f 
u 
LIBERDADE 
F 
COM RESPONSABILIDADE 
A	N	O l 
B	E	L	A 	V	l S	T 	A 	- 	M	T	. 	23/X11/1972 	N 39 
Médici recebeu f ragelli em Audiência Esr,ecial 
G O Pres~en!c. Emílio desde Cachoeira Dourada, tico e Administrativo de 
"?9tazu Tedici. conce- em Goiás. Após a audien- Mato Grosso. o qual abri­ 
]' lia 
12 
deste, ama av- cia o Governado José Fra- gará as sedes do Executi- 
""S", especial, ao Gover- geli mostrou-se satisfeito. e vo, Legislativo. Judiciário e 
"
4
dor José Fragelli. Entre tudo indica que o Presi· demais órgãos sediado em 
. arios as
s
untos tratados de dente Mediei atendeu, as Cuiabá. O Governador pa­ 
tte_resse Estadual, o Sr. reivindicações apres~ntadas rece esquecer a necessidade 
"?" Fragelli entregou ao pelo Chéfe do _Executivo primordial do Sudoeste: 
. efe da nac;;ao um reletó- Matogrossense. Dando en- ,Problema energetico. 
rio • . d 	• 
circunstanciado sobre o trevista à imprensa da Ca- Nossa região, deseja 
problema enérgetico de Mato pital Fereal o Governador acompanhar o ritmo de de­ 
irosso. Neste relatório afirmou aos jornalistas que senvolvimento do Brasil. 
especial atenção foi dada alem do'problema energetico, mas para isso e necessário 
ao problema energetico da ele apresentou ao Presi- que o Sr. Governador des­ 
Região Norte, através de dente, um relatório sobre a cubra Bela Vista. Nos tam­ 
uma linha de transmissão construção do Centro Poli- bem existimos Dr. Fragelli. 
f@[[g$[g[gfçj3 . Recolem<e ds As4ia 4s Rcote Federa1 oiis as 
W N. 426/72 
Senhor Diretor: tião Crispin do Rêgo nº para reiterar a V. S". os 
Temos a honra em co- 669 esquina com a rua Co- protestos de estima e ele­ 
muc:ar a V.Sª., que esta re- ronel Dias, com telefone nº vada consideração, 
partição mudou suas instala- 296. 	Gilberto Alves Corra, 
ções para a rua Dr. Sebas- Aproveitamos o ensejo Agente da Receita Federal 
---M.D.B. UNIÃO TOTAL--- 
Restou aos politicos filia­ 
dos ao Movimento Democrático, 
uma grade lição no último plei­ 
to. A divergencia intransigente 
entre o Grupo Moderado. i: os 
exigentes Radicais não levaria 
nunca à uma Vitória. 
Após o Pleito de 15 de 
Novembro, contando os mingua­ 
dos Votos, ambos chegaram a 
uma conclusão: acabar com a 
Divisão interna do Partido e 
cerrrar fileiras em torno de um 
só Ideal: UNIAO. Na última 
Reunião efetuada em Brasilia os 
dirigentes do M.D.B. ubstitui­ 
ram as costumeiras queixas por 
um problema mais sério, o ade­ 
sismo, o grande obstáculo no 
crescimento no Partido da Opo­ 
sição. 
Foi aprovada a proposta 
do Radical Gaúcho: Aldo Fagun­ 
des. visando um expurgo geral 
de elementos consideradt-s de 
adesistas ou colaboracionista,. 
Foi tambem debatido a scesoão 
para o Nõvo Lider dn Bancada 
Trânsito: Bela 
Os "FITIPALDIS - AMA. 
DORES", continuam fazendo de 
noas ruas, pistas de corridas. 
J ogaci com a vida ele cri .. 
••cas e adultoo, pois não res­ 
peitam regras, a única regra res­ 
peitada, é o velocímetro. 
Vamos ver quem alcança 
140 na Duque de Caxias? Con- 
Vista Nova 
tinuando. desta forca o fim se­ 
rá trágico. Menoreo dirigindo 
sem carteira; motoristas inabili­ 
tadoo usandu de seus recalques 
pnra "curlir" velocidade. 
Com a palavra o Sr. Dele .. 
gado de Trânsito, que deva in­ 
tervir com mãos de ferro, prol- 
da Câmara Federal, o Presiden­ 
te Ulisses Guimarães declarou: 
"Precisamos escolher um Nome 
que una a Bancada, como o an­ 
tecessor Pedroso Horta", alguém 
que some os esforços da Oposi­ 
ção num ano Político particular­ 
mente importante: "O Grupo 
reunir-se-á novamente à 20 de 
Janeiro, para consagrar a União, 
e comemoração o falar em no­ 
mes para a Liderança. 
Inter lagos 
bindo estes abusos que levarão 
fatalmente familias ae luto. Pe.­ 
dimoo noa FITTIPALDIS, se 
querem morrer, morram,. mas · 
deixcc 01 que gostam de viver e 
possuem motivos para viver. Car­ 
ro é conforto, mobilidade etc. 
mas não veiculo suicida. 
J: 
}e clara$ã 
Declaro pari fins d~ } 
qu~rer _2.~ via, que foi cxtr:1~f 1 
do o Certificado de Proprie 
de do veiculo marca Jeep Wil 
uno de Fabricação 1966 Mo' 
: B6-254227, cor azu! er';[ 
dente ao Sr. Antonio Sebastl 
da Silva. 
