,n•, li ,J II lt111 l'I. ,----- ! A( [1 ( A ____._ . o , GOCI ••• - --- -- cã ç, O 1 .e ari í jo n ' it r ir ia 7 á S .. t l cr sei to do sua Ampresa. Registre a História de sua família. partic,~e dest 2 grande emproen­ dimonto editorial. Contaremos a História de Jardim. Seus primeiros moradores~ Suas conquis• tas. Seus anseios. Suas esperança partic:ipe. 1 9 Q obrns executadas em sua arlmi:iistrnçilo. Trabalho Conjunto Segundo o !'refeito r.111111eipul. "j•i t>Slá em p!Pno a11dam(·11to o trnb;dho conjunto cnm a Pn feitura ele Gui11 Lepes ,, 1 L ,­ guria. . coopt>rnçilo SPrá mútua e os municípei; muito tprJo a IUPl'ul' com e,-ta união. Respeito e admiro o pleito do 'ÍZinh > mt:nicipio (Ro!,:aJ,·o Fraga S·1:1to,) qup na simplici'lade de seu e,pints O Prefeito municipal, FPrnando rle Frc>i- ' tas. informou à nos!'a reportagem que> no íaal dPste tHIO serão iaiciudoQ os ser­ 'iy s de asfaltnmen to d:: cidade. Disse o Prefeito: ··o proiPto para o asfaltamen­ to da cidade jn estó. e1i1 and>imeuto o iudo inrlica que t remo- c0ndiçõe:- de ini­ <·iar os trabalhos no finfll rlo 11110". Quan­ to ao: comeotá?·ios surgirloli úllimentc, n 1·ei;peitu <lo ena c1l!ldid tura 11 deputado " taduol. o Prefeil foi cniegór·ieo· ":--lilo ou c,rndidat<• :1 nada, o que pretendo é ft1zer umn ho:i a.ste mês a Pl'!lft•itnra 'funicipal inuugur::mi o.s Povas ic:;htla­ r ÕPS do fotudouro funieip:.d e !!U opor­ ' :..nid.Lc,l!' otrrecer,i um lau(I) churrctsco : IH- com•i1i:.Flos. Com re:p'=itn n t•diçtlo •·-Nc:3] qu c:rculur' di 7 de S ·Lembro, orando de F eits e proutit'icou a ro]abora; com a mesma e aprovPilurá :, í'C "!:! 1 p· r:1 p!.lbli :1r um rvlnório de Estação e Tempo lnterpt>ludo u respPilo da,; criIieas ú ~u, ::1d111inistrnç.10. Ft->rni..i.ndo dé Freitas dis,-e: '':ku caro jornalistll, r e s p o 11 d Cl como Ro;_:e Fritz~ernld K"IHIPdy: l'ar,1 . l(•(h:- Y:- cni"I'.~ hn uma t>Slaçiio, e par1:1 lodo o pr'ipósito debaix,1 do eéu há um t mp0: t· mpo ct,, nrf'1:er e tempo de mo:i er; tempo d,· colhei· e te rr, p o de plantar; tempo de t'e•·ir e tempo c!P curar; tempo rle ciestruir e tempo de con-truir; tempo de chorar e tempo do rfr; teillpc de St' .1fligir ê temp.:i de dançar; tempo de 11braçar e tempo de descança; tempo de guardar e terupo de jogar fora; tem. po de rasgar e tempo de remer.c!ar; terr~­ po de calttr e t•>mpo ele falar .. . sim, caro joroulista. vamo::: dar tempo uo t moo que o próprio tt.->mpo e enC'arrt'gar.'.1 ele re ·pondr:r aos meus el'iiico:-. Coisa Noss Disse o prefeito que o nos u jorn.i I p ,r.,p contar com a . ua irrestrita colab ração, poi:-. •· o CorrPio ,fa:·rlinen 1' é coi:',1 nos,;:::. Reconhecem.; suu luta p a r a -obr vivt.>r inclepend nt d partido: < u grup0. ·1. além do mais, um orgão de impr· n,;,1 ele·n e ciign1iicn u,t:n (;,ú 1dL ••. Fin liZ':lac'o-o Prereitu rÇ_Q - _ firmou: ''Uma nova ora se ~proxima par os jardineu,;es. Vamo , friso novamente, uir Esforços em pról do 11-micipiCl''. P TER D DE. Podt"•-c l'll!!,1nnr parlt• do prno por todo o t·mpo, pole-se enganar todo povo por determina do tmp, ma 11,iu e pode H;.!311:Jr todo (' fJOO por tudn tempo. Fazendo nossas a+ palras acima citadas d» grande e-tadi-ta arte Americano A­ l,r.i.n Lincon, qurrt·11t<'"- ÍJ;er JU -tiea a quem: mere l'•• porqtH· enrc:nd· la emat, ó:gão do Governo f,_ .. r.,dual. ] loje com ma alta do-e de cinismo, como que. querendo j11--tifh·ar ao pino de JJr<li111 o .. eu frae.t•--,, < .. de· < rl·pita qualidade de admini-traidor, o prócere do ~(l)l; d!' Jarclin,. 11 Sr. l'r<·f,·ilo !,!uui"iJld ,. •cu• ... lclitn .... procuram torpemente aos quatro vento, ininuarem ao povo, rremn le- os mentores-mor, o p»ternos de tais realizações; quando na ·rda 'ti,•. njo fizerun1 outra roi ... a se1.ào. prc--parare111 ou participar do- coquetéi. de inaugurações das 111.--ma. To<lo. aqu,·lt'• que acompanham a políti<'a de de-envolvimento e integração do Governo, •ah,·111 p,·rf,·irarnt'ntt· •11a· 10,b. a, óbrJ, d.- infra c• .. frutur:t !!t•rJl irt1n no "'t' u de, ido 1r-mJH1. de conformidade com a escala de prioridade- de ca­ da Estado ou programa· gionai-. E a luta para a vnempaçào dos serviços de: telefonia e enrergé­ tico de Jardim pdu - orgio específico- do Governo E-tarl11.d .-. h·rl~ral. rcrrwrHu dl' h., n,ui(o !t'IUP"• e,'é a comunhão de esforços de muitos homens clt· ht.•111 p::1n1 a n·ali1.u,·:.io do hl'rn ('Uíllllfll. :5e r.- ... cemo- lii-toria,; aqui toda n luta em prol do ,-on­ sr'guimento deste- dois incomensuráveis benefí­ cio .. , g:a-tarbrno.:- ,aria-. ftilh:t~ de- papel: 11ãu obstante, vamo- citar aqui a- reivindicações de 111.1ior rt·ll', u qut· 1.