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'TRIBUNA DA FRONTEIRA 
LIBERDADE COM RESPONSABILIDADE 
ANO l 
Diretor (Fundador) 1VALDO PEREIRA 
BELA VISTA - MT. 	30/IX/1972 
M. 281 
Editor-Chefe Dr, ELY A. BJUUlOII. 
Frauelli em Aquidauana 
O Governador do Estado" 
Jose Fragelli, c11tará cm Aqui­ 
dauana, provavelmente. na 2., 
quinzena de outubro, e seria a 
oportunidade ideal para as auto­ 
ridades municipais de Bela Vis­ 
ta, cm caravana, irei:n rdvindlc~r 
àquUo que a nossa cidade tem 
por dircit-0, mas que sempre lhe foi 
negada. Fica a sugestão. 
8gla Vista: Animais . nas ruas e um . domingo sem 
água e sem luz 
diferente, • sem que nenhuma 
repressão seja tomada con- • 
tra se:s proprietários. ape­ 
sar dos inumeros apelos 
feitos pela "Tribuna da 
Fronteira", 
O fato vem se: tornan­ 
do cada dia mais grave, 
pois a incidencia de crian­ 
ças recem-na:;cidas com te­ 
tano umbilica! aumenta con­ 
sideravelmente. Como sabe­ 
mos que o maior foco de 
microbio causador do teta­ 
no é o estrume dos. ani­ 
mais, principalmente cava­ 
lare:s, ligamos o fato ao 
grande número de animais 
 
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suas reuniões semanais, en­ 
tre o cafezinho e outros­ 
não lembram o caso e mui, 
to menos apresentam qual­ 
quer solução para resolve­ 
los. Preferem as amigáveis 
discussões em torno de pro• 
blemas considerados por 
eles de maiores impor- 
tancias. 
.... 
Sr. Prefeito: E os a nimnis na rua? E a água? E a enrgia elétrica? 
Como se já não bas­ 
tasse o calor, a poeira e 
ai: mosquitos, a população 
de Bela Vista, pacata e to- 
lerante, ainda se vê as . vol­ 
tas com ume série (dP. ou­ 
tros problemas de} faceis 
soluções Tão Ídceis de se-· 
rem resolvidos que talvez 
não tenham passado, se­ 
quer, pela mente do ocupa­ 
do prefeito Clovis Ma.rce:­ 
li mo e dos seus auxiliares. 
lmperceptiveis até mes­ 
mo aos vereadores,_ que e:n 
Animais na rua 
Se. existe em Mato 
to Grosso uma Sociedade 
protetora de Animais, tal­ 
vez, Bela Vista seja a sua 
sede central, Aqui.· os ani­ 
mais pastam tranquila e in- 
soltos nas ruas, o que não 
é só um problema da ad .. 
ministração municipal. como 
tambét.11. da Saúde Pública, 
Além de todo esse 
mal, estes animais podem 
causar um outro muito mai­ 
or: a morte de diversas 
pessoas que por ventura 
tr.sfeguem em qualquer vei­ 
culo pelas ruas de Bela 
Vista e se vejam na im1- 
nência de a abalrroa,los. 
Lamentamos tudo ísso, prin­ 
cipalmente porque existe al­ 
guem que tem poderes, su­ 
ficientes para evitar essa 
catastrofe. 
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l'rihunn da I◄'ronleirn 
30 de setembro de 1972 
• Dlil 21/0!l/72 realizou-se nos Salões do GPR 
um magnifico Bíllle ofeucido aos Visitantes da Tem­ 
poradu Hlplea em Bela Vista. 
a. A.S""oiapdo g@vag: sr. e_a._ce1, perferd 
T. 	i, r. e Sra, Cel. Hercio (I7° RC); Sr. e Sta, 
CSN CTI. Ramcis (10" RC); Cel Gay e Cel. Odlu do 
: en. Cel. Periandro [IO"° RC]. 
'Também por lá: Sr: e Sra. Cap. Zuquim; Sr. 
S
e Sra.
5
Cap. Braga: Sr. e Sra. Cap. Mt-reíra Pfnto 
r. e ra. Cap. Êkio. , 
T 
... Anotei: Dr. l:!.nok ... Lecyr: Ten. Tale-s e· Sra. 
en. Crispin e Sra. 
• ... Notei em nnimado bate papo os Sgts. do: 
11º RC, 4 DC, J0º RC, e I7' RC. 
Como sempre Juventude floriu: Bdavistenses 
e Ponfaporãense 1 ! l 
Dançando super animados: Dr. Hélio - Car.­ 
mem; Sr. e Sra, Sgt. Caetano: Sr. e Sra. Sgt. • Zefe­ 
rino Balta l ! ! ! 
Lanchonete Cantrnbo do Sacy como sempre 
recebendo com boa. música, cordialidade e bons pe- 
tiscos, os amlgo11: 
Completou mais uma primavera, na ser1ana 
pp., a amiga Sra. Cecílla a ela Mil faiscas de Felici- 
dades ! ! 11 ! 
,,_ Felizes corn o nasc.iment<> do 1." Herdeiro o 
casal amígo: Verõnlca e Júlio Melo. Parabéns!!!!! 
.. Casal da Semana; Rosinha e Aluísio Mendes 
"SACY IN FOCC'' 
,,_ O Sacy Ponto mais chie da cidade multo in- 
crementado: 
La estiveram O consul do Paraguai Sr. Eduar- 
do Ocaciz, a consuleza Ana Maria, sua esposa e fi. 
Unhas. Em animado bate-papo Dr. Carlínhos, Dr. 
Maria Loureiro e o Emprezarlo Rodolfo Pereira. 
Dr. Asturío Marques de Ponta Porá e um gru- 
po de oficiais; Urbleta Diva. 
É gente, papo firme no Sacy é legal. Adoramos 
os salgadinhos finos e, chls burger e o Sanduíche de 
• perü com frapê. Parece que vão servir na semana 
que com ovos de codorna recheiados com caviar. É 
demais! 
