TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº414_17_08_1979 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº414_17_08_1979Número da edição414Data de publicação17 de agosto de 1979Número de páginas6GeoCoordenada -22.098642896153912 , -56.52875268098947 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº414_17_08_1979 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto G p Pnra nvallar •• iu loco" a f<ltuacAo da área alut.;nda do Puntnnnl, nolada mPnle e zona urbana de ?arto '.~url1nbo p11ta1 ó em Campo Granrfo nu próxima quarlr:-folra, dia 22 rle ugo11lú, o geReral ;nilwl Ourg,,J, coordenador ~orul do Grupo Et,prclul p••ra A~:suntos de Cula mldudP Pública ( Geacup ), org,inlsmo do ~linlsU!1fo do lnl<-rll,r. / conf1rm;içüo da 'l➔ltn ao Muto Grosso do Sul foi feita n,) dia ( 15. ü8) E>m ron11110 rllrt>lo <''>m o t/n.-1 t-...t ,ro1H 1l Joacyr SebnHI o da llv. cordrnudor estadual da Lefea Civil, 'untamete eorn ,nlbnl ÜIHf!<!l tamlJúm Mlur no E!,tndo o courdetrnclor d • 1) fesa Civil do Cenlro-Ot i::te, Sr. Paulo .rC'ot1. Dura11t((' il obserYJÇ o rla. H'6(ilo inundada desde iníoio do ano devido ao trunsbo!'damento Jo rio P,1n•{11, 1. o titular do U(lfe~u C!vll do E,t dO rnor;. lrnrá uo cvordeo,1dor do Gene q, "" pru- ·- e rega Foram illicindus nesta beguntla fE>lra (14.08) us obras de extensão dure r1e de dli!trlbulcão de enPrgiu elétrica de Sldrolândia à Üi,lnu de Alcool RS, dls lnotP 45 quilôrnt'tros dn sede daquele município. Do acordo com informações do engenheiro Olavo Vileia de Andrade, titular da Seeretar!a de Infra-Estrntura Rf•gional e Urbana. o prazo contratual prn>.. conclusilo da r!:'de é de 6) dla•i. devendo ser aplicado uu montante de Cr3 1ü mllllõ?H no kt'rviço. A red!:! de Sldrolõ.ndl,1 u t ·stnu RS, assume duplo significado 1>Conúmico: fu vorece a ecooomia Lle combu•1tível, por; i;ibilit:rndo o fuuciou:.:mento da <le~llla1lc1 com sistema elétrico (e não ú óleo) e ampllall'lo 8 c3pucidade energ(itlcu do Trigo tem algumas !! elevada . ~ reg1oes Pnin com o leool que será produz!dn, ?or nutre: !a,Jo ,t c;iJr,1 Pf••trlfw l :i 11 c-olônl,1 1)01•; [rm:1n , Qu •hr'! C'o1·1, ,, reias udjuc ntes e intensa ntyvid de ,.1gdcol11 1·11tJ1 rnc;r, rn ento a prc,dl <:1o avé+ de equipamento movido. à ele trtr•ld id<< , Hl111111lo ri< 1•11r11 rt ,I!·;, lfl •.1- ·o dos taballos no campo. A obra, que deverá e 'ar conrlut- dnu no mês de outubro, ter por aneia def:ltucndu na c•1,ll''<>li<l.1C;1i•1 d<r 1lr.1!•' ,vn! vim(ln(o N:<,nõrnico do tr llfJJ• f4o d Sidrolúnclla, t•. µ-,rtlt· t!n fom •i.•r, a ln,!,, t!'ializuçfio com H;onr,1,d;-1 tll· "Ht.illlJ •'Í I t, 8ll'VÍDÕ 11 l.!Ulllt) in<li t:UlJv,,J !,, .. iJ l r nova alternativas de exploração urí cola, e do setor primário em ger ! Na viagem que a equipe d& Secre taria de Des~nvolvimento Econôrnlco fez à Grnnde Dnurados. nos dias 9, 10 e 11 foi possível constatar que em determi nada::; áreas de produção (parte do mu nicípio de Dourados, Fátirr:a do Sul e redondezas) a qualidade do trigo que começa a ser colhido t! excelente com índices de produtividade elevados. Drº Nelson Derzi CRM 23.882 - CPF -ll.98.88.3::S·7.87 Especializado em C:LINlCA .lf:DICA na Snnu, <:um do Rio de ,Tuneiro e CIRURGIA GERAL no IIospitnl du Companhia Siderúrgica Nacio nal de Volta Redonda, Membro do Col.:.-io Brasileiro de Cirurgiões C!HURGIA de: ,. Vnrize,. Tiroide, Vesieulo, Úlceras de Estõmngo e Duodeno, Ginecológicas Hérnias Abdominais e Traiamentos de Vanze, Clínica Sta. Cecilia Rua 7 de Se1embro li5 Fones: 431-192-t e 431.2306 Resi<lência: Rua Antoi,io Jofo ió8 • Lo Andor Fone . 431-1074 Ponta Porá )IS. Dr. Nagib Marques uerzi Especialistn em: Diabc!es, obasidndc'. tireóidf<, crescimento, gHndubs endócrino• s produtividade do Est-ado em 1 juízo mal sério gerados pela enehen 1 •, tlt flnl11 'U •!', 1'1!1 l'ltl! tic11111•11!11 l'Cl!I }11111 1>, li, '11r I t' 'l'•'•'ifl '11,l q11• Ili'<' • 1 tas de apolo federal eom ma or urgn (' 1,1. Conforme revelou Jovr • ( h I li._() tia !-,:1lv 1, q111• • ej!ll!ll fl'll' i 'l11•·tl11l10, ,. JH• t'li l que 1; ,!l 1 f l ,, •111 r,1} 111h il Gugei pree. la u vtarem lo mil«tro 4o J ll •11 lf ,lllO , l !r, ,,/,/.'Ili~~ lt<l (: fl ti 1 do 5u!, pn1vi••l,1 p, r,t nw,11Jq,1 d• .1'l<'1,11fo produ ora de A informuçúo é do agrónomo Al tair Pereira de Oliveira dlr"tor técnico da Empresa de Pe«quisu, Assistência Tecoica e Extensão R:i~ul (Empner), ór gão vinculado a SDE. Conforme assegura Pereira de Oll veita, na r.::.