LI BI◄;llDADI◄~ C()iI HESPP~SABLIDADE, .. .. ! «MERCADO DA 1 r-.:-.:.....-.";:- ---- - ! O rcado to arne fechou hoje «o a 5e;uinte cota«ão Boi Gordo CrS 3,40, o quilo 3,30. o quilo ---~~------------------------------=-----------------__,..-~~--·-··· Redatores: IVALDO PEREIRA e Dr EU A BARBOSA Frigorificos Bourdon (C. Grand<') Sadia (Maringá) A cfdade em· festn, o sentímeulo de putrlotlsmo revigora c~da dln que passa, o maior mérito deste Governo, como já ha­ viamos dito, toi.despertar no povo um alto sentido de brasilida­ de. Estivemos os desfiles comemorativos do Sesquicentenário da. Jn,tependência e vibramos com êlc>s. O bom .jornalista, Ill}o foge às suas obrigações, prinoipal­ mPnte quando s~ truta. de um tema ligado à patria, e muito mais ao seu povo. Se in,iependência desperta na Nação uma furrna de festa, multo mais em nós que contribuímos para ela, para o aeu engrandeoimcnto, para a continuidade do progresso e de um povo totalmente independente. ''~inguém seguta este pais" . disse Médici-e ~ reulmente ~ o pais está seguindo direta e galhardamente para o caminho . se­ guro de uma -Nação independente que tende a crescer com o deoorrer dos anos, sempre dentro do esplrito revoluoion_ário de Março. de 1964. • , • ''- - "O Brasil é você;: seu caráter, sua inteligência" - O Brasil é você, belavi_stense amigo, que deve seguir as palavras do Chefe da Nuçã() e - demonstrllr,. com garra e perseverança, que a peque­ nin Bela Vistu é umà purtlcula muito importante neste pais que se torna maior no ano do St-'U Sesqui0enlenário. "in lependêaclá ou Morte" - gritou· D. Pedro às margens do Ipiranga - Mas quantas e quantas vêzes este brado não foi deur­ pudo pela aç!lo mesquinha de m~us • brasileiros, que tectuvam le­ var o país para o camínho inseguro do caos. E ugoru, mais do q11e nunca, êle ressuscita de um amaranhado de politicagens ba• ratas lev'.lda~ a efeito por indivíduos personalistas, esquecendo. o oem estar social do povo qus lhe assegurou um manda:to, quem sabe, uté enganado pelas suas palavras meaquinbus e demagógi­ ca . .L Desperta Bela Viata; e eleva bem alto o nome _do teu país no ano ·do Sesquicenteliâdo: ., BELA VISTENSE: O Problema de Mobiliar sua casa está resolvido-nós temos os Móveis - Você Faz O Plano - . Eletro - Domésticos eni geral Colchão. Anaton - Reve.ndedores exclusivo dos f:irrioso~ móveis Ghelniarn e Cymo - Congeladores Máquina de costura Elgin - Ultr·amat_ic - Geladeiras VISITE - .'f~OS M#oveis De#ba =------------------------~~•l '<. _,._ _ JARDIM MATO GHOSSO Visitando J°ardim - Visite a sua Lanchonete O Ponto de Encontro da Sociedade Jardinense 'Se voce Quiser um Papo Sigiloso _temos reservado •• cà m musica suave Jardim Mato Grosso '«Posto servi ç:,_o,:..__N~a_c_· i_o __ n_a_l» lrm~os Escob-ar . • . d _ Lubrificação - • . Borra cheiro 6asohna - Deriva os to . fijgiene - Rapidez -Esmeraçlo tratamen . . P t . t· . dadé jntegrado no contexto Evolutivo restauvI. da Região de de: Jardim Mato Grosso - ...... ------- ·-"" • ')o~ - • :3% ••· ##@%23%$ %% ~-- '•l.." 3 ."s/: ~~ 3e ' Petl l-.a $%$ 2 %ê }2s: ##±%%3% ~,: ;:,..._-.,~?V: t.,,:y~ • t,,.-,;, 4±$$±2%$3@ E;2::/5 3,2y: E3p2%#%%% ~} ... ,,t..::.;,t.f.>-'-C~".,,n '" ( ~,, ::;.