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GOCI ••• 
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' it r ir ia 7 
á 
S .. t l 
cr sei 
to do sua Ampresa. Registre a História de sua família. partic,~e dest 2 grande emproen­ 
dimonto editorial. Contaremos a História de Jardim. Seus primeiros moradores~ Suas conquis• 
tas. Seus anseios. Suas esperança partic:ipe. 
1 
9 
Q 
obrns executadas em sua arlmi:iistrnçilo. 
Trabalho Conjunto 
Segundo o !'refeito r.111111eipul. "j•i t&gt;Slá 
em p!Pno a11dam(·11to o trnb;dho conjunto 
cnm a Pn feitura ele Gui11 Lepes ,, 1 L ,­ 
guria. . coopt&gt;rnçilo SPrá mútua e os 
municípei; muito tprJo a IUPl'ul' com e,-ta 
união. Respeito e admiro o pleito do 
'ÍZinh &gt; mt:nicipio (Ro!,:aJ,·o Fraga S·1:1to,) 
qup na simplici'lade de seu e,pints 
O Prefeito municipal, FPrnando rle Frc&gt;i- 
' tas. informou à nos!'a reportagem que&gt; 
no íaal dPste tHIO serão iaiciudoQ os ser­ 
'iy s de asfaltnmen to d:: cidade. Disse 
o Prefeito: ··o proiPto para o asfaltamen­ 
to da cidade jn estó. e1i1 and&gt;imeuto o 
iudo inrlica que t remo- c0ndiçõe:- de ini­ 
&lt;·iar os trabalhos no finfll rlo 11110&quot;. Quan­ 
to ao: comeotá?·ios surgirloli úllimentc, n 
1·ei;peitu &lt;lo ena c1l!ldid tura 11 deputado 
&quot; taduol. o Prefeil foi cniegór·ieo· &quot;:--lilo 
ou c,rndidat&lt;• :1 nada, o que pretendo é 
ft1zer umn ho:i a.ste mês a Pl'!lft•itnra 
'funicipal inuugur::mi o.s Povas ic:;htla­ 
r ÕPS do fotudouro funieip:.d e !!U opor­ 
' :..nid.Lc,l!' otrrecer,i um lau(I) churrctsco 
: IH- com•i1i:.Flos. Com re:p'=itn n t•diçtlo 
•·-Nc:3] qu c:rculur' di 7 de S ·Lembro, 
orando de F eits e proutit'icou a 
ro]abora; com a mesma e aprovPilurá 
:, í'C "!:! 1 p· r:1 p!.lbli :1r um rvlnório de 
Estação e Tempo 
lnterpt&gt;ludo u respPilo da,; criIieas ú 
~u, ::1d111inistrnç.10. Ft-&gt;rni..i.ndo dé Freitas 
dis,-e: '':ku caro jornalistll, r e s p o 11 d Cl 
como Ro;_:e Fritz~ernld K"IHIPdy: l'ar,1 
. l(•(h:- Y:- cni"I'.~ hn uma t&gt;Slaçiio, e par1:1 
lodo o pr'ipósito debaix,1 do eéu há um 
t mp0: t· mpo ct,, nrf'1:er e tempo de 
mo:i er; tempo d,· colhei· e te rr, p o de 
plantar; tempo de t'e•·ir e tempo c!P curar; 
tempo rle ciestruir e tempo de con-truir; 
tempo de chorar e tempo do rfr; teillpc 
de St' .1fligir ê temp.:i de dançar; tempo 
de 11braçar e tempo de descança; tempo 
de guardar e terupo de jogar fora; tem. 
po de rasgar e tempo de remer.c!ar; terr~­ 
po de calttr e t•&gt;mpo ele falar .. . sim, caro 
joroulista. vamo::: dar tempo uo t moo 
que o próprio tt.-&gt;mpo e enC'arrt'gar.'.1 ele 
re ·pondr:r aos meus el'iiico:-. 
Coisa Noss 
Disse o prefeito que o nos u jorn.i I p ,r.,p 
contar com a . ua irrestrita colab ração, 
poi:-. •· o CorrPio ,fa:·rlinen 1' é coi:',1 
nos,;:::. Reconhecem.; suu luta p a r a 
-obr vivt.&gt;r inclepend nt d partido: &lt; u 
grup0. ·1. além do mais, um orgão de 
impr· n,;,1 ele·n e ciign1iicn u,t:n (;,ú 1dL ••. 
Fin liZ&#039;:lac&#039;o-o Prereitu rÇ_Q - _ firmou: 
&#039;&#039;Uma nova ora se ~proxima par os 
jardineu,;es. Vamo , friso novamente, 
uir Esforços em pról do 11-micipiCl&#039;&#039;. 
P TER D DE. 
Podt&quot;•-c l&#039;ll!!,1nnr parlt• do prno por todo o 
t·mpo, pole-se enganar todo povo por determina 
do tmp, ma 11,iu e pode H;.!311:Jr todo (&#039; fJOO 
por tudn tempo. Fazendo nossas a+ palras acima 
citadas d» grande e-tadi-ta arte Americano A­ 
l,r.i.n Lincon, qurrt·11t&lt;&#039;&quot;- ÍJ;er JU -tiea a quem: mere 
l&#039;•• porqtH· enrc:nd· 
la emat, ó:gão do Governo f,_ .. r.,dual. ] loje com 
ma alta do-e de cinismo, como que. querendo 
j11--tifh·ar ao pino de JJr&lt;li111 o .. eu frae.t•--,, &lt; .. de· 
&lt; rl·pita qualidade de admini-traidor, o prócere do 
~(l)l; d!&#039; Jarclin,. 11 Sr. l&#039;r&lt;·f,·ilo !,!uui&quot;iJld ,. •cu• 
... lclitn .... procuram torpemente aos quatro vento, 
ininuarem ao povo, rremn le- os mentores-mor, 
o p»ternos de tais realizações; quando na ·rda 
&#039;ti,•. njo fizerun1 outra roi ... a se1.ào. prc--parare111 ou 
participar do- coquetéi. de inaugurações das 
111.--ma. To&lt;lo. aqu,·lt&#039;• que acompanham a políti&lt;&#039;a 
de de-envolvimento e integração do Governo, 
•ah,·111 p,·rf,·irarnt&#039;ntt· •11a· 10,b. a, óbrJ, d.- infra 
c• .. frutur:t !!t•rJl irt1n no &quot;&#039;t&#039; u de, ido 1r-mJH1. de 
conformidade com a escala de prioridade- de ca­ 
da Estado ou programa· gionai-. E a luta para 
a vnempaçào dos serviços de: telefonia e enrergé­ 
tico de Jardim pdu - orgio específico- do Governo 
E-tarl11.d .-. h·rl~ral. rcrrwrHu dl&#039; h., n,ui(o !t&#039;IUP&quot;• 
e,&#039;é a comunhão de esforços de muitos homens 
clt· ht.•111 p::1n1 a n·ali1.u,·:.io do hl&#039;rn (&#039;Uíllllfll. :5e r.- ... 
