148_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº148_28_07_1980 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título148_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº148_28_07_1980Número da edição148Data de publicação28 de julho de 1980Número de páginas6GeoCoordenada -21.49541557244212 , -56.12094813732633 Documento 148_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº148_28_07_1980 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ivineroCão Bodoquena Ltda. Produtora do Calcáreo Bodoquena O ll!elhor corretivo de Solo E:SC!ll'J'ÔHI 1 )S 4. D)uqur de Ca:is, 269. Jardim A. Jaqutmn Taira Ave., 1965 Dourado Maracajú e Ponta Porá U S lN A Rodovia Jardim P. urtinho - km 64 Ver. Ellseu Ribas Trindade Afirmando ser a atual .Adml· nfsh·dçilo de Jr.rclim, "uma llueílo e cubotlnu plotaformu polílicn d~ Ft-1·• nnndo elo Freitas·•, o vereador Ellzeu Ribas T1·lodude disse, ontem, á repor t11 gem do Correto ,lardlnense. que •·a Aumlnlst1·acüo de Fernando Freltus é urnu g·ande Ilusão, pois as obras que u Assessoria de lmprenrn apre goa n. todo instante s!lo verd:ideiros castelos de a rola". Pnrn o vereador, "o povo de Jar tlim e!,lá cunsadJ dt· Ilusões e ele pa pagialas gritadas em reuntões quan do ele, o povo, o mais oarentP-, sabe qno a Hltuaçüo està difícil". O povo, diz Trlndace, quer comida, quor em pregos, quer ver o pilo tudos os dias na mese. e nü.o palavra3 ocas." Eofàtloamente, Trindade dlese + KJEM! NEM. ] E@ E2? 0. 829/90$.8 Bela Vista - Por oeJsião cJr.s festividudes comemorativas ao 62° anivf:r:-ário de €Inundpuçi'iu polít!cu deste munlcipio, crnu caiuvnnn d~ políticos de Porto ~1urtinho esteve preatlglando o uoont~clmonto e ntt oportunidade manlfestnram o cnrioho e o respeito que o povo murllnbense dedica uo peito de Belc. Vlstn, fl Ely de Araujo Barbosa. 1 Esta cnru rnr,n, intt>gra da pelo prefeito .'.'lelsun iUb~lro Feres, ver11a . dor Jonas Amnrage, secretário da Prefeitura Municipul ~uscim,1nto, ex prefeito Alclr Coelbo, algas comer clantes e p1:cuarlstas, foi po:·ta voz de uma mensagem e.o prefito de Bl1 Vista: 'Paro Murtirho fch2 qualquer campanha junto CO[!) Ely de _Aajo Barbosu" O LiDER QUE FàLT.AVA Pura o ex prefeito de Porto Muttlt.ho, e membro atuante do PD , A.lclr Coelho, o Dr EIy de :rr ujo ílarbc::-a "é o líder que precisávamos na re[jiüO, e n sua arlmlnistração é p,ovo. concreta de seus atributos oomo administrador e lido· político". Os murihenses esperam "um rela clooamento mais e!õlrt>i:o com I3ela Vista, pra que f06f'.'i1l0S trilhar juntes a escalada do desenvolvimen to", egundo palavras do atual pre feito Nelson Feres. alndu que "o Imposto pt·edlal teve um aument0 da 3.000% e esm é umo. rea llduc!e vlsl ve! e otota n.urnen [(J o povo está sentludo''. Trindade pede a este jornal que "procure ouvir a camadas mais carentes de Jarcim, não o povo" de Fernando, nrna o povo de Jardim, paro conhecGr umo l'ealldade até %IS de @ R,1/,p917 7%1/0 b il#@JS[L,Li) asfáltico pavimentação Bela Vista - ~•fosta últt:na sexta feira, o belavlstense sentiu redobrada esperança 110 ver as p1lmelraa movimentações da empresa encarregada da puvlrnentnçilo nsfál· tlcu das ruas belavlstenses. Uma equipe de trabalhadores está operando na Praça Alvaro Mascarenhus, e tudo indica que dali sairá o primeiro lance do "esperado Marcelo Miranda no retornar do Rio de Janeiro anunciou que todo o Estudo terá água potável. Marcelo destacou que o seu governo não dis- hoje oruitl:fa". Ele, finalizando, disse "rogo uos Céus para que o grupo no poder nllo permaneço. utravanoan do o progt·esso de Jardim e o que é pior, levando o sofrimento ao po vo deste munlclplo, que està "E>ndo reparlldo como um bolo entre oa ferandistas e seguidores''. e desejado asfalto", ·segundo palavras de um morador. A promessa do prdeito belavlsteose ferá cumprida: iniciaremos o asfalto ainda est ano, se bem que Bela Vlt>ta perderfl um -pouco de seu romantl!iIDO e de SU poe6la, mas sou obrigado a atender as a plrações de meu povo - ele quer asfalto, ele terá asfalto." tiogue os locul!dades por sea tama nbo ou importancla eoonomica, m11a sim pela carência que apresentam. (Página 3) O Problema da Pecuária (pagina 3 ) 1 __ .. .. Il ~ % C) 7 ,F r-}, _(u r..