-., 892%% Méd_ici: "Homem de MeU Tempo - • y enho Pressa" . .;. .: -_ - - - ''------------=---------------------· ,. Tribuna dn Fronteira 9 de setembro de 197% pagina 2 kital i &ia;io para Cabecinel de iert:i­ ros cs o prazo k 3% {trinta) lias 1 O Doutor GERVAL BERVARDINO DE SOUZA, Juiz do Direito da Comarca de Bela Vista l!:1-ltado do ~-luto Uroaao, na forma da ' Lei, etc. FAZ SABER a todos que o presente df- tal virem ou dêle conh~olmento tiverem que por este Juizo e nrtório do 1: Oficio correm os têrmoa de uma AÇÃO DE USUC APIÃ.O re­ querida por BALBINA AFONSO DUTRA, a qual tàve lolcio pela petição do teor seguinte: Excclentfssimo Sr. Dr. Juiz de Direito da Co • marca de Bela Vfsta-MT. BALBINA AFONSO OUTRA, brasileira, vluva, de prendas do lar, vem propor pela presente, competente AÇÃO' DE USUCAPtAO, noa têrmoa doe arts. 454 e 45íl do Código de Processo Civil, no curso da qual eendo nec,eesário, provará o que abaixo se articula; 1 ·- Que'a Suplicante desde 1947, vem residindo no imóvel eito a Rua Alcebia- . des Bobadilha da Ouoba, n. 147, medindo 30 metros de frente por 45 metros de fundos, sen­ do os seus confrontantes os seguintes pro­ prietários: 1 . Pela Rua Alcebiades Bobadilha da Cunha, o Sr. Eleodoro Gauna, brasileiro, residente e domiciliado nesta cidade: 11 - Pela Hua Pedro Alavares Cabral, o Sr. Modesto Salomão, braseiro, oasudo, do comercio resi­ dente nesta cidade. 2 .- Que no terreno em apreço exist m s seguintes benfeitorias: I - Umu casa de madeira, coberta de zinco eu­ ma outra de talpas, coberta de capim, sendo que a totalidnde do citado imóvel, posaui dois únicos cómodos, 11 • Um. poço ti'agua.:· lll -· A rvorea lrutUeras. 3' • Que as citadas ben­ feitorias, com excesso da cusa de madeira, . todas as demais foram levantadas pela Supli- cante. 4' - Que a Suplicante e·noontra~se em dia com os impostos municipais sobro o refe. rido imovel. niio tendo· destarte, caido em co­ misso, graças ao cumprimento desse encargo fiscal, conforme foz prova o incluso doou­ mento; 5° - Que a Suplicante vem possuindo o· referido imovel, há mais de vinte anos, re­ montando d_esde essa data· a posse • da Supli. cante, fazendo nêle os reparos necessários para· a sua con~ervação e as benfeitorias es­ pecificadas, sem que jamais rõ"sse· molestada ou sofressé cp_osição uJguma, · na formH. do art. 550, do Código Cil Brasileiro; 6 . Provará, tinelmete, que a presente ucão deve ser julgadt procedente : prova1a para o e. • [sito de ser recoahecid o dmini da Supli.. cante, com fud no art. 55 do Código Cf­ vil Brasileiro, sôbr2 o mencio do terreno e uas enfeito ia Assiu, requer a V .. Ex11.. a. admita a justificar, em dia e hora designada e oom a citação do órgão do Min:8tério Pü- .----------------- blicn a posso em re(erêncin; Feita a juslifi­ caçã~ determinará V. Exa. a citação dos con­ finant~s do imóvel e de seus cônjuges se cu­ ados forem, para. na forma do citudo art, 455, contestarem o presente pedido, seguidos os dema!H trâmites legais, sendo afinal reconlic • cddoe a posse o o domínio d.o Supliouute sô­ l>re o lote do terreno e suas benreitorlas. Pro• teRta por provFLB pericial, testemunhal, docu­ mental o depoimentos pessoais doe confinantes, dando a presente o valôr de Cr$ 250,00. Nêe­ tes térmos, P. deferimento. Bela Vista, 22 de ·outubro de l.968. (a) DR. PEDRO JOSÉ PALMIBRI. DESPACHO: D. R. A. Paga a taxa • regulamentar. Designo a audiência da justifi• cação para o dia 25/X/68 às 9,00 horas, B, Vista. 