60_CORREIO_JARDINENSE_ANOII_Nº60_21_05_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título60_CORREIO_JARDINENSE_ANOII_Nº60_21_05_1978Número da edição60Data de publicação21 de maio de 1978Número de páginas4GeoCoordenada -21.4952413445602 , -56.141484928027545 Documento 60_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº60_21_05_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto l. J 1 Funrlador lvaldo Pereira ----...L-------'------ Ano li N.O 60 2la28-5-?8 Jardim Mato Grosso do Sul Ili - _, Brasília - É incluída a ligação rodo viária da BR - 262 - trecho Guuieurus Cn randazal - à BR • 267 - Porto '.1urtlnbo Cuio.bá (Sedimu t) - Os responsá vt>i' pe la mort1rndadc de peixes no rio Miranda, vão resp nder o processo criminal de vez que violaram o urt. 35, alínea "B", do Decreto Lei 221, de 21/2/1967, segun Jo lnformc11· e na D i vis ti o de Re cursos . a turuis da ecretariu du Agricul tura de Mato Grosso. O fato já foi co municado as autoridades federais compe tentes. para que as providenc:a.; cabiv~ is sejam adotadas no sentido de pumr todos os envolvidos no envenenamento das águas do rio e que provocou a mor te por asfixia de 50 tonel1as de peixes. Embora os técnicos aa UEPIPA - Centro de Pesquisas lctiológicas do f>antana!, qus !oram ao local não tenham c?11clm do ainda os exames de laboratório do li NO UMASE H ua relação descritiva das rodovias lo sis tema rodovlúrlo federal, aprovada pela lei 5.917, de 10 de setembro de 1973 -PIu-. no Naclounl de Viação - sepundo prposição, 11 pur lamentrr matogroHsenfie dl. se que, do ponto de vista du política 1rncioua[ de tmnsporte, cumr,re aduzir que o eslrellu mento da malbtl rodovlórít1 oa rPgíão de trontelrn. percorrldtt. polo t·odovlu propos ta nado mais significo do que u renova• çilo de óbices 110 tráfego j.:i existente, cer ca de 500 caminhões por dia. maiR rio que suricirnte, na sua opinião, para justificar uma rodovll classe II, consoaat.a o que dis põe 11 portaria nº 19, de 1fl49, do DNER, alterada pela de nº 24-69. Esse crescitaento do tràfego, coo llnuou o representante matogrossense representa uma consequêLJcia dos progra mas do il PND (1975-79) para aprovdta mento dus terras do Centro-Oeste do País; Coutudo, acentuou, cumpre rnllentar que se trata de região de elevado crescimen to d':lmográflco, ·•aspecto que é () mo.Is importante da politica rodoviária". E iR sO porque essa a uoduliuuus de cerceu mento que atende com muior eficácia ao crescimento do mercado Interno e à re dução da eo)nomla naturista, !;;to é, pro pícia ao crescimento do índice de paga· menta em moeda aos fatores de produ ção, concluiu o senador. Pescadores Responsáveis pela Mor tandade de peixes no Rio Miranda vão Responder p r o c e s s o C r i m i n a 1 m:iterial coletado, ficarão pronto segun da-feira, sabe-se que a mortandade foi provocada por uu produto químico e ão por bnc;ba . Por e te motivo, a pcpula çüo ribeirinha que mora a jusante do loral onde -o veneno foi jogado está sendo alertada para que evite utilizar-se da água do rio. Devido a decomposição do pescado, a utilização da água na pre pração da alimentos pode ocasionar prnblemac, orgânicof.. Segundo ioforma ram s técnicos da CEPIPAN ao Secre tl'.lrio Maçao Tudano, da Agricultura, o produto quimico utilizado pelo grupo de pescadores responsável