10_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº10_18_10_1976 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título10_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº10_18_10_1976Número da edição10Data de publicação18 de outubro de 1976Número de páginas4GeoCoordenada -21.477267767865637 , -56.1497975212868 Documento 10_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº10_18_10_1976 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto E A E;ão e Natal da Revista ••• llegrato que rllará a GU cir& 1 r . . . Nós acreditamos no progresso da Região o Lançamos Um repto. jad> o Gov rno ajudar voce, trabalhe e Revista Integração... Um encare o futuro com otimismo, pois, desenvolvirento crença. no horr,em e na Naç&o. arroiado empreendimento da EmprçJso G~áfica r ribuna 1 ! l . - : ) 1 ! • u e l • , ·] ... s' él l 1 s; i- ! n l-: i 1 l -l 1 1 1 ! Fundador e Diretor lerpon-sável l valdo Pcrei ra r ANO l Rcdaçilo e A lmlnisl!·ação - Rua Teu. Oernurdes 203U ,Jardim - Mt Jardim 18 a 2~ de Outubro d<.! l!l7!i ----------·- -· - . --------------=-------- ------ ·--·- - ------ '-----------=-----------' ) 1 ' 1 Governo preserva a Saúde dos 1 ' • e» #E"e«7A 8 RESTIMUIÇO RE 1 ' ~ ' Cuinbá - "Esta é a primeira vez mento da li!a dos ats moderaos que e nestos últimos 20 unos, qm· vejo água lim xistem para esse ser.;, ':J e esta sendo uli pa e pura nurn copo•·, declarou a proprie- lizada pela :..crnµ,mtlt nas- ci,!lades me.togros tál'ia do HoH,l Caiçara, de Prto Mutinho, senses, sendo n segunda instalada. O pro quaado abriu uma das torneiras de sua ca duto final ETA-c:•mp!lctu, à água é-dii;tt'l .. sa de hosp1:1dogem, logo após u inaugura- bida para a população com as mesma çilo d.J. estação de l!'utumento de água da qunlldades e característica das águns tra , nnemu l nuquelu ci1 n11cionn is com a presença do gcivernadú G,1rcia Ne da organização 111undial da a úde. te. A Importância da .Água A Estação de tratamento de Agua , iuauguraçào da I·>1:11:iio rl,· Tn,tn111t·11!0 de Porto ilurtinho - cidade linadeira com de Água de Porto ;luriinho n·,·e-1iu-~,· d,· np1·1ia• a Ilha Co Santa Margarida, Paragaui, num importância por_rar-e de upa_d iylde; mi dos pontos ·extl'emos de Malo Grosso, ta. distantes' de 'Cuiabá C numa <ln,; lllõll• long111qu~, ,·,da f de- Írnl<'iriça< <lo país. Esse trabalho da anemat zb cap,açãu de úgua. oo Rip Paraguai e em levar água tratada para ª" r('í!i<ies di,tant,•,-, me beneficia l00 mil litres por hora ou eja receu especial atenção do Banco acional da Ilabi dois milhões e qunlrocentl'Ol' mil litros em tuçiio. BN que numa de suas publicações no jo, • 24 horas de funcioni,mento. ' um equipa· na! ·o Globo" ilustrou a 111atétia com a Estação de Tratnmcnto de Á:;ua de ;liranda, a primeira eles f1' EU linhn utilizacla peln Snnenrnt. ~,----- ·•·•,-,;-·"? :--i--- ----,.,•-¾ r~ A população <lc Porto ?llurtinho, desde o .,. ~; -~-- .. · .. .' !.~~- 1. ~J ::J~ ·.