Trem no 
Ztercâmbio 
Brasil-Bolívia 
J 
E· X · P E D I E N T E 
Tribuna· da Fronteira 
----o O o---- 
Diretor: Ivaldo Pereira 
Editor: Ely Arnujo Barbosa 
Diagl'ilmação: Diogenes 0rnyner 
Dopto. Circulação: Janes Velasquez 
Dopto. Jurídico: Dr. Carlos Edy de Medeiros 
Depto. Social: Estela Velnsquez 
REDAÇÃO E A f MINISTRAÇÃO 
Rua Duque de Caxias, N.1285 
Assinaturu Anual • 50,00 
Outros :'rtunicipios - 60,00 
Bola Vata 	Mato Grosso 
. ' 
O Jornal no se responsabiliza pelos 
; conceitos· emitidos em colunas assinadas 
Correspondências e Visitas 
Jornal Fôlha· da Tarde - Corumbá 
Correio do Povo. Ponta Por!!. 
O Nacional - Passo Fundo ' 
F6Iha de Douradoá 
O Pantaneiro - Aquidauana 
Folha de Mato Grosso 
O Estado de Mato Grosso 
Correio do Sudoeste 
O andango - Glória de Dourados 
'Folha do Sudoeste 
«Cartório do 1°, 6ficio» 
TAEIãO: JOSÉ; AVELINO I SILVA 
Escril uras, contratos, procurações, reconheci­ 
mentos de firmas, registro de imóveis, de titu­ 
• los e documentos de protesto e anexos 
Extraimos fotocópia na l1ora - Autentic~ das 
Serviço rãpldo e eficiente 
Bela Vista 
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Funcio'nará com mais de 15 Aluaos 
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DE DE 
BNURU- Um ajuste de tráfego foi celebrado 
entre a bolívia e a Rede Fen·oviárla Federal para o 
transporte de 35 mil toneladas de algodão e caroço 
.de algodão, como decorrência do convênfo de inter· 
câmbio e cooperação técnica do Ministério dos Tran­ 
:-portes com as ferrovias bolivianas. Os carregamen­ 
tes de caroço de algodão, feitas em Santa Cruz de 
La ierra, serão transportados pela 10° Divisão-No­ 
roeste, com destino às cidades pauhstas de Líns e 
Roncharia, totalizando 30 mil taneladas, As 5 mil 
toneladas restante-s serão carregadas pela ferro via 
brasileira até o porto de Santos, levando algodão da 
Bolivia para exportação. A I0" Divisão-Noroeste con­ 
cluiu com êxito o transporte de 488.867 sacos de 
açúcar para a Bolívia, equivalente a 29.332 tonela­ 
das, utilizando 800 vagões ~ar-regados e a formação 
de -16 trens especiais. C. ada composição percorreu 
1.298 km, distância entre Bauru e Corumbá, e mais 
650 km desta cidade a Santa Cruz de La Sierra. 
OUTROS 
A l{I". f'ívisão-Noroeste, pelo fato de atingir a 
duas fronteiras - Bolivia e Paraguai - é hoje- um 
dos principais fatores para que o êxito do intercâm­ 
bio comercial de nosso Brasil com aqueles dois paí­ 
ses seja um fato inconteste. • Entre o intenso movi­ 
mento de exportacão de mercadorias diversas para a 
Bolívia, realizado recentemente, destacam-se mais 
dois grandes trnnsportes de ónibus, caminhões, tra. 
tores e automóveis, num total de 65 veículos, despa~ 
chados diretamente de São Paulo para Santa Cruz 
de La Sierra, via FEPASA (sistema Sorocabana) a­ 
te Bauru e desta para o seu destino, pela Noroeste 
70RNE-SE MIL]OMAR±O 
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Declaro para fins de requerer 2%. n foi 
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""""! motor • 45181961, ano de fabrieacão 1954 
cor. verde garrafa tipo Jeep, pertencente ao " sr. 
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Grémio Pedro Rufino: «O seu Clube» 
. . 	' . 
a casa dos militares onde civis inte- 
gram-se obedecendo as palavras 
pr_oféticas «l_ntegrar para não entregar» 
Serviço de Relações Públicas do GPR 
-.	u i 	.

Tribuna da Fronteira 	30 de setembro de 1972 
página.3 
72 
Há 400 mil anos o homem. levou bastante tem­ 
po para aproximar-se do fogo sua primeira fonte de 
energia, Nas duas últimas dé.cadas, e·ntretanto as con­ 
quistas e descobertas foram bem mais rápidas: do 
Dirigível chegaram velozmente ao Jato, à Bomba Nu­ 
clear, ao Submarino Atômico e à Cápsula Espacial. 
(Melo FHho) 	• 
A História caminha sem parar, o Povo Brasllei­ 
ro tem pressa, pressa consequente de Govêrnos ante­ 
riores estacionários e bitolados. 
O atual Govêrno desr::nvolve uma Política Di• 
nãmica orientando o Homem rumo ao seu verdadeiro 
destino; crescer, no sentido de Ter e Ser. 
Bela Vista é Brasil, mas Bela Viséa não acom­ 
panha o Ritmo do Brasil. 
O Homem aqui na Fronteira, não tem pressa, 
esquece que cada tempo tem uma ' Função própria, 
criadora, o Tempo de hoje é Criar e Trabalaar. 
Assim como a Revolução Francesa trouxe à Luz 
o advento Político da Burguesia prndutiva, a Revolu­ 
ção de Março de 1964, trouxe a Verdade, trouxe o 
J, Otimismo Consciente, trouxe a Participação. Bela 
• Vista necessita Integrar-se nesJe Contexto, predsa 
{-') 
1 .. 
.. , 
f7a 
••...,,_ .. ....,_,~ T- 	~•~ t[~ 
~ f/C/1~	- - ~.,,,.- .-- · ~J 
• 	..0 
O que distingue o jor­ 
nalista é a capacidade de 
integração como povo, abo­ 
minando seu eu, escreven­ 
do em função das massas. 
