65_CORREIO_JARDINENSE_ANOII_Nº65_08_08_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título65_CORREIO_JARDINENSE_ANOII_Nº65_08_08_1978Número da edição65Data de publicação8 de agosto de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -21.496519114833735 , -56.115394713968044 Documento 65_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº65_08_08_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto J Fundador lvaldo Pereira -f N.o 65 V 1. O verondor Gotullo Lino, do MDB, do Bola Viola, eolfl ompo nhndo na mpnnha do Ctlos Edy Sá de }fodolroo à doputu<lo eBtudu11l. Llno, Hdor de uma fnc ço a eidado du fronlolru, n flrmou ao no2no jornal que a 0- ' lelçllo de Cnrllnhoa é fnto couou- mndo. A poltllon é improvhlvol, 1t-.,. .., . mns nlío on homono e o filho íle ~- 5T5±±A . : • ,_, , :~, ,.,,· ,,.-·,·:.·•·.- ... f. ::;.-..,-.• •. l um candidato renist o povo ""6 ; se:sr8#?É ! <..f? !! suborll. e:icolhor o homem que trnbnlhll· dnr nos dois ladoR. Ou se flcu 11<, lado rã pt lo Sudoeato". Flnallzundo, citou umn dos pobres e oprimidos, ou sA nceltn a frnao do Ol!Crltor Frei Beto: "A hlstórln farsa don oprePbores. Ou no vive de. 16- niio se foz de npn.rêncine, mni:i do opções, glca doa homons, ou ae otroga ao lm é preciso oscolbor e é impooolvel nrrrn- pul110 do ooplrito". Sob a. chofin do mte. da '. em Guia Lopes dn Legunn Sgto. everio.no Gonçalves, e soldados Sidney Couto dcOll voirn e Adelino Martins R15.mo11, realizou se o Arrastão que reoultou no recolhi tento de 26 pessoa m ZBM, sendo as seguintes: 1 Maria Lourdes Vioira Rodrigues, 2 Mri Antoniu Benltes. 3 Maria. Lulza Mcrais, 4 Suely da Costa, 5 Colina Lo pes, 6 Erondiuu M. Benitos, 7 Cocilla lfrnn, 8 Aurclio Romeiro Lopot1, 9 Ta àeu Arco Camnrgo, 10 Wfüon de O11- velrn, 11 Wilson Btlnitt-s, 12 Arunldo Jato, 18 Emilio Torres Castilho, 14 A.rlsunldo 'J'ncnvern Souza, 15 Arialdo Pinheiro, 16 Nivaldo Leite Nascimono, 17 Gaeltcio Snntann, 18 Aridio doe San tos, 19 Ago,tlnho Mondo1190., 20 Mol ohinroo Cacho Barbiar, 21 Argooiro Barbier Lopes, 22 Fautlno Câ.oero11, 23 Inócio Ferreiro., 24 Seb111.tílío Acestn Sil ve, 25 Aastcio Fruneo, 26 Livrado Miranda Dia 27/7 pp. assumiu o ca.rgo do ovo Delego.do de Policia. da oi da do do Gula Lopes da Lngumn o Sr. Andrô Mo.toua do Aso!& provet1iPnte do Rio Pardo. E:m breve contuto com nousz:. reportagem o Sr. Delegndo, informo11 que sor!í.o realizados continuas "batida" Soro ro. colhidos os que nll.o portnrem Doeumen toa e porte de Arma Ilerral. D Al ELY CONSEG sua primeira Vitória O vorcndor Hly do Arnújo Bu.rbo- 011, oonoogu!u ci 11un prirnelrn vitória, ru m.o à Aouooblóin Logiolntivn, no p:.osnr no. Convonção da Arona roalizudo. cm Campo Grnndo. Para o vereador não foi ourpreim, polo ooporavo. a. homologação do sou nomo. Intogrante do "grupo indo dondonto" oomz:.ndado por Pedro Podros alam, o voroador balaviztonse conta com _ npolo tetnl doa dirotórior; do Cnrneol e Porto Murtlnho, nlém do grupos do in fluência de Nioaquo, Aquldnuana, Anto nio Jo!lo, Ponta Porll e Guia Lopes da Lagunn. Rm nooca cldndo, bnata dizer quo foi o voundor mais votado, com qunso 1.500 voto, e ntuo.lmonto, polari a as proleréncias do eleitorado, mesmo núo contando com a simpatia do prefei to muntolpnl o rlo prealdento do Diroto rlo o que soundo um político "nlío in fluoncia nada, pois quom elege é o povo e o po~o está e-o mo Dr. Rly'".O Yorendor médico ellntoando om Bela Viata há muitos aooo é também jornalista profiGsiona.l e ma jor R I do Exército. Na Convenção da Aronn, foi multo orlticado pelo prefeito Cnutro Pinto, ms as críticas não lnflu enclaram a de cislio dos convencionais. Ely do Araújo Barbosa, candidato a da putado octaduo.l. É 11 ronlidado. O OvH•rne.dor do J: • do de Mato Grosso decidiu concorr r u 1.1 Vagn no Senado Federal, sgudo fonte: ligada 11.0 me J ,, pn!i1lco do Estudo e que euperav I comg expetativa n decl 1ão do "governador de todos os matogroensen'' A sua candit tura vui provocar mudanças no panorama pelitico de 1nto Urosso, <'Onformt prevén observadores. O vice-governador do Es tado, CAssio Leite de Hrros, asunlr o o verno cio ;1lato Gr.:.sso no próximo dia 14, em substituição a José Gar cln Neto, que tem prnzo legal para o 11:oites do. Loi. Queremos deixar claro que com.batemos entru turus, filosofias o nrio pessoas. não revidnreroos os ataques pesais de que !omoe e ::tsremos vitimas, npeasr de sermos ino co:c.tca. Agradeço a.ou meu.o a m!goa f no povo a aom preenaáo, o etímulo e 110lidariedad:i que vime;,; recebendo diflriaroente. "Os eúez lndrnm pa.rt1. a lua o