pelo desastre e cológico pf)luiu um trecho de 13 kilôme tros de rio e que levará algum tempo para que tudo volte a normalidade. T Naquele 13 de mio do 1917 dian te da Senhora "vestida de luz', Lúci Francisco e Jacinta permanecim mudos extaxiados, perante tamanha beleza so brenatural. -' Nüo tonhal medo. Eu ni1o v:,.._ Iaço ml", disne Nossa Senhora em portuguós Em seguida Lúcia perguntou - "Donde é VoR,:emec6? -- "Sou do Céu" /e a Virgem upontuu para cima com a mão]. - "E que é qur Vos,emecê roe quer'?'' - "Vlm paru vo. p1,>dlr que vooh:lfg aqui sê-ls meses seguirlos, no dia 13, a esta mes rna hora. Depolspeito de duas meninas que haviam murrtdo recentemente. Eru::n li· migas de sua familia. - "A Meria das Neves já está no Céu'?" - " lm, e>stA'·. - "E a Amélia?·· -"Es:rá :o urgat6ri: até o {ma Co mundo". Quem terá sido essa Amélia que ficará no purgatório até o fim do mundo? A Virgem tornou a falar: "Quereis o[erecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviur-vos em ato de rept1ração pelos pecados com que Ele e ofendido e de súplica pela converi:ü.o dos pecado!'es? - " iro, queremos". - "Idee, pois tem muito que ofrer mas a graça de Deus será o vc,sso conforto•·. A medida que dizia a.a palavras 1 "A graça de Deus", Nossa Senhora abriu as mãos e comunicou uma luz tão inten que não só envolveu os videntes com seu re!iplendor, mas penetrou em seus peitos e no mais íntimo da alma "fazendo-nos ver a nós mesmo em Deus - segundo conta Lúcia - mais claramente do que vemos no melhor dos espelhos. Então por um impulso interno, os trê caíram de joelho'> e repetiram intimamente: "Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Me u Deus, Meu Deus, eu Vos ao no Ssntis ;;imo Sacramente". Nostoa Senhora esperou que termi na«sem para dizer: Rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz para o mudo e o firu ~a r;uerra··. Em seguida começou a ele var-se serenamente, !!Ubindo em direçãu ao nascente, até desaparecer na imensi dsde do firmnmento. DE LUZ O trós vidente per mneceram contempln do o c(·u "',ll'Ott. "ti! que i;c•uhorn lfio linda", reprtia J ,;fnto, go a· p6, a n,ordedura. 4. e o cão morrer na quele prazo de dez dias, co municar as autoridades sanitá rias ou avisar o Lnhorat6rio do PLA:SASA, cm Várzea Grande, pelo tdefone 5255. CO)IO EVIT.H A RAIVA I Vacinando o cão todos nos anos. 2. Entando os cnes va dios. 5em dono, que peram• bulam pelas rua3 3. Fazendo a vacina anti rábica. rnb a orientação médi • ca, imediatamente após ter si do ,nordido por um anim:il raivoso ou sn.-peito de raiva. -1. PTocurando as unida de, . . - iu Sebastião Crispim do 7il Bela. Vista Fone 4-6683 11Into Grosso Rego 319 Fone Mato Grosso nu INTE CASSINO PARAGUAY imbiente Seleto - Bebidas Naio nais e Importa.das - O maior atrativo da fronteira Diversões -- Som. Visite Bellu. Vista lParaguai) e conheça o RESTAU RANTE CASSINO PARAGUAY. Paraguai ____ _._ _ Bella Vista LI "O Comercio Jovem de Mato Grosso . do Sul" Bsta levar o seu documento. O s_eu crédito é aberto pelo Já. Famoso Credi Big. 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A sim sendo, a partir do pruzo estipu lado pura o Credenci11mt.·nto, não malR Rorão ucc>lloH trab11lhos lnpogl'ót'icos de profiF;alonals nilo credP11cladcis pelo IN CRA em processo de qualquer naturna. DO CREDENCIAMENTO OP prof!ssioaals autônomos intero!'