·orporifinuarn <lt'ri-i,omt"nte e-ta- realizações para o presente. trtaremos a tr­ morà,d rt·t111it10 feita no iukio Ue l97.i rm Jar dim, com todos os Prefeito-, Câmara Municipais da região juntamente com a- autoridade- dos l'•.-alõ,·-: F •· d •t' r a l t' E- " d u a 1: a rei­ , indit·unjua• !.t de Jartl1111, (,t11a Lopes da La!!Ulla, frita quan• do cb ,inda em Jardim dos :ll'mbro;a •b Comi-­ aiio E•pt'ci,,I d,· Faixa clt' Fronteira,: u rei, indi­ cação conjunta feita quando da criação da A--o l'iaçã,, dos .luuicípio; <lo ,'udoc,!c de Mato Gro­ -o. emjo Prt·,idcntc t.l,·,t.1, o ,audo,o l'rdci!o de ~liranda Sr. Edegar Maidana: a- rein<ernda- rei­ vindi,a,õc, :ipdo, e pt'ditlu, fc:ito, <:m aodiên­ cia, rom o- ::ir;. GoH,rnaclorcs: Dr Jo;~ Frn!!dli. Dr. Garcia Neto. Senadores e Depurados. pelos Prcfe,r,,, de Jardim que n111t,rcdcran1 o r. f'er­ n.inrlo d,c Frciu,,. e, por toda, a,; autoridades con,­ tituidn-, "C­ rador de energia e de que em breve a cenat én­ c.1111pari.1 ;,. ?"t'r i~·u dr ,--nergin clt:trlc-a de Jnrditu e Gaia l.up<·,. E se mérito ,:ab,- indi,·i<lurllmeme a alguém no desfecho desta decana luta, devemo­ tribati-lo ao 5r. Chefe da EH.3 e ao Deputado Huhl'n /•;!'ue,ro. CJUI! n1111to ,.-_ empeohurnm jun to ao Governo para a na efetivação. lo esere­ 't#rrnu.- t.'::tu prt:le-11:.--n paternidade, não queremo­ co111 !--o p.1r!t n6:- o... Iourns da , itórin, coruc, também, não queremo- que o conhecimento pi blico seja distorcido da verdade, " os jubilo, du . .don:r CJiU;:i .1 quem Íl'.! por mcn:cc:r, e nunca n preteneio-os. demagogos e pedantes políticas do _1 _D.B. Can~,. 1u ~k-~ , oltur:í no pr6-...i1110 ,. eu• clldou o CJd nabo rni. PREFEITUR 0 deputado Argilao Dario (IIJH-1 ") afirmou 'I II te e prefeituras de todo o pala enfrentaram trios problemas financeiro-·e económico m consequnci da falta de uma 111tl11tlr a,nlin,;Jo dt 111•• clifi­ culdMlr,, oh o a . ,un!o nün .- 111,lhot (r,nherido pelo foto d,· •IUP a• c..,,_.,1110, rel.Ão, na 111aiorin, .'!oh a dirc--çflo du 1{1.:A, •111e nl11 pecruit ,u,, cli,ul::uçJo. (), , rncirnroto• do, n1ilitart·• con,:!titue-n1 uo mo­ mrnto um de-timulo o qut· J,rett·ndt"ru o("~uir a car .. rt"ira das arrua~. afirrn<Ju o clq U(Jrl" 'un.-. Leal (.HE:'A H::,;, no defriodn ,, r.-aju,W• DH!nto du:- , encimt"nto~ da Cra,,e. Ob,cnou que a ri· tuação se agrava quando o rnilitar vai para a re,ern1 f" p•-•a n n·ceher weuos ~U n 1/) por <"<'ll!O <fUt: na nti,n. ()uand,, !rarr• ferido de umn para outra c·idad" - n ·re,cen­ ton nt"rn Pcrupre o 1uilitar tem condiçõe1- ,Je h--vn.P coo,ig,, a familia. criando-,e problema• fazer desabrochar um Undidato oso (de Jardim, f claro).'' ME CJ SSIS IUTD i' ELET le 1 e Dine ind; "/ó» poswuimos condições de rle­ er um candidato D)aqui, ão va111011 fu,cr o jo­ po de grupos, Outra coisa, se alguma liderança deve ser exercid no udoete, ta liderança De­ e partir de Jardim por sua privilegiada posição, Gostamos muito e admiramos o povo de Aqui­ duana, mas a bela cidade está mais ligada à Campo Grande rio que próprintoc111r, o udoete. J: iuo falo taubém no campo político". Falou ... Eativcmo·a em conlnlo com o jovem político Ernaudo ~lnr1in• llnrhosa, urcniun, moço intcli. gcntl' e que reúne rondi·<°1e1 nmplas para um fu­ turo político promissor e o mesmo nos informou a respeito de prováveis candidatos da Arena a deputado estadual. Disse o Ernnnstrutura de nossa Urbe: , g u a e Luz. A Sanemat tem Btl esmera.do na co­ brança da taxa d'água, mas. água mes­ mo, que é bom, está mais difícil do que foljão preto em mesa de pobre, isto por que 08 pOÇOS artesianos (:1) núo !!St[o dando conta do recado. Abriratu·se mais dois e ninguem ficou sabendo se, lá em­ baixo, encontraram agua ou petróleo. A i!Jolução está na Clira: capt1.1.ç!i.o e tratamento rla águ11 do Rio iliranda. so­ lução que deixará contente, tambem, o Povo da GLL. A cidade cresceu muito e neus mananciais do precioso liquido co­ tinuam o ntesruo :lesde o tepo do Pre­ feito r. Iber é. Quanto à E:nergia elétrica, sabe-11e que n CE'.IAT ar;sumiu o '.'dispositivo". O ''pelot0nse" (motor de luz, thmbém co. nbecido como o Vead!io), vai d ando contn do recado. à sua i;nod11, e a rede, em péssimo eptado, terá. de ser substitui­ da. em grande parle. A grita, no momento, se prende a do­ Is fatos. 1.°. os orçamentos apresentados por firmas emprt!ittdras ou por particulares utáo sendo rotulados como muito altos' eu, talvez, mesmo, extorsivos. 1 0 caso' o ideal será o usuário solicitá-lo de d1- Yerse.s fontes e optar pela ruais conve­ l!ien te. 2. 