TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº009_18_05_1972 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº009_18_05_1972Número da edição9Data de publicação18 de maio de 1972Número de páginas4GeoCoordenada -22.103201070851267 , -56.531376088638645 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº009_18_05_1972 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 1 Um Droão Jovem a Serviço da Sociedâde8e1a,isleose IETOR RESPONSÁVEL: IALDO PEREIRA CORPO REDATORIAL: Gay Cardoso Galvt'lo (Mayor) Eli de Araujo Barbosa (Médico) COLABORADORES: Dr. Pedro Palmieri - Sr. Antero Loureiro Dr. Helio Loureiro, Prof. Rosita Rosa Gomes, Ana Apa recida de Souza, Clande Medeiro,, Esteta Vela~qu,z, Ma [ ' 8tumpt. ·---::--------- --------~ -----:----------------------- NO • ela Vista-MT. 18 /V/72 N. 9 Entrevista Cumprindo a nossa missão de bem in formar ao público de Bela Vista, eôbre to dos assuntos que lhe são de seu interêsse, tivemos a honra de entrevistar o Exmo. Sr. Prefeito Municipal, Clovis Marcelino de OJi v~ira, com as perguntas abaixo: 1a. Sr. Prefeito, qual a eua opinião a respeito da. Administração anterior? Na qualidade de Prefeito nomeado que sou, cuido que não devo fazer criticas à administração anterior. Tenho por mi8são ilmca trabalhar pelo Munioipio de Bela Vista. 2a. Em que situação encontrou 08 8er viços administrativos d Prefeitura? Nó setor burocrático. encontrPi o ser viço muito bem organizado. 3a Como encontrou as máquinus da Ptefeitura? Infelizmente encontravam-se tôdas pa radas por falta de reparos. Já tomei pro vidências no sentido de colocá-las em fun cionamento, dentro de poucos dias 4a. Os seus auxiliares diretos serão 08 mesmos ou pretende nomear novo grupo de assessores?: Obedecendo a um critério normal que ocorre em todas as mudanças de governo, caso haja necessidade farei algumas modi ficações no quadro dos meus auxiliares di retos. Observando, contudo, a necessidade dessa substituição. 5a. Com referência ao setor energé tico pretendo pleitear junto a Eletrobrá8, re cursos que possibilitarão dotar Bela Vista, de uma rêde de transmissão em demanda de Jardim, onde possivelmente conseguiremos em convénio com os Municipios de Nioaque, Guia Lopes da Laguna e Jardim, a instala- çã9 ~~ µ_m grupo gerador de 4.000 K V A, fórma essa que em futuro bem próximo fa cilitaria a possa ligação com Urubupungá, · 1- .em ·se ·sabendo· q~e ~s. t~ri:es deEisa _fonte energética já se eucontra em fase final na Cidade de Campo Grande, em eonsequência disso bastaria ligar-se por transmissão de ia • • • • .. • Prefeito Nioaque a Aquiduana, para que tiveseemos energia de Urubupungá, acontecimento que resolveria por definitivo o nosso cruciante problema, enérgétieo. 6a. Sr. Prefeito o povo quer saber on de e como será aplicado o dinheiro público municipal. Será possivel a publicação de balancetes nêste J .,rnal? Pretendo na minha gestão à frente da municipalidade, dar conhecimento à popula ção do movimento financeiro da Prefeituru. Quantos aos instrumentos que irei valer-me para atingir êsse fim, ainda encontra-se em estudo. O movimento financeiro de re ceitas e despesas da Prefeitura jâ se acha sendo feito e colocados à disposição de to dos os interessados em lugar de fácil aces so na séde da Prefeitura. 