·ferl'.la 2reu obs,rvou-Ee uma produção de trigo de JO0 sacas rle GO quilos por cad11 nlqueire (2,42 hE'ctar<:n) cultivado. E, em cer tas lavouras essa média subiu '.l llO e 120 sacaF, comple menta. Mesmo assim, em rcgiõl''- mais ao Sul como }Iarncajú, Pontn Porã e ines mo parte do mumcípio de Dour,,dos, 11s gE'adas afetaram coosideravelnH,·nte a produçií o cow prejtúzos à qualidade do produto. !sto, no entanto, nao é regra geral. havendo perapectivas unimadoras em outros oúc!PeR de cultivo. A produção de trigo no :!ato Grosso do Sul para este ano, prevista inicialmente em torno de 80 mil toneladas caiu para perto de 48 a 50 mil tonelc1- das, em vista das baixas temperaturas registradas no Estado sema1n1s atu'.ls. " a ,, ,n o •• m de eola 'oi 'eretel •!ln'' l '(lfll i:l' .111dl<1 "' 110 ('lW p· 1 ' ( JHJ hw', eom •I t J 1( l !1t'11il11 un )oura!o_. •I il ill'l 1 p t' 1 !Ol,l· Is spe-. 1111 a torel e• o dia o Grande ~ ! 11111 rc .nte Promoção Casa da Arulze de, Dt.: 59- floraF U);30. l 'ri: !;O.Ili) ,,<J Clut,,, l'n.roquitll ''1', 11!> ll1r'lt!lda, Ilu- 1to, q. Fotográfica 1 , o;n f1l·u"" ,, t•']lai!,), ,, lça .une e WIsky. o Inaugurou mais uma Agência '0 1 ' ~H..: E E 1 --- l -EMPRESA JURÍDICA CYRIO FALCÃO- Con,ultórin Ru~ l.J ri~ Jun!io, 551 - Fone: 62 l-8754 Re.&. H. Autouio Cocr~u. ll7 l - Fone 624-9751 ":)mpo Grnude ~1010 Gros,o do Sul Causas Civeis Comercial Criminal CYRIO F_LCAO CARLOS E. MEDEIROS A TONIO BRAGA 1 Advccac.a prunte o Tibunsl de Jus- i ia do Etgdo_de Jato Gro.-o_do ul. cs- ] tenção Oral: Elboração de Mem«riais; A. d .icncb E,peti:i!i.<2c!n; Coo:~rn, Prrm-oe!':· tes com os colegas ESCH1TÓRI0 - Ru Rui fürbod, :<.ÍÍ·• C/1 tcldoue ~83-2948 C,rnpo Gr_nJ~ 15 1 Se"". n Rc e:to p ,. nrti • ;J .... 'A!-A- !VEIS D:l:! '.f:) ARA±i . ! .. • " ·• l. v..: E>CRIIORI • - 1 Dr Ké io Loureiro Pinheir i l j j 1 1 de ]ela Vis i R. ;:.t.i Je .•~o Lv, :,134 - ;:,:lla 24 Fone 0564 -Campo Grnde MS sN !s' ICIIISUL .Ãgrim ,.,uro Mato GT01110 do Sul Medlçbe 'e terra en lerl pru rallllr• çA o • B mwmbt mentor 4 r 11 Loltll ,.• t •· NI 111 l11 • 1111 lo,, 1·ur, 1111 (111 iv ln elo. Grande experlnin no ramo de toporafa te rtifiei» serie txrutndo de neordn eot xiHn«la do ItUHA o nlo ritrto qu ,oat11 , r1,1 1 ,11,J,) oi•,1111111t11tr-$ for11111rlo• /1 ,r., t ar111utfr ,,,..,~ i llo no, iif"fJ(,:VJI c11,rCof11tlt1L L r.m~ rr,,c• &r11hn,,,, 11cnprltt1H1fl•, lln /q•rh11l Vu't• no eontrt intermediário». Rua Antwnlo Joe 1oh1 Bela Visto MS J/RDIM ITAMARACÁ Trun dn Pro!"!!" ~-- --------------- Fique AMA FJilAIS: Em do Lado Apolínório Máquinas mnrnhai. Bela Viata e Jn1011io Joao. do 'm lota to humanizado ! i11 lllt'Jh .. r J.,oJi~•çh dn C:1it,1po Crundc· 1 fi de r1111i.,, ~•lori:rnçllo ! Larga avenida Zonn residencial e comercial dzfidn, E j e execuio AltJIO){IZAÇAO, A1;1JA, f,ll7. [ PllAÇA' AJblH>l ADilS 'l'udo vlrnr,dn 01 rei.11: confo{IO bem e at f.' tra11qullid11rfc DF l'Al.ll'f: • n11•nt1• nm ( una praça de Bom de comprimento o lpdle de todos os lados ) VENDAS com a Por10 S1':rnr-,, di, Jmo•eis Rua l l julho, 175- fene - 624 • 770] ---------------·---~------------~ Agrí<olas Mundo Novo Campo Grande M±to Groso do Sul MANEQUIN'S BOUTIQUE Çonr cçÕ!'H flon,1 pnrn 8u11horu11 l:lonhorltus e criunçnfi Fubrlc11çllo Proprlh Mnneriuln',.; lloutlqth: Vesle a mulher olrgnntu, moHtru todo o eu bom go6lo. Mostre quem é vocí:' com elflgfinclu. Vlf,lte M anequi n's Run nul Elorboso 2713 Boutique Campo Grande .Jota .Jota Tribuna da F ron to ira ( Fundndo n 20/'l/72 J CCC-M 1'' 03,!101266I00Ul-90 ln«, Et. 13059343 Dialilra . )1hrin E,1elA V. Peroirn D«p;ar1aawa1 Comerci11l • Alvnro Pueira Redrlo Adinitrrlo e Ofeinus; Rua Du~11t dr Cniu ,ln Utll, i11n MS· Cx. P. 2S PUiLICLDADt: '..tl pí~i1J11 i0,00 por oro de colun11 Olti111a >'íiiD!l GO.OU por ('m de colunn l'á1i11n1 lnterlil!I 30,00 por cm de coluna ASSINATURAS :ltla i,ta, (an11nl) Seo,runl emais Mericipiox IÚJBHO ele dia lliúlll«rllt, atruado, Cr5 600,00 4110,00 CrS 700,0U 4.00 5.00 Pl,indador , Dire1or R"soonaavd lvll]do Pertirn • leane Presentes COMUNICADO Coau11iealllo, gu« es1.a.wo, atendendo no Sal:1., de Beleza Jeae - Limpeza de Pele - Corte Pentud .. , • hauho de Óleo para>- ubale - .ota»icure • Pedicur11 Iua Amambai cem Bela is1a Anteaif' Joio Mnto Crouo cio Sul Otica Cientifica óculos jóias, relógios