Sr. Luis Carlos Nazaré 
DINAMICO GERENTE D )BANCO DO BRASIL S.A. SUDECO - Necessita de Maiores Verbas 
BRASILlA - Afirmando sua plena confiança no novo di­ 
retor da SUDECO, sr. Nelson Farias, o Senador Fernando 
Correa da Costa (ARE:-.lA-MT) disse, em entrevista conce­ 
p ar a incutir no dida na (Japital da República, que •'êle, da mesma forma 
povo 
O 
espírito d . que seu antecessor, pouco poder fazer, caso não aumen­ 
e tem substancialmente as verbas destinadas ao órgão , E 
união, e desenvoI- €Xplicou: A pecuária mato-grossenE-e com toda a pujança 
com que se lança no panorama nacional, está acompanha­ 
da de perto pela produção agricola. Se os órgãos compe­ 
tentes ficarem atentos a este aspecto, teremos um ritmo 
de desenvolvimento promissor para nossa economia. 
Futuro Eutrarodinário 
Bela Vista'' Como todos sabem, . prosseguiu o senador Fernando- 
..,,....~,.,.,,.,,...,,...~======.,...~..,..,..,-==--=-,.,,.._~--=-...,,·"""'--~..,,...,,,,.,,,..,,..,.,.,... ~~-=-~- Correa da Costa, - o Prodoeste veio abrir a cortina de Ma- 
l 
to Grosso para um. futuro de extraordinário progresso. Es­ 
tou voltando do meu Estàdo e tive a oportunidade cerca 
ConUnúa na última Página 
''Continuem com 
esta linha, jornal é 
vimento, contem 
conosco, a Tribuna 
já é patrimonio de 
· , ,LI IDADE COM RESPONSADLIDADE. 
l AN-C 11 imelil ?isia-MV. 16 /Dt/1972 00. 26 
Re~citores: IVALDO PEREIRA e •. Dr EU A ·BARBOSA 
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lanchonête C n N TI N H O" 
------------------ 
"N O S S O 
Visitando Jardim - V_isite a sua Lanchonete 
O Ponto de Encontro da'Sociedade Jardinense 
"Se voce Quiser um Papo Sigil_oso temos . reservado 
com música sullve'~ • 
' • 
Jardim 	Mato • Grosso 
O senador Filinto 
Muller, lider da _maio­ 
ria no Senado e pre- 
sidente nacional da «Posto de Serviço Nacional» 
~x;;·'L{_:~/. A R EN A, disse em 
", $#E • "27."....- 
?scf, da a construção . da Esmerado tratamento - fügiene - Rapidez 
$$jf# sina hidrelétriéa de Prestatividade integrado no contexto • Evolutivo 
ré3jl, Sete Quedas,não . da Região 
.lê i4 ggeitando abrir_ mo.A, 
-~f::: ;-,::.:~::-Jt>:;+>1:>·i~ e sua so eran1a·· ·Jardim 
3.%j3j5$ quando se trata de 
:-.~,· ··>})(
1i;('.:]~1JJI:i1 beneficiar unia po-· •• :..--------------------------• 
. + $9$ .&g; " 	7 , · 
e ,g ena.e .$ tela isla: Rol!fiic?2 · 49$,%±$ 60 mllhoes de hab1- • . 	. . • .. P • 
É%é$$%$332 i}$ tantes daquela região. 	te o 
.·lw·;,.;; .. r·,.··Ji•/ •-·re:Y:A:--.'" O S d l 
{j$45é;; 3,4$33 iena(or, Te8l- 
4$$e$)5s$%21±33$%4%223 4 e 	fot ão 
" E8,sã$és±$$?2? ou qu o projeto n 
:· &~iJ-· ,._,,:··5~)i,tf;:,-:-;
1
(t~~-?~ causará preJUIZ0S a Quem penetra no mundo das xe o voto bitolado à politi"oos sem 
, 1 « {E%ef$#j5354j$ ninguém, m a s, a o . cottsae e nêle descobre os seus e- merecimentos. Conheço um ho- 
tt:'!f~ contrário, ''beneficia- feitos, fica atordoado pelo equill- mem pela medida do seu grau de 
1m~tig rá a muitos". As de-. brio ali. reinante, Vê que tu d o perdoar. Descoµheço a violência 
1Yi¾i1$ clarações do senador harmónicamente funciona no pla- de idéias. creio nas idéias calmas 
. no da matéria (eqmlibr10) ao do metodizadas. Elas' crescem. Não 
matogrossense foram espfrito (justiça). Todavia o ho- oreio no homem animal. Ele é 
motivada por um pro- mero comum pode levantar duvi- simples a ignorante, sua simplici­ 
nunciamento do Se- das a. respeito da liberdade de es- dade não decorre da virtude e 
nador Matos Leão da colha, pois nem sempre ele é sú- sim do doscon.heclmento do eer 
A P 
' • . flc1entemente desperto para usar humano. 
rena do arana, do bom senso e optar pelo justo. Dirigentes politicos da região, 
duzindo 
O projeto de construção A filosofia política se debate en- o homem é destinado ao dominio, 
d 
. Q tre duas escolhas: o·determ1msmo mas é preciso que. aprenda a 
a uzma de Sete )uedas dentro 
O livre arbitrio. O problema é mandar. Mandar. não é impor, Com 
de uma política de harmonia scluvel somente tendo em conta isto se compreende como com o 
com os países ·-vizinhos, envol- que a evolução desloca a vida em conhecimento aumenta-se re8- 
vidos no caso, porque também .sentido. _A liberdade de escolba ponsabilidade, e com a potência, 
banhados pelo rio Paraguai. é concedida ao conhecimento, à a -grandeza dos efeitos •• do . êrro. 
