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fundador: lvaldo Pereira ANO VH ·.o 283 1Sa26-3-78 
• 
0111 t I do r vorolro do W7R, uH 2:3 ho­ 
tas tol assinado, em Alto Carucol o 
prolrH,or lfollor Plnhc-lro, wolloll'o, '27 11- 
nos. Morava na própria escola onde le­ 
elonuvn. 'T'iaha llllllto11 lllllij.(Oll, tc.11lo é 
que dificilmente fteva óxinho no eolé. 
to, o fol asuslnndo covardemento pe· 
J•HI Jr1,1/ 11: intonio ltlo11, lllamlr de Jo· 
Allo f!1011, ,, um lt•1 coiro Euclldcu de O· 
]lvnlru F11, lndh. 
Ato Carol é um reio situuda u 
fiO 1<111 <ln olducle do Caracol o é com­ 
plotume11t1• <•squucldt1 pelu11 oulorldndos 
de Curacol n tal pn11to do 11cuntece1· 01:1- 
te nssusssinato o 01:1 crlmlncrnos f1C'11rnm 
reifuglncloB 1111 f111.onrln do pai, o ainda 
protegidos por oscolta policial, lean> 
do Hí:'f!Urançu pnrn a fomllln, 
OH ustiasRlaos: Antonlo HlGB, couheol­ 
clo por Ducn, ó caijado tem uni filho. 
'fem uo momento om Alto Carnool um 
bnr ondo vende a tratlloleunl calplrlnlrn, 
ronbnque, vinho, clgntTOB de exportnçüo 
e jogo de OPnuk. .Mua nnten jú tévo 
um pA111rnao mnrcont• 
1) Mnls ou menos a. JO 011011 atrfl11, 
discutiu com um senhor conhecido por 
oca Hoena num bal! no clube de Cara 
col disparando um !fro <Jontro do f u.Irio, 
o em 1,c•guldn 111.du µru fora dlsp raudo 
o 2° tiro l'UITlO i mulllcli1o, quo FIIÍU do 
clul>e, ferindo um l!!rceiro, e fugiu para 
u fazendu do pai, onde mora vu. 
::!) C'omo e·1carregudo do po om urnn 
fuzondn; tinha um emprcguclo conhGcldo 
por "Ventura". Po!" um 1-erviço mal rtt­ 
to do mesmo o Duou como pntrllo os, 
JJUUCOU·O o JilltlldOU quo SUUlll,JSO da olfU 
rroule, sonão o negócio lu acr pr11. ''valor". 
3) Numa currclradu, om um lugnr do­ 
nomltrndo Vlstor;nosa, laoullúu l>nrl>nrn­ 
monte o senhor Vnlte1· Rola, 
4) - Dl~pnrou um lfro Robre o jovem 
(,ulz Ovando Perelro., numa fastu em 
Alto Curncol, al~gando que se achasse 
ruim otlro.1-tn em s1.1u boca. 
5) - Também e~ outrn foPln, no mes­ 
mo clube de luço de Alto Ccracol; dh-1· 
{F o 1 h u d e D ou rado s) 
glu vária palavras ofensivas cunt 
fazendelro da regio 
i)- A pouco tempo na Fazes da 
pai onde tomova conn, mora vn Ili 1 ( I• 
sal Um dia le chegou 1:1 1 l :i , : 11 
empregado fosse no camnpo, e esndo « 
com mulher do temo, provrtt »tu 
dti sll1111ç1lo, quereu1lu • du,lr 1 1, ull er 
o ainda avi ou qu . e c•11>t ,; no I li• 
rido, 1n,rrnrlo o, dol1< em ,ndnvu embo­ 
ru: e foi o que aconteceu: despediu o cu­ 
snl. 
Isto é u moral do Sr .• .ntonlo Il1
1
1 , 
pop11lur Ducn. 
Altnmlr do Je u,. Hlo:1 - Tem pou­ 
co a falar sobre ele, além da "siuples' 
ltllude do dar ooronhttd..itt u11 ro"-to <lo 
jovem Lulz Silvelrn ,ccen:emeoto em 
Alto Caracol. 
Euclides <lo Oltvclra Furtado • ,lo­ 
d(l é novo nu ''proflsR!lo," por,:n o pai 
tom o poesaJo se mell.Juute a este a . as­ 
sina to 
EFE M PR 3 
4 E4E! .E. ARE.MAS, PRO 
- O Cheft< do Posto de S 1úde desta veúl receber este «premia» do Governo 
cidade Dr. Ely do Araújo H11rbosa, foi du Estado, o que demonstra a política 
oxcuerndo por ato do Secretário de Saú- de retalhuçõtls que visa desmoralizar 
rle do fülado de Mato Grosso, que aca- lideres da tdíl. independente da ARENA 
lou denúncias do Prefeito de Bela Vista Acredita-se que a medida tomada r.ontra 
ns quols afirmam que o módico não vi- o Dr. Ely Arnújo Burbosa, lenho sido 
nbu atendendo satisfotoriumente o povo. em virtude rle uma entrevista concedida 
O Dr. Ely, ex-médico do Exército recentewente ao Jornal Tribuna da Fron­ 
l3ruslleiro, jornallstti profli-:sional sindica- telra quando o vereador afirmou que 
lizndo na ORAMAT vereador eleito •sou candidato a candidato» a uma cu­ 
com o voto de mais de 30 O/o de todo o deir nu Constituinte, pe.la ala indepen­ 
eleitorado d11 quele Município, médico dente, tendo falado que o Dr. Pedrossiun 
humano e dedicado, nunca teve hora pa- é ua excelente eandidato e se escolhiJo 
ru atender seus clientes, principalmente pelo presidenr.e Geleiel, fará um bom go­ 
uqueles desprovidos de recursos para o verno como da vez pnsl:lada. 
p!lgarnento de honorário, cujo recoube• 
cimento e gratidão os bela vistenscs re- 
Sempre que desrjamos a alguém 
Paz Prol'unda, d e v e m o s, fazê-lo 
como se fosse umg oração, pedindo ao 
Cósmico esta m11ra vilhos1:1 benção, pois 
u. Paz é realmente o m11.ior bem que po­ 
demos desejar ao noese, semelhante. 
gora que conheço o seolido pM­ 
fundo destas palavras, desejo à Humaoi­ 
dade inteira: Paz Profunda. 
li• 
tfr1 e• t• l· 
ruim d ria 
Ete foi o depoimento do 
!l ,1hor Ou <1 ('o,,for·nn 
palavras do próprio dele­ 
gado; que fol no de taca­ 
m nto mllitu rio loc11I 
prdlr n,furço. s:dn1o de 
Clttcol por volttt <fnr. •l 
oras do dia 12 
Chegando no lugar 
do crime, e,.ta.v11 ló. o 
!'enhor Alnldo Pt r •Ira 
comerciante da região; e 
o senhor Copertino HIos 
grande fezendeiro, pal 
dos dois criminosos. 
Logo a seguir chegava 
um dos lrrniios da vHl­ 
ma, que o senhor dele. 
gado e revistou, Fendo 
que o enhor Copertino 
Kio1 e e, oeu filho nuca. 
estavem portando urmus 
de fogo sob a camisa; 
Quanta harmonia nesta duas pala. que segundo os presen­ 
vras: Paz Profunda! Nada mais mari:vi- , t~s f.Ó um cego não ve­ 
lhoso, mais sublime que a menrngem que na. E o senhor delega_do 
elas encerram, quando são proferidat! do Doroteu Ja rti nã~ so '.n_­ 
fundo do corução. É como uma melodia I comodando com l~f!O fez 
que agrada o ouvido e deleita a Afma! º. levontumea~o d_o corpo 
dizendo ao irão que 
podia sepultá • lo, sem uo 
menos dar os cJr,vldos 
documentos que pl'ecfaa­ 
riam em Bela Vlsts. 
Até agora nada se sabe 
dos criminc,sos, além de 
gozarE:m de tranquila li· 
b rdade. 
(Sóror Djicéa Nobre, de Monte Dourado) POR: LUIZ PINHEffiO 
O Comandante do 10º RC convida 
a população belavistense para assistir aos 
O chefe da seção de inativos penionis- saltos que a Brigada Paraquedista rea­ 
ta-; ~u 9ª Rlll i_nforma que o pe:soal que 
I 
lizará tHt região da Faz. 9oc1ta Peron, às 
.
ser~1u o Exército na época <la guc rrn 
I 
t,8,30 e às. 18,00 horas, dia 20 de março, 
1945 e permaneceu no Brasil, não faz 1rngunda•feira. 	1 
Juz nmparo do Estado. 
