!TRIBUNA· DA FRONTEIRA 
---------- 
ANO l 
LIBERDADE 
COM RESPONSABILIDADE 
9/XII/1972 	N 37 
Este jornal está 
sendo impresso 
na tipografia Efi- 
G~vernador José Fragelli Da Bolivia 
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Dr. José Fragelli, esteve na bo­ 
liviii. Manteve contntos c:om os 
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±ao.hã2sg 
dicigeatcs. empresários, militares, 
estudantes e aclasse operária. 
Falando na Universidade 
de San Antonid, discorreu com 
profundo conhecimento de cau- 
- sa a respeito do desenvolvimen­ 
to do Barasil e de - - 
Mato Grosso Estreitando os 
laços de amizade que nos pren­ 
de aos nossos irmãos dos An­ 
dindes o Dr. F~agdlí destacou o 
projeto que visa ligar Çorumbá 
a SantaCruz de La Sierra por 
Rodovia. A construção desta 
rodovia irá de encontro à velhas 
aspirações .:!e corumbaenses e 
Bolivianos. 
Adotandc esta politica, 
nosso governador acompanha a 
a filosofia base do governo 
Federal, que é: "Desenvolver 
colaborando para o desenvolvi­ 
mento dos paises irmãos', 
Seria de interesse fronteri­ 
ço a visita do Governadcr à 
nossa cidade, acompanhado do 
seu· Secretário de Turismo. Sa- 
be bem o chefe do Executivo 
matogré,ssense que a nossa re­ 
gião é area de Segurança Na- 
• danai, portão de entrada e, por 
sua pos1c;ao geográfica fator 
primordial para o desenvolvi­ 
mento do Turismo em nosso 
Estado. Fica a sugestão e quiça 
seja aceita, pois Bela Vista é 
parte importante de Mato Gros­ 
so e mereçe a sua atenção. 
genia era 
Aquidauana - MT 
Presidente nacional da a­ 
rena provavelmente sera 
o presidente do senado 
Antes do recesso parla­ 
mentar de fim de ano, que 
começará ainda este mes, de­ 
verão serem escolhidos os tio 
vos comandantes parlamenta­ 
res do Senado Federal e da 
·Câmara dos Deputados. 
Quando o Sr. Filinto Mu­ 
ller, presidente Nacional da 
• . .RENA encontrasse com o 
presidente Garrastazu Méclice, 
deverá apresentar-lhe um re­ 
lato sobre a retumbante vitó­ 
ria do Partido nas últimas 
eleições bem como, certamen­ 
te tratará da escolha dos fu­ 
turos Presidentes da Camara 
e do Senado. 
OPINIÃO do CONGRESSO 
Apesar de haver uma 
lorte corrente que luta pela 
escolha do futuro comando 
parlamentar governista pelo 
proprio Congressc-, nem mes­ 
_mo o otimismo exagerado nos 
levaria a supor que, às ves­ 
peras dos últimoc; )mportantes 
acontecimentos políticos o 
"Palácio do Planalto", deixa­ 
ria de urna vez por todas de 
exercer 'sua inlluência sobre 
o Legislativo, 
FILINTO E ARENA 
tomo presidente Nacio­ 
nal da ARENA. alicerçado 
ainda na sua base política e 
vasta experienc!a nessas ges­ 
tõe-:;, acredita-se que Filinto 
seja o escolhido pelo Presi­ 
dente da República para • a 
Presidencia do Senado, isto 
porque, apesar de livremente 
escolhido pelos parlamentares 
estes não deixariam de forma 
alguma de quebrãr a harmo­ 
nia existente entre o Con­ 
gresso e o Palacio do Planal­ 
to. 
E provavel pois que/ o 
denominador comum do Se- 
- nado e o Presidente da Re­ 
~ública seja ·O Senador Filin­ 
to Muller. 
Viação . Cruzeiro 
melhorou o 
do Sul 
lt 
cruze1ro 
"O problema de mobiliar a sua casa 
vido: nós temos os móveis, você faz 
está resol­ 
os planos. 
CRÉDITO IMEDIATO ATE 18 MESES. 
Móveis finos· - Dormitórios -salas - copas 
móveis - estofados e Peças. Avulsas. 
Visite-nos e conheça 
verbal. me conércio t- mieis ! 
ir. De de Caxias, 549 - Fane: 18 - JARDIM - M.I. 
O Bom jornal é aquele que 
antes de tudo procura verificar. 
os problemas do povo e orien­ 
tar a sua solu,;ão. 
A Tribuna da Fronteira n: 
35, procurou chamar a ateução 
da Viação Cruzeiro do Sul, com 
o artigo "Cruzeiro do Sul, um 
mau Cruzeiro', pelas suas inu­ 
meras paradas, muitas vezes des­ 
nccessarias, afligindo os seus 
passageiros ainda mais, com a 
superlotação. 
Para solucionar o- proble­ 
ma esta Empresa colocou outro 
horario de Bela Vista para 
Campo Grande e Aqutdnuana, 
saindo, diariamente de Bela Vjs­ 
ta às 6,0C e 13,00 horas. aten. 
dendo assim uma vela aspiração 
do belavistense através - das pá- 
ginas TRIBUNA. - 
Des~a forma, diremos então 
qae Cruzeirô do Sul ·melhorou 
o Cruzeiro!! 
.Posto ·Juquinha 
□E Peixoto e Filhos 
Gasolina - Derivados - Lubrificação - Borracheiro 
Esmerado tratamento - Higiene - RapidE: 
Prestatividade integrado no contexto 
evolutivo da região 
anexo lanchonete 
Jardim 	Mato Grosso

Brasinha na Escuta 
Sensacional, foi o incrementado baile "Macabro", Sexta 
Feira dia 24 no CEB, animado pele pelo conjunto de Prudente 
'O± Temperamentais,,. Ornamentação super original. . 
