282_CORREIO_JARDINENSE_ANOVII_Nº282_14_05_1984 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título282_CORREIO_JARDINENSE_ANOVII_Nº282_14_05_1984Número da edição282Data de publicação14 de maio de 1984Número de páginas10GeoCoordenada -21.474156515240566 , -56.14766560581189 Documento 282_CORREIO_JARDINENSE_ANOVII_Nº282_14_05_1984 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto 1 Is r. e: ( , dim é o polo p a «d td.as e força» pro'uti d rriu E se,e rnç4 e certeza. Aproveito a opr..id'e pars !e. nizar o Jovem ente ! 'I&is pelo la. çmento de seu livro audaçes Jardim. 1 ----·-"""""----~----------- ....... ------- .«: 2g'·e«s +yy A 1 ' t Nestn tlntn glorlosn de 14 de Malo, que remos em Proçu Publica, render s homena gcnn nos pioneiros da Fundação tle Jnrtlim, que co:n o seu trnbnlho honroso, plntrtm n semente cio. 11rogrcsso que cresceu e rendeu rrutos parn formaçi!o tlc novns gcrnç0es ... Nosso trr hnlho, no dia o dla, refete o comr,r'Omisso nssumldo pnrn qae as metas plnnr Jadr s sejam coronda!l de ê.xito. Com este sentimento e do m:ios dndns, cspcromos niio comprometer o Idealismo daqueles que, cheios de otimismo, souberam dignlrlcar ecu nome nn hlstórln de Jardim. Foram 3S nnos de plóris. Daqui porn (rente, noss missão será de construir o ruturo que todos esperam e descjr•m. Aos comp:mhclros que -colnbornm com : nossa nclmlnistrnção, n ccrtczl de que no fu giremos dn Juta cm busco do desenvolvimento de Jnrdlm. A todos os Jnrdlnenscs, nossns feUclt.açõ~ }cio grande dia. 14 de 1lo, 88 Anos de Glórlas J íl .---~--------------,_ __ - -------------------· Era nossa intenção edlt.irmos um Jornal com VINTE PAGINAS, estávamos preparados para isto, com mensagens, ~audações e hlst6ri cos, mas não !oi posslvel devido a edlçáo do livro de José Ignáclo, "Jardim 38 Anos de His· tória", um trabalho que merece aplausos de to da n comunidade. O nosso problema foi t~mpo. O José Jgnácio qucrla o seu livro para o dia 14 de Maio. O livro está em suas mãos. Entre editar um jornal com vinte págJnas, faturar um pouco mais, e entregar ao povo um livro contando a história de Jardim, mesmo que isto significasse "faturar menos", mas SER· VIR', pre!erifnos SERVIR e mnls uma vez de montrnr que jornal não é mero.mente um bole. lim de núncios, avisos, editais e balancetes de Prefeituras. Muitos menos, moralmente um prospecto ):)em Impresso e carregado de 6bas bbas. JORNAL, como bem o dise JOSEPH PULITZER, do Thc .Vorld, deve ser, neces:á riamente, "umo orgnniznç]o que lute s('mprc 1 pelo progrt:Sso e pels reforas, não tclerar nunca a injustiça ou n corrupç.io, lutnr sempre contra os demngog-os d-e todos os partidos; ja. mais pertenr n nrt!doa :.:3.".:. u cxis'cria de iass privi!girdnas e xplar; do-. rs do bemn público; no se satisfazer mn sim· plesmcnte IMPELIR s notícias permanecer :mapro drásticamcnt independente, não recear nunc ATACAR o mal, que for cmetid pela plutocrncin prednlórin ou pu:- 1,obrczn prccla térln". Prccurrunos scgulr a íJ!c:;offn de fulllzer., PARABE..'iS JA!IDm. Tcdcs N6s. A Viação Cruzeiro do Sul, nn pessoa deseu diretor, Oswaldo Posrri, c dos funcicná rios da agência }ocal, parabeniza a população jardinense pelo transcorrer de mais um a! versárlo. O Proieito de Jnrdlm, ntravessnndo umo. !ase de contenção de despesas provocada pela crise financeira que atinge todos os órgãos pübliccs do Pnfs, nlío poderia deixar passar despercebida a data maior do Municlpio. Com Isto e dentro elas limitações n que está su,jelto; o Prefeito procurou programar atos clvicos e desportivos, com n finalidade de colorir a memoráve' data de 14 de Mnlo, tendo como ponto a'.to além do desfile, n lnnugura ção em pr::ça pübllcn do Busto do saudoso Padre José Ferrero, a quem Jardim e seu po vo reconhecem os méritos e.e sua obra e dedl· cação por tudo reall.7.ado carncterl.7.ondo 11SSim, nais um página na História do Município. Conto.mos com a participação de todos os j,miinenses, para maior brílh,mtismo da pro grn!IU'çúo dos dias 12, 13 e 14/05/84. Eng" José Vicc.ntl' ele Scnct!,; Pires Prefelto Mun'ia! PRCGRAl'lAÇAO DIA 12 05 - SABADO 19:00 hs. Torneio de Fut Sal Locnl: Quadra do Ginásio do Esportes B()(.)tJF.TRAO X TACHTNHA uR" JA'RDtM: (Cnmceiln) X TACHI'.Nl-IA "A" DIA 13 05 - DCMINGO 10: hs. Futoh1 is Campo t """1: Estádio Major Costa F:n•rnaa Frnl"ca $o'o de Jardim X Tchinha l 9:00 hs Missa de Acão do Graças Local: Paróauin de Santo Antonio 20·00 hs. Inauguracio do Busto do Padr José Ferrero Icca!: Prça Getúlio Vargas, em frente ? Igrefa • 20:30 bs. Leitura oela profes..<orn Rita C<r• {mem Bnga Lima. do Trabalho vencedor do Concurso L:terorio ~obre :i Cbra e Vid1 de Pdre José Ferrero. Local: Junto no monumento recém Inaugu- rado do Pe. José. , 1 21:00 hs. Retreta na Praça Getüllo Vnrgas com a banda do Colégio Dom Basco. DIA 14.05 - SEGUNDA FEIRA 6:00 hs. Alvorada Festiva Sahia de tiros de canhão, à cargo do 9° GAC..Nioaque/MS. Pnrticlpacão da Bnn.da d Música do 10º RC de Bela Vista e Banda Fan farra do Colégio Dom Bosco de Campo Grande, percorrendo ruas e avenidas. 8:00 hs. Hastounento das Bandeiras Local: Pa 1nnque O!lcial Pav. Nacional: CP.1 Ronaldo Gouveia M ronda Comi.e. do 9° GCA-Nioaque/MS. P;l.v. EstnduPl: Ten. Cel. Peclro r.,,,elho L!- ml!, C.omte. do 10° RC de Bela Vlsb Pav. Municioal: Enit' Jo~é V. S:inctls PI rcs - Prn!cltn MUnlcipal de Jardim 8:30 hs. Inicio do Desfile Local: Av. Duque d3 Caxias partindo d Churrascaria Costela de Ouro até a Paróqui.n de Santo Antonio. Palanque O!icinl: Autoridades e convida dos .. Destile: Partlcioacão dai; Escolas Estadu ai.s. Re:ie Municipal de Ensino e Escola Parti- cular "Girnssol". ' Convidado Esoecial: Batalhão Pelopes do 9° GAC.Nloa:me MS. Co'boração Honrosa: Banda de Müsi cln 10º RC - Regimento Antonio João de Be'n VislA MS. l)estoaue Especial: Banda Fanfarra do Colé!!lo Dom Bosco de Campo Grande MS. 15:00 rs. Torneio de Futebol de camo Local: Como ele Futebol do Distrito rir Booucirüo: narliclp:i.ndo Ul?l3 equloe do Bo ouciriio e tim" c:.onvidado de ,T:lrdtm. ~ob ,.. coordenação da Comissão Municipal de Es portes. Agradecemos a. conflanÇa em nós deposlt:ida, procur&roos SERVIR cada vez melhor a co munidade jardlnen~e e da região, buscando com isto atender os mais justos anseios da popula çlio . Sinônimo r;, ' Parabéns Jardim de Pnrahéns Autoridi:.dcs Trabalho e Participação MENSA Mn nlcipal de P±to Mu.tinho, Dr. J:v•·r, l<.1. • t,J ,, , d; Rocha, nrpou o Povo Murtm! no o Gi. til,,lo de Forte Mudipl Dr. Gir1 t:i /1- vs Correa, pcpu!ço mn neo mpa- 1zccu par vex tug L'Ato cotes'mio, com virias wutoriduds psdi«n'; s e rontec'manto, r.gf4rei us puzss de: Dr. LvecHdo Alves d Rocha - Freie! .- Tlhmi· dpal; D«em'nrador thnyde Ney d: Frei tws; D±embrrdcr Nelson Mendez Fon!ou;; Procur~dil' do Ju .lç.1 - O- ,1;1]t',o VJd r, ti • t-. :· dr <lc; Dr. Ctton Eiterout No - 'u!: 'a D! l'l.11.o de .Tnr<l,m; Dr. 1'11111'.l í'< ·nr r,, ·c'rn da 'iva Juiz da Co:-nnrc, d1. Pai o Murt!nho; Dr, Ili+r 'rang ; wt:. Mo'or Antunto {er. nndes 'T Carvalho • Cemtundonte Cl. Fr91- ltho; Ten, Celo Brum - Comandante da C1pi tnla d3a Por!os, Antonio Carlo: Eitrets e Sro ; Vredor Mareionil Marques d 'S/ntc e Sr; Ar'hur Heyn e Sra. Firmo L:!z da Fon seca e outro;, Com nle;ir!n esbmpr.d:i no ro,to n p:ipu ln~iío de I·orto Murtinho reccb: n obra <lo Gini tlo de Esporte~ e ngrndcce no Sr. Prclclo Mn nic'pal Dr. F.vcraldo Alve, <ln Rocha, com parecendo cm r,cso, dcmonstrnnlm'l r~!o Prníclto Mun!cip31, "do cu '.