241_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº241_31_03_1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título241_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº241_31_03_1983Número da edição241Data de publicação31 de março de 1983Número de páginas6GeoCoordenada -21.453068633086772 , -56.15384609065974 Documento 241_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº241_31_03_1983 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto l1"aüll Vereador do fDSafirmo o pr1vo nf o quer r l Rodrigues d PD. C pros nn rodo.a E' "Dersu! pr! zen ( r ··o L •n;-;:ir l,:.r. o p roemize'ar e tá bonito". Fr 1. s0 tu»C O :r0.1: t dL'II qu to:rir · + + 5,0 rio pl'ias, eo Indo o cor'r4rio". O FS, dis o erelo:, no bvdicat d a&rito de «r oposk, oy com«'r1. tia, e nós, eretores blv! tr08 m nome do movo, « [ As chuvas que calram nesta reifiüo, entre rrlcmbro-82 e mnrç'.l-83, pu~crnm cm petição de mbri:i entre outras, as cstrndns n cargo dna CER,.3. Esl::I OM, responsável peln con~rvnção <las BR's 2G7 e 030, parn P. llurlhho e Bela Vista, respeclivnmcnte, viu-:e de m5o, atacla,, uma vez que , sem verb:i. nii;i tem ~ondiçõcs de tra balhar. O dinheiro, sem:::ire tio nbuntlnnte para as nossas famosas Usina3 Nucleares, é parco e racionado para outros misteres - o de conservar ns rodovias !cderais, por exemplo. As interrupções no trMerro tornnram-sc !requentes, causando Jncluslve, espanto, pois nté onde 'ai a no3on mcm:'-rin, são raros os ca so3 ele a briosa CEI!-3 ter de comunicar aos es calões superiores que a "coisa está preta" e os veículos parado; na estrada ngu'.rdando provi dências. li Umo indústria Florc'FCC'lle no Mun.'cípio de Jnrdim é o c,,,cúr.eo Eodoqucna, com uma produ,:-o :munl ele 1.50 000 tons de precioso cor retivo do rnlo. Snn usina está situada n 3 Km, à esquerda do Km 5-1 <ln BR-267, no trecho ) JarcH--, Porto lIurtinho. Dispõe de energia clétr::a oriunda e Urubupungá, por ler im plantado rede própria, rede estn que, median te convênio, co·.ltinna a clisposiç:io de qualquer fazendeiro mais esclarecido. A Empresa lnmnrati, uma das mniores do Bra.sil, no etor agricola. é também, a maior cliente do ''Calcáreo Bodoquena" (consome nnualmcnte, 30,000 tons) :ipresentnndo sun maior demanda nos meses ele fevereiro, março e abril. E as chm·as chegaram ... Para que se tenha uma idéia da dc'.lsidade do tráfego para o escoamento elo calc:i.rco bas ta informar que é avali:ido cm 140 c=inhõcs/ dia na parte que diz rcspeito ao cnlcáreJ Botlo- ~ um caso "su.i generis" e poderá causar desdobramentos ainda imprevisive!s. O sup!en te n vereador :C:1mião Chimenes de Oliveira, do PMDB. não conseguiu os votos neccssárics para se eleger, mas nem por isto abdicou ct: sua vocação de procurar atender ns aspir:içõ~s do povo. Evidentemente ns iniciativas de Xim:mc;. já provocam comentários: "Ximene., está tra balhanclo mais que os vereadores"; "este, sim sabe ouvir o povo" e por ai afora. Se vai obter pleno êxito cm suas reivin:H caçõcs, Damião não sabe. mns que vni cont! nuar a f:lzê-lus. Isto vai. Cartas e pedidos cJe Ximenes, ao Lcglslatlvo e no Executivo, i:crüo periódicas. Eis algumas das relvindl:a c;ões do Vereador Suo!ente Damelio Chimencs de Oliveira { as~:im ele :issln:i SU:l!l corrcspon, dncis). SENHOR PREFEITO Venho atr:ivés desta. participar a V. Excla., que :itualmente existe escoamento de dejetos na Run Vereador Romeu Medeiros, partindo do Posto Shell e, vem causando um s2rio in comodo oarn os moradores daquela rua. r de ressaltar a V. Excia., que no meu ver. o escoamento te,--n àuns origens, uma d'.ls instnlacões hidráulica do Posto Shell e a ou tra da fossa do Hotel Brnsil. Entretanto, solicito a V, Excia., que seja encaminhado expediente ao Setor de Obras Públic'n. solicit.mdo tonur as clevid'.lS provi dências com a maior brevidade possível. a fim de evitar problemas epidêmicos naqueles mo r:idorcs. Sendo sómente, que me coube :-i partici par nc- momento. aproveito a oportunidade a rn apresentar a V. Excia., meus votos de eleva do sucesso administrativo. SENHOR PRESIDEJ'li"TE Venho ePl nome dos moradores da Rua 1 Presidente Ke;::edy Brasil. solicitar a V. Excia., que seja ouvido o plenó.rio, e encaminhado ex pediente ao Chefe do Executivo Municipal, so íl licitando reparos com urgência n'lqucl:!. rua, Prefeito êg Jardim Mrz . Campo Gr....nde - "Não vim fazer relvin• 1 nõmicas que oro se varilicam no Pais :? no M: die:tções no Governador do Estado. vim tra- ! to Grosso do Sul só Sl!ráo vencidas com a Jf. z~r .º _meu apoio" - declarou o prefeito do mu- ! g.1ção de todo sos elos administrativos nus di• ° Ctpio de Jardim, José Vicente S:inctis Pi- I ,ersas esferas de Poder, pois as inten:;ces d'J ::S <PDSJ, der,ois ele ser recebido ::!m ,"udiên- 1 PDS e do PMDB terão de ser_ sempre_as mes- • ~;J. JJ~lo governador Wilson Barbosa Martins, mas: o bem-estar da populaçao, - afmnou o .,. 11 27 p.p. pela manhã, no Parque dos Pod~ prefeito de Jardim. Ts. [ CORTESIA :-· AS ificnldades administrativas e eco- ão. 2ires, no rápido contato que mante- REVOLUç,O DE l!l61 CC:IBICRI.ÇüES NOS QUARTEIS A Revolução de J!liH, SC'râ comcmornda n nenas nos nunrtcis. HnvPci u::1lestras. comu~ tlcões t'Soortivns C'. rm Bc' 1 Vista, o 10.o RC + promoverá um Torneio do Polo. A propósito tln Rn:c-luç.ão. quando todos nnunciom oue os "militares voltam aos auar leis". o mln•strn da Ac·on!ntíca. D:5lio .lnrdim rle Matos. disse, Q10. "os militares nunca a b2n, 1 nnaram os ou3.rteis" Disse alncfa o mi ni que p::rticularmcntc. é favorável a in rlicac;ão de um civil p;iro. ?residente da Reoú l:lic:i.. m:is acn.tnr:i a indica;;üo do Prcsident':l :i:'igueiredo. Acha, entretanto, que não é hora de se tratar do prnblcma sucessório. Na última o:igina publicamos um breve resumo do oue foi a Revc-l•lr:ii.o de 1964. E' um resumo histórico, si:m lmplica~ões :9olltlc!lS. qucn:i. e 100 para o c~lcárco de D-inlto. P..n'. nlo i~nnh;i, Diretor Pre·:dcnlc do cnlcárco I?otlqn:na. homem de in'~iotlva, dis pôs-se a aplic:ir Cri". 1.20:- 00'l cm óleo diesel para abastecer as máquinas e com'hões que conseguisse para restaura alguns trechos da PR 267, praticanpnte intransitável (Jardim cnlcárco). "Nobks,c Oblif(e". Foi no Cel. chefe da CER-3 e recebeu dele :iulorizaçiio para agir na C3lrndn com o preciorn concur:o do Dr. Neusvnr, Engº Clirfr rh ner,u 1 . o, reparos ma is necessários foram realizado, parn alegria ge ral, Inclusive <ln ''Cruzeíro do Sul", empresa de ônibus que foz n linha "Campo Grande - Por lo Murinho" e "Jardim - Bonito". Mas, e a cstrnd:i para Maracnjú oue apre senta três tremendos pontos críticos? S:io eles: "2 Porteiras", "Imediações do Polaco" e "Vis ta Alegre"? Neste caso, entretanto, o Cel. Che fe o DNER (Der,:.tfa!11ento Nacion:.l c!c Estradas de Rcdagcm) o determine, após, é óbvio, ter providenciado o número para o cus teio do•; reparos e se, po~sível novo revestl mento com casca!ho. As estrados estão n:> os:o!. Cerno se pode facilmente c!corcender, ns Nao, que te encontra em umz la!a zm !é ua para cqu!l!brar eu Eal o de par:n to1 e cu.ay:ir o prometido ao FMI (E6o Mo-. nctário Internacional), ou cja, s.. nts na :aldo psi.ivo de G milhos de d l· r : na ea de exportação. Em run!ão efetuada cm a Cnsra Muni cipl. da qual participaram Vereador', intc- -do; e o S atnio Aranha, did • te Jc,;_:rafar para o Governador Wil.un D-· 1 n·a i1.'.lrlins o qu::- foi feito e S. Ex:i. rrorit:(iC'.lu-:c 2 entrar no circuito. Sndo Deus brn··ileiro, tudo leva na crr que estamo$ cnlrnndo na e,!.:lçiío "!:wcrr.al", (r,o ca, cm que. nc:;t.a r.:-;::Jo~ •·:.