18_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº18_20_03_1977 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título18_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº18_20_03_1977Número da edição18Data de publicação20 de março de 1977Número de páginas6GeoCoordenada -21.481420993084896 , -56.14708462269622 Documento 18_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº18_20_03_1977 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto -1 itú) 1 J<tn Tc11. Be1·1111rt rr•údcu, mas como er,lou mui to ligado ao violão sem cordas do futebol jurdtnenRe, não poderia deixar no anoni mato o m.'U de;;agrado ao ab rndono do eporte das massas em nossa éidarle, que últirnamt•nlrl tem tocudo uma música de verns dPsa[inad ,, e que considero verd deira provocação aoH amantes do espor te-rei. O EspGrle Club~ Jardim, Garr:peüo da últma taça Ass1g Chuteaubriund, Vice- Campeão lllutogrossPn~e de futrbol kIDU- dor está arormtlcido. ,.dorinecido por- Pelota~ (AE/CE)- O minbtro elo Inte. que? ·.. Ihes flo: por falta de amplo-; P.ri- 1 rior, Mauricio [fong~l Reis, as.;egurnu nh:?cirneulos de llir~çüo; por fnltn. de uma pela primeira vez. que ainda. nes- coajuntura futebolistiea que seja ela ver te semestre o prc>::iidt•nle Ernesto Gei;;el lladelra e fn!mente, por falta de figuras remeterá, ao Congresso, o ProjPto de lei • J qua re 1lmi!nle s1ib.rn1 dil'igir a nau que ComplPmentnr sob:·e u divisão do ntu • ,! aos olho· de tudos e.,tú. cada dia nauJr..1- ui EstadJ rat_ivn". . !Pi rn guentarmos tauta bu.-rice? o ú.timo can trará em vigor no próxiuo ano, quando peo1,alo de futebol de sulii.o patrocioado ]~ e'-luo !.H:ndn eleitHS ctuas ri>presen.~- pelo E. C .. Jardim, foi planej·,do para le. çoes no Congre,so, u!ém dos respect1- vantar o alicerce financeiro do dep.irta- Yos gov, rnadores. mento rle Esporte . Os abnegados does- Os estudo finuh do iIinistério do ln- ~o~t1•. ~e q:iartrn, at 'nderam a esta 'O· rior, assr-gurou Rangel Rei , já form Cumprindo determinações do se lieitacão. Mas, com o desenrolar do mes- concluidos inclusive O projdo cte Lei Com- nhor ordenador de despesas da Unidade mn, já chegando a fiais. vimos que este pl?reatar. No momento, um grupu inter- 1:- CEt,/3 torna publlc_o que Id.ra realizar campeo::ato nuo era nada disso, e sim: miui ferial com :·t'pre~ent,:1.ntes dos Mi-1 as 08:00 horas, horário local, de 23 de fabrica.do pr~viamente piH'a ·-que o CO- o-l_térios do Planejamento, da Fazenda e nrço de !97. {o e:;critório do setor de RINTIA não perdesse ours vez osu Justiça. está preprando os demais do- aprovisionamento. u4 sede da citada Co retns.Jo, e assim fei feito. Estão de para- cumentos que comporão o p&cote de me- m1ssao, ema Jardim _MP uma tomada de ·11· béns uquel~s que visam um !uturo pro- didas qut> se seoufrão à uprovação da peços para aquisição de gêneros al1men ·s 'mnisso ao nosso tão desanimado espor- Lei Complt>metJt~tr. tícios. Cópia do Edital t-1 dE:mais infor- te. Agora mesmo falam em promover uw moções julgada uecessh.rias e ou sufi- 1' campeonato do futebol, com equipe for- Raogt>I Reii::, que d,•u essi:., infor- ciente llO completo en1e0Jimento da Li- a mada, aq .i mes1110. Será que o E.C. Jar- ffi!ltam convidar para o pa- jetn ao Cougre;; o ainda em abril, con- beiro /n Anastác:io MT. Jardim ~T 7 e· trocinio do banquete os Amauris, os ::-e- for:uc informações proceà.entes de Mato de março de 1977. raflns e os L'.!opoldos, qua cr;ter, sim, são Gro:;:;o, por entender que os estudos de- Marriton Augusto evero - capitão QE.1. costumazes compradores de bons espetá- vem ser preparados cuidad0samenta, de I presidente da comissão permanente de culos ... até a próxima. forma a não ferir interesses locais. Licitação da CER/3. J->, capi111is do dois novos E lados