Vila Militar • Casa 3 jl ] 
$.l.1. Poderá contratar pessoal sigilosamenti 
A requisição do Civil ou gflo está na exposição d
0
s ,~<lr,1  
Militar poderá ser feita sigílosa- tivós do Chefe do S.N.I., e C( l 
mente conforme Decreto do Pre- mo se verifica, diz por sua ve, 
sidente da República, que rece- o Relator, trata se de alteraça#' 
beu parecer favorável da Comis- que visa a adaptar o proble.m.,p, 
são Mista do Congresso presi- do S.N.I. as peculiaridades d, , l 
dida pelo Senador Alexandre Orgão. 	'. 
1 
Costa (Arena). A razão do Si- . 	i :11  
Bela Vista: Progresso OUl/' i 
Estagnação que a Prefeitura Municipal ! 
pode usar. o CREIAM: 
1
,ii 
Apó um ano de Lutas, d 
I 
d 
1 
1 
d lh 
arão resu ta os. ,U , 
e incentivos. o amos para Aprimeira formula, aI 
11 
trás, e o que encontramos? que proporcionará vida ao ·il 
1 
• Nada. Só planos, que o Municipio, atrairá turistas.
1 
'. 
Povo aguarda ansioso sua d h r.1 
inheiro: é um ornem. .e. e , 
execução. Temos problemas recebe 50.000 (cincoenta J 
enormes. Mas qual a Ci- mil) cartas por mês, de 
dade que não os tem? As todos os Rincões do Pais. .,, 
próprias cidades grandes afé mesmo do Exterior sua 
11
4
' 
de Estados desenvolvidos, famã é muito mais vasta lh 
enfrentam dificuldades dife- 
do que pensam . os Belavis-- 
rentes, mas as enfrentam. tenses. Sim. leitores, é o _ t 
As soluções. em qualquer' id PAPITOS 
conheci o . com 
dos casos aparecem, não suas ervas e raizes. Mas'.- 
0 
serão fáceis, mas aparecem. 
1 A l 
O Govêrno Estadual Papito cu
r
a mesmo. 
5 
cartas recebidas dão a ' 
não tem verbas suficientes 
Resposta. e respondo com 
para gastar com Cidades outra pergunta: A Cacilda ~t 
que nada lhes apresentam de Corumbá, cura mesmo? 
de novo. Até hoje. nenhu- Deixo a critério da cansei- .1 
ma cidade ou individuo 
ência do leitor, o aprovei- 
descobriu a Fõrmula Mági- tamente ou não da ideia. 
ca e Honesta de progredir E uma ideia, uma formula 
sem Sacrificar-se. de gastar de movimentar Bela Vista. 11 
mais do que ganha, de en- Uma idéia forte. 
riquecer sem poupar. de A segunda. é a atra- 
consumir sem produzir. O 
d 
ção imensa que exerce a 
que po emos apresentar ao Cidade Fronteiriça. Ponta 
Govêrno E
sta
dual? Porá. . recebe diariamente 
Por mais inverossimil 
dezenas de turistas, fazem 
•• 12%.' «sr» sr s 
las: Uma delas foi coloca- se hospedam em Ponta Po­ 
da em prática na cidade rã. Uma Campanha vem 
de Corumbá, outra . em . sendo patrocinada pela Co­ 
Ponta Porã e a última na luna Panorama do Diário 
cidade de Coxim, no Norte da Serra: Conheçam Ponta­ 
do Estado. São fôrmulas Porã! E a bela cidade re- 
mágicas? Não. São meios Conclusão na última Pag. 
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1
6~d~e~d;:.ez~e:..'.:m::.:.b~r~o~d.:::.e__:.l.:...9.:...72 _ 
Tribuna da Fronteira 
Natal no Século XX 
Fiquei pensando no 
Natal de hoje. CRISTO 
se encarnando "hoje". ssu­ 
mindo os valores e contra­ 
valores do nosso mundo. 
Deste mundo de hoje 
que é pluralista; Com inú­ 
meros centros de interesse, 
de rumos diversc-s, mundo 
de diversificação das ciênci­ 
as, das mais variadas espe­ 
cializações, da extrema mo­ 
vilida de social e económica. 
das inúmeras ideologias. das 
pressões económicas. políti­ 
cas, culturais, ideológicas. 
Mundo dos novos va­ 
lores. Da falta de Hierar­ 
quização de valores. Tudo 
hoje é relativo. Mundo da 
subjetividade. Mundo tec­ 
nológico, atonizado, auta­ 
mizado. Mas mundo que 
traz ao homem possibilida­ 
des sempre novas e maio 
res, Reduz as distancias. 
Facilita as il'lter-comunica­ 
ções. Conquista o espaço. 
Eleva o nível da vida. 
Mundo super povoado, Ca­ 
minhando para uma verda­ 
deira explosão demogxáfia. 
Mundo das concentrações 
urbanas, do problema das 
massas humanas. Problema 
da fome. da pobreza. Mun- 
- do das Naçõt!s novas. das 
culturas novas; do ' TER­ 
CEIRO MUNDO. 
Mundo riquíssimo em 
possibilidades : • de promo.4ão 
humana e espiritual. . 
• . . . Entretantc, • não são· a­ 
proveitadas porque faltam 
em tudo isso, os critérios 
cristãos. Porque em todo es­ 
te processo, não há o espí­ 
rito· da ENCARNAÇÃO.·. 