- ~r~ inicio de :--na ocupação, co11sun1iu águn do Rio Para _ • ~.'' ~ ... • _:- ' ' ! - ~- ' • guai scn1 ncnhnrn tratan1cnto. hssn á"'un. nos tern ,~ . . ·,ai · • po,; da seca, tem elevado índice ·le turbidez e, nas • •• < } :° r cheias fica totalmente suja com a grande quantida de de terra em suspensão. i,uruaaituénte os vda• do, filtros domésticos tinham que ser lavadas dia , :; '1 riamente paro que se obtivesse algum rendimento, Quando jorrou o primeiro jato de água , ! trnludu, e o pro<luro apre entodo com ropos de vi clro para pessoas da locolidod.,, muitos du, idaram e t·iH·~aran1 u afirn1ar que tratavn~se de :lgua 1nineral. d.,, cng:,rrafadas que se ,·endr.m nos bares pois es• r,·,·ialmente as crionc;as não conheciam áaua com lin1pidcz, a não ser &quela comprada nos de bareirn de Freitnõ. <la Administração, Frederico tUam pos, Viação e obra, públi~n!-; o chefe <lo Casa Ci'il David Bnlaniuc, Hui Santana, rnb-chefe da Cosa Ci vil, Cel Torquato <la Silrn, diretor da Cemat, e de mais integrantes da comitiva _governamental, além de autoridades municipais, oficiais da unidade do Exército sediado naquela região e militares pnrnuuo ios que comandam e admim;tram a Ilha de a Margarida. essa ocasião, o pres, da ianemat, enge nheiro José Luiz de Borges Garcia. npó, destacar a atuação de sua equip<", falou cio esforço do Governo em dotar )lT de um sistema ideal de snnearu.-nto bàsico, notadnmente água tratada; " tenho a !'atisfn· ção de entregar ao po'Q mais esta obro do seu Go 'erno - disse o presidente da ianemat, prova indis - 1LI Octávio Oliveira Secretár~~ da Fazenda ex·prefeito dePorto I urtinho atongrossenses: ,. 2GJ! • 1:manárlo Eng, José Luiz de Borge utivel de que a adminiHração Garcia Neto se fazer presem.- nos mais distontes rincõe- d,, nosEo E,ta do. Agua t ra1nclo é um dos maior~- beneficio, que se pode oferecer para um po,o poi, da rt,prescnta conforro e.- saúde pura todo; Hoje bm-camos a água do bruta cio Rio Paraguai t: a tran•formamo, em água para própria p/ ser usada pelo homem. A S;;.,. nemnl emprt'ga aqui ,em Porto ~Iurtinho, us técni cas mais avançadas no que se refere ao trat.Jmento 11:i água, " com esse equipamento IT pode orgu lhar-se de e-tar entre os primeiro, nessa busca cons tante rle melhorar os condiçõr.s J., ,ua gente, pois o eu Governo não mede di-tinia para estar junto com o ,cu po, o e bu,car os melhore;: remédios p/ tudo e aquilo que ele necessita." Falaram. tnmbem, o secretário de Viação e Obr-ts Públicas, Frederiro Campos e o governa dor Garcia Neto que. em curtas palavras emocionou o po,·o presente quando disse: "Rara o Governo e para as •uas obras, Porto Murtinho é tão irupor- • tnnte rumo a mais importonte cidade do mundo. E-ta a guu do Rio Paraguai, hoje tratada e purifica da é o testemunho de que o nosso Go'erno bu,c.a :1 valorização de S!'U povo, dos familias e todos a queles que estão p.1rticipando desso grande arrnn cada de progres,o do posso Ef,tado. cxiga lutu o da Fronteira Laberude COlll lJllld,Hle N .o l O Garcia Com o inaugura• ção d11 Em,ção de tratn mento de Agua que ofe recer.í 2 ~,lhiir.h " 400 mil litrr.. ..... 