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N:il:h:i .iG p~· :nr-H:enic: don rcitnres dus Universidu- NevsA dB U1:iv;i3! ::·]e F01 -~- 
de fü,:5i!!t'l confir .,a~~Fn í-- r'.es Católic·e e FecJurnl d~ ral de Mato Gr1:.;so. t-:1 Ct,- 
V,n Meio GP.7o ,i3 P±!tas e m,.-mbroa do Cons:.>- ceres Bégnndo j,1 ·(;i c'.l·,n·•ia- 
ci7an!o Cãcs d :w-ih Delibera!io ão PR. A do o ministo Co±t Clc.e 
~;i:il:t·,: Co;..lo, C,:1vu
1
c.:a.1;c :lo,· co1c;t!v1i sr.rá ucresGiJa em se tlí'istarc'í co:n o gc"~:·n,)·lcr 
J_.,,'.c~-;or ::l-•ve:1d • -o·•:;t•:-~r !lé) CD,::, onde 1hlla temarüo José Frnqelli e upreciõrt r:::'.., ó- 
1]i;:. 1O de ive.ir. Aen n •. pade () tF. Jn.:-c Monte-iro de rio elllborado por :-}; Í:s,or,:~ 
• 6S€sare, ire±is o is- Figueiredo preGidente do Con- gcJucho~ e Mãto•gro;s::: -z.- :.i'.e- 
ü·o d !per:v. : .ao:E- se:i de Repre~~ntantea do grantes d.:i 0peração Draj~'o f~o;i­ 
·I,!J,,,do po,:si1 clt:.ier:.tc 1os :'upe- PR cm Mato Gr:,::iw_pl'oiesso- d:rn. O r~latório s-1:;did, i .di.:,­ 
rli:I' ,•cjvn'.,!S (i •• ~1:2<l,H, c:1l'<"lle!. r· ., Manuela No'i'i3 Nevea coor rã as rcs~On,~ibi!idJd~s r. iniph - 
~ •.. r1:iu 1'ld'Ío ?,:,;·,..:!, c
1
10··<)0- d1•nado1·11 gen1! do"lJR no Es- 'taÇão de um «c.-mpus> Jv'l!·çod.::- 
º 
vcrgeal do Ije.o E- d» e reitor O:. briel Novis no rnunicipio de Cáci:,:.:,, D~s'-',1 
a J axn ílonoviária 
Peu conhccím~nto dos 
,: d> vieuls mctori- 
p oprrc:«1r.oc. _ -·- ., 
z,,ddl, iipr~5er.tam ~ rrã int<.s:a 
n modificaçiio .' 
tu' :)Clr.,J;l(D) Loi i:Jo 1.:?.f:l.:2 
do 3 c:e 1Dr.:le.s!0;·· 1 r➔i?' 
Altera o D1.::c1P.to-lei n° 990 
de 21 de outubro d2 .1.9li9 
que Ciiou á La Rodovié­ 
rio üriica e da outr<!~ pro· 
videnciéls 
O Prcsid:note da !~~pública 
no uso da c1trlb1iiç.:io qu?. lhe 
confere o .::,ligo ;;f) item Ir dõ 
Consdtui~:ão Dzcret,1." 
Ar-e. 1::> o vc1lor ,rnu<Jlmenle 
devido pelo prop;ic.rá:ío d~ v~l 
culo rnjeitO ºº pagümento d,1 
Taxa Rcdoviaria UnicJ, no~ ter­ 
mos do Decreto•l;-i n° ~}9!:l de 
21 de out!lbro dz lf.)69 ge:á re­ 
colhido diret,Jm:>nte µ«lo cuntri- 
' - • 
bulnle ao sist~rnu bc1n: '.;o ,.,)- 
ciorrnl pêrél pc_~teríor c,é~ito n 
Banco do Br,rn I S, / em "JV?r do 
Oipart,irn1?.nto:;!'1<lcioncl d_ f:-.;I a• 
cJ.:;s de l!ocl::J9:'rn ( NE•: çc·n­ 
somnte insiruões a srena aix1 
d,;s pl'!o, M•ni,tl'o•· clu ;,•_._,zc1da 
e dos fa sportes. 
Parngrafci Unico, O DNER 
promov~rá mens1.lmenle o repas­ 
sz da quota p:irte devida aos 
!:staJos e 5eus Municipi-1s Tc:rri­ 
lorios e Distrito Fe.deral. 
Mrt. 2o A alinea «c» o 
iigo o do DecrelO•lei n° 99D 
d-: 21 de outubro de 1969 pas• 
s,; ü v:gorõr com a seguinte re• 
deção." 
+'. 33 
) as n6rei, a E. 
Culs empregados em serviços 
cg • icoLis que apenils transitem 
de:nlro do, limites:·das proprie- 
dud!s <lgrÍcol,;s a que perten­ 
ç ;: m •. 
An. 4o Este Decreto-lei 
en.+cá em vigor a 1o de Janeiro 
d i 197:-3 revogados o § 20 do 
-,;tigD .1° do IJccr.:to-ld n° 9H9 
d,>. 1 d outubro de 1969, e 
demais disposiçães cm :contl'c1rio. 
llrasdrl 30 dP. outubro de 
Ül72 15!
