104_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº104_19_12_1979 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título104_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº104_19_12_1979Número da edição104Data de publicação19 de dezembro de 1979Número de páginas6GeoCoordenada -21.51185148258817 , -56.181342479117845 Documento 104_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº104_19_12_1979 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Jard1m O preflto Fernando de Freitas, reassumhu o cargo, na noite do din 14 passado, em ato público que contou com a presença do Assessor 3u Secrei!tig do Saúde eh• M8, Valdil' c ..rdoso, los depu tados Rubel Trindade e Coei!to do Jazs Gaeta; dos prefeitos P.As Baga, da Jforcrnjú, ,, ltevir de Iene..r, d Nique, Pedro Ubrjvra, de Aquid:tna 0 Rooswelt Sá de Mede!o, d> Bonito e de milhar de pessoas quo apeara fogos e gritm o G nome. Esta.m na praça, calculadnmente, mais ds 5.000 pesscas, o uma passola da cinco·nta carros percorro! as tAs da idxde, numa verdadeira manifestação de oli. darledudo ao prefeito de Jardim, FERNANDO AnnAS1DOR Falando ao povo, Fernando dlse aue a su volta ern uma 'ilória, nflo dele, mas dos eleitores que o elegeram e chamou o intervPntM de "c0rond pescutlor", "vuidoso, qnr um as benes ses do poder e que pretonrlin 1w1·maoe cer 110 curgo". Usou pnlnvruíl viokntu~ e convidou o interventor u se etirar da old0de, pois ali ele era ''um i:itruso'', DIsse ainda que o pesideuts dnu Camar eru um ingrato e que todo o povo de Jardim subiu que ele (Pernudo) c aju dara por diversas vezes e que Tidade havh, se esoueciclo disto. Acu ou os assessores de Paulo Americo dos Reis e disse que uma equipe ii'6 rcaliz',i' tb.m bem umu sindicância, pois o iuer vetor usou e abusou "de seu oaer s co! tivas e e ' Est Jornal so vol,ará o dia 2/í a drcular após 1980, dovido RUDEL E VALDJR Prefeito Prata Braga • Maraoaju cl[s::;e C;ndoso. O prefeito de Maraoajú, Pr[' to. 3niga, pediu que houvesse união, puis ~-6 ussim o município poderia se desenvolver. As palavras de Prata Braga as na Editora lmpros o F trios onao A DiroÇão O Cl Paulo Americo dos Reis, em ua despedida, falou aos funcionários rrnnicip tanto só dever/lo tei' algum efeito prático no oxerc[olo dc1 1.981, ano• base 1.980, já que as tabelas com as alíquoti.lt' progre!!sivas para este ano foi reoentemontf' divulgada. O ministro Camilo Penna admitiu ainda qUL: há uma. excessiva con centração de· rendo. no País ao observar que só 5% da população econo· mlcamente ativa tem ganhos satlsfatórlos, qm:, lhes permitirli.o ter umn boa oondlçiio de vida. anti-aftosa foi liberada Até fins de outu bro deste a:e.o, segunde, informou u dlr.:!ção de• IAGRO, a distribuição de vacinas e..nti-aftos., no Brasll, era diracio oada pelos orgães otiai nis. Daí parn oó., con siderando a normaliz.1• ção da oferte. a distri buição controla.d& pn.ss · a não ser re.ats necest.ria. Oo lnboratórios e ousas de produtos agro pecuâr!os podem agor ooocroioliz-ar livl'enent.i o produto. E ncceosàrio frisa, que o controle de quuH• dade continua sendo le vado a ofeHo co::i todo~ os ri goras, pelo . inist i'.> • rio da Agricultura em Brasllia. AGRISSUL. , Ontem, completou-no o nonngésimo dla da Intervenção e hoje, cumprida a e!tapa, estaremos n!rundo, nuvunente n Admlnttruç@o ao P'rIe!to leito Fer. ando Freitas, conformo nos é Impera Ivo. Temos, no entanto, a cbt!ação de dar contas de tudo o que pratlenmos n0o período do convivei, dar conta do nossus Intenções e daquilo que cone- 1~u!n101-1 O () {]IH: l!UIJ 1100 rol f)OtlliÍVC'I ul cangar. E certo qua contamo, em mlor ou menor culn, com colabornçúo rlo,1 A( 1 11hor1·1i, tw111 o quo tuclo no teria sido mas dilieil uind'y. O certo ó que pod·mos eonlderar que tivemos sucesso e podemos dizer porque consideramos a nossa passagem por Jnnlím uito relizativa: A Intervenção não veio a ,Jardim npcnas oom ri mer~ ln 1eução dCI gastar dlnl.tel o que o Governo lhe dnvn. A ln· torvençio, na nossa pessoa, teve e tom umu rllosofin. que lh.i norteia todos os utos. Culocnmoi, ucimu dl, tudo a pessoa o ser humano. Estamos certos e reconhecemos quo as mflqulnaR da Prefeitura podem não ter, muitas V.i.o. na Grnfico e Editora Apn: Rua Duqut: de Cnxlu9 s/n Belo. V. MS ASSINATURAS $igsg A. soo #i."