0 - Bela Vista, ao yue se sabe, foi contemplada com CrS :W.000,000 do PRO­ DEGRAN para extenslo da linha de rubupungá, via Ponta Porã. Gozado. Vojam gs leitores o que é a politiea. a) Jardim, ao tempo do Governo do Sr. Fontanilh11s Frngelli, estava 'incluída, bem como GLL. em um plano de exten­ :sl? de rede olétrica e um ''piqus" - A­ qwdttuona - Bela Vista - foi feito. Na e,Iaboraçlo do orçamento previsto para CrS 129.000.000 a e o i s li foi para CrS 169.000.000, por ui, e o então inefá­ vel Governador i o r o r m ou a ex­ c lusa o de Jardim, em b e a. e ri e i o, balndo em Fraudo, ele iri mautr uma co­ lun política no+o jornal, )unto com outro e­ ponte da politia jovem de Jardim: Dhanilo unr Nou ira f coluu11 do do111 1ovsos .u i11lilulu Cartas Na Mesa o titulo diz ludo Está circulando o número 12 da Ileli­ rada da Laguna, jornal do mostre Di Pi· ero. GoFlRmo~ muito do ''De Dia Fnllu A­ guu 8 De Noite Falta Luz". tanto que o transcrevemos nesta coluna. Ao Di Pie­ ro noso calorosos parabéns pela ma- 11ein1 fidnlga e Livre que exerce a uo­ bro função de io[orruar. Estam•Jl:l elubora.ndo a Edição Históri­ ca de Jardim. Circulará no dia 7 de se- tembro o já fechamos vinte páginas. Os trabalhos de pesquisas er:!lúo sendo ori­ entados pela professora Ritu Carmem Braga Lima e O!' alunos que Uv.erem ae­ us trabalhos publicados receberão um valioso brinde Leitor: Assine o Correio Jnrdlneose ... nova fase... novos ml'llodoR ... um jor­ nal que é o "território livre do Sudoeste I naluralmcnte, de outras cidades mis rentáveis politicamente e economicnmt'nlc. h) Com • presença do r. Presidente da Hcpú­ blica, houve criação do Prodcgran (l'rogramn de Deser.,·olvimento do Grande Dourado•). ocasi­ ão em a qual Jnrdim e GLL ficaram aubrudo. mn­ is que ora a coisa ia sair, sendo que a rede vi rin não mui! de Aquidnuanu, mas, de ~larncují,. loto noticinwoa ba•eados em informações dire•ns do Vaeaclor Osvaldo Grubert, que participou do conclave. ovo orçamento e, para amarga frustra ão geral o Sr. Garcia Neto •nunciou que a aia­ ta tinlrn eslourndo, mns nüo aconteceu o te-mo (com Cf,n ou oulra verha) para. puxar UIIH liulia­ zinha "umiga e familiar", por assim dizer. pnrn Bonito. Dizem que foi por causa do calcáreo, em 11 cxploraçiio do qull, o r. Fontanilhss e s6cio majoritário ou coiu parecida. "e nou é H'ro é be­ e trovato e) Bel Vista, cuja administração está, de ver­ <lade, precisando de uma colher de chá, princi palente por causa da Lei da Defesa do Meio Ambieate, se vê contemplada, com exclusllo de.e­ legante de Jardim e GLL. Não somos contra que o• bclnviuen1e5 n·ceb:im energia elétrica, mas, por que n linha préviamente, traçada de,viou? Nu caminho. ou nos recessos dos gabinetes poli­ ticos'? Aereditamos, mesmo, de maneira solerte (qual seria a palavra mais indiruda para ser inseri'. do. aqui) pois não acreditamos não ver vantngens (ou no carn h:í, de fato, que nossa ingenuidadt: não nu1e,·ê) em despir um Santo para vestir outros pois bem que o "cobertor poderia dar para "ves­ ir" os dois. d) Hachid, ilalivio, Barem e Figueiró serão clc­ vidnmenl~ homcnngeados quando ,·ierem. a Jardim e u GLL. para os ,·omlcios eleitorais de 1978 cm que são pessoalmente intere .. ado,. O Po,·o. eu• tão, irá ao "Lino Caixa·· para colher rnbddios e e111iio, a daborar. Com Justiça, e Precisão Econo­ métrica, seu Orçamento Elei1ornl. No falamos no r. Garcia Neto, porque S. Ex­ eia. praticamente, tem, agora, muito pouco n ver com os planos sobre- o futuro do [,;1ado de ~ln­ to Grouo d_o ui. S. Excia., merece. 1~m dúv-ida, é um sofisticado e tranquilo repouso, pescando sobre as águas tépidas e mansas do folclórico Rio do Coxipó. [Retirada da Laguna). Seu Carro merece Técnico de d mento: letrícid em Enrola Beforma <lc Haltri,H qu p qu cializado lquor tipo Av. Visconde de Tua, 2/8 Guia Lopes da Launa Mato Grosso CDNILE ª' E Correio J ardin ense 'EIANARIO -- (P'undaào em Ol/8t7ii) Diretor-Reapon,ável: lvaldo 1',·aira Diretor • omcrcial: :l'uro Pereira Os artigos publicados com auinatur.u do• autores não traduzem opiriio do jornal. ua publicação obedece ao propósito do dcbn­ te dos problemas municipais e de ·refletir u d1vera:1s tendência, do pensamento. Assinatura Anunl Jordim Demais Municípios Cr$ 100.00 Cr$ llO,0fl Correio JardineDEC" é uma publicaçlo da ORJIVAPE- CGC-MF: 03.200.763101102-74 Redaçiio e Administração R . .Ial. Rondon s/n J a r d i m Mato Grouo Ofician: Rua Duque de Carias, s/n Bela Vi11a Maao·Grouo PELO DESENVOLVIMENTO E PROGRESSO DE JnRDIM ... IMOHILIAR A JA INE SE !'l:.!1:-al!ci.!o ,;o.:, n• Cu • . E !M14-CGC y a;614 u001-s0 . Mo ll l l. l. H l I L H D 1. l. ~ L Rua Antonio João, I53- la Cu±lo- Jrt Mato Groo O Senador Mendes C­ oale, ondercçou Oíi<.'lo ªºl eminente Ministro Ney Hraga, intercedendo uo sentido da criação de curso de fihuofla pura,j om Cu•upo Grande MT O Parlumentur mato­ grossent1e dil'lgiu, ainda, pedidos aos PrcsldenleA do Banco Cenlrul e da Caixa Econômica fedi'· ral, objetivando a insta-, loção de novas agêncl11.1 da CE em ·to Grox o, Norte e Sei. nas ci­ dades de Cáceres, barr do gurçut:i e várzea gra~­ de (Norte) e Ponl11 Porá, Paranaíba, Nova Aodra­ dina. Naviraí e Sidro!Aa­ diu (Sul) e, eioda, mais uma agêuc111 u!