~ DIÁRIO REGIONAL. a.--i-.em , tnh A L João,Bonito,Gafa 1..da Launa --cr$-- 150,hit Bela VIta (HS)-quarta--Feira - Jl de Julho de 1,991 - N9: 1.058 - Jardim,1aracaju,Caracol,Porto Murt .nlio,Anton..o ' sitiai SEM TfRiiâSiESESPERIDOS IQ CDMINHIO EM BONITO, 9 RES Tllrctor: Iv:dt!o Pcrcdrn Dezenas de traba­ lhadores rurais,"sem terras", acampados às margens da Rodo - via que liga Bonito à Anastácio, saquea­ ram um caminhão boia deiro, abatendo nove reses no próprio lo­ cal. Segundo informa ções prestadas por telefone, "a cena foi dantesca,os sem terras atacaram oca minhão, armados do facas, machados, foi ces, e abateram o ga do ali mesmo, num es petáculo terrível".- A mesma fonte dis se-nos que anterior= mente, os sem terras / I '"' haviam atacado um ca minhão que transpor= tava alimentos, do Mercado Atacadão,dei xando apavorado o mo torista. Os mesmos= "sem terras", também ocuparam a Prefeitu­ ra Municipal de noni to, reivindicando providências,pois es a- Vereador Jorae de Souza Alaíde Corrêa Interditada tão há muito tempo esperando urna deci­ são das autoridades e nada foi feito. Mais de 100 poli ciais interviram e prenderam diversos trabalhadores,todos despejados da Fazen da Taquaralzinho,em Anastácio. O combativo Ve - reador Jorge Rosa, PresidentP. da Câma­ ra Municipal de Be­ la Vista, apesar de a Câmara estar em recesso, atende to­ dos os dias, em seu Escritório, na pró­ pria Cãnara, ou no Clube elavistense, do qual é Presiden­ te, eleitores e o povo em geral. Jorge não faz 0istinção partidá ria, procura benefi ciar a comunidade , por entender que foi eleito "para defen­ der os interesses de Bela Vista". Falando ao Diá Tribuna da Frontei- Segundo o porta­ voz do Movimento , "estes trabalhado - res estão sobrevi - vendo em condições lamentávies, mulhe­ ros e crianças es tão passando fome e o desespero os le - va a tomarem atitu des como estas". Mo radorcs de Donilo qaram para a Redacio, falaram do temor e 1a ceio de que a situado! piore e os srm tcrr invadam a cidadc,snt, qucando mercados."í nal, disse um destae moradores, um homem com fomc,vcndo os s filhos passarem nec didades é capaz de tdc 0 5 fia L(Q1t. t: taras atividades produtivas cm no_ 5 cidgd:6 ver Bela id ta hoje, após a E BEL, as ruas cstã vazias, os comerci" tes passam o dia d.. versando,os funcid rios parados às Pi tas das lojas, é i quadro triste", , comenta - para 1. • gir com cntusia!' mo, "mas temos pq tencial, é só trat, lhar no sentido d 7.. rão um pouco de si salientou o nob1 Vereador Jorge Souza Rosa. Calçadas em Frente as Residência ' A Rua Alaide da S. Corrêa, que corta os Bairros Primave - rase Costa e Silva, ligando este último ao Bairro Itaboraí, há vários meses en - contra-se praticamen te interdiata no tre choque dá acesso ao Itaboraí, onde for - mou-se uma verdadei­ ra lagoa devido as chuvas, com· as lamas impedindo o trânsito tanto de veículos como de pe- destres. Hoje, com a falta de chuva há vários - dias, formou-se um arande buraco fazen­ do com que o trânsi­ to fosse desviado pa ra as laterais da rua, assim mesmo com muitas dificuldades. Por enquanto ain­ da é possível, com um pouco de cautela, cruzar pelo local mas. em caso de uma pe quena chuva e devidÕ a região ser bastan­ te alagadiça com cer teza a Alaide S. Cor rêa nao dará passa - gem para quem vai do Bairro Costa e Silva ao Itaborai, ou vice versa, causando - transtornos aos mora dores e famílias que necessitam cruzar diariamente pela via. Provavelmente de­ vido ao ritmo inten­ so dos trabalhos de asfaltamento da rua Soares da Rocha e transversais,o Secre tário de Obras Mar - cos Câmara ainda nao tomou conhecimento do problema,com a no tícia provavelmente o Engenheiro determi nará o envio de uns caminhões de aterro e uma patrola para resolver de uma vez por todas a situação, atendendo a pedidos de vários moradores daquelas imediações, pois trata-se de um. serviço de fa­ cil e rápida exe­ cução. Vamos esperar pa ra ver! Rosa A coisa parece sintomática, na par­ te alta da cidade , tão logo o Prefeito Edson Moraes termi - nou as obras de as -­ faltamento,num total de 40.500m 2 vários - proprietários de re­ sidências começaram a construir suas cal çadas, numa demons - tração de responsabi lidade e preocupação com o visual e embe­ lezamento da Prince­ sa do Apa,além do fa to de que com o as= faltamento ninguém-· vai querer barro ape nas em frente da ca­ sa para