~ont::r:,.,u'' pou-:-a.:; precipitações pluviais. Ainda bm!... Nota da Redação: O Ministério do: Tan:crts l'bcr,,u uma ,·crba de 51) milliõe; r,:ira r~cup:.-- . condlçõe, precárin5 da, cstr::cia, de escoamento de r,rodução c:iu,em prejuíz:i, inc:ilculáveis à Mgyag; {gygzgr?a [p#igzg?gg é, &fllj' i$is#%? if# tiivMtiU te -cais a :;ituaciío das mesmas são calamitos2s, muito embora sabemos que é do conhec1mcn- ~:->m 11 cvdstcncia de uma grande erosão a- te d: SANESUL, Ir 's não sabemos até o ,n'.l- c uclc !Uf'O, causnc!n cm consequência de $. mento, qual a medida tomada pela mesma, r,--,s nluviais que n.:.o foi solucionado o problema. " rrntam aqueles moradores por não :,JO· Contando com o ::paio dess~ .:::;i'.:;btirn, :i- Cr guardar seus veículos em su:is garagens, o prescntamos nossos protestos de 2lsvada e r •t-n-; r.om c!Uiculdadcs até C:o deslocnr-se de gsiinta consideração. . rcção de todos os elos ndminislralivos nas di- r:.:~eio Chímencs de Oliveira ":!!'" ':'!ll fr::mtc suas casas. Vercncor Suplente - PMDB R:!:;.snllo mais uma vez a V. Excia., que a providi:ncl.1 ter-J. que ser tomada em caráter r'r tirg(.nr.ia. para evitar problemas mais gr::1- ,.--~ !n1'.1rrur.1mle. ront~ndo com o vosso espirita de ap:,io, ~--r t"-o hem ncrtei., os trabclhos nesse Jegis- 1 - ~ i·::, :-c:i.fir:-110 a V. Excia .. meus votos de e lo-:ictn ndrniracão a respeito. atenciosamente. r-~mcão Chimenes de Oliveira Mr-mbro DIr. PMDB F:XiTO SENHOR V 0 nh:, em nome dos oropr!etár!os do Con- ;,·nt o Haciuicional Previsul. solicitar a V. Excia. que seja ouvido o plenário e cncami ri.nado e>:oediente ao Chefe do Executivo Muni cipal, no sentido de fazer uma fiscalização téc r;,.,, r'r T:ns,:mharia p_aquc!a vila, no que se re refe arnmmento. c:;scalhamento e esco:irnento de ruas pluviais, e implantação de rede de esgolo. Tal solicitação é motivada cm consequên cia de um MOécto c!e abandono por parte do município, àesde que foi entregue o referido conjunto. Em consequência,:'.. maioria dos requeren tes daquele coninnlo. estão temendo mudar para aquele lugu- po!" ~s razões: l - As fossas cstio cheias de águas àe O· rigcm do próprio solo; por ser terreno muito baixo. 2 - Em virtude do próprio terreno, as á guas das chuvas se acumulam em todo o con junto, por não ter csccamznto, ci, então o es tn.c!o é calnmito·m. 3 - O encanamento de água das casas que li.gll àu rede oficial aos cavaletes, não existe, ve com o Gm:-ernado:r ( 15 minutos) c .. "'01.lcou ainda que o objetivo de sua "1-isito. co~.stltuiu-se sobretudo num ato de cortesb; o prefeito lc v::mou um.i ::eo:rie de questões referentes no seu munlcipio. afirm=do que atualmente .Je.r dim tem C!lr&nc.in no setor de transporte e a divide de CES !0 milhões a? rcczbu da ad ministração anterior onerará muito a rziüo daqui para a irente. · • rnç:io d;i BR- 2c7, atendendo reívindicac;f>o do depli'.::.do S:iulo Qudróz. RODOVIA BELA VISTJ A C.R.lCOL: Dr':P..SUL ESTA TR/BAL'1A. ·oo E,r: '.?lc.nses. apro•;·cit::..r.do-!e dt1 ,-ia iem dos três represcntntes do FMDB. a cai tal, !izc;~m dos me..c.::-:03 porta '.'o::c:: d::! Ci..;.a. ra. O mérito é da 'Znra Muicizl e: se1 todo, não cspecficsnte desta ou daquzlz bancod::... l O prefeito conectou tamnm aue 2sperz Í rlo G,-n-;,mo elo P• •iD'S U.!Il.'.l 26.I!'.:l:.:ús::-.::;20 S'.:· 1 dia: "Eu sinto que há uma vontade dc se r- 1 soker os probk.mas e os lnterêSSi!::i cio no·:o", 1 dcclsrou. Quanto aos problmss nue cl n. frent::.rá cm sua cidade, Pires e,,~ :_:i,a,: ~.u, ter:{ "dificuldades camas!l.artes is d0as.r3. dor . Jcrecut.'.., no ent.:;.nto n;•:i • ,•.r •o :;~ -o. iuções adequadas, no momcnto opo:ano" ----- ·-- -------._ - __ -_-_- _- _- _- _-_-_-_-_-_- __ o OI ,, :.:t m:on:nn7r-:NTO N" oo2/lf>83 Vereador Dr. Jo& Atanas1o Nto. Senhor Presidente Temos a prata satisfação de encaminhar a ta Casa um pedido de estudo, por te '0s nobts colega; Vereadores, no :nttdo d s3 pedtr prold·nelas aos Poder Est:du:is competentes, no entldo de ELEVA;AO 01 C O M A R C A D E JATIM A S E G U N D A E• 'l'HAJCJ/, quo l>Cf;UC Hll(;XO. Do acordo com o 1oglmento Interno d3s. ta C1, nt, 11, IV, requeremos rfcncla para dlscusso d matérha, em REGEIE 0E URGENCIA, por e tratar de matéria do mais nlto lnlcrcs!;0 dn colctlvldndo, E ele ncordo com o artigo 121, § 3°, pedimos ~ct:1 nl•'nrlfcla a ordem do profcrCqclu do acor do com II cr:'rm cronológica de pedidos já cn caminhados Crua. Sala das Sessões, r1 7 do mar;o de 1903. Dr. José Atam33lo N6to Vereador REQUEfilllENTO Nº 001/1983 Senhor Presidente, COMA C montos jurídicos, dqu!ridos no cus!udo cons tante da Il e d» Jurisprudencla. 11 ---- CONSIDERANDO que omente um Juiz, atendendo a um número excesslvo da processos, não poderá dlspor de tempo, TU flciente pra prolatar sentenças e dec!sós, que melam s mals próprls o as ma1s cer tadas dent ro dos ditames do DlrcllrJ. 15-- CONSIDERANDO (e UI Maristr± do prccl'!a dlspendcr parte de seu tempo pa ra estudar o DIrelto e para se atual!zar. 1G - CONSIDERANDO que aqueles que huscnm n Justiço., preclsam e csperam dela n maior cclerld de poss(,;cl, e que o ntrnr-o nos dccl~ões do Mn.g!slrndo causa problemas de ordem econõm!cn, social e !innncelrn. 17 - CONSIDERANDO n boa vontade dos rrpresentnnles do Povo, coru.ldernndo n sua 1 firmeza de caráter em bem gerir a nclm.!nlstrn çúo do coisa pübllcn, chegamos a conclusão de que está na hora de somarmos esforços e lutnrmos. Irmanados com o Poder Executivo, pela ELEVAÇÃO DA COMARCA DE JARDIM À SEGUNDA ENTRANCIA. Requeiro, ouvido o Plenário na forma re gimental, se,la oficiado ao Excelentlsslmo se nhor Presidente do Ei::réglo Tribunal de ,Jus tiça do Estado de Mato Grosso do Sul: Desem bargador Sérgio Mnrllns Sobrinho, solicitan do estudos no sentido de ELEVAR A COl1JR. CA DE JARDJM A SEGUNDA ENTRANCIA. Requeiro, també!ll. se.la o{lclado à Sua Excelencla o futuro Governador do Estado: Dr. Wilson Barbosa Martins, re!orçando nos so pedido que já se encontra em suas mãos, no mesmo sentido. Requeiro seja enviado ofício 10 Senhor Presidente da Assembléia Legislativa, ao Se nhor Secretário de Justiça, ao Senhor Secre tário de Segurnnçn, ao Senhor Corregedor Ge ral da Justiça e demn1s autoridades que esta Casa entender por bem. Sala dos Sessões, em 7 de março de 1903, Vereador José Alanaslo Néto. 1 - Considerando que a Comarca de Jar dim j atingiu e alcançou as exlgenclos do De• ereto-Lei n.o 31 de Lo de janeiro de 1970, em seu artigo 13 e demais Incisos. 2 - CONSIDERANDO quo o referido exi ge uma distribuição de feitos Igual ou superior a 400 (quatrocentos), re[erentes ao último c xerclclo: 1902. 3 - CONSIDERANDO quo o decreto exi ge uma população minlma de 5. 000 (cinco mil habitantes na zona urbana. 4 - CONSIDERANDO que o decreto exi ge uma arrec•1clação minlmn de CrS ... , .... 2.000.000,00 (dois milhões de cruzeiros) pro venientes de impostos arrecadados no ano an terior. 5 - CONSIDERhNDO que o decreto ex! ge um numero mínimo de 0.000 (oito mil e leitores Inscritos. 6 - CONSIDERANDO que nossa Comar ca teve uma distribuição de 579 (quinhentos e setenta e nove) feitos durante o ano de 1902, cf. cópia da certldilo !ornec!dn pelo sr. Dis tribuidor. 7 - CONSIDERANDO que temos em an damento acim de 1.100 (um mil e cem) fei tos, contados dos nnos anteriores, ou seja de 1982 para trás. 8 - CONSIDERANDO que já temos, até o l.o dia domes de março deste ano uma dis tribuição de mais de 80 (oitenta) feitos. 