22/X/68. (tt.) DR. PANTALEÃO' BLANC · RINALDI • Juiz du Direito. PETIÇÃO DE FLS. 18. Exmo. Sr. ·Dr. Juiz de Direito da Comarca de Bela Vista - MT. BALBINA AFONSO DU­ TRA nos autos da Ação de Usuoapião em curso pelo Cartório do 1· 01. desta cidade, em cumprimento ao despacho de V. Exa. de Ila. vem mui respeitosamente requerer a juntada inclusos documentos, sendo que o doe, n· 1; constante de uma certidão. faz prova que o bem objeto da ação proposta não se encontra. transcrito ein nome d~ .AN­ TONlO ·BRAZ DE LIMA, provando se, contu­ do. pelos documentos de n. 2 e 3, pertencer ao referido cidadão o imóvel em causa, eis que em nome gesse Senhor, encontra se aver- . bado • na Prefeitura Munlcipal • Nêstea têrmos P. Deferimento. Bela Vista 15 de Abril dé 1.971 (a) DR. "PEDRO JOSE' PALMlERl. DES­ l'ACHO - Junte-de. BV. 14-04-71. {a/ DR. JO­ SE DE CASTRO • Juiz de Direito.. DESPA­ CHO DE FLS. 23 1 - Cite se a Antonio Braz de Lima e, as: confrontantes descritos nos itens I e II da inicial, para contestarem a a­ ç~o no p_razo de 10 dias. 11 . Cite-_ee por E­ dital no prazo de 30 (trinta] dias, publican­ do-se· tres vezes ~o Jornal da Comarca e, uma vêz no. Orglo Oficial do Estado, os interesa­ sados incertos. Em 31/07/1972 • (a) Dr. Gerval Bernardmo de Souza - Juiz de Uireito_. E -para que. chegue ao conhecimento dos intereesartos e ninguém possa alegar ignorância foi deter mmado a_expedição do presente edital que será publicado na forma determinada . Dádo passado nesta_cidade e Comarca de Bel Vj " "tado de Mato Grosso, aos quatorze dias . rnes de agosto de, ano de mil, novecentos . e Retenta e dois Fu, (ximiro Arruda], esere vente habilitado, o datilografei o subscrevi , · • • O JUIZ DE" DlRElTO . 1. Dr. GRRVAL BE~ARDINO DE SOUZA EXPEDIENTE TAU:A D FROTEIA t.. . n. « o . - •• =::ic DIRETOR: Jvaldo Pereira EDITORES: EIy Araujo Barbosa Diogenes Bra.yner DEPTO: CIRCULAÇÃO: Janes Velusquez DP TO: JURIDICO: Dr. Carlos Edy de Medeiros REDAÇÃO E AOMINISTHACÃO Run Duque de Caxias, N. 1285 Assinatura Anual • 50,00 . Outros Municípios - 60,00 BELA VISTA MATO GROSSO O Jornal não se 'responsabiUza pelos conceitos emltfdoe em colunas assinadas· J ornai TFôlha da Tarde • - Corumbá Correio do -Povo - Ponta Porã • O Nacional - Passo - Fundo Fôlha de Dourados • . O Pantaneiro Aquidauana Folha de Mato Grosso O Estado de Mato Grosso Correio do Sudoeste Folha do Sudoeste Nestor C .• Junior Marco Rond on 1 imi~@: .. M~íli . ~I~ we CM@ m a foi asa te Móveis ?regresse Móveis e Estofados em Geral (asa Progresso • •• ., • • • . - . . 1 Materiais Elétricos, Livraria e Papelaria ro_gresso,Ar tigos para p_resentes, Artigos Escolares em _Geral. Uma grande Organização á Serviço de." um Grande Povo • ---==~;;================== Aeto Pôsto • São· Cristovão La vagem - Lubrificação . • Borracharia «A Perfeição acima de Tudo» Bela Vista Mato Grosso Dr. Fiori Murano Jardim Ato Peças A • • Farmácia de Seu Carro de: Monteiro e Oliveira Ltda. Possuindo Grande Variedade de p • Acessórios para_as Linhas wij, % e 1,2,J.