Escrever aquilo que o povo 
quer e pensa: e o povo sa­ 
be o que quer no. momen- 
to. Quer participar dos 
problemas do seu munici­ 
pio,e conhecendo-os aju­ 
dará a soluçiona-los. A 
massa silenciosa quer saber 
a verdade. 	• 
nossa verdade, lei­ 
tor amig_o, é esta, o jornal 
com nova feição. mais di­ 
nâmico e muito mais infor­ 
mativo. Estamos cumprindo 
o prometido, não· ficamos 
nas promessas· _.vãs, comum 
a politicos vaidosos e mes- 
eleger na, Eleições de 15 de novembro Homens Ma­ 
duros, Homens que tenham vocação para o Coman­ 
do. Eleger por qualidade de Raça, de cultura, de 
Trabalho. Oom uma Oâmari,. foi-te, de homens cons­ 
cientes, nós teremos pressa. Pressa organizada e não 
Precipitação. 
O Governo Municipal não é um Poder cen­ 
tral Dominador, mas, o cérebro de seu povo. não 
pode deixar de ser senão a expresssão de conscien­ 
ela nacional, de uma unidade de espíritos, baseada 
em unidade l!tnica. 
C Sr. Prefeito deve e tem a obrigação de 
uão sómente representar todo um Povo, mas, ser a 
mente deste povo. O povo quer progresso que está 
demorando. Lutemos com todas as fórças para que 
Bela Vista desenvolva de imediato uma estrutura de 
Govêrno baseada· em meritos. 
À energia élétrica «melhorou», mas não te­ 
mos ainda a sclução, água começa a dar problemas, 
temos que adivinhar a hora em que a torneira dei­ 
xará de roncar. Uma cidade não é senã<> a veste 
exterior de um Psiquismo coletivo, ora, os Belavis­ 
tenses querem Progresso e Desenvolvimento. 
lo V rasso de ionaistas, E. ista as- 
{} ' i} fissionais de Mato Grosso, 
3K@ [lê$&Ili? sr realado a adde 
O IV Congresso de de Aquidauana, nos dias 
Jornalistas Profissionais de 13, 14. e 15 de agosto de 
Mato Grosso, foi realizado 1973, quando dele deverao 
na acolhedora Corumbá participar, de nossa cidade, 
foto, oportunidade em os jornalistas Ely Barbosa 
que ficou decidido que o e lvaldo Pereira, represen- 
• V Congresso da Jornamat, tando a «Tribuna da Bron­ 
hoje transformada em Sin- teira>> o único orgão de 
dicato dos Jornalistas Pro- imprensa de nossa cidade. 
IV ALDO PEREIRA 	. 
Somos efeitos sem causa,. e isto CQntra~a 
uma lei natural. Cada geração vive uma momento o 
rugresso de. desenvolvimento da . Polltica de seu pró: 
~rio povo, A nossa verdade politida chegou, e vamos 
dizê-la doa a quem doer: Não admitiremos a estag­ 
naçi'ío,' «o deixe para amanhã, queremos agora, tudo 
que diz respeito a progresso. Sabemos que o poder 
requer a mais elevada maturação de consciência. e 
uma grande f ôrça que é perigoso colocar nas maos 
de uma criança, e o nosso Prefeito noroecdc., e um 
adulto consciente, e com vontade, poís bem, transfor­ 
me sua energia e sua vontade em entusiasmo e des­ 
prendimento. Comece a resolver os problemas de 
Bela. Vista. 
Pela altura e intensidade conforme: os quais 
haja sabido construir e educar, se mede o valor de 
um Governo, deixe Sr. Prefeito, um saldo positivo 
de obras, mesmo que custe sacrificio, sem «apertar» 
os cintos ninguem consttoe "nada. A nova Bela Vis­ 
ta após a Revolução deve ser realidade e não 
UT0PIA ! !! 
quinhos. Estamos em con­ 
tato • mental com o povo· e 
nos identificamos com cle. 
Sofremos com as injustiças 
e a falta de bom senso, 
afinal somos o povo. 
Temos a obrigação de 
sermos cbncisos e reais: a 
partir de hoje seremos par­ 
te atuante: nos desfechos 
municipais. Procuraremos 
estar em contato diário 
com os setores administrati­ 
vos.· Apresentaremos ao po­ 
vo a realidade do munici­ 
pio. Contribuiremos, em pri­ 
meiro lugar, para, desban­ 
car do trono medieval os 
. politicos de cafezinhos. Tra­ 
balharemos e exigiremos 
trabalho. Somos partidário 
da frase: «o preçn da liber­ 
dade é a eterna vigilância%. 
erre orar..ar1tare c.. 	.ta. tare.pr a.a.a....ar. .7 ter crer t. 	t,/o.ar.. rtrt. 	ao 
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-1 
página, 4 
Trihuna da Fronteira 
30 
de setembro de 1972 
LOS ANGELES - De uns tempos para cá, 
pequen8s aviões de turismo, ou helicópteros, so­ 
brevoam com inusitada frequencia a ilha Ohau, 
no arquipelago de Hawai. Aeontece que na zona 
há um acampamento. de nudistas, unico em seu 
genero, que oferece "perspectivas'' e panoramas 
bem "diferentes". Em lugar de estar escondido 
num bosque (como acontece em geral), o acam­ 
pamento está localizado numa praia aberta, en­ 
feitada por 8g barracas coloridas, que dão um 
tom de verdadeira. festa a todo o lugar. O cres­ 
cente interesse pela colonia nudista já provocou 
a adoção de medidas drásticas por parte das au­ 
toridades militares que chefiam uma base aero­ 
náutica próxima da praia em questão. Os pilotos 
estão categoricamente proibidos de sobrevoar o ...... 