cemo- lii-toria,; aqui toda n luta em prol do ,-on­ 
sr&#039;guimento deste- dois incomensuráveis benefí­ 
cio .. , g:a-tarbrno.:- ,aria-. ftilh:t~ de- papel: 11ãu 
obstante, vamo- citar aqui a- reivindicações de 
111.1ior rt·ll&#039;, u qut· 1.·orporifinuarn &lt;lt&#039;ri-i,omt&quot;nte 
e-ta- realizações para o presente. trtaremos a tr­ 
morà,d rt·t111it10 feita no iukio Ue l97.i rm Jar 
dim, com todos os Prefeito-, Câmara Municipais 
da região juntamente com a- autoridade- dos 
l&#039;•.-alõ,·-: F •· d •t&#039; r a l t&#039; E- &quot; d u a 1: a rei­ 
, indit·unjua• 
!.t de Jartl1111, (,t11a Lopes da La!!Ulla, frita quan• 
do cb ,inda em Jardim dos :ll'mbro;a •b Comi-­ 
aiio E•pt'ci,,I d,· Faixa clt' Fronteira,: u rei, indi­ 
cação conjunta feita quando da criação da A--o 
l'iaçã,, dos .luuicípio; &lt;lo ,&#039;udoc,!c de Mato Gro­ 
-o. emjo Prt·,idcntc t.l,·,t.1, o ,audo,o l&#039;rdci!o de 
~liranda Sr. Edegar Maidana: a- rein&lt;ernda- rei­ 
vindi,a,õc, :ipdo, e pt&#039;ditlu, fc:ito, &lt;:m aodiên­ 
cia, rom o- ::ir;. GoH,rnaclorcs: Dr Jo;~ Frn!!dli. 
Dr. Garcia Neto. Senadores e Depurados. pelos 
Prcfe,r,,, de Jardim que n111t,rcdcran1 o r. f&#039;er­ 
n.inrlo d,c Frciu,,. e, por toda, a,; autoridades con,­ 
tituidn-,  "C­ 
rador de energia e de que em breve a cenat én­ 
c.1111pari.1 ;,. ?"t'r i~·u dr ,--nergin clt:trlc-a de Jnrditu 
e Gaia l.up&lt;·,. E se mérito ,:ab,- indi,·i&lt;lurllmeme 
a alguém no desfecho desta decana luta, devemo­ 
tribati-lo ao 5r. Chefe da EH.3 e ao Deputado 
Huhl&#039;n /•;!&#039;ue,ro. CJUI! n1111to ,.-_ empeohurnm jun 
to ao Governo para a na efetivação. lo esere­ 
&#039;t#rrnu.- t.&#039;::tu prt:le-11:.--n paternidade, não queremo­ 
co111 !--o p.1r!t n6:- o... Iourns da , itórin, coruc, 
também, não queremo- que o conhecimento pi 
blico seja distorcido da verdade, &quot; os jubilo, du 
. .don:r CJiU;:i .1 quem Íl&#039;.! por mcn:cc:r, e nunca n 
preteneio-os. demagogos e pedantes políticas do 
_1 _D.B. Can~,. 1u ~k-~ , oltur:í no pr6-...i1110 ,. eu• 
clldou o CJd nabo rni. 
PREFEITUR 
0 deputado Argilao Dario 
(IIJH-1 &quot;) afirmou &#039;I II te e 
prefeituras de todo o pala 
enfrentaram trios problemas 
financeiro-·e económico m 
consequnci da falta de uma 
111tl11tlr a,nlin,;Jo dt 111•• clifi­ 
culdMlr,, oh o a . 
,un!o nün .- 111,lhot (r,nherido 
pelo foto d,· •IUP a• c..,,_.,1110, 
rel.Ão, na 111aiorin, .'!oh a dirc--çflo 
du 1{1.:A, •111e nl11 pecruit 
,u,, cli,ul::uçJo. 
(), , rncirnroto• do, 
n1ilitart·• con,:!titue-n1 uo mo­ 
mrnto um de-timulo o 
qut· J,rett·ndt"ru o("~uir a car .. 
rt"ira das arrua~. afirrn&lt;Ju o 
clq U(Jrl&quot; &#039;un.-. Leal (.HE:&#039;A 
H::,;, no defriodn ,, r.-aju,W• 
DH!nto du:- , encimt&quot;nto~ da 
Cra,,e. 
Ob,cnou que a ri· 
tuação se agrava quando o 
rnilitar vai para a re,ern1 f&quot; 
p•-•a n n·ceher weuos ~U n 
1/) por &lt;&quot;&lt;&#039;ll!O &lt;fUt: na nti,n. 
()uand,, !rarr• ferido de umn 
para outra c·idad&quot; - n ·re,cen­ 
ton nt&quot;rn Pcrupre o 1uilitar tem 
condiçõe1- ,Je h--vn.P coo,ig,, a 
familia. criando-,e problema• 
 
fazer desabrochar um Undidato oso (de Jardim, 
f claro).'' 
ME CJ 
SSIS IUTD 
i' 
ELET 
le 
1 e 
Dine ind; "/ó» poswuimos condições de rle­ 
er um candidato D)aqui, ão va111011 fu,cr o jo­ 
po de grupos, Outra coisa, se alguma liderança 
deve ser exercid no udoete, ta liderança De­ 
e partir de Jardim por sua privilegiada posição, 
Gostamos muito e admiramos o povo de Aqui­ 
duana, mas a bela cidade está mais ligada à 
Campo Grande rio que próprintoc111r, o udoete. 
J: iuo falo taubém no campo político". Falou ... 
Eativcmo·a em conlnlo com o jovem político 
Ernaudo ~lnr1in• llnrhosa, urcniun, moço intcli. 
gcntl' e que reúne rondi·&lt;°1e1 nmplas para um fu­ 
turo político promissor e o mesmo nos informou 
a respeito de prováveis candidatos da Arena a 
deputado estadual. Disse o Ernnnstrutura de nossa Urbe: , g u a e 
Luz. 
A Sanemat tem Btl esmera.do na co­ 
brança da taxa d'água, mas. água mes­ 
mo, que é bom, está mais difícil do que 
foljão preto em mesa de pobre, isto por 
que 08 pOÇOS artesianos (:1) núo !!St[o 
dando conta do recado. Abriratu·se mais 
dois e ninguem ficou sabendo se, lá em­ 
baixo, encontraram agua ou petróleo. 
