72_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº72_04_10_1978 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe Título72_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº72_04_10_1978Número da edição72Data de publicação4 de outubro de 1978Número de páginas8GeoCoordenada -21.47735138264276 , -56.141484928027545 Documento 72_CORREIO_JARDINENSE_ANOI_Nº72_04_10_1978 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto ora Deputado Federal RELE Ruben Figueiró IRE 1 N. 2 O 2 1 ·---' EDITOR RESPONSÁVEL: IVALDO l'Eíl.l•.IRA ANO III N.o 72 ______ .;;,_.;.;,;._....,:_......;;.;,,;.;;;,__:;__ 04a11/10/78 JARDIM MATO GROSSO DO SUL IIIII a'II! IN finalmenle Rejeilaoa pelo Senaoo j O povo obteve mnis umu vitória, através do eus representante n0 Senado Federal, mesmo com o insistêncfa de ulguns senadores em querer prejudicá-lo. A Co. missão de Justiça daq:e la Casu Legislativa, ro jeitou, por sete votos a seis a lnclusr'.'ío da "de núncia vazia" na conso lidação de Lt>gls!ução do inquilinato. Caso seja mantida esta d1>cir:ão, pelo plenário do Rena do, ficará revogado o Der.reto-Lei nº 1.53!, de 13 de abril de 1977, que integra o •'pacot& de nbrll". O Senador Helvi clto Nunes, da Aren:1. do Piauí. relator do projeto, ainda tentou s1>guncto suas po1avrns. um 11. solução concilia tórla mantendo o princípio da denúncia vnzia somente pura os aluguéis que ultrapassem o vaior de cinco salários mínimos. No enta'úto, o senado res Heitor Dias e Orestes Quéreia não aceitaram :, fórmula, 11legando que na prática, ele i::omente teria o mérito de pre Judicar o povo, ou seja; tuflacionar e aJurruéis porque ninguém iiiais. alugaria seu imóvel por menos de r.inco salários mínimos. Votaran a favor da denúncia vazia os endores arenistas Gustavo Capanema, Vil ·ou Goncalves, Lenoir Vargas, Helvidio Nunes, Otto Lehmann e Italivio Coelho, que perderam, pela rejeição da Comis são de Justiça, dessa medida que vinha preju dicando e m muito a nossa população. - r %5.10 Chegamos a umu enoruz!lhnd1.1, da qual, upeaas temos uma salda, Sanemat. A CER 3, cheia de motivos e justificati vas. houve por bem, pssnr a abastecer únicamente suas d1>pendênclas. Estão co. bertos de razão, pois Jardim, é um mu nicípio, nada tem a ver com as depen dêneius militares, portanto, o foreciaen to de água para suo. população, cube, exclusivamente. ao órgão competente, ou seja, a Sanemnt, que é quem tem a obri gação de fornecer águu potável, às po pulações des~e nosso Imenso Mato Gros so. Fica assim, dirimida qualquer pos sível dúvida, que viesse a existir quanto ao procedimento da CER 3, ao cortar o fornecimento de sua água particular a toda uma '', lá no pedaço, dnndo uma de "Sherlock Holmes" sacou escoudido, de baixo de umas táboas que estavam ama ciando no posto, um pacote contendo a erva maldita. N11 bronca de entrar num gelada, cabeça fresca chegou mais no delega Marcoe, lã da cidade, e entregou o l,rnce. O delega Marcos, cheio de mo ral chegou mais e transou dito paco, que ta ,a naC:a mais, nada menos, com um quilo e oitocentos gramas de maconha. ' D ter essa cidade ainda recursos próprio para seu abastecimento, ou pela famige rada Sanemat não estar atue.ndo como devia, ponto passivo. Agora vamos a et11pa verdadeira, ou seja, vamos 11 pesquisar o trabalho da Sanemat, que, dirigida pelo ''gafa nhoto do serrado" como é tradlclonal mente chamado pelos nossos confradeJ de Culabá, Reu presidente, o engenheiro José Luiz. filho, do ex governador Gs.rcla elo. A ANEMAT, nada mais tem 11 fazer, do que cumprir sua obrigaçilo, e levar água potável em ligações dirétas a todas as residências de Jar dim, c fim de papo. ào existe nenhuma justifi cativa, nenhuma explicação que possa caber, ou 1.4par os olh0s de nou11 gente, pois como z ma temática, que é umn ciência exal.4, a solução dn àgun em Jardim é só uma, e sómente poderií ser a M r Muito vivo sabendo das coisas, o delega se mandou para Aquldauana a fim de dar o alô aos cana duras Federais, mas antes de puxar o carro, bateu um papo com o sargento comandante do pedaço, dizendo que há multo tava de olho num tal de Amilcar Romeiro Martins, e que revistasse tudo, não deixando o covarde deliuquente se pirar, era ele o homem. Mesmo assim, com toda a bronca em cima, o passador da diamba se mandou. Ficou ruim pácas, mas ... se ginga fosse malandragem, o pato era e Rei dos ma laadroa. Como todo criminoso, esse tam- trazida através da ANEMAT, e que para deves pero dos matogros-sen««, sem distinções, t uma das maiores hranças vergonhosas, deixadas pelo ex-governo, e que lamentavelmente, teimosamen te, deixou na direção de tão importante 0rio, o "gafanhoto do +errado" tornando-o inoperante, com cornplelll falta de infra-estrutura, enfm tor• nou-;:e 11 SA:"IE'rl , T, uma verdndt'ir,, suplicio para nossa gente, que ainda hoje, ,e res•ente da falta total de água, isto mesmo levando-se em conside ração, que é um dos fatores mais importantes para a sobrevivência de nós seres humanos, para a higiene, alimentação e manutenção de no11as vida.. A «ituação está clara, teremos doravante, de caminhar com no,sro• pé,, porque esta é a realidade e que não podemos negar, resta apenas a rsperaoça, (-'leu Deu•, como tem de viver de eperanças o· jarlinenses) de que a SANEMAT, cumpra sua obrigação e nos de o precioso H2 O vital para a rnbrevivênda humana. bém acabou mal. Jã pronto na rodoviá ria de Aquidauana para dar o pinote, Ioi visto pelo delega Marcos, que entrou com tudo e deu tremendo guenta no bandidão, que quase chegou a entr9,1· num bus para Campo Grande. O, resultado Ioí o seguinte: o pilantrão deu todo o serviço, Ucou no prejú, e entregou tudo e todos, tá lá guardado em Aquhlauana, a disposição dos Federais. O dia em que os malandros descobrirem, que a verda deira wal!rndragem é Sf:!r honesto, aí fico. bonito, lá também em Bonito, falou? SRSI ROBERTO PEOI ADVOGADO SCRJIO3)O- Rua 3 de Outubro (lO l20 D2l 11A2) Bela Vista Mato Grosso do Sul TDURINTE CASSINO PARAGUAY Dr. Carlos Edy Sá Medeiros OAR- Mt. 616 Dr. C yrio Falcão Advogados Causas - Civis Criminais Inventários. Trabalhistas Rua Rgi 8rbosa, 27 7 4 C