4-:"..i.... ., ... dia p por:. anexa. Giu »íe »c plano de ligações domi • ciliares fina.nciandu em até I8 anos, a cinco cru zeiro• por mês, para as . familias de baixo poder O<fOÍ•itirn daquela cidade. Dia 28: Aumento do Funcionalismo 0 l L, !,_./ 1· de Monteiro Sá ~ Ci~i. Ltda. ~ Borracharia dia e noite - lubrilicanle a preco de fornecedores Swz Ion1 te d1 / 11 E UIPE TECNICA . A SERVIÇO i»O {a y±y)a Qug D ca1as 1 - O Governada: C+r eia Neto autorize; e - .:: cretnria de rl,~.oinis,rc:::- - ção a reamai'- estudo, - para o aumento do fun. cionalismo estadual, in formou o Secretário José Ferreira de Freitas. O titular da pasta de Ad. mini;tração não revelou as b:ues do aumento. mas disse que o Gover nador adomrá dentre vários critérios, o que for melhor para O! fun cionário, e nns condições em que o Tesouro possa arcar com ns despesas. A assinatura do a:unento será no dia 28 do corren te ms - Dia do Servidor. no Colégio Esttidruil, com a presença de todo o func10nnlismo público estadual. ,J arcflm - . ft. Correio Jardine O GI O HUMI E·te cnuso, veridico em (od0n o ws upevto, e perfeitamente comprovivol p1'101; a1·qulvo!J da Faculdade do Modieina do Hio de Janeiro, chea me à mumóriu depois de aiyuns unos, quando, lendo velhos jornais urquivados na Hiblio teca Nacional, deparei com o fo impren lonnte, agora trazido à evidência pela revista Planeta e tanbm por uma socie dade teosófica de SE, nesta época ele e· xorclsmo l" parap1,luologla, de meutlra e do pulhaçda. que residia em Mina Gerais. Quando o pai de ;larciuno cltc1:ou ao Hio o iutortu nndo jovem huviu murtíressados em investir em MT. Na ocasião o Secretário Bento Porto, além de rt:ssaitar a carência do setur industrial do Estado, disse que de fato tem colocado a produção primá ria em export..tção "in natura' a pre ços mais baixos e com alto custo de tran~ portes, como é o caso do arroz que é transferido 80% ds. produção em casca, enquanto que a madeira tambem 80% é comercializada em toras. Frisou ainda que MT é um dos Estados brasileiros que tem uma das melhores perspectivas pra investimento no momento com garantias de retorno a eurto prazo. G 1 T lau i o e é los irig ntes a JÇO ria Cuiabá - Dentro das po gramaçõee elaboradas para o i.° Congres so de Grão-:.Iestres da ~laçon(-1ia Brasil.ei rll, flUe se realizou l m Cuiabá desde o dia 8 até domingo. o Governlor Garcia Neto foi convid11do pdo Grã1,-Mestre do Grande Orirnte de MT, NIson , .... oni::tantino para proferir uma palestra acerca do está ,gio de, desenvolvimento do fü·tado. • Garcia Neto , principiou sua exposição par,1 :::.s Grãos-~Iest1 lS e:: G-rãoíl•Mei;tl'es-Adjuntos representantes de 13 estados da federação que co,hAtituem a maior potencia da Yaçon> dor sopre o desenvolvimento de :'111' e par ticiparam do debate promovido. Garcia Neto concluiu a palestra afirmando que :...s questões levantadas pelos dirigentes da Maçonaria Brasileira revelam o, grau de mteresse elevado d!1 Ordem e?:{ relação aos grandes problemas n11cionA!s e a sua participação no desenvolvimcntoe~' do país. Quando deu por oneluida a expos1çao, o presi,Jente do C léo'io de Grão-~lestres. concl&mou oe mu1oe~ !;j a· plaudirem o Governi:.dor que, de pé. foi demoradamente ovacionado. Laboratório de Análises 11 iínicas "Louis Pasteur" Cx.