Valorização do huma­ 
no. Redescoberta do . Valor 
que tem a natureza e o 
humano, pelo fato de ter 
sido !assumido pot .CRISTO.· 
O homem não descobriu 
ainda que, para· um mundo 
em constante :nutação, a 
Igreja oferece hoje o roche­ 
do de seus principios eternos 
e a flexibilidade de sua en-' 
carnação redentora no mun­ 
do. 
O infinito da Deus na 
fragilidade de uma criança, 
nacida de uma. mulher. • 
(Alico Pedra da Núno:z:) 
Só este fato, ultrapassa 
todas as dimensões huma­ 
nas. 
Comercial 
. . maquinas de 
b 
.. 1 t; radios, televisores, • 
Artigos para presente icicletas, _ , - ,,. elétricas. conexao 
- • ·ti gos para msta aço-
5 
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costuras, fogao a gas, ar t . , . , lusivo :la u!tragas 
d 
- concessionarto exc 
para encanamentos e agua, 	super-mercado 
• 1 1· ·dificadores, anexos 	. 
ventiladores, vitrolas, Iq""_ 	Tudo para bem servir 
"A maior firma de Sidrolandia 
Eis porque o mundo de 
hoje traz a pos:sibilidade da 
vida comunitaria e, por ou, 
tro lado, o odio divide os 
homens. Ha possibilidade de 
elevação do nível de vida e 
cultura, e apesar disso, ha 
subdesenvolvimento, fome, 
· ignoranc1a, escravidão eco­ 
ómica. Ha possibilidade de 
maior bem-estar, aumente- de 
cultura., inter-comunicação, 
por cau:;a Jo urbanismo 
crescente, mas esse mesmo 
urbanismo causa a desinte­ 
gração da família. 
E o mundo tem sêde S6 os bons 
de unidade, de Amor e de 
Paz. Quase diríamos que 
[q tlIa (Cr{rdj"a0 II] SlIS ,reroo»oro	-«oro «ri=o» 	roas oarr». a- 
prmcipios. Mas o mundo • f7 ·,# # pe 
cê EU$ J3"&l 
munho da pobreza. e tem 
sêde de autenticidade de 
retidão e de Verdade. por 
isso mesmo o homem de 
"hoje" quer uma Igreja 
presente, acessivel, que te­ 
nha linguagem .:omum com 
êle, que responda aos pro­ 
blemas da horas presente. 
Não aceita mais o autorita­ 
rismo,· o triunfalismo, o cul­ 
to· pe-ssoal. mas o Evange­ 
lho, a Igreja voltada para o 
e:ssencial. O homem de ho- 
je aspira a uma vida co­ 
mmmitaria baseada no A- 
MOR. 
E para êsse homem de 
·hoje que DEUS. num qua­ 
se inãcreditavel gesto de 
bondade, envia o seu pro­ 
prio Filho, . pará restabele­ 
cer com este mesmo ho­ 
mem, o diálogo da pobreza, 
da simplicidade e o servi- 	ZIEE z 
ço. 
Esta é a razão porque 
' expansão prodigiosa do •. 
mundo atual dá ao mistério 
do NATAL, uma dimensão 
nova ... J?orque a altura e a 
largura do universo. e· a 
profundidade dos: séculos l' 
convergem para o ceritro do 
espaço e do tempo... 
O PRESÉPIO 
BELÉM: 
DE 
Ulisse 
Sidrolândia 
P. de Almeida 
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Bela Vista 
om t r a b a 1 h .. o a d i q u e r· i 1n ·o s 
Mato Grosso 
P r 
O 9 r e s s o'

Tribuna da Fronteira 2O de drzem	bra de 1972 
Bela Vista 
iáj? 
#..Poss 
u , 
<cu 
;: <-. 
04 
2 si, 
Mi, 
i; 
? s 
A Lomat tem cs!a opinião. 
Agora cada bilhete Lemal tem 
10 íraçôes e cusla CrS 20,00 
todo elo. Você pode ficar rico 
sozinho. Não divida sua sorte. Vocã 
tem 1766 premias prá ganhar e 
mais o primeiro promio de 
CrS 20.000.00. E ainda desfruta das 
obras que a Le:-nat custeia: praças 
de esporte, obras socia,s. A Lemat 
aplica todo o dinheiro arrecadado 
na venda de bilhetes, nestes bens 
citados. Isto quer dzor que, o seu 
dinheiro não sai deste Estado. Uma 
coisa é certa: com os bilhetes Lemat 
voce não perde nunca' 
LE.AT 
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servir sempre 
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Açougue Centenário 
Carne fresca em geral 
Higiene acima de tudo. 
comum dizer que o pro· 
cesso democrático é didático; as 
get'açôes tem que aprender. <les­ 
de o berço, que a liberdade de 
cada um condiciona-se à liberda­ 
de de todos. AA democracia, por­ 
tanto, é um processo de politi­ 
zação sem igual exigindo sobre­ 
tu-:io lucidez mental. Eis um des­ 
pontos er que o regime ctemo­ 
cratico real e não rotulado dife­ 
re dos demais: um democrata é 
um ser lúcido e intelectualmente 
f ntegro. Não é possível contem­ 
porizar com a violência, a menos 
que sejas contra violência; nao 
é possível ignorar a cor::upção e, 
em termos mais atuais, com a 
poluição política, em todos os 
seus quadrantes. Se a democra­ 
cia é uma pràcica, violar os seus 
princípios ou mutilar os seus de­ 
sígnics é um ato politicamente 
tão criminoso como uma eXCLu­ 
ção mortal sem motivos. s elei­ 
ções ruuni::lpais foram, a seu mo­ 
do, e dentro dos contextos re­ 
gio mais um exerdcío d,.. poder 
político. Uma forma por discutí­ 
vel que seja de afirmação. Não 
havia dúvida de que a ARE NA 
o partido do poder ganharia o 
pleito nacional onde eventual­ 
mente terá perdido e em conse­ 
quência de sua própria divisão 
interna pois na realidade a 
ARENA não existe. E um par­ 
tido fantasma com mil braços e 
sete cabeças um singular corpo 
hibrico compactado pelos inúme­ 
ros partidos pré revoludonàrios. 
