125_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº125_03_04_1980 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título125_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº125_03_04_1980Número da edição125Data de publicação3 de abril de 1980Número de páginas6GeoCoordenada -21.49779687388452 , -56.13876680484275 Documento 125_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº125_03_04_1980 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 0U/04/80 LI-emanário J IR D 1 Est~ recebendo maciço apolo o. campanbn politlcu encetndn pelo ilustre Governador ~1arcAlo Mlraoda, nu qual tem brilhante pardcipgão o Dr. Lelte Schlmldt, mui digno chefe da Casa Civil que tem demonstrado elevadn capacidade de nrtlculnçlio ao ex,•cutar ns normas dlroolonals do novo PDS, conseguindo com re trabalho engrandecer as hostes parlldarlas com expoentes dn polltlca ei-tudual, sobretudo C'(ntnndo com n ado súo de Inúmeros prefeitos do Estado. Por seu turno, o Deputado Ary Ri go sslr na liderança do novo PDS no Legislativo Est!ldual, Pl'gulndo n filosofia pnrlldõ.rla, estõ. a colher os frutoo da ex oe!ente ndminlstraçilo do Governo Esta dul, tendo com hn bildnde refutado as acusnQões que oc, tldla no mente silo feitas pela oposição ao usar como respostas as obros que Marcelo Miranda implanta nes te novo Estado da Federação. Elemento novo, dinâmico, defensor consciente da nova estruturação partldó.riu. est sendo um dos baluartes do Governo Estadual. Nilo bastasse no PDS cantor com dois h!l e futos que orgulham os filhos de Mato Grosso ào Sul. o povo jardinen se vê, hoje, a tranquila hurrnonla politl r e e per x:mr e Jardim Mô ca qufl 1obrlu o munlo[plo, decorrência evidente da consclentlzaç!J.o dos Poderes ExecuUvo e Legislativo, de que o Gover no Estadual tem os olhos voaados para Jnrdlm. Para atingir esse estágio, pagou se elevado preço. Não foi Fernando, :nno foram os Vereadores, ·'quem arcou. Foi o rnuo!oiplo, todos o sabem. E oomo solldlficaçlio do dlo. do ho je, desse mútuo assentimento de lutar pelo desenvolvimento da terra, de prl mar pelos !nteresse1:1 do. ooletlvlda de que se r.olooam acima de opiniões e vanta gens particulares, 'emos hoje a implan- Todo homem, em certos momeates da v!du, tem que assumir oompromls9os morais e primar pelo que assumiu. E quando se truta, multas vezes, de falar a verdade, não pode se omitir, pois a verdade não faz amalgama sen!io oom outra verdade. E quem mente um vez na vida poderá ser chamado de menti roso. E a q1em se nega de dizer a ver dade obo.mar•se-à de covarde! Ms a vida atual está repleta de peseoas que se omitem. A coragem de um Antônio João Inexiste nos dias de hoje. A decadência moral é fato lrrefu tável, e mereceria até mesmo um estudo mui profundo para que medidas fossem tome.das a fim de estlrpar esse deplr,rá vel vicio que assola a humanidade. E provas e mais provas se tem quando se participa dos mais diversos eventos que sucedem cottdlanamente. E a última de,nc.n,trac;ão des,1e gêne ro que presenciamos em nos11a cidade, hA poucos dias, deu-se por ecastão de um pronunciamento do Presidente de uma detwminada entidade te clesse de nosso munlclplo, que atribula ao tater ventor Paulo Américo a. doação de um auxilio financeiro à entidade. Disse que o auxilio foi dado pelo àito interventor, en uauto que a verdade é outra. O au- e Lundr, AP A mulher de um 1o dleo britanlco foi conden de receber em públleo, 80 açoits, n Arbla atdí ta, por ter loltdo as rida lei q prolbe servir bebidits Acoólleau. Seun do Informações d.da pel Secretaria d Relações Exteriores. Um» porta voz da rprtlção governamental diss que nu nhora Fenelope Arnot fol condenada por um tribunal de Jdda, por ter ervl do, em mui o p 1ssodo, bebltlr ulcoolle· fl durante uma festa particular, nua quul morrHnm um llornem e uma mulll r que culrutn dr1 junelu do quinto undur. taçllo do PDS. As vlsltae de Leite Sohmldt, Ar1 Rlgo e Getullo Gldeã!