115_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº115_22_02_1980 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título115_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº115_22_02_1980Número da edição115Data de publicação22 de fevereiro de 1980Número de páginas6GeoCoordenada -21.48118513100344 , -56.12916003950608 Documento 115_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº115_22_02_1980 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto l.l t' !l fl , • 1 • t! d 1· 1!381, c,;.:,Ul.l.'I , r tr,ll 1 81, te A e] entre ;·nero8 lst serem Redntr Chefe: Ivldo Pereira Jno IV ~ - - , - N":5 P L ?e Nfm rio sr M O jovem Dax Fernundes, de Jardim, ex-[unolonárlo do INCr1A, e que ultfma mente trabalhava na nwdlção de terras, morreu domingo, às 14 horas. uo Hospi. tal l:lílo Vicente de Paula. devido a feri· mantos recebidos uo saltar de uma via tura militar. Ele estava sendo levado preso pela patrulha do 10 RC, e servi ço sábado no Gremlo Pedro Rufino. quan do em determinado momento, eegundo pnlnvras dos componentes dn patrulha., saltou pum fora da viatura, de costa3, batendo com u cabeça no chão: Imedia tamente foi levado para o hospltul, mus Dilo resistiu aos ferlm~ntos vindo a fale cer. $ egundo ioformnçõ :i eolhldns por nossa rsportog-.•m junto udo. estava '·cheirando lança per[ume no banheiro Mini Usinas de Alcool em Bela Vista Bela Vista - O presidente do Slu d!cato Rural de Bela Vistu, pecunristu Edson Mores, afirmou em rece11le reu nião do Rotary ClubP, que encamlllhou a Ftimato projeto;; para u instalação de mini usinas de álcool em nosso municl plo Segundo Edson llorues, o presiden te da Fnmalo uindn nllo se manifestou, oficialmente, a respeito, mas deu a enten der, num contato pes1;oal, que l!ó. viabi lldade para o projeto. Disse ainda o Presidenle do Sindicato Rural de Bela Vista, que precisa ba ver por parte do govnno estadmll um interesse a reFpPitO Pois as condições do l'fJlo paru o plantio de canaviais slo excelentes, ssim como a receptiviàa•lt> junto no:- f ,zeodeir,., locais. Para Edsou ?lior,1e::. ··o momento qua atrav~ssamPtl e oHleil, ludo decor rente das ultas taxas de juros bcártus, falta de financlarnentoõ e si1u11çü..) inter nacional mas somando esforços, unindo a e foi convidado a se retirar do saliio" Ele nllo rc-nglu, pediu o.penas que uvlsns em seus amigos e caso demorasse, pa ra irem prucura, lo, ChE:gaodo na porta riu foi entregue a patrulha militar, que estava de serviço, e colocado oa via,u ra para ser lc 11ado a Delegacia de PoII clu para averiguações. Disse um dos sr,ldodoa que em determinado momento ele lembrou-se de seu carro e "pulou pa ra fora da víalura, batendo com a cabe ç:, no chfi o". Disse ainda o soldatl0 que ''nüo deu tempo de segura-lo" Repercussão A morte de Dax Fernr...nrlt'!l rPpn culiu, se1·Jurneute na socledPde de Jat·dim pois o mesmo era pessva. que gozuv11 de gruode conceito por ser um c!dadüo ínle gro e cumpridor de E>eus dever~s. Seus farnili:nes estiveram em ílcla Vista, e comunidade, poderemos ultrapassar ei;ta fai;ei e ingressar. realmente, nurn período desenvolvimenttsta.". "Não estnm;:;s de braços cru: ados, aguardando as inlciati vua oficihis - prosseguiu - !.'Stamos buscando alternativas, 1:, essà busca con tinuarA até que i;eosibillzemos a autori dades". 