ola continua bri lhando. U8ETC PEIIO.II ADVOGADO ±$C'3)7OlO- Rua 3 de Outubro ( LADDO DA €1±733291 Bt!h Vista Mato Grosso do Sul Dr. Carlu~ Edy Sá Medeiros OAíl- Mt_ 616 Dr. Cyrio Falcão Advogados Ca us:,.s - Civis Crímiuals lnventâ.rio1. Trabalhistas Rua Rui Barbosa, 2774 C/1 Fone 4-6683 Campo rade Mato Grosso Ru..: S bntiliíio Crispim do Rego 319 Fone 771 B-1n Vir.tu Mnto Grosoo ----------------- CASSINO P ARAGUA Y Ambiente Seleta - Bcib!dan Nacic, nais e Importadas - O maior atrntivo du fronteira • Divorsõos Som. Visite Bella. V!sta (Parngua.i) e conheça o RESTAU· RANTE CASSINO PARAGUAY. Bella Vista Paraguai '7 rol }]_pgJjl7 LS....ru!J "O Comercio J overu de Mato Grosso. do Sul" Basta fovo.r o seu documento O seu crédito é a.bl!rto polo já Fnnioso Credi Big. 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Pot» cintas Il Pó""",",,,,reatos 4o no«nx" (Mt pretendom clnr-le umn 1cnposlu. pn~D d<Jt 1 80 qu O polxo cxerenu o P1X INTR os Povos AToo %,fã, ore os ,riíéirss Aesum re levou ley a,J Gikiãos, í«iiiando- nos a lícsç4o 4o roir a i»styié p%,"" ,",,, "us mente po.rn represonto.r o Crlalo. Com próxlu10" .(H. -1,17). "Se no fizerdes pe efeito, a plvra grega IXTHIS (Peixe) nltêneina perecereis todos do mesmo mo era para os cristãos também uma sigla do como os 18 esmagallos peh 1 t•Jrie de formada pelns letras ;nio!nis du ,r,rase: Silo6 (Lc. 13,5). "Iesoús Christós 'heoú Yiós Sootér' .que em português 11e traduz: "J e us Crito do Deus Filho Salvador". Para os crl,, tãoo, J esue ara o peixe (IXTHYS) e oles os pttlxinhos, n111ScidoG nu água do batlu mo o pescndoo pelon ap~11tolos, toroudon "pesandorc.>s de homens . No começo õs i;eguidore11 d~ Sul vador vivim rodeados pelos pagaos e perseguidni; pelas autoridades. Pnra se reconhecerem o não erom descobertos U13!l. vam o peixe como neahu; desenha• vam-no em suai; ca:;ati ou nos muros; uo se oru~arem na ma com uma pessoa desconhtloidn exclamavam: I x t h Y s (Peixe). Quem em cristão entendia ores pondia e qu~m não em ro::-tamonte pen rso. vo.: "Que oataró. dizendo os~" demente, pols no tem peixe para vendar ... Ainda hoje, qut!W vir.ila as catacumbas de Roma, vê dosenhoo de peixes, lembrtrndo Cristo. O Idoogrnma Jxthys, representando Jesus o longo do aricltiauismo apo.reoeu sob ae seguintes formas: Um p~ixe sus penso puma cruz, lembra o Messius cru cificado. Um peixe e um barco, sao o aimbolo de Cristo e da Ig~oja. Quando o peiXti é àesenha!io carregando um cesto de pão, recorda Cristo sob ss espéc_ies eucarísticas. Se se Pnxergar um peixe num prato sobre uma mesa, é Jesus no. so alimento na comunbáo. Pe. Antonio Loronzatto cl l' l , -IÍ • Por uuu forma muravllhouu o lnos porud de pormanocor vivo dontro da gua, por eus movimento llecioson 0 lgels o por su espantosa ocundidndo, o pelxe chmou nobre o s atenções dos povoo mul11 unttgo11. Ot1 sirioo, fenicloll, uusírios, egíp<.'iou conuedlum-lho honrnll divrnao; por l11Ro ubstinbum-llo de 00010- lo. cxcdundos oo snoerdott!ll. Dagou - um dou11-pelxc da Asln Menor, representado com cabeça e busto humano& e o reeto com Iormn de peixe era adorado pelos [illsteus, 0reteses, ssfrios e babilónios. Os ltagóricoas n!io se alimenta vnm de p11scudo, porqno o peixo ora honrado como símbolo do l Inclo. Nos hieróglifos do Egito o palxe significava rlquozu, nbundâncin, cruoi, manto. O PEIXE NA Bl8LIA. Os peixes foram criados o quinto dia, para serem p:·oprledade do homem. (Gen l,2lJ e 28). Os israelitas só podiam comer pPixes oom oscamas e barbnta. una (Lev 11,9). Por isso J eeus, 110 comp11- rar o re-lnn dos céus a uma rede, que apanha tod9. a Al)rte de peixos, diz os peEicadores guurdam os bons e jogam tora os maus, os deslltuidos de edcamuo e bttrbatanas (Mt 13,48). o povo de Ira ol, durante sua peregrina~fio pelo de1:1erto, r e e 1 a m a v a a falta de peixes, Ingeridos gratuitumente 11s mar gens do !lo ( um 11,5). Posteriormente IO se fixarem em C1tn11an, comiam em abundfi.ncia pescado, vindo do Mediter rfi.neo (Ez 47,10) através da Fenícia {Ne. 13,16). Uma das portar; 11etentrionais de Jerus11lém denominav1t-se ''dos Peixell" . O fel, o coração e o figado do pei xe que tentou engolir o· joven Tobias, seriam remédios eficazes (Tob. 6,5). O fel curou a cegueira do velho pai ('Tob. 11,l3 s). Devordo por um enorme peixe Jonas no ventre do mesmo, recitou um hino <.le nçõ.o de graças a Javê; após tres dias foi cuspido na praia (Jon. 2, 1- 19). No Antigo Testamento os profetas falam esporadicamente a cerca de pesca e pescadores (Ez. 47 9ss}. Mas em o No vo Test11.mento, o Lugo de Genesaré, ri co em peixes, tornou-se o Ct!nó.rio du frequentes pe&c111i milagrorns. lLc. 5,6). O peixe tal qual o pEí.o, era alimento diârío para os contemporâneos de Cristo (MT. 7,10). As dua vezes que Jesus uul tiplicou o plío, tu.mbém mulliplieou oo peixes (Mt 14, 19 o 15,36). Cristo redivivo par11 denionotrar aos apóstolos a vera- A!.