• 1 
j «MERCADO 
t."...«« 
N. 14 
Frigoríficos 
Bourdon (C. Grande) 
Sadia (Maringá] 
Casa Ricardo (G. Lopes) 
DA CARNE» 
O mercado da Carne fechou hoje com a 
seguinte cotadio 
Boi Gordo 
Cr$ 3,40, o quilo 
3,30, o quilo 
3,30, o quilo 
EDITORIAL 
. O Brasil trçou o seu rumo. A TRJ­ 
BU'iA acnrnranba este ritmo o govêrno 
a<iotou a política de servir, A' TRIBUNA de 
despertar e remodelar. Assim como aur· 
gem os "caearéoos" no cnminho da Tribu­ 
na, eurgem também os "descrentes" no ru­ 
mo do Brasil. "INTEGRAÇÃO", disse o pre­ 
sidente Médicf, oolocou na ordem do dia 
esta meta, entramos em convénio (I0m o 
Paraguai e estumoa construindo o maior 
complexo hidroolétrioo da AmP-rioa: Sete 
Quedas. Queremos um pouco, mas dar mos 
muito, Sete Quedas beneficiará tr~a paises 
mas, 8empre existem os mas, a Argentina. 
na conferência ôbre poluição, realizada em 
Estocolmo. deu um voto contra. AohaID· que 
o complexo trará problemaR ecológicos pa­ 
ra a região. O nosso govêrno sempre pro­ 
curou adotar a ''compreensão'' para resol­ 
ver seus problemas exteriores, isto sem des­ 
cermos a sübmis~ão. E uma humilde cun• 
fiante. ggp,fra.mos que os irmãos portenbos 
lacem sua vista para o passado, façam 
uma alise do presente, e, aceitem O PU­ 
TU O. ) B·sil não é ais o oís exolu­ 
sivameote do carnaval e futebol. O Brasil 
Despertou É uma Nação, e frisamos bem: 
N J , na u1 impedirá noaso progresao 
NAD . .. 	' 
Ga111inha cél6re "A TRIBU'.'JA'', rumo 
ao abjetlvo traçado Pregando desenvolvimen 
to, ha armonia. Incultar nas maseas o, es­ 
tudo psicológico de evolução". Soberbo, al­ 
tu.:eiro, nosso jornal prima pela linguajem 
eclética, acima de tudo real. 
Sabemos que um jornal é porta voz, 
baluarte du liberdade, meio de comunicaç!io 
que tran0forma. E o principio que evolue 
até atingir o grau de moldar. lsxistem al­ 
guns "cacarécoa" que são contra a no0a 
maneira de dizer as coisas, mas eles tam­ 
bém ae moldarão. Confiamos no homem. 
Os meios que proporcionam o desligamento 
dns politicagens, é a cultura e o auto-co­ 
nhecimento, Estamos a meio caminho, Mu­ 
daram os tempos, mudaram os homens. 
Hoje o notiso govêrno, que adotou a 
linh do desenvolvimento, prima p.:-lo 6en­ 
tido de brasilidade, desperta no homem a 
vontade mais férrea de ser cada vez maia: 
PRODUTIVO 
------------------------------------- 
O BANCO DO BRASIL SIA 
Comunica que u partir do dia 01.07.72. as notas ant_igas 10,20,50 e 100 cruzei- ! 
ros não mais te! ão valor. f.· remos recolh1mento até dia . 80.06.72. 
' . . 
- ,t••·: 
1 : • 
A 
• d que dese1· im 11-vpôr seus animai§, na la 
s intzrzssa Os 	+ • 
l 
leira de amostra gro-l'scuária de Bela Vista, comunicamos 
aberta as inscrições que irão até às 1:00 do 
que se ncontram 
dia 
1
o de Julho o Sidicao Raeal d B. V. os animais de 
verão estar acompanhados dos respectivos atestados. 
1) Ioiis e hae Mntles 
Telefone. vai ligar Brasil e Pa­ 
raguai. Conexão será feita através 
de P. Porá e P. Juan Caballero. 
SETE QUEDAS será usina do 
séc. XX 
Juiz de Direito Dr. Gerval Ber­ 
nardino de Souza á a favor do !Di­ 
vórcio. Leiam sua entrevista • no 
"Gente que é noticia" 
Argentina insiste em conhecer 
a "priori" os planos Brasileiros pa­ 
ra a construção de Hidrelétrica de 
Sete Quedas. Alegaram os Argen­ 
tinos que a conamiçao quebraria o 
equilíbrio ecológico da Região. 1 
Congresso Mundial de Estradas 
de Rodagemt patrocinado pela Ro­ 
ad Federa tion será realizada, em 
Brasília de 18 a 20 de Setembro. • 
5 horas após o tél'mino de jôgo 
Iuguslávia x Bolivia, dosabou 15 
metros quadrados do Estádio Pedro 
Pedrossiun 
Hoapital de Bela Vista, 11ace­ 
berá visita de Médicos do Hospital 
• - das Clinicas, de S. Paulo, no pró­ 
ximo número reportagem completa. 
Japonêses proeuram um nvo 
Líder. Eisoku Sato deixa o cargo. 
após 8 anos 
Austrália. e o n t r a Provas Nu­ 
cleares. 
Argentina dá Armas 'à BoliTia 
(Jornal da Gaceta) . 
, 
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. A1ro-P1cuaria de 
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10de Julho 
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Informações e vedas com Edgar LacbmUl 
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Rut4W-Onú 8mrindo Mqtto Ç ffrlflo 
o 
on?o de encontro da Sociedade eiavistenee 
-- - -- ------

'1'ril,un11. da Fr11nteira 	24 de Junho ae 1972 
E S C U T ft 
----- - ... ----·---- - ·- 
- ·-·---·-------- .. -- •- - 
Gente Que é 
/. • ri :! 