acampamento nudista. Ao que tudo indica, porém, 
Fotos para documentos - Fotocópias 
. Reportagens • Fábrica de quadros • 
Plastifica-se documentos 
Rua José Bonifácio 63l Bela] Vista 
r ierealr 
é %nas Las#ir 
Ely A. Barbosa 
A 'missão do vereador não é somente legis­ 
lar, não. é somente a apresentação rotineira e tri­ 
vial de projetos de interesse público. Além desta 
lhe cabe também a missão de r.,oliciar a adminis­ 
tração dos bens publicos. É uma missão espinho­ 
sa e exige do edil eleito desprendimento pois ê 
cumprida sem remuneração. Ao edil. tambem se 
exige coragem. Coragem parà nas sessões da C­ 
mara Municipal denunciar os erros administrati­ 
vos e quando sentir, que prega num desérto, re­ 
correr até mesmo a Justiça. Ele não pode temer 
os inimigos, que sorrateiramente queiram destruí-lo 
para, placidamente, continuar. a sua obra maléfi­ 
ca da corrupção, através o malbaratamento dos 
dinheiros arrecadados do i-'uvo. . . 
Eleitor de JartJim. A experiência mostrou 
clara e. evidentemente, que pode confiar num ho­ 
mem que pleiteia a reeleição. Num homem, que 
em todas essas quahdades por nós citadas. Um 
homem antes de tudo honesto. Honestidade não 
é apenas não roubar, não ser peculatario, não 
Hl5ar de meios ilícitos para seu próprio benefício. 
Honestidade é não fazer tudo isto e também não 
permitir que outros que lhe cercam o façam. 
Se você quer na câmara legislativa um ho. 
mem que provou ser honesto e de coragem, não 
pode deixar de votar nesse homem. E esse ,Ho­ 
mem é EDMILSON BRUM ESCOBAR. 
ima 
- ·t d "ao pé da le- 
. , as disposições não sao respe1 a ~s 
tra", e os turistas - com sua curiosidarl_e - tor- 
nam o problema ainda mais grave -- seja como 
for. a situação melhorou bastante, respeito ª 
t 
/ Naquela época - de 
i meses aras. . 
. quanto ocorr a 1 t, diretor da colonia- he. 
ndo re a a 
0 
Jato - segu 	a tao baixa atitude 
:, t e e aviões voavam 
licópteros 	subiam às nuvens 
que as tendas das barracas ••• 
oem e Máquina 
iiica a Citem ii.a? 
Geraldo Pinto Sobrinho 
Nós raramente empregamos o raciocínio 
rigidamente lógico e só apelamos para ele em 
situação muito simples, ou quando terminamos 
nosso trabalho criativo e só restar !para ar­ 
remate, uma pura "computação". 
É dentro desta atividade cerebral "ilogi­ 
camente lógica'', que o método expedido .das 
aoroximações limitadas se manifestam no in­ 
tento de conseguir uma solução correta • 
"Ü nosso raciocínio fundamental se rea­ 
liza fora dos confins da lógica rígida. B este 
motivo pelo qual, com muita frequência, nos 
encontramos em posição difícil para explicar o 
modo pelo qual se atingiu uma conclusão ou 
outra; é que a imaginação, a intuição e até a 
fantasia dese penham papel importante em 
nossos processos mentais". Diz Pavlov; 
O Homem pensa até com o cérebro. 
A Mulher. diz o povo. não pensa ... acha ... 
{e às vezes melhor que o homem). 
Por isso, em experiências simultãneds com 
Homens e Máquinas programados, o índice 
de erros dos computadores eletrôniéos foi sem­ 
pre maior, por seguirem rigidamente e sempre. 
uma lógica perfeita. 
Por isso. as répiicas tecnológicas do Com­ 
putaoor nunca serão capazes de propriamene 
pensarem por si mesma. Nenhuma máquina é 
capaz de propor problemas que não 
tenham sido propostos a ela pC"r • seu progra­ 
maaor, diz E. Kolman, diretor do Instituto de 
Filosafia da Tchecoslovaquia. 
De onde os cibernetic stas ainda chz2a­ 
rem' os mais perfeitos Con putàdores Eletrôni­ 
cos de "Idiotas Instruídos". ( VejarY elena Sa­ 
palma. en: "A Cibernética está em nós' Edi­ 
tora Saga GB 1967 pág. 278). 
' . 
Sapalina é russo e faz questão de 
d 
seguir 
o. cre o do materialismo dialético. 
. Se ·nõ:5 quizermos máquinas que se apro­ 
ximam mais_do cérebro humano, precisamos 
alimenta-las.com toda·ª perfeição do ser hu- 
mano, mas. neste caso jâ , não teremos feito 
uma máquina, mas teremos criado um Novo 
homem. 
Acreditamos gue na luta HOMEM X 
MAQUINA, o r rimeiro vencer#!, Entretanto 
dai advém um grande perigo, o crescente 
aperfeiçoamento da Máquina pc-derá concen­ 
trar poderes ilimitados nas mãos de poucos. 
Revistas Músicas Bebidas 
"O ponto de encontro Belavistense' 
Ao Lado]do Cinema 
( nde você é Você 
Bela Vista 	Nato Grosso 
Corso de imissão e Matricula 
a Estola Preparatória de 
Cadetes d Exército 
. Estabelecimento de ensino do nivel 	6d ; 
( 
2º ),, 
1 
"' IJ'le 10 
grau que se destina a preparar candidatos à 
matricula na academia militar das lh 
(Aman). 	agu as negras 
Calendário de Provas: de 19 
Infor~~ções: no toº RC (s/3) a 21 de dezembro 
Inscrição: até 15 out. no 10' RC 
Até 30 out. na Es p C Dx - Campinas - SP 
Posto Essa 
de Alcides F. Pai 
asolina • Derivados-at di 
rápido - lavagem-1+,{}""mrnto 
• 1.1caçao 
• Borracheiro _ 
BREVE COM NOVAS INSTALACÕES 
Jardim Av. Duque de Caxias I5 . 05 
- Mato Grosso

--.._3O de setembro_de l ?7à Péf!Da._? 