presentes e trc,féus Esportivos Avelino dos Reis óucas dos elegantes da Capital e Indústrias Metálicas Irmãos Antunes COMUNICADO latare■H atntleado is partir do final de ageste, u Ofieina de Mu1on TertaH para )llrHta ntrera: Portas •• Hrrtr, Grades de preteço Jane la• THHia■a1, YitT61 e ferraria em ••ral. Ne11H Pr,911 •q•iparam-s• ••• H li• Ca■p• Graatle. Atentli aHtt f•it• per p111ea.l 11p11i&lini• Aruri•■ - - - -------------1 Run 14 do Julho, 2.014 Re@ião b Campo Grande Mnto Grosso do Sul Nós,, crianCJ.s. bem Q-U~ tínhJm.Js vont,iJ,, de c."Ju!Jr dJ raturt.:za d viver de {arma mis s.1udJvel, de f..vltar que destruissem o verde de nossos campos, de impedir que derrubassem as nossos ~rvores ou mJta5.5em os nossos bichos. ,a que o papa e a mane tentaram nos expirar, mas tudo nos pMeceu murto ronfu,o. (rol()SIJ. Prc,c,vaçJo do 1ei" nt..ate, Poiuço eram palavras de adultos, q.e uco signif iCJ;.Jn1 pu-a r,Õ'!i. Agor~. p..;; llr.,, tuoo va1 mudJr. µr-is il profeuora nos di;se Qu~ a CocaC' aeparou, especialmente para nós, aulas e cartazes que irCu 1 os ensinar a melhoc manei:-a de OJ1dar do mundo cie amanhJ üue, atinai, '-'!(a e°""'° próprio mundo. Os fabricJntes bras:Jetros dt Coc.1-Cola e Fanta e a CoCJ•Cola lnd~nrias Ltcu. cnaram o cur,o "Crianç.,, Ecologia e Conser vação da Natureza'' uma iracatua comunitária que consta de lyros e eertazs coloridos, que vêm sendo entregues gratuita r.ieme. er., todo o Brasil . aos p·0'esres das quatro primeiras séries de 1grau. O Mnto Grosso do Norte, que h. leza. Drzlam antes da diviso que o N,, te Iria falir. Nadn disso. O progre, undu ali. Nio resll' dúvirla que O , 1 e •'t Frodorlco umpoR, que o ~ovorno, ancts áB preAHUR para atender seu aglzant mento. CrlticuA, todo mundo fnz; jor 08 ~ 1 fL·cqur•nt,1dorPfl de l>Ml'", grnpl11hos d, U11quirra e, Pflncipulm.:'DIP, os poilttco, do contrn. l•,Htc 5, L'utao veem ati coisa, neras, nenhuma providência meritón do govPrno si I ve-lheR de umii mlnimt f;atisfuç,ão, polR meRmo re('onhecendo vã. Itdu a l>oi9U. d,zem: nüo! ~1c•lhc,r que núo houvet:se or,mlçúo, tas, mesI com eln, o Mto Grosso dü Norte ca. minha rumo ao desenvolvimento, e c minha presunçoso de que em breve uãi precisará rlP ajucla dn União; r.arnlnbat! com os seus próprios recursos, com 1 riqueza da sun própria natureza tüo lar-· ta e pródiga em djudur quem ui! trnbn lha em beneficio de todos. Todo Nort1 é um cadinho em el>uliçüo, forjando a grandeza daquele futuroso Estado ( p~ daço do meu co,açiio está lá ) e assisti mos com grande jubilo a têmpera do: rondooopoliano3 ( Rondouopolis ) fazen do da sua cidade urna verdadeira me trópole. Jaciara, com n !lua pujança ogrícoln e industrial. A r,uinhú eterna, sempre verde e crt:"scendo, esprniondo, pelas colinas ·1Ndejantes. crasaendo &em• prl!. As bP.las a l'enida!, ã borda do Rio. nos campos. o forçn criodora de tantos brnsileirus oe tudos os quadrantes a en· feita-Ia, a dar-lhe be!E1za e fóros de grande Capital, ecm suas Uuiversidsds suas Industriai' fut.urosas, o sou povo a· colhedor, seu comércio muito ativo, alio• dos, priccipalmentP., a seus governos municipal e estadual, únicamente volta· dos para a sua grandeza. Cuiabá é um dinamo, seu povo e bom e o seu futuro está marcado pela sistemática do progresso que se nolij _ por toda parte. Sinal de riqueza da na· tureza e hcroí;.;mo do seu povo. A minha Cáceres, ter!:!eira cidade de Mato Grosso e.n importância. ~1odes ta, simples, mas ativa, plantaàa á mar· gem esquerda do portentoso Rio Paro· guay beira do fabuloso pantanal que 6 .r perde de viste., tem seus enc1rntos pro• prios, atrai forasteiros, prE!:ldf' % soas pelo trato ameno do seu povo. lambem ceesceu e caminha lado a Iodo de rrnas irmfis, bdejados pelo inte~,i Pl'Ogresso. Ah! a gente sente um õUbPe· ro que aoerta o coração quando se cb. 0 ga ú terra a mo da. E sen 1 te-se o deseJ de voltar ... Ela merece. Eu v91tare!. eu Isso tambem dá suúde. E o que buscava no meu giro. Hua Sal - Açucar ~ Arroz Secos e Molhudos em Geral Os Melhores preços da PraQll l merc,·aria da don!l de casa <J auto Afon•('I • Bdo 'istn Muto Gro 51 º • COE e p 1D u o -1DR'> É Prirlld 9 NA Ta! bem to e Parti4. A Ar ," llH'nll - lill:20 A Ó • L:-. t: ::.rt. «eu veet, ""PPh tgl, desde o 1110 IIJHO eh ux't !l f t'l r. tr r !llrH•U, . U sr»dor. Da s.,,""} Inteluet«a@e «« eu pleac.r.nta u~ 111 ~ . JC,rma O ,lDB. 11m is»o. e qu j, 'Umento n I ln mut, qu1• penhar o e por cumprir e desem íííi, +4{},{"$},,itis«o, per Ia' rI 'olitica do p, ravcla ~eu.w llll> ·fl • rtr.1 t1<'- iraHt ntn , 1 0 '· porem n o mni "" . pel:uc diversas eorrentes ldeo]ó. g1caa que tr:.z om ou bojo. Orn, o DB erlado p.uu nn op, rdçlo e ToluolonÁ l , por 1Ho r lt 0 • p11.rn fl•en]_l1.1H I" criticar 011 ADVOGADOS Jvan Afonso dn Cosi Achoc1cia •rn Geral Rua Volunrário da Palrla 376 f llrla Vi,ta • • ono Marques 210 M!