9 CONSIDERANDO que nossa cidade tem uma população superior a 5. 000 habitan tes e!. certidão fornecida pelo sr. Pre!elto. 10 - CONSIDERANDO que a arrecada ção só de nosso município, deste ano de 1982 foi de CrS 88. 720.351,38 (oitenta e oito mi lhões, setecentos e vinte mil trezentos e cin coenta e um cruzeiros e trinta e oito centa vos). 11 - CONSIDERANDO que só em nossa cidade temos 8. 725 ( oito mil setecentos e vin te e cinco) eleitores, e que a cidade de Guia Lopes da Lagunn tem 4.360 (qu:itro mil tre zentos e sessenta) eleitores, cr. certidão fome. cida pelo sr. Escrivão Eleitoral. 12 CONSIDERANDO o desenvolvimen- to social e o progresso de nossa região, temos o certeza que o número de processo em anda mento em nossa Comarca tende a crescer na ordem progressiva a cada ano que passa. 13 - CONSIDERANDO que actueles quJ buscam a tutela jurisdicional do Estado ore. cisam de decisões que se enquadrem perfeita mente dentro cta Lei, embasadas em conheci· PODER JUDICIA.RIO DO ESTADO DE ilATO GROSSO DO SUL ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL PODER JUDICIARIO COMARCA DE JARDIM CARTóRIO DE DISTRIBUIÇÃO, CONTADORIA E PARTILHA DO JUIZO: CERTIDÃO Eu Walter Cáceres Marçal, Dlstrlbuldor, Contador e Partidor dos Feitos da Comarca de Jardim, Estado de Mato Grosso do Sul, na Formri da Lei Etc ... CERTIFICO, a requerimento do Dr. Jo sé Atanásio Lemos Néto, que revendo em Car tório e arquivo a meu cargo, deles verifiquei terem sido Distribuídos 579 (quinhentos e se tenta e nove) feitos na Comarca de Jardim - MS., durante o ano de 1. 982, sendo os seguin tes: 1) - Ações Civeis 379. 2) - Ações Criminais 067. 3) - Cartas Precatórias 133. Total das Ações Distribuídas 579. O REFERIDO É VERDADE DOU FE. Da da e passada nesta cidade e Comarca de Jar dim, Estado de Mato Grosso do Sul, aos 09 (nove) dias do mês de Fevereiro do ano de hum mil novecentos e oitenta e três ( 1. 983). Walter C:íceres Març:il Vereador CERTIDAO 1 CERTIFICO a pedido de pessoa interessa da, que o Município de Jàrdim, Estado de Mato Grosso do Sul, possue população supe- 1 rior a 5.000 (cinco mil habitantes). Dadn e passada no Gabinete do Prefeito Mlnicipo de Jardim, nos 10 cUas do mês do ter!ro de 1 903. Ce!. Jo& VIcen!a de Santis Pira Prcfc.to funic.mal ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL sEcm::TAIUJ DE FAZr:NDA 11.a DELEGACIA REGIONAL DE AZENDA EXATORL ESTADUAL DE JARDI," CERTIDÃO Em atenção ao Requerimento datado de 08 de Fevereiro ele 1.93, em que requer uma Certidão de Arrecadação dos Tributos Esta dunls, referente no El:.crc'.cio de 1. 902, so:!cl taçtLo essa feita pelo Dr. JOSE ATANASIO NE TO, advogado e vereador pelo Munlc{p!o de Jardim(MS), pela si;la do PMDB, para fins de ELElVAÇAO DA COMARCA DE JARDIM À SEGU DA ENTRANCIA. CERTIFICO, que a rcrerlcJn Arrecndaç-40, foi da ordem de CrS 08. 720. 351,30 (Oitenta e ollo m!lhóes setecentos e vinle mil trezentos e clnquentn e um cruzeiros o trinta e oito cen tnvos). Do que para conslnr Eu Chefe de Ex·ito rla mandei dalllografo.r a presente Certlc!ão, que vnl dcvldnmentc assínada e datncla. Exatoria Estadual de Jardim (MS), 09 de Fevereiro de 1. 003. FLORIANO AGUIAR LOPES CHEFE DE EXATORIA TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE MATO GROSSO DO SUL JUIZO DA 22.a ZONA ELEITORAL EU, CELSO DE ARRUDA, ESCRIV AO E· LEITORAL DA 22.a ZONA, COMARCA DE JARDIM, ESTADO DE MATO GROS- 1 1-0 no ser ~! ro~ n DA r. .r r::rc . CF!TIFICO, rquerimnen!o do Imo S: Dr.'0é A!n{do mos Nto, que revendo a livros sob minha responsabilidade, constate! ' terem «!do inscrito nesta 22a Z0na Eleitora!, ' até «pr :te data, 13 085 (treze mil e 01ten. ta e c!nco c!tores distrtbutdo da forma a. baixo: Mleipio de Jardim .... · ·.·...... 8.723 Mun!c!pio de Gul Topes da Laguna. 4 360 O PFTFR!TO E VERDADE E DOU F Dd e pa sdg nestu c'dade e Comare de Jardim. Estado de MA!o Grosso do u!, aos rcve dias do ms de Feverdro do nno de mil novcento e o!rnta e ln'.s. CELSO D:C ARRUDA E!,C. Elclt.ornl. IGE DELEGACIA D! MATO GROSSO DO SUL . d ' ·, CERTIDÃO CERTIFICO para os devidos fins, atende f do requerimento do Sr. JOSl~ ATANASIO NC TO que a popul:'?ç[lo do Munlclplo ele JARDl1.! (l15), é de 13.A'H lnbltnnlcs sendo, 11 037 l'l Zona Urbana e 2. 74 na Zona Rural, sendo = dados oficiais const Jnles ela páglna 11 (on:c) da Sinopse Preliminar do Censo DcmogrAfico de 1980 - Volume l - Tomo 1 - Número 22. E, para constar, pa5sel a presente Certi dão. Agencia do IBGE em JARDIM (MS), 10 de fevereiro ele 1.983. Darcy Brum Flores AGENCIA DO IBGE ,JARDIM Projeto Fundiário 1 ) QUE FAZER @O õCÊCER VEVER E COXIPRIR, E DESCOBIE QUE TUUU llUNDO T.AllBEiH QUER VENDER MAS A MAIORIA NAO QUER COMPRAR? Resposta : Trabalhar com criatividade e com;etercia!' Jardm V' ender nossos produtos para outros 1aíses já !láo é tão !acll como intigamente. A crise mundial tornou is mercados externos mais fechados, :riando novas barreiras e dificuldades iara os produtos brasileiros. 1 1.eclamar pouco adianta. sse desafio só poderá ser vencido •om muito trabalho, muita criatividade muita competcncia. umentar a exportação é fundamental ara manter o ritmo de Produto nacional Exportar é superar barreiras. desenvolvimento do País. Desenvolvimento significa melhores condições de vida para todos: mais empregos, melhores salários, mais alimentos, as..-istencia médica e previdcncia social, saúde, casa propria, escolas, luz elétrica, :ígua, esgotos e transoo::-tes coletivos. Hoje: exportar não é tarefa fáciL Mas com determinação, criatividade e competencia podemos CO!lquista.r e mnntcr mercado:. , INCRA j- ·:, Bela Vista - O Projeto Fundiário Jardim _ INCRA - tendo a frente o advogado Ma riano Vcrneckc Jl;llrond!l Rotlri?;ues. executor do Projeto. estú desenvolvendo excelente tro balho em Bela Vista, mais precisamente na região do bairro N. S. de Fátima, mais conhe cido por Nunca-Te-VL A'ém d reularizaco das teras, {-.ten- n cenles a pequenos proprict.:irios, o INCRA de i! senvolve uma camnanha de esclarecimento au ' xiliando os proprietários nos aspectos jurí- dicos, sociais e econômicos. 1 O Nunc:1-Tc-VI é uma região que oferece perspcclivas :i.lent.adorns quanto a problemá tica social, isto porque é uma experiência que deu certo. A divisão de uma grande aréa om pequenas propriedades. Só está faltandq m11!.s 1 orient.nç:ío para que os pequenos proprietã rlos possnm tornar as suns terras produtivas. Este tipo de orientaç:ío vem sendo prestada. . O mais importante, a regu]:iriza:;::io das terras, • está sendo feito pelo INCRA, isto darí co:di ,::ões nos prop~etários de p!eite:u-em pequenos financiamentos e desenvolverem um trabalho lucratiYO. Conversando com o Executor do Projeto # 1 Fundiário Jardim, sentimos que o :me~ 0 : bra com o szu trabalho, para ele mais u t Iriso" i "C umas equipe responsável e al"; e técnica, o ICRi desenvcle, não "%,' Eela Vista, mas em toda a rezião, um tra-,, que rcrderi frutos valiosos no futuro s d?? mais consciência, m1!s ?lor, ao homem G! 3771,29. ' INDIC DOR PROF ISSIONIL D1. T+iNÃNõ .Ti+Ti E±TS MA!co ---- CHM 351 1 Clínlc:1 M6dic:1 e Clrúrcicn Rua Guia L0p0, 26 --- Fone: 422 1270 HEI.A VISTA-- Mi1'O GROSSO DO SUL IVAN AFONO 1 CÓSfà MMQv+ f, Advogado { CaSaS Civels o Cm!n!s '{ Inventários, Desquites, D!vórclos e $, Legalização de Terras. !' Ecr!t.: Tu Amtonlo +rt nlho, 47:} Fone; 439-1395 oldênela: Rua Cuab1, 4610 BELA VISTA --- MS. o .too «i a ao Nelo C1ga8 Advogado Causns Trabalhista, Crhmn'nul, Comorclul, Clvol (problomns-ram!lla) terrus, Inventários, ool:ranças, etc. nua lJr. /l"J Conlho r,', •• lrn, 860 Fone: 2121 -- JARDIMA MS. teareeoera.tnoearena te roer ta. ve ntara t3,trtaroer a e • ãõs TTTo si7- Advogado OAB - MS - 1579 Avenldn Duque de Cnxlas, '180 Cnl.xn Postnl 31 - J.ARDIM - MS. iG,,GE,a T,a7i.., - Julláo do Fre!tas Arlete P de Freitas Gi!c!ide M. S. Alves ADVOGAf.'OS rtun Jl:!arnc:1Jú nº !JGl Tel5. <OG7) G211300 : Tel. 6247021 Campo Grande Mato Grosso rio Sul. Em!ir t ; A. N+! @e SY a. ..... dl, e e ar, e.arar ear CLlNlCA DE ALERGIA nn, CLAUDIO RAZUit Alcrglstn 1 Alergias res11lrntqrlns, Dcnnntol6glcru, O{tnlmol6gicns o nllmcntnrcs "Testes Ahírgicos e Vndnns" .. Run Josó Antonio 1.25G • Fono 383 • 3290 .. ----------------- (067) 6247047 MANOE!, HODRIGUES NEGR.O Advogado Rua Tenente Bernardes, 2658 CEP 79.240 - JARDIM: • MS • S/ -- LEU776 o ãõCTCIã ,, .!...