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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº325_05_03_1979
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Diário
Regional
CIRCULA cu Dehs Vi«ta - Ato
nio Joio- Porto Murinho- J.r
dim . Guias Lopes da Laguna • Bo
nllo . Nioqne Ponta Porá r
Cnu1po Grande.
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A terra
Prometido
Sexta-fejrn, dln 2 de março, ,fnr
dlm teve u honrn do receber Ilustres vl
slluntes. /qul compareceram pura um
deb11ll• lrunco e democrli tlco com a po
puluçlio e representantes de classe, Dr.
Afonso Simões Corrêa Secretario de
Desenvolvimento Econômico; Dr. Carlos
Ureia Voges, Secretário de Infraestru.
tum Regional e Urbuna e o Dr. Jartiel
Buruellos, Secretário de Planejamento e
Coordenação Geral que velo acompa
nhado de seu Chefe de Gabinete, Junl
Bualoulm. Acompanhando a comitiva go
ern.mental, vierum at$ nossa cidnude o
deputados estadual Rudel frlndade
Deputado Ary Rigo
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frio,
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Pernudo de Freitas • Prefeito de Jardim
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4
Dr. Olavo Monteiro
Mascarenhas
ADVOGADO
OAB /MT 1615
+
1
Causas Civeis e Criminais
Rua Antonio João, 842
plauola, Alberto Cubel e Ary Rigo, a
lém do dc>putado redei-ai Lev1 DiuEi. Fo
rnm recebidos no aeroporto de Jurdiru
pelo prefeito Fernando de Fritas, vice
prefeito Heron dos Santoi;, God11i, novo
assessor politico !o prefe.to, Polydoro
Cabral, Edmllson Brum, Akir!Ps Cavu
lhtlro Florei;, Dr. Milton Lourliro. José
Di tefuno pre~identc do Llcos, Edson
Mondadori do Erupaer, Alexandt·t> Abrão
pref Pito de Guia Lopes, Acyr Cubrnl, e
outras figuras de destaque da sockáade
Jurdinense e guiolopense, alHr. d~ mui
tas pessoas que fizeram questão de ca
rinhosmente receber tão ilustres vis!
' tantes.
Após a chegada em dol& aviões
nurr,erosa comitiva percorreu a cidade,
com o prerelto Fernando de Freitas,
mostrando aos mesmos, " in locum " to
dos os problemas de Jardim, tais como
ua enormes erosões urbanas, o asfalta
mcnto, ocaslllo em que os senhores se
cretórios conversaram demoradumente
com os proprletórlot1 da Drepa vi, e as
obrus e execuç[io, como a reforma dos
dois colégios esl:lduuls, do nosso giná
sio e finalmente, do cllo da Clbrnzem
existente e~ Jardim. Apó~ as visitas,
deslocaram-se para o Esporte Clube Jur
diru,_ onde houve uma reunião, partindo
em seguida para o vizinho muulcíplo de
Guia Lopes da Laguau, onde lhes foi o
ferecluo pelo prefeito Alexandre Abrão,
um auto churrasco' servido na Fazenda
Jardim, da Sra. l{osallnda Penha Grub
ber, carinhosa mente chmada de Tóte.
Pusterlormente. os senhores st-cretArlos
ret.:,rnarom a Campo Grande, assim co
mo os deputados presente, mostrando
se muito satisfeitos com a recepção e o
carinho que lhes foi demonstrado pelo
povo Jardlnensc.
Escritório de
Sergio Roberto
Advocacia
Perondi
CAUSAS
DittF:ll'o AGRARIO - lNVENTAIUOS
! 'ClHTORlO - Rua 3 de Outubro
( Ao Lndo da C.irclran )
el v
CÍVEIS
l
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tz··~---· ~,=~--- =
Mais um
- A estória se repete, devido a
precHrledude de policiais no vizinho
municlplo de Guiu Lopes da Laguna.
Realmente se Jardim, está sem a mínima
condição de dar protecão a sua popula
ção, naquele município a coisa é bem
pior pol~ lá, apenas existe um delegado,
um investigador e um sarganlo da P
Isto sem se folar na denominada delega
cia, que nem aposento tem pura detén
ção ou prisão.
E assim os crimes cavar Jes, fr!os
e ignóbels vão se sucedendo. com os'
or1mlnosos se evadindo, como ocorreu
mais uma vez.
ANTECEDENTES
Por volta da meia noite, alguns
frequentadores du zona do beixo mere
tr1clo, sentiram que dois elementos to
talmente embriagados, discutiam emó al
tas vozes cm plena rua. A discussão foi
se agravandll, até que um deles, lamen-
MS távelmente, tomb:rn sem ida na poeira do
DeputaJo Rudel Trindade
bárbaro crime em Guia Lopes
eh.ão. A vítima ainda não identillcada
foi Ramão de tal, e o crlmi!1.oso, t:iegun
do algumas testemunhas, chama se Her
menegildo, que após praticado o homicí
dio, ev_adiu-se tomando rumo ignorado.
O CRIME
Após discutirem acaloradament~,
sem que se pudesse saber a razão, Her
menegildo, sacando seu trintoltii.o, não
pensou duas vêzes, e covardemente à
queima • roupa, deu um tiro. que atingiu
o queixo de Ram!!.o, alojando - se em
seu cérebro, dando • lhe morte imediata.
::iegundo o delegado Hyldo • que
atendeu pessoalmente a ocorrência, a
vítima morreu com uma faca no. mão,
dando provas concretas que procurava
dí'fi-nrter - ~e. ou mesmo até de que ata
carn BêU matador. O delegado Hvldo
transportou o corpo para o Hospital
l.hlrechnl ·Rondon, cujo eadáver foi ne
cropslado pelo Dr.. lloaclr Lopes que
com;tatou o. "causa mortis''.
Jardim, n nova ter
ra prometida, dotada de
todos as caructerlsllcas
propícias a uma grande
arrancada onra o futuro,
povor.du pôr uma grnto
hospitaleira, trabalha
dora e confiante nas boas
novas.
Justamente h 11
anos quando aq·1l che
gue ao lado do meu
velho pai, vindo dns ter•
ras assolaradas do le
gendário nordeste, com
os olhos aguçados de
um jovem timldo e Im
berbe, vi que esta era
realmenla a região fértil
dos meus sonhos, onde
eu poderia contar com
vastos horizontes. Fixei
me aqui, naquela época,
nossas rua8 contavam
cotn poucos veiculas, a
nof.sa VIia Angélica era
quase que completamen
te cobertu por densas
matas, capoeiras e gua
vlrals. Tudo era multo
diferente. lembro· me !1·
té boje, de um dia do
mês de março de 1.968,
quando por volta das 18
horas, ao :ilrlgi, - me ao
colégio Vila -~ogélica.
senti - me tragado pela
treva, ao adentrar num
pequeno arralgaclo mRt!s
gal que ficava localiza
do nas proximidades
duma. velha serraria.
Custei desvencilhar me.
acontecendo somente a
pós ouvir o repicar da
campainha da minha es
cola; Foi Qll>tndo vi que
estava a poucos metros
dela.