Por lá Sr. e Sra. Jalro de Vasconccllos, Sr. e Sra. Carll­ 
nlos Medeiros, Sr. e Sra. anlel Florentino. Casal Viente Drl­ 
valhc, Sr. e Srn. Dr. Murano. 
Conturso da Rainha do GEBV. foi finalista a Sra. Zilda 
Guedes. 
Curtindo •'uca" cm Bela Vista o engenheiro Waldir e ,un 
amigo, ambos da clcfode Morena. 
Entre nós no domingo. Rltóca, Fernando Jorge, Lcila e 
.Mnrtha. 
Ourta Lua de Mel, pata os nubentes, entretanto loaga pa­ 
ra 011 leitores e amigos, e11tâ :ovamente entre nós o casal Ival­ 
do - Estela, ambos redator e diretor desta Folhn. 
O Conjunto "Mldle Of Skny" fez uma Turnêe pelas cida­ 
des de Jardim, Nioaque, Itaporã, Dourados e Ponta Porã. com 
relativo succ11so. 
A Falta de energia na cidade de Maracajú impediu os 
nossos jovens e esforçado musicos de mostrarem mais uma vez 
o seu valor musical que se eleva dia a dia. 
O Proxlmo "grilo" dos nossos jovens musicos, serão as 1 
festas do 16 em Caracol e a posse do Prefeito de Nioaque no 
dia 31 de janeiro. Para eles "Mil Chamas" lo Brasinha. 
Indicador P r o f i ssi 
O n ª 
1 
Dr. Jurandir José de Oliveira 
Cirurgião Oontiata 
1 
• Odonto Pediatra 
Cllnlca Geral - Cirurg a - e J d' 
Rua Dr. Ari Coelho da}!Olivelra s/n. - r 1m 
E E # 
ELEGANTEs DA SEMANA: 
sra Eva Antunes Mascarenhas 
sra Diva Urbieta 
srta Telma Loureiro 
srta Constância Loubett 
srta Nair Miranda 
sra Beatriz Medeitos 
srta Marilza Pinheiro 
por. Gevair Ferreria Lima 
Advogado 
Rua Marechal Rondon - 543 - Jardim 
Dr. p 9 d r o G u i l h e r me 
Advogado 
Jardim 
Av. Duque de Caxias, 561 
'iato Grosso 
---------------------. 
O ponto de enc:ontro da sociedade belavistense .. • 
Local aprazivel na praia do - APA • Bela Vista-: MT 
-------------------------. 
JR.iibas 
O 'que 
pensa 
o filho 
do pai 
Denia Sanhes, distinta 
jovem da· sociedade e repre­ 
sentante· da beleza aquidau­ 
anense. 
Ampliações - Batizadus - Casamentc,s 
Monóculos Reproduções - Albuns 
Bijouterias 
- Revelações 
Quadros 
M. T.1 
..-------------------------· 
BONITO 
OE MONTEIRO & SA 
Viajante amigo, sr você precisa daquele algo mais que 
não encontra nos outros postos, você encontrará no 
POSTO SHELL DE JARDIM. 
A 
7 anos: 
os e· um sábio, sabe 
Papai 
tudo . 
Aos 14 anos: . 
Parece que papai se en­ 
em certas coisas que 
gana . . .. 
me diz. 
Aos 20 anos: 
P 
. está um pouco 
apa1 . . . 
atrasado em suas teor1as: 
não são desta época. 
Aos 25 anos: 
O «velho» não sabe na­ 
da ... Está caducando, decidi- 
damente... 
Aos 35 anos: . . 
Com minha experienc1a, 
meu pai nesta idade sena 
milionário. 
Aos 45 anos: 
Não sei se consulto o 
«velho» neste assunto, tal­ 
vez me pudesse aconselhar. 
Que pena ter morrido 
0 «velho». A verdade é 
que tinha umas ideias notá­ 
veis. 
Aos 55 anos: 
Pobre papai. Era um -~: 
bio. Como lastimo tê-lo 
compreendido tão tarde. 
CONCLUSÃO 
Se ao vigor dos jovens, 
juntássemos a experiencia 
dos velhos, teríamos o siste­ 
ma de vida ideal. 
EXPEDIENTE 
.. 
"Tribuna da Fronteira" 
Fundador: lvaldo Pereira· l 
Diretora admist.: Estela Velssquez 
Pereira -- Aurea Lourdes .Rondllo 
Reda.tor Chefo: EIy Araujo Barbosa 
Reda.tores: Ivaldo Pereira . Geral­ 
do P. Sobrinho - Oiogenes Brayner. 
• Dopt:o. Jurídico: Dr. Cirio Fallrlio - 
Dr. Carlos Edy de Medeiros. 
RIO E IIIMISIiO 
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Atendimento perfeito - Classe - Higiene onde você é 
ate.adido pela proprietária. 
"O seu lar em Jardim" 
Iiopado-ao na Ponto Progroo o sinta-e om cana. 
Av. Duque de Caxias, 639 - Fone 003 
Jerdim 	±. 	Me ·. 
d..'	IO (ifgs 
Rua Duque de Caxias, N 1285 
Assinatura Anual ~ CrS 50,00 
Outros Municípios - Cr$ 60,00 
Bela Vista 
Mato Grosso 
O jornal no se responsabiliza pelos 
conceitos emitidos em colunas 
assinadas

-r-- 
'Hihun da_Fronteira 
·T6a 
si me.itna a ExpuJencfa é, por 
1certadan' Proveitosa quando 
às vêze, 'te conprendida - 
·, convém m • 
as dores esmo sofrer. 
que ela no 
para que nos sr, , arreta, 
ra o futuro," 'a le lição pa 
MBUs AMIGOS 
Neste primelro - 
kt!vo que travamos .. ontato co- 
isas ds pio a.Z"," rg­ 
poderia declinar-me d a • nao 
±ade de, or e a.,,"%"fUmt- 
fazer chegar o Coluna, 
fiel aos amfg agradecimento 
' os que, com 
seus votos, nos conf· . os 
ortunldade lilfotn a O• 
p' - de se colocar entre 
os setl, que irão tomar 
. ' • 	os seus 
lugares na Camara Municipal 
Em retribuição, somente podemos 
afirm1 que empenharemos toda 
a for do nosso trabalho, para 
correslonder à essa confhrnça. 