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Jy"fiou a Hi+ri_ do 
rail,+y,··..., o.oo 
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HIA5- Zoo expressões reol- 
vidni , . , , 5fi,uo 
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A GUEIHA AEIONAVAL 
NO l'ACIFICO ... , , 7o uo 
CORAÇÃO LIERTO -- P6e 
mn, eocolliido, - Autero 
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Tljuca. Hio de Janeiro. CEP- 
2o.00o Caixa Postal 2I 119 
ZC-o9 	• 
- 
Carta à 
Redação 
Bela Vista (MI), 9 de março de 
1978. 
Of. n,o 18178. CM 
Do Presidenta dn Ciimnra Mu­ 
llicipul de l:lelct Viela • MI, 
Ao limo. Sr, h-nldo Pereira 
DD. Direlor do "Jornal Tribu­ 
nn dn Frontoirn". 
s 
Ne,tct 
Auunto: Cougrntulaçfto 
f 
(Envia) 
Através dr,te, u Cârunra 
Munitipal de !:leia Vista • Es­ 
tado de Mato Grosso, em no­ 
me de todos 01 membros que 
eompue eua Cua Lcgialativa, 
Yem a prcesença de - V. S.a., 
congratular com cuc Jornal, n 
pauagom do maia um 1100 de 
relevantes aseriços prestados 
ao Municipio, pela ocasião da 
data dct aua 1' undaçào nosto 
cidade, ocorrido no dia 26 p.p. 
Aproveitamos a oportuni­ 
dade parn aprcscntnr à V. S a 
n&>sua diatiutae con,idoroç,,;. 
e, apreço, 
Atrnciosnrucntc 
Joaé S. da C. 'Marques AUENA 
PRESIDENTE 
presta 
1 n t i t u I a d o: 
esclarecimentos sobre Artigo 
Estado lmpossibditou o f uncio 
E s e o I a s Particulares 
fr e 12-3-78 
namento 
P h!ica 
Oeutrc Oij Plnno11 E<lucuc·1onaf dtl 
Dlll~C/0U, pare o ano de l .!J7rl • Couatou 
de Nuls Iugurals em todas ao Escolas 
do 2'' Orau11 da ,Jurf:ilflç:io, CHfotlzrnclo u 
lruportl'lncfa aol>ro delt·rrnloudos tóp!col! 
relativo uo enlno, tal como: a) Doen­ 
ç11 de Cb11g-11g - uro trnbalho dr pe,qul1111. 
relonl elaborado e proferido pelo Dr. 
o Prof!> Clro Henhur 'T'orrer1 Gnlo b) Im­ 
por!l'lucl11 du Cur110 Scl't'olorfudo e sou 
morc1,1,do di_, Trubolbo-ProfU lvno do 
Nascimento, 
A DílBC, formulou utruvó11 do ,;ou 
Dep. do Cultura um convite para quu !l 
u Profll ,lurlu L. Plubclt·o, fiz sso umu. 
palestra u nlvol do mngMórfo, uu E!iCO· 
li d11 1° e 2° Llruus Castelo Brunco sobre 
"Psicologia clu Vrfunça". Esclarecemos 
11fndu que o terntt foi sugHldo e acatado 
f1atlsfutórlamento pela referida. Iofcllzrnen­ 
t<:_por poblomus ndrnlulstrotlvos, 11 palcstrn 
nuo foi proferld11 uu data estipulada co­ 
mo pode ser comprovado polo corpo do­ 
cente, disceate e udmlalslrativo do Esta. 
beleclmento acima citado. 
Não coujugnruos da ltléla da Profª 
Murlu L. Plnholrc,, sobre u precarlodnde 
do Ensino om Bolu Vista - pois: a) Pro­ 
blemas educuolonals existem no Brasil 
lntt1lro; 
b) Possultnos em Belu Vis tu protesoores 
capazes de dar o melhor de si mesmo 
om prol da educoçúo. 
c) Hã professores que além da dedloa­ 
ção possuem um c!lbedal de conheci­ 
mPnto adqulrldJs em Campus Universi­ 
tários e faculdades de fim de semana 
lstll com muitas dificuldades e renúncias'. 
d) Temús em nossa c i d a d e 
um n ú m e r o substancia! de á 1 u­ 
nos que concluirnm o 22 Grau e foram 
nprovados no vestibular, bem oomo nlu­ 
nos de 1 Grau que transferidos para ou­ 
tros lucals, tom condições de ucompun­ 
hnr um currlculo umltus vezea diver­ 
gentes. 
Concordamos quando diz que a pro­ 
fessora; "há do truzer a seus alunos se­ 
gurança em si m<
1
sma ... " 
Há um impacto d'-l idélae quando 
ela consideru que a professora "deve ser 
admirada, Bontta e sempre me!ga e ca­ 
rinhosa pois aereditamos que a profes­ 
sora mtegrn que é 0!lpnz de áar o.os 
alunc,s o que hà de melhor nas profun­ 
dezas de RU!i almu. ela não neoessit
11 
ser bonitu físici,ruonte - pois para o; 
olhos de urna criaoçu uma bo profes­ 
sora 11cmp1·e (1 bo11ita. 
Quanto no flichurueoto da Escoia 
P:ro_quial ~anto Afonso, conforme Ata 
n- O~ datado de 05111/75 - oonstante nos 
arquives da DREC/06 - que a dissolução 
da referida esccla ocorreu por ctetermi­ 
aço superior do Rvmo. Pe. José nluy 
D.D Vice Pruvrnc10.l e núo por interfe­ 
rência_ do Estado. As autoridades tenta­ 
ra~ nuo delxu1· que tal fato 0C!!rresse 
porn a Cllmura de Vereadores, reuniu-se 
de 
a lri 
rrn Ili'~ l'lo t"Xfr orcltnt.rla "' fez ccrn·,lt•· 
às autoridade de Ensino tis como. D • 
Enil Pereira de ouz (ex Dley d. de 
Ensino) e sus ases»oras nn época, Prol 
Gfea Lino e Marta da. Grçus de  , 
a fim de que m uma Iniciativa conunl­ 
lárll1 tr1l E-col11 o/'í o recl1 • ,, 11u1t" p!lrt 11. 
(Jurrnto ao nteorlimento por p :rto 
dos órgãos públicos às Escolas, no h 
atualmente diferença para e ,!11 OREC 
Estabelecimentos Parttculares, Mun!cipnis 
o Estduls, na medida do po+sível esta­ 
mos 11 rfüpolllção paru todos os es!ub • 
Jool11Jcntos. 
Aulorlormcnte, como conta no I­ 
vro de oeonC>nclull da Escolu Ca'-inhu 
Follz, u nrrnc colnborou com orinit!l­ 
ções e malerlols pedagógicos, t11fs como: 
"O mundo lnfantll" e suas de,coburL•1fi 
oncamfnbndo otruváR do ;fem. Circ. nº 
08/SE/DRECO6, dntado de 31.01 77 "M&­ 
todo Muriu Montessori e .tlvidaded Ho­ 
·reativas" através do Mem. n? 07 SEI 
DREC/06. 	• 
Estes materiais pedngóglcos eram 
expodldos deodo 1.97!'i, a todas as Esco­ 
las Pré Escolares das regtõer;, como 
suba!dlos. 
Quanto a regulurlzaçüo da referi­ 
da Escola a DREC orientou, na monta­ 
gem do processo para autorizaç/lo e en­ 
caminhou aos órgãos competentes. Este 
objellvo núo foi alcançado porque não 
há, ntó a presente data, uma Legisluçllo 
especifica pura a regulamentação :!e 
Cursos Prê Escolare~. Ma11, já encontra-;;i:, 
em Estudo para aprovação no CEE. 
Conseguimos entretanto, a autori­ 
zaçílo para 11 Diretora do Estebeleci­ 
mento de Ensino poder Expedir regu­ 
larmente seus documentos: tais como: 
Certificados e Transferênci~. 
Tribuna da Fronteira 
- SEMANÁRIO - 
F U N D A D O E ~l 2 O / 2 /7 2 
lnsc. Est .• 1309533-12 CGC-.1.lr': 03.200.763/0110 174 
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Tribuun da Fronteira (: uma publicnçf,o 
da ORJI'APE- 
Os artigos publicados com assinaturas dos 
nutor~s n,:10 truduzew u opinião do jornal. Suu 
publicação obedece ao propósito do debate dos 
problemas municipais e de refletir as di'i'er•as 
tendencias do penrnmento uni, ersal. • 
Dfedoos mls uma vez o titalo 
1 !11:ou o funcil'u 1::, r t 
r M"' f o! o toaba 
! h  1 li. •. n: t 
22 4 2707/7 a 
da nos urqulos da l)ili.f' 1 '), ,. l'l,t.,!, 1 
do na Tribuna da Fronteira pira o • 
nheeimonto público o fechamento d 4 
segundo palavrs de su 1 Dlrc!0rll 1111 l., 
(!l•rr,wwnto • ocorr 11, pol u 11111 m 1 1 
vla sido criada para preencher uma L 
cuna no ensino de Bela Vista e tendo y. 
or a Prcfcltur,i 1unlclp.,l ,;otorl"• , 
pecializados a r •ftrlri áre- e o 
jctlho dPIxorn ele o:xl tk <: r.do I u e+t. 
