, I , i __ ___ _ _ __ , b --- , 了 • I. 凡NO 1 Bela V is ta-MT. 15/IV/72 ., N. 5 m 川 . · · 1 n 3 ` . I - 1- I - - ~一一= .一一三-—·_ __ _.".二-- ·一-------_. -= ”;“io lov !皿a $!i1 i!o ia So} ic ia ie 日eIav i$ten$: Ol QETOR !lES f;ONSAVEL: /VALDO l'EREIRA DEPART/>.MENTO COMERCIAl: Jose JJ.F. de 1Jiranda S idne yRob 叮to Escc,bar c e,L1•BORADORES: Dr. Pedro Palm ier i•Sr. An tero Loure iro • Dr. Hel io Loure iro, Pr (Jr. Ros ita Rosa Gomes, Ana A pa­ rec ida de Souza, Clande Mede iros, Es tela Velaz quez. Ma­ yor Gamal iel S tum pf,o El ide Arau jo Barbosa (Med ico) ` -」- 『t忖釭)配圆屑 l l 、N`'alual es ta(lo de oo iua8 e nece88ar io l que qada bms ile ir()raca umau t0·cr itica, jpo iB tod()6 8aore8 pon 斡ve is.N 的temo8 ele i­ I C,6e8l ivre5 mu ito8 reclamam e per guu t1.m. Es tamo8, numa democrac ia? Esauecem qu .ei880 6 conse quenc ia da parca pol itiza­ 炖o den083ll8 m tlS8;l8. Eduear um povo, dar­ lhe um8en tido de pol itica, e coloca-lo co· mo c idad io re8 pon 汹vel, e, 8e 08 me i08 es· colh id0s ex igem uma cer ta d06e de 6acr ifi­ c io8, que cada um ba ta · no p叶to - e d iga: ;J...moa cul pa''. A(I 氏8 darevoluc ilo era o ca- ; oa, a desa:-mon 比,a corru p性o, a men ta li-. dude.aroa ica, o b itolamen to da men te, e se os m ilitares su iram para d ir igirem oa des- .tinos de nosso Bras ilfoijus to, t.1ev ido a for­ ma~ao h is t6r ica· de nossas For~ n.s Armadas, aos en t:in a.men tos da Escola Su per ior de Guerra (E.S.G), eles sab iam o que es tavam razendo, conhe<' iam o t己rreno onde pisar iam, e a ree pos ta a ies ta: Bras ilcrescendo. Coluna Cr is t令 .寸 - ·一 于 ·~ • -___. ~~··---~...气”止___.一______--一 一·___,·仁~.一.--- .,.. ~ ----.一.--一·--I •'.. . _,··,J.『- I ) · · d ' , , ' ` .' 吵 a . • Com o adven to da revolu<; ii.o o bra 卧 l~ iro ad qu ir iµma ior senso do dever, es pi­ r· ito de serv fre c que e ::na 访 im por tan te, von tude Je p!ir tic ipar. ,- 一---r _ ___亡f.一-----一 — --- CALDEIRAO ` / i I 1 I J·· . i i I ' • . l :, '. . 1. i l ( DO DIABO 0 povo de Bela V is ta encon tra 邸 ~m µm es, ta gio de desenvolv imen to c,u lturc1l iruenso, nos con ta tos d i缸ios, en tabulam c_,s conversas com elemen­ tQs.de, pi·Oa da soc iedade, e.. sen ti- 'i.•m~.;nos sa ti_s fe itos no tando o gl'au de l pol itizacao e c iv ismo na ma ion par te - de,nossa comun idade. Ev iden te que 0“Pa po a tual”e a mudanca do pr.e­ 皿o,.. o -~r., Nazare,.d igno geren te do ,tB~nc Q:do Hras i_I.·S:.A., e, o ·sr. Clov is, com~r.o i.an t.e, am igos· d~se josos de ser­ ,V:irem.}devem, na qu ie tude de seus la­ res. yiyerero momen to de ale gre .s·es. pe ta tivas. N·. Q::·momeo to t:em· que.a.c i~ dade:S Qfre uma trans forma 祖O rad i- l cal, `pr inc i_palmen te`_no fa tor.“Pensa· l men to”, o fu turo pre fe ito'encon trara `皿“,Cam po ,j~.,_ara1Io;'; ;.o.,~,eu • 1 忧aba­ (.. l .llo·· se 谗plan tar mas, tera l que ser, • m uito bem plan tado: A Colhe it,a sera Boa 、·,Os pFoblemas.`de')nossa comu­ n idadees t釭0a v iS ta, bas ta-nos olhar ,.