-- Dr. Pedro Jo:;ó Pnltl'lin! .A dvoezcia em geral Bna 16 de Noumhrn, 17 _ ll•la 'i,t,. . Drn Hlldn Abu11anfl dos Santori Cuuu CIH!t - Comercial, - Trabalhi111 Xocur,o, •m Gorai l'lua ~ d• •~0110 384 fone 42. 60516 Cacipo Crn1>dc M 8 Heitor Miranda do» Santos OAíl-:-lT 1854 8m Joaquic, Murtinho 169 Porto Martinho MS Dr Joolaoa Mnrtfnez Peixoto Cnuua Cível, e Crimlnai, lloa l.o de mnio, 1/0 Jardim . klS Adalglsn da ilva Nery Causas Cfrei Bc::a ?3 de maio, .1282 -· Campo Grnnd~ ?.1S Ricardo Brandão A Nnida Dra,11. 1595 A - Caixa PuBLal 355 fone: crtrit6rio; 431 - 14'0 lluidencin, 431 • 1646 . CO D _ 067 l', Pori Elen!co Pereira Cnrille e Dilene Miranda Carpes Cus «freis e criminais lha 2(i do A,o,to, 360 - fana 6:Z. 1520 Cu:opo (;rande - lfS Dr. Enlo VieguG de Araujo Advocacia Cinl, crirnio;,is e Trabolhi11a fca Pilsd Rcbun. 1454. Bonito - MS Prllça Agenor Carilbo, 'L76 Miranda )1S Alvaro Rizzi de Oliveira DircÍIO clril • oorncrel•l - Aririo exacuçõc! Í11na1ário1 · Oir6rcio,~- eontraloe Trnhnlhfstn - Locaçõe,. RnA· 7 lla actcmbro, ~ 1 Cai:3:a Post.o.l - 91 Ponta Por.i MS Dr." A.Inro Vital de Oliveira Filho OAB - 15119 . Defesas orais cm Tribtinal Ãuiatcncia juridiea às emprera n_a :íren comcreia.l • encu e Trnbalhuta.s Auailfa Bruil , 1888 - fone -131. 2216 Caixa Po,1111 102 Ponta Pori MS Dr. Marcus Guimarã<tõ Advogado ÜÃB/:RS - 478% . OABl}.!T - CPF. olo.12o.7oo-oo .Ru Paadié 1 O,:tlógerns, 801 - Fone lõ63 Aq1idauana - .18. Dentl tas J;)r. Lauidlo Valdos _de Barros Cirurgião Dentista CRO . 9'T . Clitaic& de criata,!LI o Adulto, atea4■-H com hora marcado ÂY. Jhqu■d• Cuia•. ses - Jardim MS Dra. Mlrka Riamelreieh de .~yala cirurgii DeatiJla Cliniu geral Ateni,-u com hua marea!ta ll-..a ~llia Lopu, SU Poal:a Porl MS l'lt, do (1-o, er o, t ;,f , r temert.que n o JHH11' ,.,h••r ~ e , run. 1 r, r do 1< .!<• A 1 ! . 1, cri 11 ~ ela:, tnt1 QUl' t 1 !);-(, ,ur, 111 u 1r r pr I tll t Gov rno. Fm copequnci, e do ovr. no, 1 D ') 1•(tl tH' Co" tno, nio J) d n v t 1i,.rlt' o µr,íprlo Go erno ) H, que é um Movimento ou ur· ll r :l(f', 113(111 rtll111 (JUt' lil "· lll(IUll!'I Pft torno de l um C'1lltlt'1ttlo qu ao !)OUCO!l Ylll f:t< 1!l'fi!1l1Ht,1 !n{'dlt11 t• QUI!' ( 1. !1•t''l, ou { fllNll<I I m qut• ►( lhe aviventa o foro. Fntlo, et ,o nf, os aul~n11cr ,, 11.: mr,rkr. rlo.1, <Hl 1,dt11li;t1111, Ru.1 lhr. o do Lidario 011 qne ('!li O C'llCilllil do I llfCI, lem de tnnto1 outro,. Purt:do qu,• 111lo t-, fH1l.11 [ama tingirá o poder, embora lun, º" dl r<ipul . entendam que et mu!tu fortf' uomo ,.,,. não ,ouhl'll-il'm ,foR 7 mi Ihvss de votos brncos e nulos em torrt. tórlo nntlon,11, rio~ últtmnic rlr•l<:õt~ Mn14, como qui tmbem tão se exigem sfor ços de quem quer que ejn, implemente cuniter P •·~tf• n<'imn ónr-, lrlê>!nll e tudo o moli; 111.fUPm <111 N,Ç,O, 111/!Unll murtfl rnm de llmG, dt>~oorl11ae<•ndo princlploB ,: esquecendo verdades, emn contudo tirar u eumiseta, entendem que poderio tazer oposição no Governo. Crefo que nem rrnra pl1;c1n s<>rve. Ora, 11 próprio ARRN'A que (, do Governo e qut> nlio PRtfl no Governo, quase não vê n hora di, 11xplo rllr ou lrnplocllr, que• rozõP111 ruov~m 11l~u11>1 do , 108, ou melhor, QUP ur1or11m do. Righ do M Díl o quC> ngora qucrc>m e estão u f111.t 1r oposlçfin 1rn nltuoçúo. Ê p o " Y I v o !? Ou sorf.l qu<.