'Nosso Sindicato, afirmou Edson Moraes é uma entidade dinlimh!a e procurarA atuur na comunidade em todos Ol' seto res, vivendo os problemas e buscando soluções par1:1 os m~smos. O noE>so objs tivo nii:> é realizar apenas exposições e festas, mas participar ntivnmeote dos problemas bellivlstensas. Eluboramos diversos projetoe, inclusive o da instala çõ o de m!ui uslnas de álcool em Bela Viatu, e estes projetos serão divulgados através du imp,ense escrita e folnda, para uni maior eon1lecimtnto uão só de no,sos aõ6ocrndos .mas de toda a comu nldaue". solicitaram a abertura de um rli?oroso inquérito p•1ra apurr,r &'3 re•,ponsabll!rla deu. Dax é cunhado do p 0cu 1ríslu .dilo Albuquerque, que não 1,e c:onfurrua com a sua morte, mui; a triste realidade ó aue Dax murreu, G o curonvu! belavls tensa ficou i>nlutudo coe:: 3 FUU morte. Arcebispo critica , . '------------------ - ... ,,.,.. 1 1 - 1 Perto Alegre-Em jantar com ú Govtirnador Amaral de Souza e deputa dos estaduais e feder& is gaúchos. o ex- , Prc-s!dente Ernesto Ge:sel aflrmcu est-,r "muito satisfeito" cor o pzogramn do PDS, pois ele reflete a preocupação do Governo em atenoer as uspiraçõe;, po:,u lares, e abre perspctivas de sucesso uo eeu novo Partido de apoio. Depots de ou um relato do Go veroador sobre a adesão mnciç~ dos ex arenlstas gaúchos ao PDS, o Generru Geisel àisse ltir ficado Entusi:?,;mudo tembm com a participução de jovens no Partido, e comentou que e trabnlho de areglmentaçüo p01íticu ficL1 hc;lilaoo quando a ação do Governo e o pregra ma do ,:;eu Partido •·estão ,o!Bdo'! pa~· _. as quPstões soclaui·•. político agrária Fortoh·za - O Car de]Arccblspo de Porta leza, D. Moíslo LorscheI der, a f i r m o u qu0 os bispos brasileiro cons!dern m lojoi-ta a j)C) lftlcn egrúrln. que e de envolve no Brasil: "Es sn polit!ca é eenclal mente de proteção àe grandes empresns e jus trente com prejuízos p+rh os nróprics dinhel 10s Pb!1os", A de·!+ração consta de e!revista publicada p ·lo jornal feio dia, l. desta Capital. m cnual o Cardeal afirma: "Os bis pcs disseram claramente (,..m Ttnici) quP oa !ncen tlvoe flssaR, ln vs de benefic!arem po pulgões mals pobres. E moitas Vf'Zes essaR gran rles emprel'OS Fão eH traogelras. multlnaclo nais''. "E neNssArio fav>r uma revisão dessa polí tica egr"!ria", afirmou D Aloísio. para comentar QU" a dPnúnc!a dos bis poa é grave e "fandadu em dados concretos". No SE'U entendPr, "o que os bispos propõem é que reimente, sa dê urna maior 1J.tencão fl empre i::u ch!!mads. familiar" •·psfafü,ticamente. já sê comprovou que ns pe quenas prooriedndes produzem mais para o pals do que as grandes". Financial está apto a resolver os seus problemas, converse cem o Gerente No Financial tudo é Resolvido na Hora. Tome uma atitude. inteligente abra uma conia no fíNANCIAL Cor!o Jardinene OS C MINHOS OI Opressão Paulo Damlanl dos Santor. Fúria e ... VlvomoH num mundo quo nllo abo dlscr nlt· nutro os llrnlloe do rlover o do direito. Vum mundo desreprudo que perdeu sunus medtdus, equllfbrlo de celtar e valorl. z1r ou Indivíduos como pessoas dotadua de Intell&nela o wentblltdade. Num mun do confuso. caótico, onde a hlpocrela etá nu ordem do dia como forno. d e amor. - Por que encontramo.nos nessa l:lltuuçllo deplorAvel? Ora, é slmplesmen• te porque o mundo se esqueceu do ver e i;enllr oom o ooraçlio. E o Injustiça, a exploração, n ln, gro llclllo que se t>noontrum em quo.lquer prateleira, liquidando us pessoas. E o QUE' nós vivemos e sentimos como jovens que somos. Este veneno se o.lnstl'·a sem tempo p..ra ataca-lo' A oboga penetra e tomu costa do nos110 ser, exterminando o ldea lismo que nüo tnoontra eco. Muitos condeonm a revoHa. 'fo.xnm os protestos dos jovens como "excesso de unrquia". Eles têm rozlio. A história. dos cJJstúrbioP registra e;,tragos de conslde• ràvel monta. Hã muitos atitudes exage adas e irresponsáveis. Mas, por outro lud!