O n~~la viatense promoveu no sábado 
ll'na noitada alegre. Fermina e íari­ 
lé l de~filaram reeditando o Miss Mato 
Grosso, verdadeiro show de graça e 
beleza. 
Notei e anotei a presença marcan­ 
te Sr. e Sra Maneco Miranda, Sr. e Sra 
José J. F, Souto, Sr e Sra Tibiriçá 
Loureiro, St· e Sra GaribaJdi, sr e sra 
Antonío Ui'bieta, sr. e sra Antero Lou­ 
reiro, 8r e sra Clovis Marceilno de Oli­ 
veira, sr e. sra.Jairo Vasconcelos, sr e 
sra Osvaldo Gomes e sr e- sra Schlata. 
Prestigiaram também Glande, Enil, 
Tito, Djalma, Enilde, Pericles,. Angela, 
Cel .,o 8aez Elizete, Tadeu, Djalma Ro­ 
sa é as deslumbradas de Ponta Porã 
Rossana e Toninha. 
[solda de par constante no Baile. 
Quem _era êle boneca? 
; • ' 1 . : ,  
_· .,Comparecemos ao casamento da 
Edil. Pereira Souza. Mu_ito linda a noi­ 
và. Ao casal muitas felicidades. 
, Porque o Peieco anda triste? 
. Segundo a Mariangela O -Bom da 
Paróquia curtindo uma tremenda. Fossa. 
. -;1-iicardo e Nidia. namoro cada vez 
mais firme. Noivado à vista 
Luiz e; Mariangela num· ''baile lá 
na roça" no dia de Santo Reis~ canta- 
vam o Capim Gordura. 
Cornemor·ou dia ~l as bodas de 
! rata o casal Arnaldo Hochu. 
O Edvaldo com E-Ua canção "O is­ 
queiro que me deste er·a de vidro e se 
quebrou o amor que tu me tmhas era 
pouco e se acabou'' 
do 
''Ouve a mulher quando te fita e 
oão quando te fala'' 
Clande Medeiros, Terezinha Varga.s 
da Rosa, sra. Diva Urbieta Zavala, 
Elida Esolda Lino, Sílvia Loureiro, Ma­ 
rileia zchlata, sra. Ana R. Oliveira, sra 
Hosita R. Gomes, srta Toninhe, e Fer­ 
mina Quintana. 
Sr. GentH Vargas da Rosa. e Zule­ 
ma Loubet da Rosa. 
Dr. Gerval Bernardino de Souza, D). 
de Direito da Comara de Bela Vista. 
Juiz 
-« , - • • ! 
•• XPE DIE N TE 
IR5A3 DOA FAORTEIR 
Diretor: ·Ivaldo-Pereira ••:' 
Redator Chefe:. Dr. Ely Araujo Barbosa 
••.si2..sr:+:+ 
CÔL-::-BORAOORES:_ 
-,7.7.,-C' _' •• • .' 
o., Dr. Pedro. Palpiert_.:_: . 
. Maj Gay Cardoso Galvão 
: AnLero loureiro 
Dr. Hélio Lou:+iro 
Prof. Rosita Ro84 Gomes 
A na Apurecida ·de ouza 
';}ande v,edeiroa 
t_:_.<i. •Esteia Velaequez 
Msyor Gamaliel. tumfh 
R DÀÇJ. ó .. E: . ÁDMINISTRACAQ__ 
Rua Duque de Caxias, N. 1285 
BELA VISTA - M ._TO GR0$SO 
O Jornal não se responsabiliza pelos 
con<'eitoij. ~mitid'OE(em· .colunas assinadas 
.. 
"O. corte Perfeito" 
• t __ . 
Rua Sebaetiio Crispim do Rêgo 
1 Bela Vl■ta 
• Mato Gros■o 
TF: - Quul a sua opinião sôbre o 
<li vóreio'? 
Juiz - O divórciu eomo é do conhe - 
cimento de todos, importa na dissolução 
do vínculo matrimonial desfazendo o ca­ 
samento com a habilitação dos cônjuges 
a 0f'Dtrair novas núpcias, enquanto que 
o desquite é uma separação de corpos 
e de bens. sem dissolucão do vínculo. 
Vê.se claramente que o divôrcio ofere­ 
ce unrn nva oportunidade. 
·1 F: - Qual a sua opinião s ô h re a 
morte para os casos de crime contra a 
vida? 
,Tuiz: - A finalidade da pena é no sen­ 
tido de recuperação do ser humano, u­ 
ma vez adotando a pena de morte se 
ria negar ao ser humano a tentativa de 
recuperação. • .. 
TF: - Qual a causa do uso de tóxico, 
principalmente, pelo jovem atualmente? 
Juiz:-Am·editamos sinceramente que 
a causa esteja na falta de comunhão 
com Cristo. que é a única formula per­ 
feita de realização humana. 
TF: - O Fundo de Garantia trouxe · 
mêlhoria para o trabalhador? 
,Iuiz: . Não resta dúvida que o Fun­ 
do de Garantia trouxe beneficio ao tra­ 
balhador .. 
TF: - Como o Sr analisa os Hyppies? 
Juiz: . Ninguém pode ser contra_ os 
hyppies. A mensagem de Paz e Amor 
merece nossa profunda reflexão. Paz 
todos nós buscamos e só está em paz 
quem tem a coragem de corrigir os seus 
próprios erros, renovando-Ee cada, dia. 