1 bem da verdade-, seria 
intere$ante salientar que a ma 
ratona da Politica, chega as 
, vezes~ nos empolgar, mesmo no 
caso ilentico ao nosso, quando 
à polt!ca não nos entregamos 
ao tod
1
• Chego mesmo a confes­ 
sar, qe não fosse o firme pro­ 
positode pregar na Campanha 
o "De·er do voto", exortando o 
eleitor'a votar como compromis­ 
so Cí,;co: Nã(, fosse o proposito 
de motrar que dentro da politi­ 
ca nãtinhanos pretenções, a 
nao s~ a oportunidade que ela 
nos poporcionaria de tentar fa­ 
zer alo pelo bem comum; Não 
fosse 1ais alguns propositos que 
tinha ome mneta e bases no tra­ 
blho ré-eleitoral e então, acre­ 
ditem, aos velhos processos po­ 
liticos nos teriam.:>s entregudo 
inteiranente, porque as contingên 
cias aé que chegavam a obrigar. 
De tu'o, o que nos restou, foi 
a certza de que o eleitor ainda 
não etá maduro e que precisa 
ser "a,ajulado", mesmo que pa­ 
ra tano se faça algumas promes­ 
sas, qe até ele mesmo sabe que 
l 
1 
l 
9 de dezembro de 1972 	___ pfigina 6 
---------------- 
- 
A 
JOSÉ GLAUCY FlÔRES 
·. , ' 
não serão cumpridas. Mas ,:Jei­ 
Xemos isso tudo, e vamos relatar 
alguns detalhes pitorescos da 
Campanha eleitoral, parodíano 
algumas passagens, e analizando 
os companheiros. 
Nos comícios, muita coisa 
a gente ia conhecendo e até 
aprendendo "videntemente. O 
Dr MUR!NO, por exemplo, 
é o tipo que bem demonstra o 
político fino e educado. Com ele 
muita coisa aprendemos. De 
certa feita, na Agua Doce eu 
(como sempre) tomava conta do 
aparelho de som, mas evidente­ 
mente como candidato dava as 
minhas saidinhas para conversar 
com algum chefe de famtlia e 
entrar com aquele "papo". No 
bom da conversa, eis que sorra­ 
teiiamente, aparece o dito cujo: 
Glaucy, dê uma olhada no apa- 
-----···· 1 · "'J~ 
±$. l ' 
w 
relho, a bateria parece que vai 
pifar ... Lá ia o '•sonoplasta can­ 
didato, deixando metade da con­ 
versa para o Dr. I~to várias ve­ 
ves aconteceu A outra passa­ 
ge, sensacional também com o 
Dr. Murano, se deu oa mesma 
gua doce, quando aproveitan­ 
do a oportunidade conversava 
cem um grupo de rapazes e mo­ 
ças e pregava a '.'Minha Políti­ 
ca". Novamente aparece "o res­ 
peitável velhinho", dizendo assim: 
Glâucy, vá lã no aparelho anun­ 
cie um Chimango, para que es­ 
sas mo,;;as tirem os rapazes pa­ 
ra dançar!! Posso afirmar que 
o baile ficou quente, mas eu per­ 
di metade da minha c.onver­ 
sa ... 
Vale a pana a gente co­ 
nhecer de perto a experiencia 
de um Dr. Murano!!. .. 
Eu tô feliz, mãe. Feliz 
porque ainda sinto saudade. 
Feliz porque aind.1 smto 
vontade de escrevn-te a mais 
bela canção. ,Uma canção 
de amo"r-pelo tanto de tua 
dedicação. Mas todo esforço 
é vão. Feliz porque ainda 
tenho tu . que me ama. 
Se pudesse • Mãe, escreveria 
. toda a gratid_ão que sinto 
por teu santo carinho; mas 
como não sei. e5crever. Mãe 
peço humildemente a tua 
Benc;ão. com o meu FELIZ 
NATAL. MÃE! 
Ly:.. 
1 
. l 
1 
i 
Outro que irradia tranqai­ 
lidade é u Carlos Centurião. 
Voz macia, !-llave, demonstra 
pelo proprio semblante a sua ex­ 
periencia na pclitica, Sabe o que 
quer e confia nas suas bases 
eleitorais. 
Em 0amacue. quando rea­ 
lizawos um comício foi talvez o 
que nos tenha ofarecido a opor­ 
tunidade de apreciar os mais 
lindos fatos pitorescos; Logo na 
chegada um companheiro foi 
"comer sardinha" com seus elei­ 
tores num boteco. Essa foi • éo 
Pedro. Não • havia . · necessidade 
de ocultar. o seu autor,. pois 
sobre esse fato já realizamos 
muitas glosações e brincadeiras. 
Eu preocupado com_ a saúde do 
companheiro o interpelei dizendo: 
Cuidado rapaz, isso vai te fazer 
mal!!, ao que ele pronta_mente 
respondeu; Não tem perigo, ' 
sou a·costumado a c<.>::-ier sar1 
nha com Pinga!.. Os eL•itor~ 
que estavamn por ali, gostara1 
naturalmente de ver que o SC' 
Candidato e:ra um camarad 
muito popular. À conclusão 1 
que a sardínha surtiu o s.:u 1 
feito e Pedro acabou por toou: 
conta também de Damacuê, col 
uma exelente votzçiio. 
