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TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOX_Nº600_15_12_1981
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Extensão de rede
elétrica para
distritos
a (p gina 4)
era ,
a,
l', O
scsl
'. D.».
ho. A
1
r
e
O problema prlnoipal do pro
joio de lei remetido ao Oongresso
Nacional em mensagem assinada
pelo pres!dente João Figueiredo re.
slde em suas debilidades polft.lloas.
Aparentemente criado para benefl
clal' b agremlaçüo majorlt&r!a, o
PDS, esse d(.'sarrnmado conjunto de
medidas não parece ter sldo anall
do em profundidade. ;Multo prová
el ó que ele contenha elementos
perlgos!sfllmos para o pe,rtlào gover
nista e para o próprio regime vigente.
lo -r:i· Nilo foram levados em oonta di
. Vr. versos fa!orPo. O primeiro deles. fun
dameotal. é o alto a rápido grau de
urbaolzuçllo dn País. Nos nove prlnci
pals Estados os votantes concentram
ee na capital e nas grandes cidades.
A posolbllldade de. aoatf?ole ollgArqul
10 1obre os eleltores metropolitanos
é vl11tualmeate nula. Lego, nfio terá
efeito favorável nenhum essa medida.
Por outro lado, a oouvlcção de
1 q1e os candidatos municipais reboca
,e riam consigo os oandJdatos a deputa
,,. do, senador e governador não se a-
r•• Póla em nenhttm leva.ntiamento ou pes
quisa de opinião. Trata-se de mera
suposlçG.o, na melhor .das hipóteses.
SerJa multo mais lógico pres
supor que preponderará no espírito do
povo o meibor candidato a governe
dor, vinonu!ando-se o nome deste 8
ledes os demais candidatos. soja qual
lor o seu partido. Pols seria irreal!s
ta aereditar que, no Brasil, a maior
l
parta do eleitorado vote em partidos
e não em pessoas. E rago oraoteris
{
tleo dos Países latlaos, o noi;so lnolli
. slve, a personallzação dos programa
partidários em um àetermloado poli.
tleo-eimbolo. Dessn regra nem a Fran
9a escape: boa parte do eleitorado
conservador votou em Mittenrand pão
Porque este fosse socialista, mas par
que sucessivos escândalos afetaram
j lagem moral de GIseard.
ç
As regras ainda nflo foram defl
nlda, o " pacto" frustrou multas
esperuoçaa, sobretm'o das oposições.
mas a verdade é que as eleições de
1082 serllo reallzndns e a promessa
do µresidente Figueiredo de "fazer"
drnte Pois uma àemocruola" ainda é
orlvt>I, afinal foi o presidente da Re
pública que falou - o povo brasileiro
ucredltn cm seu pre13fdente.
Fioou mais fácil, bem mais fé.
oll, para o PDS g1anhur ns eleições
em Mato Grosso do Sul. A nlvel Regi
onal teremos, possivelmente, quutro
candidatos a deputado estadual.Ely de
Arujo Barbosa (foto) e Fernando de
Freitas (POS); Osvulcto Grubert (PP)
e Altevlr de Alencar (PMDB), sem fa
lar nos candidatos de outras cidades
oom penelraçllo na região.
A Tribuna da Fronteira, a• mu
lo de curiosidade, ouviu olncoeotn
pessoas, oo diversos camada~ soolals
nendo dez em cada manlclplo da regi
fio, procurando suber a preferêncla
do eleitorado. Eis o resultado da pe8
quisa:
Fernando de Freitas 11 votos
Allevlr de Alencar 9 votos
Ily de Arujo Burbosu 18 votos
Osvaldo Urubert 12 votos
Em Bela Vista, entro as dez pes
o8 uvldas o prefeito na cidade, re
cebeu neve votos, sendo que Borb(sa
recebeu ainda a preforêncla em Jar
tlim, com seis votos contre. cinco cte
Fernando de Frdtas e quatro cte 11s
valdo Groberl. O prefeito belavlsten
se recebeu m111', dois votos em Bonl
to e um em Antonio João.
Na verdade, e lato é fácil de
ser confirmado, oota-se uma tendên
cia do elettorado em apoiar o atuul
prefeito de Bela Vista. principalmente
Nem sempre o melhor oandida
to será o do PD-8. pelo crmtrário, é
!feito supon que o PP. farà governa
dores em prelo menos 5 Estados (Plaui
Rio Urande do Sul. Minas, Rio cte da
nelpo e Amazonas) Outros tantos po
darão Ir par11 o PMDB.
Pioi! de tudo será o consequen
KG
os professores; estudantes o a juven
tucte. A Faculdade d E''trios quu CF,lú
sendo rellzada nesta cIdade da fron
toiro. com os estudantes da região ro
cebendo todo o polo do prefeito, vem
se torando um fator fuvorável par
o cre11olmento da candidatura de IIy
de Araujo Barbosa.
scritório de Mdvcaci
Dr. Pedro Josó Palmiérl
Lega!IUlçllO de Tcrn11, Inventário, e
causnA criminoi1 (Juri)
llua 15 Je Novembro 16-0
Fone- 235 Bela Vi,ta-MS.
lsrdoro Gonzales
te maseaore que sofrerA o PDS em
termos de eleições proporcionais em
tais EJ11tados. Nessa perspeotiva, em
troca de fazer uma maioria de go
vernadores em pequenos Estados.
O PDS p e r d e r á o contro
le do ooléglo Eleitoral que escolhe
rá o próximo presidente da República,
Tudo leva a crer que teria fal
tado à assessoria presidencial conhe
cimento profundo da coojantura polí
tlca nacional. pois começam b surgir
Indicias de que o "pacote•· cfe novem
bro p(derá conduzir a governo uma
espécie de suicldio p )lllfco alo da que
lnvoluntln1<:1. (Plana)
#ESA:, IA.L TER
PARA FINS S0A4IS EM cG
Campo Grande, MS - O Gover
nador Pechee11l11n autorizou o Poder
Executivo a doar à Loja stmbóllca
Ordem e Progresso 25; ao Iustttuto
Nacional de Pesos e Medides e à As
soclaçüo dos Servidores Públicos
Clvts do Estado de Mate GI'losso do
Sl, Ares para que sejum efetuadas
Oração ao Divino
Espírito Santo
1
1 Eaplrito Santo você que me esclarece
tudo que ilum'ina todos os caminhos para que
eu atinja o men ideal, você que me dã o dom
divino de perdoar e esquecer o mal que me
fazem; e que todos os instantes de minha
'fida cst.-S. comigo, eu quero neste curto dlãlo
go, agradecer-lhe por tudo e confirmar mais
uma vez que ou nunca quero me separar
de você por maior que seja o iluaão mllte
rial nlio será o mínimo da vontade que sint<,
de um dia estar com você e todos os meus
irmãos na glória Perpétua. Obrigada mais' U·
ma vez (a pessoa deverá fazer esta ornçiio S
dias seguidos sem fazer o pedido. Dentro de
diu aerá alcançada a graça por mais diff.
cil que seja) publicar assim· que uceber ll
graça.
I. T. M. 'r'.
constmções que tirazem beneficlos a
coletividade sul-matogrossense.
A Loja imbólca Ordem e Pro
gresso 25, .'.!oro sede nesta Capital,
recebeu a doação para fins do cons
!rução do Templo Maçônlco da Lo
ja e de uma Escola de I Grau; o lns
tituto Nacional de Pesos e Medidas
colisegulu a área para tnstalação de
um posto para a!erJção de carros tan
ques; e a Associação dos Servidores
Públicos Civis do Estado de Mato
Grosso do Sul - ASC/MS - irá constru
trair uma central de abaswclmento
de gêneros al1mentíoios para servl
dores de baixa renda além da Casa
do Servte!ores, de um Posto Médloo
Udontológtco e de praças de esporte.
As transferência dos Imóveis
segundo a Lei é feita com o enca11
go de modo que os donatários se obri
gam a Iniciar as construções :no
prazo de 120 dh1s a contar da asai
natura da ePcrltura pública, ope11an
do-se reversão ao Estado em 0aso
da lnobservânela deste preeeito.
P acotão da rede belavistense
de jornais
É época de paeotes. Pacotes I fio e de dez em dez dias a Tribuna
de Natal. Pacotes do Panelo e oco urtinhense. Tudo Isso pelo preço de
tes politicos. BEDE BELAVISIEN8E uma asinatura. Aproveite: assine a
DE JORNAIS também hnça o seu pa T.F. pague menos em Dezembro e re
cote ... ó que este pacote vai benefl ceba, a pnrtir de Janeiro CINOO JOR
ci~ dlr..,tamente VOCB, assinante da NAIS, NATAL. é época de presen
T.r,. A parUr de ja.nelrn todo asslnan tes, aprovelte·o PRESENTÃO da Ro
te da TRlBUNA DA FRONTEIRA, re de Belavlsense de Jornais. Proonre
ceberá, também, semanalmente, um o nosAo escritório à rua Duque de
exemplar do Correio .lardinense, Jor Ca1etas S/N. •
nal de Bonito, Jornal de Antonlo Jo
-
''Estimo a Reoclla <' Flxll a
Despema do Munlcfplo de Beln 'Vista
)dS., para o exc:rclclo do 1.9!:S2."
A Cúmura Municipal de Ocln
Veta, Estado do Mato Grosso do
!:lul, e Uu. Dr. Ely de Araujo Bur
b&í16, Pn falto Muotctpal Sanciono 11
Segutnte Lel:
ARTIGO 1") Fica aprovado o
Orçamento Programa do Munte1pio
do Bela Vista, füitudo de M'ato Gros
so dn Sul. para o Pxerclclo Finou
cetro da 1.982, dlscrlml1111do0 pelos
quadros e ao1::xos 1o,egrunles do
presente Lol, quo estima u Recolta
e Ftvu a Desposa em lgu11l vulôr
do CrS: 202.000.000,00 ( Duzeotoa "
Dols Mllhõea do Cruzeiro).
ARTIGO 2%) A Recelta será
realtzado r:redfont.e n nrrooadaça.o
d1.1s .. Dubrlcas Orçamentárl!!IS e na
forma du L?gtslao!lo em vigor e das
Labora.torio de Aná
lises Clínicas São
Lucas Ltda.
Mantemos convônio com: INAMPS
Danco do Brasil, Fusex, Previsul
Exames: Bioquimica, Enzima, Cultura
Antibioquimica, Hematologi, Secreções,
Bacteriologia. Iuunologia, Pnrnsitologia
Dr. Antonlo Braullo de Barros
CRF/20 • 269/77
•
1 Rua Guia Lopes, 82<5 - fono 247
Bela Vista MS
Tribuna da Fronteira
( Fundado em 20/2172 1
O. G. C. - MF 03.201.266/0001 .
Reghtro Titulo e Documentos n.o 1066
Redaçõo e Administr11çno:
Rua Duque de Cnxfos e/n
0flcinos: Rna Duquq de Coxlaa e/u
Bela Vi.ta MS
l:'llretora:
Marta Estela Vela'3quez Pereira
Editor-Chefe: Ivaldo Pereira
Departamento Jurfdfco:
Dr. Serglo Robert0 Perondl
ASSINATURAS
1
Anual (Bela Viata) 1800,00
, Demais Muniofpias ZOOO,UO
Fundador: Jvaldo Pereira
Filiado a ABUAJORI e ADJOHI
epeclflçaç0es constantes do aaexo-
02 :(dois) da Receita e de acordo
com o egultes desdobramentos,
i RECEITA.:1 CORRENTES:
132.737.700,00
1· l Reoeltns 'I'Tlbullflrlas.
18.ooo.ooo,oo
1·2 Ri:cellFJS Patrlmoalal.
t.d.00.000,00
1,3 RAcettaa loduslrluls,
800.00ll,OO
1.4 Trnsfer@nelas Correntes
105.715.920,00
1- teceltus DIversas.
6.821.780,00
2 RRCElTAS DE CAPITAL:
69.262.800,00
2,1 Operações de Créditos
38.ooo.otio,oo
2·2 Allneaçõos de Bens.
600,000,00
2-3 !fransferênolns de Capital
80.662.300,00
l'otal ,da Reeelta 202.000000,00
ARTIGO 3%) A Deeposa sord
realizada na forma especlfümda noe
anexo 02 (dois) do. Dospesa e de aoor
do com o seguinte desdobramento:
1 · OESBESAS POR FUNCÕHS DO GO
VERNO
1 Legislativo CrS: 7.500.000,00
2 .dmlnlstraçilo e Planejamonbo:
OllS: 55.800.000,00
3 Educação e Cultnra:
Cr$; 49.800.UOP,00
4 Habita9üo e Urbanlomo:
Or8: 48.700.000,00
5 Saúde e Saneamento:
Cr$: 6.800.000,00
6 Assistência e Previdências:
Ore: 5.500.000,00
7 Transportes:
OrS: 38.400.eOO,OO
T O T A L Or$: 282.000.000,00
Oração ao Divino
Espírito Santo
Espírito Santo você que me esclarece
tudo que ilumina todos os caminhos para que
en atn)a o meu ideal, você qve me dá o dom
d1vmo de perdoar e eaqneoer o mal que me
fazem; e qne todos oa instantes do minha
vida está comigo, en quero nelile curto diálo
go, agradecer-lhe por tndo e confirmar mais
uma vez_ que en. nuncn quero me separar
de voce por maior que seja a ih:u3o met&
rial não será o mínimo do vontade que ebno
de um dia estar com você e todos os moas
rrrulios na glóna Perpétnn. Obrigada mais •
m ez (a pesvoa deverá fazer esta crago 8
d)08 sogu1dos sem fazer o pedido. Dentro da
dias será alcançada a graça por mais difl.
cil que seja) publicar assim que recebor
graça.