sujar a resi dência. O mesmo já vem se verificando na Rua - General Soares da Ro cha e transversais: cujos serviços estão em fase final, vãri­ os proprietirios já estão se movimentan­ do para cônstruir as calcadas, até mesmo aquelas pessoas de menor.poder aquisiti vo estão procurando uma forma de execu - taro serviço. Como em toda regra exis ra, ele disse que "tão logo sejam rei niciados os traba lhos Legislativos , irá apresentar vá - rios projetos visan do criar alternati­ vas para o desenvol vimento de nossa ci dade, solidário com a campanha que a TF vem desenvolvendo - para agilizar oco­ mércio e a indús tria belavistense". "Nosso povo pre­ cisa de empregos diz Jorqe - e oco­ mércio e a indús tria são os que po­ derão gerar mais em pregos, alguém pre­ cisa fazer alguma coisa para desper - ;, , ps Calçadas nas ruas asfaltadas, uma melhoria necessária tem excessões,alguns mais acomodados, in clusive mais favore e idos pela sorte ,c:ciii melhor poder aquisi tivo,preferem que a sujeira da frente - de suas casas conti nue,inclusive sujan do o próprio asfal­ to que é mantido sem pre limpo pelos jo­ vens "Garis"da LBAi PRONAV Municipal,e­ xemplo disso são os veículos que saem - da área das residên cias sem calçamento, com os pneus todo - embarrado. o Prefei to Edson Moraes por enquanto não pode - fazer nada,mas já an da pensando'no assun to,pois pretende a= tê o final de seu mari dato dotar a cidade de um aspecto pare­ cido com os das ci.da des do interior de São Pulo, toda asf. .. Jmc.•n- tadinha,calçada,grren mada,com água,luz ostG esgotos atendendo de da a populacão. ' e­ das medidas que ele "" de adotar é constr dia calçadas e depois """ contar no IPTU dos dia­ radores, com uma salva, essa opcão a. dera sair bem mai ra do que o propr r1o mandar fazer : feitoria. ª-- '! 1)1 J'IIO!ITP.J Ili l' . poli', ,, ,. ' por 307 da produção de :l ,.!:io ,to f:r;tn,to, com o ,•qulvalent.,, ? m!!h. de arrobas/ano, a Coopei fva tgcon ai-'torosense Lt di-- COPAS'L,, !Aada em !avira[, acaba de ·roywr a Spr Intendêncfa Regional'do isco do Bali, o financiamento pra a implantação de um complexo Inda rial, tos ri produzir pela primeira ·,; 110 I· .. 1 oo, ,, fJo ,J,, nlr.otl:io p 1r-1 IndGst'+ til. A ren!o de apre vnt «to la proposta aconteceu no fa- 1 btete do cretãrto de Tor1mo, ln - dostla tUorcfo, Aldayr Helerle, A fibrtea de flos de algodão,a ter !1 ,,t.11,,rl;, nu•.·1 nn,pln ,trou, no MunJ'.c{- p 1 o de A.,ra, deverá absorver 257. do totnl du prodo de toda u coopc­ r,tt1vn, 1,e- ,L,,·,lmentc conta cou 3000 a±so Lados, trabalhando apenas no se-· u,r ,ln pro,1 ação de alodo. Isso quer ' !}zer qa, cenforme o diretor-presi - t Ol!ll1 e da Cosul, Sakae Kamttaní, "a­ } 1em te poder oferecer ao mercado Ln - •; tsruo o odto fi induetrinlj.zndo' , 1 / poder ato: co:.t luar exportando para outros E .. tnrlos, principalmente oa1· do sul do Puld, o dlgoclio pnra ser e- íllbtlo", /i,· ?RODliÇÃO: 2 mil kg/mês t ,: Caso realente se concretize o 1- 1131c 1 ~,11wnto global do comple.xo indus­ trl~l. que prevê n obtençio de recur­ os através do FCO - Fundo tonetitu - 1: cional de Financiamento para o Centro , Oeste, do Finame, além de incentivos flscnls do Estado e do Município, sua produçio inicial será de 200 mil qui­ los Jc fios, por mês, podendo o alio­ dão ser beneficiado nos medidas 20,24 e 30, as quniq aio destlnndns exata - ocntc a atender o mercado de malharia " confecco de tonlhas e muitas outras. lll A.H IO RP.G IONAL, Por sua vez, o Superintendente Rc - gionnl do.Banco dct Bras!l,Manoêl Pinto, Souzn J~nior, gru:antiu que a "institui­ cão não vê nenhum lmpecilho em contri-; buir para que o s.9mplexo seja implan~ do. Essa não ,é_ a pr,imcira vez que a c!!J pasul Íecorre no·nanco do Brasil e se~ pre se'mostrou altamente competente na destinação dos recurs~s". O SuperinteA dente do BB, Manoel Pinb se fazia a -, companhar do Coordenador~dn Gabinete~ do Sur_erintendência, Jorge 'Tamashiro , tendo participndo de encontro, o Geren te do;~nco da cidade de Naviraí,_~1ã; dt~ e Sbares, o diretor-secretario ,t~â • su'f"i Edsc:A1 Y. Shingu além de .... - ~~-· - MICROS E PEQUENAS EMPRESAS ..co kdz Carlos MInechtnne, agrong } mio a coor :rattva. 