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N. 15 
«MERCADO DA 
·- ----- -- •• -- - - • • a a 	- - -·-- - - -· • 
CARNE» 
: 
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O mercado da arne fechou hoje om a 
!>eguínte cct1.:dio 
Boi Gordo rigoriflcos .... _ 
Bourdon (C. GrandP) -- .. 
Sadia (Maringá) 
Casa Ricardo (G. Lopes) 
CrS 3,40, o quilo 
3,30, o quilo 
3,30, o quilo 
1 
1· 
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EDITORIAL 
Belavisteneea mor d 
vi, lavrador do se;radtnª ores do Nuncate- 
plnteiroa, vaqueiros da ho, pedreiros e car­ 
AUaiatee, moradores da 1anchaólmtorea e 
ristaa de Caracol ~enh gu~ C ce, pecua­ 
Sr. Doutor, Médi~o ou ores omorciantea, 
ros e ioi@rios. va ,"?E,E$g egemei 
fjggoras,; is.si.,"3%: "%" ,z; 
n e os convidamos para a luta 
1 
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frentar • i • , remos en- 
um 1D migo terrivel, causa· de doen- 
ça8, analfabetismo, baixo padrão de vida 
erva damnha que prolifera em nossa cida­ 
de. E êle; O Subdesenvolvimento. Botamos 
no limiar da nova e_ra, como dfssE, o Presi­ 
dente Médici. Homem de meu tempo tenho 
presa, todos unidos, de braços dados, ven­ 
ceremos. O inimigo exige preparo, estamos 
sendo prepafados, êle já foi vencido em 
várias Nações, chegou a nossa vez. Vence­ 
remos. Vooês que procuram impedir a mar­ 
cha rumo a emancipação, façam uma. auto- 
,~ritica e comeoem agora u participar. Si­ 
gam a voz da razão e deixen o sentimen­ 
taJismo, procurem Interpretar no fato em si· 
e não o ato. Trabalhem, breve teremos nos­ 
so parque do Exposições, Telefone Interur­ 
bano, Radio-Circular [de máxima necessida­ 
de), Rêde de Esgoto, energia e a 
1Jnlca 
maneira de conseguirmos tudo o que alme­ 
jamos é: Trabalhando. 
Pecuaristas: unam-se em pról da uma 
obra: exposição. 
Comerciantes: Busquem dinamizar o 
comércio. 
Bancá.rioe: Ajam como construtorea do 
nôvo Brasil, ajudem a construir a nova 
Bela Vista. 
Militares: Integrem-se servindo à co­ 
munidade acima de suas · necessidades. 
Nós, lnformar e Pregar acima de tudo União 
e Desenvolvimento, 
( 
' . . 
los interessais que deseja exgôr ses aipais, 
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: . . . 
' 
c9mi€anos que se entram abertas as isripes qe 
'- ...... _. -~.. . . • - ' .... ",.... .. 
- 
.. - ... - 
irã lá às 120 is ie dia 1i te Joio no Silicato Rural 
respectivo·s atestados. 
10 . Noticias ijoe Valem Manc~etes 
Bela Vista terá sua Emprêsa 
Circular, o que irá de encontro a 
uma necessidade .. eminente da 
População. 
r Países Latino-Americanos vão 
discutir Petróleo em Co.racas. E a 
guerra do Petróleo. 
Tribuna da Fronteira alcan- 
çando 5 Municipios: Jardim, Guia 
Lopes, Bonito, Murtinho e Caracol. 
Bela Vista firmando-se no terreno 
Jornalístico. 
A maior fábrica de cimento da 
aIL.Gdca la tina será implantada em 
Minas Gerais no municipio de 
Pedro Leopoldo. 	. 
Sãv Paulo exportou US $ 83,4 
mi!hões em onze dias. 
Dra. Enil Pereira de Souza, 
Delegado de Ensino, recebe . elo­ 
gios do Secretário da Educação." E 
Bela Vista acontecendo no campo 
educacional 
Banco do Brasil inaugura pré­ 
dio novo em Guia Lopes da Laguna. 
Estamos aguardando as visitas 
dos médicos do Hospital das Clí­ 
nicas - o Dr. HéJio Loureiro fará um 
pronunciamento a respeito. 
Belavistenses em C. Grande 
no concurso de Agentes Federais . 
1
, · Boite La Barr~nca promete 1 
semana que vem: musica. 
#fiei l fina de insta 
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Inscrições Até dia 10 de Jullw 1 
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Na 6a. feira baile no G.P.R. bas­ 
tante. unin,atlo. 
