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ate	m.r arem 
f 
• • -LIBEHDADE 
/ ,-,~o 1 
CO:I HESPO;;SAilILIDADE ... 
ela Vista-Y. 19 /UI11/1972 N. 22 
Redatores: IVALOO PEREIRA e Dr EU A BARBOSA 
«MERCADO 
O mercado da carne fechou hoje com a 
seguinte cotadio 
Fri"orificos 
o 
Bourdon (C. Grande) 
Sadia (Maringá) 
DA CARNE 
Boi Gordo 
Cr$ 3,40, o quilo 
3,30. o quilo 
. Eatumoa no limiar da guerra contra o desenvolvimento, os 
soldados preparados, unidos, marcham confiantes na vitória A 
campanha em pról da emancipação econômica, conta com • vtí­ 
rios adeptos. O inimigo é forte.· É alimentacio pela inveja, a indo­ 
lência, mas repetimos: Estamos preparados. Sabemos que não há 
ideal que se concretize sem fé, em luta e sem sacriflcios. Dois 
perigos -rondam o nosso povo: .. Otiminmo crónico e exagerado pes­ 
simismo. A inteligência é a bussola, que controla o raciocinio e 
a esta caberá decidir o que dev:emoa fazer de IMEDIATO para 
mcuhr na massa silenotosa, o desejo imenso de criar e desen­ 
volver um ._estilo de vida, _condizente com os padrões e progresso. 
e assim, criar principalmente - UMA NOVA MENTALIDADE. Esta­ 
moa _sendo doutrina.doa pelo povo, deixamos a personalidade pa­ 
ra fundi-la num todo e procurarmos raciocinar em conjunto. O que 
o Belavistense necessita de· imediato? ADQUIRIR PLENA CONS­ 
.CIENCIA DO ATRAS,O_ E DIAGNOSTICAR AS CAUSAS. Após fei- 
ta a análise "re~lista imp!:ircial, fria, devemos arregaçar as man­ 
gas e encararmos o futuro com um otimismo CONSCIENTE. NUN­ 
CA COMO AGORA o Bela vistense precisa conhecer a realidade 
do seu municipio. O nosso Prefeito através do seu dinámico secre­ 
tário deve levar ao público A REAL SITUAÇÃO DA PFEFEITURA. 
Quanto deve, quanto tem, o que está sendo feito e o que pre­ 
tendem fazer. Todos reclamam a falta de energia elétrica. CON­ 
CORDAMOS. ·É lament~vel -_ainda ter.-ae, que utilizar velas para· 
atender uma criança doente, Caminhar pelas . ruas tropeçando 
aqui para levantar-se mais adiante, .sujeito inclusive a ser aci­ 
dentado por ofidios. Mas reoonhecemos que algo está mudando. 
As ruas iluminadas quando. a cot_a de energia permite, a cidade 
mais limpa e. uma atmósfera de alegria paira no ar o que amda 
~ pouco~ ~m- nossa, ida a ~ulabâ encontramos o Presidente da 
Câmara Muniaipal de Jardim, Sr Ernesto Caldas, todo eufórico 
"O problema da luz de Jardim está resolvido e o de vocês? Nos­ 
sa resposta foi um lacónico e vazio: 'Estamos providenciando. 
c-itamos de i_mediato a soluça o_ de todos cooperarem com a Pre­ 
feitura da maneira nobre -e Justa: PAGANDO tsEUS IMPOSTOS. 
O prefeito todos o conhecem. Não usará a arma de gover­ 
no corrupto em seu próprio beneficio ou para satisfazer sua vai­ 
dade. Foi iodicado e te lil méritos. Bela Vista tem defeitos gravís­ 
sinos que devem ter prioridade, porem a solução desses enor­ 
mes problemas exige sacrificios e sem sacrificios não conse 
uiremos Nada. A ordem ugora é aplicar com método Sabemos 
j mséria do proletariado agrícola, do péssimo estado sanitário. 
da deliciencia de coaunicações e_transportes, o problema ener 
rét· . f· lt de mercado de trabalho e uma rnfm1dad~ ~ peque- 
g .Aco, ar.a , ados na massa, principalmen- 
ios, mas cruciggtes e8pi!o8e"",,e cidade. eia vj&ta tem 
te falta de CULTURA. 'omo d"~aos NA EVOLUÇÃO. e ba­ 
idices positivos é negativo%,%%;liteto, iãiret@mente, 
talhamos por ela. Lutamos P?%,indo cultura 'sabemos que a 
através te _nossas P4gi%%,3kíétae, recoceitos, ãioi re­ 
evoluçuo não virá com 
1 
ia incontidos de vingança. E sim, 
calcados, desconfiança &,%PÊ?",, xsriciPaçãõ íã É 
com mente aberta, vontade ", e ficará a cargo dos novos 
HONESTA e o que mais impor a.n 	- 
. vereadores: DEBATE ESCLARECIDO. . 
Fatos em Revista 
]ggnça [[gnjfag _Em decorrei de i@meros ta­ 
LI G!ll illGl Gúi tores, tem-se observado um au- 
mento gradativo na incidência de moléstias venéreas. 