>, foram necesRtrlas para acordar muita gente convencida de que o mundo vai às mil maravlíhas. Seguidamente ouvimos dizer por ui: "O que quer esta g~nte allnal? Será CORREIO JARDINENSE ( Fundado 1- 8 • 1976) BI- EMANARIO Redator • C hefc lvnldo Pereira Redaçilo e Administração: Rua Tenente Bernurdes s/n Jardim • Mnto Groseo do nl Oficinas: Tmpreuo na Graíico e Editora Apa: Rua Duque de Cn:dae s/n Dela V. MIS AS INATURAS aue eles são tifo curtos que nllo perce• bem que suas tltudes são erradas? Pa rn que perclem n cabecu 11m contesta ções? Chega de agressll-o! Basta de des 1rulçilo!'' Sim, o.cbo mult.o bom falar de dl namlsmo. partlcipaçllo, amor reciproco, alegria. Mas, ser jovem em nossos dlas (! dt3smarcnrar, desvendar o egolsmo, a Injustiça, o ódio, n lncompreeuelio ... Contra tudo Isso vai o meu pro testo, a minha denúncia e contoelaçlio. O rneu protesto ó violento. Vlolen• to porque sacode e amedronta os que amam a loucura e as oparenclas exter• nas. 011 homens silo dotados de lntell• gênclu, ora bolas! Nlio é segredo para ninguém que as aparências enganam. Minha conteslaQllo é enérgica, por que estou Jansado, aos vinte e poucos anos de !dado de viver num "mundo cansado". N!l.o é Hclto que neste mundo em franco Jesenvolvimento, nesta era em que incomensuráveis Invenções sen saclono.ls explodem dia a dia graças a intellgencla e criatividade dos homens o haja bondade, paz, alegria e amor eutre eles. Minha denúncia é persistente, por· que os homens, por egoismo e ambição, transformaram o Ser homem num ser clio. Não mediram esforços par11 progredir materialmente; se esqueceram, contudo. do mais importnnte: enriquecer o espl rito. É por Isso, únfoa e simplesmente p<•r isso que as lnjust19as se sucedem, os homens se matam, a amargura e as lágrimas ulio se afastam de nós. Rev0lte,do centra a incompreenslio e a lntolerílncla dos homens. bato firme o pé, com Furla, e digo: "Chega de AgresRo! Basta de Destruição! Pe:-doe-me, leitor, por esta minha atitude. Ru nlio queria... mas senti-me Assinatura Anual--------- Demnis Muuicipios _ Exemplar Avulso...... -·--·-· 500,00 600,00 S,00 "Os conceitos emitidos em artigos a»in: dos_não exprimem necessáriameat opinião do jornal, podendo até ser contrário a este" Fundador e Diretor Responsável lvoldo Pereira Registrado no Cnrt. de Tit. e Docum. de Jardim ob o número 0, às folhas 3 e 4, no livro de Reghtro de Matricula de Oficinas Impressoras e de Jornais. A g o r o e m J o r d I m ... Uma Opção Inteligente ••• BAZAR MARILENE Artigos de couro, Malae, bolsas, diretamente das Fábrica, Confecções em geral... preços de inaugnraçüo O BAZAR MARILENE se tornou tradição. na arte de bem servir. Em novas Instalações, à A venlda Duque de Caxias, 5 O Endereço certo paro. pessoas de bom ""0110 Jardim Mato Grosso do Sul quase qu0 obrigado a as!m agir. Quero ajuclur a construir um mundo !ovem, mnus os homens não me compreendem, quero fazer vibrar nos corações dos jovens a bormonín - preeu!"&orn do uma vldn molhor - mas eles plo me dilo cró:ilto. Por enquanto. ba tu . e ocorre n s- te momento um pc.n:-mmnlo que engrun• deco a força áu tlolldurlft.10dP: Ah, se todos os homens so dessem as mãos!... PEDIATRJA r Sergio_ B. Pellegrino CRM! 345 PSIQUIATRIA Ora. Solange A. Pelegrino €3MA 8a$ Doença des Nervos Rua Marechal Mallet, 567 - Fone 1522 Resldêocla: fone 2107 Aquldauana MS PREÇO DESTE EIEA % s ±7 ll±; é 3g • CiII!