que seriam e, iados, i; 0 gundo os estudos do ;fiui!:ilério do Intt,rior: Campo Grande. no ~lat .... G,ci,,:n <lo :-ui e Cuiabá, no '.'Ia to Grosso do .'fortP. TOMADA DE PREÇOS N.o 012 1 S. A2909/110N)222210. Comunico que foi extra viado o Ct•rti!h:udo IIA propr le.!nde dL• um vcicu Jn owrca Clwvrolct 197U FE onna. C<1l' bruuco Everest llpu Camio.eta, Certificado n° 177320 MT 31º Ciret:an pl'opriedacle Comercial Moreira LTDA. Avenida Duque d'.! Caxias. Jardim MT. l'ubllcaç!lu que se faz p11 ra obtenção 2 via O H: ,fosé Frun<'IRco du Silva Filho perdeu eu llocumenlos e pede quem achar favor entregar na Prefeitura MuDlciplll de Jard'm. P.G.U 200.0ôG Carteira CNH 200061i c 1rteira prc,fidsional "8", data 24103/74. Exp. P/31!! Ciretran. !MACiEM DA TV MORENA ... a5 ·:o· . ó ,a'' 40 te , en· :efill ol· (!ll' c: dv de • • (1 ; ! fe- F stê a° egundo Informações de D.osso corresponden te em Campo Grande, bre vemente chegará a nos sa ciàade as imagens da TV Morena. A iniciativa é do povo jardinense que esperd i~tcgrar-se a gran d~ rede matogrollsen6e de televisão. Uma das pessoas que vem batalha do para a corwretização deste antigo icleal, é o comand:i.ntt1 dli CER-3 que nii.o mede esforços para torn!ir realidade este soBho da povo de Jardim. 1 de Monteiro Sé.. e C ia Borracharia dia e noite • Lubrificante a pr~ço de Super troca de Oleo 5 EE# o ftven!da Duque de Caxias Jardim = Mato Grosso Ltda. Fornecedores. CLIENTE'' - :dim - ·.r·. CnrrPlo ,Tardü1ease 22 3-77 (Continuação) SOLUCÃO 3 JÍ a criação do financiamento de lotes natidade do menor. ?unciona em Cuiabà -rbaBizJdos destinn.dos n familfos <le ba- u·n Centro de Atrtlçüo do ~lb□(lr pnra {ssima renda sem condições de pagar e1ea-lo, p1·,,fissionaliza-lo P Pncurninh,11· ;re.ira para emprer:1. Uma importante rnetu a pericia está sendo reallzarh em Cu- ,;e;- des:nv~h1da em t.ido o decorre des- 4bá, com 6eo lo.es. Recursos aplica!os te ano seri a int~r,01iz'.lçã0 da assistên ·el3. COHAB-MT em 1976: 49 milhbe1,,. cia preventiva ao menor, alem de UP-1 PJa is mil ar!'ecadação no mesmo perfodo: 1 no lntEgrarlo p~1·a Prevenção, no período '! milhões 358 mil cruzeiros. 197i/7H, em convênio com a FUNABE! --... Previdência Social Desenvol,ida no EstJ do pelo Ios- -- i!uto de PrFviéência S.:ici il dos ervido- s do Estafo -[pemat. a prt>v;:Jência em _ O E,t1d0 dp ~hto Gros;;o apresrr,ta irato Grorno se inclui cta maneira mais -"e i.lta~Jmeote co~~ um dos Estados ·;edlata de!Jlro da prop'l,:içüo governa- , q~~ ~e1bores cond1ço2.,; _ po.,sui pwa co_n I.J1 _ owl que visa O Homem cm primeiro tr1hu1r C'11Jl ''. _d.;Pnvolv1menlo do . pu:s i 1,,,' ' e com o equiibo d> sua balança de pa a • Nos doi,; último.; anos a fl'oluçiio garne_ntos. Det,rntor d~_ grande_ vari~cão Je seu atendiment,, aos S"guradi,siria E-'Vvlução de todo;; os m,g.utori i e se transformando em gran leaismos de atendinents necessários de_produtor agropecuário. No perio'o de "!"ístência duplicada: convêoioª: • ' ., gncolas cre,,cerarn 4 por cento, em de 'JlÇtlO de ma_ior~·s re?tur!º"P 1 onto ~Ln- ·1 c,,rrência das condições fovoraveis e aliu iento médico-hospital:r ao segurado Ias aos recentes incentivos fiscais e Ii ) racion:ilizaç,LO do, s~rviç,h. . _ . 1 nanceiros. proporci0nad0ti por diver,;us A esft-ra de atendtmen_t_o e aS"'!