..3 ege ········- _._. :>,00 "Os ooncelt_os emitidos em nrtígoi nHin;: dos. nilo exprimem necessáriamente oplnifio do Jornal, podendo até ser contrários n este" Fundador ~ Diretor Respon~ável lvaldo Pereira , Regi,strudo no Snrt. de Tit. e Docum. de J.ard1m 'º? o numero 0%, às folhas 3 e 4, no hno de heghtro de Matrícula de Oficinas lmpressorae e de Jornais. lto eoin os quipmentor ais Impor tnnt<'n quo a ulro ganllo com o !iuor elo rosto, com o trnb' lho honesto como o doe r-;pnborer., (, r-ur.rn, do e. qunlquer quo tenha formncllo cris ta. nilo dolerA conRlg-0 snlfirio ulbíllo por que Ali bo o que isso d61, no. próprlo. oarne: Procurumor;, o mnls rópldo possi vel o.b:wtccer as E1nto físico chi criança, prlnol palmPnte, o qu~ é mols lmportnnto, prin cipalmente, das mouo!1 abrrntadns; Equlnamor< aa oozlnhos escolureo; nfio lmvlu panelas, colheres, baldeR, ffl, tros. entlm gaz, nada que propiciasse condição à merendeira de preparar os ol!m~ntos. Eles se tornariam lnót0ls se não adqulrísRemos lsao. Inclusive propi ciamos um curso de culinária. mfol:no sn hemos. mas válido trmos certeza, às nossnEJ merendeirao. Nã{ mais permitimos atrasos de pagamento. Demos a certeza oo homem de que pode:-la assumir um comprom!Rso, fundado nos resultadoP de seu trabalho. Valorizamos esse trabnlho não negando pagamento a nenhuma hora extraordi ná.-ln que fosi;e trabnlhoda P.m nosso be nefíe!o. Não lhes faremos uma festa de despedido. mas como prova de nossa 6mizade, de nossa consideração. acima de tudo homem como Per aceito e eti mado por todos os que o rodeiam, deixa mos jà feitos, os pngaroentos do 131! sa lário e do mês de dezembro. Acredita mos que esRes recursos n.a mão de cada qual t r a r á f e I i ·O l d !l. d e maior que um churrat-co ou um prncio, nlrnv6o reporos nos dois poçol': fre6 tlcC1s; Oolaboruçüo Cmoe que (>ffi úllimn onfllisf', o pnPv. tomhrim rpreiientn parle dn segu. rança r~o vrioulo e do conrlutor; Contntoii junto i COHAB pnru lmplan1aç!io de núcleo rcsldenolul com ?oo cosas. já existindo, efetivamente, cerco. rle 1or, luscrlçõt>s. Encnmlnhnmento de motorlstni.i o operadores no DETRAN porn nqulslctlo de oorlelrns de- hohllltoçüo, núo openos por exigirmos o comprovante do pro Ilss/ío, mos porn o protrçüo deles pró prlos contra os menos sensotns que mul tas vezes nfio respeitam i:uos próprios vldns e colocam em rl8C() u vldo e a tranqullldnde de quem prezo e8se mara vilhoso dom; Limpeza e corplnsgem de ruas dn cidade. Cooperação com a empreiteira que comtrol a E s c o 1 n c o m o i t o salas e a Unidade $anltárln no aluguel de maquinários; Legnllzoofio de áreas para a cons truç/p da Unidade Snnitário: Coooeroção com o levantamento topográfico para o projeto da rede de gua da Sanesul; Gestões junto à CEMAT para. pro· longamento do período de energia elé trica na cfdaae, proporcionando mais conforto aos municiples; Cadastramento de funcionários no PASEP: Como podem os senhores notar, nossa atenção ncnbn sempre voltada p ra a pessno. humana, mesmo quando nos 11reocupn mof: com móveis ou máquinas, r-;~-='.-=-"O" . .:->~• •• ,.. - .;.,.. .. -. .. 6 empre pr o nu bum-e tnr a r,u- rnnçn. No c•ntnnto, nem tu1o for m tlor .. Qunn<lo rccr:lwmon ram. f).