• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXI_Nº630_24_10_1982

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. ar
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Editor Chefe: IVALDO PEREIRA - Ano XI
t
A rospeito de matérlu inserida neste Jornal,
edlço de 18/9, Intitulada "CUIDADO: NÃO USE
O SEU TELEFONE", avisando aos usuários para
tomarem cuidado com as linhas cruzadas, sem fa­
lnr nos defeitos que ocorreram por mais de dez
dias, porta voz da empresa na região dlsso que
•tudo foi solucionado".
Segundo este porta vbz "os doleitos decorre­
mm mais por Inexperiência na ligação, e, também,
por pequenos problemas na central". Disse ainda
quo a direção da TELEMAT destacou um t,écnlco
especializado para atender dia e noite a centrnl
local.
Sollclto.ndo nos usuários que, quando houver
falhas ou defeitos, procurem a TELEMAT, este por­
ta voz disse que agora as. ligações Interurbanas e
locais estilo sendo feitas normalmente.
A edição da TF, com a critica fel ta à TELEMAT,
chegou até a alta direção da empresa o que não
é preciso ressaltarmos, pois este jomal é d1stribu1·
do para todos os Ministérios, Secretários, empresas
publicas, deputados, senadores, etc ... e esta dis­
trtbulção é feita com a finalidade do alertar as
nossas autoridades, quando houver problemas que
exigem pronta solução.
A PROPóSITO
A propóslto do problema telefones e TELE­
seu presidente, vereador OSVALDO TURINI, enviou
MAT, a Cmara Municipal de Bela Vista, através de
no Diretor-presidente da empresa corrcspondõncla,
abaixo transcrita:
SENHOR DIRETOR
Esta Càmara de Vereadores sente-se no dever
do levar no conhecimento de V.Sa. as anomalias
acontecidas constantemente no serviço telefônico
desta cidade.
As vezes, em aparelho que não atende chama­
dos por estar. enguiçado, outras vezes fatos de con­
tratar técnico que depende de Intervenções de fun­
ctonário especializado que atua na região ramal Pon­
tn-Porn, acontecendo de parnl!znr parcialmente o
• serviço e ligações por dias seguidos.
Certa ocasião esta CAmara a requerimento de
um dos vereadores, sollcltou providências sobre
idêntico caso que agora está acontecendo, sendo
solucionado tão.somente'com a comunicação de que
cabia a responsabilidade do técnico que trabalha
em Pontà.Porã. .
PREFEMIURS MUNICIPAL E
ELA VST - MS
viso
d / Prefeitura Municipal de Bela Vista, Estado
e fato Grosso do SUJ, através do Exmo .Sr. Pre­
""""o Municipal, Atonso DIon Nunes Leite, avisa
s contribuintes que tiverem com débitos para
"cofres Munlêipais. baseado na Lei Municipal
'd/82 de 29.9-82 em Artigo 1.°, fica isentado os
"Tribuintes que quitarem seus impostos, taxas,
d lllultas, juros. e correção monetária até o dia 30
e Outubro de 1982.
AFONSO DILON NUNES LEITE
Prefeito Municipal
Como essa µ.noma!Ja é prcjudlclal no público
como também n própria Telemut, vimos solicitar
a V.Sa. a possibilidade de destinar um técnico tam­
ém para Bela Vista, que finalmente merece essa
providência além de outros.
Certo da atenção que Idem dispensar ao nosso
podido aproveitamos a oportunidade para apreseo.
t.ur a V .Sa. os nossos protestos de estima e consi­
deração.
Atenciosamente: Osvaldo Turini (Presidente)
RESPOSTA DA TELEMAT
Senhor Presidente;
Com relação a solicitação de V .Sa. contida na
Oposição radical,
agressiva e irresponsável
Temos grandes amigos nos partidos da oposição,
no PMDB, PT, PDT e PIB, como os temos no PDS;
respeitamos as idéias alheias o n !lloso!la polit!ca de
cada um; a!!nn.l, estamos num regime democrático,
cm plena abertura. Para o politico, ser da oposição,
significa que ele não está satisfeito com o regime vi­
gente, o modêlo econônúco e deve ter alternativas e
sugestões para melhorar a situação. Assim entende­
mos OPOSIÇÃO.
Assistimos, durante esta semana, alguns conú­
clos do PMDB e do PT, ficamos abismados com as
acusações gratuitas, o ataque à pessoas, por parto
de alguns candidatos. Palavras como "ladrão, imo­
ral, gago, irresponsável, vale menos que um cachor­
ro, etc.", foram comuns nestes comícios. O baixo
nível de alguns cnndldntos da oposição, poderá pre­
judlcar o partido de homens Ilustres, íntegros e de­
centes como Wilson, Ramez, Figueiró, Orro e Sérgio
Cruz, pois estes homens quando criticam o fazem
com conhecimento de causa.
Interessante de se repetir o comentário de um
cidadão num destes comiclos - -no Partido dos
Trabalhadores só pode entrar TRABALHADOR, va­
gabundo não outro: "quem não trabalha, vive às
custas da familia, nunca fez nada pela cidade, não
tem idéias próprias e multo menos estrutura, não
pode pertencer ao PMDB".
" jraiecinents"
. Pelo presente agradeço a comunidade Belavis­
tense em geral, (Casas Comerciais, 10.° Regimento
de Cnvalnrln, Diretores, professores e funcionários,
Agências Bancárias, Distribuidora de Coca-Cola,
rtc.), pela dedicação de conjugação de esforços pa­
ra realização da festa da "Semana da Criança".
_ "Aconteceu graças a colaboração de todos e a
todos meu especial, Muito Obrigado!!!"
Profa. Zulmira Ossuna
Secretária Municipal de Educação.
correspondência datada de 28/9/82, encaminhai.a
ao Presidente desta Empresa, temos a satisfação de
informar que a TELEMAT, visando empre a pres
tação de melhores serviços aos teus usuários, esta
contratando um técnico para, em caráter perma­
nente, propiciar manutenção preventlva e corretiva
aos equipamentos Instalados nessa localidade,
Colocando nos ao inteiro dispor para quaisquer
outros esclarecimentos julgados necessários subs
crevemno-nos,
ot.eoclosament.c,
rRICO CURT HOEPER
Diretor Técnico Operacional.
[ GOVERDGR O
! ROTRY EM EIR VII
O governador do Rotary Clube, Distrito 447,
Arnaldo Santos Vieira, estará 3a. feira nesta c!da­
de, em companhia de sua esposa, Sra. Neiva do.;
Santos, participando de um jantar !estivo nos sa­
lões do Grêmio Pedro Rufino, e reuniões com os
rotarianos debatendo assuntos atinentes ao clube
de serviço.
Os associados do Rotary Clube de Pela Vista
estão empenhados na construção ela rede própria,
e já se preparando para realizar o Natal das crian
ças carentes, segundo informações. O ROTARY é
uma instituJção que tem como lema o SERVIR.
abrangendo acima de tudo O COMPANHEIRISMO
e a valorização das profissões. E apolltlco e reali
zam constantemente campanhas de mbito filan
trópico beneficiando a comunidade.
O governador do Distrito 447, Arnaldo Santos
Vieira, é de Araçatuba, SP, sede da região que en
globa o Rotary de Bela Vista. O atual presfdenú'
do Rotary Club de Bela Vista é o empresário Mario
Varga.s.
Oração
Espírito
ao Divino
Santo
Te--Vi). Esta patrulha atenderá também os demais
chacareiros da periferia.