Sem função ideológica sem men~ 
sagem nacional associa se ao po­ 
der revolucionário para sugà-lo 
e eventualmente representá•lo. 
O arenismo pluripartidário 
mistura de todas as siglas do 
passado tanto governista como 
oposicicnista foi as urnas p/ re­ 
verenciar o Governo. Reveren­ 
ciou,o. O Governo Revolucioná­ 
rio ganhou as eleições. Mas o 
fundamentai está em saber se o 
povo ganhou mais um degrau na 
caminhada democráta. Será 
uma sandice, dentro das medi­ 
das de contenção existentes de­ 
ter o que poderia ser denomina 
do simplesmente de filosofia p0- 
lítica brasileira Nós somos iman­ 
tados a um regime democrático, 
e, com os fe:nõmenos polítkos 
modernos, admitimos que as re 
gras do liberalismo clássico de­ 
vem ser revistas. E o estão sen­ 
do - pois já não é possivel con­ 
testar a ideologia normal com 
0 
terrorismo. O singular, portanto, 
no momento brasileiro, encontra­ 
se em que não possuimos dispu­ 
ta ideológica. Pelo contrário es­ 
tamos procurando a unidade 
que tanto pode ser caracterizada 
de revolucionária quanto de na­ 
cional. A unidade nacional é 
bastante mais justa. 
"Transcrito da Folha 
de Dourados'

Bela Vista 
Restaurante e Boite la Barana 
O ponto turistico da cidade, envia a todos os amigos 
e frequentadores votos de feliz Natal e um ano novo 
repleto de alegrias. 
"La Barranca" 
Bela Vista 	Mato Grosso 
DE MONTEIRO & SA 
Viajante amigo, se você precisa daquele algo mais que 
não encontra nos outros postos, você encontrará no 
POSTO SHELL DE JARDIM. 
~-~----------- 
- 
Nesta Data Magna da cristandade cumprimenta­ 
mos nossos distintos amigos e clientes, e associondo-nos 
às suas alegrias, auguramos-lhes un 1973 pleno de 
realizações. 
Casa Dois Jlrmãos 
Móveis de luxo e eletro doméstico em geral 
Bela Vista 	Mt. 
transando 
Ferias chegaram ... muita gente bacana 
entre nós ... seu grilo na cuca ••• legal!!·!d .• . breve ... 
As águas da praia já êstão convi _a_ttv?,
5
•
1
• lo- 
breve sereias circulando ... Corôas, ''cohrios ogo ... 
- 1 1 
go para voces... 	. 
1 
roas minas 
Deixam à gente de cuca fundida ª gu dai 
cheias de percantas Tororó... e depois querem 
uma de simpáticas ... Que que é i!:iSO? 	, d . 
Muito boy boa pinta, mas ... matus~ue!os pra ana. 
Tem muita"mina" linda. por aí ... e so sacar ... 
·Idéia genial a do Mateba. Todos os domingos no 
CEB êle promove brincadeiras de toda espécie para ª 
criançada. Dêem um chego até lá, para apreciarem. 
Dia I 6 e 17 pp houve um festão em Caracol 
pois foi a inauguração do Club do Laço naquêle mu- 
nicípio. 
Din 20 pp. aniversariou Dr. Anibal Heiseke O po­ 
pular "Dr. Chocho" um dos nossos ardoroso colabora­ 
dor. Tambem no dia 15 pp. fez mais uma primavera a 
simpática Janes Velasquez. AA vocês mil labarêdas!!! 
O Amaurí componente do conjunto de Jardim. no 
dia 23 pp. entrou no rol dos homens sérios: casou!!! 
"Os caês ladram a caravana passa" 
São os sinceros votos 
do Brasinha e a Tribu­ 
na da Fronteira 
SI. • a. 5E.r ice..I 
Bela Vista 
Na data magna da cristandade envia seus votos 
de paz e amor a todos os clientes e amigos. 
Mercearia 
Mato Grosso 
Secos e molhados - Latarias - Material Escolar - armarinhos - Frutas 
''Dia 25 de dezembro, nascimento do menino-Deus. nos da 
MERCEARIA MODELO, buscamos o modelo 
para servir dentro de um espirito - 
humanista e perfeito". 
Feliz Natal a todos os amigos e clientes. 
R. Sebastião Crespim do Rego, 373- Fone: 159 - 
1 
3 
i 
., 
Bela VAsa f 
la_	ll	ato Grosso 
Salve 25 de dezembro 
Nesta data em que todos os corações reunem-se para 
render graças ao senhor, • 
Bar Bossa 2ova 
en_via sua mensagem de muito amor e 
paz a todos os seus, clientes e 
-
-----~-------~ª:.!.!m:!.i~go-;:s~F,;.;el~iz;..!:N~a~ta~l.:... -~------- i 
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• idade limpa @ i @@e a@svi@a 
ru..rasa ao ar.nau. un s.aia 
"A boutique da cidade" 
deseja a todos um feliz 
Natal e próspero 
'Ano Novo 
Bela Vista 
Que Deus conceda a todos a alegria de 
viver momentos felizes no Natal e 
cada dia do Nôvo Ano. 