-l IlAZÜE - Dr (C O N T I N l' A ... ) Preço deste Exemplar Cr$ 4,00 1. L [J [fil 00 A ABSTINÊ CIA A proibição de ingerir detarmina dos alimentos é tão antigll. como o. pró pria humanidade. No f'araíso Terrestre Oeut. proibiu os proloparantes, comerem "o fruto d:: árvore du ciência du bem e do ma!" (Gen. 21 7). Após o diluvio os descendentes de Noé não podiam se ali- m,,ntar de carue com sague Geo. 9.+, [se} +q Os israelitas, 6USinados por Moisés, ·o [If 1e j#lê podiam deglutir carnes de animais puros Li .,... .. . u (Dt. 14,38). A práticti. judaica de. absti- LnJ • • • L-L nênei:i' tornou-se hábito entre os cristãos ,...;,. _ 7 lb Materiais elétricos Tudo para o seu padrão Cemat - Produtos Veterinários Implemnetos e Defensivos Agrícolas - Ferragans Materiais parã Conbtruçlío em geral - Forros de· Pinho - Cimento;;, azulejos decorados, Tintas em geral - Vermiiugo1:, vacinas, Sementes Braquiária e Jaraguá, Bombas Flutuantes para poqo, zinco, Ca!strndores, LtJ.ças, Sanitàrios, eternil, Tijolos, canos galvanizados e Plántico, conexão em geral. IV Faca > um Im ta AD ' . $$ l 6.o m negócio • • r • • ica .. Rua lo de ±lati íl aio 519 --- 1 -----~ ----------~----- . .. , ~ ;.Jt" "' :.e.. ' • ,· ·' , • ' : • • • • l : ·,·!ss 3 ... • -4 • :• • • • • ,.,. l ~ . . . ... ~ . ~~ - - . .J. ....... ,,,.---· ; 6$ s ; h '- ; i ' •• ' ' ·e ,., l • • t. 1' .·- :i;ti_: .......,_1...,,_. 1 J e, .,.,;:1 L • ( ~ • . L {(g~ ~ ~~ Louçasu Aluminios 8 enlatados em geral e uma grande variedade . de vinhos de várias procedencias 7777E fil J&1 @ ill TI '-------- ··· ------~-------- ' f , l 1 c:::::J ru@ /47 as -----------------------. _ , __ • .Jardim - h ---------- ------------ ~-----------~~ E ·'Jnrdi,11-.li. 2:i rl,· jull,r, irtt C,d1n·cir.1 Jo A 11• i 1'0111:, Poril. Em recensencnto de L9), passou pela ponte so lirc o Hio Mirn11tlrt, 717 vdcul,,. <lif.riu, cu, 1.9n, 1516 (wb,lin tli6rial, ttlual1ue11te ll J4óilii diliria (, de ires A quatro il efeulos. l'opla{lo: E11ir.:u<la rira ,le l.lbYru C:ol~ni fti• "Mftia" lrd. e Comfrcio, Principni, Comorriot, Lu,o CnmMcial I.tdo, Cill Jorcliuon,c de Autom6Yei1 Ltcla, Jnrdim Auto Pcçu, Comerciul ).foreira Ltdn, llúvai, Dclbu, Ca •• Pcclari,tu, Pollu da tlntcria 'Sutto", N1rntt1 uto l'e,os e Hhiper Mfrado o Joe. Ettleiueuts de Urédito, Baneo ltat !z: 2 . .a.ssr - lo rweira do al ti'anuviros, lxpreuo Ara· ~&tid·• '!,/ e Tra ,uol,cl ( lr11aq.1. é_c C.ar:a) •. Aeniporto,. 1 (um) - ;(·ra Cluli:• Jatdl!~ [0fihlirsdo) Hei o, <l~ Cowun,ut,<iCt: Curra10 cor., 1 t - l6i!ruÍ1J, Tcld,rne lv1cr11rbnu1, f íolew:11). indieatos e A«soriçües de Clasae: Aso cin4o Comercial de Jardim e Cooperativa o l'r,tuf,ri.l tlc J.r<lirn Lttl . e ,Hor1,,Jo do< (,,,n· dutorc, /u1ii11111uo, d,· Vclrnl,. )r;•Ao• l"cdtr>tÍ• r, l•,1arluui1: l'u,ln de le. ccila t'cilcral, ll•prt1c11_111111r. ,l",P.~ .. lleprr.HntK11le Fuurur•I, 1.0.C.l• ... ProJ~to I•und1,,riu J.(,II_A " Convislo de Entrad de Rodagem no ., Crr/3, Fratoria Estadual, nemat, Cmt, Telemt, Cr t6rio do I' Oficio, Cortório do Zo· Ofício• Soaiai,: E,porlc t;!ubc Judim (Uu!H,), Ci• utwa da ccr/l. Eu,iuo: lu. e :.14, Cou • .J.:lOO aluno,, lo. Grau • 800 1luu01· Molir•I 17H lluuo,; 10 E,roln> l:!unicipai,; J Ecco'ius 2o. Grau Pou10 T::,troda, Norrnnl !Mnr.iotério] • Ttcnicn. cm Cnnrabilidndo, Ilo1pilAÍ~: 1 um pH!tculn lfosp. Hnl. Rnndon. Unidnd11 Sauithria• (uma d" Cer/3.) E,1n cidade com .cuv 3'? au<.s m os íorouts que eru apenas uma. Bernu.n-i '20 mulheres decidiram ter bêbes je ptovetu. em Lnndrea. Lentos os ses europeus. ós aqui em um uno con seguimos 21 seDudores 'da mosmo' tipo (Luiz Antonio '.folião) n '-'--' Pedro Pedre-iru "li:spero que o povo entenda fl atual sltuuçiio e ointn fluir us idéias que transformar!io as estruture.a obsolutns e as utopias em roalidade" (cruz creào ... quem falou isso) A VOZ DE S. JOÃO (.POCALIPSE) E toeou o nojo a ma trombeta, a ouvi uma voz qu<t dizia: " ... E -vi n bostn surgir da terra, tinha dois cbifros :ioma• lh11ntoo no do eordtiro, e falavt oomo o drngAo ... e exorco todo o podor ... e foz com que a terra o 13011s moradores o adorem ... Aqui há ~abedoria, Aquele que tem en tt·odimento, ~n.lcule o número du bestn porque é o número de um homem ... (É: pois