·, :c: ·-r :i·· ,,:.••.. • ” “ __, l ., UI. • ·戴一 `,;、(. - T___~ Il 盲 I“Ne go-me a 沮ce itar o.-- fim do ho 呻m. Aered itu` qu po homem nao a penasre- 11 s is ti蚀,com9 :Prevalecera. Ele e imor tal nao por que a penas den tre as cr ia tu­ 袒森ja do tid6 de uma voz inexaur ivel, m.as, por possu ir uma alma, um Es­ pir ito ca r>az de· ico tnp、a ix 的,de sacr ific i?s, de -so fr imen to. ·A· v-oz do: po·e ta,,.n 的 deve· 、s·erv ir· a pena·s de'_ tes temu~~a,·do homem: ela es tacas, u·m.. 'do i-lpilares que o a judar 的 ~m vo lta: Es go t0s, Ener gia, Serv i<;o Ambula t6r io, Mo to N iveladoras, Cam i­ nhoes, Basculan tes, Cal c;amen tos em­ firn, trans for·ma<;ao globa l.Sa bemos que a pre fe itura vem ple iteando uma pe queua verba mas vamos s~r coe­ ren tes o que tern que s~r feito e imen­ so, prec isaremos de uma ve'rb a:sa tis­ f~t6r ia. ~esse _es~ado d~ co isas. e o memen to e~,a to do PRODOESTE fa 曰 zer al go por n6s ~ Sr. Pr f'fe ito ou o Sr. fu turo· Pre fe ito. ou a quern possa ·in teressar: Bela· V is t_a e se tor v ital on­ de o,sen timen tpde bras ilidade e uma . cons tan te por sermos fron te ir iQOS. .N6s n 的ped ir,emos o), im possWel es im ex igiremos o que nose dev ido, o que . de pe rider de n9s a i•es tarem os e Tr i· buna. da. ·Fron te ira;· quando· for • para 、a po iar merec id s.Irien te:.a po iara e quan­ ': do a. c~ itic~ for I1,ee~s~ar ia cr iticar e.­ mos Para is to, es tamos numa na 祁~o livre.e: democra tica: 0 • BRASIL. 扁圉霾 ` a加g血 das An to ine do Su in t-Exu pcr yem seu livro "Terra dos Homens" fola da enc o.rd ida pr isao que encerra mu itos homens: "Velbo buroora­ ta, meu com panhe iro a qu ipreaen te, n in guem nunca fez com que te evud isses en 的知ro 忙 ponsavel por isso. Coos tru is tc,tun paz ta pando com c imen to, como fazem ns term itas, todao saldas para a Iuz. F icas te enroscudo em tua ae guranca bur guesa, e, tuas ro tinas nos r itoG surocan tes do tua v ida prov inc iana; e er guo 贮 te es tn hum ilde pro tecao con trn oo ven too, c as mar 的,.e as e 玑relas. Nao quereG te in qu ie­ tar com os grandes problemaG e Iizes te um grande es forco para l:lB quecer a tua cond icao de homem. Nao 邸o h~b itan te de um plane­ ta erran te e n 的Ian 伈8 per gun ta8 83m golu qRo 钰um pe queno bur gues. in guem te oacud iu pelos ombros quan­ do a ind o.era tem po. A gora a ar gila de que es fe ito ja secou e endureceu, e nada ma is po­ dera des per tar em tio mus ioo adorme l.lido ou o poe tu, ou o as tronomo que talvez te hab itas­ sem. E a qu ique n 姑paramos~ somos jovens ar gila a iuda 祖o secou, Ha tem po pa 邓 nacud ir, olhnr em vol ta, des per tar. que es tamos n6s f釭zendo para qu pra pie d,ade galhos. e Fo}has. Poe ira que se levan ta guas que cor­ Poes ia na qu ie tude das a fr ias oa8 rem man8amen te, que jorraIll Mon tanhas. . 