• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOX_Nº582_19_07_1981

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RIBUNA
Ano X NO 582
...... -
Domingo 19 de Julbo de 1.981 Bebi Vl6tl - !l.111to GrONO do S'ttl
lo)e u Grei»
Potra Rufia
Grandl0l'I , b tle d(I cn
cerrn! uto di Expobel e
lverro da cidade.
Cen]unto: Mobtls 2.00O
Reservo de me na B
reta ria do l'lu h,.
40
o p RA BE A VISTA p GIN
o E asa
2
AIS
O deputado federal
João Leite Schlmldt, do
Partido Popular, em vi
brunte pronelumento
feito quinta felrn no res
tauraote do Clube do La
qn, administrado na EX
POBEL pele SESSEYTA.
na presença de dezenas
dt- frequentodores dores
taarante que já se toruou
trodlçlio DBE exposlçõoa,
e!c-glou o trnbalbo desen
volvido por Edson Medel
roa de Moris frente à pre
sfdêncla do Sindicato Ru
ral de Bel3 Vista.
O deI)uta,1o fazia
parte da comitiva da ai
ta dlrec!io do Partido Po
pular que visitou Bela
Vista, para contatos e etJ
teodimento~ com oi; lute
graotes e til!!!patfzaotes
cto partido no muotcipio
juotameot~ com o ex go
vernador lfaroelo MlrPn
' da so·aref', pr esldsnte do
Diretório Regional; sena
dor Rachid Saldanha I}cr
zl, tambem expositor atu
Nl' próximo Edicão
)
ante oaa exposiçõi::s b,Javlstenser;, e
deputado federo! Rubon Figueiró.
No restaurunte, Leito Schlmtdt
disse que ''toda a propaganda feita
pelo senador Rachld Derzl a respol
to da Bxpobel, nllo dlmc:llloncn renl
mente o que ó a amostra bolnvhiton
se". F'lquel admirado, prouegalu,
ao ver a obra e a rcnllzaAC> de
Edsoa Moral.; ao vu o tu.balho
das classes produtoras de Bola Vista
inato quo alda há esporança, pois
o povo bra.1llelro 6 latn4er por oat11
reza". Disse ainda que "a obra de
Viação Cruzeiro
adquire novos
.A Viaçllo Cruzeiro do Sul, !m
presa sediada em Campo 6-rande.
que atenda toda a rogiãe da fronte!
ra, eom linhas para Ponta Porli, Bela
Vista, Porto Martinho, Maracaju. Jar
dim, Antooio João, N!onque, Onla
Lopes da Laguna, nquldnana o Anas
tficlo, adqulri11 reaaate:me.llte onla u
te ônlbue. S!iB ô11.bns moderao1 eom
requintes de luxo, que prõporele!!!!rão
maiores aoruodldndss aoa passegel
roa das liohas da frontolra.
Segundo lnformu9ÕH de díre
tor da empresa, Osvaldo Possar, o
objetivo da V1a,!o Cruz-J!ro do Sul,
a medida em que rançam o se coa
e;etlzam os projetos do Gorro, é
o de aeoaps nhar a oTelnff,e. 'fio
logo termino a pavimente9lo sslltl
#araralor, pelo
Peva do
ipaporé,
Yaíe dos
~,forais serve de exemplo, e 011 sous
desoe.ideotes aentlrS.o orgulho 110 lem
brar que Morei, em companhla
de sua ep0a Cecllla, trnbalharam
vlwodo o futuro".
P'lnnllzaodo, L,!lto fehlmldt a•
tlrmou: "fique clente Edson, a soa
missão foi coroada de êxito, deixo
aq.ol ou rueus camprlmontoe e esta•
rol oompre n dlspo11lç!o de todos "º
0111, om Braoilta, para colaborar na
rápida solução dos problemas bela­
visteses, e o bem estar do seu po­
vo".
Sul
ônibus
ca dn rod0vi:i que liga Campo Gran
de a Bola Víata, a empresa colocarâ
em elrcu.lao!í.o ôolbu r.loda mais mo
derno~, fl.nalizoo o empresário.
Além de a tender 11 rea;Hl.o com
servl9os conoiderados de excelente
nivol, G ompre:.nrlo Onnldo Posea_ri,
riócto diretor da empresa, é eonh,e.cl
do lnceotln.~or do esporte e das ln!
cíativM quo -vlaa:m acelerar o nosso
proeuso doae11volvimeuUsla.
Hà de se deaínear, Inclusive
que a empre!!a proenra admitir fnncl
on&rios para os quadres de cobrado
:es e fiscal, na maioria das vezes,
1,as ctd.ades de. JardJm • Bela Vista
t·rlandc, anlm, Bevas opi;ões para os
jovoH da ttgião.
q11 veia trazer
sitos"
espr71ç3$ ao
(pagina 6)
er Prefeito. com Pedro Pedrossian

UJO
Governador, .é
Barbosa
um eterno desafio" pagina 3
BIREM:
''Caminha Pedro, caminha, as pedras do caminho poderão magoar os
, . • d t d . . a- t ,. (pagina 5)
seu pes, mas os espmnos as es ra os 1amo1s rasgar o seu man o

PI_2 • E !uno"orr
----------..:-.--
OBRAS E RECEBE e 1 HO A MAN FES A(ÂO P ULA
Reportagem: IP e Paulo Rob rto
O gvernndor Pedro Pedroasl
nn chegou a l:Wtí VJ1:,t1t dia H pp, à"
10 h", .. rncto rt·u, b'do uo vroporto
1001:l ,,rlfJ pr·l'l'elro munfclpal Ely ele
Arujo Barbo»n, presidente do :-ilndl
cato turul, Edon Medeiros de. Mior+fs
J)t·, f•·ltuH tu reto; vereudores de
.'ela VIt; pecurl-tas, comerclunte
runde número de populares, ·Jose
~blnij 1r11 f?ontouro <ln .grleul1uri1, o
t'eu4rlu; Pulo arfeo dos Heis, de
Obrs Pbl cas; e Mariz terz I, du
J'ducço, for o seres'rios que
ueomp·nhavum Petrus-tun.{z+rum
pte dn omttvu, indn o preslden
te d EMPAER, N ,t ol H.·gllonf; o pre
sldett do 1AGRO Bento Hotrigue.
o preslent· d. EPAER. Jose Erne
to Farts ,o 0tetr geral do DOP,
Antonln r. rloi-; t1 r, y .. ; o presldent,1
do DEI<UL, Atonto Carlos Vasques
1, o dlr►tor de, DER""!JL I-J,,râclftLl de
Flgllf'rt'dO, '
Marlza Fe!'zellt • Seo. de Educsção
No aeroporto, Peàrossian rece
beu carinhosa manlfeRtec!lo popular
com a presença de poli!toos, de Bela
Vista e reglao,presldentes de clube!'!
professores e amigos de longa data
dah seguindo, em companhia do pre
feito Ely de Araujo Barbosa, para a
escola "Vera Gulmarãee", onde estão
aloJttdos os estudantes da faculdade
de Férias. La o governado visitou
todos os alojamentos, eonversanr.!o
co~ diversos e8tudantet!, oriundos de
varias _cidades da região e, mais uma
vez, recebeu ct1rlnbot!a homenagem
dos alunos que estào em Bela Vista
na busoa de maiores uonheclmeotos.