é ... dá para entender? Laia outro. vez e descubra "n beatn" ... PORQUE . Homens prendem homens e oi:. en Jaulnm como animais nolYug,mi;? ~ão há cxpl!cuçã:i, i;enão <?Onllidorando que vi veooo nu~ er;;tágio primitivo. Uns tanfa outro mono:i, aornoo todo6 vítimc.s do!luo. soaiednde de consumo, onde o prlncipsl é o lucro fin:n1.coiro. Hn poaoono que vi vao cobertas por Ulhn oó.acnr:i.. Porém oaGa mnsearã., muito dir;fo.rça-ns perante a oi mesmus que perante us outroo. Creio que n. fé fur. c111.ir aosaa m!l.scuro. (Frei Boto CartaG-da PrislioJ. PASTOR Esteve em Jurdim, o conforcneista Ani_bal dos Rois, o pndro que dixou a batina. Segundo Josu~ Cristo, u p::Javru de Dou:. deve r;er tranamit.idr. com nmor, pelo amor, pois ela é amor. Não cone~- . bo CristiaPi&mo i,em Amor. Ê isso aí. .. ** O·EVANGELHO Não é uma t~oda. E uma norni1:. de vida b::u,er..da na experiência existen cial de Jesus Cristo. Dai u ma força e atua.llu~de. Nele encontl·&mos a luz p~ra o labirinto do absurdo que vivemos. Fo ra d11<so ... IllLO ha oopl.l'lte criotilo. PARA MEDITAR: Nenhuma paz se constrói com palavras ... 'I < 1) J: í, f I <l a s7o 0o«., a :.,,, j ~11,:,tt 1-•·[( !' . . 1 1 ,., jJ 1 .t'l. {..,,~ ''•!•' • Sanemet e hi uis de l nos .ontas a», rPD-:.lli ut po, para servir te 1 ' 1 ' t ' r ,t • J [fa 1e • for.::u·,:-r,,! ?:t,, 1,rt"( .. ,no 1. í ., { [ gicarte. cu«o contrário multa d , fpdo Tleisto: I' amos a opa do sun wcu1 ter a bela, muito d ,i ees at .. jr, ~ l 1 , (· h, 1·, <for<:" p.1t,j ljlH til !'0-tl ( t C"í .',IJJ-. }llt1t••· li 1 Jrtut,~ L.nerzia l !?tri,,i: à uats de is :í. luL. dr. (''•' J.l.1 ... r lj"Jfl:O. d r. chru ,. notl•rio. qt:~ i..;; r,•cu1101 aHl :J lo consuirz passar par a mrger rquerd do Fio Mirado, cujo manancial e+t pedindo que ªª fnc;~ um trlllltrlf.'tllO dt "ºª' ~~!UA~. 1 c_.ru ~e Mnr a necessidades dente povo, que vive 1e J,11a un ,-11har,• rurnrli,:nndu um bo.l<!r ti[;,,,,,. no vizinho. O plano :"l.11 ional de Saneamento do co selho de Desenvolvimento ucial de li·l- .o, também não encontrou o caminho de J.urhru. INP.' A 1·omi••úo de Estradas de Iodarem n.o 3 CEH;J, no nno de graça d+ 1977, recolhenu ao cofrc■do ['l'S. 111ai• iJ,. í'inco rnilhõr, d.- cruzrt rn,. Eu dise CEH/3, não contando outro- comrr t·Ío• do rnuniripin. E o I!o,pi1al ~foi Hondon. que tem convénio cum o Ih5, não conta quer rum uma Ambulância para dar assistenna aos seus contribuintes. Telrfon.- a Car~o du Trltmol; Sú exi,te o P"''º• nllo funciona urbano e to pouco interur no. F.,colu Ponte F:,rroda~. funciona prtraria m.-nte na~ depenr!ênci~s do Edurnodári,, Cel. Fr licio, cujo prédio pertence n CEH/3 .. C~rrcio Tclég-rafo Irlt'm l'rédw rlu CEll ·3 Jà é chegado n hora :içô<'-, a rt'alidadf' de, e ,.,r vist:i por todos n6•. o~'t'nlO: lrmbrnr riue o Pº"º lliiO t,:m culpo pela empolgação de certos (';rndidato, em épocas de camp:111ha deitor.1I. INTERESS <~TE No dia 20 p.p., na Exposição .em Bela Vista, um Üllp. di1rne ao sr. J or;é Destetuni, (oomereinnte de Jardim), quo nó& nunca pedimo!l nada por iso üo recebomos. Sorá que esse Deputado ao fazer 6Ua campanha eleitoral não viu as ecesi dades dt! Jardim? Jt. é chegado a h1Jra doi, n0s oo;, rt!proi.ontantes dividir e multiplica rem as r csponsttbilidudes; divisão <le re curEos e multlplicaçãu rle oportunidades O deoenvolvimento nlío i.dmite improvisa,;iõe&, a ro:;.lidade devo Ger vis ta por todos nós. O amanho. nãu sabe esperar, dcvemeo lembrar que o povo niio é culpado pela empolgaçllo de cor tos condidatos em época de campanha eleitoral. Saudações Polydoro Sevorinc da Rosa Vereador Correio J ardinense SE1:ANARIO F U N D A D O E M 01108176 Redntor Chefe Inldo Pereira Geai:te: Gilsnn Sih-a S:intu;; I:)epo.r~mcnto Comercial: Ah-aro Perdru R~d,,io e Admiai.straçüo Rua Ten. B.-rn:ird.-,- ;;ln Jardim - Mato Grosso Oficitl<l,-: Rn1 Dnqu.: d.: Ct.txills. s/n Dch Vi,ta ~J: 110 Grn,,:o ASSINA TIAS Assinatura Anual Jardim CrS 15 0 , 0 o Dt·mJi:-. .. !unicípio~ CrS 2,,u .. oo Correio Jardinen-e é ums publicação dn ;r.ifica e Editora APA I~õc. E►t. 130592:H-3 CGc.:,.1F: 03.201.2n610001-eo D1rcLOrn Prnpri •L5ri:i :'li 1 r i O E-icl~ ' P . l rrctru O, :irti,,o, si.:_blic.ido, com n • t d t .. . • ~~1n::i ur..is o~ au ores no tra'urza u opiri·-,o rlo • 1 - br - ' ' )Orua ::Su·1 1iu tc:,çao obc_d~c". :o propósito do debate d : problze:as municipais e de refleti. q;_ 'os tcnd • • d <1r as ersa en<:1~, o p<:11;..1m<'ntO universal. • t' (l ( f .to Trg as «! "! ! is )" ,1 .f 1:,, «tto ra. r.• .... ! r"'•, fana, um plo si fror, foi r aram "' 1 1 , .• l 'l· .