247_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº247_10_06_1983 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título247_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº247_10_06_1983Número da edição247Data de publicação10 de junho de 1983Número de páginas8GeoCoordenada -21.516961912551345 , -56.14012977303792 Documento 247_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº247_10_06_1983 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto " D BE ,Vl. Tt~ E DF. JO ~ LTD r: m.uni' Ato!o J Me, e ,·:i Lf,r . :..1, n. 1 •. . L·, 1:: .. • , ::.i ,.: ,"::!J;::::11: ,,r.iJ-1 r , mun~J;il. ''lIA i'l,b I1.: DI.:7. ,XO-i ! lH f'!)0 J0:1, ".l~ b ro:rr.Ll f:. l () '.'Il':ltl ,,u-..1:0· T:una d i Fl o:ld.ttt, C'o. i lo .br(h t• ,,, Jo~n::] e:.- DO,llto, .lor.1:11 C'.i' An!n,11 .k ,O, J li., 1 Ú.l Bcüo uc::: , ' . b na Martinhene, O La un .. !' ,1 HEDE llCLAVI, TEX~r-:, SE:11r.íll~ CITICULA~DO u Bela· Vfatn - S6 o tempo pode explicar ns pcrplcxldndcs dessa. épacn vlo1cnta. 'l'cmpos dl- . , ' . t . ~ e .,, , fíccls. Tempos de vlncnnçn, O vplho , dl.l!'do ·'"' • ,1 - • •' "quem com ferro fere com ferro será ferido" • mnls uma vez é npllcndo pelos homens, que se dlz.em "filhos de Deus". . ' • , , ., r , • , Ontem (quarta feira) por _volto das_ 0,40 ml- ntos, um bárbaro crime consternou o p9? pa "cato' de Belo Vlsln, Somos contra a chamada imprensa policial, desde o inlfclo deste jamal Há mais de quatro anos, no local denoml nndo Alto Caracol, uma briga envolvendo lr . , 1 mii,os r>_:ov9,c~u -~mort~ de llcltor Pinhc.lro, na l.~l?Rcn 1 e,~te'-Jç_rJ:1l4pot}clo~ o fato. O cidadão Al- tamlr Rios fel acusado pelo assassln4to, • , Os anos ~e p!IS,5aram, mos II mágoa, a sede 11 A 'po)(tica'·n~o é, nrs'irn, tiio c'it~fa 'do IIW• trios. Pelo contrário. Tem como sono -e du isto claramente - conquista d Poder pelos p:ridos, r&seitdnas +s rézrs chie e' Lo is Elcito:nis", diz o ~!Íak_tn· político_ ào ÇJ, '{ or- • n~Hstn Dl Plero, ciimentand.o a - gr~ve"iió; estu- #is à euaio kariitese . ·À ir'erêltura.· IIunlclplll de Jardim levn âo metro urbano, Visando éoiblr tais nbu.sos e , ' ... , • ' • •• • , { » • ' :- _. • ~ , ... • conhecimento ·dos pessoas que criam porcos em qitlntals rcsldcncltüs e dcb:nm oeUB anl· mats soltos pela vta pública, ou scJa, bovinos, equinos ou mesmo porcos, tque será atlvadas ~. i .: ,. ".,l : umn crunpanha de 'dcfcsn simHãrta no ·pen, O vereador José Atanásio Neto falou a • :respe(to_çlo Presidente do Tribunal de Justiça de MIS, Desembargador Sergio Martins Sobri nfn, niin'nn.ndo que "n:ais do que uma bornena ccm ao homem Scrgio r.lnrlins SÕbnnho, i Ü m homenagem ao Magistrsd, o Politico, o estuais á cicni do Direito, ao Defensor do Poder Judiciário, que ele, como poucos, tio bcin -~pre;ent:i", . . . "llomcm dotado do grnnde intcligêncln - primamos por um .cgulllbrlo qua..'ldo se troto de nollcl0r õa !atos envolvendo érimcs e criml• nosos, -·• •• .._I ,- - .at , dantes da escola Pinto Pereira,, ...' ·. DI Piero, diz ainda que, "ninguem W!}flr· . dlm,. estn dlscutlndo. 11 -l!roptjcdndç.,pu impro- ridade as someses su @et.ninas6s,, .do Ilustro Prefeito cngcnheir11 S:i.nctls Pires ele!- .......... •t •/~~~;...-~~,; ;,, .... " .. 7 ,.:•::;. ~·:-,;."",.Í'" ~ultawo aos lnfr~tores do Cód!go de Postura r1. M % •. a~ o paramento dn multa. nnimaís, •·• ~ ':;_:" l "- • •"· • s. ,-.' + Portanto vnt o aviso a todos para que _-. , .1 l:'( não aleguem falta de conhectmcnio. Jardim i-1S 03 de Junho de 19831 ' 'Oe·s~rn'l:râ'rgodor diise Atanásio - de perseverança no estudo do direito, pele exercício do Magistrcdo, pelos cur s frequentados, é autor de várias. palestras proferidas, cujos te=, entre muilf?S,,,,.,2çde- mo citar: A celeridade na Justiça; .os Tóxicos e sobre a vida do Marech;tl Cnndido .Mariano !l!I. Sil.Yll Rondon•~ . (O pronunciamento de AtllllÁsio Ne~ ~tá no últiin.11 pá'ginâ > de vingnnça permnnccc·.1 no ~!)frito cc Nestor Pinheiro, E ontem, cm pleno ce::itro da c!dadc, ,mais prccís:imc>nte na loja CASA XOV/1., Kcs tor, com seis tiros todos accrt.cdo, cm Altnmlr, matou e comumou a vingança, npresj!nte:ido-se logo cm SC!;illda às autorida des po!Jcla.!5 . , Segundo Informações, Allamlr estava mo rando cm uma fazenda no po.ntanal, velo para to pelo P.DS. No t,mbito cstn<lual ,·cnccu o l'';I DB, Isto posto, é de e'perar-sc i-ltcmãncla no Pçder,.,n,1 órca que l'Stn sob n ju-:isdlção do brioso govema:lor D::,rbcsn ;11,rtins", Leio no. página 5 a cic.!nrb fozc-r compr1::1 e nt:ndLr íamiliarr:;_ r~. t:iva c.n:prnndo uma mftqulna na Caa Nova quando Nc.stor. tambcm no kcal, o cc:1hcc<-u e acando de um r.:vclt·cr dt•sfc!'!u ~e!& lit•os n.iquclc que anoi ::ntcs J:.n.J:i frito o mc::mo cem Fc:.t irm~o. C o lei do. tali:.o. Ê n julftfça !cita pefa; próprias miíos. Cabe, O!]ora, h Jutl• ça dos homens da socicdade, julgar o ato de Nestor. 1 DR. ADHEMAR GODOY Advogado ' • Causas cfvets e Criminais, Prob!.cmni; de Terras, Inventlrlos. Rua Culllbá 350 ·--~- . . . ,.BRU VISTA.M:S,.., Pr.?feitos dn região, Vcrea.J;~.tnc)Q,.rcglstromos ns presenças do Sccre ·;lni:io _dq Jw;tiça de lIS, Jun.rez llfarques Batls tn (representando o goVCl'Il:idor Wilson Barbo ~ lll'.lrti.ns);, Se!!l'J!t.árlo de Segu.rnnçn Pública, De Aliso Parzuau, Sub-Chefe da Casa CI vi! do Qov.erno do-Est., Abdall:: Jall:id; Dep. Es .:~-i1l!:il, Roberto Orro;_ Rcprcscntnnte do Dr. Re }lC/,.Slqf,_ pre;,identc da,OAB, Dr. Ari Gincltlni; ,Gh_çíc,dI11Assistêncii. Judiclárfo do Esta!lo, Dra. .:.Sncli,~ç,!c:i:;_,Procui::ador .. ldjunto- do Estado, búe fra~c~oo Vol~; Consultor ui;islnth-o da ::,_Çr'_1-_:q'!il,,,Dr. Sihio J.parccido B:u-)>ettn e P..c~arw, de Gula Lopc - ';1a Laguna, Jos1 Rosnlvo Fraga dô; Sl,ntos; :jr, Otto Bittencourt, IDf. Ju1z de Direito ·da ~o m:;.rcn de Jardlm, advogado; e políticos d. ci dades de Jardim e Guia Lopes da Laguna, A Direç:ío da Esc. Munlclpal Jarbas Pas- i:arinho, estará f!romovcndo no dla 17/0õ/83, t.:.ma sensacional Festa Junina, cem início p_re vist:> à!! 18 horas. Vó. ln e divl.rtn-se dia 17-06- _83, multas barracas com Quentão, Pechinchas Doces e Snlgad:>s, e uma c!Jvcrt!:ia do..."lça de Quadrf...lh.a. 1 1 l t· I 1 1, - ... . ... . ... ~-- ·- ..... .. __ .. - ARe ROOR 9E 3LJEE ·--· _ .. ..., ~-...,·~ ESTTICA E REPARADORA FACE OREUIAS, PALPEBRAS. NARI.z;, COURO CÂBELUDO, SEIOS ABDOMF.M, l'IAOS E MEMBROS. INCLUSÃO DE SI LICONE, PEELTNG CTCATRlZES, TU M'ORES DE PELE QUEIMADURAS. ACI Dls..?-.;"'TADOS DEFEITOS CCNGENITOS (MA.OS P.ÊS FENDA PALt. ':!NA, 'hA BrO.. LEPORINO) 'OU::ERÀS DE ?treM- ~G.S _EMAGRE~~IT_O-, .. ;;, . ;;,_.,1 -~ - - .; :.. - --· .::. - •• ~ :",, .~., l""';..,.,_,."",.R,i - . , aiae a: Bei visá: R À±tio 1o /i,o S/N,, ao lado 'd:(_ ,li)i.rmácia _ Moderna (lttma 5.a e 6.a Feiro e Siibado de catlt mês). a ce aa: Ra Par êi±tio 1ses7 Ce.ntN, ~De S~&l_..-,..Res, ~4-6◄• Riarnente: :9 As 1130 hs. 14:,PC i,, 1&30 hs. " Ragmhgrragr E;ria g!rinhg {ah;e lo?sê:ti f?sé E$! dlf:à ir.sêiiu · ti?ii5 s. ±# igrjz +a a #232#a MA;e#i 1 m a#mg hl ij ? s li$r is:i - ':kz it)' a! ta c.&.s.:l ., ; Ao agradecer o titufo de "CIDADA.O JAR- .Prosseguindo. o De,emb:u-~dor :;;!art!.ns DI1"'ENSE", outorgado pela Câmara Municipal Sobrinho, disse que "ninzaem se engane que de Jardim, -uma tnlcintiva do vereador Ataná- ::i outorg:i do g-:,.l.ru-d:io do (iLio hono~no de sio. Neto -(PriIDB), o Desembargador· Sergio uma cidd seja mera condecorço, posto qne, Martins Sobrinho, prcsidote do Tribunal de :i p:u- d:,. :;:r:a.nda7:1 d:i aln::i <JU" J:,'.o r-:pre:s:?.n• Justiça de Mato Grosso do Sul, disse que"ch- ta, t.?::n c!o e~r.,.:~ eo.rn;,ro- go sebendo rudimento; da rJ.stónn· de minha misso in:ú:-.stánl do ac'.c':::!o, em: intczrar-se novn.comunidncle, afirm=do tecr sido n regiüo ::o seu po,·o e em cc:n..:- ~/ c:,forçc;;, qttlç:í., muito .d.ei-1:,r:i.:,da I>~L.l :ilbnoir:i-.,frun.i'l/n Lopes, - a ,mais do que outros, pnr:i o st:cesso do reCllDt:I q=l, pelos itlos de 18S!, representada por Ga- q-ue lhe de-u n n?Yn notnrnlldac'.e". 