~ten- pi-ogramas fédet·c.is e estaduais eu 1 eXl" a do Ipemat tem se drversido co' euçío. Por outro lado a agricultura foi tamente tpto pelo crescimento demo equacionsda dentro de uu istma cor ) dlico do próprio Is'ado de Mato ?r9> aéao abra@gente em todos os setores de V ,) como pela s_oh t1caçao da med1c10a seu desenvolvimento, d,-,nominado Siste s dias ae hoje. ma Orw1·ucional lutegmdo da Agropecu ària ::-OJA. constituirlopele. Empresa la tol7rossrnse de As::.istênci'.l Técr1ie,: P Ex teso Rural EI.TER, Cumpanhi<i de Des2nvolvimento ,gricoln. - CO DE .GRI Compflnhiu de crrnazens t' Silos de Ma to G:0sso -CASE'.IIAT efl•~aí p1iLcí plnente no tliãlogo com o produtor ru ul. Na safra 1976 77 área colhir.!a de verá eresver em mais de 1 e a predu çJ" em 2,120/0 uma xceh>nle promissn ten do t>m vi-:b a 1·ealirlude nacionul que neC.'SSit-1 da exp»n,fio do setor produtivo com vi,t11s à conte•1ç'.i0 do procl-'SS0 inrJa()ionári,, e gecção de exceleotes im pr,rtav<•is e ao ubu<:tecimer.to iuterno. A e~trntég-iu governamectal no setor nrrropecuári, para ating-ir esses resulta- +ás e projeções. base u-se 18 cm instru , grande rurta cio Esta:lo de Mato m ._. n tos q u e vã o furicli:Jriu, colonização, me- tador de matr.rias primas à po.,ição dP ..:a~izaç;w ,,gdc:iln, assistência técnica e Pstndo industrifllizad<•. A oulítica oftclnl c-xteir•aão r-urnl. i11semi11ação artiririt1l. de- 1 11nrtcou ilP a partil" da defusugem verifi- 1 !e,- t ,anit:'.lrm anlm·d e vpget·:I. urrnazp,. cxda entr,· os seture,; primano e t-Prun :rn rnent0, seme11te, e muda,;, co~pi:;ra~i- dúrio, justificando u utilização de iu:;trn ·;i.,mi, "!letrif.c 1çiio rural, corretivos e rnentos adequflcto~ à motivação ctn desea fertilizante, promoção agrrin, e preser- volvimento industriul, cujas atividades em vação de recursos ntirais, ssoci :do 197Ci foram: a renliZf1ção cio l!! Simpó~io ,1 :neddu•l fl<ll'dlela:i de alance Jt11!to e ,m ttehnul Sob1·1• Disll'itos lndu~trinis • que t•nvolviJ,t tavés d ER!ATER-T, crescimento harmônico dus diversas re- i l •)ot 111õoi creo-econôrulcas do País e a des cuj equipe d· técuicos elevou-se de - {' F' ind L't11 1!;17.í para '27"!. ('!ll rn,G h,hgrn1l•1 a co11ccnlrnçiio duR grande) centros n U8- tocl')• 0,, murJieipros d:-i E,to.cto. For11m a- t•·inis mhauos. Parllcip:11'nm todo:o os tcuüidiJ-.. íi.f:J<32 p~·odut•ii·.; r!P. rut>dia f' ,ti· 'H''!l'Olái-los dC' JnclúHlrín t1 cnruérclv do k rendn .i' 'llo n.os qu ·is foi 01 iPnaifil p;Í'l, ón~iios federai,-, p1·ivndot-1. Outra rnc n apli"·iç,fo do. U8:J rnilhi1 ->-; de cruzeiros. uila, toi u criação da Companhia Muto- Programas federais co.no o Desenvol- grossense de Ferro-Ligas - Fermat, em vime ío de 'errado - POLOCETO, d> f;és Lgou·, no sul do Estado, que con D sevolvi nto do pau! al RODE.'A. ', I t.trit at6 1080 c ,m cinco fornos du '.W d<' Jnr•nnt!vu ú Produção., 13,,neYiciamc11- IHfiguwnts com proctu,;ílo de 1 H rol! tone- Agricultura e Abastecimento i l Nessr i;etor hr a ri estacar o esforço ,:e #volvido pura a capacitação profisio 'ai dos sen'id.,res na-; áre:,s e1vis e• mi jares ela Srcretaria d,• Segurança Públi J. A c:esc,·nlr:llizaçüo e rat::tlnn.l:z•JÇão as atividades de expedição de c-art,,ira-ibi!rtaçü.o a co:it!u .1Jres de V<"iculos foi outra meuida f'anea !ora dP impa~Res udminístr·.1tivos. Urna medida Lle dPvudo ... Jnnce social , profi!,lsio:wl foi e, i:umento bUb,-;lanciil h ré.:iUn°ração 111 Polícia ~1ilitar, r:om ista° à seleção e qu«lidade dos efetivos, f?Fpo11sáY{'iS por 11. Loto o rc-equlpamento da~ untclarl•·s pu• lii civis t' mil,turr,, cnnst1uç-ão c!E:: no üS unidades mte,:p·ad rn de H ·1~uranç11 pú pica, vier·m representar uma considera- el e.lucão no quadro de s uranç: pu ,lica 11 > E ta<I>s d:! a~ta flA(l•llHfiO tPl'/ ilorial. O llep,11·ta1n-•nto Estadual tlc Trán,it0 de iiclar u processo de modernização ,u,, ]Ú C'Omeçou a HPl' im1,l11ulado en, t1, o o Esta lo, implicando na aplicacão de ,·e:m-w-; ela 01·dern f!t• novt• u:ilbõi:>,-; <le Tuzeiro aplicados enu semáforos sina)i aç1o, camp mulas educativus e expedição Jt· •lnUJllWntaçf10. Segurança: Fundação do Bem Estar do Menor to da Borracha Vr:getal - PROllOR. auxi liam a execucã dess s projetos. M:::CANIZAÇAO AGR!COL - iniciou-se em 1976 o siE<tem:i de p 1trulhus ro?cani zada, cu~n. execu ~üo será rralizada pe la COOE,GRI. AR~IAZENA:.lENTO -· a cnpacidade de •nmuzenamPnto de ;<.!tito Grosso não acompanhou o crescimento ele suu agri cultur11, que obrigou a CASEMAT incre. ment1 r em 1976 sua est, ulura operacional Pm 99.7 % em ofer:a de arrnnzeoam'!nto. Atualmente a capaeidacle estática de ar rnt:z"njciento do Estado é di:. 