Nice da (fosta Miranda
2- DESPESAS POR ORGOS DE GO
VERNO E DA AD,11NlSTR..'.ÇÃO
01 Cfilllara Munlclpal:
016: 7Jj{)0.000,00
02 Oub!oalc tio ProMto:
Cr$: 19.700 000,00
03. 88CRI!:TA ~IA DE .ADMll'<lb'l'BA
CÃO:
Oi.01 Gubtnete d.o Secretúrlo:
Cr $: 5.000.0CO,UO
03.02 Departamonho do Pessoal:
0r$: 15.600.000,00
03.08 Depurtawento de Faz.endu:
CrS: 17 .600.000.00
O4 - 8CRETARIA DE EDUCAÇÃO E
CULTURn:
04.01 Oablnete do Seeretário.
Cr$: 11.300.000,00
04.02 Oepto de 8o.Blno <íe l" e llº
.Grau:
Cr$: 06.000.000'oo
.oft>S Dept2 de Edac. Fislcn o
Dos perto:
CrS: 2.500.000,00
06 SBORETARlA DE SA.úDII E AS
SlSTENClA SOC. Cr$ 9.1100.000,00
o6 SECRETARIA DE V/ OBRAS E
sERV /
1 URBANOS:
06,01 Deptº de Sarvtooa Urbanos:
OrS: 43.700.oflo,oo
08.02 Dept.0 Mnto. do Estrada
do Rodageus:
Or$: 33.400.000,00
TO TA L Gr$: 202.000.000,00
ARTIGO 48) FIoa o Poder Exe
ceHvo a:
1 • Elfetanr Opera9ões de Oredl
tos por anteclpa91lo da ReceHll estl
madu nos Termos dis ConstltolQli'o Fe
deral Artigo 67, até o linfte do 25%
{Vinte e GInao Por Goto), do total
da REOEU'A f)'l'evtsta regulamentJln
do atravéa de Decretos.
II Efetnar OperaQÕPB de Credl
tos n.os têrmos do Artigo 7º § Sº da
Lei n.o 4.820/04 destinadas a despe
sas de Capital, obdecendo 81) 11lstema
Orçamentário e Artigo 43 da citada
Lei, regulamentando atnavés de De
eretos;
UI Proeeder a Abertura de crê
d1t0 adlclanal Suplementar até o 11ml
te de 80% ( Oitenta por Cento) do
tonl do. conslgaaçAo (
nos termos do Artzo7 j, }
o.o 4320/64. "
ARTIGO 5.0/ IV Proee
bertura de crédito adeto/[,""!a,
tur utô o limite total a. O tlpJ._._
de créditos realizadas no, ~""s
Lel .o 4.320/64. "Vos, '!'
'./ Procedíll11 o Ploneja '"
desendo as dotas0e ó,,"""!·w "
Crédttoo uutorlzudos em LH "'
1
111&, rr,.
pltenço dos recursos Fui }'! s
itctpiço dos Munte!ptos (@h is
dos r@cursos 4o Fado to«,,#s 4
o1onal (F.R.K) e as alwn,," #.'
Vl Proceder 001:1 tAros ,
n.o 4.320/64. e_ regulamentas,,""
dobramentos dus Despesas de j, "
cor as Dispostçao dest tr, ,""
dlenela aos anexos, abserán&, '
Pr-ogramaçAo dos Quadros d, 1' '
sos de Trabalho até onda fôr 1"'
wârto. ,._
VII • Proceder a tacerp,ra
dos serviços Progmmaco, 11 ,,,"' B
te Lei, à estruture Munlelpal. ltl ..
Vlll Mo.vlroenlar as Dota õ '
Orçam«oníris, estruturar « ii,",
mantos dos programas de lne,J
mentos, assim como criando eJe
11111
tos de depsas dentro de cada P
jeto ou atividades, lnol-11111ve 01 ,:
plementos de Dotações a serem
paradas ,pelo valor total consiga&u
para a respoetiva Função Orpane@
ria: )
IX Designar os Orgos reses It
tlvos para a Movimentação'das Dela
ções Atlbutdas as diversas unldadeu
Orçamenté.r!as. •
..,ftTIGO tSº Beta Lei ntiari
em vigor em 1 de Janeiro de 1911,
revogadas as disposições em co111i
rlo.
Gabinete do Prefeito Muntelp1l
de Bela Vista, Estado de Mato Grs
so do Sul, aos dols dles do mês de
zembro de mtl noveeentes oltenll
eum.
Dr. Ely de 11.raujo Barbosa
Prefeito Municipal
Dra. Vera Loureiro T-inoco e Dra .. Vilma da Silva
Centro de Check-Up e fndocrinologia ·11e
Mato Grosso do Sul
Lu-iz Alberto Ovaneo
&peoialieta em. CHnica Médica e Mes.
tre em Cardiologia pero U.I<'.Pr.
Dr. Sergio Fl!lltx Ptnto
Eepeeiafüto em Cardielogia e h-Resi
dente do Inst. de ardiologia do Esta
do de S. Paulo.
· . . · Dra_. V~ia Luels. de Oliveira Ca-stro
tpeclabua em Endocr1nolog1.a ·pelo Inttitot<> Estadual de Diabetes Endocrinologla-
· Pó, graduação em Endoorinologia e Metabologia pela PUC-RJ. e '
. CHE0K-UP •
-.Profilaxia das d-oen~as cardiovascnlares, Avaliação Cardiológica, H1pe-rtenallo Artei,)a.l
0epça Goronarlana, Problema Cardíaco no puciente Idoso Eletrocardio"r e· l '
ygouietria (Tete de esforço) Eletroardiógátia Diria (Sistema iõifj """""
;rk>fltu::ia. , ,:,COClll•
. . _ _END9CRJNOL06IA
1
= ·s, Nutnçao - Obendade, Eetétiea - D11e11ça da Tin,6ide • Dlst<nbtoa de Cre■
"ºª Rui &rboso
1 - •• '
Coesulta eom Hora ·Mareada
1.208 · Bairro Mo~tll Libano • Foue_: 3829686 • (;ampo Gr&nde MS
:--------------------------.{
EL CID Cimento Amianto Ltda.
Ferro - Cal - Cimento - Madeiras - Canos
Caixas D'água - Telhas Eternlt
Tinias - manllhaa - Lageeas
Entregas a QQmicille
MATRIZ:
Rua Estevão Alves Corrêa, 6t6
11LIAL: 1
Rua .Marechal Mallet, 1/
1
Represeatant.e paTS Bela Vista Jrdi: B • •
iiis • "rio ii#» ""]%#?"t}"}#,"ais vo.. c# e
Aqutd-&uana
TELEFONR: 241-2766
Mato Grasso do Sul
d" r _hetetra laYtN:lf
câMIRa
a1teritr)
Resolução
Projeto de
Nº 12/81
A. 30. A M reunir.soe-A
tndepeodentomonto do Plenérlo p
opNO.luçíln prévlu ,t{} UtJrmotoB' grn
verto objeto de deltbereo dn kj
dade que, por suu eopeclal relevlln
ela, demandem Intenso acompanha
mento e flscallznçüo ou Inerênel
do Leglalotlvo.
11
SEÇÃO III
Das AtrlbulQÕoB füipeolfloa dos
Membroa d Mesa
Arl. 31. O Proaldonlo da Ollmo
rn 6 a mls alt antortdado da to
sa; dirigindo-a e ao Plenário em
eotormtdade com us atributgoes
que Jho aonferem eoto Regimento ln
terno. ~
Ar&. BE. Gompeto ao P.reslden
to dn Cmnr:
1: exoroer, em oubstltulçilo, a
ohefla do Executivo munlolpal, nos
casos previstos om lei·
II: representar a Cllmara em jnf
zo, lneluslve preli.ltando Informações
em mandado de segurança contra
oto da Mnsa ou do Plenário·
III: representap a Camara jun
to ao Prefeito, àe autoridades fode
rala e estaduais e perante as antida
des privadas e geral
' IV: credenciar agente de lm
prensa, rdlo e teloviolo para o
20ampanhomento dos trblhos legts
1 Rlros;
. V: fazor expedlr convitos pa
ra as os6os oolonos da Cmra
ur iletpul s pessoas quo, por qual
qu r titulo, mereçam a honraria;
VI: conceder ud1nela ao pd
o, a soa or.lt-êrto, em dias e ho
ra preflxado;
VII: requisitar força, geando
no essArla i}. preservBQão da regula
rllfjsde de funcionamento da 0âmara;
VIII: empossar os Vereadores
rt,:lrdaMrlos e s-.iplentes e declarar
e11possad-0s o Prefeito e o Vice-Pro
felto, após a Investidura· dos mes
mos nos respeotlvos cargos perante
o Plenãrlo; .
o IX: declarar extintos os man
datos do Petelto, do WIee.Prefeito,
de Ver:eador e de sapiente, nos ca
soe previstos em lei, e, em face de
dellb3rago do Plenário, expedir de
ereto leglslatlvo de cassaQ!lO do
mandato;
X: convoi;iar suplenoo de Veres
,or, quando .. for o ceso {Art. 85),
XI: declarar dastltufdo roem
bro de Mesa ou de Comissão Perma
• unte, nos casos previstos neste Re
gimento (arts. 24 e 53):
XII: deslgna?!r OID membros
·,'as Comissões Espoolals e os sons
nbstltutos e preencher vagas nas
Oomtssões Permanentes (a.ris. 49,
§ 112 e 64);
XlII: oon'<ocar verbalmente os
membros da Mesa. para as reuniões
J previstas no art.30 destB Regimento;
- XIV: dirlglr as atlvidades le
glelatfvas da Gâmar.a em geral. em
conformidade com ao Dormas legais
e deste Regimento, praticando todos
os atos que explicita ou impllcltB
lllente não• oàibam ao •Plenário, à
es em conjunto, às Comtssões, ou
a qualquer Integrante de tais órgãos
iadtvldualmente considerados, e em
especial exercendo as seguintes atri
buições:
a) convocar seseões ex,raor
dlnárlas da Câmara, e comuntcaD
aos Vereadores 68 convocações par
lidas do Prefeito, Inclusive no recesso;
-·., bJ sope11intender a organiza
9i9 ,da pauta dos trabalhos l.egislati
Vos.
': e) abrir,, presidir a encerrar SR
sessões da câmara e suspt:ndê-las,
quaado neoessãrk>;
1
UNICIPIL DE BELII V SI
da línr
d) determinar u !elturll, p lo
Verendor-Seeretrio, das nts, pare
ereu, requerimentos e outras peças
erltas obre as quuls deva deli
berur o Plwúrlo, ou confonnldnd.o
do ilxpedlonto de cado sossQo;
o) OJ'Onomotrur a durnçlfo do
Bxpedloote e da Ordem do Diu e do
tempo dos orudoreB Inscritos, anuo
clando o lnfoto o término respectl
vos;
f) manter a ordem no 'recinto
da Ollr.nara, concedendo a palavra
aos oradores ln11orltos, cassando-a, d!s
cIplndo os apartes e advertindo
todos os que lnoldlrem um exoossoe;
g) resolver as questões de or
dem;
h) Interpretar o Regimento
lntern o, para apllca.;!lo às questõos
l:!mergentes, Pero prejulzo Jo oompo
tênclu do Plenário pura dollberar a
respelto, se o requeror qualquer
Y.ereaôor (urt. 228 e s 3°);
1} anunciar a matérla a Per
votada e proolamar o result11do do.
votação; •
j) proceder à vormouçno de
quorum, de oficio ou a reqncrlrnedto
de Voroador,
l) encaminhr 0s processos o
expedientes às Comissões Pormanen
tos, }lara parecer, control11ndo-lhes o
prazo, e esgotado esto sem prennn
olamento, nomear relator ad hoo nos
casos previstos neste Reg!lmcnrto;
XV; praticar os atos, ossonel
ato de lnteroomnnlançflo com o Bxe
outlvo, notadamente:
] receber 'as mensagens de
proposta legl11laH'Va, fazendo-as pro
teoollzar;
b) encaminhar ao Prefeito, per
oflolo, os projetos de lei aprove.dos
Inclusive por decurso de prazo, e oo
munlcar-lhe os projetos de au11 Inicie
tiva desaprovados bem como 0 ve
tos rejeitados ou mantldoe;
o) solicitar ao PrP.felto as tn
lormações pretendlda11 pelo Plenârlo
e convidá-lo a comparecer ou fazep
que compareçam à Câmara os seus
auxiliares, para explleações, quando
haja convocacllo da edillc@ade em for
ma regelar;
d) requisitar as verbas destina
das as Legislativo, tNmestralmene;
e) solicitar mensagem oom pro
posltiura de autorização legislativa
para suplementação dos recursos da
Oãmara, quando necessário;
XVI: promulgar as resoluções,
Oi! deorek>s JegtslaUvos, e bem assim
as lels não sancionadas pelo Prelol
to no prazo legal, e na disposiqões
constantes de veto rejeitado, fazendo
os publltJar;
X VII: ordenar as despesas da
Câmara Municipal e assinar cheques
nominativos ou ordens de pagamentos
juntamentP. com o funciooárlo enoar
regado do movimento fina.ncelro;
XVIII • determi111111 llclt>ação para oon
tratagões administrativas de compe
tênela da Câmara, quando exigível;
XIX: apresenbar ao Plenário,
mensalmente, o balancete da Câmara
do mês anterior;
XX: administrar o pessoal da
Câmara fazendo lavrar. e assinando
os atos de nomeação, promoção. re
classlflcaçtlo, exoneraQ(ão, aposenta
doria, concessão de férias e do licen
ça; atribuindo aot- funcionários do lo
glslattvo vantagens legalmente auto
rtzadas; determinando a apuração àe
responsabilidades administrativa, cl
vtl e crlml.nal de foncion&.rlos falto
aos e aplloando-lhes pena~ldades; jul
gando os recursei hierArquleos da
Câmara, e praticando quatsquer ou
tros atos atinentes a essa área de
sua gestão;
Resolução
XXI mandar expodlr eertldões
requeridas para u deferia de direito
e esclarecimento de sltuaçõee;
XXII exercer tos de poder de
pollcla em qu11lsqucr !Dutérlu rol
etonadas com as atvIdades da CAma
ra Muutclpal, dentro ou !oru do rel
to da m ·ma.