-~ [! ,..,..._~ TI ~ J t & Q íl l . u ' ,...:J !' .. U 'll; z :stir f:ar, • r:, •"!f" "U ~ 1, ;e r'~ FREIS. •• ·-►,"! ! • 1 Ui13 fü1 '"...; .';.J •· t sé,i .J!J iJ..,. Na "Ft ::-:-1:.mL," voca er.contra tudv paro Eiua constrnçüo, como Telhas, Lajotas Coloniais, Tintas, Azulejos, cimento, cal, PERRAMIS O Jeitinho Amigo de Cons~r11ir Entregamos a Domicílio Rua Marechal Mnllet 1020, Aquldnuaoa Telefones: 1699 e 1006 Mato Grosso do Sul 1 rdIm MS DE RASILII, sa O Q I ÓZ co MI: CR$ 10 BILHÕES E UM OVO PROCiRAMA A<iRICOLA as -osso-asa- d go@retrl (]e Desenvolvimento [con)l co, Suulo Quclróz, determinou q~e eeus asseores promova!a uma reuiãO CO!II líderes classistas e orleultore do Es tado, u IIm de rupidumente divulgar esta ov linha de crédito que sera 0ferecldu pelo Governo. A conUrmaçüo da Jnclm:;üo deete Escndo no novo progrnmn qut" ulndu 8orá examinado pelo Conselho Monetário Nacional, ocorreu u propósito la dlvul ' guçõ.o de que Mato Grosso do Sul esta rla fora ctele, no contrário doB demais Estudos da regiüo Centro-Oe!lte. Foi o mlnlslro du Agricultura, Amaury Stúblle, quem deu a noticlu dlretamen1e uo go• ' vernndor 'lforcelo Mlrnnda, na semana passada, motivundo u Ida d~ Suulo Queiroz Basílla. O proP-rumn de,tlnndo oos agrloul• tores que pretendam Incorporar novas ó.reus beneflolerú os pri?;clpals Investi mentos requeridos pela atividade agrí cola, como aquil1lçlío de mnqulnnrin, co legem, ndubação intensiva, rmazena gem, pelo prozo de sete anos, a[ lnclul dos dois de ourência, com taxas de ju ros normais. Os;...floanclamentos dever!lo se conter nos seguintes Umltes: Soulo Quelróz Campo Grande, MS - Ao rnt!Ucar a conflrmaçlio de que Mato Grosl!o do Sul estó. lncluldo entre os Esta.doa que ter!io dez bllhões de cruzeiros para ln corporar nova:i áreas u ugrlcultura, o CORREIO JARDINENSE ( Fundado o l • 8 • 1976) BI-SEMANARIO CGC. 03685401/C0OJ.10 Diretor Redator • Chefe Ivaldo Pereiro Dept circulaçüo : Morili Nolaco da Silva COLABORADORES José Ignacio, Paul, Dnmiani, erglo hledeiros e Dr. Roberto de Souza Pinto Redação e Administrnçüo: Rua Tenente Bernurdes s/n Jardim - Mnto Grosso do Snl Ofiolnas: Impresso aa Gruficn e Editora Apa: Rua Duque de Caxfus s/n Beln V. MS A SINATURAS Assinatura Anual ...... ~-···~·.,........ 600,00 Demais Municipios - 600,00 Exemplar A rnlso................................... 6,00 "Os conceitos emitidos cm artigos us;in;: dos não exprimem necessáriamente n oplniilo do jornal, podendo até ser contrórioh a este" Fundador e Diretor ResponBável lvaldo Pereira Registrado no Cart de Tit. e Doeum. de Jardim ob o número 0%, s folhas 3 e 4 no liro de Registro de Matrícula do O(leia» lmpressorus e de Jornais. até 100 ha de 101 a 500 ba de 501 o. 1000 ho. 90%; 70% 50% Cab~rá ainda ao beneficiário man ter u totalldade do. ó.rea Incorporada ex clusivamente pura a d griculturu. durante o periodo de carência dois anoe, ro tér mino do qual poderá dispor de 50% des área para explorá-la em outras atlvl dades agr0pastoris. Entretanto, os 50% restu.utes da área incorporado deverão permanecer até o final do co11trato co bertos por vegetação agr[oola. Os recurs0s do programa, consoan • te estipula o Voto a ser apreciado pelo Conselho Monetário . acional CMN, seriam destacados por Estado e repassados aos tomadores pelo Banco do Brasil S. A. 50% e demais bancos da rede nrivada 50%. Todavia, Souto Qu?iróz pretPndo ainda nos próxlmoA dlns, uprovel'.or1do sua estada êm Brasília, manter articula gões com us autoridades monv!ris a fim de que este critério de dotação pGr E tudo seja mocllflcn<lo, pOltl, fotolmente, hs verá oetosidade de recuros em decor rêncIa da incapacidade de absorção do crédito por purte de alguns, prc,judlcan do, com Isso, o próprio Mato Grosso do Sul, que tem capacidade para apresentar com l'opldez 1,un• prúpo!i1çoes e ubsorver o crédito que se fizer nccessárloa ó.s auos pretC'nsões. VIDROSUL O "SS" rganização Duiulo Luiz da Silvo. Etipt'clullzada em montoge::il'l de cadelat! domluiuli;, bem como juntada de toda documentação ne c e s s á riu par a ratificação de titulo junto ao Incra, Medições de terras em geral por Profissional Cre denciado pJlo Incra Cadastramento e Recadastramento de Imóveis Ru rais, Declarações de Pecuarista etc. Av. Duque de e axlaY ,s / r-i) ao ludo do (INCHA), Jardim - MS CosodPe dro Gomes Oolocação d~ v;dros a domicilio Espelhos e Molduras em Geral - Serviço perfofto Serviço Social de Luto Atendemor- a. qur.lquer hora Serviço Compleio Seriedade e Respom,ubUidade Bela Vli;ta.: R. Barão do Melgaço, 