700 mil to nelarias próprias e afoGa:!as. O crescimen to do atendimPuto a clitmtes fui :195 001· cento U'l. últim;i safra, em dtct;uência· do desrvolvimnento do Pgramu Matogros- • se• se de Armazenamento - PROlA A, 1 que prdende e1~v-1r até 1979 para um mi j lhão de tcneJa:lantn do Lst11do. , DEFES.- S.-NfTAHI. A 1:-L-L- desen- ,• .. ivirla ntravé>s da iuclu úo do Estado no Progruma Naciona! d·' 'aúde Animal e }lrnjetos cl,. comb 1t~ à "nemiil infecciosa e hwnntamcut hdmintológico, e consti tuíram !:!a linha básic, d" <.:Oiiduta. ln.-eminaçào Artifil'ial - O l'ro;:rama .lntol!rosscn· se de Inseminação Artificial atingiu em 1976 a 5-l propricclaJc:s, rc:alizauJo líl mil in,emi11uções, ló mil exaees sanitários e l7 mil ginecológicos. :-cmcn1,,. telliornda, . A ,·nmercializa~ilo J., 1500 lonclnd::i..; de sementes selecionadas, en ,•olvc.•u cnru· plt-xas operaçõc, de pro,luçiio, ª'lui,içiio e de :1<• ,i,tênria técnica no campo de produção Diaman lino, lhrra du lln!!rc-. Hon<lu116pnli, ,, J, ciara, lnLorarbrio..: fician,cntn de ~e~ men<c- e. por fi111, ,, cnquuclramcnt:• do E;tndo de .la!<, Gr,,--o na política de prq;o~ m(ni1110, Í ,ara •cmt'nles sclcciu11;;cl1ts junto à Comissão ele ;i11,t11ci:1111c1110 <la l'roclu,:10. l',•,q11i•11 A»ropc,·u:'tria • Furn111 1k,,•1n·oh-idos cm 197ft •!ois p;oê:rama- no iimbito da ::!,·crcl<tria ele Agricultura. um ietiológico, com a Associação ,t; cmprc,ário, d.1 ,111117-iiuia al(•m ,L, nrliculuçilo rom n Embrapa que resultou na consolidação cio Centro ~aciond d,· l'ccu{1ria de Corte, cm Cu111- po Grande, unidades d,· iimhito c·studual cm l'o· rumb:í ,. Dnnrad,,, ,. Unidade ele l:s,p1i,a de Cuiub:1, rc~11hun1lo 11•1 fonuuçiio ,la Empresa EsílO mil litros· diário" de àlcool-anidrv. Convênios de cooperação com a (Jr:impunhia Mato gro~sens& de Nioeraçüo Metamat pra pesquisas fl r.stuc:lrs geológicos no Eslild0. EqualizaçãQ· _do.; Pregos de Combustivel a EnPrgia - um passo ia,:. portante ew' favor da população foi u obtenção da e-quJtlizaçlio dos. pre co> des combustíveis e da energia t.>h;ttica· erú" ~1atô Grosso. nrns caros no Estado. A.:sim. pnl' • autri rização ;!o Lons_elho:_~-i;( cio n:il de PêtrólPo: uten: dt>nfo a gesrnes feífos pelo Governador Garcii Neto uo Presidente Ernes to Geisel, alcançt u-se a eqtw.lizt1ção em Matii Gros o dos preços dos combustiveis e da ener gia t'létricu. lttro l l n H C H -L-S 1 • ' .. 0 ponto d • encontro da Soéle '. .; ' .') dade murtinhense Ruu. Dr. Correa N º 56 Porto Mui·•.lnllo ;,, Mato Grosso • ' .. Leia e lssine 0 Jornal Correio Jardi:,ense - a. 54 - Rodovia Jardim 'orto Murtinho Sw:io3stc o no Novo Medo Gronso . -----------------· 11rn • Mt. 1,1d 1, f) O) ll~J n :-i<q ·.j 0 '01 0.11oz! ,os.11:. !-:;] o , ·!Ili ,JJ ·Jou < l'',,.:-i !, 'll, (l!Ulli !;) '!Y o 01 )li T'Jíl. í,lSllOdl V :.Ul nt:·::u ,sqoJd 3 2 : sop )J,lOA dSSél, 777%-.+,° pi 7 •" T l • , À«.7?d!:9 C-..... ~- ~- .~ i'°'!I Há mai,; do l G uno~ fabricamos traores e impleme11tos agrlcolar. no Brn5il e c1esclc vnl.io, ma!• d'I metade elos :igricultorc:; brncileiros estão dor.osso ludo. Isto graças ao es! Jrco e;•,-:, temos feito par.; prcporc oner segurança aos que 111v<?stem na compra de no:;~os produto:;. 