56_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº56_16_04_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título56_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº56_16_04_1978Número da edição56Data de publicação16 de abril de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -21.482243387512344 , -56.14840066343035 Documento 56_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº56_16_04_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto e A 111iopl11 rn o ,-. 111:d "privtléio" de PHlllm rrgula r mentc p:·ogrurnaR :!e· Lo Jev iHiio. A fH'.➔quisa el'etuu lia J>elo Prol'. YJ11 .. '1':-:o-Chio1) ef1'1 mil crlnnçaR do jar dim de lal'nncia concluiu que, o lumlnMidude dn TV era p1·ejudlolul aos olhos dos pequeno. Os paii-, que lgno1·avum o jierlgo, permitiam QUt- seus filhos se sen la Asem por longos pericdos, juo to aos aparelho~ do 'l'V. Esse habito, liio comum nas furuillas de lodos os países dJ mundo, acabou prejudicunrlo u v!süu dos pequenos t,•lespectodores chineses. (ABIM) Reallzou-se no diu G1/u4 17 , a Eleiçà0 da uovn Diretoria da .sso cia('âo de Pais e Mestes da Escola Estadual de 1e 29 Graus Cel. Pedro José Rufino, saindo ven cedora n chapa nº 02, com ,,s eguintes compo nentes, e num total de G9 votos. Presidente- Célia Ada!Dis de Sousa Vice- Presidente List>te do Frcit:i 1 °- Sect·etá rio PAreir2 da Rocha :2º Sec:·elério Nnzirt1 Be zerrn lQ Praifl Maria Benita Peixoto 2° Aütonio Beoites CONSELHO Presid':l!lle Ivone de Me io Vice Presidente Assires Cuidl '.: 1t Secrelfnlo Dorival Conde Suplentes Profº Susana Lirn'l de Medeiros Pro[ª Sandra Vicentl'I CarmEm Silva Torres l Dir. Adjunto- Prof! Iná lnsfrar. Falcão. olf'ne r undadÕr:lvcl:dd!J -Põ7:'i,:-.:.. TV PROVOCA M 1 oPlt CM C R J JH ,I C M Hio -- aspondendo rodovia ulterm..tias. as cobranças d· neta1o 'Apes:r ae lo existir eta obrigato- vi[lri;, t'lnk,1 ('I i~ll) • t<J "i!,•ro,_; ri • ,,.,, •. s a!ter tivas existem em re- C'11l .tf~u1·io1i 1.;", o di:-• t t ,:,, ll ,!:,:, 1 .ç,. , .• •l ,1,l:,, iPrl 'l'-,i➔qu • collrarn demar Ibero !a silva , :• f 1 l' !!l 1 l [J •d .. t ... l 'llll',1, JJOl l')d.;nJp!r), tem a que 'não e pen a em reformulações, a!ipza Hio São Puulo, onde não exis pois d e s d e !ô), quuutlo foram e» l,.cl ··, , l • •: braça. Hla ainda o caso ia flío- esas cobraçus v 1,1 tn! udo pl á ,, '. q,: não tem pedágio e atende mente seus obj :tivos; nsnutenção e con. ! per ·tamente aqueles que não querem servaçüo ias estradas". { utilizar a po 1, • l1i, - 'it•-rói 011 u íl.l,i- Oer.,;.1 {IJ ~Oll't>lvimP 1!,> f,0' 1 ,,,·i(,rio i 'J' '! sóp, lí ". S/A), por sou 'do, também se pronun- ] No cso d ü Paula - Santos, que ciou a respeito, demando que 'no ex;s- { ter pedágio e uma alternativa - via A. te nenhuma lei condicionando a cobran. } chi te, tamlens con o mesmo Sistema ça do perl{lg-lo :t rxist<}n •i,1 dl~ l'·-Lt·uc1a-; l tle ;(Jb!',lllÇa Adernar H.ib~il'1·ooti, 1 rui< q,,i I se' ,1~0•1u,1cinr. ln: 1..; süo rf,· e- •mpt:teociu e'.,taduul e, is crítie as r o r a m r e i t a a , por t·-:-;o meFnw, rogem à er,mpetência durante o segundo dia ae alizuço do } to D)NE. Ose 'vou ainda que o peda I Congresso da Asso:inação Nacional dos ! gio, criado pelo decreto-lei 791, de 27 Transportes Públicos, que se encerrou i de gosto de 1/), já é um sistema de- 110 Bfo do J,lll'jll'O. . ai'ii'lliil(~.io dl· 1! l"ni•j·,11nt-•11tc i.Jp:rnlado e uct>ilo. que tuis colJrançaH :-iío "a.J~nu~~ões lri .dmitiu. contudu, que existflm al- 1.Jutarius" pal'1irnm de ,Jorge Hori. cou• :I ~m1~ probkrnal'l. E l• c,1so da população sultor da Comissão d> Assuutvs Institu- de .ezende, que vma acionando o DNER Associação de Pois e clonais da :NTP .. <'Ugestiio é de que, 1 no ~E-nti t!<! passar de g1·a11tes. Hiu - SantL t:, C:i:-tP.lo 81·u:;co, e um l;t;Jo fl,H·..i outi·o da d.Jade. Isto p;;r desde que nio exista nenhuma outra ro- qu1 l,1, um dos po::,tos de cubrdnçc1. divi- doviu ulternat1va. de ~ cidadl, ao ,neio. Nu opinião do di rel ,r, e:-.te é um problema sew i;olução a eu r'.(; prJ zo. Segundo Ademar Ribeiro da Silva, o decreto lei que iosti:uiu a cobrnr,ça de pcdúgio uão determinou u existêucia de 1 1 1 QCE ,'l'AO DE ORDEM L<!mbrnu ~inda que o pedàgio !!tin i ge somente 2,6 por "ilnto _<10 tr~~spo_rte do Pais. Por isso, "não é significativo ' em lernws de levantumnt0 de p;:o.Jlemas". Sobre a Taxa Rodoviária Única, a ln Plenário. seja t'ncurr,iullulo exp, diente indicatório ào Exmo. Sr. Guid' Fri~upn ni, ;1lD. Diretor Pr~tli:!ent" da Tt'lemat, "O Comercio iovem de Mi±to Grosso, cio Sul" Bnsta levar o seu documento. O seu crédito é t•b!!rto pelo já Famoso Credi Big. em Juro e sem Fiador e você tem 1 ano para pagar eu disse B:g-Lar 'once sionário UItragaz entl'ega :rntomúticn plnnl.ün :ios rlon ieg- .,.; e ie r1ados troca de bDtijão pequeno Assistenei técnica permeie Seção ds peças especioli7odasl Roa Vereador Romsu te Maio. Sr { Jardim Mato Grosso do Sui] (Aplovacla pelo Pren:írio .Jardim é uma das cid11drs silundas no suc!ocst1• ma tcg1·01:;sense, regiilo de,:. ' pro,id t de todo e quêllquer recurso ori undo dos poderes públicos. não querendo 13, la .J UST I F I C A T I V A ADVOGADO Ei't.2rr 0:3]0 - Rua 3 de Outubro (AO LADO DA ,rn.tttlAI'-11 '.'ista '.fato Gro • o do Sul Dr. Cu·ln:"' Edy Sá iiedeiros OAíl- I.lt. 616 D~. Cyrio Falcão e dvogados C. uu -- iis Cimirais Innntório:. T:·a b:ilhisfa.s íl.ti..1 Rui rbosu, 2774 Ct Fone 4 66S3 Ct!.r.:tfO 6:-u.nda ;1Iato Grosso f.u:1 S0ll ~ .. ti:::io Crispim do Rego 319 Fone 771 fü,Jc. Vi1stu ?lato Gross'> P . ..RECER LEGAL 1 s sua ps1vel inconstitucional!dade, que tionada por Jorge Iori no Congresso da l.N'l'l', di:,:-l' o :retor ral clu DNEft; "Nos náG somos juristas. Este se uhor deve ser e talvez por isto tenha concl ,çõt•. <Ia Hl'a&ilclrH de Transporl!!