558. Jardim: Rua Tenente aernaN!es • 2028 A g o r a e m J a r d I m ••. Uma Opção Inteligente ••• BAZAR MARILENE Artigos de couro, :Mnlae, bolso.e. diretamente das F:íbrlca6 Confecções ew geral. . . preços de inauguração O BAZAR ~ARILENE se tornou tradição, na arte de b~ru 1ervlr. Em novas Inatalaçõee, à Avenida. Duque de Caxlas, 5A O Endereço certo para pessoas de bom gosto 1 .Jardim -- Mato Grosso do Sul Restaurante Boretti • completo serviço a Ia carte - alto padrão de atendimento Restaurante com ar condicionado e requinte Avenida Duque de Caxias s/a Jardim - MS Para o Dep. Sérglo Cruz, Líder do PMD na Assembléia Leglslatl v. o vazamento do vi nhto d. detllarla de Pedro Gomes est!mula a preocupação duqueles (jUll t-ilo /'!OOlr1Írl(Hl à prollfernçO.o irruelonal desse tipo perigoso de Jndú,;trln. Provou, por outro lado, segundo o parlamentur oposlclonls tn, que o l 'AMO nílo e;;lú prepnrnd(J pura exercer tipo do flscuil zação preventiva, valen do-l!e de uma uçúo Hmldu, apenn9 após a fotalldude de um oci dente. Sérgio Cruz advertiu ao governo quanto às implicações de um pro· ceRBO Irreversível de deatiqulllbrio amblen tal, caso o poder públl· co autoriza a inetaluçllo d e novas d e B t I I a r l a n o E s t li d o, sobretudo na região pf,ntaneira, "hoje amea çada pela multinacional do Fazenda Bodoquena". que anuncia a lmphrnta cão no município de Miranda da maior U!!lna de Alcool do mundo. O Deputado pe •t'me• deblsta acha que ao ln vês de se preocupar com sucedaneo para o petróleo, o Governo de veria ocupar a8 grandeP áreas a serem tronsfor madas· em canaviais, com lavouras para matar a fome do povo. Propõe por exemplo. a desapro priação da Fazenda Do doquena e a sua trans formação am área de colonização agrícol6, num processo' semelhan te ao verHicado na re giáo do grande Doura doe. Segundo ele, Isto solucionaria o problema de milhares de lavrado res SP.m terra e Uvral'ia o pantanal de urna cha cina ecológica. Leia e assine Correio jariense ___________________________________________________________ ,_ g 0 ETA$ão de sua Restdencia depende da escolha da pessoa E@peclalizada em Deco.ração CONSULTE e escolha as pessoas que ntLdm do assunto: cm prgtggL III [ID fil E » €s LTe ~ tis&rês)llf ir' Uma empresa que ajuda voce a escolher o que voe gosta. MATRIZ: Carpetes - Cortinas - Boxes • Tapetes ·li 1ofadões etc Decoradores à serviço das pessoas de Bom Gosto Rua hla.racaju 595-Fone - 624-0510 Campo Grande M S B; en reven:._..e representante em Jardim Edital • L~oteamento Jardim dom Basco Edmilson rum Escobar, Ofiell Efetivo tio flcr,1_s1ro d11 md,vc1ij rio ,lunidplo o Cü111rircu de Jardim, Estado de Mato Grosso do Sul, na f o r a de ,,., d e . . , , , Foill l'úhllc,,, que forn111 npr0HCnlndoH em Cartório par exame dos Interersalos, de confor midade omn o Decreto Lei no 58 de )O de Dezembro de I97, com on memo requisitos do Artigo lo do mero Decreto Lei 11.0 511, rgula- 111r:11l1l•lo pelo Dc·nclo ILO :1.079 de J [J/(lg/:18 o memoriis o dcma10 pupth u <locu1uc11tou r(,J:itf• vo à venda do terreno em lotf:ij que comprccu• de u _ lrn(nc-1 tlro11omir1ndo ",lunllm Dom llo,co", lot•ulirndo 11.1 Zo1111 Urb1111u <lei-ln cidade de lnrdfm M, que tinha a denominço de "Chocara L 3', slluudo n1'Elll cidade, de, ,Jardim MS· Oc:viclumentc Mu1riculudu Sub o n·o H.2 . 186 ll~ro 02 lle11i• tro Geral, Ficha 001/001 v.o, em data de ' 21 r 1le mnlo d,· lli9, ne~lu Comurca de Jardim ilS· Comprecrulendo,se o Pluno de Loteamnen to, <lu scguiuto mnnt:irn: a Qun<lrn n,o J ô com• po•r!I tl~ v2 lote,; 11 Quadrn 11.0 2 é C(J:úpo,l Jr· U0 lote•: a~ (,)11'1dr, n.o. 03, 01, o.:;, 07, W, 0J, JO. 11. l:J, J;J e I L rJo cornpú·lll.l de 2(1 (int) fot,·, r,,dll uma; e a Q11adru u.o L6 ó IJ!lih~~-• co,, • po+tu de 2) (vinte) lota; Perfazendo uma área total de 10.1100,50 hnn du lot< • e umn áre~ t1,1al de 4.4.394,50 has. de ftuaG e umn úrea tornl <lo lo• tese luas de 14795 h. De proprlcdnde do i:r. Théo de Jo'rolia•; Paru lfoilo de d~cc,rridtJ o pru zo de 1rln1n (30) dias a t·ontnr do tinia da {iltiurn publicnçiio ,1., Dlório Oficial do Estado e na au St'll<·iu I de íJUnlquer impu~noçJo do lerceíros ou deste Oficio, proceder-se-à, o competente ltegis. 