São os voto de 
Foto

Tribuna da Fronttlra 
23 de Dezembro de 1972 
é sempre um pouco 
• 
ma1s... 
valdo Poreira 
É interessante verificar­ 
se como as pessoas se in­ 
fluenciam mutuamente e co­ 
mo o mundo e as próprias 
pessoas se vem forçadas a 
mudar de 'forma radical o 
sistema e os moldes de vi­ 
da, chegando a enojar-se 
da virtude. 
Na aparencia, vivem os 
homens uns com os outros. 
mas, na realidade vivem 
apenas "perto uns dos ou­ 
tros'', com suas emoções 
invadindo, consciente ou 
incoscientemente, a vida in­ 
tima dos demais. 
É algo dificil exphcar 
essas tendeucias como m:iis 
difícil ainda é estudar a 
criatura humana. 
Não podendo viver 
com os demais num mundo 
envenenado pela desconfian­ 
ça mútua, pela inveja, pela 
maldade, o '.homem põe de 
lado os seus verdadeiros 
princípios de virtude. Assim. 
aquilo que para êle seria 
um prazer. o prazer pro­ 
porcionado pela prática da 
virtude, vai cedendo lugar 
às preocupações. ao pessi­ 
mismo, à indiferença para 
com tudo e com todos.­ 
Sente a necessidade de ser 
bom, mas observa que, na 
moderna sociedade só tew 
valor o que é útil. ssim 
passa a viver como os de­ 
mais. Assim vai se genera­ 
lizando a falta de respeito 
para com seus semelhantes. 
A culpa desse estado 
de coisa, podemos atribuir 
a certas teorias que afirmam 
ser os impulsos do homem, 
reflexos de suas reações 
primitivas. De acordo com 
tais teorias, tudo o que é. 
bom no ser humano, desa­ 
parece. Um' ato de bonda­ 
de, abnegação, é sempre 
praticado por interesse ou 
por estímulos maníacos, 
nunca por sentimentos bons. 
Ainda dentro desse 
critério, verificamos o pou­ 
co respeito dispensado ao 
homem, quando julgados por 
outras pessas. A Bondade 
é a eterna ausente. 
E observamos mais. E 
nos decepecionamos cada 
vez mais. Se recebemos in- 
formações sobre uma pessôa 
verificamos que a atenção 
do informante, recai sobre 
as qualidades negativas des­ 
sa pessôa e que estas, 
mais do que as positivas, 
são mais divulgadas. Quan­ 
do nun documento observa­ 
mos uma parte sublinha­ 
da de vermelho, encon­ 
tramos nessa parte, sempre 
e· sempre, somente o que se 
refere às deficiências. às 
qualidades negativns. A bôa 
qm:lidade nunca é salienta­ 
da com tanta ênfase. E 
chamam tal procedimento 
de 'objetivo". - Esta ai pa­ 
tenteado o mais triste e de- 
José Glaucy Flôres 
surnano proceder, só possi­ 
vel pelo fato de terem as 
pessôas perdido todo ores­ 
peito pelas outras, o respei­ 
to pelo mistério que existe 
dentro de cada criatura hu­ 
mana. 
Para viver bem. o ho­ 
mem precisa ter respeito por 
tudo quanto vive, pois é do 
respeito e de uma perfeita 
avaliação de valores, que 
um individuo retira a sua 
pi:incipal força. A Vida per­ 
de todo, o sentido e o ho­ 
mem ve-se reduzido a nadar. 
quando perde o respeito 
por sí mesmo e pelos de­ 
mais. 
Dr. Jurandir José de Oliveira 
Cirurgião Dentista 
CIinica,Geral - Cirurgia - e Odonto Pediatra 
Rua Dr. Ari Coelho da Oliveira s/n. - Jardim 
Dr. Gevair Ferreria Lima 
Advoga.do 
Rua Marechal Rondon - 542 - Jardim 
Dr.Pedro Guilherme 
Jardim 
Advogado 
Av. Duque de Caxias, 561 
Gviato Grosso 
.- 	d 	{ 
Os funcionãrios as . 1 
Gasas f'erasai.teses 
desejam aos amigos e clientes um feliz Natal 
e póspero Ano Novo. 
A CARIDADE 
Guardai-vos, não façais as 
vossas obras diante dos Homens 
com o fim ele serdes visto por 
eles: de outra sorte não tereis a 
recompensa das Mão do vosso 
Pai que està nos Céus. Quando 
pois dás esmolcs, não faças to­ 
car a Trombeta diante de ti, co­ 
mo praticam os hipócritas nas 
Sinagogas e Ruas para serem 
honrados pelos Homens, em ver­ 
dade vos digo que já receberam 
a sua Recompensa .. Mas quan­ 
do dás esmolas, não saiba atua 
Mão Esquerda o que faz a Di­ 
reita... Para que tua esmola fi­ 
que escondida, e teu Pai. que 
vê o que i:u fazes em secreto, 
te pagarás (São Mateus, cap. VII 
VS I a 4) 
Depois que Jesus desceu 
no Monte foi muita a Gente do 
Povo que o seguiu. E, eis que 
vindo um Leproso, o dizendo: 
Se tu queres, Senhor, bem 
ma podes limpar!!! 
e, Jesus. estendendo a Mão, to, 
cou-lhe dizendo: 
- Pois eu quero, Fica limpe. 