FIM OE SEM# 
Mulher:. em rosa e versos 
Diogenes Brayner 
,· ....... 
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... -- ... 
,. ~ .,,,_,,,.,. •s ., , , ,. ••• '. • •• 
.e '· :··. ; . . ~f,:~ ',:' •,: .. " :'' .. • 
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fi.. ., 	e 
• • • ·-·' .• ~-,.•·.,.< .,,_•"' •. ,,·, __ ,,,• .···~ ' . 
i •& $s'é$2z . <, é;s $é$± ssis3?j$ 
#EM±e .±#e# 
·? s' {:;$332 3 ±:,é" S $322} ?é$i 	s? $?$; ·é2 
34$$#3$$3$53782.$@ {8sê +r$8% +$43$% 35%%222%% 
: :5$23 .a%E:gy js2? s' ;5;9$ $$$$3 
::2t2asa5ss..5:... ?5;e.--t±.si s +c+ 
~1clher ! Socorro. da Anunciação. 
.Ah, mulheres ! Tantas [v!ariass não sei não. 
Morenas, loiras, negras, que andam distríbuindo ri- 
iucias com tar.ta beleza, ri- sos e amores pelas ruas· das 
-:o e perfume. Por elas os cidades .. 
homens choram, sorriem. . • Maria· de todas as ida· 
brigam, morrem e matam. des, todas elas descobertas 
Fazem canções, serenatas e de vaidades, estão coloca:las 
poesias. Muitas das vezes em plano mais. altos quando 
acovardam-se e reconhecem , sé fala em mulher. Não me 
humildemente, sua fraqueza. perguntem porque, digo lo- 
perante elas, 	go que não· sei, mais a mu- 
A h! mulheres... lher por ser Maria parece 
Qual o homem que não muito mais mulher, não é? 
vem cansado do trabalho, AH, MARIAS!. •• 
quanào a noite toma o dia, MARIA 
e não descansa tôlo, como O TEU NOME PRIN- 
lindos e CIPI A 
Ma- NA PALMA DE 
MINHA MAO" 
Mas a mulher, não só 
Maria, merece admiração, 
pois foi nela que o Senhor 
(com certa razão), trabalhou 
com perfeição. Pode-se di- 
uma criança, nos 
macios braços de • sua 
ria ? .. 
Ah, Maria! • 
. Quantas e quantas Ma­ 
rias não existem por aí ? 
São tantas, sei la: Maria 
das· Dores, das Graças, do 
zer até que a mulher é 
mais frágil que o homem. 
Ah! Isso nem se discute (o 
homem é mais forte. é claro). 
Mas é sua fragilidade. sua 
m;mba, seu choritaho que 
torna o homem mais manso 
que um simples cordeírinho. 
Não queira voce dizer, 
que por mais forte que seja, 
em qualquer situação, nun­ 
ca dobrou-se todinho aos 
caprichos de uma mulher. 
Não é bom nem comentar, 
vcc;ê já deve saber, e eu, 
com tanta vergonha. não 
vou nrm querer contar. 
MEUS AMIGOS, 
MEUS IRMAOS 
CEGAI OS OLHOS 
DA MULHER MORENA 
QUE OS OLHOS DA 
MULHER MORENA 
ESTÃO ME EN­ 
VOLVENDO 
E ESTAO ME DES­ 
PER'f ANDO f'E NOI­ 
TE (Vinicius de Moraes) 
Domingo na prei, a 
mulher deitada na beira-mar. 
Morena bonita que a agua 
aflita apressa em molhar. 
Seus olhos tão · lindos, da 
cor do mar, transtnite-m tris­ 
teza, sorriso e beleza num 
simples olhar. 
Seu corpo moreno, dei­ 
tàd : r:areia. a se bronzear, 
parece que está (só prà mal­ 
tratar), convidando a gente 
para o amor. E os olhos 
da gente: coitadcs, sofridos. 
cheinhos de dor. Cansados, 
parados, naquele esplendor, 
lamentam calados não po­ 
der aceitar o seu corpo mo­ 
reno a nos convidar. 
DUAS MARIAS: 
CRISTINA 
E SUA GÉMEA ISA­ 
BEL 
A AMBAS SAUDA 
E SE ASSINA 
SERVO E ADMIRA­ 
DOR MANUEL 
PINCEL QUE PIN­ 
TAR CRISTINA 
TEM QUE PINTAR 
IZABEL (Manuel Bandeira) 
A loira bonita, cabelos 
de véu, os olhos tão lindos 
da cor do céu. contempla:n 
o lua no alto-mar. Lá lon­ 
ge as estrelas, no eterno 
piscar, sacodem seu brilho 
naquele olhar. Será que é 
mve:nja? Seu cabelos longos 
na cintura a tocar, parecem 
os raios do lindo luar, E 
a ge.nto de longe, sem que­ 
rer se chegar, contempla a­ 
canhado os cabelos lengos 
da cor do I uar. Ah, quem 
me dera. poder conquistar, 
aqueles cabelos, mais lindos 
que há, e nele encostado, 
calado, mansinho, dormir e 
sonhar. 
E longe as estrelas 
Ainda a brilhar 
Nos olhos mais lindos, 
Os mais lindos que há 
De noite os homens,· 
somente a sonhar, com os 
olhos Morenos, da cor do 
mar. Com o corpo sereno a 
se banhar, naquela morena 
u um dia ela viu, que caiu 
n'agua e nela sumiu como 
uma sereia. 
.Será que um dia ela 
volta 
A se deitar n'areia? 
E nas noites claras, de 
lua alta,, o homem se lem­ 
bra da loira bonita, deitada 
na areia, olhando o luar. 
E fica tristonho a se 
lamntar: será que a loira 
mais linda que há, õmda 
volta prá areia, para con­ 
templar a lua no ceu a se 
levantar ? 
Nem sei ... 
Mas por favor me di­ 
gam 
Quando ela vai voltar . 