1 Para o Pu,fcito da cidade de Navi- '· :' INVESTIMENTO: US$ 2S MT . ral, Onevam de ~attos, que acompanh~- , va os dir!gentes da Cooperativa, j Para que comece a produzir os cerca implantaçao desse complexo, reveste - de 200 mil quilos de fio de algodão sé ninda de uma maior importância, já por mês, previstos no projeto inicial, que deverá resultar no surgimento de a ind~stria deverá absorver um investi várias micros, pequenas e médias em - menta da ordem de Cr$ 9 bilhões (o e= presas de confecção, gerando assim - quivalente a US$ 25 milhões), isso ln­ muitos empregos e tributos para o Mu- cluindo a parte de estrutura física do nicÍpio e uo Estado. Nós estamos ofe- complexo, mnqulnários e equipamentos - rccendo teclo apoio a essa iniciativa necessários para a sua operacionaliza­ e nos colocando ô disposiçio dos orga çào. Ao final do encontro,o Seci,·ãrio nlsmos oficiais, como o CDI (ConselhÕ de Turismo, Indústria e Comércio, Al - de Desenvolvimento Industrial), para dayr Heberle, manifestou sua confi,.nça avaliar a proposta". no projeto,que agora será subpietido ao =anuir =wu=ame»en a« m e u Conselho de Desenvolvimento Industrial. O nü.r:iero crc~ccntc. de autooó veIs circulando hoje pelas ruis era, entre di·crsos probleoas, w:. trâwlto tntc11so e contínuo. Pnra ag.rnv.1r J. situação, ao­ an-se as con:Iões das vias pi blica!l (> a :::..:.i.r.ut.1.:r..;ão dos vefeu­ los que, aia-se de passagema , em ruitos casos, é deficitária. E é neste àlt!ro que vanos - nos d<'tcr. Para !ncllitar o cntcndl.ccn­ to, ::,c.::oi- qm.· :..1.bcr dlfercnclAr os dols tlpos de mn.nutençnõ : 1 rretiva e preventiva. t:'-t;uanto ,l corrctlvn é ut1U. zada quando bO::OS obrigado& ã reparar alçus couponente ou pe- e a, a preventiva procun1 nnte­ cipllr-se, evitando quebras~, consequente.mente, transtornós. Alem do que, nodo é -pior" .do que um.o fila de carros butinan do atrás do seu veiculo. - lnfcllzoentc, a. grnnde e.li oria_dos motoristas'preocupa­ se so com a corretiva, esque - cendo-se de que a preventiva , alem de e.ais segura, e ais ba rata. Uon. simples análise nos mos tra que os riscos são bcc c:e--=­ nores e as despesas mAis nuoii veis quando esta Última ê colÕ cada e.e prática. - ,S1.cples cuidados, como: 1 - troca de Óleo do ootor - veriílcaç.ão dos freios a ca- da 5.000km - alinh.o.oento direção/suspe.n - são a cnda. 10.000kD - trocn de nr::ortecedores o ca­ da 30.000k:11 - substituição dos filtros de coobustlvel, de Óleo e de .or , conformc indicações, s.ão cuito in.portantes para a sua seguran­ ça, ~ boc ta.cbém não esquecer - que uma veriflcacão scc.anal, a­ brangendo: pressão de pneus, nl vel de águ., do radiador, lnape": çõ.o da bnteri4;io e.xamc geral das condlçÕCs das lnntcrnns, do 1 . 991 PGINA iniao e4 nAo RORAL EM TEREMOS A prIelra reanfão do Programa "Nosso Campo '.ossa Forçn", co::i produ­ tores a scrcn bcneflcla­ dos con ~lctrificaçito r~ ral, aconteceu no Clube Feminino de Terenos. A nformaço é do Prefden te da Erresa de Pesqul­ oa, /so1utênc1o Técnica e Extcnt;Õo Hural - Ec:pa­ er -, e o Coordenador cio Programa, Djcrson Farioo de Novaes. O Programa "Nosso Ca po, Nossa Força",foi la!!_ çado no ~ltimo dia 16/0i cm M1rnnda, pelo Governa dor Pedro Pcdrosainn e prevê a implantação de l,JOO km de redes rurais, nos próximon 14 meses.Ao , todo serão eletrificadas I• cerca de 1.400 proprteda 1 ) des rurais, representan­ do um incremento de BZ na quantidade de propri~ dades eletrificadas em todo o Estado, em pouco mais de .,.ui ano. • Na reuniio em Terenos, que foi presidida pelo Assessor Especial do Go­ ver.nador, Antonio Carlos Arrio, os produtores ru­ rais irão conhecer as condições de financiamen to oferecidas pelo Gover no e outros deta).~es tês: nicas. Segundo Djerson - Farias, o prqdutor irá financiar apenas SOZ do custo da obra, -~isto que o restante sera pago pe­ lo Governo do Estado. O custo médio do qui- 1Grietro de rede está or­ çado em Cr$ 2.300 mil e a parcela a ser financia do pelo produtor poderá ser paga em 6 anos com carência de sté 01 (um)a no. Os encargos variam= de acordo com o tamanho· da propriedade. Para os grandes produtores será de 1007 da Taxa Referen­ cial Diária (TRD) mais - BZ de juros ao ano. Para os médios proprietários, 90% da TRD mais 7,2% e para os pe·quenos, BOZ da frelof do 11m~odor dt: pâra-br.!. so, n vel de oleo e fluídos pode tirá-lo de situações dlfÍ ce:1s. - NÃO SE PRF.J1.IDIQUE PÓR •• 'IÃO POUCO, CUIDE-SE, CUIDANOO BEM 00 SEU CARRO. ZELE PELO PATRIMOIO MAIOR: SUA VIDA E A DE OIJIRAS PESSO - AS. GUIO ARIEIE , EFE DE SEGURANÇA - MOR ,, J An~onio C. Arroio TRD mais 7,2Z