Art. 33.0 Preeldllnte d CâmaNt
qnuncto estiver sLbatltulndo o Prefcl
to noti cusos provlatos em l 1, flcart
Impedido de exercer qualquer atrfbul
çllo ou pro.tlcur quulquor ato que te
nba lmplleaçüo cem a funçllo legisla
tiva.
Art. 34. O preslõente du Gfima
ra poderá oferecer proposições ao
Plenárl-o, m110 dav@rá afastar-se da
llesn quund11 01tlvorem as mesmas
om dlRCusailo ou votaçílo,
Art. 85. O ?residente da Cm
rn sôment-e poderá votar nas blpóte
11es om que é o:xlglvel o quorum do
votaçlío de 2;3 (dois terço&), e ulnda
nos ousos de desempata, da eleição
e de destituição de membros da Me
sa e das Cornlsfões Permanentes e
em outros previstos em Jet.
Parágrafo único. O Presidente
fica Impedido de votar noe processos
em que for Interessado coroo denun
clnnt@ ou deouaelado.
Art. S6. O Vloe,Presldeote da
Câmnra, salvo o dtsposlo no art. 37 e
seu parAgrafo única o na hlpétese de
atuação como membro efetivo da Me
011, nos casos <to compotêneta priva
ttva dosso órgão, no possi atrtbul
ções próprias, limitando.se substl
tu-Ir o Presidente nas suas faltas e
Impedimentos.
Art. 37. O Vice-Presidente pro
mulgará e fará publicar as resoluçó
es e decretos legislativos sempre que
o Presidente ainda que se ache em
exerclelo, deixar escoar o prazo
para fez@-lo.
Parãgrafo único. 0 dlspo!lto
neste artigo apllca-se às leis muni
clpals quando o ~refdto e o Présl
dente da Câmara, sucessivamente,
tenham deixado praclufr a oportuni
dade de sua promulgação e publl
cação subseqüente.
Art. 3S. Compete ao Secretã
ria:
l. organizar o E'xpediente ~ a
Ordem do Dia,
II fazer a chamada doe Ve'rea
dores ao abrlr-sa a sessão e nas
ocasiões determinadas pelo Prasl
dante, anotande os comparecimentos
e as 6usênelas:
III ler a ata, as proposições e
demais papéis que d.evam sei: do
oonheo11nento da Casa,
IV ra.zer a tnserlo!io dos ora
dores na pauta dos trabalhos;
V redigir as atas, resumindo
os trabalhos da eessão e nssinando
as juntamente com o Presidente;
VI gerir a correspondência da
Csa, providenciando a expedição
cie oficio em geral e comunicados
lndivtduais aos Veree.dores: '
VII coadjuvar o Presidente na
dlreç!'i.o dos sarv!9os auxlllarea da
Câmara;
VII: certificar a frequênela dss
Vereadores, para o efelio <1e percep
gão da parte riavel da remunera
Qão;
IX: registl'ar.:Pm livro próprle,
os precedeotr;s firmados na aplicação
ô:o heglmento Iruerno, para a solução
de casos futuros,
X: manter, à disposição do Ple
nàrio, os textos legislativos de manu
selo mais frequente;
XI; manter em c&fre fechado as
atas lacradas de essõ?s secretas.
-
Capítulo II
DO PL .NJRlO
Art, 39 O PlenArlo 6 o órgo
deliberativo da CAmara, constituindo
s do conjnoto rios Vert• dor . 'tll
exercício cm local, torn e número
legal pr dellber:
$1.°,0loeal o recinto do sI
11ode o RÓ por motivo de for mnlor
o Plenrlo se reunir, por deelso
própria, em locnl diverso.
$ 2%, A forma legal par deli
rar é n o.
(:} :J". Núruor-o (! o quorum deter
ml:do na Constitulção Fderal, na
Lei de organização Munte!pul ou nes
to Regimento para reallzação das
sess02s e pura as de!Iberações.
§ 411_ Integra o Plentirlo o ,m
plonto ôo Vereador regularmonte coo
vocado, enquanto dure 11 uonvococão.
$ .°.No Integra o Flen4rto o
Presidente da CO.mnr-o, quando s o.
char em subslltul.;!ío oo Prefeito.
rt. 40 So atribuições do PI
nrlo
I: elaborar, com u portlclpaçl1o
do Prefeito, os Ms munlclpnlP;
Il: discutir e votur u proposta
orçamentórla;
lll: apreciar os vetos, rejeltan
d'O,CB ou montendo-os:
IV: e.ulotlzar. sob 11 torrou de
lei, observadas e.s restrições constan
tes dn Constituição e dn leglsluçüo ln
cldente, os. seguintes a toa e negócios
admlnlstrattvoa:
a) abertura de créditos adieto
n&le, Inclusive para atender a subven
çõea e auxlllos floanõelros;
b) operações de crédito:
e) aquisição onerosa de bens
Imóveis;
d l al!ena,;i!io e nneraçllo real
de bens Imóveis municipais;
e) concessão de serviço público;
f) concessü.o de çlrelto real de
bens Imóveis municipais;
g) flrmatura de consórclos Inter
muntoipais;
h) alteração da denminação de
próprios e logradouros públicos;
V: expedir denrt>tos leglslatl
vos quanto a assuo de sua com
petêncla privativa. not ·damerrte nos
casos de.
a) cassação do man fato do Pré
leito ou de Vereador;
b) aprovação ou rejeição das con
tas do Executivo;
c) concessão de lloença ao Pre!ei
to nos casos previstos em lei;
d) consentimento para ausentar
se o Prefeito do Mun!clpio por p1,a
ZQ superior a 15 { qulnzs) dias, por
necessidade ôln Administração;
o) atribuição de titulo de cidadão
honorário a possoas que, reconheci
damsnte, tenham prestado relevantes
serviços à. comunidade;
f) flxmção ot1 atualizaç-ão doa
subsídios do Prefeito e de verba de
reprensetação do Prefeito e do Vice
Prefelto;
g) constituição de Comissão Pro
6E:ssante;
h) conoiitulção àe Comissão Par
lamentar de Inqttértto;
1) delegação ao Prefeito pura ela
boração legislativa;
VI- expedir resoluções sobre
assuntos de sua ecanomta interna;
noPmalmente quanto aot! seguintes
assuntos:
a) alteração do Regimento Intes
DO;
b) destituição de membro da Mesa
c) coneassão de licença a Verea
dor, nos casos permitldos em lei;
d) fixação oa atualização de sub
silUos dos Vereadores e de verba de
representaQão do Presidente da Cã.
mara;
(Continua ns pzóxima E?1
EXTENSÃO DE REDE ELÉJ ICI P RI DISTRIT
Crlt1ulldo bndono em qe e0 0n
entram os dl»trlts da rego de Aqul
dana e Anatáelo, o deputado Io
botlo Orro (foto), relvlndlc•u. atra vês
do expediente apruvado a Asembló
Ia Leglsltivnu, a extenso da rede do
energia elétrica pru os dtetrltos de
Clpol!l.udrn, Cam)f!Ao, ~lrupulonga, Pai
melras e OolH Irmllot1.
Segundo o parlamentar opesl
elonleta falta do enerla elétrica.
etestee dtstrl!Gfl vem trazondo a estag
n119t10 do comércio e dus uttv,ldados 1
produtivas o determinando umu grun
de vaeno t'íluolar. Pura ele um gover
no rMlrnento preocupado com o ores
olmento homogéneo do Estado e com
o bem-eet111· du populuçllo deve dosen
volven um plano do uxpansllo du re
do do cnorgl11 elétrlou, tolotene, 01,1go
to, Agua onoauada e estrados p1m1 o
escoamento da produção.
• "0 que aaalstlmoe bojo. afirmou
ó um verdudelro pluuo de onganaçllo
o manipulaçlo du oplulllo pública, mo
vJdo por esquemas monstruooos de
propogonda. DuH vbroa quo o g-ovor
no dlvulgoJJ a reu.llzuç!lo espc-ramoe
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obrigação de apresentar com a máxl
ma argênela •m pl1no detalh11:1o de
uplleaçlo desta fortuna que, no f1■al
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sentado ainda este plano de oplleuçAo
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Oonrnndor do Bs&ado ao Deraul e à
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O parlamenta, lembra que a H
bernQAo do pedltfo de tmpréettme de
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a opostço a tanofa de oxiglr suo to
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Estadual" • de,11tado Roberto Orro
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IN'AMPS naquela eldade.
"Se todos sabsmos que o aten
~mento do INAMP8 nas csldades qae
oontam com Agno!a j e bastante
def,lcftârio podemos Imaginar o saori
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Matrícula do Loteamento denotra
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d• 1.981, couforme Proce«Mu o.o
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·j4,60 m, ndqutrlda em uma área mnior
g Ha», limitando-e em eu todo o
4II, com o Ministério du Aeronáutica;
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jartll111; OHBTE, com o R,111 Projetada
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[e,erftivo e o demais dorumtos eogído»
pelo rtio I} da rud Lei n.o 6.70, o lotes.
meto é composto de 0 oito) quadras com
um total de l49 cento e quresta e ove)
lote+ que erio posto n vada ao Público
rm geral para fs exclusivamente lteiden
eia, observado.ne para tanto, nos edifica
ç0e» Obras a ele relaciondo, toda pre»
cricões dos Podre Públicos, Avendas pre
vluta vtn o a prazo, no valor er tipu
ludo pe lnH pr.rre~. H para que níng'Uerrl a.1«:
gue iunornocíu. foi cxpedfdu o pre,eo1e i-d,
tl que BCrllo lixndo 110 lug(ir de co&tume Pú
blleundo-0 03 (tr») vezes e dias conecut!voa
no Jornal J,,cal. po<leudo ser op,,.;euiados
qu11lo1uer lmpugoaçlo deolrn do µrnrn de 15
(quinze) diu• 1 contur da dta du óhlu,a P<i
hlicaç.õo, Dado e po1&odo ne,rn cidudc e co
marca de Jardim, Eu.ado de MPto GroFso
do Sul, ao, '·lo" (dez) dias do és de De
zembro do ano de mil novecen101 e oltenUl
e um "I.98r', Eu. Edrnllaoa Brum EscoboP
Ollclnl do Hegislro de imóveis, a fiz da1llo
grnfar, subsoreTo e os1iuo.
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(Iolo) (t-'P M~) (l u:n dvll ptl::::ielrJ lg
net4rios da frente parlamentr neto
onlJEta que st sendo org.n!zada no
Congr 110 N,1c!ooal pelo (leput ido
IIornclo Ortlz (PllDB·lSP).
A frt>nte proclama qu,• 'O direi
to taallo11/vel da Noçllo Brot-lh,lra à
boberanla p<,)!11011 e econômlcn. fmpll
cito o pi oo Xbrclclo de nutodot~r
mlouçO.o", bem como aflrma que rnn
lata em favor de umu nova poli
tlca nnclono[, cujos mulnr s obJott
vos sno:
a) a mudança do slatemn mo
netAr1o, fluancclro e dv1 i.l11tema
produtl'vo agricoln e lndt1strlal;
b) o domlolo c11re!o do Il8t11
do sobro as riquezas onturnle, nota
damente nos setores ooerg6tlcoA e <!o
mhaerals estratégicos;
e} a efetiva execução do Esa
tuto d Terra e Lels Complementa
res em bendiclo do peqneno e méôlo
agrlcnltur;
1
d) o coo1role dae eor-poraçõeo
multlonclooals;
e) um novo rnodêlo de c1esen
vorvlmento iodustrial e urbano o de
justa distribuição .de renda:
f) a proteçllo e desit>nvolvlmen
lo do complexo clentlrlco e tecnoló
gko ora baaes autónomas msd1ante
o pleno o.polo ss Uolvcrllldadce e
Gentros de pesqulstrn:
g) o direito C:,,o po.rUclpuçio do
todo cl~adllo na vida poHtlcu e ut
doolsões econômlcas.