<i Urbanos. O DNER recole a luxa e faz o repcJsse uorrnulmente··. Pouco ante de terminaôa a Rodo via dos I·nigra11tes, a questúo legal quanto [i.O ped11gh l'ez com qnl' a Dersa ent.!o nendasse Ima parecer a respeito, trata.a de, sobre a nacureza jurídica do assun~o· O parecer !:li.Jorda, em primeiro lu ar. o sirnifi0do do nedgio e explica que. ··seguue10 a lei, u doutrina e a ju risprudência, o pediiglo constitui não muis uma taxa, mas uma tarifa, ou seja, um preço públieo". A seguir, citando vá rios ,1 utures, o parecer esclarece que a caracteristictl. d o preço público está. ''na retribuição por um serviço prestado". ~ rulEílLI .E EAAT incluir entra os que não atendam a re gião a Telerrrnt, qr1e mantem em Jardim um Posto de f□terurbnno que ultimamen te tem dado muito a desejar, pois o mesmo oor falta de a:-siHência não tern dado co·adições de sei· usado, ficando assimn àquela pµulaçilo sem mais Ulll oos poucoi;; meios de comunicaçõ2s. Sala das Ses3ões, 28 de marrg~ da Sílvli Leite Declara para OR devidos fins que extra vlou oA sc guintes documentos. Tllulo de EIPílor. C'11r~el r de ldenlldude, Cader neta de il''. Carteira de Hubllitação, Carteira de Monte Plu, Oocuml:'nlo de um ,11::ep 72. Publica ção que e Iaz para ob ter 11 2ª Via. Imobiliária Jardinense Cai-a Vende-se Vendewos na Vila Angelca uma casa de madeira construida em terreno de 20 x 16 com ubrlgo, varanda, sala, dois quartos, copa cozinha, e,tc. , . preço CrS 7.00 0,00 Vendemos n!l. Vila Camisão Av. 11 de Dezembro uma casa com salão comer clal todo de alvenaria, com mais de 120 m2 edificado pelo preço de CrS 150.000,00 Vendemos na V. Angelica Av. cel. Stuclt esquina com Rondonópolis um salão comercial, com residência aos fundos tudo em alveoatia por CrS 150.000,00 Vendemos a tres quadras do centr.l na Rua 7 de Setembro urnu casa de ma deira rnsdlndo 7 m2 de a1·ea construida com sala, dois quartos. copa, cozinha, banheiro interno etc ... preço CrS 90.00,000 Ponciano Mena Barreto Declara pra os devi. dos fins que extra vlou os seg11lnteR documentos: Titulo de Eleitor, Identi dade Carteira ,10 fiablli taçii o Car,el1 n t!~ I1eser vlsta, Publicação que se faz para Qbter 22 via. Pronunciamento Cerzósimo, da do poder aniversario da Arena Hlorocio 14. 0 Chácaras Vendemos proxlwidades e de Jardim diversas chácaras nas do Distrito de Boqueirão Imobiliária Jãrdinense Fazendas Vendemos proxirno ao rio Perdido, uma gleba de terras medindo 600 ha com diversas ban[eitorias por C'rS 2.200,00 a hectare. . Vendemos no município de Nioaque uma área de terras medindo 382 ha. sen do 70 ha- contendo plantação de arroz, 50 ha. desrnntada e formada de jarauuá- 40 ha. de terras derrubadas, mk divisa colll o rio_ Jardim 2 açudes: mangueira dois galpoes coberto ds zinco, casa de madetra, divididas em envernadas. 80 ha de madeiras de lei localizada a 60 km de Jardim, distante 28 km da ro<io via federal. Foram extraviados os documentos do Sr. Térclo Celestino Gonçalves: Cer· lificado da propriedade de RG Nº 0139 Mt 018 do carro marca volks/bra sília ano 75 cor laranja, pluca CJ. 0:!70 cbas<:ls l Q BA 196030 Carteira . ,tciona I de Habilitação expedida por Aquidautt ntu sob o proatuHrio 2 27.395 Mt Carteira de Identidade RG ü.088.578 e CIC 34091G /53 Titulo de Eleitor expedldo em Dracens - S. P. í'ublicação que ec1 faz para a obtenção de 2 via 0o mil O Banco Conhece T erro. que nossa Hoje, 3l de março, dia do décimo quarto aniversário da Hevolnço Brasileira, revolução que ·riu de exemplo a todas as demais _nas@" do mudo, porquanto «em derramamento de _a gue, amadurecida e adulta, imos atb et, tribuna recordar o- fatos históricos que lhe deram ori e prestar-lhes a devida homenagem, o devido te conhecimento, bem como relembrar as figuras hu manas, incontestáveis e corajosas que a fizer»mn. Em 1963, a ação brasileira +tva mergu lharln nu dc,cquilfhrio ~ nu eor,fmãu, A inílac;:io havia chegado até a To. Greve« pelos centros maiores do país, movimentos e subversõe+ da or dem E todos bem que .ação lguma jamais po ,li,rin sohrevi,·er em rui ~ituuçno e ~reve,, repre· seurum uno, cfo utrllrn focial e cconiimicn. Homem do gabarito de num Brigadeiro E rluudo Gomes, de um Junrez Trnora, rle um Cor deiro de l<'ariu~. ele um ,,lhemnr de Barrma, do General Cns1elo Brnr.co, do Geueral lunrüo Filho e tantos outros da área civil e militar, tomaram a si a grande re►pomahilirlarlr de por l«-rmo n tai• <leemando• e colocar a nossa ação no lugar de párrin li·nc e rnliranr'eiru, em krmo• ,le i::unlda de com os países muis podeross e de maior lide rança do globo terrc-tre. A Revolução que tclodiu em 3] de março de 196-1, Col um imperativo emanado rio e,pirito ideali,tiéo e parriótico de que estavam imbuidos os no,soa patrício;; acima referidM, além de outros de igual valor, de fc,rmnçilo nutênticnmente d~mo• crática. que, côn.cio~ rlt' rnae respoR•ubilidodes on conjuturu politica udministrotivn daquela épo. cn, nãn poderiam alhear-se de que, ine,·itnlmente o povo brnFileiro irin sofrer, diunte das atitudes impensados de go'eroantes que aµena• se preo cupuvnm com o presntc, e,quealidnde Brnsileirn~: "lnieliz seria nquele que const"gui,Fe realiz.ar tudo o que pretendia, pois são pobres de eepírito os que limitam seu horizonte apenas naquilo que sao capazes de fazt:r", do deputado Homenagem ao Revolução Representando a Bancada Legislativo ivotogrossense: rara o bom entendimento de·ta refleào r ' n • precisamo« «saber qurmu na lz, a ireuntanta ta que foi fita, e s finalidade @r Por! '''ro·cio-e o Presidenf· da lepública por oeaio lo quarto aniversário