1::icl, .scm.eou c.i~;_liznçêo ne.sta.5 pl:igns, co- "Por isto não zoa honraria ave me cori- meçnndo com uma fzenda p?.storil n bei:rn ·do cede :i Augu,t:l C:im.:ira de Vereacl de Jardim lcgcnd.:irio Ap::i". Prosseguindo, Martins Sobrl- apenas como um titub ·a mais.. um clli:loma pa- nho disse que ·• .•• os homens -da têmpera de ra ser coloczdo nz :i::ircde. mr..s to::n:,-; tru'1b~m Lopez não pnss:un pela vida, mas neh gravam como um co:npr:imet:..'!le=:ito de bem st'I"ir à sulcos indeléveis, capazes de se projetarem no terrn e à sua gente, de ombr= co:n todos os tempo e no esp:iço, cujo cxe..'llplo m:i.ls patcntec seus prob'enas, e de cEvi:iir comn s mn:e1 no- ó a homen.agem que lhe foi 'tributada pela bre, ccnc:id::id.Ío3, ,:s sua, dil:cu!d::des., te:,t..zl. fund:iç:io e progresso de Guia Lopes do Laguna. do, de :ilgt:m moào, :ijudor'' .. i.rm:i..:...g&:nca de, Jardim, e da qunl, evidente- (Leb na úWm:i p1&Ín:i a ir.teg.r • do d.'::curé...o d:, m~, não ~o me cl'idn", Desembargador Sergio ~!a:rti!!s S:ib:'lnho} TIIT.Ir ---------------------------- ---------------·· ** Comentários e Gente ** -----·----------------------------- ---------------....J AS DEZ MAIS ... urdem n promoco desta colunita, AS DEZ, MAIS, e no e trta da: "mls elepan te", ms d DEZ, MAIS (nhors e enhori tas) aue e destacam nu cmunldade jardinen-. o, Publlcrcmos um perfil e es fotos d3s c co!h!das, FALANDO.. I-'nlnnrlo cm foto:l, rcccbr-mo•;, entcm, umn notkln do chefe; nossa cllcherln entrará cm tunclonmento na pnrtlr deste m, Isto quer dlzer que enriqueceremos a coluna com fotos 11 dwrl{e3. Alem da clkherln, n !lovn imprc:i ~orn lambem cstti. nn fase final de montagem. O nosso CI vnal anhar nova Imagem. )fffi CiTtlJEll DrtiGA LliIA Qucm não conhece a prefesor Rita Car-. . mem Brara LIm? Pescoa dns mais querldns em Jnrdlm, ldcnllstn, lntcr,rada nos mesmos prop6sltos que fnzem deste jornnl o de motor circulação no mun!clplo: ~erledode, rcspon:;n. bllldndo e critério. A Professora Rltn responde ,pela chefla da Secrctorla de Edncaçiío do mu nlclplo, umn das escolhas certos do prefeito Pi res. Sem dúvida, n professora Rita será esco 'lhida uma das DEZ MAIS. Merecidamente. JUIZ DA PES/DA O Dr. Otto, MM Jolz de Direito d:i Comnr ca de Jardim é uma dnouelas pessoas que vi- vem a vida construindo. Homem dinâmico, ar rolado, obteve através de méritos próprios, a c.;llma admiração do povo de Jardim. Com a colaboraçiio do povo, Legislativo e Executivo, o Dr. Otto conseguiu a muda:iça do Forum e luta, ombro a ombro, com o povo, para a elevn ç11o do Comarca, Iniciativa de outro jardincn- ' se (adotivo) !lustre. Atanásio Neto, vereador e advogado. Tlc:1lmento, Dr. Olto é um juiz da pesada. InformaçCe« a- -+6'«l O querido Edson Mames, presidente do Sln "dlcato Rural de Bela Vista, Informando que o fnmoso harplsto LUIZ BOI!.DON estará se apre sentando na Expobel. Haverá tombem um show com Carlinhos Borba Gato e sua banda de música country. ÀNIVERSARIANTE ILUSTRE -> 7Y3, ter-,em,mzrrv ar :-· ~ y•.• .,.,.,_.,_ ··T"--... ,-,.,e;,.- ·-~···-·.•e ........... r~·;•_,., • • 1 ' .... ', % ... ' - . __ ,_:: .. ..,_ . ~ d - 1 .? 1 ' 1 1 - 1 4.•à .. ,· ·.i.. - .... 2±, . a ? . ; , J , /_/ . +- - A nossa calorosa saudação e c•1mprlm~n tos ao advogado e vcrendor Atanúsi • r~tt1 I:C· lo multo que tem !cito pela comu1 • .-'e jnr d!nense. Realmente, inicia-se em Jardim uma brilhante carreira polilicn, lembrem-se de nos sas pnlnvrns: de Jardim poderá snlr o futuro cerutado da rc:;::io, José Atan:ísio Neto, bri lhante 'orador, culto e h:.bil pJlítlco. CONVITE • Em nossa mãos convite clo Cel. Art. Edu ardo Rodrigues Galvão para participarmos da~ festividades do Dia da Arll1!,oria, a se realizar no proxlmo d.ia 10. Na pogramação, disputa esportivas e coquetel. N,;so obrigado pela lem brança, enviaremos rc:;órter para cobrir as co memorações. 7IOÇAO DE A!'OIO E AGRADEC1"IENTO Reconh~~udo o trabalho desenvolvido pe lo rr.-r. T"lI Jonclr Silva, !rente a CEDEC - o vzreador José Carlos Medeiros Rocha, presi dente da Câmara Municipal de Jardim, apre sentou uma moção de apoio e agradecimento pelos relevantes serviços prestados pelo ex-Co ordenador da Comissão Estadual de Deíesa Ci vil. SE7,r1 r· s·1, PALAVRAS DE JOSt CARLOS que aqui chegou pra de:empenhar, nos sancs de 199 a:é 192, as funis do D!e=do de P!la, e fio em que o:ndm.os conhe-. crr e rgciar o amtgo "Ten Jocir" Novamente no nos de 1363 + !304 0pr- tur!d de nos foi ' rc.la e mis se cnolid5u tudo aquilo que rprzntava o ntlo Ten. J0a cir. Posteriormcnte, já exercendo funções no 1.o E:calo Governamental, em diversas ccas! õcs !omo~ hrlnd::.do,; com CJ e::forços d;i ;.'.: ri:;o ra Cel. Jcsdr. Pelas rilzó::; aqui r!? .umi:Jr.s e por tudo mais que VV. Eclas, tém conhecimento é que propomos n presnate homenagem. SECRETA mo DE JUST1ÇA L ·AUGUnA NO VO FôRUJl DJ~ JAilDDI O Sccrotório ele Justiça, .Tunrcz Marques Batista, representou o Governador Wilson Bn bosn Martb.s na inau~urnçáo da3 novll3 lnsta ]o.çõcs do F6rum de Jardim. Acompanhando o secretário, estiveram tom:.:~::-i 1~.irtlclpon;Jo da rnlcnldadc o Secretá rio Parllcular do GJvernador, Abdalla Jallod, e o Desembargador Sérgio Martins Sobrinho, que na ocasião recebeu o título de cidadiio jardinen se. Durante a inauguração, o Sccrct.irio de Jus'.lça agradeceu ao Vereador Jo;é Atanásio Neto (PMDB) pela doação, feita à Secretaria, de 7 recf.:1rcs e meio de área para a Implanta ção da Penitenciária de Guia Lopes. A novo nenitcnciária, cujo projeto já está concluído, tc,i capacidade para abrigar cerca de 240 pr•5~~~ e as instalações serão as mals modernas do Estaó. , SDl:N: DO LI d) 'ando e fala livres pn-e, Iço, em Biblioteca, e qu po gms, ou D! 'oteca Munuipai, im,le mn' nos t- ponha, desde ue no es'á, vcôrdo com o ru de desenvolvimento lsn. çado pelo nono município, plsv s da rea. dor LI'EY DO VALE GOM S ,m ida, ão no prefeito municipal solicitando que eja int.tw5'a a ·EMANA DO LIVRO E sua Jutifictlva, diz vereadora:" "Ela, n BIElotecn Mfunlc!pa!, tem merec!. do to,to irltC're~ ":! t' cnrLr.ho por parte do Srs. Alcaide, que acabou sendo jogada em cubícu lo constru!do, por certo, para d/pós!to de fer-. romrnto. ou "clorrnitórlo" do urd d jnrclim, O número de livros ]Á existentes é ccs. trangedorn Ur(fs! port·nto, providências no e1. tido de aumentar, n curto prazo a sua quanti. dadc e a "Semonn do livro", se instituída, co laborará de modo dccbh·o. Com pl:ino3 como: - doaçiío por pnrlc dos mun(cipc~, mcdlnito campanha; 1 - doação por parte do Instituto do Livro (MEC) - A aquisição por parte da Prcfolturn .1unkl- pal _de EnciclopédJas para pesqul.uvido o plenário e ài.spcnsad;:s as íormalid.:dcs regir.1cnt.ais, MO- 2O DE APOIO e AGRADECIMENTO ao Ex L'1o. Sr. Cel FM JOACIR SE3ASTIAO DA SIL V A, que oo deixar :i.s destacadas funções de Secretário de Estado - Chefe da Caso Militar - e Coordenador da Comissão Estadual de Defesa Civil - CEDEC - mais uma vez teve oportuni dade de mostrar seus elevados c-::nhecimenlos com o troto da coisa pública, intcgridnde e res ponsabilidade, o que para nós é motivo de or gulho e satisfação. Hoje o Sr. Cel. Joacir Sebastião da Silva é l:io j::irdbcnse quanto sua àignfssi.ma !amí loi, aqui constituída. Est:i vi,·a nir.da. cm nossa lembrança, a imagem doque!e Aspirante a Oficial da Glorio :ra Policia Militar do Estinio de Mnta Grosro Em um escritório de um jovem advogado ··.!cem formado a espera de cliente, quando rc-pentinnmente, sua secretária nbriu a porta ~ disse-lhe: - Senhor Goro tem um senhor bastante Abastado querendo falnr-lbe. - JMande ele entrar senhorita Filispina Nisso o jovem advogado pegou o telefone e ccmeçou n fazer uma encenação para im pressionar o cliente, como se ele esth-esse fa • lnndo com alguem: - Sei sim senhor... sei como onda a cO- tacüo da SUl M.inn de Ouro .... Sim... Sim . é eu sei que sua proposta é excelente ... Não . não, não é isso não, o que eu gostaria de fa. J::ir-lbe é que no momento eu não posso ilten der-lhe ... No é prnblema de d.inheiro, é que eu estou muito ccupado e não há possibilida de de atendê-lo, pois estou sobrecarregado de serviços, nus prometo-1h2 que no comeco do mês estarei ::tendendO-lhi! ... Sim... Sim... o senhor sera ,i primeira pessoa a ser atendida.