48_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº48_30_01_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título48_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº48_30_01_1978Número da edição48Data de publicação30 de janeiro de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -21.478409667015733 , -56.151488870069066 Documento 48_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº48_30_01_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Ano II ·º rn --~----------- Dourados H'.n ato interesste durante n Con v,•11çiio clu !l)Jl l'l·;IÍ/.'lclrJ (•lll C •IJl!)O Ura,, , ... cll 1 :;·1 pp; o r i,f l"11lt' do Ili, otó rl ·, r!l'puta•!'l ,1t·:11io ('a- !os d(• Oliv ·tr,1 tisse que os areis!. s (fUP (' .[fto alHC.tll «do o e:- vernalor pedro ['e.Irosstun d v ri m, unt s d• ,.c·ut-:11·. ,il11:tr paru OI'.! seus D so e {uru o ato ilegal e t'l)l 1·uptn-: (t'!P t'Ollll'lllal um. () ()1 et'eito e lar!im, '''e mundo do 'reitus disse de lillll f)I' •l'Pl'l 1 1ll'la P"' ['.•(!l'OSliÍ'III, J)Jl' Ires 11111li,·n,;: pOL'(]UP O (',' go,·er1wdo1· [l·III 11 c!is1•l!II Pi1PPJJ!P. o m,.i< r p1 eliligil) eleí t.rul, p que os ortodoxos só tem atru p:1ll11!ndo o ,le.<envolvim!:'nlo de ,Jardim e•, l'i1ialnwnte ))l'l'([lW t:.11",-;. Petlrús::ci<.111 po,:-u l'azt•1· po,· ~eu município tuclo aqui lo qu~ Gu1·ciu N°l'f,, 11iio rez e nüo ,•ui mesmo razn. Dizendo-se contrário à lei Falcão Delfim cventa possibilidades de retorno ao sistema direto Siio Paulo - O ex .linistro dn Fnzcu dn, DP!fim Netto, clis_;:e que estú <!ispu tnndo o Governo do E,;tndo dP Siío Pau lo, porque é hora de iazer palitica nos Estados e ajudar o Generul Figueiredo a cumprir construir de uma sociedade c'emocrfllir';:. Partt qutJ este t,bjetiYo seja alca11çatl0, Delfim acrC'clitn qut> 11 ·itória tia Arena 11a;:; elei,õe,- p·!rlamc11t-ires de:::• te ano é essencii Lernbn!nrlu qve o quP há de 1t,ai~ imporlat1tP no Brnsil 1,este momento siio as I t"'Í(Õt'!-'. o PX·.1ini ,tr,, referindo-e à Lr-i Faldo. rlis:::ti que a cJ111pa!1h'.l de l!)i' vai adquirir tal impor tàr.cia qut' exirrirú. renl111P11tl' um f'l.'-'Xa rne rle totln ..i 7nt>cú11ic,1 de 111,,biJiz,:ção &ocial qu,, a· ca1;ip,lllH1 eleitt•ral tem a seu cargo. Dell'im gn•·anliu que se r .. r escnllfrlo como cnndicl'tl'll' to los o;; ret:nrs,1s que a Lei permit e utó empurar cs li- ., J !1lltPs da Lei. :- 0bre e!, i~'Õ• s. rlir elas ,rn 1 11:!ireta::, n e,-.!i11ist1·n da F1,1z!:'nda e t'X·Emba•x·tc!nr, ... l'in:cu qu,· n:11) •:ê 11c' nhum mal essencinl nas eleições indiretas . las disse que é preciso aperfeiçoar este QUudro no Bra il. «Se nüo formos capa z•:~ di ·u, enttiu ti•n10;; qu ~ yoltar ús ele Çoe.; diretas» di~:,a Delfim. Situacao da ) refeitura A Prefeitura de durdim atravessa mo rnRn(os difíceis, pui o Govl'l'nO do 'stu- [7 1GUEI FE N N rlo nfio t,•m l!OI 1bor:1d > "0'11 ,l nw~m L lesmo eou os redobra&s esforços uo 11.t11111 p: rfL•!to. oh,'. ... 1 m pc, ri . n l•'" !e !:1frn rslu ll'r,1 n i o p .dem ser rulzdas rxchHiV,iUI :rf"' por f,Jt,1 ·l!:' n"ll }., l·11- qu·1•1t<' i.l'-O, o !)ir.-'lór:,, rl t Arena, de ,jarr! íll, H({- O ll!Ol!ll'll(<J, 11:in !)ll!OU p 1 • r-iç,1o. • egunclo urn I' 11íti•·o o Dirt''Ór10 stá com o Governador G treit et·, , 11ã,1 poderi11 1'1·r o co·111·ú • in. , política a nn.1 ti.· de julbo terá um impulso nu Cid:,de Caçuln, poi, o ri, p'J tad0 H!:'111 iquP Pt. es ,!e Fre[t:i,.; c·un írrn'lu sua canclii1atura II re1-le116 contar c:o•o Os'aldo Grubert, Ely dP .r•.ú.io H,1.rbo, a e l'aulo Ren•ito de ca~tr:.i l'i:ito. Ü P'l'ÚO já ('0- menta: •· ~ão :;airá ninguém da rPgtiio'• . Candidates íl ti A O deputado Huhen Figueiró. iler do ger. nu n:i .:---cnd>lfia Lq.!i--lali,a. rritiC'oU ~lr-'fJUlt"II• te o pn·f,·il,, Fcrnundo ti,· Freit:t•, f'utro rio ,,rf..·Jmc~n to e-tatal, a- rei:inuicaçüe- do chefe do E,tTUll· ,o jardinen-e. Figueiró vai mai .. Jdiantc afirman do que n Art·na coo1 :-U3 h:incada rnunil·ip.:d ,. -ua repre-entação na As-embléia Legislativa ·tuapre prestigiaram a- justas reivindicações do muniçípio, procurando inelu-ive projetar o nome do prefeito junto aos demais chefes de executivos dus muni dpiu .. do uloeste, acrescentando que tais cu-a õe-. absoltamente, não tem alcance para atingir a figur..1 eminente dt> goveruador Garcia Neto. (J parlamentar assegura ainda que o prefeita muni C'ipal ele, t" ~e pn·ocujJ3r ,·om a ndniinÍ:•lraçJ.u do município para qual terá -mpre sincera colabo r:u·ãu do Governo do E-tado, de éI,Jo ate:11.lcr nu: prnhh ·mas internos de :-t'll pJrtid1> t' ajo im pulsionar indevidamente em área- partidária- que não prt·'.cndc Ih,· d:ir 0:::1,:dho. O líder do f!"' a- 110, finali:1 .. -i cnu11H:rnt1Ju o .. Lcnefício~ ()Ut' a !.111. mi11i,trnçiio atual do E-tado tem proporcionado ao n1unicípio, c-01110 con:-1 ruç~o Je unid.1dt· .:-anit.