Agora, Jardim é mais
Jardim, verifiquei qu
estes últimos 12 meses.
marcaram sua mr.tor ar
rancada para o progres
so total. com a divisão
do VELHO MATO GROS
SO, o Impulso foi agi
gantado, só falta agora
o povo exigir das autor!,
dades Municipais. o lan
çamento de um prog,.ama
atrativo de grandes In
dústrias para nossa área,
elemento fundamental
pa.ra o desenvolvimento
econômico e social de
qualque,r região. •
Ass. 2081
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Tribuna da Fronteira
( Fundado o 20/2/72)
F UND A Ç A O haldo Pereira
DlARIO REGIONAL
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Maria E.tdo V. l'ereira
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Redator. Italo Borioli
Gerente: Gilson Silva Santos
Redação Administração e Oficinn,: Rua
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ASSINATURAS
~~la Visto Jardim. Porto .Murtinbo, Bonito,
Nion'"º Caracol e Antonio João CrS 800 00
Dem>1• Municipios Cr$ I.OOO'.oo
Observação Os artigos publicados com
assinaturas dos autores não traduzem ne
cesáriamente a opinião e pensamento do
Jornal. Sua publicação obedece ao propó
ito dos debates dos problemas municipais
e de refletir as diversas tendências do
penumento unh·ersal.
Dr. Fernando de Freitas Elias
MEDICO • CRM - 750
Clíoloa Médica e Cirúrgica
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Rua Antonio Maria Coelho, 339 • Fone 247
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Escritório Central
de José de Arruda Pinto
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Controlos, Distrntos, Declarações de Imposto
de lenda, Pecuária, Agricultara, Preenchi
mento de autorização p/ dirigir veículos e
dcmnis seniços afins. "
Rua: Antonio Maria
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Bela Vista MS.
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Clinica especializda em doenças reumáticas, doeuças da colU·
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Ex-Residente da Escola de Medicina
Ex-professor assistente da Assisiêncla Médica de São Paulo
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Secretários de Estado
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Em ,ma vlsltn u nosso munlclplo
na exta-felra passda dia 2, os secretá
rios Afonso Simões Corre do Desenvol
vimento Econ()mlco; Carlos Garcia VogeR
da Infraestrutura Regional e Urbano e
Jardel Barcellos do Planejamento e
Coordenaçno Geral, mostraram-se prnfun
dos conhecedores do que é democracia,
o debater diretamente com o povo, e
ouvir seus unselos e reivindieçõe,
dnndo-llwB de lmeclln to as rrspostas de
tudo aquilo l)UC catava at•ndo solicitado.
Fzernm parto ainda da mesn, Fernando
do Freltut1, qu,, foi multo citado pelos
senhores secretários em suas respostas,
come, relnvtndtcador prlnclpul d(l munl
cíplo, os deputados etuduis Rudel
Espindola 'Trindade, Arl Rlgo e Alberto
Cubo!, com a marcante preaençu de
Levl Dlai;, que demonotrou ser verdadei
ramente, um grande amigo de Jardim,
como todos os demais leglsladoree.
Inicialmente a puluvru coube a
Fernando de Freitas, que numa b:-llhan
te oratória, recepcionou os visitantes, e
lembrou-lhes que lUa visito, era o.
pollticamente, uma sequencia da vl11lta
de nosso govraudor, Harry Amorim
Costa, terminando por ceder de acordo
com a vonto de dos Recretárlos presentes
o. palavra a quem quisesse dialogar.
Daí falou Dr. Atanásio que em
nome do Llons solicitou recurs/)s para o
Hospital Marechal Rondon e cm nome
da classe que representa dos advogados,
um Fornm novo para Jardim, e, descen
tralizo.cão de todos os órgilos que fun
cionam conjuntamente no prédio da
Prefeitura. Mostrando-se eloquente. até
Indicou o prédio da antiga Cadeia Públi
co. como umu pro,•ável op('ão pura o
novo Forum. Em seguida talou o presi
dente da Câmara, vereador Oswuldo
Gruhbert qne debateu como a preferên
cla ao nosso município pela sua situação
geográHca prl vileglada, em tornar-se
um Polo d9 Dasenvolvlmento, ou Mini
Região, como houvera prometido o go
vernador Harry Amorim, atacou o grave
problema das estradas estaduais, muni
ctpuis e vlclnals, em prol de uma me
lhor pecuária, e encerrando elogiou de
público Fernando de Freitas, seu dina
mismo e seu trabalho.
Logo após, 'l'oninho Aranha, bri
lhantemente e muito aplludldo pela
platéia e pelas &utorldades presente',
abordou o tema calcário agrícola, tão
necessário a nosso Estado, o que está
custando muito caro aos fazendeiros,
pela falta rle t'ecursos d& firma de sua
propriedade Calcário Bodoqueoa, a
pioneira na região, por falta de estradas
de enet'gla elétrica (a única no Estado
que não goza dêste privilégio) tornando
consequentemente, mais caro o frete.
Fez realmente, uma. ótima expoflição e
que l m p r e s s i o n o u sobrema-
11elru o secretlrlado presente. Outra
brilhante afocuçilo seguiu-se tendo toma
do n palavra o Dr. Milton Lourei!'o, que
IIlostrou a sltuaçllo real de nossa policia
n( ossa cadela pública, nossa ecología
o problt>ma das erosõe1:1, dando como
tplo a situação enlamttosa do norte
0 PuraaáJ, pediu para melhoria de
!retes. um ramal Iarrovlárlo nos l!gJJ.ndo
?%; Maracajú, e consequentemente a
0uta Porã. Logo após o professor
Jardim - verdadeira em
Democracia
Dan!lo Nunes Noguelra, falou sobre
energia elétrica e uas consequências no
ensino, e o gravíssimo problema da
falta d'água em ,Tardi,m, finul1:wudo Acyr
Cabral, solicitando um ináslo coberto
com nova éde para o Esporte Clube
Jardim.
E logo s respostas viveram,
através os secretários Afonso Simões
Correla, urlos Grela Voges e Jardel
Bnrcellos, que cada um em seu setor,
forneceu as segululeB explicaçõeii: Que
com referência as necesidades hospita
lares clu cidade, já havia ern compaubfr
do prefulto o do dC'putudo Rude! Trinda
de, visitado o nosocômlo tudo havia
sido anotado, pra Imediatas providên
cias; que quanto uo Forum, deveriam
ser enviado um expedlenlt1 a o Secretá
rio de Justiça pura os acertos e que eles
apoiavam a reivindicação e
colaborariam.
Respondendo ao vereador Grubert,
que a descentralização viria fatalmente,
mus não como Polo de Desenvolvimento,
mas sim com agências avançadns de
de Órgfio Estaduais, através um regio
nallzaçüo administrativa. Que as estru
das sollcltudns j! estão lncluldns nu
planificação, inclusive energlzação até
o Calcé.rlo Bodoquena, seriu um pedido
racional a ser estudado com muito carl
nho, com muitas possibilidndes de
acontecer. Que já está planificada uma
ligação asfáltlca E>ntre MaracJljú e ,J ar
dim, infelizmente ligação ferroviária
não seria possivel. e que o grn víssimo
problema daR ero.,;ões será sanado a
curtissi:no prazo, não só por ser de bui
xo cu to, como· também para evitar o
que está lamentávrlmente C'Correndo no
Paraná, já com 50 por cento das cidades
do Estado sendo atlngldus, e que após
acontecido seria além de multo mais
caro resolver, de efeitos imensuráveis
os prejulzos que seriam causados. Que,
a preservaçüo ecológica é ponto básico
do governo Hnrry Amorim, para tanto
tendo sido criado o lNA:IE, que terá se
de em Jardim. Que daqui a cinco meses
nossa cidade terá luz direta, e até 1
enérgicas providências seriam tomadas
a respeito da constante quebra dos mo
tores de Jardim, e que inclusive, have
ria substituições. Que quanto ao proble
ma da água, o próprio gc,vernaàor havia
solicitado à secretaria, carinho especial,
achando o método mais viável o de ca
ptação no {io Miranda. Sómente o es
gôto, ficaria na dependência do BNH,
que ainda não se definiu quanto n um
programa para o próximo governo fede
ral. Que achava boa a reivindicação
quanto ao ginásio coberto, mas o assun
to deveria ser tratado c!iretamente atra
vés expediente, com a Fundação do Des.
porto, órgão criado et:peclalmente para
resolver tais situações, ocasião em que
o deputado Levl Dias, ofereceu-se para
ser portador da solicitação. Finalizando
em breve ma11 eloquentfl alocução o de
putado Ar! Rigo, afirmou peremptória
mente estar defendendo com gurra Jar
dim e Guia Lopes, e confirmou que uma
Companhia da PM será instalada em
Jardim, a regional do 1:--iAllE, e outras
regionais.