de ao uoo. juros AUMENTO DA PRODUÇÃO O financiamento da 2 bra 1,erií feito pc 1o Ban co do Brasil, com recu_r soa do fundo Constitu - cional para o Centro Oeste - FCO,estando pre vis,o um inves,imenLO - ,o.al de US$ 9,2 milhõ­ es. A Emipaer é quem irá. realizar e encaminhar - para o Banco do Brasil o plano de crédi.o para o produ.or ruraf. A E - nersul, por sua vez, 1- rã realizar o projeo 02 cnico da obra. . E Terenos deverao e beneficiados ·om elerIft !Ieacão eere de 45_pro prfeirto rorais ja a - dasrados pela Empaer principalmene na refio do Córrego Varredor, que presena uma grande con­ cenração de proprlda - des. Segando o Presldene da Empaer ese é um dos crJ ,ér1os udo..i doo p.ira a execaçio do programa, que prevê o aendfmeno de Ol proprJ,,rfnt!•~ p.tr,• cocla qui- 1amc.ro de rede irnplan,n­ dn. A média hoje no Fsa­ do é de npenos l proprie­ dncle por 2km de rede elé­ .rica. As próximas reun!Õen - do programa "Nosso Campo, Nossa Força", serão renli zadas em Jaraguar1 e Ban­ deiran.cs, dia Ide agos- o e RIo Negro d1a 02. Ao odo a Empaer sele­ cionou 20 localidades pa­ ra parLiciparem do Progr~ ma, .ornando como base priocipalmen.e as áreaR - produ.ores de grãos de pó los de bacia le1.e1ra,v1= sanda com isso garan,ir o aumen,o da produ.ividade - no campo. LER É CULTURA, É LEIA E ASSINE O SER INFORMADO! JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL; TODOS - OS DIAS TRAZENDO A NOTÍCIA EM PR MEi RA MÀO ATÉ vocn. MAIORES INFORMAÇÕES: FONE: 439 - 1410, FALAR COM A Srn. ESTELA. Tribuna DIÀRIO da Fronteira Fmclnçiio: 20 do Fevereiro de 1972. Propriedade: Rede Befovlctenae de Jornah CCC.MF 15.513.203/0001- 90 lnscrlçao P.stnchuil: 28.209.00J-l Dlrctor - Red4tor Oieíe - [va]do -PcrIÃRIO REGIONAL BELA VISTA, 3I DE JULHO DE 1.991. - PÁGINA - 03 0POSl(ÃO CONCORDA Semnna pnnada, conversnundo com um migo de a Tribuna du_Fronteirn, ex-integrante da Coligação dns Opontçoen "BEi-, VISTA UNIDA" e, pelo menos em um ponto ele concordou conoaco, "Bela Viata cotá Ucando bonitinha, o homem cotá trabalhando direi tnho" afirmou, referindo-e a administração Ed-­ non Horaes. Com iauo sentimos que algum motivo cotá prO'O°"' cnndo o nquccimento das relações entre os dissi­ dentes e os que permaneceram fiéio a união de par tidos que mudou o curso da história política e Õ próprio destino da Princesa do Apa. O que será he im7 Pel~ jeito tem gente começando a enxergar-que n divisao política cm noosa cidade oó intereooa à um partido, o PMDB de Abraão Zacarias e, convenha mos, ninguém vai querer entregar a rapadura para o adversório depois de cotar com a faca e o quei­ jo na mão, certo? Ginásio de Esportes Em totnl abandono há algum tempo, o complexo esportivo de Bela Vista, construído pelo Governa­ dor Pedro Pedrossían em seu governo passado, de­ verá agora a partir do mês de agosto, ingressar nu­ ma nova era. Estio em an o cA"4.A: 1NA! .M%GPS Caos Civeis e Crilnis fon- l de Novembro - 1! 505 'one- 39 -- 1382 - Jlcla V.lsta - l ,­ ; ----------------:r·--WllilP7"' ten tantemenreemeee Dr, José Ribamar Cruz da Silva Mnto Groaso do Sul NRLSON CHAGAS Advogado OAn - MS Fones - 251 - 1721 - 251 - 1712 1 l - Escritório - Residência F.scritório - Rua T. Bernardes - N? 826 Residência Av. Cel. Comissão - Jardim - Mato Grosso do Sul N? 657 Advocacia ITAMAR DA Sll.VA DUTRA !TALO FRANCISCO €STEFANINI * Consultório Médico e Ginecológico * Partor. e Gl!n!ca Geral Hu11 - General Osório Fone - 4J9 - 1248 Cep - 79.260 - llcla. Vista - Mato Grosso do Sul N!! 593 Esritirit de Macia DRa VERA LOUREIRO DE ALMEIDA Dru! VILMA DA SILVA Advogadas Roa - Catabi, s/ng Fone - 439 1290 • 4'39 1137 - Bela Vista - Mato Grosso do Sul Escritório Residência 1 l Advogados il R,a Dr Acy Coelho ele Oliveira - N2 480 .- ±s1 - 1s» - centro - Jardim - Mato Gro:,so do Sul rrverrrr..rrrrrrrrrrrr.'{ itararrrrrrr...l ,.- . ·- $gani znRgE..s t ( ~ . ~ EMIBRIOES 1 ,. 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Duque de CnKiM1 - N!! 783 Fone - 251 - 1761 Residência - Rua Olavo lliluc Fone 251 - 1410 - Colrnb - Jardim - Mato Grosso do Sul N? 16 PROMATRE CLÍ-NICA GERAL - CLINICA CEPAL - PARTOS - CIRURGIAS - A NOVA CASA DE SAOnE D~ .JARDIM Ml'DJCO RESPONSÃVEl.: Dr. SAITTAHA ATENDIMENTO- 24:00 hs - FONE: (067) 251 - 10II RUA SAUL t!ORAF.S DE DEUS, VIU. BRASIL • JARDIM NO - 1212 - MATO GROSSO DO Sl'I. Ccntrnl de Tccnologln: Rodovia BR 262, Kr.2 392 - Tercnos (NS) Telefone/Fax 067. 