@4. iiovage, e-": _# 08 os Males de seu carro os Melho- res Remédios so Ali-Encontrados " Av. Duque de Caxias- 1 4 Jardim. -MT ... · ... ... Casa : _ , do .. Arroz . . de: ULISSES P. DE ALMEIDA Comércio de Sêcos e Molhal . . - . _ . - o a os 1 Rua .Antônio=. João 623 - Fone 262 Só os bons são Capazes de construir Rua Mal. Rondon 513 Jardim - Mt. Escritorio de· Jairo de • •. CRC R . •.· . ua 3 de Outubro Progresso Vasconcelos -1557· Bela Vista Tribuna rce Clinica Odontológica Atenda-se diw e nalta - atende até as ,0 horas AI lado de la Munierpalidad B. Vista - Paraguay d Dr. 'ktéLio f2oureíro Cirurgião Dentista Clinia - Cirurgia- Pr6tera • Raio X - hora mareada Fana 157 - Bela Virta - Mt. 1Jr. ]urandlr ]odé de Oliveira Cirurgião Dentista . ' Cllnlea Garal - lrurgia• E Odonto Padlatria Rua D, Ari Coelho da Olivalra s/n - Jardim 'Dr. Gevair Ferreira D2imna ADVOGADO Rua Mzrehal Rondon- 542 - Jardim l ,iasa a Mar Revistas - Músicas . Bebidas "O ponto de encontro Belavistense" i Ao Lado do Cinema· . i Onde. você é Você Bela Vista Mato Grosso , Sua satisfação é nossa melhor • Propaganda ... Roupas feitas em Geral Jardim Rua Dr: Ari. Coelho - .613 1 Mato Grosao 1 r sr soo [Ft «[1~9L9f» Hércules.1 Fotos para documentos.:_ Fotocó­ pias • Reportagens - Fábrica de 1 quaQros - Plastifica-se documentos Podes· Crer! • _ Rua José Bonifácio. 631 • Bela Vista --- -. ' Procure o é • uma Boa Pedida I 9 de setembro de 1972 pagina 4 R SIM HM E S CU T n ' : Música legal do Conjunto The MI­ ni Som IOE!Xlff .AUTOOIZAllO Pedrn ADVOGADO Av. Duque de Caxias 561 Jardim Mato Grosso Regras laceis para Determinar a Se­ quência Lógica dos Acordes e PoRaibilltar ao Principiante Acompanhar Qualquer Música Funcionará com maia de 15 Alunos· ) . Não Percam Tempo Procure o DEDÉ VabeHlão: José veiino e Situa Escri_turas, contratflS, procurações, reco­ nb~cimento_s de firmas, registro de imó­ veis, de tltulos e documentos de protesto e anexos • Extraimos fotocópia na hora-Autenticadas Serviço rápido e eficiente lei@Malte[iie teta!is -II LP" ""J n Nlrm [tia:ial Senhores assinantes • Pedimos que procurem seu J or­ nal. todos os _sãbados, domingos e Segunda - Feira em nossa Reda. ça0, caso não o tenham . recebido em s_ua residência. • "B f L 1 _V I S l E N S E" o jornal é a voz de "E%93,"idade. Façamos com_ que Bei is a seja cada vez mais cidade olaborem com este Semanário .. - ..... de setembro de 1972 -----------:--- pagin_o. 5 J-. E l E como meu atnigo Paulo mundo tem bugre tentou provar que tudo esse a sua razão de ser o rt1oiuado . <:'artecei~o!. O pacote de correspondência Jogado pelo Cabral, bateu com fôrça à solei­ ra da porta do _meu bnrraco, no· Bairro •da A­ mizade. Acabei ae tomar banho de caneca. com agua de poço meio dalobra e foi ver o que chegou. Francamente, se há uma cousa que detesto, é _ler carta e telegrama, prlnci• plmente o último. Todo telegrama, mesmo próximo do Natal. para mim sempre me traz cousa desagradável, ubro esperando o pi o r. Uma noticia de desastre, a morte de parente ou amigo, desastre, doença ou pior ainda. Is­ to porque telegrama, a meu ver, quer dizer urgência, pressa de comunicação. Pressa de quem envia