G 
. 
go de confiança no atual cverno, tl 
poderia defxnr d úírlmlr clúvldtu, qt:l' l 
tlnqcm o setor cducnclo1Jol de nos•~ e! 
dud<.'. 
Cmu vez mal-. coloco-mo n dispo l(ão 
daqueles que créem no En~lno r.o lM, 
Vista o tutubém da regi.o para olucto 
narmoa os problemas que forem do 1·1tu 
alcance. 
Gllcn Lino 
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!- 
co 	o 
$%4 7/0 
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s 
o 
olhe os defeito- 
dos outros ] 
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... 
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1 
r 
Se (]ulsnrmos co11- 
ervr sempre o espírito 
nlere, no devemos 
olhar o defeltos dos ou­ 
tro. O plor do húbtos 
que se observa frequente­ 
mente I8 peO 0 
<lo V('í OH rl(>i(•Jlos IIOA 
outroR. E'l~u hõblto 61 
o que mati; runcorre µn­ 
ru torar desagradável 
vlcln. A prevnçu do 
UIDll liÚ ()t'BSOU deFSO ti­ 
po ó fUflolerto p11ra se• 
ostrr.gnr o 1tmbloute do 
RllU lor 011 provocnr 11 
desun!ilo do grupo n 
c;ue pertence. 
Nilo ó o pontando e 
crlllcunrlo os defeitos que 
poderl'moa corrigir o pró­ 
ximo. Segundo a Lei 
Mental. tudo que for re­ 
conhecido pelo mente 
manifesta-se em forma 
concreta. Por leso, quan­ 
to mais nós olhurmos os 
defollos, maior será a sua 
maalfestoção. E quanto 
mnll reconhecermos 
us qualidades ;:nals quali­ 
dades lr!í o se manifestar. 
Se admitirmos como ver­ 
dadeira 1 existência do 
mal e vivermos seguran­ 
do-o na mtinte, surgirílc, 
mais tnRles. Mas se não 
o reconhecermos e o 
rlimi11armos da nossa men­ 
te, ele des11parecerA por 
si mesmo. Esta é a Lei 
Mental. Reconhecer a 
existência rlo"1'1AL" é 
o mesmo que conceder 
força a ele. Pal'a c•Jimi• 
narm,1s os defeitos de 
uma pessoa, basta que 
reconhecemos 6Õrnen te 
as suas qualidades, sem 
olhar para os DEFElT1)S. 
Tudo que é bom, 
tndo que é belo, tudo 
que é maravilhoso, a 
harmonia ,a paz sómente 
estas coisas existem 
realmente. 
No lar também acon­ 
tecA a mt:illrua coisa: 
surgem desentendimentos 
ou conflitos ~ntre os ia- 
mllares porque estes 
p:ocuram mútua mente 
os defeitos e os expre­ 
sam em palavras. 
(C (•;) - Ao receber em nudiênc!a espe­ 
cial, o ministro Rangel Reis, do Interior, 
o presidente Geisel receber uma lista 
dos nomes contendo os mais forles can- 
GIgBE 
HOMETI.O SILVEIRA 
Leio que um lngles mal humorado (o 
que é raro) requereu dlvórclc; por um 
motivo singular. Havendo se casado com 
alguém menos culta do que ele, aborre­ 
ceu-se com a esposu que não o acorn. 
panba va nas suas altas, cogitações. Man­ 
dou-a para um colégio. Acontece que a 
mulher aprendeu tanto que acabou ultra­ 
passando o murido e agora é ela q1e8 se 
aborrece com o atraso mental. Resultou 
o descompasso familiar e o lngles quer 
dlvorciar-Re. 
O juiz ao dar a sentença discordou 
das alegações do ingles e indeferiu o seu 
pedido, achando que ele precisa ar­ 
runj11r outra ctesculpa doméstica plra o 
requerido. 
Estou OOID o juiz. 
Esse absurdo ingles deveria ter se ca­ 
sado com um computador ou com umu 
enciclopfldia. Jamais compreenderia o 
valor de uma esposa-caseira, dessas 
enelá veis mulheres que minha querida 
amiga Lygia Fagundes Telles chama de 
"goiabadas". 
E aqui ternos a moral da hii;tórla so­ 
bre e. qual repiso com muito gosto. 
Já me referi nestes meus artigos à 
·•mulher goiabada", quando foi eleita Ra­ 
quel de Queiroz para fl Academia Bra· 
sileira de letras. Não sou totalmeote qua­ 
drado mas ainda estou com o ditado que 
diz não gostar da multt que faz him e 
da mulher que sabe lutim. Poucu gente 
d[datos o governo do fato Grosso do ção, após um x me mAl de praxe 
uL. E nessa reunulio o mln/wtro apre- 
sentará reIatór!os relativos a cda um 
dos cotados, para que o chefe da Nação 
decida sozinho qual o nome que ele v ·4gora é um quis«to de horas' 
com melhores condições pura gverar 4 o minttro Han et Hei,, um dos 
o novo Estado. 	que estariam cotado mas que [à relte 
rou, inúmeras vezes, que lo dewej n 
Até agora o nome mais cotado para umir o cargo de governador, por enten­ 
o cargo continua sendo o do ex-goveraa- ler que exlutem pe o mal capacita. 
dor Pedro Pedroslan, muiuto eabora o das, no caso, um politico ou t ·nlco 
ex-Prefeito Levy Dias seja bem visto n  polillcc do atual Sul de Mato Gro o. 
arena federal. eguem-se outros nomes 
como os do Alceu Snnches, general Di- 
lerado Monteiro, economista Afonso 
Simões Corrêa, empresário João Carlos Paro os politicos, dificilmenti have. 
erelles (de lo Paulo) além de outro r uma definição logo: se a audiência 
candidatos como Ludio Martins Coelho e fosse bem mais cedo, poderia transpirar 
farcelo Miranda Soares, considerados alguma iformação mais segura, mas de. 
fortes. 	vido ao adiantado du hora é posstvel que 
só noutro dia é que 1~ Altunçllo <:omeco 
Fontes do PnlCicio do PlauuJ10 1e11firmnrani 
4
ur o a clarear. De qu<ilqu<•r mo,lo, uu quartn­ 
esculba do futuro governador do Mato feira o p r e si dente enviou ao <.:on­ 
Grosso do !:iul é "uma decisão pessoa! gresso a mensagem com o nom do fu­ 
do presidente Gl'isel" e que aquele que lurn gonrnarlor, e ser nomeado u 31 do 
for Indicado, pos11lvelmento será subme- março, de acordo com o quo estabelece 
tido uo Congresso Nacional parn. aprova- u J.,ei da Dlvlsüo. 
A 
E 
O estúpido ingles criou um inútil pro­ 
blema doméstico, ele que era até muito 
bem casado, pois a sua mulher não e­ 
ra uma enciclopédia mas talvez um bom 
manual de forno e fogão, o que é sensi­ 
velmente mais útil do que uma enciclo­ 
pédia. Pelo menos ensina a matar a fo­ 
me física, a inev!tá vel fome física, mui­ 
to mais gravA e urgente que a fome in­ 
telectual. O boboca não entendeu que 
mulher de fono e fogão é muito mais 
rar hoje em dia do que a mulher en­ 
ciclopédia, no ger.!11 podante e neurôtica. 
Não vá alguém agora concluir que 
hoje conhece esHe velhfsslmo e desacre-1 !S'lll contra a n:ulher que estuda e com 
ditado anexlm.(Pcço desculpas a todos seus conhecimentos colabora na difusão 
pelas expressões fora de moda que es- cultural e pode até eo, corta medida. eer 
tou usando). Hoje nem os homens sa- útil ao marido e a Js filhos. O que de­ 
bem latim e duvido multo que com o fendo, isso sim! é o equilíbrio que O!tá 
progre@so da música moderna as mulas faltando neste mundo descompassado. 
ainda. fuçam him. Devem zurrar de ma- Que a mulher se instrua, nada mais jus­ 
neira mais "pop" ... (Esse mundo de rimas to.Mas que não perca o sentido da vida 
em im aqui estd apenas para justificar que eu ui rimar em família, desea vida familiar já to 
palavras difíceis). Acontece que as mu dificil! 
lheres andam muito cioses de si e que• Antes de Intelectual, seja mulher. Bem 
rendo o tudo custo se Igualar os ho- feminina, com seu encante pessoal, sua 
mens esses tristes àomens afobados e inteligência das coisas, seu equilíbrio e­ 
preetes a ter enfarte pela luta da vida, mocional. Leia o seu Proust maa não 
que está paradoxalmente pela hora da desenhe o manual de Maria Terese. Sal. 
morte. AH mulheres ainda não compre- ba apreeiar um concerto de Vivaldi mas 
enderam .:; seu lêdo engano. Quanto aprenda a preparar uma boa feijoada. 
mais masculinas, menos vantagens terão Faça festas para seus filos sem wisque 
nessa concorrência terrível da procura e música de fundo. Viaje no seu lar n­ 
do pii.o cotldlano. 	tes de tudo em lugar de viajar ao estran­ 
geiro. Um meio !ermo entre a goiabada 
e o marrou glacê, até que vai bem ... 