Na oportunidade. falando l:!m nome
de todos, a pl'ofessora Rosita Rosa
Gomes, tarube-m univ~rsltària diRse
que "nus í'Mnteiras do 3rasn' com
0
Paraguai, às mfirgeus serenas do A­
pa, um cidadão eeasível e dloiimfoo
sonhou mudar a vinda do,s hablt11ntes
,Jestes confins da PAtr!a. conseguiu
realizar o que se propôs, porque
ohteve auxilio de outrn cidadão. tum
bem dinâmico e trab<ilhador. EstE>s
à-0ls trabalht-.LdOl'6i: e vencedores ,t-ão
o nosso preft>lto e o nosso govtroa
dor•·.
No final de sua suudação, a
professora Rosita solicitou, r oorue
de todos os estudantes, permann
eia do Cnmpu:1 em Bela vista e !l
douollo de u.a:;u biblioteca. tendo ie
cebldo, na hora, a rê:'p?!'!u po:.lliv11
de Pedrssiun.
NO PARQUE DE EXPOSIÇÕES
No parque de exposlçÕê11 Rio A­
pa centenas de pesos aguardavam
chegadu de Pedrosian, que rece
heu consagradora ovação permae
ceada por mais de qumze minutv"
abraçando e cumrJrlmentando os popu
Jgres, antes de iniciar as solenidades,
Apõe o h11stramento dofl pavl
Ihóes netonl, etduul e municipul
por Pedro+ln,Fly de rujo e valter
te 'attro, om bando 0o lo Reg. de
Cuvul11r!H 1•x, cutuncJo o Hino Nuclo
ul, todos frm eonvtudos a se
d!rft~lrtrn au pd,rnqu,, p .. rr1 tll:ILHJar o
povo e viver momutos de 1teu
purtetpução, cvm os discursos de
Pe,!rOHBl•HJ. EJ&on t11,rul!e', Ely de
.Iraujo Burbosu e tutI.
Valter de Castro - Deput11do Federal
MORAIS AGRADEC'l!: AUXÍLIO
G prPi.ldente r!o Sindicato Ru
ral de Bela Vista, Edson Medeiros
de ~foral!l. i::audou 01:1 eutorltÍ1ldes
prf'!>entt.>11, falnndo a rei;peito da raa
lizaçãoo da Expohel. "fruto da unm.o
do povo balavlstense e dlnemlsmo d'l
cln~~e pecua:-lsta ", agrndecrndo o
a ux11lo dê Pedro Pectrossiuo para a
reullz!lção da umostru e a verba pa
ru a compra da St!de própria do Sln
dica to Rural, ''velho sonho dos pecuu
ris tas bela vis tenses".
REPRESENTANTE DO ROTA RY
FAZ RE!Vl~DICAÇÕES
Falou tambem o reprPsentante
do Rotary Club, Adalberto Rodrigues
de SanfAnna, em nome do clube,
enumerando as dlvPrsas obras de
Pedroi-slan e enaltecendo a ua
admlnlstra~ão. No final reivindicou
uma aériP de melhorias para Bela
Vista, tais .::oruo a pavimentação da
rodovia Jardl(l]-Bela Vista; a cons
trução de um hospital com capaci
dade para lüO lc>ltos, a construção
da rede de S!:lnl•ameato basico a
ampliação da rede elétrica e a pa'v1
ment-uçfio usféltica das ruas belavls
tenses. O governador recebeu cópia
das reivlndlilações.
PREFEITO DIZ QUE ADMINISTRAR
COM PEDRDoSIAN Ê UM
DESAFIO
O prefeito Bly de Arnt1Jo Bnr
hoso, ofJrmou que admlolstrur corn
Pf'dtoBt<fl:lo no <JovProo é um grande
desafio, i;fgnlflcu. 24 bomR de trR.b>t
lho por dia. e falou a r?sp~tto de
us obras, tendo Pofocado que nté
o flnnl do 11110 8ela 'Isto não ·terá
uma só csu sem gu e Bem luz,
poli; ~a obrns estão em pleno aurla
meato. DIRse ainda que Prdro Pr>
drosRfoo 6lend..irá Iodas a:-1 relvlodl
caçoes, e traçou uma una!vg entre
a estrela que existe neH placus do
G,werno, dlzenclo ser estre!a o f?CI
vrnlor e u fatxu bruuca o APA
PORÉ "que não é rodc•v la da t>!'pe
rançu, mas du certtza".
UBALDO BAREM: "ELY TRANSFOR
MOU BELA VI:,TA."
O deputHdo Jednal Ubalrlo
Sarem falou também, a reflpcltn da11
obras de Pedrossfan, afirmando que
ele tirou Mato Grosso de Sul do
marasmo e leva o Et;tado a BPU des
tino de graodez11. Manifestou. vigoro
Fomente, a sua confiança na adrnl
nlbtraçfio municipal enfocando o tra
blho do prefeito que e;;tá mudando o
aspPcto de Rela Vistu, fnzendo com
que ela pareça com as eldades do
interior ?onll!.lta. Repetiu palavras
pronuncllldas em Caarapó quando
disse a Pedros~h,n: ''caminha Pedro
caminha porquA, ll B prdrhs nos caml'
nhos poder~ magoar os sous péA
mas Otl espinhos daR eatrnda& jamais
urraoearlln seu m11n10".
PEDROSSl:N ANU"iCIA OBR.S
O governador Pedro Pertrossfun
falou por mais de uma horn, dlzen
do de 11eu uontentamento por estar
em Beln Vht», que consldAra sua
terra, junto 01,m o SEIU povo, povo
com passudo ilustre, com história. O
gcvcrnador anunciou a pavimentação
1:1,;fáltica de avenida Teodoro Satlva
o inicio das obras do G!nasio coberto'
construção de um Centro Educacional'
,,_ Ubfaltamento do Parque de Exposi
çoes e a inauguração da e,;;trad:: do
Honflm.
Os discursos de Pedrosslan­
Ely • Edson e Ubaldo Elarem estão
publicados ll!I. lntbgra paginas 3,
4
e
5
.