-. Sim ... no primeiro ãin do mês ... Sim pode pro curar-me.. Sim... ± certeza, pode confiar ... Sim, então no comece do mês o senhor me procura. Até logo .senhor. Assim o senhor Goro terminou uma lon g::i com·ersa com o cliente imaginário e vol tou-se no cliente que esta,·a a sua espera, jun tnmente com a sua secretária. • Observou-o atentamente para ver se sua conversação o impressionara. e ao ver. seu cliente boquh berto, ficou certo da sua encenaç:io e pergun. tou-li:'.e: - Que deseja senhor? - Pois .; .:enhor Goro, eu vim contratar o senhor, mas parece-me ... - No se aflija O senhor veio falar com psoa certa e qumt a conrs que 6 se- nhor ouviu no telefone é que a pessoa, ela d muito chata, impertinente demrus. Quan~o ao senhor, eu darei toda a a.s.s!stenc!n poss!• vcl e eu não estou multo sobrecarregado C1 . !::erv!ços. O senhor pareceu-me uma· • pesso.1 bastante agradável. Vamos, diga.me -o -que o senhor deseja? • - Pois cu queria contratar-lhe para re presentar a Telemnt. pois estamos encam· p::>ndo novamente aqui em Jardim e precl51· vamas dc seus serviços. Os telefones ent1;;os senirf.o co:::?o entr::dn e o resto.nte :;,3ga!1 em 1 o prestações, sendo que a linha com. te lefone no.o será de CrS 300.000,00 (Trezentos mil cruzeiros) e o telefo:1e antigo será o ? Jor de 203, isto é, 90-000,C0 (No"·enta mil cru· zeiros), restando 210.000.00, parcelados c 10 prest:lções. mas p:arece-□e que o senhor é :: 1ínicn pessc:i. ::.oui em Jardim a falar pelo te!efon us não fraciona há quase um zmo' E: gostçria de dar-lhe uma sugestã.o. Posso? - Claro, node! . - Po:s trate de consultar um psiquiZaJ, porque o senhor para miméur doido arr: do! E saiu batendo a. porta n:i cara do senhor Goro e de sua scc:-et.ir'.a. É com essa conversa que se trato rozis uma vez a e:1comp::.ç:l.o da Telernnt em Jardim1- Esperamos que desta vez dê certo poi.5 !ltc 7o2 nada de telefone e com isso surge l.l!t3 pomica para a Tele:at responder. - Por quo. em1 Bel± Vista as pesscs q tinham telefone mesmo antes cb. Te?e.-n::· encampar, não pagaram diferença nenhum:? por ums. nova linha e som,!nte J:u-dilll p!l:;:i.--j? Esperamos que, apesar d polémica l vantada a Te!raat encampe de verdade e não GORE COO 0 SNHO GORO. JCV tnltkiio JAfibtNf.'ist Jfím t •. UI a COPA ).10ílE~A: O; anroto:i de voUcy boll c::. tio prometendo a classificação de Guln Lopce, para a final da "COPA MORENA", e O'> nuln Jopcn:cs c~ln com multa fé. Qucrcmo11 é cho pgar l. Vamos torcer por Gula Lopes Já que Jardim n:io Irá port!clpar.,, GREVE: OJ nluno~ tlu E,coln Antonio Pinto Pereira, fizeram uma greve qundo fol nnun cblo que a Escola estava de diretora novn, Protcstnrnm e nl[~uns nmençnram parnr de e:i tudnr, coco n ntunl diretora nfio deixe a Esco la, a EnNESTrNA: n n novn cliretorn cln E 0coln ''Pe dro Ru!ino". ontle foi bem recebida pebs nlu no3, temos ccrtc7.ll de que eln dará conta do i-tcado, pois tem multo talento parn dirl&rfr uma cllrrtorla. Desejamos um montúo do !eliclda • tlc9 rnrn ela. 12 de JUNHO: Datn especlnl pnrn os Jovens, Vüdlnho e Eclllcne. Eles viio colocar argoli• nhns na müo direita, PARABENS. QUEM ESTA trocando de Idade é a 61rnpntica Diretora dos Escolns Municipais de Jnrdl!'l'I, a Stn. Marlléla, Felicidades, . , O INVERNO está cbeg:mdo e com ele as festas jun.!nas, nüo percam! As barraquinbas em CQ· memornção no padroeiro da nossa cidade. "0 • cosnmentclro", Snnto Antonio. SABADO dln 28: Houve desfile de modas ln fanto juvenil, foi o maior barato, as casas Prl mnverns estão de parnbens, pois as roupas e ram lindas. As uinnças e os jovens, todas desfilaram mui to bem. FL/l'.1ENGU1S'T'AS: Voe«:>:; c:;t.:o ele ,,u::bcn:;, c··c time 6 bem mc:mo t.ocfo:i tem q.w ~tlrrJ ir, O Santos também é, masssss deu :'.kcc-ccn;:c.co na cabeça... DANANA: Volto loo qatio, as gatinhas etlo tristes com n sua nu lnd11, me di~:;.cram que você olá namora:ido não faça l;:o, cln r.1ío ~cr ve pra vocc. Você vai voltar me:rr.o tlia 10 <k junho, tcmara porque a snuclode e:;tá dcma!:;. POSTO TELEl-'ôNICO: Será melhorado nos próximos dias com a ínslalaçiío de um sezundo canal telcfónlco. Ao, poucos n Telcmat vai re conhecendo os ncccssldade:i de nosso municí pio. ROSANE PALHANO: Muito eufor!cn. Pstá a espera do gnrotõo. Odimar Siqueira. Iluuumm que AMOR ... VOCES: estiio sabendo que o garoui.o mais bem cotadJ e,tfl sC'ndo o BANANA .. , como é lem brado pelas gotfnhaa dn City ... RECADO: Aqui vol um chnrmlnho da Pontc rlnha para os carecas da clly, Lembrem-se do velho Adãgfo popular, :E. dos carecas a/ elas os tnm, mais,,. ATENÇAO: jnrdlnenses vamos prestigiar mal~ nosso Jornal fazendo assinaturas ... SERGrO HENRIQUE BRAGA: Você está !lcan• do muito ... está uma máquina mesmo! Culdn do qualquer d.ia. desses, deixa eu ficar quieta. Não gosto de fofocas, S6 me nlimC!'lto delas ... Cardoso: Estava num· gozo, sentado no pé clA goiabeira, nrmndo sempre com uma lalll de bramoso curtindo uma dor de joelho l~to é que 6 sofrer., 1 • Rocadinhos d qur ce psou n viver dentro de mim. .. Dr.: l .rê - Pnrn: Luiz VocC' n::J nc cc o _pa! Xi:o que ~lnto por vo .,.. ... De: Viinfa - P/IM: Jun!cr uro foi nmc: a primelr:i vl,!a ... De: D:tclâ - PARA: D.CO - N1o vi nté qun do, nem como, r.cm pcrquc c;:11 cl c~µrrc.ndo por vocc S6 ccl que te nmo. DE: Tutú - PARA: Jo:& Carlzs Se voc' mu dar de idéia nlndn é tempo. Te rrccbHft do braços bcertos porque, apesar de tudo nlndn te amo ... DE: Decn - PARA: Silvlo Qun:ido cs ivcrrs triste, lembre-se de que alguém é frlfz porque voce existe. Beljos. BOM Pc<sal hoje os recados são poucos mas tud:i bem, continuem mnndanclo o !CU rt-cac!i nho, q/ vocc s/ correspondida, Bn assim eu e3. pero. Ei galões que tal rcspcnder 01 rccadi nhos delas, .. CUNICA DE ACIDE1 TES Dr. José Lnuro E. Snnchr~ • CR:T/MS 450 Dr. Antonio João F. 'ri.o. CR'l'l'/,',IS 1.111 Fraturas, doenças ósseas - TL~ - Fisio terapia CONSULTAS - TilATAMENTOS .Av. Brasil. 3157 (em !renf.e a !gTeja Ma triz São José) - Fone: 431-2266, Ponta Porã lIS A .e!:.d.de dnho .la t.•e a[ nem equer i como are. lJ: .a. ..:t .!o r, ':n "'' , Vi o a pnr e:-. , .. , I achar q/ tudo s/ diferente, que tudo .i .:- r .... - ..._! lrrlanças, mi e' sex:teme vivm ex..s, nm e os se tenho o dueto de tê!a trPJ10-;:< Tenho para poder sobreviver, para 1 d· r ter certeza que um dia por uma força de das. tl::o, voce ruriu cm minha vida , Tudo , ~:i lindo e mar, v!lho· o, cu o anava ln, IO'é"O ;-~r,1 que o tempo paras«s depr a, r;;·'· tece tava s'r ccm vorc. Alr ~.'1-'n. Fci um sonho, não era mor o que vace entla pol' mlm E eu me t n-:pnc 1. ::fo cngnn~f dcmo;i:ld,:mc::1to, V.)CC ti.