-ido ± d: fronte ao Gh·-·,-·.1 de F•rr ·e:, ro ·:,, ·:o }1,n.., Nocionnl, re,' p' »rt » Ms!:; Poifãcio Go m€. {r.. ..'d3 c; pav'!!z: Nional (pelo PORTO MURl NHO ENI EG O ce e tum ,.rar:de jubilo a obra ue todo , .,Ho s eravam Mj, Antnla !·rirdes T. Cr 'e .un dante da .a. Fron) Itadesl 'peuo Dr. P,wlo C( 1 l •·u.ir,i C:,, ~;,h·,1 - .ft: 1. J ;J1r-•1- to' ooM±rle!tal ur. G!Aro Alvas Corre • D.,k:: .. do tirt Iee' Fedei de Fs+a Por •), Ap o Hio Nacional, o 1a«d.c de cc:l rn/,.ilo Sr. Firo Luz da To rr,. t• ,,,~,, .u u pala, rd o' us!a t t Dr. Gb1'o vs Cora o qual sgrndceu a efrn:ia Nunucipau!l, pzlo teu nme dedo no Cni !? de .prtcs, o qual disse .'te mnii: Mondo p+'n Momo;.n da Pr'it; Mr:!!na' e do r,vvo niuri!nhen•-é". , 16 cor:, n noln·:ra o Vc redor Mate'rnil !farus ds Santos, o qual agradeceu o Sr. Prefeito Mun!clpal pe!a izan tc· cn obr,1 que h:1 muifo o povo m•1rtlnhen~', nr•;!.1v11 e ngro pele Dl'. Gilberto Alves Correo, foram multo opleudJt!o• e o populaçfio foi convidada a a dcntrnrcm no Ginásio de esportes pnra ns5ls• tirem uma no!tcdn Cãportlvn, mas antes devcrfo proceder a bençfo do P2.d.re Snlvntore Ida! no Ginõ.sfo de E~porte5. Dnndo contlnuldad~ as festividades o povo Murtinhense nss!Etiu vários jogos de futebol de salão e Voleibol, primeiramente um torneio entre quatro cquJpes de dente de leite, rendo elas: PAZ; AMOR; FELICIDADE D ESPE· TUDO PARA CONSTRUÇôES Av, Duque de Ca:<ins, 269 • Centro • CEP 79.24() - ~oncs: 2060 e 2139 - JARDIM MS Snco:!í.o da Fartura nº l (So.ída para Beln Vista) Sacolüo da Fnrtura nº 2 (Na Avenida Duque de Caxias) Sacolão da Fartura de Guia Lopes dn L!l.gum, Trilhamos os mesmos caminhos, de fé, tõsperanço e muito trabalho; nestes 38 e.no de e..--«:mplo de a,iio e vida, procuramos dar o máximo de nós em pró! da 'comunidade. s Nesta data nos congratulnmos com lodos aque:es que estão fnzendo de Jn.rdlm a do progresso. Estamos pnrticip:i.ndo da fosta de nnl.-ersário, afinal nlnguém é de !erro~~~ é um dia de comemorações. Paralléns Jardim. Parabéns a todos os jardincnses que VIVEM' a sua cidade. -------------- --------- ------~--------- RANÇA, erda quupe da PAZ arpe! (do como destaque Toni, P Iro e Palo) e o vice cemo a quite ESPERANÇA Seguindo as ler.dzds joga qupes msulinas d Ve!eLI IPANEMA E TIJUCA, .d o vnee d 'TIUCA de 2SE1 a 0. inqunto s quipes preprvame pra (;-itrnr na quoclr:i (1 p::p l.s ·~ r·J,r,J:c,'.l o beliimo inl de :porte, Enfim entraram n ~dcç:o B d-:: Porto Marinho s Selçio D de Donilo, tndo este sido cldo com I- r,,:íz Alfredo; 5· P.ichcco; 6- Jdnir; U- O.1,1 L' ~- i'fa r.ocl Tcc: C, f'i::::o: Ivin Correu o o Chefe da Delegação de Benito Se basllLo J. Hora Q Por o durlinho jc;:ou com: 1 Jullo M Justl:-1.-:; 7 Z:í ltulz; 1 Va:Lcr; (5 Cid) o C Nequlnho 1'cc. I'ro(c5~or &itis'.a. Pre pardor Filco Elfrl V!tlrn, sendo n cqulpc de Bonito n ,·cncct!ora de 4 o. 2. Para encerramento da nolt:d(l e:;_portiva Jognrnm os Seleções. A d:? Por1o '.far'inho X Seleção <lc &mito, !cndo que Porto l1urtlnho jogou com: 1 Domllo; 15 Pedro; 11 Edgar (9 Ronf); 17 Arnaldo o 10 Cardoso e a Seleção A de Bonito jogou com: 1 Altoir; 8 Osnl 6 I· dnlr; 7 Isrncl e 2 Elverclo. Porto Mwtin..'1:i vc:i ccu de 5 a 3; os gols foram feitos por: Pedro (1); Arnaldo (!!) e Ronl (!l) pnra Porto .Murtl nho e Idolr (1) e Israel 2) paro Bonito. Arcsar do mnlorla ter ficado um pouco des tontente com n equJpe da casa tudo transcor rcu normalmente e com n entrada de R nl rm lug-ar de E<l1:ir melhorou consldera.vel rnento o tlm~ dn casa, mas apesar dessa me lhcra os desportistas r.charam q/ o time de Por to M1utlnho del:<ou multo a desejar. Aguardando as festividades no dia 06 de M~lo, com grando cspectatlva o povo murtlnhensc lrln ver o dedecho b:-ilhante de uma lnaugurnçao !o!cne, haveria luta de box e que tr11tla puglllstas de Porto Murtlnhc con tra pugl!Jsta de nos:sa Capital. O Departamen to de Puglfümo da Federação de Desportes de MS realizou as lutas da seguinte forrM: • Fel realizado 4 oombo.tes sendo o 1° COMBATE em 03 a!:Saltos Sxl. lutaram JOACYR de Campo Grande • 60 kg X RAMAO de Farto Murtlnho 63 kg, Categoria Puo !..ove. Vencedor Joncyr • Campo Grande, por pontos, 2° COMBATE em 03 assaltos 3x1. Lutaram BORDON de Porto Murtinho 63 kg X VICENTE TALAVERA de Campo Grande com 64 kg. Categorin Melo Médlo Ligeiro. Vencedor BORDON de Porto Murtinho _ Por pontos. 3° COMBATE em 4 assaltos 3xl. Lutaram KILING de Campo Grande 78 ka X FERNANDAO de Campo Grande 80 kg 0 Categoria Melo Pesado. • Vencedor FERNANDAO de Campo Gran de - Por pontos tiº COMBATE em 05 r.s,.1lto3 2xl. Lutaram EI;SON KELP de Campo Ornr.do 63,5 kg X EDELCY de P. ?-.1urlnho 63 kg, Cnteeoria itclo M::dio Ligeiro. Vencedor EDELCY de Farto :Murtinho no 3° assalto, per KOCAUTE. Funcionou cvmo 2.' de Edelcy o SCAPULA e ele E<l,cn K:lp - HuLn.1 Ram'io, J+: de Co: os cm'ztes ; HERMES DA SlLVA, .!L'~ 'DC:": Cr. En:u!cb Abe~ d~ Roch:i, D:, J,ãan :lf:;wrn. Dr. Paulo C~srr Pereira da Silva. Tramml.são ela noltoda pugillsta por- Vrú-lá. "Os Ingressos fcran1 cobrados dla 06 e a rEnda foi revertida paro construç1io do Salão Parcqulal da Paroq. Sagndo Coreção de Jcsu,, 0RAçO AO DIVINO ESl'lRITO SANTO Espírito Santo você quõ:! me esdnrcce tu do que llumL'la todos os camlnho3 para que eu atinjo o meu ldenl vccl, que me dá o dom dl vino de perdoar e esquecer o IT.al que me fa zem e que todos os instantes de minha vlda e:;!ó. comigo eu quero ne,tc curto diálogo agra• decer-lhe por tudo e confirmar mais uma ver que eu nunca quero me separar de você por maior que se}a a Ilusão material não será o mi• nlmo de vontade que sinto de um d!a estar com você e todos os meus Irmãos na glória Perpétua. Obrigada mais uma vez (a pessoa deve rá fazer esta oração 3 d!as segu!dos • sem fa zer o pcd.ldo, Dc.'ltro de 3 dias será alcançada a graça por mais difícil que seja) publicar assim que receber a graça. Nice d!I Costa llirandn BCERT l ·-' ,, 1 . "" • • ' 1 l O lllELHOR CORRETIVO PARA O SOLO llUNERA"'O BOPRODUTO DE ALTA QUALIDADE. ,,_ DOQUE...VA LTDA. HA 15 ANOS AJUDANDO A CONSTR ESTAMOS NOS 'p.PERFEIÇOA.""IDO (CADA VEZ l"~ O PROGRESSO DA REGl!O. SOS CLIENTES ~. MELHORANDO AQUAUD . ' DINAMI_ ADE E!,.:!' BEN.te.F1ClO DE !OS- FATORES PREDOMINANTES QUE FIZERAM SMO, pi;: E DEDICAÇAO TA REGLO. • DA MINERAÇAO BODOQUE NA A Slw~"TE Dv l'R""~ OJ=FSSO ..,ES,- USINA: RODOVIA JARDIM A PORro lroRTINR Escrltórh.~ Av. Duque de ca.-tias 99 -Jardim MS. Durados, , $,,,,-Km 54. ' oaquim Teixeira Al,es 1985. fã .,. _______ __,,..._.. ---------- --- --------~----------:- Jardim comemora hoje 0 u 38? nlverá- ' rio de emancipação politlc dministtativ. uma cldde h!tórlcna., 'Tera de heróis e ele pioneiros que rusgaram campos e cerrados pa ra fincar as vigas fortes do uma comunidada vibrante. No poderla deixar cio render ns minhas homenagens n c!lLe povo, csla gente quo en xerga o futuro com e1,perança, mas quo vive o presente com os olhos claros, próprios dos otimlstas que acreditam na !orça do trabalho. FSTAMOS AI JARDIM PAIABENS j_G!ICJ.--~ -----·----------------· No transcorrer deste 14 de maio congratu- lamo-nos com este povo que vive a sublime d aventura de construir uma cidade. • 1 1 _ i Estamos e.comp:mhnndo passo a passo o desenvolvimento de Jardim e estamos ao !ado de todos aqueles que acreditnm na terra e na ,ente. Jardim já provou: cresce junto com o 1 . {Brasil. :•• d 4 ' E k· i.. ·_ .: .. -~-~~~--~-- ....... ..:..