(APLA) 
Façamos de Bela Vista 
uma cidade mais humana 
KF7) 
SEU IRO ERECE VOR CRINK 
Gasolina, Óleos Lubrificantes, Óleos Diesel Filtrado, Lavagens, 
Lubrificação e Borracharia. 
Atenção Motoristas, Agricultores e Usuál'ios de lubrificantê-s em geral - Auto Posto Miraadão avisa a todos que está 
promovendo a campanha do Lubrificante: 
Lubrificantes a preços especiais da marca Ipiranga Especial T exaco 
Lubrificantes a preços de Fábricas 
RODOYIII BR - 419 I 1 - GUIA LOPES DAN LAGUNI 
---------~--- 
- M TO GROSSO

-------- ~--------------- 
A 
'a 0oneeltunço do idetlo dna n - 
voluço, Inttiznndo os objetivos síntee 
n una equ%.cln nntural, urge nu lrl!o­ 
gla desenvolvimento, democracia e obe­ 
rnnlfl dlt111mlwdo~ l' orlcnladc,i; para uma 
meta· no tranformuço em grande 
pot+nela. 
O que repreent pnra nós virmos 
or uma rnnle pot+nela'? Será um 
pretem»o decubtd'? Ser um «sonho 
do urna 110Jt1, do ver/lo'? Ou será u11I pro­ 
póallo vJltvPI'? 
Ow erItrlos parn e uvullr o que 
ó umn grande potêncl vAm evoluindo 
profundltlJl()llt( IIOSll'll úlllmoH ;oo llllUli. 
A potOucf,1 polltlcu do fim cio ,iéculo puP­ 
do, do tempo du Hnlnbc, Vltórln, de Nn­ 
pole/o 111, dú lfüwmrck, do Nlcolou II, ern 
uma força oonflndn, dispondo do capacl­ 
d11Jo pollllou, c.inômlcn e mllllar multo 
mcuur do quo u l'xlglda boje. O co11celto 
de pottuclu desa época que de certa 
forma perdurou nté u ~.a Guerrtt Mundial 
tev13 os souq grnndes teóricos no figuru 
dos geopolíticos Ratzel e Kjéllen, mestres 
du oacoln alemã, mais trde din unizada 
por Huut<bofer profflssnr d•J Geop<>lllicu 
da Universidade de Muulch. 
O grande teórico da geopolitlcu 
moderna o que substituiu os crltério11 de 
avolla9ilo de potência olé ealúo vigentes 
foi o luglês Arnold Toynbee, quando con· 
celluou e desenvolveu a lese de quo «po­ 
têncl é um forçu política que exerce 
o seu poder coorrlen11dor num campo de 
nQllo maior do que o da sociedade que 
lhe serve de i>use». Coube no francês 
Tlbor Mende, dar ao pensamento do emi­ 
nente historiador e 6oclólogo brililnlco 
o seguinte desdobramento: 12) hoje t>m 
dia, grande potõnclo é Rômenle aquela 
cuja força ooordcrmdora 8e exerce em 
dimenõev mundiais; 2) sua soberania 
deve exncer-se sobre vasto território; 
3°) deve dispor de Imensas reservu& de 
matéria. prima. e de müo-de-obra especia­ 
lizada; 
42) sua. capacidade de produção de'e 
permitir-lhe fabricar, em grande quantii!u­ 
de, armne modernas de alto custo e de 
ceder gratuitamente, enormes porções de 
produtos manufdturados pois este é o mé­ 
todo co1Jtemporílnoo de fnzer ttlfados; 
5
2
) as grande~ potências da atualldaàP 
devem ser un!Jadea mulllnociunais i,, mul­ 
ti-raciais, pela simples razão de que algu­ 
mas das condições precedentes não po­ 
dem ser setisfeita.g por um único povo 
que não disponho senão de seu próprio 
território. 
Esse desdobramento do conceito 
«toynbeaoo» revela a illfluência dus rea­ 
lidades of<lrecidas pelas duas atuais po. 
tências - EstaJos Unidos e União Sovió­ 
tica. Poden:o:; discordar das conclusões 
de Til>or 1ende, mas será difícil discor­ 
dar-se do conceito genérico de ToynbeP. 
Analisando-se 01"1 conceitos sobre 
potência dos estudiosos da geopolitien: 
Ratzel, Kjéllen e Hausbofer, da. escola 
• 
detert!luta lem, T'oyhee e Thor 
Mnde, de o ola real»ta demoer.tia, 
('llC•J1,l1u111011 º" pi, ruau[r; runc!,un,·nl••f 
de «nonsa vlabllidade como gande 
fl' lôncf11•. 
V fntese dmlrável de K[ller t 
tributos de potência wão: espaço, Ibvr­ 
dade de movimento e coesão Interna. O 
geopolítico ueco, mestre da escola al •· 
mi'I, vlvru oum11 6µoca em que o f,tt ,te€. 
da capacidade industrial e técnico clenti­ 
flca nllo pesuv11m lauto nu vnllaçáo das 
poteuclfl !ldadea politlc1111. Narna Mformu­ 
luçlio de seus conceitos pata duptá-1os 
à rnulldudo proseute, nllo hft dúvldn lh, 
quo n capncllnçlio do poder ccw_ômlco 
elentifteo técnico Industriul ocuparia um 
lugur de destaque nessa +intese de va­ 
lore11, «Kjtlli11n11». Mna, no rrl nce (Jllíl n 
brovlJnd11 der te ousulo permite-, bom po­ 
c1emo!I conRlntar quo fomos bom fuvorC'­ 
cldoR no que tuogo ao pdwelro fator 
do Kjéllon Pspnço geogrllflco. Com noR­ 
soH 8,5 milhões de quilôm~lroll quadrados 
somos o quurto pais do mundo em lX· 
tcnslo territorial coropn.cta. E de codro 
com s poibilidades crescentes que a 
ciôucla e a tecnologia estão pondo em 
nossas mos, mercê de nosa mior ca­ 
pacltoç!lo econômlco-fluancelra, estamos 
crli.rndo um «Know bow» apto n explo­ 
rar o trnnsformnr oada dia mais o mais 
depressa. nossas potcnclaUd11dea em puder 
Os segundo e terceiro fatores do 
critério «Kfelllano» llberdaJe de movimen­ 
to e coes!io Interna, adaptndoi:i a urna 
visão do mundo moderno, ampliam-se e 
fortult1llem ó rnodldu em que acentuamos 
nossa capacidade de liderança politlca 
sériu e objetiva. e nossa .:iptidão·· pdra 
criur uma. elite téc'lico proflsRiooa! e u­ 
ma eRtrutura econôrnico industrial porta­ 
doras dos requisitos para implementar o 
nosso desenvoivlm1:1nto com um verdadei­ 
ro «Know bow» nacional. 
li 
O mundo é pequeno: 
c!c cabe inteiro 
num grande 
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todos os 
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um mundo que se apequenou em função 1 
do extrnordlnàrlo progrtisi.:o dos meios 
de transportes e de cvmunlcnção, ser 	_ 
grande potênciu, boje, impÕ<:!, por «ex- 
travasamento natural tl incontido do po­ 
der», como diz Servan Sbereiber, «a ca­ 
pacidtlde de exercer seu poder coorde­ 
nador num campo maior do que a Rocii>­ 
ciude quu lhe serve de bue» (de que nos 
fala Toynbee). E.asa dura servidúo vive 
h·,je, dramaticamente, a Nuçlio norte a­ 
mericana. Viveu-11 antes a Inglaterra. 
Nosso <lesliuo de potência talvez oão nos 
livre desse peso. E o ônu3 dos grandes 
e desenvolvidos que, se quiserem se con­ 
finar, explodem. as ates -de oensurmos 
em coordenar áreas estranhss, muito te­ 
rã o nosso governador que realizar na 
cunquisla de nosgo território. É u con­ 
quista. interna traduzida. na. polílicn. de 
iuleriorização desencadeada pelos gover­ 
nos da RevoluQão juntamrnte com a de 
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4
31-131 	fruta!n 
Iir. Rn letal [lti 5.5, hu 43l 
PONTA POR A M ATO 
GROSSO DO SUL __ ,

1 
Entrevisto com o Dr. Horoldo 
Medico responsável pela 
I f idr. s preveis m M • t 
Borra 
Manutenção 
t ! 
l . 
aos conoiçoes 
r. Prf { 
f) É Importante Inspeção das carne»'? 
lm, devido er pouível através de u 
m rte de exumes IJntifiear po ivefs 
doenças ou eja agentes patogénicos 
0 Dr: Osvallo Rumnzini, Juiz de 
de Direito d Comarca de I·la Vi ta, Es­ 
tudo de Muto Griso, na forma da lei etc. 