,. ------------------------------·----------------------------
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J urandi do Amaral Lopes -
''A Qualidade, o Bom Gosto e a Exelusividade"
Pies - BlsooUos - Bolachas UoDfettarla
"Atendemos encomendns para antversârlos e Casamentos"
Proibição de retenção de
documentos pessoais nas escolas
O Deputado Sergto Cruz, líder
do P:1D8, foi aotor de projeto de
Lei qae prolbe a retenção de orlgl
nais ou fotocópias de documentos
pessoais de Identificação de alunos,
nas Escolas !te 1° e 2° graus da reE!e
oficial ou autorizadas pelo Conselho
Estadual de Educaçãc,. Em sua just1
Ueatlvl¼ acentou aquele parlamentar
que a reLensão de tats documentos,
sejam orl~nalR ou rotocópias, é uma
exigência espec1almen'9 buro~ré.tlca,
que além de diJleultar a matricula
oe pessoas reconhecidamente caren
tes, representa um embaraço multo
grande nas pequenas localidades on
ele é lmposs1veJ 8> obteaçllo de totocó
pias, e o projeto visa d.esburocraU
zar o Ingresso a escola, descomp!leau
do o processo dA matricula, atual
mente um tanto penoso a quem nfio
dlbpõe de n'tlnhum recurso e pouoo
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Campo Orond0 MS Foi arwtoa
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utrnvM du l:focralà.1h1 .-Je Educoçllo e
Oullura, um conv8nlo oom ,,1 L('gllio
Ol'rudldrn de As+tt&neta LHA no va
Jor do J :!,4 mllhõeA de cruzeiros, cu
jo repute será efetuutlo em üuus par
celrrn visando atonder 110 pré-oeootur
e Of.l Ol'dChes OIIRUloo, que eto on
do Jmpl11ntadIui pela Seo,·otarlu de E
d11oaçllo 11 têm boda t.!HJJstêoolu e re
OUIBOIJ du LUA.
Curo eRtu convêolo, serão bene
fic11ld11R 8.0f-iO urluoçuR de 12 munloi
ptoB, quEi i;erilo ateudldas em regime
do 4 horas, As creches casulos rrnrl1o
tnloladoi; 1:m jun,.fro; o at.:rncler!lo Oil
munlclplos dti Caroµo O-rnnde, Aqui
uuu1:1oa, Corurnbn, Pon~u Porü, Coxlm
Novu A11dradlna, Dourado9, Ueln Vis
ta, Fó.tlmu do ::iul, f'oraooibH, Amam
bul e 'l', êe Lugol:lB.
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O Projeto Casulo, um programa
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arama Famlllar, p,·etende atender glo
baUzancio o pré eRcolar dentro do u
nlvono famllla-comunidade. Este ateu
dJmeuto iii,rà proceeEJado através de
apraveltnmento de rMursos humanos
mate,Jaio o equipamentos sociais dls
poo!voltl da oornuuldudo.
Dcstu fo1·mu, o Projeto Ca.sulo
numentrá o n(lrcero de vagas para
utrndlmeuw uo prê-o C()]llr, com ro
rluzh!O OUiltO op1-1r11clon!il, f;;glndo do
elevado ónus qul! acorrctu a orecbu
tradtelonl. Nu creches Casulos, ee
rüo beneflc'adas erlançu carentes d
ze110 el uno8 de ldadCJ, proporolo
oundo-lhcs ooocll,,:õel:l que favoreçam
o seu crescimento e deticovolvimento
uorrnols, prevlolndo 11ua marginaliza
ção, além de beneflctar a fumílla do
pró-ei;colar. vJsancto assegurar melbo
res condtçõeo Je Pduoaçfio e gurun
çu ecooômlco-soclal, mobfllzaodo o
oomunldude como um tono, de formo
que o meGma Aej11 oonscleotlzada da
lruportilnc1a du sua partlqlpuQão ofe
tiva.
ATENDIMENTO NAS CBEOHifo
Nas creches casulo, a crian
ças serilo atendidas com cuidados
nutrlolonals, aaslstAnola eduoaotooal,
atividades de lazEir, ouldadou médl
oo-odontológlcoo, ast1istlêo0la jorldlca
para a famllla, além de atendimento
nos clubes de mleo, gestnnteo e jo
vens, campanha de educaglo do bu
oo o desenvolvimento do grupos o
l!deranças comunltávlfl!l.
Pura Inserever, s erg0s
ôevorAo ser cnc:ifobf!dhs à Uold
dc11 Casalo multi próxlrou d. suu re
B!dênclo, s, rnutor-c>s loforn:rnçõos po
derão ser obtidas 1:1lravês dos <Jen
tros Sociais da LB.J.
O prnJeto mio fH'C•ocup -ue
ern criar nova perepe@tivas pi.ra n
farnllla carente quanto elevaeo de
6Ua l'eoda, na medida ero que ao
roões ou respousAvelo vlrflo u ter
maior dlspoolbllldudo parn c,.;eaul r
atividades lucrativos,
OUTROS CONVENIO
A Leghlo Brasileira de Assle
têncla 11e8lnou alnáu no dia, um se
(.?Uodo o o o v e n I o com o Oo
verno Pedro Pedroselan, através
do Fundo de Asslstencln SoclBl Sul
mabogrossenl'e, no valor de dois mi
lbões de cruzeiros, vhumdo ateuder
mais de quatro mll pessoas dentro
do CilubP d~ Mães jà Implantados pe
la primeira daroo do Estado, .iUarlu
A parecida ?edr<,sslan.
-- Com este convenlo - allr
mou Marlá h.pnrec1da Pedros0iau-, oo
Clubes cte:Mães já Implantados terlí.o
condlçõe1:1 de um atendimento pratl
aamente completo, pois jâ f.orneoe
4
ES
! hora« tá4
m pó, o nt ndtmento m~t1t • •
ré.iaial, que é tetto «,
Postos de Sde. tore«e,, "
dlUllOlC!UIOS puru Q'l') u Cri l'l (.
ça mals andável. e a _psru',
rA, com este eonvelu,'{ore,
todo o material par a cot,'
nxovats pars bebes, pon4,,
Iheres grAvli wet co4ta,"
tendtds desde o Míelo ,"
at6 o nasci@nto das erta@"?"
douglio de enxovls, a
Para o superintendente te
da Lego Bra+letra de 4swiw'
Aruaolbio 8untos f.illbo, "u 118 hi~,
deste!'. ooovôulos é óe extre11ta t
portânclR, pois dcetu foru1a nóa
seguiremos trabulhnr na tesa ]
de usslstnela do Estado, propenj
nando s famfllus carentes élh,'
condlçõeu de vida e, conseqüent
te, rnt1lorcs condlQõts financeira!'·
Legláo Bas1letra de Aseteei
rapassou este uno, par o atedia
lo ôa famtlla.s earentc,, em nn,
1
os oom o FASUL, Bducai,Ao e ,t1;
outros órg4os, recursos no rale
CrS. 49.7S::l,óíl0,9U . 1
1
a'
Vera Lucia Leite Medeiros gerência de
"~~lhor é serem dois do q•.re
um, por que têm melbor paga do
seu trabalho. Se um caiu o outro o
levanta. AI, porrm. do que eattver
só, porque, caindo, não huverá quem
o lavante". São palavras da Bíblia!
QuanJo os homens se unem,
tudo ftca malB simples. /. oooperati
va, por exemplo, existe para unir
pessoas com as mesmos objetivos.
Com a cooperativa, vooê vende me
lhor seus produtos e adquire oütros
bens de consumo por preços meno
res. Você consegue mata facilmente
multas ,:oi1:1as. Tudo se torna melhor.
Na cooperat·lva, você não está
só. V!lmos Imaginar e caso de um
pequeno agr1'eultor de foljão:
SC1zlnho, ele enfrenta tantas
<NflouJdades para vender, que acaba
entregandll o produto por qualquer
prego!
Mas, se ele esUver unlc~o a
outros agricultores de feijão, fozen
do junto!l uwi:i c-oope.-ativa, c.s • am
euldades !-ão bern menores. Juuóoa
ns cuoperat!vz, esses produtores
Cl?tuujam mais faoHmante qamlnhão
para toonsportar seus produtos. Nelu
os produtos são b.rnefiolados e clas
sificadoo.
Uniàos, eles afasllam o inter
mediárlo e conseguem preços mais
justos para seu produto. E todos
vão viver muito melhor. .
Existem vários tfpoa de coope
rativaa:
Cooperativas Agrícolas, de
Crédito, de Pesoa de Médicos e
Dentistas, de Leite, Escolares, Habi
taclonats e tantas outr1:1s.
E _muito fácil fazer uma eo
operatin. Só é preciso juntar 20
pessoas ou m·ats, que tenham o mes
mo objetivo.
E para formar uma cooperatl
f3 voe~ Mim o dpolo do Governo.
Ele pode jadar multo.
A aooperaUva é umu socleda
d3. Para começar a funcionar, é pne
ciso te!!' algum dlohetro. Po'r Isso, ca
da Aócfo oootribul com úm pouco.
Nlio é preefs() que todos ent-rem com
o ru8mo dinhelro. Cada um entra
com o que puder. Tudo que a ceope
retiva vai fazer é recebido pelos as
socladoa.
Goverrno
para a
Campo Grande, .MS - Foram
llberad10s dia 8 pp'. pelu Secretriria dA
Desenvolvimeato ociul do Goveruo
Ptldro Pedrosslan zeoure,og da ordc::m
1
d~ Cr0 10.606.827,00 à Seleta Secle
dada CariCaUvu e Hull!anhál'la do
Cumpo Grande BSCH, pura e com
plemeotação dag obras de implan-
talo do Centro Iategrado de Dosen
volvimento do Menoi.' CEDEM, com
vistas ao atendimento a menores em
sltuaç!lo irregular, através eo&1 nro
gramas Albergagem, Rasidêncitt,
ProfJsshmaUzaQ!lo a Trabalho, ,se
guudo informou aquela Secretaria
da Estado.
O repasse da referida verba é
decorrente de oonvênto firmado en
tre o Governo Pedro Pedrosstan
Secretarias de Desenvolvimemo So,
eia!, Planejamento. e Oot1rdeoação
Geral c a entidade beetlelada, de
vendo 000.rrer llb1:ração da outras
parcelas da orde-m de 0$ 21.213,655,eo
e de CrS 3.535.609,00 para os mes
moe objetivos.
Os eooperatlvlstas formam a
Assembléta Geral; esea assembléla
escolhe um Conselho Administrativo
que vai cuidar da cooperativa. Os só
oios indicP.JO também urn oonselho
Fiscal para verittcr os atos do Von
selho de A dminlstração, Observação
Importante: na cooperativa todas en
tmm e saem quando desejarem.
No sistema de coopsru.ttva ca
prof issionclização (Mobro,t
da sóclo tem direito 1:1 votar. lih)
Importando se a contribuição flua/
cetra fol maior ou menor. Todos
!galas. As declRões representam 1
voniade da malooo. Não é lmporll
te a raça. n rellgião ou o parUJ
elo assoclaóo. São sempre daaas li
formações maloree aos sócios. Cn.
3e vê, é simples formar uma coo]
ratlva.
libera Cr$ 10,6 milhões
seleta sociedade-ssch
Segundo informou a Secret::nla
de Desenvolvimento Social, o. libera
çfio doa recursos subsequentes a
l
prlm@ira pa1:cda ficarão eondteh.,na
dos a aprese:tução de contas ofo
rentes a Aplicação das parcela3 an'
ter1ores, obedecendo normas estabe
lealdas pela Fundação do. Bem-Estu
do Menor FUNABE:M.
Sergio
Bela Vista
Roberto Perondi
CAUSAS
DIRElTO AGRÁRIO
RIOS
ESCRITÓRIO Praça Álvaro
:Mascarenhas
CÍVEIS
l.NVENTÁ-
RI
si
O Regimento-Antonlo Joãe 1
RC, part1<1lpa ao seu Púb-llco ~ten
1
que r11t11lzará no amblto do aquarlt
lamento a solentclaE!e referente líl
''DIA DO RESERVISTA" na ql!ll -1!
rá cultnada a memoria d~ patrono ~
Serviço MU!ta.1 Ola vo Bllao; e ae
ini-Oiada a apresentação ãs rsr
tas, no eef'reote ano.
Dia 16 de dezemblla de 1981.1
Hora 07.00 horas
Loesl 10° RG
Por conseguinte, 102 RG €0N'
da aos rase;vistas da guarnlçle P
ra -virem abrllhantar cem sua preat
ça, a referida solenidade.
PI OESTE EXEMFM
CRS 15,00
elétrica para
distritos
a (p gina 4)
era ,
a,
l', O
scsl
'. D.».
ho. A
1
r
e
O problema prlnoipal do pro
joio de lei remetido ao Oongresso
Nacional em mensagem assinada
pelo pres!dente João Figueiredo re.
slde em suas debilidades polft.lloas.
Aparentemente criado para benefl
clal' b agremlaçüo majorlt&r!a, o
PDS, esse d(.'sarrnmado conjunto de
medidas não parece ter sldo anall
do em profundidade. ;Multo prová
el ó que ele contenha elementos
perlgos!sfllmos para o pe,rtlào gover
nista e para o próprio regime vigente.
lo -r:i· Nilo foram levados em oonta di
. Vr. versos fa!orPo. O primeiro deles. fun
dameotal. é o alto a rápido grau de
urbaolzuçllo dn País. Nos nove prlnci
pals Estados os votantes concentram
ee na capital e nas grandes cidades.
A posolbllldade de. aoatf?ole ollgArqul
10 1obre os eleltores metropolitanos
é vl11tualmeate nula. Lego, nfio terá
efeito favorável nenhum essa medida.
Por outro lado, a oouvlcção de
1 q1e os candidatos municipais reboca
,e riam consigo os oandJdatos a deputa
,,. do, senador e governador não se a-
r•• Póla em nenhttm leva.ntiamento ou pes
quisa de opinião. Trata-se de mera
suposlçG.o, na melhor .das hipóteses.
SerJa multo mais lógico pres
supor que preponderará no espírito do
povo o meibor candidato a governe
dor, vinonu!ando-se o nome deste 8
ledes os demais candidatos. soja qual
lor o seu partido. Pols seria irreal!s
ta aereditar que, no Brasil, a maior
l
parta do eleitorado vote em partidos
e não em pessoas. E rago oraoteris
{
tleo dos Países latlaos, o noi;so lnolli
. slve, a personallzação dos programa
partidários em um àetermloado poli.
tleo-eimbolo. Dessn regra nem a Fran
9a escape: boa parte do eleitorado
conservador votou em Mittenrand pão
Porque este fosse socialista, mas par
que sucessivos escândalos afetaram
j lagem moral de GIseard.