- Postal: 4- Fone:152 - Jardi a - MT Mais una_opção coo auxiliar no . <liagn6,; uco em urgencia Médica, atende-se a jqualquer hora do ·run4o notit divulgada _pelo jot nl "BREiO D ESTAO, por n4 s entendrcm 'p protugovzar em er b a a vel «amis! ati foram exonera! de ses carro+, [0 ato d· o..uno d» Estado, os dei gados Ezequits Tre re (de Pcleia) Franriseo Vieira d Camp Curado (l ional) da cidade d Uourutlu . P,1 ra r li prir a falta dos do! dele!ado foi nomat do 0tem Cicer tio 'ú. qtH' al11•l, OÜO cJt,r-,UJ,,iu O (;ftt go. O desten li meulos eutre Lt. quias Freire e Cua: pos Curn,J o L'clta vac sendo cala vez I4 is frequeuts e p IJl.icos, compromett do a eada mornellt a já detu·lornda 1 magem da . paliei de MT, motivo pel qual o secrelári Mu.deira Evoru detl diu dar cumprlrneó to a uma promess que fizera bá mai de tres meseR, quaa do da primeira brl ga pública'. ou E ~ntendem os doi1 ou saem os dois. 1 última hipótese fc a única saída pai" a Secrc,taria, jú coe prnruetidii por um longõ e desnecersé riu espera, motiva da po interesses L nicamente político! A primeiru notíci da exoneracão do dolõ delegados f, dada pelo ex-deJ,U do Edlsun Pires G Alm.:ida que com "emissário esper.lal da Sac::etaria , ec 1Jiu-se com os úvl titulares policiais c munieando·lhes medi parentar o rnáxím~ de calma - e af indiferença -- pcile dimensões. Mas I zequias passado primeir,') i!llpacto, r velou que a atitude 1 mada pelo secretiri ~'ladeira Évoru e veu-se certam doR muuicipios muto gro~senRes, O lidei· do o:ov. i,;e nvistou com lo.los os pul'lamPulares/ sreni,tas, in- iermu seus assessores.r ' Qn,,nto a p,.sJib1lirlade do DB eleger P,·efe1toa, o deptVnrl" Figuei ró comenta que «exi~te dei· '!.' alguns ~Iu niciplos, tanto no sul como Is@ oi te q-u,, o partido ela oi;ot-içiio leY l i momt>nlo pequera vantagem» N.s t&ta o lider arenista que ó MDI não cllsuiva man ter e~ta vaoturre,...i até o pl1'~~; de l.1 de novembru. Acre,..:enta o j':, rl!neíllD.r qllu «a arena venLetá as tl.-içõ~I de 01,vembro porque o po,•o mi1togros:;enc:e rnbe que o nosso partido se:npre lutou1 ~•>mo vem lu tt:ndo e que lut~rá- s1.:mpr_l l?elos u~piru çoes dd e;omumdudt>». :::i u~1do ioform11· ções do próprio deputado, ~·b e,,t,uá -vi,-i tando as Jideruuças rle v.- Jqs ~Iuoicíph,s que represent11 un ,ssernbl~i•a Legislativa de ~11'. Figueiró diz que :le'l::-a <Tt•m <lo E xeculivo siio cte alto.,; iuterJs, es ~ du coleti- vidlide. , Em sucintot: eh tório d, r+leria-e Figueiró n» programa de a.u- íll 11to ria < •<'·, '":< ' ,.[•J/~r o --~ ; 1 ,•li- zdo pela yt • -: 1 • ,J 11 't 1 • ;, ~ ,-: ., a ~:;11H• r:·d - 11 1' tl• ·:it; ,., c ,., O'-"!:- • o do Et e e mn o banco .anual de ll llila<:,10 - IJNfJ . F1g-u(•irú cumeutoa ,,1( 1a obre o arre{ado projeto do zove;no !o Est.do no q!e diz 'i, •P' 1f,i ao .U'J'•innalis n1t1 públ1c:, e·-ttid1,al. "º pl,, 10 i:t- recla si l'ir-nçii.o d·• i'un,::•;Hali. 1110 d· :,iT, , Jubn,, - riu rolil p··b;,l"ia 0CCi'el 1: i,1 dr· . dmluí.,', a- ' üo do Estudo. com upoo lóc ... e tlu r.