383-5893 End. Corresp : Rua Santa Amélia n? 14 - CEP 79.020 Capo Grande - Hato Crosso do Sul ' "1I' 1E e No LOGI A ID) IE •ôNlRUS PARA BXCURSSOBS* VIAJE TRANQUILO, VIAJE JlEM COM A CRUZEIRO no SUL CLCRI ODO Produto da Mineração Bodoqcena S.A CALCÃREO DOLOM!TICO "A solução do So1o" U! ina: Rod. Jardim_ /Porto Martinho km 54 - Município de Bela Vista - MS. EscritÕd.~ Adm:inist:rativo: • Av. Fernando Aranha nQ 794 Ponta Porâ: 431 - 2139 -Maracaju: 457 - 1720 - Fones: 251-1453 São Gabriel do Oeste: 295 - 1328 Dourados: 421 - 4096 l.JNHAS PA]A: BELA VISTA, PORTO MURTINHO, JARDIM, •ÁNTONJO JOÃO, PONTA PORÀ, BONITO, GUIA LOPES DA LAGUNA, MARACA JU, AQUIDAUANA, CORllMRÀ, NIOAQUE, BODOQUENA, SI­ DROLÃNDIA E CAMPO GRANDE. 5t - 251-1455 - Jardim?S n == = 1ORNAI, 'TRIHUNA PA FRONTEIRA nIÃRlfl RIWIOHAI, BELA VISTA, 1 DE JU!HO DE 1.991 (1 ------- Emiko propõe o Turismo Ecológtco ·no Pantanal l 1 A implantação do turismo o colóqico no Pantanal, definido dentro dos critérios altamente técnicos de conservação, funci onará como inatrumento de de= envolvimento sustentado da re qião. proposta, da Secretá - ria do Meio Ambiente de Mato - Grosso do Sul, Emiko Resende deverá ser incluída no Relatá­ rio do Brasil para a conferên­ cia daa Nações Unidas sobre - Meio Ambiente e Desenvolvimen­ to. Com esse objetivo, Emiko - Rcscridc participou de dois en­ contros cm Brasília. Com todos os secretários estaduais da á­ rea, Emiko discutiu a elabora­ ção do relat6rio na Secretaria Nacional do Meio Ambiente e no IBAMA, tentará incluir a proposta de aproveitamento eco n6mico com a preservação do Pantanal. Segundo Emiko, para viabi­ lizar o projeto, no entanto,há necessidade de investimentos - em conhecimento científico e infra-estrutura. "O desenvolvimento susten­ tado do Pantanal passa obriga­ tóriamente pelo tratamento in­ tegrado da Bacia do Alto Para­ guai, compreendida por regiões serranas, planaltos e planíci­ es inundáveis, cujas altitudes variam de 75 a 650 metros" diz a Secretária. ZONEAMENTO ECOLÓGICO O documento de Mato Grosso do Sul, que deverá ser incluí­ do no ret6rio, afirma que o em basamento técnico passa neces­ sãriamente pelo zoneamento eco lógico da bacia, numa primeira etapa e posteriormente, a con dição mais importante, decodi­ ficação da linguagem técnica, para uso dos administradores - 1o Estado e dos municípios. Para a Secretária do Meio lnbiente, o desenvolvimento sustentado da região serrana e los planaltos deve ter primei­ ro a definição das aptidões - le uso desse espaço territori­ al, a "ser efetuado com politi 2a adequada de conservação de ;o los. Um dos instrumentos mais 2ficientes neste sentido tem sido o programa de microbacias já implementado em outras épo­ :as, e que necessita ser reto­ nado urgentemente como politi­ :a de pesquisa que procuram al :ernativas adequadas de cobertu :a vegetal dos solos, mesmo f~ :a dos períodos usuais de plan Coluna Espírita Escamas 1n ( Sec. do Meio-Ambiente Emtko Resende tio na região, como cobertura­ verde e plantio direto. A questão da reserva legal - de no mínimo 20% da propriedade averbada em cartório, segundo E­ miko Resende, constitui instru - mento de extrema importância co­ mo um dos mecanismos de manuten­ ção da diversidade genética dos ecossistemas sob uso agro-silvo­ pastoril. "Há que se desenvolver ainda uma política de fiscalização com corpo técnico mais qualificado e profissionalizante para exerci - cio dessa função", acrescenta a Secretária. Para a planície pantaneira , além da pecuária extensiva já praticada por mais de 200 anos - em convivência relativamente har mõnica com o ambiente, devem ser procuradas outras alternativas - de utilização econômica que con­ sigam valorizar o ambiente rei - nante na regiao, às áreas sazo­ nalmente inundáveis", diz o doeu mento do Estado. - O docuemtno pede ainda incen tivas para pesquisas que procu ram viabilizar programas de mane jo sustentado da fauna e da f1o­ ra da região, aliada e uma legis lação adequada para tais finali= dades. "Especial atenção deve ser dada á fixação do homem pantanei ro à região que, ao longo de mui tos anos, tem desenvolvido uma= cultura própria de convivência - harmônica com o meio Ambiente". Preserve o Pantanal Sul .. Ma tQ_grossense ° " E logo lhe cairam dos olhos como que umas escamas, e re o cuperou a vista". - (ATOS, 9:18) J.1 A visita de Ananias a Paulo de Tarso, na aflitiva