Como último u fulor. usou da pa.
lavra o doputado federal Levl Dias, que
solicitou no secretário presente uma
Unidade de Ensino com 12 alas de au
Ju, aludiu uo baixo salário dos prores o
res, e dissertou sobre estradas, um de
seus programas na Câmara Federal re
forçando sua abdicação u Jardim, e so
licitando também ao secretário presente,
a conclusão da estrada Jurdim/Bonito,
que está criando dificuldade@ fl lnstula
çilo da rede olétrlca que virá direto de
Urubupungá. Falou sobre o P,,loccntro,
que inexplioavclmenle havia p:.irudo ern
Nloaque outro tópico seu na Cfirnuru o
finalizou, dizendo que está atuando jun
to a 'TV-Morena, para que possamos ter
uma imgem melhor de te[evisão. Após
muito uplandtdos, retiraram-e as autor!
dades presentes para Gula Lopes du La
guna.
Prec;:o deste
exemplar
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Aquele mais em Churrascaria
€OI PLEIO
( Ao lado do Ginaslo Estadual ) Bela Vista MS
,
GENTE QUE E
ABRÃO ARMOA ZACARIAS
crinh» e o A. Foi muita boa esta sua per9'%
era necessário uma explicação. PFl",'
palmente aos desportistas. O Dr. Ely Ie
Araujo Barbosa pediu u eu afastaren
to por seis meses, devido a sua candidu
tura à deputado estadual, assuníu en(+o
o senhor Noedl Laranjeira, que r,m Fe•
gulda mudou para Ponta Porú e a Liga
cntfio, em reunião, mo elegeu pre 1,Jeute.
Até a volta do Dr. Ely eu sou o re. pou
sávd pela a liga.
TF: E os materiais du LEB •.•
A- Estão guardados no próprio es
crltórlo da LEB que e encontra fecha
do por falta de verbvs e até a reguluri
zção das finanças da liga, a sllunçúo
continuará assim.
TE; Sua mensagem aos desportis
tas. , .
A: A crflloa é válida, ooltl aprimora
e Indica erros, mua só devem criticar
aqueles que realmente colaboram com
o esporte lcoal. Aviso aos clubes não
filiados que oa me!lmos não poderão
usar o Estádio Munlclpal. Que providen
ciem o eus registros com urgenclu. O
meu multo obrlgudo a Tribuna da Fron
telra, porta voz do povo bela vistense,
agorn Diário.
ENTREVISTA:
TF; Como foi o Carnaval 110
Bthl vlslcnsc?
A: 0 carnaval no Belvstense, este
no, em todos os sentidos, fol multo
bom. Flnnncelrnmnnte obllvemoR lucro, e
soclalmonte, ficou provado que ó o clubo
das elites.
TF: Houve lneldentes'?
A: Sim, oomo jll ó do conhoclmrnto
da Imprensa, nu primeira noite, sexta
feiro, foram reglBlrodoii olg11D~ lncldeu
tes, ou melhor, mui entendidos entre o
MM. Julz e UIIH rupuzos quo haviam
busdo um pouco do WIBky.
TF: 8nlno os "mui entendidos"
orlr,lnnrum-so por cusa do ubuso do
wlsky?
A: Sim, foi Isto mesmo, e talvoz os
rapazo8 dosconllllce11nem u pessoa elo MM
TE: O carna vul deu lucro paru
o olubo?
A: Sim, deu pura pagar as despesas
e cobl'lr oti gastos com a lmpluntaç!lo
do!! ventiladores e construção do muro.
TE: O Belsvlstense elegeu a "a!
nha do Curoavul"?
A: Elegeu !l senhorita Teima Lourei
ro, rnlohn do carnaval, o Dr. Késlo
Pinheiro como Rei Momo e os blocos
chlrlpá com trinta figurantes (só de
homens} como o mais animado. .
TF: E as fantasias premiadas?
A: A melhor fnntosla apresentada
foi a da jovem Nadla Marçollu; a do
bloco "A Sucessora', composta pelos
senhoritas Vero Rltu, Zair • e Beatriz
Pinheiro e tombem e bloco dos Noivos
da turma dos Souza Rosa.
TF: Abrão, e esto história de dizer
que o Belavlstense pertence a determi
nado grupo?
A: Isto ol é fofoca dos Invejosos o
Clube Esportivo Aelavlstemrn não pcrt~n
oe a nenhum grupo, prova disto está n11
eua frequenola, Vtja o carnaval.
TE: E as próxlmus eleições?
A: Já estilo marcadas, estamos
aguardando a apresentoçüo t!e cbapas.
TF: Existe alguma chapa jll definida
A: Sim, ... a de Arcllel Lageano para
presidente e eu para Vice ..
TE: Então tudo continua na mesma ...
:sebastliio Zacarias Filho em companhia
do jovem Elo! Loureiro chega oei,;te
momento, cumprimenta o repórter e pas
sa a acompanhar a entrevista.
A: O povo cha que estamos traba
lhando bem ...
Sebasllllo: Nãc, podemos entreoar o
Belavlstense, estamos ~mpenhado~ em
construir um clube· que realmente repre
sente a sociedade local.
TF: Qual ó o relaoionamento da
atual Diretoria com a Imprensa?
A: O melhor posslvel, boja vista
a prõpla po~lção do diretor do jornal
que antes de nossa posse quase não
frequentava o clube e passou a frequen
ta-lo, fazando questão. Inclusive, de pa
gar a mesa que estava reservada à Im
prensa, Isto CO!Jo colab(lração, pois a
sltuaçüo do clube era dlI!cll. Alem de
nossa amizade pessoal, o diretor do jor
nal tem acompanhado a nossa luta e
sempre defendendo a nossas posições ....
TF: Mas, houve alguns mal enten
didos recentemente?
A: Niio, mul entendidos nüo houve
prova disto foi a presença do repórter
enviado pela TF para cobrir o carnaval
e o mesmo foi multo bem recebido. A
.gora, o que sentimos foi n ausencla do
Diretor na festa do Belavlstense. Eu é
que perguntnrla f'e hh nlgnmf coisa ...