í• ria, cujo custo está orçando cm 1.6 rr:ilhõe., rlc: cruzeiro~. :iuxilio p:ira pag-ntnento de profes-ores, restauração da rede de energia elétrica, implan tuç:io da rodovia de n1k:írio Bonito, Guia Lopc, e Jardiru e auxilio governamental para suprir dcspe,ns Prirn• ir 1 fni a agressão iju tuficd I l' Ili' élliln, g1.ilull11 (' gr.t ('IJl'll(;'ÜO cfp l)t)Un.t· de,-. dL' um advq{udn pra tea!a abominavel'ente rrnr um <·ab,l da ;'1Jlkia iili:ar. O,•pols, er,1 V1t: :,ti nn, fvi a dete11çiLO arbitrária e peç011huln dos joroa Ii,-1a,;, ('icuo Lima FarÍ'l e .lauric·ilJ ,To:'(' rle Oli• veira. que estava!n a pra ticai o "~kiJit,ndo crime-" úe h ·m exercei·, eom irn p 1rl'ialidade, dignida,le e re-peito a função de in formar e esclarecer a opinião pública, colhendo tJa Joi.. vPrdade!ros, qua lifieando atos cercos e iluminando de verdade fato;; hi· tóríCOA. ":'-!ais uma vez a Po lidi:i '.llilitar do Estado de .lato Groi-so, (lp,-garruu se de s11a!' 1iualidades primoróiai..:; de Jiaz e se• l-{Unt1.,;;. tranquilidade e serenidade. "Uai. e11tão. o rPpúdío sincero e leal do Clnbc oe Im;Jreusa de Douradot-, e a ,.:uliduriPd:1Je total e irr-:>'lri!a a, s c:o!Pgtls ariogi'io,.; pela peçoaha polcial que, .Jnr momen tos, cer ;eou a bf lezu do trabalho b()oe;;to t~ !JPJÓÍ co. mas □ii'> eo11.-Pguiu e nem co11,eguirá jamais impedir qu .... l' Bra~il e os brasileiros se quedem t!iCi·avlzad, s p, lo tacão do terror dos que temem ,·.-.,;pird, e ar .;udío da Lib.erd3de de Informar e oticiur. Dourc:dcs .1 S 23 de janeir0 de 1.978 Clube de 1mprensa de Dourridtis A Diretoria .l "O 'Carro do Ano'' Procure o seu Agente em Bela Vista: N oedi Leite !.0:rangeira "O ~<lmercio Joveo1 de if:lto Gros;:-o do Sul'' E!etro Domé;tico em geral .Ióvei, - Vo e faz o p-100 de p!1~.1mento Conce;;5ionário ULTAG aatrag auto.nivic - plti» as doninags e feria do:! troca de b 1lijão p:iqueuo - ....:;,isU:ici, tãcnic..i perm:rn:lute Rua Seção ds peças especializadas de ~/edeiros S/N Vereador Jardim Romeu Mato do Sul às quarta feiras Jardin. t ('01 ,, J,, .LiJ d111 111"1" _ .~ .. ~------·:....;..----- Ai r 8 s 1 ronslrou 1 1 C A Dr. Jo .J on M. Peixoto -Advogado- C11 u C'I vi 'l Crlmiuni'l Hu1t l.o rir Mulo sN L lva, Mar 1u s J l • •te: f3"l, VISTA MATO e.mo::-,() 1)0 1 'L . an 1r1 - . , . L o ta ADVOCACIA EM GERAL 1111, ,,h,,.1:1111,, d,, l',lt ria. fil, - 1',1111· , IO Recentemente, estivemos com o pre feito de Pontn Porii, Aires Marques, que ostnva se preparando parn ir i Cuiabá receber o restante da verba de CrS 5.000.000,00 (cinco milhõrs dl' cruz?i ros) para o nsfnltnmento de alg-uns bair ros do yfzinho município. 1 n oportnnida da,. :forques informou r' reRpeito t!H cons trução no préõio onde funcionará n Pn·• feilurn. Arquitetura mod'!rna traços bar· moniosos. o prédio serú um cartüo cte vi• sitai:: da cidarle. Além ctc n~fnltur todo o centro. Marquec:, ag-orn asfaltará a peri feria, levando o asfalto, i.:egundo suas palavras "a todac: as ruas de r'onta Porii a atual administraçüo. al,'m da enerrriu elétrica de Umhupungá, o pref"ito mu~i cipal conseguiu a ligação interurbana (DDD.DDí) e já está plt"itianjo o término dns obras de asfaltamento da rodovia Dourarl0s - Ponta Porã. Administrnção AireA Mar,1ues trubalbandc, em pró! do bem estar da população. Mto Grosso Sul 10 R O MÉDI :o Consultório: 7 às :i l li'l l6 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural: 12 :'t~ 15 li:- Beln Visto D ~ Dr. José Atanasio Neto Advorra<lo b Causa.: Civis, criminais, Comercinla. l!! vPntarioe e Pal'lili111!l, llegularizuçóes de Terrns Juuto ao Incrrl Etc. AY. Duque de Caxias, ,·.o 78 . Jardim - Mt. Fazenda 2 de Ouro Guia Lopes du Laguna ~It. o -- o D, Pedro Jos6 Palmie dvocacia em Geral Rua 15 de Novembro 17 HO - :i.í7 . lt. Clinico dtt Crionçoi e advlto1 - . Rolo X tn 1, .e ou hora marcada Consultório Duque de C.1XJO•, ;,Otl l n I ui .. do B ,11 1 o Lourt'iro Pinheiro D ' O G A D O Rua 15 de Novembro SN 1 Bela Vista Mato Grosso do Sul Rua 26 de Agosto, '381 - Sala 24 Fone Ca01po Grande Cícero G nçaiver /osta. Médico Oculista Oftalmologista Rua Antonio João n.o 7 53 Bela Vista t Sul Proj lo g uta em fase d conclusão orr11u11,a•ln ••1,I,',. 1, .,, H, 11.Jil,, r, i,, ,r l !(li' en fins de dezembro te m Mato ,rosa a convite do roera«dor do Etilo atra ~/. ri, '-,·11rta1i 1 ,1, ln.Jt, 1111 ( on1Í n n; t· l un 1110 f.,, r1 I , levantamentos e pput 4+ científicas objetivando a pre •c fil'', .. 10 cJ , .. rí1plt'/.J"" li Hllt 11• togrossense f ... r, I• rnou 1 • n ».o lstardo otn um »to relatório, que segundo ele "a 1,r(• .