>, para abrir simbo licamente essa nova fase à hlotórfa mun.trlpal, prenunclo.m um futuro promla or para Jardim. E nesse momento que passará a Integrar a história munlclpnllsto., aos muoiclpes e representantes de classe cabe um lmpurtante papel: qual seja de transmitir aos ilustres visitantes a 11!tua çllo da politlen municipal. E sómente ao povo cabe dizer a verdade. É, pois, ne cessário oov1-lo como a voz da verdade. J. Ignác!Q José lgnácio x!llo fol negado pelo Interventor. O au xilio foi dado pele, Prefeito Fernando Freitas. Dito Presidente da referida asso ciago deu a entender claramente que é alh1do de Paulo Américo dos Reis, Isto porque a eapos& do insidioso interventor, hoje ocupa cargo político, sendo sua superiora Werérquica. Esqueceu de dizer o orador que Paulo Américo est proibi do de vir a Jardim por ordem do primei ro mandatário do Estado. Esqueceu-se o pseudo orador de agradecer publicamente a contribuição do Executivo Municipal. Omttiu-ee. Não merece perdão ... Sergio Roberto Rerondi CAUSAS CÍVEIS DlREl'f-0 AGBAlllO - Th'VENT·ÁRIOS ESGE 0 - Faça Alraro Ma9Clltt11.bas Bela Vista MS co Financia E CONHECE A NOSSA TERIA O Financial está apto a resolver os seus problemas, conversa com o Gerente No Financial tudo 6 Resolvido na Hora. Tome uma atituds inteligente abra uma conta no FINANCIAL Lyons ebge nova Direioria O Lyons Club do Jardim, om reunião rea~ llzucta hã poucos dlus, segundo loformações da sua A8esoria de Rela ções Públicas. legou a nova diretoria para o biênio 80-81. Estu nova diretoria ser empossada dia 26 de Junho, e ficou assim constltulda: Presidente Valtlnv Sansalone Presidente lmed!oto: Jopé Destefanl 12 Vice Presll!ento: To mas Barbosa 22 Vice Presidente Valdomlro Giolano. 3º Vice presl dente Haroldo relel Monteiro 1.o BecretArlo: Cleonilton Martins 2.o Secr;,tárlo: Fellclano Torres 1.o Tesourtlro: Acir Cabral 2.o Tesourei ro: Orlando Felipe Fer reira. Ora.dor Oficial: Fer nando de Freitas Diretor Esportivo: José Carlos Medeiros Rocha Diretor animador: Leopoldo, Pe dro Diretor Social: Arlan Carlos eis 1.0 Vogal: Moaclr Melo Mendes 2.o Vogal ffello Vasconcelos 3.o Vogal Jaime Dias Bravo 4.o Vogal Ah eri no Vargus da Rosa Copissãe provisoria do RIS za Jri A Conissão Provi i;órla do PDS, após reu n!õ.o regllzada nas de peodenclas da Prefeitu ra Municipal, ficou assic constitutda. José Deste fanl. Arian Carlos do!.' Reis. Moaclr de • Melo Mendes, Eron dos . San tos, Fernando de Freitas, José Carlos Medei:roF Rocha, Pedro Mlrondn e Edmllson Escobar. 1 ----------------- Jardim. M ADVOGADOS Dr. Pedro Joé Pnlmleri Adoraria vm geral }u 15 de Novembro, I7 .. ela Vista • M5 Dr. Godo lunlcelll Rodlnl AllVOGAJ>O OAI-MS 1A5l Cu Civeis, 'Trabalhista, Inventrio Av' Duque de Caxias, 969 Jardim MS Dr. Joelson l/i. 1rtinez Peixoto Causas Civeis e Criminnt8 R. 1° de Maio, /n JardIra MS Dr. Rc,berto de Souza Pinto -ADVOCACI A Eil GERAL- Rua Mal Rondon - 6030 - Jardim - MS Dentistas DR. LlBlNDO ASHIS GODOY ClHUHGIAO DE 'TISTA €R0-M$ 0$0 Con6ult.6r.io, R. Jlnrecbnl Mallet, 742. Fone 1.3.3.3 Residencia: R. 1'1nrechnl Mallct. 748 - Fone IB4l A.qulduuanu Mfato Grosso do Sul Dr. Laucldio Valdez de Barros Cirurgino Demlsta ORO • 557 • Clinico de crionçns e Adultos atende-se com hora marcada ,Av. Duque de Caxias, 508 - Jardim 11~ Contando rom u preaenQa de re presentantes de diversas Associações e Entidades de Mato Grosso do Sul. foi airnlnado, na mauh!l do dia (28/03 1 80), no Gabinete do Governador Marcelo MI randa, Convênlo entre o Governo do Estndo e o Centro de Jntegraçilo Empro sa-Escola -- CIEE, Isando o levuntn mento de necessidades de ocupação de müo-de obra não quullflcada. Após o ato do uoslnatura, fez uso da paluvr o Secretário de Desenvolvi mento Social, Rubens Nunes da Cunha esclarecendo, que o pioneirismo de1:1ta inlc!u tiva, df1D'0netra a preocupaçllo do Governo Mm·celo Mlronda, em dlmenslo • 11ar e encamlnhllr soluções glohals para os problemaR vinculados ao f)desenvolvl mento econômico e bem estar social de toda a população do Estado, pretenden do o Governo, a Illédio prazo, posslblU tar o desr.nvolvlmento barmonlco do Estado, em seus aspectos social e eoo nômico, resguardando o aproveitamento da not<sa própria mão.do-obra, posterior mente qualificada e !tpta àF atender se crescentes necessidades de Mato Gros110 do Sul. O superintendente do CIEE, Vlotó Ora. Maria Dolores Zardin CIRtlRGIA DENTUTA CRO-il -!81 cic 303. 