{t,L -~------------ l'cdcrnl. Cl'J !umente que , irú con·1~1r ns distorçõPs sal:Hi,Jis los servi4ore t, »br: tudo, oferecer maiores vantagens salariais a.oti trcnicos e outros fu11cio11ú:·lo3 nt:cessú rios a admiulslraçüo púlJlira. Finnllzou :üirmaudu que ,:o f!OV. C 'J )egi,!Jrl,>> de Antonio R. • Melo Consertos do relogios cm geral Hclo~ios <l,· puni - perímetro - ulímdro 'clodmelro - Coluna; "(:f!riwcii1 t r~sp,•mabilidade a seruiço cio climte" ... ~. J • Rua Marecli'ai ··Rc:::[lnn - • 513 - Jardim ilt ;.... , __ ~_ ------- P.1r.1 f'r< frit11 1 e i es .. f 1 • r e ar par a vereador / r 3RDN REVENDEDOR AUTORIZADO da subiu anemat em 1976 Cui:lbá - A Compu nhia de Saneamento de Mato Gloso que arrecadava cerc.1 de 0 mil c.uzelros e;o 1.075. wos últios !5 meM ~ 11n ,.tual ü.dmi nhtr,u.;ii.u PlcVúú a sul. arree11cl;,çi,o pa r.1 doi:, m1lhõesrcte cru zeiros o gu;e ';ltem prop:ircionar:0•7,'() ór gão a sua·expah5ão pdra todo d fü,tado de ato Gro»9,2 lualmente fl S NE M.AT já e:5tá atuupou em 2'.! unicipos está cl!!_ssificada l eu tre ar 2Q mai-rres empresde saea refito que operam no País. 0 1 ;Es.fo .;.umentcl da arr cadção da SA NEAT representa us rijilliàr~ de l no vas Iigàcães domici liares cfue são Ieitat paulatin-<troente I e!!' .. todas as, locnlida' ; • des oade âca, no1° damc•nte c:om o~I!~.- -:;:.: no de ligações d rnli-: . ciliares finaci ias cineo cruzeiros por mês, em até 18 anos. si 1s =-----------~,...----- -------------------------· . ·---·--- --------- .. "-'.:.l<;..:.,n,.:;..... ... ll ... s'""·s_-_,_.....,:_.,_ 11 5 iui:;1'-! Pb lGUDI;l .ll"JE ,'.) o:, i.c1Jhcj23. org . 1J&1S -S: o 9i<i 11,~·ru'J TMOEIS;"° , . . u ; V ·, I' T . ~1 ;;;!) .:l.G1Í -:-.is'l .t' b ru.1,rJ , < tl1 a~ ) ,.:!! .co:V: ms 1ibia3'.l Iü□O!':élf01q 197 .J!ldJ! • OJB.3.T2H)Alt: M • ~1_.,.&1s},.l • ::1· In'.ftlciJ oJl.9. fo:} Pn d[~□[ .u ,noi'.la.l a1o. 6n - Jardim= "uto Grosso.=-.---- DEPUTID EDEM IFDSTI E TO DE GDRCII E EYORI no e na salvaguarda dos principios to ralizadores da Revolução determine Je diato afastanento do enhor Garcia Neto das unções de governador do Estado. ja e ta' fatos comprometedores io p0 ém ser tolerados." Flnali:c, al'irmando que faz 'este pedido consternado em nome da ordeira e pacata população," que represcn la no Congresso Nacional. Secret6rlo Walter Per,·ira foi mais longe em suns críticas ao coronel Madei ra Evora, assinalando que o secretário de Segurança "não tem mai condições pico lógicas para continuar como titular daque Ja sec•·olaria pois sua gestão marcaria pe la ingerenciu. política. Lem oferecido e, ma ior elenco de desmundos, tal.s como o e xercicio Ilegal da função de investigador, vcnd11 de armas e de outrns mcrc•a(Jurlas apreendidas, fultiil'icoçilo de ducumeutos de carros roubados por diretores de Clretran, apolo incondicional a delegados corruptos, além da onda de violencia e crimes com a parUcipaçao direta da Poll cla Militar". ,Justificando que a ''popu lação mato grossense, no últimos dois a nos tem vivido momentos de angustia e ln segurunçn, c1•mo consequencia da inabill dade politlca e administralivu do senhor Garcia Neto'', o deputado fPderal Antonio Carlos de Oliveira pediu, em Dourados, o nfustamenlo do governador matogrossense do seu cargo "na salva guarda dos prln ciplos morallzudores ela Revolução", con fori:;tt o telegrnma expedido para o presi dente Geitrnl. No mesmo dia o deputado estadual Valter Pereira de Oliveira (MDB) em Culubá Jazia severãs críticas ao secre tário de Segurança, ~ladeira Évora, frisan do que som 11te a nomeação de um" se- cretário êzk! que seja mais profissi onJ) do qlit~ .'