de sua adminit,s cão, dando conta sucintamente do que tez. • A realidade, dizem o filósofos, transborda do conceito, [ma coisa conceber idéias, outra ta dnuzi-las em fato-; uma coisa lançar no papel programa ·de trabalho, outra cumpri- lo integral· ente; uma coisa pensar, outra agir rigorosa mente de conformidade com o que e penou À mente humana move-»e em um territóriv» que desconhece limites, por que opera no pato du nb•traçilo. ;lus quando os conceito+ e matr· rializam. limitam-nos a contigências da nossa própria condição de seres humano- O Pre,idente dr1xou implíc1ln em mil reflex,ln n velha disputa entre o querer e o poder. Ne sempre se pode fazer aquilo que e quer, ti por causas das nos+as limitações pesoa +) por cau-a da superveniência 'e fatore imprr tos o ainda por que nenhuma idéia esgota _P' tempo toda a essência do seu conteúdo. roi consciente dest verdade, que o Presidente leu nedy, e +eu discurso de posse, depois de enu. merar as linhas m e 11 r do se 11 governo, disse; "Isto não sera roncluirlo em cem dias nem em mil dias, nem na vi.,ência do meu Go,·erno, nem talvez enqunnro bC:-Uer humanidade neFle planetn. l a• ainda que nlg-uém concenlrO em suas m~os as faculdades cio CJUrrer e do poder, porque me mo assim corre o risco de não exercita-las com pro,eito. porque há ,Jiíerença l'ntre o poda e o modo de poder. Vejamos um exemplo. , Era conlwcirla a -:norme força física de Davi, que, segundo nos relata a Escritura, desqueixava ur.;o; e )eõr,. quando estas feras atacava os re banho• que ele pastoreava Apresentou-e Davi ai> Hei aul para enfrentar o gigante Galias, e o Rei, ternendn pele s~~urnnça do rupazmbo •. o ves tiu de suas próprias arma>, parn que fa1e.e ~ campo. Com auuelas arma,luras, entretanto: Davi não cleu um pa•so; daquele modo não podia ca- minhar. Os desafios que se erguem diante de cada um de nús, são outros tantos gigantes que prec samos combater. Mas só po,lcmos faz.i:-lo hem .ª'' nosso próprio modo, com as nossas próprias armas, fiéis ao nosso próprin e•tilo. O ;;randt saldo do atual Governo _é e~at~ mente n obstinação com qut procurou imprmr ao Brasil uma perrnnolidade própria. , imagem rle um Pai• que sabe o que quer, e 'ue ddendi princípios ajuHados :í eua própria' ft'a. idad?·. Vivemos durante muito tempo imobilizado porque mal podiamoF c1•minhnr tolhidos pelas pesadas vesumentas que no, recorta,nm lá fura. O rugido dos tigres e dos leões á nossas volta amedrontava-nos, porque nos tncootrávamos 1m· pountes. "ão podiamo• ssoa deverá fozer esta oração 3 dias seguidos sem fazer o pedido. Dentro de 3 dtns será nlcançada a .-.raça, por mais dificfl que seja) publicar assim que receber 11 graça. MEUP . propósito de reportagem publi cade. n edição do Globo de domingo, 19 de março, sob o título "Polícia apon ta traficantes pel morte de assessor de Garcia elo", recebemos men,mgem do GovernR dor do Estado de Mato Grosso encaminhando declarações de seu Chefe da Casa Civil, Arcbimedes Pereira Lima, citaJo no texto da matéria. Garcia Neto testemunha a "exemplar conduta'' de seu auxiliar e informa que mandou estudar "as medidas cabíveis para apuração de responi-abilidade". TELEGRA.:IA Diz a mens11gem do Governador Garcia eto, encaminhando a defesa de seu Chefe da Ca a Civil, jornalista Ar chimedes Pereira Lima: " ENHOR DIRETOR: ·Tomando conhecimento de repur tugem publicada na ediçiio de domingo p. passudo dE>sse joroal, procurando atin gir um dos mais dignos auxiliares de meu (ioverno, o jornalista . .rchime des Pereira Lia, de cuja exemple.r con duta sou testemunha. determinei, ante a gravidade das insinuações contidas na quela publicação, à Procuréidl'ria Geral do Estado, estudar as medidas cabivels para apurdçii.o âas respousabilidade Jlicíto-lbe confü1.do nos prlncipios éticos tradicionalmente u bf.ervaào por esse jornal. a publicaçií o d este, bem como a defesa que a lei faculta aquele meu re ferido auxiliar. Cordiais saudações. ,Jo. sé Garciu Neto, Governador do Estado. DEFESA É a segui ·te a defesa do Chefe da Casa Civil: •·senhor Diretor: •·somente ontem. de regresso de viagem, li perplexo, no gr:1nde jor-nnl rlo Irineu Marinho, que soub sempre, mes mo no calor rias pnlxõt>R maii, acc;;as que por vezes tem sido arrastado, respel tar a honrr. alheia e preservar digni dade de adversarias ou dernreto. oca sionals, infamute reportagem, publicadt na edição de domingo, 19, em que o per verso autor, revelando a face cruel do seu curá.ter, procura envol,er me a mim e a meus lrmãoR em assuntos a que so mo~ totalmente estranhos e atribulmos fatos e Intenções que só existem na imna gina ,;ão envemmada do referido repórter. "Sem prejuizo de outras providên clas que a lei me faculta e que estão senr:io estudadas por meus advogados. repilo de Início, com veem/lncla, as pér! Hda-; lnslnuaçõ'ls e cavllações contl<las na referida reportagem urdida a partir de esquema muntado em Campo Grande visundo de11moralirnr o Chefe da Casa Civil e enfraquecer a autoridade do Gc verno. "Com 11m passado bastante conhe cido de trinta anos semean:io e plantan do, Secretário de Estado pela quarta vez. outras tantas presidente de autarquias e sociedades de economia mista, red~rals e e~taduais, en[rentando no decorrer ele uma vida laboriosa, construida toda ela na luta e na dificuldade, os imoactos aa boa e da me fortuna, não me 'ví jamais envolvido em sindicâncias cu Inquéritos, nuuca fui demitido, muito menos a bem do serviço público, e tão nouco jamais vi contestado, senão agora, e por quem não tem autoridade para faze-lo o con ceito de homem de bem que granjeei ao longo da intensa vida pública a que con sagrei para servir ao meu Estado ao meu País e sobretudo