·b:rna em Campo Granrlt, futura Capital du novo Estado, b. ser cria d o. Encampação de Serviço Telefoni· co Municipal Csando a Tribuna rlo Poder Legislativo, o de·~ puta do Henrique Pires 1 de Freitas. apresentou indicação ao Diretor da Telemat. sugerindo pro, videncias curo vistas a encampação dos serviços telefônicos mun1c1pa1s. Disse o parlumeotar em sua justificativa que '·J_ar­ dim há muitos anos criou o Serviço Telefônico, que não venu satisfaze d o a população'·. ali entou. ainda, ".que há nPcese-idade rl.i Tele:::al encampar o serviço, trazendo a sim tJ coo· 1 forco e ben.. es'.ar da µ~· pulação jardinéose'·. Fi: nalizando, .'LC:re ceJ!lOU- " ão conhecidos os tra balhos da Telemat e 15 • to, aem dúvida, Yirá .~~ neficiar aquela r_egia proporcionando mais UF dos confortos necs rios, que teria, condiV es de ligações com 0 ~ tros centros, além d% ligações locais, servi$? º ·cta e de gxtrema necesst para uma região •f franco deseovolYimen ° • • e eomercial, agnco a pecuário'•. Jutlw . H. Os artigos publicados com assiaatu a publicaçàÓ obedece ao proposit mundiais e do rcfl ti1 a .. ) e a F. dos autor de cfim o <i ... balc, do: diver as de. das do p n R o mos a opinião rlo J or ·,al. sta a: o. icipais, cont mpo·ân ' ) Braail foi descoberto ob o upfeios da lprej Católica, com a elebrio da primeira M".'"- por Frei llenrÍJIU<' ele Coiudira. O l'n!, foi batirado com o nomo de anta truz. D,·puf, Vcrn Cruz e depois brasil, mas mpre conerando a tradiçlo religiona que nossos desrobridores trouxe­ um Je Portugnl, A lerrn cotão dr;cuberto, pos;ui, com" que u111 mietério, um sinal 1111 Ccu, c-111 íor• wa de cruz, formado por cslrelu,, J1 •111e ,li11n01 o nome ele C~u•ciro cio Sul. Tao logo <lceC'ohcrto, ,·cio o Podre nd1i1- •~ 11uo euornw1 bcnaíicio, prcslon no Brasil, inclu 11YO fuutlaudo a cidttde de Pirati11inga, lwja, S:iu Paulo· Igreja, orno "runccr ct tun~i~trn" (111:ic e me11ra) vem d nrlo ao po,•o brasileiro onormr parcela de ·oi.boração no dcscnvolvimc11to C'lvi• co pntrl61ico rligiorn " cullural. a hierarquia eclui(uticn, tiv mos bispos como D. Aquino, ,·m MAto GroAao; 'ital, no l'ernanbuco • D. Se, butião Lcmr, 16 Hio ·ie Janeiro sem falar ,·m tan­ to, outro, griute• prlncipoa dll lf!«·j:í, quo enor­ me, e relevant a ~erviço, pre1tArn.m no nnt!-o pa.h. Tivernu ig:u:tlruentc: 1icerdote1, rcli~io101, raligio,u, c1ue !oram herói, no serviço do próxi­ mo ne,to i:rauct Pnh e aqui mr1mo, rm Ho111lo­ uópoli1, tivcnio Dom 'uniLaldo Taleur. uo,rn primeiro bispo {que tantos e tantos serviços pres­ tol il ■ossa cic de l! t101 a região. "' '"1 "'º""º: ""'º" ''º''."'' ,. ... .,. , Oir'cu.d 1 s d s M n,cí s J .1 Cnd yez maia, o eleitor Jnrdinrn,e cli•piie ele rnbg!clio amplos paru -uma c,co_lhn j1_1stn na próximn el.içüo. E: certo que Jardim terá o ,cu cnudidato I deputado enaduul; 11111rucrM fotos, re• centes, noslevam a tu! afirmn.;áo. Jà se traçam diretrizes unem-•e {orça ,·isundo esta e,colhn. Achamo• pr demni1 prematura, es•u;: 111:nohrn, de butidoe•, pois u Cdndidatu_ro, n:io. d~v:m sobrepor- ao consenso geral diga se Diretórios leionais.Ma, as manobra- s sucedem. Mimando esclarecer,ou auelhor, informar a opinião pública, rnan1ivem1 um ligeiro contRto C?lll o I refeito ~funicipalque colocou um ponto final na sua pro­ palada adidatura à deputado. Disse o Prefeito: ão ouemndidato, não pensei e não copto mu­ dar a mi·b11 trajctóriA. ,lanha umcn mu,a~ é Admini,tar Jardim. Por ors, meu compro1111F1_0 eom O p-YO é O de trnn1formar o :upecto ~a ~1- tiade. Qunto " propulaao Félix do ,roi:uai", Dorn P,dro Canlrlil,;:a. A Igreja t a sociedade dos cristão e ua cnheçn é o próprio (.r1,1n, que fundou no alto da eru,, ,oh o ,if!llO rio amor e ,fo.11;i,,. Criito jmais tolerou a violência ou a vingança, poi ao ser preso pelos judeus, não permitiu que Pedro reagiste com sua espada, mandando ((Ue a rerolo• en••e na hainha. Também agora, sofrendo violências e ame­ ças, a lreja põe sua confiança no seu divino fun­ tlndor. '(li<· é Cri,10, o qual <punrrr1·,· ,al,ew q11e n rnrr,·ceu • 111im Uo. 1:;. 