7a. Durante a sua ac1ministração pre tende V. Exa. proceder a uu recadastra mento da Cidade e já tem V . Exa. um es· tudo a respeito? Sim, pretendo fazer o recadastramento da cidade, Quanto ao estudo, ainda não te nho, contudo possuo aqui na Prefeitura uma boa orientação sôbre a matéria, que nos foi dcixad·a pela equipe do 1-'rojeto Rondcn, quando aqui estiveram pela última vez. 8a. Sr. Prefeito está em seus planos de obras, o calçamento e a criação de uma rêde de esgôto para a Cidarie? Sim, está em meus planos u calça.nen to e rêde de esgôto, caso consiga os meios financeiros que irei pleitear junto aos or gãoa competentes, é pastante viável que ini ciaremos esses se::-viços. 9a. Como V.Exa. iria criar uma rêde de esgô,to sabendo-se que o Rio Apa é um Rio Internacional? O estudo será feito. por um Engenheiro que iremos .contratar para êase fim. Contudo o fato do Apa ser rio internacional não ofere ce problema, pois oidades há, que não pos- • sui siquer um corrego e p_ossui esgõto . Bela Vigia, 10/5/72 Pingão Hamburger . ' . a.a.a a P a O Presidente da - · ARENA local. que vem batalhando pelo telefone interurbano da nossa Ci dade, em reposta de sua carta dirigida ao Exmo. Sr. Ministro das Comu nicações, recebeu o se guinte oJicio "Brasflia, em 02 de Maio de 1972. Ilmo. Sr. Pedro José Pai-· mieri. Prezado Senhor. Recebemos as duas car· ta■do Senhor e informa mos que encaminlíamos o seu problema ao Or gão competente, para • que· estude a possi.bilida de de atendimento. Aten- 1 oioaamente. Ass. José • Pedro Magunus. Secretá- Ponto de encontro d d uvit ±» rio Particílar do Ministro e - ., dg orun]0a0e. O PONTO QUENTE DA JUVENTUDE BIRR:IÍNCI" •. --- - ' CHURRIISCIRII • • l A Pioneira O melhor churrasco da cidade - La Barranca • e, Futuramente instalações de Toca-Fitas Restaurante Servindo spéto C orrido Telefone louro EDITORIAL Sr. Clovis Marcelino de 01ivei ra, digno Prefeito de nossa cidade, pedimos sua costumeira dose de bom senso e lançamos um brado de alerta: FACA BELA VISTA VI· VER. Proporcione ao nosso muni cípio um lugar ao sol no contexto estadual. Senhor Prefeito, Bela Vi ta é uma cidade isolada, motivo de jocotas, e o Sr. como mandatá rio sabes bem o por quê. Não es tamos incluidos no PRODOESTE, não tomamos parte no calendário turístico de MT., quando citados em jornais, sempre por iniciativa de algum filho mais dínâmico. Sa be Vossa Excelencia que na época atual, Divulgação é sinónimo de Atraçã'l, nós belavistenses pedimos a criação de um órgão de Rela ções Públicas na prefeitura, dirigi do por pessoa competente, que coordenará e divulgará o serviço de propaganda do município em todo o Estado e futuramente no Brasil. Para quê? A resposta é breve e concisa: Nos rincões perdidos da a greste caatinga nordestina existem braços anciosos para trabalhar nos pomposos escritórios das capitais .. Empresários pesquisam, ind_agam e que1·em Investir nas regiões consi deradas "SUB". Mato Grosso está incluido, e pelo que sei Bela Vista é Mato Grosso. Não é utopia. Bus camos sim "DINAMIZAR", deixar de lado o pessimismo e criar uma no va mentalidade, incultir no povo. um sentimento mais .altruísta, elimi nando uma era daninha. qúe ainda prolifera em nossa cidade: O EGO ISMO. Nosso jornal tem tido apoio por não seguir linha política e por estár acima das ambições vãs d e politicos sequiosos de promoção. Queremos que Bela Vista cresça, • Crescendo. cresceremos juntos. Se guimos Sr. Prefeito a linha do de- • senvolvimento. Sr. Clóvis: após nos sa entrevista sentimos o q u ã o é sincero nas suas aspirações. Não interprete nossas palavras c o m o critica e sim como