As máquinas a serem utilizadas são de proprie­
dade da Prefeitura, e esta contará com o auxilio da
EMPAER, sempre que for necessário, para que o
programa de trabalho, alicerçado em bases racio­
nais, tenho o êxito esperado nas colhei tas, finalida­
de única de qualquer iniciativa de caráter coletivo
nesse ramo. •
Louvável iniciativa de Afonso Dillon Nunes Lei-
Espírito Santo você me esclarece tudo que Ilu­
mina todos os caminhos para que eu atinja o meu
ldeal você que me dá o dom divino de perdoar e
esquecer o mal que me fazem; e que todos os ins­
tantes de minha rida está comigo eu quero neste
curto diálogo agradecer-lhe por tudo e confirmar
mais uma vez que eu nunca quero me separar de
você por maior que seja a ilusão material não se­
rá o minimo da vontade que sinto de um dia estar
com você e todos os meus irmãos na gl6ria Perpé
tua. Obrigada mais uma vez ( a pessoa deverá Lazer
esta oração 3 dias seguidos sem fazer o pedido.
Dentro de 3 dias será alcançada a graça por mais
dl.ficil que seja) publicar assim que receber a graça.
NICE DA COSTA MIRANDA
PREFEITO CRIA PATRULHAS AGR!COLAS MECANIZADAS
_ O prefeito Afonso DiIlon Nunes Leite, quan­
,2h,p}",g s casta do iseceiriso. disse que a sua
• tração seria voltada para os reais interes­
~Jº povo, atendendo dentro do possível as rei­
po cnções dos menos favorecidos, isto sem optar
r uma politica populista. É o que tem feito.
, _isando incentivar a agricultura no município,
d btetudo os pequenos agricultores, o prefeito vem
e criar, após aprovação da Câmara Municipal,·
uma patrulha mecanizada para atender os agricul- .
tores do bairro 'Nossa-senhora de Fátima (Nunca-
te, que vem desenvolvendo bom trabalho !rente a
Prefeitura, não só reorganizando a sistemática in­
terna, como enfocando de maneira dinâmica asprio­
pdaões do munlcfplo.
Contando com auxiliares competentes. homem
ncostumado a trabalhar em equipe, sem dúvida. al­
Fuma dentro dos próximos anos, Dilon poderá nu­
dar o aspecto de Bela Vista. pois Já provou ser um
dinâmico administrador. Merece o voto de confian
ça do povo belavistense.
l(

TRIHUNA DA HONTYIA
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l'
{
A PEDIDO
Para Beta Estala!
Ely de Araujo Barbosa
l - Nascido em Minas Gemls;
2 - Médico formado na faculdade de medicina e cirurgia do
Ria de Janeiro;
3 - Militar de Carreiro da Reservu de Primeira Classe;
4 - Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões;
5 - Escritor Premindo pela Unlversldnde Federal de Jl.1ato
Grosso do Sul;
6 - Jornalista Prorlsslonal; .
7 - Vereador mais votado no pleito de 1976;
8 - IJder de Bancada na Cümara de Vereadores·
9 - Presidente da CAmara de Vereadores em 1977 :i. 1979·
10 - Prefeito Nomeado no período de 1979, fastando-se em
ma.lo de 1982, para Cnndldat:i.r-se 2. Deputado Estadual
' l pelo PDS, represent:mdo o Sudoeste;
.11 - Residente em Bela Vista desde 1957.
1
Tribuna da Fronteira
<Fundado em 20/2/1972)
CGCMP15.513.203/0001
- Registro no Cartório de Títulos e
Documentos n.º 35 _
Diretor-Responsável: Ivaldo Pereira.
(Jornalista Profissional. Matrícula
• .MTPS n.
0
140) 1
.Administração, Redação e Parque Gráfico
- SEDE PROPRIA- .
Rua da República s/n . Bela Vista
Fone: (067) 439-1410 _ Caba!. Po ~ ~
D!reGerent.orn: Maria Estela Ve!asquez :ereira
te: Gilson Silva Santos
Depto. Circulação: M:uilcia Pucheta
REDATOR-CREPE: Ivaldo Pereira
REPORTAGENS: Afonso Marin
ASSINATURAS
Bela Vista: anual
Demais Mun!ci Ios • • • • • • • • • • • 2.000,00
FUNDA}.'..... 4000.00
v si» c#%e,3r. .
Jornais L vlstense de
Representação s.
Janeiro: TABULA VE1 ° ~ulo e Rio de
ICAçió s/c Ln,"Uo s DE corU-
Rua 7 de Abril, 282 - 5.º Andar
d." =±iss c zssss
ADJORI e ABRAJORI
FUNERÁRIA
bom Jesus
de
An:i.lr Vleh::i Soares
Servi Gerente Neres
raros #RR,2;geme
Catos s TA irRcA.
caro.. •. Pz? e Iro
««, umnu!os e cape _
Qualquer melhoram ~. elas SJ.mples e luxo
Cem±rio e s6'?g cm ta±nulos ±o
,a cs& i i,ç> osso 4
em trente aso ine gg "PS s/
E vir.,$g"ris
1

TRIUNA MA FPONTEIRA
REPUBLICA FEIFRATIVA DO ERASIL
OMAICA DE MELA VITA
É4tal te 1a
ESTADO D MTO GRO--0 1O L.
( ':' nT() 111 O J L.DI C. I.L
cvn o rzz te Z (ut y 4«s - Resumi: t. 155.li cu4t:p
O Doutor JONAS DOS SANTOS PI.LLICIONI, GUARESMA contra OLINDO GUARESMA. r.o '! ! Juiz que e o preste dr d, ( J.· : ,·: 1
Juiz de Direito da Comarca de Dela VIsta, Estudo foi d e f e ri d a a e x p e d iç ã o dest e , para a cita«o (l tb do e r or tora d a La l ] l . . .. ) e p
de Mto Grosso do {Sul, na forma da Iel, etc... 0LINDO GUARESMA AALIA MENDONÇA, p ado r tac c e rede M vi a, ±tdo
FAZ SABER a todos quo o ptecnt Edital vi. ra contestar, querendo, no prazo de 20 (Vi:1t,{>) d.as d M.to G,« !» ,· l, . 1 .te e d.s a s do
rPlll ou dele conhcclrramlo t111crr•m, que perante a ação, tudo em conformidade e despacho de fs. més d 'mbso do ano d r .. : :in, . 111, ,
,st.c Julzo o Cartório Judklal, rn procc.•.,am os Au- 1 dor,: utos. l';;.o co~1!.c<"t..'ld-:i a :ic:.5.o, N:l pn um1r::.0 1 >:·~1, t:••1-1. 111. P-.<lrn ,_-, .. : ,> 1:1 ~.:1.1,
tos de n.º 120/01, de ANULAÇAO DE CASA.1llEN. ;iC(;ltos os fatos articulado': na intcia!. E para que Jairs!, o dtulografet
TO, CUMULADA COM SEPAMÇAO JUDICIAL E cher,uc ru,) COJ1.heclmtnto dos intressudos e nun- Dr.Jos dos ntos I!!rord
ALIMENTOS, rcquorlda por CELACJA MAIUA · uém possa alegar Agnorinc!a, deter !nou o M M. - Juiz de D.r {o ---
,< n,:.o
- .!l.-.fi( <.1: ll . -
Edital de C,itaçã.o com o p
1 azo de de 20 (Vinte) dias - Tesum:do- Art.
O Doutor Jonas dos Santos Pe!Ucionl, Julz de 1 !oi deferido a expedição deste, para CITAMO de
Direito da comarca do Dela Vista, Esludo de Mnto MIGUEL JUSTINO MACIEL, pnm con!etnr a
orosso do Sul, na forma da lei, ele,,. /çilo, querendo, no prazo de 20 (vinte) à!:is, tudo
FAZ SABEI·t a todos que o presento Edital vi- cm conformldade e despacho de Ils. dos Autos. Não
rem ou delo conhoclmento Uvcrcrn, que pcrn.nte es- cont.estmla a Aç-Jo, se presumimo ncellos os !ntos
te Juiw e Cartório Judlclnt, i;e processam os Autos :i.rt!culndos na Jnlclnl. E para que cheue ao conhc-
de n.