!:)" lçal poderá hvrur o se toí policial u i3vencia politica do atual governo e, conneemente, restabelecer o ollma àe ordem l'<,datnildo pela aocieda de " .•. <? Segunda vt Antonio Cr)e3, dizia,.ues-" tu. cidade, que esta ''é a segú11cfu, ·.-,o:l· que peço publicamente a saida ct6 {U'. 'G. •eia Neto", pois no curto periodo de sewt«ver no marcado por folhas e erros adiuistra tivos grosseiros a tal ponto que o depu!a~ _,-;;,, do Jesus Gaeta apre6entou pedido de· im peatchmn «afastamento» em tramitação na Assembleia Legislativa". Em seu telegrama o par lameuta r da Oposição reitera "pelo presen te Excelentissimo Sr. Pres, da República, pedido já formulado anteriormente, da Tribuna ria Câmara dos Deputados, para que V. Excia, no interesse do seu gover- ... •· . -· Madeira Évora ME s - '-' rt ? , ... - ::.. Tarefas existem que, pla sua gran deza, pela importancia que tssumem no contexto soriul, pela soma dt sacrificios que exigem, se fazem merecedoras de to- das as nossas homenagens. I O Professor, sobre qutm assentam os pilares da Educação e da :Ãtltura. que assume dia.11t(! rlú sociedade a função do transiir ,} rança cultural humanida d ;-- ,dmtíiJH'ÍJ. ·a marcha do honem na bus , .... cu a,1 pe, feição, e é. 1:10 mesno tempo, a .5j negação do egoísmo, pois rua tarefa é ttansmitir, enriqueceí', dar Enobrecemo. e damos glh'ia aos ho mens que, a pedra moldara a beleza, eterr.izarr.m r irleal. co;nc, horranagear en tão aqueles que fazem isso can o Ol'Óprio ser hunano? Que dizer à essu, moldado res de almas, forjadores de percc.nalidadcs, edificadores do futuro ? Que cudu um den ós leve te Professor no seu <lia, a sua palavra deltenção, de resp,úto, de carinho. Quanto a nó::, partic ,:.q·mente, na condição de Secretário de Ed co~~ 9-o e Cul cura do Estado de MT, quer< IJ• , afirmar nossa preocupação e empen~(' ara que essa .abnegada clas~e ~oze i.:-n,eneficios condizentes com a magmtude:~ • sua fun- ção e a nobreza. com que a er ,ce. Cuiabá, 15 de outub; 1 ~d 1976 Louremberg NuoPB h: a Secretário de Educaç W Cultura. ' O deputado do MDB acha que está na hora de o goye_rn_ador colocar um ponto final nesses epltiodios lamentá veis, que enlameiam o nome de MT "que voltá a aparecer para o resto do Brasil. como um Estado onde a lei do 44 ainda impera". ««<1Folha de Dourados»»». Altevir de Alencar 0 : -o g o Ili .,, -o a o ..!:! - .. êii .... o ..e " 0 GI = -o .. .g 0 u CI E e Ili .. GI < g -o ;: CI u u C!) .. <t -o w D ± eo -o ~ ~--- ··--~ .::: .. < :, ., . . - Nasceu em 26 de agosto de 1934, em Teresina, Pis.uí. Fez o Curso Ginasial no Colégio Es tadual do Piauí e o Cientifico no C'olé gio Estadual do Ceará. Cur:-eu :'lté o 2º ano da Faculdade Dom Aqui30 de Filoi;ofia, Ciencias e Le tras da Ft!deração Univer~itária Católica de Mato Grosso (Campo Grande). tendo interrompido su curso superior para ir residir em Nioaque, onde o levou seu de ver profissional. MAGISTÉRIO Lecionou lnglês no Colégio Estadual , Candidato a Prefeito de Nioaque (Arena - 1 LITERATURA Escreveu e editou os seguintest, .kiros: - Sonho e Realidade -(Fort. 0t•. 