> estão i;lmplflsmentE> atendendo o lnleres tH-'11 peiisoais, 110 nlfo peças purtic!ponll'8 do jogo de um grupo'! A uequênci,1 do ffito11 sc.npro 130 encarrega de multas constatações evi. dentes, basta que r;e diga, hoje evi<len- <'iado. que mult.oi' candidatos, nlguo□ Pleitos, usaram da slglu MOO, pediram 'Utos p&rn si, fizeram pronuncl•nnootos P até aí tudo mult'J certo. porem, dlnntc das uas vistas distinguiram aquele cheiro dP c-orlAzes pomp,;r;ok e p:na lá carrearat voto, divorciados, então, du verdudelrn polltlc:i, du lealdade pal'o com u~us cornpunheiros e do compro misso para com nosso povo. .Mas. afinnl, a recomptinsa está chegando para todoi: elefl. o qu<'l serfl fácil para o povo identificá-l11s. Come çam a ocupar cargos, por;tos o funções no a tu,: l governo. Pergunto: pro;novem os iateres~aa do Kstado ou seus particulares? Os inter rdsBes da NaçRo ou 06 de seu Grupo? Não que me importe com as vantagens pessoais da ce.da um. O que me preocu pa é a forma com que pratíeam atos politicos. descurndos do cumprimento do dever partidário e do morneotc históri co. DcslealrnPnto colabororam com uma vitória que nã.o foi a dn povo. Será que é muito difícil pedir o cancelamento de f:uas ioscrlções partidárias'? Nl!.o é ma.is honesto este procedirntnto? ,pt>nas para exomp!Hicar: o oue foz Teotónio Yiiela? ;ião saiu de seu Parliddo e por eso nfio fngrr1ssoe, fifian~o-se, uo : DB? E hoje não percorre caminhos dificeis co rno um dos ruais anmntei; parlaroenture~ do Congresso? ~a!: n verdade é que cada cidadão só pode rtor o que renlmante tsrn. ~e naàn te□. nada dá. Com t.ido il'<so o trclbalbaàor brasi leiro fica na mesma, e :i.io 3er novos aumeotos do:i de>r:vadus do petróleo. o cooto de vida, sub1odo Pste pelo alevorlor 1 enquanto + 1±i scbe pie esecda. {] E a abertura está aí. tem recessãõ to□oontencáo, tem restrição, tem an.h=tia. tom rerorrnulnc;ã::>. tem t2nta colsa gu"' até dá !JBra de!'=confiar . . ver~ade ver- Lotl.'s 11 5.G00,00 (cinco rni1 dadeir, porem. está na base, o homem zeiro} preços de lançamento rundat::lento prim"iro di:> t0du a ordem jurídica e social. qut>. i felizmente, essa réstea de nbortua ainda nã se preocu oou om ide~tificar. • Aquidau..1rie, 14, de agosto de Hl79. Pronunciemento do. GuimcrãEs ~10B n de Aquidauana Vereador ;;Jarcus Càman1 :1fo::iicipai IA fü!A Casa eco e Multados em ral Aluna«nios, Ferriens te Tinha Completa de produtos Veterinaro l bideiro- sal .- mineral Scrvlmo1 Av. Gaucha Bem para Servir Sempro Corncol MS Afonl'n Dllon r:un1rn Leltt' Ie portagens- Fotorafias. 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Com dois me no ergo, oure or-1011 Ol'Ct'1?f11rln11 do 1'.ducaçfto o d11 Suú <le mll.fl 11Ao ,11xtlngulu flFi funclnçÕ1'H que llnhn.rn ilido .lnMlul11dus r.om n nbj11t1vo do ouldnr doe~llll 1wtores n,1 tipocu de l-forry Amorim. AJ(,m tllHAo, nn!icn~ tnmbcrn umn 1-iPcrotnrln dirn Connrnlcn oões, dotodn oorn 51 cnrgos o umu fo lbu de Pªl{nmoato de 1. 15 mlll1üo de oruzeJroP m"nsnls. 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J, 6 tinir o senador Pedro Pedro ,.tan, prlndp,d cll<>fl' 1<Jt11-.1<:l•,11l11ta, ex go vernador p dl''IT', ria l:,rJ!cac/io de> oure,"Todos q; desgostaram da orlen t 1<:flo cln H''1111()1 r PodroH~ lon 1•1.tlio 60- frendo eer:ada marcação pessonl, sob preso'', reconhece o deputado Londres Mnehndo, d Arena, presidente da Asst bléi e antigo "pedrosinnuista que e rebelou 'epois dns eleigõe de novembro pnf'flttdo. Tal inurcuçfio coruiisll' n_a ~~?· hlli:wçnn de todns s bavs eleitorais OJ'('DIHIIIH, (]ll(l C'OTIJl.'Çarn li 1-,('f' fJl'l'pUrUÓUtl par11 ll l'Hlll)Jllltllll !-'Pdl'OnHIHn 8~ - pol'l o endor quer conquistt o governo prl1.1 fo1·ç11 d1114 urn11H. Com o firme coman do do !Pml' r,ll11nciool11tn. o rmrlrlnhu do averndor Soares pode administrar s manohrnt, cl<' st>us arlv<•rQ.'.lrlO'- -· eutre eles os tmbem senadores Saldanha Dt>rzl C' ,nlOnio ih·ndes C:rnale, (]Ul'. se uniram II PoclroAHiun 1111 c1:101p11nhu con· trn I111:Tv ,morim, inas arnbic!ouam derrotfl-lo· em 1982. (V<'ja, 15/8/79) /SSüNÇ?í.O, AP - Com divl rs<Js atos ofl C'iuh ,. a prri..eoça dA <il-1( 1 1-'a<,:ÕPH c•stra111,toírus rol COIIlHIJJOllldlJ, O 41~º universrio da fundnçílo de Assunção e os 25 HllOfi do govo, TIO elo g<•rll'l':.il Alfl'f'flo SlroH• i;nor. O pri>1,1Jdente assu miu o pod.:r do <liu 15 rll:' :,go&to do 1D3'1 e t.nrminará aeu utual mandato conslitucionul em Ui{Osto de 1983. Os ulofl oYlclarn lnclulram um desfile de estudantes um festival uéreo em Nu-Uuuzu, com 1.1 parti cipação df' duas eHquu drilhas dn Força A<'rcu lrgrnti11u. Um desfi!A m1lltnr, um ato religio1rn nu ca tt:>cl rui e um fesU vul roiclôrico. Colestino, 1720 M ,TO (; HOSSO DO SUL Quundo você for a Campo Grande vi::litt· o ·•Dml :IARQUÊS" ar condicionado .... Sistema Rodlzlo Avenida Co11ta l' Silva, nº 312 Campo Grande MS. 