-l Dr. Pedro Joscí Pnlmlérl .t.egnl!zoçi:to de Terrns, Inventários e cnusns Crlmtnnls (Juri) Ruo. 16 do Novembro, 160 Fono: 432-1132 BELA VISTA - MS. on. JOELSON lIARTINEZ PEIXOTO Advogado Escritório: Rua l.º de Maio, 357 JARDIM - MATO GROSSO DO SUL • ' DR. RICARDO.REGO Advogado Inventários - Legalização do Terras Antonio João MS. - - A NORMAS DE ELEGIINCII ''B Classe. Belz, Conforto e Elegância ESTAS SAO AS NORAS QUE REGEM A IODA NA BOUTIQUE '' Elegância a cada passo' ESTA TRAZENDO UMA MODA ALEGRE E IONITA ·AS CORES E NOS MODELOS PARA SE IDENTIFICAR COM VOCÊ .--------· --------- Pn Blocos de Correspondencia, Impressos ficais e estudantls, envelopes, Confecçlo e Impressão de-boletins e jornais. 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Rua e'lil:ibá, 850 BELA VISTA - MS. ------ ESCRITóRIO DE ADVOCACIA Dr. Sérgio Roberto Perondl Advogndo Causas Civeis - Dlrelto Agrár:lo Inventários Esorltórlo: . ~aça Alvaro Mascarenhas BELA VISTA - MS. • paga a ltla. prestação de seu lote Cliente Amigo, A !MOBILIARIA JARDIM LTDA. lança O exclusivo "SDV" (Sistema Doméstico de Vendas) visando lhe proporcionar um excelente lucro extra, através da quitação de suas prestações! V. que comprou seu lote de terreno, snbe do excelente negócio que é investir em.. terra. A valorização; n segurança; a tranquilidade do !uturo alicerçado em bases sólidas. Melhor que isso é deixar que nós paguemos suns prestações através do SDV. COMO FUNCIONA O SDV V. nos apresenta um parente, amigo ou vizinho interessado em adquirir um lote nos melhores e mais valorizados loteamentos de Jardim, e para cada lote vendido, a IMO. BILIARIA JARDIM LTDA., através do Sistema Doméstico de Vendas, quitará integralmen te uma prestação para você. Af, seu nmigo ncs apresenta outro amigo e também ganha uma prestação paga pelo SDV. Ai, o amigo do seu amigo nos apresenta outro e ... IMOBILIÁRIA JARDIM LTDA. CRECI 161..J Rua Tenente Bernardes, 100 - Jardim • MS. VALE CrS . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . • Através do SDVº (Sistema Doméstico de Vendas) como pagamento de prestação(ões) do Lote Qundra Contrato . do Loteumento . ...... / ./...... . . DATA DEPTO. DE VENDAS Este é o vale que lhe dará direito a quitação de sua prestaQão. Ao nos apresentar seu amigo, entregue este vale paro preenchimento. Flávio Braga Na noite de sábado, quo.ndo já ralava o primeiro dia da semana, Maria W.i.adalena, Ma· ria, m!íe de Tiago e Salomé, compraram per fume para vir embalsamar a Jesus. Estanlo ainda escuro, chegaram elas ao Sepulcro com o nascer do sol, trazendo os perfumes que ti• nham preparado e comentado entre s!: "Quem nos há de afastar a pedn de entrada do Sepul cro?". Pois ela era multo grande. "Els que houve um terremoto porque um anjo do Senhor desceu do Céu e aproximando se, rolou n pedro. e sentou-se sobre ela. O seu aspecto era como o relâmpago e suas vestes como a neve. De medo dele, assustaram-se os guardas que ficaram como mortos. Maria, vendo a pedra do Sepulcro afastada, !oi cor rendo ter com Slmlío Pedro e com o outro dis dpulo que Jesus amava, e lhes disse: "Tira ram o Senhor do Sepulcro e não sabemos on de o puseram". As outras mulheres viram também a pedra do Sepulcro afastada o, en• trando, não encontraram o Corpo do Se.nhor Jesus. "Aconteceu que, estando elas consterna das por esse motivo, se apresentaram junto delas dois homens vestidos de roupas deslum brantes. E como elas se atemorizassem e bai xassem os olhos para o chão, lhes disseram e les: "Não temais, porque sabemos que procu rais Jesus que foi cruclflcndo. Por que procu ra!s entre os mortos aquele que está vivo? Não está aqui, mas ressuscitou como tinha di to. Recordai-vos do que vos disse Ele quan do estava alada no Gali!éi:l: E' preciso que o Filho do Homem seja entregue nas mãos dos r.ecndores, que seja cruclflcado e ressusclt':! o terceiro dia. Vinde ver o lugar onde foi posto o Senhor e ide prontamente dizer aos seus d.iscfpulõs e a Pedro que Ele ressuscitou e vai adiante de vós para a Galiléia. Aí o ve reis como Ele vos disse. "Então recordaram-se elas das palavras de Jesus; e saindo, fugíram do Sepulcro por que as linha acometido o tremor e o pavor (. .. ) "Entretanto, vieram ao Sepulcro Pedro e aquele outro discípulo (S. João). Ambos cor rm iuntos, mas o outro mais aoressado do que Pedro, chegou primeiro. Inclinando-se vi" os lençóis postos no chão, mas não entrou'. Chegou, Então, Simão Pedro que o seguia e viu também, entrando no Sepulcro, os len çois postos na chão. Mas o sudário que esti vera sobre a cabeça de Jesus. não se encontra va com os lençóis, senão que estava dobrado num lugar à parte. • "Então, entrou também aquele discípulo qve primeiro tinha chegado ao Sepulcro, o qual viu e acreditou. Pois ainda não 'haviam compreendido que, segundo a Escritura Ele devia ressuscitar dos mortos, F os discípulos 1 voltarem de novo pare. casa". Após este texto sobre a Itessurelç1ío, ex. traído da "ConcordAncla dos Santos Evange Ihos" de Dom Duarte Leopoldo e Silva, 1.o Ar cebispo da Arqu!cllocese de São Paulo, pare ceu-nos oportuno apresentar as edificantes l', çes que, na respe!to elos !atos narrados, i'e,: o Pana São Gregório Magno ("Homlllas so • bre los Evangellos", Obras de S. Gregório Mag no, BAC, p. 633 e s.) Sobre o zelo das .snntas mulheres que o correram ao Sepulcr_o com perfumes, S. Ore, górlo ensina que este é um exemplo para os católicos de todos. os. tempos: "Jmitá-las-emoa se, abundando no bom odor das virtudes, pro curarmos o Senhor mediante as boas obras." Aquelas mulheres viram os anjos "porque as . almas que com o bom odor das virtudes se dirigem com santos desejos para o Senhor, chegam a ver os que moram no Céu". A palavra dos anjos - "Não temais" poderia ser desdobrada nestas: "Assustem-se os que não amam a vinda dos cidadãos do Céu; tremam os que, presos de apetites carnais, desespersm de poder chegar a juntar-se a i:?les. Mas vós que vedes vossos conc!d.a.diíos, por que temeis?" Afnda segundo o Doutor exegeta, na cor rida de São Pedro e São João, poder-se-ia ver a avo efetuaram a Sinagoga e a Gentilldade. A primeira chPgou antes ao Sepulcro. porém, nll.o cntrotL Em outros termos, a Sinagoga recebeu os preceitos da Lei, ouviu as profecl. as_re!erentes á encarnação e Paixão do Senhor mas não quis crer n'Ele morto. A Gentilidade além de reconhecer que o Mediador entre Deus e os homens. Jesus Cristo, havia morri do na carne, .acreditou-O Deus vivo. C'uanto a entrada de São João no Sepulcro por último. simbolin que no fim do mundo cs jué'rns abraçar-ão a fé Católica. Fara oue mereçamos ver nosso Redentor [ " G31'i". isto é. no fun da nossa vida, é I ·. preciso • insiste São Gregório Magno que .. p:1ssemos dos vicias à virtude. Supliquemos l a Deus onipotente que, por intercessão de :Ma ria Santissim, mantenha bem viva em nossas almns as aspirações da Vida Eterna. (Agén-:'a Eoa Imprensa - ABIN). I ,TAM r,r: MA.'Tn (,l"!.O .. '.O PO f uT, Edital de O Dutor O'O HItnrt Neto, Ju!z do n1rrllo do Unlr:n V:irn ela Cr,mrtrc:'l de .Jnrdlm M. E4ado de M!o Groo do ful, na forma tlri lrl, PA7. ílA n .,,r.. nM , 1 110 n prc·,cnv: edllnl vi rem ou !.lcle conhrC'lm~nto ll•Jr'n,m c;,p~tlltlo no tos da Aço d EXECUÇAO J'Oíl, TfTU l.O EXTHA.nmrcrAI,. rcqur•rlcla por DANCO DO nnASIL íl/A. conlrn I1lAI,:QUJsr.lN AN •)"CNIO cr,.HETTA :ndo n:, cedo dc::;tc J11L'.O o puhllc:ndo nn fonn::i tl:l lel, fic:1 CITA· VO COM'. PRAZO D!.:: TnINTA DIAS a pc~•;oa .