A i!Jolução está na Clira: capt1.1.ç!i.o e 
tratamento rla águ11 do Rio iliranda. so­ 
lução que deixará contente, tambem, o 
Povo da GLL. A cidade cresceu muito e 
neus mananciais do precioso liquido co­ 
tinuam o ntesruo :lesde o tepo do Pre­ 
feito r. Iber é. 
Quanto à E:nergia elétrica, sabe-11e que 
n CE'.IAT ar;sumiu o '.'dispositivo". O 
''pelot0nse" (motor de luz, thmbém co. 
nbecido como o Vead!io), vai d ando 
contn do recado. à sua i;nod11, e a rede, 
em péssimo eptado, terá. de ser substitui­ 
da. em grande parle. 
A grita, no momento, se prende a do­ 
Is fatos. 
1.°. os orçamentos apresentados por 
firmas emprt!ittdras ou por particulares 
utáo sendo rotulados como muito altos' 
eu, talvez, mesmo, extorsivos. 
1
0 caso' 
o ideal será o usuário solicitá-lo de d1- 
Yerse.s fontes e optar pela ruais conve­ 
l!ien te. 
2.
0 
- Bela Vista, ao yue se sabe, foi 
contemplada com CrS :W.000,000 do PRO­ 
DEGRAN para extenslo da linha de 
rubupungá, via Ponta Porã. 
Gozado. Vojam gs leitores o que é a 
politiea. 
a) Jardim, ao tempo do Governo do 
Sr. Fontanilh11s Frngelli, estava 'incluída, 
bem como GLL. em um plano de exten­ 
:sl? de rede olétrica e um ''piqus" - A­ 
qwdttuona - Bela Vista - foi feito. Na 
e,Iaboraçlo do orçamento previsto para 
CrS 129.000.000 a e o i s li foi para CrS 
169.000.000, por ui, e o então inefá­ 
vel Governador i o r o r m ou a ex­ 
c lusa o de Jardim, em b e a. e ri e i o, 
balndo em Fraudo, ele iri mautr uma co­ 
lun política no+o jornal, )unto com outro e­ 
ponte da politia jovem de Jardim: Dhanilo unr 
Nou ira f coluu11 do do111 1ovsos .u 
i11lilulu Cartas Na Mesa o titulo diz 
ludo 
Está circulando o número 12 da Ileli­ 
rada da Laguna, jornal do mostre Di Pi· 
ero. GoFlRmo~ muito do ''De Dia Fnllu A­ 
guu 8 De Noite Falta Luz". tanto que o 
transcrevemos nesta coluna. Ao Di Pie­ 
ro noso calorosos parabéns pela ma- 
11ein1 fidnlga e Livre que exerce a uo­ 
bro função de io[orruar. 
Estam•Jl:l elubora.ndo a Edição Históri­ 
ca de Jardim. Circulará no dia 7 de se- 
tembro o já fechamos vinte páginas. Os 
trabalhos de pesquisas er:!lúo sendo ori­ 
entados pela professora Ritu Carmem 
Braga Lima e O!' alunos que Uv.erem ae­ 
us trabalhos publicados receberão um 
valioso brinde 
Leitor: Assine o Correio Jnrdlneose ... 
nova fase... novos ml'llodoR ... um jor­ 
nal que é o "território livre do Sudoeste 
I 
naluralmcnte, de outras cidades mis rentáveis 
politicamente e economicnmt'nlc. 
h) Com • presença do r. Presidente da Hcpú­ 
blica, houve criação do Prodcgran (l'rogramn 
de Deser.,·olvimento do Grande Dourado•). ocasi­ 
ão em a qual Jnrdim e GLL ficaram aubrudo. mn­ 
is que ora a coisa ia sair, sendo que a rede vi 
rin não mui! de Aquidnuanu, mas, de ~larncují,. 
loto noticinwoa ba•eados em informações dire•ns 
do Vaeaclor Osvaldo Grubert, que participou do 
conclave. ovo orçamento e, para amarga frustra 
ão geral o Sr. Garcia Neto •nunciou que a aia­ 
ta tinlrn eslourndo, mns nüo aconteceu o te-mo 
(com Cf,n ou oulra verha) para. puxar UIIH liulia­ 
zinha "umiga e familiar", por assim dizer. pnrn 
Bonito. Dizem que foi por causa do calcáreo, em 
11 cxploraçiio do qull, o r. Fontanilhss e s6cio 
majoritário ou coiu parecida. "e nou é H'ro é be­ 
e trovato 
e) Bel Vista, cuja administração está, de ver­ 
&lt;lade, precisando de uma colher de chá, princi 
palente por causa da Lei da Defesa do Meio 
Ambieate, se vê contemplada, com exclusllo de.e­ 
legante de Jardim e GLL. Não somos contra que 
o• bclnviuen1e5 n·ceb:im energia elétrica, mas, 
por que n linha préviamente, traçada de,viou? 
Nu caminho. ou nos recessos dos gabinetes poli­ 
ticos&#039;? Aereditamos, mesmo, de maneira solerte 
(qual seria a palavra mais indiruda para ser inseri&#039;. 
do. aqui) pois não acreditamos não ver vantngens 
(ou no carn h:í, de fato, que nossa ingenuidadt: 
não nu1e,·ê) em despir um Santo para vestir outros 
pois bem que o &quot;cobertor poderia dar para &quot;ves­ 
ir&quot; os dois. 
d) Hachid, ilalivio, Barem e Figueiró serão clc­ 
vidnmenl~ homcnngeados quando ,·ierem. a Jardim 
e u GLL. para os ,·omlcios eleitorais de 1978 cm 
que são pessoalmente intere .. ado,. O Po,·o. eu• 
tão, irá ao &quot;Lino Caixa·· para colher rnbddios e 
e111iio, a daborar. Com Justiça, e Precisão Econo­ 
métrica, seu Orçamento Elei1ornl. 
No falamos no r. Garcia Neto, porque S. Ex­ 
eia. praticamente, tem, agora, muito pouco n ver 
com os planos sobre- o futuro do [,;1ado de ~ln­ 
to Grouo d_o ui. S. Excia., merece. 1~m dúv-ida, 
é um sofisticado e tranquilo repouso, pescando 
sobre as águas tépidas e mansas do folclórico 
Rio do Coxipó. [Retirada da Laguna). 