TF: E voce Sebastião o que a<!hou
do Carnaval? '
Sebastlil o: Primeiramente • quero
agradeoer a presença do repórter, e ngra
decer lambem a diretoria do jornal por
enviu-lo, para captar as Impressões e dar
eportunldade ao Abrão de dizer como
foi realmente o carnaval no CEB. Olhe,
o carnaval, este ano, foi um dos melho
res na história do clube. Outra coisa que
precisa ficar bem definida é que niío
existe rivalidade entre o CEB ti o Gre
mio, Bela Vista comporta multo bem dois
e até tres clubes. Estamos empenhados
em construir um novo CEH e para Isto
centamos coa o apolo da Imprensa que
-----------
sempre mereceu 0 ncso
nosso re11pell11.
Nilo poderíumoA nunca esquecer
que, prlnclpuJmeute, 11 TF ú o jornal da
cidade e nós, modestamente, mas com
boa vontade, i;cmpre colaborau:os rorn o
mesmo. }Tuço questão de dizer que u TF
6 o único )orou! qui.l o pupul (::iebasllão
ZncatIas) faz questlo de ler.
Tlí': E voce Elói, o que achou do
Cllrllll vai?
Elói: Foi um carnaval de Jarnllla,
um carnaval de amigos e cima de tudo
um carnaval onde o respeito e a ordem
Imperaram. Se houve alguns Incidentes,
foram provocados pela já conhecida ale.
grlo de Momo. Muita fantusia e a socie
dade bela vletense multo bem represen
tu<Io.
TF: Abrfio houvr colaboração ex
tra clulle pura ser realizado o onrnaval
este ano?
A • Sim, recebemos auxHlo dos
senhores Edsoo Moro.es, Celso Gome3,
Sebastião Zacarias Filho, Pedro Zardlm
e Luiz Aldi• Somos muitos gratos a estas
pessoa6.
TF: E respeito da Liga Esportiva
Belnvlstonse?
-
Fernando de Freitas é o Prefeito
eleito, de Jardim. S. Excla é emedebista
e lá honrando os votos obtidos· sená'J
vejamos: '
Ruas asfaltadas, TV, luz·u chegar
aos próximos dills (nllo é próximo ano
e sim próximos dias), ugua sendo ins
talada em todas us rua8. E os problemas
que Sua Excla, enfrenta são, ainda, em
decorrencla do. administração 11nterlorq::e
n~o mandou no tempo ha bll as presta
çoes de contas para o Tribunal, problema
que oão é só de ,Jardim e im de muitos
out;-os munloiplos dE,ste :1S. Esperem as
zebras que vai dar quando houver o
térrnlnv de governo em multo1:1 muolcipios
e, especialmente, os tais de faixa de
fronteira onde os Prefeitos não dão
multa bola para Cnmara de Vereador,
Tribunal de C'ontae, etc. Acham, eles, que
só devem obedlencla ao Governador a
quem também, em muitos casos nüo
dlio as Informações em tempo de os
mesmos, quando Interrogados por parlu
mentares, juizes e outras autoridades
superiores, tê - las para Informar cerlo
s e n d o necessário m a n d a r
em1ssártos com pedidos urgentes
de Informações o que leva - nos a pensa;
que será dlficll fazer do nosso Mato.
Grosao do Sul o modelo que, quer
0
nosso Dr. Amorim Costa.
Isto é um alerta para quem vai
sair agora por ser prefeito nomeado e
um aviso a quem vai entrar, também
nomeado, pura _não se ver ns mesmas
coodlçoes de Fernando de Freitas um
excelente prefeito, que. ve todo o seu
trabalho esborroar - se por faltas come
tidas por seu antec11ssor naquela prefel
tura de Jardim.
Dr. João Carlos Ücariz
de Moraes
CLINICA GERAL
Clinjca Médica e Cirúrgica
Pré Natal • Preventivo do Cancer
Rua Antonio ~lª Coelho s/n
(ao lado do Posto Rio Apa)
Fone 215 - Bela Vista - MS
Ivan Nascimento
Parabens Fernando de Freltvs, a
quem, também não conheço mas de
quem sou fã por dar a este povo
humilde e bom desta Cidade que mesmo
que não queiram é um JARDIM sendo
que agora com flores em forma de con
forto: asfalto, luz, égua, TV telefone,
Banco do Brasil e por determinaç/lo do
governo estadual sede de um dos muitos
polos adminlstrut!voi, de MS.
Especulacãó
'
Imobiliária
. BONITO • Com a chegada d
gia, asfalto, Cibrazen. Aeropurto a Bener-
do Brasil e outras benfeitoria" 'dn ªº"º
tou por demais a umbição d,' -sper
e está havendo tremendá, 'as pessoas
no tocante à Vdlorlzação de ~speculaçao
cidade. Uma propriedade erreoos na
sendo vendida por
900
. que estava
passou para CrS
400
- mil·mu cruzeiros,
que estava sendo vendido' um ierreno
mil, passou para Cr$
180
P~r 1'S 40
que custav11m CrS
10
mil mil; terrenos
até 90 mil cruzeiros • agora valen,"
_ . Não entrando· no mérito d
tao, acredHa-se que tal ,.
1
~ ques
prejudica o desevolvi,,,""rizaçao"
que os terrenos na realidade' '!ma vez
o que alguns proprietários 4" valem
Em vista disso co lt em.
mento de imposto r~iauvg a-se
O lança.
dada pelos propriéi#j, valorização
algumas das maneiras de 'r sendo essa
culação. rear a espe-
Seca reduz
para
exportação
Laucíd,,, Valdez de
c:rurgHio Dentista
CRO - 557 M.
Clinica de Crlanras e d
1
A
7
a u tas - RI
tende-se com hor a a X
Av D d ,.. . lllnr.-,,,la e
• uque e arias, 508 í , on,ult6rio
o Lado do Ba,
Financial» )2432D)M] - M2; co
"V0 6R0$$@
Dr.
Barros
As previ-os iniel1-
is, que apontavam una
receita de 2,4 bilhões lo
dólares com exportações
de soja (farelo e ó!eo,
além do grão), forama
reduzidas para US 17
bilhão, em conseqüêne!a
da prolongada estiagem
quo ul'oll>u pl'iuclpalrnon
te as lavouras do H;o
Grande do Sul, provo
cando uta perdn estt.
mnada em 2,8 milhões de
toneladas. Assim, a
colheita deverá ffer
entre 11 e 11,4 milhos
do toneludas, quando n
prevll,úo Inicial orJJ de
14 a 142 milhões do to
D filadas.
Quunto uo mercado
Interno, a grande preo
cupação dus vutorllladPs
é c<>m ,, nba11teclniento
do óleo dH soja, p••I,.
+e não houver um efeti.
vo controle das expor
tações, podoró. ocorrer
falta do produto. O
problema básico é que
o tabelamento do óleo
fica muito abaixo do
preço lnternac:onnl. O
consumo naclonal é
ei,tlmado para este ano
em 1.2 milhões de
toueladas.
Leia e assine
Tribuna da
Fronteira
Cisei mie ?
ificss qe
•
alam
tdenja
com
Na mensagem que enviou
ao Congresso" última de
eu Goro -- o Preside!
Gelsel alertou os político+
que 'o complexo d .. rnfio" qUJ
o País enfrenta. gerido pelo
desrnvolvimcnto "toro• ;e
ainda mais grave com a co
vivência de n processo d
distenso política, porque, "
. ruo e natural, exaccrbaw-;r
as reivindicações mui!"
vezes desordenadas - cor
resultado de maoifc,tnçü<• ~~
magógica«". E aderiu: ·É is
dispensável, portaato, evita'
sse tipo de ação politica, afs°
ando-se qualquer pretexto ü"
retorno aos erros e fantus:3
uperadas pela reionalida!