770.720-87 R e s i d e n o la e C o n a n 1 t 6 r i o Rua 14 de JIaio, 327 - Jardim Mato Grosso Sl ISSINIDO CD COM CIEE CORREIO JARDINENSE ( Fundado a l - 8 • 1976) Bl-SF.MANARIO CGC. 03685-t0l/C00l-10 Dirt'lor Redator - Chefe Ivaldo Pereira Dept circulação : llorili Noluco da Silva COLABORADORES José Inacio, Paul » Damiani, Serglo Medeiros e Dr. Roberto de Souza Pinto Redação e Administração: Rua Tenente Bern8rdes s/n Jardim - Mato Grosao do Sul Oficinas: Impresso na Grafica e Editora Apa: Rua Duque de Caxias /n Bel V. MS ASSINATURAS Assinatura A nunl Demais Municipioe _ Exemplar Avulso _ 600,00 600,00 6,00 10 rio D' Achille Palmíere, que se faz! a compunhar dos senhores Deriva! Inato de Medelros e Lulz Pontes Junior respee tlvamente, Coordenador de Operações Técnica o Gerente de Divisão Tecnlca do programu, dlsrrn quo, o CIEE urro pou par esforços no entldo de ntlngir os ul to Interesses do Governo do ovo Esta do, que aqui estó a dePuflnr todns us i novações em prol dti ,rna gente. FJnullzundo u solePidadc de assl natura, o Ooveroudor :farcelo 1!iranda lembrou oos presentes, que Mato Grosso do Sul, é utuulrnento um dos Estados do Brasil, que mala recebe rolgrunlcs a pro cura de mercado de trabalho A que, este Convento, permitirá, através de pesquisas, sentír o setor quo dcvoró. ser muis aclo nado, para que o use dessa miio é.e o bra possa proporcionar muior degenvol vimer:to ao Estado. O "S S" rganização Duiuto Lulz da Silva "Os conceitos emitidos em 11.rtigo1 aari~ dos não exprimem necessáriamente a oplnio do jornal, podendo"até ser centrário, a eete" Fundador a Diretor Responlilâvel lvaldo Pereira Registrado uo Cart. de Tit. " Docum. d:i Jardim ,ob o número OZ, às folbu 3 e 4. no lino de Reglatro de Matricula de Oflcinu ImpreuorD.I e de Jornai1. Et3peclallzada em montagens de cadela!! domluial11, bem como juntada de toda documentação ne c e s s â r la para ratificação de titulo junto ao lacra, Medições de terras em geral por Profissional Cre denelado pelo Incra Cadastrarr;ento e Recadastramento de Imóveis Ru rais, Declarações de Pecuarista etc. Av. Duque de Caxias (5/N) ao Indo do (INCRA) Jardim - MS PEDIATRIA Dr Sergio B. Pellegrino CRM 345 ' ' 9 .. 1 . ', ' I ., )/ . PSIQUIATRIA Ora. Solang-e A. Pellegr-ino €33MA 3a38 Doença dos Nervos Rua M.areohal Mallet., 567 - Bane 1322 Residência: fone 2107 A.quidauana MS ,-...:,a,,.,:;:;o·.o. rram 1 .J J - :..: construir ' ou reformar, ama chegadila Na "Per D Is" voce encontra tudo para sua construção, como Telhas. La -v • • jota.s Coloniais, Tintas, Azul!"jos, cimento, cal, FERRAMIS O Jeitinho Amigo de Oonstrcir Entregamos a Domicílio 0a FERRAMIS Rua Mareohal Mallel 1020, Aqu@auana • Telefones: 1699 e 1006 Mato Grosso do Sul - A BEM DA ,Tõ. dlzlu Sônocu quo, "é próprio ds lms nobre desprezar s Injúrias" e completa: "a malinldads bebe uma rando parto do seu proprlo veneno"., ) povo, e, povio, em t<llU lnYl□lta tiubodo ria, diz que, quem semeia ventos colho tempestades. Eu purtleulurmente, ueredI to na lel dnu cuusu e efeito. Enenro o jornalismo como una missão, u trela do comunicador abane uma reponsa bllldude muito grande, ele deve estar ueima das contigónefas, e u 0pinllo pessol nunca deve Interferir na mentsn. em. I poucos dlas, um amigo de té pesou de esposbilidado, conhoeldo de todos nós, há multo tempo. ostevo om nossa redação e batemos um papo. O 111otlvo de suu visita er.n reatar ve lhoR laços e velhas nflnldudes. Na ocn, slão ele abriu a sua alma, simples, mas pura, e nos cqntou um fato. Etite fato tocou fundo 11. nossa sens!bllldndo, pois, se existe nlgo due valorlzamoEt, 6 a umi zude. Este homem, estu nlma simples, foi traido, e esta tralçfl o magoou pro fundamente o seu erplrito. s pesos imples, de coração limpo, silo multo senslvels. ó os hipócritas, os doentes ' d'alma e do corpo, não sentem. São co mo estátuas. ; São umorai8. Pura eles não existe o bem e o mal. São estof! {] pessoas que não vivem, passam pela vida. Mas, te amigo, presidente do Lyons Club de Jardim, comerciante, pe '. euarista, horaem que venceu na vida l graças nos seus próprios ePforços, tra 1 balhando dluturnmnente, juntamente com 1 u sua senhoru e com os seus filhos, es 1 tá ferido. Ferido n'almn. que é o feri mento que mais dói .Por que José Deste IIN O funl-elR o hcmem•eRtâ ferido? O jornal "A Ht'tlrada da Laguna", 0dlção de 1 a 1 do Jeverelro, publicou em rrna primeira phg!ua um artigo lnllhtlado "A Moca Azul, em Jardim", onde lnle-r preta us tendênelu11 e ns vocações do algum, cldadilos "provõ.vels" can:Hdntos fl prefeito ele Jnrdlm. ,José Destefanl é um dou focalizados. A seu reopetto, diz o arllcullsla": ... Presidente do Llons vent se destucundo