0
210/82, de DIVÓRCIO JUDICIAL NÃO CON- cimento dos interessados e ninguém possa alegar
SENSUAL, requerido por LUCIANA PAIVA MA- Ignorância, determinou o J1M, Juiz quo se cxpedis-
CIEL contra seu marido Mlr:uel J. Mn.c!el, no qual
155, II do código cproere--o civil
se o presente Edital, que será publicado e afado
na forma da L! Dado e passado nesta cidade e
Comarca de Bela Vista Ltado de M..to Groo do
Sul, aos vinte o tr'» dias do ms de setembro do
«no de mil novecentos e oitenta e dois, Eu, Pedro
Vergdlio da Silva, Escrivão Judicial, o datilografe!
na. JON'AS DOS SANTOS PELLICIONI
- Juiz de D1rcu.o -
Ed,tol de citação com o prazo de 20( vinte dias) resumido ort. 155 li do código de proc. civil
O Doutor Jonns dos Santos Pclllcioni, Juiz de CO, no qual foi deferido n cxpediçfio, deste, pam se o preste Edital, que será publicado e a!lado
Olrolto dn comarca de Bela Visto, Estado de Mato CITAÇÃO de ANANIAS FRANCO, paro contest.nr na forma ca Let. Dndo e passado nesta cldade e Co
Grosso do Sul, na forma dn lei ele.,, n Açã.o, querendo, no prazo de 20 (vinte) dias, tudo marca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do
FAZ SABER a todos que o presente Edital vi- em conformidade e deSpacho de !Is. d_os Autos. N:í.o Sul. nos vinte o trts dias do m('~ de se.lembro fio
rcm ou dele conhecimento tiverem, que perante contestada a Ação, se presumirão aceitos os fatos :>no dC' mil novecentos e oitC'nla e dois. L'n, Pt'Clro
este Juiw e Cartório Judlc!al, se processam os Au- 1 articulados na Inicial. É para que chegue ao conhe- Vergillo c!:i Silva. Escrivão Judlcbl, o dnt,h·'.l'~Ci
tos de n° 213/82, de Separação Judicial não Con• cimento dos Interessados e ninguém possa alegar DR. JONAS DOS SAJl."TOS PELLICTONI
sensunl, requerida por SANTA ELIZA FERNAN- ignorância, determinou o MM. Juiz que se expedis• - Juiz de DireJto -
DES FRANCO contra seu mnrldo, ANANIAS FRAN- d
E3SE-P E
DO e DJDATOS a
Ê notório o processo Individual empregado po­
la maioria de cnnd.ldatos a vereodor do Partido da
situação, o PDS.
Nos últimos dlas de Setembro o Diretório Mu­
nicipal escolheu a sua comissão de propaganda, es­
perando-se que daqui para a frente haja um regime
de disciplina na propaganda partidária e dos cnn-
dldntos. 1
Entrementes essa d.l.sposlçã.o de regularizar em '
dias certos para os pequenos oomlclos nos bairros
e os grandes, na cidade, os candidatos se dispõem
a aproyoltarcm os dias vagos para fazerem os seus
~
~~
$
t
~
'
1,
'
'
..-:
e
ajuntamentos em pontos determinados, visando ti­
rar o maior proveito para cada um deles, que pre­
tendem ser eleitos com grande votação, na persua,.
ção de colherem os frutos do seu trabalho cil!lcil.
O esforço é grnnde, disso resultando a vitória
do PDS que sem dú'lda ncnhwna, é maioria no
municlpio de Bela Vista e seu eleitorado bem arre­
glmenlado. É grande a manifestação de simpatia
a candidntos do PDS desde o primeiro mnndntá.rio,
o governador, vice-governador, senadores, depu­
tados federais, estaduais e vereodores.
Nota-se pcrfeitrunente a simpatia ao candidnt.o
·'
"
rara
a pedido
Vereador
ROSSEVELTE LINO GARCIA
PMDB - N.º 5609
A HORA É AGORA, VAMOS MUDAR"
Nova mentalidade à serviço do progresso belavis-­
tcn<e p da justiça social".
-- BELA VISTA -
A peciiiiõ
VOTE NOS CANDIDATOS DO PMDB
Para Vereador (Dela Vista)
Ildefonso Pinhelro, RIerdo Melo, Antonio Eduardo Nunes Rendon, VItor
Vlelre, Marcelo Calvno, Alcldes Fernandes da Silve, Nestor Alcides A1toada.
lesto' iahetro, lacto Rngo Pereira Gonçalves. Luiz Crlos Rodrigues A9vDe.
DArto Miranda 'Marlo Ratmuodo Rojas, Jul1do Godoy, Clovls Pim Rosa, osse­
WelteLtno Garcia ,.
-
"É Preciso Mudar"
---------------
N IR
Riso
que será o Governa.dor; o que positivamente será
eleito para Senador da República e o Deputado já
considerado eleito para a .Assembléia dado o seu
!onnidável exército de eleitores por todo Sul do
Estado, o mesmo dlzendo do que irreversivelmen­
te será reeleito para a Câma.ra dos Deputados, pois
tem quartel general em todos os munlcfplos suli­
nos de grande concentração eleitoral.
Agora, quanto aos candidatos a vereador, é cer­
to que alguns sobrarão, mas estão trabalhando
para a vitória dos companheiros que têm mais en
trosamento politlco eleitoral, bem como aqueles
que possuem mais cultura e traquejo.
Na última eleição de 1976 o PDS (antiga Are ­
na) fez elegerem-se (7) sete vereadores dos nove
(9) que lotam a Câmara, cabendo dois ao MDB
quando al.nda o regime constituia-se do bl-partlda­
rlsmo.
Em 1980, um vereador do PMDB engajou nas
fileiras do PDS.
Nas eleições de Nm-cmbro próximo, com toda
prev!s:io cautelosa. em virtude da organização em
Bela Vista dos diretórios mwúc:!pals dos PDT e PT.
ainda é mt.1to favorável a oportunidade do PDS
conseguir a eleição .de (6) seis vereadores, no mf.
nimo, com mais otimismo até os 7 como da vez
passada, visto que os partidos recém-Instalados não
possuem expressão eleitoral, podendo, no máximo
!azer um vereador, se conseguir um deles.
Aí está a previ.sã.o dos acontecimentos a 15 de
Novembro vindouro. Até lá, muita água vai pas­
sar do canal, mas os vereadores do PDS não brin­
cam em serviço, estão apostando e tacam lenha
na fogueira para -Crem a vitória sair com espeta­
cular margem de votos, mesmo que alguns deles
sofram derrota, do que se conclue que são todos
invetcradcs otimistas e crem na força do seu Par­
tido.
PARA
A PEDIDO
VEREADOR
r .
O s1O
1606 -
Acioly
PS)
l(

Estarrectdo, traumatizado, o povo brasileiro
lomnu <;.0nl!r•('!n,r11lo do qu<: o Juiz do Direito GerJ­
val Matias mandou soltar os acusados do assassl­
nato do Procurador Pedro Jorge, em Recife.
O cavo da mandioca, como se tabe, revelou-se
wer um dos grandes escândalos que têm tordo o
JJ:mco do Dmr.ll uma dus 1!:rnndcs vítimas da cor­
rupçiío tuplnlqulm.
Vitima, um prhnclro l111xnr, porquo, -salvos rn-­
rns ocrL~!õcs, si,o 111:cnt.es sous que, cm mlsturn com
ratos de colarinho branco, tomam o trnmblquo
posslvcl.
Vitima, cm ser,undo lur:nr, porque, salvo em
mrns ocnslÕl•s, sc11s projufaos são vultuosos e, e
ralmcntc, sem retomo.