-nt.1n1 oi. t·-tu,lo .. o~ tuJH promissores resultados vi ando n i111pL1nt,1çJo do 1-'roytc, 1,rnt, rn rrl!i,1o ele Bo11ito p.irit OJ r,,. ,Pit:1n111110 do polt•nc-ird lurf .. tio da região", bem como ou tn, .. projt·to"' -emelhantrs no iorte do E-talo, e-pecialrn te em thspula do Guarirs ... :.:ua" (JUt lllt'-. . O professor transitou por tampo Grande, vom de»tino ;) C:11i.1h:'1. onde .. e n·11111r,1 rorn 1i'.-rni_porqw· t1J'1 clizc·r pura " llr.i-il. & Lil [P E u rancisco B Ca aih. Rua Teodoro Rondon 9667, - Fone 135- I J :· J • ±l $ Peça:S Originais; Ford, Villis. :0.ercedes, Wolks·,agem, ChPvrr le!: Acessórios, :Jaterial de Pintura, etc... fü,pecial1z:1da em Tratore,, :O.Iassey Fergurnn, C 8 T, Fi..it. , B_r_e_v_e_A_u_to Feças Universal em~..:_:_N...:..:i:.:o:.:a~q:.:u:.:e:.:·-------- José Barateiro de Destefani da Av: 11 de Dezembro 164 = Jardim Padrão Guia Lopes da Laguna --~- qualidade ______ Mato Grosso do Sul máximo de ,J;lrlli d , m ■ • Brasiliu- Após dutos horas e mein no Pula«elo do I'lar«nlto pasndus ·m eorpu 111llH do nil11lHll'< (ioll)I' '' do ( ,,ul11 <' Silva, chefe dn 1 Cri oi do l'dV,, 110 Gelel, o ex overuuo, Pedro Pefosta do Mato Grosso do Sul, disse que eon Hicll'l'.1 1101·111:il, 1J8 div1·rg-011c·inH t'llll'I' 011 rupos politi 'OH e sobrvtudo, entrt' aque les que pret1:11dem o 111c,-1110 c.irgo. JJodroH•in n con!lc11011, porém f,fl (' •tuliaõ,•~ Í, •f,J~PUIH 1 1 lll'il'lllill' qu; "esta radicalização positivamente nlo recomenda u clu,S1' pr,lílica". E acrrt< cenluu: no nosso Esta«l j) vlà evi JP11tt1 • que n:ln Rl'rfl pU!:lRÍVe um CO,:ReJISO p,ili ttco e a J ·eis.lo ~er 1.'1 c11ca1uiuhnda pl'!ú gov~r110 federnl. O que impõe a olidaril·dade partidária" disse Italivio. O t-<t'narl<,r Íl'Z ~utro;. ronu·nt:lrin .. dizendo que nà, .. , ê impt·ditnl'uto lt"l,!lll (Mra o nome! de ''edro Pedrossian e diz lJlll' o cx-:,:o,ernt,dor 1,·rag:Plli que chegou, em tr:in-itn para Aquidaana, não lfUiz dnr itas declarações, adotando um posição de caute ln, nia=- irriltl1-:-õt" rnuihl t· cht·~ou rão HU ad 111• l111do 1( ll' 1 :li) 111uítn O ll r '~P ild 111., nulll'I l'Í'.!tivtt llder .. n,;,,t po pula e t lt>it,,r,,I () PX-g,,,· .. r;;ador, H,•. gau.lo despacho da ere tenciada Agência l•:~1 tdo dis • r 't'U'-'J a 11 !'r.lr,tr no t •rn•no rta ugrt>.~s:w. pura o quul ._ •U.➔ilrll•'l'S 1 '10!:' polílic•1H wet,.nd1 m CO•I· d11zl lo t! a!irm u qu? s' Dorven!Ura for n1·olhidl) gov ·r,iador, o que estes ad versárros irão fazer ou dei ir de fazer p !:C:S i L r problema pesoal deles e de mats ninguém Font s 11 1 1 PJ<i1111lfo, t0- daviu, :ndtca-am 'lU • !'<!dr11s ia1: i-1•gur>1- 111e11te i-erd. fl!)m,• 1du p•·lo pre. ict .. ute Geisel. com aprovção do general Batista dt> F1gu~irP,Jo, prl1 ;1 o gnverrio do nnvo E,hdo: 1~ J,,mbram 11wlu:-ive, umu fra,;e do próprio Geiel. para is preses ex. tem, senpre, us co11tra-pr.-ssõt s = C11mpo Grande (Do Corrt>,pondeute) - O ~euador I,aliYio úis.;(i que vê com i m IMEI IIV o DO .lém da l!l [,po•Í~:io .;!rn-p,•,·uária " ln du-trial ,1.- Cumpo Crande. a ,.- r~alizM de 16 u 23 de abril, deverá ser realizada em agosto. naqure- ' la ci<lail,·, 1 a F,·ira l11du-1rial H,·:.:ionat, "'" arti•·u bi;ão co111 a l'r.-f<"itnra .luni,·i[J,il a1r,ll,; ,b ,11 Sccrtctnria de Indústria ,. Comércic, e t·nm a F-,i,·" ração das tndú,triu,. A leira terá como objetivo por e comer cializar todos os produtos originários das indú-. trias sediadas na região. Oi: ever.to~ ~e con--1ituirão numa C'':perit'n • eia, con; 'i-tas- a incenti,nr ª" indú~tri.l" a conqui-. tarem novo cliente+ e novos mercados, com me lhor apro,·.-itamcnto da, matéria, prima, ei.te lc, no E,1udo. ID) G Máquina da Benefic.ior Arroz, a Sacador poro Cereais Atoccdo e Vore[o, UMA ORGANIZAÇIO PARA SERVIR ANTONIO JOIO E REGIÃO , R u o S õ o P a u I o S/N de lbinj,n Gomes de Campo;• o popal.r ·Blíl.- Chip«aio, Late:se, Pitra Solda Elétrica, Merisis ·m G»rsL A I e n d e a q u a I q u e r h o r a d o d la o u d a n o i l e. Rua l!lonso Pena Esq. Teodoro Saliva • i 1 •J eira Exeeuti va do MDB IJO !,tio Uro-l- 0 do :--ul foi !'l1 l!a 11,t noite de domingo, (2}p p) 11ct úllínia < :, Jl,l cl11 eon venço iniciada p la ma nhi nu 1+.0eia@o Co lllPft•i d, , <'0111po lç!o 1·1tlr1• ,, • 1J1('1r,1Jro. do Dl retório Regional per 1· tiu a formação da Exe cutiva com politios ctau th:ql'l "rlt nc•ar Fml1tdo" e 'Adone Collaço Sotto vi 1", quu h11, ln rn concor rido arrtcrformc•ute na luta p, ln pr (•,:iill!ri1'1n rio partido, qur ficou com o d,•p11tu'IO frrlernl Anti nlo ,:: 1 ri<,· de Ollv1:i, u, llU to tr.i, tfci: mente, o prt siden te da Executiva. A vílórlu ~lolrnl dos "radieis" foi rPCPbidu com !r1111qt1iliclade pP!os 'mo'lr,tdo'-, que ainda t,•111 mullrl forca. 