• 11,. • l l ,!,(lq,,l,·1. ,., nunciato pek ·+.sluMif [rrn u, trun«los haf d»d !gel6fila t sul, de 'sua ta«r! Enteadmo» qu no orbw to»t!i un l'ni costra uti ir!ef, vo, de u bruta!la' qualquer valor desponn (1.-.,fedw tiro rl1· rn.11 1 <ft ;:rr,-.c, c·, .. difHf' e ,no: pnmhítol-• <jllC ai to ilen1ro 1.- un,J 1aiu.1h1 Jl e r m r 11 " c e t li o 1 u,, linl. ~ urn e-rir.ir rOol;, mn '" domh1i~ 11 e nle dn ~xí lt'fl(io Confe rn,;.io Brn4ilei" 10 t Curn Tiro, ,uhr1rrli11a•h ,i1Jt Conselo .'l'ucíon11I d,· D,,, 11 ,i (1 'º"· 'I, 11or •UI Ve/. é IJ., 'i<l1 rinle irlo ~cio )líni►tP61. '· Educ 3o o Cuhura, rl~i= CJU• n,pi, a urlt'UI rle <JU ,afore!'! c·r~rtão,,, tum t' rle•phrli'o•. der• ture 1,, 11,so .-,luf!:n de ci'reja liz que reprova ,. rondt pGi; 1orl1 ipo dt> , ioli•nc1a, fat ~,st1- do J ibir, em todo ttrrit,,: •· . bra}iro, O Tiro ao Pep, J ~ • IJUf' On Colomb6ftl U ac rlc I o Br:i•ll éeSJJHUm ~ Dr. uro Urnudõo, dil[nO Y :f. 11i•t1 da Erlurat;üt• e Cultc an~ ) jornnl "0 HepórLC' • ~ r'c <li~uia na •ua eiliçfo I d :.o.111t,í8. puliliea: O Cohi: ·po, búfi Dulio Co-ia, prr,idcn' ifOS ,la PESCO <li: Mato Gro•· • r ul, ·tá preparando o je tl.J~t soo de pombos correi~ do• to:•rO►'ICll'f.'•. dr CoiânÍ! ma: a Cipe Crand Deverá ao} I trce::no fim de Julho ,indouli.riirr ro, ,rontar:í com o ~cl.1!::or.iterm ção p ~randt: ..-olurub6filo li Ira Cam Grande sr. Fernar4{4, Piutj tempo -- ·7· - --~-- ·•"-:' ..L, r--... r°. J ~ I f xe Po . na: 'Não é só de píio que vive o homem. vi,•e tur.:i: Mm do.; sonhos e do; pensamentos puro~ q~~ trazem nleuto e alegri. no rnrsçi:io .. e "P.xpllcnnclo 1• ta doutrl11n, rllr ino1< titio é chamado a viver para D)eu ra o bens sobrenaturais, fazendo notes prevu!eçat num corpo que é ontuneamente rebelde i otlentaç40 do rito, duas tendenclus uma superior, Jr:da parn o bem; e outra Inferior, ,wl, propotJ11a p,1r·a o mal - se dfron no 1nlimo d(l c11dn ludlvlrluo. Em ;!OCJl!Ôllclll. tOl'llll li() lnuir;pellf.llY('l a rtlfk11çf10 dll CfHU1 das virtudes o 01,peclalmeoto du ,) lidado: "Ab!lter-me-el de carne, n fim que, alimentando fortemente u caro, venha a nllmentar também os vícios :i carne" afirmava São Bernardo. < PERMITJDA A CARNE DE PEIXE o CON1INUAÇÃO Por que nos dlr1s de absUnêncin a ·i,reja facultu comer u carne de polxe? ·,;r 1 • peixe sempre recordou Cristo, o Poixe .:~~' leste e, sendo um animal de sangue b, julgava-se que sua corno não t"Xci 'i' ia as paixões carnais. ·u1 ABSTINtNCL- PiGà )' t ridículo ob.:ervar, como antes da •~mana Santa, as autoridades municipais a M d u m angustiadas, procurando '~lu1 pocionar pescado à população; há in~os probltrnrns muis urgentes de se- ~!• ret<olvidos. Não é nec11ssário comer - P e dA peixe na Semana Santn. Não é rrei ; 0 i 3 P mas é apenas uma permlE-sil.o. Exl9- cor'~ pessoas que julgam, que si não rn r10,1rnm carne de p2ixe, náo celebraram 0 1 ~emana Santa. O que vai frontalmente ,,1tra o espÍl.'ito da abstinência é ver ,,i·)Uioo, que na Sexta,Feira Sunta, co m farta peixada, regada com bom ho. Isto não é penitencia, não é cris ismo, mas é gastronomia pagã. Quem quiser t!eguir u. Cristo - o ·e Diviüo - terá que crucificar seu o com todas as sutts más qualidad~s. 1 maior dn,; rnízr, d,J 1'ttrJ1Ilb. :::;1rn!I• •~ 11:'o I ',ío u!l 1 1, nfi c<irOJilírrn t, , 1 !1! i i.• r,HO, in•:OUJJ)f4H'11uldu. N o qu r .cr tra. omodar. Ener a ihs ta ; o' j ·1, talo coma criança. Certos aoms/lhos, or- tente. No teu binote, envolto en • d Is e razões paternas so filtra las com pir Ís de fumaça, vê pasar dante d dPi..conrl 11ç:.: e ,IJ v•·zc11 com revolta. sua mente o hime de sl 1 t· 1,t,11"1 .• 11 Pupi se engana em certas cotas todos dizem que é uw hom ·r r••r 111 .. ,1,, 1 que diz e faz! Seu olhr divaga e repor a sobre o E há caso em que ito é a puri quadro d. pai na parde. Com ur pro vp1•ditdn. E e, pul vai npnrecendo como fuudo :JU piro, <liz: um 1ier Rujelto a liwlluçõei.. - Um grand pi Ui hom m ÓI.' vi- -- roa 20 a110 : - "O velho uudu. um o e de grandes idéis p ... r,; o :;cu tc·w pouco alrnrrndo" po. Th a cabeça no lugar certo. Sa- 0 Luoco curact 1·lzo,Rc pelo olllhl· bin o que oru a vld11 e porque luta .. lo ti 1orça progressiva da personalidade Que pena tê,Jo compreendido tão tarde • ... quo sti vai conflr,urando. O mundo lhe (a) Odorlí1o M.uiu Burlru.naqul parece imcnnnraeul·' aberto e illl poaslhl· lldade9 de conquistá-lo e n•oldá-lo süo hlYiollrrn. Com eatudo, tócolcn e dlplomn nuda. vai resistir. - O volho t>ill( coroa? E ae a cxperiênclu e u subedorln de llffiK vfr!n • n P"I • r o lrle::IIF:;--0, n forçu, 