Em Damacuê, muita cois 
interessante aconteceu e ãpena 
para dar uma ldéa eu diria qu 
ninguém queria vir embo1 a, de 
xando os demais sozinhos co1 
os eleitores e teve gente que vel 
de lá às 5 da tarde. 
No artigo anterior, havit 
mos taxado a politica de "Umi 
Aventura para os Novos". Jgl 
ra, concluída a .:é.mpanha, te::d 
a aventura chegado ao seu f 
nal, un final até muro fel1z Pi 
ra nós, podemos .... irmar que e, 
foi proveitosa e talvés já nos t{ 
nha oferecido pelo menos ur 
bõa pareei.: de experícn,cla .Pª! 
as próxima-; jornada,. Quanó 
conseguirmos moldar a experie1 
da do Dr .lurano, a tranquil 
dade do Carlos c perfeita. o1 
ganização de trabalhv d_o co:.r 
panheiro Pcaro laimitri e nâ 
esquecendo de deixar a respot 
sabilidade de 'tomar conta'' dc 
aparelhos de· son para outt 
cao<iídato, talves tenhamos mu, 
ta paródias para contar em u 
tras oportunidades 
% nessa equie tde , 
s2 aos leitors i 
amigos tum 
• .. 1 
«feliz Natal» 
MERCEARIA CALIFORNIA··· 
)i, Mãe! Hoje eu tô que foi sem querer, 
ta
-
0 
E duro ne Mã~ ? Ver 
feliz... 	d 
abe o que é? Aconte- o filho criado para _epois ve- 
ce é que tem tanta gente lo partir p>ai;a uma guerra 
tristi ' a or ai. com vonta-- da qual a senhora não es­ 
de d~ te; tua mãe e não tava preparada uma guerra 
te01, t eu te tenho. dele proprio. 
Sabe, Mãe; é porque Ah! Mãe. Quanto entristeceu 
• me uma cena que presinciei 
tem tnta gente por ai sem ontem; Estava na loja com- 
vontade de proseguir, e eu, prando 
O 
seu pr:esente de Natal. 
com oragem até para re- 	,, 
. r nos quando dr:parei um menmo, 
comepr- por voce, po • - • com os olhos lacrimejantes, 
• Sabe, Mãe, eu fico ta~ olhando para uma bela capa 
feliz quando te vejo. """ 4e chuva. E hoje. Mãe, qan­ 
raesnfo quando pratico err do estávamos na , Missa das 
damente. As vezes P"";; 
1 
o eu revi aquele menino. 
penso e me arrapendo o Sabe que ele fazia, Mãe? 	da·· . ·. . . . . :·· .. 
dia' em que te fiz chorar Estava tambêm reesse-pa± E E EME R Fronteira 
sra-si Tal9,"$." se sã AuSENTE 	- 
que não, Mas eu JU ' _,..:... 	_. :.,;__.....:.,;. a 
Secos e. Molhados em Geral 
Verduras - Bamboniére 
. 1 
Lataria 
Casa 
_Duque de Caxias, 43 
Pinguim 
Jardim 
Confecções finas~ Artigos da •Tip -·Top de Millus - Có: 
Valisiéri - Artigos finos p/ presentes - Anexo: Livraria • 
Papelaria com vendas de Livros didáticos. 
Mato Gross 
Anuncie 
•,1!' 
u' 
t 
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Tribuna da Fronteira 
Municipio 
" erwl 
i.. ' 
i'  
. Ligeiro hist')ri ::o do munici· 
'pio' 5 
: Distrito criado pela lei 
n -' 2ô7., de l • de dezembro 
de 1.948, em território des- 
membrado da sede munici­ 
pal de Campo Grande. 
: O distrito de Sidrolãn­ 
dia foi elevado à categoria 
'de cidade pela lei nº 684 
'de 1 de dezembro de 
I.953. 
Localizagão 
: Situado na região sul 
jdo Estado. o município de 
Sidrolandia pertence a zona 
fisiografica de Campo Gran­ 
pe, Io~al:zado no planalto 
da Serra do Maracaju, en­ 
tre os rios Anhandui e Bri- 
lhante. 
Limita-se com os mue 
hicipios de Campo Grande, 
fferenos, Maracaju, Anas­ 
tácio e Rio Brilhante. 
Compreende o distrito 
'de C:apão Sêco. 
, Dista 793 km. pela ro- 
••• idovia da capital do Estado, 
,,,..,, e 58 3 km em linha reta. 
'Altitude 
l . A cidade de Sidrolân­ 
dia encontra-se a 484 a de 
altitude. 
r_ '.Clima 
{ Situa-se na região sul 
fio Estado, o município de 
Sidrolandia perde, classifi­ 
cado como úmido, 
. As épocas normais das 
chuvas ocorrem entre os 
mesés de setembro a março 
1 • 
f.ºm maior precipitação de 
dezembro a fevereiro, veri­ 
ficando-se, quase sempre, 
!::huvas esparsas no decor­ 
rer dos demais meses. 