Ão crn o que cu lm1;.:lni:·:a ver era um cgol:tl vlvh para ~! me<mo> - Av. Duqu9 de Caxias, s/n _JARDIM_ MS. JARDT:.t - MS. BONITO-MS. Nio:ique/1 aracajú ! JAM) -id ftpf fp}]h4E'h ~a o --------------------, .. ura J .1 O para li íl fll6 r,ontrnto'l a<,slnndos e com recursos JÁ de:embolsados de crédito par custeio com przo superior n um ano erão atingidos com a elevação dos Juros agrícolas, que In eluir! todos os financiamentos comerciall açi0 e Investimento rural. Foi o que infor mou o Flanco do Brnsil, enquanto a diretoria tJo Cródllo nur(lJ, Inclustrinl o de Programas E'speils do Banco Centra] revelava que 0 reajuste pode 2tingir também os contatos de oulrns linh1'1 do crôdilo como o custeio ogrlcola, Ubcruclo no primeiro trimestre. segundo o dlrclOr de Credito Rural do Bnnco Cenlrnl, Jos6 Klebcr Leite de Castro, a Resolução 734, aprovada pelo Conselho Mo netário Nacional cm dezembro, torna obriga- • tória Inclusão, nos contratos dos ,ílnancla mentos ngrlcolas, da cldusuln ele que os encar gos- acompanharão os reajustes ili n.o 02 !olhas 3 e 4. (' r, CM.F. 15.513.203/0002 Jcrr:~lista Responsável: Jvaldo Pereira (Jornnllsta Pro!lsslonal Registro MTPS n. 0 140 - MT) REDAÇÃO: Rua Cel. Fellcio. s/n - Jardim MS ADMINISTRAÇÃO E PARQUE GRAFIOO Run dn República s/n - Bola Vista • MS. Diretora: Maria Estela Vnlsquez Pereira REDATOR CHEFE: Ivaldo Pereira Colaboradores: Alencar Di Pjero. José Inácio, Rosane Pnlhano, ASSINATURAS: Jardim: anual' 4.'()00,00 Demais Municípios 8.000,00 FUNDADOR: lvnldo Pereira Um órgão da Rede Belavistense de Jornais Ltda. Representação em São Paulo e Rio de Janeiro: TABULA VE!CULOS DE OOMU NICAÇAO S/C LTDA. Rua 7 de Abril, 282 - 5.0 Andar Fones: 255-2570 e 255-3492 Filiado à ADJORI e ABRAJORl =~;;;_,-~ SETEAGRI EMPREENDIMENTO Cred -- 1.418 IMOBILIÁRIOS LOTEAMENTOS IMPLANTADOS ITAPORI, ITA1ORAI, ESPIRITO SANTO, PRIMAVERA I e PRIMA VERA II, p isto mesmo, tudo o que está escrito cima ó uma realidade. 1 Ela Vista ingressar.do na D&da da Dclsüo. Esta Sua Grande oportunidade, de investir e criar o seu patrimônio agora -JARDIM PRIMAVERA II- SE VOCE QUER TECEBER O J O R N A L EM SUA CASA OU EM SUA EMPRESA, NAO SE ACANHE! Venha, escreva, mande recado, telegrafe, ache mn jeito .... basta dar seu nome e endereço Correto Jnrdmcnso Rua Coronel Feliclo s/n Jardim MS O novo estilo de comunicar está aqui AH. n:l Av. 'fbcodoro Sativa - no local mls nlto da cldado Preço de Lançamento... 100,000,00 "Fcllltados" Nós favrnos qualquer nrr; Preço 3) Rapidez 1 t'Rc 624-7087 . s.: 'rol. 624-7021 Campo Grande Mato Grosso do Sul, Escritório cm J1m1Jm: Av. MJ<(o Grosxo S/N ESclfi'ro1ho JOíti'ófoo Nelson Cb0as Advogado Causas Trabalhists, Criminal, Comercial, Cfve! (problemns tamflt9 t.errns, lnveotárlos, cobrançn.s, etc. Run Dr, /,ry Coelho Ollvelni., 660 Fone: 2121 - JARDIM - MS. Contudo, por circunstâncias que se pode ter como respeitáveis, a mudanç de csr7o de Diretora da Ecola Pinto Pereira provocou um movimento revista liderado pelo:; aluno:: Be nedito Jorge Damasceno, Manuel Barba Crz taldo e Valter Barbosa. O problema prcd::a, o quanto ant.c:;, ser co locado na c:sfern polítlc.a poíJ nínguém e, mul to menos os politicos no PMDB jardinense, fa. zcm qualquer restrição n'.l exccl1cnte ser huma no que é a Pro!. Vltalina cuja dedicação Es coui e aos teus alunos é por demo.Is conl1eclda. O movimento grevista estudo.ntH da "Pin~ MANOEL RODRIGUES NEGBAO Advog:ndo Rua Tonante Bernardes, 2668 OEP 79.240 - JARDIM - MS ESCRITÕÍUO DE ADVOCACIr ::u.Jn1 <ltz~,, um lodo simpático, trouxe o público, um fto que já e subia: os alunos da Escola Pinto Pereira tem pela Profa Vitalina Luiz B, llccnlde Mo to, respeíto e reconhecimento pelo cu trabalho à frente desse cstacckc!mcnto do En~!no. ProfosFora Mar lone c.!o [queira, e i» o seria de eprar. é Ato democrático, muito embot s p qu/2as t «riões e nturea ti ccndiço iner nte A Demo,aia d o de der:r de disntir e de d&urda. S nus d. duras (Re ±a, uba Flua e Nicarágua) e nos regimes absolutit,s (Ar 'na- tina, Chile, Paraguai) a d :ata pd levada a efe.o de enquadrem nto em li d.tas de Segurança Nacional, Acreditamos, sinceramente, que. dentro de poucos, o rio voltará ao teu leito. A prof Ma-. rlcnc P txoto poderá, então,, ercer u car. o au rand complet e :1 Prof. Yi:!l't.in ,,i!t,:r.í a3 magistro continuando a prestar bons : rvi. ços e conquistas novos louros pela sua compo tncia, dedicação e amor o CJ1:.íno. R. üõS@ WrNNnsio ETõ Advogado OAB - 1S - 15'l9 Avenida Duque de Caxias, 180 Calxn Postal 31 -- JARDIM - M.S. DR. ÃDHEMIAR GODOY Advogndo Causns Clve!.s, Criminais, Problen)s.s de Teruis, Inventá.rioa. Rua Cllab:1, 350 BELA VISTA - MS. Advogado Escrttdrio: Rua 1.• d.e Maio, a5'7 JARDIM - M1tI'O GROSSO DO SUL DR. FIORI 1-IURANO Médico <aUnlcn de SenhofflS e ertanças • Operador ORM 352 - Fone: 439 1264 - CPF 003820351 Ru.n 15 de Novembro 5 BELA VISTA MS CLINICA POP1JLA.R - das7às 11 1oras . ( 1 JlB. .ZOELSON MART1NE2 P.EIXOTO ~ t DR. BICARDO REGO Advcl:U(io Inventários - Legalização de!c gns estudnntes, re:olv<?mos nos pronunciar contra o nto lmpcmodo dos alunos da ESCOLI ESTADUAL DE I.o e II.o Graus Antonio Pin to Pereira, que no dia trinta do mcs de mafo de 1033, às (20:30) vinte horas e trlntn minu tos, receberam de uma forma agressiva a :iova Diretora Mllrlene Cabral Peixoto, nomeada pc la S. Exa. _Governndor do Esta.do de Moto Gros so do Sul, Wilson Barbo;a Martins. • A famJgeroda !antasla dos alunos em pau ta é uma atitude que fore os princípios do bom entendimento, e não trará qunlsqucr d:,3 benefícios almejados por aqueles que est5.o em busc.l de uma educação aprimorada, tendo em vista que em lugar de mais Progresso, poderá haver mo.ls retrocesso no seu desenvolvimento cducaclonal. Sendo que a ilustríssima Senhora Pro!es tora do Quadro Epecial, 1farlene Cabral Pei xoto, tem todas as qualid.:des exigidas para desenvolver, com habílidade e gabarito, o cargo que lhe foi conierldo.- Esperamos com esta iniciativa, acender n luz do entendimento e da concórdia, onde sur giu a treva da ignorância. E.t@mos Cm a Senhora Nés alunos, lamentamos muito a saída de nossa Honesta, íntegra e Cuprltada prof e:;. OI'/ que hoje está sendo desprezada por al;uns ala no, desta escola, Perguntamos aqul: So estes lementos b:ns luncs e gozr.m do b,m conce!to junto uo profes:;orr. que são pessoas responsáveis e edu cadns. Nés ex-aluno3 da mui digna Professora Marlene Cabral Pelxoto, damos-lhes o nossq apolo e repudiamos a atitude vil e mal educa da de uma mlnorla que enegrece a classe estu dantll jardlnense. As. CLASSE ESTUDANTIL ''CEL. FEL 4 "'IQ . 1 Você pnaaa a vida Inteira sonhando com casa própria. Agora o seu sonho se real!za. 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Ao nos apr;e.sen.t!U' cu amigo, entregue este vale para preenchimento. J --·------------------:;p;----------------------------------- 4E9 O MELHOR CORRETIVO PARA O, SOLO • Na Agricultura está a força e a esperar.a do Brasil Oalcáreo Bodoquena é a realidade Para uma lavoura Mais forte USINA: RODOVIA JAnlJ'~i a PORTO lUURTINHO - Km 54 :Escrttórlr,' ·r rr' r C, rio•, Márcio fol fellz f'lll MM s crn«idoracõs, ensib!izzndo e4s coles o: +o promunciarm, igualmente, a for das pretensos dos homens do campo. Segundo Informou o ordor, u produç:lo de , oJn. r te o, chc@o a 46 o 48 sacas p0I 11nctnrr. t n,ú1 indo por nollcltnr o ponlo do '+lo «ta nr4d'ni sobre o assunto. Respon dc«' o ·r:'o Cnrlo: Márcio, o vereador prc-,lclnnt!, :11, ' ,., , ln, i1rclclros nocha, após hipotecar solidar1ada!s nos agricultores, de claro vs Casa poderia manifestar-se atra vês d~ ofício•, cndercçndos no Ministro da Ar,rlcullura, S::crc>lnllo de Agricullurn do Es tado e no 13:mco Crnlrnl, Além dos scnndores de MS e da sua b::mcnun do -Deputados na Ver Rcnzo de Llmn O nobre 'erencor Renzo de Lima é um c:;tudloso elos Regimentos Internos das Cà m;,rr.,; M:unlci!Jnls o, por Isso mesmo, foi de signndo pra apresentar um projeto de regi mento. proeto (•:cct0 que cst: sendo estudado e votado pcll Edilid:ide Lngunense. Por proposta do nobre vereador, discu tiu-se P. emenda que fixa a durnçã.o das Ses. sCcc; ,""' 1~.