-sc lcvutJtumento <.le dóblto nos ae1·vlu rlo lJ11R'. para elaborar o prdldo do ro cur os no governo e, aí, a colsn furou. Furou porque confiamos mi qullo qae dI zlamn estar papo, mas na vordade crauvnm pnr~on com cbequo eorn n necew;árla provisão de fundos, 'Tivemos da rubsti tui-loo. ora direito do credor que lrnvla fornoc!do o Isso nlo ostava previstc nos noos cleulos; ÔP dóbltoa com pugamonto dao rC'olsõoo de ox-funclonnrloe, tambem o llnhamoA como calculado • corrntamente, e, ols que confirmando 'tais côlouloo ti vemos a surpresa do 'Ver os dlrelloo trabnlhlst,rn. u malola da vezes, esta vnm calculados ~rrodumente, ou nfio tinham sido consideràdos. • A ~reaclsllo puro ffi(')l'ecer crédito, deve receber a llomologucflo do Ministério • Públleo e as quantias devem ser corretas, tudo deve estar em ordem e os direitos respeita dos. Por esse motivo sempre gasta mos mola do que o que se llavln calcu lado nos fichas. Esses gaRtos, todavia, n!lo nos uontrarlorom em nada, era o reconhecimento dos direitos humanos, os mais sogrado11. Se mais não fizemos pelos funclonriss foi porque dispositivos legais ou a urgénola do tempo ou das utrlhutoões, n11o nos permitiram. As contas a pagar que nos foram legadus, quase todas, a grande maioria tlVE<rom sc,luçõea favoráveis. "Ê certo que nossos nssessore'l .foram multas vezes ri g!dos, Intransigentes e, causaram Irritação a muitos credores. Entretanlo, esse9 proce dimentos t!U lhee: asseguro que é apenas por cuidado com o coli:n púbJica, o zelo no 1rnmprlmento do dever e a lrusca do garnntlos também para o forneoedor, mesmo que o crédito flqut:J para ser snldndo no futuro. Tivemos, muitos vezes, d_9 fazer malabarismos para legalizar registros e proc&rllmentos a<iminlstrotivos pnrn nã.o prejudicar interesses do oredor nem do udmlnistroçiío. Algumas vezes nilo con seguimos acertar os problemas, também não pudemos transigir aceitando o pro cedimento erradc, porque esse erro acarretaria outro e nós seriamos respon sáveis perante a comunidade e perante o governo n quem devemos satisfações e conta. Por essee: entraves, multas ve zes, tivemos de nos desculpar. Trabalhamos com afinco, busoamo13 fazer o que era certo. nllo medimos esforços. sofremo8 e também muitas vezes tivemos nossas compensações, por quilo que? {não?{devíamos não ?so 1 moe, nlo abandona e n. lut , ri'.' mudamos nos caminho,, consegul o nos manter firmes cumprir nos/os com promis1rns. mesmo quo o o c•o□pro ,,._ EJO no tivesse ldo externado. compro mÍso conoco memo, sempre metec J mais respeito inda, porquanto ó e nos u própria estrufurn C!'JI! procud( r. Os senhores no conh cem h longa data e esto entalo no aproximou para melhor noo conhcecr mo. Gostaríamos de ter certeza de nlo os decep- clqn1umos o qut- norma amlz· do o uprnço &ó tcmr1em uo or;;eolrnonto. O quo qucrl umoll lhcn dlzor em lerrn. Agora, conti nuem n ooutor rono co o esturemos recompeoadoa de qualquer desgasto que nos tenbn abolido., Ocl. Paulo Amórtco do1J Relo O r:1in!atro < 'i'rnb'l lho. Murllo N cedo es. clareceu qu os re«jus t s latii contin. rão t r l I té janelro de 1981. co o d»termint u lei 1lu polil!c e I trl( l Murilo cedo, a in iou n o ucr dl!nr que s medidas tomadas na (n o t'conômlcr nu tílli• ma 1ioxto.-f Ir 1, 1' 1 t1ltam n eu: r desemprego no pah, "O Jmporto.nte na vida, ó 11obor discernir o momento· exato pa.rn fnlnr o pnru Julgar. Saber o mo ento exato para pensar o pura aglr. Estes momentos quo untecedem o Notai, olio momentos de refloxuo. Momentos de análise. Vamos olhar para traz, mao Lambem olhar par2. fronte; ver o quo se passou a sentir, com intenoldude, o quo poderá ocorrer amanhG.. E esta reflexli.o que peço à todos os Jordlnensea, neste momrnto, e espero, que o resultado seja a aplicaçtio d~ "Justl)a', no futuro Feliz Natal "-.,--- "s Utilizando os Confortavéis Onibus Classe Turismo da Viação Cruzeiro do A Empresa que pensa nos mínimos detalhes ... EI Sr. João Nivaldo Gandülf! perdeu todos os documentos carteira. de motorista, título e indent!dade, pede-se o.l• guérn encontrá-los de volve-los, nesta mesma redacão. Sul Para o seu Conforto. ·---··-·-··- - - - - ---,- -- - - 1· - i oele SEGO C O deputudo Soqrlo Cruz, enviou o presidente da Câmara Mulcipal do ,Jardim, "hlpolecundo lncondtclonul soli dariedade os decisões nssumldtrn polos legítimos" e lncontostes representantes do povo jnrdloense", Els u fntc,.gm do oríclo envludo pelo oonheoldo ''Pnu nu