(Jn J.1'RANQUI1:f.TN ANTONIO CE!1EITA, hra :1llrlt·o, cnsaúo, ngrlc11llor, rcs. Jcnorudo rmrn rcsponrlcr o~ termo~. c!n referida nçüo, ;;o)J oc nn de se prosetlr h tu revelia. Petl-ç:1o: F.xrno. Sr. Dr. Juiz do Direito eln Comnrcn elo Jnr(]lm, E!,tndo elo Mnto Grosso do Sul. O DANCO DO DUASII, S!A .. com r;cde cm Dra, sllln (DP) o aailncln n.1 cidndc elo Guli, L:>p:)S dn Lnr,una-MS, inscrllo no Cndu'ilro Gerr.l elo Contrlbulnt"!l tlo .MJnistérlo dn Fazenda sob o n.o 00. 000, 000J05~3-G !, por seu nclvognclo quo cst.n subnssinri, mnndnto Junlo (doo. n.o 1), com escritório nn cldnclc e C/Jmarc:i ele Cnmpo Grnndo(MS), nn Run 13 de Wllllo, n.o 26DI, 3.o nnclar onde recebe intimações, vom, rcspcltqnamCJ1te, à prescnçll de V. Exa., pro- ronrn JUDICURIO Citaçõo tr e 1 7 n t e e e e I por n JWs'lOR. TtTULO EXTnAJUDICJAL contra :;eu clc:vcdor rnAH QUF,l,IN ANTO!HO CERETl'A, brns!Jclro, c:i.. ado, gr!cultor, rs!dente e dom!clido nes ta c:ldnd<', na nua Am:11.on'.l'l, n.o 3'.l!'J, lnqucnt 6 credor elo c,,cr.ut.Mlo d.n !mportànclu de crs . . . . , . '1.:J51. !J00,57 (quatro milhões, trezcnto3 e cln quenta o quatro mn, novcccnto;; e seis cruzei ro:; e cinquenta. e sete centavos), rcpr senta.da pelo sc1,1lntc titulo de créclito: o Céclula rurnl plf!nOr:Hlcln do valor nominal de CrS . 800.000,00 (oitocentos mil cru7.clros), cmitlcln cm 2:1 00 1 01 e dcvldamcnt.o registrada no Car tório do registro lmoblllár!o desta Comarca; crédito clc:;tlnndo no custeio de 50 hectares ele lavoura elo nrroz; juros h taxa de 45% oo nno; encargos !lnnnccfros nlterndos, em virtude do innellmplementô do devedor. parn 2% (doln por cento) no nno, mais c-.oneç1lo monet(lrla lcunl no fntliec percentual dn varlnç!o dJs o brlr,nçõ~s Rcaj11st:1vcl.~ do Tc:muro Nacional (ORT'S); juros ele mora ele !"1, no nno, mnls ?.% no nno do nsslstôncln tdcn1ca e o•·~ no uno devlcloo oo PROAGRO (Pro!'{rarnn de Gamn. lia ela Allvlciode Ar,ropecuárln); Ululo vencido desde 10 0G 02; snlclo devedor de CrS . 1.674.528,87 (hum mllhüo, seiscentos o setenl1"1 e quatro mil, qulnh:mtos e vinte oito cr-u,,elros e oitenta e sete centavos) - does n.os 213; b - Cédula rural plf;nornt!cln do v:ilor nominal de #oomuena O Melhor corretivo paro o Solo PRODUTO DE ALfA QUALIDADE Mineração Bodoquenn Ltcla. 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"ti" do di no 'o llO nrtttio 11 c 1o D::cr"C[O Lc! n,o IG7, ()e M.Ci2.G7; mldo devedor e CIS 205.355 95 (Izrn!as o. tenta e c!nco mil, t:-c-::nt.01 <l.~r;u~, t..'l e clneo cruzeiro-; e novcntn. o clnco cr . .':.·o-;) -- (lOM. n.os '1/0; e - Cá!t!ln Rural r,!r:noh1t:c~a. do y(, lor nominal de Cr$ 403 000,00 (Quatrocntc, o cinco mil cruzeiros): c:nL!~!:!. cn l!J.C.: 31 3 devidamente rc-rtstr;ict::i no C!U C.:cr,t 1 Gc:-1:ir ca; crédito desuno.do li 5oluc~'J éb com".l o:n!:;. r.o orlur.do da qu!!ção de uma carreta mar. cn Fnnnvla o de uma plunt:de!ra rr:~!"CJ EGA);; Juros à tn:m de 45% no ano; cn::nrgo3 Hn1n:::! ros nllcrndos em virtude do lnJ.dlmry'cmento do devedor, para 2º'J :io nno de jure:;, m:i!s correçllo monetária lr;uat no Indlce pzrccntu! da variação dn.s ORTN'S; juros de 1 •·, no ano; íormn ele pagamento cm po.rcelns, contonne prevista na cárlula; t!tulo com vencimento marcado para 10. 6. 06, vencido nntcclp:idJ., mente por !orça de que cllspffa o art. 11 do )Jc. ereto Lei n.o 1G7/07; raldo devedor elo CrS .. 806 .'111,42 (Oltocznlos novenl:i. e &o!s rn!l. quntrocento~ e onzo cruzeiros, quarenta a dois ccntnyos) - does. n.o 7-; d - Nota de crédito rural, do valor nominal de CrS ..... 804. 000,00 (Oitocentos e quatro mil cruzei ros), emitida em 03. 9. 01 por Joi!o Vit-:lllo Cc retta e nvnlizado pzlo executado, crédlto cJe5. llnado :io custeio de 60 hec:tare'l de lavoura de rnllho: fnro,; A +a da 457, 10 .1:i; encargos 1 !lnancelros olteraclos em ,,lrtude do inadlmpla menta do d:cdor, para 2% 20 ano de .Juros, 1 mais corrcçio monc.t:l.rl:l lrual ao Indico pcr i ccntunl d,'l vor~ç[i.o d:is ORTN'S; juros de mora de 1 ao ano. m:i.ts 5 s 0 ·J no ano devidos 1 no PROAGRO; t!lulo ,·cncldo desde 31. 7. 82; 1 saldo dercdor de Cr$ 1. :l (Hum mi ; lhllo, quatrocentos no,·entn e cito r.l.!l, seiscen- tos e dez cruzclros e trinta e trzs centavos) - does. n.os 8/9. 2 - Para os titulas descritos nos itens "1-a", "1-b" e "1-c", retro, !oi cons tltuldo. em ~nm::itla, p!'nhor ~dttlar d'> trn tor e Implementes agrlcolas a seguir descri tos: - Um trator CBT 1. 090 A Motor Perklns "To G :;;;7. 357.B2 8079; Uma correta agrlccl~ Fsnavla, capncldade para <! tonel2.das; Uma plQnt2.dclra Egan com 3 calxns, por G linhas, de arrasto; Urn:i f!T?de clcbe. nurca Baldan. 20 discos nrador::i 'e arrasto, :mo de fabricação 1972; é um ara'. r 1 o. marca Menegoss!, 5 discos, ano .de fabrl ~e.~r1.0 1974; J - Coutados e contabiliz:idos os cnc:i:-tos !in:incclros nté esta de.te. (17. OI. 83), 30 1 l 1 'aso océd.to 'o C~S ,l..~:it!: • !i7 (Q .. nt:-,:, cinquera e quatro rl, no ;'TO5 Cin Uen !o provam os extra c qt•r:-, t:tu!c" (< e,,; l , .. elos 03 1nt os rc n!: m1e Oi p«[e' Tcbr !', eh' s o cr«', o ':!."que.·:, rcq:•::r :. V. , a Ci .'tl(.', ::';, executado, por mnddo executivo, pars u no p1azo do 2'O4 p2u o p!p,'s!, 'rs e·:: pera'o {are demora, m'i.'ris .. r sl ~t·•r,... r:,,.:JL!. ,:., l 0 p"!'no.r li. < " 1 '· C!"CtO L!no 167/67,'t ~roe " ,, ' , ) tt r ,0 s « h o a tt ! o s cor Mo+ iú l ,t.-r:., C t' .. •·. 1, .. • . açds de d!re!to, b pn de, no o fedo rcr [r:·a penhora de t.to bem n' ,h teI1 para a9murar CU,'o. 5 .--I u , t'lnd ,te]a ordenada n rc'iz7o • «,· ...._, , c!aço e penhor, nos tr:nos do {·n !' 'o a:-t. 17 cio Cóc:?!': o d~ 1.'rcc ~•,o Cl'.il; U r: . ur, mn/; s o d vedo; no for cnc3' 3'o p::a c!ta"o poo!, ej feito o rrcto do ~rl:~ l:::-m r..'I fo:m: do rtio 673 10 C43±.9 c:n P~cr•·. 'l C:irll. 7 - Por fiai. f• !t:1 •, .,:-•ih-:. rn ou aresto, requer desde J o Equnte ci c.'Ucne v. E-:.1. ordenr e:nediço de manda. 'o d3!tro na rescc'ia m:{c'.N te5 tc~,nr.o:; c' 0 1,::lo ,' C'1'1 o ynJo..- cl" CrS 4.354.000,57 (Qu!ro m!!hões, trezentos ctn. ('Jt:enln e C;.U'.ltro m!!, novcrntos e a:: 1.:i r'r.'7.t·'.. ros o cln1u::nt.1 e 5etc centavos). D. e A.± cem o:; lni:Iusos documrnto:i, P. D~~ctlm·:1to, J;,rd!m • .1S, 17 de Jnnciro de 193:J. r,:lr.:!.~o 10:ic:r f'tllx rerrclr:i cdvo~odo. O.'U ~.f:S n.o 711, C?F-:1.!1". n.o 09:lS0!iG61-20. Tuí'.lo e::; fur mo despacho pe!o lf:1. Ju!;: de Direito tr, f.J,i. no -:0 ele:, Putos rclro3 m::r-c!on:i::los elo -"',.li: 1 te teor: Cite-se 0m10 req10:1do com! O p:223 e.e ::o d;~. Dtprt.::~a-sJ cdit:1f~. Jn'fmc. .i .. r dim-M.S, r,3. 