sugestão Alie se • ao povo, deixe os medalhões que procurem suas medalhas, mas come ce AGORA a divv.lgar Be1a Vista. Divulgando.a Teremos visitas. K vi sitas trazem dinheiro, dinheiro pro porciona progresso, progr,esao Sr. Clóvis é imã de ci vilização, Incul ta no povo unià fé positiva. O Sr. como comandant.e. do na Tio que na vegano mar do progresso, tem de ser bom marinheiro, senão...O Barco Vai a Pique .. ' Tribuna da Fronteira 20 de abril de 1972 página 2 8. R ft S I N H ft NI ESCUTA O[lA VISTA E A INDUSIRIA DE CAL C3A Y CARDOSO CilAL VÃO Revigora o· clube Belavistense, bai le de sábado. vibrante, quente O B A.. • Anotamos a presença maciça da juventude fronteiriça. Prestigiando o negócio vai, Lenha gente! Bernadete, Elizabete as it'mãs sim patias circulando com a classe pecu- liar - 1 ' • • , • • Isolda, a JOJa curtindo uma de; só tô. olhando , , , , . HRASlNHA envia aquêle abraço ao ·amigo Alvaro, (debaixo dos caracóis) um dos' idealizadores dêste jornal. . Madalena, Hilda Maria, observan 'do, •. : , , rindo e observando, • lolanda Oodói, guardando ausência do Henrique, Docês para breve· CrBdo Lili rta fossa, a morena. já o des- ligou, . .. esquece bicho! • As elegantes Favia e Solange fazen do vibrar os olhos dos "boys'', calma pessoal! Tony, Rubens e Rojer e as lindas paraguaias, prestigiando a noitada de sábado, ' . Na ala dos olhos verdes, Vânia e Olegário' AImir e Ccilda na grave, não dançam .mais: • Edvaldo, alguém em aquidauana te espera Corta esta de paquerar; a b , i • ·• , t , d . . li f ' one.ca _ Ja . em ono, C!3,l'a . . . _ . . Sentimos a ausência da Dra. Enil .. nos acontecimentos sociais. Vamos· aparecer deigada,.. - TV. Morena Como é? Cá.dê a ima gem? televisão em BV é invisível.' ' Parabéns! Tecla e Birro estamos a 'espera dos docês, ,'. _'À elegante Magali, toda eufórica , , . Lógico herdeiro á vista, · A charmosa Mirna Godoy comple tando ais uma primavera no, sábado passado parabéns!!! Parabéns ! ! Dr. Cadinhos. brasinha lhe deseja mil chamas de felicidades. • Sr. Clóvis sentimos sua ausência vamos circular.,, _ Brasinha aguardado concurso MISS BV vai ferver!! O incrementado _La Barranca pro move música todas às sextas ai vare- . .. , b •• hi ! 1 1 • • .- • , 1a ne 1c o . . .. . . . Clande.e o paraguaio, onde está? ' já cortou? . . • ' . , • . GAY e Antero vocês merecem to-. : do o agradecimento do nosso .jornal . _·: 1- · - gg9perim sei fiteresse». Genté ta Restaurante Cabanas a1 • • • , • --------------- ' Ramão já sente saudades da par- tida da Rosalva.' Calma cara, , . Maria Helena e ·o ·«loiro do _.bossa» nliquele. romançe. . . . • . • • • A nossá «TOCO» anda na fossa , , . ~ . .-..:' . . . • · , . Ana você precisa compareeer na nossa redação."Vê se deixa o Lula respirar!!_... : · "Prof. Rosita viajou p/a S. P. espe- ramos sua volta com ansiedade é uma das colaboradoras u · . Pessoal, nossa coluna não é de uma pessoa, sim de_ todos vocês, nós aceitamos colaboração p/a cortar as «fofócas», não é feita por ninguém de nosso jornal e o Brasinha é o 1 pseudónimo de uma sra de nossa so .. ciedade e por motivos õbvios não po clemos dizer o nome. FALEI Segundo Mayor Gay, se for aplica do o calendário de vacinações do Dr. Eli o paciente· não terá tempo nem p/a almoçar dá vacina em cima de vacina Está de passagem por nossa cida de Dr. Decio Ribeiro. O referido se nhor foi o precursor do jornalismo em Bela Vista A Voz da Fronteira que devido· as dificuldades