E logo ficou limpa toda a sua 
Lepra, então lhe disse Jesus: Vê 
não digas a alguem, mas vai, 
mostra-te ao Sacerdote e faze a 
oferta que Moisés, para lhes 
servir de Testemunho a Êles. 
(São Mateus, cap. VII, VS 1 a 4) 
Homem, faça o bem, dê 
sua esmola, mas nunca propague 
o que fazes. Quem dá, esperan­ 
do méritos, não méritos terrenos, 
mas sim, méritos Divinos, é su­ 
perior ás coisas terrenas está a­ 
cima do Mundo Material. 
A caridade é a mais alta 
Fórmula para desenvolver seu 
Espirita. Deve ser praticada com 
o coração, como Prática de Vi­ 
da diária. Faça a Caridade de 
acõrdo com a Lei do Mestre· 
dos Mestres. Não sejas como o 
Homem que dá para cativar sim­ 
patias e adquirir sentimentos de 
orgulho. Aquele que prefere o . 
sufrágio dos Homens ao de Deus, 
prova que confia mais a vida 
presente do que na verdadeira 
vida. hquele que dá para rece­ 
ber, já recebeu sua recompenso, 
só lhe resta receber z punição 
de seu orgulho. 
Quando os Homens csque· 
cerem suas vaidades, seu Lgois­ 
mo, e elevarem o pensamento 
ao alto, a humanidade encontra­ 
r o "Verdadeiro Caminho'. 
O Homem na sua Estrada 
semeada de Espinhos, e que ra­ 
ramente encontra rosas, deve 
bus<ar a força da vida, e fazer 
de sua Estrada um aperfeiçoa­ 
mento Feliz daquele cuja Estra 
da é uma Alameda. Deus pro­ 
porcioa ao Homem varias pro­ 
vas. Uma delas é talves a mais 
difícil: A Riqueza. 
0 Homem dotado de cara­ 
ter humanista sabe que o seu 
dever é olhar para os Irmãos 
necessitados. Mas... Irmão, não 
basta dar minguados vintens, a 
caridade é dar-se' é proporcio­ 
nar Amor, Coragem, Fé, tudo 
em pró! de sua Evolução. Uma 
palavra de apoio, um conselho 
vale mais do que alguns troca­ 
dos. Aquele cuja intenção seja 
despida de personalismos, devem 
consolar se por não poderem fa. 
zer tantos beneficios quanto de­ 
sejam, mas devemn orieatar os 
corações endurecidos dos domi­ 
na dos pela matéria. Ser pobre é 
não Ter, mas o pobre pode- Ser, 
e as vezes o encontro de seu Eu 
com a Luz, dá-lhe a alegria e a 
Paz que o Ter "parece" propor­ 
cionar. Mas a alrua de quem 
Tem e não encontrou o Ser, a­ 
inda ignora, a verdadeira e du­ 
radoura paz. A Paz do Espírito. 
migo Belavistense, medite, 
olhe sua mesa farta, a alegria 
de seu lar, a satisfação de uma 
alta conta bancaria, e lembre-se: 
Existe sêres humanos, irmãos 
menos dotados, que choram e­ 
em Fome, leve até eles a pala­ 
vra Mágica, a Fonte da Vida, 
leve-lhes Amor!!l 
" Fora da Caridade não há 
Salvação" 
Anuncie 
ir 
Tibne 
Fronteiro 
Cidade limpa 
, 
e Cidade 
civilizada. 
Pague seus impostos em dia

_____________ , 	__ 
cl 
ndente perceptivo, e o 
l
·t·zação in epe ' d ue: o Mun 
O 
"umento da po 1t1. 	' automatiza4o q • • 
.. d ri e sendo os mais.. heceu". •• O mundo da 
da classe Estu anu, d; So do con . .. 
força dentro a Hi,·tõria conhecida • . 
jovens uma pois repre-' os filhos da Bomba, sabem 
. dade de consu010, " 1 
c1e o<' de nossa popu a- Re.sponsabilídade coloca- 
gg,· • si«s • 1 .eis si·$,si 
ç~~• . 
5 
mensagens aos 
0
- ossuem ombros artes, a- 
rigirenu sua? ,, d o pensa- mas p 	di ·s«a d 
Desconhecendo ' bem tambem, que a Iec1sao 
vens. • ·deias ._ 	d d f 
mento 
a linguagem e 	- Homem, poe es.azer 
, l con um so 1 • t • 
cesses jovens, usalJ1 inguam o; tudo o que a Evo u_çao cons ruiu 
fusa e discordante. Confusa P em mais de bilhões de anos. fs- 
5. vai de encontro aos J as questóes morais e ques- 
que nao di e. so ia • 	V· 
verdadeiros anseios e uma S toes da Razão uma nova 'ita- 
- dinamlca· Discordante, pois l1'dad"'. Êsse, o jovem que os 
raçao • . . das 	M 
suas palavras na maioria d Politicos devem enviar suas ler- 
vezes, traduzem medo. Medo " s. Jovem conscientizado, 
d um, sagens. :. [;] 
esclarecerem, e usarem e . integrado na verdadeira iíoso- 
b I d Co,.rencia de propósitos. Esta JU· f· o que sabe optar pela Men- 
oraldo P. Sohrinhó e-stão cheios de exemplos. so res qua quer um os cen- e. 	i J Nu ia 
1 ( 25 
ventude não é _uma .s mp es - 'em válida e não subjugada 
Desde o seu apared- Entretanto, a título de sub- to e vinte e cinco mi l • va Geração!!! E produto de Tec- sag d com 
. 	d pelos· ideais e consumv, r, 
mento ate- a epoca bem re- sidios para nossos leitores. O0O) vagões de carga ao 1 • revoluc1·onárías e e 	d t 
- 	no.ogicas 	se fõra sua vi a um eterno con- 
cente, os computadores ele- citaremos também alguns: longo de 16.000 km de ter- ::ondiçõ~s imediatas para_a trans- sumir ... consumir ... consumir. 