1-mbo r-i con~tituum minoria, no Diretório e na ComlH· sãenal ,un1-to d.: llri10. Antonio João NS MT Bela Vista • i ato ~rosso redutor Hodoquena USINA Escritóriu do Rodovia .Jardim d "endas Calcário Porto Murtinho Km. 54 .Administração: Av Duque de Caxias . Centro LJARDIM - MATO GROSSO DO SUL Jardim t Correjo Jard!o'- -:;;:;:.:.:.;.:.:.;.... - - - - --------------- -- SENAD R D R Z 1 QUER HO PLANO NACIONAL DE VI ACÃO ARO OVA Porio urtinho - Ponta Porã Guaira Pelo Projeto ele LPI apresentado pelo Senador uldanhn Derzi no enado fe deral, o t,·ecbo Porto Murtinho, Caracol, Bela ista, Ponta Porã, Amt1n1bai, Tgua temi. Guaíra drverlt ser incluiclo no Pla no RodoYiario N11cionul. A aprovação óeste Projeto será un; grande benefício paro o de envol'in.emo da r, gião i;udoeste do novo Estado de l'.'lato Grosso do Snl, ou seja, a ârea ela fronteira paraguaio brasileira pois garon tiró. um acesso perma.nentP ac, P11rto de Paranaguá, maior corredor de exportação do País atualmente. ,. importância din. 11. Dayan recordoa as _ YI· vas reações cgipciii,.; ante n. 1~forma_çoes segundo as quai a dele~açao ciurota havia aeeito fazer concessoes nfl. crdem dp dia da Comissão Pulitica. Essa presJo. segundo Duyan, se t'ez rnaL forte poi· ter pasrnd0, já doi mes••s de ·cte a viagem de Sarlat u ,l'=rusulém, e lhe E-fi.u exigid,~s I ebultaclo. coneretos de :ma iniciali ,·n. "Sadat fala de paz e de normalização de re-1 Jaçõe,., não ob tanle. nc do~umentos qul! u Egito apresenta trata-se de muito menPs que isse, simple,mente de relações pacíficas nü !!!arco da Carta das ;'açõasTlnida~", dis!>e. lgualmeL1te at'irnwu que ·'também l ndat) faz dcclarnções ab.surdas, em espec;al quando no diz que contemos com ele para gerantir Yosaa se gurança na fronteira Nor te de Golo u e nós per. guntamo· cor;:;o pode co'llpromcter-se er:n no me de presidente (Hafez Assad) se tem em conta as relações que mantem com ele". B nega apoio candidatos ao Governo do T O ± o Executiva do 1DB d or ' • • • lo ul dntrtbuiu no 1 <•li- , r t (Cr so • • ' 1 1 .' , 11 e o p.L' tido t1JHl• I ·lwii, ( i il lllll' ,.11t1,f li llíll ( 'l!Idíd li() ,l I Jltl'l••· - ( 'Ili fl("l 1 • ta ".,,, medeb'stas, disputando o ear rerc !";2,ao to ato'Grosso do sul go d., finalmente. que no exs. 'EslureCv, I H! .: ,, candidato da preferén 111 do ll' nellllUII' • '" 1· I j ,. 9rtjdo a governança do lado, t qu par!/ ,'{4teca4o de qualquer nome repudia ,+ocesoo de escolha não ttadnz I )Ol'(jUI' o µ ,v . li • l d cl't <)pusiç/111 í' mn1 grna 7.f ll à vontade 1I }; ] participação popular, razão pela qu l"" ,4q tacões ness se_11tldo, na expt·es- lllUnl (' !l .-.~ •• ) l)ªIJ"'amento tio .fovlrnento I emo- i-Ei m o .~ " , 1 1 • t d cr:itico 1Jra6ilein:,", diz o u l mo J em ,t not oficial. , f Os oposicionista tentun, desa [or- » esclarecer os pronunciamentos feitos l)j ,} <e:, • <C 1 - durante a convenção, firmando que_ o_uo existiu qualquer intenção de prestigiar o ex·governador Pedro Pedrossfan, da Arena, "ala independente. u ES •J 110 HIJ.Tl'O • '!,TO GRO'- ·o Sl 1 L d e 'ioare e o a n .. ~ "O '.LOR '.'. ESTÁ AQUILO QUE FAZEMO, MA NA MANE I !{ A C010 FAZE OS. Correio J ardinense . E.1r'.'i.R!O F t· :'. D D U E .1 0110,l/ió ln-~ E,1. B'J9S33~- CGC-.IF: 03.200.763/000t • íl Feda;o e Administração Hua T,•n. U.-rnard ·• •ln Jardim - .lato Gro'·U (Jfiriru-: llua Du•jllt' di: Ca'SÍO•, i/n B,·la i-ta -- lato Gro++o Herlator Chdi: hnldo P.-r.-ira Administração; Maria E-tela . Pereira Gcreme: Uori,al Cond. Dcpart:uuento • Comercial: . h aro Pereira :S'l:ATCR.-::i A,-inatura Anual Jardim CrS lou,oo D.-nni• .lunicípio, CrS 150,00 Correio Jardinenoe é umna publicação da OHJ1",PE O- artigos publicaios com assinaturas dos autorc· não. traduzem u opinião do jornal. Sua publicuçiio obedece ao propó-ito do debate dos problem? mumeipais de refletir a- diversas tendências d pen,amento uni,er.-al. Fundad,,r: lvaldo Pereira .'..:.:'.. _ alcar10 odoquena USINA Escritório Rodovia .Jardlm Porto Murtinho Hmn. 54 0 11 publir!dnde e com· 11lto fiSpirito de civis mo pnrn ge1"1r o municipio. Inúmeras vê zes, conversanclo com o prefeito, ele nos iucitav•t a prc,~~l'guil· 11 lutit pela conti nuidade da T~I e pi"rlí,1-noq que continu ó. cmo~ a exPrcer u imprensa sérlu e respons(lvel. É a no~,rn missão. egundo comentários, surgidos na capitnl do Es tarlo, o prefeito de P,:,rto ~rurtinbo, além de multo equilibrado, representa 1J protú, tipo do revolucionúl'io d1! 