gente mais de vaI!dfl que tem demonstrado, como ain da agora, em mim confiar. "Sem o propósito de um desafio, mas em defesa do meu nome sem man cha, único patrimônio que possuo e pre tendo legar assim, intacto, a meus filhos, proponho ::i. esse jornal E. PSpero tratan do-se de questão de honra, seja ' aceito, enviar essa redaçao ao estudo profissio· nal idôn~o a cujo dispor me coloco a fim de facilitar uma ampla averiguação a respeito das maldosas ineinuações con tidas na reportagem que estamos repe· lindo com o respaldo de uma opinião pú bliea indignada, prometendo, caso seja comprovado o mais leve comprometimen to do meu nome nas ignominiosos sus peitas levantades, demitir-me das funçõe de confrnnça de Chefe da Casa l;ivll que exerço no Governo, bem como renunciar de maneira definitiva e irrevogável, à legitima aspiração a que me julgo com direito e com _que me cena a opinião publlca de pleitear um::. cadeira no ena do da Repúblice.. Pretensão lastreada na íntima certeza que deriva daouela centelha que trzemnos dentro de nós que é o ideal de servir, e f&z com qu~ nos sintamos ante os mais desvairados agressores suficientemente forte para suportar as injustiças, esmagar as calu- niaxs, superar as invejas, as incompren«ões. A unira condição que exigimos ó que o emissário desse grande jornal não esteja, coto o repórter que nos agrediu, sub judice, respondendo, como provre mns, a processos na Comarca de Corúm bá com o incurso emn ilicitos penais quo nossos advogados estão arrolar'o. Ate ciosamente, Archimdes Pereira Lima". SECRE r,HIO Também ,, Srcrelút-Irl de S1··:urança Pública de Mato Grosso, Aloyio Madeira Évora, enviou menuzem este jornnl a propósito da reportugem. Diz o Secr • tllrio: "Senhor Diretor: 'Ao lermos a reportagem do dia 19 do corrente, sob o título "Pol!clu aponta traficantes pela morte de assessor de Garcia Neto", não nos foi possivel evitar um sentimento de repulsa, ante a infe, lizes afirmações do autor, que em seu trab·•lho. projetn uma imagPm dPturpada da Secretari!:l de Segurança Pública de '.lato Grosso. por ele vista o texto nos leva à conclusão como desinteressada na elucidação do bárbaro assassina(o do qt1e foi vítin::u. o Dr. Levy Curnpanhã de cuz. '·'isundo a debater com o jornalista Daniel Lopes todos os itens de sua re portagem. convlrlei-ceba VS' os noss1;s protestos de consideração e apreço Aloysio Madeira Evora - Secretário de 1 Segurança Publica. (Jornal O GLOBO) Veja em Quatro Rodas de março, corno Scheckter classificou o seu carro, E ainda:· MOTOS Tork 125 • a nova moto nacional CADERNO MAR R,:ga11 Volta ao MÚndo Teste da Lanchz Trasa 15 pés TESTE COMPARATIVO Fiat versus Chevette SEGREDO O projeto do no,o Opala 80 ESPECIAL Seguro de automó'el: vale a pena? e FÓRMULA l Raio X da nova Ferrari FI Grande Prêmio da Ãfric:i do Sul LAZER A curtição do autorama E.E±EE5 Já n:i.s buncas 18 BONITO l T MADEIRAS BRUTAS E APARELHADAS - VIGAMENTOS - FORROS -- ASSOALHOS B.'TENTES GUARNIÇÕES Uma Industria que Rua Santana da Paraiso Nº 1 ex. P ----- acompaaha o Progresso de BONITO 1 Bonito Mato Grosso UI 4 Biper mercado São José SEMPRE ND VI . GUII . OI OI UI ECO Ml8 L filr f a! R%! teii• :--:; :•..-•~-.,•..-.. ";;,.,. • y ~., ,. -._.., • ..,"~• • ., .,-~~-•-•~.,.-~-.--~v-::'-••-r--" - •,:•-:; • ·l . '. . . . .• ~ ~ 4 _ ss « o. -· ,,. . , ,.. ~ j . 4 RDL 1 V EN I D 1 11 D E D E Z EM B R O, 16 4 JARDIM - M A T O G R O S S O D o· S U L I li Jardim - M Correlo Jardinenso ·:;_.:;_ _ FIGUEIRÓ: DE ÚNCI S DE WALTER PEREIRA são RIDÍCULAS --"So nlelvols: coisas de quem pen su umu coisa e já sul à. rua rt1rllunte com a dei;cobertu. Com o mosmo eutu lasmo de um Arquimedes da Era Moder na: "Eureku", ó que o sábio tinha a preo cupação com n experiência e sômcule externava sua euforia, justificada ali- 1h 1 ante u comprovação do uoerto·•. /s slm o deputado Ruben Figueh'ó reagiu as denúncius do deputado Walter Perei ra (MDB) de que o Governo estaria res tringindo os investimentos no Su! de Ma to GrOsG. O llder do Governo Garcia Neto na Assembléia Legislativa d01;mentlu a existência de maquinações pura não constar explicitamente no orçamento a • obrigatoriedade de 50% das despesas de eapltal no Sul, acres0eutando que os "receios" da bancada do MDB na época eram infundado e, também, não proce llem us acusações de Walter Pereira, se ~undo as qualH "aqueles receios estavam se confirmando'·. ''O argumento é ridículo, não possuin do o menor ressalbo de verdade", afir ma Figueiró. O deputado remexe numa 1 pasta e vai tiepe.raodo documentos, pa- 1 ra logo anunciar: "'Bstá aqui". Começa enfilelmndo os investimentos projetados para o Sul, fazendo comparações Elm por centagens dos recursos destinados ao Norte" tirar s castanhas do fogo com a mão dos outros, tllz Figueiró pa1·u concluir: "Oc1 Jnveslirnento!l estilo sendo feitos de ucordo com uma poJifion. ~lobal, não so fazendo nonhumn dlscrlmlnoçllo entre Mato Grosso do Sul ou Norte". E ironiza - Será que o Walter não quer é mu dar 11 geografia? Talvez ele pense que os recursos destinados á Amzônia possam ser dmwlados pnra o Sul. .. Se ele cone guir Isso, dou-lhe meuP parabéns e me tornarl'i seu eleitor. urinal quanto mais recursos para meu Estado, tanto melhor ... Duvido, porém, que o Governo Federal aceite us 11uos idéias sobre u conflguru ~ão geográfica do País. [ar-ressr1.E3 D1. Joelson M. Peixoto -Advogado- Causas Civis e Criminai'i -Veja bem, para saneamento está pre- visto a aplicação de 70 por cento da Rua 1.o de Maio S/ - Jardim - M ts Verba transportes 60%; educação, 55%/:. obras públices, 70% e energia, 36%. Co mó der crédito, então, à decantada pre terição de Mato Grosso do sul? Segundo Figueiró, o deputado Walter Pereira anda mal informado, ou age de ' má fé, já que as previsões .