existentes na êpoca não foi Além de 15 edições ma~ como o Bela vistense é persistente não descansará enquanto não tiver um jornal, Aos Fofoqueiros da Cidade Nosso Lembrete: Falem, Falem, Falando Es tamos Aparecendo!!! Falei Disse e do Quebra Comuniquei ! ! ! ! ! Tchau !! ! BHASINHA «Ladrão na casa de pobre só Deva susto» Oficina «Sto. Antonio» de Antonio de Souza 1 Lanternagef Pintura - Mecãniéa em Geral Onde seu; carro é o mais importante Rua Voluntários da Pátria Bola Vista , ti / ' Integre-se na automatização, seja datilógrafo. _ . Professores competentes Kua • Duque de Caxias s/1 Bela Yisla 1 . • Não há um aó belavisten■e q11e deoonh• ça a exitência das 'caleiras" , entre 110110 Munioipio e o de Caracol. Bm contrapartida, parecem existir ape na8 uns poucos belavistense■que oonhe<:am a1 possibilidades da cal como indústria, reducin do-se o número de belavistenses. ainda ma.ia, quando o problema passa a ser o "de oomo proceder para insdustrlalizar" tal materia pri ma, ou inaumo~ na linguagem dos econo mistas, Os leitore1 (principalmente os proprietá rio■das caieiras) terão que nos desculpar por alguns conceitos, um tanto rudes, a seguir expostos. Ocorre que a verdade, ás vêzea, torna-se necessária que seja dita principalmente quan do o bem comum paira acima das nossas vai dades. . As formas maia usuais dos empreendi mentos industriais brauileiros baseiam-se na autoridade decorrente do controle ata proprie dade. A propriedade das pequenas emprêsas nacionais atinge a cifra de 01 % da industria brasileira (F'onte: A Produção Industrial de 1966 • lBGE, decorrendo dai, a inpoesibilida de do melhor aproveitamento dos recursos ma teriais e humanos, principalmente se as au aestões para a~ modificações daa formas de organização e produção partirem de elementos estranhos ao grupo familia, como é o nosso ºªªº· us leitores acabam de travar conheci- ' mento com o mais grave problema da indús l tria brasileira, em nosso modesto entender'. 1 o maior valor emprestado, por 91% de nosaos empresários, a __ quem tênha vivências da em prêsa através da prática, em detrimento dos que tenham vivência da problemática, ao ní vel técnico. O que se entende por vivência da pro blemática ao nivel técnico? Em outras palavras, signifi0a que não é preciso entender de "cal'', p'ara se eonhecer um roteiro de proc&dimentos aapaze1 de alte rar o primitivismo a que está atrelada a nos sa "indústria" de cal, dado o limitado emprê go da tecnologia em sua produção, fator re tardatário do proceso de evolução eoonomi ca do Município. E qual seria êsse roteiro de procedimen tos? Sumáriamente, teriamos de inicio, uma reunião doa proprietários das caieiras, promo vido por uma· autoridade local ( eaoolhida pe los mesmos), para que se conheça até que pon to os atuai8 proprietários desejam abrir mão de suas prerrogativaH, isto é, admitirem a in- ferência de estranhos. . Se a autoridade escolhida pelos proprietá rio■para liderar a reunião lá tivesse em mães· o Decreto p° 59.917, de 30-12-66, seria bastan te interessante: principalmente porque a reu mao, dessa forma. tomaria o caminho deseja do, ou seja. o e_quacionamento do problema ao nivel téenico mediante o encaminhamento para a entrada de recursos externo8, e não o con trário: cada um doa • presentes· buscando- de monstrar que entende mais de "oal" que o ou- tro, ao lado. - E a final, de que trata o mencionado de ereto? Trata dó financiamento de : planes e estudos de deaenTolvimento