Amor é a máxima de Cristo - "amai-vos 
uns aps outros assim· como eu vos ten­ 
ho·'. Afinal, ninguém consegue trilhar o 
caminho da evolução sem plantar em 
seu íntimo a semente do amor. 
TF: - O Juri Popular é uma Institui­ 
ção ainda atual ou hâ exigência da sua 
remodelação? 
,Juiz: - Advoguei durante doze anos 
e o Tribunal do Juri foi a minha esco­ 
la O magi&tério da experiência indica 
a incerteza da Instituição no seu fun­ 
cionamento, bastando para tanto a sim­ 
ples lembrança de que muitos julga­ 
mentos são realizados ao sabor da con­ 
veniênci'a • p·olítica. O Instituto merece 
ser reformado. 
TF: Qual _a sua opinião sôbre o 
nosso J Ol'nal? 
Juiz:- Nesta oportunidade eu e mi­ 
nha senhora, queremos farmular os 
nossos mais sinceros agradecimentos a 
todos os que nos têm distinguido· com 
seu carinho e a_mizade e, __ prjpcipalip.en­ 
te a este jornal, que atravéa da invul­ 
gar inteligência de seu Redator, nos dá 
a indiscutível certeza da posição privi­ 
legiada do· Povo de Bel,a . Vista, em ter 
'Dr. /Jélio f2oureíro 	um orgão de· divulgação. di1no do nos- 
tE#ises=el"••• 
D». Carlos €dy 6a de 'Ptedeiro4 
·Advogado 
Bela ·_ Vista 	Mato Grosso 
~--------------- 
D,, Kato D2oureiro Pinheiro 
Advogacia em geral 
Rua Antoniu Ma. Coelho 1215-Belà Vista 
D, Pedro Paltere 
Advogacia em geral 
Rua 15 de Novembro 170 • Fane 239 - Dela Vi,ta 
o 
Cly -3Araujo Barbosa 
• Médico_ 
Bela Vista - Mato Grosso 
? - · . à 
Médico Cirurgião 
kua Coronal Camissão 620 - Pela Vista - Mt. 
. ' . ~ : ' . . : 
D». Tini 'Ttturano 
Médico 
tua onda da Porta Alagre - Bala Vista 
' 	.. 
Dra. 'ltdia Juliana 4lares rce 
linica Odontológica 
Atenda-ra dia.e noita - atenda até as 2,00 heras 
AI _lado de la _Muni«upelidad_D. Viata- Paregay 
(l

24 de Junho de 1972 	tuplrmento 
- ·-. ---~---·· •. •-···-· - ·-------------··-------- 
Nascido 
·, Durante na primeiras 24 bs f ' 
ao reeém n , ·d 	• o erece-se 
• 	- 	A c	] 
O 
pequenas rações de àgun 
fervidu e cl!ú à temperatura ambi t 
5º' ,. ~ . , 	en e com 
'º u~ 1t<,:llCtir_ por co]heriuhaa. • 
Dt~pui_s cl
11
s 24 ha. leva-se o Bêbê ao solo 
matel'llo :-,.;i1o há horário fixo. Geralmente o 
próprio nen_em foz, o que acontece cada 3 bs. 
~UR pri.nelraa semanas há o aleitamento 
pela ma lruyuda e que é suprido tão logo a 
criança o deseje. 
9 
: sucção não deve prolongar-se maia de 
.. l ·11!1nutos em ~ada selo. É conveniente que 
a· cc·111nça ei;vaz10 um petto e termine no ou­ 
tro, no qual, iniciará a amamantação na ee­ 
gu1nie mnmada. 
Cartório do 1o. Oficio 
José Avelino e Silva 
• 1, 1 
. ' • 
:J~ab'eliâo, • Escrivão, Oficial do Re­ 
gistro de Imóveis, de Títulos e Do- 
. cumentos· de Protestos e anexos 
[ena Asa. ato Grosso 
~--~~~---- ........ -io---------- 
} Exposição @gro -Pecuária 
Bela Vista ano do Pogresso 
 • : , r r • : 
etapa 1 do desenvolvimento. 
aeu...l• ..... ·~	·- - - - ~ - - - - - - - - 
, ' 
' 1 • : 
1""e 
"ELhVIST EIS E' o jornal é a voz de 
• 1 uma cidáder- Façamos com que Bela 
Vista não continue Il:lUda" • 
. . , ! . _ r. 'i. • •• -. ·r i • t • • • .' ~ _ 
&@iaborénis cor este Semanário 
' 1 - •: • • • t 	. 
Escritó_rio· 
peelarações de Imposto de Renda 
. ! : . • . (Física-·Jurid1ca) 
. } •. •Extratos-Distratos-Co.ritratos-Contabilidade 
ein geral . 
General Osorio, 825 - Bela Vista - TM. 
«, 	À 1 
Quando o leite materno niie chegue 8. sa­ 
ti8fazer as exigências do Iilho. nllo deve a 
Mãe recorrer a outros alimentos parn com­ 
pensur· parcial ou totalmente esta deficiência. 
É preferível empregfir-ee lejte acidificados ou 
leitelhos. 
Potle utilizar-se também o leite de vaca 
acrescentando-se 10% de açúcar. Asolm para 
cada 100g. de leite 1 colher de chá de açú­ 
car e 1 colher de chá de maizena ou creme 
de artoz ou de aveia . 
Lembrem-se que o creme de arroz é 
constipante (endurece as fezes liquidas a a, 
veia é laxantP(nmolece as fezes sólidas) e a 
maizenu é neutra. 