E muito comum a queixa de jovens com ''reação aler­ 
gica" pelo corpo, que nada mais é do que a manifes­ 
tação secundaria da sifílis. No Canadá, segundo esta­ 
tisticas recentes, as taxas de sifilis excederam a p r e­ 
ciavelmente os níveis de há 10 anos. Em 1970 foram 
notificados naquele pais 2.501 casos desta doença, com 
uma taxa de 11.7 por mil habitantes. Do total destes 
casos, 619 eram primários, 273 secundários, 1.457 la­ 
tentes, .12 de sífilis cardio-vascular, 74 de neuro-sífilis, 
51 de siülis congenita e 15 de tipo não especificado. As 
taxas estaria por 100 mil habitantes fora menores de 
um ano, 2.2; 1 a 14 anos, 0.1; 15 a 19 anos 6.5; 20 a 
39 anos, 20 2; acima de 40 anos, 11.7. A distribuiçã_o 
por sexo foi de 1.422 homens e 831 mulheres, ou seja, 
uma proporção de 5 a 3, aproximadamente. Em rela­ 
ção à blenorragia, foram registrados no Canadá em 1970 
31.544 casos, mais do que o dobro do observado em 
1960. Estudos recentes indicam ainda que o número de 
pessoas tratadas por enfermidades venéreas contagiosas 
é de três. a quatro vezes maior do que o número de 
casos notificadoa às autoridades sanitArias. 
. . . 
Iii@ lá Tn #eo Pte;a - 3"".1.2%2! 
Fazenda e da Agricultura anunciaram, em Bra­ 
·silia, o novo preço do trigo para a safra de 1972, que 
será de 36 cruzeiros para o saco de 60 quilos. 
produção 
Falando do comportamentoa da agriculturas, o mi· 
nistro Cirne Lima, da Agricultura, informou qu.e as 
variações percentuais com relação ao ano anterior, 
foram as seguintes: a soja aumentou em 60,5%; o arroz, 
18%, Cana de açucar, 11.4%, Milho, 10% Batata inglesa, 
5%; Mandioca, 6%/; Feijão, 4,8%; e o amendoim que 
(Continua ·na última página) 
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Semana bastante movimentada com 
aprovação para o BB de nove pessoas 
da nossa cidade. A êles nossos parabéns 
O casal Aloisio Mendes recebeu em 
sua residência inúmeros jovens e ca­ 
sais de nossa sociedade, para que to­ 
dos expandissem suas alegrias pela 
aprovação no BB! Estava um show! 
todos vibraram! 
Por . lá Garibaldi-Suely; Orlando­ 
Atacy; Luciano-Graça. 
Em todas as comemorações quem 
mais vibrou, foi Meire, Constancia e 
Yolanda. 
· Brigido também comemorou; todos 
lá· compareceram. Bola Branca! 
No domingo, geração pop em pêso 
na resídência do T-ito, dando com ani­ 
mação .total o prolongamento das 
promoções! . • 
, Notei:. Ely-Aurea; .Sr. e Sra Batista; 
Adir-Ma. Helena; Fernandinho- Zenóbia; 
Tonico-Sandra; Miguel-Constancia. 
Também: turma do BB; Edvaldo, 
Ivo,. Pedro, Idelfonso, Oraldo, Ezequiel, 
·João,· Dantas, Pereira; Alvaro, Sid­ 
ney e Léo, 
Gomo é Almir? Vamos diminuir o 
E XP E D I ENTE 
79/8943 GS FIEI 
. . . 
• • 1 • -·, • ~ • ' ... .- • ' -~ - • • • • 
Redatores: Ivaldo Pereira 
Dr. Ely Araujo Barbosa 
Depto de Circulação Janes Velasquez 
Depto Jurídico: Dr. Carlos Edy Sá de 
· Medeiros • e Dr. Círio Falcão 
Depto Comercial· Alvaro G Souza 
A ESCUTft 
preço das entradas para a boite? Ou 
incluir a consumação! Tá? 
Niver da Marly Rosa. com saboro­ 
so jantar. Fernandinho - Zenobia. Alva­ 
ro, Ari e Sra. Otávio e Sra, Ulisses­ 
Ra.mona, e o novo fiscal da prefeitura 
(Lei é Lei) - Nelson Coelho. 
Elegantes da Semana 
Sra Rosalina Mendes, sta Olga Sa­ 
lomão, sta Estela Velasquez, sra Erne8- 
tina Gruber de Jardim, e a sra Rita 
Braga Medeiros, também daquela cida­ 
de vizinha. 
Casal da Semana 
Tito e Nilva 
. . 
COLABORADORES: 
Prof. Norma de Mélo Pinto 
Prof. Gamaliel Stumpf 
-· Prof. Clande Medeiros 
Prof. Estela Velasquez 
Prol. LIma Vieira 
Atacy Loureiro arques 
REDAÇÃO E ADMINISTRACÃO 
Rua Duque de Caxias, N. 1285 
Assinatura Anual - 50,00 
Outros Municipios - 60,00 
BELA VISTA MATO GROSSO 
O Jornal não se responsabiliza pelos 
conceitos emitidos em colunas assinadas 
ICOR e«ssICL [ 
D». Carlos Gdy 6a de 'Medeiros 
Advogado 
Bela Vista 	Mato Grosso 
Dr, Kaio D2oureiro Pinheiro 
Advogacia em geral 
Rua Antonio Ma. Coelho 1215-Bela Vista 
Dr,Pedro Paltere 
Advogacia em geral 
Rua 15 do Novembro 170 - Fane 239 • Bela Vinta 
Dr» Carlos 6olano Tare 
Médico Cirurgião 
Rua Coronel Camisão 620 - Pala Vista - Mt. 
Dr. Flori 'Pturano 
Médico 
Rua 15 dc Novembro z - Bela Vista 
-----------i 
Nova Bar 
1 
Elossa 
Revistas - Músicas Bebidas 
"O ponto de encontro Belavistense" 
Ao Lado do Cinema 
Onde você é Você 
Bela Vista Mato Grosso 
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Fotos para documentos - Fotocó­ 
pias - Reportagens - Fábrica de 
quadros - Plastifica-se documentos 
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EscrÍtório· Vasconcelos· 
. • Correspondências 
. Jornal Fôlh{l da Tarde - Corumbá 
Correio do Povo - Ponta Porã 
O Nacional - Passo - Fundo 
F6lha dê Dourados· 
0 Pantaneiro Aquidauana 
Folha de Mato Grosso· 
O Estado· de Mato Grosso 
.