Notei e anotei os casais: Geni!·Eno­ 
ly; 01·lando - Tacy; Oscar-Madalena; 
Kézio Maria; 
Ainda: Lula-Ana; Celso-Cândida; 
Pereira-t)~J e!e; Henrique-Yolanda. 
Paralwns ,; os organizadoreA da fes­ 
ta .iuniiw do Grémio. decoração estava 
linda assim comu as apresentaçoes. 
Alexandn~ muito disputado. Esta­ 
mos ansiosos pela decisão. 
- Estela Tôda feliz • Noivado a vista. 
Isolada anciosa pelo regresso do 
Avião. 	•• 
- Gente nova de sorrisos novvs: Apa­ 
recida, Zé Bonifacio, Jurema, Djalma, 
Cleide. 	• 
.Jovens de Ponta Porã aJegrando 
a noitada de sábado. Fernando, Karo, 
Vidal e Conde. 
Estreado alianças: Sandra e To- 
nico. Parabéns. . 
Notamos a ausência de Miss Bela 
Vista nos acontecimentos sociais. Alô 
Mariléia, vamos circular. 
• Cançã;; da Aurea par·a r. EIy: 
''N[o te quprc; mais". 
N ft $€814 
pagina 2 
-- ---r-.....:...r.- •---------·-- 
-------- -- 
ss te Mhliumrila «4II[LM» 
. . - . 
EXPEDI 
A2UM g 
ENTE 
FRDOTEI 
Diretor: Ivaldo Pereira. - • 
Redator Cele: Dr. Ely Araujo Barbosa 
C O L .. B O R A O O R E s: 
.. 
. Dr-. Pedro Palmieri - 
Maj. Gay Cardoso Galvão 
Antero Loureiro 
Dr. Helio Loureiro 
t'rof. Rosita Rosa Gomea 
• Anua Aparecida de ouza 
• Cl,inde Medeiros • 
Estela Velasquez 
M,. yor Gamaliel Stumih 
-. . 
.··REDAÇÃO . E ADMINISTRAÇÃO 
_ Rua Duque de axias, N. 1285 
BELA VISTA MATO GROSSO 
O Jornal não se responsabiliza pelos 
conceitos emitidos em colunas assinadas 
0 corte • Perfeito" 
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Rua Sebastião. Ç;°rispim do Rêgo 
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ns Elegantes da Semana 
Srta. Odete Paes de Barro 
Srta. Elizabete Pinheiro 
Srta. Maria José S. Lima 
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Sra. Enoly .Loureiro Assis 
Srto. Denize Stumpf 
Djalma • e Fermina 
Pensamento do dia: '' Ama as mulheres 
• e, n&o a mulher'' (Vargas Vilha) 
Sra Aida Moreira Miranda 
Jornal «Folha da Tarde» (Corumbá) 
João Amádio Vieira 
Jornal «O Pantaneiro» (Aquidauana) 
Cla udionor Rodrigues 
Sra Elma Vieira 
Dr. Carlos Cdg 6a de 'Thtedeiros 
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Saida: Para Caracol às 2:oo hs. 
" 
Agência: Travessa Sto. Afonso 
e/ Duque de Caxias

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Tribuna da F 
---- 'Tonteira 
a 
r Ia de 
Os jornaltstg , _ 
ses. reuátdo+ na ·],,,"J""ionais mato-grossen- 
13 de Junho de 1g973' do Corumb@, de 11 
Ui ' iyiáii,' g@&so @si4? 
MA lo Gliu-,so pr t'ROFISSIONAIS DE 
ço Dos í&tá7};",o,pela ex-Assõcí­ 
AIS rica»_oé i5},%,EPsjs io@ 
agora SI1CATO pô OSSO JORNAMAT 
êjoissróvis o}??g4iJSjs ió' 
SO decidimm, por unani a,,P Aro ai«os 
cumento, que ae conve m 
1 
a e, editar este do- 
A ctr.rt1J. de Cor nc onou chamar. 
obedece aos segui,,}]""t, discutida e rotada 
J - Hipotecar to pr _ncip1os gerais: 
Trüfüiüco ?>;""%3?ip,si isso 
al FOLHA DE DOURAO , diretor do jor­ 
de de Dourados. R )OS, editado na cidn­ 
no exeréicio de' ace ao _atentado que sofreu, 
% ct.soe a..j? 