Fotos para documentos - Fotocó­ 
pias - Reportagens - Fábrica de 
quadros - Plastifica-se documentos 
Rua José Bonifácio. 631 Bela Vista 
------------------ 
Escrito rio Progresso 
de .Jairo de Vasconcelos 
CR C 1557 
Rua 3 ·de Outubro Bela Vista 
s±El 
Doenças circula órios-Hipertenaão Arterial 
DiO:bete - Doenças dos aparelhos ReapiratQ- · • ·: • • ... J .• ;_ ·, .-·, 
rio, Digestivo e Urinário - !Jisturbios ner~ . _,· •:,·,.· .. ·:- _ • :_:_·:._,'-. 
Vosos Tratamanto de engorda e de ema­ 
grecimento. 
e 'N5ULTA: da1:1 H,OC às 17 horas na Imfermnrln 
do to RC. 
U·GtNC1..;: 11 qualqne1· hora - Tel. Re&. l!í 
a 
1 
1 
--··-· 
1 
- $A lU E A 
Horarios-Local-V ASP 
Partidas as 14,30 
Quintas feiras. para: Dourados, Lon­ 
drina, 3ão Paulo-Rio .. 
Sextas às 09,50 para • Campo Gran­ 
d e-Corum bá-Cuiabâ-Goiania-, Brasi­ 
lia. 
Viaje bem - Viaje VASP 
VISITE PARAGUAI 
Terra de Paz e Amôr 
Conhe_ç_a Assunção 
. . t  
'.'Tie,rra de Sol.... 
'Tierra de Música ... 
.- : .. Tierra de.;Bell:eza ; .. 
, 1 1 j • • + « 	e 
U, 
. 
. . ,.,. 
• • & 
; 
..8 
DIre«lo lenarai de Turismo. 
asieada T•rl••• ■•lla Ytata - Paraguai 
Mss 
Quintana 
Simpatia Bela Vista 
~---·- --------------~. 
iai ht Mtir: a as ds 
milhars ale ciis iln-se t­ 
tt as planas pi#itas 
"legar pn iã atri" 
- -- '- . -"'-.....__ --· ~ - 
«$mi te leais Kiilias iu ?k 
' • Vr. rlori -111.,urono. 
CPF 00380351 - M.IDICO - C.R.•. 115 
Rn 15 lflne■•n 75.'_ Bela Yista IIL • ,., •• DI

24 de Junho de 197% 
suplemento 
' 
ii . 
., . 
•• ·e-... 
,. Do n 
•1/Jro Gflo 	gora cada bilhota Lemat tem 
dz../8So ir, 1o racocs o custa crs 20,00 
te _ , ado ele. Você podo ficar rico 
$?s. 	"is,2 ' sozinho Não divida sua serie. Você 
• . -C:::.: em 1766 premias prá ganhar e 
() . 	-5s° ais o primeiro premio de 
: r$if 	CrS 20000,00. E ainda desfruta das 
)g 	obras que a Lema! custeia: praças 
de esperta, obras sociais. A Lemat 
? ~' 	~~íQ-."J;c; aplica todo o dinheiro arrecadado 
na venda de bilhetes, nestes bens 
• A Leinal tem esta opinião. 
cijados. Isto quer dizer que, o seu 
dinheiro não sai desta Estado. Uma 
coisa é certa: com os bilhetes Lemat 
voce não. perde nunca! 
LERA 
LCJTERIADO ESTADOMMJa-0~ 7 
aquele ftbraço 
8aia visiense: rclesore 
a E#gsesis@e 
mêsa São Daniel S/h ] 
• -- •• 	o o» ·- 
Salda: Para Caracol às 2:oo hs. 
Agência: Travessa Sto. Afonso 
.e/Duque de Caxias 
Pedras de . Granito - Tanques p/a lavar 
Pronta entrega e Perfoição 
Rua Barão do Triunfo 639 - Fono 237 
í.lela Vista 	Mato Grosso 
· VISITAS DA SEMANA 
José Joaquim Ferreira Souto 
Moaoir. Baione 
Jairo Vasconoélo1 
AngeJa Bodrig11e1 
Jornal Folha da Tartl.1 (Coru1J1bi) 
Jornal qe .Dourados [Douradó1] 
Correio do Povo (Ponta Porá) . 
Revista Atualidades [Tr0a Lagoas] 
Joral o Pantaneiro [Aquldausna] 
Eram quase dezenove horas, quan­ 
do em pleno banho de caneca com a­ 
gua de poço, meio salebra, lembrei-me 
da obrigatória visita a uma pessoa 
grada e impoitante local. Uma 'Visita 
de doença, onde o dever impunha-me 
levar a minha eolidariedade. Depois de 
uma talagada de cachaça com pó de 
cobra cascavel torrada, mudei a gos­ 
tosa brim coringa, camisa serzida na 
gola e calcei um pé de tenis, o outro 
não posso, Como quase todo mundo já 
sabe, reside no meu tornozelo esquer­ 
do, o sr dr. reumatismo, que por nada 
neste mundo me abandona,- obrigand•­ 
me ao uso, no de cujus, um chinelo ve­ 
lho. Vai daí por gozação de alguns e a­ 
feição de outros ganhei a • carinhoso 
apelido de ''Pé de Chinelo". 
Apelido é cousa engraçada. Se a 
gente reclama, acha ruim, êle pega. Se 
o aceita de bom grado, pega também. 
Depois toma conta e a gente perde o 
nome e a personalidade. 
Se perguntarem a qualquer pessoa 
de Bela Vista se conhece o sr Robson 
Nabam, ninguém conhece, mas o Pele• 
co todos. sabem onde é a sua residên­ 
cia, os seus gostos, as suas virtudes. 
as suas doenças, seu inigualável vio­ 
lão e os se110 vícios. 