. 
1 
Correio. do Sudoeste 
Folha do Sudoeste 
Declarações de Impôato de Renda 
(Fisica-Jurfdica) 
Extratos-Distratos-Contratos-Contabilidade 
em geral 
General Osorio, 85 Bela Vista - TM 
abellão: José Avalio e Slva 
Escri_turas, contratos, procurações, reco­ 
nheo1mentos de firmas, registro de Imó• 
veis, de titulas e documentos de protesto 
e anexoa • 
Extraimos fotoaópia na hora-Autenticadas 
Serviço rápido e eficiente 
Bela Vista 	T 
Grandioso Baile to Sespuice­ 
tenário- da Independência 
Dia 6 de Setembro no 
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animado pelo Conjunto 
Os ORIGINAIS - não percam 
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Rua 3 de Outubro • Bela Vista 
ito Pista São • Cristovão 
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Borracharia 
«A Perfeição acima de Tudo» 
Bela Vista Mato Grosso 
De: NIZE MONTEIRO PINHEIRO 
Confecções finas para senheras . 
e cavalheiros - Os melh ' crianças 
estão nos mini fr tores perfumes 
f 
_ rascos e as melhores 
con eccçoee estão na MIMI-LOJA 
Jardim 
Mato Grosso 
-

pagina $ 
DOS PROFESSORES (ante a C.LT.) 
Art. 317 < O exe1•cfclo remunerado do 
magi~térlo em estabelecimentos 
particulares de ensino exigirá das condições 
de habilitação estabelecidas pela competente 
legislação, o regrntro no Ministério do Trnba­ 
lh<, e Previ<.lêdcía Social (MTPS] que será feito 
no Distrito Federal, no Departamento Nacional 
Jo Trabalho e, nos estudos no8 respectivo 
orgàos Regionais. 
$ 1."° Far se-á o registro de que trata es­ 
te urtigo uma vêz que o interessado apresente 
os documentos seguintes: 
a) certUl_cado de hubilftaçllo para o exer­ 
cício no magistério, expedido pelo Ministério 
de Educação e Cultura, ou pela competente 
autoridade Rstadual ou Municipal; 
b) Carteira de Identidade; 
c J Folha Corrida; 
d) Atestado firmado por pessoa idônea 
de que não responde a processo nem 
sofrell condenação por crime de na­ 
tureza infamaIJte; 
e) atestado de que não sorreu de doença 
contagiosa, passado por autoridade 
sanitária competente; 
§ 2. º • Dos estrangeiros serão exigidos. 
além doa documentos indicados nils 
alf neas a, e, e, do parágrafo anterior, 
estes outros; 	. 
a) carteira de identidade de estrangeiro; 
b] atestado de bonR nnteQedentes pasal:l­ 
do por autoridade polioial competente. 
$ 3.') 'Tratando-e de membros de con­ 
gregação religiosa serA dispensada a 
apresentação de documentos indicados 
nas aHneas "e" e "d" do § 1.
0 e, qunn­ 
do estrangeiros, será o documento re 
ferido na alinea "d" do § 1.
0 substitui­ 
do por ate1:1tado do bispo diocesano ou 
de autoridade equivalente. 
Com a publicaçlío deste artigo da C.L.T. 
complementamos e completamos a publicação 
já feito dos artigos 318 324 e seu parágrafo 
único-, o que nada maia representa que uma 
colaboração do Gabinete de Identlfioação Pro­ 
fiAsional junto à Prefeitura Municipal de Bela 
Vista. por convênio estabelecido pela mesma 
com a 20ª. Delegacia Regional de Trabalho 
sediada em CuiaM. 
Bela Vista 09 de Agosto de 1972 
' ' 
asa. Gamaliel Stumpf 
Protessor 
1. 
1 
de: Monclar Rosa Correa 
Ambiente Refinado 
Tratamento 
• 1 ~ 
Esmerado 
O seu Lar em Bela Vista 
Rua· Antônio João" 623 - Fone 262 
Só os bons são Capazes de construir 
Nem sempre os educadores [pa_is, _mes- 
t) e a sociedade def nem o fim u e­ 
tres, %" isto pode levar a ricologia a ser 
tlucaçao. r ctucativoQ 
g,2.1..%%.o. iis s nossos 
: d. d+ pensar, agir, ver e 
sas técn1cs, m to8' '' fazer deles a- 
b
.l'd d 8 Quere nos 
11 
nossas habilida"; 4o e usando e estriban- 
dultos iguais a nus u84 
do no s~guinte: f .. . Não você 
"Veja como se deve azer. ' 
não pode fazer 18s0 ,stram que desejamos 
Ambas as frases ~bante a nós. O homem 
fazer o educado 8?"",, desapercebido_ que 
é muito m is iaca?' {eros e sua educa­ 
u maior parte dos m"!~,}ente. A inteligên­ 
c4o não se faz 4u!9"<, aiamismos psígui­ 
cia e·ª vont_ade sao.t nesta parte não auto­ 
vos que iatluem "",,nana. 'E por isso que 
mítica da educação ungir 
O 
·nível adulto 
vamos. notar que P"""1,,aenos mais de fatores 
de nossa espécie dep 	.. 
culturais que biológicos.oder dizer que· o fim 
_ Mas, acreditamos P criança um adulto, _nao 
da educação é fazer da mas destinado a viver 
coirae nós "%fã que o, oss9, %% 
num mundo mais e' l isterrieth. de 
mundo, como ali""%%, e dados movediços, 
m~nsões transforma á idas. recisa­ 
face is mudança",%lá1, também "ais 
N 
• • po pro d 
8 
1nas -r- 
o cam] educando_ ,{ ;5es que 
~ • tar n0880 - ds proliss 
mos or1en dosismo ªº .. , do de tra-. 
nos prender ao 8%; iiinos. O me""% hoje. 
assim, de pa"%,pk' cerã ma," is»,4o 
balo de am%9e%;} precisam e8"%,, jovem 
Os educa!"".~ certo esPa"%''+nites u­ 
contrário, verão ' s modelos e 
inovar e ultrapassar 
de: ULISSES P. DE ALMEIDA 
Comércio de Sêcos e Molhados 
suais, inventar ou encontrar novos comporta­ 
mentos. 