----' t Parabéns (Presidcnto dn Câmara llunlclpnl do BelnVisla) UE --------------------------~ E Foram anos e anos de muita luta, mito trabalho e dedicação, sacrificios de um povo que busca o cu lugar na história, construindo umn cíclodc o,uc é exemplo p:rru [l,, õcmai•. 1r Neste dia, que é o seu dia, rcccb::i JAP.Df:'.11: 0 :; nosso:; votos de sucesso, de conf10nça e de amor. Unidos, povo e governo, hnveremos de cumprir o nosso compromisso hlstórico, leg:ir a nossos filhos e netos uma terra boa para se 1 viver e para se mornr. PARJBf:NS JARDIM t . Na constelação que forma as diversas es trelas do nosso Mato Grosso do Sul, uma se sobressai, uma verdadeira super nova, que brilha intensamente, iluminando caminhos e , . levando a sua luz forte às estrelas menores. Assim entendo a minha cidade. Ela pulsa, vibra, pnrUcipa, enfim, VlVE. Tudo isso faz de Jar- dim o que ela é: simplesmente e nada mais Filha dn trndlçiio e da história. Berço de heróis. Nasceu para ser grande. Es JARDIM, a nossa terra, a nossa luta. Hoje comemoras 38 anos de sua emanci pação polltlca administrativa. Estás na ilor da idade e já mostras n grandeza de seu destino. Na qualidade de filho dileio do município, rejubilizo-me nos seus dotes da cidade que mais cresce na região. Parabéns Jardim Parabéns Jardinenses • , ) 1 EDMlLSON BRUM ESCOBAR a do que uma CIDADE PROGRESSISTA. Para ser uma CIDADE PROGRESSISTA é precise que o seu povo seja ativo, lutador, confiante e CAPAZ. ASSIM É JARDIM_ E SEU POVO. Nossas Congratulações ANTONIO C alcareo ± 1,._,___~-~-~-- e - . " A e! 7 B-odoquena u IMOBILIARIA Nossa saudação a Jardim la passagem de mais um aniversário de sua 2mncipação política administrativa. A u:ii~o :ie esforços e n coesão de to:los os ideais n:::s Je,a.ram a cons. lruir esta terra e a edif:ca: esta gente, fruto maior de nossa luta. Ne..c-ta data, os nossos mis sinceros para béns a todos aqueles que honr:;.m o nome d: nossa cidade. com trab:i.lho. fé e, esperança . Par.!béns Jardim J 1. aram 1 T',1!/1 'Í,. <l·· D .l:l Vl".[11, <'.: motiw, Út' (JC• ' 'ho .muita "at+ azo a'' u n e ti 10 ,'1,,_,;. .. '·, 1•.1 1 r l(' 1 T' mi· •or·1 " )ro:;t::',- r ,), . '1 ,.,, .. .., ~- º O Cl-.;'',Íl1'r r.t) C0ll ,.lf1í•, •• :'JIH.. . , • JA1DI! e m 'O I'nicip/os m ! ís pos do Estdo, b,!icl: ele e ao pro;rrr>'i ). 1-<J·;o i' • d epas importar ' nsdos,e tomos conquistats 'o. • ' tcs no contexto Eswdu.tl. Sim, 6 motivo do fcsl:i e: d:! corncmonçó<'' Pabns Jardim, Prabéns povo Jrdiner Osvaldo Comnb5 G0b6et 1? sretárlo do Plretôtlo l111nlctr1:1l elo PMDU Mato Grosso do Sul ob!:erva admirado o cre:;cimento desta jovem cidade. ralco de o.tos h,rólcos no pas,ado, hoje Jardim é peça im• pm tan:e n:i cngrenacem que move o também jove;n Estndo de Mato Grosso do Sul Dla de CestJs, de glórias, a cidade engalano. da comerr.ora o seu 38° aniversário. Nilo pode rl~mo:; c:úxar de cumprin:cntnr o povo jardi ncnse. esperando que no seu dia a dia ati!lja todos os reus objetivos. ' '· ----· - ----------- ,.. ~-· .. ·---:;-"'·~,. «° , ,{. 1 A• ', ~ • '.;,,_,. ·,,, , +.'5 a.A , ....... , .. .. ' t,.~,· '· t f4 ° E. ("; t1 1í Laços fortes unem o povo da !rontelra, irmzos de cnminhada. povo q~ scrrue, eo!ren-f tan'o con cora;:em 05 c!2s::ifJos, na cslr:Jda que leva redenção. Sim, o po·,o !ronte!riço é um forte e JardJm integra a grande comuni dade. Em nome de ANTONIO JOAO, envlamoi a nossa s:udação, desejando a todos os Jardf nenses, em especial A voei::, o! ma!s sincero.• votos de parabéns. #relei hás frite (Antonio Joiío) --------------------------- No aniversário de fundação de Jardim, 38 anos de história. nós. de Gula Lopes da La guna, cicbde irmã, almejamos os ma.is ricos !rutos na colheitc do trabalho permanente. • l / Quem planta colhe, quem planta certo, colhe ainda mais, assim é o povo jardinense· 1 p•antou numa terra !értil e boje colhe os ~ J tos de seu trabalho. ' Que a paz, a tranqUilidade e a harmonia sejam constantes, :para que Possamos, todos ' Juntos, lev:3r a cada lar o progresso a jusUça e o cres=ento. ', • Parabéns povo Jardinense, por mais este aruversárJo, marco de ~eu progt-esso. José Rosalvo fraga dos Santos PREFEITC lIlJNICIPAL DE Gl:'" LOPES DA L.GW<iA.. · "-~ I ·----- ----------------------~-- .... ---- -· __ ..., .... .._...., -;";11i,i;;TÍ"~DII~ L 2E!.!!!!...-.Z - --- • Parabens Antonio João MEHSAGEM .... .Ç( se @::zoai. 1 O hlstõrko munlc!plo do Antonio JoJo tonmnorn hoje o c<,u nnlvcr.ilirlo. Ne:itn oportunldntlo porobcnlzomo:i o scnh0r }lrefolto municipal, Jo1io Freire de Ollvcir:i; os vcrcndcrc:. l• o povo nntonlojunncn::c, renovando 03 no:sos Ideais dl'! ruba lho e pnrtlclpnç:io, Estnmo:i ~cmprc Junt.o& com voe0, !~to lm pllcn (.m parllclp::irmfctl nmc>1t,. d" vtd, comunltM!:i, lu a::clo ombro ;i ombro rrm e~ filhM eh terr,11 e cem outros bra«!!Iros ae colheram este torro para viver com sus fam[iis, lo poderíamoz ficar alhelos nos ent'mntos da comun!- cbdc, Í!J corr.cn:orr,çõcs dos poderes coruútuldos. Queremos expressar a comunidade jardinense a nossa ale- gria e felicidade por estarmos Juntos a comemorar a clatn magna desta terra que amamos. Ao povo jardinenze, oxcrnpJo de comunidade ordc-lrn e trn• 1;:ilhadora, og no;~os cumprimeutcs. Vornos continuar juntos. Vamos, juntos; cont!nunr a fmpulslonnr o desenvolvimento de Jnrdlm. Parabéns Jardim! Pnr~bêns Povo JardlnPn•el Dr. F,ERNANDO DF. FRErrAS e Y."nrnílla. ÂLFl:tEDO JORGE RTBAS (Tum) Vereador L'UIZ AFO S0 S. nIJ3AS Verendor, IC Annhla Duque de Caxias, 760 Altos - CitECI • Nº 193 VENDE CA::.'i NA VILA A. 'GELICA - Madeira e alvenaria na rua OUANABARÂ de csquina cru 0mg de área construida • C.'.SA·TRANSFER'8NC1A - No conjunto da· COHAB; com· 3 quartos, saio., cozinha e tr.nhelro, toda carpett.dn o !orrnda. CASIS -- Cinco Casas semi construida em alvenaria, locnl prevlleg!ndo, com 3 qunr- • os, sa:.:i, cozinha o banheiro. cHACARI - 1 (Uma) Chácara com 3,5 ha no perlmetro urbano, toda cercada e for mada. FAZENDA - Com 488 ha, rica em água, pista de pouso, piscina, sede e casa de capataz com todos os melhoramentos indispensáveis. . 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Sarviço Qu:illiicndo - Responsfivel e Técnico Atende todos os Munitplos da Redão ln!ormnções: Fone 439-1258 • fEscrlt6rlo) e 489-1057 (Resldênéla) Ruo Culnbã, 180 (Escrlt6rio) BELA VISTA :Rua General Ozro, 1281 (Residência} MATO GROSSO DO 'SUL : ru~•:bom suvidÕr nada·teme no prasente, orzuIha-se do passado e·eolifla cegaÍnenfeno - ":'"7'i ~ g t ·~ a 0 o ii E $ ~~ #%g a ~ +S ~si } .i r ifl 5± t> "»; :5' Cc.mp:-o e- 'J enda CI • em •EMPRESA DO GRUPO ERlIEL!NDO l'tlARTINHO GOJIES" Especíal Soja, Arroz ARMAZEM -- GRANELEIRO CAPACIDADE 12 MIL TONELADAS - SECADOR PARA!O MIL SACAS 1UA.-DUOUE DE CAXtAS S/N GUIA LOPES DA LAGUNA - URDIM e Milho -----~~ _______________ ,,.,_ , TA ________ __..------~------------------------------,......_, COMF.