O minha amada 
que olhos os tou 
Sao cáis noturnos, { 
cheios de adous f 
São docas mansao. l. 
trilhando luzes 
Que brilham longe 
longa nos breus. 
Ó minha amada que 
olhos os teus 
Quanto mistério 
nos olhos teus. 
Quantos savoiros
1 
quantos navioo, 
Quantos nafrágios 
nas olhos teus" 
(Vinicius de Moraes) 
,~.........,..-------------~--------- 
Fçoamos Hoje os 
Precursores do Amanhã 
l 
+

página, 6 
Tribuna da Fronteira 
ao de setembro de 1972 
Pintura a alta:e tdos 
lh
·d d· - do tempo todo pa-- 
Primeiramente vamos após o motivo esco 1 ° e ispoe . t arte, 
0 
d I 
- d 	d p..a .:..:. ra dedicar-se a es a 
ar a relaçao os itens cer- preparao. era primeira- h é usar a luz artifi- 
tos referentes a folha de mente de fazer o esboço °:el or ue ode: ser ligada 
exame intermediária. na tela. Como fezermos o cial, q . P t d e com 
D - 	b 1 	sempre a von a e 
everao assinalar com esboço: 	·' , ·dad 
(x): O 1 • 02; 04; 06: 08: A tela a pintar deverá a mesma intensiua e. 
' • • • • · 	O ideal é ter-se um 
1 O; 1.1; l 2: 13; 14: 15; t 6: ter no máximo 20x30 cm, fl J ad 
5 
em fo- 
17; 19· 20. 	e a distância desta do mo- re etor os . ~s 
O 
d 
Qual a idéia e o mo- delo - 2 metros. tografia, porém, podemos 
tive para o primeiro qua- A luz dever'l coincidir improvisar um da seguinte 
dro. 	sobre a tela e no mocielo maneira. b . e 
Escolhendo uma idéia (de um só lado). 	Tome um ª aJur 
1 	Ha
, luz n.,tural. e ·art·1- com um cone de cartolina simp es, você terá mais es- 	0 	d 
timulo a continuar pintando. ficial - Quanto à luz natu- faça adptação para irigir 
Vamos: sugerir um mo- ral. do dia temos . a verifi- a luz sobre 
O modêlo, sem- 
tivo. 	car o seguinte: a intensida- pre pelo lado direito, A 
Sobre uma mesa de de da clarirlade no correr lâmpada poderá ser de 
madeira de côr clara. em dos dias não é a mesma, e 100 watts. 
contraste com uma parede sendo que na maioria das Estude bem tudo is
t
o, 
que pode ser cinza claro vezes, não terminamos a Compre o carvãozinho pró­ 
ou médio; verde ou azu]. píntura · em um só· dia, a prío para esboço e conti­ 
claro, você pode colocar luminosidade será prejudica- nuaremos no próximo nu­ 
um tomate, grande e bem da. Caso você use luz na- mero, 
vermelho; encostado, à ba- tural, z mesma deve vir de Norma de Melo Pinto 
se do tomate, uma!.i ver<lu. uma só janela. 
ras, cebolinba, salsa. alhos, Para aqueles que não 
o que dará una combina- 
ção de cores branco e vr.r- ~ 	) 
de. Escólha sempre obj{'tos ,--- 	1 
."±3 -+ MI UT EES- 
mentares. Este motivo não 
consideramos obrigatório. 
mas dará um quadro sím- 
ples, facil e com uma mui- 
1 
i dura adequada, servir-a - pa- 
j
. ra a decoração da copa • ou 
cozinha.· • • 
Você não começa a 
pintar com as tintas, logo 
Nos dias de chuva, ou 
• de frio intenso aumenta o 
consumo de desodorantes 
pela . população de Bela 
Vista, e um - proprietàrio de 
Professora· 
( Monteiro E Oliveira) 
Atendimento perfeito - honestidatie uma 
organização de Jardim à serviço da região ... 
Conlíecimento técnico em função do bem servir. 
MATO GROSSO 1 JARDIM 
~---------------J 
farmacia já nos comunicou 
a venda deste produto 
acontece com maior frequen­ 
eia nos domingos em que a 
Auto Posto S. Cristovão 
Bela Vista 
Lavagem - Lubrificação 
BORRACHARlA 
«A Perfeição acima de Tudo» 
Mato Grosso 
temperatura não está muito 
para o_ Apa . 
Q fato não requer ex­ 
plicação: como_ nos dias de 
temperatura baixa não 
. se pode tomar um bom ba­ 
nho no pa e o Serviço 
de Aguas e . Esgotos do 
Estado interrompe o forne­ 
cimento nestes dias, a solu- 
ção é apelar para os pro­ 
dutos quimices perfumados­ 
é o que chamamc-s de • ba­ 
nho francês. 
. A Mota Fora da Rota· 
F @üF$_FLORES 
1 
=-==-~--~ - DENTARIO 
ROTÉTICO - Fax nosso 
P t Moveis e 
Deataduras - "]" ~,,dato de servir. 
1 
]·ada ao ator Jm 270 
experiência ali H, 1i d Gusmão, 
Rua ernan e 
_Jardim 	- 
lema é a 
Mato Grosso 
sritrio Vasonelos 
.	== Rd. (Pisica-Juridica) 
- d I sto de en a 
Declaraçoes e mpo C bilidade em geral. 