. . . . conoienc1a e sabedoria. Sao pou- Mas a grandeza também é elogi- 
.. -. , O líder do _governo enfati- cos. os que sabem e&colhcr e o rn cidade do êrro e do mal. Povo da 
tizoa sua convicção de q: u e, plena: concientização. • região. é n·ecessário :que você 
depois de construida a usina . Estamos nos aproximando das faça uma auto-critica; Até onde 
não trarâ prejuízos.·-_a nenhuma- eleiç_ões,. é hora em que será jul- alcança o seu. desenvolvimento 
· - d · •- • • gado o grau de pohtizaçlio da ma.a- Politico que lhe dará eon:diçõe■
das naçoes a regiao. • '"ªª silenciosa. Saberemos qual foi para escolher o· Homem • certo 
0 reaultado da licão dada em Mar• para o lugar Certo Procure co­ 
ço· de 64 .:. o povo responsável, nhecer o Sistema, êle é tão per­ 
consciente, _de acordo com as me-. ffntu que é precursor da Liber­ 
. tas da·- RevoluçQo, ou o povo pá- dade. 
tico, parcial. aujéito. ainda à . hii::- A Liberdade nunca pode tra- 
• tória. E hora em que o desejo de zer desordens, pois ela nasce em 
querer deve aliar-se ao de ser e proporção ao seu conhecimento . 
. não- 
0 de. ter. Chega de maquina- Seu conhecimento Leitor amigo 
çõe·s . Chega de voto ,comprado. é a bússola que orientará na ho­ 
É nora da verdade histórica. ra ·em que você é o reepon■avel 
1 
Povo da região, esqueça o pela Escolha, E1colha que recai­ 
passado de êrros. Una-se ao pen- rá ~1:11 sua 0onsciê1:10Ia. Esta é a 
sarnento universal de crescer. Dei- Pollhca 7!, Bela Vista. ____________ -: 
/ . 
-------------------------- 
Mato Grosso 
IV ALDO PEREIRA 
sôbre a importância clo acôrdo 
recentemente firmado entre Bra­ 
sil e Paraguai para. a consti­ 
tuição ainda este ano, de em­ 
presa mista destinada a cons­ 
truir a usina hidrelétrica. 
, Filinto Muller elogiou .. a 
atuação do Ministro Dias Leite, 
de Minas e Energía, e Gibson 
Barbosa- das. Relações Exterio~ 
res, que' ao seu ver estão COil· 
Frigorificos 
Bourdon (O. Grande) 
I · Sadia (Maringá). 
O mercado da carne fechou hoje com a 
· · · seguinte • cctacao ·, ... · 
_ Boi Gordo. 
, • 	• 
Cr$.' 3,40, o quilo 
3,30. o quilo 
=t-t. <Zf:.: <~-_r --'-!

pagina 2 
Trihuna ela Fronteira 
• -··· "•--- .. -~ .. ----------- 
16 de setembro de 1972 
------ 
Semana da Pátria em Bela Vista 
super movimentada. Promoções e mais 
Promoções! 
As '
1
noitadas "ocorridas durante es­ 
~a semana foram animadas pelos con­ 
J untos Aquários e The of Sky. Foi uma 
Boa. 
Salão. do GRP florido de gente jo­ 
vem e alegre.' 
frestigiaram: Sr. e Sra. Cap. Kroe­ 
ber; sr. e sra. Valdemar dos Santos; 
sr. e sra Sgt. Montanha; sr. e sra, Sgl. 
Quirino; Gueguo Cecília; Alvair Catarina. 
• Também juventude em brasa:·Beto 
Denize; Enrique Ramona; Marcos-San­ 
dra; Prêto; Lula. 
Notei sr. e sra. Tadeu Ocampos 
Bilú; Edna,. Matos. Janíce, Olinda, Neli, 
Denise, Maringela e Sandra Barreto 
e Ivo. 
Anotei· Antonio João-Dione; Taba­ 
jara-Jane; Antero-Zeli; Brigido-Egidia; 
Aluísio-Rosinha. 
Muito • eufóricos estavam: Mada 
Glória, Solange, Flávia, Alvaro, ·Jlda 
Ma. Luis, .Ritoca, Janete, Neuton. 
Começando a circular entre nós a 
"cocadinha" Mârcia P. Nunes. 
Aniversariou na semana PP, os a­ 
migos: Tibiriça Loureiro, Elina Coelho: 
e Nelie Moreira. A voces muitas La­ 
barêdas de· felicidades. 
De Recife recebemos o seguinte 
telegrama: Renda Familiar Díminuida 
Auspicioso lngr.esso Cíntia Comunidade 
Nacional PT Margens Capibaribe Ou­ 
viram Primeíro Grito Dia Sete Setem- 
bro ass, GAY 
Ao Gay e Magali parabéns pelo 
nascimento da herdeira Cintia. 
Em bate papo informal, circulando 
pelo Cantinho do Sacy: Dr. Carlinhos 
Beatriz, Antero-Zeli, Nestor-Morena, Sr. 
o Sra. Dr. Geraldo Xavier de Matos. 
Também: • Genil-Enoli,--Felicia, Ma­ 
neco-Nice,_..fil_cardo-Carmem, jMãjõ"rita-) 
tíar Li_aj am Barbosa, Marcelo., 
Pois é, o Sacy é o lugar sadio pa­ 
a juventude. Registrei: Isolda, Clande; 
Elizabete, M" das Graças. 
Casal da Semana; Atanazio Melo e 
Solomé Portocarrero Melo. 
Sua .. satisfação é nossa melhor 
Propaganda ... 
Roupas feitas em Geral 
- : Rua- Dr. Ari Coelho - 613 • 
., • • 1 
Jardim 
1 
Mato Grosso 1 
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Escola &visual te Violão 
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· · Regras iáceiG para. Determinar a Se- 
quência :Lógica dos Acordes e. 