Se perguntarem quem é o Sr Ru­ 
bens José Pereira ninguém sabe, nem 
mesmo os colegas de Repartição, mas 
o MA TEBA, todo mundo até os engra­ 
xa te8 sabem quem é o dito. 
• A visita de doente era para o Ma­ 
teba, a.migo· velho, desde os tempos de 
futebol_ em ~orumbéi, De cama, há al­ 
guns dias; só memo à tardinha tive a 
desagradável noticia de sua enfermi- 
dade. 	• 
Pensei, fora cousa grave, mas quando 
cheguei, suspirei aliviado sabendo pelo 
própno que em seu Joelho direito passou 
também, a residir o .senhor de todo~ 
os ossos, amigo de todas as coxas no­ 
vas ou velhas, idquilino das articulações 
o excelentissimo sr dr reumatismo. Co­ 
mo vocês podem ver, eu sempre trato 
com mmto respeito esse cidadão que 
não respeita ninguém ' 
Ora, em reumatismo e tenho gran­ 
de experiência. por isso o meu suspiro 
de aliTio eom o esclarecimeato do Ma­ 
teba. 
Ouvi, pacientemente, as suas quei­ 
xas choramingadas. Que o Loreti Iâ es­ 
tivera, acompanhado de um crioulo al­ 
to e forte, que lhe benzera e lhe dera 
umas messagens que lhe deixaram meio 
triste ·e dolorido. 
• . Cautelosamente, fiz..lhe . Ter, que e1- 
se negócio de massagem em homem • 
perigo, pode viciar e qua1e sempre a­ 
caba mal. 
"P! a massagem que êle tez foi 11• 
Joelho, era bolas, Não é o que Tocê 
esta pensando, seu porcaria retruceu­ 
me zangado em violento protesto sem 
ehoromingos," 
[Continua na última página)

'rribu'na da Fronteira 
------=-::.....:....:::..::.:.~~-----~----- 	24 de Junho de 1972 
"Salve Umbanl!éf' Salve Todos os Orixás de Umbanda de Bela Vista 
Nasce dia 24 de _junho de 1972. a 
Tenda Espirita Pai José da A~. ' 
l' 	• r,;J léi. 
A ( I estamos reunidos, com amor e 
cânticos, e o nosso canto fn 4 
reza pedi: 
1orma [e 
• +eu1mos em nossa prêce a Pai 
Ogumn, Pai João, Pai Antoaio, Pai Joa- 
qUIm e Pai José para nosso al curar 
gula8, estas que são de muit presti­ 
g10 e la maior evidência na Umbànda. 
Com suas poderosas falanges, no 
trabalho de assistência aos necessita­ 
dos, eleM vao polarizando as atenções 
de crentes e simpatizantes adeptos e 
cu~10sos, que buscam um lenitivo para 
suas dores e tormentos. 
.?ão Espiritos que prendem os filhos 
de fé, pela maneira humilde, carinhosa 
• e;: mansa, no tratar com os ' enfermos 
de· todos os matizes vez por outra al­ 
gum filho mal intencionado ou mistifi­ 
cador recebe tratamento enérgico e ru­ 
de. em virtude da sua .falsidade ante a 
missão caritativa e benévola, dos obrei­ 
ros do senhor. 
Como é tocante quando o filho se 
ajoelha, ou sen.ta aos pés dos queridos 
velhinhos,_ confiante e com a saudação 
habitual.'·· • 
.4·±! Benção, pai José 
Benção, pai Antônio 
Benção, pai ,João 
Benção, pai Joaquim· 
• "São testes de humildade para os 
filhos, que, os procuram; certos de re­ 
ceberem uma palavna de confôrto; u­ 
ma proteção, um remédio, banhos de 
ervas, ou pomadas para uma ferida 
que o tempo purga". São quadros vi- 
vos· dos mais variados. • 
· • Muitos filhos, de -Deus não sabem 
o que de magia, quando a alma pros­ 
ternada, confessam ao pês dos obrei- 
ros pl'otetores, com sem; problemas a­ 
flitivos. 
"Preto velho escuta silencioso, pi­ 
tando seu cachimbo filosóficamente, fi­ 
ca observando e assuntando, o que lhe 
revelé:t a criaturu. por vez de alma di­ 
lacerada e trisce. 
"O preto velho escuta o que vai 
la por· dentro, nos meandros da alma, 
se é real ou fingimento, se o filho ei:-­ 
tá passando por prova, ou se é me­ 
o de seu programa. Pitando sereno, 
sem pressa, êle dá a receita de que o 
fi.lho precisa E quantas' vezes, só de 
conversar com o velinho, o filho 8ai 
curado de 1ma angustia ou doença. 
Quantas vezes, o filho senta ou ajoelha 
e ehora, esconde o rosto entre as mãos 
e consternado, pede ajuda. Preto velho 
olha. tira uma fumarada de seu cachim­ 
bo, chama o cambono e pede um copo 
de agua, coloca nas mãos ou na cabeça 
do paciente e docemente pergunta.:: Já 
passou?. Sua risada ecoa pelo recinto 
participando a todos a alegria da vibra­ 
ção no terreiro. 
Os filhos libertados dessas futili­ 
dades, relativas a uma encarnação, ren­ 
dem graças ao Senhor. E ao findar da 
noite, quando todos já se foram O Ba­ 
balao lalorixa, mãe de Santo, Pai de 
Santo ou mesmo os mediuns. perma- 
. necem .no terreiro como se quizessem 
recoll;ler as lágrimas dos aflitos e jun­ 
tando-as em suas mãos como se péro­ 
las fossem, ofertá-la ao Divino Oxalá 
implorando-lhe que as transforme:u em 
alegrias. 