ç
As regras ainda nflo foram defl
nlda, o " pacto" frustrou multas
esperuoçaa, sobretm'o das oposições.
mas a verdade é que as eleições de
1082 serllo reallzndns e a promessa
do µresidente Figueiredo de "fazer"
drnte Pois uma àemocruola" ainda é
orlvt>I, afinal foi o presidente da Re
pública que falou - o povo brasileiro
ucredltn cm seu pre13fdente.
Fioou mais fácil, bem mais fé.
oll, para o PDS g1anhur ns eleições
em Mato Grosso do Sul. A nlvel Regi
onal teremos, possivelmente, quutro
candidatos a deputado estadual.Ely de
Arujo Barbosa (foto) e Fernando de
Freitas (POS); Osvulcto Grubert (PP)
e Altevlr de Alencar (PMDB), sem fa
lar nos candidatos de outras cidades
oom penelraçllo na região.
A Tribuna da Fronteira, a• mu
lo de curiosidade, ouviu olncoeotn
pessoas, oo diversos camada~ soolals
nendo dez em cada manlclplo da regi
fio, procurando suber a preferêncla
do eleitorado. Eis o resultado da pe8
quisa:
Fernando de Freitas 11 votos
Allevlr de Alencar 9 votos
Ily de Arujo Burbosu 18 votos
Osvaldo Urubert 12 votos
Em Bela Vista, entro as dez pes
o8 uvldas o prefeito na cidade, re
cebeu neve votos, sendo que Borb(sa
recebeu ainda a preforêncla em Jar
tlim, com seis votos contre. cinco cte
Fernando de Frdtas e quatro cte 11s
valdo Groberl. O prefeito belavlsten
se recebeu m111', dois votos em Bonl
to e um em Antonio João.
Na verdade, e lato é fácil de
ser confirmado, oota-se uma tendên
cia do elettorado em apoiar o atuul
prefeito de Bela Vista. principalmente
Nem sempre o melhor oandida
to será o do PD-8. pelo crmtrário, é
!feito supon que o PP. farà governa
dores em prelo menos 5 Estados (Plaui
Rio Urande do Sul. Minas, Rio cte da
nelpo e Amazonas) Outros tantos po
darão Ir par11 o PMDB.
Pioi! de tudo será o consequen
KG
os professores; estudantes o a juven
tucte. A Faculdade d E''trios quu CF,lú
sendo rellzada nesta cIdade da fron
toiro. com os estudantes da região ro
cebendo todo o polo do prefeito, vem
se torando um fator fuvorável par
o cre11olmento da candidatura de IIy
de Araujo Barbosa.
scritório de Mdvcaci
Dr. Pedro Josó Palmiérl
Lega!IUlçllO de Tcrn11, Inventário, e
causnA criminoi1 (Juri)
llua 15 Je Novembro 16-0
Fone- 235 Bela Vi,ta-MS.
lsrdoro Gonzales
te maseaore que sofrerA o PDS em
termos de eleições proporcionais em
tais EJ11tados. Nessa perspeotiva, em
troca de fazer uma maioria de go
vernadores em pequenos Estados.
O PDS p e r d e r á o contro
le do ooléglo Eleitoral que escolhe
rá o próximo presidente da República,
Tudo leva a crer que teria fal
tado à assessoria presidencial conhe
cimento profundo da coojantura polí
tlca nacional. pois começam b surgir
Indicias de que o "pacote•· cfe novem
bro p(derá conduzir a governo uma
espécie de suicldio p )lllfco alo da que
lnvoluntln1<:1. (Plana)
#ESA:, IA.L TER
PARA FINS S0A4IS EM cG
Campo Grande, MS - O Gover
nador Pechee11l11n autorizou o Poder
Executivo a doar à Loja stmbóllca
Ordem e Progresso 25; ao Iustttuto
Nacional de Pesos e Medides e à As
soclaçüo dos Servidores Públicos
Clvts do Estado de Mate GI'losso do
Sl, Ares para que sejum efetuadas
Oração ao Divino
Espírito Santo
1
1 Eaplrito Santo você que me esclarece
tudo que ilum'ina todos os caminhos para que
eu atinja o men ideal, você que me dã o dom
divino de perdoar e esquecer o mal que me
fazem; e que todos os instantes de minha
'fida cst.-S. comigo, eu quero neste curto dlãlo
go, agradecer-lhe por tudo e confirmar mais
uma vez que ou nunca quero me separar
de você por maior que seja o iluaão mllte
rial nlio será o mínimo da vontade que sint<,
de um dia estar com você e todos os meus
irmãos na glória Perpétua. Obrigada mais' U·
ma vez (a pessoa deverá fazer esta ornçiio S
dias seguidos sem fazer o pedido. Dentro de
diu aerá alcançada a graça por mais diff.
cil que seja) publicar assim· que uceber ll
graça.
I. T. M. 'r'.
constmções que tirazem beneficlos a
coletividade sul-matogrossense.
A Loja imbólca Ordem e Pro
gresso 25, .'.!oro sede nesta Capital,
recebeu a doação para fins do cons
!rução do Templo Maçônlco da Lo
ja e de uma Escola de I Grau; o lns
tituto Nacional de Pesos e Medidas
colisegulu a área para tnstalação de
um posto para a!erJção de carros tan
ques; e a Associação dos Servidores
Públicos Civis do Estado de Mato
Grosso do Sul - ASC/MS - irá constru
trair uma central de abaswclmento
de gêneros al1mentíoios para servl
dores de baixa renda além da Casa
do Servte!ores, de um Posto Médloo
Udontológtco e de praças de esporte.
As transferência dos Imóveis
segundo a Lei é feita com o enca11
go de modo que os donatários se obri
gam a Iniciar as construções :no
prazo de 120 dh1s a contar da asai
natura da ePcrltura pública, ope11an
do-se reversão ao Estado em 0aso
da lnobservânela deste preeeito.
P acotão da rede belavistense
de jornais
É época de paeotes. Pacotes I fio e de dez em dez dias a Tribuna
de Natal. Pacotes do Panelo e oco urtinhense. Tudo Isso pelo preço de
tes politicos. BEDE BELAVISIEN8E uma asinatura. Aproveite: assine a
DE JORNAIS também hnça o seu pa T.F. pague menos em Dezembro e re
cote ... ó que este pacote vai benefl ceba, a pnrtir de Janeiro CINOO JOR
ci~ dlr..,tamente VOCB, assinante da NAIS, NATAL. é época de presen
T.r,. A parUr de ja.nelrn todo asslnan tes, aprovelte·o PRESENTÃO da Ro
te da TRlBUNA DA FRONTEIRA, re de Belavlsense de Jornais. Proonre
ceberá, também, semanalmente, um o nosAo escritório à rua Duque de
exemplar do Correio .lardinense, Jor Ca1etas S/N. •
nal de Bonito, Jornal de Antonlo Jo
-
''Estimo a Reoclla <' Flxll a
Despema do Munlcfplo de Beln 'Vista
)dS., para o exc:rclclo do 1.9!:S2."
A Cúmura Municipal de Ocln
Veta, Estado do Mato Grosso do
!:lul, e Uu. Dr. Ely de Araujo Bur
b&í16, Pn falto Muotctpal Sanciono 11
Segutnte Lel:
ARTIGO 1") Fica aprovado o
Orçamento Programa do Munte1pio
do Bela Vista, füitudo de M'ato Gros
so dn Sul. para o Pxerclclo Finou
cetro da 1.982, dlscrlml1111do0 pelos
quadros e ao1::xos 1o,egrunles do
presente Lol, quo estima u Recolta
e Ftvu a Desposa em lgu11l vulôr
do CrS: 202.000.000,00 ( Duzeotoa "
Dols Mllhõea do Cruzeiro).
ARTIGO 2%) A Recelta será
realtzado r:redfont.e n nrrooadaça.o
d1.1s .. Dubrlcas Orçamentárl!!IS e na
forma du L?gtslao!lo em vigor e das
Labora.torio de Aná
lises Clínicas São
Lucas Ltda.
Mantemos convônio com: INAMPS
Danco do Brasil, Fusex, Previsul
Exames: Bioquimica, Enzima, Cultura
Antibioquimica, Hematologi, Secreções,
Bacteriologia. Iuunologia, Pnrnsitologia
Dr. Antonlo Braullo de Barros
CRF/20 • 269/77
•
1 Rua Guia Lopes, 82<5 - fono 247
Bela Vista MS
Tribuna da Fronteira
( Fundado em 20/2172 1
O. G. C. - MF 03.201.266/0001 .
Reghtro Titulo e Documentos n.o 1066
Redaçõo e Administr11çno:
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Bela Vi.ta MS
l:'llretora:
Marta Estela Vela'3quez Pereira
Editor-Chefe: Ivaldo Pereira
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ASSINATURAS
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, Demais Muniofpias ZOOO,UO
Fundador: Jvaldo Pereira
Filiado a ABUAJORI e ADJOHI
epeclflçaç0es constantes do aaexo-
02 :(dois) da Receita e de acordo
com o egultes desdobramentos,
i RECEITA.:1 CORRENTES:
132.737.700,00
1· l Reoeltns 'I'Tlbullflrlas.
18.ooo.ooo,oo
1·2 Ri:cellFJS Patrlmoalal.
t.d.00.000,00
1,3 RAcettaa loduslrluls,
800.00ll,OO
1.4 Trnsfer@nelas Correntes
105.715.920,00
1- teceltus DIversas.
6.821.780,00
2 RRCElTAS DE CAPITAL:
69.262.800,00
2,1 Operações de Créditos
38.ooo.otio,oo
2·2 Allneaçõos de Bens.
600,000,00
2-3 !fransferênolns de Capital
80.662.300,00
l'otal ,da Reeelta 202.000000,00
ARTIGO 3%) A Deeposa sord
realizada na forma especlfümda noe
anexo 02 (dois) do. Dospesa e de aoor
do com o seguinte desdobramento:
1 · OESBESAS POR FUNCÕHS DO GO
VERNO
1 Legislativo CrS: 7.500.000,00
2 .dmlnlstraçilo e Planejamonbo:
OllS: 55.800.000,00
3 Educação e Cultnra:
Cr$; 49.800.UOP,00
4 Habita9üo e Urbanlomo:
Or8: 48.700.000,00
5 Saúde e Saneamento:
Cr$: 6.800.000,00
6 Assistência e Previdências:
Ore: 5.500.000,00
7 Transportes:
OrS: 38.400.eOO,OO
T O T A L Or$: 282.000.000,00
Oração ao Divino
Espírito Santo
Espírito Santo você que me esclarece
tudo que ilumina todos os caminhos para que
en atn)a o meu ideal, você qve me dá o dom
d1vmo de perdoar e eaqneoer o mal que me
fazem; e qne todos oa instantes do minha
vida está comigo, en quero nelile curto diálo
go, agradecer-lhe por tndo e confirmar mais
uma vez_ que en. nuncn quero me separar
de voce por maior que seja a ih:u3o met&
rial não será o mínimo do vontade que ebno
de um dia estar com você e todos os moas
rrrulios na glóna Perpétnn. Obrigada mais •
m ez (a pesvoa deverá fazer esta crago 8
d)08 sogu1dos sem fazer o pedido. Dentro da
dias será alcançada a graça por mais difl.
cil que seja) publicar assim que recebor
graça.
Nice da (fosta Miranda
2- DESPESAS POR ORGOS DE GO
VERNO E DA AD,11NlSTR..'.ÇÃO
01 Cfilllara Munlclpal:
016: 7Jj{)0.000,00
02 Oub!oalc tio ProMto:
Cr$: 19.700 000,00
03. 88CRI!:TA ~IA DE .ADMll'<lb'l'BA
CÃO:
Oi.01 Gubtnete d.o Secretúrlo:
Cr $: 5.000.0CO,UO
03.02 Departamonho do Pessoal:
0r$: 15.600.000,00
03.08 Depurtawento de Faz.endu:
CrS: 17 .600.000.00
O4 - 8CRETARIA DE EDUCAÇÃO E
CULTURn:
04.01 Oablnete do Seeretário.
Cr$: 11.300.000,00
04.02 Oepto de 8o.Blno <íe l" e llº
.Grau:
Cr$: 06.000.000'oo
.oft>S Dept2 de Edac. Fislcn o
Dos perto:
CrS: 2.500.000,00
06 SBORETARlA DE SA.úDII E AS
SlSTENClA SOC. Cr$ 9.1100.000,00
o6 SECRETARIA DE V/ OBRAS E
sERV /
1 URBANOS:
06,01 Deptº de Sarvtooa Urbanos:
OrS: 43.700.oflo,oo
08.02 Dept.0 Mnto. do Estrada
do Rodageus:
Or$: 33.400.000,00
TO TA L Gr$: 202.000.000,00
ARTIGO 48) FIoa o Poder Exe
ceHvo a:
1 • Elfetanr Opera9ões de Oredl
tos por anteclpa91lo da ReceHll estl
madu nos Termos dis ConstltolQli'o Fe
deral Artigo 67, até o linfte do 25%
{Vinte e GInao Por Goto), do total
da REOEU'A f)'l'evtsta regulamentJln
do atravéa de Decretos.