011 novos oonheclmtnlos o u inex. periên ela - o filho, a filha . entra re 01 a m _A_N_T_O_N_I_O __ J_O_Ã_O ~_r_r_d_o __ S_U_L choque nas idéh1s e operação das coisas pode surgir este comentário melancólico: Cemaã ·- "Hão dA muls com este" coroo.". Pussou o tempo dele. Está na hora de ele !!O aposentar definllív!lmente"! - Ao11 35 anos: "Com minha tarimba meu pai seria riao" E o moço casa, organiza sua vida faz dinheiro, tem prestigio, tem entrada oo mundc dos negócios o do sucet5B0. Todos o admiram. Um homi<m de met11a e do trabalho racional. Entre dois eopos de uisque fala: • Meu pnl com minha ta- rimb:::. seria hoje u::n grande homém, um homem ele empresas, um homom de ní vol. Pena que não soube aproveitar. Nasceu cedo demais"! - Aos .fü anos: "Quam sabe, cooaulto o velho?" E o filb.o dobrou o cabo doe qua reuta. No meio de seu impulso parn a frente, aqui e ali alguma complicação mal•enteodido situações imprevistas, des lealdade de 11ócio ou funcionário, proble mas de familia. Assessores e amigos nom semprl' querem tomar sobre si o riuco de alguma decisão difícil. A hesitação e dú vida podem ser cruéis. E pea3a: ... Quem sabe, YOU consultar o velho ... Afinal nos se assunto talvez me possa dar uma pa- lavra serena e des11paixoonda!" , - Aos 55 anos: "Ele tinha algumas i déiac notáveis" Para o pai lioou a hora de reczo lher para a eternidade. O filho com sau dade;; pensa: "Uma pena ter morricio meu pai! Ninguém pode negar: ele tinha algumas idéivs notáYeis, momentos de grande ln~piração e uma grande experi ência. Certas atitudes e modos de agir aprendemos com ele. Vamos sentir sua falta"! - Aos G0 anos: ''Papai era um homem de visão"! Nosso homem já está de cabelo grisalho. Ainda se ocupa de cua empre sa, embora com menos ímpeto. A pres- J DIA DO PAPAI O que o filho peni,,a do Pai... Clodoveu Sá .os 7 anos: ''Papui é o maior" oa1 e o maior" 'I A criança vê no pai, como tarnbfm .mãe, aquele que dá segurnnça, que le dl:l.s coisas, que faz a ponte entre pundo estranho e hostil e o mundo E t:'.ior da fantasia e dos 1,entimentos in. Ss A.os 14 anos: "Papai se engana as es" ' O adolescente começa a ter cons cia cada vez mais viva do seu pró "eu", num desligamento cada vez J çotg e , .ce y == de PAULO EUOENIO P. JACQUES Abate Duas Vezes ao Dla Higiene Ótimo Atendimento Cuua J.c Curue 'I' 'iro»o! (do F-no-·o-o de Ch rrascaria PACIFICO SILVA BAI..TA Apartamentos Ar condicionado Quartos- para casais e Solteiros - RefeiçÕl' - a quaiqm:r Hora - ffotel CiassP. «: ·• BON[T'J MATO GRO~S() DO SUL (O. Hu , ! ' » pi ta obtençao vi h. 10 H.il f do do. Oracao do Divino Espirito Santo 1 ·pirito anto o que me esclarece tudo que iluri na todos os caminhos para qut t-H,t1Jt1Jl 1tlllfll 1dtd. ()((• que mr dá o dom divino de perdoar e esquecer o mal qur f!IC" ÍJlf'"ltl, l' tlH' (11clo' O" ÍIJ-t• tantes de minha vida etá co migo u quero neste curto diá logo, agradecer-Ih«e por tudo e confirmar toais uma ez, fJUt' t"U lllJllf'a ,JUt'TO JJH" 1.;('Jlrl~ rar de voe por maior que ·«e ja u :Ju,-:io JUJft•rial u;1h H:r!1 o 1ul11imo ,! 1 , o, do Et. Muto Hesp. Lo]. ilmb. Estreli do uspfclos da Ser. Gr. Lo]. iroso [R. E. A, A.) - Iteuulões s terges feiras lua Coronel Camlso, 39. Calxa Polltttl, 4. CEI', 7!l2ü0 - l:kl11 VMn - l-18. Or. de Bela Vi.ta, 13 d11 juulto de 1978 (H.V.) l-'r. ull lG0/77/78 VEN Do Vcncrávul Mculre du Loju Ao llmo. Sur. Ivaldo Perolra. MD Diretor o Iludntor Cbcio do O o r rol o Jurdlnenuse] Aeuunto. Ulvul{{UQ!lo do uoticlu O uotlcltufo d11 lmprerrnu jornullis tloa uaotouul vem puhllcnndo hó. algum tcm1-10 notlcl111:1 t1obre problemuu do ordom Iuternu n Muçouriu, deuttcudo certas trrog:ilurld11dltll quo depõem contra o concito o o doeoro da Ordem Maçônica. Tala nollchu, oufocuudo 11 }.foçon11ri11 co mo um todo. fuzem com que o leitor me nos avisado posa genorulizr um pro blomr:1, cujo~ protagonlntaa reproscntncn uponas um pequena pureola e pio o todo dt1 1:luço1111.rlt1. Com u única Iiuull dade de prestar u ossa colaboruçlo no eeutldo do oor eaclu.rocld11 n oplulllo pó bltca dcolti Iro11telru ,obre o tllBUnto om tola, dirigimo-nos à V. S. 11 quem oolicl tamos, n bem da verdade, dlvulgnçlio 0011 1orn11iu de Beln Vt,tu, Jardim o Porto Murtlnho dn sogulnto nota: "MAÇONARIA: A BEM DA Vt:RDADE" Ultimamente. ln.portantes órg!loe do lwpronsn jornalisticu nacional vem di vulgando com muita frequência noticias sobro dlsot>noõeo, do11mnndoo e outru u lr regularldndeo na ~foçouarln Braoilelra, citando meso altos dirigentes e figuras de destaque, cujus atitudes atentam con tra o conceito