-·s horas: dns 19 às 22 hs, em n S!'S sto do ciln :, ·e:. A emendo foi recusndn por maioria, pois. no entender dos Srs. vereadores, não tinha sentido n fixação de horário, uma vez que ela, Scssüo deveria durar de acordo com a necessid:idc e interesse dos Edis no trato de uma determinada matéria. Salvo melhor juizo, a emenda do nobre vereador Renzo n!'io impede que as Sessões sejam nrorro:;adr.s. se necessário, e se a pau ta do dia for muito curta, o Presidente da Cns:i pcdc1in dizer simplesmente: "Não ha vendo mais assunto a ser tratado dou por en- cerrada a presente Scssüo". . . Propôs .t□mbGm. o nobre vereador Renzo, que ns S~ssõ~s fossem rcalizudns às quintas 1. C:tm·1rn n t:rral. A nobre vereadora L!nei do Valo Gomes tamb'm r posicionou ao lado dos azrcAlto rr·, e ugri um estudo, em profundidade, no tido do estabelecer m!hor maneira de nronnr:-lo•;. O nohrc vrn.::idor Homu.1 1 élo <lo Diito lembrou que etá na hora de o Governo r:doar o lema: "Plante que o Joo Garante'. o nohrn vcrr:idor Jo:;é Fcrrcir::i Filho, l~'ll mrnte, clcfr-nclcu, com entusinsmo a causa dos !avr:•dNCS. O nobre vereador Valt.cr elos Reis, ccinh<'C('ÚO do ::i:;sunlo, apoiou a Jnlcictlva do vcrcndor C1rl0l.! Márcio. O nobre vereador Luls Rlbas foi ;,o encontro dos Juvourclros, lcmbrnndo que cln mesma forma que .Jo5o Fi r,uelrcdo garnnllu n nbnlurn dcmocr:ítlca, cm ;, qual muitos nõo :icreditarnm, o lema "Pln.n te que o Jo:io Car:mtc" é, mesmo para valer. Cerca de 30 estucln.nt.cs fornm à cumnro. Municipnl hipotecar solidorieclncle à Diretora Professora Vllalin:1 e solicltn.r através elos se nhores vereadores a sua permnnêncln na clJ. rcção dn Esc:oln Pinto Pereira. Movimento p:i. cliico. ordeiro, bem lntcmclonado e generoso, recebeu, como o merecln. a tenção dos verea dores. Nn ocasião, por sugestão dr obre ve. reador Carlos Márcio, foi cscohlc ..,,- C:o missilo de três membros • Bcnedltc . _ :-::~ Di.1.• feiras. proporcionando ao· Edis molor liber dade em fin,; de semana. Posta a emenda em discussão ela foi rejeita por maioria .•• O nobre vereador Edilson Vargas Grubert declarou que. po1,1 ,.,, ~. dada as suas ocupaçõ es, seria indifer:--~ às segundas ou ?Is sextas feiras, mas ao na quinta feira ele não dese jnva. Idrr. - nolr.e vereador Geraldo G. Ps so r-ro Osvaldo de Mendonça. O nobre reador Elizeu dos Santos também prefere as Sessões s sextas feiras, dizendo genero samente que as Sessões às segundas feiras iria p{ejudicar o trabalho jornalístico de cobertu ra realizado pela "Retirada da Laguna", uma vez aue a Edilidade Jardinense realiza suas Sessões também às segundas feiras. A intenção manifesta do nobre vereador Renzo de Lima é um ordenamento mais rigo roso na condução dos trabalhos da Edilidade lagunense. Sem ordem não há progresso, rer.a o lema positlvishl de nossa bandeira. Ver Geraldo G. PaSso3 O nobre vereador Geraldo G Passos vol• tou a insistir em seu desejo, como metu.bro da Mesa, de tomar conhecimento dos balance tes e cln dinâmica administrativa financeira ·-----:--·-~---------------.- maseno, Manoel! Barbo Crista!do e Valter 1arboa . para nanterse em contato coma Cmra Munlclpa! O vereador Carlos Márc1o. membro nato do diretório do P. IDD. prorr.c t1 os Jovens estudantes uma soluço den- ro do prazo de o!to dlas, !to é, até egunda feira próJr !m:1 ( G-06). Livro<; _ In!c!ando. por assim dizer, a orzniz1c4o de um B!h'iotecn rciliznda ma Cimra Municlnal. o Prrsi ente ,Joc-cl C:!rlr<; .1t'J!'iros: Roch:i. comun'cou a Casa a«!cão de dols livros do Interesse dos Srs Ver6dores, p0is ·II 1! ? 'Arre1{7ar rtmser a+nns r1;91 itiun tono rn+ir+i«1rlo 14ir1de vc nh n 'io to 1or1 "r·+n'id" Ti1/io teca esneci''za n seu serviço o n serviço <lo mil-,1Jco <'l'T' "'<'r:11. Ver Llrwl ,to V;,lc Gomr<: A nobre verendora Linei presentou duas Indicnçõcs propondo: - Ao Sr. PrefPllo Munlri"l<il. ntrnvés <ln Secretaria de Educção, a lnstitulç:ío d.a Se- mana do livro. . - A contrntaciio rio jorn:11 "Rcliracb da Laguna" para elaborar um edição extra tra tando exclusivamente sobre as festividades re- na Câmara Municipal de GLL. Atendendo so Jirilnção- do nobre vereador Geraldo, o Pre sidente Matias Fernandes convocou uma reu nião. ê::! ~1'.es:i Diretora. a ser realizada à tarde do di".1. :in :!)róximo passado. Ver Fllz?n dos Santos O nobre ·:ereador E!lzeu dos Santos é, por assim d:7er, o vereador "estradeiro" da atual Ieri!tur o.·-3 não perder o h:l.bit.o, apre sentou mais ums 7dicacão, solicitando pe quena alternçn.o no t ,.v.,cto:dà Estrada da Co lônia São José no trerr.'l denominado "Var jão", para um ponto prio. mais alto e pla, no. Para adiantar o expediente entro:i ,·m entendimento com os colonos. Estes aceitmn e aprovrun a .referida. mudança pois poss!bi1l tará que os mesmos possam retlrar seus pro dutos e pagar seus títulos no Banco até o fl. nal de ,Junho. Ver Renzo de LImna , O nobre vereador Renzo de Lima apresen tou. duas Indicações solicltando ao Dep. Levy Dins providênclas: - Junto ao lIEC, no sentido da criação cm GLL, de um Curso Supletivo de 1º e 2,., Graus, desde que é muito grande o número de matérias nas Escolas tradicionais, tornando- A outorga do titulo de C}Ado Ho fcrrntt °' . .' I r ... _ ~,. +,1 d, ardim ao Desembargador 5Tio nOr.ti0 e.. ' itrüns Sobrinho. , ver 1os Cros Mede!ros Rocha posando P; idncla da Casa nob 1 Lln !'i n noh('(' v,r"'.'dor .l<'~,,. c.,r- recora · !os apo!ou na Iniciativa de a cola que n mo Bibliotecn un!eipa! , . nlo. ·.<l rI ';6rim+to no local onde so encontra e pro1s , .... , • o Cartório Eleitora!l. A seguir Jrn rn. in(lin, c:ío propon< o uma. homenagem ao Cel. PX Jocir ! +ti3o cl:t Silm. Ver C.1rlo<; l'T:írdo o nobrt' vrr ndor Cnrlos Márrlo crH1o,: sou, com calor, a inic!ativa da vereadora Linci e fol ol(•m, orcrcccnclo sala d bancada do PMDB paro srdc d'.1 Dibllocccn ~.fun 1 c,p1l, orc ·rcclmcnto este quo contava, por corto, ootn provaço dos vereadores do PMDD. Projctiío O vcrcadorP<; contimrnrum nprccl.lrido e votando os orliv,O<; o rmendns opostas no Pro• jet5o, ou seja, um Projeto do Executivo pro cedendo um rcordcnnmen ô da estrulurn nd minlstrntlvn munlclpnl. D1 Plcro E. se dlflcll para os adultos, a conclus:io do re ferido curso. O número de interessados em fazer o ,supletivo ultrapassa n 100; - Que dlgnm respeito à apresentação de um Projeto de Lei que possibilite pensão mon, sal, através do Inomps, para as m1ies soltei ros de filho deficientes, sob a argumentação de que as mães solteiras com fil110s deficien tes, est.il.o lmpocslbUi!adas de trabalharem, dedicando todo. o seu. tempo aos culdn 1 • TUDO PARA SUACONSTRUÇAO AV. DUQUE DE CAXIAS, 269 - JARD.lll - MS. e or a o ir e 77II6 177D0INISE. anterillha FESOAL A nono Z:ildn chegou de viagem c-..om 6llmn'> novidndcr;, mddclo:; incríveis do blu rM, c:ilça.<J Stono Wnshcd, Cotollo do Lycra, n~ um chc1;0 lt'I, dô umn presente no seu nn,,. morado comprando na Zalcl.a Con!ccçõcs. PAilAilltNS O Danana está um chnrmo do carrilo no, vo, as r:atru; estilo doldinhas ó que n:i.o direi o nome (lclc, senüo perda a Taça. Não 6 Da nnnn? ATENÇÃO l'ESSOAL Vou precisar de nlgumns garotos pnrn. nlorrrnr malr; o nosso Jornal, vnmos Urnr al, pumas fotos, quem quiser dê um chego nqU!. no nosso jornal, no perlodo vespertino, l.JJ1 ALOZINHO 1S COROAS No dln 12 dll n sun amado. um buquê de rosn5 Jt'I dn nosso nmlga Diva. CASAS PlUJlAVEHA Agitando com ótimos lnnçnmentos. Va• mcs dur uma chegadinhn 111. Carlinhos, voce está um gatil.o mesmo, Nilo 6 a toa que .... deixa pra 111. TnISTEZA: E~tnmos multo tristes, pois perdemos um gran do ídolo ARTHUR ANTUNES (ZICO), flrunen, go sem o Zlco, é mesmo que amor sem ciúmes. Mas temos f6 que o campeão não vai para ITÁ ,LIA ... SENSJCIONJL: A nova novela das eete Guerra dos Sexos! Vo. mos osslstir para crêr. FADIO JUNIOR . - ' i Vlrâ a Belo Visto no dia 20 de Julho, vamos prestiglor Vnmos torcer para que ele venha , mesmo AI QUE BE!..EZA RECADINIIOS DE AMOR: DE: Neno - Para: Dasy - Havendo amor ver d:idciro entre duns pessoas, nunca se ouvir6. a pnlavra ndeus. DE: SO - Para: PElé - Meu neguinho, preti nho maravilha. Nã, te ague..'lto, mas não te largo. .. DE: TURMA DA SERENATA - Para: Padeiro Estamos nJ?