18 -2o) e que vos perseguirão entrando vos na­ sinagoga» nos cárceres e os levarão a presença do, rei!' e :!Ovcrn.1.don::s. por causa de 111eu nome• ( Lc :li, 12-1:l). U Bra,il é um país cristão desde ,nu ori­ J!CUI. Fatos coto o» que cim mencionamos e que vêm ,crvindo de rnanchet.:• "" ::rnnde im­ pren;a d., pai, ,crào superado, crrtument~ 11110 tcrt·11101 impcditnento na 110:-:sn ru111inhad:t para o alto. Pois não conseguirão jamais apagar ar estre­ lu tio Cruzeir() do ::iul. to chega a ser cómico. unca trairia weua eleitn­ re, t' o,inhR pr6pri11 ,•oco~iio. Trsta-ae d~ id(·iu• e de convicçüc!i·,. At pah.,n!t• do prefeito levam ti umi séria reflexão: alguém ji comentou o ,opor. tunismo,, do chefe do Executivo. Conhecemos o Dr. Fernando de Freitas e temo- absoluta certeza que. 111ai1 u111a ,ez., .alµul'ni ratú falando pelos t:o· toTelo,. Quanto ao candidatos a serem lançados­ pel: _r~nn (On,ildo t:rubcrt. Frnaudo ,tartin• Hnrho,a, anilo Nunes Nogueira e outros mais) ficnmos no estratégico silêncio. Algo ainda vai se pus+ar no cenário politico Jardinensc c este algo n:o l· 1nudanç.1 de propbsitoli e de idt:ias. cr,·m<ll uós, que Fl' 1r:1n ele ,imples ~comodnç5o i& cor­ mas atuais. Enquanto iuo, fonhru Hi adquirindo ,eu 11utus· de <"i<iude líder do :3udoe,to:. Com justa .. rn5o. ( 1 P ) ·•vond a:o: Qucl:c!cc!o" l.lili'i!n 1t t;;::i;i: t;l E!'!!. l:f:ll f=lll. t!=, 1e;is 1.: :'. .!::=~ :-: ~ :.:::: .. :.i: ~ .: : rt:n ±±::± urzn!:; t par r s sr nu: r: un t : jc1rdion P, rl",;enll -tu• u ronfl­ aoc que ll "m11.iori11 111ilenc101rn" depo&lln no cl r-f do •xecutivu. P1treceu-no~ 1-i11tomáltc,t 11. afirmação de um mor+dor 1b Vila ,ugélic,1: "Se e no • fiZlr, ningurm mai,. fttz". Nalurtilmente, o l'rel'• ito Feroau<lo th· Freitas encontrou sérias dificuldad s no inici() te un gc11- tii.o. Cof1·u vazio: Hurocraci1 ln rot rad, . E outraF cot-.os m.1is. Devagar ole foi mudando e hoje s re-í•ira um ar otimi,la n i prédio mainr dt Jardim. Já se fali em asfalto (contrato está sendo ad,itndo), em con1:ruçii.o tlu caaae populares, em rede de esgoto,i. em energiu rlétricA rart . f:'tc, t1lc .. Jlelhorias substanciJia no ra,!rilo de vIr:u da gente jardinense. Co□LHr.n -e !Jisló1lab. O,; piadistas, uus e quinaii (sempre nas ef<qUifi1.tH} "inventatl! • fatos e o barco vai n11vega□d política é exercida. O rP!'to, bem, o re>1to são ron­ junturas a rt-spPito do papel da ARENA na polnica municip1l. Por enquanto o ~lDB e~tá nncendo. Com gritos ou sem gritos o "mn&abrasa" está por cima e esé prósu. E a política. Hi>je. Governo. Amanhã, Oposição. Isto é política. o res­ to ... bem' até a próxima ( l P ). # d t 0111 aodu ll i;ltu cl• f1nnnçelrn cl Tlll!lllC1pl­ o brasileiros, e um tu - do geral, qu conidr d1í11'il, o deputado Cle­ verson Teixeira (Arena­ PR) dl11u II lar elaboran do pru;:>o ti de t•uten4111. {1 Cun Lilulçl , p r re­ lific r • dl1pot.lo ao or­ tlgo 10, fim de permi tir que Od municípios posam cobrar lmpoalo 11ohre u patrlmi>nlo. a ren 1u e os 111>rvlços dti órgãos e aular4uias es­ taduais ci ri-rlerai, com s2de na COlllUOll. R o s CrS 3,00 Enquanto muitos jor­ nai!s aumentam o preço dt suas a!'si□aturas, va­ mos faz~, l!O□trúrio. 'amog :seguir o "mode• lo arneric no': produzir r-Juito, vender maio. co­ brar menos. Bem isto quer riizer: o preço da 11ssinntura de Correio custará 100.00 anualmen­ te. O preço para a vea­ d nvufaa 2.00 o exem­ plar. Avis mo· aoE nos­ SOi; assionnten que Ie­ tue o seu pag, ruento. Agora., em no"n fase, o Correio é ouito n, ais jern 1. F ça urna auina­ tura.. Renove. Leja o jor­ nal de Jardim. E COI 'A NO SA. Materiai· para con trução, Rua 14 de Maio S/ Jardim Madeira em geral. cal. te1ha e tijolo - Atacado e Varejo Mat0 Grosso - i ll Ter uma Colheitadeira Atom.r.a S1 S SUÍr Ull'. i L r~t.?ll,l C(~ l ,... 1l .. '.,_ '-i l • •· 'J rt..·Orc·,..:rll.1 ,l 1.(J,.: 1 L,..,'H ( .. l .l!.t1ll ....... , .. ,· l· '-: purarça na hora da cole±ta Pois com a Sl.C c•s';i um:1 da u,·,, r, . Concessionários, à disposição do oremn d carnpo. (;t•nt. qlll', l'Ulllll l){', l'~Li llt dl'U!J.t· da t·tn ~1S",l'.._UrJr a ~u.l toll11.:it.1. 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No Domino, pela parto da manhã, ais fulobol, ,u equlpo8 juv •nls do Vlla :>Vil o Buirro Alto, dol'llm prossegui- 1to uo campeonato da cidade, } ten­ a zero para o Vlla Nova. e 8 4 3 Nn pnrle du tarde, pelo oorupeo□ato l ~" divisão, a equipo do Ceru uão te­ ! dlfio11ldud11s para derrotnr o í;ojnr r 4 lento■u 2. 