SALVE OXALÁ 
SALVE UMBANDA 
lena 
Educaçêlo - Perseu Abramo 
O Progresso da Ciência 
JI 
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. . .. . 1 • . 1 - 
(sia t lkailh«joia «4li ELE» 
., te e  • ·~ 
Iitegre sé ia automatização, seja 
datilógrafo 
• . 
Professores competentes 
Bela Vista 
8AZAR «GLADYS» 
Artigos estrangeiros, bebidas, con- 
$, - . finas ·Pantalonas· Lee todos 
·reccoes ' d tigos , para 1 
• os tipos, ·brinquedos, ar - 
1 
i : • • -0 inverno • 
Bela Vista ·- Paraguay 
. e a . 	. . 
..n :......''i'; • :» « ' 
• < - ; 	• 	•' 
a '_.l__y 
(Continuação) 
Dados Biográficos 
Gerval Bernardino de Souza é fi­ 
lho de Francisco Bernardino de ~ouza. 
e Alzira Alves de Sou.ia. Casado com 
Da. Aracy Pinto de Souza-Três filhos. 
Ana Paula Pinto de Souza. Paulo Ce- 
ser Pinto de Souza e Luciano Pinto 
de ouza, Natural de Mutum-Estado de 
Minas Gerais. 
Nascido em 3 de Julho de 1937. 
Formado ela Pontificia Universidade 
Católica do Estado de Minas Gerais 
·-em 1959. Curso de ,Doutorando pela U­ 
níversidade. Curso de Criminologia. Cur­ 
so·, Extensivo de Direito Privado pela 
Faculdade de Direite do Estado da Gua­ 
nabara. Curso de Direito Público pela. 
• . Fundação Getulio Vargas. 
.. J: ~ . • • 
Juiz de Direito do Estado de Ma­ 
to Grosso· desde Agosto de 1971-clas­ 
sificado com concurso de Provas e Tí­ 
tulos em, 1o. lugar. 
Dentro de duu3 semanas será realizada a 
XXIV Reunião d·1 Sociedade Brasileira Para o 
Progresso da Ciência, na Cidade Unfversltá.rla 
de Silo t'aulo. Agora, em todo o Pa{s, e mes­ 
mo em outras Nuçõos latinoamerlcanas, cen­ 
tenas de flsicos, geneticistas, demografas, edu­ 
cadores, quimlcos, antropologos, estariio fazen­ 
do uma última revis/10 cm suas teses, s e u a 
"papns'', auus comunicaçôee, seus artigos. De 
tcdo esse muterlul, com antecedência plane­ 
jdo, elaborado, escrito, reescrito e corrdo, ro­ 
sultará, certamente, um balanço do que a Ctên~ 
ciu está fazendo no momento, no Brasil. 
. Mas também resultará outro balanço, me­ 
nos ostensivo e certameate mais algnfücativo: 
é o que a Ciência não está fazendo neste mo­ 
mento no Brasil Os temas que não estão sen­ 
do abordados, os caminhos não percorridos, as 
sendas no exploradas, as hipóteses nem ten­ 
todaa, as verificações não concluldas. Isto é, 
mais do que um repositório dos produtos da fn,. 
veatigução oientHica, as reuniões da SBPC coa. 
tumam ser-e esta o será também- um levan­ 
tamento da problemát'ica da politica cientifica 
do Pais. 
E é nessa politica cfentmca brasileira que 
os cientistas certamente estarão pensando nes­ 
se momento-ou deveriam estar. É ela-mais 
do que os tem!is da ciência, tão caros aos cien­ 
tistas- que deve começar a m<?recer uma a­ 
tenção mais cuidadosa por parte doa eientls­ 
tas, sob pena de estes ~e verem alljados de um 
processo de decisão no qual certamente eata­ 
ro interessados outros cidadãos, como os poli­ 
ticos, os empresários, os militares, as autori­ 
dades. 
Por exenplo: o que os cientistas braoilei­ 
ros estão fazendo para descobrir, na flora e 
na fauna brasileiras, novas e mais barataa fon. 
tes de alimentação? Que tipos de pesquisa po­ 
deriam levar à substitui9ão de certos produtos 
animais por outros vegetais a fim de que as 
crianças da áreas pobres fossem menos ca­ 
rentes de nutrição? O que fazem os cientiatas 
para pesquisar novas formas de aproveitamen­ 
to de materiais de construçllo., a fim de liber­ 
tar os inquilinos da danação eterna do BNH? 
O que se faz, a ciência brasileira, para des­ 
cobrir como educar a criança bramileira, na es­ 
cola brasileira, com os recursos ( ou com a fal­ 
ta de) brasileiros? A roupa que o brasileiro 
veste, no verão ou no inverno, alguma vez me­ 
receu a atenção doa cientistas brasileiros? De­ 
dicaram se êles a descobrir as fontes de ener­ 
gia brasileira, o veiculo brasileiro, os próprios 
modelos e padrões de pesquisa cientifica bra­ 
sileira? 