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Dlrt•tur lia E11c·•,J.,. lntll1•aru!1, 11 V, n· c,:ndora C.:c cuda t11r1u :, b) • ÜÍl'l brt' 1 I - H.Pcebem tot111<i ni: H •ri tt;•1e li - Cla~,;ificarn urnu re'laç1•l , r.lr<- as escolllirtui; pt•los prof•'4SOl'<J, (li u li!J. III - Encaminham apen4s a Reda çúo classiflcadu t>m !'' lugar a fll~p •to ria rlu H.eceita FederJ.1, infol'!nando o nc total de redc1çõe., I ilaô na e .. coJa e arquivando u.= não selccionadu, até 31 dE.- jan<'lro do exercieio subsequente. c) Terna da Redação O Tl'JDU d,J Red.içilo t!everá ver sar 1-rnbre ª" idéh.1s cemral l do livro Vamos Con:;trnir .Juulo., e 1n irtenc1:!t' que o aluno aprendeu a mensagéu da Sec!'ctaria da [{scr,it:.i. Feder:.il. qual ;;eja a de deroou;,'.rar que ,1 punicip,.;1,.üo e~ pontânea, a1p1.•:és lio puga;rn:,nto cto lmpoi.to de Renda, no desenvolvimento do País, I:! dever cívic, •Jt> t0do cidit<Eio braEill:'iru. O título ficará {! ei."vllla do. co..i • corre::,t,;s e co·,ta•·á ;,ontus pê·..,. cria!ivt- • dade que dE>illónstrar. Forma - Pr·ea:1d1iaH:r.itodo cabe- ( .. li.E . r t 1 llt Ili • l ;HJ lt ., ,• 11 ,ld,1 , -1,h•ll· l ', li} I'! li ri 1 1 IJ 1 ,, • 1 • Ollll'O, 1 11 lill d,1 1) 11tJ mi d l'l11 !lC , , t•,l,!(111• '!,, ri l 1 •Túlil:1 ,t 1'<11 HU,1l lJ l l 1 • • tol!id,t l11 , l ult1 d, M,,lo (J1 o ,o cio ul. tanto nos tios poli1#eois eoiho Mo Mil p.-, 111!.1! , ) lfl111 N,•t{() q11P 1 mio per rol do Pedro 1'< 1111'<1 l.111, 11\'L'I 11l Ili ter e mplir todas t+ reivindiençós que hn- vim t lo feltes ti ',t nOIJ, 'Ili, po! • t'lt' ' O IJ!'iHdp,1 lllC'Ul<,t' da poli· tiea do governo Fiuel redo de dar um imuulso 1-F ltd,, 1111 1,1'[('[' ,lf{i'O!)P· ••uilrlo e tt tt1o o E1,l,ul•1 ,l!.i t•<·onoml,t t1 11' vc,J t ti· rar:, o campo, l'CI'• l.lllll llt' tPrÚ rltt nÇ'ÜO l'H. ll ·<'i ! p 1n 0·1 •t·IJ", pro hh m•,::,. ", nH','t-hi<ltulP ,fe tr uspor para todo o 1 j l''.lr: <,:l l'('Oll()!l1itl l • 11,l i !: 1 Ol'fi lll(.;1 í• O , t..• 1 r 1•1 q111' ,.,,. rnfu11diu 1 ri· ul1H·a" - ,.1 ncJo o 1 Jlr,I 1r• q,J Í'L•rlrnl, dw• , foi IJ!ll 11,, j( vai 1.1111 1! fazul' n. Ortografia Cidigrafi..1 Li::1pezs d) - A Redoç:;io 1e·:e:·: :.'-':· c:nua da na JollHi C3 f:1 co l:·:r,. do luao, ccm base no matéria did±ti:o ditribui do, e co/tendo, o riimo 25 e, r.o r::á· ximo 50 l!ahas m ;}.l·tfl:as. Interpret.r usando as p r6 p ia s na. lavras. a leitura a resprcti ·plieç4o. e) - ...... {., • l:. 1 :j),!!,t s participarão do concurso os alunos das 4's e 5%s séries do] grau da esco las Pú~>lica<. µ !1!(":: •• ,. .. :1::ict <: DP'.tt. distribuição do aeriul co. o.ntro tla IP.ixe. etári:i f} Entrega d Os diretores COI posição vencedor4 b..-rr. e') .w r,1 .. r > ! úmr de : ed..: çõe3 J~:t~õ,, tá o diz- 19110 79, .. !'quiv,.--:do 05 ni:.o Se recicnad 31 de ,' c.n''Í ro do exervicio ubs que' te. a Amury tabile que eerf. ,, ~,,,.,"> mlni1tro 11a Agricultura era o .JP(;['f, • tário-geral do Mini t@rio durane a getào do m: nitro Delfim tte, nos ci:J:.:o r:,e li,; qu .. ali e • I:'I'-', e era quem l;r)U, duti: , • 1 ·1:irJ,1Y com o obl •ti-lo t!f': &!m;,!Uicaçfi<J elo c.•f!rJih rural e a tnF tituição do seguro rural. E!s p,, ui urr.u Joug&. tradição na ére::u flnu.n ceira, tendo sido dirigen te de bancos entre eles o Banco do Brasil, onde foi d::-. !r, e :n<.:lu~ive tem una pós-graduação em moedas e bancos. n·-'.u i'"'-': Yo.k l>Ji,;-er ny Aoó. a reunião n gabinete presidencial quaaJo foi co!dado e aceitou, ocupar o cargo De!firi concedeu sua pri meira ntrvist dizendo 1e () Hr '-il l'"TI í:neP. ss potencialidades para s desenvolver e re s c ! ve, a ct e con8mica . : .. í ·if.'10 to!alme:it<: hipótese rece- • e. . t: i "' eu~ • e 1r::, :11 ur,era-:h. do que G, E.spl· !to que ·, e:- l CD. R f Escreve .Jota .Jota critica o Gentis mocinha e rolares do 2e grau vl<•rnm u mJm ptH'll dlzr,1-Jhp11 o que snblu eu obre folclore de Mto Groswo do Sul. Ora, nrrlemoute exis to npenas o folclore do Mato Grosso an llr,o, lwlo , quando le, bastado, eru ir,, tegro, untes d. DIvião, por isso, Mto droo do l sendo um E»tudo que co. meça a viver por si ó, anturulente tem usos e costumes do ntlo Estado de Mato Orc,!180, no todo, Ae .. lm nw,mw há um asoelação de viveneiu de ente de tantos Est dos du Feder@do que m posslvol trn tornn dlzr1· qu1• • o fule'ltn·n dess gente mi;tutório é l•llllOf!l'O!ltH'IJfll' prlnclptllnH'ult• o du Sul. Eutretanto, para nosso consolo, poderei citar luns eusos d tradlçio mnutogrossense com seu folclore mls conlH'cldo, pol'que foll'lon·. do modo go rnl é o oompnetn do trnllf('Õl'li dE" COR· fumos, crenças de um povo exre4t