PRE'3ENÇAS
. Regü,tramos as presençRR das
autoridades e convidados na rep
(,),!lo ª? governador do Eetad~,: e,
1
Edar Macedo Goulart, com1tnc!~ nt1: ao
10" RC; Cel Pardo, comenct1.. ~tf' •la
H'MI; deputado federal Valter de Ca.tro:
e eputado federal Ubaldo Batem; pré
feito Fernando de Freitas, de Ja;ai:
prefeito Jo~o Preire, de Antonlo J
~~• prefeito Prata Braga, dP Maraca
J, prefeito Roo:welt Sá de Me+troe
<1A l:ion1to; vice prefeito Heron dos
Perdeu.se um c!3panga de A
h.'lvana, contE-n,1o: cart~ir..._ dr., m cor
tista, láent1at1cte. titulo. de e."o
outras. Contºuuo • d or e
te 20,0000j' 4'uds a iupou a2la
8a.', "·ais:o 4o Bsco
Gos da o iusr tereado B
SenJo o pr.rtt1dor o S
lino Rresstont. r. Ague
Entregar Dil Pensão Brasileira
Gov. Pe1ro PedroBslan
Santos, tie Jdrdlrn; prefelto Jm; ef
Delbar, de Caracol,· o. residente do Ri
c1
tury Club, advogado Ivan Afon.od1
80
,
1
Costa arque; Adone Collaco SOi' Pi
via, prA6ldente do Diretório Estadui'. m
do PDS; ,h1-1Pssor dfl. Casa Civil, ~,;
tagalãe; Ped:o Pedra, de Cam
Grande; advogado Pedro José Pali
eri; Evilu1-1io Miranda; Sra. Diva Cr ...
bleta C!! poroRsl Za V Mia. chefe di
Receita Pedrul; vereadores Niral!:
de Barros. Getaiio Lino, Mouelr Pie}
Bsrreto, prPsidente da Câmara ,lv:
so Dillon Nunes Ldte, .Joi;~ Josqulo
Ferreira Somo: pecuarlstua, comercl
antes e prcflssfonal3 liberais.
Tribuna da fronteira
( l?undndo em 20/2172 1
Propriedade da
Gráfica e Editora Apa
e. G. e. - llF 03.201.266/000!
Reglstro Títu!Od e Documento, o.o IJ6o
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Run Duque de Cnxiv_;; s/o
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Beh Vista S
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~lar1a Estela Veh1'lquez Perell'S j
Redator-Chefe: Ivaldo Perelríl 1
Departamento Jurídico:
Dr. Eerglo Roberto Peroudi
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Colubr9dor2s: Diversos
"O- co:.ceios emitido e sris,,
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v. +«iasi
•'ªº de,•olvemo.; 05 orl. 1
irtbuma da Fronteira !Integrante"; ,
lede Belizense de Jornais: do",
nc u • j 'A J,,,,,
. unto- ernal de ,U!Olll-'. J r
l_nbun!l .1unin!Jen,c . Corrd
0

chncn-c:.
Fundador e Diretor Resposis"
lvaldo Parelr~

%ti no terror!!
Ely de Araujo Barbosa
"Ser Prefeito, com Pedro Pedrossian Governador, é um eterno desafio''
Não teci.lo mais nadt1 o que
pedir, só tenho o que egrdecer, a
presença do no11i:o _governador, que
teva se relvlndlcaço.:A do Rotary, e
temos certeza, elas serão imediata­
mente utendldus, porque o governo
de Pedro é dlnâml00, é governo de
ação, é governo de trabalho. Podem
floar todús certos de uma C(llsa, ser
te[elto, com Pedrosslun "governador,
é um eterno .det1t1fio. É trabalh11r 24
horas por dia, quundo menos se
espera recebe se um telefonema do
chefe da Casa Civil cobrando Isto e
aquilo. Portanto, o governo Pedro
Pedrosslan está stento à todo8 os 55
muolciplos e 1,a novos municípios
nqul crlados,darante 11s 24 bs. por dia.
Outro dia me perguntaram o
que representavu quela estreln
juoto us placas rias reallzaçõs das
obres de Pedro Pedrosfan; é multo
claro, nós temos nmu ft1IX1t branca
n nossa bandelrn do Estado que é
o nosso APAPORÉ. e estrela, meus
amigos, é Pedro Pedrosstan que vai
006 conduzindo, vai nos guiando
cada vez mais para o desenvolvi
meato global do Et!tado. Eis a rei;
posta para àQueles que me pergun
taram o algolflcado da estrela na
bandeira e oas placas das obras de
Pedrosslan.
Nós agradecemos n sua presen
ça Dr. Pedro, agradecemos pela Fa
cuidada de Ferias, r.>ehi assistência
constante que temos receblc1o; agora
mesmo um 01.1mlnh1io da Prefeitura
foi abalroado, fomos ao gournador
e ele !mediatamente mandou conser
tar o caminhão. Tudo o que pedimos
o governador atendeu. Essas relvln
dlcações feitas pelo Rotary, tenho
certeza, tambem serlio atendidas, es
tou certo tembem de uma coisa: es
tamaos af com 15.500 metros de canos
de agua, já começamos a colocar a.
gua nos lugares onde nlio tinha. ja
est!!. colocado no orçamento do SESP
a construção de mals um caixa d'
agua; quanto a luz elétrica. a ENER
SuL tem dado todo o apoio, apoio
constante, j começou a trocar toda
li rede de energia, e o Dr. Mantaga
me afirmou, perante o presidente da
Câmara de Vereadores, que sempre
nús apoia»am, conatantemente vJgllao
tes nos problemas do municiplo, que
te o final do ano o bairro Prettl<len
te Coata e Sllvu e outro lugares terllo
energia eletrlcn. Portanto; meus se
nhore, até o final do ano o/lo flcarà
uma ena em Bela VI»t sem Agua
eno,rnadu e i;em luz elétrlcn. As ou
Iras coisas vldh, cooaequentem<!ote
com o progrtlsso que nos trorl'.I o A
paporé, porque as!Alto, eFgoto. ludo
é consequência de uma rlquezu de
uma cldo.de, e o:1ntllo teremos tudo
Isto, eom a concretização do Apupo
ré, qu j vem af, um plano arrof
cio, rodando como onro. Pura ml111,
no é a rodovia da esperança 6 a
rodovla du realidade, d ·erteza, da
concretizaço de um Mato Grosso do
Sul mais dinmlco, mals humano,
mais justo, enu Igualdade de condl
ções com os demais Estados da Fe
derço. Multo ·brigado Dr, Pedro
Pedrosslan.

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THfbn dn Frontetr
PO
EstA 6 o minha tArro, esta é
11 mlnhu reglllo, O11te é o meu povo,
porquo sou um homc•m frontelrlQO,
homom nasoldo uqul nesta fronteira,
ondo ae oonflrmu e fio afirma a dou
triao. de seguraoco nacional, rcoflr
mando à nossn ptri o nosso entl
mento do brastlldnude. ou nnscldo nes
ta repilo com etos mesmos senti
mentor, com etas mesmas uplru
çõea, oum os mPAmos desejos e oe
mesmos sonhos deste povo. De6se
povo amigo, povo querido, magolfl
úo; d1:;sde que nqul cheguei em com
panhla de vários secretários e que
desttt.co eAveolc1lmeute a nossa querl
eia ~orlw, sfcretarla de Educação,
filha dPsta terra P de todos recebi
do corlnbosu m1rnltestação de aprê
ço: oorlnho quA se e11tendeu na Dos
t<a faculdade de férias, aleançaulle>
professores o alunos da nossa querl
da Bela VIsta e de toda reglS.o.