Fone 4 - 6683 Rua Vereador Romeu de Medeiros S/N , a, d, Mato Grosso , ... ampo vran e . . B li y· t p • i Rua Scbustiüo Cr1sp1m do Rego 319 Fone e a IS a aragua1 Jardim - Mato Grosso do Sol i l71 Bela Vil. .l0V - Ambiente Seleto • Bebidas Nacio nais e Importadas - O maior atrativo da fronttira Diversões Som. Visite Bella Vista (Paraguai) e conheça o RESTAU RANTE CASSINO PARAGUAY. BIG-LIIR "O Somerclo Jovem de Mato Grosso do Sul'' Basta levar o seu documento O seu crédito ó s.berto pelo já Famoso Crecli Big. Sem Juros e sem Fiador e você tem 1 ano para pagar eu disse B:zLar Conces sion4rio Ultragaz entrega automática plantão aos doigos e fe riados troca de botijao pequeno Assistenci11 técnica perr:ianente Seção de peças especializadas 4.10.7 ------------ TRllNS INTEP. O CRIME e IC (0 E DL RA Trtn re da malor piadn, o servl ç0 do ónibus que la Gula Lopes da Lnuna à nosu Jardim. É evidente, que tudo aquilo que mostrarmos já é sobeju mente conhecido de todos, não +só do povo, como lambém cloH pn-fellos de am bos os munleiplos, e do D e r m 11 t, mas enlarmos, torne+se Impossível, me diante ps{m prestação de serviços que a empresa responsável impinge à po pulgão, e com a conivência dnxs auto rldnde. Com ro[orêncln uos hor{nt<,s, sim· plesmente, não exlste, e no for o mo mento político que utrvessamos quando os carroR de propaganda eleltornl, gen tllmPuto é prazolrosnment~ oferecem cu ror.aR n vontade, (fazendo um serviço multo mulH perfeito que a tal da empre sa), àqueles que tiveasem compromissos oertos em urnn das duas c!Jodes, por certo, 011 perderiam, confiando no horá rio lnex!Rtentc dos ônibus, ou melhor, daquilo que já fol um dlu um ,·eiculo de transporte coletivo. Esclarecido este pon to, vamos om frente, fnletoos sôbre a condição de ~ráíego: Trata-110 de esque letos de ônibu~, Imundos, mnl cheirosos, morosos, e que põe em risco, nté, a vi da daqueles coraj0f'O.i passngelros, que infelizmente, p')r prllcisão, !l garanto, npene.s por isso, cometem a loucma de viajar eru tais ferros velhos. Ressalte-se, aliás, a flruma do~ motoristas tais quais ollotos britO.nicos, calados, valentemente, àguentam a tudo porque precl&am ganhar o seu pão de cada dia. Assim como se vê se tais ônibus lasslm apenas chamados pe lo proprietário da empresu), fossrrn vlsiorlades, como de direito, jamais po deriam estar rodando, seja em que lugar fôsse, mas aqui, pela ausência total àe fiscallzaçá o, e lt;to é óbvio, salta aos olhos de todos, a coisa cvntlnua. Tum bém pudera, quem é prejudicado com isso? Nossa gente, o povo, que paga sua contribuição, seus Impostos em dia, que trabalha ordeiramente, que é a peça mo la do progresso do País. Mas me mo assim, já que o jornal é apenas e exclusivamente a voz do po. vo, vamos lançar nosso protesto. vamos cobrar d11s autoridades uma providência, não só com referênciu a que seja estr, belecido um horãrio, e cumprido, corno também, lógicamente, que intimem o proprietário ou proprieh'lrfos da empresu, a por pelo menos dois ônibus na linha porque é necessário sem dúvida ne nhuma. e que aàquirall' carroR mais no vos. para segurança e conlono dos usuá rios. Aqui vui 1 sugestão, que se rAU· nam os prefeitos de Guia Lopes da La guna o de Jardim, E' que oficiem ao DERMAT, ou que eles mesmos provl denriem junte, ao p!'oprietário da 'I'.C. Ana Rosa Ltda., sob A pena ele lhe ser tomada a concessão visto que n té agora RÓ vem arreoar:lando sem pensar nem ao menos um segundo que gente não é ani mal que pode ser transportado de qual quer maneira, aliàs. os carros que trans- C O L E T I V O I Policiamento em Jardim, íunciona VERDADEIRO a T i t u I o P r e e á r i o POVO o portam reses e quo clrculom _por aqui, estão em bem melhor condições que os pseudo ônibus que transportam seres hurnauoa. Várlaf! reclarLaçõeH chegaram até nós pedindo que mostrássemos às uutoridudes o estado em que está fun cionando a linhtl intermucipal acima mencionada, que fizéssemos um apelo, para q:1, quem sabe, outros empresários, se interessvssem em adquirir a concessão, pnrn quo nos conte nüo fosse tão ju dlt1da usi;lm. Multo bom, aqui está cum prid mais uma missão, que as uutorldo. des tomem ueveras urovldenclns e aca bem com essa tuação, insustentável, do p~Rt!lma prestação de serviços que n em· presa Insiste em dar a seus usuário!!, ou que, a concessão passe para outros em presários, que existem interes,mdos multo mnis no bem estar de nossa gente. A PEDIDO Para Deputado Estadual Orlando Mongelli Correio J ardinense (01/08/76) EMA .-RIO - FU 'DAÇAO IVALDO PEREIRA Administração Redação - Rua Tcn. Ber• nordes t Jardim 11S Impressão Hua Duque de Caxias, / Beln Vi~ln Moto Grosso du ui Lamentável é a assistência policial dispensada o Jardinense, onde cerca de nov3 houves, heróicamente, exp0em uu vidas na manutenção da Lei e do respel!o em no. u cirlud. . Matematicamente provando, divl. dindo-se esses homens pela população da cidade e município, chegaríamos u as>u tadora média de que nosso nolleiamento. simplesmente inexiste. l U[ílJ tr ffiJ D IB1lIDíl 1 1 o /Y EXPEDIE TE Diretora ~lnrin Esteio Velnsque:r: Pereira F.ditor lvaldo Pereira Chefe de Redação !tolo Borioli Chefe do Departamento Cornerdal Álrnro Pereira Gerente Gilson ilva antos He~strndo de acordo com a Lei CGC-~lF: 03.966.918/0001·88 A !NATURA , Jardim CrS 250,00 Demais Municípios Cr 300,00 O, artigos publicado com assinaturas dos autores não traduzem n opicião do jornal. Suo publicaçào obedece ao propósito do de bate dos problema& municipais e de refletir as diverins tendências do pensamento unh·ersnl. CV □ É isso ai, apesar de nossos apelos apesar de nossa Frui;tração, apesur de sermos o centro nervoso de uma prós pera região, ainda assim, a tal de TELE MAT, continua nos castigando, e nos humilhando, afastando-nos completamen te da civilização, nos proibindo de comuni carmo-nos com o resto do país, nos ma n tendo aprislonades num absoluto mutismo como se foramos prisioneiros num campo de concentração. e 1 coisa perdurar, se o abandono daquele Órgão Fantasma continuar, se omlllodo da existência de Jardim, fazen do com que nossa cidade, tnmbém se torne