esperando, que quem o receba também esteja apressado de saber a noticia. Quem não tem mesmo urgência ó a Emprêsa dos Correios. Outro dia, um amerlcano pas­ sou um telegrama de Aquidauana para ela Vista: "Jato moro as) William. O de cujus chegou vinte dia depois, assim: Gato morreu as) Iliana. . Gritei da porta: "Marieta! Marieta! Me em­ presta JS óculos·•. Os óculos da Marieta ser­ vem a toda vizioh rnça, Sã.o lentes universais. São velhos, surrados. emendados com arame. barbante e fita vermelha, que já está marrom de sebo e suor de tanto passar de orelha em orelha. . . Não havia nada, 11penas algune Jornais e U!n convite. Desses, que a gente sabe ser de caeiamento e só abre para ver de quem com quem Lá estava: "Viuva Angelin~ Paixão das Cruzes e o casal Manoel Antonio Pescado convidam V Exa. e Exma fam1ha, _p~ra o en­ lace matrimonial de seus filhos Olivia e Pra­ xedes Brederodes.. O. ato cerimonial será rea • zado na Matriz de Santo A fo n s o , etc. etc As linhas Unais continham o mais importante. O8 noivos receberão os cumprimentos na residên­ cia da noiva. Convite de casamento quando t mina assim, quer dizer nas estrelrnhas. ';n m eéíer a barriga." 0 que era ·co­ mum nos velhos tempos Hoje, isto é raro. O norml são "os tais cumprinentos na. Igre­ ia". 4 moça eca minha velha conhecida, Era {oivint 'Picolé, filha da Aagelina Pé Ba­ chado, moradora duas casas depois da minha, be.n em frente da casa de Marieta. Ora, u ve­ lha buxa gastou toda etiqueta, que aprendeu na vida, com o+ convites. Olivia tiba 08P% iião Piéo1é. porque quando meia,çhog "}% . ·t pedindo Picolé uaD o «nas e }%,% fico» &ivi@. A peiiia p~t'OU, A acordar Angebna per- z:. %1%"?'is e± ijjjé .g . lé E chorou mais 3 dias. rapaz quero p!O;{eia pessoalmente. Passou vá­ eu não coo e . da O li v, a, is ver2%.%%%, ·+is» frente ao meu Dia Mas com esse nunca passara d° %%?#a.' citrão @e o­ nome, devia ser um • van a.do face o e. iorae soo m}#, # c'iir«G agarramento com 8'vesperas da cega- i_ • g..%..% i is«s nha, segun o o . O casamento di' ·cado com atraso de Deu-se no i~ mares era do noivo, que sra iore e,J%, ~ali reiiii& no saiu da despe 1 da ara a Igreja, onde en- bordel da Lourdoa%; !{ão dé desespero. O controu. a noiva ~bor se se transforma em Praxedes mal sabia, qu~uturs sogra -,t.emerosa afio nas ame4$$ e aavéi iej@ião o­ que ele tugisse e }a, ate os fundilhos com o do. Estava empen a a • Entao começou a tragédia. Quem huverá de dlzer (continuou o Bu­ gre depois de uma pausa, para recebor os a­ plauso8 e sutocar uru soluço) que a noiva pre­ sente, a nossa quedda Olivlnha Picolé, há mais de quatro anos seduzida pelo cubo ('ornetelro André da Luz, rôsee boje casar com o. . Não terminou. Um prato com ossada de galinha, lançado por AngeUna Iol acbata.2 mais ainda aquele nariz chato. Gritos de "Ióra calllorda, burro, tnho de uma égua, ouviram se a t r ê R por dois, seguidos do soco, ponta-pé8, pesco­ ções no Bugre que se defendia como um leão. Entre a turma do "Oaixa disso, estava eu que o conduzi a.o meu barraco e lá chegando se desculpava: Cambada de fngolnoruntes, n ll. o sabem receber a verdade dolorosa, com edu­ cação. . Duas horas depois, a bebida tranca e a música de um ba.ile, abafaram a vergonha