03 .133. As!:.lnndo I:'r. Otto Dltcn cor!" Nt!o. J1=l= ele Dlrdto. E parn qu:::! chcrruc no c::nhcc!mento de todos e ninr,u-'m ::lc?Ua ignorilncfa, cxpccllu-sc o prcscnt~ Edil.:! qu:i será ·11.bllc:1do e afümdo na fonn:i cJ.n I.t:1. Da• do e 1·.~ssado nest:i cht:i na Com:irc:i el'.? ,Tar dim, Estnclo de Mato Grosso do Sul, no,; nove di:J.s do m!'.!s de março ele hum mil. nc·.-cc::n, tos e oitenta e trcs. Eu Glskne J. Neves Escrf. vü Juá.!cinria que o d::1U!ografcl e assino. O JUIZ DE DIREITO D:-. Otto Dlttcncourt Neto Juiz d::! D!relto ------.,..,"=~"'--=-- ------ BAn E LANCF.ONETE cATAJRINENSE j DE ARi"O WUZI:!0::Uêr.a. no::ito df?. r::,r;rr,trn cl:l que!es que npreciám o melhor. Bebidas, !2'nh e 2mn3 i41:..° ; Prcfirn e rzcomcnde para os cnizcs f "'B~r e Lnn-:·hcnctc Catnrinen.:,c·•. í A7. Princina! B10quna - .S i ' ' Para r.ielhor at!.'.::di::icnto com amnla sala dotada de mesi:hs e cadeirz; Pasteis !cl:.ns no rnome:'lto. DE JULHO E A CALóC:Ti'U,S E ! : l ; j ± l ' . 1 i l i'1ato Gr-~sc -ir s, •l .i _..__.,,_ , ·- fF '§"' ~ P m F s e , 1 . -' ~ 3 ;$') 72 ,,,-:.~-~ ~ ~~~ és ' .. f@à ±4;) 3- % i $ - - .. $1 @""P ~ t J>. Ç!-'.:. §:i L. _se .. t.::.._-2 ii3 ±la &u9 d ~, r· , <i>7 =4 !-, . ' ..J;,r A (Peste) R~1 :!~d P..ebui, 1391 . G • (Peste) BR 050 _ Entr ., :, • TRANSPORTADORA AGR03S0L DE DERIVADOS DE PETRôUlALEOLOPES DA LAGUNA - r.1S. • e,.c:ime:ito LTD.'. (Trnr.S"'ll~'- • ) < ••• ,..,oorc - Av. Duque de ·" .. , ±± JARD!M-MS BONITO - :JS: :N"ic::i.que/Mar.:eajú Cs.xics, s/n _ JARDill.! _ "-!S. - -------- . r; - -------- ..... --- .... ------·------------------ L MULHER / APRESENTAMO Nenhum produlo ó to mllagroo como o mel, se néctar dos deres. Ele está com tudo: Garante n longevidade, cura doenças, d ccelcnte no t r. tamnto da pele e dos cabelos, um nllmrnlo ln•,uhslitu[vcl por ~,eu v.i..lor nu tritivo, e muito gostoso com limão, cm doces, nn pap!nhn dn bch/1. Mn•: você conhrcc lodn'l as potencialidades do mel? ale como consu mi-lo mals proveitosamnte? Um ula prático r.ohrn o mel - os l!nor; md-:Lcntcs, onde com prnr, RCU valor nutrlt Ivo - vor-li encontrn qul. E o mnls lmnorl.nntc: como di!cronclnr o mel puro cio falnlflc1do, porque os 11dultornclorcs cs tlo o[. impondo r,llcosc com mel e cornnt.es cm Iupar do mel puro. 1 um dor. produt.o:i 'que mnl!1 nnd:im r;cnclo fnlslflcado'l, com preJulzo r,rnvo pnrn o consumidor, que pen~n cstnr ucl qu!rindo enerla o paz cro por 1sso. AS llOCES VIn1'UDES DO MEf, Subsllncln auo ns obrlhos nren·nam com ns mattlrlns recolhidos dns ílores e ouc depo- 1:ttnm nos nlvcólos das colmélns n'.lrn nllmen• tnr ns larvas. o mel !oi descoberlo como 'li!• menlo nor ncaso. Entre o<; nrlmltlvos um deles levou !l bocu nor curlosldndo e r.oston do sabor nçucarado. Crnsldcrndo um tônico do lonr::n vida, parn se atingir n lon11cvldndo, o m1ls seguro é comer clhl.rlnmcnlc pto com mel, como !azlu Plt1go, ras. Sob o uonlo de vlstn nutritivo. um oullo de mel eaulvnle a cinco lllros de leite. 26 ba nanas. 60 lnrnnlas, 50 ovos, 11 qtúlos o 750 grn• mas r1e carne de vaca. Em cada 100 gramas de mel encontram se: :H4 cnlorlos. 21 g de árrua. 78,14 q de hidratos de cnrhonn :i tT. I. de vitmina A 7 00 mcg de vltnmlna B-1 (tlnmlnn). 55.0 mcg de vitamina B-2 (rlboflnvlna). 033 m de vitamina 35 (nia clno) e 4,60 mg de vitamina e (ácido ascórbi• co). 'aanto na nnlureza, o mel pode ser branco d'ági.111, dounclo. nmbnr. vermelho e pardo. Glunnto a qunllclnde node ser de mesa e ele c::i- 7lnha. A aunse totnlldnde do mel uroduzldo •~o Brnsll é do tluo courorlo e parn sua nroduclo ln(luem diversas condlcões, em especlnl as flo radas. cJ11s quais as abelhas recolhem o néctar. Influi alnda a altitude (o mel produzido cm locn'idades de mnlor altitude é geralmente mais cloro que os de regiões mais bruxas). O mnls c-Jaro preferido pnrn o consumo ln na tura (é ma1s suuve no pn11dar e cristaliza ma Is !ncllmente). O ma1s escuro, mais rico em sais minerais, por isso mesmo preterido para a Industrialização, CADA lIEL COM SEU RECADO Este slo os vários luos de mel existentes, com aualldades medicinais proventPntes dos e~entes ativos das olantns. absorvido<; pelas nbelhas (a dlfenmcn deve-se nos an!árlos si• tu::idos em árcn..<; com detcnninadas árvores, nrbu~tos e !!ores): Flor de Lar:!.uja . Calmante e suave laxan- te. Flor de Eucalipto . Limoa ns vln!'- respira trias. ae contra os efeitos da uolul:;úo. Flor d Cacha - (ou trigo sarraceno) Rico em cálcio e ferro. Bom para o sistema nervo so, J!OStrites e anemias. Cana-de-acucar - combate n anemia e p-l. o de ventre, r também importante na forma çlio <lssea da criança. Alec-rlm-<lo-Camno • Depurativo do sangue. negu)arlzador da ure'isllo nlta. Assa P(•!xe. (Cambaro Gunssu) Neutraliza 11 ::icldez. ~ diurético, purificador do sangue e c:ilman te. Flor :Silvestre. Bom para a uele, vins TPS• lllrntórlns e sistema nervoso. ótimo íorlltl• cor'' narn crianças. Flor de Girassol. Rico em fosfato. Atua so bre e- cérebro e as glândulas. Cir,ó Uya • I:esintoxicante do fil~ndo, com bate os efeitos do álcool Recomendado nos regimes para emagrecer.· Marmelo do Cmo - Indicado no tratamen lo dn desidrnt.ac.'i.o e dor-de-cabeça. Cambará - Bom para coqueluches e tosses ~:;1 ~crnl, tomado com leite. Indicado para es• magos ma.is delicados. . . PAnA TER SAl'.lDE BEM-ESTAR E LONGA VIDA O mel pode ser empregado eficazmente con tra enfermidades, para prolongar a vida e pro Fcrcionar bem-estar. Eis algu.,s dos seus bene fícios: - t diurético e hx:mle. Combate a pris5c kg ventre, auardo tomado de manhã, cm jejum. <lc 29 a 30 mlnutos tne do café. A dos Ata é duas colheres de sop de mel diluído em um copo d'água, - Comliotc Innia, proporclonando so no rcp.'.lrndor, na t.r-guintc medido: duo; a trc1 colhcrc-; de opa de mel dlluíclo m melo copo d'álJUO, - Ajudo 11 digest4o, no dose de uma ou duas colheres de sopa np6s oi: rdclçõc;. - Combate n gtlpo, quando misturado com lcilc: <luns colhcrca de topo de mel cm um co po <lc leite C)ucntc, --- Combate o prl:lcíplo <lo catarata o ec r,uclrn, usando uma gotri pl.ncada :lo olho, num trotamento que deve prolongor-:ic, diariamente por um mínimo ele tr~, mc.;cs, cté o curo. -- Contra queimaduras e tecidas. J apllcn çtlo locel llva o ordor, cvlt:1 n !ormaçüo elo bolhos e occ:lcra a cfcatrizaçáo (o Ideal sjo duas apllcgdes dir!as) . --- Cura úlccras estomacais, o ingerido dlarínmcntc (o se o pnclcnte nõo !uma), - Alivia pn!pltnçõcs, quando ra dose de duns colheres d.? chá de mel, três n quatro ve zes por dio, Em nlgun:i casos, 03 polpltações ccssnm, - Curn azia e acidez de c~tõmago, qu:m do diluído cm :l.gua e com limão. - Fora o estômago, uma .Stlma mistura é mel e mamo, E ortiflcante do couro cab:?ludo, Pes soas que fazem uso do mel de longa data não ficam calvas. - Os bebês que se alimentam de mel ra ramente têm cólicas (a rápida absorção do mel Impede que haja fennentaçÃo). - Na gravidez, recomenda-se o U5o diárl J de duas n seis colheres de chá de mel, que for necem minerais, ideais para aue o recém-nas cido seja forte, vigoroso e de Intestino regula do. PARA AMACIAR, REVITALTZAlt, NUTRllt E CURAR SUA l'ELE Existem muitos preparativos no uso de xnmpus - à base de mel (que n/lo contém bac térias e por Isso não deteriora), garantindo n beleza da pele e dos cabelos. Mas em uasa também é posslvel prepará-los. Máscara.s fá ceis de !nzer são essas: 1 - Misture uma colher de soJ:)11 de mel com uma colher de café de azeite de cozbhn c algumas gotas de limão. Ideal para suavizar a pele, ncabar com a ressequldão e Irritações. 