<lixonados pela tua voz: ... HUMOR: Dois tomates 1nm atravessando a rua: de repen te um disse para o outro: - Cuidado o carro! POFr; Aonde? POFT. . Um bcbado perguntou para um homt'm que es- Escreve Jan Dmco O grito . se podemos chamar de grito o Euavc munml.r!o das !olhas • a!ndll martela o mou csplrlto • EU SOU AQUELE QUE ~- E as contradições dos "ismos" da v!dn levaram-me a viajar pelos caminhos do fan tásl!co. ~ = rota cheia de armadilhns. Mas lmp:cgnada de !é, de esperança, à medida em que se avnnç:,. descobre se que o nzul do céu é o portal do infinito. Quando perguntámos b. ncs~a consciência . se assim podemos chnmll?' a ,·oz intima . se nlém do horizonte há uma nova terra e novos homens, parece-nos que al(r.ic.ra sorti e o sorrl,;o ,·ai i;c transformando em gar;ali:ads, Então perguntamos nova mente,se AQUELE QUE E, é Ul1, DOIS OU Tr..r::s . a respostn novamente, são várias gar galhadas. E a nossa consciência, estrangula c::i. pre::;a nos limites da mente, por laços físi cos ou até mesmo mentais, se perde no ema ranhado das hipóteses e o nada se trnns!orma E!ll terrível provaçüo. E o que é o NADA? Existe o N/1.D/I. obsolufo? Existe o não ex!i;tlr? O Penso, Logo Existo,· representa a respo,ta de que somente O pensar slgnlflcn vida, u1ll Ur? E: OS HOMENS INICIARA.1'1 A CAMINHADA No início era apcnr.s uma idé!ll. ))epol■ l!Jtp!odiu a supre.'11:l tolice, e os cogumelos Ellrgiram no horizonte. As c!d.ad.oli e oa ca.m- Pcs e transform aram . Só ruins e o slencio. D tnva µ ,ando numa rua: O mundo Gira? GtnA. .Entilo vou c;;perar a minha cil:il p:it:ar por cqu!. .. IIA; HA; HA; HA; Jofio !oi no nçouguc: Seu Pedro me dê um quilo de !Jngu!. Porque vocô n:io !ala linguiça João forque cu tenho prcgui ... ;ES.SA S BOA: PIADA LEVE: O Isopor voou ... HA l-IA; l-IA; OA; GELY Felicidades, espero que cstn dato se repito por muitos nnos. Sensacional brinco.doira na residência da nossa amiga GellY dia 05/06/83, Muitos galinhos pintaram por J:: Rudison, Lucas. Pety, Padeiro e os garotas: MlcheUa, Wandn, LI, Võnla, Tuca, Sandra eto, Tumb6m nconteceu um delicioso almoço na casa da garota NJ!:IA, pois eh completou os seus 15 aninho~. Fel!D!dadcs. Dia 05/00/83. COPA MORENA Sentimos multo pela equipe de Gula Lo· pes, mas apresentaram uma ótima jogada. BELA VISTA Também jor;ou ·multo bem, tanto no fe lll.lnino como no masculino. Um alôzlnho para o garotão que Jogou para Bela Visto com a camisa n.o 2. Um alô· zlnho também para o gatão Edymar de Bela Visto. :e uma pena níio saber o nome do garo tão da camisa n.o 02. IIENSAGElI DO DIA DOS NAMORADOS: O dln dedkado nos apaixonados não pode pas sar em branco. O presente pode ser umn rosa ou qwllquer o~tra coisa, não Importa, As pa lavras que voce escrever viverão p/ sempre no coração de quem voce ama ... "0 llJl'l0r p/ os homens não é 1 sentimento, mas sim uma ideia ... " "O amor é· um conflito entre reflexos e refle xões., ,•1 "0 amor parn os homens é um sentimento, mas tertível ... " • "0 axnor que nasce de repente é o que demora ;nab para ser 'debelado .... " ''Amar a si mesmo é o !nfclo de um amor para . toda a vida ... " "Quando não temos o quo ama.mos devemos amar o que te·mos ... ' E depois de mil anos o homem surgiu e com ele a esperança. E tudo fo! reiniciado. Nada se cria, tudo se transfonna. Os homens lnlclnram a caminhada.. Passaram-se mil anos, a chamada Terra . já não era terra, e haverá novas terras, novos . homens". E o chamado homem se trans!or mou, já não era uni corpo físico. Não se defi• • ne o perfume da rosa, nem se eXpllca a voz do EU sou. Pass9Jam se mals de mil anos e os homens Iniciaram a busca. No lníclo eram naves, viajavam a velocl• dAde superior a da !'.ll. Crnz:iram os limites do epaço conhecido e foram além da curva tura dll luz. Passaram mais mil anos, no mun do menos denso da eternidade nàO existe o tempo conhecido. O hoje, o ontem e o IIIIlJl, nhã passam a ser o a.,aora. Era uma tarde quente, num planeta pe queno, seres cacavam na !loresta de árvores imensas quando no céu uma luz apareceu •'l todos se calaram, medrosos, obse.rvanào a h::: ,e 11 luz surgiu. - Nós chegamos.~ aqUl a nossa casa. - Mas e aqueles seres? - São as respostas as nossas P<'"·-·-·1s. Não exiStia o ente individual, ape- ,;ar coletivo. Muitos mil anos se passa,· 1roje voltcrzm1 para casa e a voz de EU SOU, novii nente ditou rras métodos aos nomes. .1 . - • • y . .. ...•• ATE'.'iÇAO Concurso de pois, vem quiser part! •'r & ó mandar qualquer poeg ara o -e!o Jardinene. A mls bonita irá no .1.:' zero 03 pocatas que enlo ecolhidas. D&L. v'ISTA Os helav!s nsrs e«'to d parab'ns pela excelente aprentnçio na Copa Morena de Voleybol ondo conguurzm a c!:ticaç4o das duas eguls, Masculina e Fer/n!na. FANATICA A torc!dn de Bel'. Vista, muJto bem o i't• nlzo.da pol:i fnn:'.il!c:i Sra. Ilda /lm.1r 1 que com fubü:.3 lnccntlvou r.:ul 0 a .0'ara que botou prn qucbrnr. Vc.!cu n JK!l'l né I!cl:1? realmene a senhora ó uma pé quente. PRESTIGIANDO O Sr. Jo:io Knli!c que esteve prcs l[ilnndo esto 11conteclmcnto, torcendo mu!to por Be la VlslJ. Pnrn quem nlo i::tb:J, Jo:i.o K:i.li!c é o {J E Escrevo Peclro Pe:lrelrn (do território U vre d Rede Belavistense de Jornz!s cspeclal para o Correio Jardlnrnsc.) Escrevo este nrtlr:o p:ira o João, OJoüo Pedreiro (livre ou ní!o ). o Joilo cnrp!nte!ro (pode ser construtor de casas ou de dé!as), o João Prefeito. (pode !:Zr de Jnrdlm, ,i3elll Vista ou Tlmboré), o Jo:io Político (pode ser verendor, deputado, senador ou Pl·~sldente). Escrevo para 0s homcn-; que apesar de tudo a!ndn conseguem enxergar n !u.z no fim do túnel. Sim. ::Jn:la exlste ~ cspcrnnça. Nilo aceito e nur.ca aceitarei o jornnlls mo de encomenda, o Jom:tllsmo dos secos e molhndos. Para mim te! tipo <!e jor.iallsmo é uma erva doninha, é a nuvem negra que escu rece o horizonte das idéias. Grn.çns '.l umn subllmc loucura. temos um tez-rltório livre na Rede Bcln.t::;tcnse de Jomnls, onde tudo é possivel onde a llbez-dade é como um p:issi ro, livre, sempre em busca de paragens mais altas. LI, num livro, de Frei Betto. dominicano, c::nc "é c:-travéa das dissidências que a Hlsió, rin nccrta os seus passos". 1 preciso, é nec2s sárto, = nova proposh?>, um novo lp!l!no, para o homem. E é Isto que se procura hoje em dia, seja e ui na !rontelre, nas grandes capitais ou no interior deste País contin:mte, uma proposta, tun novo n!.:mo. Hii uma revolução cm curso. ela não se restringe à política, economia ou cultura; nós ainda niio a sentimos, mns conseguimos, graças n sens!bllidade, capté-la ou melhor, p:-cscnU-la. Ela é sutil, está sendo !eito em todos os lugares, não importa o pais, nem o povo • se bem que somos um só país e um só pClvo • ela nn.sce no âmago do ser e desper to para a reclidade do cotidiano. O povo espera • seja Plrcs. E·cr:tldo, Brf• zo!.a i'1altt1, Ono, C'llrn.no, José Carlos ou Fig-ucL-cdc, o poio esper::i. ~ como a terra ac.ubada, prepamda, q_ue espera a semente. Essa inquietude, esse algo que não sei o que é, repre.sent..,, o dilema dns Jdl!ins lofleidve!s, dogmát!cas, enraiznd:ls atrovés de anos e anos cm mentes que de:;prendcram a p::-nsn.r. 0 p0. vo esper.:i o toque mágico. 1ô: preciso romper com o pa..552.do, e !em bro n;;ste instante, as pal:lvrns do jovem "Pe- P;e 'ente do C.'o G, mn.o II1STLZA O; 'o do: !loer n.0 o r. nf,)l' • .. .: ad aço. Lono pós a dr- Dela derramas l ++ 34o! a que cor taro de rabéns aro!ada na '1 : ... Q co .'C' ::u rom a tor!d Jardinen que pezou no pé do Ju!: ta!ando ada uma., Credo, no vcu nem comentar OUTRO Outro torcedor fan'!!co 6 o CeI, V,e!rA e esposa que torceram mito por sua cldde, ritrm e incentivaram culpe, no final ccm nsou, na tore!da be!v!stense fez a fota m: Gnu!n Lopes.. Gro!« JrdInne: } nome do At!ta " 22 /:tens; Preto. 