do Bugre que não morreu a pau, graças ao amigo, casamento da filha. As maiores despesas de­ correram com o enxoval, pois o serviço de. uoces e salgados Marieta dispensou o paga­ mento. As bebidas. em grande parte, toram dadas por Chico Papagaio e outros amigos inclusive eu, que além do presento, contribui com dua caixas de uisque escocés legítimo, pois Angellna exagerou no8 convites, esperan­ do. lotar a cama e o quarto com os presentes a receber. Pediu-me, não esquecer de tru:r.er bom ulsque, que convidará o Dr. Carlinhos .Me­ deiro e êle era exigente em questão de uis­ que. All,m do Cr.rlinhos, viriam o 'Delegado, Prefeito, Juiz de Paz, militares, e outras auto­ ridades civis e ecle11iásttcas, pessoaá de fino trato e estômago delicado, exigente de bebi­ da cara, como esses automóveis de luxo que 'só bebem gasolina azul". Dizem que amigo pobre "é como pé de caclús, não dá sombra nem encost'. Mentira. Entre os pobres há mais solidariedade na alegria e nos momentos djficeis. A Igreja estava cheia, cheirando a flôres e a naftalina das. roupas guardadas pa­ ra essed dias. O com·padre o sermão de sempre, falando em amor e filhos. Terminada a ceri­ mônia, os noivos foram abraçados efusivamen­ te e os pais distribuil'am fartos cumprimentos regados de abun lantes lágrimas, senpre acom­ panllados de convite para o almôço. RÉ DE CHINELO. Mulher /Homem . . Para inicio de conversa, a mulher es­ tá conquistando [e como] gradativamente, u­ ma liberdade mais extensa (e intensa), cada vez bem maior no seu tempo e no seu modo, Esta libe}:"dade dia-a-dia vai tomando propor­ ~ões dive!'sae, como uso e abuso da pilulae "anticoncepc1onaie'' que m:i.ndaram para o be­ leleu aqueles receios angustiantes, livrando as mulheres dbquelea milenares c_onceitos · e preconceitos, que tanto atordoavam os nossós bons e vacilantes avós•. • . Exatamente, por razões óbvias e ululan­ tes, as mulheres do século XX cismaram que têm o direito de exigir o máximo de amor­ do homem, porque já não se consideram (e no são) uma parte _escr~va e sujeltts. aos ca- prichos e regalias do s_exo forte, . • • • A mulher atual para .o bem de todos,-dest­ nibiu-se de tal maneira • que ajuda· o homem nos seus mais frequentes .e variados métodos de conquista. Sendo exatamento o contrário do que acontecia outrora, quando'o homem usava de estilos excepeionai para. 'ganhar qualquer garota", Nos tempos idos o cr e- . guia uma garota • bem ciente de que com qualquer "cantada' ela estaria no papo. Ho­ je que se diga de passagem,· quem mais con­ vérsa é a dita cuja, falando de modas, de clubes, de cinemas, e tantas outras que deixa 0 cara entre meio engasgado, E o· cara lloa calado só·ouvindo ela falar. Sabe de uma coisa: "o cara a invés" de "cantar" termina sendo "cantado". • • Inegàve1mente, com esta total desiniblção e com a grande liberdade sexual, s mulhe­ res perderam um pouco do seu encanto fe­ menino. Daqueles mesmo que levantava a moral do mais tranquilo e pe.cato homem. A mulher de boje é bem. mais "viajada", jà sabe onde põe o .nariz. A agressividade. na mulher moderna é uma constante. Ela vivia obedecendo a certas formalidades trazidas pelos nossos ancestrais e ao~ poucos . foi fu­ gindo das tradições