ÇO DE CONVERSA Malo-por tradlço o ms dts nlvs-ms de mapa, beleza e ncantmnto, Aper de tudo qutnto j ± dlctlu c debateu rpel to da ln:,lltulçílo do cn~orncnto, 11elho Intel nnclonnl. . COPA MOHENi • Aconteceu cm Guln Lcpcs n VI Copa Mo reno de Futebol cio S,llio, multo. r.rnte esteve l para presttplr n nos·a c!dnade vizinha. Eetiveram rresente na ncnslío vmo, sr, l'rcfcl1o de Nonaue. Fmo, Sr. Prof'to de Ir dim, Tmo, Sr. Prfelto de Guln Lopes da La gunn. Boquclrto, Qucbrn-Cõco, Nloaque e Ma- rncnjú. tTMI CP.tTTr.l .Tâ que .Tardlrn ntrnvés de um dl~trlto representá-la <;_om umn outra equipe de futebol nos JoJ!o~. serln v6.1ldo que cssn mesma equlpe fosse composta de ntlclns com condições de j0ros. Com cxccçllo de alguns Jogadores os demais nllo tinham ncmhuma condlcllo t6cnlca que pu tlessc reprcsentnr nossn cidade. :t uma pena, pois Jnrdim conta com exce lentes jogadores que poderiam representa-ln }'orquc nllo nprove!ti.-los? ANIVFJ!SiRl/NDO.~ D1a 05/0~ aniversariou o Exmo. Sr. Prefel lo de Jnrdlm o rn11cr,helro .To•/, Vicente de Snnctls PlrM. A 1° Dnma da cidade recebeu lnumeros convidados com um belsslmo jantar Anotamos n presencna do Emo. Sr. Ju!z de Di reito Otto Bltteneourt a Sra.; Secretário de Saú de Dr. Wlbur e Srn. Exmo Sr. Promotor Jo s6 Carlos e Srn. o engenheiro Agrônomo Wer- neck e Sra. Também presentes no jantar o engenheiro civil José Vicente de Snnctls Pires Júnior e Sra.; Edimllson Escobar e Sra. Pérlc1es e Sra., entre outros co1unávels. Um destaque para o Sr. Ennelindo e a ve readora Liney, Elrnar e pro[essora Rita, Godoy e Sra. Sr. Aldo e Sra. Ernnndo e Srn. gerente do Banco Itnú Gilberto e Sra. Uma festa de brilho e be eza. -Dia 09/05 - Walter Gomes, aniversariou os nossos cumprimentos fellcldndes. .. , ... No pr6xlmo dia 14/05 6 o aniversário da emancipação de nosso Mu nicípio, vamos esperar os acontecimentos e na pr61drna edtção traremos novidodes sobre as comemornçôcs. ~ tão misterioso a país das lAgrlmas. .. (Exupéry). Um beljo e até mats Cusnl Edmllson Escobar e esposa, figuras constantes na sociedade Jardinense. Doco Vld11 Dicas de Cinema, Discos, Show; Moda, Li vros, Cinema - 'Star 80" • com Marie Hemlngway, Erlc Roberts. Cll!! Robertson, Corrol Baker conta o triste e verdntlelra história de Dorothy, Stra tten, urna modelo da revista Ploy Boy e Stalet de cinema que foi, nssaslnndo' nos 19 nnos por 5eu marido dumento, Paul Snyder, Disco • ''Noel Rosa Inédito e desconhecido'' • as 14 faixas deste disco resultaram de umn pesqui s de 2 historiadores, Jollo M6.xlmo e Carlos Dltllcr. Vale a pena ouvir. Show - Há !ndlces de que o cantor norte-runerl cnno Michael Jackson, é o maior fenômeno mu sical dos anos 80, cm 27 rnl1hõcs de discos vendidos no mundo Inteiro, cm breve pisará o.s palcos brasileiros mcdina, o mesmo que trou xe 2 vezes para cá Frank Sinatra. Livros - Delicie-se. com a leitura de dois livros es critos. por Muliteres, em duns épocas comple tornentc diferentes e de gênero diversos um romance de colett.e (A igênua Libertina) de Hl05, é mais recente ensaio da brilhante Mari lena Chnu{ (Repressão sexual nossa (des) co nhecida). vm c dcontra!do, bate de bluss flzados e amplas jaquetas, de inspiração mrcdmen te rorte mrican, com randes e coloridas lllodn - A moda outonQ/lnverno não se resume a penas à sobriedade da linlta oriental e as cores cm tons pastel. Ela tem também seu estilo, jo- .tampas e Era:Ses que imitam cs de escolas que compõem a chamada cu!ler;2: d·tintios 1d3ncia r:;TJQUF.TA A JlESi DICAS DE BAR E MESA Conhaque O destilado nobre e vcrs:1tll Aromn, cor e sabor inconfundiveis no cooo; e a n az de m o d I f I e a r rnpldnmcnt-! o 6::lbor de refe!çóes simples ou requintadas. COMO PEPET CONTAOUE O "Stok 4" tem como principal caracte rlstlca o "bououet" o para apreciá-lo o cooo Indicado 6 o tloo ballon. • • A base esférica deste clássico cono adapta eo h palma da mo da qu'va! receber o rnlfl, necessário para cxaltnr o aroma do destil,,do. O CONJH.QUE NA COZINHA "STllOf'.ONOFF" Ingredientes 1 Ka de filé mlrnon 1 Cebola grande 2 colher (sopa) de manteiga 1 lata de purê de tomate ?. co1hcr (sona) de catchp 1 cono grande de champlgnon 2 colher Cr.há) de mo1ho inglês Snl A rosto 1/2 cálice de conhaque "Stock 84" 1 1nta de creme de 1e!te MODO DE PREPARAR Frite a carne cortada em tirinhas on1 m cubos peauenos numa pane1n com m!nimo posslvel de óleo. Senare o caldo tormdo pela carne e dei• xe de 1ado. , À oart.e frite a cebo1a n:i manteiga e lunte a rame 14 frita, purê de tomate e o catchu o charnplgnon, o mo1ho inglês, o caldo ~ carne e o sal. Deixe cozinhar em fogo brando. Quando n carne estiver bem macia, coloaue o conha que. Tire do fogo e acrescente o creme de leite SPm o soro. Mexa suavemente para não talll!r. Sirva em segulda com arroz e batata palha. GENTE JOVElI No dln 05 pp. colheu mais umo rosa na v!-. da a garota Crlstfane Regina, para receber os amigos orj(anlzou uma agradavél reunião na sua residência. Deliciosos comes e bebes foram servidos aos convidados que compareceram pa ra cumprimentar a bonita Cristiane. 1TúTIA Gente jovem pintou por lá, destacando a. beleza da juventude Jardinense entre eles: De co, Clauder, Marilene; Genésio; Ademir; Elizé la Didlnho; Pelé; Mariva1da; Sr. Honorato e Esposn e muitos outros. NUM Bate papo muito descorÍra!do 05 garotões, Ademir; Deco e Clauder tomando aquela gela dinho e' marcando presença nas noites Jardi nenses. 1 AG 0 Cl 1'ã ( @ WMATE sl. T ff§ ° "A QUALIDADE -DE SUA VIDA DEPENDE DA QUAUDADE DAS. COISAS QUE VOCE PôENELA. • PANIFICADORA CONFEITARIA, LANCHONETE, AÇOUGUE LEITER • IA E VENDAS DE PRODUTOS VET.ERINARJOS POR ATACADO AVENIDA DUQUE DE · CAXIAS N 446 Secretário de Admínistração da Pre!eltura Municipal de Jardim, Ernanclo M.artins Barbo sa, uma da.s cabeças mals lúcidas de Jardim e "Pre!eiturávcl" nas próximas eleições. QUEM Estava muito triste na fosta é o garotáo ll.!O, vê se alegra mais um pouco amigão, tris- teza não faz bem a ninguém, alegria garoto, [ CASAL Marlene e Adão estão dia a dia m~ís apai, xonados. é isso ai jovens quando a gente gos ta a vida fica mais bonita, felicidades os pom bos. CURTINDO um novo amor a garota Suzete o Orlando estão curtindo uma paixão muito legal, v5o err: frcn• te Jovens. 1 DECO Tem alguém de olho em você, depois eu te falo numa conversinha no pé eh orelha, vamos ver até aonde vai a p:i.ixão da garota ... POIS E comenta-se na city que o goratão Mine com seu jipão anda fazendo sucesso, e que ele imita o Jhon Lenom, e tem uma garota apaixonada da um tempo que ela vai se revelar. MARIVALDA Muitos garotos de olho em você mas pelo que constatamos a preferência é pelo gn.roto bem deixa pra lá e irso gatinha vamos sconte cer . :itARILZA curtindo uma tremenda fossa por causa do... Que ó isso menina? Animo e curta a vida aue é tão bela e borita, da um sorriso aue vo- cê fica mis bonita. • - REGISTRO ESPECIAL 4 . i . ~ «.{é::± ""'d• .,,.___,._.,.:,,;...,_1:,..l...,( Ao casal Palo Plentin o Sue' mpre muito bem acompanhado pela sua arta que e uma mrca fi!h do nosso ariro Or'ndo da C:-.sn d,,s Máquinas, um chciro co c:i_salrinl:o simpático que acontece nas noiie; Jardinel'..ses. Até a próxima pessoal , " "oi te so o Iln.ln c6Mí6 JXnbtffi!Jsf ------------.._--------------------~------------------------------- , INDICIDOR PROF ISSIONIL ADVOCACIA E:;orttórlo: Av Rio Drnnco 187 • F'on0 305 DR. ANTONIO F. DO NASCIMENTO ADVOOADO CIC 000.474.301.00 -- OA-MS 2800 Causas Cível, Criminais, questo do TerrS, DIrelto do Fnmllln e Trabalhistn. Ieldêneln: Av Hlo Ir:co 193 19280 .