Temos de partir de nos8a situação con­ 
creta e real e não do homem h1~otét1co, 1de.!l, 
abstrato. Cumpre-nos diferenciar o adulto du 
criança e o adulto equilibrado psicologica­ 
mente cto adulto perturbado e ioacaptado. 
Citaremos algumas características de um 
adulto equilibrado: O adulto equilibrado é so­ 
Iiclário cum o mundo que o cerca, não se fe. 
cha emn si mesmo; sabe dar e rec_eber e_ sen­ 
te-se enriquecer com a doação; não depõe as 
armas a primeira oposição, aceita o conflito 
e luta se aecessário; não se angustia ante a 
ameça, não explode em agressividade aos obs­ 
táculos, sabe adiar a. aat!sfaçã_o dos. deseJos. 
sabe submeter-se ao 1néhtável. _ aceita a res- 
onsabilidade de seus atos e não os atribui_a 
~utrem: não espera dos ou_troa_ a _:-sttsfaçao 
dos seus desejos ou a realização de seus ob­ 
jetivos: finalmente, aceita a reahdade e na.o 
procura iludir as ai mesmo. _ 
• Não é difícil perceber como um regime 
d educação que se preocupa apenas em fa- 
j Bo MENINO" ou em_ _produzir 'UM 
jréikoí CiAss" ou "Ui sIõ, 
:stá realmente· arriscando & nao lançar na vi- 
da um adulto. 
Se por um lado, temos· 'a obrigação de a- 
i ar o educaco com os instrumentos ne­ 
qu P • ara vencer no mundo de amanhã, 
cess4"]%,, '{ã, tomos que respeitar suas po- 
por ou» ' "diid i • 
tenoialidadea e dif e~ençae m 1v1 ua s. 
Mas o Um do homem, acrnd{tamos, vai 
além deste mundo material, portanto, toda es­ 
ta preparação nesta vida terrena, deve ser 
mero para que elo possa atingir seu fim ullt· 
mo - o trnnscendental. 
GERALDO PiNTO SOBRINHO 
Pedagogista 
festival da ~anção de Jardim 
Jardim também teve o seu festi­ 
val da Canção. Com trezentos cruzei­ 
ros doados pelo Prefeito Sr. João Inu­ 
cio de Souza, as professoras Eruestina 
Giansanti Gruer e Rita Braga Medei­ 
ros transformaram uma modesta inicia­ 
tiva Municipal num fabuloso sucesso. 
Quando nos disseram, que o festi­ 
val de Jardim estava sob a responsa­ 
bilidade destas professoras, previmos o 
sucesso que foi. Elas nos lembram a 
lenda do Rei Midas, que em tudo que 
tocava, transformava em ouro. Qual­ 
quer iniciativa destinada ao fracasso, 
estas moças tomam a liderança e trans­ 
formam-na em sucesso. 
Foram apresentadas quinze cancões, 
acompanhadas pelo The Mini Som, UI? 
grupo de rapazes esforçados, que mui­ 
to ajudou para o brilhantismo do Fes­ 
tival. 
Obtiveram o lo., 2o. e 3o, lugares, 
cvmo melhores interpretes: Wilson Reis, 
cantando Yukeme - Amauri Braga, ex­ 
cantor de radio. e televisão em São Pau­ 
lo com LP gravado, à venda nas ca­ 
sas do ramo e crooner do conjunto The 
Mini on, com a musica de sua auto­ 
ria Teu rostinho encantador - Orlando 
Orué, cantando Podea Partir, uma cria­ 
ção de· Adão do Prado. 
Como as melhores oanções do Fes­ 
tival foram premiadas: Em lo. _ lugar? 
Teu ro3tinho encantador, de Amauri 
Braga e por ele defendida - o. Podes 
Partir, de Adão do Prado e cantada 
por Orh, ndo Oruê e em 3o. Não vivo 
sem você. uma bela criação de Seve­ 
rino Santana. defendida por um Trio, 
constituido pelo proprio Severino, Jor­ 
ge e Cleber. 
O julgamento das melhores can­ 
ções não concidiu com o do público, 
que pi-ere1 iu TRISTEZA prã que TRIS­ 
TEZA, de Darcy Barbosa, cantada por 
ele displicentemente, sem pretensão de 
vitória, apenas concorrendo, paqueran­ 
do, enquanto cantava. Na verdade a mu· 
sica é cheia de ternura e de meiguice. 
O. Darcy provou. que tem bossa e o 
deslinu lhe reserva um futuro musical 
·brilhante, quer compondo quer como 
cantor. · 
Terminado o Festival a reportagem 
r,rocurou ouvir vãrios espectadores e 
. todos foram unânimes em dizer, que o 
resultado da melhor canção deu ZE­ 
BRA. l'or isso o público o recebeu fria- 
.mente e sem aplausos, mas ovacionou 
calorosamente o resultado dos mefho­ 
Ihores intérpretE:>s. Neste julgamento o 
Juri empatott. 