situa ir ção de Damasco, sugere elevadas considerações. Que temos sido nas sombras do pretéri o senão criatura recobertas de escamas pesadas sob todos os pontos de vis a? Não sómente os olhos se cobriram de semelhantes excrescênci­ as. Todas as possibilidades confiadas a nós outros hão sido­ eclipsadas pela nossa incúria, através dos séculos. Mãos,pés língua, ouvidos, todos os poderes da criatura, desde milêni-­ os permanecem sob o venenoso revestimento da preguiça, do goismo, do orgulho, da idolatria e da insensatez. õo, O ocorro concedido a Paulo de Tarso oferece porém, en ua sinamente profundo. to: Antes de recebê-lo, o ex-pesquisador rende-se incondici onalmente ao Cristo; penetra a cidade, cm obediência ã reco mendação divina, derrotado e sozinho, revelando extrema re­ nuncia, onde fora aplaudido triunfador. Acolhido cm hospeda­ ria singela, abandonado de todos os companheiros, confiou em Jesus e recebeu-lhe a sublime cooperação. ~ importante notar, contudo, que o Senhor, utilizando a instrumentalidade de Ananias, não lhe cura senão os olhos , restituindo-lhe o dom de ver. Paulo sente que lhe caem esca­ mas dos Órgãos visuais, e, desde então, oferecendo-se ao tra balho do Cristo, entra no caminho do sacrifício, a fim de extrair, por si mesmo, as demais escamas que lhe obscureciam as outras zonas do ser. Quanto lutou e sofreu Paulo, a fim de purificar os pés, as mãos, a mente e o coração? Trata-se de pergunta digna de ser meditada em todos os tempos. Não te esqueças, pois, de que na luta diária poderás encontrar os Ananias da fraternidade, em nome do Mestre; a­ pro'ximar-se-ão, compassivos, de tuas necessidades, mas não olvides que o senhor apenas permite que te devolvam os olhos a fim de que, vendo claramente, retifiques a vida por times mo. TIJOLOS DE 8 e 6 FUROS E MACIÇOS. O MELHOR PREÇO DA CIDADE. RUA - JOSÉ LEMES BUGRE, SINO FONE - 439 - 1329 BELA VISTA - MS VENHA. VISITE-NOS E COMPROVE! n d i.m d s ,-------------------------------05 ·, n :, , e ORAÇÃO PELA FAMÍLIA Nós vos bendizemos, Senhor, pois .quisestes que o vosso Pilho ruiscesseos e crescesse numn família, experimentando as dificuldactes e s nlegrias - que cercam nossa vida • Mos vos pedimos por esta fnmilin: protegei-a,gua::lº dru-n;e ncompnnhru os: passos de seus membros com o vosso olhar de Pai :ye conduzi-os pelos caminhos do mor e da fé; e, vivendo a vocaçno nssumi-":1-1. da no sacramento do matrimônio, realizem u□Igreja doméstica e sejam tes 1.v~ temunhns do vosso amor. ra • Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito_m Santo. o Jesus, MariR., José, protegei nossas familias, t d • tã : , (ornanuo as sempre ma1t urudas e respeitosns, dando n torlos uma boa morte para que possamos um­ dia nos encontrar unidos para sempre no cu. Amem. ne- PRECO DO EXEMPLAR Cr$ 150,00 O TRÊS PARA HELIIOR ATENDER EN JARDI Av. Duque de Cartas, 507 - Fone: 251- 1091 NA VILA CIISÃO Av. 11 4e Debro, 63 -roe: 251 - 1341 1 atu Lrss pi au 1 . • rça. coroe1 Ciso,Tie: 251- 1194. .,,,...., 1 "coNF LA idt D, AQTIRr-Sr" 1 , • ea pe e e a GE , ! J::,en ... no rren er gosto de s se- ' ll s dia !'} • dLa- a:: dia- • .10, •1111, 1 JtlllllNA l>A FRONTEIRA DIARIO llEGIONAT, Uolou confoitu ----------·- 1 L UM I N I O: Problemas nos Solos Brasileiros ------------ REPORTAGENS FOTO - GRÁFICAS Casamentos, Batiza dos e 1iversários Tratar com Ubaldi­ no neste jornal. DOCES EM COMPOTAS Os melhores doces­ caseiros, à venda no Supermercado Ni sikawa - Doces cÕ locados à venda pe lo Asilo dos Desam parados. 1 rLo, provida pet« RPA te No transcorrer d+ 1» Rum1ião Netont te s""" as tr±o a tott»d 4o a- Dourados, ocorreu, no d1a 2 pp., una palestra sot" '' aro, do htttuto Agreleo A« 1@inlo, proferldda pelo pequlador Carlo Eduardo de Ca+n» Capinas HAC). • « as reles tritfolan, ão_altos, Isto é, Smundo Carro, a rande malorLa dos rolos, ",, [o o alfo, o magnésio, o potásto possuem TI baixo, pou d1pon!tidade de nw",,to prova o rentarto devido rua r o f6foro) e elevados teores de atu[nto. F",'a sorte ares ± p'·ta. As raízes- toxidade, causando uma dratlu reduçao das rai?"" ' P' er tas idade de buscar j. o1 descrvotv+tas tornas 1ata atas «ensfve1 "",,"""{"k roans e rrtG« coo ua na camadas tis profundas do rolo. Problema est ' .ral ocorro deflefencfa hídrica norll' do Parana, Sao Paulo e .:to r.ros::o do Sul, onde "~ J. , durnnte o ciclo cfa cullur-a, - - de diferença no comportamento das ln- Entre as diversas espécies cultivadas ha una ran a. o nlIho e o arroz ão pifes tas com relação ao alulnlo. Camaro xerplifIcou que_a )",ire suscetível da variabllj4, que toh•rn:s r.k1fr.: o nh1e1[11Lo. Por nutro J.ndo, o trigo e una tsp - de de tolerancfa entre as cultivares. _-. , g. e eva o P# do solo, torando o 0 pesquisador do_IAC explicou que a aplicação de calcar!o" anda ariét ao roo - aluInlo no toxlco ns planta. Entretanto, a calaena vaf corr!» (20 CD) dclx,rndo o r.ub,mlo ácido. . 