loeal i:ntegracle mediante recursos colocados, pelo BANCO NACIOl!lAL DO HABITAÇÃO, à disposição do FUNDO DE DESENVOLVIMENTO DE PLANOS LOCAIS. Em pou-cas palavras eis ai eemo proee der, a partir da filosofia que deve, hoje em dia, predominar no ho.me:r;n_ de .vi■ão. a "aber tura aos recursos externo■no■casos em que tais recurso e revelem, ineficientes, intera mente. • Tais recursos, é evidente, silo humanos ( em pessoal) e financeiros, pois não temos a menor dúvida em afirmar que, ■em a preaea ça de ambos, não há a menor po11ibllidaà• de desenvolvimento para BELA VISTA, em curto e médio prazo. Serviço de Bar .- Restaurante com • esmerado atendimento ' . :Feijoada aos sábàdo1 Rua. Antonio João 786 Bela Vista , -· 7 , •. • Mato Grosso 1 • No maia, é deixar a vaidade de lado e admitir (como estamos admitindo agora) que se não fosse a presença, entre nós, de ameri canos e japonêses não ostariamos hoje, nós bra■il'eiro~,. eon:strulndo na'rioe e eomputadore■. ----~ ·· ,_, _ Tribuna da Froutelra 20 de maio de 1972 i!AM • Caminho a uma ldministração Municipal insituo Brasileiro de Administração Municipal ,:,,; É uma sociedade civil de caráter técnico educativo, em rins lucrativos, e reconhecida de utilidade pública pelo Governo Federal (Decreto n. 34 661 de 19-11-195::S). Por minha memória não andar "na dela" cito apenas dois objetivos do IBAM: _ I- P.resta,r assistência técnica aos Prefei tos e Câm_aras Municipais e· promover o inter- cambio de Informações e experiências no ám o~to da Adm1n1stração Municipal e Jos . ser• v1ços urbanos; Il- Realizar pesquisas e promover a di vulgação de idéias e práticas capazes de con tribuir para o desenvolvimento progressivo da Administração Municipal e . dos servicos urbanos. • Para prestar tais serviços, o IBAM conta com A um corpo técnico de especialistas e pro fessores altamente qualificados e experientes. A estrutura do IBAM é composta das se guintes unidades de serviços:. . Escola Nacional de Serviços Urbanos Centro de Administração Aplicada Con1mltoria Técnica Serviço Editorial Biblioteca Assessoria de D e s e n v o l v i m e n t o . Institucional- • Os municipios filiados ao IBAM como só cios-cooperadores têm direito a receber, em contraparfüia às suas contribuições anuais, va riados serviços de assistência técnica, presta dos tanto, nos Municípios, como mediante ifor ·- mação' escrita, e que incluem: " 1- Cursos, Seminários e B:stágios de Trei- ,. ·•. - . -~,- • -·~. -.. • .:.. ·- -- i - ,. . [Casa Peroetoo Socorro Pantalonas Jaquetas - Japonas • Perfumes - Enlozados y una ·E»» infinidad de articuios · a r i » w « t« » "· • " namento realizados através de sua Bscola Na cional de Serviços Urbanos; 2 - Estudos e pesquisas no campo da or ganização e funcionamento dos serviços urba. nos • Os munlcipioe filiados têm acesso aos resultados desses trabalhos, executados pelo Centro de Pesquisas Urbanas e que abrangem pesq u i1:1aij nos setores de: abastecimento de àgua e saneamento básico; mercados, feiras e matadouros; transportes; comnnicaçóes; ha bitações e outros; 3 • Organizacão de Serviços Públicos mediante convênios especiais, o IBAM executa projetos. de reorganização dos serviços públi cos municipais e urbanos. através de seu Centro da Administração aplicada; 4 Repertório Jurídico - volume de 680 páginas, rigurosamente atualizado, publica o texto integral de tôcta legislação federal apli cável ao município. Cada município flliado recebe