",,[?9ggder _ao reteto Muge±pat, de co­ 
rum ' r, AClR PERB!RA LIMA, homonolo­ 
gando decisão dn Diretoria da JORNAMAT ao 
Governador do Estado de Mato Grosso. 'Dr 
JOSE FONTANILLAS FRA.GELLl e ao 'Dire· 
tor da _FEDERAÇÃO MATõGRõssrísE bís 
DBSPORTOs, Economista AGRI t-'INO BONlLHA 
FILHO, aprovando propostas do plenário, a e­ 
xemplo_da homenagem prestada no lll CON­ 
GR8$:,Q,- em Dourados. ao r. JÃO BEM 
DIAS UE MOURA FILHO, Delegado Regional 
do Trabalho,' o titulo de JORNALISTA HONO­ 
KARIO; 
111 - Não tomar ooaheoimento oficial de nt,­ 
nhuma desavença ou divergência entre com­ 
panheiros, encaminhado os fatos denunciado 
à COMISSÃO DE BTICA, que deverá estudá-los 
sugerindo á Diretoria as sanções devidas, até 
GX!Jlussão, se fôr 0 0a0, 
IV - Eleger nova COMISSÃO DB ÉTIOA, da 
entidade, que deverá redigir novo CODlGO DB 
ÉTICA; 
Corumbá 
(Continuação)· 
V - Consignar um momento de sllêncio ~ pe­ 
zar .Pelo ~alecf mento do grande li der da clas­ 
se Jarnahsta Hl!RBüRT MOSRS, presidente e­ 
terno du ASSOCIAÇÃO BRASILRIRA DE IM­ 
PRENSA - ABl, e escrever nos Ana.is do SlN­ 
DICATO o profundo vazi , d13lxudo na impren­ 
sa brasileira pela perda de uma das maiores 
expressões do jornalismo pátrio; 
VI - Solicitar do Exmo. Sr. Ministro das Co­ 
puni0ações, HIGINO COSETI, a Inoluso da 
cidade de Corumbá na rede nacional de telex· 
VII - Reinvindicar do Exmo. Sr. Exmo. Minls­ 
tro do Exército, GEN }çX. ORLANDO G81SEL 
n inclusão do trecho Culabá • Corumbá da 
BR-165, CORUMBA-CUlAB. SANTARRM, • nos 
encargos do 9° BATALHÃO DE ENGENHARIA 
DE CONSTRUCÃO, para que em sua conclu­ 
são essa extraordinária obra do Governo do 
Eminente Presidente EMJLIO ·oARRASTAZU 
MEDlCl sejn o efetivo elo rodoviário entre as 
duas maiores bacias hidrograficas da América 
do Sul, o prata e a Amnzônia; 
VIII - Agradecer ao Exmo. 8r. Minlstro do 
Trabalho, DR. JULIO BARATA, a ·assinatura 
da carta Constitutiva do SIDICATO DOS JOR­ 
NALISTAS PROFISSIONAIS DO ESTADO DE 
MATO GROSSO· 
IX - Sugerir ao Supurintendente du Loteria 
Esportiva a inclusão de <.::orumbu e Ponta Po­ 
rã entre as oidades matogrossenses onde se­ 
rão instalados postos da citada loteria; 
X - Solicitar à Asseoria de imprensa do Go 
• verno do Estado que racionalize a distribui - 
ção de seus bolatins informativos, procurando 
atingir em tempo hábil· os orgãos de divulga­ 
ção, e também que U-xe normas equitativas 
na distribuição das verbas de publicidade da 
CASA CIVIL, Secretarias e empresas ligadas 
ao Estado; 
Xl - Fixar a realização do CONGRESSO na 
cidado do Aquidauana • MT. 
Suplemento 
que compõe o mundo político brasileiro. 
Esse manancial de informações, q u e 
poderia ser usado para a promoção de 
medidas saneadoras drásticas no am­ 
biente, vem sendo guardado na esperan­ 
ça de que a reulidade nacional s e j a 
compreendida pelos políticos e que es­ 
tes, por seus próprios meios, promovam 
a renovação de sua área. 
Para o Sistema é importante q u e 
a troca de valores ocorra sem inver­ 
sões e sem deformações dus princípios 
que detonaram o 31 de Março e que o 
vêm mantendo incolume até aqui. Essa 
situação demonstra con muita evidência 
que se as oportunidades que se dá ao 
meio político de se auto~renovar n ã o 
forem aproveitadas, possivelmente o­ 
corram providências paralelas que, por 
suas implicações, acauarão por poster- 
. gar ainda mais a esperada abertura. 