1 1 . , A olução Ideal para o prohlea é o melhorwento genético, ou se)a, criar cult /vare qur seJan tolerantes, As cultivares brasileiras foras selecionadas em solo acidos, portanto siio tolerante mas este materiafn nao tens pot.enclal de rendimento. As Institutçe de psquina trlt[cola no HrasII realizam cruzaento entre a cultivarem to tcrnntes e 11..,; ru,1ls produtlvan, procurando ohtt•r novas cultivares com entas duas Importantes- cnr,,cter{stfcnn. - O trabalho apresentado por Carlos Camaro mostra una metodolofa que emprena_oluçao nu­ trltlvn contendo nlua[nlo o que pemltc seleclon~r o a.oterlal 6"Ul'tcrtlvel , qm• t" l"l lmln.ido, e o to1ernntc, que pnssn ;nra o CM.lpo pnrJJ ser iseleclon,1do para outrn~ caractl"rÍsllc:tR ta::a - bée1 descjiivcie .. Este método p<"ndte elt~ln.ar uc...1 grande quant Idade de plantns ensível em - um curto eBe,:iço de tccpo enquanto o campo é nec.essiirlo todo o perlodo d~ um., t:nfra,. A tolcrancla. o alulnfo no trJg.o e una necessidade para plantio em arcas cIdas, poIs - nestes solos n cultivar tolernnte tem urs siatean radicular mais profundo, o que capacita a plnntn obter água e nutrlentcn CJ.I cncuu.f.á& mais profund..1s.. . lato n.io acontece coca as cultivares suscct{vela por poasu!rcm rnlzes Q..'11 dctH."nvo1v(da:i , finalizou c..-.rlos Eduardo Cl.m.argo. ) JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIPA - PREÇO DESTE EXEMPLAR Cr$ 150,00 Gráfica & Editora Apa IMPRESSOS TIPOGRÁFICOS, PANFLETOS,CAR TOES DE VISITA, ANIVERSARIO, CASAMEN­ TO, ETC ... PREÇO DESTE EXEM­ Pl.JR Cr$ 150,90 OS MELHORES PREÇOS DA REGIÃO SERVIÇO RÁPIDO. AVENIDA TRIBUNA DA FRONTEIRA, 564 FONE (067) 439-1410 MAIORES INFORMAÇÕES FALAR COM ESTELA. BEL/ VISTA - t'..S SRA. MORENI CJll CID & MORENA VIP UP DESCONTO DE ATÉ 30% EM SUAS COM - PRAS À VISTA! PRESENTEI COM CARINHO, PRE­ SEN'!.'EIE COM A MORENA CALCA DOS! A SENSAÇÃO DO MOMENTO _ SAPATO TRATORADO· SROES; CALÇADOS AZALÉIA •. BOTAS, ETC . . . 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AONDE VENDER BARATO SE JARDIM - MATO --~RNoo TRADICAo éROSSO DO SUL, JORNAL, 'TRIUNA DA FRONTEIRA DIÃRIO REGIONAL BELA VISTA, 31 DE JULHO DE 1.991. l'ÃGI NI o y DISIRIUIuR E Lo!E /BEBIDAS IPANEMA LIDA :":-'~~----------------::::--:----1 GUARANÁ LI.11 FANDANGO 1a- LARAN, 1 A ir vm.no HARfiHII j " Este semana a "bronka" vai contra co­ merciantes desonestos que contratam (o-não pagam) p·r:cntaçÕP.s de oerviço,divulgaçiio ra diofônica e até memo divulgação em jornal são os "caloteiros" da sociedade, que es quecem do honrar seus compromissos, são da quclc tipo de pessoas que na hora do ·acer­ to tem a "cara de pau" de dizer que não ou viu a propaganda no rádio (também não 11= gou o aparelho) ,não recebeu o jornal ( tam bém não assina o jornal) e o serviço nao ficou "tão bom". Pessoas desse tipo fazem parte da lista negra (ou branca) de emissoras de rá dio e jornais da região. Não são de confi= anca. Esta chamada de atenção é diretamen­ te para "dois" comerciantes de Bela Vista, se não honrarem seus compromissos terão seus nomes colocados nesta coluna na pr'óxl, ma semana. n AGRADEÇO O convite enviado pelo Sub.Ten. ELY MENDES RIBEIRO - Presidente do Grêmio dos Subtenentes e Sargentos de Porto Murtinho, para participar da festividade de inaugura cão da piscina daquela entidade. - Parabéns aos sócios e à competente di reteria do GRES pela bonita iniciativa que vem trazer mais uma opção de lazer para to dos murtinhenses que frequentam o Grêmio. TETE FRAZAO Ainda em tempo quero parabenizar amiga Tetê Frazão que trocou idade no 22/7 pp. a ela os votos de um sem fim felicidades. Tetê Frazão faz um ótimo tiabalho jornal Pantaneiro de Aquidauana. REDE GLOBO cão às crianças. Didi,Dedé,Mussum ... merecem o _aplauso. É exemplo a fez 65.500 m? a dia de no A vênus platinada- emoci_onou o Brasil,_ quando da apresentação do programa 25 anos dos Trapalhões, a Campanha