Alunos que aqui se enooBtram 1111
busca rle novos co11heelm011tos e
esse carinho se eah•ndeu a case par
que de exposições no s'braço olaro
naus palavras do Edson, do reprernn
tant& do Rotary, do prefeito.e do 1101
so l.Jbaldo. Enfim, foi uma oo!l■a
gração foi q1:1ase uma ml1111lo para o
Pedro apóstolo e não para o humll
de Pedro camtnheln.
Este Pedro quo "mpreea4e
uma camlnhc1da por esse Eslad61, le
vantando a mente e o coração d?s
se povo, marcando um doetttio de
grondtza para Mato Grosso do Sul.
Es!11do vlAveI. ond~ se trava a bata
lha da felleldade de vozes e onde
se ajuda a travar a grande batalha
da grandeza nacional.
Recebi mlssõe6, recebi encar
got que eu apenas de passagem
lembrlirla a vocês que no ano pas
1,,jj(lo dAfrontamo11 com a realidade
d"' um orç~mento deficitário na or
úem de 3 bllhõc:s de cruz9lros, e pa
rll o t1tlU conhecimento o orçamento
de M~to Grosso do tSul atualmente,
prevê também um detlclt de É600 mi
lhõet1 de cruzdros.
hlIS:::ÃO DE GRANDEZA
Mas, mPu~ Irmãos, meus ami
gos, minha gene, meu povo. vim pa
ra exprtt1sar junto c1.-m VúCt.>s, ~om
os mesmos sentimentos, de grandeza,
vlver;do a grande revoluçll.o. que l'IO
mos obrlgadvlj a fazer, revolução
Bobretudo Interior. que e p8sa dea
tro de nós, de nosse mente, de nosso
coração, luzendo !iquela uoAfütl da
mls?'ào de grandew, do pupel que
nos cube d1rntro desta grande como
nldadt>, que ~tipera e que co!lfla em
osso trubalh», mn nos8 ação, e 6s
sim, diante do desuflo histórico, dtan
te da responsu bihdad,; nós somos obrí
gados li not1 tran~formar, tt. buscar
uentro de nó· a riqueza Interior, nun
ca untes imugida, e as1m empreen
der a ctlhadau. Assim estamos vi
vendo t.'1!!" dt!6!lfif"l hlt1tórico, grandio
sa, om'i t11refa telúrica.
Iniciamos a camlahtt.da e estamos
cumlahsndo, com passos largos, pc,r
todo o Estado, semeando ums nova
espernça e novas realidades. 'Tras
formiiodo a fbionomla e as po.lsageniJ
dr'Ste Estado, deSlt, novv e vtgwoso
Mato Grosso du Sul. Assim, fruto da
fe, Iruto da racionallz11çio, do traba
}h!>, da ~udácia e da coragem, do
ccmproaetieto, os programas fo
rum lançados.
Neste contexto, graças a Deus,
eu Oomo homem da fronteira, reser
vel à Helu Vista, a este cldadi, cheia
de ,, ooaqilo lllstórlca, rti8ervel n eslu
oomuulducle, o grande papel de en
coatro do futuro, depol11 do1:1 dois
gr11ndes programas do meu governo,
que representu tt. rodençilo do Estado
ue MA8.
CAMINHO DA INTEGRAÇÃO
Aqui, da nossa BelE Visto. nas
ce o vigoroso e pujante programa, o
Apar,oré, é o caminho de grandeza
é o caminho da lntPgraçllo nacional,
é o caminho do grande abraço ao po
vo g1mraol, neesu grande mensagem
de integração latino americana. Ê o
uruade eamlnho do eneootro da nos.
sa Bela Viela A nosea Capital, Campo
Grande, e o grande oomiaho de en
contro de Bela Vista com a capital fe
dort1l,Broullla. Voeee sobem,voces nos
tGm aHmpanhadc;,que esee programa
de deuenvolvlmanto regional já é uma
grande re,.llda de, porque serviços já
se encontram fmplantadoa.
Lê. ao nordeste de nosso Esta
do,nordesie esquecido hoje lntegl'bdo,
obras estão em execução, no sudoas
te as máquinas na.o parl!.m, repretit!n
taro duas frentes que slgnifioam o
asfalto de Bela Vista até n.::iastáclo
e Aquldauntt., marcundo o lníelo da
esnal11da o Inicio da :camluhada cto
Apa ao A poré.
Deus fez o mundo em sete
dias e nós em apenr.,i elguna mêReB
de Governo 69mos obrlgddoR a trans
forl!l11r a no:.;sa fé, renovando a for
ça Interior orlando noveA forças, na
bu11ca d11 grande realidade que é o
desejv de todos de todu u comunida.
de ul matogrossnse. Desta forma o
Apaporé já é uma graudb realidade.
É Ulll fato concreto dentro des
te Governo. Dentro de pouco meses
eu os convido p a r a partir das
qut do not1so Apa, chegar quast! com
a rodovia p a v I m e n t a d a
parUndo de Campo Grande, rumo a
Capim Verde à Ca11rApó à Paraieo,
p1Ha chegar a uma junção grande
do Apaperé, realizando at;i;lm um ve
lho souho. So os ld<tals de um gran
de Estado que nusee comprometido
eom o futuro de11te Puis mas mens
amlgofl, no.o é Rpe::ia~ o Ápaporé que
nasce em Bela V1st, se voces medita
r.:m um pouco verlflcarlio que oate
programa do Gulara-Porã. que une a
noua fronteira u. nos9a rormosa Pon
ta Perã à no6sa Guiara, lá na fron
telra com o Paraná, que une Ponta
Porã à nossa cidade, este programa
tambem jA ~ ama r;o.altdade. B tam
bem um programa de desenvolvtmen
to regional, um homenugem aos ho
mens da fronteira que lá estão im
plantando uma ~nova 'civlUzação.
Mas se voces meditarem, rucioclua
rem, verão que o berço do Guiara
Porã na realidade é a noRsa qucrl
da Bela Vista, porque numa BE-gunda
etB pa esse progr!ima se estenderA
a .otr,nlo Joã.o e de .nlonlo ,Toão
t•starA aqui, com e. nossa comnolda
de, com e&ta comt.1nldade querida,
de amigos, quo aqui lmplnota.ram
uma verdadeira civilização. Todos
nós sonhamos, minha gente. meu
poro, meu8 hmlgoa, cem este Estado
glganto:1, pensando em leva lo real
mente ao seu lug•1ll de grandeza.
dentro da nação braEl!elrs.
PROJE'l'O GETULlO V /RGAS
Pensando de!:!ta formP, coro·
romeitdos cm este ovo."fG],","
mais um grande programn e 8
dlmento do desenvolvimento rPglc;
na! nn terça feiro. se DPUB quh-er, fsre
mos uma grande homenagm _ao
grande brastlelro "Getuilo Vnrgas • o
grande estadista que foi O noo!lo
pret1ldente nós lunçaremos, lé oe.
regio de Douraos, o programa
Getullo Vrgs, que representa cen­
tenas de km de estredne, de dus
dezenas de estradas pBvimeotadaf.,
mlcroondas pnra lma~em ria tele­
visão, para toda a região e dentro
de poucos mêses esse pragrama
tambem 11arA uma teallctad_e. Uma
nova alavanca de reallzaço1:,R, dPD
tro deste projeto de construção de
um grunde Estado._ Voce, aqui em
Bela Vlst11. perguntam: E NÓS GO
VERNADOR?