-Eta clos em obter o sou cadastramento junto ao HlCRA, deverlio euvir,r requerimento dirigido !lO Presicle>nte du Cornit,são de Licitação, acompnuhaúo da seguinte Do cumeutaçfio: n) Fotocópia autenticada du Ca, teira de ldeutldade: b) Fotocópia autent!cndf de prova de quitação com as obrigações eleitoraiF; c) Fotocópia autenticada de prova de quitação com o sarviço militar; d) Fotocópin do carlüo de Identifica ção de contribuintes CIC; e) Atestado de Rcsldên•·ia; f) Atestado de idoneid11cle flnancPi rn Iornecido por estabelecimento uancf.lrio g) certidão negativa ctos cartórios de protestos de títulos c,nde tenha dom1cílio; - Incra h) Certidão neatlva do cartórios de tltHlrihuiçfio coica; n) Hcl11çúo Llos c•qulpamentos e mnte riuis pertencentes ao pro!l-si,mul autôno mo, destlaudos à rcnlizaçilc doh trabu!hos toµogró.íicos, devlr.amcntA cornpr,-,vudu s·rn pl'Oµrlcdado, meillunt 1 J flltocópiu. au tenticada de Nota Fisr.al ou recibo do uqulHição, ou 1:1lndu comproo/eda la dl!lponibllid:ide sseurada através de contruto de aluguel: o) Urna fotografia 3x4. Os requerimtiolos e outras informa ções poderão ser obtidos no& e11deI.lnlino Rua Almi rnnte [3 u ti s ta d a s N e v e !:', 333 Diamantino MT. Projeto Fundiári0 Cãceres Rua dos OperárioR S/':-< Cáceres/MT Projeto Fun di"rio V. dn Araguaia Av. l'1eto Grosso s-n B. do G,,rcas/.lT Pwjeto Fundiário Corumbá Rua Antonio João, 512 Corum b6 M/S Projeto Fundiário Dourados Rua .Joaquim Teixeira Alves, 2498 Dourados llS ProjP.lo Fundiário Jardim Av. Duque de Caxias, 988 Jardim l1S. Cuiabá MT. 1215/78 Vuldir Alves da Silva Pres Comissão Pe:-man~ate de Licitaçii.o Edital do lndmaçâo Citação e do Covcdor Banco do Bra.il rccsc:alonyrá di· vidas ào Produtores PROPRIETÁRIO Serviço Completo a La Carte Rodízio todos u dia Avenida Duque de (axias s/n ARLINDO SILVA Bebidaa, l :ic10na1s e E:-trangeiras Frangos e Carnes. Jardim .. MT Sul 1) th. J,a rlo. Drsdes Garis. Juiz de TJ,. rrit «da Cmsr de Jardim, E rado de Mato Gr,; .. o. n:1 forma da Irei, et.. Faz abr, a todos quanto» o pre-rtt l .dir 11 virem unu dele conhecimento tis«rm, o4_ 4t° ·ur posam que, no dia 2 de Junho de [9.8, lo,oo horas, o Porteiro dos Auditórios do lorum levará a público pregão de venda e arremata4o, quem mais der e maior lanço ofr-rt1111,s da respetiva avaliarão que fui de 'rs Too,o00,0o (etentos e ses»rnta til cruzeiros», o bem pe nltor.1 lo li<) rll,I l'Ut.,d.. !id,ic l..aho-hi. Jl(J, u_u to- de Carta l'recatória n.o 55/78, oriunda da Co marca de Dourados, extraida •J,1 ,,:Jo de Eecu ç'o movida por Denzo Takgi saber: Uma le hu rl,· terrn• p.i,1:ii, t' ltl't'Jdl.J•. roru ! ,ir<'a .r~ 19,J (cento e noventa) hertares, da Fazenda De barrancado, nes luares denominados Faz. Ponte Nova e 5anta F(· ,1,.,idurnrntt rt•:~i-trada no <'• r:, publicado t' afixado na forma da Lei Dado e pa•sarlo na (.;cmar~a de Jardim, uo< 19 <liu, do mes de Maio <li, 19711. Eu. Maria Lydia Z. Uli I eí ra. Escrevente Juramentada datilografei e -ubs cre,·o. O Juiz de Direito João Cario, Brnnd e! O areia Correio Jardinense SE.L-N.RIO F U N D A D O E il 01108176 ln,c. E•t. J.31)95331- CGC-:lF: 03.200.76310002 71 Redação e Admíni•traçüo Rua Ten. Bernardes s/n Jardim - )lato Gro,,o Oficiou,: Jlua Duque de Caxias, /n Bda Vi,ta )lat0 