em cuntos ou cunç•)tt-1, pron•rbloR, •o letaneus de canções populares relativas u certu época,; ou regido. Então, pav chegar isso. vumos •utPnernr nlgumus dus tradições qu~ mnfr eurnigou no espl· rito do poro muto;;ro!:t-e>nse. t-'or ex1:m plo: O CURURÚ duuco e cunto que con iste em um grupo regular de pares que dançum ceut11n<10 um cunçrw ernollva com gestas e ritimos caracteristicos, de rnru b lez . uo Sl'j!tncntc du ruusioa rle origew nJrlcrrnu. Os pures quase sempre vestem roupa iguais, de panos simples mas coloridos 11. chifll, quu.so sempre do tipo cnipir . E danem nos mais leuntes tre jeitos, pois oleiam, ficam de joelhos, vão para frente, para trás, fazem mimi cus,· !p•llmallt us uúos com lt•utu gra ça que bel JCtL du ciunçu lfor1 lmprog D8dtt elQ uv rn nwulo como umu coisa irr1.>slslJYel. que nos de mino, que nos prcnde1 a tr ião além dn vlvnoldude du murlclil lt>cud.lif, m utnbnqul't1 e ou tros instrumEnlo! de percu6úo e violões bem uiiaados. É uma beleza. Vi essu oucenuçüo no Pa lacio do Governo José Gut'ciD Neto, em Cuiabá, em bo eusg,,m so Sr. Geaeral Dirceu Nogueira e comitiva, qun!ldo do Simposio de 'l'rsnsportoo efetuado naque la Capital em Setembro t;le 1976. festa regional dirigida pdo enHlo deputado es ta'1ual {hoje federal) ;lilton Figueiredo com nfieieotes alernenlos Iolclóncos de Santo A1,toI1i0 dv Rio A baixo. município rico em trndiçõe1- mntogrossenses, tudo em apresentação miaucioi:amente progra mad• pelo primE'ira dume D. Murlu Ligiu. Uma festa inesqueeivel. Otttra festa folclórico. muilo culti vada no Mnto Grosso do Norte é a cavalhadu. pois nunca v ensenadu no Sul, upernr dos meus 55 UU•B de vivên cia aqui pela fronteiro o Cumpo Grande. Consiste a eavalhada em dois gru po de 12 cavalelroo moutedos em cava los belil ensiihados e ujuezados com fituti multi-,ores, cujos nrreiuruentos 1e,,um muitas peças de prata puro como enfei tes, que dão muito reulee. Cada .grupo veste rtus uniformes igu:i.is, du mesma cor, tipo militar de cnv.ilarin ntiga; um grupo usa a urmelba, que são os mou ros (pgos), e outros, s eer azul, que l'lfiCJ o cristãos. A histórin oonlste nas nnt!as guerras entre reis pulos e cri tiios e, o (•11,·rnlo ó hrlfwnrlo na~ bn!nlhnfl que e feriram há século utr, entre rvis rival, entrando na luta nu eonqutwt'1 de uma princesa psi que ó defendtdu dentro de um ctolo pelos lonls mouro que o vencidos, A princen rptd ó levndr na l(llr up de um dos cavaloiros C!'iBtl 08 com O ('Hül'fl V fl fO ft(' U n·I. liel Paraguo•r e , Processos Ratificatórios Formn I izndoR cm 1979 no Projrto Fundiúrio Jardim - INCHA Feri6do de 01.7.79 4 31-7.79 ÁREA MliNIC. OU6/79 - Amadeu Nicolodi 5o, 2725 lln (G.L I..) oó7 /79 • Cocilin Oclvnllc Lopes o/!,/79- Arno Martins 10111,·znno 252,2221 1111 o69 1 7!J. Helnaltlo ele 1 rrudn 150,0000 hn ofo/711 • Silvlu Zocolnro J.ouO 1585 hn 071/79. Alllvo AlvcP 2.167,oõ88 hn o7217B • Jo!io llruulio Diu, 824,0079 hn 673/79. Pedro Fnreirn do .znmbujn 674/79. Graiel N. Porclrnt e Outro» o 75/79 - Adão Garria o7til79 - üvilflsio Pcnhll o77/i0 - Salvador A. Pharza Filho 790,0000 hn NIOA o?B/79- f'runci,co C. Chaves Noto 079/79 - Nilson Pereira Vur(!u 83,3382 ha GLL 080179- Mercedes Lopr~ Gnmon -157,1871 ha M 1H 68)/79 - Adolfho Gonçalvee Bnrbooa 082179-Cu,Rluno ele Souzn Fcrnund!'.:l 683/79. Isaius de Quadro Munins 684/79- Lauddino dn Sih·u Burcclo~ 220,.1489 hn ,J o 5/79 - Sebastifio Muchudo LcilP. 88.J,7792 hn P:11 685/79- Anihnl Ccbral 487,0929 hu 13V 687/79. Manoel Francisco Cardoso nSS/79 - lldefonw Barro• Loureiro 089/79 • , de mar Lour .. iro oQo/79 • José Luis Loureiro 691/79- Antonieu1 Barro; Loureiro 513,3782 hfl o9V79 - José Geraldo Loureiro 5l3,8B!s hu 093/79 • . .than:ísio Loureiro de Almeida 2266100 hn o9-V79- Sérgio Pedro Coelho • Lirun 513,9054 ha 095/79 • Jo,é Cuilor Duun . Prnto 514,il5o bn BV 096/79 - Genil Assi• 120, 6770 hn BV 097/79 • C:e11il Assis 23.J,9492 ba BV 098179-Genil Assis 219, 3334 bo. BV 699/79 - Colorin !o Matheu.-i EI 50,0317 ha MAR loo/79- Rumuo :laciel 258.9140 ha GLL lol/79 - Antonio Pereira dn Silvu lo3/79- Adir Atonio !:larbo.•o :!ifJ.lloS ha G LL lo4/79.Gregório Caniza 248,1275 ha BV Processo Piloto para Oi•criwina16rn: lo2/i9- Col1Jnin Cacboeiru 16,068 ho (t'.Murtiubo) :-,., f'HOC'. INTEHESSADO 627, 9467 hn 12.186,1465 ha 113. 