A esperança é que nas eleiçõea de 
1975 a renovação aumenta atingindo, 
tantu nas Assembléias no Congresso Na­ 
cional, um índice nelas menos razoável 
Essa renovação é importante p ar a o 
Sistema, pois êle pretende manter dia­ 
logo com o meio polf tico e com@ se sa­ 
be, o dialogo é apenas possível de i­ 
gual e enquanto nao existir essa igual­ 
dade qualquer conversa fica difícil 
Sob o Titulo ",...:arta de Corumba", 
por lamentável êrro de compagi­ 
nação, foi lançado o artigo "Admi• 
rável Mundo Novo'', de autoria de 
Victor Da Cunha Rêgo. 
O sistema revolucionário considera 
necessário e importante que a ARENA 
faça boa iigura nas próximas eleições 
muriicipai-; lsso s1gmf1ca contudo. que 
0 
proble.na eleitoral deva sobrepor-se 
aos padrões ético8 e filo.:-óf1cos da 
Revolução. o que parece não vem sen­ 
do bem compreendido pelos politicos. 
Meios arenistas no afà de fazer 
uma boa representação, vêm inverten­ 
do-esse entendimento e subordinando a 
, lha de candidatos, principalmente 
esco efeito e vice. às possibilidades pes- 
a Pt de êxito eleitoral, relegando a se- • 
soais 	de selecao que 
gudo plano as_re,ãamentais. 
o! sistema conside" próximas_elei- 
• Para o Sistem3:, etapa da re- 
,, 	.. ~pi. m mais um0a 
ções signih@o) ~aros politicos nacio- 
novaçao dos q~a er feita mediante ~ 
nais, que dever s valores A neali­ 
convocação de novo8 +ue o acesso 
ááãe odvta, demo;".' eão f@si 
das novos valores na os é até difi­ 
litado, e em alguns cas ue alguns gru­ 
citado teso sigi";f {l si@iemi a 
.pos a despeito e rocuram man 
orientação ãosfs%E%%ião óiifico, 
ter-se rio controla renovação 
ol)stando a preteu 
1 
esperança de sobreviverem ao sanea­ 
mento que paulatinamente se promo­ 
ve nessa área 
Paralelamente a e a resistencia, 
perc'ebem-se incursões do meio político 
em alguns setores do Sistema com vis­ 
tas a sensibilizá-los para uma e.bertura 
político-institucional. Essas incursões, 
no entanto, para espanto dos próprios. 
políticos. não vêm surtindo efeito algum. 
havendo mesmo caso8 em que a refra­ 
ção chega a ser constrangedora. • 
Vários lideres revolucionários e ,o 
próprio presidente Medici, mediante atos 
concretos e que nao deixam margem a 
dúvidas, vêm demonstrando com f r e­ 
quencia a necessidade. de se renovar o 
meio político, para evitar episódios co­ 
mo os afastamentos- de prefeitos, prin 
eipalmente por corrupção. Esses acon­ 
tecimentos, para o Sistema, comprome­ 
tem toda a instituição política, impedin­ 
do que a Revolução, sob risco de se 
desmoralizar, evolua para a tao pro- 
. curada. abertura de que tanto falam os 
políticos. • · . d~ _ 
. Na verdade o Sistema, que 1spoe 
de bons meios de informações, conhe­ 
ce com bastante exatipo toda a gama 
# zR2ME C. 84RRs 
Convida os amigos e parentes 
para a missa do 7o. dia pela alma 
de VITORIA D. VIEIRA. 
Dia 1·-7-72 - Às 18 horas na Ma­ 
triz Sto. Afonso. 
Admirável Mundo ·NOYI 
(Continuação] 
nesse contexto de austeridade que é· 
possível aventar a hipótese da entra­ 
da da URSS ao FMI - gondição que a 
longo prazo parece "sine qua non" pa­ 
ra a garantia da estabilidade da pesa­ 
da e ditatorial paz seclllar que pareee 
desenhar-se no horizonte internacional 
do ,admirável mundo novo. 
' 
' 
1 
'' 
1 
st: Ftl 
Grafice 
Foi lprs- ta 
Ponta Porã

Totais « Alcance de Toas o Resposta a um Jssartista { 2{{3 de Corumbá 
Lamen:àvelmente, não po8so deixar 
de dar resposta pública à carta do 
desportista NOEDI LA HANJEIRA, a mim 
dirigida e que permite, no mínimo, as 
seguintes eon clusues: 
t) É fraco o conhecimento de ver­ 
náculo do missivista, o que não fica 
bem para um PROFESSOR couforme o 
mesmo se. declara na resposta que di­ 
rigiu ao meu artigo "VERBAS PARA 
A LEB" 
. 2) É igualmente fraco o seu co­ 
nhecimento das mutações ocorridas 
com a sistemática que rege a admiuis­ 
tração de uma entidade esportiva. 