{9governos da Revóluy"%
a instalação da sessuo ler
lativa, o presidente do Seoad
0
•
Luís Viana Filho. disse qa
"cabe aos políticos atentar 4if
a- responsabilidades cresce!
nu mesu proporção das li
berdades".
1
f
Regional
CIRCULA cu Dehs Vi«ta - Ato
nio Joio- Porto Murinho- J.r
dim . Guias Lopes da Laguna • Bo
nllo . Nioqne Ponta Porá r
Cnu1po Grande.
ato Gro-o do ul
a
·t.
:C
.n·
l'u.lU
I•
ilO
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,-o o
o
cio
o
en-
'º
te
·0
r-
Iz
A terra
Prometido
Sexta-fejrn, dln 2 de março, ,fnr
dlm teve u honrn do receber Ilustres vl
slluntes. /qul compareceram pura um
deb11ll• lrunco e democrli tlco com a po
puluçlio e representantes de classe, Dr.
Afonso Simões Corrêa Secretario de
Desenvolvimento Econômico; Dr. Carlos
Ureia Voges, Secretário de Infraestru.
tum Regional e Urbuna e o Dr. Jartiel
Buruellos, Secretário de Planejamento e
Coordenação Geral que velo acompa
nhado de seu Chefe de Gabinete, Junl
Bualoulm. Acompanhando a comitiva go
ern.mental, vierum at$ nossa cidnude o
deputados estadual Rudel frlndade
Deputado Ary Rigo
.ndo
O eB·
na
frio,
m,
nal.
rio
.«estl
l)ro
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.... -ui·
1da
or
·_on·
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- ('I --~
•· ------·1
Pernudo de Freitas • Prefeito de Jardim
-
'. ; ...
a
4
Dr. Olavo Monteiro
Mascarenhas
ADVOGADO
OAB /MT 1615
+
1
Causas Civeis e Criminais
Rua Antonio João, 842
plauola, Alberto Cubel e Ary Rigo, a
lém do dc>putado redei-ai Lev1 DiuEi. Fo
rnm recebidos no aeroporto de Jurdiru
pelo prefeito Fernando de Fritas, vice
prefeito Heron dos Santoi;, God11i, novo
assessor politico !o prefe.to, Polydoro
Cabral, Edmllson Brum, Akir!Ps Cavu
lhtlro Florei;, Dr. Milton Lourliro. José
Di tefuno pre~identc do Llcos, Edson
Mondadori do Erupaer, Alexandt·t> Abrão
pref Pito de Guia Lopes, Acyr Cubrnl, e
outras figuras de destaque da sockáade
Jurdinense e guiolopense, alHr. d~ mui
tas pessoas que fizeram questão de ca
rinhosmente receber tão ilustres vis!
' tantes.
Após a chegada em dol& aviões
nurr,erosa comitiva percorreu a cidade,
com o prerelto Fernando de Freitas,
mostrando aos mesmos, " in locum " to
dos os problemas de Jardim, tais como
ua enormes erosões urbanas, o asfalta
mcnto, ocaslllo em que os senhores se
cretórios conversaram demoradumente
com os proprletórlot1 da Drepa vi, e as
obrus e execuç[io, como a reforma dos
dois colégios esl:lduuls, do nosso giná
sio e finalmente, do cllo da Clbrnzem
existente e~ Jardim. Apó~ as visitas,
deslocaram-se para o Esporte Clube Jur
diru,_ onde houve uma reunião, partindo
em seguida para o vizinho muulcíplo de
Guia Lopes da Laguau, onde lhes foi o
ferecluo pelo prefeito Alexandre Abrão,
um auto churrasco' servido na Fazenda
Jardim, da Sra. l{osallnda Penha Grub
ber, carinhosa mente chmada de Tóte.
Pusterlormente. os senhores st-cretArlos
ret.:,rnarom a Campo Grande, assim co
mo os deputados presente, mostrando
se muito satisfeitos com a recepção e o
carinho que lhes foi demonstrado pelo
povo Jardlnensc.
Escritório de
Sergio Roberto
Advocacia
Perondi
CAUSAS
DittF:ll'o AGRARIO - lNVENTAIUOS
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el v
CÍVEIS
l
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tz··~---· ~,=~--- =
Mais um
- A estória se repete, devido a
precHrledude de policiais no vizinho
municlplo de Guiu Lopes da Laguna.
Realmente se Jardim, está sem a mínima
condição de dar protecão a sua popula
ção, naquele município a coisa é bem
pior pol~ lá, apenas existe um delegado,
um investigador e um sarganlo da P
Isto sem se folar na denominada delega
cia, que nem aposento tem pura detén
ção ou prisão.
E assim os crimes cavar Jes, fr!os
e ignóbels vão se sucedendo. com os'
or1mlnosos se evadindo, como ocorreu
mais uma vez.
ANTECEDENTES
Por volta da meia noite, alguns
frequentadores du zona do beixo mere
tr1clo, sentiram que dois elementos to
talmente embriagados, discutiam emó al
tas vozes cm plena rua. A discussão foi
se agravandll, até que um deles, lamen-
MS távelmente, tomb:rn sem ida na poeira do
DeputaJo Rudel Trindade
bárbaro crime em Guia Lopes
eh.ão. A vítima ainda não identillcada
foi Ramão de tal, e o crlmi!1.oso, t:iegun
do algumas testemunhas, chama se Her
menegildo, que após praticado o homicí
dio, ev_adiu-se tomando rumo ignorado.
O CRIME
Após discutirem acaloradament~,
sem que se pudesse saber a razão, Her
menegildo, sacando seu trintoltii.o, não
pensou duas vêzes, e covardemente à
queima • roupa, deu um tiro. que atingiu
o queixo de Ram!!.o, alojando - se em
seu cérebro, dando • lhe morte imediata.
::iegundo o delegado Hyldo • que
atendeu pessoalmente a ocorrência, a
vítima morreu com uma faca no. mão,
dando provas concretas que procurava
dí'fi-nrter - ~e. ou mesmo até de que ata
carn BêU matador. O delegado Hvldo
transportou o corpo para o Hospital
l.hlrechnl ·Rondon, cujo eadáver foi ne
cropslado pelo Dr.. lloaclr Lopes que
com;tatou o. "causa mortis''.
Jardim, n nova ter
ra prometida, dotada de
todos as caructerlsllcas
propícias a uma grande
arrancada onra o futuro,
povor.du pôr uma grnto
hospitaleira, trabalha
dora e confiante nas boas
novas.
Justamente h 11
anos quando aq·1l che
gue ao lado do meu
velho pai, vindo dns ter•
ras assolaradas do le
gendário nordeste, com
os olhos aguçados de
um jovem timldo e Im
berbe, vi que esta era
realmenla a região fértil
dos meus sonhos, onde
eu poderia contar com
vastos horizontes. Fixei
me aqui, naquela época,
nossas rua8 contavam
cotn poucos veiculas, a
nof.sa VIia Angélica era
quase que completamen
te cobertu por densas
matas, capoeiras e gua
vlrals. Tudo era multo
diferente. lembro· me !1·
té boje, de um dia do
mês de março de 1.968,
quando por volta das 18
horas, ao :ilrlgi, - me ao
colégio Vila -~ogélica.
senti - me tragado pela
treva, ao adentrar num
pequeno arralgaclo mRt!s
gal que ficava localiza
do nas proximidades
duma. velha serraria.