08C!t=eo· OOQ Nn partida principal pela P' divi,-ão, o ila ova vencou o Bairro Alio por do­ tenloa u 1, numa parlidu dificll e lu­ ,ultuada. 93003003 993 Nc amistoso internucioual realizado m Sáõ Paulo a equipe do ..llético de 11.dri surpreendeu meio nrnndo uo con­ uistur a taça Govt-rnndor Paulo Egydio. 11 quinta ft-ira, na primeira partida o •ninthlas perdeu na penalidade mAxi­ ti para o Santos, e o Palmeiraa tam­ em perdeu na penalidade para o Atlé­ .ico de I.:ad1·i. No domingo decisão. Co­ inlbias conquisto•.1 o 3Q lugar ao ganhor o Palmeiras por dois tento11 a zero. No logo principal o Atlético de Madri ven­ ~eu o Santos nas yeuuliJades, s11grando­ ie campeão da competiçii.o internal!ional . «cace As uluuus do terceiro ano Normal, es- • o apresentanrlo na cidade uma peça atrai. ''Opinião''. egundo co::nentários peça está agradando a toJos. . ·*· ... Aquidauana já está vivendo o mes do ,eu aniversário. Di:1 15 de agosto. Para "º várins festas e novidades foram i.repurndas. Desíiles escolar civil militar, j0gos, competições, t1 bailes. lais o concurso de pesca que foi rea­ izudo no dia 14. ~~- ... Agosto, o roes considerado por lodos. como o roes do azar, até agora não wos­ trou dtt!'< SUtR em Aquidamrna, e por aí?. » G A praça independente, que promete ser uma ds mais boait:is da cidade já está quase pronta, no dia da inauguraçáiio lanreró. muiitt feEta. D»o8«G Givanildo do Corintbi1s, já voltou p­ ra o seu antigo clube. Santa C::uz. Fal­ cao e Caçapu va estil.o sendo pretendido» pelo Corintbias. NÃO ANDE NA CONTRA MÃO O amor é uma estral!a com má.o úni­ ca: parte sempre de ti para ir aos ou- tros. Todas as vezes que tom ai!tu.na coix, ou aluem para ti, deixa de amar, pois exs de dar. Andu na <·outra inüo. ,..,,,.,. .../; 1i.mor nllo é rlare,; alrtuma coi,m: .. , an­ tes da tudo, ''dar-t ", Estarás amando, s 1,i;tívcreii dunJo t 39#3 A Rua do Lazer: Projeto Ro□d<rn. Dando conlinuidarle das colsai; bous que a equipe do Prujeto Rondon deixou a Princesu do Sul, tortos os Domingos ein todos os bairros da cidade notamos com alegria, que as alunas da Escola ormul, estão ministraudc com dinamis­ mo a já tradicional Rua do Lazer. Parn­ beus as alunas do Normal, e nos~os a­ gradecimeütoa ao pesoal do Rondon.o «. G Fe,ta da cerveja foi Sueesso: Dia G de ugoato foi realizaria a famo­ sa festa da cerveja em .'quidaunnn. pro­ moção do Lions Clube Local. Os promo­ tores da festa no final estavam todo sorridentes, pois mais de cem caixas de cervejas foram consumi:ihs pelos que lá compi:ll'eceram, dizer o estudo da turma é de necessário, µois acr..-dilo que lodos esta van pra lá de Bagdá -G 'mas e Outras Brasil Neto. Presidente da Liga Esportiva Aqui da,nnense. rstá com o corda toda, possivelmente suá o candidato u 'ice PrcFiclente dn Federa~c,o, ele é um cios mui ores inentivadores do novo futebol local. & ». Guanandy, o verdio local, joga dia l3 em Co n:mbá nu parte da noite coutrn a equipe do Amé­ rica que no último <lomin;:o ;.:anhou do Guanandy por 3 tentos O para muito esse jogo foi Zebra, Mauro Lucio Ortiz preilente do verdão, e s t á preocupado, pois o mesmo alega que a sua equi­ pe nunca jogou a noÍlf'. O es•euta de Bela 'ista, juntamenle com BELA VISTA Bairro ,!to de Aquiclauonu, Cruzeiro de -'liran<la seleção de Bonito, são da mesma chave da Taça Assis Chatcaubriand, que será coordenada pela Li- ga Aquidauanense. , Equipe do Jardim, como campeão da última taça, entra sbmente a fase final. i)-ó. o deixe que 0t QUtrn• ptrl'cbatn iuo. 3- seja humorista, mas evite o» »arca»toa. Deixe as maliciis aos outros, sim evitará inimizade, 1 - 'iuílu ouvir ,, ')"' o- •k01ai1 teu, pua dinr Tenha na memória anedotas ou pergunta interessantes, Evite repeti.las para o mesmo ru­ po de pessoa - ão provoque discussões sobre a»suntos m importancia evitando polmica a respeito de re liis· política e coisa intima+. 7 - Quando ouvir uma historia para rir. Hia E tudo bem. 8 . Nio inicie conHru1 paniculure• dirnte ,J.., estranhos a menos que os o»ia incluir 110 conversação 9 .Não tente monopolizar conversa. lo - Não faça perguntas indiscretas. Dr. Laucídio Valdez de Barro,i Cirurgião Dentista CRO 557 Cllnlca do Crianças e adultos - Ralo X Atende-se com hora marcada Con,uh6rio Av. Duque de Cuias, 508 Ao Lado do Banco Financial) )AD)M) MAO G3OCO [7 Um nm,o lar para seu e nfor· to - Restaurante dormitório e ambiente super Familiar. Olimo local de estacionamento. Rua Almirante Barroso 323 MT. SERGIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO Bela Vista Mato Grusso ti (11 • 1& Ar ri TCR A Coordenadoria Regional da .1 to Orou (li- 1S ProJi>to l•unrorrogado por trinta (:l0)