@f0 . %e @» # # ., . construir ou reformar, então dê uma cbegadinha Na "Ferram h," vo1.:e lnamento militar, a FEB recebeu u mlssilo de lutar no setor de c stução geral reclamava o alivio da frente de Bolonha. onde as perdas alia das eram alarmantes. Como faze-lo? A meneando o adversário noutras partes forçando o a retirar alguns de seus mel os de defesa imediata ~a graoae cidade Els porque a ordem era atacar; tacar, incessantemente, numa frente extt•nslsslma; do sopé para o cume for tlflcndo; ainda Hem u necessária l.lXpe rrnuclu de com bule; frontalmente; sem meios 1mflcle11tos; na lam·a e no frio; ar rustcndo-so sobre o onstlgo d{l pesados capotõcR e enorm cs galochas; sem o apolo de blindados, quo ae utolurlum no lodo; o sem a ajuda o o conforh, da uviução, amrnote daqueles terr!vels céus de no-rembro e dezembro na Itália. Cada pracinha brasileiro, tombado nas encostas de MONTE CASTELO, pou pava o sangue de dez combatentes de Bolonha e permitia u recuperaçllo de out:os tantos, que, d11sde a Sícllla ou o Norte da Afrlco, vinham pagando seu tributo. Chegara a nossa vez de também fazer algum11. cclsa na luta. pela liberdade. Quatro vezes americanos ou brasl lelros alacuram MONTE CASTELO, setn 'lUcesso. A 24. um batalhão do Sexto irmanou.se à "Task Force 45" nmericana e repetiu a tentativa no dia eegulnte. A 29, atacamos com um batalblio de ca da regimento e, 12 de dezembro, com dois botulhões do Primeiro e dois do Onze. Duas vezes o soldado brasileiro chegou ao cume do morro slnlstl"O e du as vezes volto. De ataque para ataque crescia o soma de nossos sacriiiclo& e perdas, e também de noo heroísmo e de nossa valia. Monte Castelo não havia sido conquista.do, mas, no quadro geral da guerra na Itália a missão estava sendo cumprida· por Isso que os ale mlles traziam apressadamente de Bolo nha para o vale do Remo, a 114a. Dlvi súó Ligeira. O preço dessa contrlbuiçlio era o crescente passlvog de mortoa e feridos, , fama da loexpugoalillldade do baluarte alemlio. Os comandos braRUelro e ameri cano bem souberam compreender o pro blema moral da FEB. DeoUI.lar o po der ofensivo da Divisão que' em clrouns tânclas no mali;, seria retirada da fra.ri te, afim de retemperar-l!e para futuras missões. Mas Isso não poderia acontecer à única Divisão brasileira, porque seria retirar o BRASIL do campo da luta. Com o Inverno, velo a estabiliza çãe das operações. A defensiva agres- a lláti ) slva daquele rigoroso inverno fci a gran do escola do soldndo brasileiro. Va lendo-se de sua extraordinária capae!da de de adaptação, nosso hamem habituou se à neve e ao frio, no combate e à morte. Nas longas vigillas de zelo e sangue, recbuçundo ataque•;, Puportnnúo o custlgo da experimentada artilharia alem!l, ou lodo em patrulhas tl llohu•; lnlmlgae, o prnclnba ncrcdllou cm l u esperou a 6Ua hora. Tão logo melhororum as condi çõee cllmrnoas, drc!dlu o coruundo ame rlcano retornar à ofenAiva, upossnndo-tie do arco montanhoso. Com esse pro póslto, fez vir, par11 u nossu frente, uma nova tropa, a excepclopal 10 a. Divisão de Montanha, que 1nvestlrlu Bclvedere, em concordância com o ataque brasilel ro ao Castelo. Contando agora com po deroso apolo aéreo, onde pontificava a acão ele nosso Grupo de Cuça. puderom os brusileiros e amerlcanos dt>saluíar definltlvamente os nazistas da linho de cristas que do miou va !i estrada CH, llbcr tando-a da futura co11tlnuaçúo das opera cões na direção de Bolonha. O dla 21 de Feverelro de 1945 as slnala· a vitória de MONTE CASTELO. Nâo foi ainda sem multo sacrifício e heroismo que se tornou possJvel ao oldado Brasileiro sufocar as últias resistências alemãs no alto da elevação e vencer os combates subsequentes de "La Serra" e "Caseilna", que se prolon gavam até v dia 25 e coosolldavnm a extraordinária conquista, Quando vai de tena::ídade, berols mo e sangue nestas poucas palavras, nparentemente secas de emoção: neces sárlo se torna, cada filho desta mnrnvi lhosa Pátria, meditar profundamente e seguir o· exemplo de S.S, o Pap::>. genufle xo beijar o chão