2 - Misture uma colher de sopa de mel com mela colher de sopa de pó de algas (en contrado na Casa Rutner, espc.clallz:idn em p6s raros - na Rua Doutor Flores. E revitalizan te com ótimo efeito antes de Ir II uma !esta, deixando a pele bem disposta. Estas duas máscaras podem ser aplicadas no rosto de uma a duas vezes por semana - (ou até diariamente, se a pessoa tem tempo, porque não causam prejuízos à pele). 3 - Uma vez por semana, espalhe mel pu ro cm sua pele e deLxe ficar por 10 ou l!I mi autos. Este tratamento vai estimular a circula ção, regular a aknlinidade da pele e ajudar na elirni:rnção das impurezas, 4 - Esquente algumas colheres de mel, a dicione uma pitada de germe de trigo e use co mo má.seara, debrnndo no rosto por uns 15 mi nutos. Depois, lnve com água morna e feche os poros com adstringente. 5 - Nos cabelos, o mel faz maravilhas na seguinte receita: :Misture 120 gramas de mel com duas colheres de azeite de oliva. lfassa geie o couro cabeludo por alguns minutos, en quanto seus cabelos secam. Em seguida, apli que um bom xampu. Faça esse tratamento al gumas vezes por ano. 6 - Má:,cara suavizante: misture um ter ço de xícara de farinha de aveia com três co lheres de sopa de mel. Faça uma pasta e ncres cenle umn colher de águn de rosas. Espnlhe so bre o rosto limpo. Repouse por meia hora e re mova com pano macio e água quente. Enxague com águn fria ou com adstringente. 7 - Creme rápido para as mãos: Bata com um garfo uma clara de ovo, uma colher de chá de glicerina e 2g de mel. Misture com um pou co d= :7ada moída, para fazer uma pasta. Use noite. MA5 COO RLCNHICER SUA tT ? . O me! paro atá ca o, por4e o mate:is! de apicultura é ao e inda há o mdo de le var picada de al!ha, diz o prte, Huro . 1úfeldt. Com 77 nos, o to H etud b. lhas h mnis de 0 e mrt .... -:1 a "la d. Ap» - cultura Santa Rita em u cndrço (Rua G i baldl, 1317, fone 21.52 16), cale temb'm vead. mel e geléia real. O me!é przduz'do m Mcte negro, onde tio Hugo mntm 40 cuxa de - belhas; gel?la real vm de No Claro Slo Paulo, onde um am!go teu mantém o: A!rt.s Roa. Membro da AGA (AS'Gc!aço Ga«'a d3 Apicultura), tfo Hugo cnslnn como fugir elo mel adulterado, que compõe 0 po: cento do mI existente no mercado. "Somente odqulrlr n-:cl do apicultores comprovndos, pedindo a cadcrr.c ta de sócio da AGA". Esa rezomzndayão ds Hugo Mux!eldt deve ser segulda prirclaimzn te na estrndn, onde é muito comum vender-sz glicose por mel. Fora o:; apicultorc;, encontra se mel puro na escolinha do tio Huga, na Co mcrclol Toquarícnse - Produtos Apicolas Ltda (Avenida Plínio E~asil lIiluno, ,23); e cm di versos pontos da cidade que comercializam pro dutos coloniais. (existem pontos na Jvc:,:,fo João Pessoa, Rua Demétrio Ribeiro, Joaquim Nunes Pires A h1st6rlcn capela da Santa Casa da :.11se rir.'rdlo em Salvador, na Bahia, conserva nu m de sues paredes laterais um imenso painel c'e azuiejos do século XVII, retratando uma so lene â'oclssão que a Irmandade realizava anual I':1Cnlc. pr ocllSHío da Semana Santa. Cramova-sc n procissão d:, "Fog:iréu", de vido oo fato de serem conduzidas numerosas t:icha~ n~., somente com n finalidade de ilumi na, mas também para evocar aquela noite de Quinta-feira Santa em que os soldados se diri giam no Monte das Oliveiras para prender Nos EO Senhor que ali se havia recolhido em oraç20. Os irmãos da Miserlcordlo, trajando suas CORREIO JARDINE SE (Fundcdo cm 10/06/70) C.G.C.M:.F. 15. 513. 203/0002 Diretor-Responsável: Ivaldo Per•lra (Jornalista ProClsslonru Regiscro MTPS n.° 14O • MT) REDAÇAO: Rua Cel. Juvéncio. s/n - Jardim . MS ADMINISTRACAO E PARQUE GRAF ... "ICO Rua da Renúblic:i s/n . Bela Vista . MS. Diretora: Maria Estela Valsquez Pereira REDATOR Ch."EFE: Jv~ldo Pel"'...ira ASSINATURAS: Jardim: o.nua! . . . . . . . . . . . . . . . . 2.000,00 Demais Munic::p!os . . . . . . . . . . . 4.000,00 FUNDADOR: Ivaldo Pereira Um órgil.o da Rede Bels.vistense de Jo:m:lis Ltcla. Represent:nç.ão em São Pe.ulo e Rio de Janeiro: TáBtJL..; VE!CULOS DE COMU NlCAÇ.iiO S/C LTDA. Rua 7 de Abril. 202 - 5.° Andar Fones: 255-2579 e 255.J-.9::? Fifüdo à ADJORI e AB!LJORI 1 ~;. ~,-C e. G 1·!. ,,,_, C' de!r nh e con ainda :to podr eur sras. custa ma! curo que ome! Na do tlo Hugo, uma caía cc a ) ci Cr$ 650. D.ferenclar o el puro do dlr±ado é di fie!! segundo o tio Hugo, e rorv te nua o tmo e prática a peson reconhece failr:ena- te . O morante é culdar o r r y {o {a!4fn- do não tem che!ro e o puro é adocicado) e o pccto (o falsificado é m!is lquldo) Tem pos atrás, o me! puro era daltetudo com á gun e .í ficava mls ficil diferenciar um tlo outro, atravls do seguinte teste: pasar no mel um pau de fósforo c depois risci-la, Se .:ccndcr, o mel é puro; caso contrário, con tém água. Hoje cm dia, como a ada!tração c:t ·, r,or conta de plicose e outros corantes, es te método não dá mais resultado3. cpos de cór escura, conduziam quzdrcs reprz. sentando diversas cenas da Pai{o: No:zo Se nhsr no Horta, o encontro das San 25 Mu!h res. íl quedíl sob o peso da cruz, u Crn:ífi,;üo etc, O cortejo parava defronta à Ig'a d: Aju da - uma das prime!ras ccnastruçz: da cldade - cnde o capt-1,fo entcavn o !:'.r.o ''S:;~hc:· Deu,, Yiiscrlcorc!J11". Funida cm 1458, ;:ela R::i!nh?. Da. Lc~r.or, a Irmzrdade da Misericorda cxpardiu-s a par tir o rerodo da3 n?e!=c5: r!uruss pe lo, mais diversos pontos do mu..~d:, lu;:, d~_,do -izte::cia aos dcentes, aos pobres e aos dosam razdo= à cn1ihaca do qu: 'z» o Cireneu que ajudou Nosso Senhor na subida do Czlvá r:fo. r Agérzia B1 Irens-ABT:1) VIA SMCA NC VFR<O n CAME; Luiz de Camões, o c::lebre nr,c-~~ quin':entis ta que cnccntou as lérias de Portugal até ao écu'o XVI. c<creran sob:e a Paio d3 Nos:o -nhcr a roe-ia "S!a±a! M1ate". da cu! rero- dzimos os cu'nte: ver3s: • "Com coras pe'as rus O levrm, Levando sobro os ombros o to!u Da vitó·!a que .:s alma; eonauls!at·~'ll. Ó tu aue rasa homem C'riu Ajuda um pouco este hemer.'I verd~deiro Que aora como hum::no. en!rc.queceu. Oh, nh cnfraquc-~i- Deus Enc:1rn::do. Essas quedas que ta:,to Vos mJgoam Suportai Ca+valei =ub!'r:2do As mais remotas ante; c1de o lume Da nossa fé n:io chega. nem que t2rhamn Religião ;ugu.,ua se prcsum~. Assim todos. enfim. S~"lhorn ve-nh:im A confessar um Deus crucificado E Fºr ner.hum remcito se detenham. E dum e d:utro vic:io j3. dcix~co, O scu nome com o Vosso nesse dia Seia por todo o mur:do celebr, :lo: E rsnondcm as céu: JESUS; MARIA"" (Agencia Eoa Imprensa - BLM!) 31/03 3 m7/4 de 19 CORREIO J RIEISE evoiuçã No di+ 25 de go to d 1961, o Drail foi surpreendido cm a notícia da renúncia do en tio 1reide te da Heiblica, Jüuio Quadro. O Presidente da Cara, Itineri Mazzili foi emposdo no carro, poi o vice-presidente da Hcpblica, Joio Goulart, achava-se cm vlei lo Oriente, Ao tomsr conheclmen!o da I ninela do Jinlo Quadros, ele retonou o Ira tl pra ocupar o arpo que leyul·'o !' t 'A. No entonto, quilo; eírcnlas pl'vs mi }!tzere oyunhemge à ua p0e, por cdr+ lo comprometido com s esquerda. Em 'lo Paulo, o fetlvos do II Ex'rcito chsiram a ter deslocados, e houve tentativas de lev'!e ma Aronutlc (S1o Paulo e Brasília). ±or ou- tro Indo, no ílio Grnndc s- se de Goularl. Emb":·:.i refreado pelo Congres so, que a 2) aprovou uma alteração dn Consti tulção, instituindo o regime parlamentaista no país, Goubrt tomou po··e nn Presidência d República 1 dia 7 de 'mbro. Desd3 o início de seu governo teve de enfrentar sérios problemas ceonômieo-finnncelro;: ln[laç:io, desvalorização da moeda, nltn elo custo de vi da e divida externa do país. A 23'.J1963, após