tronices, eram usados exclu- Todos os dias numa repar- rov1a. Em Londres, o trem formação do meio. (Es
t
ão trans- Os jovens despenham a 
1 
- d • . d t d t -o tem nem formando). Juventude moldada PoJ1·t1·ca convºnc1·onal e zombam 
Sl·vamente para res• uço-t>s t1·çao e transito, on e ra- o novo me ro. na . 	d. 
v ... 	pela Comunicação, num mun o 
de complicados cálculos ci- balham 120 pessoas, nos guarda nem motorista ou 	n dos Demagôgos que apregoam 
1 
sem Fronteiras, sempre em co - transformações quando eles pró- 
cntificos. Hoje, porem. gra- EUA, 11m computador veri- maquinistã, em seu ugar a· tato com várias formas de Go- . d d 
d d d 	d U 
.J d pias são frutos e suas err.ago- 
cas a sua versatibili a e os fica to os os requerimentos venas um opera or. ma • Pen ·a e zge dentro e um 
S 	"".a 'üsverser. sdam si+s. 	.a, a ar computadores passaram a o- para carteira de motorista pez press1onr1do o botão de 	ze1 	, A necessidade lo diálogo. 
1 d d ( 00 d ) d d 
• e trabalham visando: Ser, er, 
cupar um . ugar e estaque 12.0 em mé ia , separa parti à, to as as· sequencias 	é primordial para nascer a "Sin- 
d d h 	d 
- · · Servir, Usar. 	J" R 
na vi o iãria do amem os que por qualquer motivo as operações serao inteira- 	d ... tese Politica Universa • eco- 
É uma juventu e conscen- 
moderno. Consi:ituiu um au- devam ser reieitados, dá mente controladas por .um b 	mo nhecem a experiéncia dcs. mais 
' 	tízada, sa e o que quer, e co 
xiltar de primeira grandeza, saída nos que ::;erão deferi- computador. As instruções adquirir. A mentalidade dêstes velhos: mas não ace-itam lmpo- 
e:quacionando problemas que dos para uma impressora são captadas dos trilho:- e jovens é condicionada pot men- siçóes de grupos. grupo Politico 
·,1 h d d d 1 	"d t d sagens •nvladas pela TV, por na Linguagem jovem; "já _era·". 
atligem a umani a e, es- que para a os prepara pa- transmeti as ao compu a or "" 	1 d d 
f 
Livros, Jornais, ktvistas, mas fi, A experiência é va i a quan o 
de os mais complexos, Ou ra remessa postal a uma ve- que acionarà os reios ou o 
I 
d J t'rl d • 
ca a critério dele:s aceitá-las ou a ia a a um a to sen 1 o e re- 
seja, desde a simples elabo- locidade impressionante. A- motor, conforme o caso. não. Isso e Liberdadr. Estão a- novação e partícioacãõ. A poli- 
rações de análises mercado- lém disto, verifica quase seis Os diagnósticos médi- ptos a usarem do direito de vo- tica do joveo, e política de Ati­ 
lógicas, pesquisa operacio- milhões de registro de mo- cos por interméàio de com- tar, conhecem os problemas so- vismo, não o Anarqui~mo e sim 
nal, controle de lançamento teristas e os atuahza com putadores. estudadç,s a prin- ciais de todo o mundc. Não ad Movimento Evolucionista dentro 
de foguetes e satélites arti- as infrações diárias de cer- cipio pelo indu D. Pavacha, dmitem fraudes. engano' tramas de um padrão democratico. 
f1
·,.
1
·a
1
·s. 	nem, Políticas de comadres', - Saibam que os jovens abo- 
• 	ca de quatro mil e mais já são realidades, principal- 
. 	são revolucionarias por vivencia minam a violencia, não· por co- 
• -Mas, o quQ quer dizer de mil e duzentos aci- mente no campo da cardio- aceitam a Revolução de 64 co- vardia, e sim por suas conse~ 
um Computador dentes. Se for dto:dectada logia. 	mo ddimtiva. 	quências funzstas. Acreditam Dei 
Eletronico? mais de uma infração é au- Os computadores já Colaboram com o Governo transformação pacifica do Hc.- 
. É uma máquina de cal- tomaticamente impressa e são programados para pro- atual adotam a Filcsofia do Prz- mem e pacientes aguardam o 
cular eletronica, que opera remetida ao motorista, uma duzir poesias, o fazem com sidentz Médici, mas sabem que desfecho. 