-;rçamentárias contemplam o Sul do Estado com a ma ior parcela de investimentos. "Depois", Ru Voluntários da Piltrin, 376 - Fone 210 eontiaua, "a maior carga dos investimen- a tos é oriunda de recursos federais em Bela Vista Mato Grosso Sul grande parte ahida niio liberados. os re- 1 ::.::......:....:=---------_;_- aos iiiros is fois «is • DR, FIO[ MURINO purcell mfnima no cômputo total". • É Ainda de acordo com Figueiró, Ma- - M DIC O- to Grosso do ui terá a maior aplicação Consultório, 7 à llh& de recursos próprios do Governo em obras 16 à 19 ho:ras de infra-estrutura, citando como exem plo os 200 quilómetros de estradas asfal- «IPEMAT e INPS» Posto tadas, enquanto para o Norte está pre- de Saúde e Funrural, 'Isto apenas 80. E acrescentn: 12 à 15 hs - O pronunciamento do deputado Wal ter Pereira demonstra, tão sómente, uma preo pação eleiçoeira, já que não tra- D duz a realidade objetiva. f. Fiaueiró faz qu.,stiío de acrescentar Advogad,o que aíenas em dois programas cotrat Causas Civis, criminais, Comerciais. I- dos de energia elétrica será investido ventarios e Partilhas, Regularizações de 1 no Sul, de uma quantla de CrS 738 . m~l Terras Juuto ao Incra Etc. l percentagem de 80/. A mesma pr1or1- q , - , di recéiérã e exp@são da rede e ; A uggede""!"; '9 758. Jarda - Mt. Colar, ond serão aplicados cerca te azea a e uro 55%/, dos recursos disponivois, que an- , Gma Lopes da Laguna dami pela faixa de Crs 490 mil. . - O homem é muito mgênuo ou quer .....:.... _ Dr. Ivan UI onso da Cosia Marques ADVOCACIA EM GERAL José Atanasio Neto Mt, COMERCIAl SDL O Rua Paraná s/n JIIRDIM LTDI «Colossal Inauguração» PREÇO NUNCI VISlO EM JllRDIM Vila Angélica TO GROSSO SUL z ç o M6quino do Boncf:c.iar Arroz, o Secador para Coroas toado o Vareio, 4A OMGAtACIO PARA SEI'A ANTONIO JOIO E HrG!ÃO R 'J e S :i o P aul o S/N s. Antonio João ~ - " ..::- e = ~ "° !a. fcáiónez ELA VISTA NCTE PARAGUAY "t é+ !t? 3A E L 15% Z.P.23 Dr. Pedro José Palmieri Advocacia em Geral Orr!bti Ribeiro lnsfran declara para os devidos fins que extraviou sua Rua 15 de Novembro 17 j Carteira Naclonlil d e { Habilitação, categoria BELA VISTA MATO GROSSO DO SUL profissional expedida pe- ._ 1 • la 31ª C1retran de üuln Lopes da. Laguna. Publl Dr. Laucídic, Valdez ele Barro,; cação que se faz pura c:rurgião Dentista obtenção de 2% via. CRO - 557 Mt Cllnlca de Crianças e adultos - Raio X Atende-se cum hora marcada Consultório Av. Duque de Caxias, 508 (Ao Lado do Banco Jorge CartapaUi, Declara pam os devidos Fiai1 )333D)M) - 3)1) G30S$0 fins que extraviou os seguintes dooumentos Carteira de Motorista. expedida pela 5.ª Ci retran de Aquidauana C, H 1496 PGU Rua 15 de (ovembro S/N 1496- Publicação que 13ela Vista Mato· Grosso do ul I se faz para obtença.a da 2.ª Via. Rua 26 de Agosto, 34- ala 24 Fone Dr., Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO - 4-0650 - Campo Grande 1lTS. Cicero Gonçalves rosti. Médico Oculista Oftalmologista Rua Antonio João n.o 7 53 Bela Vista Mt Sul MARTINS MT Documentos Perdidos l'oi ex-trnviado 01 rlucuroen• tos do automóvel Cbevrolet CJ JNS Pick up cor verde. Ano Fabricação • 7 chassi n. C U.IDBH09l08P u.o THU 7 1159305 de Pery de Almeida .Ido. Publiraçfo que ,e faz para obtenção da 2a via. Ario Pinb1.1iro de Al. meida declara que extra viou os seguintes aocu metos: Carteira de Hn bili'lação, CIC, Inps, lacra CGC do Ctiwércic, lden tidad a. Publicação que !!e faz pura obtenção da 2 via. Av. Presidente Vargas nº 744 Guia Lopes da Laguna Mato Grosso do Sul E » o Produtor do BODO Calcário Bodoquena USINA Rodovia Jardim - Porto Murtinho Km 54 Escrit6rio de Vendas Administração: Avenida Duque de Caxias Centro MATO GROSSO DO SDL , Jardim MS • Corelo Jardinen#e o HENRI UE PIRES DE f REIT AS pital que nos merece respeito, é a Bacia de Pilatos como qualquer sanatório no B1sil. Não podendo deixar o dependen te em crise de abstinência, que é uma fase diiici! de superar, de ser contida, passam-lhes a aplicar sedativos barbitu ricos, porque nessa fase vital pura o_1- dividuo, há enorme necessidade de tóxl co. É o que o dependente chama de tor tura cie toxlprivnçúo, o inferuo. u nglta ço e austia da abstinência. Nesses hospitais deveriam estar as assistentes sociais cujo m':!rcudo dll trabalho é de salentador. ~las era hora delas presru· rem os serviços u que se propuseram. convocudns nos 11mbulatórlos, acompun hande o internos, contando-se com fami liures, valiundo-lhes us causas do en volvlmento no uso dus drogas. Impotentes para atendar aes dependente, o ladlciado é liberado das prisões. Os cofres públicos são ressarcidos em dins multas. A Naço niio pede coI a plsio do dependente. E a sociedade o que ganha? O pov que contribui com seus impostos, tributos d? toda a nu lureza, o que recebe? Lhes é en trgue un, criminoso em potencial; mal!' revoltado que antes; marginalizado por que é um f'IX-detentu? Recusado porque fora apanilado. vergonhesamente coo u mindo droga. E rotulado de "viciado". E nilo lhe resta outra fuga. ió a drogs. O círculo vicioso e intermitente da droga. ls diteuldades materiais e huraa nns pnru combater o trnfico de drogai; é difícil e angustiante no Bnisll. Oesst1 for ro:::.. a opção ldc>u l é reduzir o consumo, preparando os jovens paru o papel quA desdmpenbam na sociertaJe, porque este Pui dependP deles. Existe um órgic de repressão ao E o que [IJzem os :lini térios re ·pon- tró.fico de drogas: o, Policia Federal, subur- sáveis: da Justiça da Educação e da dlnada ao Minis; erio da Justiça. A des- Saúde sabedores de que os v:clados de peito de sua, ';:u'nçiío desempenila urn pu- boje são os homens de ttmanbã? Pare pel insigriiieante, porque prende o indi- ce-nos que nada. Ouve-se falar em re víduo de na realidade é grande vitima pressão. as. o tratamento obrigatório do c_ntexto i:;ocial. Um dEpendeote. Vin por lei é inexistente .. ão ternos riotícias . -.de regra porta consigo pequena quanti- de que estejam sendo construídos am da de para consumo, nus nunca se cile- hulatórios no Brasil par tratarem de gou ao traficante, à rede, às mnlilns do dependentes. Parece que as autoridade tráfico. Os inquéritos silo na maioria das b1 usileirns não estão preoi:mpadas com vezes falhos; eivados de nulidades; mui- o problema das drogas. Ainda não se tas vezes os deprimentos são formalizfl.