Gro••o Heclator Cliefe haldo Pereira Adm.in1straçãn: )laria E.tela V. Paeira Gerente: Gils,,n Silva Santos Deparrnmeoto - Com<:,rcial: ,)varo Pereira A SI A T U R A ° As;inntura Anual Jardim CrS 150,00 Denis Municípios CrS 2o0,oo Correio Jardinense é uma publicação da ORJ1VAPE O li""'·' ,lo llr,1•il. , i -+rlo beneficiar ms una r o produtores «de milho, arroz e soja da afra G/8 que ti ram uas colheitas parialueu te frustradas por fen+menu l'ii,n:al,o-. d ri<ltu r,•c·-,Jlu,rnr s didas dos mesmo, oljre tivandu também, rápida rvu JH r:t~âo do ,-t_for a:::n 1 /1t·t·1i )rio. O saldo da divida de ti naciamrnto «de cu-tio, ri prorrogado por l ano+, e duas prcel-, iguai, com encimentos marcados pata .li d.: julbo de 19'79 ,. :11 d,· julho d,· 1<;80. , pr,,rrn!-(J~Jo se fará npbs o r<'c·nlllí111t11l<J da receita pro, t'nivnte rb ru, 11,eiln, para <H produ1 1•rr.• un,. parado1 ou nJo pdu Prnr,;,!r. A• prntnt;rie, ,1 .. in,,. 1i. mento, que era pagas com o produto ,J,1 ;nfra uí~tu-ln, fo. rarn prorrogada- por 111<1 e1110. a c-onl:u do ,ct1c·i111r11lri fiual da operação. Uma outru linha de cré dito e,p,•cial. foi aberta pelo Banco rl,1 Bra,il. ao~ proclu10. res financiudc,1, 1·0111 u fiooli• dade de ajudar no« gasto ge rni• d,. mt.nut,·ntã própria e de suas famílias à base de 2)5 cruuiro• por ht'clnre, fí• nanciaclo na eufra 17,78· As nperaçlit', da ruodali rlade st·rã anteriores. O. pro,lutore• poJerfr,o diri.,ir u· à Carteiro de Cre· dito" Al!ricola ;_ Corre!o Jardinen' E±- í#W ao atarás•• Serve tambom paro os animais" (A Coço e Campos de Concentracão Mas não +ó em relaço caça de ' 11nlnia111 Rllvr.Rlrnt- o lioroc•m flf' <'l1ocn com ra um teneno, posRllJílldndes pura ci:;car n Jurisprudencia de hoje, Outros auimaiti o chão, ela para poder banhar u Ufl em eonvlvênclu secular com o homem, plumagem e ums alimentação maJH vurl11- têm hoje eeolópieunente os seus direi. da, como ra o costume no mundo iutei- 1os 11 urna vida melhor. Poucos silo 08 ro anteA da criação dos Campos de Cou hrn:-llnlro:; que v!Hltarnm uma vez umu c •ntraçllo pura gul.111hus, ueHte lnqu~rllo !ns grandes rujus de produção de ovos, sómente 4% das donas de casa recoube, , gente fica dEt-ulL•ntuuo 1.wla c1 uelclude ciam u necHHHldude eeouomlcu em fazer do amb!ent('. Mllha1·os e mlllu,reh de ga- concrntrnqilo ew mai do uol1.nai dcn linhas fiem presas durante u sua eur. tro de jaulas. A ubaolutu mulorlu c!Jnmu ta vlrlu em umu galolu de mó.xiruo cJ,i 50 va o prooodimento dua graojaa-fáb1·lcus !'nl em quudrudo. Elas a/lo condenad1111 de ovos uma cruel tortura de unlmalt; 11 ser uma slmplos máquina de produzir indefe.;oa. ovnt1. Elus ni1o podem se movimentar Devemos reconhecer QUf na Ale sõmeote levantar-se um pouco 0Om O fl~ manha a cCJnsciêncill ecológica é multo de alcançar h sua raçilo ou de botar O maior do qua nossa. E que nesse País "eu ovo de cudn cllo. As rações pnrnum supcrlndu,;trlalizado afoita dê terras p,1ru n freott• delas numa tela condutora, taru- cháo~rus grandes de crlaçfio de guliuh.:s bém u águo, atrás do uma tela que leva em nuturnl é chocante em contraste com us ovos <le centenus de gnlínbns lnlntn- o nosso Pais. Lá se justificava em certo ruptomcnte ao destino, ás belas caixas sPntldo granja6-fábrlcas de ovos, e roes- • , plá11ticas de uma dúzia que nós C<lohe- Ill() assim