gratuitamente um exemplar; 5 - Serviço de Referência Legislativa atravéa do qual as autoridades municipais po derão obter cópias de leis, decretos, regula mentor::i textos e oficiais; 6 - Labilratório de Administração Muni· cipal - serviços dos mais solicitados podendo se encont::-ar modelos sôbre: Pavimentação de Logradouros, Controle de Loteamento, Zonea mento Urbano. Roteiro de Plano cte Aplicação de Capital, etc. 7- Consultoria Térniea - setor do lbam especializado no atendimento de consulta6 sô bre questões de Administração Municipal suB citadas por Prefeitos, Vereadores e demais autoridades municipaie. Escritório V asconceíos A Bella Vista A tosse coqueluche se caracteriza por acessos violentos de tosse, seguidos de inspiração ruidosa ( quintas, guin chos), com arroxeamento dos lábios e congestão da face e olhos, seguida de' expulsáo de catarro e vómitos al gumas ve·zes. Esses acessos se, repe tem frequentemente em algumas crian ças, 5 a 10 vezes durante o dia poden- do chegar a 50 vezes, , h a v e do predominância noturna. Antes que a doença assuma estas características passa por um período de incubação que dura uma a duas sema nas e que é relativamente silenciosa. A infeccão se desenvolve em tres es tágios que duram em media 10 a 15 di as cada um. • São denominados de: pe . riodo catarral, espasmódico e declínio. O periodo catarral é semelhante a um resfriado comun, sem rebre, tosse seca com predominância noturna e re sistente aos xaropes comunente usados. O periodo espasmódico tem como ca racterística a tosse em acessos violen tos, acompanhados de respiração rui dosa denominada quintas ou guinchos seguida de vomitos ou muco espesso e viscoso. No período de declínio os guinchÕli ficam menos intensos cel.irna o vômito e retorna o apetite, que desaparece qua se por_ completo. no periodo catarral. Nos lactenfês falta • ô guincho,, mas pode aparecer espasmo da glote, arro xeando da face e convulsões, vezes fa- tais. . . ,. . . As complicações são ·comuns e po dem ser traumaticas, respiratórias e nervosas. Traumatieas durante as quin tas violentas produzindo então ulcera ção do freio da l i n g ua, her n 1 a s equimoses subconjutivais, prolapso de reto, hemorragia nasal. As respirato rias cem predominancia das broncop neumonias, otites e dilatação dos bron qulos. Nervosas são a ençefalite e as convulsões -violentas e as vezes fatais. Há • uma forma chamada paraco qú.eluche que é branda e sem guinchos cujo diagnóstico pode ser feito pelo médico mediante sinal clinico na ár vore respiratória, depois de minucioso exame. _ . Nas crianças vacinadas o décurso da doença é maia leve e atípico e po- ., - de as vezes passar desapercebido. =---- ------------.---. ~ - . À vacina triplice não oferece pro- - teção total, para a • coqueluche nem a paraeoqueluche. ~ ,- . • A tosse coqueluche não confere i munidade a paracoqueluche e vice e vers·a. D~claro.ções· do lmpôsto de Renda (Fisica-Juridica) Extratos-Distratos-Contratos-Contabilidade em geral General Osorio, 825 Bela Vista - MT. Tecidos e Artefatos - ' PRODUTOS VALISERE REVENDEDOR ·oos GR. osso '- MATO BELA VISTA • __ - . + ! Coluna Médica A Coqueluche página 3 a » t •2 « " leilas e anti» th Isa ltl. Em frente ao Banco Português - 1'.'one 216 Bebidas Coca - Fanta - Cervejas - Brahma Antartica Skol - Caracú • Polar - Gua ranas - Aguas Minerais • •• • J • 1 . • Preços Especiais para Revendedores Serviço de Entregas Rapida.