fantasma, nós vamos tomar uma providências. Aqui vai uma sugestão, nós todos nós jardinanses, faremos um longo ababrn assinado, e o enviaremos, ou le varemos pessoalmente, ao Ministro das Comunicações, Euclides Quandt de Oli veira, nem que tenhamos de nomear comissão para ir a Brasília, com cópia ao excelentíssimo Presidente da Repúbli· ca, General Ernesto Geisel. Portanto, aqui vai um aviso a TE LEMA 1', dê-nos pelo menos uma satisf çãn, urna explicação, pia usivel, senão, realmente, vamos nos movimentar e soli citar do Ministro uma providência, e te mos certeza, de que se formos perante ele, teremos a providência e 2t explica ção. O maior pecado do mundo, é o da omissão, demonstra fraqueza de caráter, de moral, e a TELEilT, continua omissa com referência a telefonia em Jardim Queremns e haveremos de ter uma solu ção, lutaremos até que ela venha, isto, nos so povo promete dona TELE:1AT, portanto se cuide, iremos até os mais altos esca lões para termos nosso telefone, isto, por que o merecemos, é um direito nosso adquirido, pelo que representamo3 na re gião, no Estado e no Pais. Agora o pior ainda est, por vir, esser homens abnegados, tomm conta de uma com:rea, que s Sede, e que abrange as cidades de Caracol, Bel Vistu, Gula Lopes da Laguna e P. Murtinho 6 ferível, porém ver. dadelro. Nossa força poli cl11l cumpõu-iw <le um delegado reional, um delegado titular do muol olplo, dois Investi radoreG um sargento que coman da o destacamento poli cial ostensivo e 1 !!ioldtt· dos. Crelam, eses ho mens, realizam uma obra impossível Além do tudo, carncem de recursos, co mo viaturas o outros meios de repre«!ião e pre venção, tarefas a que es tã.o destinados a realizar. Até quando, os Jardlnen ses eBtarllo sujeitos a subsistir as custas de sua própria sorte? Essn é uma pergunta, que sómente o Exmo Secr. de Seguran• ç11 nos poderá responder, Por outro lado, mais uma vez essa palavra, tão nobre, tão grandiosa noH vem a mente, temos a esperança, de que, quan· do o novo governador, Harry Amorim da Costa assumir, (até I ficarenos por conta do Deu dará) teremos melhores condl ções de sobrl:'vlvêocla. melhor poderemos res• guardar noi:sos filhos. nosso lar, e eotrarecroi; no rói, daquelt·s que são chamados " filhos de Deus" MADEIREI.A E CAMPO VEI.DE Rubens Pael Lopes Madeireira Campo Verde: tem para você Materiais: para Construção, Cal, Telhas, Tijolos. 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Corrl'lo ,J11r1lin011,e ------------------ -- ------------------------- ------------------- 1 S TO , E SUCESSÃO DE CASTO PINTO (Com o título ima, a 'TE publleou um artigo, nnalisnndo a política municipal ,::. ,. o IH e n f n n ,1 o u ,n J u l o. eontecido em Campo Grande, por ocasião da tonvnção da Arena eun d,, j o r II n í s ,. cl i I u ,l u " ·t; 111 C•111po Granilr, t' I' 11 r fH'RSOls presentes à Convenção, o prafeito no meado de Hela Vista, Iuben de Castro p Í n I o, ~ O ti r ll f j I Jr O, nlé c1111ío, l'aniru). F.srlurc,•1•11 (Jllt' mio dis,e natln, 11110 purt iripou d.- rrnda, nno ru gou nada, enfim, que 11 noclcín inserida t'lll 'TF era lnverldicn, Tntlo isco pu blicamos o pedido do prrfrito nomenclo eirnplesmenre porque temos compromis "° com verdudc. A verdade acima de tudo, Qunnro apologia de suas obras ddxnmos de publicar porque o asrnnto em paula, o que lhe dizin n·speito, cm o foco ncnnleciclo em Cnmpo Grandt>. Oe1- dc que frnnqueuruo1 u nn1Fa1 pái:inao paro o devido e•olurecimento do prefeito nomeado, demos o assunto por encerrado. l 00 DIÁHIO DA ERRA ,la1, numa prova cnbal, d<' que o pre• feito nomeado não huscnvn ,imple,men. te esclnr<"cer tal assunto, mas, criar uma oportunidade pnra di,cordor do foto de que a Tribuna da Fronreira ,·rm hata· lhondo para n !Un suces,iio ( u c111e é, reolmenlc, o cleseio iln mniori1t dos po lltirn,, clnSFt, prndutorn, etc, ele dr Dela Vista.) o prefeito nomenclo, em matéria paga no jornal Dinrio dn erro, ,lc 'n/9178, novamente, voltou ao ussunlo, publicando n mesmo cario que enviárn ao nosso jornal. 00 COMPROVADA A INTENÇAO do prefdt"el, Yoltnmos também no as· •unto, e desta feito com o espirlto tran quilo dr quem t'stá cumprindo 11111 de• ver cívico. f':osrnrfnmoa de saber, e a matéria publicada no Diário da erra, foi pnga com dinheiro da Prefeitura (ou ~eja. DO POVO) on rniu dos bobos do prefeito nomeado. rria interessante sa ber. 00 NUNCA FOI 'O' A INTENÇiiO macular o "po,snclo histórico" do prefoito nomendo ,lo Bela Visrn. 'ão N>ncordnmos é com o presenlt'. :f: com sua mnneira ele fazer política. Parn mo• ior conhecimento dos leitores, e paro o bem da verdade, citamos nkumas parti culuridad.-, do ndministrnçüo ·cutro Pinto de,conhecidoa pela grande maioria eilen ciosn: il) O prefeito nomeado, que é médico, certn feita ofendeu com j?Tltns uma se nhorn grávida, que havia iclo : Preleiru ru paro um acerto de eonrns. 'em como méclico, nem como cavalheiro, o pre[ei· to nom.-ndo respeitou 11 citnda scnhorn, •~ue inclusive jÇ pre,;tou depo_imento_ no Forum de Bela Vistn. (No dtn SC[!Utnle de ua "entrevista" com o prefeito, a senhora citada "nnhou nenê). 2) O prefeito ~omcado de Bel~ Vist_n. rompeu Mm o presidente do Diretório )':micipal cl• Arena, Fiori Murauo; rom• peu com o maioria dos vereadores (da Arenn); rompeu com o Deputado Ubal do Barem: enfim. 1;1olllicnmcnte. n udm1- ni1troção Castro Pmto é um desastre. 