9 'ro Nava"" er!rc!na é um farol i!um!nan e.lo o pnss::do. Prêc1::.1mo~ olhar o futuro, oQnn trulr o cmnnhú. O m::smo lndccl-;o r,~•so d!J cr!ança que come;a a andar mas que com cora rem, tenta ma!s uma vez, é o pss0 quo o .Jollo deve tentar. A mesma corcm do filho pa, qucno que sa.tn no vazio em busca do colo scJUrO elo pni ou dn m:l.9. F!e snlt.'.l, não sabe o que vai encontrar, ffi)S prr~entc que no vn. zio emre 1 UM PAI AMOROO QUE NÃO O DEIXARA CAin. ~ esta corrr,-em que falta nos homens prt, blcos, os !r!gentes, aos empresír!os, cora. rcm de ri novos riscos, adotando novas Id!a. r a coragem de romper com padrQe_q estho'ec!dos, regras Impostas. rltuats e hibl tos. E~tamos Em vias de Ingressar no III" MJ, lêrJo, quando se !alll em terceiro mllênlo, hd uma conotação religiosa mlstfcJ, e s:i C:Jquec:3 do homem mnt.erlal. O homem carne e ossos e mú,culos. Homem que sente B.ede e fome, LI num quadro q1.13 "A IJher61.clc é Uma conrpls 1a de C!ldn DL:l". E lembro ns palr ·-as do Mlchel Quoist "é preciso construir , ho, rr.em e o mundo". Há um re!ac!onament cn trc a f:-ase no quadro e as palavras do ir ·:-ide r,<-nsador. Para se construir o homem e o .nun c:!o é preciso llbcrcb!le. Mas é pzc!so coraçena para se conquistar a Iberdde. Qu2nc!o :nc sinto va!aoso. ou "grande de ma's", prccuro observar as ectre'?s, o spa. çO I1//1/t3. E contec? o mn's nordol. vejo me como re:ilmenta o sou, pe::iueno perante o ~'1-ie to::lo. !:'l:ls ao mes:n'.) ·czr.;;o grondlo• so. comno uma super nova, dentro do contexto cósmico. Dizem os gurus C[J:) (lU.ll!'ldO O dl5cfpu1o está pcr3, o mestra parece, f:to pode ser com2c1/do em todcs os n!veis, religioso, pol''.ico cc:;::ôrr..lco cu cultural. As ld[bs ora em curo {á no rzprsentam ss as!rações do ;o0 ·m march:, nós, o ovc, esper2mo3, o emnir'o rsS [oro+n -+ a 'rng q1:-e pozsue!l'l a respon:;abllidnde da direção dzren1 a3 pr'reir03 2ss95, sob pesas de ver m:cs. rlo urro!ução sznzrenata mas ama rapta do r:pro Z:orem. Por Q--.ie K2o Começar Aqui e A&om a ImIr'3ço de Um Nova Ordem Política, Ecczn!c: e Sccl2!? E Pclso Corem, Jc::o. fl: r.c::::,""r-r;;,,r;;:-:-r. «!"~ E ?is& il S.o c:ge. de 8 de novembro de 121H, o Papa Ur5ano IV Ur:a tradição antiga ainda e:iste sob:e o estendeu o. festa ~ Igreja Un!'e."'saL Dessa da- encontro d± S5o J2o EtUta e Cristo e re:Z- ta em diante, ficou, decretad.'.i a festa :mu:il do ciona cc:n a fe•t:i r'~ Co:-po de Deus: é cue e Corpus Ch.rk--ti. A dnta foi fixado no qulnt-a-fei- o Corpll5 Christi, fest::. mó'el, cair ào dia de ra após o domingo da Santíssima Trindade. Pa- So J. ou se;a. da 4 de junho, o mundo ra essa data existe um ofício religioso, compos- acabará pelo fcga. Isto já ocre; o ano de to especiolmente por S5o Tomás de Aquino. 19:3, dure a Sunda Guerra udial Em Portugnl, o.; festejos e procissõe.,; j:í. A c!:lt:i elo Corpus Christi. n:óvcl como a tiveram caráter oficial. Chegaram a ser quase festa da Pisca, é ii:ada da seguinte fora: que mais importantes que o Natal. As tropas, quarenta dias depois do doninço de Pise3a é cavaleiros, danças e cantos revestiam-se e os- a quinta-feira da Aceno. Dez d'as devo.s é tent.'.lvam esplendor sem precedentes. Todns as domingo de Pentecostes. O domingo após o de corporações eram obrigadas a tomar parte com Penteccstes é o domino da Santisir:a Trin- umn tipo de representação, que consistia de um dadeeaquinta-ira seguinte éa festa do Cor- gn:po que d:inç:iva, simboliznndo povos con- Pus Christi, o Corpo de Deu. quist:a6s u per:mgzn3 & BTIIE, TIaLs (Ide, 1±T r Pen±2 e DISCURSO DO Agra!do qu fu! pela Auputa Cimra de Vcrc1Jdorc·; dc·.t:i cl<ind0, com o Ululo de cldado honorrío jurdinene, força de Dere to Lltivo n.o 002/0.), de 2-03-3, dcor. ttnte de 11ropo.1i<;:io ela comenda p/ irirlgnc y,..._ reador e Advogado, José Atanásio Neto, com pareço hoje perante os ilustres legisladores, a fim de prestar o meu compromisso solene d3 Ilho dotlvo da terra do heróls de Cmi::ão. Chego sabendo rudimentos da hLtória de minhn nova comunidade, afirmado ter ldo a regi:io dc~brnvndu pela nlfonelra fnmlllu Lo pes, a qual pelos Idos de 1046, representada por Oobrlol, sementou a clvlllzaç~o nc:;!us pln- 11001 começando com uma fazenda pastoril à bclrn do Jegendltrlo Rio Apn, Enfrcntnndo t.odu sorte de udvcrsldodcs , vcnrcndo o lsolnmcnto, superando n doença, o~ lcrn,, os ln<llo,, o clií dos Lopes palmilhou a área, tornando-se profundo conhecedor destes rincões, rnzão peln qual José Lopes foi escolhi do [JUln na mamorável retlrndo dn Lngunu e, grnçns à sun brnvurn, tirocL"llo, csplrlto de bro sllidnde, logrou levnr ns tropns de Camisão até Nioaque, onde, Infelizmente, vl a falecer vi tlmodo pela terrível cólera ''Morbus", Contudo, os ltomcns dn têmpera do Lopes nüo pnssrun pela vida, runs nela gravnm sul cos indeleveis, capazes de so projetarem no tem • po o no espaço, cujo exemplo mnls p:i.lcntc ó ; homenagem que lho foi tributada pela fun ,d11çüo e progi:esso do Guia Lopes dn Lngunn .h:mií gêmcn do Jardim, e da qual, evidentemen- to, níio posso me olvidar, Não quero que as familias todas de nossa cidade se magoem se de todas não lembro, po rém, peço licença para recordar de que foram os Medeiros, os Mnrlnni, os Paz, os Machado da Silva, os Bragns, os Campbels, os Tavares, os Lorentz de Carv., Chcrmont, os Cerzósimos, os Nunes Leite, os Peixoto, Barbosa e truitos ou tros, quem cVo e em somar seus esforços, quiça, muito mais do que os outros, para o sucesso do recanto que lhe deu o novo n::ituralldade, A ccnslc!2raçiío e a estlma, pois, pa:ra com ta parte, t. aalor do que para com a própria terra que nos viu nascer, d de qunlo todo um povo, repte«ntsdo lcs seus leilulo±, lucais, resolveu abrir os braços e colher, como eu próprio, um cida do de outro rinc.o.. Não te pode conniderar nem etimur mais, tcnão fe:ccdo o trabalho e a dedicarão e so bretudo a lmbrna permanente, cm prol dos objetivos maiores da cidade Que coisa mais nobre é permitir a um1 fo rasteiro ultrapassar a soleira da parta, sentar se à nossa mesa partir conocy o n0ao pio? Nenhuma figura planta era mentaliza ção, porque este é um gesto que a.im um eo ração grande e bem formado, atento, ao prin cíplo da solidariedade, preso aos fundamentos de uma gente de::cjosa de s o m n r, d e crezcer e de progredir, chamando para o trab:i lho o seu porvir todos quantos possam contri buír de algum modo nessa tarefa que niío é fácil. Por isso não vjo na honraria que me con cede a Augusta Câmara Cs Vereadores de Jr dim apenas ccmo um títu!o a mais, um diplo mr. para ser colocado n parede, mas tomo-a ta :!: como um compromisso de bem servir terra e ) sua gat, de ombrear com todos os A Câmara Munlcl-,al de Jardim sente-se honrada em outorgn • neste momento, o Ti tulo de CIDADJI.C JARDINENSE ao Desem bargador Séri:;io Martins Sobrinho. E, n corr·midade Jardinense o recebe de braços p'- ·:-:os, Desembargador, porque tem co:3'c'rzento dos relevantes serviços presta C:cs no Mato Grosso e ao Mato Grosso· do Sul. Na linda Ponta Porã, no dia da Abolição da escravatura nos Idos de 1932, nascia Ser• gio Martins Sobrinho. Veio ao mundo sbb o signo dn Llberd.