~ B8AZAR «GLADYS» - Artigos estrangeiros, bebidas, con fecções finas, Pantalonas Lee todos os tipos, brinquedos,· artigos para o inverno, · Bela Vista " Paraguay Egt JwmIal Foi lress a Grifita fota rorã I{ ). (,} i 1. •• :J • · ' ;e $ã Pedro» Venda diária· de carne fresca Av 'Teodoro Sojiva t 'j ... f - Tribuna da FronteJra ------------- ---- -----· ------------ INDICIDDR PROF ISSIONBL Advogado Bela Vista Mato Grosso a aoh w o D», Kato Dourero Pinheiro Advogrzcia em geral Rua Anlonio Ma. Coelho 1215-Bela Vista 20 .de maio d • 1972 página 4 Vr, tpcdro tpaLmíere Advogada em geral Rua 15 da Novembro 170 •• Fone 2JS' • Be/11 V/1t11 ~ 6l, Araujo Barbosa Médico 8fll11 -V{,ta • Mato G,ono Vr. CarÍoJ '5oLano 11,une~ , Médico. Cirurgião ,.r • • . Rua Coronal Camnisso 620 - Pala Vista • Mt. Dr .. ·Fíorí 1tl,urano -·Médico Rua Conda da Porto_Alegre_-_Bala Yiuta Dra. 'adia Juliaua tlarea ·4rce • '' • ' - . , lUnjca OdontológÚa At11ndfl•lfl dl• _e noifo • atende até as 92,00 horas AI lado de la Muniepalidad B. Vista - Paraguay MEU AMIGO: . . : )--: .. · • -·~-:· ·-:-~- , ... --, -~~ -·-···. :::-. -~-~;-◄: -- • - -: • - Logo é uma figura gramatical que signi fica arte, profundo conhecimento de alguma cousa. Odontologo-O cara que trata dos den tes com arte. Filologo O cara que. filá cigar ro ou bebidà com arte. Vai dai, mulb_erog·o é . o cara que conhece profundamente o mulhe . rio. E arte moderna. O 'bom mulberólog_o, de •. rel~nce, sabe as que podem ser lançadas aos • cães. As que foram recentemente lançadas ao mar. Conhece • de olhos vedados ·'bu '!hos" • ou "bofes" e por intuição afasta-se imediatamen . te do local onde eles possam· aparecer O ar- -~--~------""!'.------~------·-..;.· ... ·-·- tista não admite o feio. Os po"r nós citados Escritorio Progresso são uns dos· maiores_ dQ pais. Podes crer ami- - , za~e podes crer. Falado! . • . de .Jairo de Vasconcelos - CRC Rua, 3 de_· ,Qutubro . ' ' , Cirurgião Dentista ;4c::2,:sei.v ) ... _ ,._._-:- . .or;.~~•t ,f' 'Ç._, '; • ..., ... :.., • _,, l,. .I.__ ~-'-f • _,,. •• • , •, •.,, '. •' Ct,';'pis do Raio X • .Fona 151 - Bela Vista ., •-· • : 1! +4 ' ' • • • ·:' D». €rock Joue de 6ouea Ppencas do coraço RIetrocardlogramn-loenças clrcalato ris.Hiperenao Arterinl DIubote. Doonç .. do parelhos Teplratorlou, Digestlvo e Urinárlo • Dl-turbios aerrosos .' _,_ Tratamento do engord o de emagrecimento . , CONSULTA: das'l4:00 áa l7;311 horas na Enformaria do 1o RO • i'.N, Urgenelas a qalquer hora • Tel. 1e». II7-' ' . ' ....... 1557 . . Bela Vista [lia@e Ele Ela 1 • Está prodUJ:Indo éereiais, arroz e foijão suficiente pata ·abastecer 15% Belém e Ma- • naus. Agrópolis têm seis arniazens de Madeiras' construidas pelo INCRA, com· càpacidà.de. to tal de 180 toneladas cada um; um inflável que poderá abrigar 30.000 sacas de produtos, já em construção, e dois armazena de Metal da ClBRAZEM c.onú capacidade . para 40 ooo sacas . todas equipadas com secadores. de unidade. + s l] 8eTO TIaZenada8 produtos a serem co-. "BELA' }E cnaléa vozde lhidos nos meses de Maio e Juho.