Seu Carro merece 
Técnico 
de d 
mento: 
letrícid em 
Enrola 
Beforma &lt;lc Haltri,H 
qu 
p 
qu 
cializado 
lquor tipo 
Av. Visconde de Tua, 2/8 
Guia Lopes da Launa 
Mato Grosso 
CDNILE 
ª&#039; 
E 
Correio J ardin ense 
&#039;EIANARIO -- 
(P&#039;undaào em Ol/8t7ii) 
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O Senador Mendes C­ 
oale, ondercçou Oíi&lt;.&#039;lo ªºl 
eminente Ministro Ney 
Hraga, intercedendo uo 
sentido da criação de 
curso de fihuofla pura,j 
om Cu•upo Grande MT 
O Parlumentur mato­ 
grossent1e dil&#039;lgiu, ainda, 
pedidos aos PrcsldenleA 
do Banco Cenlrul e da 
Caixa Econômica fedi&#039;· 
ral, objetivando a insta-, 
loção de novas agêncl11.1 
da CE em ·to Grox 
o, Norte e Sei. nas ci­ 
dades de Cáceres, barr 
do gurçut:i e várzea gra~­ 
de (Norte) e Ponl11 Porá, 
Paranaíba, Nova Aodra­ 
dina. Naviraí e Sidro!Aa­ 
diu (Sul) e, eioda, mais 
uma agêuc111 u!·b:rna em 
Campo Granrlt, futura 
Capital du novo Estado, 
b. ser cria d o. 
Encampação de 
Serviço Telefoni· 
co Municipal 
Csando a Tribuna rlo 
Poder Legislativo, o de·~ 
puta do Henrique Pires 
1 
de Freitas. apresentou 
indicação ao Diretor da 
Telemat. sugerindo pro, 
videncias curo vistas a 
encampação dos serviços 
telefônicos mun1c1pa1s. 
Disse o parlumeotar em 
sua justificativa que &#039;·J_ar­ 
dim há muitos anos criou 
o Serviço Telefônico, 
que não venu satisfaze 
d o a população&#039;·. ali 
entou. ainda, &quot;.que há 
nPcese-idade rl.i Tele:::al 
encampar o serviço, 
trazendo a sim tJ coo· 1 
forco e ben.. es&#039;.ar da µ~· 
pulação jardinéose&#039;·. Fi: 
nalizando, .&#039;LC:re ceJ!lOU- 
&quot; ão conhecidos os tra 
balhos da Telemat e 
15
• 
to, aem dúvida, Yirá .~~ 
neficiar aquela r_egia 
proporcionando mais UF 
dos confortos necs 
rios, que teria, condiV 
es de ligações com 
0
~ 
tros centros, além d% 
ligações locais, servi$? 
º ·cta e 
de gxtrema necesst 
para uma região •f 
franco deseovolYimen ° 
• • e 
eomercial, agnco a 
pecuário&#039;•.

Jutlw . H. 
Os artigos publicados com assiaatu a 
publicaçàÓ obedece ao proposit 
mundiais e do rcfl ti1 a .. 
) 
e 
a 
F. 
dos autor 
de cfim o &lt;i ... balc, do: 
diver as de. das do p n 
R o mos 
a opinião rlo J or ·,al. 
sta a: 
o. 
icipais, 
cont mpo·ân 
&#039; 
) Braail foi descoberto ob o upfeios 
da lprej Católica, com a elebrio da primeira 
M&quot;.&#039;&quot;- por Frei llenrÍJIU&lt;&#039; ele Coiudira. O l&#039;n!, foi 
batirado com o nomo de anta truz. D,·puf, Vcrn 
Cruz e depois brasil, mas mpre conerando a 
tradiçlo religiona que nossos desrobridores trouxe­ 
um Je Portugnl, A lerrn cotão dr;cuberto, pos;ui, 
com&quot; que u111 mietério, um sinal 1111 Ccu, c-111 íor• 
wa de cruz, formado por cslrelu,, J1 •111e ,li11n01 
o nome ele C~u•ciro cio Sul. 
Tao logo &lt;lceC&#039;ohcrto, ,·cio o Podre nd1i1- 
•~ 11uo euornw1 bcnaíicio, prcslon no Brasil, inclu 
11YO fuutlaudo a cidttde de Pirati11inga, lwja, S:iu 
Paulo· 
Igreja, orno &quot;runccr ct tun~i~trn&quot; (111:ic e 
me11ra) vem d nrlo ao po,•o brasileiro onormr 
parcela de ·oi.boração no dcscnvolvimc11to C&#039;lvi• 
co pntrl61ico rligiorn &quot; cullural. a hierarquia 
eclui(uticn, tiv mos bispos como D. Aquino, ,·m 
MAto GroAao; &#039;ital, no l&#039;ernanbuco • D. Se, 
butião Lcmr, 16 Hio ·ie Janeiro sem falar ,·m tan­ 
to, outro, griute• prlncipoa dll lf!«·j:í, quo enor­ 
me, e relevant a ~erviço, pre1tArn.m no nnt!-o pa.h. 
Tivernu ig:u:tlruentc: 1icerdote1, rcli~io101, 
raligio,u, c1ue !oram herói, no serviço do próxi­ 
mo ne,to i:rauct Pnh e aqui mr1mo, rm Ho111lo­ 
uópoli1, tivcnio Dom &#039;uniLaldo Taleur. uo,rn 
primeiro bispo {que tantos e tantos serviços pres­ 
tol il ■ossa cic de l! t101 a região. 
&quot;&#039; &#039;&quot;1 &quot;&#039;º&quot;&quot;º: &quot;&quot;&#039;º&quot; &#039;&#039;º&#039;&#039;.&quot;&#039;&#039; ,. ... .,. 
, 
Oir&#039;cu.d 1 s d s 
M n,cí s 
J 
.1 
Cnd yez maia, o eleitor Jnrdinrn,e cli•piie 
ele rnbg!clio amplos paru -uma c,co_lhn j1_1stn na 
próximn el.içüo. E: certo que Jardim terá o ,cu 
cnudidato I deputado enaduul; 11111rucrM fotos, re• 
centes, noslevam a tu! afirmn.;áo. Jà se traçam 
diretrizes unem-•e {orça ,·isundo esta e,colhn. 
Achamo• pr demni1 prematura, es•u;: 111:nohrn, 
de butidoe•, pois u Cdndidatu_ro, n:io. d~v:m 
sobrepor- ao consenso geral diga se Diretórios 
leionais.Ma, as manobra- s sucedem. Mimando 
esclarecer,ou auelhor, informar a opinião pública, 
rnan1ivem1 um ligeiro contRto C?lll o I refeito 
~funicipalque colocou um ponto final na sua pro­ 
palada adidatura à deputado. Disse o Prefeito: 
ão ouemndidato, não pensei e não copto mu­ 
dar a mi·b11 trajctóriA. ,lanha umcn mu,a~ é 
Admini,tar Jardim. Por ors, meu compro1111F1_0 
eom 
O 
p-YO é 
O de trnn1formar o :upecto ~a ~1- 
tiade. Qunto &quot; propulaao Félix do 
,roi:uai", Dorn P,dro Canlrlil,;:a. 