( Continua na pagina 4 )

..,. 
-} » 
Tribunn da Fronteira 
19 de agosto de 1972 
--=-r:- .z:z .7-- 	:.	z.-.r5-. 
li 
,. ,. 
i 
1 • 
1 o $ 
Diogenes rayner 
Eu exioto. Eu sei que exioto. Eu toco em 
mim e sinto o meu coração palpitar forte. 
Bater, e8tridentemente em meu peito, e conti­ 
nuar :máquina e automaticamente batendo co­ 
mo se fosse (e sempre fosse) as sua últimas 
pu.ncadas. E todos os dias espero pela última 
pancada, que, infalivelmente, virá. um dia, 
uma hora um minuto, um segundo. E para e 
eu paro o ele e não defino mais a vida. 
E ntlo sei ·mais se algum rtia cheguei a con­ 
tar com a; badaladas do coração para suspi­ 
rar, para levar à boca a carne poucu, ou o 
pão nosso de cada dia Não sei maia se al­ 
gum tampo usei. dele par o amor ou 
se o coração de alguém encantou-ee ao meu 
o humilde.nente deu leves pancadas em res­ 
posta. E a vida continua. vida apenas enqu'ln• 
to o peito 1Jaquerdo continuar sentindo as pan- 
cadas monotopao e?até oerto ponto irritantes 
de un orgão responsável pelo meu C'érebro. 
E o meu cérebro já não pensa· ?orqu, pen• 
sar é desgaste e eu na.o quero me desgastar. 
Quero me deixa· ficar .... e ficar ... e ficar ... 
até um dia em que eu cn :e de não fazer nada. 
Mas a verdade é que eu existo. Eu sei 
que exit1to. E não falo porque não vale a pe­ 
na. Não vale a pena porque ninguen ove e 
quando ninguém ouve n • o adianta gastar sali- 
. vas. Saliva é sangue, sabe? E o meu sangue, 
. já corre pouco. nas veins fl; ns minhas veias 
já pedem mais sangue. Imploram mais sangue. 
Estão sedents e sentem esvaziar-se o liquido 
vermelh e de odor ''sui generis'. E o esva- 
ciamento das minbae veias implica, implaca 
velmente, no meu fim. E por i3so eu quero 
ficar só. Sozinho com os meus botões, 0on­ 
tando os seus segredos, .e confessando a mim 
mesmo os meu pecados Sim eu pequei. Con­ 
fesso que peque~ e estou. tornando a pecar. 
Peco a cada momento que encho os pulmõeo 
de ar, que falo, que vejo, que escuto qual­ 
.quer ruido, que penso. e que olho a vida. E 
, prender a dizer não. O destino quiz, 
·' que seu nome ficasse num recanto cheio 
de flores. Flores. que a sua amada 
Bela Vista reuniu-as, transformando-as 
numa coroa e colocou-a na sua fronte, 
igual aquela qu~ os gregos e romanos 
colocava na fronte dos seus deuses e 
herois. 
Amigo Alvaro, pudesse eu c o n s­ 
truiria em Bela Vista um panteao, um 
monumento grandioso onde eu grava­ 
ria seu nome e dos outros homens e 
mulheres que fizeram a historia da nos­ 
sa cidade. 
Mas, são parcos os recursos deste . 
velho· amigo, que trata seu reumatismo 
com talagadas de cachaça com po a e 
cobra cascavel torrada e chá de algo­ 
dãozinho .bebido como agua, A única 
possibilidade, que me resta é esta co- 
luna de onde apenas posso enviar um 
sincero abraço, aquêle abraço deste seu 
velho· humilde e reumático amigo. 
as vexes fico a Imaginar q!!e a vida não tem 
razão de ser. Porque a gente vive esperan­ 
do a morte. E a cada momento que sinto a 
brlsa fresca molhar o meu rosto e encher os 
meus pulmões, sej, perfeitamente, que estou 
oa.da vez mais próximo do fim. . 
Sim eu existo. Mas existem tanta8 0o18as. 
Os rios, que indiferentemente correm para 
o mar· O mar, que insistentemente vai e vol­ 
ta, numa eterna contradição. O dia e a noite. 
Montes, ~ontanha11. E quantas flores. Puxa, 
quantas flores existem! Tudo isso existe. Mas 
não sente não ve. não ouve. E a vida , lhes 
passa imp'eroeptive1mente. Ela ee vai e eles . 
ficam. E eu . como oa rios, mares, montes, 
montanhus e flores, quero continuar vivendo. 
Ma como? O ar que respiro está poluída e a 
agua eatre meia oontaminada. A minha vista 
não define o. natural da cores e o acrílico 
derrama-se em minha face como uma forte 
neblina em pleno inverno. Sinto em tod11 at­ 
mofera um forte odor de pólvora. Huuuummmm! 
Nilo defino bem, mas dove ser pólvora. Sim, 
é polvora E eu tenho medo que ela . queime 
os meus olhos e não me deixe ver o paraiso 
eterno. Tenho medo que ela dilacere minha 
carne e não deixe uma só migalha para a ter .. 
ra, que afinal, voltaremos a ela. 
Confesso, agora e sempre, perante_ todos, 
em voz alta:- EU TENHO MEDO. Medo porque 
a cada momento eu pre@sinto que.estou preso 
aos desej s e as coisas· boas da natureza e 
ria vida, Mas que a vida vai fugindo de mim 
Fugindo, fugindo, fagindo. E eu já a vejo lon­ 
ge, se esquivando, se esquivando e continuan- 
do a fugir. . . . . 