19Gt TRABALHA VI ANDO O FUTURO. Muitas das espe rnnçns do:,: tnurtinbenses estão se tornan- do realidade na atual administração Pau!tiamente. Din por dia. Os tijolos vão +elo a !nados pra surlr o grau de euifieio do progresso. ·em a pretensão d!' aia•·.!c:,r " qu•• t' •lú h"11úo frito, ruas visando u rrn pNl.1çü.o de cou tis o pref ·ito municp! ,arormou o BP• guinlH: (af.c menta Em I977, Prefeitura iniciou os er vi~•o. do cukam•.,11lo ri., prlnclp11ii, r·uu <l I e±d d+, Contando com parco: recursos rn·Is admiuiHt1•,:ndo o di11hriro públit:o com l{r,,nd ma••sl1iu, " prdPilu i,llngiu a met•1 estipulada. Este ano, u LwballloR serão redobrndos e 'produziremos quatro vezes mais' afirmou o p:·l'l'-•ito. l)J~se ut:1du:"n,:elo1·arPJUOR a fabricação de blo· quol •e; e uossns tral>alh:utor('R darfio muis de si em prol de su cidade. O nosso chamamento llempre feilu viH!Hl· do o beru comum". O Centvo de Saú~e e (entro Edu .. aional ·'Estamos uguardaudo u visita do sub-chefe da Casf1 Ci1vl, Ruy Sanr' Annu e do líder da Govl'rno na rssemblém, Ruberi Figueiró. para fazer a entrega ofi ci l de dois terrenos u;; Estado, para as futura,; instalações do Cent,·o Educario nal e dll C-·ntro Je _aúde. E a Educa çiío e u Saúde Públicct mrrcendo espe cial atenção do prel'eito Ildefonso. "O município está fozendo o seu papel. Es peramos que o Estado corresponda··. lÜ grifo é nosso) Além do Centro Educacio nal, trnrão const,uidni- mais 4 salas de au aulas haverá umo di1111mlzação no S'3tor. Foi muito dif1c,l, ma~ coaseguimoi-: Brevemente publice remob uma grande reportagem ilubtrulíva n rei Po!'lo Murtir.bo Suas conqui-tas e o trn· Tudo inJica que o Ginásio de Es- balho sério do prefeito lldPfunso Soure" purti>s (eoberto) será umu realidade, pois I da 'ilva: Um administrador atuante. Esportes a j. e IH'Ontr,l (>l!J pr,1j••l'J ,. 1'/)lll ' 1 1 1 retrizes traçadas. A Prefeitura conta Clllll o llfJ'lllJ I G,, llllO 1 <tdual e Fe d•nil. Estradas Yi,lruda par t:. colonlu Cad1iwir.1 e Hío Branco. Esta estradas tenderão o colonos pecuaristas e agricultores do nunieipio, dando coudit;õe'l 1,ti1<lo o •. ito J.o outro, orando a a@do dn Olll!'rJ, l' <l (,r 11(,:,LO 1 voltara para a urópria p :,~<M, (]lll' l'll(IO ('!',' abençoado, sra feliz, te r 1 üxilo •rn11 lilld a!ivi clu 1 ,,. e, mullif ([,•arfl u f.lU j !-OÚd(•. Sa você for fazer ·st oração, faça-a com :1 mente a:,,gro . Uma prece QllP p rdeu a "Mente alegre" não po der realizar-se. Mune. hdii I<uro1.unti. o Yund:1- do1· da SEI l', Kurozuml c:u"in,t q,1e "tocla crrnçn t' Fé sPrão inúcci~ BP a mente estiver sombria". .le:smu que e-tejum com pldan loclaH as c.:ondiçõeB 11ece;:;sárias pura u coo c,·t'lização do ideal. se vree prdr a "lente a h•g,·e··, o eu ideal pode rt. não se r·euliz:.ir. Sorria todas as man hãs e receba o novo dia cont u "Mente alegre", ilu[Tlio:1du. cl1:rendo "Co mo estou Feliz(; Contente PREÇO DE. TE EXE.1PL . . R CRS 3,00 -- ---· ----- O JORNAL CORREIO .J !1. R D INE N S E Madeiras brutíls g aparelh~das • Vigamentos - forros - nsso~lhos batentes Guarnições. m: Id us!ri sr acomp anha o Pro gresso te BO#li) 1 'Bonito Mato Grosso do Sul ------------- 1 DE BLOCOS JIRD Avenida 11 de Dezembro -s/n .Jardim Mato Grosso do Sul r àústria de Brncos Jardinense, ~ ais ova Indústria de Jardim que, foi criada para ~rescer e servu aos Jardin rs Especi lizada em f abf cação de Blocos. r.reditio Proprio (l I • i ,larrllm • Mt. ('orrelo Jardinen + -· Distribuiçcio de Rcn .. da: Simonsen l ' 6 Brasília, nnda- "To doH "'º prQc,1•up11m c:orn l'.I. rnelhorill dlillI lh1li<;iio da renda", dise o ministro Mftrlo lfnnrifl'J Slmo1111Pn quando idnado os co monlfirlos qufl tom ~ido fciloll ull111111lll('IIIO em tOl'IIO clr. J1C('('H,lrludu (J(I tornI11· n111is iCJ11il11tlYn 11 distribuição das riqueza do paíl!, hoje hat'lm11e concnnlrrulnn 11ao mlloe de p<lllCOR. Ao mesmo tempo em qu sio feitas tais observaçõs umpUuu-HC as críticas no modulo oconô111[co do paí, que por alguns ó considerado nllamentts coucentrudor da renda Ueki garante que Brasil tem muit Urânio As reservas de uranio do Brasil. estirnadfl!l rm G6 rnll e 800 teueltulue:, darão nm·::i. alimentar 10 rent~ai's nucleares, nl'ir mou o Wnistr<' dos Mi· nUEl o Enr rgia, Sr. Shi geaki Veki. Para tornar mais clura u importun cia die:i-o, apre entou nu tro dado: posiciona-se o Brasil hoje, !'m iº lugar entre os detentores de reservas de uranio. Em termos de equi va lencia energética, es clareceu o Ministro que 50 mil toneladus de con centr11do de urauio cor respondem a cerca de 500 milhões Ele tonP!udas de petróleo. Shigeaki in formou taml.Jém que é <'Sperad!.!. para os pró ximos dias a chegada do uranio enriquecido pela Westinghouse, nos Esta dos Unidos. ('Trbn - Campo Crande) O Governador Goein Neto «teclurou à Imprensa n últi nlll qulntn-fvlru, que Pl'dro Podro1<,ilnH ó inellgivel porque não preenche os requi sitos leais Nada mais disse, apesar de nuito lhe ser perguntado. Ninguém, té O ITl!JIIl{JlllO, COJl~t'/~UiU encon[rur 08 im pedimentos lenus para que Pedrosiai IH'ju 11olllpoaderaate uma ênegãvel liderança papulur em todo 1 o Estndo. Este indiscutivel prt>stígio po pulflr, segundo o Palácio do Ph,nulio. é uma condição '.sine qnn non" para que os futuros governadores seju m escol bidos ,Iludo a e:;tPs ponto;; determi1,uuteR. não se desconhece as suas mui!IH• liga ções com u cúpula da oi-fera g,·,'erna rnental. Por estes e