A Igreja t a sociedade dos cristão e ua 
cnheçn é o próprio (.r1,1n, que fundou no alto 
da eru,, ,oh o ,if!llO rio amor e ,fo.11;i,,. Criito 
jmais tolerou a violência ou a vingança, poi ao 
ser preso pelos judeus, não permitiu que Pedro 
reagiste com sua espada, mandando ((Ue a rerolo• 
en••e na hainha. 
Também agora, sofrendo violências e ame­ 
ças, a lreja põe sua confiança no seu divino fun­ 
tlndor. '(li&lt;· é Cri,10, o qual &lt;punrrr1·,· ,al,ew q11e n rnrr,·ceu • 111im Uo. 1:;. 
18 -2o) e que vos perseguirão entrando vos na­ 
sinagoga» nos cárceres e os levarão a presença 
do, rei!' e :!Ovcrn.1.don::s. por causa de 111eu nome• 
( Lc :li, 12-1:l). 
U Bra,il é um país cristão desde ,nu ori­ 
J!CUI. Fatos coto o» que cim mencionamos e 
que vêm ,crvindo de rnanchet.:• "" ::rnnde im­ 
pren;a d., pai, ,crào superado, crrtument~ 11110 
tcrt·11101 impcditnento na 110:-:sn ru111inhad:t para o 
alto. Pois não conseguirão jamais apagar ar estre­ 
lu tio Cruzeir() do ::iul. 
to chega a ser cómico. unca trairia weua eleitn­ 
re, t' o,inhR pr6pri11 ,•oco~iio. Trsta-ae d~ id(·iu• e 
de convicçüc!i·,. At pah.,n!t• do prefeito levam ti 
umi séria reflexão: alguém ji comentou o ,opor. 
tunismo,, do chefe do Executivo. Conhecemos o 
Dr. Fernando de Freitas e temo- absoluta certeza 
que. 111ai1 u111a ,ez., .alµul'ni ratú falando pelos t:o· 
toTelo,. Quanto ao candidatos a serem lançados­ 
pel: _r~nn (On,ildo t:rubcrt. Frnaudo ,tartin• 
Hnrho,a, anilo Nunes Nogueira e outros mais) 
ficnmos no estratégico silêncio. Algo ainda vai se 
pus+ar no cenário politico Jardinensc c este algo 
n:o l· 1nudanç.1 de propbsitoli e de idt:ias. cr,·m&lt;ll 
uós, que Fl&#039; 1r:1n ele ,imples ~comodnç5o i&amp; cor­ 
mas atuais. Enquanto iuo, fonhru Hi adquirindo 
,eu 11utus· de &lt;&quot;i&lt;iude líder do :3udoe,to:. Com 
justa .. rn5o. ( 1 P ) 
·•vond a:o: Qucl:c!cc!o&quot; 
l.lili&#039;i!n 1t t;;::i;i: t;l E!&#039;!!. l:f:ll f=lll. t!=, 1e;is 1.: :&#039;. .!::=~ :-: ~ :.:::: .. :.i: ~ .: : rt:n 
±±::± urzn!:; t par r s sr nu: r: un t : jc1rdion P, rl",;enll -tu• u ronfl­ 
aoc que ll "m11.iori11 111ilenc101rn" depo&amp;lln 
no cl r-f do •xecutivu. P1treceu-no~ 
1-i11tomáltc,t 11. afirmação de um mor+dor 
1b Vila ,ugélic,1: "Se e no • fiZlr, 
ningurm mai,. fttz". Nalurtilmente, o 
l'rel'• ito Feroau&lt;lo th· Freitas encontrou 
sérias dificuldad s no inici() te un gc11- 
tii.o. Cof1·u vazio: Hurocraci1 ln rot rad, . 
E outraF cot-.os m.1is. 
Devagar ole foi mudando e hoje s 
re-í•ira um ar otimi,la n i prédio mainr dt 
Jardim. Já se fali em asfalto (contrato 
está sendo ad,itndo), em con1:ruçii.o tlu 
caaae populares, em rede de esgoto,i. 
em energiu rlétricA rart . f:&#039;tc, t1lc .. 
Jlelhorias substanciJia no ra,!rilo de vIr:u 
da gente jardinense. Co□LHr.n -e !Jisló1lab. 
O,; piadistas, uus e quinaii (sempre nas 
ef&lt;qUifi1.tH} &quot;inventatl! • fatos e o barco vai 
n11vega□d política 
é exercida. O rP!'to, bem, o re&gt;1to são ron­ 
junturas a rt-spPito do papel da ARENA 
na polnica municip1l. Por enquanto o 
~lDB e~tá nncendo. Com gritos ou sem 
gritos o "mn&amp;abrasa" está por cima e 
esé prósu. E a política. Hi&gt;je. Governo. 
Amanhã, Oposição. Isto é política. o res­ 
to ... bem' até a próxima ( l P ). 
# d t 
0111 aodu ll i;ltu cl• 
f1nnnçelrn cl Tlll!lllC1pl­ 
o brasileiros, e um tu - 
do geral, qu conidr 
d1í11'il, o deputado Cle­ 
verson Teixeira (Arena­ 
PR) dl11u II lar elaboran 
do pru;:&gt;o ti de t•uten4111. 
{1 Cun Lilulçl , p r re­ 
lific r • dl1pot.lo ao or­ 
tlgo 10, fim de permi 
tir que Od municípios 
posam cobrar lmpoalo 
11ohre u patrlmi&gt;nlo. a 
ren 1u e os 111&gt;rvlços dti 
órgãos e aular4uias es­ 
taduais ci ri-rlerai, com 
s2de na COlllUOll. 
R 
o 
s 
CrS 3,00 
Enquanto muitos jor­ 
nai!s aumentam o preço 
dt suas a!'si□aturas, va­ 
mos faz~,  l!O□trúrio. 
'amog :seguir o "mode• 
lo arneric no': produzir 
r-Juito, vender maio. co­ 
brar menos. Bem isto 
quer riizer: o preço da 
11ssinntura de Correio 
custará 100.00 anualmen­ 
te. O preço para a vea­ 
d nvufaa 2.00 o exem­ 
plar. Avis mo· aoE nos­ 
SOi; assionnten que Ie­ 
tue o seu pag, ruento. 
Agora., em no"n fase, o 
Correio é ouito n, ais 
jern 1. F ça urna auina­ 
tura.. Renove. Leja o jor­ 
nal de Jardim. E COI 'A 
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Por t!oi. s ,- .ic n! .r .. 1n ~~ s:t· '- t:O 
i.: +.1.« A.L , :, ',',. n O qt:
1
! p . .1.lt,.rTI 
1.-~r ... ,ü.. J ..•. :!"71  Blg Lar Atlético Club. 