II Efetnar OperaQÕPB de Credl
tos n.os têrmos do Artigo 7º § Sº da
Lei n.o 4.820/04 destinadas a despe
sas de Capital, obdecendo 81) 11lstema
Orçamentário e Artigo 43 da citada
Lei, regulamentando atnavés de De
eretos;
UI Proeeder a Abertura de crê
d1t0 adlclanal Suplementar até o 11ml
te de 80% ( Oitenta por Cento) do
tonl do. conslgaaçAo (
nos termos do Artzo7 j, }
o.o 4320/64. "
ARTIGO 5.0/ IV Proee
bertura de crédito adeto/[,""!a,
tur utô o limite total a. O tlpJ._._
de créditos realizadas no, ~""s
Lel .o 4.320/64. "Vos, '!'
'./ Procedíll11 o Ploneja '"
desendo as dotas0e ó,,"""!·w "
Crédttoo uutorlzudos em LH "'
1
111&, rr,.
pltenço dos recursos Fui }'! s
itctpiço dos Munte!ptos (@h is
dos r@cursos 4o Fado to«,,#s 4
o1onal (F.R.K) e as alwn,," #.'
Vl Proceder 001:1 tAros ,
n.o 4.320/64. e_ regulamentas,,""
dobramentos dus Despesas de j, "
cor as Dispostçao dest tr, ,""
dlenela aos anexos, abserán&, '
Pr-ogramaçAo dos Quadros d, 1' '
sos de Trabalho até onda fôr 1"'
wârto. ,._
VII • Proceder a tacerp,ra
dos serviços Progmmaco, 11 ,,,"' B
te Lei, à estruture Munlelpal. ltl ..
Vlll Mo.vlroenlar as Dota õ '
Orçam«oníris, estruturar « ii,",
mantos dos programas de lne,J
mentos, assim como criando eJe
11111
tos de depsas dentro de cada P
jeto ou atividades, lnol-11111ve 01 ,:
plementos de Dotações a serem
paradas ,pelo valor total consiga&u
para a respoetiva Função Orpane@
ria: )
IX Designar os Orgos reses It
tlvos para a Movimentação'das Dela
ções Atlbutdas as diversas unldadeu
Orçamenté.r!as. •
..,ftTIGO tSº Beta Lei ntiari
em vigor em 1 de Janeiro de 1911,
revogadas as disposições em co111i
rlo.
Gabinete do Prefeito Muntelp1l
de Bela Vista, Estado de Mato Grs
so do Sul, aos dols dles do mês de
zembro de mtl noveeentes oltenll
eum.
Dr. Ely de 11.raujo Barbosa
Prefeito Municipal
Dra. Vera Loureiro T-inoco e Dra .. Vilma da Silva
Centro de Check-Up e fndocrinologia ·11e
Mato Grosso do Sul
Lu-iz Alberto Ovaneo
&peoialieta em. CHnica Médica e Mes.
tre em Cardiologia pero U.I<'.Pr.
Dr. Sergio Fl!lltx Ptnto
Eepeeiafüto em Cardielogia e h-Resi
dente do Inst. de ardiologia do Esta
do de S. Paulo.
· . . · Dra_. V~ia Luels. de Oliveira Ca-stro
tpeclabua em Endocr1nolog1.a ·pelo Inttitot<> Estadual de Diabetes Endocrinologla-
· Pó, graduação em Endoorinologia e Metabologia pela PUC-RJ. e '
. CHE0K-UP •
-.Profilaxia das d-oen~as cardiovascnlares, Avaliação Cardiológica, H1pe-rtenallo Artei,)a.l
0epça Goronarlana, Problema Cardíaco no puciente Idoso Eletrocardio"r e· l '
ygouietria (Tete de esforço) Eletroardiógátia Diria (Sistema iõifj """""
;rk>fltu::ia. , ,:,COClll•
. . _ _END9CRJNOL06IA
1
= ·s, Nutnçao - Obendade, Eetétiea - D11e11ça da Tin,6ide • Dlst<nbtoa de Cre■
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TELEFONR: 241-2766
Mato Grasso do Sul
d" r _hetetra laYtN:lf
câMIRa
a1teritr)
Resolução
Projeto de
Nº 12/81
A. 30. A M reunir.soe-A
tndepeodentomonto do Plenérlo p
opNO.luçíln prévlu ,t{} UtJrmotoB' grn
verto objeto de deltbereo dn kj
dade que, por suu eopeclal relevlln
ela, demandem Intenso acompanha
mento e flscallznçüo ou Inerênel
do Leglalotlvo.
11
SEÇÃO III
Das AtrlbulQÕoB füipeolfloa dos
Membroa d Mesa
Arl. 31. O Proaldonlo da Ollmo
rn 6 a mls alt antortdado da to
sa; dirigindo-a e ao Plenário em
eotormtdade com us atributgoes
que Jho aonferem eoto Regimento ln
terno. ~
Ar&. BE. Gompeto ao P.reslden
to dn Cmnr:
1: exoroer, em oubstltulçilo, a
ohefla do Executivo munlolpal, nos
casos previstos om lei·
II: representar a Cllmara em jnf
zo, lneluslve preli.ltando Informações
em mandado de segurança contra
oto da Mnsa ou do Plenário·
III: representap a Camara jun
to ao Prefeito, àe autoridades fode
rala e estaduais e perante as antida
des privadas e geral
' IV: credenciar agente de lm
prensa, rdlo e teloviolo para o
20ampanhomento dos trblhos legts
1 Rlros;
. V: fazor expedlr convitos pa
ra as os6os oolonos da Cmra
ur iletpul s pessoas quo, por qual
qu r titulo, mereçam a honraria;
VI: conceder ud1nela ao pd
o, a soa or.lt-êrto, em dias e ho
ra preflxado;
VII: requisitar força, geando
no essArla i}. preservBQão da regula
rllfjsde de funcionamento da 0âmara;
VIII: empossar os Vereadores
rt,:lrdaMrlos e s-.iplentes e declarar
e11possad-0s o Prefeito e o Vice-Pro
felto, após a Investidura· dos mes
mos nos respeotlvos cargos perante
o Plenãrlo; .
o IX: declarar extintos os man
datos do Petelto, do WIee.Prefeito,
de Ver:eador e de sapiente, nos ca
soe previstos em lei, e, em face de
dellb3rago do Plenário, expedir de
ereto leglslatlvo de cassaQ!lO do
mandato;
X: convoi;iar suplenoo de Veres
,or, quando .. for o ceso {Art. 85),
XI: declarar dastltufdo roem
bro de Mesa ou de Comissão Perma
• unte, nos casos previstos neste Re
gimento (arts. 24 e 53):
XII: deslgna?!r OID membros
·,'as Comissões Espoolals e os sons
nbstltutos e preencher vagas nas
Oomtssões Permanentes (a.ris. 49,
§ 112 e 64);
XlII: oon'<ocar verbalmente os
membros da Mesa. para as reuniões
J previstas no art.30 destB Regimento;
- XIV: dirlglr as atlvidades le
glelatfvas da Gâmar.a em geral. em
conformidade com ao Dormas legais
e deste Regimento, praticando todos
os atos que explicita ou impllcltB
lllente não• oàibam ao •Plenário, à
es em conjunto, às Comtssões, ou
a qualquer Integrante de tais órgãos
iadtvldualmente considerados, e em
especial exercendo as seguintes atri
buições:
a) convocar seseões ex,raor
dlnárlas da Câmara, e comuntcaD
aos Vereadores 68 convocações par
lidas do Prefeito, Inclusive no recesso;
-·., bJ sope11intender a organiza
9i9 ,da pauta dos trabalhos l.egislati
Vos.
': e) abrir,, presidir a encerrar SR
sessões da câmara e suspt:ndê-las,
quaado neoessãrk>;
1
UNICIPIL DE BELII V SI
da línr
d) determinar u !elturll, p lo
Verendor-Seeretrio, das nts, pare
ereu, requerimentos e outras peças
erltas obre as quuls deva deli
berur o Plwúrlo, ou confonnldnd.o
do ilxpedlonto de cado sossQo;
o) OJ'Onomotrur a durnçlfo do
Bxpedloote e da Ordem do Diu e do
tempo dos orudoreB Inscritos, anuo
clando o lnfoto o término respectl
vos;
f) manter a ordem no 'recinto
da Ollr.nara, concedendo a palavra
aos oradores ln11orltos, cassando-a, d!s
cIplndo os apartes e advertindo
todos os que lnoldlrem um exoossoe;
g) resolver as questões de or
dem;
h) Interpretar o Regimento
lntern o, para apllca.;!lo às questõos
l:!mergentes, Pero prejulzo Jo oompo
tênclu do Plenário pura dollberar a
respelto, se o requeror qualquer
Y.ereaôor (urt. 228 e s 3°);
1} anunciar a matérla a Per
votada e proolamar o result11do do.
votação; •
j) proceder à vormouçno de
quorum, de oficio ou a reqncrlrnedto
de Voroador,
l) encaminhr 0s processos o
expedientes às Comissões Pormanen
tos, }lara parecer, control11ndo-lhes o
prazo, e esgotado esto sem prennn
olamento, nomear relator ad hoo nos
casos previstos neste Reg!lmcnrto;
XV; praticar os atos, ossonel
ato de lnteroomnnlançflo com o Bxe
outlvo, notadamente:
] receber 'as mensagens de
proposta legl11laH'Va, fazendo-as pro
teoollzar;
b) encaminhar ao Prefeito, per
oflolo, os projetos de lei aprove.dos
Inclusive por decurso de prazo, e oo
munlcar-lhe os projetos de au11 Inicie
tiva desaprovados bem como 0 ve
tos rejeitados ou mantldoe;
o) solicitar ao PrP.felto as tn
lormações pretendlda11 pelo Plenârlo
e convidá-lo a comparecer ou fazep
que compareçam à Câmara os seus
auxiliares, para explleações, quando
haja convocacllo da edillc@ade em for
ma regelar;
d) requisitar as verbas destina
das as Legislativo, tNmestralmene;
e) solicitar mensagem oom pro
posltiura de autorização legislativa
para suplementação dos recursos da
Oãmara, quando necessário;
XVI: promulgar as resoluções,
Oi! deorek>s JegtslaUvos, e bem assim
as lels não sancionadas pelo Prelol
to no prazo legal, e na disposiqões
constantes de veto rejeitado, fazendo
os publltJar;
X VII: ordenar as despesas da
Câmara Municipal e assinar cheques
nominativos ou ordens de pagamentos
juntamentP. com o funciooárlo enoar
regado do movimento fina.ncelro;
XVIII • determi111111 llclt>ação para oon
tratagões administrativas de compe
tênela da Câmara, quando exigível;
XIX: apresenbar ao Plenário,
mensalmente, o balancete da Câmara
do mês anterior;
XX: administrar o pessoal da
Câmara fazendo lavrar. e assinando
os atos de nomeação, promoção. re
classlflcaçtlo, exoneraQ(ão, aposenta
doria, concessão de férias e do licen
ça; atribuindo aot- funcionários do lo
glslattvo vantagens legalmente auto
rtzadas; determinando a apuração àe
responsabilidades administrativa, cl
vtl e crlml.nal de foncion&.rlos falto
aos e aplloando-lhes pena~ldades; jul
gando os recursei hierArquleos da
Câmara, e praticando quatsquer ou
tros atos atinentes a essa área de
sua gestão;
Resolução
XXI mandar expodlr eertldões
requeridas para u deferia de direito
e esclarecimento de sltuaçõee;
XXII exercer tos de poder de
pollcla em qu11lsqucr !Dutérlu rol
etonadas com as atvIdades da CAma
ra Muutclpal, dentro ou !oru do rel
to da m ·ma.
Art. 33.0 Preeldllnte d CâmaNt
qnuncto estiver sLbatltulndo o Prefcl
to noti cusos provlatos em l 1, flcart
Impedido de exercer qualquer atrfbul
çllo ou pro.tlcur quulquor ato que te
nba lmplleaçüo cem a funçllo legisla
tiva.
Art. 34. O preslõente du Gfima
ra poderá oferecer proposições ao
Plenárl-o, m110 dav@rá afastar-se da
llesn quund11 01tlvorem as mesmas
om dlRCusailo ou votaçílo,
Art. 85. O ?residente da Cm
rn sôment-e poderá votar nas blpóte
11es om que é o:xlglvel o quorum do
votaçlío de 2;3 (dois terço&), e ulnda
nos ousos de desempata, da eleição
e de destituição de membros da Me
sa e das Cornlsfões Permanentes e
em outros previstos em Jet.
Parágrafo único. O Presidente
fica Impedido de votar noe processos
em que for Interessado coroo denun
clnnt@ ou deouaelado.
Art. S6. O Vloe,Presldeote da
Câmnra, salvo o dtsposlo no art. 37 e
seu parAgrafo única o na hlpétese de
atuação como membro efetivo da Me
011, nos casos <to compotêneta priva
ttva dosso órgão, no possi atrtbul
ções próprias, limitando.se substl
tu-Ir o Presidente nas suas faltas e
Impedimentos.
Art. 37. O Vice-Presidente pro
mulgará e fará publicar as resoluçó
es e decretos legislativos sempre que
o Presidente ainda que se ache em
exerclelo, deixar escoar o prazo
para fez@-lo.
Parãgrafo único. 0 dlspo!lto
neste artigo apllca-se às leis muni
clpals quando o ~refdto e o Présl
dente da Câmara, sucessivamente,
tenham deixado praclufr a oportuni
dade de sua promulgação e publl
cação subseqüente.
