO um 1>1111110 de pOlll· ha11 .. m 1 ,w,111da lncol'ta, provoeaclu pe lo tiro inesperado de um candor impre , 11110: ll IIIJl'[JJ'íl~ll. A Grand Dourado" <:1'1011 111111 ,M,oc:i,,çiio Jl(•gional ( sulmat) abran ~1•11•t., 1<11:1 :11·ea fít,lcll rl1• i11fluõ11c:iu, t que foi o p, imPll'O Hintollla rn11 nx 1 cuilvo"l, nifo obsl1111k a l111po11dl'l'f1hlllda<l11 tio HÇÕCfl co11crnlaR ohjrli'aH, 1 1 11l11o ninrla, Kraç:u,; 11 l)euH, ciulmente, nn federal. Jâ e ·t:i C'm g,•stuçiio u A,sociaçJo dos Munieipios do vale do Aquiclouann, irmfí □o!l a~pectu~ ol'Ográficns, dn As ·o• t'iuçüc• dos Miu ieipios do vale cio lvi. nhemn. É pereeptivel, port11nl.tl, a p1·ocu ra de uma infr11eslrUilll'a ao mesmo tem po ;,mpla e centrnliz tda, congreg,111do os admiui&trndorP que vh· m nu tlni-ia de uma del'iniçfto capaz de dar senti.lo às f;Uas cumialludu~. já que seud re.:;peclivos povos tém os olbo • constantemente vul. tudos para si, na 1:.tual cunjunlurn. Porém, ID'iis digno dP notH, ocorreu em Aquidauuau um fato bastc1nte sinto mático 0 relevante. É que o primt>iro Presid ute da Assudemat. ent!'e todo., os membro9 da nova agrnmiação, foi eleito pelo MDH. o Pl'efeito Fernando Pi1· )8 de Freitas, da jovem .J9.rdim .... Ao observador menos aviB11do. tal fato tranpira dúvidas e impõe du da VJ1l11 : ou há uma cri u d,· li<l1•r 11,v, • 11- ll'I:' ( i..t ... H pr'..:t1•ll•• 11u h•rn:111do • utn 'Ju l'U <],, uma von!ale incontrolável de trabalha1 por puno tJ .. ',Hlu um deles. Quando P,' to 11rllc•ulht'1, 1111 qunlirlad • <i" Pr •fl'ito d<• Nloa,pH•, 1111te,.. do cc,11elavc•, l',,m,ultou l!CUR c:olel-{a qu' íH' l'l'llllil'l11ll UIJl rqul dullllllU ;.ob u por,fllbili•J/ld:.) (ln f,wJuir-se o lk lluiJe11 dt• Gn,;lro Pinto (rlP llelu ViHlll) ,·omo Pre-,ltln11le de l lonr<.1 da E11lldad<', e l•1•r11n11clo ele• íp •!Lo e n o,,u 1ncía entu-;iá-.tieu de todos. R nifo deu outru: OCOl'l'l'U r, que se planejou. A .HHtHle11111t (•sU1 1011 peln .-t11h·,r l'rPAidPn le clu Repr'1blic I e0rn ba."' rrum respalc10 e vineentc, ou seja su 1s qu ilid•1d ·i, p s sois pura ene tos de manha n ·r g trltll'u. DestP. moclo a rs,udemat ul'••!'e· ce ao p is uma liçiio de dPmorraci11. A aul l'oi ml11is1rnd11 CíllU rmwstr;a. Na cunl'igurnçü I de uma dtmoc ·aci,t e,tá u opol'tuniuadc: dP uniiio enLl'e o pal'l1dn do Governo e o dnu Oposição, quando ambos lutam ()JL' um ide11I comum E nb ir:1 ~ín• grandu por m·u·es dif Pr,·nt•.'s 11 pnrto ;.e guro e comum é uru só: lrnb,tll11:ll' irma- 11'udo!l em benefici,) de tão v 1stu re~iúu. Adem 1is. se ambos os pn·tidl's siio l'illlo:: d·1 Revoluçiio, sNía uma c!esunrnnídacle de 'e:·dur-se um deles, relegando-o à co11- tlição iaeômoda e humilhante de obser vador talvez !rupolenle e revultncto. A p 1rlicipação é bih1ter-ul, o trabalho é a dois; o alvo, u prusperUud•' de todos. A lição foi dada. Assimile-a quem puder, aprenJa quem sinta dentro dtt alma a vibração do seotimento democrático ou quem carregue deatt·o de i me mo, n elevado espírito de brasilidade. FO E UNL.O O Prefcilo de Guia Lopes da Laguna, Rosalvo Fraga ·n11t BOQt;EIRi.O ''H.