e o dttcoro dn ordem, Maçônleu. Puru a maioria dos leitores, que oertamente pensa em Maçonaria como ua todo harmônico o coeso, o oenso cto nallsmo do talo notfels que citam 11 Ma- 90110.rla do um modo goral pode levnr a uma atitude de descrédito em relaçllo 11 uma In11tih1l<;llo que pragn rígidos p11drõe11 do aendutn e cornlldade, padrõeo que uto bzu1e das au110 finnlldades em prol » RED Ç O da tiu1 anldarl . Coru is filrnlld d clê :H rlmlr dúvidtHJ, a Lo] Estrel do Ap " 9 do Httlli Vir ta, no 1:1 púlJl!co P r dl· vulgar os uultes elrecimentos. a) 110 Hra■II oxlsl Ul du; orgc.nl- z.ações mç0ias bem dlstintaa, ldepeh dente e nu(noras, o uem nenhum li aço utre l: Grandes Loju o Grande Orlcult; do 81'1ell (GOB); b) muito o!lllrnru tenhum umbtrn suas ralzes sentads em pricípl0 II· Jooófiooa comuna, tom, eatretantú, difo roças nu upliouçío deses priuclplos e nu condutu de seus membros; e) do longa dutu cm ru;,;/10 cfao uus constantes crluos e dissensõen, YeIl o GOB fion<lo objeto de munchotos do& fu vorá vela nn improorm nuolonul; dJ o grande e úuloo roaponnávol .por ooae lumontó.vol ootndo de ooluao ó o G08 01111 peooonc do alguao dou neuc dlrlgoutoa, pnrtfculorment no Rio de Janeiro; e) a Sereníssima grande Loja do Entado de Mato Gronoo do Sul com ,óde om Cnmpo Grande é umn tradlclo ua.1 inotltulção macônlrn, legal, regul11r .º Iudependente, nenhum lignçáo de cJlrl'l to mantém com o GOB, e nllo tem oe nhumu parllcipação nom quuisquer res pon!abllldude1.1 nau lamentàvels ocor, /ln clue dnquol11 laetitulçüo que ferem frou tal e profundamente as mllen11teo trudl çõeo da Ordem Maçônica; f) a Loja Estrela do Apa uº 9 em oons onfincla com 110 demula Lojas jurls dlcionadas à Sereníssima Grande Loja do Estudo de Mato Grosrn do Sul, ao prestar tals esclarecimentos, deplora tais ocorrêncfai,; e, fiel ás orientações e dlre trizes que vem rocebondo de seus diri gentes refirma seu oropóoito de con~i uur somando esforço, pura colaboro.r ue tarefo de melhorar e engrandecer e,ta frontelrn, ef de continuar honrando o no me e 11 lrodiç!lo da Mnçõnarin universal. Que o Grande Arquiteto do Universo us slm o permita; {aJ Zaly Barros de ..raú jo - Venertível Mestre. Na plena certezu de podermos contar com a compreensão u apoio de Y. . pura que no noss2111 pnlu vrno de es clarecimento cheguem ao grnndo público 11 n t d e i p a m u a 11 g r n d e e i I!lentoa II rogamo11 ao Grande Arquiteto do Universo para que Ilumine e guarde a pessoa do V. S. junto doa ontos r..:;ais querld11r.. Frnternnlmonte Zaly Barror. de Araújo Venerá. vel Mcotre e E Corto à Redação Ellvul da Silva Ramos Apesar da sua curta existência na I por atitudes ou votos, contrariaram uqui vida politica brasileira, o lusliluto dn Ii- lo que jararam rtefendot. Admitir a Iro· dolld1u1t: parUdó.r!a. encontrn-so, permn· punidade soria compactuar com o engo nentomente, sob fogo eruzo.do, numn do do eleitorado que, eufrngnndo um ~rl1e que I11z lembrar n vivida pela nun caodidt1to para agir em aou uome - o lrcl, a. Iid~Udade conjugal. fnz dentro de condições prnlamente fi. Do ponto de vista teórico, a lide- xuda», ser uutorgar-lhe uma curta bra dellda.d1r partidária é um Instituto n!i.o ca pra fazer o que bem crntcnder. upenu perfeltt1menlll' democrâtll!o, cumo Entr1:tanto, for~o110 é roconheoer também utlllssimo p&ra a obtenção de que a aplicaçllo da fidelidade partid6.ria uma representação autêntie. entre 1ós tem dado rnnrgeul a inúmeros Primeiro, é prechrn recordaru1os abúso&. A razão disso, om noeoo enton que nas democr:i.. Per Em nosso pais, como ém muitos outro lado, 11penas 015 Diretórios ou su11s outros, ninguém pode sê candid11tar u Comissõet1 Executivt111 têm legitimid11de qualquer cargo se aão o fizer por hilcir- p11.r11 provocar a decreta çlio da perda de 1ddio de umu agremiação pnrfül6.ric. re- mandato por infid~lidade partid6.ria, re e:vlar, pois os partidos detém· o monopó- presentando perante a Justiça. Eleltorul. llo das caudldaturas. Ora, considerndo que o purlldo político ttm o 11cu programa o principal instrumento de ação que os cudidtos slo eleitos enquunto membros de um partiàe pua viaJilizar o conjunto do ld.élu '!0111tanlu de te! prugrn.ooa, nada mah, lógico do que r,1.inir oqueles que, Fazenda 2 de Ouro Desapareceu ds Fazenda A de Ouro. no km. 53, da rodovia Jrdit, x Il!.!la VI t . um cu.11td t.k Cfcborroi cl r F! Brasileiro. A cadvl atende pe- lo nome de Iluda e o 1aeito 8 a m u cu. O l)r. Josó Atttu.