em cnmpanbas assletêncl u!P do tipo pró Igreja, pró Hospital, mae, contecs que, Sua Senhoria "Vem apll canelo. pessoalmente, ne verbag recebidas" ( o grifo ó nosso) verbas do Poder Pt'.lbll ca, obtidas para o Mal Rondon e Isto tem provocado co!llentárlae que ulio be neflc!am, cm nada, um candldàto â car go público, ulnda mais através de ele! ções ... " É proprlo doe almas nabres deapre zar as calúnias, segundo Séneca. e o comentárJo do jornal pasl!arla desperce bido, pClr Desteranl, n!io fora. um •·acl dente". O diretor daquele jornal faz as suag compras no Mercado Sllo José,, de propriedade do "provâvel candidato, e uriu a oportunidade de um papo. Um bate papo Informal e amigo.· Desranl per guntou-lho: Gnde o senhor se baseou para emitir opiniões n respeito de minha pes sou? u que foi publicado em sau jornal não corresponde a verdade. Sou um ho mem honesto. O jornalista Dl Plero, profissional capuz. nlo cria noticias, e não emite comentários sem fundamentos e, devido às citllunatO.nclaa, disse a origem.- A, sua. fonte. Pedr.o Pedreira VERDADE Éstodo lbe verba ra O sonhe tornou-se Realidade ,gora em Bela Vista, Existe um11 Churrascaria onde você poderá levar su esposa, seus Iilhos, seus amigos e sentir-se rea!mente em sua própria casas Aquele algo mais em EZI CGMLETe (Ao lado do Ginasio Estadual ) Bela Churrascaria fulaDuque de Ca is l ~l 1 s ~ -· ..... __..-' ---· Vtst:a MAURO BEARARI. Nada mais foi dito, Nada r:rnl lbc foi perguntado. A lnformoçllo feriu mali; que a no t:cla, oU' melhor, o eoment6rlo, pol Mauro Benrnrl, segundo Destcfur.l ·'ó oou nmlt?o". e ismlgo de fé; amigo de cam panhas. Amigo de lutas. J ornallemo é colsn sérln. Aliás, comunJcaç!lo ó 11lgo mais sério do que se pensa, eo o diz o meu amigo Jucó, de "O Estado de Mato Grorrno". Exlato umn história que nnles era contada pa ra as crianças a fim de demonstrar os perigos <le uma mentlrn. Era mals ou menoe assim: uma pessoa saiu pelas ruaa distribuindo penas de um tra vessclro e depois foi recomendada a recolher todas elas. O vento as levou para os mais d1 ferentes lugares e j não havia tempo para recolhê-las. Em comunicação, o profissional coneelente sabe de que não depende apenas da ção do vento, mas, e principalmente, da sua própria capacl dade, da sua habllldade e da sua expe. rlênol11; Mas, se os resultados forem nrl• gatlvos o responsãvel ou responsávrols oela, divulgação terão contra el não, ·só o atestado da Incompetência, como tum bem o atestado da tralçlio aos mais sa grados deveres do jornalista ou oomuol cador. José Destefanl está rerido. O ho mem simples gosta de' olhar os seus fi lhos, sua esposa, os seus amigos, gosta de olhar, enfim, a Comunidada no9 olhos. Estas penas esparramadas ao ven· to p Mnuro Perari devem ser recolhi das. Um hcmem honesto [oi ferido. Este homem clama por ]ustlça. PS: Toda a verba recebida pelo presidente do Llons Club <le Jardim foi depositada em conta particular do Hos pital Mareehal Rondon e movimentada pelo Presidente :e TesourU docll instrumento m nipulundo o onmo cul ''l vil. Mas a ruplura rlus umêntlcnu ~'l'VO· luçÕl'O nilo é com o p'.l.!lr.o.do tomaclo glo- 1111lruonto. rou1> C(ID'l aquilo que nele dove ser ub'.lndono.do ou modHlc111lo. O quntlro uprc! Março nrrnceu do d!.'scspero em que n sltuoçüo do Pnís luncarn n consciênclo nociorrnl e que ela como verdadeira revnluçno, l'lglllfloou o. ruptura rom a situ ... ção então 1>Xltltenle. Crise de novembro ele 1955? A cha p Kubitschek J oíio Goulart vinha ureo ludu pcluR estrnnhns nllnnçns que nsso• cinvarn gPtulistas, c<1munie,tu!l e velhos pollticos, trnzenclo o i::ignificado da heran ça emocional de Getúlio Vargas. Depois de ,luscellno, a consagruçfio vitoriosa de seu udvllrsérlo polltico, o Rr. Jânlo Quudros, eleito por Ct!magado ru votação, que empossado em 31 de Janeiro de 1P6t ucompnnhndo do 'ice Joüo Goularl, que se reelegera, graçs ao upoio dos ~omunistni; e á& dissensões eutre forças politicas democráticas. O exercito. como ns demais forças urml:l.das, mantinha se nu espectatlva de umt solução pura os problemuR nacionais ngravados cada dia pelf instalJllldudc so cial e pelf.! corrupç!l.o pvlltlca e econômica. O governo de Jàolo durou efeme mmente !!ele IDPses ou seja ;:05 dills. Jo!lo Goulart vice e substituto legal do renunciante, viajava pela Chinu Co munista numa pseudo missão