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Possibilitar ao Principiante 
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Acompanhar Qualquer Música 
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Funciona rã· com maia de 15 Alunos 
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Não Percam Tempo' Procure o 
DEDÉ 
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abellãs: José Avelino e Silva 
Escrituras, contratos, procurações, reco­ 
nhecimentos de firmas, registro de imó­ 
veis, de títulos e documentos de protesto 
.. e anexos 
Extraímos fotocópia na hora-Autenticadas 
: • .. • Serviço rápido e eficiente : 
é uma Boa Pedida Podes Crer!  
E X EDIENTE 
TRIUNA D? FROKIEIR 
ye,e.-.r.- T- 
DIRETOR: Ivaldo Pereira 
EDITORES: Ely Araujo Barbosa 
· Diogenes Brayner 
DEPTO: CIRCULAÇÃO: Janes Velasquez 
DEP-TO: JURlDICO: Dr. Carlos Edy de 
Medeiros 
REDAÇÃO E ADMINISTUACÃO 
Rua Duque de Caxias, N. 1285 
Assinatura Anual - 50,00 
Outros Munio1pioa - 60,00 
BELA VISTA MATO GROSSO 
o Jornal não se responsabiliza pelos 
conceitos emitidos em colunas assinadas 
-Jornal Fôlha da Tarde - Corumbã 
Correio do Povo - Ponta Porã 
O Nacional - Passo - Fundo 
Fôlha de Dourados 
O Pantaneiro Aquidauana 
Folha de Mato Grosso 
l 
O Estado de Mato Grosso 
Correio do Sudoeste . 
1 
Folha do Sudoeste 
_Sgt, Kruguerson Matos 
1 
Bela Vista 
MT 
Senhores ciSSinantes 1 
Pedimos que procurem seu Jor­ 
nal todos os· sábados, domingos : e 
Segunda - Feira em- nossa Reda· 
ção, caso ·não o tenham recebido 
em sua residência. 
"BE l AV l.S. l EH SE" o jornal é a voz de· 
uma cidade. Façamos com que Bela 
Vista seja cada _vez mais cidade 
€olaborem com este Semanário 
Casa . de Mieis Pressa 
Móveis e Estofados em Geral 
Casa ogresso 
is:. eais ma 
e Eis a 
se oi» 
. . . 
Materiais Elétricos, Livraria e Papelaria 
rogre_SBQ, Artigos pa~a presentes, Artigos 
Escolares ··em Geral..' •• 
Uma grande Organização á Serviço 
de um Grande Povo 
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Loterias: Estadual e Federal 
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Escrito rio 
de Jairo. de 
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Rua 3 de · Outubro 
Progresso 
Vasconcelos 
1557 
Bela Vista

Tribuna da Fronteira 	16 de setembro de 1972 	pagina 3 
a. a .a	. roa 	a 
0 %ists fst hligmaio cm o entato Ctra 
as Olimpiadas 
Mais uma vez a violência origina­ 
da no meio de sêres involuidos volta 
a ceifar vidas. Em Munich, guerrilhei­ 
ros Palestinos realizaram um ato· de 
banditiumo próprio de marginais interfe­ 
rindo naquilo que é da cultura Ó Espor­ 
te. A organização Setembro-Negro de 
Cunho politico, matou 9 Israelitas. O 
nosso mais solene protestos, contra es­ 
tes homens que usam de meios próprios 
a animais feras, para atingirem o ob­ 
jetivo politico que, deturpa e nos faz 
pensar. o que é o Ser humano? 
4"o 
de Luxo 
Filinto Moiler Metente Coruá - 
Em aparte ao ·senador Fernando 
Corrêa da Costa, o Presidente Nacio­ 
nal da ARENA Senador Filinto Muller, 
defendeu a integração da B.R. 165 na 
"Transoantaneira'· referido-se ao Pre- 
sidente Médici "Sua -Excelência tem -a 
preocupação de lançar o Prodoeste, de 
lançar o Complemento da Transama­ 
zônica, -do Plano de .Integração Nacio- 
antarem 
nal, que é a Rodovia Cuiabá-Santarem, 
que esperamos seja: Santarem-Corum­ 
bâ, e não Santarem-Cuiabá. atraves­ 
sando o Pantanal". 
A manifestação do Senador Filin­ 
lo Muller, vale como um lembrête ao 
Presidente para a devida atenção aos 
legltimos interêsse dos Corumbaenses. 
''Meu interêsse primordial· é desen­ 
volver o Sindicato, não busco glória e 
nem méritos, quero isto sim, criar um 
Sindicato a altura dos Jornalistas Ma­ 
togrossenses" (Pedro Rocha Jucá). 
Provávelmente 'deverão seguir pa­ 
ra Cuiabá no dia 22 do mês corrente 
os Jornalistas do Sul do Estado_ ·que 
orientados p·or . suas conciências de pro- 
fissionais, homologarão o nome de Pe­ 
dro da Rocha Jucá, como um dever 
que se presta ao Irmão mais Velho. 
Sindicato dos· Jornalistas Profiseionais 
é_graças a Jucá uma; realidade e uma 
força, Pedro da Rocha Jucá, a Tribu­ 
na da Fronteira mais uma vez e sempre, 
está ao seu lado. 
quidaana: Caso $i-eeris na Politiza. is irmãos Alistam o 
Poder nas Eleiçies de 15 de liovenlro 
r .--~Mato Grosso é um Estado Pecua­ 
rista onde a carne é alimento indis­ 
pensável, pois bem, a SUNAB autori­ 
zou nova tabela de prêçes, publicamos 
a Tabela e os consumidores que mo­ 
derem seu apetite, "comam mais man­ 
dioca e menos carne" a carne torna­ 
se artigo de LUXO! 