1ro do que trato o /rllgo 2.o ~ l.u <l,111uch- De r.reto. Dado e passado nela ciliado, e Comarca de Jardlm-~15, nos '"Ih" Dezotro ,!los c!o mcq dt· dt: julho de mil novecemo~ e oilf·11lu '•t'JH(J". Eu, Edmilon Hum Escobar, Oficial de legistro de Imóvel» o fiz datilografar, subscrevo e u«ino. Em testo " da verdade Eclmilwn Brum Es"ohar Oficial do lfo!;iOlro de Irnóveh ADVOGADOS Oração ao Dentistas Dr. José Atanasio Neto - ADVOGADO OAB - MS - 1579 A nnldu Duque de Caxias 780 Cx. Postal - 31 - Jardim MS Clinica de Olhos Dr. José Gilberto Abuhassan Cllnlca e Cirurgia de Olhos Adaptação de Lente!! de Contato Consullórlo: Rua Marncaj6, 416 Fone • 624-4545 e 624-9787 Resldencia: Rua Antonio Morin Coelho, 3191 Fone - 624 6902 D:-. P dro ,To ~ I . lmll 1 1 Adoraria n geE] Ha 1 de Mosr.Are, I7 -- P! Vito • ! Di·. Godo hnlrt'lll ílod!nl. ADVOGADO OAIH:lS UGl Cruas Civi, Te! Ai»ts, Inut~rio Av. Duque de Ca ias, Dr Joel+on Martinez P ix0to Cou•: n CiCl, ,, Criw!uai• Hun l.o de maio, s/n Jardim • s Ivan A f o n s o da C o s t a , Tu r q ltN Ad,•ocacia em Geral lloa Voluntório d;_i Patr!n, 370 • fono 2!0 Bela Vista Ms Divino Espírt· 'to Santo Campo Grande Mato Grosso do Sul Jnrdim, um municlp10 que avança aceleradament~ na produção ngricola, acuba de receber a implan· tnQü.o oficial de uma empresa Tran1:1- portadora, Rvondedora Retalhista áe Óleo Diesel, que darA atend!men to a consumidores dos municípios de: Base de retiruda: Jardim D!strlbulçü.o: Bela V lsta, Gula Lopes da Laguna, Caracol, Bonito, Porto Murtlnho. o Decorrer da pesquisu de consumo de derlva:los de Petróleo, e no d&ferlmento do processo, o Conselho Nacional do Petróleo, auto rizou u Agrossol Diesel, distribuir cargas de óleo diest>l até umu galo nagem de 10.000 litron por veiculo. NOTA; Os Srs, consumidores dever!'"' fazer anteclpudamonte seus cadastros e decilaraç!l.o de cotas no escritório da Agt•ossol Diesel. ( em frente ao Posto Atlantic, ao lado da Dersul) COMUNICADO O Posto AtlanHo de Jardim (sob nova direção), denominado Abastecedora :grosso! de Combustí vel, comunica que està funelonando com os melhores atendimentos da regliio, no ramo rle abastecimento de gasolina, lubrifícs.ntes, e óleo dle• sel ( 400 litros por consumidor), inclusive com serviços de lavagem lubrificação e troca de óleo. ' Conheça nossa:- instalações e sintn as vantagens. DR. LIBINDO ASSIS GODOY CIRUHOIAO DENTISTA €R0-M 033 Conrnh6rio, R. l',Iorecbal Mnllct, 7•12. I 1 one 1333 ílesidencfa: n. llarechul Mallet. 748. Fone lB•il Aqulduuana Mato Grosso do Sul Dr. Laucidio Valdez de Burros Círurgiilo Dentlstu CRO • 557 • Clinico de criançns e Adultos lllt·nde-se com hora marcada Av. Dugue de Caxias, 5f8 - Jardim MS IDJr. José Ciernldo ! loureiro Cirurgião Dentista Clinico Geral - R-X Rua Guia Lopes, nº 810 spírito Santo vo qnae e esclarece tudo que ilumi. n' todo os carinhos para que eu tinja o tu ideal, você que e dá o dom divino de per doar e esquecer o mal que me fazm; e que todos os in i:llllt'd dr 111l11L.1 :d,1 t•l. CO• migo, u quero neste curto diá loto, agraderer-lhe por tudo e confirmar tais uta vez, que eu nunca quero te parar rfo , OllJ JJ01' maior que eja a i lo•:1•> material não erá o mf. nimo da vontade que sinto de um dia e tnr com ,or,° e todos os meus irmloi n glória Perpé1ua. Uhrir;odn mai• uma vez(a persoa deverá fazer esta oração } dias seguidos em fozcr o pedido. Dentro de :J dias seri alcançada a ;ra,a I ior mnis difícíl 11ue H'Írt) jlll• ilicar D88Íll1 quo r.·ccher 11 graça· M. E.;V. P. Precisa-se de menm0s para vender JornC!ll -- Musica - Ambiente Especi ai idades: da Casa Bellà Vista =- serviço a La Carte Parmegiana e Frango à Moda Par:tguay CRIMES A veulda Duque de Caxias 697 Advogado e Jardim TERRAS Mato Gr-osso.~do Sul ----------------------- Material Elétrico Tudo para construção Cimento - Cal - Telhas Brasllit - Tubos e Gooecçõe& Ferragens - Tintas Jardim - MS Av. Duque de Caxias, 269 (Em frente 11 Prefeitura Municipal) Bela Vista - MS Av. Teodoro Sativa, S/N (Em Frente : .. Monumento) Criou-se um Impasse de poslçóe nu questão governo/pecuarlsas. Do um Ido todos sabem que hoje, um pecuurlsta o um proprletrlo rurul de médio pura rnde porte, o que o Investimen to necessrlo pura ter umn pequentu fuzendu ó multo rande, Pode-o ufirmr que o pecuarista ó um empresárlo rurul do porto, Este fato tornu rlu Inviável n njudn overumental nos termos p tornllstas que vem sendo colocada há multo tempo. 