- conscieniizaram de que surge provitiên• dos na ausência do detido para averi- cias saudá veis nesse sentido. guações. E são assinados. no ufü. de se De ,necessário analisarmos ae cousas encontrar ju tiça. Nu justiça nilo se tem que levam os jovens ao vício. E mi. ter notic:a de prisão de t.-uficantes. ão al- e aponte algumas: Temperamento ou gumas vítimas. Intermediários e ue:unrios inclinação. Há indivíduos com predisposi atraic!os pela riqupza fácil. E as cadeias çüo congênita. Para o uso de drogas. passam a ser povoada por dependente 'ã0 atr·aídos irrE.;:istlvelrnente para o tó de drogas. São os iovens 'irds pir: xi0o. É preciso parar e pensur. Filhos o caótico sisema celular de ncss: pri- de toxicómano estão enchendo alguns sões. Dnqueles antro5 mais um marginal hospitais. São crianças concebidas sob se escolarizou. Alimenta o vicio, cresce efeito de tóxicos. E is o ocorre em qual sua revolta, consolids suas frustrações. quer leito. Os culmirntes de ('feito letal E o depmdmtr será sempre um dependente. qve muitas mulhere ingerem para fugir E a CO.mara dos Deputados elabo- à raalidade do dia-a dia. Winker, pesqu rou um parcimonioso unte projeto de foi sador do problema, cita uma criança que hoje é a norma reguladora dt1 uso que veio ao mundo, filho de toxicôma. e tràfico de substO.nclas ,tluclnógenas. nos, apreseutando os sintomas de su At.rnde a lei às r~comendacões da Orga-1 prPssão brusca do tóxico e só se sal oizução ~lundial de Saúde e às experi- vando do êxito letal porque lh2s a plica ências de estudiosos e juristas, determi- rum forte dose de ópio. issim a mãe nando tratamento ambulatorial em esta- passava para o srn leite o alcolóide de belecimentos oficiais. E aqui vem a per que necessitava o filho. A morfina é gunta: Onde estão esses estabelecimentos també,11 eliminada pel11 saliva. pela pele para recuperação de toxicómanos exigi- e pela glândulas mamários, assim, a dos pela lei? criança v.il i-e nutrindo do leite materno, Em lugar algum. absorvendo certa quantidade Je tóxico Aqui ('ffi Cuiabá, por exemplo, ão ao qual elas são rnuit11 serisiveis. Entre Jevado;; para o Adauto Botelho. E o cri- tanto. o aleitamento. da mãe viciada é: tério de trn.tumento, sem critica ao Hos- quase empre difícil, porque a i~toxica-• cão morfinica crónica exetve uma se quencia sobre o seu produto de seereçlo que logo desaparece. As crianças come cam a nnscer viciadas. E para onde caminha a buronnluadc? Curiosi fade. Ela alimenta os passos do indlvlrluo. o companheirismo, o grupinho. E do repente, um viciado. f'urr,1 dos Pro blemas. A familia, a socidade levam os RofrimentoH de ordem moral e espiritual aos jovens. Ilusões. Desilusões. Injustiças Deíjustatento do Lar E a desigualda de 1rnclal. Incerteza. Angustia :Solldllo Desespero. Conflitos Intimos. Então vem a vó.lvula de escape u droga. O vicio. Imitação e modismo. Estar na onda. Purt!.::lpar de uma geração pra frente e, para não ser bitolado, nem quadrado, a dere aos movimentos do embal». Nobres pars, vamos ucordar. Vamos @nrndir trida Cyiop restá nor pleXa uiuute ue um erme prattcaao com requinte tais de perversidade, que mn goém ignora o estado 1r:le clPmencl,1 e alucinação em que se encontravam o al gozes que tiraram vida do ex verea dur ,João Alves Guerra. Snão preso3, quando identificados. Processados e Julgados, acontece que se provaram o estado cte dependencia f l s I c o - psi q u i e a em que se encontrarnm. serão declarados inimputá vei a Justiça, porque não tinham dis cernimento para o crl~e que estavam perpetrando. E imputáveis lhes ser3 im posto um tratamento especial. Pergm 1to a V. Excelências: Onde? sabemos que de repente estaremos ccn vivendo com os mesmos homens que chocaram nossa sensibilidade. Vamos tomar prnvidências, minha gente. Vamos sair numa cruzada. exigiudo das a utoridadeE> competent~s as providên cias rigorosas, enérgicas. E1:1pecíficas para o combate ao consumo e tráficc da dro ga e recuperação ao dependente. Parece que a estrutura d sociedade es tá voltada para o uso da droga. Hà uma incUnação indivirlual de nossa civilização para o abuso dela. Vamos combalê-la. Preci amo no levantar para. prestigiar mos os movimento que surgem com e se objetivo. Hoje lanço d~sta Tribuna do povo ma.is um repto: Recuperaçã.o e Caminho Saudável para a Juventude. E quaado o povo está criando entidade para resol·,er seus p::-o blemas sociais, é pcrque o gover no que devnia ser o resµonsàvel pela soluç?o desse problemas está deixando muito a desejar. Que 11s autoridacles b,·asileiras ou çam o nosso brado, jft que a incidênçia da droga no seio da juventude é de 30% 1 e m b r e m o-n o s: Os jovem, de de hoje são oia homens d(- arnanhil. E que país é este que cruza os braços no momento tão cruciante de sua hbtôria? ... Esporte Para Todos Brasil em emblev Loiaçfn já esgotada Londres. Abr. 0:'i (AFP) Brasil e lngla terra i o garão em 19 de abril e:n Londree: ante 100.000 es pectadores numa partida amistosa prévia ao Cam· peonato Ylundlal da Ar· gentinaa. As 92.500 entra· das para o encontro já forem vendidas e a Fede ração inglesa de Fute bol autorizou à televisão a tran,;mitir direto do Estado de Werobley. A .