1a s/ osso Alcatra crS 6,00 
Contra Filé 
)> 6,00 
Patinho » . 6,00 
Coxão Mole » 6,00 
Coxão Duro » 5,00 
1a /osso 	)) 4,8o 
2 s/osso Paleta » 4,50 
Agulha 	)) 4,50 
Acem· » 4,oo 
2, c/osso 	» 3,oo_ 
OBS: Filé e· miudos libera dos: • 
O marchante· deverá entregar ao 
açougueiro ao preço de crS 3,3o o kilo: 
Esta fiscalização dará um prazo 
de 48 horas aos açougueiros a fim de 
que os mesmos coloquem a referida 
tabela em lugares visiveis com os no­ 
vos preços, aqueles :que não cumpri­ 
rem serão autuados: 
HELIO DA SILVA 
Fiscal - Corumbá 
Ivam Tridade do MDB, e Rudel 
Trindade da ARhNA, 1:mo candidatos 
ao Executivo Aquidauanense, um fato 
singular· na Política. Nacional O _Sr, 
Rudel. tem chance maior de ser eleito, 
pois o. colégio eleitoral da ARENA ne&­ 
ta Cidade é maior que o MDB. Por sua 
vez, Aquidauana · serâ um dos raros Mu­ 
nicipios em que o MDB .disputará a 
Prefeitura Municipal. - 
BELA VISTENSE: O Problema de Mobiliar sua casa 
está resolvido-nos temos os . Móveis· - Você Faz 
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1 
.. _· Ponta Porã MT. (Fundo)

e e 
·-~~---------- 
d 
9 
II 
bt.À l 
esyrta /ardi 
Ivaldo Pereira 
Senhor Deus dos povos sofridos e 
abandonados, Senhor Deus do Lavra­ 
dor, do Bancário e do Fazendeiro; Se­ 
nhor Deus dos Estudantes e dos Pro­ 
fessores, dos Pedreiros,· olhe por nós,. 
veja. a situação de Jardim. É Deus, o 
no&.so nome é Jardim, mas ... Jardim de. 
quê? De árvores? Não... Deus. E Jar­ 
din de discórdias, de brigas, de domi­ 
nio insano de classes que teimam em 
continuar no «mando». E hora da mas­ 
sa optar pur um homem que tenha con­ 
dições. Co,udições d~ dirigir, adminis­ 
trar éom o verdadeiro objetivo da re­ 
volução: EVOLUIR. 
Homens de pouca Fé, por que va­ 
cilam de mêdo? Fiquem ao lado da­ 
queles que desejam o desenvolvimen­ 
to. Desenvolvimento, Jardinenses. exi­ 
ge Luta, Trabalho e União. União Jar- 
. dinenses. Vamos acabar com •. Politica 
de Roça onde o «mando» era do «Co­ 
ronel». Êle tinha sempre um afilhado. 
Basta. Chega de «Afilhados» Vamos co­ 
locar na Prefeitura um Homem. Um Po­ 
litico Homem. Como podemos reconhe­ 
-cer um bom administrado1? E fácil. Um 
-homem bem sucedido é bom adminis- 
trador, soube administrar sua fortuna, 
cr(;sceu no dinheiro e no conhecimen­ 
to, automáticamente fará com que 
cresça seu Município: E' sina, ele cres­ 
cer. Vamos aliar-nos aos que conhe­ 
cern o Progresso. Não devemos ban­ 
car os «bonzinhos», os «p_iedosos». 
Não é hora de preguismo, é hora 
de_ escolhm·, e escolhei· bem. Observai 
ao. vosso redor. O simples panorama 
da vida lhe dàrá a certeza de· que a 
hora é de Trabalho Inteligente, Cultura 
e Despreendimento. Procurem que do 
protozoário ao homem, da célula, ao 
mais complexo orgamsmo, idêntica é 
sempre esta febre de ascensão, esta in­ 
destrutível vontade de crescer. Cresçam. 
Despertem para a Realidade, olhem o 
passado e sintan a profundidade da ho­ 
ra presente. Não vos iludais a vós mes­ 
mos, não percais um tempo precioso 
no esfôrço inutil de tentar fazer. pieda­ 
de. Se correrdes atrazado _. . . tereis 
que colhêr ilusões. Ponde-vos no Mo­ 
vimento, integrem-se no Sistema De­ 
sembaraçar vossa Mente do_passado 
que vos amarra. Superai--o. Não façais 
da. Eleição um fim, ela e o meio de 
conseguir melhorias para sua Cidade, 
para seu crescimento. . _ 
Pensem: «Quem tem cond1çoes. de 
ir a Cuiabá e trazer Verbas, Idéias, 
Planos, quem _leitor_amtgo? Quem_%; 
dinenses? HORA DE DESPERTAR .... 
a.ata f [slkai ia isitca topar 
eu.nu [falos] 
O Poly, ex-aluno do Contador e a­ 
mI tual professor do mesmo Curso, es­ 
tá indo frequentemente à Campo Gran­ 
de, em geral nos fins-de semana, o que 
será isso? Será que alquém mudou-se 
para lá, vamos Poly, se explica? • 
lffl o Contador inteiro • vibra com a 
mI vitória da sua Miss, cá pra nós, e­ 
la é um pedaço. 
R Virou moda festival da canção em 
Jardim, a Escola Normal esta pro­ 
movendo mais um no próximo dia 4 
(domingo),. vamos lá pessoal. 
Os alunos do 1 e2 ano do Con­ 
tador estão insastifeitos, com o 
professor de matematica, êles alegam 
falta de explicação, matéria não per­ 
tencem:e ao curso, dizem que êle esta 
com um programa do ginásio. sendo 
que tôdos nós sabemos que a matemá­ 
tica do Contador é a Comercial e Fi­ 
nanceira, que. entra, juros ·.simples, des. 
contos por fóra, desconto por . dentro, 
Câmbio, Trigonometria etc. Os alunos 
reclamaram também, frequência, que é 
muito importante, pois matemâtica é u­ 
ma base nêsse curso. 
mi E daí Sr. Diretor? como vai ficar? 