• E eu fico s6. E me· olho e converso com 
minha imagem, como se ela resolvesse algu­ 
ma coisa, E aoto que a imagem aumenta mais 
a minha fossa. Ela reflete. nitidamente, o meu 
roto 8em vida Os meus olhos vidrados no 
acrilico e a minha carne corroída pela pólvora, 
E vou chegando ao fim ... ao fi... ao f... ao a ... • 
E' peeciso acabar de uma vez por 
todas cor êsse negócio de chamar Be­ 
la Vista de Princeza do Apa, Condessa 
do Apa e outros titulos monárquicos. à 
mais bela· ·-tepublicaüa cidade do sul 
matogrossense O.epa, apeaas, faz um 
longo contorno, beijando sobrejamen­ 
te o seu solo, apertando-a em seus bra­ 
ço8, acariciando-a, cobrindo-a de afagos. 
Bela Vista é sômente uma bela mulher. 
E amada pela naturza, que lhe brinda 
um lindo- entardec_er; e . uma soberba 
sinfonia- de pássaros, magistral música 
dispersa· no ar pela luz de sol, na al. 
vorada.·· Daí, seu nome, Bela Vista. 
+"- Experimentem e levantem bem de 
madrugada, em lua cheia e encham suas 
almas com a beleza do ceu de B e 1 a 
Vista é ficarão também ir;:ipregnados de 
suave perfume, que paira no ar. Nada 
de Princeza, Nada de Rainha, nada de 
Condessa, Bela Vista é simplesmente a 
cidade POEMA. . 
Ouvi, várias vezes; a sua poesia, 
no silencio da 'madrugada sentado na 
nossa praça, A praça Alvaro Masca­ 
renhas. Porque· Alvaro Mascarenhas? 
Ele foi seu namorado e êla gastou todo 
o seu pranto no dia da ·sua· morte.· Ele 
a amou de verdade. Foi seu Prefeito 
e lhe presentéava seus vencimentos 
mensais. Ela também não esqueceu 
um dos seus piaís dignos amores o 
meu amigo Avaro Mascarenhas e r a 
desse tipo de homem que quando mor­ 
re não precisa de padre. Dizer o que 
ao Padre? Que foi puro, digno e co­ 
briu de honra o nome que deu a seus 
filhõs? A gente até para morrer pre­ 
cisa fazê-lo com dignidade e o meu a­ 
migo assim o fez. A chama da s u a 
vida foi-se apagando, lentamente, dei­ 
xando-o no final com um sorriso de 
vitória, uma satisfação incontida de 
cumprimento do dever, como cidadão e 
como pai de numerosa prole. Foi, cer­ 
to, de que a seus filhos não deu so­ 
mente educação, antes de tudo, deu­ 
lhes o exemplo de honradez e dignida­ 
de, de amor a nossa querida Bela Vista. 
Certa vez, perguntei-lhe: "Como é meu 
amigo esse negócio de s e r prefeito? 
Ele com uma calma que era só dele 
me respondeu: "Pé dé chinelo, a genté 
ó têm uma dificuldade. E de aprender 
a dizer não' . Ele, que sempre disse sim 
nas suas funções de Zelador dos Bens' 
da sua dileta namorada, teve que a- 
PE DE CHINELO 
[ e ontinuação] 
Construiram o Juri, os senhores 
Antonio Delfino Peixoto, da CER/3, Rai­ 
mundo Leomar Medeiros, musicista e 
comerciante, o compositor e músico 
José Carlos Ruiz, o médico Generoso 
Alves Correia, o Major Dalvo Storchi, 
Chefe da CER/3 e o jornalista Ely de 
Ar aujo Barbosa, nosso Redator. 
E79% 
,M 	, 
.. ' 
"Renovar Para Evoluir'' 
Diamico Fopriet4rio da 
Gala prol Cadida 
para Vereador 
Do Povo Servindo o Povo

------------- 
A criação de um clube de 
po com titulos vendidos em tod cam- 
cidades circunvizinhas 6 '98 as 
e4a, 6 eg@cio tara %}% 
nheiro e atrair novas fórmulas 
investimento No próxi·mo , 
• numero 
Campo 
faremos uma proposta a queru inte­ 
ress_ar. Elemento humano para colo­ 
caçao dos títulos no mercado local 
~ vontade, nós temos. Falta a con­ 
fiança dos capitalistas em dar cré­ 
dito a Rainha do Apa". 
&gsa en #fn tista "averba Pomes 
ienhs" 
Rua Duque de Caxias 1285 
Casa de Móveis P1gesso 
. -.y g - . . - ta« g.aa r.. 	.o «« o 
Móveis e Estofados em Geral 
asa Progresso 
Materiais Elétricos, Livrarill e Pi1pelaria 
Progresso, Artigos para presentes, Artigos 
Escolares em Geral. 
Uma grande Organização á Serviço 
de um Grande Povo 
Já orientamos como confeccionar 
a tela própria para pintura à óleo, já. 
que que em nossa localidade não pos­ 
suímos lojas que trabalhem neste ramo. 
Hoje vamos pois à confecção do 
cavalete, com altura apropriada p ar a 
adultos. 