conveno1onais, que não. lhe cabiam bem. . .. Mas ela toi mudando e, cada dia vinha-se modernizando de acordo com a necessidade do tempo. Então ela pasAou a quebrar todos os tabus: subiu saia, subiu blusa, colocou um olgarro aceso na mão, botou calça comprida, cortou o càbelo bem curtinho, tomou uma. doe de uísque e foi igualando-se ao homem de tal maneira que fngiu. do eterno papel de conquistada para o. de conquistadora._ Séculos trs a mulher era presa até mesmo ao desempenho cultural e profissio­ nal. Se estudava, procurava seguir uma car­ reira clássica - principalmente proteesora. Hoje ela procura uma carreira cientifica e já se forma em medicina, .engenberia. odontolo- Angelina acertou na previsão. No quarto havia presentes na cama, no chão, em cima do guarda roupa. nas. mesa de · cabeceira até á porta, severamente vigiada por D Tita madri­ nha de Olivia, A casa superlotada de gente, de copo na mão com caipirinha, cerveja, uis­ que, cinzano, de tudo..-- Todo. mundo entor­ nando para tornar a festa mais alegre do ano. Se havia fartura de bebida, de comida não se fala. Taboleiros com à.asados de ga­ linha leilões carneiro, carne de vaca, o n z e perú~, trave;sas de maionese e arroz de for­ no enchiam a .mesa de cem talheres. Ao la­ do, em outra, um bôlo de. d~is metros de.cr:m­ primento e um de altura, finamente confeita­ do tendo no ápice dois pombiahos de choco-· late prendendo nos bicos um cartão com o8 dizeres em dourado: "Seremos felizes', c e r­ eado de garrafas de champanha e taças de "I""5do nas travessas só havia esqueleto e restos de arroz, Paulo Bugre levantou-se e: disse; Peço a Palavra. . . O Bugre é o orador oficial do Bairro pa- ra as festàs =de aniversário, casamento e eD­ terro.- Semi- alfabetizado, vererador eleito em toda eleição que.se candidate,dada u ua simpatia e aos discursos previamente enco­ meil.dados. O Bugre _oomeu a tripa. forte, Be­ beu de avermelhar os olhos amendoados que cavalgam um imenso nariz, pare01do com u- . ma rã que ali ge estatelou. De palito no ca­ to da bocarra, depois de desapertar o cinturão · e tree arrotos, seg1:1,idos .de. meto copo de dce. - . lada para assentar o. repasto e a r }]%,,,É", 'começou: "ãiiortãaáes mnitare, iP%}%; ~'eiesiástfas, meus senhores, minhas c1v B - tis senhoritás quer1dos noivos senhoras, gen ·undo têm a sua .razão de 'T u d o nesse m . · Jr- fruto que amadurece, o canto de um ser. m té mesmo uma folha que cai duma pássaro, a. suà razão de ser. O vento do árvo_re, têm t 8Z muitas vêzes a Bemente da destmo nos r eridade e da bonança.. Hoje. sorte, da PP"?kf nico cumprem o _sagrado os filhos e o andamento de Deus: "Ide e po­ e a~radável,,m Tudo têm a sua .razão de ser. voai a_te""ç, em! Aplaudiram o Bugre. Muito bem. UI 0 - fmale (Continua na Ultima Página) pagina 6 9 de setembro de 1972 VOCÊÉQUEM PAGA O IMPOSTO . o Empate ,' <±9E&sena. ' ' ' • • dtif ' . --- - ·- •'· ., ":_. .·: .. • "·. _._~· .. , ,:.•.~: 2,foi =5E5 E <-±- _ -- .± .···. : ; • 1%5%%- . ... . É. Num bate papo, a cerveja que você toma é Imposto que VOCÊ paga. Em toda compra feita, de arroz, tecido, calçado, café. banha. etc., VOCÉ pagou Imposto.