8HB6 hn 1.712, 1762 ha 345,9183 hn 470,1626 hn 517,3313 bn 51-1,5523 ha 518,320(1 hn 565,l062 ba Car:v, Alberto Ferreira de ,liraodu E'lec.uior Prnjelu Fnndi:írio Jurdiu:: Jefferson Weiller Ce:r G Ad111i.niuruti,-o Il,V. GLL G L L 13 ' CAH GLL .l-181,o/ioo ho :'li AH PM nv NIOA 437,9000 hn DON nv 8:B,1097 ha JARD 873,3699 hn ,J BV 8' BV BV 13V DV BV BV NPfHlH rcrnta, oprecfoda pelan popu Jaçõefl lnlrlrllH dt.8 cldurl<•fi, uorl dfaR, de comemorações religiosas do DIvino Espl rito S11nto, (> trnrllclonnl no,; murilcipirH do nort<> e é rica em duelos de <ir:1tór'la poética dos embaixadores dos rels ad vOfirnrloH. Gomron II fosta pela entrada dos r.ontadorcii H cavalo Pm coluna do mur chn de <'Omhuto, cudtL unr <•om um prJgem rrnrtanrlo umu cornprlrlh l11nç1:1 t•11f('itt1d•1, tumbem com uniforme colorido e elepa tor1, em umri prnçu udretlo murcadu u cal (como bojo so l'uz nos compoR dP futebol) OepoiH da oprefPulnç/lr, upoteólfen, os rupos oeupum uma dnas testas dn praga, HL·tHlo que OH mouro~ ú frente rio ceRleln onde se encontra a prineezu uurnec'da por soldudoH o úA crft.1túoi;, no outro ex tremo da pruçn. , festu d111·a muiR ,te melo dlu.. Durunte ese tempo, devnra lnm.se lances e balPlhns de rPaltl ele, gancirrn, brllhnnt:smo dot1 cavalPiros exl mlos, que porlnm-se com nua eleguncin. Será longll a narrativa desse torneio be J16simo, niío calJ<'nLlo nesta pequena nar rativa u lwlezn do8 lanr.es :>. a perieia e agilld11do dos cavaleiros destros. Tnmbem u cnv,1lhndu é um11 daq festaR [olclorlens do diversos Estados do Centro e Norte do Brasil, mm,, em Mato Grosilo do Norte ela torna, RP umn das mis belas, por serem c,s mutorosense eximios cavulelrnt1 pel11 trudiçilo 1to cam po, vnqualros lndômitos, como lambem das'1endaates Llos célebreo indios cuvu leiroll, os GUAICUHUS, doR pantirn&is ~ulino<>, gr11ndes guerreiros e criadores de cavnlos na reglilo da Pol'to Murlinbo. Outros motivos folclór!eos bnstan te conhecidos silo: O iriri, a função e ou tros, que flcnrn paru outrn vez. Snúd:, meelnas, e rnuilo estudo. (a) José Joaquim Ferreira Souto, O TERERÉ É uma infuPl'io de mate frio, uo.udo pelos paraguuioR e Introduzido.: na fron teira ma to grossense pelos peões que usam em dias de calor (utô com gelo) e tambet ao omanhecor. no inicio dos tru bulhos rudes a que se emrregam, serviu· do ás vezes de desleixes nu falta de outro11 alimentos, pois é muito ·estimulan te. Tem esse uso urna quisila de muitos patrõPs, pai;; muitos emprsgados se des culpam tomando Tereré para tomar tem r,o e pouco rende o trabalho do dia. Para melhor inforrnnçúo do uso, coosulte a obra: FRO:--lTEIRAS GUARA NIS, de autoria do iluslrado Juiz, Dr. José de Mello e Silva. governo Stroessner LILIHE GINÁSTICA Ginástica Ritmlca Modeladora Condicionamento Fieico em Aparelho Massagem manual I•'orno de Bier Hua José Aotonio, 1002 ( Esq. Bufão do Hio Branco ) TelPfone 624-0610 Campo Grande O ex deputado p,, mingo Lalno, Lider á,' Parudo Liberul adt{ Aulentioo, o mui~ Impor. dante purtido da opo4 çuo puruguula, alirmr.u n o . ~ n e o n t r o de oposições emn Curitjh, que "o modelo do gov. ] no troessnr está obg } leto e podo cnlr a qual : quer momento, pois nM representa sequer parte ponderável du grande bUl'guPsiu nacfonnl". Pn ra o representatt puruguulo, "se o Itamn ruty quiser agir com 1 intligcia deve apre vPilllr sua abertura polítiru o forçar uma trunslção pnrn u demo crucia lurnbém nn Pur:iguai''. ' Ele advertiu que ''o! Brasil pode ter uma gran de surpresu no futuro se continuar muntendo re. lações e firmando aCM· dos Importantes com um governo que é impopular P não rep1 csentatlvo no Parag-ual". Citando o acordo bilateral que resultou na construção da hidrtilétlca de ltuipu, Domi:::go Laino afirmou sua adverténciu: ''Se continuar upoianrto Stroessner. o Brasil pode sofrer grandes prejuízos mais adiante". Para outro ex depu• lado do Pnrnguai, Mó.rio Maloquim, líder do Mopoco Movimento Popular Colorado -- "o oresidente Slroessner t' um Somcza redivivo. Se persistir a ulual situação, serll. inevitável um aonflito idêntico ao que levou os sfrndinistae 00 poder na Nicarágua". p< d1 l' d {· (' e r ?repa deste e;enll 1 $ 4,00 p Utilizando os Confortavéis Onibus Classe Turismo da Viação Cruzeiro do Sul A ~mpesa r;u~ pensa nos mínimos detalhes ... Para o seu Conforto. Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº413_15_08_1979 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOVIII_Nº415_19_08_1979 Voltar para a lista de itens