R Esperamos uma solução de . sua 
parte, os alunos querem. simplesmente 
a prender mais.- 
li O [talo, aluno do 2: Contador, es­ 
# ta amando, desconliamos que êle 
esta gamadinho , pela mina. 
# O professor René, em sua aula de 
mi Organização, provou que esta por 
dentro do assunto referente à PETRO­ 
BRAS, pois êle falou os 411 minutos de 
aula só se referindo ao Petróleo no 
Brasil, muito bem~ professor, isso pro­ 
va que o Senhor lê'muito. 
Estou gostando de ver o professor 
. ffl1 Julio, do Contador, no primeiro se­ 
mestre êle deu sómente 4 ou 5 aulas, 
(DIZEM OS ALUNOS), mas em com­ 
pensação até agora não. deu nenhuma 
matadinha, continue assim, . professor, 
pois os alunos precisam de' frequência 
de todos_ os professôres, principalmen­ 
te sendo_ sua matéria, considerado MA­ 
TÉRIA-BASE. 
Falei, disse e comuniquei. 
PROPOL 
A Escola Normal Propocionou o Primei­ 
ro Festival da Musica Popular e-. calouros, 
incentivando a juventude de Jardim, dando 
oportunidade a revelaçao de jovens. que a­ 
manhã poderão levar o nome da «cidade 
caçula» aos mais longinguos rincões do Brasil. 
Animado pelo conjunto «Os Aquários» 
de Campo Grande, um som da pesada • com 
0 Sergio (empresário) dando um show de co- • 
municação, começou o Festival num clima de 
entisiasmo contagiante. 
Após a. apresentação de 15 candidatos 
Ioi escolhido os 7 mais. O Público em parte 
apoiou a escolha de Fatima e Luiz Tarcislo, 
Cantando: Devolva- me ao 2o lugar c.a Ro­ 
berto e Jorge, Cantando: Serafim e seus Fi­ 
lhos (que merecia o 1 o lugar) em terae1ro a 
Marlene deu uma aula de interpretação, sen­ 
do chamada 3 vezes para deiender sua músi • 
ca: Porque Brigamos. Ficou assim classifica­ 
da: 
lo lugar: Luiz Tarcisio e Fatima-Musica 
Devolva-me 
2o « Roberto e Jorge - Serafim e seus- 
filhos 
o « Marlene Romero - Porque Brigamos 
4o « Orlando - Mon-Amour 
5o « Odilon e sua Garotas Kavaleiro da 
Aruanda 
6o « izerino e }ara Lucia- 
7o « Anedina Rodrigues - A vida e me­ 
mo assim Jardim com os festivais que vem 
realizando esta. de parabéns música é cultura 
é comunicação. Um povo musical é um povo 
culto e humano. Força gente p-a o aprimo­ 
ramento, a ideia da Escola de Música do pro­ 
fessor Paulo Maynard é uma boa pedida. Pres­ 
tigiem. 
Declaro para fins de requerer 2a. 
via, que foi extraviado os seguintes 
documentos de minha propriedade:· Cer­ 
tificado de Propriedade, 'Taxa Rodo­ 
viária, e seguro contra terceiros refe-­ 
rente . a veículo Marca Vo[kswagem, ti- 
po Sedan, Ano 1970. ' 
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Certificado de Propi'iedade. 
«LEI e LIBERDADE são as tábuas da lei da vo­ 
cação do Advogado. Nelas se encerram 
para êle, a síntese de todos os manda- 
mentos. 
NÃO deserta a Justiça nem cortejá-la. 
NÃO lhe !altar com a fidelidade, nem lhe re-­ 
aar o conselho. 
• NÃO transfugir da legalidade para a violênC'ia, 
nem trocar a ordem pela anarquia. . . 
NÃO antepor os poderosos aos desválidos, nem 
• . recusar patricínio a êstes contrà aquêles. · 
NÃO servir sem independencia à Justiça. nem. 
quebrar da verdade. ante· o poder. . • 
NÃO colaborar em perseguições ou atentados,.. 
nem pleitear pela iniquidade ou imoralidade 
NÃO se subtrair à defesa das causas impopu­ 
lares, nem às das perigosas, quando justas­ 
ONDE fôr apurável.um grão, que seja, de ver­ 
dadeiro direito não regatear ao atribuir 
o consolo do amparo judicial 
NÃO. proceder, nas corisultas, senão com a 
_ . imparcialidade real do juiz nas sentenças. 
NAO fazer da banca balcão ou da ciência 
mercatura. 
NÃO ser baixo com os grandes, nem arro­ 
gante com os miseráveis servir aos opu­ 
lentos com altivez e aos indigentes com 
caridade.· 
AMAR a PÁTRIA, estremecer o próximo guar­ 
dar fé em_ DEUS, na verdade e no bem> 
RUY BARBOSA

Trib_una <Ia Fronteira 	16 de setembro de 1972 
pagina 6 
.;, , .. 
. . / 
O governo de Mato Grosso, atra­ 
vés do secretário da Agricultura, - sr. 
Paulo Machado, que se reuniu com re­ 
presentantes de diversas empresas des­ 
ta Capital, convocou a iniciativa priva­ 
da do Estado para colaborar. direta­ 
mente, na estratégia da ação da super­ 
safra 72/72, lançada recentemente pe­ 
lo governo federal. No encontro, frisou 
o, titular da pasta que a política traça­ 
da pelo presidente Garrastazu Médici 
visa aumentar em 20 por cento a pro­ 
d ução agricola nacional, envolvendo 
no seu plano não só órgãos governa­ 
mentais mas, principalmente, iniciativa 
privada, para a qual, segundo afirmou 
o ministro Cirne Lima, serão criadas 
todas as condições de trabalho atra­ 
vés do oferecimento de estimulos de 
preços mínimos, crédito e orientação 
técnica. A politica a ser desenvolvida, 
acrescentou o secretárlo_ da, Agricultu­ 
ra, além do preço mínimo crédito e o­ 
rientação técnica, será baseada tam­ 
bém ria comercialização da supersafra 
que dará ao produtor a certeza do 
sucesso do trabalho a ser por ele rea­ 
lizado. 