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'ssim, tods s atividades set;riais tem bu--curlo adequ r-se a P.'i!:'a filos·,fw definida em 197:í neln Governa·Jor .Ju· é Gat·c!u Net'l' que· poiik:o, 'tfJ-im e.itendiclo co mo mnteirament> voltado pru a vulori zação dP t-er immano. Por is~o, ,e,ll'irmu l'lE.mpn·, nilo :ce prrocurou com 1 1 su I p •rpetuação c::m obras. grundiofws. ma,.., na gr:rnrll<1Sidadt· das obras da infa-estrutura soci:l ut gen te necessúrla::i num r:st1do corno ~ht·J Grosso, cujo crescimento extrapola bus tauto à média na ~lona!. Assim, há que so destacar a r,rcn CU('açflo rio m orossene, qu ali la aos aturai problemts administrativos levou o G»- vernador Garc!a Ndo a adotar a filoso fia em tI"ansformar Mato Gros;:o em es tudo-Soluçüo cos probletn!l.s brasileiros, já que vem se torn!indo nos últirn0s a nos na iIeea dos que desejam a expan são econômica. Promoção Social Criada há um ano e oito meses a Fundação de Promoçã.1 Social. PRO OL tem c•.•mn filosofia promover o homem através de programas destinados á me lll 'Jl'ia de :,UU courlição sócio ecoriôrnic:i. Tem si<l0 da:la uma atenção especial uo artesão m1togrossense, detentor de uma 1 icn gama de criatividade que est'.!va morrendo por fltu de estimulo. Para rea tivar o artesanato e::n 11atJ Gros.,n, concentrou-se esforços para atender às nL-cessidad~s materiais e sociais Lias ar t.~SÕ<S> trubalho ern onze c-!ntros comunlta ! ios de a!'tesaoaL> no E,;;tndo oferecendo treinamento, estimuhndo novos artesões ensinando métodos que possibilitem 1/lellior :ioroveilamento da matéria-prima, aqui s{çüo de leda a produção de qualquer natureza de artest1nato pelc1s "Casd8 do .-rtesüo'· que Iunc:onam no Est-:do, a comercializam :;s produtos sem fios luc.-ativos. r-•a 1 izaçã•) de feiras livre~, e exposiçõe·, e de.,l'ilt:s de rn:1da arte~1rn:.i1 fora do Estado, alé:n do upi oveitameuto io artcsmato indigena. • • Um do;a exemplos dp recuperuçfio d·• nrtrwrnatu Pm decadên prazo de te celg·m da reda, permiti melhor renda e g Haotn de comercializa.çün ao artr.são ,l'ora psse prngra;na a PROSOL de s.::uvolve outr,1s na ár~n s icbll :lll'íHlen do a entidades sob sua responsabilidade rlirda e indiretamente auxilia catras, pro crramus de preveuçfw à rnargínalizaçflo quen0 trabalha<l0r p,·ogramu~ ele alimeutaçiio e nutrJÇÜ'l U· t i l i z a n d o o sist e m a ele mi nt-indústrias do rico artesanato alimen tar matar ssnse e, ultimamente um programa inédito no E-tado, a dila ão da ~oj·1 como .ilimt•ntu <le múltipla utl lzação nu s classes mvnos lavoreei!as. CentrI de Leite de Soja- A presidente cu P,osul, lttría L) ~,ia de lforg,'fl Garcia encomendou ao lnstitu,o de Tecnologia da Alirnenh.1ção, da Univer_sidade de .. ca.m· pinas, um projeto pum IIJ:Planh1ç,to d• um,1 usina pioneira no Brasil par u pro dução de mil litrJs diários de leite de soja destinado i. venda a.u con sumnidor por um preç em torno de um cruzeiro. Foi a,;;i'lant:-o de Reab'lit,1ção- , Fundação Pro sol mantém em Cuiab& ,, único ceutro d~ :-eabilita1,:iio d,, Es 1a lo e da regmo norte do pais, ate:adendo à demaodu de toda es;;a. v .1sfa r-:gião. tanto a segura dos ri:! previ léuciu. co no p:1rticulares e uão-segurados. Saneamento Básico Melhorar a qualidade de vida ur bana no Estado com vistas a consolidar até 1.980 o prngrama de saneam('nto Bá·· sico do Estado dentro da [1loso[ia do Pl,rnasa foi a proposição defini, r.uju memmlida de pode chegai· até a cinco c1Uzeiros. Isso implicou altm do aumento do nú mero dr ligação rt'alizadas pass11ndo de :203 mil em 1.97 para 28o mil em 1.976. significando 38 po!