Neste caso, que velo n furo em uma cidade do
2a. catci:orlr1 cio Eslndo d.e Pernambuco, o alcance
rol de cercn do Cr$ 2 bllhões, e o que se deseja sa­
ber é o seguinte:
n) Qunl n 1L!tn autoridade do Banco do Bra­
sil que autorizou ns "operações";
b) Qunls os polll!cos do PDS (Executivo e Le­
i:ls!Allvo) que empregaram o tnillco de ,inrluêncla
para a concessão dos empréstimos;
e) Idem, idem, para afastar o Procurador Pe­
dro Jore do proso e que acabou assassinado,
conforme ameaças recebidas;
d) Qual foi o resultado dos Inquéritos e quais
o, riroccs.sos movidos contrn os f!'l,.cndrlros quo
lesaram o fr:rndamm o Banco do Dru.:,ll.
Dornn1 SarnplllO, ndvon.ido, declarou, a Ululo
pessoal:
"0 aparelho estatal talhou; ou de foi lncorup('.
tente para Investigar o crbnc ou agiu, dr-llbcruda­
mente, procurando encobrir 011 "''rdlldelroi culpa­
dos•.
De duas uma, ou incompetência ou má fé.
Teria o Juiz errado?
Se, por motivos que ningutm conhece, o Juiz
resolveu usar do arbltrlo que u lei lhe concede para
negar a evidência, caberá no Tribunal Fedem! de
Recursos corrigir a decisão do referido Juiz.
Els a!, portanto, um resumo, com alguns co­
mentários, de um editorial da PSP, 10/10/82, de
autoria do Jornalista JF, de Recue.
DI Plt'ro
Ferrv - Ctil - Cimento - Madetns - Cunos
Caixas D'àgua - Telhas Eterntt
Tlot.ae - manilhas - Lageotaa
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o ]
Para Deputado Federal
SUL€ QEEIIGz
M 125. PS
Inteligência e capacidade de
trabalho a .s,erviço da região
Se formos o Dlonárto do saudoso M stte
Aré!io, ele dirá obre o verbete
Castima D "e o" ma!s "iro") S M
1.Aceu' ço ; uva d idesas, doutrinaçao ou prtn
ipis. 2. Obedine.a letra da li ou apeo for.
ma!Istco i Jurisprudncta dos triburals. A. Expo
içüo de preceitos corais ou juridicos por mio
de problcm:1.5 corrcnt.cs".
Pois, pois!...
O verbete, e Lso pode acontecer na vda da
qualquer um, ganhou mais um significado emn
tuco, significado este que forçosamente constará da
nova rdlç:lo do Dlclon:'irlo.
Por casuísmo, hoje, 0s políticos da 0posição
englobam todas as medidas -éticas (em escrupu­
los), adotüd:is, dentro da lei, o fazendo se-s tor­
nar )els, para resolver o sério proble:ra-i que rc,.i!­
t.a do !ato, lndlscutível, de que u popul:içjo brr. .!­
leira, em sua matoría, nunca formou ao lado dos
Governos Rcvo!udon1rios e isto ncontcct.'u por n
zões politlcas e, prlncip::ümente, em virtude de r .
zóes econôm.lcus. Exemplo: o arrocho salarial ps­
ra permitir que o bolo crescesse, mtlgica do D U1r.i.
Cndé o bo!o?
O primeiro choque-surpresa, de envergadura e
de alta voltagem, resultou da: eleição direta para
Govemndor na Guanabara com a vitória do saudo.
so Negrão de Lima e, em J'.lllnaS, de Israel Pinheiro.
Dele resultou o primeiro C!.ISUlsmo violento:
o AI-2, a prorrogação do mandnto do saudoso Ma,
rechal Castelo Branco, a cllssoluçúo dos partidos po­
llllcos e as ele1çoes incllretas para Presidenta d..
República e para Governadores dos Est:.ulos.
A eleição direta para Presidente da: Repúbl!C11
resultaria na vitória do ca.rlos Lacerda ou de Jus­
cellno Kubstchek, hipóteses que dcsogradavnm os
donos do poder.
Sendo assim, não seria exngero d!zcr-se que o
eleitorado verde-amarelo desceu à condlçúo de ln•
dlo niio emancipado, politicamente, pois evidencb­
:vn,-se ntravés da legislação eleitoral que:
a) não sabe escolher e pior ainda
b) nã.o sabe votar. ' •
A seguir, segundo nossa imaglnaçi!o criadora,
os donos do poder entraram em negociações com
polit!cos ambiciosos (ll maioria) desses que se co­
locam, em virtude de seus Interesses acima do
bem público e delas resultaram o seguinte esquema.:
1 - Os Revolucionários de 1A. categorln "ocup:>­
rl.am" o Governo Federal
2 - Os Revolucfonirios de 2a. categorln "ocup:>­
rlam" os.Governos Estadual,;.
3 - Ao povo restaria, apenas, o direito de es
colher os seus Prere!t-0s, nus não nas cld.ides d,l
Faixa da Fronte!=, Estinc.los Mlneral.s e outr:u
tantas.
Um "'chuá", uma· autêntlca gostosura e nss:m. )
inaugurava-se, em virtude outros Atos Instituc:o- 1
nals o que se convencionou chamar de "'O Estado
Novo da UDN".
O . ruim disso tudo é que lideres oUtl­
cos toram massacrados", outros momn,{_ e
nao se culdou de formar novas lideran ,
mero su!lclente à demanda. ça.s cm nu
a,, ,",,",",pgg l«torai couta reotrcao ss
~ çada guns propnetános de Mordomias I!lll5
nao Nação, como se pode Presumir da •
riclltante situação económlco-.fin nossa pe
sa brilhante ln!lação e alto custo ~ce~pela ncs-
Dl P!ero
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rara/eptado Esta; a
Roberto Ürro
5101 PMCB 1
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•rn rm;N A DÁ mm rn::m.A
É HOI DE
PLANTAR BEM
PARA GANHAR.
Chl)go,1 a hora do ~l;;nt.,;r wclo o qua 1-0Cô pudor. Ou,mro 'f-;...:--. - , ,., Ganhe na nxluçlío do sou ip0ta.
m1,or o sua prodvrMdada. m.1,s v.intogcns o ~uiJ /Jvour,1 wm ,/ .. Pl..1ntü m:;.; .1gorJ r,JrJ ci~OO<S p,1gsr rnonc:: ITR. pelo iiprovcl-
no lm,,nciamcnto. ro cothoiw o n,1 cornorcazuão Ve;ao ,f' tamnto da terras ocas
Ganha flJI slmpl,'cldllda do <:ndito Rural. Ganha no Prohr e no Provárreu.
Ela ficou mais fócil o róp,da A papo/ada U1m111,11u Com mu .. , ,5, f'.l)r ,lVC'i!a o q• ,.1n10 ,m!.,;:; as /:ic,,,d.uJ<::: dos progr.:irr,:is
menos documonros. vocli con:;eguo e, trancamento qoa % , notar de !111.Jnc. 1m-.,n10 p.1,,11rr,g.,ç1Jo e pJra o plantkJ cm
suol8VOUrDprecisa. ti,~ / v..,,,,v:...of'rr;/,,1,.:nf'rr-;rJt✓•. 1,;, Comru::.o;;.umcnrod:J~ua
Ganhe na sogunnça. • ~~ cjl produt'V'<IJc/,1 ,: ,,,,,r::, E do ,CJ lucro r.;mbún
O cusro,o de sua planraçi)o rom soquro totol amrr,1 c..s 111.pr, • . ~1'' G:,nha com todn a certeza.
vrsros doci,ma. Planroironqutlo. N,1 hom d.1 C(,lho • 1 1cd• r, ,,, e & _, , Voc(j r,-om tudo m, m ioi,;irJ c<,:.sc•~u·ro1>:r., 9r.Jnd1Hnfm.
um bom proço mlnimo gorontKio polo Gov<'mo 11 c;;m-,,do ,, • l".'.!r::;;u bem g,1nt:ou
mensalmente pelo I.NP C -- lndco Maconwl de Fsçao
C':'.5urnit,,-;-. ·-_·., .<".',/ 1 ,.,_ "' •
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I ITiF'" Para Senador
ITALIVIO COELHO
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Para Deputa.do Feder.ü
SAULO QUEIROZ
N.º 105 - PDS
Para Deputado Federal
SlmGIO atlJZ
N.