956) - Eterno Crepúsculo - (Recife PE:r.[961) - Poem11s da Solidão-(Forl - CeJ [967) - Poemas p/ quem sabe amar (FJ'l,i~a!e- za - Ce. 1968) (duas edições) l, l)entro de mim -(Fortal2;,;1 - C . ,970) e Campo Grande-1lt, 1971 (duas edi1~es) - Alguma Poesia - (Fortaleza Ce, ('97~) Êxtase - (São Paulo. 197/1) li - Tem prontos para o prelo: Do caderno de um boêmio Poemas Feitos de Sangue - Lampião: Herói ou Covarde? (Esttq) IMPRENSA Foi cronista literário do Diárid da Serra (1972), escrevendo uma coluna, 1 iá ria (Coisas da Vida), num total de 1,5 4 artigos e 19 reportagens. num anv. «ais de 1.000 artigos pre jor.ais de Teres,a Pi., Fortaleza - Ce,Recife - Pe, Aquidapa Mt. Bela Vista - llt, Jardim - Mt, Gllna de Dourados - Mt, Dourados • Mt. Pertence à Associação CearensEf de Imprensa, ao Instituto Americano de luI tu.ra, ao Clube de Poesia do Reeifa, 1os Diários e Rádios Asseciatios. t --- • - • 1 • 7 } 1 • '-.y·. Augusto Valadares (Terenos-Mt) e na Moderna Associação Campograndense de Easino (Campo Grande-1It). Dirigiu a cadeira de Comunic:::.ção e Expressão (Português], no Ginásio Estadual e na Csc. Normal 8s. [Nioaque-Mt) CURRICULAR Possui, ,mtre o~tros, os seguintes cur- sos e de extensão: - Comunkação Audiovisual (Pucmat) Litt1ratura. Latino-Americ9.na (Uemt) - 'l'he Michigan Hight School - (Recüe) • Instituto de Lingua11 Vox - (C. G. Mt) • Interação Social e Orientação Peda- gógica. Os Árduos Caminhos do Mestre Dize(' 110 Mestre "muito obrigado pe lo quo fizeste por nós", nflo chega u ser o suficiente, se, ria necessário algo quase apoteót:co. que realmente fosse reconhecido esse ll·a blho heróico. sim heróico, porque o mestre que realmeu te se dejica, que (· mestre por couvi·J· ção, que exer<:e 11ua tarefa por amor a ~•rte, apesur de tan, tos uniras que en: freutar, mnece a)g) mais que um sm1· pies agradecíment merece que busque· mof lú no mais di· i'icil e impeneti-á· vel lugar, onde os cânticos e as fornas perfeitas se encon· lram, onde a cultura e a sabedo ria escolheram para ser o seu reio, a! palavras e os inceo• tivos, a sinceridade e o real agradeci· rnento. Certas vezes ouvimos e pensamos tambeID, "onde andará o L'.l0W prineiro mestre?" fü:tarà escondido 1 n:;,.s brumas do tem· po? Ou jé. terá part do para a viugen transcedental? 11estre, recon;:ie mos pr tudo qut nos foi ensiuadG PediCLos aús cê us que os ilumic• para que oritn:: com sabedoria e jovens de hoje. Unimo-nos ei: um bino jubiloso p~ lo seu dia, e nuu: 1 roda festiva decli ramos: '·O Caminho é a:l duo, mas a vitóri' é gloriosa". Preço Cr$ desti exemplar 2,oo Continuar navegando 9_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº9_06_10_1976 11_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº11_27_11_1976 Voltar para a lista de itens