3) Tentou punir uma firma de benefi ~•nmento d e arroz p o r polurçao (sic) o que motivou, por par te da r-eforid:i firma, um protesto JUn• to aos polfticos, em Brasília, ligndo• n no«a região. J) E foro por demais conhecido que o prefrito nomrado de Bela Vista é umn pe!rna ,fo "'"enio clifícil-. . Não acdrn o diálogo e falar com o prefeito nomeado d, Bel:, Vi!ta é qua,c m1eos,h-cl. 5) Uma Comissão Especial de Inqué rito e,;tá cm pleno andamento, a pedido do 'ereudor Noedi Larnngcm~, ª1Nº'ª" da pela maioria_em plenário. esta Conius5o, o prt"fe1to nome.ido de Dela Vi,l.ll é acus:ido de u.sur homcns e máquinas para trabalhos em sua fazenda ) povo potrin que esta itua,do {os.se esclarecida Muitos outros fatos poderia «er citados, principalmente os ligado+ ao tratamrnto que o prefeito nomeado de Ih V Is+ a di,pcu•n aoJ que uao concor<larn t·onr µ •u, polfric•;i. À série de artigos que estamos pu hli,·an,lo "'" n 'l'rilrn1rn da Fro111eira, de 110111inado, A R11ces•íln <!e C.a,lro Pinto, busenm motivar classe política e ofere n·r •11h,l,lin• vnliorns no fururo GoVC"r• nnilor Hurry A. Cosia e no focuro l're,i• dente da ltpúblin. Gal. Joio B. Fig1ei rerio, desde que S1·j11111 manlidui na re• ras do jogo·prefeitos nomeados-ms quei rn O1'm 1111 • esse crlrério tle e,rolho sPj11 mutln,lo. para que o povo conr rnn 'OZ «soberana possa e«colher o u prefeito, • O prefeito nomeado ele B. Vi~rn, ped11 ru pt'1to, mns nà11 re8peit11 o jornnl, nssim co. mo n1io resprirn o trnbnlho ,!e,, idcall,rna da Cii11111rn Municipal, que 1130 possuero verlrnR TI("ll1 pnrn um cufézinho e cujae indicnc,-ôe• mcrtrem qun•e sempre o de•• caso do Executivo. Elog-inn1os, por dh•ersn& vezes, o trabnlho do prefeito nomeado de Beln Vlstn (i1111alnção da TEl.F.M:'r, r.E.IAT e selor educacional) o que não podemos elo::inr é a sua nti1ude polllicn nem sempre rontlizente com o seu "pnssrdo hi,tórico" Se a sn11 Administração é eonsiclerndn regular para certa parcela dn população, para outr, é uma sequen• cia deerros (casos dns fomosas Pracinha,) O bem público deve ser sempre o 10- bernno objetivo na polltica, mas, até que n Comi•são Etpecinl de Inquérito termine, algumas dúvidas pairam sobre o atual .-dministrnrão. Con8ideramos o prefeito nnmencl., de Dela Vi&ta. um homem lnle!!ro, que pauto suas atiYidrdes prla bonestidtule, mna nmo• D[:Unrdar o desfecho da comiesilo, poip os nobres ,·rr1·adorrs não são moleques e muico menos posuem o rsplrito mes_quinho_ e pers('::111clor, ~lnl8 um11 ,·ez repetimos: nao compnctuan100 com o poder em 13. V. e por isso sofremos represálias; não concorda mos com n policica do prefeito nomenclo de lkla Vi~tn, e dentro dn Lei e da ordem procuraremos contribuir para que o scu succ.s11r sejn um homem oforto ao diá logo pois a finalidade maior da política é "EHVIR [ Esta coluna é publicaJa simultaneamflate nos jornais Tribuna da Fronteira, Correio Jardínease, Jornal de Bonito e Tribuna Murtinhense sob a responsabilidade do Jor- nalist11 Ivaldo Pereira. VALDOMAR O N.º 1119 TRABALHO - EXPERIÊNCIA HUMANISMO A PEDIDO Pelo ~em-eslar ~a Populacão T etsu Arashiro Pana lepbato (shalal Arena - li.o 1104 __ ....;.;=-------- Advo ado, aquid.atuanense, casado m dona Nde t spind!a Das, te.n 3 filhos De 19W a 1966 idc aliou e construiu o Ginso de l pontes da (,C l •. ,. , , . ., , ... IJc 19(.7 a 1970 ,dcaJiwu e rui o rcposável pla onstru,ao da I ,u,J,n I 1.-,110 l ,Jro "· 1 (Mon:,:.o). , ( t p t , l (' •nÍ lJc: 19'/I a 1972, Deputado Estadual (o mais votado em Campo irande), 'eiden!e da o: s;ío de Constituiç:io e Jus1iç.1, r~pre•crH.i.'ld-, ,, A, .... cr:11'/<1<1 Lc)'t,IJt,,..i ,·1111.,110, n,nto,. D.:: 1973 a 1976, pref ito de Campo Gr.,cJe: kahiroa ampla refora iddnltr tia na lufe/tara. riu o POJEIO SALE era de 20 mil «rira atrdds ma knde M ipel de lndno no setor r dia o «odontsolioi o, alsen ta,ao, estirio, talados, material ttatiro, rrws« ortus, 4J • p.ulm,t_ntaçio r.,JJWc• da cididt. Co,os:.ruiu a primeira malha de «trifka»o rural de iunpo Gr-vu1.- t abriu Mo0 quilo troa de rodovias de produaa, Construiu mais colo do que a mas dos que li existiam na íLad, Triplicou a rede de iua e quadruplou a dr ryoo. C.olococJ 7.500 turnl~ria.1: dC' npo, dt mtrcútio. P1 ncou 12 mil án u~ dlJ apru&..1 J MOO.. #!E A NÚMERO J TRABALHO PEII O PARA DEPUTADO Agapito INTEGRIDADE IDJ [ffi ESTADUAL de Paula Boeira EXPERIÊNCIA A PEDIDO PIRA DEPUTADO ESTADUIIL $· z ; A f A • ..._, R 1 I R E f , E ,, N N A A RUDEl OU 1121 Uma Força Pelo Povo Canaã Hotel e Churrascaria de PACIFICO SILVA BALTA ,partamentlls Ar condicionado Quartos Refeições a para casnis e Solteiros quaiquer Hora - fJotel BONIT 1J Classt' c:A .. MATO GROSSO DO SUL A PEDIDO P a r a Deputado Estadual ashington Prado de Souza p 1221 WftLTER PARA OEPUT ADO ESTADUAL REELEJA Horacio Cerzósimo N.o 1132 =- IRENI MENORES G li ~E PROBLEMD SOCIAL EM JIHOIM Ninguém deixa d aber, que tudo aqui lo que pra em torno do menor, criou e eont' nuari eriando, um «dos maiores problemas +oeil de nora poa No «e pohe diretamente, eu1par ou mesmo responsabilizar o» pais, ou as antori dades, mas, indiretamente, não resta d@vila qur f'IM; t'IU 111uiro l'nntril11u~11, r,aru a t·uu~u, qnP u reada dia que pasa, uumrenta de proporções, em pre em prejuzo do próprio menor. Em Jardim particularmente, como pena mos, deve ocorrer em outras cidades interiorana em fase de pleno progresso, ee problemn nos parece um pouco maior, pelo que temos observa do e pela prática que I t' m 11 • d II ao. ,unto, por pertencermos e termo pertencido en outras época« ao Juizado de Menores, v terno pnrriripadn 0111hro n omltro <'0111 o, muis vnrindo• problemas surgidos, e com depreendimento e t.lcuó,lo, na certeza de estarmos lutando por umu causa justa, por crianças que nmnnhít ter:lo sohrr. suas mãos, os destinos de nosso Imenso Pais, e quia!'á 1lc ontros, perlenccnlt'ri no nospn M un<lo. Scniio vejonios, nilo rnmos contrn os me nores, ubsolutnm<'lllf', primeiro porque jú o fomos 111mbém, e sabemos de sun• necesridadcs, de !'UUI pretensões, de suas idéias de adolescentes com re la~iio aos colegas e amigos para se auto u!irmnr, o 1c::undo, porqui, ponsomo~ cm sempre querer o melhor para elcR, e lutamos por isso, fizcmoM <lc nos&n máquina dt' ucrevcr, uma bandeira <:m pról do nrnnur, colaboramo! muito para que melho rios lhes fossem ofrrecidn, e para que eles, seus pn is e as outoridadeR, num <liúlogo ,empre franco, chegassem ao melhor dos resultados sempre. Mas em Jardim, trons,·orre um fato, repetimos e tnm• bém cm muitn• outro~ cidades, que, poderá fazer com que filhos se revoltem contra seus pais, ape nns por culpa dus nutoridndcs competente~. q_ue tnhez atê por fnlto <lc rernrsos, de meios, facili tnm pnra q_ue os fatos sejam encnminho<los para e•5e Indo. Já observnmo,, por exemplo, que o menores dirigem trnuqnilnmente, qualquer tipo <la vdculos, livrem, ntc. pelas runs