O cavalete é o suporte para a te- 
la. Compõe-sé de 03 pés de madeira • 
lisa, tipo . sarrafo, sem rachadura, de 
1,60m de comprimento por 4 a 5cm de 
largura e 1,5 a cm de espessura. As 
duas primeiras tábua..; .. .;erão encaixa­ 
das em for-ma ·cte "A.'. Uevei•ão s e r 
presas ou parafusadas as pontas supe­ 
riores. Deverá havei· uma travessa pe- • 
lo meio. A 3% tábua deverá ser presa 
no ·rértice do "A" por uma dobradiça 
para que possa abri e fechar, facili­ 
tando o transporte do cavelete. Do ~e~? 
da 3
11 tá boa ligando à travessa do A • 
deverá. haver um cordão ou corrente 
regulável. Para você colocar certo o. 
suporte da tela, devera asseptar-se em 
uma cadeira, ou banco, aquêle que vo­ 
cê ocupará sempre quando for pintar, 
o-ar urna vareta, na parte da fren- 
e pres -· d "A" Este suporte 
d. travessa (O· 	" 
te a_"" ~ue a tela não escorregue e 
fará 9" %cavalete durante a piritra. 
nao Qa1a to ·aos pincéis podemos dizer 
º-ª~e· Para os iniciadores; de pre­ 
o segu1n • lo de cerda porque 
ferência, os de E,il e duros.'Precisa­ 
são mais Tg%5IS""; ãit@reates grossu- 
remos de V' rio_s, . · a-
0
• um lar­ 
• d' pensavexs s • 
ras, Porém, in""h aremos para pintar 
go de 1,5cm, que outro de 1cm, para 
fundos grandes, um de 1/2cm para p­ 
partes menores. um 
tar os motivos. . d mais 3 finos de 
Necesitaremos e lo para darmos 
pelo de marta ou carne ' 
retoques finais em detalhes delicados, 
pequenos ·e para assinatura . dos. qua­ 
dros.· Quanto à assinatúra., que é o úl­ 
timo que se faz, lembre-se: deve seguir 
sempre os mesmos moldes apesar de 
variarmos de cores. . 
O cabo dos pincéis deve ser re. 
dondo. Dos pequenos aos maiores o 
comprimento vai de 15 a 35 cms, 
Quando for comprar pincéis. deve­ 
rá ter cuidado, pois, o pelo deve es­ 
tar bem reto, junto e apertado. Se o 
pelo estiver "despenteado, torto, saiba 
que os pincéis, estão inuttlizáveis; nunca 
mais voltam as suas formas prirnitiv2s. 
Para conhecer o pincel. quanto á 
cerda, veja o seguinte Pelo de cerda - 
o cabo não é envernizado, é redondo, 
mais grosso no centro para manejar 
fàcilmente, O pelo é branco amarelado. 
brilhante e resistente. 
Pelo de marta • o cabo é Jaqueado 
em marrom ou preto numerado com a 
quantidade de pelos. A cerda é de cor 
marrou e bem macia. 
Pelo de camelo - cabo é. laqueado, 
numerado, quase igual aos anteriores, 
porém um pouco mais duros. 
A limneza dos pincéis e indispen­ 
·sá vel. Voêê ao pintar . lave o pincel 
com aguarrás e enxugue no pano, as­ 
sim podera usar sempre, sem fazer 
misturas indispensáveis, atrapalhando 
a pintura.· · 
Após:cada sessão lave todos com a- 
guarrás, depois com aguá morna e sa- 
bão. 	·6y5· , 
Continuaremos no pr ~amo numero 
NORMA DE MELO PINTO. 
Professora 
Comunica, que 
Recebeu novos sortimentos de Cal­ 
ças • Lee de todos tipos côres e 
tamanhos 
Bela Vista Paraguay 
#roa.isa Me IMKI! 
CHAME GODOY 
Case e Segurança 
Pen Mero 1 
--~------------- 
%tio:. Mais ia 
ia {a com 
seu Voto 
Dr. Fiori Murano 
Luiz Carlos Costa M. 
"Baixinha" 
T AXI PONTO N.º 3 
"O Seu Motorista"

Tribuna da Fronteira 
pagina 6 
- 1 	- ·- - = - . ".. - 	• « 	·e 	. ". 
aumentou em 1,2%. 
Os produtos cuja produção diminuiu foram o 'cacau e 
o ca1'é, que sot'reram alterações percentuais de 9,5% e de 
121%, respetivamente. 
Príncipe de Gales na Marinha Real 
(BNS)- O Principe Charles, Príncipe de Gales, já_ es­ 
tá na Escola· Naval Britunnia, em Dartmouth, para imciar 
um curso de treinamento graduado, de seis semanas de 
duração, como subtenente. . . 
Já uniformado, e usando a fita da Medalha da Coroa- 
ção e, na manga, "asas" navais, como recordação de seu 
treinamento na Real Força Aérea, o Principe foi recebido 
pelo Comandante-Chefe do Comando Naval Interno, Almi­ 
rante 3il' Horace Law, e pelo Capitão-de-Mar-e-Guerra 
Allan Tait, Comandante da Escola. 
Quando concluir o curso de seis semanas em Dart· 
moth, o Principe Charles passará nove messes em serviço 
nó contratorpedeiro "HMS Norfolk", que usa teleguiados. 
Roquette-Pinto e Chico Viola 
Roquette-Pinto, o mestre de Rondônia e de Seixos Ro­ 
lados, foi o criador do rádio no Brasil, como foi o pre­ 
cursor de alguns dos mais importantes estudos científicos 
realizados entre nós. A Rádio Sociedade do Rio de Janei­ 
ro, fundada ainda na década de 20, hoje Rádio MEC, foi 
urna das· iniciativas marcantes do grande professor. E, des­ 
de o começo de suas atividades, a Rádio Sociedade sou­ 
be prestigiar e valorizar a nossa música popular. Roquet­ 
te·Pinto. tudo controlava, muitas vezes foi técnico de som. 
contra-regra, tocutor. etc .. Convidou alguns dos melhores 
cantores populares da época para a sua estação: Gastão 
.Formenti. Stefânia ·<Ie- Macedo Jorge Fernandes, Elisinha 
Coelho e, naturalmente, Francis. 
lissir puxa as areias de fiser-." ##z3: 
ninguém quis dar muitos detalhes sobre o caso, mas foi 
confirmada a notícia de que Bobby Fischer, supergênio 
norte-americano do xadrez, teria recebido um telefonema 
d~ • Henry Kissinger, o principal conselheiro de Nixon em 
assuntos· de política externa. Como se sabe, Fischer amea­ 
çou várias vezes .abandonar a disputa que vem mantendo 
contra passky pelo titulo mundial e, segundo se comenta 
Kissinger teria lhe· dado um discreto' puxão de orelhas. Em 
outras palavras: mandando o tocar para a frente e que pa­ 
ra os Estados Unidos, "guerras perdidas, só a do Vietnã''. 