Art. 3S. Compete ao Secretã
ria:
l. organizar o E'xpediente ~ a
Ordem do Dia,
II fazer a chamada doe Ve'rea
dores ao abrlr-sa a sessão e nas
ocasiões determinadas pelo Prasl
dante, anotande os comparecimentos
e as 6usênelas:
III ler a ata, as proposições e
demais papéis que d.evam sei: do
oonheo11nento da Casa,
IV ra.zer a tnserlo!io dos ora
dores na pauta dos trabalhos;
V redigir as atas, resumindo
os trabalhos da eessão e nssinando
as juntamente com o Presidente;
VI gerir a correspondência da
Csa, providenciando a expedição
cie oficio em geral e comunicados
lndivtduais aos Veree.dores: '
VII coadjuvar o Presidente na
dlreç!'i.o dos sarv!9os auxlllarea da
Câmara;
VII: certificar a frequênela dss
Vereadores, para o efelio <1e percep
gão da parte riavel da remunera
Qão;
IX: registl'ar.:Pm livro próprle,
os precedeotr;s firmados na aplicação
ô:o heglmento Iruerno, para a solução
de casos futuros,
X: manter, à disposição do Ple
nàrio, os textos legislativos de manu
selo mais frequente;
XI; manter em c&fre fechado as
atas lacradas de essõ?s secretas.
-
Capítulo II
DO PL .NJRlO
Art, 39 O PlenArlo 6 o órgo
deliberativo da CAmara, constituindo
s do conjnoto rios Vert• dor . 'tll
exercício cm local, torn e número
legal pr dellber:
$1.°,0loeal o recinto do sI
11ode o RÓ por motivo de for mnlor
o Plenrlo se reunir, por deelso
própria, em locnl diverso.
$ 2%, A forma legal par deli
rar é n o.
(:} :J". Núruor-o (! o quorum deter
ml:do na Constitulção Fderal, na
Lei de organização Munte!pul ou nes
to Regimento para reallzação das
sess02s e pura as de!Iberações.
§ 411_ Integra o Plentirlo o ,m
plonto ôo Vereador regularmonte coo
vocado, enquanto dure 11 uonvococão.
$ .°.No Integra o Flen4rto o
Presidente da CO.mnr-o, quando s o.
char em subslltul.;!ío oo Prefeito.
rt. 40 So atribuições do PI
nrlo
I: elaborar, com u portlclpaçl1o
do Prefeito, os Ms munlclpnlP;
Il: discutir e votur u proposta
orçamentórla;
lll: apreciar os vetos, rejeltan
d'O,CB ou montendo-os:
IV: e.ulotlzar. sob 11 torrou de
lei, observadas e.s restrições constan
tes dn Constituição e dn leglsluçüo ln
cldente, os. seguintes a toa e negócios
admlnlstrattvoa:
a) abertura de créditos adieto
n&le, Inclusive para atender a subven
çõea e auxlllos floanõelros;
b) operações de crédito:
e) aquisição onerosa de bens
Imóveis;
d l al!ena,;i!io e nneraçllo real
de bens Imóveis municipais;
e) concessão de serviço público;
f) concessü.o de çlrelto real de
bens Imóveis municipais;
g) flrmatura de consórclos Inter
muntoipais;
h) alteração da denminação de
próprios e logradouros públicos;
V: expedir denrt>tos leglslatl
vos quanto a assuo de sua com
petêncla privativa. not ·damerrte nos
casos de.
a) cassação do man fato do Pré
leito ou de Vereador;
b) aprovação ou rejeição das con
tas do Executivo;
c) concessão de lloença ao Pre!ei
to nos casos previstos em lei;
d) consentimento para ausentar
se o Prefeito do Mun!clpio por p1,a
ZQ superior a 15 { qulnzs) dias, por
necessidade ôln Administração;
o) atribuição de titulo de cidadão
honorário a possoas que, reconheci
damsnte, tenham prestado relevantes
serviços à. comunidade;
f) flxmção ot1 atualizaç-ão doa
subsídios do Prefeito e de verba de
reprensetação do Prefeito e do Vice
Prefelto;
g) constituição de Comissão Pro
6E:ssante;
h) conoiitulção àe Comissão Par
lamentar de Inqttértto;
1) delegação ao Prefeito pura ela
boração legislativa;
VI- expedir resoluções sobre
assuntos de sua ecanomta interna;
noPmalmente quanto aot! seguintes
assuntos:
a) alteração do Regimento Intes
DO;
b) destituição de membro da Mesa
c) coneassão de licença a Verea
dor, nos casos permitldos em lei;
d) fixação oa atualização de sub
silUos dos Vereadores e de verba de
representaQão do Presidente da Cã.
mara;
(Continua ns pzóxima E?1
EXTENSÃO DE REDE ELÉJ ICI P RI DISTRIT
Crlt1ulldo bndono em qe e0 0n
entram os dl»trlts da rego de Aqul
dana e Anatáelo, o deputado Io
botlo Orro (foto), relvlndlc•u. atra vês
do expediente apruvado a Asembló
Ia Leglsltivnu, a extenso da rede do
energia elétrica pru os dtetrltos de
Clpol!l.udrn, Cam)f!Ao, ~lrupulonga, Pai
melras e OolH Irmllot1.
Segundo o parlamentar opesl
elonleta falta do enerla elétrica.
etestee dtstrl!Gfl vem trazondo a estag
n119t10 do comércio e dus uttv,ldados 1
produtivas o determinando umu grun
de vaeno t'íluolar. Pura ele um gover
no rMlrnento preocupado com o ores
olmento homogéneo do Estado e com
o bem-eet111· du populuçllo deve dosen
volven um plano do uxpansllo du re
do do cnorgl11 elétrlou, tolotene, 01,1go
to, Agua onoauada e estrados p1m1 o
escoamento da produção.
• "0 que aaalstlmoe bojo. afirmou
ó um verdudelro pluuo de onganaçllo
o manipulaçlo du oplulllo pública, mo
vJdo por esquemas monstruooos de
propogonda. DuH vbroa quo o g-ovor
no dlvulgoJJ a reu.llzuç!lo espc-ramoe
Ora. Angela Maria C. de
Barros
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,Bela Vista - Mato Grossodo Sul
1
e prioritárias para mosse atado, m
•••••• •• que sua provação o! da
da [dependente de um plano de apll
eaç6o.
Para Roberto Oro o governo tem n
obrigação de apresentar com a máxl
ma argênela •m pl1no detalh11:1o de
uplleaçlo desta fortuna que, no f1■al
du coDtu 1erA paga pelo próprio po
To. O f&l9 doo Govern& nlo ter apre
sentado ainda este plano de oplleuçAo
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lom o& todos 011n111doe",
ASFALTO E'NTilB JARDIJII B
PORTO M.URTINHO
Orro tambóm fel setor da pre
poelçllo qne pede o asfalto da ootrada
qne liga a eldado de Jardim à Porto
Murttnho, nnmo. extenso.o aproximada
de 200 qullôme6ro&. Bnd,ercçada ao
Oonrnndor do Bs&ado ao Deraul e à
feeretarla de Intra-Eltn,,tura llegtoeal
e wbana.
O parlamenta, lembra que a H
bernQAo do pedltfo de tmpréettme de
USS S0 milhões de dólares traz para
a opostço a tanofa de oxiglr suo to
ai apltcaçío na oonotruçllo de rodo vi
Ivan Afonso da Costa
largues
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Causas. Cíveis. e Criminais
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Murtinho
Dr. Luiz Biberro OYiHllio
.MEDICO
Cardiologista
OrltfeàBdo o abaadoho a que
vem sondo elogada a oldade da Per
te .Murtlnho ''qae co■ta hoje cu,m
um prefeito completamente Incompe
tente o servil ao ditames do Gover110
Estadual" • de,11tado Roberto Orro
soUottou ao J11Unlstro da PreTldêncta
_Seelal ·a erlaç!o di' uma Agência do
IN'AMPS naquela eldade.
"Se todos sabsmos que o aten
~mento do INAMP8 nas csldades qae
oontam com Agno!a j e bastante
def,lcftârio podemos Imaginar o saori
1
.flcto e a penúria da pepu}eQtlo • <te
. Porto Mortinho para poder receber
ee beneflelos a que tem dJNlte,
que a Agênf!la mal• prl,x1ma,.
Ãquld&uana, esta mais de 360
.metros lltsmntes" - .afh:mou O
O parlamentar lembrou a
''que aqueles que nece11sltam t
serviços do lNAMPS, quer soja
simples atendimento médico o■o ~·
cobimento do salário apcsentader.
s!o e.brigados a arcar com ail ,ea
1
!ll8 de viagem. hospeda.gem e alta
taçllo, sendo que a maioria não po
sul recursos suftolentee para '!~
Especialista em • Cltnioo M6d1ca e Mostre em Csr&lop pela tJ F p R
Professor Assistonto do clf:nioa Métlluaft U P Ili S
,Doenças do Qo,ra~u e dos V.asos. freseão alta e suas
repercussões. Cardopatia Geriátrioa (Doença dos Flocos)
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Cido.argometria (Prova de Esforço), Eletrocardiografia Dhàuria. (OOliTBRJ
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de cimento, Terraplanagem, Desmatamento, Arela e Pedra
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Jo1é Calderan - ApGNddo .A S"'-·- p. I I
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ital pelo prazo de 15 (quinze) dias
pAril+on Brwm Ea«ohar. 0feial
0
,1,, 11••.•Í•lro ,1 .. Jml,,el~ d, , iritld,r
'roa de Jardim. Estado de Mato
111
do 1:lltl, ,,., P1irm"' ria J., i, te
"4Z SAHER aos que o preste
pu dele conhecimento tiverem, que
l",do com Lei Feder! número,
a I'9 de Drezm!ro dr 1979, pelo
O cr.UDE UI•. JAl!DIM•M . com série
E,'aa,ds d _Jardim. E+ado «e Mro
do tul, Inscrito no UGC no
j»9l/o0ol-?o, me foi requerido o He.
Matrícula do Loteamento denotra
jjIM AEIOPOHTO", devidamente
,,,,do pclu P·110fe1turn . Muoicipnl !oral
a do poder executivo de 23 de No.
, ;,
0
d• 1.981, couforme Proce«Mu o.o
ijl loteamento este elborado com
de ums árrn de terras com u área de
·j4,60 m, ndqutrlda em uma área mnior
g Ha», limitando-e em eu todo o
4II, com o Ministério du Aeronáutica;
~ (el111du Oruberr, LRS1E, Acro Clube
jartll111; OHBTE, com o R,111 Projetada
Dr. Fernando de
Freitas Elias
Médico • CRM 351
Clinko Médicn e Cirurgicu
Hu Guia Lopc, 826 - Fone 247
J)rlo
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Ruo: Rui DiHbosa, 2174 C/ Tcl . 383'..948
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Cyrio Falcao
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n ,, CI, O vidan te Hegi rda web mór •rn
2.9~7, fl• 12'.J L, ,r<J n.,, :J.[ l :li dara rlr
QM3/11/41, neta Com»ara de Jardi !,
Juntam@unte o o requerlneto do Heis.
troe Matrícula. forama ptesentados no
C'urúrl<> d Heri»tro Imobiliário, o Meusoril
[e,erftivo e o demais dorumtos eogído»
pelo rtio I} da rud Lei n.o 6.70, o lotes.
meto é composto de 0 oito) quadras com
um total de l49 cento e quresta e ove)
lote+ que erio posto n vada ao Público
rm geral para fs exclusivamente lteiden
eia, observado.ne para tanto, nos edifica
ç0e» Obras a ele relaciondo, toda pre»
cricões dos Podre Públicos, Avendas pre
vluta vtn o a prazo, no valor er tipu
ludo pe lnH pr.rre~. H para que níng'Uerrl a.1«:
gue iunornocíu. foi cxpedfdu o pre,eo1e i-d,
tl que BCrllo lixndo 110 lug(ir de co&tume Pú
blleundo-0 03 (tr») vezes e dias conecut!voa
no Jornal J,,cal. po<leudo ser op,,.;euiados
qu11lo1uer lmpugoaçlo deolrn do µrnrn de 15
(quinze) diu• 1 contur da dta du óhlu,a P<i
hlicaç.õo, Dado e po1&odo ne,rn cidudc e co
marca de Jardim, Eu.ado de MPto GroFso
do Sul, ao, '·lo" (dez) dias do és de De
zembro do ano de mil novecen101 e oltenUl
e um "I.98r', Eu. Edrnllaoa Brum EscoboP
Ollclnl do Hegislro de imóveis, a fiz da1llo
grnfar, subsoreTo e os1iuo.
Eru Tear.o da verdade
Edmil,on Brum Escobar
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O oficial do Begistrn de Imóveis
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Dra. Maria lzabel B. Bispo
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Nacionais e Internactonafs
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Bela Vista
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Ma.
Nova
O deputado Hben Fig iro
(Iolo) (t-'P M~) (l u:n dvll ptl::::ielrJ lg
net4rios da frente parlamentr neto
onlJEta que st sendo org.n!zada no
Congr 110 N,1c!ooal pelo (leput ido
IIornclo Ortlz (PllDB·lSP).