âde e, por Isso não pod.là escolher outro. carreira que não fosse a do Direito, onde sempre pr! meu pelo culto lls Leis, e pela aplicação das mesmas de forma humana e justa. Ainda criança, mas já com um ideal deíl nldo de se tornar ADVOGADO, buscou novas escolas em Campo Grande e São Paulo, para aprimoramento de sua inteligência. Estudante ainda, mas dotado de pendores nrtfsticos, estudou e recebeu o CertUléado de Especialista em Desenho Decorativo em 1950. Já em 1952 concluia o Curso de Formação Profissional de Professor e, por certo, relem brando com carinho e com gratidão seus Mestres, exerceu o Magistério na cl::iade de paulista de Oswaldo Cruz. Porém, a busca da perfeição e a perse guição de um ideal, fê-lo prestar Vestibular em São Paulo, onde ingressou rio CUrso de Direito entre os primeiros colocados. Mns, foi na cidade do Rio de Janeiro na Faculdade Brasileira de Ciencins Jurídicas, do Distrito Federal, que em 1959, colava grau 0 Bacharel Sergio Martins Sobrinho. A vontade de servir no seu povo, a cons ciência da responsabllídade d.e c:u:la um uara com sua terra, fez com que, recebido o· tão almejado dipJ.oma de Bacharel, vo!tasse s suas origens e viesse exercer sua profissão de advogado, inicialmente na cidade de Dou rados, e depois em sua própria cidade natal: Ponta Porã. Ali advogou, foi Defensor Público, Pre sidente de Clubes de Serviços e Ingressou na vida pública, tendo sido eleito por sufrágio direto, em 1962, Vice Prefeito da Cidade de Ponta Porã. Já amadurecido pela vida, com a vivência dos problemas jurídicas no exercic!o diutur no de sua profissão, resolveu concretizar seu grande sonho: Ser MAGISTRADO. Prestou concurso em 1969 e teve como degrau primeiro da grande escada da carrei ra da l-Iagistratura a Comarca de Cnssilândia. O segundo degrau foi a Comarca de Ron donópolis, para onde foi promovido por me recimento em 1970. Respondeu pelas Comarcas de Alto Gar ças, Guiratinga, AIto Aragu:tia, Barra do Gar ças e, em 1964, também por merecimento, foi novamente promovido para Culab:1 em En trànci:l Especial para a Vara Criminal. Na capital do velho .Mato Grosso, foi Juiz de Menores. Juiz Eleitoral, Juiz das Execuçõ es Criminais e Corregedor dos Presídios. Quando Juiz de Menores, lnstll1.tiu a carteira de Identidade de Menores, SERGI Q Insigne Desembárgador Dom!ngoos Sávlo Brandão llm:1, então Presidente do Trl• bum! e.e .rust:ça de Mnto Grosso, por saber que e Juiz Sergio Martins Sobrinho, tinha -.-e.emente pr~cupação pela reeducaçlo e res. soéialiwvã~ do condenado que cumpria pena, e que via n nen vm meio de readaptação a vida social, design o pará participar da Co missão Especial para tudo do problenu cnrcenirlo e de exccuc5 'a medidas de segu rança, Para esta comlssão foi eleito em sessão plena realizada .em 25/07/74. Já a este tempo o Juiz Scrgio Marf!ns Soôrlnho gozsva de elevo.dp conceito junto ao Trlbunnl. Razão porque foi convidado pa ra completar, por várias vezes, o "quorum" dàs Câmaras Civeis daquele Tribunal tendo sido convidado também, para completar ·o "quorum" do Tribunal Pleno. O homem Sergio, sempre foi um preocu pado com os problemas das crianças desam paradas. Razão porque em. 1975, participou do Curso Sobre Problemas da Implantação àa Política Naclona1 do Bem Estar do Menor, realizado no Estado da Guanabara. Neste mesmo ano de 1975, deixou a Vara Criminal, a pedido e passou a responder pela 3 Vara Cível de CUiabá. • As suas atividades sempre foram múlti· pias. E em 1975 participou da Com!ssão Exe cutiva do III Encontro de l1agistrados do Mato Grosso. Tendo merecido, por proposta do •Desembargador Milton Armando Pompeo de Barros, wn voto de louvpr, que constou em Atâ na sessão extraordinária do dia rir de dezembro de 1975. Fol indicado pelo Tribunal Pleno, Juiz Substituto. do Tribuna! Regional Eleitoral. E ainda em 1975, assumiu a direção do· Forum daquela capital. Os conhecimentos jurídicos do Juiz Ser gio l,furtins Sobrinho já eram conhecidos pelo Tribuna! e na sessão extraordinária do • Tribunal ;FJ.ena, .cfe 30/06/76, seu· nome foi indicado em lista Ptríplice, pBI1l preencher a vaga do Desembarg:idor Rmll Bezerr:3. Foi promovido e integrou a Câmara Criminal do Tribunnl de Justiça. O respeito adqUlrido dos seus colegas De sembarga.dores fez com que fosse eleito Cor rege:dor Geral da Justiça antes do•fim de 1976. Cargo que exerceu até 1979. Nesta época, o grande sonho aos divisio nistas do Passado, tais como o cnudllho Jango M:lscnrenhns, que lev:mtau esfa fronteir:l em armas e que chegou a perder a vida no Movi mento Revoluclon:frio de Separnçio, ou os ideais do intelectual Vespasiano Barbosa Mar tins se concreti:zsvam. Mato Grosso foi divi dido. :- Na f0mm2ç20 do novo Estado, era neces sário constituir os Poderes E o éntiio .Gover nedor Harry Amorim ela Costa, c-onvidOU - O ses pi Men as, e de dividir cem os meus o. vos i' d5is, os ditul!ade, tenta. do d alem modo, 'uCt, A .. r «dy a 'fines' d« c s de I : e. Jardim em e pecia! Veredr To Aune4o Neto, uter do projeto de cone o d c en. d; agradeço prenç. do Sr. Prefeito Muu cip! Jo& Vinte de Suntls Prs, do insere Pré~dente da CImara, Jo Car!o Mede±s4 Rocha, do mesm modo que a todos quantos vieram prestigiar ente acontecimento, cmpe!-. ando-nos, assim para a misalo (ue te.1cs de desempenhar. Lc.mbro, llinda, que n rc:cnç1 Cll.!'l'lllnt aqu! nlo só da justiça mas também do T!tu-. nal, re!dirá n pessoa do dinmlco e jÁ respe! tdo Juiz Dr. Otto Bi(!cncourt Ndo, C]Ut' e. tlio curto c,p~ço de tunpo logroL1 drmor. lra.r a sua capacidade e o seu entusiasmo, para trn qullldndc de todos nós. E finalizo, nssezurndo que, numa região onde repousam os restos dos heróis da retirada de Laguna, a honra maior é de ser Jardinen. se, porque dos eflúvios de passado tão glorio, so, sempre é possível tirar-se lições de solida. ricdade, de huntildodo, de sacrifício e de amor no pr6x:lmo. . Obrigado! r> H 1f0 Desembargador Sergio Martins Sobrinho. pa ra, junto com outros dois Desembargadores Instalar e compor o Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul. Em lº de janeiro de 1~79 foi nomeado para o cargo d.e Desembargador, Neste Tribunal de Mato Grosso do ::!ui. preside as Comlssões Técnicas que selecio nam o pessoal d:l Secretaria e o pessoal da Justiça. É membro da ComJssão Técnica Permn,. nente de BIb!loteca e publicação do Tribunal de Justiça. • É membro da Comissão Técnlca Perm» nenle de Organização Judiciária e Regimento Interno do Tribunal de Justiça, Exerceu o cargo d.e Vice Presidente e Cor• rer dor Geral do Tribunal Regional E1eítoral do Estado de Mato Grosso do Sul. Chegando E ser seu Presidente. Hcmem dotado de grande Intel!gênc!a, de perse,erança no estudo do Direito, pelo exercício do J1ngistérlo, pelos cursos frequen tados, é autor de vári.1s palestras pro!e,ldas ciljos remas, entre muitos,- podemos citar: A celebridade na Justlça; Os Tóxicos e sobre a vida do Mal. Canc!ldo Mariano da Silva Rondon. r 1 j 1 Fez vá.rias compilações. Das sentenç~.:i prolatadas na Judicatura na Primeira Entrê.'.l eia; de todo o trabalho executado na Correg dor!a Geral da Justiça; e dos votos pro!e:1• dos em Julgamentos no Tribunal de J).lStiça. Como muito bem Vossas Excelências pu deram ver, após galgar o primeiro degrau, n:i Comarca de Gassilli.n::lia. !oi submetido a es cada da carreira da Magistratura. até chegar ao ·ápice: Pre:i!dente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul. E àiga•se, como fecho de ouro desta brl· lhante carreira, que foi o prfrnefro Matogros sense do Sul, a assumir o honroso cargo de Presidente. Nosso Projeto de Decreto Legislativo 1'3- ra a ccncssão do Título de Cidadão Jardl· nznse ao Eminente Desembargador Sergio i'v'..ârvns SObrinho, é um preito de homenagem a este cidad5.o de todos os Mato Grossos. Ma.:s do que ura homenagem ao homem Sergio Martins Sobrinho, é uma homen:1geo • oo. l<Iag,strr.do. ao Político, ao esrud.ioso els cíên::la do DiJ--eiio, ao Defenso.i' do Poder Ju c!icl-fuio, que. ele, como poucos, tão bem r prese."l.ta. 1 Este Poder Legislativo, atento que tá, p2r2 os mo.is relevantes problemns da vid:i Fo!itica e Social do nosso Est:i.do. • soube ocO Ihe nosso projeto e. hoje Voss::l Exc,denci..:i Desembargador SerglO Martins Sobrinho, p'l ra honra de todos nós, é um Cidadão J:ird nense. Muito Obrigado JátCÜnl 0-i de junho de 19S-3 Continuar navegando 245_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº245_25_05_1983 248_CORREIO_JARDINENSE_ANOV_Nº248_16_06_1983 Voltar para a lista de itens