o povo de lá se revolta. Mas cemos nc, prgut:-pague. A atmosfera das nqui no Brasil porle-se, em lugar das grnndrs salas da8 fábricas de ovos é in- granjas díl coucentração de1mmanu de suportável, oti ~mprl'gudos ondam o dia gulinhas-118ctérius, comprar facilmente Inteiro pelHs numorosud telas condutoras. urna chãcara grande com livre saída em apanham as galinhas mortas pelo Reu- terrenos crrcado5 de telas de arame oa matismo, Colasterol, inutividude de- ruo- ra o mesmo oujelivo; produção de ovos vimento e outras circunsttlncias do 11111- mais adios E mais gostosos, Basta a com hiente envt 0oenado. O mundialmente co- pra de alguns hectares de cerrado ou nhecido protetrr do mundo animal, Pro. terra de i;;egundu peles granjas, hoje em fessor Grzimek Frankfurt, redator da re- dia, e assim seria atendido salisfatória vlsla "O Animal" (uma revisto mundial, mPnte aos novos conceito ecológicos que já pub!icou nu ano passado um gran- à Humanização. de artigo sobre a efl0lercio dri ~e~viço de Fiscalização de Caça e Pesca de Goiés), l'brigou por decisão do Tribunal de Jus tiça em Frankfurt us granjas de ovos na Alemanha a marcar oi; seus produtos com "Kz-Eler", Isto é "Ovos de Campos de concentruçúo". Ele c h a m o u o proce so de postura deste!l ovos por "ga linhas bactérias". Após esta mnrcação baixou a V•!nda destP produto na Alema nha de mansirn impressionante. Um in• quérito do Instituto llfratest verificou que i ~' mais Je 80% ~as dona,.; de casa boje e~tão dispu tus a pugur até 25 ceotavos a mais por um ovo, que uós chamnmo':l aqui de ovo caipira. Ela querJm ovo_s de cháca ras, onde a galinbas tem aida livre pa- (Uont io unc;:1 o Outra Crueldade Um outro conforto com as fronteiras do direito, urna repugnante c r u e l d a d e é n cnçn e captura clns o, e1 e o n o r o s nacionais que enfeitnm ns nossas florestas e cam pos, fo1.l'nmo cnnório, e os grandes criadores de can:írios pintarem de vermelho os canários e os vender como Rollers. Lo{!O se re conhece no cativeiro, o recém oprisionodo p:issa- um direito Dú!io elo ou Co. ta um Número anterior} Delito) ro, cansado de arrebentar e contra as paredes do eu mini-tulo cárcere e perdida a irvnsidio do u ambiente verde e luunnass, ai Na lritv+a, Vc ;-e: nu111 111und,, tio d,f.-rrntc do Jt·tt !HJr.lÍ .. .lbo,o llabil:il, um talo ruidoso, incomptrnsi el, cheio de imagens terriei e brutai. O governo proibe por lei (Lei da Gaiola Livre) mas permite hoje a pri-4o cm intuito de rpvo dnucão em fins omerviai. E proibido hoje nas grandes eidales o correio de aves canora ta cionais, entre nos limo- meses foram apa nhado. e libertados L0 (hum mil e trezentos pássaros no Estado de ,oias, por fiscais do lBlJF e mais de loo por fi-,·ai, d,1 -.Xt,.GO. llr11tro de um caminhão de tran-porte de gado, oriundo de Mato Grosso, a fiscalização em Goias de-co briu 350 (trezentos e nquenta) ircudos e pinta ilgos, E+ta apreensão foi feita pelos fiscais de Burra do• r;arçu•. Todo• íoraru liha upre,·iador de ,·Joio d'! pá--.1ru t'lll t·a-a a liberrlade de adquirir um ou mais dele. Hoje jú existem muitas espéries de aves canora- no mun do inteiro, que nunca , ieramn a lilwrd,,d.-, pn· is foram criadas por pessoa« especializada e e> tão !-t"rnpre á venda nas casas t-peciais ou na· in númeras Associações de criação de pás-aros cano ra,. !