No Domino, pela parto da manhã, 
ais fulobol, ,u equlpo8 juv •nls do Vlla 
:&gt;Vil o Buirro Alto, dol'llm prossegui- 
1to uo campeonato da cidade, } ten­ 
a zero para o Vlla Nova. 
e 8 4 3 
Nn pnrle du tarde, pelo oorupeo□ato 
l ~" divisão, a equipo do Ceru uão te­ 
! dlfio11ldud11s para derrotnr o í;ojnr 
r 4 lento■u 2. 
08C!t=eo· OOQ 
Nn partida principal pela P' divi,-ão, o 
ila ova vencou o Bairro Alio por do­ 
tenloa u 1, numa parlidu dificll e lu­ 
,ultuada. 
93003003 993 
Nc amistoso internucioual realizado 
m Sáõ Paulo a equipe do ..llético de 
11.dri surpreendeu meio nrnndo uo con­ 
uistur a taça Govt-rnndor Paulo Egydio. 
11 quinta ft-ira, na primeira partida o 
•ninthlas perdeu na penalidade mAxi­ 
ti para o Santos, e o Palmeiraa tam­ 
em perdeu na penalidade para o Atlé­ 
.ico de I.:ad1·i. No domingo decisão. Co­ 
inlbias conquisto•.1 o 3Q lugar ao ganhor 
o Palmeiras por dois tento11 a zero. No 
logo principal o Atlético de Madri ven­ 
~eu o Santos nas yeuuliJades, s11grando­ 
ie campeão da competiçii.o internal!ional 
. «cace 
As uluuus do terceiro ano Normal, es- 
• o apresentanrlo na cidade uma peça 
atrai. ''Opinião''. egundo co::nentários 
peça está agradando a toJos. 
. ·*· ... 
Aquidauana já está vivendo o mes do 
,eu aniversário. Di:1 15 de agosto. Para 
"º várins festas e novidades foram 
i.repurndas. Desíiles escolar civil 
militar, j0gos, competições, t1 bailes. 
lais o concurso de pesca que foi rea­ 
izudo no dia 14. 
~~- ... 
Agosto, o roes considerado por lodos. 
como o roes do azar, até agora não wos­ 
trou dtt!'&lt; SUtR em Aquidamrna, e por aí?. 
» G 
A praça independente, que promete ser 
uma ds mais boait:is da cidade já está 
quase pronta, no dia da inauguraçáiio 
lanreró. muiitt feEta. 
D»o8«G 
Givanildo do Corintbi1s, já voltou p­ 
ra o seu antigo clube. Santa C::uz. Fal­ 
cao e Caçapu va estil.o sendo pretendido» 
pelo Corintbias. 
NÃO ANDE NA CONTRA MÃO 
O amor é uma estral!a com má.o úni­ 
ca: parte sempre de ti para ir aos ou- 
tros. Todas as vezes que tom ai!tu.na 
coix, ou aluem para ti, deixa de amar, 
pois exs de dar. Andu na &lt;·outra 
inüo. 
,..,,,.,. .../; 
1i.mor nllo é rlare,; alrtuma coi,m: .. , an­ 
tes da tudo, &#039;&#039;dar-t &quot;, Estarás amando, s 
1,i;tívcreii dunJo t 39#3 
A Rua do Lazer: Projeto Ro□d&lt;rn. 
Dando conlinuidarle das colsai; bous 
que a equipe do Prujeto Rondon deixou 
a Princesu do Sul, tortos os Domingos 
ein todos os bairros da cidade notamos 
com alegria, que as alunas da Escola 
ormul, estão ministraudc com dinamis­ 
mo a já tradicional Rua do Lazer. Parn­ 
beus as alunas do Normal, e nos~os a­ 
gradecimeütoa ao pesoal do Rondon.o 
«. G 
Fe,ta da cerveja foi Sueesso: 
Dia G de ugoato foi realizaria a famo­ 
sa festa da cerveja em .&#039;quidaunnn. pro­ 
moção do Lions Clube Local. Os promo­ 
tores da festa no final estavam todo 
sorridentes, pois mais de cem caixas de 
cervejas foram consumi:ihs pelos que lá 
compi:ll&#039;eceram, dizer o estudo da turma 
é de necessário, µois acr..-dilo que lodos 
esta van pra lá de Bagdá 
-G 
&#039;mas e Outras 
Brasil Neto. Presidente da Liga Esportiva Aqui 
da,nnense. rstá com o corda toda, possivelmente 
suá o candidato u &#039;ice PrcFiclente dn Federa~c,o, 
ele é um cios mui ores inentivadores do novo 
futebol local. 
&amp; ». 
Guanandy, o verdio local, joga dia l3 em Co 
n:mbá nu parte da noite coutrn a equipe do Amé­ 
rica que no último &lt;lomin;:o ;.:anhou do Guanandy 
por 3 tentos O para muito esse jogo foi Zebra, 
Mauro Lucio Ortiz preilente do verdão, e s t á 
preocupado, pois o mesmo alega que a sua equi­ 
pe nunca jogou a noÍlf&#039;. 
O es•euta de Bela &#039;ista, juntamenle com BELA VISTA 
Bairro ,!to de Aquiclauonu, Cruzeiro de -&#039;liran&lt;la 
seleção de Bonito, são da mesma chave da Taça 
Assis Chatcaubriand, que será coordenada pela Li- 
ga Aquidauanense. , Equipe do Jardim, como 
campeão da última taça, entra sbmente a fase final. 
i)-ó. o deixe que 0t QUtrn• ptrl'cbatn iuo. 
3- seja humorista, mas evite o» »arca»toa. Deixe 
as maliciis aos outros, sim evitará inimizade, 
1 - 'iuílu ouvir ,, ')"' o- •k01ai1 teu, pua dinr 
Tenha na memória anedotas ou pergunta 
interessantes, Evite repeti.las para o mesmo ru­ 
po de pessoa 
- ão provoque discussões sobre a»suntos m 
importancia evitando polmica a respeito de re 
liis· política e coisa intima+. 
7 - Quando ouvir uma historia para rir. Hia E 
tudo bem. 
8 . Nio inicie conHru1 paniculure• dirnte ,J.., 
estranhos a menos que os o»ia incluir 110 
conversação 
9 .Não tente monopolizar conversa. 
lo - Não faça perguntas indiscretas. 
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tó.rios que venham en. 