0
302 - Pl1DB
-HDTfL NOVO CBIÇIRIS-

de - Walter Rodrigues
Continuação do seu Jar em Perto fvurlinho Atende-se dia e noite
A c:asa do Turista na Fronteira. -n= ente: Inauguração de Modema Lanchoode"
Rua Dr. CÓrrêa, U9 - Porto Murtlnho - MS [! 1,
lc

l
Mplu {Canalililat:
Escrilória
SOARES & SOARH
Contabllldaden em gerl, declara­
ções lJt., S,nlço• de fotoc0plae.
Itun Coronel Kebu4 s/n
Bentto M.
PARA VEREADOR'
JULLAO GOIOY
PMDI -- 5607
Id
;,,~
0
- Hnnr;J.(lt.'. - ?;u-li.c!pnç.lo
Trata!ho-- ea:;s..
nJUAO GODOY -- N 507
VOTE CERTO
BELA VlS1'A
.!
PREÇO D
KX&YPLAJ
CHI 20.00
A pedido P]
Vote cm quem já mostrou que
sabe trabalhar por sua cidade
. -.--4
'
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N.o 1605
( BBl:.A VISTA)
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E EM! 1S DE ASEMEI
no Dr. Murono
Implnntou o Posto de Saüde em Bela Vlstn.
1
Lel do Fomento Agro-pecu:irlo.
Legalizou o Gináslo da Campanha Educandá­
rio Gratuito como o único professor registrado
na ocas!flo.
Fundador e Diretor durante 15 anos (sem ven-
1
cimentos) ela Escola de Cont:nbilldnde Joaquim
Murtinho. - _ .
Criou o nrm:izém reembolsável da Associação ,
Rural que deu origem o.o S!.ruilco.to Rural de Bela Vote no Dr. Murano. ajude Bela Vista a Ajudar Você
Vista, presidente 4 VC7.eS. N.º l.613 - PDS
---------------:---------'
Criou o Clube de Mães.
Vereador por cinco Legislaturas.
Presidente da Câmara, prefeito em Exercício
durante sete meses.
Presidente do Hospital São Vicente de Pnula
duns vezes.
EXPERIENCIA - INTEGRIDADE
CAPACIDADE DE TRABALHO
fia VEREAR
Ansslmo Lopes - PDS
para
t
e;;
l

orais da Rele Bel#viste.s jattitiy aram o'
São Joc;é dos Campos recebeu mais
Teso (a ftajnri
de 3C0 diretores
PRESIDENTE FIGUEIREDO DISSE QUE IMPRENSA DO INTERIOR MOIRA A REALIDADE DE T ODAS AS COM H;ADES DO PAIS
O resldente João Piueiredo, ncompanhado ovemno do Extado. Ele chegou s Ih1m e foi re- l eem as ratanttas do seu livre exercrto no Its. So
,j Iubns Ludwig, Ibrahin A!Ackel, ce!ido pelos presidentes da Com!so Orn47dora no vê qum no de;e trtlhr os carinhos qu
E,";{";~k tio de íreu, o4vdo de Me do centro comuns4ro Jardim sai4e, tomes An tu5!4lrto no vntdo da dnor»tio e ds co
, e caros Átila, participou no último dia II Lnlo Marcondes, e da Associação braile!r de Jr- c6rd±a.
?__ n so Jo6 dos Campos, do encerra- rals do Interior ABRAJORD), Márlo Gusm.o An- ±essencial, porem, que a hberdde da 1mpren
""""""""";{',resso de Jornais do Interior. o s da solenidade, Fruetredo v1s40u um copos!ç0 a e e retdi' com áiío tudo de reponsvu
mento " j +lido no dla II de outubro, com estatística sobre as atitdades oc!ais e desportlvas dade ,respe:to por nossos valores, e obed:n.a ao
opresso [oi IniCLtt " " ») " , itq d, fe
"TC, dos trabalhos da diretoria da ABRAJORI e do SESC e descerrou duas placas alusivas sua princípios da ca da informação.
inlc ~ união da Diretoria ela ABRAJORI com visita., Formulo votos para que vossos debates sejam pro
no d"",',, dn ADJORIS estaduls, para final- SAUDAÇAO Icuos, possa cóntt:biir par o fortalecimento dos
0
8 P""""",'' cor gesso, no dla 9 de outubro. Na solenidade, ele to! saudado pelo presidente :4os fitados A Abrafort e dar destaque a0 papel
mente b 1r o """[,já sum importAncla para da Abra)or, que expllcou que o congresso reuniu que desempenham cm nossa sociedade. Multo o!ir
Este congresso ' p ado: ado"
o fortalecimento ainda maior dos jomais do inte- representantes de mais 400 Jornais de 17 ,-..,w s ., •
lior. quando ficou p11!.cnte a un.lã.o da clnsso, n pre- a lembrou que, dos 2.020 Jornais do interior de to
k d 11 457 ~- 6 1 d Ab Jort roprescntnn- JO'RNAL llliS1'JWl1F.NTO Ili<: MA.11KETIM.i sença mciça de publicitários e homens de mar e- o o Brasl., a0 soc1os la ra :
ting ele várias capitais brnsllelms, nsslm como re do umn tiragem global de 2.446.000 exemplares.
1
presentantes dns principais agêncuis e .mais do 300 Mú.J lo Gusmão falou também do apreço do pre-
diretores de Jornais. s!dente Figueiredo à causa da imprensa e citou co-
Os munJclpios do JAJtDlll, GUIA LOPES DA mo exemplo o recente atenctimento a uma antiga
LAGUNA, IONITO, P. MURTINHO, BELA VISTA rclvlndlcação cln categoria, permitindo 11 import.nçúo
e ANTONIO JOAO estiveram representados no de máquinas e impressoras, com mais de doze anos
CONGRESSO através dos jornais Correlo Jardinen- de uso, para melhor ,equipar os pequenos e mécUos
se, O Lapunense, Jornal de Bonito, Tribuna da Fron- jornais brnsUelros.
leira, Tribuna Murtlnhense e Jornal de Antonio ' Em seguida, o governador José Marta Martn
.~oilo, com a presença de GIJ.SON SILVA SANTOS n!lrmou esperar que o congresso contribua efetiva-
e «A F o NsO MAR I N», que partlclparnm de mente para o cwnprlmento de todos os seus obje-
todas ns reunJões e mantiveram contatos com as al- Uvos e, em especial, para que os Jornais do interior
, Las nutoridades presentes no conclave. Os Jorna.ls de todo o Drasll sejam instrumentos da verdade.
da REDE DELA VISTENSE estão filiados à ABRA Encerrando a cermiónia, discursou o preslden-
JORI desde a sua fundação e, talvez, a REDE seja te Figueiredo que, ao delxnr o plenário, visitou uma
a empresa jomalistJca c-0m maior número de Jor- pequena exposição com reproduções do exemplares
nals miados. Registramos ainda a presença do dl- do Jornais do interior do Brasil fundados no século
rotor da TABULA VEICULOS DE COMUNICAÇÃO passado. Em seguida, numa sala reservada, Figuei-
S/C, publicitário Agenor Lopes da Silva nosso re redo manteve encontro com os presidentes das as-
presentante paro todo O Brasil. socLações dos jornais do interior, participando, em
Além do intercâmbio com diversos diretores scgu!da, de um coquetel em sua homenagem.