-to hojc, é ju-to, 111a, apunhJr pa<-arinhn, nas Matas e uos campos com o fim de ganhar di11heiro tirando-lhe• u liberdaó.-. o seu awliiento para apri-ion:í-lo pura o resto da vida curta, Í<to é ina,liml-'i,el para um po,o civili✓arlo corno o no-,o. , Lei foi ju,ta e Fer.í cumpriria· PAR ABENS IBDF MATO GHOSSO A caça amodori.ta está proibida em Mato Gros so, 11elo ao m.-nos nté o final dc•te ano. ma, a proibiçào poderá se .-,tender ainda por tempo in definido. O delegado cio lmtituto llra,ileiro de Uescnvolvimento FloreHnl no F.,tado de ;lfolo Grosso, sr. Puulo Ueuedito Siqut"Írn. baixou por• ta.ria nes,e fentido, ''para dar um decanso aos animais e, pelo primci;·n vez pro mo, cr um recen seamento da fauna Matogrossense" Assim está em pleno vigor no E•wdo de ilato Gro••o a por<oria 117/711 de" ?7 de .lurço de 1978, aira, em 26 de Abril de 1978 Purabens I BOF', parnbens E,tado de Mato Gros- 80, A ecolgia de :luto Gros<o está ameaçada. O Home!I! Começa o destrui-lo. vamos todos cer rar filriras, c•jlaborando, escrevendo al~J em jor nais. revütns, mostrando no po,·o o 'ator da nos s:i Fauna. Livros Grátis r V,fY t'Jl!f' illl(lntío Jtlll· to com seu pwdido e • nh i!te;tamente tis urn hr.•l)(li e .:, ho,oo Códtgo Tributário Nacio nnl - , tu lií>ndo A pequisa de fraudes con tnhi·itt flf'líl ÍÍl'C'Hllznç,i.o d o Imo t o d e Ht • m l u - CllCildl''('IJflflO C:3 100,00 'l'r1l>p)a11 de Mt1Lem/1tiea Financira -- I:npresn c·m computador Cr$ 100,00 Novo Dlcl1,11árlo ,Jurldico BraHllelro 3 volumeH. Pre ço l•tal: CrS :l5o,o~ O mundo Anlígo - Um retr11 to cronológ-tco da no5sa exh,(l}ncla CrS:37,oo Série PrlnclplnnteA - N<'s- os parabéns no times por recomendar no Bra sil esla maravilhos11 co leçflo infantil de o vo lumes, Cada Cr$ 25,00 Anulnção de Casamento ~lundado de Segurança - Bucu e Apreensão. Tres excelentes volumes. Pre ço total· CrS 180.00 O Exorc:lcita - Uma ter rivel hi~tórla do demônio CrS 9o,eo Aanhos Defumúções e Amacis da Umbanda CrS 80,00 ,rA fpmfi tlca Financeira e Analitib de Investimentos Apenas CrS 70,00 O Atentado Contra Hf. tler CrS 90,00 Problemas Bancáríos CrS 70,00 ~ão preci,;a enviar di nheiro! Você só paga ao retirar Oõ livros na A!?êncla Pos tal <le ua cidade. Escre va para Editora Monter rey Ltda. Rua Visconde de J<i>são Ordlné ria do dia 3 dl' ruurço. ocq.sifio em que 11 Edilidade se viu brindada com u presen ça slmpátlc!i dos rs. Prefelto e Vtce Prefoito, do Procura:iíduos Edis. com vários projetos de real internsse público. o assunto estava e gotado (sic). Enquanto que o ilustre líder· da :rena, Edil Osvaldo Coimbra Grubert (OCG), ainda, talvez mal refrito da "panr.ada1 i& verbal" que levou nu supracitadu essão Ordinâri~, houve por bem. demonstrando alto grau de reconhecimento pc:lo apoio que em diversas ocusiõe!' lbe porporcio nou. 11proveilar a "dica" de seu brilhan te colega Ari de Deus, para dizer que o assunto (Requerinento de Infornaçõs) estava ~ncerrado após os esclarecimen tos pelo Sr. Prefeito e, por ele próprio. Além do mais, dever-se-ia levar em con ta que a flpoca é de ecoaomin etc Se nl!.o louvamos, compreendemos a utituds do nobre 'ereador Ari de Deus que, ulém de ser correligionário do Sr. Prefeito, mantêm, 1-fgundo se comenta na cidade r.egói:ios com • Exa., o que, no caso, é aliar, in1eli!J'A1,temnte