Bobby Bixby. 
Técnicos da FAO estão estudando a Região do Pan- 
tanal matogrossense, em relação à sua poteucialidade pe­ 
cuarista. Os especialistas da organização internacional con­ 
sideram a proteína animal como das mais promisoras fon­ 
tes de alento. 
Ra#lagpgigz igjl2ar fgryphã . CUBA -po E­ 
l@üGi üliGl llfl â ui li!l viado Especial) -Está 
sendo aguardada a visita a esta cidade do vice-presidente 
da República, almiraate Augusto Hemann Radmaker Grum­ 
wald, no próximo dia 23, conforme comunicação recebida 
pelo p_refe1to Acyr Pereira Lima, havendo já recebido a vi­ 
sita de assessores da Presidência da República, que estão , 
preparando a agenda, visando trazer a presença do Go­ 
vêrno Federal nas -promoçõe:.J que estão sendo' levadas a 
efeito pelo desenvolvimento do Pantanal,. e reconhecer os 
problenas regionais, tomando conhecimento ainda das rea­ 
lizações na área., 
O vice-presidente da República cumpre. em Corumbá • 
uma etapa de seu roteiro de viagem pela região Centrõ2 
Oeste, devendo visitar localidades deste Estado e do Terri- • 
tório Federal de Rondônia. 
O DERMAT receberá 30 caminhões Mercedes-Benz. Fo­ 
ram adquiridos pelo governo como parte do plano de ree­ 
quipamento da frota daquele orgão. Os veiculos serão des. 
locados para várias regiões do Estado. 
Suicídio nos EUft sob prevenção 
lá 14 anos 
WASHINGTON, DC Fundado há 14 anos nesta ca- 
pital, com três unidades de atendimento, o centro de pre­ 
venção de suicidio dispõe agora de 250 postos para assis­ 
tir os que buscam no gesto ex-tremo a solução de seus 
problemas. O sucesso da iniciativa dos CPS, com seguido­ 
res em todo o mundo, já reduziu o número de suicídios e 
prova que isso, é mal evitável. Troca de informações de 
médicos é publieada no Boletim de suicidologia. 
PhSQUISAS- Complementando o trabalho dos centros 
de prevenção, em 1966 foi criado o centra para estudo da 
prevenção do suicídio, também com sede nesta capital e 
subordinado ao Instituto Nacional de Doenças Mentais. Dr. 
Calvin J. Frederick seu vice-diretor calcula que sómente 
uma em cada 8 ou 10 _tentativas de suicídio é bem sucedida. 
Ligue e Viva 
Pelo telefone, anonimamente os suicídas em potencial 
podem pedir e receber conselhos que os Jazem desistir da 
intenção. 	. 
Centros de prevenção e serviços teleiônicos têm p o r 
base o conceito já aprovado pela experiência de que a de­ 
cisão de praticar suicídio raramente é toma.da ou executa­ 
da de repente lembra dr. FrederiJk. Quase invariavel 
mente os suicidas em potencial revelam - de diversos mo­ 
dos - os seus planos. Uns falam abertamente sobre o as­ 
sunto, outros indicam suas intenções em atos específicos 
ou a.inda em mudança de comportamento. 
RVovos Rétodos 
Todos os casos de conhecimento dos centros de nre­ 
veucão são estudados atentamente para aplicação de no­ 
vos métodos. 
Dotações e bolsas de estudo são oferecidas para trei­ 
namento de médicos, psicologos e outros especialistas que 
queiram aprimorar seus conhecimentos nesse campo Currí- 
2ulo suplementar sobre o assunto é elaborado para aulas 
nas escolas de mediciaa. Do somatório de experiências os 
médicos atualizam conclusoes que visam a reduzir os sui· 
cidios nos EUA. 
• (Transcrito do Pulso) 
Pelo Trabalho o Homem Dignifica-se 
Entregando-se todo inteiro a êle, aperfeiçoa-se à "lma­ 
gem de Deus'. O trabalho está na continuidade do gesto 
criador, porque contribui para o desabrochar da vidá e 
0 
aperfeiçoamento do homem. 
Com razão disse Rosseu: "Rico ou pobre, forte ou fra­ 
co, o cidadão ocioso e um velhaco" e ainda Voltaire, "O 
homem que mais lamenta, é o que não tem trabalhado". 
Na verdade, é digno de lastima o cidadão ocioso por­ 
que sem uma ocupação para o corpo, corre O es irito .. a- 
gitado pelas ondas dos seus afetos e paixões aiJi d J • 
contro dos escolhos dos vícios. , a e en- 
. E o homem não é uma ilha, êle pertence a 
ciedade a qual deve uma contribui - • • uma so- 
2,gnrr,g ±ifiz+si. • 523"e%2.%.2. "%.° 
,, ]?"idade tisica ou mental, aceita iivremete como 
.3%#112% %."28 zoar «esse 
cessária ao bem co1 1evere e sua contribuição ne- 
ws is@ s .."%t.% %%.4%%s 
Alvaro Garcia de Souza