outros motivos, a declnra çüo do sr. Garcia Neto reveste-se da maior gruvidude l' poderó, inclusive com prometer o p~ nsumento RPvolucionário a nível estadual. Queiram ou não os descontentes, o Governador é o Delega do •Ju Revoluçüo ele li-l em :luto Grosso. Por esta mesma Revolução foi indicado e ungido Gnvernudf)r. Agora é u vez do sr. Pedro Pedrossian se nllnHestar. Está cerlo que ele preferiu ficar calado muito tempo esperando as rlecisõrs mas depois ctaH declarações do sr. Garcia Neto, fic 1 1 devendo uma expli- 1 cação, ou já sube. de antemão que o que foi dito é verdade e ... quem cala consente. No prqucoo , médios e grande vPículos 1Je cornuJJir-açilo do mund<,, co mument e deparam lapsos, falhas im previsiveis, e até gales, por justificável inadvertência da redação, de reviso ou de qualquer oulro dep l'lflmento cio jor nal, da r vhlu, do rádio ou da TV, É o !Jome n absorvido na trepidação con tuutP d1.1t1 lide•-. jurnnlts[) u o que o repórter, o noticiarista ou o cola boradur escreveu, rexultando que a fulllll (fi • nsRilll podPmoH quullficul') (· ec,m,la tada up6 11 drculil~·fto rlo veiculo. 1-'. um clem 1110 <lo próprlu r,·t!açfio q li: Rt' uper cebc du ocorrência e vezes outras O pró· prio leitor que apoutu 1:1 irnre1 tínt'!ncia dn um regi iro (na noticia, a crônica. no artigo, no comentar1o). Isto porlrrá S, do revliior, envolto pelati maclrugad1:1s o fo ra por um trabalho estafante, proceden do à leiturn de tudo quando lbe 'urge para fazer us necess3ria!, emendas das provas extraídas. Con~equentemente, Eún justifícávPi • e até compreensiveis as falhas que t verificam num titulo, num sub título ou t ·t (!" um ,11 tino ou t1C' um11 uolt~JU. IJ t, í· X li ._ • " i l ' ' Mas, ·m toda a parte, ex8", sempre existir o moralista improvia' o «moralista» de tanga e sem 4, r rezoando «conceitos t ni :raJt' de ,dau, a ..., ' ' ( · l ('li u- ó ( macaco procurando enconaer d'a nus:bunda... E o faz escud do nu ma demagogia virulenta e repuguun(e, retrato puro de eu curater.. Medrosa e aventureiramente, bate téclas por vi6s indiretas, bajulando, tecendo «lôa» 1no pertunas, labendo botas e espora P" r11 trombet~ar urnu folsu moral. Esse elementos, s •:.e o minimn. cxpres'-/:i~, t1e111 qurilquer autoridade para tecer critics, se ~Ipeg,l'l,l u procl mur leís (urrogunclo• se sPus intérpretes ... ) e urgem com la iainhas grotescas, pretendendo corupor en •iclic::ts n1orulistns! Não IheR d mo~ impoi·t/iucin, pois. Nrto pussurn d~ clüH· cr1s nojenta'- em t!onstante ebullçao, ates tando, mais umu vez. que têro no bes tunlo a matéria proclamRda atruvés de uma célebre frase de Cambrooe ... 17 O Governo do Estado. alráves d::i. Se-1 .:s iuformaçfes e reservas poderão cretaria de Indústria, Comércio e Turi,.- ser obtidas juuo a Divisão de Feiras e mo, realizará de 1-! 1;1 17 de fevereiro, a Exposições da Secretaria de Indústria 1.a Feira de Indústria Region:.il, em Cui- Comércio e Tu:isrno, no Pálacio Alencas abá, concomitarnenle com o II Congresso tro, 4.o andar e Federação das indús Nacional de Economia Orizicola, nas de- tria de :lato Grosso, Avenida Presiriente pt>nderrcias do Colégio Est~dual de MT Vargal- s, n. A Feira Yisa a comerci1;1!izaç5.o dos produtos int.iustriais produzidos pelas em presi!s estabelecidas na região, em todos os setorfs, em particulor o madeireiro, _argilas, couro, caicário, produtoR alimen- Docaim~nto P@rdidn ticios, implementos agricolas, bebidui-, e Ui ainda os proveniElntes da indústria casei- Luiz Feroando Ocariz declara ra e do artei-anato. d r· . e, " para os ,- , " • evidos 10& que extraviou sua Carteira Contarà com a colaboração das Fede- de Identidade N. 00161 expedida em ções da lndustr1u e Corne1cI0, e Agr1cul- Jarditn ~lt Publlc • P f tura; Associação Comercial e ou'ros I abter ')u' y;., açao CJllt se az para órgãos ligados à área produtiva. . - • ·<-- ------------ rale FC!E? e 1.03 - □ Faça sua assinatura do Correio Jardinense e colabore com O casa do Garoto. Apenas nos meses de Janeiro e Fevereiro. Carreio Jardinense O Jornal d novo Tempo. Procure o nosso Escritório ou Aguarde a Visita de e um Se voe.e mora em 0utro Municipio preenc.ha o. cupom abaixo. um representante Nome ---------------- Endereço Cidade PREÇO D Jardi se.. D ad : ssinat" rn s nomes dos ssianil s. aau Estado -------------- --------- ttg. (ns en Jaeirg g Ferir) [yie se Mi 20,00 ser- o dados ª Casa • do Garoto final" " (.J ao C11rreio campanha pubUca:,emos ,ar •f • li . Adrninistraço venda de !róvsis e despachsnte ern g t· 1. L ':s , Prest ao tmoilári crr0nos Jtr ti. llS '[I unto António 'Terenas em !I meses r-13 l.'