Custei desvencilhar me.
acontecendo somente a
pós ouvir o repicar da
campainha da minha es
cola; Foi Qll>tndo vi que
estava a poucos metros
dela.
Agora, Jardim é mais
Jardim, verifiquei qu
estes últimos 12 meses.
marcaram sua mr.tor ar
rancada para o progres
so total. com a divisão
do VELHO MATO GROS
SO, o Impulso foi agi
gantado, só falta agora
o povo exigir das autor!,
dades Municipais. o lan
çamento de um prog,.ama
atrativo de grandes In
dústrias para nossa área,
elemento fundamental
pa.ra o desenvolvimento
econômico e social de
qualque,r região. •
Ass. 2081
Preço deste ex e Ir piar
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Tribuna da Fronteira
( Fundado o 20/2/72)
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DlARIO REGIONAL
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assinaturas dos autores não traduzem ne
cesáriamente a opinião e pensamento do
Jornal. Sua publicação obedece ao propó
ito dos debates dos problemas municipais
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penumento unh·ersal.
Dr. Fernando de Freitas Elias
MEDICO • CRM - 750
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Bela Visto. Mato Groseo do' Sul
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lTb mna_lF9!!U d"
Secretários de Estado
lição de
ul0
do
Em ,ma vlsltn u nosso munlclplo
na exta-felra passda dia 2, os secretá
rios Afonso Simões Corre do Desenvol
vimento Econ()mlco; Carlos Garcia VogeR
da Infraestrutura Regional e Urbano e
Jardel Barcellos do Planejamento e
Coordenaçno Geral, mostraram-se prnfun
dos conhecedores do que é democracia,
o debater diretamente com o povo, e
ouvir seus unselos e reivindieçõe,
dnndo-llwB de lmeclln to as rrspostas de
tudo aquilo l)UC catava at•ndo solicitado.
Fzernm parto ainda da mesn, Fernando
do Freltut1, qu,, foi multo citado pelos
senhores secretários em suas respostas,
come, relnvtndtcador prlnclpul d(l munl
cíplo, os deputados etuduis Rudel
Espindola 'Trindade, Arl Rlgo e Alberto
Cubo!, com a marcante preaençu de
Levl Dlai;, que demonotrou ser verdadei
ramente, um grande amigo de Jardim,
como todos os demais leglsladoree.
Inicialmente a puluvru coube a
Fernando de Freitas, que numa b:-llhan
te oratória, recepcionou os visitantes, e
lembrou-lhes que lUa visito, era o.
pollticamente, uma sequencia da vl11lta
de nosso govraudor, Harry Amorim
Costa, terminando por ceder de acordo
com a vonto de dos Recretárlos presentes
o. palavra a quem quisesse dialogar.
Daí falou Dr. Atanásio que em
nome do Llons solicitou recurs/)s para o
Hospital Marechal Rondon e cm nome
da classe que representa dos advogados,
um Fornm novo para Jardim, e, descen
tralizo.cão de todos os órgilos que fun
cionam conjuntamente no prédio da
Prefeitura. Mostrando-se eloquente. até
Indicou o prédio da antiga Cadeia Públi
co. como umu pro,•ável op('ão pura o
novo Forum. Em seguida talou o presi
dente da Câmara, vereador Oswuldo
Gruhbert qne debateu como a preferên
cla ao nosso município pela sua situação
geográHca prl vileglada, em tornar-se
um Polo d9 Dasenvolvlmento, ou Mini
Região, como houvera prometido o go
vernador Harry Amorim, atacou o grave
problema das estradas estaduais, muni
ctpuis e vlclnals, em prol de uma me
lhor pecuária, e encerrando elogiou de
público Fernando de Freitas, seu dina
mismo e seu trabalho.
Logo após, 'l'oninho Aranha, bri
lhantemente e muito aplludldo pela
platéia e pelas &utorldades presente',
abordou o tema calcário agrícola, tão
necessário a nosso Estado, o que está
custando muito caro aos fazendeiros,
pela falta rle t'ecursos d& firma de sua
propriedade Calcário Bodoqueoa, a
pioneira na região, por falta de estradas
de enet'gla elétrica (a única no Estado
que não goza dêste privilégio) tornando
consequentemente, mais caro o frete.
Fez realmente, uma. ótima expoflição e
que l m p r e s s i o n o u sobrema-
11elru o secretlrlado presente. Outra
brilhante afocuçilo seguiu-se tendo toma
do n palavra o Dr. Milton Lourei!'o, que
IIlostrou a sltuaçllo real de nossa policia
n( ossa cadela pública, nossa ecología
o problt>ma das erosõe1:1, dando como
tplo a situação enlamttosa do norte
0 PuraaáJ, pediu para melhoria de
!retes. um ramal Iarrovlárlo nos l!gJJ.ndo
?%; Maracajú, e consequentemente a
0uta Porã. Logo após o professor
Jardim - verdadeira em
Democracia
Dan!lo Nunes Noguelra, falou sobre
energia elétrica e uas consequências no
ensino, e o gravíssimo problema da
falta d'água em ,Tardi,m, finul1:wudo Acyr
Cabral, solicitando um ináslo coberto
com nova éde para o Esporte Clube
Jardim.
E logo s respostas viveram,
através os secretários Afonso Simões
Correla, urlos Grela Voges e Jardel
Bnrcellos, que cada um em seu setor,
forneceu as segululeB explicaçõeii: Que
com referência as necesidades hospita
lares clu cidade, já havia ern compaubfr
do prefulto o do dC'putudo Rude! Trinda
de, visitado o nosocômlo tudo havia
sido anotado, pra Imediatas providên
cias; que quanto uo Forum, deveriam
ser enviado um expedlenlt1 a o Secretá
rio de Justiça pura os acertos e que eles
apoiavam a reivindicação e
colaborariam.
Respondendo ao vereador Grubert,
que a descentralização viria fatalmente,
mus não como Polo de Desenvolvimento,
mas sim com agências avançadns de
de Órgfio Estaduais, através um regio
nallzaçüo administrativa. Que as estru
das sollcltudns j! estão lncluldns nu
planificação, inclusive energlzação até
o Calcé.rlo Bodoquena, seriu um pedido
racional a ser estudado com muito carl
nho, com muitas possibilidndes de
acontecer. Que já está planificada uma
ligação asfáltlca E>ntre MaracJljú e ,J ar
dim, infelizmente ligação ferroviária
não seria possivel. e que o grn víssimo
problema daR ero.,;ões será sanado a
curtissi:no prazo, não só por ser de bui
xo cu to, como· também para evitar o
que está lamentávrlmente C'Correndo no
Paraná, já com 50 por cento das cidades
do Estado sendo atlngldus, e que após
acontecido seria além de multo mais
caro resolver, de efeitos imensuráveis
os prejulzos que seriam causados. Que,
a preservaçüo ecológica é ponto básico
do governo Hnrry Amorim, para tanto
tendo sido criado o lNA:IE, que terá se
de em Jardim. Que daqui a cinco meses
nossa cidade terá luz direta, e até 1
enérgicas providências seriam tomadas
a respeito da constante quebra dos mo
tores de Jardim, e que inclusive, have
ria substituições. Que quanto ao proble
ma da água, o próprio gc,vernaàor havia
solicitado à secretaria, carinho especial,
achando o método mais viável o de ca
ptação no {io Miranda. Sómente o es
gôto, ficaria na dependência do BNH,
que ainda não se definiu quanto n um
programa para o próximo governo fede
ral. Que achava boa a reivindicação
quanto ao ginásio coberto, mas o assun
to deveria ser tratado c!iretamente atra
vés expediente, com a Fundação do Des.
porto, órgão criado et:peclalmente para
resolver tais situações, ocasião em que
o deputado Levl Dias, ofereceu-se para
ser portador da solicitação. Finalizando
em breve ma11 eloquentfl alocução o de
putado Ar! Rigo, afirmou peremptória
mente estar defendendo com gurra Jar
dim e Guia Lopes, e confirmou que uma
Companhia da PM será instalada em
Jardim, a regional do 1:--iAllE, e outras
regionais.