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de que poesam os mea­ 
mos receber orientação 
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e alunos da Escola Estn­ 
dual Lui da Colila Fal­ 
cllo, convidam a todos 
para a feira do Artcslo, 
em Bonito eslf' mêa du 
Ago,to, o acontecimento 
contará com fil! pruon- • 
çne da 1
11 
Dama do Es­ 
tado ra. Ligia Borgu 
Garcia, e a Ca,a do Ar­ 
tuáo de Cuinbá. Colaho- 
rem pois esta 
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Dispõe obre autorização do Chefe do 
E 1•r·utlv11 p,:1:li&lt;&#039;ip te &lt;·0111 &quot; lllll&#039;j1Jl11 ,1 l&lt;, 
uu~ 1111•f1rõ1•,, clo/J 1111wll&#039;iplo•, d&lt;, . udot. 
te rnrdog-r11Hll&quot;J&#039; 1•. 
• C,L1111u· 1 .,Ju1ilCl'L to: 
Art. 1° - Fic·t o podor do Ex!'culivo 
uutorizado 11 co11trair Empréstimo junto 
ao Banco ucionul c.lu IIabilução, até u 
lmportuncia de Cr$ 10.000 000.00 (Dez 
milhões tlc Cruzeiros). ou eja o corrt's­ 
pondenle a 94.000 UPCS. cio BNH llU du­ 
tu da assiuatura do co11lrnto. para exe­ 
cuçli.o de Obras de lol'ruei;trulura urbana 
nu cidade. 
§ Único - As obras de infraeslruturn 
urbaon prevista neBte parágrnfo compre­ 
endem-se: galeria de ?.gues fluvtnis, 
Guias e surgPta:-., pavimentação ar.faltica 
de acessos e ruas iuternus do conjunto 
Hubltocional, du CooperatiY,l Hubitucionui 
de ,Jardim Ltdu. 
Art, 29- O Executivo Municipal, ofe­ 
recerá ao Banco !'/acional da Habitação, 
HNH, e ao eBt11bt&gt;lecimento Bancário 
repaosndor. ns garauti'ls que se fizerem 
necessárias para a referitl11 oprração dl 
crédito. 
Art. 3°- Fica uinda 0 poder Execu 
tlvo Municip111 aut(•riztnln a dar ao órgão 
repa!lsador da ref'.lrida OJ1('ntçi10 de 
Crédito, procuruçüo irrev&lt;,gavel para 
recebimHnto, da!&#039; cotas d&#039;l [ u n d o de 
purticlpaçã.o dc,s ~luaicipios àos impostos 
de Circulação de merc11dorias. 1c:--r. ou 
outro tributo que Y e u h a substituir o 
retorido, junto uo Banco do Estado d 
Mato Gros110 S .. . .;, reter com an,eceden­ 
eia de 30 dias, valor correspondtintP !l 
amortização de cada prest.~c;ão acreseid.1 
de juro e correc;üo :.tonetária e outras 
deapesas assessori..-: nté o último mes. 
Daa obrigações cont,·atunis da operaçiío 
,de crédito referida nesta Lei. 
Art. 4- O orçamento ele cada exer. 
cicio constarão dotnções próprias anuais 
para nmurtizução dos compromissos 
principais, juros e correção monetaria 
n tê o último ano das u brigações decorri­ 
das da referida opernção de crédito. 
Art. -- 5 Esta Lei entra em vigor no. 
data de sua publicação revogudas ~s 
disposições em contrário. 
Jrdiu -MT. I de Agosto de 1977. 
Eliz,·u Hibu, Trindade Prc,idrnte 
Arv Barbosa de Dcm 'iec Pre,i&lt;l,·nlt: 
F.i.Íimn Burbo5&lt;1 Ft&quot;rna!!d,•, Iº SecrCl-&#039;ria 
ATO , ,/) !&quot;,71 TI 
D ) i vp wobre Autorizarão d o h f e do E 
utivo {Uotr atar comi a firma lla ,a. HInv jamrn- 
to lrojrtos ntrn,e fialu #o tia 
C: , t 11 ,· &#039;11 &#039; 11 11&#039; 1. 11 f J li J ! . l 1 1 lf I l A: 
A I&quot; Fica o Executivo niipil auto 
ralo a contratar , om ir PLAJ, PI utt· 
j 
11
,i, nt&quot;•· J&#039;rnJi ,, , ,ontru,ao r:: l U1 1111 • ,&#039;&#039; J td 
para efeito de prt• .. tacão de 8t .1fJ • tlt&quot;&quot;_ J Tf1Jtth
11 
tit&quot; l.lll(&lt;&#039;lllo.uia de ,uva de argeta, patentaçao 
Galerias de Aguas Pluviais e H&#039;lacjamnto E insu­ 
rito r apresentado ao Eaneo entral do Ira 
«il e Conselho de Economia acional nos termos 
,h Jt,, ,,liir.t•• 91/i(, d&quot; :-irnnd,, l·t&#039;dt·r,d. _ 
rt, o.0 serviços terão um total a ser est 
pulado pela H&#039;feitura Municipal de acordo com 
a capacidade de individamento da mesma, e o t 
eu .. fr, .. dtJ-. •f·rit,.o&quot; ►t:1 .. io pagos em t PC+, ao B11 
+obre o valor total das obra- a erem executada 
nas seguintr proporções l&#039;rojetos de Engenharia, 
de-pesa» administrativas e fiscalização de obras 
.J &quot; u, Pla11c.j,1111t·1110 l;i11un!&#039;eiro 2 n/o. 
Art. &#039;$&#039;-As de»pesas «decorrentes com a execu­ 
ção da presente Lei, correrão por conta do f111an 
ciontt&#039;11lo do rt·f&lt;•ridn l&#039;roj1r111 11 ,er 1·011~i;:11ndn 
junto ao Baueo Nacional de Habitação·BH. 
,rt. l.o • , Conlrntoda i11d1·11iY1H:1 n 1·0111rn1J11lc·. 
pelas despesas administrativas efetuadas, com a a­ 
prt·•t&#039;lll uçüo do- rlc, idos cu llt)&#039; r&lt;I alll r,. 
Arr. S.o • Fira di,pl&#039;11s11cl11 a lici111~·,io púl,iiCll de 
que trata o dt·creto Lei n° 2ol, por encon&#039;rar a 
referida contratação amparo legal nos termos do i- 
1.-111 1  B.o e letra D do artigo 9.o 
do decreto n.o 90-1 d,· 17-:l-1977. que- r~~11l,11n,•ntou 
o &lt;li•puslo no artigo 26 d,· !.oi :1723 de :11 de ~!u­ 
iu tlr íú, e Lei n·o 3.706 de Uu1uLro de 19 ,6. 
Arl. 6.o E,111 Lei entra em vigor na &lt;lata de fllll Jlll· 
blicnçlln n·vol!111lns u.spesu pPr 
contZ1. &lt;&#039; verba da própria do orçamento 
em vigor. 