AREAS PRIORITARIAS 
Explicou o sn. Paulo Coe-lho Ma­ 
chado que já está concluido trabalho 
feito pela Secretaria da Agricultura, 
juntamente com outros órgãos que a­ 
tuam no setor, relacionado ao zonea­ 
mento agrícola de Mato Grosso, que 
. servirá como orientação aos produto- 
res uma vez que Iixa as áreas prio- 
' 	. . 
ritárias para o plantio dos cereais in- 
dicados dentro do planejamento da 
supereafra, elaborado pelo Ministério 
da Agricultura. De posse dessas infor­ 
mações-disse o secretário aos repre­ 
sentantes da iniciativa privada, as fir­ 
mas poderão orientar sua publicidade 
no sentido. de atingir diretamente es. 
sas regíões, aumentando, consequente­ 
mente,"ª venda de implementos e in­ 
sumos agrícolas. 
COLABORAÇAO 	'Í 
,, 
Para o secretário da Agricultura 
é muito importante que o agricultor 
mato-grossense conheça com exatidão 
as intenções do governo e sua preo­ 
cupação de aumentar a produção agrí­ 
cola nacional. Além- da campanha de 
"orientação a ser patrocinada pelo' pró­ 
prio governo, o secretário convocou a 
iniciativa privada para que colabore 
com o _trabalho de divulgação, em lar­ 
ga escala, que será iniciado ainda no 
decorrer deste mês. Revelou, a o fina 
Jizar, que ele e técnicos de sua pasta 
deverão se deslocar para várias re­ 
giões de Mato Grosso, lenvanào dire­ 
tamente a orientação ao produtor que 
o slogan "Vamos Plantar um Novo 
Brasil'' se - transforme, de fato, numa 
grande causa 9apaz de unir, dentro de 
um mesmo objetivo, todos àqueles que 
se interessam, pelo desenvolvimento 
nacional. Y ' 
(O ESTADO) 
Falta' le:. "iwu": 
$risa 
AQUIDAUANA - O jornal "COR­ 
RIO DO SUDOESTE" de Aqui_daua!la, 
cuja classe jornalistica é a mais unida 
de Mato Grosso, publicou a segmnte 
noticia. 
Em assembléia, devidamente con­ 
vocada para o dia 27 último, deveria a 
classe J ornalistica de Mato Grosso, 
eleger a primeira diretoria de seu Sin­ 
dicato, isto é, do Sindicato do Jorna­ 
listas Profissionais. 
Porém surprendentemente, os pro­ 
fissionais da Imprensa militantes em 
Campo Grande, Corumba, Cuiabá, abs­ 
tiveram de comparecer para votar, 
prejudicando assim, o quorum. que não 
foi alcançado, abstenção essa que se. 
gundo pudemos apurar, foi motivado 
por questões pessoais, trazendo com a 
atitude toma da, prejuizo para a classe 
jornalistica que não pode ver concre­ 
tizado o seu Sindicato. 
Aguarda-se, agora, a 2.a e 3.a con­ 
vocação nas quais, espera-se que me­ 
lhores esclarecidos, compareçam para 
que o quorum seja alcançado. 
$M2E2#-ssio Me 
#aires #orls 
CACERES - O Pusto de Saúde de 
Câceres foi fechado deixando de aten­ 
der. a uma média de quarenta doentes 
que - o procuram diariamente, a maio­ 
ria oriunda- do interior do Município e 
sem condições financeiras para procu­ 
rar consultórios médicos e hospitais da 
cidade. A situação se reveste de maior 
gravidade ao se saber que o Posto de 
Cceres atende indiscriminadamente a 
todos que o procuram e sua faixa de 
clientes se situa entre os menos favo .. 
. recidos economicante Disse o diretor 
. do Posto, médico Sebastião Batista Mi­ 
randa, que "Unidade Sanitária de Cá­ 
ceres foi fechada até segunda ordem". 
Acrescentou ainda o facultativo que 
"a medida foi tomada por motivo de . 
ordem técnica· e. material, segundo de­ 
terminações superiores e que não po­ 
de precisar quando suas portas • virão 
,a ser abertas . 
CUMPRIA FINALIDADE 
Por outro. lado, o médico Antonio (Continúação) 
Carlos Souto Fontes, um dos tres fãcul- de 400 q1«. . , 
tativos que atendiam no Posto de Saú- traa !Ul@metros do trecho da es- 
de, lamentou o_fechamento da Unida- co 3,}" "J9e 98 dois polos econmi- 
de. Sanitária, afirmando que a mesma Í upo irante e Cuiabá. Para o 
"vinha cumprindo a su finalidaá "%;""e"%ar arenista de Mato Grosso 
Revelou que "a situação em que se em a.· ro ovrn., que Já ·está - preparada 
encontra 'é decorrente sobretudo da gran
d
es trechos para receber a 
ái@4 is te@i«ri@. pois, o éiéie ã {1",%}; 2ç}%,,{jz repieseara ite- 
Unidade, médico Sebastião Miranda, , 1e! tiva do seu Estado, com 
n4o poderia continuar a pagar as f! ""%",Positiva dos centros económi­ 
c10nárrn~ _ com-~~usrecursos pessoais Por 
O 
t orte e do Sul mato-grossense . 
como vmha. fazendo há miio tempo c,,"}E}"" lado, o senador Correa da 
Frisou que "acredito que o secreari 1{"a 1es
t
aca como de grande impor­ 
de Saúd~ não ficará· alheio ao caso anc1a a medida tomada no • Prim~iro 
tomará imediates providências pá "?"?"9tro do PRODõÉST realizado 
s~lucionar o ,problema". Declarou tam- 
6
.d.J3:mpo Grande, quando ficou de 
bém que "as funcionárias em questão t· I ª.fia construção de - uma - rede de 
vem exercendo a contento suas fu "Igoriticos para Mato Grosso, que " 4. 