Como último u fulor. usou da pa.
lavra o doputado federal Levl Dias, que
solicitou no secretário presente uma
Unidade de Ensino com 12 alas de au
Ju, aludiu uo baixo salário dos prores o
res, e dissertou sobre estradas, um de
seus programas na Câmara Federal re
forçando sua abdicação u Jardim, e so
licitando também ao secretário presente,
a conclusão da estrada Jurdim/Bonito,
que está criando dificuldade@ fl lnstula
çilo da rede olétrlca que virá direto de
Urubupungá. Falou sobre o P,,loccntro,
que inexplioavclmenle havia p:.irudo ern
Nloaque outro tópico seu na Cfirnuru o
finalizou, dizendo que está atuando jun
to a 'TV-Morena, para que possamos ter
uma imgem melhor de te[evisão. Após
muito uplandtdos, retiraram-e as autor!
dades presentes para Gula Lopes du La
guna.
Prec;:o deste
exemplar
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ABRÃO ARMOA ZACARIAS
crinh» e o A. Foi muita boa esta sua per9'%
era necessário uma explicação. PFl",'
palmente aos desportistas. O Dr. Ely Ie
Araujo Barbosa pediu u eu afastaren
to por seis meses, devido a sua candidu
tura à deputado estadual, assuníu en(+o
o senhor Noedl Laranjeira, que r,m Fe•
gulda mudou para Ponta Porú e a Liga
cntfio, em reunião, mo elegeu pre 1,Jeute.
Até a volta do Dr. Ely eu sou o re. pou
sávd pela a liga.
TF: E os materiais du LEB •.•
A- Estão guardados no próprio es
crltórlo da LEB que e encontra fecha
do por falta de verbvs e até a reguluri
zção das finanças da liga, a sllunçúo
continuará assim.
TE; Sua mensagem aos desportis
tas. , .
A: A crflloa é válida, ooltl aprimora
e Indica erros, mua só devem criticar
aqueles que realmente colaboram com
o esporte lcoal. Aviso aos clubes não
filiados que oa me!lmos não poderão
usar o Estádio Munlclpal. Que providen
ciem o eus registros com urgenclu. O
meu multo obrlgudo a Tribuna da Fron
telra, porta voz do povo bela vistense,
agorn Diário.
ENTREVISTA:
TF; Como foi o Carnaval 110
Bthl vlslcnsc?
A: 0 carnaval no Belvstense, este
no, em todos os sentidos, fol multo
bom. Flnnncelrnmnnte obllvemoR lucro, e
soclalmonte, ficou provado que ó o clubo
das elites.
TF: Houve lneldentes'?
A: Sim, oomo jll ó do conhoclmrnto
da Imprensa, nu primeira noite, sexta
feiro, foram reglBlrodoii olg11D~ lncldeu
tes, ou melhor, mui entendidos entre o
MM. Julz e UIIH rupuzos quo haviam
busdo um pouco do WIBky.
TF: 8nlno os "mui entendidos"
orlr,lnnrum-so por cusa do ubuso do
wlsky?
A: Sim, foi Isto mesmo, e talvoz os
rapazo8 dosconllllce11nem u pessoa elo MM
TE: O carna vul deu lucro paru
o olubo?
A: Sim, deu pura pagar as despesas
e cobl'lr oti gastos com a lmpluntaç!lo
do!! ventiladores e construção do muro.
TE: O Belsvlstense elegeu a "a!
nha do Curoavul"?
A: Elegeu !l senhorita Teima Lourei
ro, rnlohn do carnaval, o Dr. Késlo
Pinheiro como Rei Momo e os blocos
chlrlpá com trinta figurantes (só de
homens} como o mais animado. .
TF: E as fantasias premiadas?
A: A melhor fnntosla apresentada
foi a da jovem Nadla Marçollu; a do
bloco "A Sucessora', composta pelos
senhoritas Vero Rltu, Zair • e Beatriz
Pinheiro e tombem e bloco dos Noivos
da turma dos Souza Rosa.
TF: Abrão, e esto história de dizer
que o Belavlstense pertence a determi
nado grupo?
A: Isto ol é fofoca dos Invejosos o
Clube Esportivo Aelavlstemrn não pcrt~n
oe a nenhum grupo, prova disto está n11
eua frequenola, Vtja o carnaval.
TE: E as próxlmus eleições?
A: Já estilo marcadas, estamos
aguardando a apresentoçüo t!e cbapas.
TF: Existe alguma chapa jll definida
A: Sim, ... a de Arcllel Lageano para
presidente e eu para Vice ..
TE: Então tudo continua na mesma ...
:sebastliio Zacarias Filho em companhia
do jovem Elo! Loureiro chega oei,;te
momento, cumprimenta o repórter e pas
sa a acompanhar a entrevista.
A: O povo cha que estamos traba
lhando bem ...
Sebasllllo: Nãc, podemos entreoar o
Belavlstense, estamos ~mpenhado~ em
construir um clube· que realmente repre
sente a sociedade local.
TF: Qual ó o relaoionamento da
atual Diretoria com a Imprensa?
A: O melhor posslvel, boja vista
a prõpla po~lção do diretor do jornal
que antes de nossa posse quase não
frequentava o clube e passou a frequen
ta-lo, fazando questão. Inclusive, de pa
gar a mesa que estava reservada à Im
prensa, Isto CO!Jo colab(lração, pois a
sltuaçüo do clube era dlI!cll. Alem de
nossa amizade pessoal, o diretor do jor
nal tem acompanhado a nossa luta e
sempre defendendo a nossas posições ....
TF: Mas, houve alguns mal enten
didos recentemente?
A: Niio, mul entendidos nüo houve
prova disto foi a presença do repórter
enviado pela TF para cobrir o carnaval
e o mesmo foi multo bem recebido. A
.gora, o que sentimos foi n ausencla do
Diretor na festa do Belavlstense. Eu é
que perguntnrla f'e hh nlgnmf coisa ...
TF: E voce Sebastião o que a<!hou
do Carnaval? '
Sebastlil o: Primeiramente • quero
agradeoer a presença do repórter, e ngra
decer lambem a diretoria do jornal por
enviu-lo, para captar as Impressões e dar
eportunldade ao Abrão de dizer como
foi realmente o carnaval no CEB. Olhe,
o carnaval, este ano, foi um dos melho
res na história do clube. Outra coisa que
precisa ficar bem definida é que niío
existe rivalidade entre o CEB ti o Gre
mio, Bela Vista comporta multo bem dois
e até tres clubes. Estamos empenhados
em construir um novo CEH e para Isto
centamos coa o apolo da Imprensa que
-----------
sempre mereceu 0 ncso
nosso re11pell11.