de jornais do norte, nordeste, centro oeste e sul JORNAIS DO INTERIOR
do Pais, no troca de experiências, os representan- O discurso do presidente Figueiredo foi o se-
tes da REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS trou- guinle:
xcrnm o voto de confinça, o agradecimento de to "Senhores congressistas,
dos aqueles que trabalham na imprensa interior E com grande satisfação que oompareço ao J.º
na, editando Jornais, formando oplnlões e contri- Congresso Brasllelro de Jornais do Interior. Minha
buindo para o progresso do interior, presença testemunha. a importância que atribuo à
OS nossos jornais não dependem de Prefeituras imprensa das cidades médias e pequenas, e ao seu
Municipais, mantemos um sadio relacionamento papel na evolução de nossa sociedade.
com os prefeitos da região, publicando matérias de A construção democrática - em que estou pro-
interesse, prestando serviços, sem quo isto impli- fundamente empenhado -- não se exaure em mcdJ.
que num compromisso polltJco ideológico. Servi- que ambicionamos criar pressupõe o pluralismo de
' mos l'l.s comunidades, procuramos atender as mais dos de caráter juridico e polltloo. A sociedade livre
! Jus~ aspirações populnres, !azcndo dos veicules oplnlôcs e de lnlciativas no plano econômico, po-
órüos descampromissados e atuantes,
0 nosso Utlco e cultural.
maior objetivo, o fortalecimento do munlclpo.11.smo. Liberdade polltlca e pluralismo têm seu para.
Ficou caracterizado no III.º Congresso, não só nos !elo na livre lnlclatlva e na economia. de mercado.
debates, como nas coversas mantidas com diversos Nossa vida repubUcnna confiou o !ortnleclmento
COlllJ!nnhcrlos: o Jornal. do interior precisa se for- da unldado nacional ao respeito pelas diversidades
talecer como empresa, para não viver de pires na polltfcas e sociais. A Federação surgiu como fór-
mão em busca de verbas ou angariar anúncios e as- mula juridica para garantir expressão polltica às
sinaturas por favor. peculiaridades das diversas áreas do Pais.
O jornal do Interior é de vital importância no Da mesma forma, no plnno cultural, a vivência
contexto informativo e tpreclsa se •conscientizar democrática exige não só a llberdade de expressão.
dtna!sesta força. Anunciar nestes jornais no e favor, é mas a salvaguarda de nossas tradições. É multo
n·'-. o !'eCOnhecimento de que eles atingem maior importante o papel que devem desempenhar, nesta
' umero de leitores, fato já comprovado através de sociedade pluralista, os meios de informação e de
Pesquisas, mais d o comunlcação, em ruvel local.
terlor. ' e a % dos leitores estão no in- cabe-lhes garantir um desejável pluralismo dos
veículos do infomiaçã.o, expressar interesse social,
preservar e revelar valores de nossa cultura, forta­
lecer o espirita comunitário e ao municipalismo.
sois depositários de notável tradição. Recai so­
bre vossos ombros a responsabllldade de mantéLa.
Cumpre que desempenheis a função que vos confia
a socledade brasileira, desejosa de preservar nas
manifestações de sua vida polltlca, econômica e
cultural as bases de sua organização democrática.
A Associaço Brasileira de Jornais do Interior
cabe coordenar vossos esforços e estabelecer, entre
os dlversos jornals !lllados, laços que assegurem.
na união, a independência e a personalidade de ca­
da um.
,Aprecio o slgnllicado e a importância de vosso
trabalho Meu Governo, que bem avalla esse esfor­
ço, não deixará de vos apoiar, no mesmo espirito
com que procura revigorar as pequenns e médlas
empresas e apÓ!ar o desenvolvimento urbano das
cidades de médio porte.
De vossa parte, sabereis pesar vossas resnon.
sabllldades como veicules de formação da opinião
pública nwn momento crucial de nossa hlstórla.
em que' a Nação busca modernizar-se. sem sacriJí­
cio dos valores tradicionais de nossa cultura. e t­
duzir em todas as suas potencialidades nossa oc­
ção democrática. É tarefa nacional à qual convidei.,
em gesto conciliador, todos- os brasileiros..
Tenho-me pronunciado, fremente, a"­
quando candidato Preste-----«l
de imprensa e estou convicto de o todos reco--
FIGUEIREDO APELA PARA SENTIDO DE
lESPONSABILlDADE DA IlnPRENSA
te Pi • o José dos Campos, SP (EDN) - O Presiden­
ta d ~elredo, ao encerrar 0 3.° Congresso Drasllei­
Jos/ d
0
rna!s do Interior, na cidade paulista de São
lctnbroos Campos, no último dia 11 (segunda-feira),
liccf'dn~ as Posições que tem assumido em favor da
de "qu et de imprensa e rnani!estou sua convicção
·/ ,·ro e:x.ee iodei os reconhecem as garantias do seu 11.
rc o no Pas".
tnlnh:.S Só não as vê quem não deseja trilhar os ca­
Z!lçio te tenho aberto no sentido da democrati­
beru:iJ COncórd.Ja.. É essencial, porém, que a li­
do de ~e imprensa seja exercida com o.lto senti­
obeas,,""tidade, respeito por nossos valores
- ocrcS<:cnto aosu Principies da ética da informação
A •
tto ~len!dade foi realizada no auditório do Cen­
cío (SEs~VO-CulturuJ do Serviço Social do Comér­
dainente e contou com a presença de aproxima­
Presa4,'2?" Pessoas., que aplaudiram de_p6 o
lP'esso República. Paralelamente ao 3.
0 Con­
lP'esso :rnsue1ro, foi realizado também 0 3.° Con-
" orais do Interior de So Paulo.
dor de ~dente estava acompanhado do govema.­
Abl-.t Paulo
1 JOSé· Ma.ria Mariri, dos ministros
r."i_ Justuç), pélío Jardim dé Mattos (Aero­
á.2}'aço iéá»ré csisc@ cjj. Riem
"tu?". "7te Mar), e o ex prefeito de são
"ynalo de Barros, candidato do PDS ao
O vice-presidente da Fundação Brastleira de
Marketing e da ADVD, M.rlo Ernesto Huml><>ru, CO·
mcnt.ou que e.x:l.stem 1000 Jorna!s no inter!or do
País, sendo que o total de municípios chegam
4.000 muruc!plos. Destacou ainda que somente um
quarto dos Jornais slio diários. Além disso, os jor
nais enfrentam a dificuldade de dIstribulço dos
periódicos.
Mário argumentou que a tiragem e o prestígio
do jornal, são os pontos fundamentais, quando e
vai fazer u:n.a publlclddo no veiculo de comunlca­
ção. Como os Jomnls do Interior enfrentam um
problema sério na distribuição, são prejudicados,
ccru:equentement.e, na parte da pubUclda.cle do vef.
culo. No d?bate, inclusive !oi destacada a impren­
su do Mato Grosso do Sul, que embora sendo um
Estado novo, está colocado em quarto lugar em
circulnção de jornais diários e em primeiro lugar
em termos de implantação de Jornais. Demonstran­
do o desenvolvimento 66do-econômico, poliUco e
cultural do Estado.
1 .
JORNAIS RECEBERAO INCENTIVOS
Segur.do o secretário da Prufdêncla da Repú­
blia, Carlos At!la, as pequenas e médias empresas
edltoras de Jomals do Interior deverão receber ln·
centivos especiais do Governo Federal, como a ob
tenção de crédito especial para a importação de
equipament.os. Ele ainda defendeu a tése que dois
fatores sã.o !Undamentals para a sobrevivência dos
Jornais do Interior: a consciência dos proprietários
de jornais para se unirem em classe e a consciência
do Governo Federal em regulamentar a vida dos
Jornals do Interior, como empresa, para que pos­
samn sobreviver.