-s&ociação de Fute bol aceitou uma oferta de rr.ais 9G.OOO dólart>s feita pela "BBC" para a transmissão da parhda Nvrmalrnente. a telev1- Pão rlireta para partida está estritamente !ünitado porém. dei-ta vez a Fede· ração deu seu acordo devido ao fato de que nesse dia não será dis putado nenhum outro en • contro. Essa partida será última dos brasileiros em sua viagem pela Eu· ropa depois de ter en frentado a França, a Alemanha Federal. [E RUBENS PAEL E LOPES . :Iadeireira Campo Verde tem para você: Materiais: para Construção Cal, Telhas, Tijolos, Cimentos, Madeiras de todos os tipos. Taboas, Ripas, Caibos, Vigamentos, Balaustres e outras variedades: - Se você e;tá pensando em construir procure a Madeireira Campo Ver de, poís eles tem condições de fornecer o seu orçamento na hora e Unanuia tldo pelo tempo que você pedir: Madeireira Campo Verde há 30 Anos Trabalhando pelo Progresso de Jardim e Região Jardim -. MS, Correlo JnrdInense ·.;.,;;;.._..;. _ PEQUENIS EMPRESAS .., , TERIO 11 P O D TECNICO E FINANCEIRO Culabá (Sedimat)- Com o propósi -. to do Incentivur us empreus que os J uem de ui a dez empregado e cujo l faturamento nnuul seju Inferior a dois - rnll 11uHHlos rnlnlmos, o governo Oarnla Neto enoumlnhou a Ass,•mbléla Legli,lnti· va projeto de lei lnslltuludo o Fundo de Apolo 'l'écnlco lJ Flrrn ncolro às Mlc!'oem· presas. A inlclallva do governador viHa 1>roporclonur tanto uo1:1 empresários jf1 radlcaaos em Mato Grosso como aos re cérn,vlndos, mecanismos de ajuda capa zes de ensejr à p!'ospel'idade, em coo. sonancla com o princípio de que deve u a çlio política atender u flnulldndP precípuo de valorizar u pessoa humanu de promo- , ver o bem comum. · A cnaçáo do Fundo de Apolo Téc nico e Financeiro às Microempresus virá reforçar out1 as medi<las de incentivo às classes produtoras já adotadas pela ad mtmstraço estadual tais como as e tos que lograran a equalização, com os demais Estados, da tarll'u de energia e létrica e do Jll'CÇ dos combustível,i; <'S• tudos o prnvl<lGncla8 puru. 11 lnstaluçào de distritos e núcleos lndustrluls e a cri nçüo deJ Centro de Asslslônctu Gerencial do Estado de Mto Grosso-CEAG-MT, a gente do CEBRAE, e que r;e encontra tecnlcameutti qualificado pura subsidiar as ltlcroemprnsas. O tortnlecimento das pequenua- em pruFns é aluda. um fator de real lmpor tânr.la social e econômica poi; reverlP• rá em novas oportunidades de emprego mormente à mão-de-obra menos creden ciada, concorr"ndo, assim, pai-a a dlstri· bulçilo da renda aos setores mais humil des da poi,ulação. Francisco l. {Carvalho Rua Teodoro Rondon, 9667- Fone 135; RQUIUMA -- MITO SR9SS O SUL Peças Originais: Ford, Willls, i'l'lercedei-, Wolksvagem, Chevrole,: Acessórios, Material de Pintura, etc ... Especializada em Tratores Massey Ferguson, CU T, Fiat. Breve Auto Peças Universal em Nioaque. o lnauguracão das da Amigão LIA novas instalações Vil Angélico Preço da Cerveja CrS 7,90 Preço mais ISaixo da Gidade Rua ftmazonªs S/H Jardim Mato Grosso Sul Correio J ardincnsc EMANARIO - F N D A DO E M 0I76 Ine E, 13093. C,MIE: (03.200,763/0092 • 74 He«dação e Aduini+traio Hua Ten. lerdes s/n Jrhu Mato Groo 0fiina-: Hus Duque de Cas ' Bela Vista Mato Graso Redator Chefe Ialho Pereira Admin!+tra4o; Maria E-trela lerei»a Gerente: Dorial Conde Departamento - {Cometial: Alara 'ereira A S S 1 :S A 'I U R A S A-inatura Anual Jardim Cr$ 15o,oo Deis Municípios 'r 2o0,0o Correio Jordinen-e Í' uma puhli,·açJo ,J., OHJi' 1PE Os artigos publicados com assinatura« dos autor n:lo rrurluzem u opini5o do jornol. ·ua p,1hliração obedece ao propósito do debate dos problemas n,unicip:ils de refletir as diversas tendeneia do pen•amento univer•al, Fundador: Ivaldo Pereira 1MO JSSI lT Sindicalizado Creci 10.132 Vendu de Lotes a prestação Administração e Venda de Imóveis. . . 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Vo1fücun- ção dos contribumtes para reconstrução cio o número leal, o r, Peleito, digo, da estrada Jardim - Limeiea, perguntado Pretildunte uhrll! u pre&ente Hl'RBÜO ,:on- e outras strnda« lwviam reél'birlo H<'WC· vttl•rnsmu foi aprovado, pas- foi,<' cilou uutrns uornp-. que bavi, m sundo II mrsuiu u ser 11stilnndu pe-los conll'ilmldo com combustivel e ,nais adi· membros da mesn, em contloulda:le com ante conl1·adiznndo-sP, sob alPgaçüo tia o expedienlP foi apresentado em plen- "inexperiência" dela que a Jª estrn<!a a rio o projeto de Lei 'l'i/n datado t!e 14/3{ 1 receber esta modalidade de serviços nüo i8, dldpon!l• tendo em 'Vlstu. que no momento o Joc· da nu região r:lo Perclído. com trabalhos kel já. possui verba pum urcnr com as reallv,<'oi: rt~ pc;pPn'lnF: rln porll:'1" pí•hllr'l 1 despesas de escrlt_uraçfic, da referida rea Doe. Fls OB . lJeclan1çüo do propr ietàrio u matéria foi aceita por unanimidade e do Posto PanPlão firmado em paprl tlw encamrnhadR pum os dev1clcô estudos. brado de PrPfdluru, on<.ll' declarn huv,~r A_ seguir foi up1·esPt1tuclo_ o prnjeto sem recPbido em '20/02/78 a importância de numMo de uutonon:itu, digo, autoria, do 38.000,00; dos ü.rrecudt1àos, conf. fls. or, mesmo vereador, dispondo sobre a Tx? Doc. 03 nas observações declara, sem autôno- q,,e iria rt'CPber algo se nada emrrestou. mos de ve1culos Rodoviarw de Jardim. A sPgui!' o ve-reador José Carlos. reque- a mesma. digo, a mut_érln foi aceita por n·u vt1rbalmente, que sejam oficiadas unanimidade e encuminh;da para os de- ns auloridndes compPtt·ules na pessoa vldos hns, digo. ei-tudos. A seguu· foi