Area do munícipio 
E de 6.562 km2. sen- 
do 0,5% do Estado,' 
'Acidentes geograficos 
j
"_ii,, i A._ extensão - territorial 
'da regrao que, na maior 
1 
•{ parte, _é formada por cam­ 
pos limpos com : ricas pas­ 
agens naturais, apresenta 
:como acidentes geográficos 
apenas os inúmeros"] corre­ 
g 9Os, ribeirões e rios que 
• f~ ::errem gl?ralmeme na dire­ 
; - 
'.; 
1
~ ~ão • sudoeste, .. _ por depres- 
:! ', / sões, de tal - modo • disfaça- 
das, por vezes não obser- 
1
vadas pelo expectador que, 
. • ple um modo geral pode 
!{}, éstender a sua visão ao 
' 
,e 
• J ,, 
' 
1a a. T- 
----- 	--------· -·- 2 
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a. aG..a,, a. j	i 	• 
Jiamismo_ iealis8 cho 
te $lrlanl@ 
. cnpanhcira d,:,: • i 
B; sua co! 	" l , 
"{jvo será o lgiim9 
luta; do povo nem@ 
representante li z 
: 4 Sidrolandia. 'ertar;' 
Camara te q,e " 
E grato a todo q4 'Vl4@, 
l
"boraram em stla camp:. , 
cora 	• ] s s 
d
. d esprc1a -l~umos 
nha dei ican o • . . _ ~ 
gra<lecímento a !-eus pais. nR· êt., 
Meta de Trabalho_ co., 
Energia Hicirodetnca • Se, 
A gricultu i-a •Ottan~{ 
Educação .ecessi. 
Esporte ,·' que 
O povo de Sidrolãnd ro- 
esta de parabens. elgera, ora 
o homem certo. honem o,dee 
revolução, Esperamos que luf 
seja o primeiro degrau dg ? 
uma escada. o nosso} desG .' 
jo é ver Altivo Brutj subir .~J;1 
garlhadamente a escada da 
política. 1 
! .sã 
Tudo pelo progresso de Sidrolâtjdia 
1·ief_ 
Sidrolandia em ritmo ide . 
j 3± 
participação ; "» 
: 	l 
l, ., 
novo impulso no seuGover- ::.! ~ 
no. sendo o segund~ pro- 
1
_: 
dutor do Estado. ! 
O municipio de j Sidro­ 
landia produz tambén ar­ 
roz, milho, feijão, i e, • 
acôrdo com a filosoia • 
Governo Federal todis b 
cam dar um pouco ide s 
em beneficio de toda coleti.-. 
vidade. ; - • 
i 
Receberá o sr; João _.. 
Lemes de Souza um cida­ 
de concientezada. ut_1 povo 
desejoso de servir ej acima 
de tudo uma nova nentali- 
dade.  • 
. .. Aqui se plartando. 
tudo dá,.. 	1 
• (Caniahas) { 
1 
I 
Salve o 19.o 
11 
aniversario de 
! 
Sidrolandia 
de 
horizonte, sem que qualquer 
acidente o impeça. 
Entre aqueles, são con­ 
s1àerados principais os rios 
Anhandui, Brilhante e Va­ 
car1a. 
Riquezas naturais 
No reino animal. eco­ 
nomicamente, são inexpressi­ 
vas as suas riquezas natu­ 
rais, existindo, em grande 
quantidade. perdizes e co­ 
dornas, habitantes de seus 
imensos campos. 
No reino vegetal. cons­ 
titui uma das suas: maiores 
riquezas do municipio a 
sua pasagem natural em 
campos, ocupando grande 
parte do território. 
No oeste do planalto 
sul-matogrossense é bastan­ 
te reduzida a sua reserva 
florestal. 
Com relação ao reino 
mineral, barro para o fabri­ 
co de telhas e tijolos e pe­ 
dras para construção. 
População 
A população presente 
no distrito de Sidralândia 
é de 10.000 habitantes, sen 
do 7 .000 localizados na zo­ 
na rural e 3.000 na zona 
urbana. 
Dessa população 40% 
é de origem ,natogrossense. 
Habitações • 
Na zona urbana há 
600 edificações, e na zona 
rural 2.500 
Meios • de- ~omunicações e 
transportes 
Conta o municipio com 
uma. agenda da E. B. C. T. 
As rodovias são rzgu- 
lares. ' ' 
. Hã uma empresa rodo­ 
viária para transportes de 
passageiros. 
-------~-....;.....:...__ ····························-·····-:------------- 
-Bar e rmazem C 
do 
Secos e molhados em geral Pé 	.a. 	.:. 
b . - .- er umana - armarmhos 
ebidas e miu.dezas em geral • . 
em .Sidr.ol 
Avenida Noroeste, 827 
"" "" 
S i d ·r o 1 ôr n d i a 
ta#alio" 
s e u 
No municipio são cap­ 
tadas com perfeição, as tran­ 
missões da Tt:levisão More­ 
na de Campo Grande. 
Aspecto Sociais 
Um clube social em 
funcionamento. 
Ensino 
O município de Sidró- 
lândia é dotado de 2 giná­ 
sio com 150 alunos matri­ 
culados: 13 escolas primá- 
rias para 490 alunos. . 
Assistência Medica -Samtària 
l Ià um Hospital em 
construção. 
O ldneru colabora com 
o municipio. 
Há tres consultorias 
dentários. 
Etabelecimentos de aédito 
existentes 
Banco Financial de 
. Mato Grosso SI A. 
Atividades Econowicas 
O municipic, de Sidro­ 
lándia é essencialnente pe­ 
cuarista, apesar de ter ram­ 
bem na agricultura, um re­ 
gular esteio econômico. 
Segundo estimativas o 
rebanho bovino do municí­ 
pio é de 120.000 cabeças. 
As raças mais cultivadas 
são o Zebu e Ndore. 
Industrias 
Duas máquinas de be­ 
neficiar arroz. 
Assistencia tecnica no Meio 
Rural 
É prestado pelo Escri­ 
tório da ACARMAT. 
Resumo de alguns dos mais 
urgentes problemas da area 
Assistencia médica 
Financiamento ao pe- 
queno produtor. . 
Melhoria do s,stema e­ 
_ ducacional. 
armazem 
Altivo 
Altivo Brum é f:lho <lo 
sr. Ernesto Brum e Da. E· 
lizena Barbosa Brum. nas­ 
ceu em Rio Brilhante no 
dia 5 ele março de 1927. 