Mula": Sdnhor presidente "Venho pela presente hipotecar Incondicional solidnrledade às doclRões assumidas pelos legltlrnos e incontestes representantes do povo jardluense, quo, nu Cil.ma1·a, honram o propósito do lutar contra Ulha ameaça ll moral administra tiva. ora representudu pelo sr. Fernando de Freitas, inúmeras vozes dttnuncludo e reconhecidamente Ulttor de atos de ootru- Manequln's !Boutique. Um toque a mais na sua be!eza. [r. Antonio Luiz tira $neer - MEDICO- GRM hlSl23 - CPF 117.1-18.831-91 4 CM A CA r, o , e Iver aço do er'rio públie. lteprado o d ejo do Mnvtn- ç0 do obsranla Juislatlv, ·j atitude do ver dores jardine tu propósito fundamental: lazer predominar pela força dos mandatos populares, 0 inter«w e comuns, que, tenho certeza absoluta, nio esto conjugados à ação do r. Fernando de Frltas no período em que administrou u prefeltur de Jur dims, traindo deliberadamente a confiança nele depositada. A atitude de Va. Exia., bem co .. o dos demais verendores, implica no esfor ço pela retomada da morulldade pública- 1 1, 1 1 ; .,) ., O deputado Valter Pereira, disse que, definitivamente, aüo há mais qual quer possibilidade de divergência ou conflito com os "históricos" e que inclu sive acertou sua particlpaçílo na comis são ptovlsórlo. regional do partido. Há pouoos dias Valter esteve reunido oo□o ex governador Leonel Brlzola, juntamen te com Wllsnn Fadul, e na oportunidade ficou definido que a comissão provisória 1.1crl integrada oom elementos de Doura• dos, Corumbá, Tres Lagoas e Jardim. Em nossa cidade, o nome de Carlos de Souza Medeiros, surge como o oxpoente VIDROSUL Colocuçúo de vidros a domlcillo Espelhos e Molduras em Gernl • Serviço perfeito Serviço Social de Luto Atendemos a qunlquer hora - Serviço Completo Seriedude e Responsabilidade Bela Vista: Rua Pedro Rufino S/N Jardim: Rua Tenente í3ernardes - 2028 l Va. Exc. +- nen .a trI- pç4o e Som o momento, quero aplaud'r a CArta Municipal de Jardin. , eo preocupa!e, apresenfand "votos de conddersçáo rspeito,' II PAL múxlmo do PTB, e sua atuação come çarú a ser delineda partir do próximo ono. O deputado expl!cou, ainda, que nunca houve qualquer posslbilldade de dosontondimentoR. "IsGo só acfJntoco quundo não hú mals espaço para o par tido crescer, quando seus limites silo conhecidos, e o PTB ainda está em !or maçü.o. Além distio, continuou, as minhas pretensões não c,üo conflitantes com as de qualquer outro urticulador do partido no E&tado''. Calçados, ronpn, fritu<, bijoutcriaa e arma rinhos a loja dos calçados,malhor preço da cidade Uua Cumpo Grande -!20 • Viln Angélica Jardim - Mato Grosso do Sul Organização 55 S S" Daiuto Luiz da Silva Especializada em montagans de cadelas dominiaiR, bem como juntada de toda documentação necessária para ratificação de titulo junto ao Incra, !lediÇÕt!S de terras em geral por Pro fissional Credencio.do pelo Incra Ca dastramento e Récadastramento da Imóveis Rurais, Deoluraçõos,de Pecua rista etc. A v. Visconde de Taunay. 601. Guia Lopes da Laguna - MS. De fronte no Banco de Brasil. Governo preparo t combate o - CLINICA GERAL - Jardim - Mato Grosso do Sul O r,ovr no feder 1 val adotar a curto prazo umo série de provid elas para combater u cr1- mlnnlldud , piinc.:lp, l ente nas grandes clda dcs. r maioria da. mo dl<lus sor/1. tomuoa nu árou policial e já 1 o onconlru cm foso fino! de e&tudo, sogundo lnfor mou o m!nlf!tro da ,Tus tlça Petronlo Port ln. Os estudos objetivam reformula ~ões do!l códl gos Civil e Ponnl o da llgl!