da cidade isto, pode rc•uhur num grave problema entre as relações existente~ entre o lllcnor e seu respon sável, vu responsáveis. De que forma? Vejam bem nutomáticnmente quando um menor rnfre umn hn ti<ln, ou capota, ou Involuntáriamente atropela nlguém, no tribunal, é considern<lo culpn<lo, nilo hi escapatória pois auim o determina a Lei. Poi hem, porque esse mnor, à revelia ou autorizado r••'ln próprio pai, dirige, e muitas vezes, melhor que muito adulto documentado, e a Lei proib' Aí é que entra u responrabilidade das autoridadres competentes, pois »e o menor solicita de seu+ pa a he do veículo para sair, e e no caso recebe um nio, ti gerado problema familiar, poie - te me+o menor, vê diariamente, seus cole!' nhns dirigindo a vontade, e porque ele não! Ier mina se revoltando até mesmo desacatando 0 próprio pai, pois em sua mentalidade ainda ima tura, de adolescente, ele não entende que seu pais estão mente lhe resguardando a vida, e o dissabor, cenas desagradáveis, que marcam pro furdamente, de ele ter de cornpnrcccr, embora le almente irresponsável até os dezesseis ano, pela Lei:i,lu1uru atual. perante um Juiz, Uf,Ó'I ter Ftdo inídiz nnmn colisão, ou num utropclumento. NeP· se caso, lam<-nlu,,elmcnle, H·u pai nlém de arcar com OP prejuizoR muteriuis, nindu fícu com o <lrn· 11111 de consciênciu, <le ter ido o verdadeiro res· pon,(,vel pelo uci<lcntc, é realmente, muito desa :;:radhel. esse cuo, como já o <lis,emos nnterior mcme, às nulori<ludeP, tem participação direta na incômo<ln ~itunçü,:,, pois n solução é ,imp.lee, bem .implo@, hn~ln que se fno;u uma maior íiscnlizaçào o que não serin til,, di;.pendiorn UFRlm, pois não se pode crer, que o municlpio, nào pude8se c,m· tnr coro um i:unrdn, di6riamente no trânsito, pa,a exercer tul ntivi,lnde, policial êste, que estaria di relnmente li:;ndo no Oetrnn e Juiz de Menores que p11r1idp11riu, niío detendo, mos ori .. ntnndo e través de umn prelcçilo, mostrnn<lo no menor seu êrrro, e as múltiplas conaequêncins que pode. riam udvir pela suu irresponsabilidade. Assim a gindo, as nutoridndce teriam também por certo, n colaboração <los pais, que poderiam ter vó ati vu <le coibir o uso de seus velculos à cus filhos fazendo ver que os nutocidadcs estnvnw atuantes e vigilantes. Essa ·cria a solução, e certamente e não de tudo, o problema seria amenizado e evi • tar, e in ,lc~cncontro~ fornilinrcs, que podem ge· rnr problemas mui10 maiore~, como fogas <le carn e nté mesmo desforço pessoal, entre pni e filho. o próximo edição voltaremos a falar no assunto, enveredando por outros caminhos, tam bém utintntes nos menores. Serão TIRES ANOS, VEICULOS Movidos a Alcool! Dentro de um prazo variáYel de 15 ::neses a 3 a.nos, todas as fábricas de veí culos instaladas no Bra il, já e,:1tarão preparadas para produzir, em série. mo tores movidos exclusivamente a nlcool. Valter Bautista Vidal, secretário de Tec nologia Industrial do Ministério da In düstria e Comércio, foi quem fez esta declaração. Einbora nenhuma defini<,ão ainda tenha sido tomada, o secretário, em r e u n i ã o com representantes du i n d ú l ri a automobilística, em Bras!lia, arriscou li seguinte previssáo: «ro avelmente, os taxi:; de cidades próximas aos centros produtores de ó.l· cool serão os primeiros motores pli· ra utillzaçilo do novo combustlvel». NO encontro, de que participaram além des representantes das indfü,tria!l automobi lísticas, membro da Comissão Nacional de Petrólê-o do Conselho de Desenvolvi mento Industrial e da própria Secret11rla de Tecnologia Industrial, decidiu-se. quais us frotas de veículos, que prefe rencialmente. teriam o privilégio da su bstituição d o s motora; a gasolina pelos movidos a álcool, evidentemente, a preferência, recaiu sobre os transpor tes coletivos de passageiros e cargas. Essa relmente, é uma excelente noticia, levando-se el!l consideração, o quanto é caro o transporte rodoviário no País, e que de verdade, é o mais uti lizado, p1:1i.-tincfo daí, o alto preço dos gê neros alimentícios e outros congêneres necessários a sobrevivência dos povos, visto que comprovadamente, o transpor te mnrítlmo fluvial e em segundo pla no o transporte ferroviário, não, são de fato, os meios de transportes mais bara tos, ficando o aéreo e o rodoviáric, em planos mais distantes, com referência a custos operacionais de menor prêço. N emano passada esteve em .Jardim, a trabalho, u u!vogada da E- '.fAT. Vem Lúcia dos Santo, qu pro- meten envinr de Cnmpo Grande, dndo concretos das previsões das ligações de energia elétrica que vmn de Ilha Soltei ra. de Urubupungá. Em batf' popo informal, dlf:se Vna Lucla, q u e a p r e v i s ã o da chegada a Bonito, era paru o mês de ,Janeiro, sendo que logo 1.1pós. .Jardim seria beneficlnda com a puxada da rêde clétrl<m de Bonito para cá. Ois• se uindn, que, primeiramente Antonio João, e rlepols; Bela VIst, teriam, lam bem, o beneficio, provavelmente até ju lho do próximo ano, isso, confirmou eln, seria apenas uma previ. íio, e como FI sa be nas previsões muitas vezes, pelos maill rnrit.1dos motivos, podem falhar. M u I to bem, nós jurdlnenses estamos mais i:atls feitos, pelo menos. já está ha vendo um melhor entrosamento, e já se pode dar urna satisfac,:ão ao povo. Se concretiza da a previsão do. CEMAT, erubora sa bemos que exlstf'm outroR obstr,culofl, locais, a serem transpassados, queremos crer, QUE', finalmente, no próximo a n o de 1979, fatalmente. teremo1, ener~la e létrica em Jardim, diretamente da Usina. Hidrelétrica de Ilha Solteira, de qualquer forma, emhora ainda seja uma esperan, ça apenas, jà. estamos mais animado@ e vamos cobrar da CEMAT, essa dívida que contraiu com nossa população. No mais, aguardemoR que a advogada Vera Lucla, nos envie com dadoR real11, as prevlsõee da CEMAT para a nossa re gião, pois que é de pl~no Interesse pa ra todos nós, que fazemos prte da re gião, principalmente, com referência n Jardim. === llçougue Vencedor=== de PAULO EUGE IO P. JACQUE Abate Duas Vezes ao Dia Ó t l m o Casa de 1.' r a d i e i o n a l d a ANTONIO JOÃO Higiene Atondimento e ar n e Fronteira MT do SUL Documentos PERDIDOS J C'•é C rio