F,1/, 8, lllm 110., ()Ui! o pr ('I! 'llt0 
EH!l virem ou dele conhoeiento tive­ 
rem, expedido nos uut0os n 20/78 de Pro. 
testo Judicial que se proces por êste 
,Julzo i, Cnrlórw do 2° Ofício, quo ntou­ 
dendo uo que lho foi requerido por Tho­ 
mz Tadeu Vieira, pelo proente Edital 
pam conbeclmuuto do público om geral, 
quo ser fixado séde deste Juizo, no 
lugar de costume que sorá publicado no 
Órg,1o Oficial do Estado e pelo menos 
duas vpze~ l'lll ,Jo1J111I dl6rio, nos têrmoH 
du petição do teor seguintes; T'honaz 
Tadeu Vieira, brasileiro, cus!do, cozaer 
cltrnte e pccuarlklfl, re,,ic.Jente e domlci­ 
l!ndo ncslu cldudo o Comurca de Bela 
Vista (MT), através de patt·ooo, docurnen­ 
to Incluso, vem u presença de V. Exª, 
respeltusnmente propor coutrn olegnrio 
dos Santos e suu mulher Elvira Godoy 
dos Santos, bru1:11leiros, casados, ola co­ 
merciante, elu lides do lar, resldenta11 o 
domlcllludos tl rua Ipunomn, 229, Vila 
Sot.rioho, CamJJO Gronde (MT), o presen­ 
to Protesto Judicial contra Altonaçáo de 
bens ou direito e tlçúo, embusado nos 
artigos 8G7 e segulntt-1s do Código de Pro­ 
cesso Civil, requerendo o expondo para 
tunto: 1) que o implicante, é credor de 
50 (cloqucntaJ vacas dos suplicados Ole­ 
gnrio dos Santos e sua mulher, reprnoen­ 
tado por um contrato de arrElndamento, 
subscrito por duas testemuab9.s, portanto 
documento líquido e certo, jà vencido 
desde 10 de dezembro de H?fü.1; 2) que o 
suplicante, até esta data, já longo tempo 
vencido, nüo recebeu o que lhe é devido, 
onde os suplteudos, à época de Bilidar o 
compromisso, não possulam mínimas con­ 
dições e estando ecn quase estado de in­ 
solvêllcla; 3) Sucede porl-m, que pela. 
morte de seu ,João God•Jy da. Silva, pai 
e sogro dos suplicados, em datn. de 22 
de dezembro do 1977, certidão inclusa, 
11.briu-se a sucessão do mesmo, onde silo 
herdeiros legais e consequentemente irão 
receber seus quinhões, suficientes pura 
saldarem 1,ues obrigações, assumidas pe­ 
rate terceiros; 4) Que, torna-se óbvio, 
pelo longo tempo já decorrido, que os 
suplicados nem digouram-se procurar o 
suplicunte, paru tentar saldar tiUUS obri­ 
gações, estando aindJ. inadímpleutes, de­ 
monstrando claramente seus ânimos em 
n!io quitu.r o supra coatratu de arrenda­ 
mento; 5) Qne, igualmente, pelas certi­ 
dões illclus~s, já existem ajuizadas nesta 
comarca, medidas jutiiciaiH acautelado- 
uger o Dr. Castro PI to que e-o , . ,. 
se para o elementos qu tm 
direto com as cartn , luv br, e . lo 
tas de plástico brancas e aventais brun­ 
co pura que eses elemnt te,h m 
mal sselo no lidar com a carne que 
11t>1/t levada ao público cu Sf'ja pun. i 
populaçllo Belt visten~ J. 
4) Foram tomadas outras medidas de 
hlg!Cioe? 
Sollelte! ao Dr. Cartro Pinto que tm­ 
bém adquirisse desinfetantes par lava­ 
ger do matadouro depois da matança, 
solteitel também a compre de um bom1- 
b'i pnrtt colocnçlio de insetietda nos 
principais pontos de proliferação de mos­ 
cas evitando que possam as carnes se­ 
rem coatamlnutlas por elas que transml­ 
tem também mult3s doe11çns. 
5) Quais as medidas que serão tomadas 
com as carnes que irão para os açougues? 
É desejo nosso colocar um c~rlrr.bn com 
OH dizerrs: Iospeclonode. por Isp. Fede­ 
ral. Porém no «erá ainda possível, de­ 
vido 11 Prefeitura allo po,;suir um cami­ 
nhtlo boiadelro que foi por mimn solicita 
do e por eHse motivo dará margem á­ 
quales que matam fora alegar preço al­ 
to r.o que diz reRpelto o o traospnrte. Faz­ 
se necessário ressalvar que o Sr. Prefei­ 
to prometeu consertar o atuGl camiih!lo 
do matadouro que niic, tem coadiçõei- de 
utilidade no momento e que o Dr. Ces. 
tro Pinto tem atendido dentro do possi­ 
vel as solicitações que lhe tenho feito, 
pois tem ele tumbém DJO'ltrado grande 
preocupa9ll.o pela saúde da população 
já que é também colega e conhece os 
problemas e as necessidades. 
7) Com relação aos açougues há algo 
previsto'? 
Sná feita uma reunião mensalmente com 
os açougueiros, onde procuraremos dr­ 
lhes uma urlentaçiio higíênica de como 
preservar as qualidades das carnes e 
também que colaborem conosco, já que 
sómente unidos chegaremos ao ldeal. 
7) lIals alguma coisa para iier:larar? 
Apenas para dizer que o Sr. Prefeito l· 
sentou de imposto aqueles que abatzrem 
gado para a feira no ruatadouro e dese­ 
jc agradecer ao ilustre entrevistador a 
atenção e reiterar ao pove de Bela 'i.s­ 
ta a minha. 11dmiração e dizer que sinto­ 
me muito feliz em poder ser útil a eles 
em alguma oolss. 
·, 
também tranmt «fvel no H 
2) Qual o motivo que levou 
1 ti tr ,. cll I r1 11 p,o,-:lrnlú 
ta douro? 
/1.édico Veterinário e 
de 
rns contra os uplicndos, dellendo o 
procedimento con rei I e financeiro na­ 
da alentador dos mesaos, ) Assim, exis­ 
te cristalino, o justo recolo do suplicn­ 
te, em que os Suplicados, través de Es­ 
crlturu P'úbllen de Cesso, venda e trun­ 
ferôucia Ull Dlrclt11s heroclllárl<>H, alleoem 
aeuH quinhões sorrntelrnmente, pura Cd· 
capultr do SUllll ohrlgn.çõeg r.u!l'lumldes, ià. 
vencidas e ainda nllo pagAs; 7) t; f cul­ 
taado, aoH que quelrn ou d eeejum pre­ 
venir rPspoa,rnbllldades, proverem a coo­ 
servaçlo o r e u 1 v a de seus 
direitos, ou m a n l r e e t a r e m 
4ualquPr Intenção do modo formnl, o ia­ 
gros~u de Proteeto Judleln 1. nu. rormà. do 
artigo 8G7 e seguintes do CPC "ln ousu" 
é legitimo interessado o supllc.iote em 
pr>dcaver-Re, que Ofl mplicodos, núo nlle­ 
nem ou cedam seus direltos hereditários 
paru terc1:iíros, embora de maneiro tra!• 
dulent11 ou criminosa. Atisl~ pelo expos­ 
to, ri,quer: a) sejam citados, Olegárlo dos 
Santo11 e sua mulher, através de Carta 
Prrcatórln à Comarca de Campo Grande 
(Mit) etn endereço já mencionado; b) que 
o presente protesto judicial contra alie­ 
nação de bens, ou direitos e ações, 11ej11 
publicado por edital. consoante artigo 
870. Item I do C.P.C., pura dnr ciência a 
terceiros interessados à compra da cessão 
de direitos hereditários dos suplicados, 
do proposto que or11 faz o suplicante de 
nuulal' qualquer ato Inter-vivo de uliena­ 
çüo de má fé ou que por ventura venhum 
alegar ignorância. Igualmente, afinal. re­ 
quer, seja entregue ao suplicante, o pre­ 
ente Protesto Judicial de acordo dispõo 
o artigo 872 do C.P.C., indep.:mdeatemen­ 
te de translado, o dando à presente pa­ 
ra efeitos fiscais o valor mloimo legal, 
com os documentos inclusos. em núme­ 
ro de cinco. Pede deferimento. Bela Vis­ 
ta, 14 de fevereiro de 78 (11s) p.p. Dr. 
Sergio Robnto Perondí. oab/Mt, 1.180. 