· cento de ucréscimu. nm t-ignHicut1vo aumento dfls rêdw, .'p, distribuição de água, que c!Jeg,m.im :, lfl5 mil metros. Segundo a empresa, a ofer ta de águu lrut:1J.1 às familias de baix& renda contl'ibui sensive!mf'nt~ pam a dlminuiçJo do coeficiente de mort 1lidad.e iufintil e, também, no aumento da vifa média ela populuçilo. Dur.1 nle o a no 197G, a SANEMAT' a tingiu a ~4 municípios no fü.tndo nos qua is todo o abastecimento de água /:; tl'U tado. O fatmamento du emprestt Cl'l:8- ceu drc 11 mllhõe;; n m!'iu dP 197'1 pu ra 22 milhões 0 8!2 mil em !97(!, rep:·~ senfanlio Dtl por ce:,to dt' crescim('nto, decorrente prlucip llm1•nte <las mH!idus dntus rla urdem de 52 milhõ;-s, ~-15 mil o 597 cruzeiros. Habitação 1 1 1 foi outro setor im- ! pulsiouado relo GoYerno : do Estado, em face de 1 ua i,!h'diata atenção J1t> sP. r or da atividiude ocluI e realilado atravéz da Companhia. de cJCabltaçõcf de Mato Grosso-COHAR :lT. que, resumidi~mente r Palizou a construçfto de trê5 conjuntos habit'tr.i••· nis, somando 2215 hbi taçõe~. nas cidades de Cu1;1bá e Carnpo Grandt:1 incluindo 94 casas des tinadcs a suoid,,rcs e.,t.1- cluais l:UjO projeto já frli 11prnvu.do na área do outro Político-Adminis h· 1 tivo, em Cuia bá; coo&· truão de 14.1 casas em terrenos próprios dos be-, ru [l!l'iàrios, aplicando re, ccrs ,s ela ordem de oito milhõ~s; uplicaçUo e ll!e lhot h duG habltaçõ:o nos primeiros úclecs r ide ncia Is const ruitlos uo Etado em número de -133 crisas uo projuto ex·i• perimt•utal, quP eomarú l'<'CUL't.!OA já aprovr.,]cs pe lo BII, 110 valor ce 91 milliões e 990 mil cruzd ! ros; implantação de uni-[ dalles comunitinii,8 pul'a r ct•utros de urtesanato, e 1• de r,1lnl-lndústrlus ele ar· tesunuto alinenlar em dlverRos muulolplo,;. Ou• trn prngmmu. dú uulu1·c z iminentemente socil'! (Continuu) 1 ' l .lo.(; D· Lcfa11i 3toque do latarias sampre renovado, Arama liso e ovalado (grande estoque) Socos o Mo'lado: em gora! ...Oi Mo!hores prsçor da Pra;a. O qu3 voo procurar nu Ca:a Sü, Jini. v::iV.J 01 pre1;c-; mal; baixoG do n,,giéío... Venda no otacudo e no varejo.. Vi5te a Cus, São José. . . li ( s:1 Sim José 0 zé t o Povo " CiARCIA NETO: MATO (i. OSSO ESTADO (ConllllllUÇ::iOI ,r.11 f"'"·""'ín 11,hiud,,,1, ...... ,11~,l.i,h,11,1 961/li''ª~'.'º 1 Plane::jamento • t f ( Jl ''J" 1 • J 1 '11 d ,-n,r,1,.,LJ de petróleo, cuja redurio 1ot .re aio por u4''' f área de plurjarunt» no ' ,a,, .e 4,e J A de no, milhões e mio de rziro .4 s, p@e~d, ['lnejamnto e ordens,ao r f J () Jll·.l,t-Clt·iJ(Jlfl -. J' •• ~ fL.l <li> progran iniciado em 1975, e atendendo ás novas necessidades de investimento tanto na área económico-social quanto de infra-estrutura realizou um montante de I72 milhões de cruzei ros sob a forma de empréstimos internos e exter nos. Dos proo:ra111Js federais que atuam eu Mato Grosso dos 256 milhões de cruzeiros previstos, 178 lllil lttin íornm liberado~. Turismo Criada há menos de dois onos a Empresa Mlato pro-en- de 'Turismo 'TUI[MA'T vem e pautando pela fixnçio de uma política uniforme de turismo no Estalo. No momento, dois grandes projetos ,·,r1io 01.11 .-x,·nrç:ir,, o Dolnc6rlo ,lt, 1i:1111:> lluenlcs cujos estudos estão em fase de cone}urão pa rn a construção de um moderno compleyu hi,lro r.·rmul ,. o aproveitamento turístico de Chapada dos Uuimres través de convênio entre o Gov,·r no Estufual e II E.fUHATUH o 11111i,•r 1111111kipio do mundo com um potencial turístico invejável, enquadrado numa área de lo mil hcc1urc11 jú de. eretada pelo Governo do Etado como de utilida de pública para de fins deapropiaçao. O Pantanal mato;grossense vem sendo objeto de estudos para 11pro'ciru111c1110 Lurl~tieo cm face sun ccolo;.:ia, be lczn e recursos 11ar11rnio<, Energia N~,se setor h(1 dua;; con•idcrnçõcs Íuntlamcnlais se fazer. A primeira é n produçãu e difusão du .