a- dc,s Renb.lH't'R: pl'esidente do Aéreo Clube presentado o requerimento n% 02/78 de de Jardiin, Dt-k•gado de policia de ,Jar autom1 d o Ver .. Osvaldo Coimbra dim, Delegado Regional Je ,Jardim, e Grubert ao r. Presidente da Câm:na tumbém ao chefe do D.A.C.. solirilando Municipal, requerendo que após ouvido o ~ ºdê - • • • plenário, s ja oficiado ao Egrégio Tribn- p1 o~1 oC1as quanto a m~.tenu publt~d~a nal l!e Contas rio Estado, no sentido de na 'Luta Matogrosse se • (ttr.uscriçao ser designado uma Comissão Espeei da Tribuna da Fronteira) segundo a qual para fins de averiguações consernentes a o av1üo ~o Sr. Prefeito teria sido sabo contabllidll.de municipal no . d d tado, a fim de que o mesmo explodisse Fevereiro de 77 até 8 ' prefeert ->d te no ar em cons~quencrn os seu;; ocupan Requer-c:e que as veieu""" ,{"" ts fossem mc,rtos. tendo em vista que o , , - oes con " e s p f· ti h • is sejam feHa, ln L:;" - . . . : _ f . . • 1 •. re eno rn a uma vrn5em programa- . . • u aia oi u- du juntamente com assessores, sendo que certa a encnmrnbada par::. os devidos os. tentativa dessa natureza é ato de terr:> tudos, fazendo uma j~stificativa verbal. . risrr:o ucbc·u o Si·. 'e,re;!dor que as auto o sr, ver. Osvaldo Coimbra Grubert, fez r·H!arles informem a est.u Casa ai; provi uma ana.!1se da rr_esluçao de contn • do dênclas tomadas, bem como o andamento Sr. Prefeito Municipal nos seguintes ter- dus n11..'sm1Js a fim de que se puna com mos, docum~ntoA folha_s 1 e 2 referente rigor os culpados, a me téria foi aprova ~ arr~~_::1daçuo_ em prol da_ campanha da por unanimidade e enviada para es Televisão, omitindo ua relaçao e doa- tudos. A spguir foi lido o of. 0°049/7 do çúo do iequuen~e sob a alegação que ~xecuUvo no qual informa a esta Ca 11. u descoohecm faltaaJo assim com a qw' o montante arrecadado em 1977 foi ver d a d_ e, . d e " e z QU<! e m reu- do 5.531.499,71 ( cinco milhõ~s. quinhentos DHJ.O Ordrnarru dll residente da Casa Doe. fls. 03 despesa que fosse lavrado em ata a situação em qur. :.p r •, lzaram os tr halhos de+ta ses· F;ÜO J,,rri,!.illVll, J'O en!vn<ll r do '('fNHllt 111Jl tanl<, ,. ·tr,rnl,·1, pui:, lt1cfo u prv:!tu <b µn-rt• i t r, ra u ;,i r·íJJ:J l eeon!r 1 •,•. l .:e• ilumi undo. com l-X(;('I-SiÍO Úll.~ ri, JH'll'.l lll'l.l onde funcioun a Câmara unicipai, tio 1iro p:-lv l]l!Jl o· trnl.1·1:1!0,, r:lC' Je,-l'nro!,1- rat a luz de vela. Ainda a presença dos seguintes visitantes. D,,lva Pleutin .. Jo:lo ,Jouo1 dil Go~ta, Flotipes Martins, MAlto Ribeiro, iosé Canhete, Fleubiano d Barros, Gsribld Grnlwrl. 1-'crsiP da [oa, Walter dos Reis e Vilsou T!c!!Xeir,1. Ordem r!o Dla pam 1l pl'Gxima t-es üo: nüo há matéria. Não huV<'ndo !HHltl muis I' tratar o Sr. F'rei-ideute deu por encerrndu a p1 Prnntc SP6fláo e ':'U Rnmilo Gonçidve;. Barr!os, secr,•tf1llo lIA-DOr,, delermia i e ::;upPr· viF;ionci u luvrcitura :la prelificação· O Sr. Ver. Osvaldo Grubert solkitou que e constem em ala qu a sua doaçflo em favor tla cun.pa mh+ ·r6 +rolo'o g] rr ';; I; f - vor c!u Cârm.ra 1luaicipal paru at,2onder algumaR dificuldade fi11anceiras. VEl1E . .CORES rs? DE Plll:UJ., ·1.1 P J'n, d,•dJ1.,,,,,,,. , i11. pn-a, D, tonio de !', .. u 2«r, Hi-po de tampo· (Hh, lflt'tl ., ... , .. , !,!UÍlllt· l, t'(ll!~idrt.L es ·obre o documento ptp+· ralo pelo CEL. 1 (fon-e 1,, Episcopal Latino americano», que deverá rr examinado na próxima Asemblia do Epi- copado latino- americano a nalirnr•••· ~111 l'u~l,1.t (.lhi, o•, ~111 outubro prfo.io11,: Julgo o rlot'lllTll'ldt, pr<·· p:ir,ulo p.-lu CELA.1, "'rn irr rx:1r11inndu 11,1 , ~•t·1nh fiia tio Episcopado latino americano ~111 Pu.-hla, fulltrJ r111 muitfl, ponto," "O documento é frequen temente vago, acrescentou D. Castro Mayer. "Por exemplo, quando critica us atais e»tru tera- e onomico sociais, que julga iaju-ta, não apresenta argumentos em que funda- 1111•111a i-,la aprPcinçJo llt'(!JIÍ· va, O mesmo se diga, quando act'Ílll u po•-ihilidu<fl' de UJII ,oduli,mo 11ue ,., uju•(a•,e uo cntolitiPu10''. E prossrguiu o Bispo de Cnm}'o•· De't:rla o dorumcn<u i:xphcitar t.'111 que consistiria e-e ociali+mo, uma vez qu l'iu Xl declarou todo meia limo, me-mo o que mais te nproximu<'Ft.' dos po-tul..dc,, sociais católicos, opo-to a Dou1ri11a HeHlatln. De minha partt·. não 1·1mheço nenhum ~ocialismo qut.' n:io pleiteie u mu Focí.-dadr .-em cla,,e;, e não se baseie nuna filornfia u1ateriali/"tu, doj '- pJ'llO'- in - comya1h .-is com a Doutrins Ja Igreja" ".i'iiio obstunlt.' • concluiu D. Ca,tro .lu) <r • o docu men(o d.- Puebla evidencia a irllenção <l< trilhar um cami nho que evite fjdicalizaçõc, extrema•. Indiqut ele, de mo· do claro, Lomo enl.:n<le a nou civilização que apregoa, a no- , ,a cultura. o no,o crJst1an1fJnC' será possível um diálogo fe· cundo". AIS E«RI • Dionizio Tom P ice to Serviço a la carte Comercial - Prãtos Frios - Bebidas Nacionais e Estrangeiras A. DUCUE DE CAXIAS S/ JARDIM MATO GROSSO DO SUL o t e r r a , Conheça a linha complt::ta de fínan(;iamentos do FINANCIAL. elt: tem a soluçilo para a- ten<le'l' a. todas as necessidadeR de sua empresa. Eis alguns exemplos do que o FIN ANCI.L lhe oferece: Desc(lotos de Tltulos, Crédito Hetativo, Créditc Rural, Financiamentos à pequena e mé dia Empresa, Fin1111ciameutos para Construções, Habitacio~ais, Cartão de Crédito, Cheque Espe cial. Credito Pessoal, Fundos Fiscais de In,·e,,limento e Reflore!1lameoto. Esses são alguns Prccure o Financial ·----------- dos Serviços prestados pelo Financial agencias em todo Territorio Nacional Continuar navegando 55_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº55_22_03_1978 57_CORREIO_JARDINENSE_ANOII_Nº57_23_04_1978 Voltar para a lista de itens