- Porto Murtlnho, Mto G, do Sul -------------------- IVAN AFONO DA COSTA MARQUES Advogndo Causns Civeis e Criminais InvontárloR, Dcsqulles, Dlvórolos o LegnllznQilo de Torrns E!lorlt.: Rua Antonio Maria Coolho, 428 Fono: 430-1305 Res!d@nela: Rua Culabd 408 BELA VISTA M8 EBCRITõRIO JURtuxco NELSON CHAGAS Advogado Cousas Trabalhlsta, Comercial, Crlmlnal, Cível (problemas-fa.mll.ln) Terras,· Inventá.rios, Cobrnnçns, oto. Rua Dr Ary Coelho de Oliveira ,680 Fone: 2121 - JARDIM MS, DR. JOEI.SON MARTINEZ PEIXOTO Advogado ESCrtóro: Run 1 de Mlo, 37 JARDIM - MATO GROSSO DO SUL DR, ITAlIAR DA SILVA OUTRA ADVOGADO OAB-MS 2.509.CPF 187.610.030-34 General Osório, 825 Res, Rua Gula Lopes n° 458 Fone (067) 439-1272 Bela Vista - Mato Grosso do Sul DR. JOSt ATANASIO NETO Advogado OAB - MS -- 1579 Avenida Duque do Caxlas, 780 Cal Postal 31 --- JARDIM MS DR. FJORI MURANO MédJco Clinlca de Senhoras e Crlanças Operador CRM 352 - Fano: 439-1264 CPF: 003820351. Rua 15 de Novembro, 75 DELA VISTA MS CIInlea Popular: das 7 Ma 11 horaa ESCRITORIO DE ADVOCACIA DR. PEDRO JOSE PALMIERI Legal!zço de Terras, Inventários e Causas CrimJna.lB (Jurt) Rua 1!1 de Novembro, 160 Fano: 430-1132 - BELA VISTA ,;.... MS. KLEBER LOURE11t0 MEDEIROS Advogado causas Civeis: Torras - Dlvórcloa - InventJrlos. Criminais Trabalhistas Rua Corone 1Cam!s1o, 174 - Ao lado do Cnrtórlo do Dr. AveUno - Bela Vista MS Advogado MANOEL RODRIGUES NEGRAO Av. Duquo de Cn.--das, 788 Jardim 1 ssime cio Jamais e age o de duas assinaturas preço PARA NOS DA REDE BELA VISTENSE DE JORNAIS, O OBJETIVO PRINCIPAL E ' ES NOS lIUNICt:PIOS DA REGIAO. QUE O POVO ATINGIR O MAXIMO DE LEITOR VISA SOBRETUDO ATINGIR TODOS OS SEJA BEM INFORMADO, O NOSSO LEMA, • • . LARES FRONTEIRIÇOS E DO SUDOESTE. PREENCHA O CUl'()ll ABAIXO E RECEBA EM SUA CASA OS JORNAIS: NTEIRA CORREIO JARDINENSE, JORNAL DE BONITO, TRI TRmUNA DA FRNSOE. JORNAL DE ANTONIO JOAO e dentro em breve O LAGUNENSE, BUNA lIURTINHE que voltar s cir"";', PARA OS MESES DE MAIO E JUNHO - NOSSA META E PROltoÇ, V AM 1 ATINGIR lIIL ASSINANTES. PARTICIPE. ASSINATURA ANUAL 1 Pagamento: r$ 25.000,00 (vinte c cinco mil cruz1r") ----- Em 2 pagamentos: Cr$ 30.000,00 (trinta mil cruzeiros A Fedi Blavistense de Jonuús procure o nosso escritório em SUllo d- Anexe cheque a e e ca • dade ou fale com o (a) nosso representante. NOME .... ··················•·••·••••••••••• •••. ........ ·: . ENDEREÇO .............................•••••• CIDADE .......................••.•••••• •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• ASSINATURA ' .... ···········•·••••••••••••••••••••• ·······•·•••••••••••••••••••• . CJ HIS SENH O povoado de Mato Grso do Sl, ou se-. /a a região Sul do znttgo Mato Groo, pra! camnte teve Jniclo com o alvorecer do tegun do quartel do século 19, com a chegada das fa m!lias procedentes de MInts Gerais, São Pau. lo e Rlo Grande, Até entlo, apnas a íincola desfrutava da beliss{ma região delimitada pe las correntes de água, denominada Aporé, Pa raguy, Paraná e Taquri. PrJnclpolmente orJundus de o Estado mon tanhds foram chegando ao sertão desconheci do familias que procuravam um pedaço de ter ra, nté ent/io sem dono para erguerem um ran cho, cstabdcccrcm um lar e formarem roça. A luta desses p!onelrcs quase sempre acompa nhados de esposas nlo menos valentes, foi de uma rudeza que chegavam os raJns do inacrc. dJtnvcl, vencendo an!mals bravios e lutando contra tribos Indgenas que campeavam pelos planaltos e pelas bolxodas. A história da conqulsta da região esta cheio de lances de bravuras e de sacrifíclas quosc sobre, humanos, r.fio se falando na guer ra com povos vizinhos, como paraguaios, que tentavam assenhorar-se da terra. Dentro os mais bravos povoadores sobres ~alrom os nomes de nlgumns mulheres como o de D, Senhorinha, por duas vezes levada ca tlva poro além da !ronleJra, onde os aguos do Apn, o onllgo Perny dos lndios separam dois Palses. Foi assim a história destn maratona Jn!ellz que, as crônlcns do passado relatam: No ano de 1835, na cidade? de Franca Esta do de São Paulo, residia uma !omflla da qual era chefe Antonio Gonçalves Barbosa, em cu jas velas corria snngue Portugues por parte de pai, é Alemão por parte de mãe. Casado em segundas nópclas com Maria Vitória de Je sus, e está lhe deu dez filhos. Antonlo era oriundo de Sabará, MInas Gerais, furriel guar da do ouro da coroa. Entusfasmado com as des crições que lhe fazia o genro Gabriel Francls eo Lopes, resolveu deixar a vida pacata que ]e. vva n Franca do imperador, e rumar para o oeste, cm busca dos terras do atual Mato Gros so do Sul, De Franca, Antonio rumou com a familia para Ararltaguaba, depois chamado Porto Fe l!:!:, de onde, pelo Tietê desce para o Paraná, em .cujas águas navegou com seus ba telões, que o conduziam com os filhos, os gen ros Gabriel Francisco Lopes e Tomás Ferreira de Melo, além de 18 escravos, subiu o Monici Atual Rio Ivinhelma, atingindo regiões de mag ni!Jcas pastagens, conhecida por campos do Erê, que integra a íamosa Vacaria. No local que denominou Boa Vista, Antonio Gonçalves Barbosa estabeleceu a sua "posse". O genro Gabriel Francisco Lopes era casado com Rafoela Senhorinha, que mais tarde se transformaria em Heroína, ao ser atingida pe la sanha dos pa.raguaios do ditador Solano López. Foi, tempos depois, Instalar-se em mo rada própria, nas proximidades das nascentes do Apa, a cujo posse deu o nome de Monjol! nho. Gabriel, vítima da vingança de dois ex-es cravos de seu pai, morreu, deixando viúva D. Senhorinha, ainda relativamente jovem e de aparência agradável aos olhos dos homens a foitos às agruras e privnc;ões dos sertões. Carlos Antonio Lopez, ditador paraguaio, indignado com a audácia dos Brasilei.rs que haviam fincado raizes em terras que conside rava como pertencentes ao seu país, organizou patrulhas que vasculhavam, destruindo ben feitorias, prendendo aos Brasileiros considera dos invasores, levando-os para o Pa.raguai Uma dessas patrulhas dirigiu-se para as cabe ceiras do Apa, na esperança de fazer prisicnei ro a Gabriel Francisco Lopes, isto a 18 de Ou tubro de 184.9. Como este havia morrido há dias lá vivia, em companhia de três filhos menores, cm um retiro da posse, a viúva D. Senhorinha, mulher de alma forte, verdadeira maratona, em cujas veias corria sangue de pioneira. de bandeir::mte. A fim de se certifica.rem da morte de Gabriel, os paraguaios pro.fanaram a sua se pultura e n/ respeitando a dor ainda bem viva de "La Viuda", como passariam a chama-lá, der mi vo as eus in: tintos b tais n rt p:Cpr'a viva. Conduzidos prioneirs pra o Paruai, a vida d Gabrl, us três fi !hos menor, um cunhado e catres trileiros ó frn hbtdos mais tarde por inter rn cia diplomnitica Ao vol'ar ao solo d. Ptr'a ainda traumatizada peles horrores que sofre ra, Senhorirha prccura mpro l mbra «mira de u cunhado J: Francisco Lopes, com o qual ccrvola núpcias, na esperança d reconstruir o perdido lar, o no ido deno. mindo Etancia Jardim, beira do Ni09a1e. Lonpe porém, estava de onhr cm a tem. pestade que ainda desabaria olre os seus om bros, 15 anos depo!s. Em 18C4, um novo ditador, Francico Sol-, no Lopez, filho do anterior, cmbnirdo r,clo ~r-, nho de vir a ser senhor de um grande país, manda tropas aguerridas invadirem o solo Bra. Eileiro, Mato Grosso, praticamente desguarne cldo, cal presa !