Alinhadas tais conclusões, passo a 
compovar a justeza das duas afirma­ 
tivas nelas contidas, pela ordem: 
Primeiramente, disse eu em meu 
aludido· artigo, textualmente, que "as­ 
dívidas com a cobertura 'da arquiban­ 
cadas ficariam com o Sr. Noedi para 
cobrir com promoções esportivas. Se 
as· promoções não dessem certo, sabe­ 
rei saldar meu compromisso com o 
Banco do +8rasil, que irá adiantar o 
montante necessário, 
Qualquer estudiante [mesmo gina­ 
siano) do n •sso idioma, concluirá, à luz 
de tais declarações, quP: 
1) A responsabilidade final conti­ 
nuaria minha, no caso de vir o Sr. 
oedi não ter êxito nas promoções 
[que eu durante dias tratava de lhe 
delegar: Inclusive quando tomou co­ 
nhecimento do artigo, estava o Sr· Noe­ 
di em meu carro e nos dirigíamos a 
um contacto com o Padre Ortiz). 
2) As dívidas atuais da LEB seriam 
pagas por empréstimo bancário que 
seria levantado na agência local do 
Banco do . Brasil que assumiria o pa- - 
pel, mais comôdo para mim, de cre- 
dor único. • 
3) Caso as citadas pro::noções es­ 
portivas dessem certo. o pagamento do 
meu compromisso bancário seria feito 
com o resultado das mesmas pelo se­ 
nhor. Caso contrário, o seria por mim, 
lá do Recife. • 
Ainda lamentàvelmente, a pL"ópria 
TRIBUNA DA FRONTEIRA jogou le­ 
nha na fogueira. quando, na edição de 
17 de junho, enumera como nota nú­ 
mero nove. a versão de que o Sr. Noe 
di Larenjf'ira teria se recusado a se 
Gay rdoso Galvão 
responsabilizar pelas dividas da LEB. 
Por ser sobrernanel'ia difícil {em 
Bela Vista é quase impossível] se con­ 
seguir reunião com presença da meta­ 
de mais um das diretorias constituidas, 
surgiu, já há muito tempo, a citada fi­ 
gura administrativa (a da homologaçã() 
de ato) para agilizar a gestão de 
qualquer entidade. vido a significar, 
ua prática e por osmose, o fortaleci­ 
mento de quem detenha cargo execu­ 
tivo (e tem mais, não pedi ao AMARO 
para sucedê-lo na LEB. muito ao con­ 
trário... }, de muito maior poder deci - 
sório do que um simples gerente. 
O que acima foi dito é como res­ 
posta ao que, na opiniao do senhor, 
eu deveria ter feito antes de lhe trans­ 
mitir a "pretensa responsabilidade pe­ 
las dívidas'' ... 
Permita-me a falta de modés- 
tia ao informá-lo de que já tendo ocu­ 
pado, por aclamação, a Presidência da 
FEDERAÇAO PERAMBUCANA DE 
BASKET, uão seria eru Bela Vista que 
eu iria a prender ( e muita menos através 
do missivista) agerir coisas do esporte. 
Para terminar, exponho à medita­ 
ção do amigo urna fabula o'riental bas­ 
tante conhecida: 
Dois amigos empreendiam viagem 
e na travessia de um rio. um deles te­ 
ve oportunidade de salvar o outro m r 
rer afogado. O salvado. muito grato, 
fez anotações em seu caderninho e, 
chegado na cidade de destino, fez pu­ 
blicar o agradecirnento em jornal local· 
Na volta, no 1esmp local, desen­ 
tederam-se por questões de somenos 
importância e eis que o mesmo autor 
do belo gesto. agride o amigo que. no 
mesmo caderninho, anota a ocorrência 
em folha de papel, destaca-a amassa-a, 
e a joga ao vento, 
Intrigado, o autor de ambos eontradi· 
tórios gestos. pergunta o motivo da di­ 
ferença e obtem como resposta: 
O que me fazen de bem, guardo 
para sempre; o que me fazem de mal, 
não merece esse mesmo esforço .. 
E mais eu menos o que farei com 
a edicão da TRIBUNA VA FRON"" 
TEIRAqtie publicar esta. resposta 
Não será a primeira vez que mato 
duas cobras [no sentido figurado) com 
uma única resposta ... 
A verdade é que estamos numa 
selva financeira há já muitos anos e 
só temos conseguido sobreviver alegre­ 
mente graças a um fenômeno de ilu­ 
sü.o coletiYa - numa época de ilusões 
coletivas l>1seado no brilho do dólar e 
na confiança, não desmentida durante 
anos, no pragmatismo e na pujança da 
liderança norte-americana. 