-Juçllo judiciária e policial, pura torn:1 los computlvols com a utuu lldade econômlon e so clal. Assim ponderou o ministro o governo dis porá ào diGposlllvos a· dequados para enfrentar a ondas de crimes e vlo· Ienclas nas grandes cldu des rio pais Sobre a pena do morte defendida por diversas vítimas de assaltanteR e por parentea de peaso as assaslnadus, Portela considerou a uma medi• da drástica Mas não opf· nou a respeito da con venlencla ou não de adota-las "por que é um assunto que envolve uma sórle de problemas" Contudo, achou justllloa da a apreensao das popu lações das grandes clda des diante do clima de vlolencla sem llroltes que tende a crescer ainda mais. Corrni !,fatoriais elétricos, tudo puru o sou padr1io Gemat, produtos Votorlnârios, lr:lplemontos ,gricoins, FcrragcnG, materiais para construção em geral Forro1:1 de pinhos, ci□entos, azulejos decorados, tinta& om geral, vermifugos, vacinas, Sencnto I3raquiária e JarP.guà, Bombas Flutuantes para poço, Zinc:o, castradores, Louças, Sanitários, etornit, tijolos, eanos galvanizados e Plástico, conoxão em geral 3 Caxias, 8.S F aca u m Bom ) I] ±ira sn Lat u D. Vieira ,losé Carlos. M. Rocha Ary B. de Deus WiJi;on V. Grubert Polidoro S. da Rosa Walter dos Reis E5TE2IPL! ~ alguém oom recursos financeiros para tomar a peito essa inleiatlva? Será falta de dinhe1ro, de' coragem ou de iniciativa? Ou não será comodismo? E a resposta, creio ser somente uma - O povo ainda dorme... Vamos ver. pois, se alguém, após ler nossa coluna, rlesperta e procura abraçar o ussupto. Se quizer maires informações pode procurar êste colunis ta. Afinal, sintetizando, será que Jar dim não merece uma emissora? A resposta quem dá é o povo? José Ignáoio Dr. Joelson Martinez Peixoto Causas Civeis e Criminais R. 1 ° de Maio, s/n Jardim MS Rapidez Perfeição Bons Preços Confecção e impressão de Jornais, Revistas, Livros e Boletins. Impressos Gomercials, Diplomas, Convites e Cartões Linha Especial de Cartões de Natal e convite. de casamento. Rua Duque de Caxlas s/n Bele V. MS REPRESENTANTE EII JARDIM: Rua. Tononto Bernarde& s/n - Anexo ! ao oral Correto Jardinense 1 o deputado lUIÍOnlo Carlos de Oliveira, do M B D de Mato Grosso do Sul, que hã dlas dei xou o chamado "grupo popular" paro. organlz&r o bloco parlamentar do Partido dos Trabalhado res com o deputado Ed eon Khair (RJ), revelou que ainda este mês ess facção poderá reieber o apoio de 12 a 15 pula mentares oposicionistas. Disse que, al6m do bloco parlamentar, em janeiro o PT serã lança· do oficialmente, em ce· rim onia que contará com a presença e a ll· derança do dirigente sindical Luiz Inácio da Silva, o "Lula". Algums integrantes do grupo popul9.r . do P.MDB mostram-se irrita dos com adesão ao su cessor do 2BD de "rode; rados" e "maluiista. Dai as gestões com o obje· tivo de formar um outro bloco oarla□entar. coJ::1° embriiio do PT. Antonio Carlos porém, recusou se a fornecer os nome dos prováveis deputunos do P.T. (tr@] Jipe , o ---------------------- ~ --------------------~-l't-1l"...,'l+~---------------- !~ Noste Natal, quando o mundo cristão comemora o nascim nto do m nino Deus, integrantes do Poder Legislativo Nunicipal, voltamos os olhos para o céu, e na quietude, de nossa olmo, oramos ao Senhor da Luz: , nos Senhor, escutai a voz dos que clamam por justiça; fazei oom quo este Natal não seja apenas uma comemoração festiva, ma uma reUexCí.o profunda a respeito do nossos atos e de nossa v/veia espiritual. Nós oabomos, Senhor, que o Eterno é fnv1sivel, sabemos tnmbem Pai, que· os homens estão buscando. Buscam justl9a, paz e nmor. Esout61 o lamento doe deserdados pela sorto e fazei Senhor, neste dia, quo o espírito do mulor LEGISLADOR do todos o8 tempo8, o meigo Rabi da Galllóin, oriente os nossoa pa&Boo o Uumtno a nossa trujotórla, cm busca de melhores dias para o seu povo. A esperança ainda pormo.neoe. A ló o a oon!lança nos dcstlnoo do mundo, suo emanações de sua vontada, atuanto sobre todas as coisas. Pai, na quietude do tomplo nosso espirito rogamos a Sua bençll.o para todo o povo de Jardim, espeoialmonta, para os humJldeo o os carentos do amor. Aoima de tudo, Senhor, purificai os eos&os atos e us nossas palavras, para quo possamos SERVIR o povo, através do trabalho dignifloante na CAmara Munlolpal. / NICIPIL DE JIRDIM Elizeu Ribas Trindade - Presidente Ramão Barrios p Ari Barbosa de Deus Carlos Pleutim José Carlos Medeiros Rocha Valter Dos Reis . L. E José Polidoro da Rosa Dirceu Domingues Vieira 1 ! 