í!'l0 , ...to grnti!lca com uu mil cruzeiro n quem I forruur o pnrrd lro do5 reforidou 11nimula. Antonio Carlos do Mouta Cmpos Em recoute entrovii.lit concedida à JmpronGa o candidato ofíclnl ã 11uceG• são presidencial, General, João Baptista de Figueiredo, declurou-oo fovortívcl uo artigo .. 155 do projeto governamenta! de rerorm111J polflicuu enviado no Congrosso que estabelece o lc''llndo de omcrgêIJcia. Fez, éontudo. uma ressalva: «desde qttd o governante tenha juizo». Esta ressalva prece ter passado despercebida os ór gãos da grandt impreasa do país, 0s quis, em seus aditoriais, nenhuma nlu Hío fizeram uo comentário do genaral. Na verdade, sua ufirmação suscita grnvca Indagações. 1. prlme:ira e fundumental indagn çfio se resume numn slmplei- Irnse: qu1:m garante o «julzo» do governante nu apli cação dan medidas emergenclnis destina dos a assegurar n ordem público.? Ora, se todos os governantes tivessem juizo na coaduçilo dos negócios do Estadofse ria perfeitamrnte dlspenonvel 11 sxlstén cla do regime democrático. O ideal de governo !'leria t!ntâo • como uinda vs tentam os defensores Incondicionais do autoritarismo político, o elltabel~clmento de um despotismo «esclarecido», uma os pécie de ditadura «bem intenelonnda», 11- riernda por homPns lúcidos e competen. tea. Paru que o livro entrechoque de o piuiões nos parlamentos? Discursões in terminà veis, recur~ú!i o apelnções nos tribuo11is? Afinal, as decisões aeriam mo nopólio do homene snbioa, verdadeiros «oienfütaa» dn administração pública co mo queriam os adeptos do pooitlvii:mo bra sileiro de Júlio de Castilhos, UI.o difundi· do até em nos!ilOS dia@ em meios civis e miltto.ree. A oxigência de lnstnU!'a.;!io da or dem demoortltica peln vigência do Estu do de Direito prendo-se exatnmenta à oonatatnção t1mpirlca de quo noo 11empre os govarnu.::iteo se conduzem com «juízo» e bom sonso quando o lhes ampliam de mesradamonte as comportas do arbitrio aindn quo em momenton de grave pertu b11.çãn politlca. E mnís: net sempre es tiio prepurados • os motivo11 são oo mnin diversos para adnimstrar a cois públi ca mAsmo nos porí o dos de normaliidade constltucionnl. Não asndo perfeitos, e portanto pas11ívelu da- desacertos o deslizei;, de,·em etar ujeitos às mais ariuds fornss de controle e fisca.lização por arte dos a grupamentos sociais organlzadoa que compõem a chamada Sociedade Civil: tal é a condição imprescindível par11 o Iun eionamento dn ordem institucional dt>mo crãlica. Poderíamos até dizer, em exagero que uma das razões es:1enci111s que. atos• tm a superioridade dos regimell demo. cráticoo &obre os regimM autoritários e totalitários reside no fato de que a de mocracia parte do pressuposto de que os homens são faliveis, mesmo (ou sobre tl!do) quando em posições de mando po lítico. Daí a necessidade do utabelt-ci rnentu de um E-flcientt! sistema de con trolc:s. freio~ e contrapesos, que mante nham ofl governllntu ufinndos com os anseios dominantes nr sociedade. Já os regimes autoritários e prillcipnlmente os totalitárioE. partem da ridícula. ccnvic,;li.o de que dentre o comum do mortais po dem ser encontrados a!gulls «llil.mi11ndos t11lhados pim1 o poder, dotado• da infa libilidude e eternamente vacinudos con tra 11 corrupção. Ledo engano! (PLANA} B'o Presidente do ,uro CIub d Jardfn Ao Sr. Dirlor do Corrufo Jardine:se Bel Vi± f J 011é Polidora dn Hona Cabral, 1 Teou reiro Dimns Oliveira Ll· ma 2º Tesoureiro Cesar Loureiro 1l Secrotõ.rlo Ozorlo de S1rnctiff Pire9 2º Socretó.rlo ludré Luls Zlotkowlf.k, Dlrt,lor Toe• nic:, N!Jgou Antonio Paes, Diretor Soclul João Rosu Diretor de Materiul Rito 8Pniles. Coelho Fiscal Francisco '.foynarde de Oliveira, Dr. João Carlos Brandes Garcia, :Ullton Xavier Queremos npronllor a oportunldad e de ngra decer Diretoria deste brilhante jornal pilo anuncio do nosso edital. Subscrevo-me com os meus prévio, agra· decimentos e multo res- peitosamP'°- Mul eopuparando, se aplicássemos es1:1t:s priuelpios na sociedade conjugal, teríu os eomo re,mltu.do um casamento endo a marido eat11bdeceese o qle é ou nlo lnfidolida.de;, ficando 11. aeu cargo promovei" a punição judieial do cõnjuge infiPl, ain_d11 que dele mesmo ... (PLANA) Juro.ndir Siqueira declara pura todos 011 Iins quo perdeu sua car· teira de motorist11, ex pedida om Guia Lopes d&. Laguna. H8. Publicação que é foz para Obteção da 2- via Dilso Simoz dela ra que extraviou o Ch~ que n 259594- Serie Y.:W do Banco fürá Agen· cin em Jardim DO vnior de C5r 5.000,00 ~ -= z -:: = - :;: ;:r; as #ia' mobral Continuar navegando 64_CORREIO_JARDINENSE_ANOII_Nº64_26_07_1978 66_CORREIO_JARDINENSE_ANOII_Nº66_20_08_1978 Voltar para a lista de itens