  • to Fundiário em J r­ dim, de todos 011 proprlll• tó.rios que venham en. contrnado d!ficuldndu na composição do& do­ cumentos exigido11, a rim de que poesam os mea­ mos receber orientação correta em beneficio de seu!! Interesses. Jardim, 10-08-77 Feira do Artesão em Bonito Diretores, Professores e alunos da Escola Estn­ dual Lui da Colila Fal­ cllo, convidam a todos para a feira do Artcslo, em Bonito eslf' mêa du Ago,to, o acontecimento contará com fil! pruon- • çne da 1 11 Dama do Es­ tado ra. Ligia Borgu Garcia, e a Ca,a do Ar­ tuáo de Cuinbá. Colaho- rem pois esta uma pr0moçáo doeste. é maia do Su- Leia e Assine e orreio Jardinense AUTO POST - ao LTDA. SEU Gasolina, Óleos , CARRO MERECE Lubrificantes, Óleos Borrac.haria O lvAIOR CARINHO Diesel Filtrador Lavagens, Lubrificação e e- usuaris de lubrificantes em geral. 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Dispõe obre autorização do Chefe do E 1•r·utlv11 p,:1:li<'ip te <·0111 " lllll'j1Jl11 ,1 l<, uu~ 1111•f1rõ1•,, clo/J 1111wll'iplo•, d<, . udot. te rnrdog-r11Hll"J' 1•. • C,L1111u· 1 .,Ju1ilCl'L to: Art. 1° - Fic·t o podor do Ex!'culivo uutorizado 11 co11trair Empréstimo junto ao Banco ucionul c.lu IIabilução, até u lmportuncia de Cr$ 10.000 000.00 (Dez milhões tlc Cruzeiros). ou eja o corrt's­ pondenle a 94.000 UPCS. cio BNH llU du­ tu da assiuatura do co11lrnto. para exe­ cuçli.o de Obras de lol'ruei;trulura urbana nu cidade. § Único - As obras de infraeslruturn urbaon prevista neBte parágrnfo compre­ endem-se: galeria de ?.gues fluvtnis, Guias e surgPta:-., pavimentação ar.faltica de acessos e ruas iuternus do conjunto Hubltocional, du CooperatiY,l Hubitucionui de ,Jardim Ltdu. Art, 29- O Executivo Municipal, ofe­ recerá ao Banco !'/acional da Habitação, HNH, e ao eBt11bt>lecimento Bancário repaosndor. ns garauti'ls que se fizerem necessárias para a referitl11 oprração dl crédito. Art. 3°- Fica uinda 0 poder Execu tlvo Municip111 aut(•riztnln a dar ao órgão repa!lsador da ref'.lrida OJ1('ntçi10 de Crédito, procuruçüo irrev<,gavel para recebimHnto, da!' cotas d'l [ u n d o de purticlpaçã.o dc,s ~luaicipios àos impostos de Circulação de merc11dorias. 1c:--r. ou outro tributo que Y e u h a substituir o retorido, junto uo Banco do Estado d Mato Gros110 S .. . .;, reter com an,eceden­ eia de 30 dias, valor correspondtintP !l amortização de cada prest.~c;ão acreseid.1 de juro e correc;üo :.tonetária e outras deapesas assessori..-: nté o último mes. Daa obrigações cont,·atunis da operaçiío ,de crédito referida nesta Lei. Art. 4- O orçamento ele cada exer. cicio constarão dotnções próprias anuais para nmurtizução dos compromissos principais, juros e correção monetaria n tê o último ano das u brigações decorri­ das da referida opernção de crédito. Art. -- 5 Esta Lei entra em vigor no. data de sua publicação revogudas ~s disposições em contrário. Jrdiu -MT. I de Agosto de 1977. Eliz,·u Hibu, Trindade Prc,idrnte Arv Barbosa de Dcm 'iec Pre,i<l,·nlt: F.i.Íimn Burbo5<1 Ft"rna!!d,•, Iº SecrCl-'ria ATO , ,/) !",71 TI D ) i vp wobre Autorizarão d o h f e do E utivo {Uotr atar comi a firma lla ,a. HInv jamrn- to lrojrtos ntrn,e fialu #o tia C: , t 11 ,· '11 ' 11 11' 1. 11 f J li J ! . l 1 1 lf I l A: A I" Fica o Executivo niipil auto ralo a contratar , om ir PLAJ, PI utt· j 11 ,i, nt"•· J'rnJi ,, , ,ontru,ao r:: l U1 1111 • ,'' J td para efeito de prt• .. tacão de 8t .1fJ • tlt""_ J Tf1Jtth 11 tit" l.lll(<'lllo.uia de ,uva de argeta, patentaçao Galerias de Aguas Pluviais e H'lacjamnto E insu­ rito r apresentado ao Eaneo entral do Ira «il e Conselho de Economia acional nos termos ,h Jt,, ,,liir.t•• 91/i(, d" :-irnnd,, l·t'dt·r,d. _ rt, o.0 serviços terão um total a ser est pulado pela H'feitura Municipal de acordo com a capacidade de individamento da mesma, e o t eu .. fr, .. dtJ-. •f·rit,.o" ►t:1 .. io pagos em t PC+, ao B11 +obre o valor total das obra- a erem executada nas seguintr proporções l'rojetos de Engenharia, de-pesa» administrativas e fiscalização de obras .J " u, Pla11c.j,1111t·1110 l;i11un!'eiro 2 n/o. Art. '$'-As de»pesas «decorrentes com a execu­ ção da presente Lei, correrão por conta do f111an ciontt'11lo do rt·f<•ridn l'roj1r111 11 ,er 1·011~i;:11ndn junto ao Baueo Nacional de Habitação·BH. ,rt. l.o • , Conlrntoda i11d1·11iY1H:1 n 1·0111rn1J11lc·. pelas despesas administrativas efetuadas, com a a­ prt·•t'lll uçüo do- rlc, idos cu llt)' r<I alll r,. Arr. S.o • Fira di,pl'11s11cl11 a lici111~·,io púl,iiCll de que trata o dt·creto Lei n° 2ol, por encon'rar a referida contratação amparo legal nos termos do i- 1.