o útil ao agradável e que, em o!itica costu ma dar Juros altos t> acentua do grau rle capita llzaçãu. O nobre Vereador Ari de Deus fez u- 1 mn O'Jçiio no , 1:nlicJ1, pror,re11~1. tn e•, re ulmente, Pl'll[!Ulflllco. de Puu inr·glívt-1 11- tuuçio política. É trilha segura nos tempos qut correm e, democraticamente. em to do" os e, cnlõ•·s dn viria púhl!C'a ... Qu;rnto ao ilustre líder da Arena nu Cãm ara Municipal, estamos em divda com referência a sua reul motivação, m,11,, 111.11·,•cr,nc,H que niio lncorrPri ·mos em equívoco se nos lembrásetaos do que eserevemas anteriormente; "O 'Sr. Osvaldo Grubert é de índole L>o., e de Ul'l n-,raçfío muHo ~r- nde. E - quee tudo. e dpresu, e pevoa mais depressn uindn. [ecnhecemos ser uma gr·nde virtude e, principalmente, ums vlrtud,, C'ri81il. É bem Vl!l''lacl1;• que tlrau d um certa dose de frustruçio, o Sr. Osvnldo se perturba mu!to pouco com essas cisas, desde que é homem ind? p·nlnte e e entra nessas brigas é, a penns, p na srrvlr. Nunca lut<,u e :nunca lutnrà, Deu, as ;fm o permitu, por um lu ga,· uo sol, por um naco de queijo ou por um pedaço de pão. E se for o ca~o está bem preparado "for the 1mJeqJ'· (para o que der e vier). A sua política é de c,utro nnipe e, por Isso, não estó trelnr1clo para um "entrevero" na base de fole':!, e o que é pior, no escuro! .. :• (ROL - Nov - 77). J"'e Fato. E pezinhado, maltratado pela dupla Zeca-Preto-Rral<lo Silva, "roubado'' na apuração <los Urnll'3 (Ca o da Recoilta gem), eis que o Sr. CGC, por quP~tõ.·s políticas {diz S. Exa). emp{'uha-se junto ao deputado H.uben Figueiró e consegue um razóavel emprego, em Campo Grande para o seu lião , r. José Bião eto de GLL!. .. O Dr. Fernando de Freitas em co mic!ns para atingir o r. OCG, uson de sua recoubeclda capacidade de retalia ção e o f~z seL11 nenhuma inibição ... Pa sados r.lguns meses. o nobre 1 Vereador· Líder da ARE~A. com alto es pirito pá!'o. aval:sou dois titulo para que a Preft:.ac::-'l Jurdiurnse adquirisse dois caminhõe1:1. OCG entra, na Câmna, com um requerimAnto de inforrnaçõei:;, sliás b{'m f Pito, e <:buca a onça com vara curta. Levu. em revide, indigeslH "sesi,,ão Vt:r· bal" e quandc a RDL se propõe a fazer uma ané.lise crnica dos acontecirr,entos o eminéote líddr arenista apela por eco nomia para sepultar, o quanto antes um assunto ainda bem quente, muito quente I'e,IO. O :wbr • ereaddor O'G spirava scrvlr rnelhur, uir.d;1 o po,·o d· "U,1 !(•na e, para tanto, egitou candidatar-se depu!do cotstituite, na certz, de o r. PP fosse tomado Governaaor do j! glorioso Estudo do lato iroso do l coo s peripécias da vida politiea ão por vezes, imprevisíveis, o que era certo fracassou, o btreo ufut dou, e us ou pantess tão pretendei gastar iinh tro a ra obter um "pi, ulito" qu caro do que pod riu imnginr nos rm vã filnHol'ia. O Dr. Pedf11 PPClf'Orfllan foi manda do "às urtigas" pelo Sr, OCG e. segundo S. Exa. declarou na Cümr, Municipal, nilo é FÓ ele, IDl.if;, lamualdn "Barão 1 do mo .-pu" (tarem ,, que vai ficar co nlwcido, r.omo Lor,I ri 1 ""{unca-t'·-vi ~bi ne" (pr,,r:uuclu-~r XGr). Está mui" do que claro que, sob o pon to rlc vislri ei-:tritament{' políticG. OCG t'!l tá certo. Em polítlc !, os• ntíment l e cer tas sutilezas éticas, se nüo !'