Despacho de fls. 12. Cite-se oa forma re­ 
querida. Expeçam-se os editais na forma 
legtll. 1. B. Vista, 20/1/78 (asl Dr. Os­ 
valdo Rumanzioi• Juiz de Dírelto. E pa­ 
ra que cheguem ao conhecimento dos 
interessados e nioguEm poss,ia &legar i­ 
gnorância mandou expedir o presente E 
ditai, ua forma da loi. Dado e passado 
nesta cld!lde de Bela Vista, Estado de 
ato Grosso, aos vinte dias do mes de 
fevereiro do ano de mil novecentos e 
setenta e oito. Eu, Goethe Escobar Nunes 
Escrivão do 2° Ofioio, fiz d11tilografa.r, 
subscravo. 
Dr. Osvaldo Ramanzinl 
Juiz de Direito 
3) É verdndo qu 
das hlg[nicas coI 
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MII»tro dn grteu'tur 
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Uol1Jnlni<;Au I! J!1•for1tH1 
A,erArJI. 1 N C J{ A 
Coordenndoria Regional 
(1., ~fnlo Or<>oo t'roj to 
J<'ua,lf/ir!o ,JurdltII 
E d l ta 1 de 
Convocaçao 
No 01/78 
O Pr11j,10 I• l'11rliArl11 Jur· 
dim. wito à Duque de Ca 
Í•• 9fl'J, llr'•h c·i,lorf<·, ftlros/.r 
,Ir ll'f'U E'<t·r11h1r, furun p(;hli 
to que »tar recebendo 
ruas dependeniu», docu. 
mrntação neve«srin para o 
eredecimento de profisio­ 
UttÍ!I uu1n11011101 iulft'C-1'lfl:edo11 
«mi ·xeretar serviços «de de 
mareação de lote em terras 
de dominio da Uni ft u tio 
INCHA nu ,I~ 1rnrtÍ<'11lnrea 
ohru,,íli<ln, ou uno por pro .. c • 
di111en101 di,l'rl111i11u1órro,. 
vo CIIEVE CIA~IEN ro: 
Ü• profi•,lonni• 11ul11no• 
mos ioll•reu111lo,1 e111 reolhnr 
serviços de demarcação, deve 
rio obter seus credencinamentos 
meJianto requerimento dlri• 
pldo ao Sr. Dr. Vnldir Ah·rs 
da ilva, Presidente da Comi•• 
1fto Permnneute de Licitnçno 
ncompnnltncln dn ,eguinte 
documentação: o) Fotocopin 
autenticda da Carteira do 
Indcuticlodc; 
b) Fntocnpfn outcnticncln de 
pro,•o de c/uitnçilo com ns 
obr_!_gnções e citoruis; 
e) Folor6pin uutenticnclu •lo 
provo de quituç,lo com o Ser• 
viço militnr 
d) Fotoc6pio nutenticncln do 
cattno ele identificaçno de 
contribuinte CIC; 
r) atestado de rcsidenciu; 
f) Ateunilo do idoneidode 
financeiro fornecido por eua­ 
bckcimcuto hnnrório; 
gl Certidão negotivn do• car­ 
tório• de prote•toe de titulo, 
onde tenho tlumiclllo; 
h) Certidão negativa do, 
cnrtório de distribuição Jos 
feitos criminais dos locois 
nnde rc1irli11 nos últimos 5 
(cinco) anur.; 
i) Fotocopio ■utenticuda 1la 
carteiro do CHEAA com visto 
no re,pecti,•o rceiilo onde o 
serviço 1erá renlizodo; 
j) Fotocópia outenticodtl de 
quitnçiio do onuidnde do Crea; 
1) Certidilo do CREAA, certi 
ficundo que .nfio tem processo 
admini•trotivo e, qu<:' nüo está 
impedid" de exercer a proíis­ 
,-ão 
m) Relnç~o dos ,cniço• já 
realizados com npresentaçiio de 
n!estado comvrobatorio de sua 
capacidade tócnicn: 
n)Rcloçio de equipamentos e 
rnoteriois pertencentes no pro 
fis~ionol nutônomo, destinados 
à realiwçào dos ttnbnlbos 
topo"ráf-ico,, de.-idomcnte 
nrnprovndn .ua propriedade 
medionte fotoc6pio nutenticndn 
de notn fisco) MI rr.ciho de 
aquisição, ou nindn comprova­ 
da a su11 di,ponibilidade nsse­ 
!!Urado atrn vês do contrato de 
aluguei. 
Outrn• informo~ões poderão 
ser obtidas nn sede deste 
Projeto Fundi6rio 
,lnrd'im, 8 de morço de 1978 
f'nrlos Alberto Ferreira de 
)lirand11 Executor Projeto 
Fundiário Jardim 
ICOlU ESPI 
(COlt'IL:.,lA: fJ•cnr 1<
1,rlrlt•u" 1!1- Jtllljc,J 
H 1·: ii e; 1 / 1--i C 1 'f A H A 
"[se lhe J as, la irulo hi de roa»i. 
lftr." fofo, Jl:'l:l. 
HÁ mitos ulos, « solas religos do 
frititusto rr tiram o fenotruo da morte Ji,.. 
paisagens deprimentes, ladre» que rum titu 
des hierática, ministros que comentam a. flage 
lações do inferno, atfaleuw negros e panos de luto 
()11~ )ttHitrin rciar tudo i1•0 irtn-'o •J J•4•or 
ia»tintivo o constrangimento obrigatório! 
ineu nega o sofrimento da rpar+o, - 
pírito lume furtará no plantio da ·audale no 
jardim interior, O próprio Cri»to emocionou se 
junto ao o,pul,ru ,le U,,orn. , , . 
E111rr1a1110, ,. r,,,,,,,çno do Celeste Amigo di­ 
feva e na rsperança, acordando d lê 'ID no, 
companheiros que o ouviam, A promessa dlle,ao 
carinho fraternal de Marta, É bastante significativo 
·Tu irmão há-de resuscitar" asseverou o 
Me.ire. On! n ill8tn11tQ,, 1.6,Ho PrM rr•ti1uid,, à 
experiência terrestre, surpreendendo do ine»pera 
do acontecimento 
t,e+to que transformou emu vigoroso »ir- 
bolo, bemos hoje que o senhor no» reergue, m 
toda parte, nas e»feras vridas da vida Há re­ 
,urrt•içno vi1uf"ÍLP.,1 e sublimr uo& 'tOOU.8 r3:rnn1~ e 
nos círculos diferentes que se dilatam ao 111fin1to. 
O c,plriro 111nia r11,.onrbrnclo no <epulr•ro do 
nini e o rornçfto 11111i• tluro •no arrn11cndoo du• 
trero, p,!quirns porn n !ui rln vida etrrnn. 
O St•nlror nao .,. ,cn1ibiliznu t/10 ~6111ente 
por L,í:rnro. Amigo Oi'Íno, n ~w, m6o c.nrinhot1a 
•e c•trndc n 116s torlo•. 
llcpn11lru,11os a mortll rrn eeu lu~"r de prn­ 
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turo, 111ultiplic11ndo M se111e11teirns de nfeiçõe1 e 
werviços antificantes. Quando perdeste tempora­ 
riumeutc o 001upnnhiu clirfln de um ente amado, 
recordai o, puluvrM do Lrhto; aquela reduud_a 
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li11 do Ilu111a11idade. 
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r. fll ,., (iu IJ, l •, ( li U Cponto de Fulo 
a 1I, V»a lrn, ias, • quirwm ou t • 
aquele que gostam de futebol l taro torre 
do ou, plo menos, ai»tindo no j to o 
orquet Porque lá o eporte é rwrao an 
; seriedade e todo», realente, colaborro 
par o boas apresentações de nu equipes alt 
de exigir o máximo e»foro dos tletas n 'º. 
1 
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na parte técnira como também ta parte diipl 
llflr t." <ltljJ'HIHU propr1flU1f"fll .. riJI.&-. -. 
E nó uqui «m Hela Vi»ta. Hril! Cadé 
Liga? O time! A organização! Vasos nos man 
ar ete e fazer etrugir o Ftadio htavio Eon 
tnurJ. Mn•, um ('fifi►' lho, u?),, façam < 11n1,. ,n·d'• 
poralrlo JiO do larguay pois e isto acontecer mio 
teremos atleta, tines o que mais importante 
nlo Teremos Torida pois todos e»tarlo vedo 
jogos de futebol, talvez menos técnicos e agre­ 
miaçóe mai pobre me. no entanto a compct 
ção em si será muito mais organizada e repon 
~hvtl. Porllnlo va1110• n lldb - 1•_tn do Parng1t1,) 
t que as coi»as comecem a funcionar, na parte 
flJHlrthu, aqui em no ... n c1utnda BeL1  J ta, bra­ 
eih·irn, Meu amigo Freitas obrigado pelo c:artJo e 
peln, pulnvrn• rnbre o 110,~u Jomnl, nrn•, mude•. 
tio r portl', jú viu que tamo botando pra quebrar 
cm tcru1os de bom jurn•l, 11fio l:'I 
Ivan do Nascimento 
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cto. de Eni:lno lnovnçõt>:, qta• ó ~1:r,·lr/10 
p3.ru melhorar o ensino. Est certa 11 
Gllcn em bui,car ooluhor 1ç1ío d,• 1,e~ O:~ 
fim d11 qu se tornem m•ds fAc,·1" OA 
outt'nclicneotos e que possamo juntas, 
ourou verr!udP1r1-t comunl1ílo crl Ili, colf­ 
horar com uos.,o !{overao po rn qull o Es­ 
ludi> de Mato Grosso do Sul seja grande 
e produtivo. 