Mas as coisas complicam-se. 
O caos nunca esteve tão perto. O 
ataque a libra não é, desta vez, me­ 
ramente político: obedece ao ciclo ine­ 
vitável das funções que ocorrem na 
Europa desde que a Grã Bretanha en­ 
trou «de facto» no continente. Nota-se 
na Europa um deslocamento continuo 
e· quase incontrolável de capitais, co­ 
mo dinheiro «fujindo» de um pais pa­ 
ra outro vertiginosamente. O capital 
não tem pátria como é sabido. 
A greve nas docas norte-america­ 
nas seguida pela greve nas minas in­ 
glesas, os problemas trabalhistas • que 
têm contribuido, junto com a queda do 
comércio internacional, para debilitar as 
receitas dos fretes marítimos britanicos 
a inquietação no setor público com o 
racionamento da energía elétrica, são 
dados a juntar a6 quadro da enorme e 
periga especulação financeira que 
grass· na Europa. 
O casos amda pode ser evitado 
·om a criação urgente do anunciado 
Grupo do Vrnte. Para ísRo, entretanto, 
é necessario que os franceses estejam 
absolutamente seguros de que os norte­ 
americanos não desejam aproveitar a • 
questão financeira-uma questã<,. técni­ 
ca que deveria ser solucionada, segun­ 
do Paris, à revelia de qualquer outra 
-para exigir concessões no campo do 
comércio internacional, sobretudo no ter­ 
reno dos produtos agricolas. 
Por muito que o capitalismo inter­ 
nacional - numa exdruxula aliança que 
vai de Washington as capitais de al­ 
guns paises subdesenvolvidos-não goste 
da cara do FMI só uma forma drástica 
do tipo "todo o poder ao FMI' com 
a criação de uma reserva. internacional 
gerida pelo Fundo Monetário Interna­ 
cional poderá no momento, evitar que 
a casa arda. · 	• 
Avizinham-se tempos de austeri­ 
dade depois de anos de fantasias • • 
[Continua no Verso) 
----= = 
 
BELA VISTA 
- ' 
- é a Nova' 
... 
. •.

Tribuna da Fronteira 
' 
E L E 
,,_ mulata Mariet; 
Tririca. Beiçola 6}, "ava zangada. 
queixo, resmungava 4,{$Obre o gordo 
recendo pequenos 4 ,{%""ler cousa. pa­ 
porca gigante. run idos de pesada 
Enquanto resmu ,, 
rai, duas enorme ."a, tirava do va- 
va, com compriã {}%$ de guardachu­ 
tremidades Eram~ 
08
ªr atanas nas ex- 
Do · • seus porta seios 
$ resmungos apreendi - 'Nq, ' 
continuar assim Vo d . ao pode 
Desavergonhadas " 1ar geito nisso... 
b ~ouco depois;·passou frente ao meu 
arraco, com seu netinho sarará u e 
no Bairro da Amizade é conhecidoq or 
todos, gomo_moleque PIchito, puáã 
pela mao. O moleque ia quase arras­ 
tado, cara de poucos amigos emburra­ 
do, a contra gosto, pois deixara a sua 
obrigação cotidiana de incomodar os 
vizinhos, com suas terríveis diabruras, 
que iam do estilhaçamento de vidraças 
ao m1Jar nas panelas esquecidas p o r 
alguma dona de casa sobre o poço. 
., . A rua Duque de Caxias reside D 
Sinhá, boa velhinh~, mãe de numerosa 
prole e a v9 não menos numerosos ne- 
tos. • 
Ali, governa como rainha soberana 
de seus tlh JS e por todos amada. Ca­ 
belos muito brancos, já de a vancada i­ 
dade, mantém ainda a inteligéncia e vi­ 
vacidade de uma mulher de cinquen­ 
ta anos. Para todos que alí aportam 
tem sempre um sorriso de satisfação, 
um gesto de carinho, uma palavra de 
amor, um olhar de piedade para os a­ 
flitos. Tem a coragem e a firmeza de 
caráter da· mulher do Sul e guarda ain­ 
da· nos seus doces gestos a marca do 
pioneirismo, a fibra de Anita Garibaldi. 
o dia de seu aniversário, seus filhos 
estejam onde estiverem, mesmo nos con­ 
íins do Brasil, vem lhe pedir a abençao. - 
É mãe do delegado que pode deixar de 
cumprir promessa feita a ~anto, mas nao 
deixa de torma nenhuma de atender a 
seus pediaos, por mais caprichosos se­ 
jam Pois oem, _ ah foi bater. 