e Alo l'ort dor ll r rtrir~ Identidade N.o 587395 CIC 15301 !328 ·xtrvleu sua Czteira de Mo!ori. ta Profissional PFC2 1-'rnntut'lrío N.o 310t expediria em 18 1 01,'73 Publicação que se faz parn oblençúo das 2us V'Ias. Foram oxtrnvlado, o, documPnlos de Hnun'io Robério RodriÇ!ueB: Titulo de maltor, Cnrtel ra de Identlclarle, Car teira de Motorista, A!ist Mllltor, CPfi'. Docu111ento do Fusco 1500 em nome de Atnllba f'arreira. plii• ca E F 0302 Guii1 Lope~ da Laguna. Pub!lcação que qe faz pa"a obtençlio da 2.ns Vias José Vieira de Medeiros .eto, extraviou ma Car teira Nacional de Habili tação PGU 200.015 Expedida p e I a 31.a Clretran de Gula Lopes da Laguna Publicação qu" 11e faz para obtenção das 2.as Vis Diana Maria Eckert Cavelbelro extraviou o Certificado de Proprlerla· de do Veíeulo sendo o nº 00476 O Publicação que e [az para obtenção da 2ª v!fl Hugo Haroldo Fer· nandes extriou uma bolsa preta com os do cumentos: Carteira de Motorista, Carteira de I dentidade, Certificado de , Reservista e CPF. Documentação de um jeep oor azul em no· me de José Medeiros Ne to com a chapa nº EP 020:=i • Guia Lopes da Lo· guna. Publicação que se faz para obtenção das 2ª 5 viass. E Preço3 nunca vistos em Jardim Rua Paraná, s/n Vila IÓgélica ___ JA_RD_IM ' M IAI soss D _SUL) 1 l DLMO LTDI Produtor de 8000 Calcário USINA Rodovia Jardim Porto Bodoquena Murtinho Km 54 Escritório de Vendas administração: Avenida Duque de Caxias Centro JARDIM --_-_-.:::::::~:'.::.;:_=:....:::..::::..:~:._... ----------------- IrdIm M/, • Cor;elo Jsrdinene ----· .;._ ----------------- 4 10, Governador Beneficia Servidores Estaduais 0 governador Clo L. de Barros, atendendo Inúmero pedidos qut lho rornrn 11lr!gltl1JH dn todos o recantos do E'talo, reolveu reque rer ao llnistro Ro!ator a delstência da Arpulçío do Iucour,tltuclonulldndo quo fora ap,·esonluda uo ProcUl'ndor Gorul da lfopúbllca e o n l r a a Emenda Constlluc!onnl n" 16, promulgada pela Atrnomblóla Lcglslullvu do Estudo. Esta justa e espe rnda provlclênclu, fruto dn lurga oompreensíl () de Sua Excelência, aó s e tomou possível graças a Emenda Ret mentnl nº 7, do Supre mo Tril.Junal, que facul tou a deslslêncla da arguição até à véspera do julgamento. O requerimento, provl denc!ndo pela Secrelarla do IntArior ,Ju111iça, foi enviado a Brasila, atra vés da Representaç!lo de Mato Grosso que enca minhou o pedido u nossa Excelsa Corte de ,Justiça Tllo lo g o seju homologodo o pedido de desistência o secretó.rlo Domingos Sávio Bran dão Lima terá Informa ções mais pormenoriza das sobre esta medida de grande alcance para todos o: servidores es taduais. / PEDIDO PARA DEPUTADO ESTADUAL Valdemir Resende e • rt i l,~1. ' 1 t ' ±.. M D B N.0 1226 INDICADOR PROFISSIOHAl D1. Joolson M. Peixoto -Advogado- Causas Civls e Criminais flua 1.o <lo Maio S/N .- Jardim - MLA Dr. Ivan Af onss da Costa Marques ADVOCACIA EM GERAL lua Voluntários da Pitri, 76 Fone 'li Bela Visll1 Mato Grosso Sul II.. FIO!II MURINO -MÉDICO Consultório 7 às 11 h& 16 às 19 horas «IPEMAT e INPS» Posto de Saúde e Funrural 12 às 15 hs Dr. José iltanasio Neto Advogado Causas Civis, crlmlnn!s, Comerciais. In ventarios e Partilhas, Regularízaçóes de Terr11s Junto ao Incru Etc. Av. Duque de Caxias, .o 788, Jardim - .Mt. Fazenda 2 de Ouro Guia Lopes da Laguna Mt, Dr. Olavo Monteiro Mascruenhas ADVOGADO OAB/ MT 1615 Causas Givls e Criminais Rut1 Antonio João, 842 Bela Vbta Mato Grosso Sul Dr. Deodotode Oliveira Bueno Advogado Escritório: Ru11. 7 de Setembro, 230 Fone, 43-1062 1 Resid~noia: Rua Coronel Camisão, 54 fone, 431-1116 Ponta Porã Mato Grosso do Sul Ricardo Brandão - ADVOGADO Av. Brasil, 1595.-. Caixa Postal 355 Tel. Cod. (067), 431-1470 (Escr.), 431-1646 (Residencla) Ponla Porã lo uss do Sul Dr. Pedro Jo-é l'.almieri e Dr, Ary Escobar Ribeiro Advocacia em Geral Rua 15 dt- Novembro 17 BILA VISTA MATO OHOS8O DO SUL Dr. Laucídi Valdez de Barro c:rurglão Dent1ata CRO - 557 Mt. Clinica de Criança• • adulto• - ltcalo X tende-se com hora marcada Consultório A. Duque de Caria, 508 (Ao Lado do banco Dr. Késio Loureiro Pinheiro ADVOGADO - Ruu 16 de Nonmbro S/N Rela Vista Mato Grosso do Sul Rua 26 de Agosto, 384 -- Sala 24 Fone 4-0650 Campo Grande MTS. Cicero Gonçalves Costa. Médico Oculista Oftalmologista Rua llntonio João n.o 7 53 Bela Vista Mt Sul = Milton Loureiro Filho - Rua Ary C. do Oliveu-n, 262 Cep 79240 1 Jardim Mato Grosso Sul Modesto Luiz Rojas Soto Advogado Escritório: Av: Brasil, 2770 1 Residência: Av. Brnsll 2355 - Fone 383 Ponta Porã Mato Grosso do Sul Dr. M. dos Santos Advogado Escritório: Avenida Brasil. 1946 - Ponla Porã MS Como foi dito pelo nouso Editor, a1<tumlmo1t o coruprom! o <lc• virmo• !Jll• ra Jardim, com a m lhor dus intenções, de realmente, fazer jornalismo pro[tsio nal, ap0líticamente, apenas, nos limitan do, a mostrar a realidade do» fatos, om toda a pujança de sua verdade, à nossa populncilo. NAo pretendrrno15 ser rndma tórla do mundo, nem queremos atingir, num futuro, qualquer curo polítlco. Que remos sl:n, estur de bem com o povo, o irmanados a ele, mostrar as faJh(IK ou elogiar os trabalho bom feltoa, daque les que têem nas mãos, a udmlnlstrnçúo de nossa cidade, i1o pretendemos nem queremos guerra, mas tumbém, nlí.o so mos covardes, e mostraremos sempre quo necessário for, a verdade pnra nossa gente. Não calaremos, sómente silencia remos se formos calados. Portanto, sen timo- nos, verdadeiramente, multo lison jeados com as várias manifrstuções do apolo recebidas por parte de nossos lei tores, e nesta edição, em especial, a. Flausina Mlzuguchl, que nos enviou uma carta, multo bem escrlta por slnal, di zendo da realidade dos fatos, de cerno Iutamo11 e trabalhamos, pnra eonseguir fazer um jornal, até sua impressão final Somente. re5pondemos a Fia usina, que nlio viemos para justificar nenhum "cur riculum·•, porque aqueles trabalhos, fo ram feitos em cidades grandes, onde as possibilldadPs são muito maiores, aqul em Jardim, trataremos de trabalhar, o isso o prometemos. muito trabalho, em penho e amor às causas de Jardim, ci dade em que queremos participar com uma pequena parcela de suor, para que justifique seu lindo nome. e torne-se de fato, um jardim para sua gente. Obri gado a todos que tem nos apoiado, com preendido nosso trabalho. Não qunemos elogios, e sim união, co)rJboraçáo para que possamos levar nossa prestação de nerviços em frente, e continuarmos a me recer o reconhecimento do jardlnen~e essa é n nossa melhor paga. l ZP23 3 D;:usor Mca!.López BEL.lA V!STA.r;mm.PARAGUAY ·. 