Dizem que o futuro de um Puís de­ 
pende de rwa Juventude. Aqui é gr,1nde 
nos<.a turern polz de nós rnostraR, dep<10- 
derA em grande parle Q futuro de nossa 
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Munique, tém jurisdição em todo o E«do da vária 
funciona com llo pesos, cientista, veterinirinw e auxiliars 
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l o Cuwi;trut;ilo , e• pi;;fLihu 01111, porili,t 1 .. , ,•,1111u" f1'Jrn o, 
rurnliitflU t' 11111 ru;,. 
Ali dos trabalhos que de«envolve nos seus n·n­ 
rro~ do Jw•qui .. o, 11 c•nfidndt' 11111111(
1111 ro11,t·11io.11 corn ,·111p1t.·• 
FtU: nu• fcolru 'fUl' deM_•j.l1t1 l'o)nhornr, tll•forlc quu uceitt·ru 
cu11111rir os projeto, por , la 1·lnho111doH, 
J Buvfiriu 111i-•11i 1111111 (1r~11 ti,· /10.:i 17 km 2. c11111 
3,69 111ilhticM dt• ft rra ui::ric111iur/11•I, ,i11•,n n~,lc J:<r,Hlu 
lo milh/1,:s de habitantes, dos quals lo" e dedicam à a. 
woJJcruhrin; 2.Jull.ooo de hrrfurc• c,lfio, ul,t rio, de ílor,•~rn­ 
ro11ffert1s, ,,i11os n outrn9 <'5tH-1,ci1111 flurc•1-1uiu, () rt•t,auho {· 
de •l,5 mil 11k• ri<, c1d1t·ç11,, dt•sc,: 10111! 1,9 (· ,·ons1i1uido de 
111n1ri1rs. Além do r.-lrnnf,,, rnc11111, o Jo:,111rlo 1·011111 com not{I .-1 
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J/io.0011 c11hr·11s l.nndonce, .l.njo1, l'ietra e ou1ra, rH'•"· 1,­ 
lo ,c111 folur em milhares de ovolhu•, ,•nvuloa, ,, 111illuke de 
es, A área territorial rural está assim dividida: }lo,00o 
propricdndcs coru lo lierlnrcs 16 mil coon 11111!~ d,• :lo li1·c- 
1nruK e loo empras com mni9 ,lc lfJo hei'fnre-~, 
Enquunto n neve cuin em grnu<les proporç(),•3. criando t•.;pt"- 
16rnlo de <lesahh d bclc111, o Dr Iogner, Diretor <lo [ns- 
1ituto, continuava su exposição, mostrando todos os depor• 
1a111eu10, e prealnndo vuliosus infornwçõcs. Fnlanrlo sol,rc 
o, grandes silos, drolltCllU que Sú8ooo pcFrnn, dcdicam-•e 
ti u~riouhurn; o milho é um dos principoi, produtos culli. 
, doas, rom r ,- 11 '.t n ta d 
 1'8, " p•1 t 1: 
,., ma milho, ceada, 
1 J, .•.11 ,,,. l,, INI ! 
•• ., , " • r , , 1 , ,1 
l' r 1 '•• 11 ! 
l ••Íc 1,-. 1• J J l H 
(J Jri lÍfl,l•J e IJ 
de mantr do veterinrios do t ir 
t, nH nlt' aru t,;u,1 e, .. , o il1,..t ,, ,rito• 
intt riori de do órgão cor t l t 1 1 11 
pocilga, onde permanentemente são feita e, 
a tinsrntaço, de envolvimento dos animai, r 
t.ilfJll., lt·i:,· 1 rt d;.7'.l'IOit UJlri r t !'1c ~ 1 ri! 1 •· 
esse conjunto de trabalho cientifies a média do 
riu11 di., {· superior a ó0o quilos, e do porco d, dias 
de loo quilos, a média de aumento do oeo do boi é de 
quilo duzentos ramas por di ,, 11 ru f· d i L 
! ,- kil<' (, de () o litros por ano, otu tum te< r r!t'. f.'.' r,li,. 
ru d,· :J.9,i. 
A seleção dos reprodutores para fornrer i,,(°rrw11 (· {,. it, 
cientificamente, mediante rigorosa p+quis. Em adia. 90" 
das matrize bovinas são inseminada artificial rnte. ber 
como 2.)o.'o ,Li., J101c, ... l(·rn do .. i111por1~1H1•,. .. f-'nu_o~ qu,• 
u Instituto preta à produção e uprimora! , r,to do leit e 
dn ("llrllP, culnLorn t•fic·it"nl1•r111•111e JH!JI 1p1t· 11◄,11roJH'<-1J ri.-.­ 
,u~, lt•tiluuu lnhituç;lu cuucli,enle, 1·0,Ptru1nrlr, IJr.tlil-m e-1. 
tá bulos e pocilga as melhores e mais modernas condiçe». 
U tlt:pnrlunH·nto <(li! ,·uidu Jc•g~e t-ttnr ueUJHI nmplo t wodt'r­ 
no JM ill1Jo de mucleiro, ontlt" ,· .. 1fto t·x1•0-f111- t,H)u .. o mo• 
ch·Jo3 de casa, pocilgas, estál ... uloi-,: e 011t101... l'<,r in<·rí,,·J qu•· 
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e processa no Brasil, nesse departamento é fcitn prúpo::~ul. 
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Apón 1L rou11lflo cio. Cfimu,·tt Mu11lctp11l. 
oorno 6 cln COHlllllH', 011 V('r<llld0ll'I! !H'11· 
r1Lm lrntcmdo i1quoh1 !)llJH> l m freno no 
prédio do poder lelwlutlvo. Neste bate 
puµo, conMegulmc,u apurnr o ~t gulnlo ... 
P dr I P•clrtlra 
també1 podo entrar no p4reo. Quanto 
no pr<tr;o, /. 16 voctt o r o lor da 
máquinas, o valor do peso do 'orm l e 
cil<•u1iremo11 110 rune .:.10 .. , 
e; I' l 
• li CP! CO!>lrll o pretelto Castro I i' 
to... por Irreguhriwdade ndmlnttratlv4 
está em pleno andamento. 
CENTURIÃO 
Heelamou de seu p:wamcnto do;; "o­ 
lll!R de Agosto e Sctou1Lro.. ,, líder do 
Prefeito nr, Câmara quer o tutu que 
Íbl }UI ... 
NIV/LDO 
Ü cllf(II() VCll'(fiflOl', dtt iHEN1, dl&S<' Ü VEREADOR 	. 
quo o jornul 111  v11I conM
1
i{Ulr propa- , Nlvaldo sollcllou ao presidente da Ci­ 
anda em Bel VIsta falnndo mal de um rnara quo fosse enviudo à Ciretran of1- 
VC'ronrtor . llrlncalhtto o vuroudu1. .. ó eto 1-olicltaudo O Boletim lnlormxtlvo o 
oi;lnrnus mullo prtiocnpaclou em coose- quo lnsi;o nflxudo 1>dllnf11 do!! trnl.Julb1..1H 
uir propagundns em Bolll 'lstn .. , m•rn do. Cumoru 
008 p;inclpu!s logr,ulouros 
multo mvomo" (aic) Outra c,?hrn: qual ~ públicos, pois u CO.mnru nfí.o pohSlH' V(il'- 
rrlnçl'io Qnlro u voreador ,mnl falado bn p ra pagar publleação no Jornal. 
o o comérelo boluvlsteso..'? Esz lo 
ontonc.l.omon. 
J, O NOEDI 
uflrmou que o voreador ELY havtg co­ 
prudo o jornul. Aluclu alio velho urulgv, 
oludn nllo comprou, mas ostá n vendu ... 
chega nqul no pollaço, r;onvl:!rSe com os 
dlrotcH'09 l truga multu gruun) que voco 
Por: Joslne Pinheiro 
A verdade sôbre n morte de um 
Professor, isto oc0rrldo em urna ca­ 
stt de comércio e jogutiou, em Alto Cu­ 
rucol, munlclplo de Caracol MS.. Ali foi 
assassinado Heitor Pinheiro, professor 
primário. 