'Tendo em vista a impresso (correta nu enclu) que e tem, de que o peouurlsta é um !nttrundlorlo, oomurlo 110 fulo de que o governo vive om tem1oos de "vacas muras", carecendo do fuzor cortei:: por todu a parte, ctô-se Ilógicos ' os juros subsidiados e outras vuntogtõns, julga li das paternalistas ou protecionistas, Vendo a coisa por easu ót!cu, o resultado vul fechar, no final, com as atitudes oflcluts. Agora tem o outro lvdo, o ludo do pecua- 1 rl&tu, da realidade. E, esta realidade envolve até 1 questões culturais. No Brasil, inslstA-i;e num ' modelo alimentar umerloano à base de protefnns animais, tendo à frente o bife de gado bovino, ou o "amburger" idem, quando no maxlmo as nossas condições eoonômloPt:1 permitiriam o mo- ' delo oriental, com alguns cereais nobres, como a soja, o arroz e o nosso feljüo, a mandioca, o milho, etc. O subsidio funtastlco tle 80% do trigo mulllna clonal nos permite ainda alegres incursões pe!a cozinha italiana dos "fetutlnes". E esta falsa rlllldude que os tecnocratas pro fessam de que o bife está tocloa os dle.s à mesa do nosso povo maioria, leva oo tabelamento da .... carne. êe esse tabelamento nüo estiver escrito, , J n•o quadro negro da U AB, está impHc!to na lmportac;,ão da carne do Uruguai. :fos o grande povo urro é beneficiado por ese tabelamento, simplesmente porque não mais pode comer carne. Quem come carne todo dia é a classe 1 / média e a classe rica. Então esse tabalarnento . l : beneficia uma minoria, que comeria carne a 1 1 qualquer preco. Então flcu assim: nós Importa i I mos o costume americano, somente às nol:lsas e ' 1 lltes, mas não importamos o preço da carne que lá é multo elevado. E é esse tabelumento da 1.' -importação, boneflcinndo parcela da sociedade oi , vil, que prejudica a pecuária nacional. Quer dizer a lnterferencla do Governo no i,etor restringe a empresa em si. .Mas, existem outras questõ- / 1 es. Quem faz pesquisa sobre a pecuária no Pais ainda é o produtor. Pesquisa que começa o solo, nas pastagens e termina no melhoramento genético do gado. Neste quadro, o que tem mantido a pecu ' • ária mais como uma atividade romântica do po cuorista, são- os programas de npoio, em que 1, ·' sempre apoiam, e os juros subsidiados. RP-tiru- dos estes apoios, são as vacas que "pagam o . t ato", porque começa imediatamente o abate dA --matrizes' como está acontecendo agora em Ma l to Grosso do Sul. O impasse consiste em t:ier a pecuária um setor empre.mrial bem estruturado e, se não houvesse intervenção do Governo, nada oa rente de ajudas ou programas. Mas o tabela mento, mais pesquisa a nivll de fazenda, mais tributação, mais anos de programas de apolo, transformam o setor em atividade .llrtificialmen te maniida. E se, da noite para o dia, o Gover no retirar este apoio, a empresa não irá à falência, mas torna· se invlá vel como oegó cio. Mesmo co mo atividade romântica, como hobby, será ím- 1 possível mante-la. Ocorre que, como todos os setores rurais, a peeuária depende de um modelo 1 urgente para o seu desenvolvimento. , Governo do Estado pode apoiar o setor O Dr. Adenlr! Hugo Zimmer, presidente da ,,ssocluçüo do& Engerllielros Agronõmos e pes quisador da Embrapa, declarou que a simples melhoria doa reprodutores elevaria consldernvel mente a produtividade do gado sulmntogrossense. Na me6ma lfnhll de pcusumento o Deputado Os voldo Dutrn, presidente da Comlssuo de Desen volvlrnonto Econõmtco da At:semblélu Legii-lativa considera que o Governo Eí,rndur.il poderia ndq11lrtr reprodutores de alta liobngem e oa ce derla nos pecuaristas em forma de troca pelos touros de qualidade inferior' ou mesmo financia dos em boas condições. No Purunà Is o ful feito bà poucos nnos, até com Importação de gado leiteiro do Canadá. Multo embora a oposição paranaenso tenha chamado aquele gado de "be zerros de ouro", o programa redundou em gran de sucesso. Considera o Deputado Osvaldo Outra que nfio é necesE.