·· uma • • , s que Bela Vista muda" ++ "a • • / oiobore com este Semanário I Confecções finas para cavalheiros e senhoras a moda pra frente Rua Antonio João s/n . . , a elaãt Recebemos do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, convite para participarmos do IV Congresso Estadual doe Jornalistas profis sionais, a realizr·se em Corumbá, de 12 a 14 de junho próximo. Muito obrigado! Companheiro faremos for ça e lá estaremos. Podes crer amizade, podes crer. Comando do Planalto fêz 12 Aaos O Comando Militar do Planalto e du 11 Região Militar, comemorou no dia 25 de Maio 12 anos de instalação em BrasilJa, O CMP e a 11 FM abrangem ·o Distrito Federal, Goi'8 ~iângulo Mineiro. "Teho 22 anos, 1,65 de altura, loura, o lhos verdes 98 de busto, 40 cms de cintura e 1,96 de quadris, meu rosto é atraente e não é vulgar. Não concorro nen'um a título de iss ou rainha, porque um médico me disse que já mais conseguiritt diminuir os quadris, onde não _tenho musculos, tudo é bacia. Será que posso concorrer assim mesmo' A. B. Z. Oom a palavra o companheiro. O bom da Paróquia. Queridinha mande me o enderêço dêsse mê dico, urgente,· que é ultra camarada. Acho que 1,96 de quadris não se pode chamar de bacia. É piscina O dia que aparecer concurso de Mias Piscina,. candidate-se. Garanto que não há pare o para você. CandidA tt~ ee que vai ser aquela aguu. Podes crer amizade. SR. REDATOR: : . Li em seu jornal a palavra mulberólogo e não descobri o que é. Não encontrei em Enciclopedia nero em dicionários consultados. Minha profesRora nem ninguém soube me ex plicar o que é. Gostaria que o sr. me disses- se para dirimir certas dúvidat:1. J. A. M. • ' . . . . ~ 1 O -Bom da Paróquia T r a· n s. a m -a z ô .n i e a FILINTO SR. REDATOR: .. Duna. ssado por - d■ Gráfica Imy issora O Presidente Nacional da Arena, Senador Filinto Muller, pretende fazer uma série de viagens para motivar o Partido nas eleições Yunicipais de Novembro próximo. Cartas , a Redação limo. Sr. Dono do Jornál A Tribuna da Fronteira, isto é des culpe, Sr. Redator agora eu me lembrei, que, em se tratando de Jornal, nunca se dirija ao dono e sim ao Redator que às vezes é a mesma coisa, não sei se é o seu caso. Então . ficamos assim - Sr. Redator: audações. "Pego da pena, isto é, da caneta sem pena, porque hoje caneta. não tem . pena, caneta que tem pena já era, ca neta de hoje é sem pena é esferográ• fica. Pois é, pego da caneta para lhe escrever estas mal traçadas linhas e · · tl1zer ·-que.·1i .Ii.o .seu .Jornal o tal Calen dário de Vacinações, já meu conheci do há muitqs anos e o segui emcima . da pinta, como se diz. Levei a sério o tal C.alendário e sabe o que aconteceu à minha filha? Depois que tomou a última Vacina, _um dia tirou a roupa perto das .cole-.· guinhas e ficou com o apelido. de Maria Peneira, por. causa de tanto furinho de injecção, que a coitada tem na suà. tenra e virtuosa parte. Quero que per gunte aó responsável pelo tal Calen' dário o que devo fazer. Atenciosamen te, C.A.Z.V." Minha· Senhora: Não perguntamos ao Médico que .. a~sinou o Çalendário,- porque ha · exa gero da sua parte, queira nos descul par. Para .a Senhora n-ão ficar sem resposta, damos à palavra ao compa nheiro O Bom da Paróquia encarrega• do das respostas desta coluna. Com a palavra êle. • • "Minha Senhora, jamais leve a -su,a filha ao sol. Forque como a senhora já sabe não s_e pode tapar o sol com a peneira". - ,,,. ecido Cerebral. O "'' u no dla· t Iwrame- ~ com bo assaram por . . , #a; ne 9a %0 ato ' concurso flss dela Oh;la, no pri ltlO númei-o oo.b.erlur• 4.,.lal. ' HEI ., : DRINKS • «o local lncrame·nlada de toda Jmtlât• Mü:1ica... aieg,,ia .... muita cortiçio Rua Til!aden.tea, 308 - Ponta Perã-MT . Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº008_06_05_1972 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOI_Nº010_27_05_1972 Voltar para a lista de itens