Extratos-Distritos-Contratos- onta Bela Vista ., Mt, 
General Osorlo, 85 
$. 7 {% 
·--- ------- ------ -- 1 
Ul P d Almeida 
de: isse . e 
C
omercio de Secas .e Molhados 
o 	- IONVE 20%2 
RUA AN'l'OJUO JO,'iO <J23 
Só os bons são Capazes de construir 
qi'se n q­ 
m rznt.#sls e 
te4ii tiel 
A viação Mota, que li­ 
ga São Paulc a Bela Vista, 
não tem feito jús ao seu 
slogan - ''não saia da rota 
viaje na Mota'-, sem dár a 
mínima satisfação ao públi­ 
co - e sem motivo justificavel, 
pois grande número de' pas­ 
sa geiros com destino a Sao 
Paulo se obrigam a procu- 
·rar outros meios de trans­ 
portes para ir a· Ponta Po­ 
rã e viajar em onibus desta 
empresa, mesmo sabendo 
que o final e inicio de. sua 
rota é Bela Vista. • 
É provavel que o De­ 
tran de Mato Grosso não 
tenha tomado conhecimento 
deste fato, pois os nossos 
Aquidauana - Entre o cargo. 
os municipios matogrossen- O que de "sui generis" 
ses que participarão das ocorre na sucessão munici­ 
eleições municipais a 15 de pal daquele município é a 
novembro próximo, Aqui- disputa, por partidos dife­ 
dauana, é a unica cidade rentes, dos Irmãos Ivan e 
que disputará com quatro· Rudel Trindade. 
candidatos, dois pelo parti- A nossa reportagem 
do situacionistd e dois pelo que constantemente encon­ 
oposisionista. 	tra-se naquele municipio, 
Pelo MDE . apresenta- pode afirmar, que hoje a 
ram-se o médico Pe-dro Ubi- preferência do eleitorado, 
rajara de Oliveira e o ad- na zona urbana da cidade 
vogado Ivan Trindade. A é pelo nome do médico 
rena apresentou o verea- Pedro Ubirajara .. de Olivei­ 
'Íor José Carnio e o médi- ra, que goza de mais de 
co Rudel Trindade, que na 70% da . preferência do 
• gestão anterior já ocupou . eleitorado. 
representantes. entre um ca­ 
fezinho e e outro, se esque- 
. ceram de denunciar o fato 
às autoridades competentes 
e no . final quem perde é a 
população de Bela Vista, que 
se vê obrigada a ir até Ponta 
Porã ou Campo Grande pa­ 
ra viajar em um onibus que 
deveria vír até sua cidade. 
Pensâ@ Pressa 
Atendimento perfeito - Classe - Higiene onde você é 
atendido pela proprietãria. 
. "O .seu lar em Jardfm" 
Hospoda-se na Pensão Prograso e sinta-so em cg 	% 
A D, 	'asa. i 
v. uque de Caxias, 639 Fone 003 . 1 
Jardim • 
7-	lato (fosso 
Posta Shell ie Jardim 
DE MONTEIRO & SA 
Viajante amigo, se você precisa daquele algo mais 
nao encontra nos outxos postos ·v·o - . • - 
• • 	. • _ ce encontrara no 
POSTO SHELL DE JARDIM . 
que

' Tribuna da Fronteira 
página._ 7 
...:_ _ 
Médici Atende: 
Xerentes e 
Reserva para 
Xavantes 
BRASILIA .- Depois de muito ·a; 
re m colonos, roubarem gado e se P"Um, ataca- 
d I 
. d 	:i .. em a aca os por fa 
zenteiros, os índios Xerentes e X, te ' 
d 	M 
avan es ganharam 
uas reservas em ato Grosso e Goiás. ' 
do presidente Médicl e b r. • por decreto 
X 
, ·mora a área destinada aos 
erentes ainda esteja ocupada por 
4 7 
f .
1 
vidida em 190 pro • d d (amilias e di- 
pre .a es. 
Fundação Nacional do lndio ao eatan . 
,Pezis» ma, «tis ã i&tis",""."t 
- ·rasi.ia ou na Transamazônica 
Na exposição de motivos que acompanha os 
decretos, o ministro do Interior C t C 
1 
· 	os a avakanti 
escareceu que as reservas vleram " ' 
tuação anormal de d para reparar a sl- 
. • mo o a proteger o direito e o 
interesse das populações indígenas . d· 
f 
· 	sem preJu 1car o 
es orço governamental com vistas à ocupa - f· . 
d lo 	ao islca e 
o esenvo v mento econõmico da Região. 
XERENTE 
Desde o ano passado, os Xt'rentes, que vivem 
nos arredores de Tocantins no Nort d G . 
d 
• e e aias ata- 
cavam repeti amente fazendas e ameaç ' 
h d 
avaro os colo- 
nos, c egan o a situação a um ponto criti .d 
d b 
rIIco quan o 
um grupo e rancos agrediu vários· índios d 
Com as- 
9 
paro de arma de fogo. Uma comissão nomeada pela 
Funai concluiu que dos 3.440 quilómetros do munici­ 
pio pelo menos 1.500 km2 deveriam ser e clusivo dos 
índios, enquanto os posseiros seriam reme vides. Esta 
promessa, agora concretizada, acalmou os Xerentes, 
ro se registrando mais nenhum atrito com os bran­ 
cos. 
/0MO NINE' 
• Advogado 
XAVANTES 
Os 4.000 índios Xavantes espalhados há mais 
de um século pelo rios Areões das Moxtes Couto 
Magalhães e Sangradouro (as reservas ficam em São 
Marcos Sangradouro) não se entenderam com os fa­ 
zendeiros que ocuparam suas terras. No ano pas:sado, 
o ministro Costa Cavalcanti aprovou um projeto de 
criação da reserva de Couto Magalhães, mas ele, 
posteriormente, foi arquivado. gora segundo o mi­ 
nistro, "o incremento das atividades agropecuárias 
na região constituiu-se em fator de intolerãvel pres­ 
são para as populações xavantes, que, de recuo em 
recuo, ficaram confinadas à região abaixo do parale­ 
lo de 10 graus e da serra e do rio Taplpará para o 
Sul; até o rio das Mortes, de onde não têm mais pa­ 
ra onde ir". 
1 
Oswrrldo Grubert 
"Creio em Jardim. Acredito 
desenvolvimento, faço da política 
de servir - Servir o 
êle necessita: 
no seu 
um ato 
que povo naquilo 
Progresso 
1 
DRAGO 
Pulsa forte a mente que me domina, mente fôrça, 
força que faz-me gente. Gente que sofre, que ri, 
pensa. G e n t e que vive e sente gente. Fujo 
da realidade,· realidade impura e navego. Nave­ 
go no mar da fantasia e parto do principio que a 
Realidade é desconhecida, minha Alma é demais es­ 
pêssa e quero Sonhar. Dou poder à imaginaçaoe 
Sonho. Tudo fala do Infinito, tudo entoa a Melodia 
das Esferas. 