Comerciante. escabelec1do no 
ramo de sêcos e molhados. 
proprietuio do Bar e Ar­ 
mazem Caçula. Foi verea­ 
dor em Maracaju em 1955, 
ali começou suo carreira po­ 
litica. Candidatou-se a ve­ 
reador em Sidrolàndia, re­ 
cebendo a ma!or votação. 
Altivo mereceu o voto de 
confiança de 539 eleitores, 
o que representa a profunda 
gratidão dos habitantes de 
sua cidade. Moço entusias­ 
ta. de vontade ferrea, casa­ 
do com a sra. Ercilia Pires 
Dia l 1 de dezembro de 
1972. a cidade de Sidrolãn­ 
dia (Pérola do Planalto) co­ 
memorará ~19 anos. Criança 
com idéias adultas. Munici- 
pio que possue a mais es­ 
merada criação de gado 
Nelore 'de todo Estado de 
Mato Grosso, busca a inte­ 
gração de seus habitantes 
com o Sudoeste. Ó Prefeito 
Municipal. Sr. Atilio Luiz 
Pereira, batalhador incansá­ 
vel. faz o possível e o im­ 
possivel para dotar Sidro­ 
lándia de uma Base econo­ 
mica ~visando o futuro. 
Sr, Atilio bem acesso­ 
rado • pelo sr. • Vicente de 
Medeiros.- Secretário de 
Administração, incentiva a 
agricultura principalmente a 
lavoura cafeeira. que toma 
a çula= 
â n d " a 
Bela Vista sauda 
' ' -- ., 
~ .. 
Sidrolândia pelo 
seu . 19.o 
aniversario

9 
de dezembro de 1972 	página 2 
Um 
tspt: por MtriM 
CAMPO GRANDE- 
iva bovina tem 
I 
doença, e raras vezes são 
. 	larga mordido: ' 
·ncia em Mato Grosso, }' s por morcegos. O 
o transmissor o mo, 0mem, ao que parece tam- 
i. hematófago r- bem e resistente a essa for- 
u ' h . d . • ttm exce- ma de infecção. 
1ospedeiro e vetor d Al ..., 
da raiva O .º . guns veterinário ex- 
i- ' '· 'utras espé- plicam que quando raivosos 
", uorcegos, podem os morcegos tem dificulda- 
ar ovinos com o viru d 
,_ _ _ 	s e para voar. apresentam 
.."PS9"em em proporção paralisia dos músculos da 
,,, ·anterior a dos .sugado- mandíbula inferior e pesco­ 
"Sangue. Ressalta que ço, incapacidade para levan- 
ematofagos podem in- tar a cabeça e paralisia dos 
.tar os animais, por um musculos das asas, usando 
~·H.JJo de até cincos meses, para locomoção os membros 
~m Jue apresentem smto- não atingidos, ou então, per- 
1 as doenças. mane.-cem suspensos nas gru 
A infecção dos morce- tas. 
pelos vírus ocorre da 
• • ·: ma forma que na raiva 
- -,~ •. o vírus se introduz 
.. ; .:ridas provocadas por 
··.:duras. Com trequen- 
2 
são capturados morce- 
.. • mordidos nas orelhas 
alguns casos, a mordi­ 
:, pode atravessar o crãneo 
'.ssa lesão determina a mor­ 
de muitos, porem os que 
brevivem se infectam por 
{••< iana. 
l . , VEIS 
_ - Js bovinos. na opinião 
. alguns estudiosos são 
1 
:~ sen.siveis à rct_iva para­ 
que os caprinos, cn­ 
'..nto os equideos e os su­ 
s não são tão sensíveis. 
.rS cães demonstram alta 
·sistenzia a essa forma de 
sem rótulo 
Em bovinos. a raiva 
paralitica ocorre geralmente 
por mordeduras de orce­ 
gos: os animais atacados 
mudam os habitas normais 
e se isolam do rebanho. 
Alguns ficam atemorizados. 
com as orelhas levanta das 
pupilas dilatada e o pelo ar­ 
repiado. Podem apresentar 
sonolencias ou depressão. 
As autoridades públi­ 
cas recomendam, além das 
medidas profHáticas basea­ 
das na vacinação. destruir 
as grutas ou focos de mor­ 
cegos, para evitar a proli­ 
feração e manutenção, co­ 
mo vinha ocorrendo siste­ 
maticamente no Norte de 
Goiás de virus nesses hos­ 
pedeiro naturais. 
i· 
! 
, ... 
, e c O S 
Papelaria 
e 
- 
molhados 
Armarinhos 
"Servimos bem 
Bonito 
p 
!atarias 
Atacado e varejo 
. • " 
servir sempre 
Mato Grosso 
Carne fresca em geral 
Higiene acima de tudo. 
homem 
SANDRA LEIDENS 
Sentiu o calor pregui­ 
çoso da tarde entorpecer- lhe 
os membros cansados e doí­ 
dos, mas era preciso pros­ 
seguir. Prá que? Prã onde? 
Não sabia e a estrada se 
fazia cada vez mais longa 
e cheia de poeira. A sombra 
submissa do seu corpo se­ 
guiria-o até o fim. Ela e o 
silêncio gratuito... Únicos 
presentes da humanidade po­ 
dre e mentirosa que ele a­ 
bominava. Mas... tentou al­ 
guma coisa, falar talvez com 
a sua companheira naquela 
• jornada sem destino. Ne­ 
nhum som pode se materia­ 
lizar e desafiar o silêncio. 
Estava mais mudo do que a 
própria sombra. Sorriu. Do­ 
ravante as suas palavras só 
se rebateriam ou fugiram den­ 
tro dele mesmo. E como já 
soubera explorar esta arte 
que vestia a ver0ade, mas 
que cinha o corpo poluído 
de mentira ! 