Quero dlzi-r que eate progra­
ma do Apfl poré partiu desta terra,
voces me lnspll'aram. voces me flID·
pnrraram para a frente, a fim de
que lntegrt!mos esta comunidade ao
contexto emergente que se confirma
e que se llfirm" todos os dias, e que
tem o seu de~llno dP. grandeza mar­
cado. Mas eu ebtenderei este pro­
graroll do presentP, atendendo ao
NOSSO ELY, pavimentaremos li nos.
sa avenida principal, da nossa quP­
rlda cldadP, ntendendo todos vocPB
iniciaremos dentro de pouco tempo
o nosso ginásio de esportes para
abrigar a nossa mocidade, aqui será
implaotad" em grande centro ednca­
cluaul para que no!'sai- ;crianças
tenham m11ls}·~altt.s de aul:ifl às suas
disposições. e equi, na nossa Bela
Vi!>to, impl<1nta.remoi; 15:l caf.as po­
pularts pura melhorur o p!ith ão de
vida da nossa popul1ição. Dentro de
pouess dtas entreguretos u oces g
astraca ligando a R 060 a BR 167,
passando por BonHm. que é mais
uma comprovação du nossd. pres9O.
ca, da nusstt. permanencia ~qui ao
lado. pelo menos em espírit(,. Final­
mente é tempo do Sudoeste, é tem­
po de Mato Grosso do Sul. é tempo
cta construção de um grande E~t':!.dO.
L na nossu Noaque, da nnssa ve.
lha Nioaque, dentro desse p0eso
de deaenvolvimonto do nos:,o ~u­
doesta, nós lançaremos uma e~trada
rumo a Dols lrmlios, rumo a Casca­
vel e a Tarenos. para lá incentlvur
o plantio do foijão para alimento dli.
nossa geute, para alimenrn.r o povo
do Brasil.
C'BRAS E INAUGURAÇÃO
Da nossa Guia Lupes, já !nau
gursmos um estrada pura a quel'!rla
ljonlto, dela purtiremos tambem com
uma estrada rumo a Cabeceira do
Apa dentre, do procPsso de integra
ção de nossa região. E isso minha
gente, nós estamos i:oouando com
voce@, dinheiro nós nãC1 temes, mas
estnmos de lanterna nu ruão procu
rando pelo cruzPiro, dólar e ouro
porque a nossa riqueza é a vontade·
é a fbro, é u taça é vontade dá
um povo coru corupr misso com
0
rutura.
Eu só quero uma cois.a, contlnu
ar merecendo essa confiança popular,
difíell governnr um Estado, é
mmente d[fiei] estar stutonlz
rom fl ,•ont11d1-s populor.con o :it:·
to pnpular, porquo tod uma estrut
pternlsta. ec exl+tia, e ó4
mos derrubn n<lo E'fl88A estrulur!!K, t
temo11 romproml1111011 com o lutur,,,
com o povo deste mgníflo Esta4
com o povo desta Bela VI«ta ± ]
rica, que tem num encontro mrea
rom o f':.1turo. Di>PHt forma, n!tn 4
9
Pedro co:n a varinha de codi
mão que está aqui fazendo mll11gt-t,
porquP n ní'i;i:o mllagro maior~ u
milagre na f(' da raca, é o l!lll~~r•
da vontade. Aqui, do Apa, juw,
partiremos para o /poré, o nqul, ~,
Apa, junto:,1, faremos a grandeza d,
Bela Vista. Estamos mndando
pudot-ste, l,to temos certeza, e esta.
orne con!'trulndo um grande Etad
Delxem-me sonhar com voes, e
não eston falando,quem fala par ml sul
é mflu coraç!lo. é o meu sonl!mento, sar
que brada nlto, pois quero bem eih cout
geute. a 1:'Pte povo, e12tou em cm •V. E'
sinto me m minha essa, e!ou e bUcn.
paz comlgo mesmo, com os mm boa
sentimentos. MS,
coroo
,atou '
to
gosta
no do
dor, e!
toda
e V.
vês d
VocPR me 1:-:centtvaram l.
vamos caminhar juutos, vamos p,o, Mtr
seguir na caminhada; vamos eeque muni,
cer oE melo? de comuolceçlio que I! Vlsl
lam em crises nacioneis, e iifleull» /que
des conjunturais, nós não viemos !a t_a t
lar em crireF. Deverno6 respellu " ro
Deus, seus designios, no falar: ,rn dos
crli,Pi,, m11s viver com fé e coragem ,
8 grandP cam!ohada. Nós somos li~ r
grande oovo, rós somos um povo
magnifico e temos que agradecer t •
dos oi:; dias por estarmos vlvend~
nesta terra, com este povo. As hera!
de crises param, o Brasil t
·encontrn, dr'i-tlnn. marcarto até o fitai
deste século nós esternos entre ti
trê:4 m1:1ior<'b potêar.!as do uudo. L
8a éa nos-a obr maicr nesta terti
de pioneiros, porque equi o P?
nelro, com br>tvurl "' raça, costrG.
ura Dovn civilizço, que zuarda!%
- • tr 'ti
do o território nacional. tEta
00
d
ra abeuçoad 1. estamos partlcipaod~
da grunde marcha com objrtlvo '
fazer o povo tais feliz no coce!"
da grande nuçáo.
V AMOS CAM[NHAR JUNTOS
Vamos c.: minhar 1·uotos, I;;to !
rsi°
11 Bra"il. é o Sudoeste, é Mato .. u • !:l fü
d sul, é Bele Vista. Vamos fie»f,
PdZ. trguen1o a bsndetra branra _t..S
paz. a fün de que t'Odos no,:so.s Irrn:.,
se unum em torno dos grandes
O
l~
tlvos e os ossos irmos adver.às?'
políticoi. venbflo::: fuzar conosco +%
luta eleitoral, veham brigar c";";
na sou do i:ufrágio popular. na •d
ra do povo, na hora d voto.";",
a1do os destinos das oomuii?",
Vamos. tcdos iuntog. empurrar,,
projetos par atente, porque"
são pzjétos de Pedro Predrosl,,
projetos de l'Sela Vista. são proJª d;
de todo o Estado de Mato Gro
55
" ::i
Sul, que tem o destino mercado"",
a'gradez cesta pari. Mato 0PT!i
do por todn.:: estts bo'rnenage:i
5
, .., el
to dqul cem oros ideais, a";"]
gepte boa, abrace! povo bra"·%;${
cei gente que teu passado. e °",
tudo, um gr&nde cumoromis:.o co
fllturo da N1Jção •



"C • h ammn a
seu pés,
Pedro, corninha,
mas os espinhos
os pedras do
das estradas
caminho poderão magoar os
jamais rasgarão s u
»
maato
f,

ldn
fa
J
em
1
1
1 é
31)
Meus amigos d~ Bela Vista,
coroo nfio poderia deixar de eer, aqui
,stou para recPber o gov1:1rm1dor que
lfoto Grosso do Sul tem, que o povo
gosta e deseja que oontlaue no Gover
no do Estado. Aqui, senhor governa
dor, estu o povo de Bela Vtsta, que
todo a vlrfa lhe prestigiou n1:1R u;-nas
e v. Exola tambem o pretltlgla atra
vês dus o hras em execução.