1 3 1 Jardt,a MA ,I "O mundo t em crie. Os honun» e to em uerra. Uus contra os outros. Algun consigo próprios. E etern luta do em contra o Mfal. Hoje, até s religiões se cho- cam, As filosofia se dlgladttu querendo expiicor o óbvio. E o homem está em crlse. Qual serla o maior e mls dignliicunte esto que espelharia o Natal eta data imbolo do nascimento dn Cito? Seria as mãos estendidas par1 o Alto? Ou erln o abraço fraternal entre utugos? Não creio. Nutul é reconcllluço. Natal é gesto de comunhão entre o homem e o Crludor. Eut,1o, p rn m!tU, o molor gosto, o mui cllgnl- ficante, teria uqvlo do Inimlo procurando o inimigo e levundo-lhe o geoto fi'atoruo de f•'ollz Natal. Sorlu uma vitória da Luz coutru a ecuidüo. Esta é u mi- nha mensagem. Quo todos e procurem, es- quecendo as vnlaudes, no dcsuvcnpo, n façam como ele fe7,: "Pul, Perdoai-os, Eles não suberu o que fazem", FELIZ NA'J'AL A rulnha mensagem, ao po- vo de Jardim. povo este ansioso de melhores dles, 9.nsinso de justiça e paz social. é a mensa• ' gem de um homem cristão. O maior milagre da natureza é o nsscer do Sol, os mudruga dares. diáriamente, sentem n magia da força cósmioa que move mundos e que vive etor namente criando. Após a noite escura, o amanhecer é uma dá?lva de Deus, mas, a própl:la noite escuro, oforece o milagre ' das estrelas. É preciso que o homem olhe mais para o alto, e olho menos par.a a terru. Para o chão. Neste Natal, Jurdlnense ami- " go, olhe para o mais alio que existe em voco, olhe para dentro de si mesmo e siga a voz silen c1osa de E!U consciência. Ele. o empurra para Dflus, Esta comu nhão com o Ser Supremo é 0 » que desejo à todos v<'ces. ' ' * O mundo está carente de amor, de afeto, e consequente mente, de HARMONIA; a 25 de dezembro tudo se transforma e festa. Mesas fartas. Bebidas. Riso!:!. Abraços. Felicitações. O meu desejo, junto com a minha família, é o de que o verdadeiro espírito de Natal penetre nos corações, e por um breve ir.s tante. o homem se lembre de sua condição de Filho da Luz. e inicie a ua traietória em dive çü.o à liberdade. ·os homens e:s tüo presos ãs suas vahladPi.-. e, vive coo feras na luta, p-la sobrevlvencla. Neste Natal, vamos dar as mãos e CJamiahar juntos s:?m ódios ... sem rancores Vamos caminhar juntos em direção à eternidade. Feliz Natul, Jardim ... OSVALDO COIMBRA GRUBERT Feliz Natal povo de minha. terra Alcides Cavalheiro Flo ·es ·-------------------•------------- I Municipio Câmara I . O , .o 60?. / 79 ,, al de Jardim Vlunicipa aliza . Jordlm-MS, 10 de Dezembro do 1979. Etabeleos Plano PIrlanu l do Investimento para o Tr!nlo de 1980/1.932. A CAMARA _MUNICIPAL DE JADIM, DECRETA E EU SANCIONO A PRESENTE LEI: A r t . 1 O Orçamento p l u r i a n u l de i n v e s t i m e n t o s para o tr ! é n ! o 1,980/1.982, que ftxna a despes em C ),535.0/0,00 (vinte e nove milhões, quinhentos e trinta e cinco mll cruz iro) sin discerniado! 1 !J' ') 1.081 l.Q82 TOTAL Ctlm:m Munlclp:Jl ?.00.0tiíl,O'} íi0.000,00 3o.ouo,oo 290,000,00 Gabinete do Prefeito 1no.ooo,oo 20.000,00 120,000,00 ecreturln de dmilstroo 170.000,00 50.010,00 f50.000,00 97 10,0 y . , ,l • d O . , _ O, O O , ) Setor de Fazenda oo.ooo,oo 6o.ooo,o0 do.00o,00 400.000,00 81•crut, Viuoo,oo 30.000,00 30.000,00 205.000,00 TOTAIS 19.165.ooo,oc, 5., 00.000,00 4.770.or,o,oo 20.535.ooo,oo Art. 2• - Consturüo nos Orçamentos anuis, dotações correspondentes aos encargos desta Lei, exemplo: • ~ UNlCO - Não uting-ldoH no cxorcíclo, os llruiles parciais cstobelooldos nestu Lei, as parcelas passarão a se constituir recursos pura o exorcicio seguinte: Art. 3° - A preente Lei será renjustada anualmente se lhes es programas de mais um exerefclo de modo a assegurar Projeção dos períodos. Art. 4°-. Esta Lei entrnró em vigot· uparlír do diu l.o de Janeiro de 1080 irt. 5º Ficum t'C'Of,Udas as cHsposlçõos om contrário. Secreta1·ltt do CD.rnni·r.. 1Iuniclpul de ,Jardlm-MS, 10 de Dezembro de 1979. Elizeu Hibus T1·lndnde Rnmt'io Goncalvcs Burrioo Pre1,ldeuto 1.o Secretúrio Art. 5 dczombro de 1.979. Est!rua a receita l'ixu u despesa do Município de Jardim, para o Exerciolo de 1.!?80 . A Câmuru i1unlcipol de J11rdlm Decret1:1, e en Sunclono a Prei;ente Lei: Art. 1° - Fica nprovnclo o Orçamento do Município de Jardim, Estado de Muto Grosso do Sul, par o nxereicio de 1980 DlSGRIMlNADOS nos anexos Inte grantes du Lei. que t>stlruu u reccit~ no valor de CrS 34.245.000,00 (trinta e quatro mllllões, duzentos e quarenlu e cinco mil cruzeiros), e llmitn a despesa em igual valor. Art. ::!