- E sabe por _que? Sôbre toda mer­ cadoria comprada. o fornecedor. obrigatór_iamente. deverá recolher • Ó lmpósfo ·_devido, ao seu valor. • Isto quer dizer que VOCÊ.·· indi­ retamente, PAGOU este Impos­ to. O consumidor. realmente, é o . gr_ande pagador. Assim; VOCÊ e . o Governo cQnstruirão • escolas, hospitais, estradas e inúmeras outras obras • públicas do seu interêsse. Imposto é obrigação que se transforma em bem • comum. Dever de todos. ... . · ... :.. • .... #é .. o o :'!? ~ .o e Mulher/Homem [Continu.ação l » Secretaria da Fazenda do Estado de Mato Grosso· gio e muitas outras profissões ante só egul das pelot1 homens • t d D • de conquistar quase o os os , . espo1s s as mulheres procuram direitos do8 homen a tabus com relação ao sggrgge"",};"ia iisrí«dê misei- sexo. uer aq I t, a .qui na Je ir para as [esns e prat car uno a - lo que O bomem pratica. E tão O que a mulher acha atualmente e qu ssá mésma liberdade sexual que o home:n tem (de lazer o que quis_er e quando qmser) também pode ser seguida por ela. 8Jmple~ente porque eh1s já estão achando que a virgindade não só deve ser guardada pelo gexo traco, que o _faz por uma simples razfio de rorn;.açlio floc1al. Antes o mêdo existente nas mulheres vinha das 'consequências que poderiam existir despots de certos meses. E, como toda gente já sabe, uma mulher que perdia sua v1rg1~­ dude antes do casamento, era totalm~nta rege1- tada pela sociedade. Hoje em dia, com o uso de uma simples pilula, elas já saem despreo­ cupadas, podendo praticar tudo aquilo que o homem pratica, basada naquele genial concel­ to de que "virgindade estâ, dando câncer . Não é de se estranhar, da maneira que vai - oom as mulheres tentando fazer tudo a­ quilo que o homem Iaz - daqui a alguns anos, tudo ae transforme e passe a ser o contrário: Ela é que vai conquistar, fala namoro ao ca­ ra, pedir o noivo em casamento, levá-lo ao cinema [êle acompanhado com o irmão] e muitas outrns coisas mais. Despoia, quando ca­ sados, é ela quem vai trabalhar para susten­ tar tudo, enqu unto que o marido fica em casa ouidaado das crianças e da cozinba Vai ser uma coh,a: principalmente a con­ fusão na hora de decidir quem vai ter a· criança. ----------------- rara. tu xistz @owerã rasileira ubert Capacidade ; de Trabalho Dinamismo - Inteligência _AS.SUNÇAO -- O· governo para- guao contestou um pedido de informe sobre o Salto de Guaíra afirmando que "não existe ocupação alguma por parte do Brasil ao Sul da linha da • fronte1r~ Já fü1racterizada mediante a colocação de marcos". No Salto de Guaira se projeta construir a maior represa do mundo e o tema da. pos­ sessao do mesmo, ou o condomini d mesmo pelo Brasil e peio éa}' suscitou notícias dadas a conheci na Cam~ra dos S e n a d o r- e s reproduzida pelos matutinos de Assu çao. O informe expressa ,, #$.gli eng@iia, site&kf.. ·guai se localiza : curso inferior. a res como país de rios internacinai P]!o do Brasil, nos e como país de , GP8aguai e Paraná, peito da Argentin~rso superior a res­ Esta dupla. posição ~o~ • mesmos rios. nhar-se em qual ue impede de alhi­ da controvérsia q1·nterrnda~ duas posições . . acionar'. • -lenda Mais Candidato a Prefeito de Jardim 1 - Anuncie ' ~--------=-:_ l 1 ··- - -- • -··- -E- - --..-:-- .. - • .--...E.-.. - .... - ... ., - o »o e «o ·o o o