em prõl dos me­ nores carentes feita pela UNICEF em con­ junto com a Rede Globo de Televisão, foi a lém das expectativas. Já estava na hora de se dar mais aten O Restaurante e Lanchonete Sol de Verão estará promo-· vendo no mês de agosto na cidade de Caracol, um grandio o "fandango" que será animado pelo conjunto Essência Nativa. Reservas de me sas pelo telefone: 495 - 1140 falar c/ Dona Lurdes. PASSEANDO Quem esteve vi­ sitando os pampas , foi o gaúcho CÉZAR LIMA e a esposa SAN. ORA - Diretora da Escola Ester Silva. Os amigos esti­ veram também em Cu­ ritiba no Paraná,em Santa Catarina além de várias cidades gaúchas. Estavam matando saudades da ter­ rinha natal. Welcomel ACOMS Em minhas maos, a ficha de inscri­ ção enviada pela As sociação dos Colu­ nistas Sociais de Mato Grosso do Sul, afim de participar como membro da enti dade. -, Agradeço o cari nho da Presidente~ LORETA ZARDO para com Este Colunista. OUÇA O LILE Das 10:30 às 11:30 hs na Z.P 23. ADMINISTRAÇÃO EDSON MORAES ser seguido,com competência e dinamismo Moraes de asfalto com recursos próprios da Prefeitura. nosso GERENTE: MAGNON VAZ - ONCrNHA ººi TH.8S HA7.END/ PANl'ANBIRA ~ "SKOL SEMPRE SKa ÁGUA LINUÔI. CERVE.JA CARA'io, +vi to, 1e RUA SEBASTIÃO CRISPIN DO REGO, NO 455- DELA VIST? TELEFONE: 439 - 1180 Conf ecç9es Nimia "O JEITINHO CARINHOSO DE BEM ATENDER" CALÇAS JEANS DE MARCAS RENOMADAS, CAMISAS COM DETALHES EM COURO, ROUPAS INFANTIS DE li! LINHA, SAPATILHAS RN. RUA:MAL.FLORIANO PEIXOTO,1172 - FONE:439-1360 - BELA VISTA , 5' 1; a r a + i 4agi ... ' . .. ,. SALAO UNISSEX ATENDIMENTO DE TERÇA A SÁBADO CORTES , REFLEXOS , TINTURAS ESCOVAS. 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LANCHES: X-Salada, Americano, X-Burguer, Misto,Bauru, Frango,X-Tudo, E muito mais ... 439-1548 ni G c l CE , ! ien- no )TTCn ± ;ost-Õ de 5 e- às dln P; s dia- a dLa- JOHNMAL, TRIUNA DA FRONTEIRA DIARIO REGIONAL ••INFORMATIVO•• SINDICIITO RURIL CIR CDL ::TllillC/'I'O RIJJUL flE CAHJCOI, DIRETOR l - ---- • -· Presidente: Moedir Codoy da Silva 1o Vice-Pres: Juvino Godoy 2o Vice-Pres: Orestes Godoy Secretario: Adão Rodr ique, Antunes 'Tooureiro: Aral Rodriques CONSE 1,HO i'ISClt. Ramao de Arruda Farias /lirto11 rloriano dos Santon, AIherr Godoy DELEGADOS JUNTO A FAMASUL _Noi..10011 r.oitc Laranjeira Dccio Albuquerque Godoy o:::;-..;:_-,--------------------- FUNÇÕES (MÉDIA DE SALÁRIOS PAGOS REFERENTE AO MÊS­ DE JUNH0/91) tlÊlllA HlHIHA HfJJIA HÃXI>IA l'c110 Q1mpdr~ , , , ,22.070,00., Jl,890,00 Ldtdro, l'cno , 18.000,00, 27. 5)0,00 J":lt<'l to, Rct Ire Iro 26. 750,00 )0.600,00 r.npnt,1z de cnmpo .....•........... 37 .320,00 60.080,00 Atlminlr.trndor ......•.....••.. , .•• 78. 7)0,00, ••••.. --- l'rnclro • • , .•. 19.210,00 .•..••. 24.370,00 r.ozinhclro/fa,.cntln , ,., lij. 200,00, ...... 24. 750,00 Tratorista, pneu , 25.240,00 .••...• )6. 790,00 , cntelrn •...•... , •... ,29.900,00, 4l.OOO,OO lnr.~mlnntlor , 55.JJO,OO •• • --- tlccnnlco , ,4). 700,00, . Observação: As Médias Salariais acima nio Incorporam o Mono a riaçio da Cesta Iiiea (CrS 3.1)1,68) e nem o abono da Let Fede rol 8.178/91 (CrS J.000,00). - SAI.ÃRO (EH CRS) DIPRHITADAS (VAI.ORES Hf:DIOS J>ACOS DI JUHll0/91) Valores e CS) Lnmplnar poAtc 450,00 520,00 Flncnr postr, ,.,. 150,00 ·IB0,00 Lampinar Ire....·.······'''y··· Jl5 ,oo )S0,00 Flncnr flrnc , •_:- l!I0,00 2~0,00 CAKll11ÃO llOIADKIRO (VALORES PIOS EXERCIDOS ATÉ O DIA 10/07/91). Hf:DIA HlHIHA Mlilll.A IIÃXlHA KM PF.RCXlRRlllO VALOR (E>I CRS) ±e, CA+E acima de 50 (p/km rodado).......··...·.......... 100,00 XÃQtlINAS ACRI COI.A, (VAIDRES ltf.tT.l(J;'(f'F.S AO KP.5 DR JUUI0/91) H0 HAQ. - éRSJ Trator esteira ::,i,dJo porte (D6) 12.900,00 Trator extIra pequeno porte (04), 8.000,00 M.otonlvel:idor.,, 9 400 00 Retroes./Valetadelra atootrIz (CASE 580)....... 7.600,00 Vacttc'llUri rt"NHlC porte 5. )00,00 IMPLEMENTOS (VA! QR_KEYEEIIS AO ÉS_DE JUB0D%) • ia ãQ. - (CRS) l.200,00 450,00 850,00 450,00 850,00 Eleição No último dia 19, foi elei­ ta a nova diretoria da Fama nul - Federação da Agricultura de MS - pennilnccendo nil presi­ dência Eduardo Machado Metcl - lo, pecuarista de grande lide­ rança junto a classe produto - ra. No decorrer dos anos, Me - tello tem se destacado pelo cs plrito sindicalista, pr.omovcn­ do eventos que contribuem para que MS destaque-se corno Estado cm crescente desenvolvimento - dentro do constexto Nacional . Sua participação nas d