Art. 3° Para a cobertura do re taute rlo 
pagamento, fica o poder do Executivo 
Municipal auterizatlo a contri;.tar fit1an­ 
ciament
1
) com a Financial 8ragançu Cia 
de Crédito, Financiamento e investimento 
até it importüncitt drente ao principal. 
juros e correçii:o □1()netilria. financiamento 
esse amortizávd em 2-1 (vinte e quatro) 
parcelas mensais l! igu ds de CrS 3l. 50, 
f&gt;ü (trinta e um mil oitO:Pntns e ciaqul:'n· 
ta cruzeiros e cinqu,.•nta e Sl!is cent!iVO ) 
vt&gt;ncenJo a priineiru u 30 • (trinta) dias 
da a~sinaturu do contt·1:1to. 
.-n .. ).o • Fica o poder do ExeculiYo .lu11iripal 
n finuar contrato de financiamento, asim como 
assinar as promissórias constantes dos valores das 
parcelas de umorlização referidas no nnii:?u 3.o e 
Rio 
ate 
operaao 1 
únieo () J 
fercr em arantia fidun 
nuja aquisição nesta lei aut 
e para os efeitos do arogo te 
liJI! d, j•dl11, ,1.,. l'Jn-,. 
Art, o,n ths orçamentos mui» e verba 
I' r! Lrur ( 1 , •• , • dr•fH' ,. ti,,., r ta le. 
rt lo Esta Lei entra rm viggo de u 
u 
1
,uld,c :,ç,:;,, rc,u,r ttl.J u ... di .. pu i ,,,.,.., n1 , 1Hll1..Ír10, 
.litt·u Hd, s Irdade - l'r, ,,1&lt;-n1,· 
, r) Jj.,, ho•,1 de Deu - ,..,. • l&#039;r1 ,i&lt;! .. nt,· 
J l.i" - 
Comunicado ()fici&gt;d do 1° Exércíto 
Rio. G - O ;;erviço dr relnçõt&gt;;, pública~ 
do I Exército divulga a seguinte nr,ta: 
"Oiligênr.iu11 bem sueedid:u; perrnitirnm 
11. ic!Pntil'icação e o desbar:.otamento da 
organizução rnbveri-íva dl-'no:ni11ücia mo­ 
vimento pela emancipaçµo tlri prol.-taria­ 
do (EP). bem como a delPnção de 'f.r ios 
do-; SéUS princi,,1~is intrg1 antes. Lodr,s 
respondendo a compel~nle inquérito Ptaria de Segu­ 
r!.!nça Pública do fa,tado du Rio de Ja­ 
neiro. encarregada ela operaçãr. tornou 
público os esclarecimentos tece-+ários, 
além de permitir. em entrevista eolet1- 
"ª• o conhecirnentll detulhad0 dr fatPS 
e prnrns u respeito daquela organiza­ 
ção clandestina e doi; elemen!o,; QU. 
Recentemente, foram feitas ufirmHções 
procurando envolver os órgãos de se, 
gurança do I Exército, com o nitid0 
propósito ciP tumultuar e de confundir 
a opinitto pública. 
O problema, como é e'idcnte. foi e 
continuará s?nd0 tratado pelas csfrras 
competf:'ntes, até o prouuucidmento ii1.,al 
dti jnt'tiça. 
E, no entanto. cumpre esclarecer. desde já• 
O;; órgãos de segurança do I Exército 
acomp1&gt;nham e, sempre que necessário, 
r.tuam. '= e:u íntima I i g ação com Is 
d e ma is organismos encarregado- da 
mauutençã0 da segurnnçu. ioterou na 
área. Pr essu razão tomou-se conlieci­ 
mento de todas as peça:; do inquérito 
em questão' ioclu ive do:, autos do exa­ 
me do corpo de tlelito. p:1ssados pelo 
Instituto ;'llédico-Legal, 11 quais registram 
o bom estado f1s1co e mental d::!s detidos. 
1 Obscuronti o 
do C ns11 a 
O ti •pululo ~! ·ara 
V, ll • 1 ,1.•n I ll,f) '-, u f 
1
nl.lncl11 
qu••, com rn"dlrln• ,!,· ,1 
n&amp;tutezu, io formar . 
mos uva opiião públi 
ca 1•f'11i,-l"llll
1 ú ulJ•, •• 
,,. o e aoh ,, t r l'tnl 1110~ 
Manifestando confian­ 
ca nn i-upcri&lt;,rídadL• &lt;l 
democraeia, o represen­ 
lante du Arena d1se e - 
1ar hoj.&#039; une à tent t, 
ç.1n ()e, .tliir&#039;.J. lrlO•l 01JÍ• 
ismo, gruas a estudos 
qu .. duraram .11111 .• 
,lvnro alle afirmou 
q1J1&#039;. com a c•&#039;ll&#039;-U,1.1, pre 
tendeu o Uovnno, cer­ 
tum&lt;:lll&lt;&#039;, impedí1· a di 
vulgaçiio dP 1,IJ1ai, e r .. - 
,·i~tus im&lt; rub Pnt nos, J 
País Neste cunlpo. se-. 
gundo entende. ju Efi 
ca-sP. H i:e11!&#039;ura. O pu1·­ 
J11ml:&#039;11l111· tambérJ1 &#039;:iCha 
qut· i,;e de&#039;E&#039; ,,,·itur u eu­ 
tr:1da 110 Puí, d,_. c,bra. 
i-Ub&#039;e!&#039;i-lVUS e!&#039;Cl&#039;ltas el!J 
portugüb. 
A 
) ra-il no entender do lepu­ 
tado Adhemar antillo (:1-ILJB· 
G UI. &quot;&#039; J i - do que nunca 
nt&#039;1&#039;t&#039;; .. j1u dr urua u!li:&quot;ro IIU(&#039;io• 
nnl. pari! qu.. -ejJ -uperndo 
o fo .... f. t&#039;&#039;..i .. lt&quot;fltt&#039; enlrt o&lt;u--o 
País e outras nações civiliza­ 
da-, com o governo cego 
,urdo a,, clamor popular e de­ 
le distanciado. 
F,i.,,u que torl:.t- u, for· 
ça, Yi,u• d:t :-.a~·ão, nc&lt;tn lw· 
ra ddicad:i ,1 a ,·oujua1urJ 
nacional. 11rccci,-um é-Lar uni· 
rl:t• p:tra qute o Brasil adquira 
foro- de grande potencias, só­ 
ruente possivel desde que c:n­ 
•re nós e in-tale uma demo­ 
eracia sem a-pa» e sem adje 
ti, o-. 
Funilaria e Pintura de Veículo em Geral - Mecânica E,p cializaà~1 em 
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