da terra em que nas ceu. Stumpf Major Reformado AVI (Cor u!amos que o 8Sr. A'Ieeto Viente Br bos perdeu sua ertetr contendo toi/n eua doeu rn,·nt ç o. ,vi mo., a que encontrar quet dirigir se a esta endereço. Av. II de dezembro 1209 Centro Jardim MS regulamen· ta 13.o do funcional is- mo estadual O Decreto 461, pu blicado no Diário Oficial de terça-feira, regula mentou o 132 salário do servidor estadual com base na Lei Com plement9.r nº 2, do 18 de janeiro último. A nova denominação é de «gra titicaçüo natalina», com praendendo t/12 a vos do vencimento, salârlo ou remuneração por cada mês trabalhado, o que slgaf!lca um s,Jlárlo fn~ tegral ao fim de 12 meses de trabalho. Uma fração superior a 15 dla6 será. havJdo como mês integral. Perdem o dlrdto a essa gratUlca ção todos funcionários que Joreru demitidos. Tudo para construção Material Elétrico _:_ Cimento - Cal - Telhas Braslllt - Tubos e CooE:cçõe6 íl ' Ferragens - Tintas Jardim - MS · Be]a Vista - MS Av. Duqne de Gaxlas, 269 Av. Teodoro Sativa, S/N (Em frente a Prefeitura fuicipal) (Em Frente • .. Monumento) l _,! ; DE ELO, PIE E SORVETE "EL REY" Estoque permanente de 400 barras diárias de gelo, higiene, funclonários especfallzt1dlo de Caracol que por este Jufzo e o Cartório de 1.o Oficio, 11 JusUça Pública, por seu Promotor lhe move 011 têrmos do umn nçiio penal como Incurso nas penas do nrllgo 121 caput c/o 51 Código Penal. por d datilografei e subscrevo Oswaldo Rodrlgu de felo Juiz de DJrclto Comercial Calçados, roupas feitas, blJouterlsa e ara rinhos a loja dos calçados,melhor preço da cidade Ruo. Cnmpo Grande 420 • Viln Angélica Jardim - Mato Grosso do Sul Em Catupins, um:a eomis-ão de eergene!a integrada por medi@os, ededures e @asai, ve tá {orada pela CND para coorden .r uma um pla 'ampanha contra a Jc l?dli lç1.o do aborto no Brasil. O grupo se enear regará da confecção do nrttl-!'tnl J)ífl rl!'t1lr,1JÇ 1o na imprensa, mantendo contatos com parlmen taros, repreentuntes de outra+ irejus e entidades civJ.;. O "S S" rganização Daiuto Luiz dn Silva Especlullzada em montagens de cadeias domiuiuls, bem como juntada de toda documentação ne c e s s á r la para ratificação de titulo junto ao Incra, Medições de terras em geral por Profissional Cre denciado pelo Incra Cadastramento e Reoadastramentl'I de Imóveis Ru rais, Declarações de Pecuarista etc. Av. Duque de Caxias (S/N) ao lado do (!NORA) • Jardim - MS Loeal: Clube dos Padres (B~llcz Vista·Paraguay to Premio - (Volks 1.300 L) 2.o Premio - Toca Fita (Carro) 3.o Premio - Televisão 4.o Premio - Urna Bicicleta Cartela 1.000,00 «-» ! El OORIGUES E€ r: (ID f Ln» Advogado CRIMES e TERRAS· / Avenida Duque de Caxias 697 Jardim Mato Grosso do Sul a A DR !MENTAÇiD de sua Resldencla :depende da escolha da pessoa EPpeclalizada em Decoração CONSULTE e escolha as pesfoos . q,u1? entenõem do assunto: OS PRQ.Uf~ SIONDIS DD DECORAÇÕES Uma empresa que ajuda voce a escolher o que voee gosta. Carpetes - Cortinas - Boxes - Tapetes -Dlmofadões effc Decoradores à serviço das pessoas de Bom 6-osto MATRIZ: Rua Maracaju 595-Fone - 624-051'8 Campo lirande M S Brevemente represe.ntante em Jardim EIO JIRDINE ------- BRASÍLIA (Sucursal)-- Uma pro prt de rvdefinte{io du tivlddes do Mfovlmento Brnllelro do Alfabetização (M0!). com provável mplluglo do e campo de ugüo, fol presentadn em uo presidente Joio Buptlst FIuelre: tio pelo mlnlstro Eduardo Portela, da EAuencio, durante despncho de rotinu 110 Pnlflclo do PlannHo. Segundo proposta encminhada J:'.'lo ministro, o Mobrul pnPsnrâ ll ngh·, rl(lpols do reestruturado, 1111 promoçllo e estimulo em todo o Pais du oduc11ç!lo e 11 comunllúrlafl, "vistas como