A reaposta é sim, para um número ba­ 
tante grande de casos. Mas lamentàvelmeiate, 
é não para um número maior. Há ainda, en­ 
tre os citmtistas brasileiros, a impressão de 
que politiea cientifica é assunto de outro, e 
não dêles, bem como persiste. ainda, o vezo 
de achar que só é cientiiica a pesquisa que 
segue, imita, copia, verifica, comprova ou re­ 
pete o modelo da pesquisa estrangeira. E se 
esquecem, os que assim pensam, que os cien­ 
tistas estrangeiros, ao selecionarem 01 temas 
de suas pesquisas, o fazem geralmente tendo 
em vista os interesses, os objetivos e as coa­ 
dições de suas proprias comunidades. B, com 
isso, contribuem de uma maneira inegárel para 
o progresso da ciência . 
Aprenda Inglês em. 3 1ês1s 
Procure-nas 
Rua Duque d• Caxiaa 1.Z81

. . ... ~- 
Trf huna da Fronteira 	24 de Junho de 1972 
o rojéto, Ti1à n i o" 
Um•t uslr.:i. piloto montada no Instituto 
Te,~nico Aeroespacial de ·SAo José doa Cam­ 
: poa está ·produzindo com sucesso o tHâniCl 
' metálico, muterfal estratégico de uso essen- 
cial nas nu veR A.pollo e no avião aupersônico 
• Concorde. . 
l O ''Projeto 'J;itânio'', ,como foram d$lno­ 
, minadas a pesqujsas e experiências pdr a 
1 
obtenção do miltetrial estratégico, custou· vá- 
rios unoa de infatigável trabalho e crescentes 
dificulrJu<les. Os técnicos br&aileiros, militares 
e cív,is, defrontaram-se inicialmente com a fa­ 
l'e enlgmáticm do circul_o hermético: Ofl cen­ 
tros internacionais de pesquisa e produção 
induRtrlal do metal básico. . 
vão )mente por se tratar der proguto 
estratégico, mas sobretudo por razões de or • 
~em eoo_nômic:.i., os paises produtorefl do titã· 
nio metálico (EUA.-.URSS e Japão] tacharam as 
por.tas aos técn(cos brasileiros. O Brasil, por 
[sua voz, considerou que as condições Impos­ 
tas pelos paises produtores para u cesão do 
"know-how" eram sumamente onerosu.EJ e nos 
.c.olocavam Ewb o t1uminio das· empresas inter­ 
nacionais, nun setor básico de nossa economia. 
Para süperr o atrasb do Pais no .campo 
da produção do· m.etal básicc parir a indústria 
aeronáutica, espoaial, naval, quimica e petro­ 
quimic@, os enenbgjros do. Instituto Técnjco 
Aeroespacial :rJraai obrigacios a recorrer _t_qdo 
o procé@d'de' experíêicias dos pisos trddi­ 
clonahnente· produtores. Finalmente, conse­ 
guiram obter e aperfeiçoar •-umã tecnologia 
própria, rte JI1Uoeira: a produzir a esponja de 
titânio,_a_patjr _da cloração, na tlmenita. er- 
4a te 300 quilos de poja de_titânio metáli 
do são produzidos diáriamente com téemcoa, 
tiolu çõ ?.B e t4tJiPam,e~to.s int!:'irµ.meu_te oaoionaiEl. 
1 " É9'õiié ' +. : : . . 	•, . . 	. . ' 
------- .... -.-,--~---------------------------- 
PERGUNTE AO BOM 
"Sou cabeleireiro e vi os penteados das 
Misses dai" de vocês de Bela Vista. Sincera- 
i-ute nüo gosh-li. Achei-os HO-RRO-RO-SOS. 
Desse' geito nenhuma delas teria condlçõe11 de 
vt~n!er, sem condições para Miss. Achei tudo 
errado.. . 
o titânio é enoontr1:1do pràticamente ao 
longo de tda a costa brasileira, em virtude 
rie ução concentratorla provocada pela água 
do mar. Su•1 forma muís comum é a Hmenita, 
partículas n, gra& do tamanho do grfl.o de areia. 
Ob:iervarn se ocorrências de titânio do rará 
:i.i; .cofltas do lUo li irande do Sul,, sendo que 
as m1,is notáveis verificam-se nus praias do 
Norte do Estado de São Pnulo. 
Caraguatatúba e Ubatubu, até a divisa da Es- 
tado do Rio. • · • 
• Na forma de rutilo,. pedregulhos de colo­ 
ração cinzaesouro. o titânio, é .. encontrado no 
interior brasileiro, em particular em O o fá a; 
Muto Grosso e Minas Gerais. Em Poços de 
<'aldas, observou-se n ocorrêacfa,de titânio na 
form_µ de anutásio. 
A 1_<;>$.?a_lização das principais fontes de 
P.tod.uç,110 r1e _matérias primas do titânio metá­ 
lico assim oomo dos parques industriais de São 
Paulo e Rio e a longo da Outra, como as in• 
dústrias aeronáuticas ·Embraer, Aerotec e Nei­ 
Vrl, estão a indicar que a área para a produ­ 
ç{;, , ind_ust.r;~~l doa metais estratégicos deverá si­ 
tuarse no Vale do Paraíba, onde :foram feitas 
as experiências pioneiras de producão do titâ• 
t1io metálico. . · ' 
~ • 	, . 	• 	1 
O !'Projeto ·'J'itânio .. ' foi realizado pelo .Cen­ 
tro Aeroespacial de·São José dos Campos, por 
intermédio do seu Instituto de Pesquisa e De­ 
senvolvimento e intera o Programa de Me- 
' taiEl Estratégicos, o qual visa a superar o "gap" 
-tecnológico ·e industrial que nos separa das 
. potencias .mundiais grandes e médias. • 
A. G. Leão Campo Grand& Mt. 
Prá principio de papo seu sobrenome tam­ 
bém está. Ponha outro bichinho no lugar do 
Letlo e ficará mais adequado. Não ente!}dO de 
penteados, mas a Marilen, Fermfna e Angela 
até de cabeças raspadas, carequfnhas da ~il­ 
vu, podem pisar qualquer paaaarela, até do Ma­ 
racnüzinho. Não entendo de ponteado mas 
do reato. 1.0odéatia a pttrte eu ·entendo e bem. 