fraternal, mas inquietante para o país ... Brizola no Rlo Grande do Sul com correllglonúrlos aEisocianao extremistas e 11~1tadorns clumavuro víolenh1mente pela ua poso e preparaum e para a luta arm•du. Governndcres estaduais, reunidos propuseram uma solução de compromisso. t1. instituição de um regime ""purlamenta• J istn'·, vü:undo u reduzir substancialmente a ccp:ic!dnde de derlsúo pr(•sidencjul. Con cordnram os chefes militares e Goulurt pôde, iinnlment~ che5at· á presidência, Abria se novo capitulo du história. brasi leira. Como se esperava, o parlamentarls mo folsendo a inadequado n mentalidade brasileira, mostrou se ineficez, e a carn panha do plebiscito parn a sua extinção ,:;erviu á propagon<:lc. comunisto. que se valeu para munlpular as musoas ew to !o o país. / vesperas da Rsvoluçüo cte Murço de 1()64 cro visivel a sxpausú Comunista no Uotorn Jorro Goulart; oxl !ln l.lro•ellda concepção, orientação sistematizada e condução perseverunte e clandestina com (- ,.,. tl!a corno (h•noai;Lrnruw o;, Inqu!'rítoR q1H' ru reuliz,ll'UID ap6o u Rovoluçllo do H1 de Março, s·m o! bra do d(i'rlrlu •.. Era s aço do Partido Comuninta Bra+ili ro, tdu·lto dominante do rodo, au dechllr•, Is o complexo subversivo, abrangl grado numero :'e organizações, englo bnn<lo w: ,;Llg fl Componeaus do Jull(lo, a "Ação Popular" o OH "Grupos dos On· ze" de Leonel Br1zela que mnUndad11- mcnt se encontra 11ovamonto no Brnsll 1'orlos CS6C11 inlegruuten do dlnàml ca comunizaato eram peças do um ma· qulnir.!!JO, mnmpulndo hnbllmente oegun• cto téc11ll'a npuradu o eficiente que apeln paru tocl'JS OB rCOU!'SOB, dcrntlo u eorrup· çUo otó a lntlmlduçúo, lntlmuçlio o o t<rn ror. Demandaria horas a fio para dizer vos lodo er:mranhudo do ações que de manrlu varo conduzir o Brasil a trnnefor• mar-se num s 11téllte de Moscou. João Goulart estava enredado e emaranhado em estranhos compromlsoe. A 13 de março por sugestão do PCB, deu•Ae o Comlclo na CRntral do Brasil e to.mbem, depois de ali compare cer e falar, o presidente cl.lmpareu a U· mo assembléiu de cerca de dol6 mil sar gentos no Automóvel Club. Depois disto vieram então dias de clsivoa pare Demooraoio. A rP.ação desen cade&da contra o imperlo da subver são e da desordem. domlnnnte no Brasil demonr;trou que grundefl reservas mo rais jaziam, la tente!! e Inconformados, no flelo du população e, l'ID particular, no àmblcu das forças armadaB. Desper• tadus pelas ameaças evidentes, sublima ram se. No dia 31 de março, levantaram-se as tropus de Minas Gerais, comandadas pelos generais Olympio Mourão Filho, Carlos Luiz Guedes e Antonio Carlos Murloy. O marechal Odllio Denys, não o bsttrnte encontrar-se na reserva, uniu-se a seus companheiros revoluclonárioi:. Em pcucas horas criou-se um Po der Revolucionário, entusiasmado e decl dldo. Os chr fes militares General Caste lo Branco e Costa e Silva. assumiram a responsabilidade de liderança do movi· mento acompanhados e auxUlados por antigos camaradas e grancies números de ofloiais. A Escolas de Estado Maior do E .. xército e a Escola superior de Guerra converteram-se em centro de ação revo lucionária. lnúmeras uuidades, em todo o país, declaram-se rebeladas e, á medi da em que as horas se passavam a Sl de mnrço. processou-se avalassadora a desão d&s forças armadas, contrárias as Violaçõei: do disciplina e da hierarquia. Os lidereA comunistas, foram presos ou pc8tos em fuga. O dlsposilivo do Prest dento Goulurt f n lha r a Integralmente Quando seus ai:;ceclas e demais souberam que João Goulart, fugira, em barcando, às pressas, nuni tn•líio que o aguardava no fim de pista do Aeroporto Santos Dumont, toda. gente que o aoom panb::ua nuqueles momentos cruciais, ,mtrou em pânico e abandonou o palácio precipitadamente, de sorte que, em alguns minutos, aquele edlficlo, onde pouco an- tes s agitavam Inistro, pr]mntures e ecretrios, converte t muu gileneio y, e desarrumado n biunte. A Repbliea Sindical!ta p r'ena sua A!tIm ortanida. O Governo Revolucionario, de in) cio entrega ao,; lrê 'ítil t1 w 1l11tJrr como Supremo Comando encontrou o Pais cm ·vcrd ,tl ·iro o· or;. As forças rm@las aesumiram virtualmente, responsabilidad da dire ção nncionl e protetiem puraçáo cnbnl do rulpnb!lic!!id rJ 11 Jmplic,idos na r,ubvcrnilo e na corrupçJo. Dlas mls tarde ou seja 11 de abril c:líl 1!JG4, o mnrechal Humberto de Alencar