-111 1 B.o e letra D do artigo 9.o do decreto n.o 90-1 d,· 17-:l-1977. que- r~~11l,11n,•ntou o <li•puslo no artigo 26 d,· !.oi :1723 de :11 de ~!u­ iu tlr íú, e Lei n·o 3.706 de Uu1uLro de 19 ,6. Arl. 6.o E,111 Lei entra em vigor na <lata de fllll Jlll· blicnçlln n·vol!111lns u.spesu pPr contZ1. <' verba da própria do orçamento em vigor. Art. 3° Para a cobertura do re taute rlo pagamento, fica o poder do Executivo Municipal auterizatlo a contri;.tar fit1an­ ciament 1 ) com a Financial 8ragançu Cia de Crédito, Financiamento e investimento até it importüncitt drente ao principal. juros e correçii:o □1()netilria. financiamento esse amortizávd em 2-1 (vinte e quatro) parcelas mensais l! igu ds de CrS 3l. 50, f>ü (trinta e um mil oitO:Pntns e ciaqul:'n· ta cruzeiros e cinqu,.•nta e Sl!is cent!iVO ) vt>ncenJo a priineiru u 30 • (trinta) dias da a~sinaturu do contt·1:1to. .-n .. ).o • Fica o poder do ExeculiYo .lu11iripal n finuar contrato de financiamento, asim como assinar as promissórias constantes dos valores das parcelas de umorlização referidas no nnii:?u 3.o e Rio ate operaao 1 únieo () J fercr em arantia fidun nuja aquisição nesta lei aut e para os efeitos do arogo te liJI! d, j•dl11, ,1.,. l'Jn-,. Art, o,n ths orçamentos mui» e verba I' r! Lrur ( 1 , •• , • dr•fH' ,. ti,,., r ta le. rt lo Esta Lei entra rm viggo de u u 1 ,uld,c :,ç,:;,, rc,u,r ttl.J u ... di .. pu i ,,,.,.., n1 , 1Hll1..Ír10, .litt·u Hd, s Irdade - l'r, ,,1<-n1,· , r) Jj.,, ho•,1 de Deu - ,..,. • l'r1 ,i<! .. nt,· J l.i" - Comunicado ()fici>d do 1° Exércíto Rio. G - O ;;erviço dr relnçõt>;, pública~ do I Exército divulga a seguinte nr,ta: "Oiligênr.iu11 bem sueedid:u; perrnitirnm 11. ic!Pntil'icação e o desbar:.otamento da organizução rnbveri-íva dl-'no:ni11ücia mo­ vimento pela emancipaçµo tlri prol.-taria­ do (EP). bem como a delPnção de 'f.r ios do-; SéUS princi,,1~is intrg1 antes. Lodr,s respondendo a compel~nle inquérito Ptaria de Segu­ r!.!nça Pública do fa,tado du Rio de Ja­ neiro. encarregada ela operaçãr. tornou público os esclarecimentos tece-+ários, além de permitir. em entrevista eolet1- "ª• o conhecirnentll detulhad0 dr fatPS e prnrns u respeito daquela organiza­ ção clandestina e doi; elemen!o,; QU. Recentemente, foram feitas ufirmHções procurando envolver os órgãos de se, gurança do I Exército, com o nitid0 propósito ciP tumultuar e de confundir a opinitto pública. O problema, como é e'idcnte. foi e continuará s?nd0 tratado pelas csfrras competf:'ntes, até o prouuucidmento ii1.,al dti jnt'tiça. E, no entanto. cumpre esclarecer. desde já• O;; órgãos de segurança do I Exército acomp1>nham e, sempre que necessário, r.tuam. '= e:u íntima I i g ação com Is d e ma is organismos encarregado- da mauutençã0 da segurnnçu. ioterou na área. Pr essu razão tomou-se conlieci­ mento de todas as peça:; do inquérito em questão' ioclu ive do:, autos do exa­ me do corpo de tlelito. p:1ssados pelo Instituto ;'llédico-Legal, 11 quais registram o bom estado f1s1co e mental d::!s detidos. 1 Obscuronti o do C ns11 a O ti •pululo ~! ·ara V, ll • 1 ,1.•n I ll,f) '-, u f 1 nl.lncl11 qu••, com rn"dlrln• ,!,· ,1 n&tutezu, io formar . mos uva opiião públi ca 1•f'11i,-l"llll 1 ú ulJ•, •• ,,. o e aoh ,, t r l'tnl 1110~ Manifestando confian­ ca nn i-upcri<,rídadL• <l democraeia, o represen­ lante du Arena d1se e - 1ar hoj.' une à tent t, ç.1n ()e, .tliir'.J. lrlO•l 01JÍ• ismo, gruas a estudos qu .. duraram .11111 .• ,lvnro alle afirmou q1J1'. com a c•'ll'-U,1.1, pre tendeu o Uovnno, cer­ tum<:lll<', impedí1· a di vulgaçiio dP 1,IJ1ai, e r .. - ,·i~tus im< rub Pnt nos, J País Neste cunlpo. se-. gundo entende. ju Efi ca-sP. H i:e11!'ura. O pu1·­ J11ml:'11l111· tambérJ1 ':iCha qut· i,;e de'E' ,,,·itur u eu­ tr:1da 110 Puí, d,_. c,bra. i-Ub'e!'i-lVUS e!'Cl'ltas el!J portugüb. A ) ra-il no entender do lepu­ tado Adhemar antillo (:1-ILJB· G UI. "' J i - do que nunca nt'1't'; .. j1u dr urua u!li:"ro IIU('io• nnl. pari! qu.. -ejJ -uperndo o fo .... f. t''..i .. lt"fltt' enlrt o<u--o País e outras nações civiliza­ da-, com o governo cego ,urdo a,, clamor popular e de­ le distanciado. F,i.,,u que torl:.t- u, for· ça, Yi,u• d:t :-.a~·ão, nc<tn lw· ra ddicad:i ,1 a ,·oujua1urJ nacional. 11rccci,-um é-Lar uni· rl:t• p:tra qute o Brasil adquira foro- de grande potencias, só­ ruente possivel desde que c:n­ •re nós e in-tale uma demo­ eracia sem a-pa» e sem adje ti, o-. Funilaria e Pintura de Veículo em Geral - Mecânica E,p cializaà~1 em f{ o .. o1kswauem