àrlo ir longe pura comprar bons reprodut,wes: "Três Lagoas tem o melhor plantel do Brasil, melhor mesmo que o de Araçatuba e Triângulo Mineiro. E tem ainda o plantel do Se nador Saldanha Derzl, reconhecido internacional mente além dos rebanhos de Paranalba, A pare cldu do Taboado e Ponta Porã''. Clttt Osvaldo Outra os resultados conso guidos pelo pecuarista ,José A ntonlo Fasslnna, da Fazenda Gemma, em Água Clara, que canse gulu. através de lnseminaçlío artlHolal num cru zamento do nelors com o cblanina' um hezerrn de 2 anos com 15 arrobas no pasto brnchlária. Ouvindo pecuaristas, analizando as atitu des governamentais e as tendências econômtcs.s do setor, ver!flea-se quo o problema todo é ocu ionado pelo modelo. Pecuaristas àedararam que o intermtdiário é quem fica com o melhor nacc,, 'no dia em que morre, o boi dobra, o preço" : E esse intermediário começa no transportador. passa pelo frigorífico e termina no supermercado. O fato é que dliícG será acrt,ditar num modelo onde num País possuidor do segundo rebanho bovino do mundo, ainda se importa carne. O nosso pecuarista abate a matriz porque o negó cio tornou-se inviável, e o governo importa carne. Seria a carne importada de outros Países co~ frente continental o outras implicações, tã~ mais barata do que a prllduzlda por braslleiroa? E se assim for, isso aconteçe pelo baixo custo de produção nos outros países? Então, cabA a nós brasileiros, governo e pecuaristas, buscar um modelo que, através de maior produtividade ou aliminação de intErmedlá rios, resulte na melhoria do setor sem a necessi dade do pecuarista ficar df'pendendo do paterna lismo Inconstante do governo. Numa palestra recente em Campo Grande José Pereira, presidente da Organização da; Cooperativas do Brasil, disse que 90% da carne bovina no Rio Grande do Sul ó industrializada e comercializada por cooperativas. Não seria o cooperativiswo a ponte que ligaria diretau:ente o produto ao consumidor? Outra idéia a ser 6 d molor atuação das poderosa4 examinado %".idos ná oranfzaço do associações Ie ' o preço da carne mercado. Ltberad9,,, de paternalismo e é uma (ormD 4 5 qu t . 1 clttl tu caberia : ussoc nçoes goverum"9%"4, fóíma conquistar o mercado, da classe IectdIr " 1e talvez classitcando, reallstiamente, ear !dor Curnl!B uolJrCfl custarlum para o copU"; ~tidos ou carnes menos nobres bastante caro ·ande povo oderiam, pelos preços, chegar ao ri ' fea distingo oü colocação 6 discriminatória ou elitista? A nós parece realista, porque é me lhor ter no mercado um produto borato e de Igual valor prutélco, do que ter um produto inacessível. .,, t Coberla também às assoolacoea levan ar 0 que tornaria a carne uruguaia mais barata do que a nossa. Da maneira que é feito, desoonfla se que chega mais barata ao merraclo porque 0 governo, comprando diretamente, elimina in ternedtários. Um dos fatores que encarece o dosenvol vlmento de uma pecuârla da alto n{vel é a pes quisa. A falta de recursos nos órgão( governa mentale do setor, re!!trlnge a pesquisa. E gran de parte dos pecuaristas maiores pesquisa por conta própria, com grsndeR investimentos, àR vezes frustrantes. Há pouco nos declarou um médio pecua. l'lst11: "Temoi, con:.clência da necessidade de melhorar a raça do gado, comprando bons re produtores, cultivando hons reprodutores, culti vando pastagens, etc. Mas o preço final no é compensador". Isto foi há dois f JOe, mas caracteriza bem a inviabilização • do setor pela excasslva e lm· competente Interferência do Governo. O Pantanal matogrossense s um caso a parte _ Para ~ilvlo Amado, presidente da Federa- çao da Agricultura de Mato Groeso do Sul, o Pantanal preolsa ser visto em separado. Aconte ce que aquela é uma região de cria, de onde sal ogado para 'engorda. Declarou Sílvio Ama do. Nesta época poucc,s ão os que estão a fim de criar /gado, que depende de grande Investi mento por tempo pru!ongado. E o Pantanal é é~~ª- crb .. tória, mesmo porque ali a engorda é }"U""!,_estas condições a região é altamente #7" ,22%, ;rasai«i Sir@ ses comecar a abat t . pecuária, se o Pantanal Y' er Ia!TiZe Se não houver apoi • fi • 1 cuaristas não terão out 0 0ltcia , aqueles pe tecer uma atitud d ra l'aida. Terá que acon em condições e O . governo, mesmo que seja mais quando ,"?Peeiais para a _região, ainda vido ás_enchei«{3. Iuta cor dificuldades de Calcula-se que p norte, tha mais à ?" ,%anal, do sul e do mo com cs prob'ema mi oes de bovinos. Mes que alga grâ","%,,ehgtas do rio Paraguai crescendo e se moder f ençoes, a pecuária vem que o gado de corte n fªºiº n~ área. Mas para maiores fornecedores en a ah um dos seus gramas de apoio c é necessárto manter pro fencia t cnic au <,},}ante, de crédito e assis agora tem sido nula. (Reproduzido d J 0 ornal Produção Rural) Estoque permanente de 400 barras diárias de gelo, higiene. funcionários espacializados (para melhor Higiene, trabalham uniforoizados), runcionamento Dia e Noite Atendemos qualquer qwliltidade de leite "Dei Rey" .. • O Rei do Gelo •• , Rua Romeu de ll'edeiros· 300 Jardim Mato Grosso do Sal u MT STJ€ ROEISEEl - friges istil»itora t ,s gesses.secos, e Bebidas Itda. Chanpgue, Gognc Dubar e toa "?