Cnstelo Branco, eleito Presidente da República rccc•bi'1 o p~.:nníi;i-lmu encargo de restabelecer a ordem em todos os s@tores da vida nacional que um regime irresponsavel abalara brutal mente. Remontemos. agora ao p'.lesndo, síntese! Busqu2mo1- os grnnder. E. 1 nobres exemplos, naG lutas, cruc;otns ou não, po ln defesa do Brasil e do seus bens cul turnis e materiais. Ai sernprt: estiveram presentes as forças terrestres, c3mo ex pressão legitima do nosso po·,o. Em mnls de- quat:-o séculos. elas hoje aubllmudal3 no ExPrclto Brnsileiro, revelaram o mesmo vulor o lucompura vel constância, nu conau!stu e na manu tenção <los grandes abjetivos da Pátria, sob a tiglde rlo!l Vnlorea E..;olrltuuis e Morais da Noclonalidade. tradiclonulmen te cristã portanto incomputtvel com as ideologias comunistus. Há nesse camlnho hif'tórlco uma voz que fala ao coração •los braslleiros, ao coração dos soldados brasileiros. Po derlamos ouvi-la Nos Guurnrnpes, em 'I'niutl e nos brados da Rcvolnçúo de 1964. As mudanças dts épocas não alte raram as visões, as reações, as perpee tivas e os designios traçados - A. Grau deza do Braa!l. Palestra Pronunciada pelo Pro fessor Gamaliel Stumpf, nu Escola de Artes e Oflclos. VIDROSUL 0olooaçã.o de v.dros a domicilio Espelhos • lloldlll":H em Gercl • Serviço perfeito Serviço Social de Luto Atendemos a qualquer hora - Sc--rviço Completo Seriedade e F.,esponsabilidade Ikla Vista: R. Bar!ío do Mclg:1ço, 558 Jardim; Rna Tenente .acrnardcs - 202-S O nh ixo in ' de]ara pra os dev} Hn, qu • foi r • t rr , 1 t. nottt prc t"lL uti 1. ,' ,t t!da por Osvaldo Ca pro. avalizada por Ma r!t.1 E mie· . l ... 0 " !or Ô{ Cr$ 1000000 (Dez mI! cruzeiro) venclda dia ó d ,'. 1.HÇ0 (i 10 ,O. Jardim, 28 de Março de 1980- Geral o impli cio Oração ao Divino Espíri- to Santo Espirito Santo você qae m,. e,dnrt"c-e tudo que itu(r..Í· ua tndo• os tantes de minha vida etí co· migo, eu quero n+te curo rlil· lodo. agradecer-lhe por tudo e confirmar mui• uma v.::i:, qoe eu nunca qurro me Pepa.n.r de ..-ocê por maior que !eja o ilusão material nio será o roí. nimo da vnurnchi que sinto de otD dia !"•lar <'Olll ,·o da empresa empregadora'', Segundo o Sr. Valter Porelru, autor do substitutivo, a proflseão doe viajantes comerciais é penosa porque obriga. a classe u frequentes eaorlfioloe com acen tuudo desgasto :ffBico e mental, além da privaçlio do coriTfvto familiar. Cortesia da Prefeitura Municipal de Bela Vista Veja as fo c [ID@ SECIS d ades· . Coberturu cem por cento. - Se-m exigência J.e utilização de sementes melhoradas e outros Jnsumos. - Oitenta por cento do financlamen to liberados na assloatura do contrato. - Olspenso. de vistoria prévia. Preço m!nlmo de CrS 793,20 n CrS 975,60 o saco de 60 Quilos. Proposta. contrato e dinheiro da primeira parcela, tudo no mesmo dia Edital de Convocação Assembléia Geral Extrnoadiuárin Procure os escritórios da Empaer ou as agências do BANCO DO BRASIL. r O Pruident0 -la COOPEHAT1VAACl10 Pf.. CUARIA MISTA DE J.AHDJM J.TUA COOPEll· JAL.no uso daw triblçóea que lhe confere n l•tra "•'' do artigo 32 do Estatuto oeial, convo ca os ,cnhorea auociado1 em pleno gozo doa seus direitos etaturios ptra e reunirem em ASSEMBLÉIA GERAL EXTltAOílDI AfllA e ser rulir.adn no proxiruo dia 10 da abril de 1.9 80, no sede do Espotto C!ubo Jaidim, sitn a A. Duque de Onuas, s/n nrola cidndo Estado do lllnto Orouo do Sol, em primeira conTocaç4o n~ 08 boras com a preaença de ao minimo 2/3 dos seus associados, on em segunda convocação 09 horas com a presença de no minimo da metade maia nm (01) de seus oerncladoe on ainda, em terceira e ultima convocação s [O horas do me» m o d i o e n o m e a m o I o e 11 1, e o m a presença de no mínimo dez (IOJ usooindo1 pa ra deliberarem aobre o seguinte ORDEM DO DIA l.o- Dissolução voluntaria da Sociedade 2.o- Nomenção doa liqnidnntes e um Cone lho Fiscal. 