Lembrou tudo. Há trin­ 
ta anos dissera mamã pela 
primeira vez. e fora o seu 
gesto mais espontâneo ... Tal­ 
vez porque fosse fisiológico... 
porque o homem só é es­ 
pontâneo no instinto, agora 
sabia disto. Depois, deturpa­ 
ra a sublime palavra que 
hoje já não significava mais 
nada. Comovera auditórios 
superlotados com a sua cra­ 
tória vazia e cheia de pro­ 
messas falsas . ., E nunca 
conseguira conciliar numa 
unidade a palavra e o pen­ 
samento, por isto sofria. A 
primeira perseguia o pensa­ 
mento, mas estruia-lhe ou 
mostrava-o diferente ou de­ 
turbado. 
Sentiu as lãgdmas ro­ 
larem grossas. Não haveria 
mais chance para ele. Des­ 
truira com aquela comunica­ 
ção sordida de entendimen­ 
to o sonho da criatura que 
Desenhista. 
.. 
Se voce for à quidauana 
não deixe de fazer uma visita 
a um dos melhores desenhista. 
Desenhos artísticos, arquiteto­ 
nicos, topograficos, graficos, ma­ 
quete, silk-scree, (flamulas plas­ 
ticos e carrases} pinturas e am· 
plir:rções de desenhos e fotogra­ 
fias, desenhos para clíches, em 
estendo, quadro p/formatura etc. 
• Rua Manoel A. P. Barros 1433 
Fone 1307 - Aquidauana MT. 
o tornara tão feliz! E o pi­ 
or, ou não pensará de ma­ 
neira alguma fazer aquilo. 
Mas a sua vaidade e a 
mentira sedutora o levaram 
a quebrar a harmonia de tu­ 
do ... do seu sangue com a 
terra. da sua prece com 
Deus e por fim do seu dià­ 
logo com ela. 
Foi então que avistou 
a choupana. A mulher pin­ 
tava as árvores secas em 
dcrredor, Aproximou-se de­ 
la... mas não conseguiu di­ 
zer nada. Ficou olhando-a 
pintar. 
Sentiu-a tôda mensa­ 
gem, com ele. Não era bo­ 
nita ... mas fascinava naque­ 
la magia de calor. Depois, .. 
entraram, Ela serviu-lhe um 
refresco. Tonaram banho 
num rio que corria ali perto, 
Quando a noite chegou ati­ 
raram seus cansaços na mes­ 
ma cama... e amarar-se 
com um desespero quase 
trágico. Era o encontro cer­ 
to que a humanidade nunca 
poderia impedir. 
Depois ... acaricíando-lhe 
os cabelos, ele murmurou 
estupefato da sua propria 
coragem de ainda poder Ju­ 
tar e viver. 
Eu amo voce. 
E ela disse: 
Eu sei. Eu sempre o 
esperei. . 
E pela primeira vez no 
curso daquelas vidas a pa­ 
lavra alcançou, dominou e 
vestiu a verdade. 
----------------------~--~--· -- 
H Casa de sua confiança - 
Secos e molhados em geral - latarias - bebidas - semen­ 
tes - armarinhos - alumínios - artigos escolares - ferragens 
1 
tecidos e calçados - Representante exclusivo da Pibi - gás 
SERVE BEM PARA SERVIR SEMPRE 1 
Eu quero ser 
~ 
poes1a 
Eno Teodoro 
Eu quero ser poesia. Eu quero ser 
a simples voz das coisas, o acalanto 
da lua reiuzindo ao claro encanto 
dos namorados ébrios de prazer ... 
t=1 OEJ 
Eu quero aquele mágico poder 
da música em surdina, ser quebranto 
_ de lágrimas nos olhos que amo tanto, 
ser quase um objetivo de viver ... 
EJ 0 EJ 
Eu quero ser o sonho cristalino 
do absorto pensamento do menino 
olhando para as nuvens do Sol-por 
=O 
Eu quero ser a voz azul dos passos 
que os pássaros descrevem nós espaços, 
eu quero ser poesia, Eu quero. amor! 
Wanke 
T	F. deseja u	m 	f e l i z 	Nata	l 
73 e um prospero

... 
IVALDO PEREIRA 
Disse o CRISTO que o 
homen não vive só·: de pão, por­ 
que vive do pão e do ideal. O 
Pão é do ventre, centro da vida 
,)i:gãnica. O !<leal é o Esoíclto 
Orgão da vida Eteraa Nessa 
época conturbada em que ideais 
tornaram-se fonte de lutas, o 
mundo esqueceu a LUZ. O Ser 
humano está confuso, são tan­ 
tos Ismos que ele não reconhece 
mais a vóz interior. Quando o 
homem escuta a sua consciencía, 
. ê dlvinizc1do: Pois • é na cons­ 
ciencfa que Deus escreveu a 
sua lei. As leis Divinas não fa­ 
lavam ~m comun!Jmo, capitalis• 
mo, Budismo, espiritismo, catoli­ 
cismo e uma infinidade de ';is­ 
mos". CRISTO simplificou uma 
coutrina numa só frase; Amar 
ao Proximo Como a Si Mesmo. 
Oh Luz divina, Fonte :la Vida ... 
porque o homem esq1.1eceu a 
Vida e busca a morte!!!. . Não 
há morte transição, mas morte 
do esplrito. A morte da Essencia. 
A civilização tornou-se Sel­ 
.va. Os .homens como animais 
lutam entre si. Não existe a fo. 
me a doença, a ignorancia, o 
ódio. 