1 d d 
por sua va!tidão territorial, ela Reconhecem os políticos da 
em ve oci a e . quase além carta de aconselhamento. Na consideravel teor artistice. 
não chegou em todos os luga- velha guarda, que muitos do.s 
da compreensão humana. terceira infração é feita uma Quem jâ assistiu ao fil- res não alcançou toda.s as pes- atuais ativistas, serão amanhã 
Sua principal caracteristica recomendação de suspensão me •·2001 Uma Odiceia no soas, mas aguardam esperanço- Lideres Sociais, Culturais e Age:n­ 
é a verd_ade, chegando a da carteira. Somente ai que Espaço". naruralmente já ~os sua chegada e confia plena ntes Politicos. Eles própios pres 
realizar hilhões de operações passa pela mão de um re- imagina como serão os com- mente na normalização democrá sentem o seu destino, como· se 
P
• o,r segund~. . 	• d 	d d f É 1 tica quando todos estiverem fossem prede"t1·nados.· A::-1o·s ·a' 
visor, para ar um toque puta orr.s o uturo. c a- 	., l' 
A d C 
consientes. 	Revolução de 1964, os jovens 
;• . enominação • • er.e- humano. 	ro que ainda. estamos bem G d v 	" 
ruerra o ietinari, Revo- passaram a acreditar nos Lide.- 
bro Eletronico" é errônea, • • No· campo • dos trans- lonae de atingirmos a per- lução da Irlanda, Fome, Miséria, r d N = b · • 
A . 	' 	zes la laçao, mas sabem tam- 
embora usada até por. cer- • portes,; . vão desde. o compu- feição do HaH 90), que já Câncer, Religião, Sexo, são as- bem que não serão eternos. O 
ta.s·. elites intelectuais, porem, tador de onibus, sem moto- é um comput.ádor de 12n :rnnto debatidos em todas ·as ro- p_rópio Sistema ·de Governo pro­ 
com poucos conhecimentos rista ém Chicago, ao com- geração, usado na ficção das de jovens. A lingua é di • porciona uma estabilidade ríeces- 
s
.obre . o a~sunto. , Q·uançlo ·;., T lld A· • f 	d ferente: "bicho, joia, grilo, cuca," s.a.ri_·a ao·. desabrochar de· no·v···as· 
putador ranswol t iways, cientifica em que se iesen- 
., . . , . . 	mas a e.ssencia é a mesma: Tians- I t ]· 
sé diz computador e não que· conjugado com um ra- rola a película . formação. . . . / e igencias. e -est-ão sedentas 
cerebro, é porque os com- dar, 'substitui o 'navegador O Brasil tem progredi- Sabemos que não é tod " participação, querem colocar 
putadores não raciacinam nas linhas ultramarinhas, do bastante em termos de jovem, que seecontra desperto, Pratica o Apre
nd
ido. Dé- 
C
·o•·mo um ce·rebro, SU"' gran-. . w· d. f 	• M·, • ... • ex1s_te_m alguns pec!1'_do·s em F1·Io- moos_. _r_arem que estão capacila- 
a - ·maitéri'do a direção e a- computação. as isto depen- 	do 
~ -- f· v- d .. - · s • ª serem os novos • Lideres. 
de vantagem está na sua zendo as correções neces- de da infra estrutura. ão a Sotias 'ás e ideais mesquinhas, do Br ql,	' 
. que buscam drogas e vícios, nu- rasi , e -sentem que a maior 
im, pressionante velocidade de sárias da rota;· ou aos com_.· . dianta adquirir • uma ma- .. • méi d d f 	necessidade do .momento é for- 
esespera a uga à respon- h 
operação. 	putadores da Central Rail- quina carissima. sem pessoal sabilidade que lhes cabe. deve- Jar omens para 
O 
futuro ,,, ho·~ 
: Em termos de aplicabi- 'road de Ne York, que a- especializado. e sem um vo- · mos ajuda-los é não combate.1 "Tens capazes. O que será do 
ltdade dos computadores, os. coplados_a televisores dão lue de trababho que a js. " geio é diálogo frio e se, <,j}""ç%?_o fatiro escasse- 
livros, .revistas, jornais, etc... 1formações instantaneas, - - • ti fique. ·, • 	to. jovem filho da Era Nucle- • • 
1 
ere
s
,· e como ·Auto-· 
·t 	> 	ar o d 7: E . matos serem comand d 
' as iagens spaciais e· . S b« l " ·- talos... . 
. ' . a em a por quem .. , .. 
f2J], li] jgp, _ outros.plágios..É promoção qu@é @ma.a@@f__. ·a 4,, 
E2l? l ±sl',loro tudo -resume-se em. premo- Voltando' á ,;Real Cid~de '. za • • 
0 
pa, necessita! urgen- 
~néJu·são .da '.1.a pagina ver. ; .·.•.,. • .' dosE ' 	e temente de PROMOÇÕES. 
P 	• rvais que revigorou O Des_ envolvimento. e peno- 
Jébê: gauch'bs • (que ficam •. Ccp:im• • com seu • Rio sua, Lavoura, com a vinda 
~
~ra plantar -t~igo, :>soja.' :'€oxim;'"o m~i,s Pisc~so. d_e de cqlorios · de quas'e' tc:)dt>s ,.-s
9 
e se quisermos alcança­ 
c ... ), mineiros, canecas e' Mato Grosso tem ate sede os Estados do .Pais; Nos.{ teremos de pagar o jus­ 
mesmo_Natogrossenses de do Clube _de Caça e Pesca querida e esquecida Pne " Preço. que dispensa Ba- 
14 -- -- 	·''	>Ios e Paixões, sendo 
ANO I 	BELA VISTA, 23-12-72 
N.º 39 
-----------------~------------------- 
E sta s m rquima ·s 
encurtaram 
que 
o mundo 
Politica da Nova 
Geração 
necessário a objetividade e a 
seneaade no T b Ih 
N
- d ra a o. 
ao a • f • 
1anta :azermos como 
a, Avestruz .. enterrar a ca­ 
beça, o negócio ê olhar pa- 
ra a frente com F - C 
e.e' .ora- 
gem assim não podé ficar!