ácll nas milos dos lnvo~orc3, q/ o tudo arrasam. Senhorinha novamente é a prlsJonodo e levada com os flhos para o Para guai, onde no lado de várics dezenas de patri clos, é Internado como prisioneira do gucrro, O esposo José Frnncfsco, ausente cm Jíirancb., escapa de ser nprislonndo. Prisioneira Senho, rinha permanece. por quase cinco anos, sofrcn, do ns eonsequênclas da guerra, até que as cla rinadas da vitória em 1370, se fizeram ouvir cem a derrota total dos GuaranJs de Solano Lopez. Voltnndo no Br2síl, ao transpor a Frcnte! ra da Ptria Senhorinha terá conhecJmenlo de q/ está novamer.te viúva, pois o seu esposo José Francisco Lopez, tombara vftlma da cólera morbus que ceifam a vida de inúmeros Brasi leiros durante a Famosa Retirada da Lagu. na. José Francisco tornara • se figura lendá ria daqueles horriveis dias. A sua lembrança, porém permanecerá lndel'.?vel nas pá~as da hJstória do Brasfl com o nome de Guia Lopes. Hoje, Mnto Grosso do Sul, quando se pro• nunclam os nomes de Campos de Erê, monjol! nho, Retiro e Jardim, o nome de D. Senhorinha Rafaela Senhorinha. llaría da ConceJção Bar bosa se alteia sobre as campinas verdejantes do Rlncão Matogrossês que foram banha das eom o suor e as lágrimas dessa mulher que e tornou heroína ao procurar construir, por mais uma vez, o seu la.r em terras que semore ·eonheceu e amou como de sua grande Pá tria - o Brasil. Sobre a sua figura, escreveram poetas: "Quando arrastadas fosse às garras d:, inimi go. cl:,mastc a toda gente o teu gemido vo. Ai! se as mãos do terror não te deram castigo a, mais do que a tortura, a dor da humilhação! Teu esposo, busca por te salvar, o abrigo. cm pelejas sem contas, e a desesperação foi encontrar por fim, como doido mendigo que CJJ1 soluços roesse cnvc11enado pão. Eras a Pátria mesma. Em convulsh·a fala jungida à escravidão, ias lembrando o mundo que a prece tudo vale, em todos os exilios. Nem Niobc da lenda a teu destino iguala. No temeste o pavor do cativeiro imndo mos chorastes o Brasil no S:ingue de teus filhos. Essa, figura suave, o encanto puro e doce que dera ao sertaneio um mundo de venturas e fervorosos mor à Pátria Brasileira. Segunda vez tomdna em vioJent.o rapto pela vileza humana, exilio pavoroso " com vários filhos seus, a míser sofria, Ilelena foi, na lendo, a soberano excelsa mante requstada às ambiçGes dos reis, que postentosa lute em raiva suscitaram. Mas Senhorinha não. Não foi 5mis rinha, nem pelustrou da corte a humilhação suprema: Horror de ser l'SC1'll'V3 (Do livro: Hist6rias da Terra Matogros sense, do Professor J, Barbosa Rodrigues). --- ----------;- -------------------------. ICIPIL DE «f "9 s O Poder Li'ativo do Jardim n oportunldade do ttejo lu!vos Fundação da Cid- de, rende m!a Junta hmcnsgens os homns que portllhram com toma de esforços para tornar c!idade o que hojo rprcnta o muni.p.o. .hrcl!m 1.:i dr~t..ca o t.mbito c.adual, pla sua forc realizadora, quer e!n no cam po cducclenl como na produtividade. A cornun! thd convive ema m.biente d paz e har mola, visndo o aprimorsmnto do :eu desnvc!'vimcento síclocnô:nico. A CAmar Munp 1 d Jsrdim, pela ±s Ma Diretora e membros Vereadores, preta p Is justs: e sincera congrtula;ex pela Data de Fundação de Iardim. . o povo a quem devemos rpelto e cars!deraçio, a certza da impyc!!dde n condvço do noso dever a r cumprido. SlllV(l Jnr(lltn na natr de bua Funtlnçcro Verendor Jo Carlos Medeiros Rocha - l"rcddrnte - l'DS Vcrcndorn J,lncl do Vnlc Gomes - Vicc•l'resldente - PDS Vct·cador Romunldo Urlto cio lI!randa - Secrct:rlo - PllDB Vcrcndor Alrrcdo Jorge Slquclrn ntba.., - 2° Sccrctúrio Vcrendor Josó I•'rantlsco dr Silva Filho - PDS Vereador Luiz Afonso Siqueira Ribas - PDS Vcreudor Josó Destctanl - PDS Vereador Josó Atnncslo Neto - PMDB Vereador Cntl!os lldrclo Monteiro Sã - PMDll ~==•AAAA~c=~----------------------------• Parabéns ·•.• ·1 ' j ' 1 1 =-:. . 2%' i 1 ' T J ard . 1 m Homenageamos a comunidade jardinense pela passagem de seu 38? Aniversárlo de cman cipação polltlca ndmlnlstratlva, gratLC!cados cm contribuir de rnunelra dcclslvu para o pro• gresso da cidade. h Visamos, como todos os jardinenses, um crescimento harmonioso, trubalho paru todos, justiça, talvez ai esteja o "milagre" de Jardim ser o que é hoje: seus filhos visam a comunl• dadc como um todo. Parabéns Jardim. Pltl'a• béns a todas as autoridades e no povo em ge ral. um espírito otim!ta para e trabalhar cada vez mnis e melhor cm benefício da comun!- dde. Parabéns JardJm E ( Porto Murtnho) Hoje, quando Jardim comemora mais um aniversário de administração polltica-adminis trativa, cumprimentamos seu povo ordeiro e trabalhador, que sem medir esforços, foz desta a mulor cidade da regiüo. Que a ulegrla de hoje seja companheiro. constmte dos dinfunico:; munícipes, sempre volt.o.dos paru o progresso ~em lronteirus desl:! Jardim, terra de homens ilustres. . .'.l -·· ______ ., (Presidente da Cümnara Municipal de Antonio João) Jardim cresce majestosa e servindo de exemplo tis demais cidades da região. São ape l nas 38 anos de vida, mas muitos e muitos anos de história. O munJc!p!o já conquistou há tempos e, i seu lugar ao sol, mas continua na senda de progresso e da evo:ução. Faz parte do Jn.rdinen 1 se ACREDITAR e acreditando CONSTRóI. ! Que neste dia todos se cumprimentem, afinal ANIVERSARIO E NOSSO, é de nossa I CID,ADE. Parabéns Jardim DD@ 1J) m EME7 0 tb9 + 1 : i j 1 pas e a preencher espaços. Nesta etapa importante da vida nacional d I quanto o povo brasileiro c'~-- .a.ua por ELEIÇO... ES DIR.El'AS Já, o povo de Jardim, vibrante, politizado ti . • . e avo, também P:trticipa da luUJ..1· Nessas conquistas, desafios e anseios, são a seiva que nos leva adi 1ante a conquistar eta- Nesta data, maior do munlcipio, o nosso t gn o e o nosso ciamor· A L""' • ·UTA CONTINUA Parabéns Jardim Dr. Joelson Martinez Peixoto --------------------- 5IM, 10001515Ri ;,:;-;;~...;.. .. .....,...,..... _ - ENVIA.DO no Dep014 de do!s nos de d!3uses Interns no timhlto do Oovr:.mo, o Pres!dento Jo F que!redo cnv/ou dla T pp no Congresso Na0lo nl o Pro]eto do Estatuto dn MIcrempresa proposto pelo Ex-Ministro Ucllo Dcltrlto. Na mensagem cnvlda no Congreso, o Pre+!dente defino o Estatuto como um dos Ins trumtntos do programa de dcsburocratlzaçilo e tltn como seu J>rinclpnl objetivo "fortalecer +lstem de llvre empress, favorecendo em presa pequena e mdla", De ncordo com n mensarem, o wlstem de llvre empresn "nlo pode prescindir de mlcro empresa, pols ela é matriz do próprlo lstema, lém de constitu lr-e em Importante fonte do ocupação de mlo dr obr", CONGRESSO 08 J>ONTO~ l'R1NCIPAIS 1) DEFINIÇ/lO PEU. JtECEITA BJtUTA A dcflnlçlo de mlcroompresa i;crá feito em t11nçll.o ele i;un rccoltn brutn. Para os UM da leglslaço federal, será conslderdn micro ompresn n firma lnclvldunl ou pessoa jurfdlcn rajn recelln brut.n não exccdor dez mil ORTNs (ntunlmente ClrS 111.45 milhões), cnculnda em Jnne!ro de cada oxercfclo. Os Estados e munl clplos, pnrn fins do Isenção do ICM e do ISS, dlmenslonnrllo su4s microempresas levnndo em conta as cnrncterlsl!cas regionais ou locais, obscrvndo o limite md.xlmo de dez mil ORTNs. Perderá o trntnmento !nvorecldo n m!creempro a que, durante dois nnos consecutivos, exce der o llm!to de renda bruta onual. i"I' ) CREDITO FICA MAIS SIMPI,E9 Ser!o nssogurodas hs mlcroemprosns con• dlções especialmente favorecidas nas operaçõ es com os bancos e Instituições financeiras. Nos empréstimos n serem concedidos por bancos oflcln!s, de vnlor até cinco mil ORTNs (Cr$ 55,72 milhõe.., hoje) n!o serão exlgldns gnran Uas lncompat!vels com o reduzido porte econô mico das microempresas. Nos empréstimos ofl clnls sor!l.o vedadas as cláusulas de reciprocida de, tais como n ex!gdncla do saldo-mddlo e dls pensndn a apresentação de projetos ou planos de apllcaçl!.o, bom como na comprovnco do cumprimento de· obrlgnções, Inclusive de no tureza fiscal, perante órgãos de admlnlstrnção p11bllca. 