Marreta. 	. 
Bom (tia Sirihà, como vai? 
Beta, arieta. Que te traz aqui 
mulher? . 
Marieta, falou baixo quase em co- 
chichos, com a- sua fala sempre acom- 
iijj.. .2%.#%.e-+si 
0t 	3] Você tem ra- 
hoje e eu falo, com ~r1o sim Não sei 
zão._ as se é, aD>' ,rar com esses 
ode_este mu
nd
o,%'jue descansada 
abusos. Não esque • 
Te logo Sinhá. _ _ ue 
O 
Gentil vai 
áte tiarieta, dei? s como?l vo­ 
resolver 140 p},]" #o ivesse eu 
cê tem toda r8"?$' tanqueza. Não, Do 
lhe diria com to ª isto prá voce. 
de. fie vai resol%{' tente à casa 
Há uns quinze !!" { umas senho- 
de Marieta, foram .1"%4ii velha pro­ 
ritas que ábr4a"e%W,,ocasionava a 
f
• - ·-· do mundo, is , roan1·os, se.ro- 
Isa0 +, te de mar! ou- 
presença·consta' e cigarros a l 
° d« ·o no bolso 
pre e ma 
'·Uulho de@à 	P	aina 3 
n B R A e o 
tra, em "trotoir" indefinido. De vez em 
quando, um saia da dita cassa e ou­ 
tro entrava. Mas, até aí nada demais. 
A ~1ferença do cio d , l'êrneus dos ani­ 
mais para a mulher esta no compor­ 
lamento destas. As mulheres dessa pro­ 
fissão vivem em estado de cio sempre 
cercadas de machos ao passo.' que as 
femeas dos animais só de tempos. O 
motivo da queixa era as citadas se­ 
uhoritas, seguirem a moda dos tais 
vestidos curtos com um pouco de exa­ 
gero. Desses vestidos feitos de uma 
gravata com sobra Je pano suficiente 
para um biquíni e lenço de cabelo. 
Esta modo. obriga o uso de um ti­ 
po de calcinha que dá ao fundilho do 
trazeiro a graciosidade da cauda de um 
bezouro de azas fechadas. Entretanto, 
as tais senhoritas não procediam assim, 
não as usavam. Sem nada mesmo, só 
o vestido e dava motivo as brigas 
constantes com Marieta, ambas escu­ 
dadas pelas cercas de bambu rachado. 
• Desavergonhadas! Porcas! Imundas! 
Porca é voce. Com tanta banha 
só te falta o ocho, negra atoa. 
Este era o prato do dia, o,trivial 
da vida do bairro, ultimam ente Marie ta 
encheu-se de brios e foi pedir à sua 
velha amiga providências junto ao fi­ 
lho Delegado de Policia. ".Não ou à 
repartição dêle, porque não sou mu­ 
lher de Delegacia, afirmou às 1:rnas vi­ 
zinhas", vou pedir à Sinhá falou com 
o filho que ouviu com um sorrisso de 
complascência. Dois dias após a quei­ 
xa, as senhoritas. de lá mudaram-se 
para postarem-se f :vente ao Monumento 
Rodoviário, como i.DOstra aos turistas 
do que de bom, também, temos para 
oferecer nesse setor. Na casa desocu­ 
pada veio morar Angelina Pé Rachado 
e logo era nova amizade de Marieta. 
Fiquei cismado. oisa engraçada. Meu 
bairro chamava-se Ped, eira do Amor, 
depois Vila Nova e hoje Bairro da Ami­ 
zade. Amor - nova. - amizade. O Amor 
se foi deixando a amizade. Quem me 
dera Cristo Meu, que nos corações tam­ 
bém isso acontecesse. Quando o amor 
se fosse. não ficasse o ódio e alí cres- 
- cesse a flor em botão de uma amizade 
sincera e duradoura.~ão sei. O fato é 
que meu bairro· é um exemplo para os 
que querem odiar aos que amaram um 
dia. Amor nova - amizade. O amor se 
vai, mas a amizade fica. 