ções há mais de dois anos, o que 4 U não precisará mais expoít as 
habilita para o cargo espé·ttie"" pagro pira g engorda A!' "? gado 
• as . de Sao Paulo··· inverna~ 
• 
. _c_ola_bo_re._c_om_o_qu~ • é Nosso, assine y ribuna da Fronteira

Tribuna da Fronteira 
} .,. 
16 a,erU 
FIM DE SEMGNJI 
ESTE MUíJDO 
no­ 
Iei­ 
MI- 
LO 
a- 
Dioge 
Governador José Fragelli anuncia 
para o . Funcionalismo Estadual 
Aumento 
_ Esta grande bola que vive llolta no es- 
paço e que a gente achou por bem denomi­ 
ná-la de terra, está realmente louca. Não. Nao 
quero dizer que seja a. massa que forma a 
"bola" e sim.os componentes que de muitas 
maneiras são os responsáveis pelo seu de­ 
S"'lVol vimento, justamente no sentido contrá­ 
r1 , do progresso, o que chega a gente ima­ 
giaar que em sete pessoas, seis são loucas e 
uma pensa que não o é. _ 
Fazendo um pequeno analise na tecnolo­ 
gia, pode-se chegar a mais simples conclusão 
de que o mundo não está Indo tão para o 
fim. O homem já pisou na lua e agora pre­ 
tende passar um agitado Um-de-semana em 
Marte, ou aproveitar o oarnavnl em Venus e 
um periodn juninu em Jup!ter. Não há de se 
negar que o feito do homem, com relação ao 
progresso tecnológico, é excepoional e merece 
elogioa. 
Mas é exatamente af que se diz que a 
terra nllo está girando perfeitamente bem. 
Ora, estamos em fins do século XX (faltando 
apeno.s 28 anos para. o seu término), com a 
turma já tocando na parte maia superficial da 
lua. No entanto, !lqu1 na terra, ainda tem mui­ 
to "preto" mor:endo de câoct1r ( uinda eem 
oura), tuoerculose e muitas outras Joenças 
mais. 
Que adianta tamanho pr.:>gresso na tec­ 
nologia, se um virus qualqunr anda destruin­ 
do a humnnidude, num constante desafio aos 
cientistas biográficos? Muito mais interessan­ 
te para a humanidade seria. a descoberta da 
cura do câncer. do que a ida do homem ao 
nosso satélite. E certo que o homem deveria 
explorar a lua (já que os bípedes são explo­ 
radores por.natureza], mas, antes disto, pro• 
curar (o que não deixa de ser pesquisa], 
primeiro, salvar eles próprios dos virus con­ 
taminantes que lhes destroem. . 
.Me perguntam qual a locura? Ora, é á 
propria exploração. O homem procurou novos 
meios de expansão (talvez já estejam achan­ 
do até o nosso planeta pequeno], mas que ês­ 
tes meios só serão usados pela humanidade, 
daqui a uns 10O anos, aproximadamente. En­ 
quanto que se o dinheiro empreendido [tanta 
•·grana". meu Deus) na exploraçao lunar tives- 
Aproveitando o estudo para aumento de vencimentos pura as 
aumente, doa menbros do Trihu- diferentes Clitegorias de servido• 
nal de Contas,, Ministério Público res públicos estaduais somente 
e Departamento Jurídico do Es- a partir de janeiro. No entanto 
tado, já em tramítaçào na Assem- bem lundamentadas considerações 
bléía Legislativa, o sr. José Fra- me !oram leitas pelo s"cretárlo 
gelli, governador do Estado. pre- do Interior o Justiça sobre a. con­ 
se sido lançado na der tende também enviar à aprecia- veniência e a oportunidade de ae 
doenças até então incu ço dos deputados, o projeto para tratH.r da matéria no momento. 
palses subdesenvolvidos.;·· aumento do Iuncionallsmo púb1íco Disse Fragelli. 
muito maior. / em geral, a partir do próximo 
mês de novembro. _ 
• Segundo a .secretaria do ln­ 
- terlor e· Justiça do Estado, o pro­ 
' jeto de aumento do funcionalismo 
Reparem só como et público ainda se encontra em fa­ 
çado. Do lado de cá, aq' se de elaboração, "porém o go­ 
Vista, a gente faz o que vérnador José Fragelli pretende 
o que não pode. Garotas, enviá-lo para votação esta ema­ 
ranca, Clubes. Aqui o Ap na" - anunciou o secretário da­ 
indiferente e vai em seu I qut-la pasta, 'sr. Salomào Amaral, 
mar. Uma garota bonita, n com muito otimismo.' 
luar, um violão. Puxa ooIÍ. . FELIZ CONTRADIÇÃO 
to romantico mesmo. Mas·, 
gum rio também corre e d' Era minha intenção tomar 
ao invés de ir indiferente iqualquer iniciativa, objetivando 
lá não existe esta paz, lá ( . 
fome, a miséria. Milhares e,(..,_·;__ 	_ 
ças morrendo famintas. Fam 	_ ._. ,e • 
te se.ss ;r.a g 2[li f?[g da fss e 
esta auto-destruição do homem&l, y l [l] 	g 	[, 	} _4f,, . _y 
crianças inocentes, cujos primeiro..·.- 	ul z Juliana tlareg rcc 
dos foram metralhadoras, vivem na ún._ ../ ,,, 
cubencia de matar para sobreviver. E sobfe,..7·~· - ,... Ghniea Odontol6gka 
viver um pouco, porque dentro do pE>queno At1rnd11,n dl• • noite - »tende até as 2,00 heras 
espaço de tempo, ela poderá cair morta por I AI I,do de /11 Munic1p11/ld•d 8. Vl,t• - P•r•gny 
falta de alimentação. 