4IIÇ! ELEJAM R E57.231 7 (U E,J22 PRECO ., Exemplar DE TE CrS 3,00 PECUIRISTI · LTDI ~tater;ais elétricos Tudo para o seu padrão Cemat - Produtos Veterieários - Implementes e Defensivos Agricolas Ferragens Materiais partl. Construç!lo em geral - Forros de Pinho Cimentos, azulejos decorados, Tintas em geral - Vermifugo&, vacinas, Seme';tes Hraquiária e Jaraguá, Bombas Fiutuantta para poço, zinco, Castra~ore11, Lc-uçae, Sanitàrlos, eternlt, Tijolos, canos galvanizados e Plá1t1co, conexao em geral. S9UE E CAXIAS, 608 - JARDIM MITO GROSSO DO SUL Faça AVE Negócio iquira seu Lote em prestações Imobiliária Vila lngélica - Rua 1.o de Maio 519 Informação de Vende Brevemente grande lançamento Vila Carolina ---------------· Um bom .T,rnllm 1S. Cor r •· 1 n ,Ta rrli 1J •n~" :.:.:...~------------ 0&-1(1., PARI / I Deputado estadual em duas legislaturas: 1971.1 1975, eleito com 7 AOS votos (7o lugur). 1975• l97Y deito co111 18.0'.!2 voto& (Lo lu~ar) 2 _Ocu_pou 01 s<:~uiutes poPi~ties un Asscmbléi11 Legislativa 2. 1 l'residi'ncia da Comissão de Cons tituição c Justiça; 2. 2 l'rePidência da Comis,ào de Rcd~çilo Final; 2. :l llcprcu•ntou n Assrmbléib em vários ' ~lo1uri,1118 (Campo Grnn,le). 11 criaçiío de en1ida• ddes sindicais (garções e empregados de hotéis e re&1a11rnnte• ern Campo Grnnrlé) e sindic.,to• ru. rais patronais c de trabalhadores rurais. 4 E Cidarl~o llon1irário de 16 1111111iclpiok SuJ urnto;:rosscn•c•, por relevantes erlços prestados às ua comunidades 6 Pela sw1 u1ivic.lade purlame11tur é considando coruo 11111 dos deputado~ mai• utuante• da atual Assembléia Legislativa sendo conhecido como o "Dcput,ulo-Oprrário" 6 f: candidato u deputado federal pela legenda Arena • 11. 202 1. !'ela Justiçll Social no• campoE e nas cidade; 2. Por um upoio mais clecidido il A~ricultura e n Pecunrin; 3. Pcln melhor diijtribuiçuo du renda nn,·ional nos brui,ileiro•; 4. Por um maior apoio finnnreiro d, Governo Feclerala os Municlp108; 5. l'N eleições diretas cm todos os níveiE; 6. Pela cxtinçào doa atuais Partidos 1'0Htico1. 7. Peln re~uluri7.açilo efe1iva do problema fun cli6rio nn faixo da fronteira. Ruben Figueiró AR EN A A PEDIDO e o. , d ,l .l 4 1 ' lID i l [8J $ -,, ID1 l + 1 l, [ID , ." «< r ,, ! 1 ·; <.e sicknte. Governador e o Senador Biônico. AOORi É SUA. '.'EZ VOTE t O MDB Para Dep. Estadual 0/9570 O 1205 li o o D O OSSíâ Gf TE Cyrio Falcão .. N.o 107 MB ~dvogado; Prolessor lilular da faculdade de Direi lo de Campo Grande; [X-Conselheiro do Conselho Eslaàual de [àucacão; Vice-Presidente àa Ordem dos Mvouados ào Brasil-Su~-Secão de Campo Grande. N.o 1117 Lado a Lado com Voce e Pedrossian A PEDIDO PílRil DEP. ESTDDUDL Ckl LOS EDflRDS "Liberrlade - Justiça - Paz'' N·o 1213 Atividades Exerci das [x. Secretário do Ministro da S a ú d e e Olicial de Gabinele 11963 rnB4] Promotor de luslita ~e Mato Grosso - Delegado Regional ____________ Uns i tg Mrto llilitante to [stal. D B Par a D B Dep. Valter de Dep. Henrique p Castro Nve 103 de Freitas N. 1.028 ep federal Dep Estadual ·n N R E N A ft Pedido Deputado Estadual • Ely de firaujo Barbosa ar r .,J "7 o • , , ,, I ., / A I ' 1 1 o 1 Com Pedrossian Médico H, · ______ u_m.:.:anitãrio Lutando oelo povo 1 f~ !-. __ :_,Q:i~.2...-.!.'!_nllrl'·_ii~n , o.t_11, ,, ~--·-· ------ Mercado São José . RCIDO são JOSÉ a DONA OE casa 1 E n e o n t r a: Louças, luminios, enlatados em geral e uma j 1 grande variedade de vinhos de várias procedencias :"•.-.A "V•~, ••••• ~, ~-- ,.., •• : -.~•,v~,tP~•_.,,..,_-:-,v~ -:;:u~:-:~:: ~~'::•;---:- • e.A "? ---ri • ,, ,:' • • • ·' •;:._.; :. ",~{ ~,~ .... , . . . . ·_, i , L .. cad 4 ' 4 - MITO GROSSO DO SUL • s o As Melhores Ainda esta omna, o postoso p· r Alesandra é tecer lums [ofócns. Gostamos multo do eassulsinho, compo to por Lenira de Cxsia Sansuloni e seu padrinho que etavui uns amores, eld multo bem Vl'lllldn ~ ele u caráter, cerno munda o figurino, •••• Lenira está estudando em Campo Grande, ostA fuzendo, lnchrnlve, Palolo i Clinica e fez questão de debutar qui om Jardim, onde eto rdlcado eu8 puts, WultlnNl e lllco Sunsulonl. Rosus pra todos. 0000 E por folar 110 simpático casal, que silo p1·oprlelúrlos da lojo de móveis e alélrlcns domésticos ovo Mundo, Infor mamos que no dia 21-i do roes passado, seu rfltabcleolmonto completou um auo de bem servir aos jardinenses. Mas ro ens pra eles. 0000 O conjunto que animou o baile dus debutantes nüo astava com nada, acho até que nem em Presidente Prudente de 01de 11nunclarum ser, cooseguem animar um baile, aqui, os pobrezinhos só conse guiram desanimar, inclusive, seus trajes nilo e rum apropriados para una come moração daquela estirpe. Bem feito para quem os contratou, e pnra o8 ouvidos dos que foram ao baile. Ih.Ib.lh. #mz#a Aliás para quem nlio sabe, nos dias atuais, o célebre traje passeio, nilo inclui maio obrigatórlamrnte a gruvuta. principalmente, nos grandes centros. É multo mais "chie" ostar se com uma "bIiser" ou um caro palstó esporte, uma camisa de classe e uma cul~a que com bina. do que estar-se de gravata e mal vestido, esta, é para quem niio sabia ... 