-ncrgin elétrica no Ei.tndo. A ~c:;undn a rnn uti li 1,1~iio no campo social, também. inovada no Esa do de Mato Grosso, a exemplo tio ~istemn de li gação tlomidlinrcs do Ílgun finnuciadn. No nno pn•~:Hlo •l.135 familia~ de bnixn renda cm oito muni dpios mais importuutes do Estudo foram beuefi ndos com n lignç~ry de cner~in elétrica finncia<ln longo prnzo, E•ludos rc.uizaclos pelu Ccnt rn:s Elétricns M11togr<,FFC11scs '/A CEMAT, inrlicnrnm nc~sc; núcleos ele buixn renrln, gn tos dn ordem de 51) cruzC'iro~ mensuis com i[uminut;ào 1·onvcnci•mal, nforn as diíiculdndcs nnturois da ine· xistência de iluminção e ,te o:itro; recursos. Pro· gramou-se n difusão da energia elétrica n PSEllS fo. milius cm moldes de buixo cu~to. A pre~ti.ç5o men sal rio pndruo d! energia é de 25 cruzeiros ncrc cido do co11sumo mensal mínimo estimndo em 30 kw, CrS 18,,15, somando CrS 4-3.45. A C E 111 A T const,11011 <lois fotos inu•itndos, n completa ausên cin <le inad11nplência no pn;:nnll'nto das prestações, e a crescente clevnçào <lo pudrão sócio• cconõmico <os con,umiJon••• depois cln instnlnçilo du luz ef6- trirn, a ponto de se fazer necessária a cnlt,cnçào de mrdidon,s ncs~ns cn,us, porque o consumo geral ultrupu;sou no• 30 kw estimados. ELETROBH,S - c;sc nspccto, n CEMAT rece beu da ELETHODHAS rnlicitnç1io de to1ln n meto clologin aplicada cru lato Gr<.',so 110 financiamento de padrõe de energia elétrica pnra divulgação no resto do país. CONSUMO EVOLUÇAO DO CON u:uo DE E EkGL Lm 1976 o crecimento de energia elé. trica no E,rndo. em termos de consumidor~s foi de 36 mil novas ligações. O con urno por elas' e de consumidorc~ registrou maior uumcmo no setor de iluminação pública. cletrificnção rural r industrial. Em 1977 n C EM A T orevê n criação de seis cooperativas regionais • de e 1 e t r i ( i c n ç ã 0 rural e a 111corporaçüo de mil novos consumido res, decorrentes dos programas cm nnclnment11. Obras Públicas Trnnsform2clo cm nutarquin em 19i6. o Deparrnmcnto de übrns Pública - DOP, descnvol veu intenso trabalho aplicando 62 milhões e 328 mil cr.1zciros em obras construidos cm to<lo O Es tad., dl;:tribnidu1<em>erviços e rorn u mcllwrin ,ln rede de uni'.ludt's ~anitúri:1,, dinamização tios Ecrviços e convênios, c.tmpanhns cm ma&su duplicando us vncinnçõe•, convênio~ e criando urna estrutura capa,: de suportar a dernnn • <lu tlc saúde que ato Grosso começa ,1 impor com FCII crescimento dcm~(!..r~fico nccntun<lo. U IDADES DE S.UDE: foi duplicado o núme ro de unidade <lc uúde existentes no Estudo, ;';6 1'111 1975, pai u l I? cm l97ó, afora as reformas e ampliuções. Em 1976 foram conHruidns unidade;; de snúde em 13 municípios, e reformadas as jí e xistcntes cm Fere municipios e ampliadas três. As ,·onstruções obcd.:ccrn n critérios e necessidades de funcionalidudc e rncionulizaçãu, implicando nn o pliC11ç' o dr. recursos <la ordem dr 10 milhões de cruzeiros. CO 'Vf:NIO' - diversos convênios e protocolo de inténçtics foram firmadns 110 St'lor saúde, <l,·s• tucnndo-se c1•m o FUNR RAL para n cessão de unidades volantes ,te combate no cânc-er · com três cm funcionamento· e com o lNP paro uternlimcn to 1lus ,;Pg urados <la previdência uns unicladrs sa nitárias do Estado. De convênios u Secrelcria de Soúde recebeu 6 milhtie; e 200 mil cruzeiros r!e rccurrn-. A Vucinnçào no Estudo nas diversas ruocblida nom1co. O Govl'rno <le ,1Jn10 Gro•so definiu como ama de suas metas prioritária;; n expansão elo sistema eclucacional, destacando n faixa erária dos 7 nos 1-1 anos, que corrcspm,ele ao ensino o brigatório de l.o grnu. afora e diversificação e I"· quipnmcnto do ensino de 2.o grau, supletivo e universitário. Construção e Amoliação. 120 salas foram comtruidas e equipadas na zona urbana, ll0 na zona rural, 16l recuperadas e reformadas. lb umpliadas e equipadas, resultando na aplicação de recursos da ordem de 58 milhões 696 mil cru z,·iros, cios quais 4-1.406 em construção de unidades escolares. Os equipamentos distribui ________ .. Corri Fundação Cultural Apoio Adr11i:nstrativo E-se setor, sob a responsabilidade da ecretaria de Ad111ini,tra1;:1o clc>P1t1penho11-•c r<'al1za11do ,lt ver•a" ati,i<lade• up,•.