3.o- Delegar poderes 001 llquidnntes, para realizàr o Ativo e Pagar o Passivo 4.o-Auuntos Gerais NOTA/ - Para efeitos de .. quorum" de clara.se que o numero de oseoclado~ ne,ta data é de 43 (quarenta e tre) Jardim, 31 de março de 1.980 Bruno Scbmidt -- i>re■ldente LEI! E ASSEIE CORREIO IIRDIIERIS; u TE comemora aniversário Dr. José Atanasio Neto - ADVOGADO OAB - MS - 1579 A venlda Duque de Caxias - 780 Ox. Postal - 31 - Jardim MS A FlJNARTE Infor ma, atnvér, do Depurtn monto Eslndtwl de Cul tura da Socrelurln de Desenvolvimento Social, que comemorando o seu 4 antversrio, ocorrido no dia 16 p. pussodo, reullzou n "J Feiro de Edições" e fez o lança mento do Mauulengo um Povo em Forma de Boneco, do pernambuca no Fernando Augusto Santos. A Feira foi ag!Uza da em ambiente de múl tlplas ntividades: ma mu;engueiroo com seus bonecos "brincando" com o públlao projeçlío de "slides" sobre titeri telros de Pernambuco e barraqulnhas de livros a preços populares, entre outras. Durante a Feira, que foi realizada no pá.tio Interno da FU íARTE, no dia 17 ãe março, do ia grupos de teatro de bonecos Carreta e C!!.lçada OI-Versos, apre sentaram.se no período da manhã; na parte da tarde, o autor de Manulengo-que faz par te do Programa do Bol sas de Esturlo e Pesqul• aa C DA/FUNAR'fE, re ferante ao ano de 1.977- fez uma palestra. apre sentando no público os bonecos usados pelos mamulenguelros de Per nambuco. MATERIAIS Tudo para construção Material Elétrico - Ctmeoto - Cn·l - Telhes Brasllt 'Ebes e Cegcçães Jardim - MS A.v. Duque de eaxlas, 269 (Em frenta 11 Prdeltura MnnlC.llpal) Ferragens - Tintas Bela Vista - MS Ar. Teodoro Sativa, S/N (lm Fronte •..IJonuento) , f. C3LÉ E SBRVETE Jardim 11 DEL REY'' Estoque permnnente de 400 barras diã!'las de gelo, higiene, fuecloDários esptH·ializ 1u• s (p ... ru melhor Higiene, trabalham u11lfern.Jzados), u:acionamento Din e Noite Atendemos qualquer quanti;de d leite "Dei Rey'' . . . O Rei do Gelo •• , - Mato Greuo do Sal INTÍRCTI RODISBEL • Radrig es Dislrib1id1rn de s li a. Cerveja Antárctica, Ginger-ale, Pop ( a Laranjada da Antártica), Guaraná Chapgue. Gogna Dubar e toda linha )ubar (Vodla, Cia, ete.), Á Lideis e as famosas aguardente "Saudade de auo, P ;}' à,,",- __, nha Riograndense", ' 'a uope: recue e ......, Aademoas:_- 2ae 3a feiras, Bela Vista; 4.a Bonito; 5a o 6a Poro lfrtiho Sábado. Rioaque. Aguardem a visita de nosso representante Depósito o Eseritório: Rua Romede Medeiros n 30 Jrdt Bis. J ----- ROi A equipe elo E. C. J. fez neste t'llllmo l'ln:: do ocmann, uma excursllo à etlnde de Bela Vitn, onde fol mito bom rocebldu pelu diretoria do esenta e toreida local, surpreendendo todos o tlota» Jardinense, o umut tosos foram para que o relacionamento do esporte da repglão se una cada vez mais, Jardim e Bel Vista estão se defrontando quase quo sempre o que nllo uconteolu tempos l:l tl'Ó.O. A primeira partida foi vencida pela equipe de Jardim, até 12 anos, pela contagem de 4 x 3, na segundll partido. JJ-:-el!mlnur jogarnm os meninos até 15 anos o qual suiram vitorlorrns os garotos da clda de fronteiriça por 4 x 1. logo após joga rum as meninas do voley, 8indo glrio sas ae mcnluus c>xpe1·!cntes de Bela Vis tu, o sessenta E. Clube, pela contagem TES DIM EXCU VISTA de 2 setH n zrro. Com a quadra quaso Jofnda fol Inlclud3 a primeira partida de nulo, E. C. Jardim-B x Sessenta-B, onde os atletas da oldade caçula vence ram com todos o méritos a oqulpo local por 4 x 1, com gol de Ze Carlos. (02) o Carlinhos (02). Jnrdlm-B venceu com. Tomós, Edlnbo, Ze Carlos Zó Perereca e Carlinhos. Nn partida principal o Esporte Clube Jurdlm e Sessenta Esporte Clube empataram em tres tentos, com uma partldn não multo bou, o qual so satls fez uo pú.blioo presente, pelos gols, e uma má atuação do Juiz, allás os julzes das duas partidan prejudicando a equipe vlsitnnte, mostrando a toda a torcida que não tinham condições de apitarem o futebol de Pnlilo. A equlp11 de E. C. Jar dim.Ms empatou cem: Marcos, Dlco, 0 E,, ELE E R. A prioridade à ttgrlculturu é uma realidade ou uma "simples bandeira pu bllcltárla"? A dúvida foi levantada na Sociedade de Agronomia do Rio Grande do Sul. ao divulgar em Porto Alegre um documento sm que o Conselho Delibera tlvo da Federaç:io das Associações de Engenheiros Agrônomos do Brasil, reuni do dlls antes elli Brasília., questiona a política agrícola adotada pelo Governo. Os agrômonoi. consideram tal política questionável tanto do ponto de vista econômico como do ponto de vista agro nômico. Ele explicou as razões de tais objeções: A produção de graõs é totalmente dependente do exterior, pois exige a im ortação de grande quantldaóe de insu, mos, fertilizantes, defensivos e até ma quinas agricolas; Nem todos os locais cnde se pra ticu a produção de grãos são indicado para cultura dessa espécie, o que [signi fica mais recursos e esforços para se lcençar uma produtividade impossível. Hoje o Brasil gasta quatro vezes mais fertilizantes por becbl.re do que em J950 mas o aumento da produtividade não chegou 25%. A carta doE agronômos, reclama uma política agrícol~ qut: tenha em vis- Tonlco, Lucos e Ivan (Edl!:.ho) depois Lorlnho. O Scascotn jogou com os atle tas: Alluir, Sidney, Nuctes, Euu o Botlnbo. ta a produção de alimentos destinados ao consumo Interno e a expansão da pecuária de corte, multo mais racional e barata e com preços mais compensado res no exterior: "Boi come ospim, produto de i.olo enquanto a soja é feita com adubo, de fansi vos e máquinas, produtos importa do&. Uma. tonelada de soja vale 200-300 dólares no mercado internacional, enquan to urna tonelada de carne chega a cerca de 2 mil dólares•·. Extraido do Boletim lnformatlvo Clube de Engenhario S. r. Afia ! tiz Coimr Gruiert -MEDICO- CR MS123 - CPF 1I7.148831-91 - CLINICA GERAL - Jnr!!im - Mnto Grosso do Sal José Carlos Jogos Esco lares Jardinenses No dia Ou de mio deste ano serão Iniciados os primeiros jogoB EatudanlJs Jardlnenses, com a promoç!lo d CME, através de seu presidente Arlun Carlos, e toda sua diretoria, abrangerllo todas as modalidades do esporte, mas só até 16 anos de idade. Os jogos durarão oito dias, jogndos em tres quadrat1 e!lportlvaP, e totalmente organizados pelos professo re de Educação Física de Campo Grondt::. Enxofre tacão ) na alimen do godo: mais rendimentos Dourados, do corresµõndente - A utllizaeão de enxofre na alimentação do gado é de fundamental importância para um maior rendimento, segundo o asses sor regional da Empresa. de Pesquisa, Assistência Técnlr.a e Extensão Rural de Mato Grosso do Sul, André Paulo eibel. Salientou que o uso deste suplemento mineral na alimentação do gado, já foi muito usado há &nos pelos pecuaristas, mas que por razões não expllcadel'l, abandonaram a prática. Salienta Paulo Selbel que em geral, animais de pastejo recebem auantidades adequadas de en xofre, mas a sua euplementaçõ.o ( quatro por cento em relação ao sal branco), e Importante, pois ~quando as pt1stagsns estilo muito ma'1ure.a, ou são de _baixa qualidade, a falta desse suplemento ,raz com que as bactérias do rumen neces sitem de enxofre para sintetizar aminoá cidos. Segundo o assessor regional da Empaer oom o ui-o sistemático de enxo fre na alimentação, têm-se animais COI!l pelos i lisos, boa apresentação, engorda mal1.1 rápida, menor quantidade de bernes e carrapntos, não havendo condições de prejulzos 11 sua criação. O assessor pro põe aoe pecuarü,tas que utilizem ·fo en xefre em lotes pequenos pnra ver os rt1sultt1dos, usando o enxofre na propor ção de ate quatra por cento. /VS: prote tos dos ogricultore e mpo Grand 1'odo' 0,1 !ucl!COIO colas dos principais nlcipios produtores Mato Grose do ul flrmoro.mtl.l' ração d A:t!eu! auus adesões lnconc': nais à proposta pr reallzgão formal de protesto à politlea n0mica do gove nlrovéa dn. colort dos implementos agn las nas porus das t cins do Banco do a l 1, d ur ante v I il I ta d o mio: Arnuurl Sta blle. eia A cultura. a este Estu Os produtores da ret da Grande Dourados tarão r e u n I d 0 SldroHlndla, um Mu:' pio distante clestu c[:L 60 ' quilometro8, flrmurem um acordo segunda etapa de s reiviadleações, vlset estocar to d a a I Jl çlo de soja, mas p as dividas contrn1 com o Banco do B - e a sllm1ação do « fisco cambial. Paro 0 Angelo Sichinel, do dlcato Agrfeola de í Brilhante, que est em Campo Gronde tento contato coa f torlda:1es ligadas ' cetor é Impossivel { guérn'. plantar soja, gando CrS 15 mil a te lada de adubos que' últimos doze mesé freu um aumaoto de por cento, enquantc soja aumentou apena' por cento, sendo 15 por cento é confii do". Asegurou o Angelo Sichinel, • uoiento não é P co. Está sendo _ " com a partlclpaçao gente humilde que r. ca foi ouvida e sendo sufocada". PREÇO DESTE EXEMPLAR CR/3 6,00 UTO · PEÇ Possuindo Variado Estoque de Peças para: Volks. Chevrolet, Ford. Willys, Mercedes Benz, Fiat e tudo para o seu trator «CBT" Vü,ite-nos e comprove nossos preços Avenida Duque de Caxias n.o 562 Jardim Mato Grosso do suj Continuar navegando 124_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº124_27_03_1980 126_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº126_08_04_1980 Voltar para a lista de itens