.'IHJ,(lf) d(• {'lllrlid l l' J ll'!illllllr' e, .l,)l),l)(J Jlll'llr;tll!)flOS lert'(•Ll()IJ pl'ÓXÍlllOiJ n e tl I x u diiguu vila Camisão preço '1$ 15.000,00 Adminic ração e Imóveis. M triz: Ae Cal0eras, 2512 Fones 4 !J:l7{J l-!JS!JO t' mpo Grande MT Sul hlial: ,,·. Duque d ( dXiU~. '.! ,!J ,J rdim Mato Gro o Sul 1 Qu •r 'C11d r ou nlugnr 1- 'U imóvel? j Núo tfõ a cp1 lq1a•1· l 'm. flrc,, Ili'• nof. SOMOS ESPECIALIZADOS E CREDEN. 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O ha de madeira de !Pi locali zada a 60 km de Jardim, dista te 28 km da rodovia federal. onsulle-uos. • pre a dever, ('ll ,I ' I►C1U ("' • l<'Ul ÍIIÍ('l.l va própria; Que n ÍO (' 1 ·r a opc;rtunid,!!lt': , n. 1 a ri Que a - ca resolutamente as dificuldades, Qu 'a de i, logo de sida, boa impresvao, Que be ouvi e calar no moments exato, Que confi nas sua potenei !idade pe· 110 1i•: Otll 11íl.n deixa s coisa no meio, Que não tem medo das adversidades, (lu,· 1111prime ,, c-unho r!e t-tla p~r on .li dade em tudo que lhe passa pelas mos. IJomcm, 01ofim (Jlll', c•r<:n•lo em Deus, to ma por divisa: Aperfeiçoar tudo que pu rlcr, lnz('l' tudo riu n,C'lhor man ira D08- 1,ivel ... :lh·lhorar ain ha mai tu !o qul lo que já tiver fl'ito. Docum nt p o Luiz Fernando Ocnriz det'lara para º"' devidn8 fio que , xtril'U de Jclenlidade 'º. OOtGt expLdi1.h, l'ffi ,lardirn 1,1t. 1'1.,blicuçJ() qm· 1w f:Jz par11 abter ~"- iiL Nioaque - Fontes políticas indicam qut o prefeito Allevir Alencar, desta ci dude, poderá renunciar u seu cargo e candidatar-se à .-ssembléia Constituinte cuso veja t:ondições para se eleger. E.1tretanto, outro» setores politicos ueréditam que dificilmente u prefeito de Nioa11ue llrrhcarà a per d e r o seu maat.!uto muJicipa pura disputar u□JD. cade:ra na .. 5s,1mbiéia. O prefeito Alte vir Alencur 1:tinda não se manifestou, rficialmenl1>, a respeito, o que. poderá ocorrer ainda nos próximos dias. Comll exi•U:--ií.u i,wis de 100 eaodi dato:s da ARENA e do MDB - às 19 ca deiras dli Assembiéia de Mato Grosso do S:11, é bem po!'sível que A:tevir de Alencar □ão arrisque. e DE l:::valdo G. Laranjeira PROD TO' VETERIN..HIO ·, l~:--ETJ1 J. DAS • .L BUi,DEIRO E .llEltL. EMENTES E GERAL O- melhores preço- da praça. Vi-ite-nos. 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Publicação que se faz para obtençtio da ~a. Via. O senhor Jo é B!l.rbosa Cristaldo declara para todo os fins que perdeu _ua Carteira de Identida de RG.005.ü-H Expedida P / SP-'.1t, em 28, 0-1/77 Cuiabá • tlt Publicação que se iaz para obter a 2a. via. P o n.t o De o EIO j --- Palmieri: Motivacão ) paro se Fazer D politico ... !' LlH) l'EIUJI!, 'Tribuna da Fronteira) Entendemos que a rande questão atual, no contexto municipal, intensificr a atividade politiea, que e encontra marginalizada devido n uma série de fatores, que não nos cnbe aqui nnalisar. Existe un.n eúpulu politieu ·m Bela Vis ta - 1:1egunrlo um intra-1·n11tf' rio Diretório du l'e· nu, com'ndad por Pe lro PLn:ieri, CIovis ,far· Cúlirw <le Ollvt•irn, E, ili<lo Miranda e Fiori Mur11110, ncrellívinrlic:a qões erniaentemente democrátlcas, tm~& ainrla nüo den.,os um p1:1sso adiante. que s e r ta o da reurticulnção das {orças politicas. E necessário quo todos falem e todos sejam ouvidos, pois estamos diunte de um vazio onde ninguém diz nada, nium propõe coisu alguma, ninguém tem umn visí'io h1•gP111/inicu 1rnbrP II politieri rnu· nivipal. Nossa reportagem procurou um dos lide res municipais- Pedro.José Pa!miei ·que ti ac;ou um breve perfil u respeito do momento politico Tribuna: Com a su autoridade de ex-vere udor mais votudo. ex-presidente dn Cúrnura '.lu nicipal, ex-pre idente rio Diretório da rrPna, ro mo vê a aputia du ela se política local? Püla.deri: Discordo do vocábulo a- , palia, que quer significar de11interesse. O que ocorre com a cl11sse política, mais preci.i-amente com o Diretório da Aren1:1, 1 é um ft:!aômen o que toa gil está de sei· desinteresse ou apnliu. Na realidade o que está ocorrenào em Beln Vista, está ocorrendo em quase todo o Pais, como consequência lógica do declínio cio pres tígio municipolista. Tribuna: Entiio é de suma Impor. tànch, a uutonomia municipal? Palmien: Lógico. O muuicíµio que em seus tempos aureos já chegou o sei' cidade-estado, hodiernameale, vem so frendo em nome de filosofia vária5, um declínio em suas prerrogati a~ esseaciais e vitais. Êxemplo disso é nosso cas11, em que o Prefeito de Bela Vista é no. meado pelo Governador do EstRdo, por força maior de encontrar o seu territó rio em [aixa de froateirn, considerada aréa de segurança nacionul. Tribuna: Então, a não participação po pular uu flscolhu do prefeito, prejudica a atividade politicu? Tribuns: Como areoi ta, o que acha Oposição feita por alguns vereadores Arena ao governo municipal? Palmieri: Acreditamos que não pode rá haver um bom governo sem uma opo sição que caaalize idéias criadoras ao Executivo. ~e na política h•cat, nllo exjs te um mecauismo especializado da opo