M ,s, o que mni_s_ me causou espécie foi 
êsse HO-RRO-RO-SOS, Tenho a· ligeira imprera­ 
são, que você é ·aquilo que rima com Ilxa o 
·chamam de• traveatf. Não escrevo bicha aqui,. 
porque a censura proibe a genta escrever bi­ 
cha no . jornal. Falado! 
. . . 
Mais ente 
Branca mulher de. beijo ardente. ·t· 
Caricia louca de sabor r:;ublime, 
Que invade o· corpo. A alma sente 
O teu calor e a inspiração exprime. 
,. r 
+ 
•••. Que, também ali estiv,era., o ·médico 
• • ' 1.; • • •• ·., -~ 	~,;..,,. • ·' ,- •• 
e lhe receitara?injeções na veia, no mus­ 
culó, joelho, pilulas e qué extraisse os 
dentes. Disso. eu já sabia, não era pre­ 
éisê dizer.·:"·"-·· 
. • Sai, deixando a minha -iridéf.etivel 
receita. que como a dos medicos, ão 
cua, mas raz grade alivio e tem a 
antagem de serem os remédios mais 
saborosos e muitos mais baratos: "Chá 
de algda nhó. bebido coro agua-e ca­ 
cha'ça .có.m ·pó de eobra cascavel torta- 
"É.nniáião, e devagar. usaer 
meu barrado no Bairrada Amizade. 
Veitiquet, iio caminho, surpreendido o 
riúmen> cte aulorrióveis_ que trafegam em 
Bela Vista. Tódà via, •• a maior surpreza 
aliái.;, Yoi quando descobri, quanto a.ma­ 
mos:us eumnais. 'Somos o Paraiso dos 
ferrenhos defeiqsores da Associação Pro- 
etora dos animais. Nós, os permitimos 
com seus passos cadenciados, trafega­ 
remi livremente pelas ruas. Na rua Se- 
b 1stião Crispim do Rego, bem próximo 
.- ao l'omacito no meio, da ponte, esta.v:a .. 
d eitada 'üma vaca. Com o seu olhar 
· ·cheio de d oçura e m a n s ido, 
filosofava mastigando_o seu,, 
• interininàv.el chiclete'' de grama·. Era um 
soberbo animal, e {razia ag, pescoço 
·I 	, 	. 
Dizem· que tu és destruição . 
Mas contigo as mágoae a gente esquece. 
Se apagas o fogo de qualquer paixão 
Quero-te muito, pois bem o mereces. 
Penso, que não és boa nem ruim. 
Não es felicidade nem desgraça. 
Embora não te queiram junto n mim,. 
Eu te Amo demais Querida Cachaça 
O Bom da Paróquia. • 
'Continuação) 
. -~ ) J • . i '1 .. · 
. um. triângulo de madeira, espécie de 
algemas, que· deviam impedi-la de pu­ 
lar as· cercas . .P.rova -irrefutável de sua 
permanência nas rua~,, mais de 24 ho­ 
ras. Não houve uma cerca que a iro­ 
: pedisse, :do contráriq não estaria fazen- 
• • do o seu higienico passeio, deixando 
aqui e ali marcantes sinais de sua lau- 
t& ~ remição diária. Parou um • carro. ·-. 	1 
Desceu o motorista e abanando o cha- Srs. Colaboradores 
peu e· gritando ô vaca, ô vaca, levou 
quase. meia hora papa convencê-la de Pedimos que . • entreguem _:Js 
que o leito da rua não i. era colheira, matérias em nossa redação. Até . 
nem colchão ortopédico/Era um verea.- 2 F • a. el.l'a. 
dor e procurava demovê-la· de ai per- . • • 
manecer, mas eando o seu chiclete e 
filosofando sobre as gentes e as cou- tro a fonte· de alimento do homem. o 
sas,_ Talez, sobre a sua personalidade büe de _cada dià noi dá hoje.-• Abaixe 
. sagrada, na ln dia e em Bela Vista. Só a máquina causadora da poltiição so­ 
nesses lugares no mundo é que elas nora e do ar! Viva a Vaca! 
. são respeitadas e podem permanecer Quanta· bondade, quanta. ternura 
livremente uas ruas. 	• no. gesto das nossas autoridades legi1- 
, , ... • Mas adiante, perto do-ginásio, qua- lativas e municipais permitindo 0s a­ 
tro vacas, dois bois de .carro e três nimais nas ruas. Nebre vereador ve­ 
cavalos faziam às vezes de inspetores cê terá, na próxima eleição . 
0 
' meu 
. do tráfego, obrigandb os sinesiforos voto. 	. ' 
diminuir a velocidadé ... • • . .. • . . _ A vocês Mateba_ e nobre vereador 
Fiquei cismado. Quanta poesia. vai daqui para vocês o me 1b 
gani@ remaifisiso esse coritrafe gue qülé srao deste vii","?E7ç; % 
o progresso nos mostra. :De. um: lado a reumático 
, -máquina ceifadorà de idas .e de ou- ' PE DE CHINELQ 
»! • 
.· 	... , . :l 
Senhores assinantes 
Pedimos que procurem seu J or­ 
. nal todos os sábados, domingos e 
Segunda - Feira em· nossa Reda· 
ção, caso não o tenham recebido 
em sua residência.