um plebiscito no qual cerca de 10 mllhões de brasileiros oplnram pela núo manutenção do parlamentarismo (7/1/1963), o nlo ndiclonal n.o 4 foi revogado e, o pais voltou ao presidencialis mo. Apoiado pelo seu partido, o PTB, e por uma parle do PSD, além de associações estu dantis e simlicatos o presidente prometia gran des reformas sociais nacionalização das empre sas estrangeiras e a realização da reforma agrá- ria, principalmente no Norte e Nordeste do pais. Mas as contradições entre seu governo e os setores oposicionistas se acentuavam cada vez mais. Os membros mais importantes da o posição eram os governadores dos Estados de São Paulo (Adhemar de Barros), Minas Ge rais (José de Magalhães Pinto), Guanabara (Cario; Lacerda) e Rio Grande do Sul (Ilclo Meneghetti). A 13/3 1964, num comício rea1izndo cm fren te à Central do Brasil, no Rio de Janeiro, Gou lart assinou publicamente dois decretos: o de nacionalização de todas as refinarias de petró leo particulares e o de criação da Supra Su perintendência de Reforma Agrária. A oposi ção, entretanto, já preparara uma resposta: no dia 1!l de março teve lugar cm Siío Paulo uma passeata - a ''Marcha da Família com Deus pela Liberdade" - organizada pela U:úiio Civi ca Feminina, da qual participaram cerca de 500 mil pessoas, No dia 20, a Associação dos Marinheiros e Fuzileiros Navais pedia, numa quebra da disciplina e da hierarquin, a exone ração do ministro da !farinha Sílvio Mota que impedira um pronunciamento politico do almirante Aragão do Corpo de Fuzileiro; Na vais. Alguns marinheiros, cab~ças do movimen to, foram presos. No dia 25, a Associação vol tou a se reunir no Sindicato dos Metalúrgicos juntamente com representantes do Comando Geral dos Trabalhadores, para exigir a liberta ça~ ,dos colegas presos, além da destituição do ministro da Marinha, cm cujo lugar deveria ser nomeado um almirante do povo'. No di 27 - . h . a , o, marin eiros amotinados (1.200 homens) entrc- garam-se ao Exército, atendendo a um anelo de João Goulart, que horas depois os punha cm liberd:idc, exo:1crava Sílvio Mola e atendin a outras rcivindic:içõ::s dos rebeldes. Em Minas Gerais, quartel-general da opo s,~ao, ~ go~ernador Magalhães Pinto, os gene rais Olimpio lTouriio Filha e Carlos Luis Gue des, o marechal Odílio Denvs e outros prepara vam a reação. No dia 29 de março ficou decidi do que a revolta militar que derrubaria Jan"o .. - . :;, se m1ciana no dia :?. de abril. Mas, no dia 3'.l de março, cm reunião comemorativa do aniver s:i.tio da Asso=iação dos Suboüci:tis e Sargen 3 da Policia Militar do Rio de Janeiro João Goulart reafirmou, erri discurso, seu propósito de manter a política que vinha adotando. No dia 31. os gcncr::üs Olímpio ,fouri'io Filho (lV Região Militar) e Carlos Luís Guedes (IV I- fantaria Divisória) deflagraram o movimento. O overno mineiro lançou, então, por uma ca dia de misoras de tlio, o manifesto-etha da revolução, cuja anutria é trilida ao sena dor Milton Campos. Iniciada a rebelião cm Minas, as atenções vo!tarsmn-se para São Paulo, onde, depois de mtta expectatlva, os revolucionários conse uiram a adesdo do general Kruel, comanda! lc do II Exército. Imediatamente, tropas minei ras marcharam em direção o Fio e Brasília. João Goulart encontrava·se ma Guanabara € A Cilmara Municipal de Jardim lêm se reunido !1s segundas-feira, hs l!l hs. Já reali zou quatro Sessões e nelas foram discutidos e apreciados diversos assuntos de interesse da coletividade. Vereador Atanásio O Ver José Atanásio Neto - PMDB, atr vés de requerimento propôs a elevoção da Co marca de Jardim à Categoria de Comarca de 2.a Entrância (ler cm nutro local desta edl· çúo). Ver Ribas O Vereador Luís Ribas - PDS, deseja sa- ber: a - O número de funcionários contrata dos, pela Prefeitura, salário e critério de con tratação; b - a quanto montam os subsídios do Sr. Prefeito e dos Srs. Secretários; c - a sitvção no tocante ao pagamento do funcio nalismo municipal; d - quem é o técnico en carregado da torre de TV e se o mesmo é re conhecido pela Idesul; e - o que há de novo sobre o problema do telefone. Solicita providências no sentido de: a) reparos no boeiro da Rua Ten. Bernar des; do aterro da "Ponte Velha", entre Jardim e GLL e da Ponte sobre o Rio Cachoeirinha e patrolagem e encascalhamento da área onde se encontra o conjunto habitacional PREVI SUL. Apresentou projeto propondo nova denominação para. a rua Amazonas (antiga Boiadeiro) a qual passa rá a chamar-se Pércio Silva Pleutin, em ho menagem ao jovem estudante, recentemente vitimado em Campo Grande, e filho do casal Ver Carlos Pleutin. Vereador Valter Reis O Ver Valter Reis - PDS propôs através de Indicação, a criação, pela Municipalid:ide de uma creche, enfatizando a grande utilida'. de para as mães que precisam trabalhar. Vereador Romualdo B. de lliranda Requereu a oficialização da Escola de l.o Grau, localizada na Fnz. Agua Amarela. Vereador José Francisco da Silva Requereu a restauração do acesso à Vila 1:aj. Costa, no entroncamento com a BR-267 em frente ao "Palácio dos Pneus", do Dinho, idem da estrada de Bela Vista Propôs, também, que a Municipalidade es tudasse um convênio a ser feito com o Hosui tal Ma!. Rondon, par fins de atendimento mé dico-hospitalar aos pobres e carentes do Muni C1p1o. Ver Cai-los lIáreio llontclrc de Sá - a - Solicitou, à Enersul, a correção de falhas na iluminação pública e limpeza das lu mmanas. . b .- Apresentou Indicação cujo teor ini cial foi o seguinte: "Indico ao Poder Executivo Municioal que tome ns medidas legais, objetivamente, no sentido de evitar o transito de animais p;las ruas que pertencem ao perímetro urbano da cidade. bem como evitar a criação de animais domésticos, tis como aves e porcos, nas resi- dcncias situadas no mesmo perlmelro." Como um todo, a Indicação é válida e vem a tempo. Vacas e muares no centro da cidade, lembram, apenas, que Jardim continua como sendo a "Fazenda Jardim". As aves, quando presa sem quintais e galinheiros, não acredi tamos possa e poder publico Municipal inco modá-las. Seria interessante, se vlavel a deli- mit:J.ção de uma área, com pasto, para im plantação de um potrelro municipal em o qual os pequenos "fazendeiros" colocariam suas va- 1 cas, cu cavalos, pagando uma taxa razoável pe lo uso. e: ~ Propô~ a alienação. mediante con corrcnc1a, de vetculos inscrviveis j:i sob a for ma de baga€0, da Municipalidade. d Solicitou, também, fosse indicado um i operador gabaritado de máquina para operar tendo rcbido o manifesto no qual o general Muro Filho exija ua renúncia, partiu ps ra Er ilu, ond egerava poder controlar ituaio. Mas, ao ver que nulo contava com o dispoitivo militar nem com o apoio armado dos grupos que o sustentavam, fugiu para Por to /1.!q;,~, no <lia J.o de il-ril. O Prc:-idrntc do Sendo, Auro !e.ridos pontos comerciais, diante de emine tes nomeações desses parentes e funciontiri 05 1 desses esttbelecimentos, para atividades "T nrrc:'.r.<: do Governo do Estado de Mato Grosso elo Sul. NOTA OFICIAL SUI. mas nenhuma delas recebe remuneração. sendo seus trabalhos de ordem puramentt :o cial, benefirentes, em razão de ser o provim to de l::us cargos gratuito por dete,rmin:l?º legal. Campo Grande, 29 de Março de 1983 Plínío Sc'res Rocha Secretário de Estado p:1r:1 Assuntos <l;' Casa ii!· . Continuar navegando 240_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº240_24_03_1983 242_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº242_14_04_1983 Voltar para a lista de itens