(a Laranjada da .. Lindois é ss famosas aguardente, linha _oubr (v,,4"3'fretica). Guaraná nha iograndense", ·audade de faa , a» Sim, etc.), Água Atendemos, - 2.a e 3.a feiras, BL ;. ' ga Eiopedrense e Cani s4lado. Nioaqae. À{3, a:, 4. Boio, sentantc meu da Medeiros n 3 00 -- Jardim MIS Correlo Jardinene é! ? - -,.;;.;--------------- , E Próxima semon• com ça o Projeto Pinguinha Cnmpo Grnndo MS - Dentro do plano de reformas o melhorlaas estabele. cldo pcln. Unlveroldnde Federal de Muto Grosso do Sul pura o 'etpus" o 0 cetro universitárlos Interloruno, u Coordenadorla do Desenvolviuen!o Inte- r a d o (CODEIN) colocou e m u a agenda us cldudes de Aqulúnuunu e ('orumb:'.l. Já estão em und»mento as obras no Centro Universitário de Aqulduunna, II oanrJo pum u pl'lmolrn quluzoua do n gosto o iíclo das relormss em Corum b. Gradetlvumente, a UFMIS vol atingi do os pontos pré-determinados uo organo gromu do expansão e reformas dos pré- A Coordenuç!lo do Desenvolvi menta Integrado (CODEIN), da Uolver eldade Federal de Mato Grosso do Sul, espera em setembro as obras do novo Hospitsl Veterinário, que será erguido no ''Campus U::ilverslttrlo", nas imedia oões do Cern!térlo Parquo~ dos Primo veras. O projeto que começou a ser de senvolvido agora, está orçado em 80 milhões de cruzeiros e o novo av terá v.rua área de nado menos que 7 hectares, devendo ser entregue em junelro ou fe. vereiro de 01. A construção do oovo Hospital Veterinário faz parte da polirí ca de melhorias que está sendo c:iesen volvld11 pelo reitor Edgard Zardo. visan do elevar o nível de ensino da ' UFMS abrangendo também os cen'ros unlv • er, sltt'irios de Dourados, Três Lagoas, Aquldauana e CorumbG. Inscreva-se Nas Delegncias Regionais de Educação e Cultura de 4 a 1 de Agosto apresentando sua Carteira de Identidade e 2 (duas) fotos. EXAMES SUPLETIVOS DE I E II OHAU De 4 n 6 de Outubro _ Exames em Dourados: maiores in formações na Secret. de Educ. e Cultura de Bela Vista. dloo unlvcrnltárlos. AQUIDAUA A O Contro UolverHll5r!o de Aqui· dauona está ganhando um novo piso, com lajotas ooloululs, uum luta! de 2.640 metros quadrados, além du colocação de carpetes pus salas de diretoria e re· formas geruls no pulco ao anfl•loutro. Ealú sendo provJJpnclod11 lambem a pin tura geral do prédio, sob 11 rcsp. A COO!.:.IN projetou pura o Centro Unlvcr. llárlo de Corumbá a ampliação da biblioteca, que vai receber salas de leituras, salas do reuniõeo e salas para a ndministração. Adjunto a biblioteca serão unexadus ó salas para o funcionamento dus chefls depurtamentuls. O complexo du blbllotecu terá um slsternu. central ele or condicionado, u que vir beneficiar enormemente pro fessores, alunos e runcionúrlos, em vlrtu de do forte clor daquela região. o Ex? Senhor Presidente da Cllma ra Municipal Requeiro a Mesa, ouvido o Plená rio, seja encaminhado expediente ao Sr. Prefeito Munlclpul, no sentido de que seja tomada as seguintes providências com referência aos Bens p3rlencente~ ao Poder Mun!olpal. a) Todas as viaturas consldt>radas como proprledaaes do !'!unlcíplos, á par tlr desta data, ficarão na Prefelura du rante os dias que não houver expediente sábado e domingo o principalmente a noite, para que seja mantida as seguran ça das mesmas. b) Qut1lquel' material, desde que p ert e n e A a Municipalidade, fica ex pressamente proibido a retirada dos mesmos do recinto da Prefeitura, a não ser com autorização por ~scrito e só mente por justa causa. e) Considerando que existe guardaEt que mantém um serviço de vigilância, solioHo dar conhecimento aos mesmos a fim de cumprirem as determiaçó2s acima. JUSTIFICATIVA: Considerando que existe grupos de arrastadorE-s de veículos na região e sabemos que diariamente vem suce dendo nos Municípios vizlnhoa, com rou• bos de carros e considerando ainda que, vetculos de propriedade do Mu.