Flutuo. Sonho. Para mim, Filho de Tempo, são 
chegados os Tempos Sonho. Penetro no Mundo 
Fantástico, out::a Vida, Vida de Sonhos. Sonhos que 
dinamizam, revigoram, dão fõrça à minha Mente can­ 
sada. Mente que sofre, pensa. Mente de Gente. Gen­ 
te que sente. Sonho com tudo, penso em tudo penso 
em Você. Você que deixa de ser quando volto a Vi- 
da Real. E descubro, Você é um Sonho. Busco a 
Solidão, e quero Sonhar e sonho. . . sonho ... sonho 
com Você. Você que é o Alfa e: o Omega, e sofro. 
Sou lançado num beco sem saida e quero sonhar, não 
quero acordar. Acordar é Vida impura Não quero acor­ 
dar. Não possuo mais nada do que o Sonho, mais 
uma voz forte, grita, grita e grita Acorde. Não 
gueto acordar. Sou Fraco, culpado e indigno. Mas. ., 
a Voz tem uma potência estarrecedora e acordo. O 
instante em que acordo, você não está Está, mas 'não 
é o Sonho. No sonho e diferente. Tudo é Puro, tüdo 
é música, quero Sonhar. Existo por que o Sonho 
existe, sou efeito de um Sonho, a Sabedoria, mesmo 
a Planetária, ainda manda que limitemos nossa Pá­ 
tria, nossos sonhos. Minha Pátria ·é a Poesia; Meu so­ 
nho é Você. Você é e. efeito de eu ser Sc.nho ! ! ! ! 
Jardim 
Av. Duque de Caxias, 561 
iato Grosso 
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..... 
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_-e 
página. 8 
Tribuna da Fronteira 
30 de etembro de 1972 
JF: deverá recebér nos- 
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: ' 
É. l!um bate papo, a cerveja que 
você toma é Imposto que VOCÊ 
paga. Em toda compra feita, de 
ª:roz, te::::id~. caiçado·, café, banha. 
etc., VOCE PílDOU Imposto. E 
sabe por que? Sêhrc toda mer­ 
cadoria compre.da, 0 fornecedor 
obrigatóriamente, dover recolher 
o Imposto devido, ao scu valor. 
Isto quor dizer que VOCÊ. inài- 
. retamente, PAGOU eslG Impos­ 
to. O corisumid0r.- rer:be:.te, é 0 
grande pagador. saia.VOCÊ .:l: .i • J'"'....>:ll. : V e 
o Govarno consiruirão escolas 
hospitais, ~stràdas e inúmera~ 
outras obras públicas do sGu 
interêssa. 
imposto é obrigaçâÓ que se 
transforma om hem u comum. 
Devar' de todos. • 
. O Governador José 
Fragelli é conhecedo 
soal d • r pes- 
as necessidades . do 
sudoeste mato 
é:o • . grossense 
nsequmte • de B l . V· , 
idade ela 'ista 
c1 a e fronteiriça, conside- 
é: «e 
... , 
]i 
,, 
,, 
,, 
,, 
. Alarmantes são as est.ti:ti • • • • • 
eto iisisiéri dá sãã ',""!$?2, iorecidadas 
de· tuberculosos no pais· calcule .açao ao· numero 
surjam anualmente 140 • ii75,2,, _gue no Brasil 
quais só 35 mil submetidos a º!e es ~ovos, dos 
&atamento, Éristem áf@si.";",,,"rra de 
losos em atividades no país, e' _Pil ,tubercu- 
1 
- · "á f · ·· , meta e da 
açao J so reu um· processo de i'nfec ão" • popu- 
0 terriVel mal ataca. priricipalm;nte • • • 
anças e. conforme a. mesma· estat· • • as ~n­ 
lã oitíárió dé rasiiíá en iç"; ""nccida 
to sao menores de 14 aaos {um q·i{a t·' dpor cen- 
i . .• . . 	. r 
O 
os casos) 
Um:a ameaca 
constante 
e ·ª situação piora de 	• • ••• 
esta doença foi • ano para ano send 
missíveis. a quarta causa de moíte " que p . 	. . por trans- 
. . artmdo do princí • . • • • 
prever para prover" e pio de que "administrar • 
és<fr si sã :.%k,%,fé óíj@ ê 
prefeito Clovis Marcelino A' _osso apelo é ao 
oficie ao De art e Oliveira para 
si#kit."" " si técnica a fim d f . ista de uma e • ·' 
e azer 
O 
e d "quipe 
nossa população inf ,, cadastro toráxicc 1; 
m antil. 	OlA o da 
Venda 
.Mais. 
Anun- 
• 
Cle 
' 
rado de • • • 
pelo I segurança nacional 
va or estrategko que 
encerra e pela sua • - 
g
eonraf· pos1çao 
1ca nO • c:ont 
tadu 1 . (H, esto es- 
j;"? necessidade das 
or1 a e:s mu •• 
Rel v· . mopais àe 
a ista. da • _ 
de c1 .' s assoc1açoes- 
ma1or asse, dos homens de 
Pt'e.sti • 
representação . g t o e 
exigirem do ,G unirem-se e 
dual aquilo overno Esta­ 
por dever que nos cabe 
p,' e por direito 
emos abs 1 • 
que 
O 
G 
O 
uta certeza 
. b . overno d E d 
sa edor da . 
0 
sta o 
cio-ecouõm· importância so- • 
b 
1ca de 
e, oferec . nossa ur- 
na medida era ª.s soluções 
que, co},_ Possivel. desde • •• 
• scrnntem 
mos e·· exig~ ente, passe-- 
direito e j" como e de 
e Justiça.