·Oh Criador. Oniotente' 
Tú és o Senhor de tudc o que 
foi Criado e de tudo que ainda 
não foi criado. Tua Luz ilumiaa 
os Universos. Tua forca é a vi­ 
da. Tú és o todo poderoso, imu­ 
tável e eterno!! Teu nome ainda 
permanece em segredo !! • Nesse 
teu nome reali~a-se !:ontinuaroen- 
Chuvas tesirai a ba­ 
se te reio.ia f%-­ 
qianata 
te o mistério da morte e do re­ 
nascimento! Eterno, sem começo 
e sem fim, és Tú ! e nós somo~ 
tuas criaturas'' (Do Livro: o Se­ 
nredo da Pirâmide). 
Essa oração era feita pelos 
sacerdotes Egipcios no tempo em 
que o homem vivia eru paz con· 
sigo mesmo e com a Luz. Tem· 
po em que a Alma vivia em co­ 
munhão com os ser~s divinos. 
Pedimos ao Senhor que olhal 
por estas criaturas, que a P.ns­ 
sinem a perdoar, a amar e fazer 
da vida um altar de Evolução. 
Homem, tu que julgas te­ 
res e não buscas seres e que 
tem, sem saber que o TER i­ 
plica em SER e distribuir. Ho 
mem que se julga certo e não 
é, pois o centro é ELE, e voce 
Salgados - Bebidas - 
Refeições 
BONITO 
homem que faz da vida um ato 
de egoismo de querer sar aqu"l° 
que o TER proporciona, lema­ 
bra-te "Antes do ultimo julga­ 
mento da humanidade virà mais 
um enviado das alturas máxírnas. 
Será chamado Salvador e Prin­ 
cipe de Paz!! Ele ensinará o po­ 
vo no qual viverá indicando-lhe 
os caminhos que terá de seguir, 
se quiser salvar-se, pois naquela 
época já reinará uma grande a­ 
flição espiritual na terra. Meu 
Irmão, são chegados os tempos, 
lembra-te de Cri s to e usa da 
tua conciência para guia-lo ao 
encontro da LUZ. Paz - Nmr 
Caridade - Estudo - Trabalho 
Luz. Esta é a soma da sabedo­ 
ria cósmica que te leva ao en 
contro da vida eterna. 
Café 
Comerciais. 
1 '' ! 
Ia Falte "PETEEE" 
DA: Viuva ESTACIO CUNHA 
COMUNICAÇAO TOTAL 
Duque. de Caxía:S, 23 Jardim Mato Grosso 
A pavimentação asfalti­ 
ca da rodovia Campo Gran­ 
de-Aquidauana está para­ 
lizada conforme noticiamos 
anteriormente. 
_ Agora; segundo se in­ 
forma a base, que já estava 
pronta, está sendo destruída 
pelas chuvas. com grandes 
prejuizos para o DNER. ou 
seja para o governo federal. 
Esperamos· que algo 
possa ser feito de imediato 
para que nem tudo se per- , TF d 
O 
_ 	• - 	- 
ca, como acontecia antes • lese] uma f] 1, .q 
com a rodovia Campo Gran- 	• feliz lVgfl 
ã.-os6v. e um prospero 73 
1 C@laborn 
Centenari 
A maior parte dos nos­ 
sos artigos e crónicas é uma 
exaltação ao homem. Lutan­ 
mos e lutaremos para dotar 
Bela Vista e nossa Região 
de um Novo Homem, A 
tarefo dia a dia agigantas. 
ma~ o caminho foi iniciado. 
Não podemos e nem quere­ 
mos voltar atraz. Pelo con­ 
trario, queremos dar mais 
de nós e pedimos uw pou­ 
co de todos: Belavístense, 
lancaremos antes do dia 10, 
uma Revista; Revista que 
versará sobre todos os ra­ 
:no.s do ccnhecimento huma­ 
no. Pedimos a voce, que a­ 
companha a nossa luta, vo­ 
ce que- viu engatinhar a 
TRIBUNA. venhar até a 
Redação. Escreva, de sua 
Opinião, faça sua Critica 
construtiva. ajudemos a ele­ 
var O nome da nossa que­ 
rida Princesa do pa em 
todos os R incões ào Brasil. 
O Ideal que nos move 
Nc!adoro Rio 
Casa de Carnes 
Pôsto Shell. 
Servir para crescer 
BONITO 
não é económico. Usareruo~ 
a Revista para Despertar; 
Desertar; Cultura !io. 
Vontade. 
Belavistense, precsamos 
de voce:. • Do r::studé.ini:P 20 
Doutor. do pobre ao - Ricc,. 
do letrado ao iletr;,-:;d.o, Seu 
apoio nesta hora é irportan­ 
te. Nós da Tribuna, recessi­ 
tamos de. gente. gente: que: 
gosta de escrever, de tro­ 
car ideias, de colaborar. 
Esperamos que todos deem 
um pouco de sí, na luta 
contra a alienação do- ·r.o­ 
mem contra a perda de si 
mesmo. e contra a sua 
transformação -em objeto. 
Nosa preocupação é com1 
o homem e com a realização 
de suas potencialidades. 
Nossa Politica é o lua­ 
nismo. nossz religião é ser­ 
vir. nossa meta é crescer: 
cada vez mais,_ para srrvir 
Bela Vista e o Brasil. 
Contamos com voce.! 
.=o 
d, el!à ' 
M. T. 
MÓVEIS 
a. e roer r .me 
43$$2 CANTIO} 
- { 
. Salgados em geral - . Bebidas { 
ponto de encontro da Sociedade Jardinense ,, j 
Agora com nova direção 
Jardim 	l 
--~~~~~-----~-~.~~ ª-t_o_G_.r_o_ss_c~l 
,. o 
dogos de quarto - Sala - Copa 
Máquinas de costuras e· 
"e""	aninhas. 
- Cosinha 
0 que. é nosso, 
viajem 
Pare no Quiosque da Fazenda Arvoredo 
assine 
café - salgado - 
Bonito 
leite puro 
MIT.