8) ISENCiO DE TRIDUTOS As microempresas estaro Isentas dos se guintes tributos, que Incidem diretamente so bre ns atividades produtivas: Imposto de Renda . Imposto sobre Produtos Industrlnllzados (!PI) Imposto sobre a Circulação de Mercadori as (!CM) _ Imposto sobre Operações Financelras (IOF) Imposto sobre Serviços do Transportes e ComunJcações (ISTR) Imposto tlnlco sobre Minerais (IUM) ' Taxas federais reln.clonad!u com o exerci tio do poder de noUc!n. ri 1 • • ! ' o Juex, tzccndentes ou descendentes prt!c!pem com ma!s d 6% do cap!tal de outra pessoa Jurtdta; V) Que real!ze operações relatlvas a: A) Importação de produtos estrangelrs, lvo e st!ver situada em área d.n Zona Fran cn de Manaus ou da Amazônia Oe!dental, n que e reterem os Dcretos Lels ns 200, de 28 de fevereiro de 1961, e 350, de 1 de gosto de 1068; D) Compra e venda, loteamento, lneo·rpora ção, loeo.çll.o, nelmln!Mlraç11o e construço de Imóveis; C) Armazenamento e depósito de produtos de terceiros; D) crimblo, seftllro e distribuição ele tltu· 103 e valores lmobilldrlos; E) Publicidade e propaganda; VI> Que preste serviços profissionais do môcllco, engenheiro, advogndo, dentista, veteri nário, economista, despachante e outros r.ervl• ços que se lhes possam assemelhar. Parágrafo lnlco: Não se o.plica o disposto no Inciso IV deste artigo se a receita bruta lobal das empresas Interligadas nl1o ultrap~ ar o llmlte fixado no artigo 2, Capitulo li Da dispensa de obrigações burocráticas. Art. 4º) Não se aplco.rlo tis mlcroempro sns ns exigências e obrigações de ntureza nd ministro.tiva decorrente d.o. legislação federo.!, resso.lvada., os estabelecidas nesta lei, e as de mais obrigações Inerentes no exerclclo do po der de policio, lnoluslvc ns referentes h me trologia legal. A tNTEGRA DO PROJETO ' Esta é a integra do texto do pro_leto do Estatuto da Microempresa, assinado pelo Pre sidente Jollo Figueiredo: Capitulo I . Do tratamento favorecido b. microempresa Art. 1°) A microempresa é asscpurado tr tamento dl!erenclado, slmp11rlcado e Iavore cido, nos c:unpos odmlnlstratlvo. tributArlo, llrevldench1rlo, trabalhista e creditlclo, de ocor do com o disposto nesta lei. Parágrafo único: O tratamento estabelecido nesta lei não exclui outros beneflctos que te nham sldo ou vierem a ser concedidos lls mi croempresas. Art. 2°) Consideram-se microempresas n.s Pessoas jurldlcas e os empresas ou !lrmns indl• Vldu;ils que tiverem receita bruta onunl Igual ou Inferior ao valor nominal de 10 mil Obrlgn i;ões Reajustáveis do Tesouro Nacional (ORT· Ns), tomando-se por referência o valor desses titulos no mês de janeiro do ano base. Parágro.fo 1) Para efeito da apuro.ção da receita bruta anual, será semnre considerado 0 período de 1° de janeiro a 31 de dezembro do ano-base. d Po.ráJml{o 2°) No primeiro ano de ativida- e, o limite da receita bruta será calculado Proporcionalmente no numero de meses decor ridos entre o mês da constituição da empresa e 31 de dezembro do mesmo ano. Art. 3°) Não se Inclui no regime desta lei a empresa: Il Constituida sob a forma de sociedade l,lOr ações; . II) Em que o titular ou sócio seja pessoa l11?1dica, ou ainda, pessoa tisica domlc!Uacla no exterior; Ili) Que participe do cnplla de outra pes Soa jurídica, ressalvados os investimentos pro venientes de incentivos !i.scals e(etuados antes ~ da vl!?êncla desta lei; lV) Cujo titular, sócios e respettlvos cOn- Capitulo III Do registro especial Art. 5º) O registro da microempresa no órgão do registro civil ou comercia competen te conforme o seu objeto, observo.rd :orocedl· mento esneclal, na forma deste capitulo. Art. 6º) Tratando-se de empresa .111 cons tltuldo., o registro será reo.Uzndo automatlcl mente, medlnnte simples comunicação, da quo.l constarão: I) O nome e ldenilllcn~llo da empresa ln dlvldua1 ou da pessoa jurldlca e de seus &6· cios; II) A lndlcoçllo do registro a.nterlor da empresa lndlvidual ou do arquivamento dos o.tos constitutivos da soclednade; III) A declnrncl'l.o do titular ou de todos os sócios de que o volume da receita bruta anual da empresa, não excedeu, no ano anterior. o limite fixado no Artigo 2 e de CJ.Ue n emnresa n!o se enquadra em qualquer das hipóteses de exclusão relacionadas no artigo 3. Art. 7º) Tratando-se de firma Individual ou sociedade mercantil em constituição, o registro sen felto na forma regulo.da pela Lei 6.939, de 9 de setembro de 1981, devendo o titular ou os sócios declo.mr que n receita bruta anual da empresa não excederá o limite flxndo no nrl 2 e que estn não se enquadra em qualquer das hipóteses de exclus!lo previstas no o.rtlgo 3. Art. 8°) Feito o registro, Independentemen te de alteração dos atos consUtutlvos. o micro empresa adotará, em seguida a SUi denomina ç0 ou firma, a exoressão "microempresa" ou o.brevladnmente, M.E. Parágrafo único: É privativo das micro empresas o uso das expressões de que trata este nrtigo. Art. 9°) A empresa que, a qualquer tempo, deixar de preencher os requisitos fl.xndos nesta lei para o seu enquadramento como microem presa deverá comunicar o fo.to ao órgão com petente para o cancelamento de seu registro, no pro.zo de 30 dias contados da respectiva ocorrência. Art. 10º) Os requerimentos e comunlcnções previstos neste capitulo poderão ser feitos pela via posta1. - . 1 ESTITUTO o M!CROE CapUulo IV Do rPl!'lme fü:ciil Art. 11) A microempresa fica Isenta dos seguintes tributos: • T) Imposto sobre a rendn e proventos de qualouer natureza; • II) Imposto sobre operações de crédlto, cAmbio e seguros 011 relativas a tltulos ou va lores imoblliários; III) Imnosto sobre serviços de transporte e comunlca(;ões; ' IV) Imnosto sobre a extração. a circu1a c.'lo, a cllstribulção ou o consumo de minerals do pais; V) Trocas federais vinculadas exclusiva mente ao cxerc!cio do noder de polfcln, com xco d Taxa Rodoviária Única e dos con troles metroló,::lcos. V1) Trums e emolumentos remuneratórios do registro referido nos artigos 6 e 7. P:lr:1gmfo 1 °: Niio se aplica o disposto nes tn artlcto qunnch n microempresa for respon sável pelo recolhimento de tributos devidos por terceiros. Parágrafo 2º: As taxas e emolumentos re- ' munerztdris do reristro da mic:zoem:preza no podro exceder o valor rminl de 2 (duas) OrimAç ReJustve!s do Teouro Nc!onal (ORTN). Ar 12: O POd: ErCutO re!'n:d os produtos cu]a fabricação e] re!l7ia h! tua]mente por m!crompremas, atribuindo-'hs o h!lquob zero do Imposto bre Prdts Industrial!z±dos, a fIr de eliminar os encargos relat!vos ao pamnto doso tributo. Art, 13: As m!crompresas que de!arem de preencher s cnd!cds para teu enaudra mento no rerime desta le! tlcaro rufe!tas o pngnmento dos trlbutos Inc!dentes sobre o va ler eln receita que exceder o Jlmlt.a fixado no Art. 2, bem como sobre os fatos perdores que vierem n ocorrer npós o fato ou situação que tiver mot!vndo o dcscnquaelrnmcnlo. Art. 14ª) A lsenc/lo referida no nrt 11 ohrnnge n dhnen.sn do cumprlmento ele obri maces tributárlas cssdr!s, salvo ns expres Mamente previstas nos art!os 15, 16 0 7. Par1grato hntco: A dispensa prevista nes te rtlo plica-se também hs mlcromrems contribuintes do IPI oue promovam exclu~lv:i mente safdas de produtos isentos ou sujeitos no regime de alfquoln zero. Art. 15º) O cndnstrom<'nlo fücnl da. micro empresa será !eito de oficio, mcdlnnto inter comunlcaç!lo entre o órg:io do registro civil ou comercial e os órgãos cadastral.s competen tes. Art. 16º) A microempresa está dispensada da escrlturocllo cont.