O pre8ldentP Figueiredo o fez
assumir este Estado, depois de pas
'!;r dois governadores e Mato Grosso
coutínuar dormindo, foi pre::)lso qoe
V. Excla deixasse o senado da Repó
bllcn, e o preslden te Figueiredo tm
boa hora o colocou no governo de
l!S, pura V. Excla, como esta fnzen
do, rtvolucionasse o ovamente o Esta
do de à-foto Grosso do Sul. As obras
leltns por V. Exola atingem todos os
munlolplos do Estado, atinge Bela
Ylstll através destu obra magnifica
que é o Apaporé. duqul de Bela Vis
t~ nós poderemos olcancar a fronte!
ra de Goiás, fazendo a conquista
dos cerrados para que ali E=ejam co
locudo,; agrlcolfori'rs pura produzir
Its em no#so Estado.
V. Exo!a Jouçou o Parantgua
ligando Dourudo11 a Pnr,rnl'lgu11: V.
Excla Jonçou o Projeto Oual.ll.tllbó,
tudo Isto representa sr. governador
os nselos do povo e V. Exclo encur
no o povo de hloto GrOBdO do Sul
e o povo brasllelro.
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Campo Grande
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Clichê de zinco, Fotolite,Aplicação de Reticula,
Sepm,ação de Cortes a Artes Gróncas
- MS
Quero detxar qul o meu abra
ç0 o povo d Mela Vista, meu bra
ço tumbdD .11) prefeito mualclp t
qu . como V. Exd.1. viu B Ia V111t11 l'
tA com roupagem ov, ent4 tomando
caracterlstteas de etd, do do ttetlor
p ulIsta. fel. Vsta hoje, r. governa
rlor, ó u e/perança, no ó de Mato
O 0111!0 do Sul, é a cep ranca que
EDITAL
V, E e! Contln TrbIh r em
Favor do u Povo. Vou deixar aqul
v • (llzt1r 1tqul. o qu (•u ctlfl o 1l V.
E: la. o Crapó.
Camthn !adro, eminh por
que a pdras do camlho pod •t o
Iaagour os eu p,, ms os espinhos
das estradas jamaia rasgar se:
IDhOlO.
ay
Paraguay
O Sr. José Avelino ~ Slha, Oficial
do Cartório de Begl,tro de Imórei da Co
marca de Bela Vlst.o, Eatado de Mato Grouo
elo So,'l na formn da Lei etc ...
Faz saber ao, qoe o presente Edital
,:,u dele :onheclmento tiverem, qoe de acor
do com a Lei Federal numero 6.1'66; de 19
de Dezembro de 1.979, pelo gr. Arando Ro
so da Rocha e saa posa, Dona baoro Ro
drigues da Hocba, broslleiroa cuados, ele
Co;pinteiro, ela Lides do lor, CPP' r.olllnm
n.o 030.'l62.561/53. realdentes e domicíliado1
nesta Cidade, 1ito à Rua Theodoro Satin
/n.o. me foi requerido o Registro e Matrlcn
ln do Loteamento denominado Repinto Sa■to
devidamente aprovado pela Pnfettnrra Jdu.ni
cipal desta Cidade, por Ato do P'oller Eu
curivo, de 09 de Jalho de 1.981. eonforme
processo n.o 639/81. de 08 ln! 81, Lote■mitnto
este elaborado no Lote de Terreno Urba.Do
determinado sob o n.o 33, da l.a Circn.n,erl
ção, com Área'de 62.500,00 (Sessenta e dois
mil e quinbentoe mttre, qnadrado1), altnado
dentro dos seguintes limites e confrontações.:
Ao locte, com a rua Tbeodoro Sativa; Ao
:5al, com a rua Anto11io João; Ao Leste Fe.r
nnndo Fernandee Leita e o Oeste com a rua
Bosa.Uno Lino Ltlte, dnidamente transcrita
neste cartório de Hegfstro de Imóveis sob o
n.o 15.912, da folha a.o 96 do lhro
o.o 3 • l em 17 de 8etual>ro de Urt5.
Juntamente oom o requerimento do Be~tro
e Matricula. foram apre,entados neste Cartó
rio de Registro Imoblliario e devidamente
Autnodo,, o Memorial e demah doeuruentos
exigido, pelo Art. 18 da citada Lei n° 6.766,
de 19 dez. de 1.979· O Loteamento é compos
to de 8 (oito) quadra, numeradaa as quais
estão subdividida11o em 13! ([cento e trinta e
doía) Lotes que •erlo postos a vando ao
público em geral para fins exclunramente
Labora.to ;o 'o -~~6.--1
lisos Clinicas ão
Lucas 1·.dc:, i
Mantemos convnio com: INAMP3
Ibnco do Drasil, Fux, Previs.l
Exames: Bioquimica, Enzima, Cultura,
Antibioquimica, Hematologia, S reç6,
Bacteriologia. Imunologia, Pars itlogia
Dr. Jat:rnlo 0rau!i,) elo Ü"!'rog
C RF /20 . 2G9, 77
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Elcln 'í·ta l5
Estado de Mato Oroseo do Sul - Comarca do Bela Vista MS
Cartório do 1? OIielo
• PIIZI 15 BIIS
Re,idcncfais, observnndo,sc pora tonto, no•
Edííicoçõe, e Obra• a ele relacioo11d11a, füdO•
pccacriçõe, dos poderoa público,. A venda n
é prevista a vlsta e a prazo, JJO valor a. aer:
convencionado pelos (ontrotanle■, E para
que chegue ao conhecimento dos intereeaudos
e nlnguem alegue l1Worãncin, foi expedido
o presento Edital, qae será fixado no hugr
de costume e neste Cnrt.6rio, pt1blJea:t1do o 3
(tres) dia, con•eeutlvos no jornal local. po­
dendo ser apresentado qulquer impugnação
dentro do prazo de lõ (quinze) dias a con­
tar da dota da ultima publicaçllo, Dado e pas
sada esta Cidade do Bela Viata, MS, aos 15
dias do mes de Julho do ano de 1 981 Ru,
Jor.é Avelino e Silva, Oficial do Cartório de
Regietro de Imóveis o datilografei e assino,
José Avelino e Síha • Of -
do Cartório de H. de lru6vei1
Dr. José Atanasio Neto
... ,
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de o n lldoraoca que V. Excla. se•
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é uma deoorrêaola de 1111a dcdle1oç/10
de lrribalbo à cnnPH póblloa, é o ln
teresae permnente às cInse produ
toras o do próprio povo que gover
ua o:>m esplrtto bumuolMrlo.