partes iterantes de um sistema nacional de tHlultoR, couct!bldo no qundro da educa t,:Uo pc·rmanonte". Essn nova lorma de ngo terá como objetivo o desenvolvimento da próprio comunidade o sr voltará para as u,·ea1; prlorlt(li'IRB dt1 promoçflo humona, como eduonçi'io, cultura, saúde, snnea mento, nutrição, lazer, defesa ecológlcu, h"bltncüo, trubnlho, treinamento proffs sional e previdência social. Alem disso, de ncordo com a pro posta do mlnílsro Eduardo Porteltl, o Mo brnl vai permitir otrnvés du açllo comu nllúrlu. um cnnal entre a populaçlio, e os diversos nivela de nçllo governnmen í:11 e pl'Omover u Integração das ativda ele dos nrgiios de tods s âreus ndrnl nistratívas, sempre que seus programas necesseltem de uçllo comunitária como instrumento do npllcaçllo. ROPÕE NOVO MOB Depois de Informar que o presl dente Flpuelredo "manifestou-se favora vr.lrnento' e acolheu bem a tnlclutlva do Projeto ;ç1ío o Educoçlio Comunitária d0 ME", o ministro acresce-ntou que "o Mobral • possui uma lnfrn-estrutura humana com vuelo. <1xperlêncla na àrea do cducuçllo comunltàrla e r,om sua rede presento cm todos os mualolplos brasllel- 1·os - t80 mil participantes, que aten dem atualmente a cerca de oito milhões de pess0- upresento. condições exce pcloouls tle adoptaçllo a novos torefas". (Rio) - Desmatamento incontrola rlo, riquezas que escapam o controle rio país, ação predatória de garimpeiros Reringallstas, caçadores. grileiros e aven turelros nacionais e estrangt!lros, sem mencionar as verdarielras empresas que investem conr Amazônia legal, a céu claro ou na calada da noite, furtando o Flras!I, têm preocupado militares, parla• mentares, jornalistas e circulas chegados l iegurança racional. Um relntórlo recer vu:fo, asc::unto de estudos por parte da omisso de 'egrança da CAmar Fe lera] indicava a existência de centenas •le campos de pouso clandestinos na hlnterlfl.ndln amaznnense, capnze!'I' de re •·eber até aviões de grande envergadura. luas em fase de exploração, acampa mentos de caca e até 11 presençt1 de evlos de grunde calado foram detecta dos, colh••ndo madeira ou colocando reias raras em seus porões a título de • lustro". A realldade é que a Amazônia ~6 ·1os pertence Je direito. De fato real uente, ainda não tomamos posse daque ,a vasta e desconhecida região e diga-se à ADERI Durante quase uma décnda, o ex sargento do Exército, Darcy RodrJgues, viveu exilado na Argella e em Cuba. A gora ele està em Bauru, onde mora sua fam1lfa, e pretende terminar o curso de Economia, lniciodo em Cuba, para depo Is lecionar. Ele disse que o presl dente Figueiredo "tem promovido algu A AMAZONIA Para a execução desse programa conclui o ministro-?o nescessórls etru tura cada vez ma!s gel e 'leve!s, no sentido de adequar os programas te de envolvimento social às necessldudus e aspirações das populações, sendo neces r;trlo coutnrcom um lo.~trnmcnlo de grun de penetração qu gurunlu u roobillw çllo das comunldodec; brnsllelrna-c6lulao básicos àa Nação, e ue se contexto, o Mobrnl pode tornar-se um órgflo catai!· zador dos diversos programn sociais". de passagem Ignoramos até o que se passa na vastidão bldrogrH1ca e nas suas florestas e matas impenetrávels. É hora de um providência. A total Inte gração da Amazônia ao contexto naclo nal e sue utilização pera a solução de uma ::.