Atila a!.lnnou que há dlsposlção do Governo
Federal em promover uma lei recentemente apro
vada pela Câmara Federal, pennltindo aos jorna
listas provisionados a atuarem em todo o territó­
rio nacional: "é a competência que de,,•e valer~, !rl•
sou A1Ua. Ele adiantou que o professor Dielal Car
valho, seu adjunto, visitará o Mato Grosso do Sul,
para avallr a realldarle de nossa imprensa. At!la
ficou impressionado com o desen,olvimento
da imprensa no Estado, mostrando a evolu
ção, na frea de comunicações, de um Es
tado criado recentemente. O mlnistro carlos Atlla
!oi um dos que mais se interessou pela imprensa
do interior, durante o III Congresso de Jornais do
Interior, renlizado em São José dos Campos.
NOVO PRESIDENTE E SUAS METAS
A eleição do novo presidente da Associação Bra­
slleira de Jornais do Interior - ABRAJORI -- Jor
nalista Nivaldo Carrazzone, diretor de "A Noticia"
de São .José do Rio Preto, foi feita por aclamação
de todos os diretores de jornais do Interior presen­
tes no auditório do SESC.
Logo após assumir a presidéncla da Abrajori,
Niraldo Carrazzone disse que sua grande preocupa­
ção será a imprensa do Interior, "a chamada peri­
feria da imprensa, constituídas pelas pequenas e
médias empresas". Ele destacou que oretendP le­
var em frente a proposta do ex-presiden.te Mário
Gusmão. ampliando e tomando mais abrangente a
ação da Abrajori. E uma de suas metas será a cria
ção de novos serviços, bem como também a fun
dação de novas Adjorís, Associações de Jornais do
Interior cm cada Estado.
Dr. Pedro José Palriéri
alização de Terras, 'Inventários e
• Causas Criminais (Jurl)
'qua 15 de Novembro. 160
439-113 BELA VISTA - MS

o
o «na«r rva1ao r 1w0%» $%2,2%e
teve o eu mundato ettnto, baseado nos A
ó do Art. 1, 1um 11 d csutato ",,"{$
b!ca, bem como o que dispem o Decreto '
o1/1 em eu ruo 8.° 1um II1. eundo "?$"?
sondeis cosias rio »rota4as de,gg2,",
ntctpal, Osvaldo Turin, o MM Julz e re
comarca, Dr. Jonas Pellctonl, o veredor faltou a
1/3 das sessões do Legislativo no corrente no.
"A mesa deixou de convocar Imediatamente o
sutente, por no dssr presentemente m9_f?]$],";
do partldo Democrnllco Social e deixa de o!c ar
a V Excla elelção de novo suplente por ter ultra,
passado o prazo estipulado em Lel", dlz o presiden­
te da Clmnrn um oficio no Julz.
Segundo Osvaldo Turlni, urn vcrcodor do Iliba,
da rop~t.nçiío
O caráter, dcmocrnla, honesto e coo­
rente nrlD foi ele que extinguiu o mandato do ve­
redr NIvaldo de Barros, ele penas seguiu a el
o ela existe pum ser cwnprlda. ~ uma responsabl•
!lei.ade.
,
E
Maldição '1
Dizem que há em Dela Vista uma praga, uma
maldição, para a cidade não crescer, ficar nesta
do como está paro ver como é que fica. DIJ!culda,
dcs existem. em qualquer lugar. Aqui no jornal
estamos com uma da pesuda: máquina impressora
quebrada. Chegaram os novos equipamentos e o
técnico (de São Pulo) nada de aparecer... e o
Jornal atrasa, os assinantes dão bronca e a gente
fica cada vez mnl.6 cada vez ... mas, em nós, dll TF,
mnldJçiío nilo pega. . . só pegn na cabeça Oca dos
desocupados, daqueles que !lcam pelas esquinas cri­
ticando o nada fazendo pela comunidade. . . BELA
VISTA ESTA CHEIA DESSE TIPO DE PESSOAS ...
E
t: lado, o vereador Nlvaldo d Barros
Por ou ro • n.rbltnú'io e cor.tnt,,r!A.a
dte que o to & 1le14r?_.,, l baeada r h!-
ó r1a lei poLs a sua ca.,'ISB_., e
1
d
prOP' ,residente teria que aguardar o ftral '
p6tese, O p! yr a m'd!a da esses. T.e
sente no para te ou '
",,[{correr io ato que considera tecal.
O J>lióXll10
O vereador Jos6 Joaquim Ferreira Souto, tm­
ma do PDS, dts A nossa reportagem «? ""?
rv«dor 1iãtono Pi«iro to Ppn "%;; {
derá ter o seu mandato extinto, pois tam
tou a mal,; de 1/3 das sessões. Disse que vai tomar
providencias a respeito. "Falou o veterano o"""!"?'
cassamos um vereador do nosso partido, na
vamos cassar um da oposlçã0?' ty,,o4
7
g
3
Abaixo transcrevemos na intera L n. • ,
de 11 de Junho de 1980 que disciplina n mattrln.
LEI N .º G.793 - DE 11 DE JUNHO Df 1080
Altera a redação do Inciso Ili do art. 8. do Decr­
to-lel n." 201, de 27 de fevereiro de 1967, que dispõe
I
POIS E
DE
--rrr# I!
O Presidente da Republica,
Fço saber que o Congresso Nacional deems
eu sanciono a zu.nte lei: ·
Ar1e--otntso III do rt 8." do Decreto»
n.°
201
, de 27 de teveretro de 1967, passa a von
com seguinte redação:
Art. 8.º ....•• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • '· '· •
I - ..
II- . , .............................•.. , ..
' III-- deixar de comparecer em cada ses
letslativa anual, terça parte das sessões ordini
ias da CAmara Municipal, salvo por motivo de
doença comprovada, licença ou missão autorizads
pela edilidade; ou, ainda, deixar de compareor
cinco sessões extraordinárias convocadas pelo P
eito, por escrito e medlante recibo de reco%is
to p:ira aprecinçüo de matéria urgente, o.ssci;UJ::.i
amhpla defesa, em ambos os caos."

Ralz
Tem gente, no pedaço, que nos parece aquela
do Chico Anlslo: "meu garoto ..." é engraçado, dá
vontnde de mandar o cara plantar bananas e colher
!rolinhas sllvestres nos campos verdejantes da pra­
daria.
Outro dia, !alando com um cidadão, ele dJssc,
a respeito de um candidato II vereador:
Ah, esse não dá, não é daqui, não tem RAIZ,
moro nqul há apenas seis anos. Olhei pro cara.
sorri amarelo, e dei um até logo ... (e até logo mes­
mo ... )
Tradição
Deve haver o respeito, a lembrança, o agrade-
a Verdede
Respeitamos (e admiramos) o trabalho de to­
dos os presidentes de clubes de Bela Vista, não só
os de futebol, mns também os soclnls. exemplo do
Grêmio Pedro Rufino, com seu dinâmico presiden­
te João Knllfc e laborlosn equipe, transformando o
num dos maiores da região - será motivo para o
nosso próximo comentário; mas, 11 respeito do fu­
tebol dos clubes belavlstcnscs, precisamos falar,
e falar francamente, antes que aconteça o que já
aconteceu cm Jardim: sem clubes, sem liga, sem
motivação, por culpa exclusiva de "panelinhas".
Há, atualmente, em Bela Vista. seis clubes dis­
putando o Belavistão 82, campeonato que não vem
contentando o pübllco desportista por fatores ex·
trn campo. Temos grandes amigos no Sessenta.
Unlão, Caça e Pesca. Náutico, 1.° de Maio e Bela.
vistense. Assim como grandes nmlgos, temos tam­
bém aqueles que nos olham de Indo e que murmu­
ram ... mas Isto faz parte do cotidiano de um jor­
nalista ... estamos acostumados e Ignoramos essas
pessoas.