º - A receita será. realizada com o produto qus for arrecadado na forma da Leglslo.çüo em vigor e das espocifiouções do anexo, I e sub anexo, de acordo com o segutotc desrnembt•ümento: de I-- RECEITAS CORRENTES: 1.1. - ~erdtas Tribut{.nius 1.2.- Receitas Patrimonial 13.- Transfereneias Correntes 1.4.- Receitas Diversus II Receitas de Capital: .1.- Operação de crédito » 2.2.- Alienação de Bens Móveis e Imóveis • 2.3. -Trnnsfercnoiu de Capllul ,, Totul da RecE'lla Orçarnentúria CrS (( )) )) 1.60(1.000,00 100.000,00 10.453.000,00 400.000,00 CrS 12.553.000,00 Dept. «e serviço urbano « Soer. Educação e cultura « Setor de 5ade To! 1 Cr$ Art, 4? • Vetado. I Votado. II Vetado IU Vetado 2.000.''00,00 2.500.00,00 « 845,000 00 34.245.000,00 dispos!, 14.000.000,00 100. 000,0D 7.592..000,00 CrS 21.692.000,00 CrS 34.245.000,00 Seoretaria da Câmara Municipal Jnrdim-MS, 10 de Dezembro de 1.979 El1':e1:1 Ribas Trindade • Presidente Ramão Gonçalves Barrlos 1° Secretário. F ta Art. 3o - As àespesas discriminadas nos anexos e sub anexos, por unidade orçamentària. será efetuutla conforme seguiute~ desdobrurr:entos sintéticos: 1 - DESPES . .S POR FUNÇÕES: Legislativa CrS 1.800.000,00 Adminislraçüo e plnnejamcn· to Globul Hah!luçüo e urbanismo CrS Transporte CrS Educução e Cultura CrS 1 Suúde e Saneamento CrS 1 1 1 1 5.:mo.OOC,00 1 G.G00.000.00 7.000.0U0,00 2.500.000,0o 845.000,00 Total CrS 34.245.ooo,oo 2 - DESPESAS POR UNIDADES OR C A M E N T ÁR I A S Cilwnra Municii,al CrS 1.800.000,00 Gabinete do Prefeito « 1.000.000,00 Sectetaria de Administra- 9üo « 1.500.000,00 Setor de Fazenda . « 3.000.000.00 S e e r. de viação e o b r a s pub. « 14.600.000,00 Dep.to. Mun estradas de Rodagem « 7.000.000,00 VIDROSUL ColocaQúo de v"!dros a domicilio Espelhos e Molduras em Gernl • Servlço perfeito Serviço Social de Luto Atendemos a qualquer hora - Serviço Completo Seriedade e Resp801mbllidade Bela Vista: Rua Pedro Rufino S/N Jardim: Rua Tenente Bernardes • 2028 Cnrácot - O I ri Malo, de Caracol, re Ilzou bado passado uma lesta visando arre cdar fundos para us atividade f 'lportivnr;. IIo'.lvo um churrasco e logo após, partida de fu tebol nntre o mn(q q u e rido do Cnrueol o o Banco FlunncfnL O 19 de Maio vonco por 3 x 2, mao n,pJatre ,·e quo o Banco formou uma ver. dndelra r.cfoçlio para enfrentar o " furnoüo dn frontolra ". A noite, nos so.lÕCIG do clube <lo Laço, fol oferecido um bnlle os associados o convidados, com a presença. ela so cledado caracolenso o víSltantes, do Bela Vlata e de Campo Grande, entre os quais destaca• mos a presença do Se nhor Luiz Carlos Naz ret, superintendente re gional do Banco do Bra nll, Tarclso Alvos e Ce zar gerente e sub ge rente do Banco Financial agencla de Bela Vista, em oompanhla de suas respectlvas esposas, se nhor e sra Ademar Go doy, ele presidente da simpática agremiação, Horaclo Godoy, Maneco Ro!l!'fgues e sra, Valdlr Oodoy e Sra., Leandro Acloll e Sra. Casalo e Sra. e dezenas de bela vlstenses que vibraram com a festa do clube cara colense que já se tornou tr11dlçúo. Segundo Adernar Gody, "o obje· ttvo da festa foi alcan çado e outras virão, tudo para concretizarmos o nosso maior sonho que é a construção da nossa sede social. Leia e assis Correto Jart'il sC r 1 • 1 !..nl ?.hJ.teriais elétricos. tudo_ pum o seu_padrão Cemat, produtos Veterinários, Implementos Agrieolas, Ferragens, materiais pára b'Onstruç-ão em eral orros de punhos, clientos, zulsjos decorados, tintas em geral, vermifugos, vacinas, Semente Braquiária e Jarguà, Bombas Flutuaste para peço, Zinco, castradores, Louças, Sanitários, eternit, trjolos, canos galvamzados e Plástico, conexão em geral 8 Um Bom ln"ormação de Venda: Negócio iliári Vila Angélica Rua 1.o de maio, 519 s ----·---------------------------------------1 Vania Torraca Vcwlr: A }l"ll i! '. :''O t-Oble I rio ,. il ., r('nP O "cl ;:ol 1 w:e roto de novinent, t• 'TF: Qun!