órle de problemas econômicos e sociais já é um Imperativo d~ nossa própria sobrevivência como naçl1o e prlnclpalme.nte, como nação emergente do estado ele sub desenvolvida pera po têncla econômica. Sabtlmos que estudos profundos sobre a criação do V Exér11lto como forma de fiscalização, controle e defesa daquela vaRta ârea nacional tem preocupado as autoridades competentes. A ocupação tarrl:orlul pelo soldado bra stleiro, além dd fomentasi" o desenvolvi mento facultaria um melhor oonheclmen to sobre ·,a extensão e as sues enormes potenclalldades. O Comendo Militar de Amszônfa não seria extinto, mas absor vido e ampliado, aproveitando-se seus cnhecimentos para a ampliação em termos de Exército, o V a pret!ter servi ços ao Brasil. (Agência de Notfolas Bres!lfa) flli mos modernizações nas 'inRtltulções, no sentido de melhor adequa las aos ansei os populares". - Vemos Isso corno uma coíi:a. poi-1 tiva, até que possamos viver em um Brasil realmente livre e democrntlco. O ex sargento. que voltou há poucos dias o Brasil, contou que se alis tou no Exercito em 1960. em Três La goes, chegando à patente por melo do curso. - Confiava em que o Exército era o caminho, principalmente s.o tc-ma.rrnos conhecinento de que na Força exl$tla um movimento paralelo pela conquista de beneflclos especlficos, como moderni zação dos estatuto::, eleglb!lldnde <los sargentos, direito a usar trajes civis. De· pois, nos aproxiroumos dos movimentos operários e começmos a entr.nder que nossos problemas não eram desvincula das dos problemas dos elmentos não far• dados, do povo: eram íguais. Ele mtlttou no Movimento Naclo nel Revolt!t'.llonário e na VPR. Su prisão aconteeeu depois das ações no Vale do Ribeira e s6 foi libertado em troca do embaixador alemão von Holleben. Darcy afirmou que durante o período em que E ,~eve preso foi torturado pelo delegado Gaete., do Dops, capitão Homero, cabo Passarinho, capim.o Maurlclo Lnpes de Lima e oficiais da reserva: e No Espirito Santo Dotron Homenageia Maçonaria (Vitória) - N ste ano, as plaquetas (sobre placas) a serem utillza. das nc veículos do E p[rlto 'uulo 1H•ri'io om homenagem à Muçonria Universl. A esfinge te- r um Esqundro e um CompRFS0. O objetlvo ó distinguir os feitos bls tórlcoH dr1 Ordem no Brasil e no Mundo. A losplruçl1o foi do Sr, Jorgo D ... vens. diretor, gerá1 do DETRAN-ES e, segundo ele, ··procu ramoa preetar uma ho menagem mais do qne justa à Maçonaria, ba seando-nos na HUO. atua ção de janeiro para fe verelro deste ano, quan do nosso Estado passou por uma gru ve orl@e de enchentes. A Instituição macônlr.a lutou. lado a lado. com outras organl znções religlosaR, d;, cu nho I!lantróplcos e clu ' bes de serviços··. - "Na qualidade de maoon - conllnuou rla perder a opor 1uaidnde, já que na mi nha próprf!l Loja, fl Do mlngos Mnrtlos. observei 0 grandE> trabalho desen volvido naquele mnmeo to em que nosso Et!tado era nssolado por um grave estado de calam! dide "pública". l!lformou ainda o Sr. Jorge De vens que os símbolos anuais para as sobre placas t<ão escolhidos sempre em torno de ai go representativo, como por exemplo, "A Freira 3o Frade" (Cachoeiro de Itapemlrlm). o "Coo vento da Penha" (Vlla Velha) etc. E concluiu: "Para eritar o caráter regional é que pensamos no Esquadro e Compasso qu3 são uma representa ] ção Universal da nossa &Ublime lnstitu!ção. Po der-se-ia ter tido a Idéia de simbolizar a bomena gem com qualquer cutro instrumento maçônico, mas não atingiria tão precisamente aos an· selos gere1s ás milenar .. sociedade". (Agência de e_ Noticias rasilia). l 1 1 1 BOTO PEÇIIS Volks. P.ossuindo Variado Estoque de Peças para: Chevrolet, Ford. Willys, Mercedes Benz, Fiat e tudo para o seu trator "CBT" ViE,ite-nos e comprove nosso, preços Avenida Duque de Caxias n.o 562 Jardim Mato Grosso do Sul ,C Continuar navegando 114_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº114_17_02_1980 116_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº116_27_02_1980 Voltar para a lista de itens