Pí'ln s.lndloato Rural de Bela.
Vh,ta, o quril tenho a honm de pre
sldlr, c•rn nome dt1 toda a diretoria
e do q•rndro Aoolal, venho manUef!
tar n vossa Excl o mais profundo
A re.qpeltoAo agradfclmento pelo apo
lo l' pela F judn erouômlca qufl Rcuba.
de conRlgnur, possibilitando promo
ver com brllhantlfmo â nossa 10!!
Expobel. a fef.lta do produtor Rural.
Graças a esta. vullosa ajuda
nos foi posslvel cumprir com a. nosea
1
promss ao quadro social, a promee
ea que assumimos no loiclo de nossa
gestão, R aquisição da sed? própria.
Senhor governador Pedro Pe­
drossl!ln, na qulllldade de presidente
do Sindicato Rural de Bela Vista.
tenho tido a oportunidade de viajar
e entrosar oom demais companheiros
de outros Stodlcatos e de outras attvl
dnde, no vários muntclplos de n
ao EsluJo, e testf'muuhur 11 • E.xclts.. u
epernç e a coutJuça que o povo
):lul1oatogrosduosu depoBHa na btlll
1;(11D lo lr,lrf.l(:110.
Obrigado Dr. Pedro Pedros
slun pelo Apaporé, que velo trazer
;;rrand1'B e11peranons uo povo do Vale
tJ.uo Bsqueuld0!I por oulrus odmlnl!l·
lraçfü1s, agora eUJ vJas de se Integrar
a capital do Estado por rodovia pa­
vlmentuda. A 11u1.1 prrlseoça. senhor
govtirnador, portanto, nos traz ule­
grlu e conforto, redobra noi-s&s es­
peranças, polR jA v1moR Bela. Vista
lntegruda à Antoolo João, Caracol
e Podo Murtloh->. m~reoendo a aten
cio carinhosa e dloílmlca. de ~ua. ad­
mlnl8tr11ção. Podemos prevn, tombem
que brevemente as soluções dos pro
blemaR llg11dos a lnfrae1:1trutura se
rão 1-1oluclonadoe, sem o qual o pro
gresso séra urou utopia.
O nosso munlciplo, a cuja fren
te encontrtL ee o nosso dluílmlco
Dra. Maria lzabel B. Bispo
- ADVOGADA -
Rua AJceb(ades B. • da Ounha, 1141
Bela Vietn Moto CroHO do Sul
prestodu pelo prefeito Dr ER
nondo a verha d ,100 mt
pura s constrvc4o de ar»t,,,]·
no recinto do rodeto, lihmde l:1 1
r,;eu pedido pum qur os ln~~
0
,
dos menores d I0 nos nos,,"
culos do 1odelo fossem gratun'
<'XPO!-tltilt1·>'. orguólzadorea do· Ar
detos e outros competidora. ," M
me do nosso Sindicato Rurái {"liso
, l i ] I f-.
1
,
mos que seja!n Ielzes nos neg'
e Los eaur+is. Aos enh +, "I
bros d4 dretol do Stndient ,""
brss co Clube to Iço, ta,,""
func!onr1os e outros companhs4
que erpretrum tas cal}
é0espira rol.z+ção de»t ti},
pbel, mtha prefunda gratld4, "
Daniel Furtado de Moraes
Carvalho
Engenheiro Civil
CREA - 290/0 REG 290 -hlS
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Campo Grande • MS
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tem o opolo do povo rle 8eln VI ta,
apoio oon&lante, úlJCesr'lta de nju1u
de V. Exola. p/ <lt-Penvolvt!r o 1<eu pln
no de obras. Perdoe s me desvio
da linha d pronurtclumento que do
veria fazer nesta oportunidade mus
é o desejo de colaborar, filhos que
somos deste r I n e a o l(gendllrlo
e de t r 8 d i ç õ e a blefórlcHH.
Perd >e se não falar do trabalho
de lotegri1ção e n t r e todas ns
forçus vivas desta cr,muoid1tdt. Do
trabalho que tem,,s llHsenv,,lvfdo no
S1adlc11to Rural mas éo entusla smo
do a d m I n I e t r a d o r lmpar
que D08 Inspira coIJfüoçd e nos leva
a desvlRr d11 rola.
Não poderia deixar de exter
nar no!lsos agradeclmuntos ao srohor
com;ndante do 10o Reg!mento de
Cavalaria, Coronel Edar ;i,Jaoedo
Goulart -=- a 8us ofielals e dmfs
aubordln11dot1 ptla :colaboração dada
a dlretorld do Slndlcurv, loclu~tve
com a participação de seus eleren
tos no concurbO hípico, umts demoas
tração eloquente de que em l.lela
Vista existe um ver<ladell o entronsa
mento de civis e m!lltares, todos
soldados do Brasil. É ida o noe;:o
devH tornar públl~o a colaboração
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[t _Faz aber nos que o presente E4f
" ,,em ou que dele conhecimento tive
que de acordo com Lel Federal n.o
w l%3 }e 10 de Dezembro de 1,979, pelo
!iaui4o Milen No»a • / Esposa dna.
, 4eeiely Hoa, brasileiros, vendo», co­
';nte·, residentes ne+ta Cidade, à rua
4to Joo n.o 2109, UPF comum n.o
a "",'4/1IS, me foi requerido o Heglstro
" +nR&MEBIAMENTO", denominado
"~q ·SANTA. MONICA", aprovado pela
o E!Éjar Municipal do CIdde, de cor­
, ','a Ato de prove de IJo rle Junho
[4, j9sl, e Preoe·ro n.o 6181(1', de o2 de fo.