ücípio oermaneoem u noite na residência do Sr. Prefeito, num autêntico convite aos ladrões, sem a mfnlma segurança, fican do a viatura no quintal sem cerca, ne.m portão, ficando dessa. maneira exposta ao ar livre, inclusive danificando o ma terlal (Lataria). Considerando ainda, o alto custo rle combustível, não é justo que deter minadas viaturas do Município, fiquem rodando em pleno flm d·e semana, 1n. clusive em outro Muoicipio, o que foi coustatarlo pelo Vereador signatário dêste requerimento, não se sabendo o destino dessa viaturti, e quando o povo solicita um pedido ao Poder Executivo, este sempre alega que ha. falta de verba. athias Margarida Fernandes VEREADOR Cempo Grande Nex ta +eundna felta n Cor do f:om, o Trio Elétrico e Walter Quelróz abrirão n sre de sete show8 cio Projeto Pixlngulnbo, nesta Capital. Os rtls. tas estrio e apresen tando até o dla primeiro os-«.. d? ,3e Caracol, através de suas lideran -·-"""' Q0S apoiam iniegralmento a instula- Fernando "Vou sair do porttdo" cão dú agencia regionnl em Bela Vista, Isto porque estü.o mnif:l llgado1:1 Bela Vista - Tribuna da Frontei- 1·a - Para evitar uma urise poHtica maior, e divergências entre os muni oiplos de Jardim e Guio. Lopes, que estilo dle1putanào a tnstolaçllo da agência regional de Educacllo, o governo do Estado res"lveu n!ío instalar a agencia en nenhum dos municíplos optando por ampliar e melhorur as delegaciatl de Aquldaua na e Bela Vista, que assumlrllo a responsabllldade da àrea. O deputado Ari Rigo, repre sentante de Jardim e Guia Lopes da Laguna na Aesemhlela Legislutivs, comentando as ameaças do prefeito de Jardim, Fernando de Freitas de que sairia do partido se a agência não fosse instalada no mnunieiplo disse que "se ele quer sair do par' tido o problema é • dele, pois não é em detrimento de outras comunida des que vamos mante.lo no partido, embora estejamos abertos e ln teres ados por todos". Bela Vista , e a opção A. DelegJ.ciu Regional de Eosl no de Bela Vist há muitos nnc,s vem àesenvolvenrun cu. que Jardim vem reívlndicundo. Um poHtico influente de Porto Mur tlnho afirmou quo "há muitas diver gências, muita briga, muHa polltlci: lha e nós precls.lmos é de? puz e trnnqullidade para que possamos trobalhar·•, outro de Caracol, disse que "estamos com o GoveflJ0, ncei taremo3 as suas diretrizes, mas es tamos pedindo a Deus para que o governador não tome atitudes que magoarão o nosso povo". Os pref Pltos de Caracol e de Porto Murtinho preferem uma ligação maior com Bela Vista, por diversos motlvoe, entre os quais a distância e as afinidades, o prefeito belavis. t'3nse Ely de A. Barbosa, até o mo- ' agua potavel'' rrnliza boje cbras semelhantes em 36 localidades, sendo que cm algu mas delas os sistemas de abasteci mento de água já estão até mesmo concluídos. Cerca de C$ 400 milhões estão sendo aplicados nestas cidades, enquuuto que existem ema andamen to projetos para obras em 16 outras localidades. Sempre destacando aue eu Governo não dietlngue as iocalida des por seu tamunho ou importiln eia econômica, mas sim pela carên eia que apresentam, o governador Marcelo Miranda prccurou exernpli f!car sua argumentoçiío informando que da mesma forma que a popula ção de Carpo Granda terá uma so lucc para seu abastecimento com água potável, o8 moradores do dls trito de Indápolis se.ão beneflciudos com perfu-raçii o de poços artesla.noe, adutora, reservatório, rede de distrl buiQão e ligações domlcillures. mento no se manifestou a respeito do as nto. Rigo: :"Se ele quer so.ir, o problema é dele" Ministérlo do Exérclto l -- Exército 9ª Região MiHtar - 4ª DC • 10° RC Regimento Antonio João O Presidente da Comissão de Licitação de 10.º Reglwento de Ca valaria, Órgão do Ministério do E xército, corr;untca que fará realizar a Tomada de P::-eços nº 09 - Aprov/80 cujo edital assim se resume. Aquisição àe rnalet·inl abaixo: Aquisição de gêneros o.limentíci, os (Verduras, frutas, legumes, rios, enlatados em geral) para o consu mo ú11 tropa, durante os meses de Jgotito e Setembro de 1980. EDITAL DE ESPECIFJCAÇÃO O edital, as especificações e es clarecirn entoa necessários, poderão ser obtidos, das 08:00 às 16:00 horas e sede do 1o9. Regimento de Cava laria, em Bela Vista, MS, Quartel em Bela Vista, MS, 22 de julho de 1980. ,Tosé Rlbamar da Cruz e Silva Majo.r Veterinário - Presidente da Comissão de Licitação. 1 TE{ L. l !le Possuindo Variado Estoque de Peças para: Volks, Chevrolet, Ford.Willys, Mercedes Benz, Fiat e tudo para o seu tr.ator "CBT'' ViE,ite-nos e comprove nosso preços A -.:tenida Duque de Caxias n.o 562 Jardi Mato CSrosso do 5>al Continuar navegando 147_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº147_24_07_1980 149_CORREIO_JARDINENSE_ANOIV_Nº149_02_08_1980 Voltar para a lista de itens