'fr is teza, da Poes ia da So lidao, da Ausenc ia. uando do Poe8 ia na pr6 pr ia poes ia e ier ito a que­ l ivro aber to percebe-se DO sabe d i­ ia -in te lig的c ia de escoIa que zer em belos Ver$os os seUS sonhos. Poes ia e tudo o _que vem~s. J(oes ia 仓Sonho Ereal idade. £ am izade! E amor! Poes ia esereve poes ia nas are1as do deser to da V ida! V ida e Poes ia! E is a poes ia da v ida: A pr6 pr ia V ida! Coluna d 己Saude [圃圆圃箭『圃n 肛0 6 | ` 丿 ·— · 一、A __.•M· lJ配A._1· Ho 咭r ios-Loc,al-VASP ..... .' ,Par tidas as 14,30 • Q11 in ta~. fe 让as para:'Dourados, Lon­ dr ina ,姐o·.~aulo-R io. 、 · s·ex tas as 09,_50 para_ Ca rripo G r.~n­ de-Corumb~- C.uiab 公Go ian ia- Bras i- .lia.. I _· V ia je b~m V ia je VASP 一 夕 Cla i:J.de· Mede iros La Barranca.; Churrascar ia 名___ __..,_ Mere 啦o·Fuka ya Cerea is • Fru ta■- Verdura11 e Beb idaa nac io~a is e e■~an ge iras I Ru 邕eD::: e~-d: :。二l i;;13:onBeela20: 」 Escr itor io P ro gresso asco CRC 1557 llua 3 de Ou tubro Bela _ - . 一 a n o d . ~ 0 8 i g oB ao de Be in r d n m . G co 二 do ato as p av , e M rr O . el o b d . u . - a hr lTE ade Bab 0 0 d - elh B . ele taa m a o n e s . m ` n o ra da q . r 8 、 a a ro A a . lr B nt B St g La co or vi A de Ag 二= 1 1-• . u. 1 _ _. 1· 一 Comun icacao da ca·sa. da al1l izade En quan to es tivermos 括o, nao nos a p_er­ ceberemos- da ex is t的c ia dos d iferen tes or gaoG do nosso cor po. Tao-lo go porem, ocona um d i江缸~io'em· seu iune ionamen to no ta :oioa que temos um cora c;iio am den te, um ·pulm 五o. Sao oa den tes que denunc iam. sua ex is t的c ia de mane ira 管ma is irr E::veren te. E o que • se verH ica na pr ime ira i啤nc ja_ Quando se av iz inha a e poca da • pr ime ira den ti9 五o, a • cr ian c;a: a te en tilo oom por tada, paesa a iicar. mal humor 氐 da e a pres~n tar ou tros d i吐虹b ios. 01 d issabo­ res c@m oe demes qua_ ·a·ucedem. E, • eomo d i­ m inuK 的8es d iBBabo :re 的€om ~ tra~men to pre­ ven tivo, tra tam~n to que se inic 垃duran te a ges ta 住O, do 5° m6 gao n 叮c im·e:n to, ··e, a te a tin gn ir o 5* ano de idade. E a fa8e pr inc i­ pal para uma den ti~iio • sad ia e tor te.~ N~s te p~ime iro per iodo · preven tivo, o eal -cio· e • de im por tanc ia Y ital para a forma 悼0 dos den tes. O 2o per iodo e o pre pa r-o pB icol0 gico da cr i­ an c;a, para 0B CU idad08 com os den tes, mos­ trando lhe a-sua im por tanc, i.,a 、8Uabeleza ,, sua gfun9 的8. Ums im ples exameex t.rno perm ite reconhecer a im po 沮ne ia da pos i拉O que a na tureza co nfer iu ao8 den teB. Qual quer alimen to,an tes de che garaoea t0ma go, a tra· ve88a a ea 寸dade buoal. Toda IUbs tanc ia eon­ tam inadaexB ten te na b6ca m isturar-Be-aCom o al im.n to reduz indo 8eu valor nu tr itivo. A pr inc ipal ion te de con 诅皿血性o permanen­ te da cav idade bucal. e re pres den te8 ear iad0I.Os den te8 沮o :罣;之:心P 掌 nas para amas tiga 如五o, exercem no or gan is­ (mo Iunc6es que in teressam a te me8mo a persona lidade do ind ividuo. 1) Levo ao ·conhec ime lito de V. S. qne na reun iao rea lizada µo dia 05 de Mar c;o de i97~ fo i.el t-'ita a nova d ire to­ r ia des ta ins tituicao, ficando ass im cons titu ida: ~res i