a de 1.98!, elabordo no lote de terreno
Lrb'"º Jr1errninurlo_ 10b o n.o 237, dn la
asriçãn, com ire de l6,Roo,oo (Dez
te oitocentos.metros quadrados), situado
itro dos seguintes Limites e Confronta­
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~O' SUL • Com o Lnre o2 A O LESTE •
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: AO OESTE • Com o Lo1e n.o :13.5 o n
'Rua ,llarcrhol Florkrno Peixoto, devldon1eate
)!iuicofodo nos•e Cortórlo ele Heglstro
•· O Sr. José .•elino e Silvo, Ofi
ri,1 do Registro de Imóveis da Cornorcn de
Brio Vi110, fütodo de Moto Oroeso do Sul
ti forn111 àn Lei, elo,_
- Foz snber nos que o presente Edi
ui l'ircm ou quo dele tiverem conhecimen
1ô, que de ocôrdo coir a Lei F'edcral oume
ro 6.766. de 19 de Dnerubro de 1.979, pelo
Sr. S~bastlno Milton Re>M e s/Eeposn doo. El­
o Accioly lo»a, Brasileiros, cavados comer
ri,otts Resideo1es e domiciliados neta Ci
d,de à Bun Aotonio Jono n.o 2.JP8 foi re
qmido o fügistrn do LOTEAMENTO de
cominado JARDIM SANTA MNICA. apro
,ado pelo Pr~fellurn M:rnicipol d,.s,o Cidud.­
dc acôrdo com o ProceMsO n.o 618,81, de 02
dr Junho de 1.981, pur Ato du Prefeito Mu
nicipal eloburodo ao Lote de terreno Urbano
, dtrtrmiondo rnb o n.o236, da Ln Cirouascri
• 1!0 com área de 6:.!.500,<10 (Sessenta e dois
mil e quiabento1 melros quadrados), situados
den1ro dos limite• e coafronrnções: AO
SORTE, com terras da Cb:ícnrn N. Sr.n
!pamidio (Aren remnnescentt:); A o Sul,
rom 01 Lot e s u. o s 285 e 2 3 7
!O LESTE, com o bairro nova Bela Vis
e• _OlSTE, com a Cbncara N. S.n Aparecido,
dendamente trnoacrlto Ot:6te Cartório de
R,gimo Imobiliário 10b o o.o 1.679, às
folhas n° J.679, do llno 2, juutnmeate com
r.,nobllíá~in •oh u ILO J.(;79, íolb• 1.(,79, do
lnr<;> 2, JUnwmcnre C/Jm o Htqurrimrn10 de
Haristro, foram presentados neste Crtór!o
de Hegistro Imobiliárto e devidamente u­
tuado, o Morial e deal documentos
ext~HIO • µelo A ri 18 da referida Lei Fedem!
n.o 6,766· U Dt-•mPmbranif'nto 6er/, cornpocto
rio 2o (vlnlt>) Lotea d.: t<'nc110>1 rbru:w,B,
que ero eolocadn e Vt:>ndu no púhllcu em
genul, para fins exclusivamente re»idencis,
observando-we pra tanto, nas EH[fieaçôes e
Obrn, ele relalondas, as prescrlções dos
Modere públicos. Est prevista a venda à
ViJtn r, n Prozo, no vulor e prc,10.ções o
rem convencionado« pelos ,ontratantes,
J•nro que chregue ao conhecimento dos in
teresados e que ninguem nle;uc ic;nor:inoin,
foi expedido o pre,cate Ed,101 que serâ
ofix:od" oeste Currórlo, no lncnl de co..rome
e pnhlic·•dn em 3 (Ire,) rllus collsecutiw,•,
no jornal !oral, podcnrlo ser opree1,ntodo
qualquer impugnação, dentro do prazo de 15
(Quinze) dias, contados da data da última
publicoço. Dado e passado neta Cidade rte
B~lo htu, l·.studo t'le Marn Grosso do :-iul,
aos 8 oito dias do mes de Julho do ano de
1.981·
José Avelino e Silva • oficlul
do Cartório de Ileglstru
Dr. Lu!z Alberto Ovuo o
E~tudo do M11to Gro,u•o cio Sul Comarcu de Bela Vlt1ta
Curto,tn do 12 Oficio
EM!TAL - PRAZO A5 DIS
o requerimento do Registro fornm apresento
dos oeste Cnrlório do Registro Imobiliário
e: devidamente uutuntios, o Memorial d~ de·
demais dorumootos exigido, pelo Ar 18 da
referido Lei no. 6,7b6. C: Loteamento 8orá
composto de -1 (quatro) Quadras, ,abdivldid••
em 67 (SesseotO c~&ele) Lotes. Oe ..eferidoss
Lotes serão postos à renda ao páblloo cm
geral para fine llXclusivamenre residenoial•,
ob,ervando se pnrn tonto nos Edifü·uçôts e
Obrne n cloe relncionndns as prescrições dos
poderes p6blicos. I:tsà previEtn a venda il
visto e a prnzo dos Lotes, no valor n eor
convcncioaodo pelos contrntontes, E paro
que chegne uo oonhecimenlO doa interessa.­
dos e que ninguém alegue fgnorllocin, foi
expedido o presente llditol que strá afixado
ne!le Cartório, ao locul de ooaturne o publi
cada em 3 (trcsJ dins coosecutivos no jornal
local, podendo e~r apresentado qualquer lm
pugnnçüo dentro do prazo de 15 (quinze) dias,
cODlndOP dn dntn da ultimo publicação. Dodo
e pnssnd? nesta Cidaclr de Beln Visto, MS,
nos 08 (oito) dias do mes de Julho do ano
d1> 1.981. Eu• José Avelioo e Silva, Ofici:il do
Uegiatro de l móveis o dotilogrofei e nuino.
Joaé Avelino e Siho.
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Estado decorrente sobretudo da falta
de atialstêncla so homem do campo
sujeito seguudo du,se 11 elP.vadas ta
xas de juroe e a u11Ja polltlca de lm
portoção prejudicial a todos Inclusl
ve ao consumidor.
- Com os juros que er,lão ai
de 46 por cento no custeio para a
lavoura agrícola e de ceroa 80%
para. lnveiitlrnentos em maq-::loarlas
qual o agricultor que slnda vai arria
car a plantor para ter o seu preçn
aviltado ua hora da venda?
lMPORTAÇÃO
Depois de lembrar o recente
encontro de mil agr1cu!tores em Bra
sllla disse Saldanha Derzi que "na
hora em qne o pobre agrfoultor eo
lher o seu produto e procura um
preço razoável para pelo menos t1
rar o sustento da familla o Brasil
Importa arroz da Tailândia da Blr
mania e das Filipinas para fazer con
corrência com as pobres homens de
cumpo de Matn Grosso".
- E o pabre do consumidor
é esmagado porque na horu dt! Ir ao
supermercado encontra o arroz ao
preço exorbitante de 40 u 45 cruze!
ros o quilo. Enrlio eu floo desuntma
do. Ou o governo olhu com reallda
de Od homens que esll:io produzindo
p1.ra a grandeza desta p~trla ou en
tllo todos nós Iremos puru o caos­
acrescentou o parlamentar.
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rido povo belai»tone. Nozas andações zos expositores de todo o Brsil
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Bnnao do Braill, otualm!.'ntts rer.ldlo
do <'ID Campo Grande . .Inda é tem
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(poucos) horut1,R q:iP acreditaram na
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quce).
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te um tort. cor.os politicu que
pretende coviau lo u sr o prefeito
beluvustese,fato que eensiderarismos
uma -ver<1ndl:'ira. honra para Bela
Vista. Se f'Xlste 1dguem em c:ondi~ões
?e 6Ubslftul.:- o prefeito Ey de Arnu
]<,, essa pessoa é u f:leohor Luiz Car
los Nazareth, homem culto, Aducado,
sonslvol aos prcblemus dt1 g<mte be
lavistese e ltamente capeitdo pa
ra o cargo. Soas vindas, qutc>rldo ami
go e prabens, nossos sinceros para
bens pelo unlversário.
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Neste domnipgo, Serglo Medei
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