-ar da ari ft-z do H·_ror, tomou 0 homem como rnda h:í-icu n -er valorizada. As ·im, principiou_os e-tudo-s para a implantaçãrv do plano de classificação de cargos do funcionalismo estadual em moldes considerados excepcionais, por corriuir os erro• e umi~,tit:• n'.rifica<lo~ no plano <la ci'.°frru fcdt:ral. Outra atividade dentro da nova mentalidade .U!!l.'rida nu phno de clas8ificação de car"o,. h!'m co1110 111,.,f:ili<l,,dc de concessão de nu• mento de ,enciu1t·nto ao;; .. ,·n idores cHaduai'!, bc neficiando com percentuais mai .. res '?" Fen:ídon:R menor remuurraçiio e com pi,rcentuars mais bar· xos os de maior remuneração, permitindo n corre• ção <le unti:ra; di,torç,i~s rnlariai,. No dia <lo funcion:írio púhlico em 1976, o Gryve,. n,, E .. 13dual organizou um en.: .. ntro do funciona liFmo oportunirla,!e cm que assinou mensagem à Assembléia Legislativa propondo aumento alarial, doou à A F•or:iaçüo <lo; ::,ern<lore~ P(rblicos Esraclu ni, criada nessa data, uma área <le ..... hectares para a construção de sua sede no Cenrro Político e .dministrati,·o " d ,,,u, ainda, área para a cons lrução de 911 .:o as financiada para servidores tm11bc111 na área do Cntro Político e Adminiõtrn• tivo. , rxecução e coo<lenação da política financeira do F.Hnclo l!lll 1976 <lescnvolveu•8C cli- forma a nper feiçoar os sistema de controle da fisra;ização e nrrecadaçiio crinndu centros de informações fi,cai", planl.'jumento fiscal e contrai,· de estimativa, com o objetivo de dnr mdhor tratnmeuto dados colt'• ta<los, npt:ríciçonr e descnvoher a; técnicas fisca is e por cxtcn,eào, rodo .., Sistema de E-timutiva do Estado. Tanto a»im, que a receita tribut.ária estadual vem apresentando super de arrecarlação toman<lo-;;c por base a estimati,·a orçada. Banco do Estado de Mt. Os financi:in1entos concedido,, atendendo à EO li cirução dos diversos setores <ln produção indústria comércio. rural. particular e poder público, te, e nm crescimento global de 9] % Constituindo-sr na atividade mais rcpresent.ari,·a da _economrn estadual. o ,t:tor primário recebeu a maior soma de recursos uas operações do Banco, com. um índice do cre,cimenlo 461% o setor <le créditos especiais, habitacional, social. inira e,;tru tura e outro, crescem !Oi% sobre o exercício an tenor. Os recursos globais aplicados pelo Bel!lal em 1976 somlrnrn um bilhão 16-1 milhõe~ -192 ·1 789 • mr '. - ~ruzeiro;;. 5-la ¾ mais que em 1975. O lu• cro liquido do Banco. CrS 7.3.'ll 82o.27 foi frio/o superior ao <lc 1975. Ne,;te ano o I3emat de'er-.í insralnr-se 110 Rio de Janeiro, já autorizndo pelo Banco Central. Loteria do E tado de Hato Grosso A vea,la de bilh co11flrmur ma Is um vz, que e,· 11flo quero me esquecer de você por maior que !-H· ja a Ilusão material núo st•r11 11 minimo ria von tade que sinto de um di a H' guidos, sem fazer o pe· Jido. Dentro de 3 dias • t>erá alcnnçada 11 grat·a pol' cual;; di!ícil que i;eju Publicar assim que recc> hel' a graça. Por urna Graça Alcançada. MA.V Em contato com técnico& da Telernat o,i mf-smos nr.s informaram que bre Yernente Jardim eshirá tala□1!0 com o OJUll .. o. A instalação do interr bãn,1 já é uma reali<lll de Ludo indica que bre vemente entrará em fun <::iunarnento. É a umao de todos: Prefelturn, s em pról do dl"senvo!vimenh da Cidadt: Caçula, a que mais cresce no sudoeste matogrossense. .. 1 d J ( (/ l" " l g (d Ul C tu • (e os 1 1J cl 'a qu p: do ( . va 3 d tni CC ba de - BR Filtro de 419 Óleo - Guia Lopes Borracharia da Laguna E 'O/TE "Nova Direção" Continuar navegando 17_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº17_13_03_1977 19_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº19_30_03_1977 Voltar para a lista de itens