Um rlofl assassinos foi quem deu 
ciência ao DPlegado de Caracol. Esse De­ 
legado de Policia, foi ao local do crime, 
acompanhado pelo Sargento do Exéreito, 
destacado em Car&col Ms., e mais um 
Cabo, a um Soldado; foram ao local <lv 
crlme, fizeram, o l1n•antameuto do corpo, 
momento om quo chegava uo local, um 
irmão da vitima, tendo o Sr. Delegado, 
mandatlo que o, mllilnres que o acom­ 
panha varo, fazerem a revista no Irmão 
da ,,ftima, o que foi feito, ma&, o Sr. De­ 
legado Doroteu Jara, nfio lembrou que 
ali se encontrava junto a elss, dois ir­ 
mãos do assalslno e também partioipan­ 
tes do mesmo crime, e, que t11is pessoas, 
estavam todas portando Armas de fogo. 
I'udo isto deixa bem clnro, ter o Sr. Do­ 
roteu Jara, dtimonstratlo sua proteção 
aos Griminosos, mais ainda o individuo, 
apontado como o autor do crime, que 
estava na fazenda de seu pai, Sr. Coper- 
TURINI 
ó vereador, ORJIVAPE a gente pronuu­ 
cla: O ... R ... ,1...I .. V ... A ... P ... E ... E Deu para 
entender? É um nome flJ.cll, e slntelfzn 
umt orguniznçilo com Quatro Jornals e 
12.00lJ leitores ... ó pesado, nó... Bl'incu­ 
lhão ... 
tino Rios distante 12 km, dn local do cri­ 
me de onde se encontrova o Delegado 
e PSle poderia perfeitamente deslocar-se 
aü a fazenda e efetuar a prisão dos 
assas2Inos, Mas o Sr. Doroteu Jaru dan­ 
do mais uma vez sua demonstração de 
proteção nos criminosos, reHolveu voltar 
UO kms., para no dia seguinte, ,•oltur no­ 
vamente os 72 kms. para fuzer a dEvida. 
prisão do assassino. 
Com tudo isto, deu tempo pum que 
o referido criminoso pudesse esc!lpe.r do 
flt1grante. Outro fato, que c:.iusou umn 
certa inss llsfação no povo vizinho da ví­ 
tima foi que o Investigador de Policia 
Francisco Carvalho, se deslocou para o 
local do crime levando consigo, uma es­ 
eoltu do Pelopes do 0 RC, para dar 
garantias aos ps.rlicipantes do C!'ime, em 
suas mudanças daquela localidade, para 
outra. Também o criminoso, depois de 
Yários dias foi i;e apreseot!!r na Delega­ 
cia de Jardim :lt., j6. com advogado, veio 
11 Bela Vista e não ficou preso, estó. em 
liberdade. Mas a fama que o criminoso 
possui e ta.mbêm seus irmãot>, partici­ 
pantes do crime de morte na pessoa de 
Heitor Pinheiro, deixa muito a desejar. 
Festa de 15 
 ch(H' na do !ir Gooth F obr Dor .rn­ 
;, l toi palco de um b ,u!l I íl I trl l r l. 
..,, 	1" • m , r s •I 1 
t·<1memc,rarirl11 n ,> P• 
1 1 
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1 
• 
tiIhn Eliete. No eore p«tio foram d' 
l r I IJ u t d o :; JfJ l' " •· 1• O n de 
convtdados era grde Foi notada a f.:r­ 
tur e a arte de bem servir nos "cones-e­ 
bullos". Vários migou do casal ajudaram 
11. sPrvlr 011 pr e11t• "· 
l;m •c,n}uuto par1.l{trnlo a.lc-gruva o nru­ 
b[ente. E]late toda sorrisos 'desfilava 
sua jovialidade ontr os convidados uu° 
do um lindo vestido longo na cor ara° 
relo-ouro. Entre os tantos ...tantos prosen­ 
tes anotei: o~car Salomno <'lltH.lale11a e a 
fllbu Sundrlnl11, S!lntana-!euz (ela linda 
como toda gostuuteJ '.llá1lo-~ndre1,u, :foo· 
.;loho '.1
8 Améllu (elu, tli&tribulntlo cnnpu­ 
tia,) Coruja-Mariza,(usado ur longo a 
cor branca oliáB cor qee 1110 cal 
muito bem), Maneco.Nlee, Perondi Cristi­ 
ua (o o robusto Rafael} Relna.ldo-:fo1su 
!31l;ode-Frunc1Fca, Ame.urt-Eva, S11l,1meae 
Odllo La Fru11chl-Solang1:1 (ela bonilu e 
elega;1te como sempre) Dr. Hflio-Cu~mun 
Fótlma I:lalta (muito triste pois o Pimba 
estava na pescaria) Também vi a exól1ca 
Dora Alice P. Nunes. 
E assim entre tartos amigos foi brladndo 
os 15 ac.os de Eliete. Aos aaiitriões Goetb 
e Dorning-c nossos parabéns pela llndn 
festa. 
BAILE 
Será no dia 25 ::lo corrante o llc.ile 
da Alalula no CEB animado J,elo conjun­ 
to Rrasilian Son Set, vindos de S!!.o Paulo 
para o 
direitos 
humanos 
FOlüI.TURA 
Fui no dia 14 pp. no P..iláclo dail 
das Convenções do Parque Anhembi em 
São Paulo a fo:·watura de jover.i eumpo­ 
gl'andense Fer11nndo Caries de Lima pa­ 
ra Engenhei-:-o Elétrico. Ao jovem Dr. da 
Nova Cap-Sul os noeaos p:nabéns. 
-+-<<0- 
APOSENTADORIA 
A Dolegaoia Regional de Educação e 
Cultura de Bela Vistd, a Associação d<.> 
Professorss, Diretores e Colegas de :'llu­ 
gistério, congratulam-se com u Prof A. 
gostinh!i Tebichraoe, que dedicou 30 a­ 
nos de suu vida pela nobrn causa do En­ 
sino. 
Sua aposentadoria já publicada no D. 
O de 0'.!/03/78. 
, Ili ' li (' li 
•. : d •ti, o 
Prn 1 ;,t • 1lfl loru 
to, pr a p 1 on li 
ta. I! Ir que 
,, • t ( t ~! •. 
,!lr,llo lill ,llll 
po'a com1 e t 
r 1i q,r !'llt l t ·rn 
welho Adm!nl tratlvo 
,UI por 11 1, ele '..IJ 
es tte rntes, 
tormn de hor 1' 11 
mnemórla de Prude 
também, de esti 
çôes como que 
desenvolveu à frente d 
ra. a em d fera da d • 
nldudl' dn pa -<ou hu •. nr· 
A propo61çi'io • .t~ 
belece tnmbém CUt' ~ 
ABI dar o nome d 
«Sarno Prudenfo de Mo. 
raeli. Neto., 110 •~·:·~ 
do ,u<lltórlo O,c:n GL .· 
nabrino, no 9% andar do 
Edifício Jicrl>ert ~16 ' . 
onde será colocada uma 
pl:!cu ruett'lllcu qu<' cel 
l>l'e os serviçoa pre.-tr.­ 
dos por Prudente à e 1:1- 
ciU da Jilil'rdude de ltr.­ 
orcosa. A placa li 1 • 
innuguruda uo :lia 7 de 
nl>rll, quando se lnlci;1. - 
rão as comemoraçõe. 
do 70º nolverAárlo da AB'. 
Ainda como parle 
das homenagens póst!!­ 
mos a Prudente, n ABI 
la açaá o o d eoorrer ~e 
março a edição especial 
do Boletim ABI de ho­ 
mrnagtim u seu uo!icro 
Presidente, a qual rcuoid II>· 
balhos jornalísticos de Pru. 
dente sobre diveros tema, e+ 
artigos e cronicas e sua me] 
m6ria publicados na 11npre~-1,. 
de vários Estados e aspetos , 
da atividade de Prudente pt·· 
quisados especialmente par4 
esta edição, Entre esses trab­ 
lho• <lestnra-,e a cobertura d, 
Coo<rituiote de 1916 qnt Pru• 
dente fez para o ·Diário Cu­ 
rioca•, " qual cou,tÍlliÍ mn 
modelo de ;en,ibilidade ;=,· 
no.lí,tico. e polltica, como de­ 
monstra a frase com que el 
abriu a série de crónicas, inr 
ciadas, em l de fevereiro de 
1916. Cm dia apó: a imtlb· 
ção solene da Assembléin M. 
cíon3J Con-ti1uinte, e que ,, 
prolongaram até setembro do 
me,mo ano quando D C:r'.J 
foi promulgada. 
É Só Falar 
07-04 .. 78 
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TE $II DE ME,AO O JMFOR 
UMA DAS 900 AGÊNqA B#ADE € 
Atenção 
a pagar 
com a }loca ·­ 
para quem tem imposto 
para os prazos de entrega 
o restituir idg 28-2-18 a 1--7{ para 
íIDfm 
2 
de 20-02=78 a 
IA é iggM!O. 
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