ão iucom patíveis com o •·:2rtesúnato", atrapulham muito. Nosso jornal é idealista e dirigido no sentido do interesse público. Julga mos útil que o povo tomu:.-sP. conhecimen to do "RPquerlruento de Informa<·õea" 1 do Sr. OCG e das explicações do Sr. Pre feito, porquP o primeiro se enquadrava perfeit11me1,te, nüquilo qu1• se poderia es perar de um Ver~ador e que já se fazia tardar. Sendo assim, prei,tlramoti úS ori ginais e os enviamos para publicação na Tribuna da Imprem,a", Riu de Jdneiro. De1xumos, a critério da Câmt1.ra iIunicipal, apreciar a propositura enr.a minhada pelo Vereador Polidoro Severi no_ da lfosa e, de acordo com nossos pre c~1tos éticos, não compareeemos, propo sitadameute, à Sessão para que os Sr8. Edis pude1-1sem dP!ibnar mais à vontade Fornos. realmente, felizes desde que desse rnodP, o Sr. Vereador Osvaldo Coim, bra Grubert pode realizar-se melhor ... A edição sobre a Câmara llunici pal veio J. luz. (1.500 exemplares) foi dis trtbulda, gratuitamente. enviada a quase todas as Prl.'feituras e Câmaras :1uníci pai do Estado de :fato Grosso da Sul estando desde já o Sr. Osvaldo CGímbr~ Grub_ert, yeread~r e Lider da ARE A de Jardim d1 pensado atê mesmo de um sim. ples, seco e protocolar - Muito Obrigado. (Retirada da Laguna.) Mobral !anç Progra ma de Saúde - Via Rádio / p•1rtlr do I' <li' mio (2" feira} à 19:15 IJ<)I 11 , a Bádlo Edu,·nc;fi11 Hurui, ,•m ~onjunto u Jneçado u toda comu nlda:lt!, ··voce Perguntu e o lobrul RPt<pnnde" é levado a efeito pela mesma ·emlFsori:1. Como o ()flaborc1• do cm série, 8ugerimos aos ouvintes acompãnba rem sistematicamente. Trata se de progra ma alegre, intercalado com músicas populares e mensag..,ns u similáveis por pessoas de qualquer nlvel cultural. Não percam mais {'1,• ta oportunidade ofereci da pelo Mobral. 11obral vai multo além da alfa betização. Minislério ~a Agricullura lstiluto Itioal de li7rã [ Relcrma Agrária - Incra AVISO Renatstranelo/li O lm<itulo Nacional ,le Colonização e Reformu Agrá ria - Ira, avisa aos propre tário•, po;;rnidore, a qualquer titulo de im6,·el rur:.l pareei· ro;; e nrrendatárlos rurnu, que o prazo final de apreeentaçào de declaração para Recndn~_Lrn· mento, se encerra no próximo dia 31 de maio de 1978. Lembra na oportunidade que o recarlastramenlo rural é obrigatório e o não cumy~1- mento do pnzo acima EUJCllll o declarante ao lançamento do Imposto ex-oficio. . Não deixe paa a última boru. Procure logo um po;;to do INCRA, juó a Prefeitura do seu Município ou Orgão de- Cadastro na Capital. - •·Recnda,tramento ,8: Retrato Rural do Bra,;il de hoje". ter r a Conheça a linha compll!ta de financiamentos do FINANCIAL ele t d . • em a soluçã ten er a todas as necessidades de sua empresa. Eis alguns exem;] d o para ti· ~ • p os o que o FINANCI L o,erece: Descontos de Titulos, Crédito Hotativo Créditc Rurlll p· . A lhe . , . , 1nanc1amentos à dia Empres11, Financiamentos para Construções Habitacionai~ C t=- pequena e mé- . l Cr . , • s, ar ao de Crêdilo Ch eia ' edito P(lssoal, Fundes Fiscais de Investimento e Reflorestamento. • eque Espe- Esses são alguns dos Serviços prestados pel p· . · .o inancial Pracure o Financial agencias em todo Terr·t - =- ±mn orio Nacional --[ o Bane o q u e n o s s a Continuar navegando 59_CORREIO_JARDINENSE_ANOII_Nº59_12_05_1978 61_CORREIO_JARDINENSE_ANOII_Nº61_04_06_1978 Voltar para a lista de itens