ábll e fiscal, ficando obr1- t?nda exclusivamente a manter nrqulvnda e documentaçfio relativa aos atos negociais que praticar 011 em que Intervir. Art. 17°) Os documentos fiscais emitidos pelas mlcroempresa.s obedecerão a modelo slm pU!Jcado, aprovado em regulamento, que ser- vir pra todos os tio., previstos na legt.saçll.o tributária. Capitulo V Do rel!lme nrevidencfárlo e Trabalhist'l. Art, 1°) FYcam asceurados aos titulares e sócios das microempresas, bem como a seus emnre~os, todos os direitos nrevl.!tos no le Jrlslação prcvldenc1!1rl.a e trabalhista, observa do o disposto neste capftulo. Art. 19°)" O Põder Executivo poderá esta belecer procedlmentos simplificados aue fa cllltem o cumprimento da legislaco trabalhis ta e prevldench1rla peo.s microempresas, as i;lm como ellmlnar exigências burocrdtlcas e obrl1?t1Cõe.~ assessórias que, mesmo previstas nn legislaco em vigor, selam incompatíveis com o tratamento dl!erencla.do e simputlco.do previsto nPsta lei. Art, 20%) As microempresas e seus empre gados recolher!!.o o.s contrlbulcões destinadas ao custeio da previdência soc!a1 de acordo com o previsto na leglslo.çlo especifica, obrervado o sem.ilnte: I) A contribuição do mpregado serd cal culada pelo percentual minlmo; II) A contrlbulcão da microempresa pra custeio das prestacões nor acidente de trnl:faho será lgua1mente calculada pelo percentual mí nimo; III)" O ·recolhimento das contribuições de vidas nelas microempresas noderá ser efetua do enelobndnment.c, de .acordo com instituição do Ministério ela Previdência e Assistência So cial. Art 21°) As microempresas ficam dispen sadns de efetuar as notl!icações a aue se re ferem os parágrafos 2 e 3 do art. 139 da Con solldac-.;;o das Leis do Trabalho. Art 22°)O disposto no arl 19 não dlsoen sn a microempresa do cumprimento das seguln tes obrig-ações: • I) Efetuar -as nnotacões na Carteira. do Trabalho e Previdência Social· II) Anresentar a Relação Anuo.l de In!or mac/lP.s Sociais (RAIS); UI) Manter arquivado os documentos comnrobat6rlos dos dlreltos e obrigações tro- balhistas e previdenciários, especialmente fn- • 1hns de -pagamento, recibos de salário<: e re munerações. hem como comprovantes do do contos efetuados e recolhimentos das contri buições n oue se refere o o.rt. 20. Art. 23°) As microempresas estão ieits ao deposito para o Fundo de Garanti::, clo Tem po de Serviço (FGTS), na forma da lei. Canftulo VI 1o ano reitfc1o. Art, 2 4 9) As microempresas erí em radas condices especialmente favorecida nn condices especialmente favorecidas nas os rac-.oe! do porte, rym se condice.onará a concesso do cm:préstimo ot a libero is rersc< à et. nct de aldos médios a aprov ,ao de pro. fetos ou planos de ap!:cação cu, anda, à com provação do cumprimento de cbn, góe in. clus.ve fiscais, perante quaisquer ó.os ou cnt idades da &mini traço pub!ta, arara! 3€mete ao Cunho Mon tr.o Neclonsl ''sciplinar aplicação do dis posto n te urtigo, podendo aumentar o Em! te ficado no Farrfo 1. bem como estabele. cer as sançós aplicáveis nos usos de descem prlrr:, ::I?. Capitulo VII DA& pen.'!dar'es. A1t. 25) A pessoa Jurídca e firma Ind! vidul que, em observAncla dos requisitos desta lei, pleitear eu enquadramento ou e mantiver enquadrada como m!cromaresa, N: tará sujeita as seguintes consequências e pena I!dades: I) Cancelamento de ofício do eu registro como microempresa; II) Pagamento de todos os tributos con tribuições dcv!dos, como se isenção umn houvesse cxisido. acrescidos de juros mornt6• rios e correção monctrtrlo, eontrdos (lr ., data em que tais tributos ou contribu':;à ... 3 deveriam ter sido pagos até a data do eu efe tivo pagamento; III) Muito punitiva equivalente a: A) 200'.b do valor atulizdo do tributo devido, cm caso de dolo, !raudc ou slmulncfi,o e, especialmente, nos casos do falsidade das declarações 011 informações prestndas, por sl ou seus sócios, ns nutoridndes competentes; B) 50% do valor atualizado do trlbut.o devido. nos demais caso; IV) Pagamento em dobro dos encargos dos empréstimos obUdos com base nesta lei. Art. 26°) O titular ou sócio da microem• presa responderá solidária e lllmltndamento pelas consequências da ap'1cação do artigo 25, Clcando assim, lmpedldo de conslitu1r nova microempresa ou participar de outrn já exis tente, com os favores desta lei. , Art. 27°) A falsidade das declarações pres tadas para obtenç:í.o dos benefícios previstos nesta lei caracteriza o crime do artigo 29!1 do C6dlgo Penal, sem preju1z.o do seu enquadra• mento em outras figuras penais cabíveis. Capítulo VII - Disposições Gerais Art. 28°) O Poder Executivo regulament:i.r:1 a presente lei no prazo de G0 dias. Art. 29°) Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. Art. 30°) Revogam-se as dslposlções em contrário. -. CORREIO JARDI1''ENSE Fundado em 10/06/1976 • C.G. C.M.F. 15.513.203/0002 Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereírn Diretora-Adminístrativa: Maria - Estela Velasquez Pereira Dirccão e Redacão: Rua Ce'. ruvênclo s/n - Jardim MS CEP 79240 ASSr ATURAS Jardim (onual) Cr$ 7.000.00 Demais J.lunfciplos (anual)CrS 10.C000.00 Rrpre<errtomtr Nacional: FUTURA COMUNICACôES • SRN. Fitiel Paulo auricio. Salas 1113/1114/1115 - Teleto nes 22:!.1655 • 223.1660 - Braslla (DF). Filfado à ADJORI e ABRA.JORI Fundador e Diretor Resoonsivel: Ivaldo Pereira • • (JomalJst.."1. Pro!isslonal R.egl.stro MTPS n ° 140 • MT) "Os artigos assinados não t:rnduzem necessáriamente a opinião do Jornal Sua pubUcnç:ío obedece ao propósito de esti mular o debate dos problemas brRileiros e. principalmente o regbnal, os nossos problemas". "Impresso em Oficinas Próprias" 7@s Asas vazes Pa:a gc9 presrir 0s nossos impresses I) Qualldnde 2) Preço 3) Rapidez EI ao seu %8% rt; para todo! nós, nosa Irrl comemora ° no» wma 4fy P32,""7%p$, se iivii, ví represá m»is uma moro m onlvcrur!o. e umt« ata m 'nu caminhada desta grande ctdule. JnrD~ 'l Iznc Prnh·i Darbo~n - ccrc ,mo - • • i ! Grr~•tln """~~chio Gnlindo Pnssos - 2° Sccrc· J. ,' t' 1o- PMD ' P.·n10 de Llmn - PDS r•11.cu lk~ Sontos - PilDD Edison Vargas Grubert - PiIDB ...... •".· o. fi-t.:i. e ll (on; elo j rd'ncn ártc1, , .... f l o um dia de testas, nós d, FA· x o teu tnlve!r , !"' p 1 d J dim, cnm!anda, comem.Ia altos do continuarmos a lut, ... Qunn o n 1 • • ., ' o· so prop ... ' ld d ZENDA ESTANCIA NOVA, renovamos 0 7? estamos cons xuin o mn::i e .1 <•, r 1 0 rcn•o fel ice! to do nro;,rre:so jardinense, atina ,_ . r: l; ortdor de esperanças, l •'l"(fO •~· 'l J) <-•· 1 ~ • lld<! ao mals nu4 +"v ' • • Q ue c;idn jardincns.e, (lo mal:; hum J.a.m a eu lugar de destaque sr ue levará ar a "S f:tsténc', Te'cnlca Pr · t • º . Estru..,,_, Elé • • .. -º '. . •• ., OJe os ,.,. qultet rucos, ""Tal, 2trica de Baia Tensão e Hidráulica, Sanitária, Execução dos Projetos, Comércio Varej_!sla de Ma terra.is p? ra Constrnç-.ão. Malerío.:s Elftricos HidráulicOS e Ferragens, etc. Fabricaçao de Lajes e Muro;; Pré Moccbclos. Diversos Artefatos 'de Concreto. Avenid.3 Duque de Caxio.s, nº i99 JARDIM MS _________________________ _,,,,.,.._ __ ..,_-"' _ Continuar navegando 281_CORREIO_JARDINENSE_ANOVII_Nº281_07_05_1984 283_CORREIO_JARDINENSE_ANOVII_Nº283_18_05_1984 Voltar para a lista de itens