-.almenl~, aCirmou o Prcfcit<.1, 1irnwu• " ca• ,uinlião c colocamos um õnibu, que OÍt'rcccr:Í Jt1Jis confor10 uo, u<o:írio,··. Foi uma troca pro• du1iu1 ... Alencar E U PHH ELTU continua "explicando" algumas criticas que foram publicadn,- neste jornal, mais própriamente do ,·e· n·ador (ex) l'anilo unes gueira: A respeito do inlcrurbnno, luz e demais aquisições de Jardim não interessa quem conseguiu, o que é importan te, de sumn irnpor15nciu, é que Jart.lim •·Slá rece• licndo m,•lhoramrnlo,'', lnfor111ou ainda II Dr. Fanando que "a dcci,ão tnmndu pelo Danilo iu nes ogueira se prende a determinações uperio r,·s do li'iP' e la111bc111 da orientação de ,:cu advogado que lhe avisou da sua cassação nua án·u ju,liciul'', OM ESTAS cxplnnn~<ie •. o Pr .. fci111 Municipal coloca as cartas nu nll'!-n ... e fiualizu t'nfoeando n n<•1•t•:.::õ-idach· de unir e,forçor vi,an<-· .. ;.<: BRE'ES Prcfci111ra ~luni'iput c,1:i clnbornnd, pr,,j.-w puru a,fuhar u cirladc ... O, municlpio~ Ut! Jardim ,. Guin Lopc, da La nuun irão n:ceber :ijud::a para ,~-=trru1a.:, , 1c1nuis e pontes... com colaboração do Deputado Figu.:iró .. Jardim ganha armazém da CASEMAT, graças a amiz:ide do !'refrito com .1 povo cuinhano ... JurJiw r.:cehc lJniduJc :fani1úriu do Governo do E,tado ... (r1 [ill[L 1 SOFRE s REIR Ç f'uiubú- O -•·•·r<'lÚrio da l11tl11,1ricr .- Co111(·n·io de Mato Gro--o, D)id Balaiuc, reconhereu qur o ,·0111érl'io dc.:-.e E-.tado 11,1 ... zona... de fronft•ir:.a corno P.1r.1µuai t' Boli,i~1 :--ufrt· u111a !!fUl rc-tra. ,;iw tlc,d,· o Decreto 78 986, dt- 21 d,· ,lt·1.r111hro últin10, que pral ieu111t•nft• eJi111inou a j .. ,~,tt;:10 do lposto sobre Produto- indu-trializado- • 1 PI- .pu t·rn o principal incentivo à- exportações realizadas pelo co111én·io fronteiriço. Cui.ibá- E. O i:e1,ut .t!. 1 ·u !lo 'a!<! 1 uha, prf:'ializada IH'. ()triadi> rl,-, Poota P,,rã, qut r:d•1 í'ora•n trnludc:: Y.:'i,::: p0- blem1-1c: uos mt.:nicípio;; (.; :qu~l11 rrgi'"ti, contanào inclusi'c l'OIU o rc:)l'e:;entanl • oo Miuistrn Rangel eis, que tomou co nhécimt"nto du plano aµr 'Sentado pelo prefdto de D,H1rados. Dr .. Ju~é ~liu :vlo reira presidente da Associação dos Mu nicípins do 'o! de :ldo Gros o. O Prp. sideo1e do legisbtivJ matogro;:sen_e concorda comn ucrio da formação da As;;ulmot, pois é uma OO'U !'orça paru rt0i'iodic1:1r 1ue!hori s. not,rndo- sse do governo federal ~um :1 'Pt'é· StOÇU d" ·,'U l'('!)rºSE'Otunte ... E !Jr.11,tr d r.-,,, 1i,I,,. J "1, . 1,, rio co111• J't 1.1111 .... ,h .. 1' n t,t p,,r . e E.els .ta na r,,,,. tira com o larazuai, de 'orumba, na fronteira con llollli ,, 11 -,•n, t,,rio 1).1i•i Balaniue apelou ao gorem, f,· leral, pedindo uma nova r,. lamenta ao para o Decreto <,l.ll.l l ,1,· 17 ·11· j11llro ,J,, J. 969, qur 1r,,1,1 d,,. 1-rfnrol,. ficai pot o rereiantis d.t r ia ,. d,· frunf• ir,, c·-1.l 1 ,·11r11nl,·t11111t"nt,· d, .. u1J111 ui.,. Hteh I I Ji,,. ,l,é ~ pt'rlidol . Oh!' Je-u- qur t!i--.--tc:_ ··ru do o que pedire- ao l'ai e" meu nome, ele atemleri Por in1crrnt'diu d,· 1:.irin. ,·o.:!":t ~J· ~r,11la ~l:i,·. "" hurnildernentt rogo ao no--o pai ein vos+ nou,f'" que ruinli3 uruç:.iu :'U ida. (. lcuciona••I' ,l p~d,dol Oh! Jesus que di--e-te. .. U ci=u ,. a trrr..i pn• .. arão, 1na" ~-~ minha palavra não asara • P,,r i111cr111í:dio d.- '1,ri:i , 0 ,· 11 ·agrada Me e confio que inir oracüo ja ouida. tleneians-se o pedi:lo) erre 1 Hi . os·o0.3 A Maria- e l a!e lainla Enl CJ:-LJ ur!!--nfl• c .. t....i. no,e na deverà ser feita em no hora- .. !antiada publicar por ter alcancado vária- graça° • :. •. 8. Leia e Assine o Jornal Correio Jardinense Continuar navegando 32_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº32_02_08_1977 34_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº34_20_08_1977 Voltar para a lista de itens