Nilo poderíumoA nunca esquecer
que, prlnclpuJmeute, 11 TF ú o jornal da
cidade e nós, modestamente, mas com
boa vontade, i;cmpre colaborau:os rorn o
mesmo. }Tuço questão de dizer que u TF
6 o único )orou! qui.l o pupul (::iebasllão
ZncatIas) faz questlo de ler.
Tlí': E voce Elói, o que achou do
Cllrllll vai?
Elói: Foi um carnaval de Jarnllla,
um carnaval de amigos e cima de tudo
um carnaval onde o respeito e a ordem
Imperaram. Se houve alguns Incidentes,
foram provocados pela já conhecida ale.
grlo de Momo. Muita fantusia e a socie
dade bela vletense multo bem represen
tu<Io.
TF: Abrfio houvr colaboração ex
tra clulle pura ser realizado o onrnaval
este ano?
A • Sim, recebemos auxHlo dos
senhores Edsoo Moro.es, Celso Gome3,
Sebastião Zacarias Filho, Pedro Zardlm
e Luiz Aldi• Somos muitos gratos a estas
pessoa6.
TF: E respeito da Liga Esportiva
Belnvlstonse?
-
Fernando de Freitas é o Prefeito
eleito, de Jardim. S. Excla é emedebista
e lá honrando os votos obtidos· sená'J
vejamos: '
Ruas asfaltadas, TV, luz·u chegar
aos próximos dills (nllo é próximo ano
e sim próximos dias), ugua sendo ins
talada em todas us rua8. E os problemas
que Sua Excla, enfrenta são, ainda, em
decorrencla do. administração 11nterlorq::e
n~o mandou no tempo ha bll as presta
çoes de contas para o Tribunal, problema
que oão é só de ,Jardim e im de muitos
out;-os munloiplos dE,ste :1S. Esperem as
zebras que vai dar quando houver o
térrnlnv de governo em multo1:1 muolcipios
e, especialmente, os tais de faixa de
fronteira onde os Prefeitos não dão
multa bola para Cnmara de Vereador,
Tribunal de C'ontae, etc. Acham, eles, que
só devem obedlencla ao Governador a
quem também, em muitos casos nüo
dlio as Informações em tempo de os
mesmos, quando Interrogados por parlu
mentares, juizes e outras autoridades
superiores, tê - las para Informar cerlo
s e n d o necessário m a n d a r
em1ssártos com pedidos urgentes
de Informações o que leva - nos a pensa;
que será dlficll fazer do nosso Mato.
Grosao do Sul o modelo que, quer
0
nosso Dr. Amorim Costa.
Isto é um alerta para quem vai
sair agora por ser prefeito nomeado e
um aviso a quem vai entrar, também
nomeado, pura _não se ver ns mesmas
coodlçoes de Fernando de Freitas um
excelente prefeito, que. ve todo o seu
trabalho esborroar - se por faltas come
tidas por seu antec11ssor naquela prefel
tura de Jardim.
Dr. João Carlos Ücariz
de Moraes
CLINICA GERAL
Clinjca Médica e Cirúrgica
Pré Natal • Preventivo do Cancer
Rua Antonio ~lª Coelho s/n
(ao lado do Posto Rio Apa)
Fone 215 - Bela Vista - MS
Ivan Nascimento
Parabens Fernando de Freltvs, a
quem, também não conheço mas de
quem sou fã por dar a este povo
humilde e bom desta Cidade que mesmo
que não queiram é um JARDIM sendo
que agora com flores em forma de con
forto: asfalto, luz, égua, TV telefone,
Banco do Brasil e por determinaç/lo do
governo estadual sede de um dos muitos
polos adminlstrut!voi, de MS.
Especulacãó
'
Imobiliária
. BONITO • Com a chegada d
gia, asfalto, Cibrazen. Aeropurto a Bener-
do Brasil e outras benfeitoria" 'dn ªº"º
tou por demais a umbição d,' -sper
e está havendo tremendá, 'as pessoas
no tocante à Vdlorlzação de ~speculaçao
cidade. Uma propriedade erreoos na
sendo vendida por
900
. que estava
passou para CrS
400
- mil·mu cruzeiros,
que estava sendo vendido' um ierreno
mil, passou para Cr$
180
P~r 1'S 40
que custav11m CrS
10
mil mil; terrenos
até 90 mil cruzeiros • agora valen,"
_ . Não entrando· no mérito d
tao, acredHa-se que tal ,.
1
~ ques
prejudica o desevolvi,,,""rizaçao"
que os terrenos na realidade' '!ma vez
o que alguns proprietários 4" valem
Em vista disso co lt em.
mento de imposto r~iauvg a-se
O lança.
dada pelos propriéi#j, valorização
algumas das maneiras de 'r sendo essa
culação. rear a espe-
Seca reduz
para
exportação
Laucíd,,, Valdez de
c:rurgHio Dentista
CRO - 557 M.
Clinica de Crlanras e d
1
A
7
a u tas - RI
tende-se com hor a a X
Av D d ,.. . lllnr.-,,,la e
• uque e arias, 508 í , on,ult6rio
o Lado do Ba,
Financial» )2432D)M] - M2; co
"V0 6R0$$@
Dr.
Barros
As previ-os iniel1-
is, que apontavam una
receita de 2,4 bilhões lo
dólares com exportações
de soja (farelo e ó!eo,
além do grão), forama
reduzidas para US 17
bilhão, em conseqüêne!a
da prolongada estiagem
quo ul'oll>u pl'iuclpalrnon
te as lavouras do H;o
Grande do Sul, provo
cando uta perdn estt.
mnada em 2,8 milhões de
toneladas. Assim, a
colheita deverá ffer
entre 11 e 11,4 milhos
do toneludas, quando n
prevll,úo Inicial orJJ de
14 a 142 milhões do to
D filadas.
Quunto uo mercado
Interno, a grande preo
cupação dus vutorllladPs
é c<>m ,, nba11teclniento
do óleo dH soja, p••I,.
+e não houver um efeti.
vo controle das expor
tações, podoró. ocorrer
falta do produto. O
problema básico é que
o tabelamento do óleo
fica muito abaixo do
preço lnternac:onnl. O
consumo naclonal é
ei,tlmado para este ano
em 1.2 milhões de
toueladas.
Leia e assine
Tribuna da
Fronteira
Cisei mie ?
ificss qe
•
alam
tdenja
com
Na mensagem que enviou
ao Congresso" última de
eu Goro -- o Preside!
Gelsel alertou os político+
que 'o complexo d .. rnfio" qUJ
o País enfrenta. gerido pelo
desrnvolvimcnto "toro• ;e
ainda mais grave com a co
vivência de n processo d
distenso política, porque, "
. ruo e natural, exaccrbaw-;r
as reivindicações mui!"
vezes desordenadas - cor
resultado de maoifc,tnçü<• ~~
magógica«". E aderiu: ·É is
dispensável, portaato, evita'
sse tipo de ação politica, afs°
ando-se qualquer pretexto ü"
retorno aos erros e fantus:3
uperadas pela reionalida!
{9governos da Revóluy"%
a instalação da sessuo ler
lativa, o presidente do Seoad
0
•
Luís Viana Filho. disse qa
"cabe aos políticos atentar 4if
a- responsabilidades cresce!
nu mesu proporção das li
berdades".
1
f