sição, não vemos raz~.o porque os vereu dores não possam. como delegados do povo, exercer urnu critica coustrutiva repre~entaodo os anseios popuhrres. Tril.Junu: Gomo voce ~•ê a cuudidatu· ras de Paute Ca~lro Pinto e Ely de Arau jo B: rbosa à Assembléia Constit11in1.e? Palmieri: A Convenção do meu purli do irá etud r esse: candidatos. Tribuua: E a sucefsüo estadual. .. Palmieri: Esse assunto está ··eado tra tudo com muito cuidado pela cúpula do meu partido, e creio que será escolhi do um roJ:tico que i1·tí empolgar o elei toru do ma togrosseuse. Tribuau: Finalizando esta entrevista, gostal'íarnos de saber se é verdade que o seu aome está sendo cogitado para suceder o Dr. C11s!ro Pinto frente e.o Executivo? Palmieri: Voce sabe a uossa fi!osofiu sobri> as eleições indiretas. O aoss11 pns sado, <lesdo as lides universitárias, de se111pre conconer em P.!eições direttts, oa· de a nossa base residia na soberania popular, prejudica essa sua perg:rnta. FALANDO A VERDADE Palmieri: Essa circun taacit1, entendemos ustentudo por minuciosa pesquisa, nós, retirou do povo a sua maior fei;ta podemos afirmar, seill margem de erro, eleitowl. .-s elei~ões de vereadores r.ão que o povo belavistese está descuaten consegue empolgar ns correat.es partidA- te com a ntual situação r,olilica reiuac ria, partindo dái a falta de atralívo que te no wuuicipio. Não combatem o siste o eleitorado seate com relação u poli ma. Não desaprovam as idéias revolu tica local. Campaalrns politicas, comí- cionãrias. Mas não aceitam o cousenso cios, foram coisas do pa~sado, Hoje não como fator u.nico na escolha do Execu- a cousegue mais reunir oinguem em tivo municipal. Re~lmente, 11 classe poli uma praça pública par ouvir um pollti- ticu. está marginalizada. O povo e nós co. E isso é muito grave, pois em um represP.ntarnos. acim11 de tudo, o povo municiyio em que tudo .esta por se fazer considera o consenso uma negação do de iufra estrutura no concernente a sa- processo democrático. Lembramos aspa neameto, estradas vieinais, saude pu- lavras do ernbaixlidor Delfim Neto: "A bllca,•· etc, sem motivação politic~ não. divergeucia quando não vira de:sordí m, buverá lideraaças joveas 11 allurn é que •rnriquece a democracia.Só imagíno de relacionar se em diálogo proficuo a necessidade de um tipo de consenso: de com os a !tos escalões da oolitica na cio- que é preciso fazer políticn." Além cio nal, para fazer chegar ao ·nosso munici-1 desgaste das atuais lider&.nças políticas pio os rneios fiD1'1lCeiros nece.,sários a que já não satisfazem, os desencontroE: fazer face ao volume desses empt·eendi- das diversas alas existentes, estão pro meatos. vocando ua ruptura no contexto are nista local, e após as t:ileições de no da vembro e a no_meação do novo governa da dor, talvez surjam noras opções para o sofrido e desprestigiado eleitorado bela vistense. O PAPEL DO Jorna 1 O objetivo primordial do jornal é re duzir u probabilidade de que sejamos sim. plesmente um alvo de forças externas e_ aumentar a probabilidade de que exer çamos força em nós mesmo. Me.ti oão é • -: 4uantídllda de informaçã,, émitida que e importante para a ação; untas: a quan- lidJde de informaC'ão r.apaz de penetrar o suficie11te num dii:po itivo de armaze anrnenlo e con111uicação, de modo a er vir 1lidadE social que orient& nosso trabalho. Esta implícn_ num gran:le compromi ~o eom o povo. E de 1,umu :mportünr.ia, no fato político, a analisf' do jornalista. A infor mação será sempre. de uma maneirn ou de outra, esculpida. E o E:scultor é o jornalista. Não poderemos ser, unicamente, trnns missores de imagens, a nossa obrigação maior. é o debute livre das idéias e co laborar para n. formação de uma opiaião. (ID R1J@ _ f O 'D l l ADVOGADO Z5d)10)0- Rua 3 de Outubr'o (.;."D 1.J.D 0 1)). €12±13AN) ílt·la Vista )lato Grosso do Sul Dr. Carlos Ed Sá .Medeiros 0AI - Mt 616 Dr- Cyrio Falcão Advogados C11 usus Civis - C!'iminais Inventário;. Trabalhistas Rlla Rui tbrbosa, 277-1 C; t Fone -1 66 3 Campo Grnnde )lato Grnsso Rua ebastião Crispim do Rego 319 Fone 771 Bela Vista Mato Grosso Ministro do Planejasa!to formula previsões para 79 • Em 1979, quando o general João lati-ta lieueiredo a·u mir a presidência da lepbli a, >e tudo ocorrer conforme o prn i-too Bra•il j.í terá dado a um pa--o importante no tido de tornar sua economia mai- capaz de resistir a crise eternas· A prei-o é d ministro Hei- elo-o do Plane jamento, para quenu; rm [979 u f'aí- 1r-r5 alllda .,,uluHlo ha-tante na bu-a de auto-ufi ciência nos sretore- de insumo básico- e bens de capital. LEIA O ,lORi AL CORREIO JARDI 'EN 'E é por ÓS Continuar navegando 43_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº43_04_12_1977 49_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº49_08_02_1978 Voltar para a lista de itens