· º' .. l e iE(l)r li {, 1'1) pr fotidor-'? f l ! Van!: EIton John, Mria Bvthan1a 0 Cbiro P,u·JTCJ"C•. TF: O que m! homc1m? Van!a: A peronlldade: Gosto dos hon e uquole povo todo vlbrnndo o oplaudlnc.c. Foi um IlQ"'ÓCío TF: Voce acredita no amor? Vuv.lo: O mundo, o nesso mundo, está carente de umor, de afeto. As pes. sons est:lo se brutüliz:.ndr,. E olha, so o amor coo:.;trói p.H'tl u eternidade. Sim, ainda acredito 110 umor. O di!l em que a h11mnnid:1tl" d, ixnr· de acreditar no amor, elu perde a esperança de viver. TF: O que acha da política? Vaota: Kãn gosto. Espero nunca fazer polltica.. o;; homens deturpuram a real finalidade da política, ela passou a ser u;n jog.:i de iute1··•~sc,;, perdeu a sua finalidade que é servir... o povo. TF: E r. r.1ús!ca? Vanla: Jd cli:si:,' o poeta, sem mú- lca a vldH sPri2 u□a sequência de ges, tos mecnnlcoc:, o Para mim a vida é mo vimento, e nilo Ú1·. d:to em movimento sem músjca. TF: Voce gJst:; de ri!osofar ... Vuuia: O vivet· é umu rnosofin. TE; E o engajamento? Vaia: Existem muitos "ismos", muita bnduh·çi:o em tt'nnos d~ engaja• men1o, leto l' eiD,.l de qu:-- o hotrem p r deu o seu 1,0:1. T : Qual o tipo de música que vo. ce pr fer~ '? José Ignácio 110 TF: F-uu meJsr.g-,,r.! Vnotn: Vivlbo, mu'tas vezes o mesro estrga o1 então P inauclívPl R c.omunicn.çfio 1·om di,;-ertlas localidades no Estado. Bem sabemos que o Poder Execu tivo Municipn! ro é culpado de ta! Fl· tu@ão, pois no é 6monto aqui que se vê tnl nborrnção. Até qun n. Prefeif:ira já fez muitn cois, pois afinnl, é a Pre feitura q13 cedo o péd'o e p:ga 0s funcionário!!. A telen::a.t f:ómentP fornece o aparelho e tem o trabalho de "contar'' o dinheiro apurado pelo posta. É vergo nhoso .... A exemplo rle 01,trno: mun!cip!os, a Telemat pediu à Pref?i!ura. o terreno e o prédi1J pare lnc:tnin.r u central. obm essa que. atualmentP. n"'w cc;tnr custiro p:n.J. pArticu ln.re;;. Por i!:rn nüo re justifico . É um verdadeiro absurdn. Cabe, pois, à Telemat, construir co□,-1eus rccur;os próprio;_, R. Central Telefônica de Jardim. E o prefeit0, i;eja qual for, lídimo repres.::n_tnnte e def,rnsor de intoresses f.a rcmnnid11di>, deve E:e opor, terminantemente, a tal iniciativa, ou sej, não deva fazer com recursos do muniinlo ur ' ostimen!o des3e gênero. Que sejam com1pr.das mis máquinas, que sj:.m feitas tantas outras obras que õ município necc::,ilc que i::uo reais obrigacães da Prefeitura. Pícil ·::squi. 0rtcr:to, o protesto contra medidns qu Pisem prejudicar este próspero munieipio, afinel, dar e. César o que é de César. 1 f' ,cio Enviam os seus votos de Feliz Natal e pró: pero Ano Novo à todos os nossos Leitores 'A verdade é dez vezes pior e está no meu fiO !0ry p, Campo Grsnde • D5 CJ - Paulo Amntco dos Reis, interventor em Jar dim que d'3ve encnml· nhar esta sem:rna o re· Iatório dos seus novPn· ta dias de trabulho à frente do ExeouHvo da· quela cidade disse que "a verdade é dez vezes pior que o relatório que eu encaminhei à CáII!A ra··: Explicou que nli ele apenas re,poodeu ns pe!'guntas que ft:iraru fei tas, q!.!ando no docume!1 to que enh'2ga a :1arc<'· lo mostrré tudo o que , ten condições de Je vantur. Atrfbu!u :1:1 acusa ções que passaram a ser feitas por Ferz:ndo Freitas. orefeitó da. c1 de.de, e • que jn. re 0 to_r nou ao cargo, ao H! t<' d~le n!lo ter gosl dr. "Acho que ele penso11 oue eu devesse oeu!ta:' Ôa fatos. A 1,ua rcvoltl é porqu9 eu disse abso lutamente a ,erdede, o que po lhe intercssavo. 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