Será que o sangue destas crianças me- 1Jr. Af.élío /2oureíro 
recem a rota incerta das sargetas? Elas que 
nem sabiam porque estavam .lutando? Como Cirurgião Dentista 
se eatá vendo, o mundo é cheio de uma Iou­ 
cura trágica. Não ver os. sequestradores le­ 
vam aviões e mais aviões, superlotados de 
passageiros, que nada tem com as tendencias 
políticas dos paises, apenas para atender aos 
apetites idealistas 'dos homeps: . 
E assim existem muitos coisas mais que 
revoltam a opini~o pública. e que comprova, 
cada vez mais, que o ser humano não está 
girando bem. Nos Estados Unidos. negros e 
brancos vivem em eterno conflito; no Or1en• 
te Médio os combates predominam, e assim a 
gente vai procurando um porque para estas 
coisas todas e nunca achamos. 
E tudo fica como sempre. e a rotina: 
sequestros e mortes, tem explicação? 
A Oulrá Fase 
"Ceio em Martin. retits no. se 
lesemolvimento, laço da litca um alo 
de servir - Servir o ovo aquilo que 
êle nais necessita: Frgresso 
A iniciativa do Governo Fra­ 
gelli é das mala oportunas, tendo 
em vista o constante aumento do 
custo da vida, com relaçüo ao 
1mlârio estipulado para os servi­ 
dores, nos seu'.! diforentee cargos. 
Até o morr..ento niio foi divulgado 
pela Secretaria de Interior e Justi­ 
ça, as bases do aumento porém ad­ 
míte·se que ele seja superior a 2o 
por cento. o que viria satisfazer as 
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arroz,-tetido. calçado; café, banha, 1:: 
etc., VOCÉ pagou Imposto. E 
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 ~aba por. que?, Sôli,re t.o~a ~~r:e . : . 
cadoria comprada, o fornecedor, 
• obrigatóriafT1énfe:-' dever'â --re-cofüer • -- 
• o Imposto devido, ao seu ·valor. •· - 
Isto· quer diztfr··-que VOCÊ, indi­ 
retaménte: PAGOU este ·mpôs~ • 
' ·t. O·consumidor, realriente, é o 
.• grande .pagador. Assim, VOCÊ e 
•• _. o Governo ,-con~tr'.uirão , es.colas, • 
_hospitais, 'estradas o: inümeras 
• , 1 • • outras. obras;. públicas·. d,q: ·seu 
interêsse. • • • •• : 
., Imposto é obrigação· que se • 
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tr~Í1sfotma. em , bem comum. : • 
Dever de' todos. ' .: ' • . 
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• ·.->: ... : : .: ..... : . . 
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1 , 
RIO . O ministro Má.rio Anprea~­ 
za dos Transportes, afirmou que ,a S 
" tuação das obras que compreendem 
i,:.'l,v • d • • q-q_e es- 
sistema do.PRODOES''E ind1a.· " ·6- 
tão com conclusão prevista para op 
ximo ano os trechos Cristal~na/Catala~, 
Goiânia/Jataí; . Rondo~óp?lls/. Bautlei- 
. rantes; . Oampo Gr~nde, Cu1abá, R_ondo­ 
n6polis/Jataf; Campo Grande/ Aquidaua­ 
. 'na- e Rio . Verde/Itumbira, .t respectiva- 
• mente • BRs-050;o60 163, 864, 262 e 452. 
, .Qs tréchos Cuiabá/Cáceres/Matç> ~ros.­ 
- so Divisa DF/GO-A,agarças; Rio -Br1- 
:,: Ihaate/Dourados· Aquidauana/GorJimbá 
e • 'D01:irados/Paranavaí, relativos ~s 
BRs-'070/416, 070, 163; 262 e 376 estão 
,em fase de projetos que se_ desenvol­ 
vem normalmente .. e estarão, prontos 
nos·· próximos meses de forma _a per 
J~tir __ g_~e , as obras tenham início ainda 
este ano.+ · 
... ,;; t .: 
• lSlli(@iiirr@ 
' , .. • 
. : ,1' 
Secretaria da Fazenda 
do, Estádo .de Mato-Grosso 
' l 
No dia 9 de agosto de 1972 deu-se 
o encontro entre as duas grandes rO­ 
dovias do centro.oeste brasileiro/-- Tra­ 
:samazônica e· Cuiabã-Santarem, .quando 
• s_e procedeu ao desI:J?.atamento ilo l9te 
final de grandes árvores. Os trabalhos 
da BR-165 - Cuiabà-Santarém - desenvol­ 
vem-se em duas fre:p.tes de serviço, uma 
. no treho Cuiabá-Cá.chimbo, 1 ·a· cargo do 
go·. BEC e outra no percurso Santarém-- 
Cachimbo, sob a responsabilidade do 
go_ BEC, ambos delegados pelo J;)NER. 
A rodovia Cuiabá-Santarém. , esten-. 
de-se ao longo ·do· divi,sor das / bacias 
dos rios. Tapajós e 1q.ngu e po&áui 1.755 
• quilomêtros qué ·corr.em pelQ
1 planalto 
. central. A· ãrea • entre aqueles rios re­ 
• . . presenta • um dêcima' do território nacio­ 
• - nal, oferecendo ó ti m a-s perspect?-vas 
. quanto ao extrativismo .vegetal e mi­ 
neral, e amplos recursos naturais para 
a agropecuárie;. _. . • _ • / 
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