1 E do D E - CORREIO J 11 D I N [ .).:•, . d., l.'r •· .. , Jardia Ms. Ao Ili- l1.A!7s- No 72 Jardinense eE; Tanta agressão em obrigar o uso da gravata, no entanto ... valia tudo né? Os garçons vestidos r.adu. um como qui seram ou puderam, desuniformidade total, os convivas e até padrinhos, nos mais ex tra vagantes e descombiná vei trajes pos síveis. Uma barbaridade, Alessandra • viu vários rapazes, usando calças CO TE, ou lJS STOP, com um paletó, uma camisa e uma gravata (Ah! o célebre gravata) num verdadeiro ''show" de mau gosto, mas estavam de gravata, tudo bem. to tempo, vnl altar pra ser aborta um escola de dança nn cidade. Já é hora né. Em matéria de "discotheque" apre cimos multo xiblção do Bruuo me nluilo VIP do Híl. Realmente. foi o me lhor dançarino da noite. o que mais ,;e movimentou e o que deu mostras de melhor conhecer o babado. Rosas pra ele. w;0R# O Editor deRte Jornal. IIC'OU multo rnngoado com o diretores do Clubo. Realmente, em matéria de relações pú· bllcas no estio com nada. Alessandra viu como os jornnllstas presentes, real ram mediante tanta faltn de consldern ção,' Isto é mau pnru ooo;sa cldnde e para nossa gente. pois preclsarnos aqu{ da Imprensa o de proflsslonnls competentes, o povo precisa ser mais bem lnformrdo. Bem feito parn os iornal!Rta!! que foram prestigiar n Fe~II das DP.butantes, que nada têm com o fato. mmmra BOAS NOVAS o Hotel Presidente já está sob nova o rlentaçíi.o, e dh'eção, a coisa vai s1,r muito mais rápida do que Alossxndra pensava, o novo proprietárir,, ou arren datário, ainda nl'io sabem os, pramete multo, vamos ver se cumprirá. Pelo me· nos já µassou a ser servido aos hóspe• des, um lauto café da manhã, o que não acontecia antes. Rosas pra ele. Gente Hna é outra coisa né? r»#E5a COMO CONVIDADO, e peciais, e tivemos participando das co memorações dol'.l trinta anos da nossa vizinha cidade de Bonito. Adoramotl a recepção do prefeito, Padre Rooswelt s Medeiros, adoramos a programação das fef.'tividad~s. a ordem e rlisclpllna como se conauziu a coisa. a próxima ;;emana, como não pode deixar de ser, estaremos fofocan:!o a respeito. Rosas pura o prefeito e sua maravilhosa equi pe. Aliás, aasta edição sai uma matéria do nosso novo jc,rnulistu, que também lá esteve presente como convidado da Pre feitura, ele é muito ério, tá doido. 9E±0E DIZEM as boas liagua, que o Régi, novo dono do Hotel Presidente, é um enfermeiro de mão cheia, vamos apurar melhor e depois fofoca.mos. sr» NOVA •·TUBIANA" . , nu praça. Nosso camarada, [oi lá, e trnn1-r,u a mai .r F-100. cor laranja cal- 16ria. E um barato, as menininhas. Jd estavam neostumndas com F-1) verme· lha. Alestiandra Lá dando o alô. Mudou tu do, ugora a ondri 46 F10 'aranja (tubia una). Sorá que ninguém ainda ncou o lance? mmrum NA PESTA das debutantes, o casnl Serafim e Rose, li, deram um tremendo "-how" de dança Pareciam dols jovens enamorados, qu barato! Rosas pros dois. t0# moe • Mo.is uma v2z, mesa que maie nlegrou, badalou e chamou a atenção, foi a ooman dada pelo casal VIP, Leopol do e A vair Pedro, Rosas pra eles. Elita va presente também, o Ittmoso VIP Suzuki. que estranhamente, esteve quase todo o tempo calado, só vb ervando, que será que está havendo com o nosso cocota? Será problemas de coraçilo? ratnmm Alessandra como ama verdadeira mente Jardim, e já vive aqui há bastan- O CASAL José Medalros Rochn, etava numa boa, também. Quase não dançaram, porém, dlstrlbulrnm slruputía. Pétulas de rosas para eles. cor# AQUI ABRIMOS um parenteses para os fotógrafos. Esta· vam multo bem mais vestidos do que o padrinhos. Rosas para eles. »mero 1 UEBUIINTE CAMPO GRANDE Invadiu o baile das debutantes de Jar dim. Lamentavelmente não salJetl!0B os nome das jovens Vips, porém. sabemos que deram um show de eleganel21 e sim· patia. Como sempre, (Isto já está cansan do mlnha beleza) o VIP Suzuki, deu as certàs. só dava ele na jogada. O proble ma, é que o Suzuki, estava sempre cala do, pensando longe ... bem IongP! Será que era em Campinas? e O amante jesuFI, mo.o. ao cordeiro de Deus, ape- sar de ser e uma cria· tura mlserá vel e pecado- ra, o adoro e venero a Chaga causada pelo pe so de Vl)saa Cruz q:;e dila· cerando voesas carnes, desnudou os osrns de VOssos Onbros sagrados e rla qo1.1l avosaa mãe do· lorosa tanto se eompade ceu. Também eu, ó aDltís· sim o J e sue, me compade Sueli Aristlmunha, residente nesta ço de Vós e do fundo de cidade, foi no Hotel de Luxo, e entre- meu coração vos louvo. gou de bandeja ao delega Altair, seu ir- vos glorifico, vo agrade· mão, Francisco Wilson Aristlmunba, que ço, por esta Chaga dolo· numa tremenda corvadla, deu à CJ u e I e rosa nselhads» 1 e conduzi-me ao céu pe, pelos cana dur>1., foi carinhosamente e lo caminho da Cruz. confortávelmente, encaminhado a um (Rezam-se 7 .Ave roa• quarto, com todo o conforto, claro, (á- ria.e e acrescenta-se: gua gelada, ar conàicicnado e outras ,, Minha M.le Santísslm_a. murnuahas) até que seu tio se recupere, imprimi em meu coraçao ' quando será outra vez «:lconselh&.do» as Chagaa de ,fesu!l Cru· 1 pelos tiras para que mude de vida e e- citicadó" Indulgencia % tcetera e tal. Aproveitando uma sugesta, 300 dias cada vez. " o !fott!l de Luxo do delega Altair, que dulcíssimo Jesus. não se· tem como gerente o sargento Paiva, a- jais meu juiz, mas roeu gora, passa a chamar-se também, • Pa- salvador! '' re.iso dos Inocante&». Tá falado e não Indulgência ce 100 dia~ tem bronca. eada vez.) Bronca de Familia C1 Fdns F, Dogado. Ju-as ·rance Halbena, Neila M,, os Hlores, Miriam Cara lho Lima. Ma Hita Hrsga Li ma, bbora Ales Lopes, 0. dne Weis Andrade, Lente Martins, Mria tnilia Garôa Eeharp, Ma Su«li d Sil Benite«, 'Tia Maria ila Marques, Lnira de Cisa Sansalone e Maria Ela H'e 56 deu para ouvir e, 1101or das Debys pois para ver o trajes foi meio difícil, ft me,, da imprna sbm onde r! do lado de fora do alio, quanta gentileza mama mia!' Oração Flt ALMENTE nossa coluna de hoje, apen!ls istô, fora é claro, no so habitual pensamento da seman&.: ·•o baile das debutantes de Jardim, realmente, mesmo que nós não quiséseemoõ, ficará em no~sas lembran ça8 para sempre". FI AL Eis nosso pensamento: "Mais vale uma gravata no pescoço, do que ril trajes passeio". .,.,__ - -- ··- - - - • • nanei 40 Anos de Tera Tem para o cliente exigente uma linhà completa de financiamentos, procure 0 Financial ele tem a soluçao p;ira atender todas as necessidades de sua empreea . 3)0 %)a3y€ia1 O LZM é : 0 72M?0 0 Q220 $± 12203221°° Financial Agências em todo Território Nacional Financial o Banco Bons que. 1 Servicos . > e o n h e e e no s.s a 1 1 ·1 Continuar navegando 71_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº71_27_09_1978 73_CORREIO_JARDINENSE_ANOIII_Nº73_11_10_1978 Voltar para a lista de itens