A frt>nte proclama qu,• 'O direi
to taallo11/vel da Noçllo Brot-lh,lra à
boberanla p<,)!11011 e econômlcn. fmpll
cito o pi oo Xbrclclo de nutodot~r
mlouçO.o", bem como aflrma que rnn
lata em favor de umu nova poli
tlca nnclono[, cujos mulnr s obJott
vos sno:
a) a mudança do slatemn mo
netAr1o, fluancclro e dv1 i.l11tema
produtl'vo agricoln e lndt1strlal;
b) o domlolo c11re!o do Il8t11
do sobro as riquezas onturnle, nota
damente nos setores ooerg6tlcoA e <!o
mhaerals estratégicos;
e} a efetiva execução do Esa
tuto d Terra e Lels Complementa
res em bendiclo do peqneno e méôlo
agrlcnltur;
1
d) o coo1role dae eor-poraçõeo
multlonclooals;
e) um novo rnodêlo de c1esen
vorvlmento iodustrial e urbano o de
justa distribuição .de renda:
f) a proteçllo e desit>nvolvlmen
lo do complexo clentlrlco e tecnoló
gko ora baaes autónomas msd1ante
o pleno o.polo ss Uolvcrllldadce e
Gentros de pesqulstrn:
g) o direito C:,,o po.rUclpuçio do
todo cl~adllo na vida poHtlcu e ut
doolsões econômlcas.
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''A Qualidade, o Bom Gosto e a Exelusividade"
Pies - BlsooUos - Bolachas UoDfettarla
"Atendemos encomendns para antversârlos e Casamentos"
Proibição de retenção de
documentos pessoais nas escolas
O Deputado Sergto Cruz, líder
do P:1D8, foi aotor de projeto de
Lei qae prolbe a retenção de orlgl
nais ou fotocópias de documentos
pessoais de Identificação de alunos,
nas Escolas !te 1° e 2° graus da reE!e
oficial ou autorizadas pelo Conselho
Estadual de Educaçãc,. Em sua just1
Ueatlvl¼ acentou aquele parlamentar
que a reLensão de tats documentos,
sejam orl~nalR ou rotocópias, é uma
exigência espec1almen'9 buro~ré.tlca,
que além de diJleultar a matricula
oe pessoas reconhecidamente caren
tes, representa um embaraço multo
grande nas pequenas localidades on
ele é lmposs1veJ 8> obteaçllo de totocó
pias, e o projeto visa d.esburocraU
zar o Ingresso a escola, descomp!leau
do o processo dA matricula, atual
mente um tanto penoso a quem nfio
dlbpõe de n'tlnhum recurso e pouoo
tempo.
Não deixe de colaborar com o
6il Marcos Saut
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Campo Orond0 MS Foi arwtoa
do dh<~ pp., pelo Governo do Estado,
utrnvM du l:focralà.1h1 .-Je Educoçllo e
Oullura, um conv8nlo oom ,,1 L('gllio
Ol'rudldrn de As+tt&neta LHA no va
Jor do J :!,4 mllhõeA de cruzeiros, cu
jo repute será efetuutlo em üuus par
celrrn visando atonder 110 pré-oeootur
e Of.l Ol'dChes OIIRUloo, que eto on
do Jmpl11ntadIui pela Seo,·otarlu de E
d11oaçllo 11 têm boda t.!HJJstêoolu e re
OUIBOIJ du LUA.
Curo eRtu convêolo, serão bene
fic11ld11R 8.0f-iO urluoçuR de 12 munloi
ptoB, quEi i;erilo ateudldas em regime
do 4 horas, As creches casulos rrnrl1o
tnloladoi; 1:m jun,.fro; o at.:rncler!lo Oil
munlclplos dti Caroµo O-rnnde, Aqui
uuu1:1oa, Corurnbn, Pon~u Porü, Coxlm
Novu A11dradlna, Dourado9, Ueln Vis
ta, Fó.tlmu do ::iul, f'oraooibH, Amam
bul e 'l', êe Lugol:lB.
PH.OJE1'0 CASULO
O Projeto Casulo, um programa
do nsslBtênofa ao Pi·é-8aoolar e Pro
arama Famlllar, p,·etende atender glo
baUzancio o pré eRcolar dentro do u
nlvono famllla-comunidade. Este ateu
dJmeuto iii,rà proceeEJado através de
apraveltnmento de rMursos humanos
mate,Jaio o equipamentos sociais dls
poo!voltl da oornuuldudo.
Dcstu fo1·mu, o Projeto Ca.sulo
numentrá o n(lrcero de vagas para
utrndlmeuw uo prê-o C()]llr, com ro
rluzh!O OUiltO op1-1r11clon!il, f;;glndo do
elevado ónus qul! acorrctu a orecbu
tradtelonl. Nu creches Casulos, ee
rüo beneflc'adas erlançu carentes d
ze110 el uno8 de ldadCJ, proporolo
oundo-lhcs ooocll,,:õel:l que favoreçam
o seu crescimento e deticovolvimento
uorrnols, prevlolndo 11ua marginaliza
ção, além de beneflctar a fumílla do
pró-ei;colar. vJsancto assegurar melbo
res condtçõeo Je Pduoaçfio e gurun
çu ecooômlco-soclal, mobfllzaodo o
oomunldude como um tono, de formo
que o meGma Aej11 oonscleotlzada da
lruportilnc1a du sua partlqlpuQão ofe
tiva.
ATENDIMENTO NAS CBEOHifo
Nas creches casulo, a crian
ças serilo atendidas com cuidados
nutrlolonals, aaslstAnola eduoaotooal,
atividades de lazEir, ouldadou médl
oo-odontológlcoo, ast1istlêo0la jorldlca
para a famllla, além de atendimento
nos clubes de mleo, gestnnteo e jo
vens, campanha de educaglo do bu
oo o desenvolvimento do grupos o
l!deranças comunltávlfl!l.
Pura Inserever, s erg0s
ôevorAo ser cnc:ifobf!dhs à Uold
dc11 Casalo multi próxlrou d. suu re
B!dênclo, s, rnutor-c>s loforn:rnçõos po
derão ser obtidas 1:1lravês dos <Jen
tros Sociais da LB.J.
O prnJeto mio fH'C•ocup -ue
ern criar nova perepe@tivas pi.ra n
farnllla carente quanto elevaeo de
6Ua l'eoda, na medida ero que ao
roões ou respousAvelo vlrflo u ter
maior dlspoolbllldudo parn c,.;eaul r
atividades lucrativos,
OUTROS CONVENIO
A Leghlo Brasileira de Assle
têncla 11e8lnou alnáu no dia, um se
(.?Uodo o o o v e n I o com o Oo
verno Pedro Pedroselan, através
do Fundo de Asslstencln SoclBl Sul
mabogrossenl'e, no valor de dois mi
lbões de cruzeiros, vhumdo ateuder
mais de quatro mll pessoas dentro
do CilubP d~ Mães jà Implantados pe
la primeira daroo do Estado, .iUarlu
A parecida ?edr<,sslan.
-- Com este convenlo - allr
mou Marlá h.pnrec1da Pedros0iau-, oo
Clubes cte:Mães já Implantados terlí.o
condlçõe1:1 de um atendimento pratl
aamente completo, pois jâ f.orneoe
4
ES
! hora« tá4
m pó, o nt ndtmento m~t1t • •
ré.iaial, que é tetto «,
Postos de Sde. tore«e,, "
dlUllOlC!UIOS puru Q'l') u Cri l'l (.
ça mals andável. e a _psru',
rA, com este eonvelu,'{ore,
todo o material par a cot,'
nxovats pars bebes, pon4,,
Iheres grAvli wet co4ta,"
tendtds desde o Míelo ,"
at6 o nasci@nto das erta@"?"
douglio de enxovls, a
Para o superintendente te
da Lego Bra+letra de 4swiw'
Aruaolbio 8untos f.illbo, "u 118 hi~,
deste!'. ooovôulos é óe extre11ta t
portânclR, pois dcetu foru1a nóa
seguiremos trabulhnr na tesa ]
de usslstnela do Estado, propenj
nando s famfllus carentes élh,'
condlçõeu de vida e, conseqüent
te, rnt1lorcs condlQõts financeira!'·
Legláo Bas1letra de Aseteei
rapassou este uno, par o atedia
lo ôa famtlla.s earentc,, em nn,
1
os oom o FASUL, Bducai,Ao e ,t1;
outros órg4os, recursos no rale
CrS. 49.7S::l,óíl0,9U . 1
1
a'
Vera Lucia Leite Medeiros gerência de
"~~lhor é serem dois do q•.re
um, por que têm melbor paga do
seu trabalho. Se um caiu o outro o
levanta. AI, porrm. do que eattver
só, porque, caindo, não huverá quem
o lavante". São palavras da Bíblia!
QuanJo os homens se unem,
tudo ftca malB simples. /. oooperati
va, por exemplo, existe para unir
pessoas com as mesmos objetivos.
Com a cooperativa, vooê vende me
lhor seus produtos e adquire oütros
bens de consumo por preços meno
res. Você consegue mata facilmente
multas ,:oi1:1as. Tudo se torna melhor.
Na cooperat·lva, você não está
só. V!lmos Imaginar e caso de um
pequeno agr1'eultor de foljão:
SC1zlnho, ele enfrenta tantas
<NflouJdades para vender, que acaba
entregandll o produto por qualquer
prego!
Mas, se ele esUver unlc~o a
outros agricultores de feijão, fozen
do junto!l uwi:i c-oope.-ativa, c.s • am
euldades !-ão bern menores. Juuóoa
ns cuoperat!vz, esses produtores
Cl?tuujam mais faoHmante qamlnhão
para toonsportar seus produtos. Nelu
os produtos são b.rnefiolados e clas
sificadoo.
Uniàos, eles afasllam o inter
mediárlo e conseguem preços mais
justos para seu produto. E todos
vão viver muito melhor. .
Existem vários tfpoa de coope
rativaa:
Cooperativas Agrícolas, de
Crédito, de Pesoa de Médicos e
Dentistas, de Leite, Escolares, Habi
taclonats e tantas outr1:1s.
E _muito fácil fazer uma eo
operatin. Só é preciso juntar 20
pessoas ou m·ats, que tenham o mes
mo objetivo.
E para formar uma cooperatl
f3 voe~ Mim o dpolo do Governo.
Ele pode jadar multo.
A aooperaUva é umu socleda
d3. Para começar a funcionar, é pne
ciso te!!' algum dlohetro. Po'r Isso, ca
da Aócfo oootribul com úm pouco.
Nlio é preefs() que todos ent-rem com
o ru8mo dinhelro. Cada um entra
com o que puder. Tudo que a ceope
retiva vai fazer é recebido pelos as
socladoa.
Goverrno
para a
Campo Grande, .MS - Foram
llberad10s dia 8 pp'. pelu Secretriria dA
Desenvolvimeato ociul do Goveruo
Ptldro Pedrosslan zeoure,og da ordc::m
1
d~ Cr0 10.606.827,00 à Seleta Secle
dada CariCaUvu e Hull!anhál'la do
Cumpo Grande BSCH, pura e com
plemeotação dag obras de implan-
talo do Centro Iategrado de Dosen
volvimento do Menoi.' CEDEM, com
vistas ao atendimento a menores em
sltuaç!lo irregular, através eo&1 nro
gramas Albergagem, Rasidêncitt,
ProfJsshmaUzaQ!lo a Trabalho, ,se
guudo informou aquela Secretaria
da Estado.
O repasse da referida verba é
decorrente de oonvênto firmado en
tre o Governo Pedro Pedrosstan
Secretarias de Desenvolvimemo So,
eia!, Planejamento. e Oot1rdeoação
Geral c a entidade beetlelada, de
vendo 000.rrer llb1:ração da outras
parcelas da orde-m de 0$ 21.213,655,eo
e de CrS 3.535.609,00 para os mes
moe objetivos.
Os eooperatlvlstas formam a
Assembléta Geral; esea assembléla
escolhe um Conselho Administrativo
que vai cuidar da cooperativa. Os só
oios indicP.JO também urn oonselho
Fiscal para verittcr os atos do Von
selho de A dminlstração, Observação
Importante: na cooperativa todas en
tmm e saem quando desejarem.
No sistema de coopsru.ttva ca
prof issionclização (Mobro,t
da sóclo tem direito 1:1 votar. lih)
Importando se a contribuição flua/
cetra fol maior ou menor. Todos
!galas. As declRões representam 1
voniade da malooo. Não é lmporll
te a raça. n rellgião ou o parUJ
elo assoclaóo. São sempre daaas li
formações maloree aos sócios. Cn.
3e vê, é simples formar uma coo]
ratlva.
libera Cr$ 10,6 milhões
seleta sociedade-ssch
Segundo informou a Secret::nla
de Desenvolvimento Social, o. libera
çfio doa recursos subsequentes a
l
prlm@ira pa1:cda ficarão eondteh.,na
dos a aprese:tução de contas ofo
rentes a Aplicação das parcela3 an'
ter1ores, obedecendo normas estabe
lealdas pela Fundação do. Bem-Estu
do Menor FUNABE:M.
Sergio
Bela Vista
Roberto Perondi
CAUSAS
DIRElTO AGRÁRIO
RIOS
ESCRITÓRIO Praça Álvaro
:Mascarenhas
CÍVEIS
l.NVENTÁ-
RI
si
O Regimento-Antonlo Joãe 1
RC, part1<1lpa ao seu Púb-llco ~ten
1
que r11t11lzará no amblto do aquarlt
lamento a solentclaE!e referente líl
''DIA DO RESERVISTA" na ql!ll -1!
rá cultnada a memoria d~ patrono ~
Serviço MU!ta.1 Ola vo Bllao; e ae
ini-Oiada a apresentação ãs rsr
tas, no eef'reote ano.
Dia 16 de dezemblla de 1981.1
Hora 07.00 horas
Loesl 10° RG
Por conseguinte, 102 RG €0N'
da aos rase;vistas da guarnlçle P
ra -virem abrllhantar cem sua preat
ça, a referida solenidade.
PI OESTE EXEMFM
CRS 15,00