Louvável e digna de elogios a iniciativa do SCS·
scnla, em dotar II sua sede de melhoramentos que
engrandeceu ainda mnls o Clube, considerado o
mais antigo da cidade, de trndlções e de luta. Ad­
miramos o trabnlho de Abliio (no setor esportivo)
e de todos os seus companheiros de diretoria; o
trabalho de Raul Fernandes !rente ao Grêmio
Unlüo; do Néllo, Joslno (quanta abnegação), de Pre­
tinho e Rodolfo Pereira e tantos outros que lutam
e bntnlhnm por nosso esporte.
O futebol belavistense é um dos maiores da
região - e poderia ser o maior do Interior do Es
tado, se os dirigentes dos clubes agissem com mais
IDEAL. menos qucsthlnculas de ordem pessoal e
antipatins gratuitas que nada constroem. O nosso
Jornal, que cocam o esporte como fator de EDU­
CACAO, CULTURA E PROGRESSO, delxn aos diri­
gentes um desafio, e por acreditarmos que TODOS
os dlrlgentes possuem condições de TRABALHO,
é que lançamos este desafio: V AMOS TRANSFOR­
MAR O NOSSO FtJTEllOL NO MAIOR DO INTE­
RIOR DE MATO GROSSO DO SUL. Não é por ser­
mos nmndores que vamos agir com ln!:mtllldades.
Diz o -relho provérblo que roupa suja se lara em
casa, quem tiver quaisquer queiras contra cubes,
contra a direção da LEB, contra dirigentes, façam
uma reunliio e discutam o assunto, cm alto nlvel
<sem guerrn).)
Aos que criticam o atual presidente da LEB,
Serglo Perondl, vejam que ele deu continuidade ao
trabalho de seus antecessores, construiu os alam­
brados (tem dinheiro do próprio bolso emprega­
do), conseguiu as traves e já realizou dois campeo.
natos que !oram sucesso total. AsSlm como os seus
antecessores trnbalharnm, ele está trabalhando.
Tem defeitos, falhas, quem não os tem, mas vamos
encarar tudo Isto como Increntes ao ser humano.
O que não pode ocorrer - e está ocorrendo - é o
rancor, a mágoa, a crlação de "panelinhas", nego­
cinções, negociatas, denünclas e queixas ln!undadas.
Isto é ridJculo para um futebol que se transformou
em exemplo paro os munlciplos vizinhos.
Neste domingo começa II segunda fase do Be­
lavlstão 82, nosso jornal cobrirá toda esta etapa, e
no Una! dará aos melhores do ano ums: medalha.
assim como um tro!éu ao artilheiro. E uma mo­
desta colaboração, mas é o reconhecimento de to­
dos nós ao trabalho de voccs, dlrlgentes de clubes
e atletas.
Mas, pelo bem do futebol de Bela Vista, que
ainda será grande, multo grande, vamos respeitar
as Idéias alheias. a pessoa humana a lisura a dig­
nidade e o sacrtficio de todos aqueles que traba­
lhrun JUNTOS por Bela Vista.
Sessenta. time de luta, de tradição· Grêmio
Unlão, time do povo, de fibra, do amor é da dedi
cação, são os dois times que poderão decidir o ti­
tulo deste ano, que VENÇA O MELHOR e que não
haJa TRAMBIQUES. 1
ALERTA: E por demais conhecido o que acon­
teceu em Jardim, Bonito e até mesmo Porto Afur­
tinho, cidades que possuem APENAS um clube em
condJções de disputar o AMADOR ESTADUAL. Não
é o nosso caso, temos OITO agremiações, este ano
Operário e Vila Nova nao estão competindo mas
voltnrao no ano que vem. •
O nosso alerta: A pol!Uca no futebol é preju­
dicial, fará com que no final fiquemos apenas com
um CLUBE na cidade isto, ao Invés de ser uma.
vitória (desta equipe) SERA. 'UMA DERROTA.
QUE E PIOR, UM BURRICE. e o
• •
cimento nos primeiros moradores de Bela Visa
mas sem essa de RAIZ, quem tem RAIZ é árvore.
E tem mais, NOS PRECISAMOS DE GENTE NI "
VA, mineiros, gaúchos, paraoaenses, paulistas, ~:t.. ;'.' '.
nós precisamos de GENTE AREJADA, con!fan.': lr.r
fortes de espírito para construir obras durndour= 'ts
fixas, que vão gerar empregos, riquezas ...sem e-
sa de RAIZ. Respeito aos antepassados nao !ilgrJ
fica cabeça dura e intolerância.
Maldição
Na história da "maldição", nós, principalmec'? -.
da TF, no acreditamos nn maldição ... maldiçlo ,·~
existe na cabeça daqueles que esperam que as c
sas caiam do céu. ficam sentados esperando que ol
ratos aconteçam ... olhn, meu filho, enquanto vo
donne e descansa, ao teu redor vibram os home:s
de ação, aqueles que ESTIO VIVENDO PAI
CONSTRUIR, e não apenas VIVENDO. A sua ,1c;;
é um dom. ela foi lhe dada para ser VIVID-"
e não para você vegetar no mar da mediocridade
0 POVO
Não a chamada elite intelectual da cidade',
a elite do !lnal de semana, dos recintos r:ech.ados.
mas o povo mesmo, o povão, não gosta de mJ,sér'.i
e quer npenas que alguém o desperte para uma rei,
!idade maior. Joãozinho Trinta, o carnavalesco d:
se que "pobre gosta de luxo, de viver bem, só que
o Delfim ainda não entendeu ... está demornn:J.J
para distribuir o bolo ...
O povo quer hOmens. quer lideres, que col!5-
truam alguma coisa, que façam obras, que atuem..
esse negócio de falar que tudo está dllicil, que 11
situação anda ruim, SEMPRE FOI ASSIM. o~
é preciso é CORAGEM, é TRABALHO, é dedicaÇãO,
é buscar alternativas.
Separar o Joio do trigo
Beln Vista possu.e um grupo de empresáriO•
comerciantes, industriais, desportistas que estão
encarando a situação de frente, na luta. Precisar10é
e UNIR esta gente, é formar diversas associaç6eS,
sindicatos, agilizar os clubes de serviços, é aquela
VELHA HISTóRIA, publicada neste jornal há mal5
de dois anos, precisamos criar um CONSELHO O
MUNITARIO, um CONSELHO DE DESENVOLVT
MENTO. E separar o jolo do trigo, há os bons be
lavistenses, mas há os belavistenscs que são bel#
vistcnscs PORQUE AQUI NASCERAM, mas não~·
bram com a cidade, com as conquistas. ;e preciSO
SACUDffi, é preciso ACREDITAR.
Na Política
Renovação dos quadros politicos IMEDIATA
MENTE. a oportunidade é dia 15 de Novembro. Es
colha HOMENS que tenham algo a mostrai',
algo a lazer, chega de bonecos rancorosos
e mordomistas, chega de cascata, de palavras vás
maus ação, menos promessas, vote em quem j3
mostrou que sabe trabalhar por sua cidade. Bel+
Vista precisa mudar, precisa se AGIGANTAR a ri
vel de mentalidade, deixar o proselitismo das ler
brancas do passado, e passar a viver o PRESENTE
Eu disse e repito: Quem foi, já não é; quem é esó
na onda, navegando e o barco vai tranquilo VA
MOS TRABALHAR, ESTAMOS cONSrUnNDO
UMA CIDADE., UM NAO aos pessimistas, aos der
retistas. nos que teimam em viver na mediocridade.
um NAO àqueles que ainda teimam em USAR o
revólver, a vlolêncla, a mentira, o cinismo, o egois
roo, como ARMAs. Um.Dão, bem grande; um grito
bem alto. aos .:a:ruOCREs. (l'ledzo Palrelnl
r.
: 1