Hoje acabaram-se os xingos e as 
brigas vivemos em· paz A voce Ma­ 
rieta e a você Delegado por isto tudo 
deixo aqui o meu abraço, aquele 
abraço d_este velho_humilde e reumático 
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1 Julho de 1972 
.. -.--•--_:__----=--------- 
·--- .... ,.. .... _,, -- ----- 
«/v 
IJ ' 
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Lemat tem esta opinião. 
lj 	gora cada bilhoto Lemat tem 
g. 	+S 00 
°"'4 	10 frações o custa Cr 20, 
O(, 
: 
9 Si 
)
: t1A1i 
6± 
&coo 
todo olo. Você poda ficar rico 
sozinho. Não divida sua sorte. Vocõ 
tem 1766 promios prá ganhar e 
mais o primeiro premia da 
CrS 20.000,00. E ainda desfruta das 
obras quo a Lemal custeia: praças 
da esperta, obras sociais. A Lemat 
aplica todo o dinheiro arrecadado 
na venda de bilhetes. nestes bens 
citados. Isto quer dizer que, o seu 
dinheiro não sai desta Estado. Uma 
coisa é certa: com os bilhetes Lemat 
Ir 
LEEMA7 
LOTERIA DO ESTADO DE MITO GROSSO 
Pintura ao Alcance de Todos 
A partir desta data, neste jornal, 
procuraremos levar ao leitor - Técni­ 
cas de Pintura, que postas em prática 
lhe proporcionarão condições de serem 
pintor amadorista. 
Quantas vezes sentimos vontade de 
pintar um quadro, mas, faltam-nos ma" 
te1·iais, telas, tintas, pincéis. 
Tentaremos pois, nesta coluna, co­ 
meçar do ABC na Pinture. Procurare­ 
mos sempre, indicar o material a 1er 
usado e como adquiri-lo. 
Como você vê, há várias formas e 
maneiras de aprender, sem sair de on. 
de você mora. 
Lendo aprendemos muito. 
Leia estas informações e sugestões. 
Elas ensinam coisas fáceis. Poderão 
ser usadas como estão ou serem aper­ 
feiçoadas. Vai depender de sua prática 
e das observações que fizer. 
Depois, você vai ter vontade de 
aprender cada vez mais. 
E vai progredindo, fará seu país 
crescer. 
·NORMA DE MELO PINTO 
Professôra: 
Is a fia aiiyal e [iiià 
Comunica que a partir do dia 01.07.72, as notas antigas 10,20,50 e 100 • 
cruzeiros, não mais terão valor. Faremos recolhimento até dia 30.06.72. 
No periodo de 15a 20 de julho, no 
Parque da Exposição Agropecuária, 
estará instalada a Feira Municipal de 
Ciências. As inscrições de alunos na 
Escola Normal de Bela Vista de 3 a 
10 de julho, no horário de 14:oo a 16:oo 
horas. Aguardamos a colaboração de 
todos. 
AYDA MOREIRA MIRANDA 
Relações Públicas e Divulgação da feira 
T E Mi @ 
V-I S I T E P A R A G U A 1 
Terra de Paz e Amôr 
Conheça Assunção 
"Tierra de Sol ... 
Tierra de Música . 
Tierra de Belleza . 
Dlrecc1011 Ge11aral da Turismo 
genca Turismo Della Vsa Paraguai 
De: NIZE MONTEIRO PINHEIRO 
Confecções finas para senhoras, orianças 
. e cavalheiros - Os melhores perfumes 
estão nos mini frascos e as melhorei 
confeocções estão na MINI-LOJA 
Jardim 	Mato Grosso 
Pergunte Bom 
Sr. rtedator 
Minha filha. tem 22 anos, 1,68m, 
morena de olhos verdes, muito bonita, 
quer ser secretaria. Como· não tem nen­ 
hum curso resolveu procurar o Dr. Ma­ 
rio Loureiro, jovem empresário de Be­ 
la Vista. Saiu· daqui de Cáceres há um 
ano e 8 meses e não voltou. Será que 
• ela dá para isso? Será que dá? 
Resposta: 
Se procurou o Mário, minha filha a 
resposta é só uma. Deu. 
Temo a maldade, que torna o co­ 
ração insensivel às belezas da vidae 
às douçuras do amor. 
Temo a insensibilidade que faz do 
homem um pária e um solitário em 
meio a multidão. . 
Temo o pecado que destrói a al­ 
ma tornando-a deserdada da amizade 
de Deus e da esperança do céu. 
Justamente porque só o Bom, o Be­ 
lo, e o Justo, contribuem para a felici­ 
dade temo a maldade, o pecado e a in­ 
justica, pois a nossa vida é uma cami­ 
nhada constante em busca da felicidade. 
ELMA 
Srs. Colaboradores 1 «P A T - BOUTIQUE» l 
Pedim.01 que. entreguem _:Js A época é de Poupança - Artigos finos 
é 
para crianças e Senhora■, a pn,•• 
mat ri~s em nossa redação. Até aócliooa l'ó •• PAT BOUTIQUB 1 
2a. Fe.ua. • . • 1 • e . 
ua 'rispim do Bege 244 - Bela Vista 
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