0 
d.1 lndrp.::ndznciu e 
8-!u da R(:·pCiblic-. 
l•:milio G. M~diCi 
/nt·· nio Delfim Netto 
Má1 lo 1)3v:d Andreazza 
J_.so P .. ·i0 dos R~is V._llosü 
;':ihlic:urlo to Diurio Oticial :ll/10r"72 
... --:r 
rt ''. ', 
!) • .. lL:· 
1- Comuni:c,;10, u,is 52;1 ia­ 
res p0i, aluno e intesodvs, 
que .:is i·:H:c;·t4;C-).~/< . .i J •.' ,(ij.:. s 
nos cstablzc.munis d: iai» 
Estzdusls, rés ±culz ias 1.o 
periodo ck ti 10 d: fzv.rei s. 
2. O> luras com 1í as 
compld·, ou m, Í$s qu:; :1 .• " L1 
verem coucluido o nsu do i 
• grau do nível ). a IV ( nt:iso ,Jri 
ffi ário) d! V;.: ão r 2 nc :.:!11.11
1
1, C e.; 
para os cursos supl'.3tivo~. 
8- Nu,/o d.:: lnsc,1çZ;:_,j 
M"tricu!.) o pi do uluno ou o 
próprio cluno cnr.'uud c :a 
umil te,,a 
cidade mim.src ds '­ 
ccitia c dei'r 
Vclii-1 c,7 :.: s-:1,1 . i. 
cun'is !c C».o 
jC:' e StJJ 
té P::: 
,., 
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vo do e;o.n-e.D:c 
is:L:. e,: ... ):)L'") . •1. :.·~ ... - 
bdo : 0r .. 1 mbr.;:· do R s :..:.­ 
tudo 'o 'c:e .e, 'aic ri 
1 ·te .. e ~ .J ._ ... J; .. Gã . (;1.,: ,~ , 
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vj, nu,eus pée, pé 
c1c:·, .,:-,·1:;r_ J, • um Iugor l.l 
o· 1t) ,-c-rn Juwc, r,é perdido 
• ·o o c!e vejo sinto m •us 
,,.:,:, '-'r!, . tD 'l , criança 
1.1 t' o s· ! l'irnm tnrn­ 
~::rn. 1 ir.1m D. lov.- 
u viver esquzcendo 
• usa Lucura. Sin­ 
u,· 1 U Oít1ÇflO d, 
i. u "·' , !· vi :o. !n- 
i , 1 .. ! r. ;1 Corr.çilo n:o 
• •.·. j,·, ,:).: .. minh· 11en- 
·'· ,_. qw tua.site Eco 
co ds !lentes doent'ss de 
Ivaldo Pereira 
todo o .. undc. Ncntr, lu­ 
g,ir e com outru fo1•m jú :-J::CI,­ 
S-'Í e m o C<•r ç - o üSG!1·.lü ,1., 
pc:lav 1:1s :.cin.pl p~tsd e.:~:· 
çirnplicldnde r.prnpriad~ uos ,lj• 
m'ides, que snb:::n crer e ch­ 
ra . 
Roj~ 1:u nüo prn:rn, teu­ 
mito -d~hs, !d'i' s cans:..·l:-,r, l­ 
riéias do iunào. O mom.:·•~o 
é critico se penso s{:o c iro 
p_n:;o d lx, de pn ssr p.:, - 
ar é vidu e V ido é loucu; a. 
Tento tempo e nodo rcstu 
n::i poeir.:1 de mifoõe.s de Anos 
turvaram-se meu Ide ois Que­ 
ria Ver a Ro:;a sentir o pe fo. 
me dos fiôrc:s aueria ver time 
criança sorrir e o que v tcjo? 
Vejo a nulidade do meu EU 
pe:-nnte a monumentel idéi.'..l 
rJe SER. e nGdo SOU m u pó­ 
prio SER tcrnouse ECO 
e fico prêo ás Grnde {grades 
rncmtai: ernpenci1hos de me:u 
p,;qu!smo e nada resto n ~er 
a bide do Cougo cvirn .éo 
cos Homes C.:e Branco qu·, é 
hora; horn do choque. Eston no 
lJOSP!CIO. ! ! 
sua confianca 
2 
• :i L VL ,. 27 /1/073 
1 
a$ teteoetgo assaeeaemego.oetàtgtgdtt atg g roer@aeagear9 l 
vos e rl: dos em gel - lataras - bebidas - 
;· 
11
,:)., - • .• :2i nho - • !um1n·o8 - artigos esco­ 
' : -!r1.4!! s .. teci e.los o calçaclo3 - R6presen­ 
i, ule xcln:::ivo da Pipi-gás 
LV.lé'Jfo @::'OSGG 
acê pode 
l_,·1!]. ~ ·, COll'OS 
a1 ma1s 
coforido • 
si.g lo-os cc± m pou­ 
qiuo do leite, do: tipos 
_·, ,q- .0, q1 ·' ;:;fí.O l)'liS gor­ 
d.usos. 'pois dê o 
oli. nu co lnneb gros 
e@ 
~; t·;, r '!té..r urn□ch, s de 
rn .e 1·0 ·pns bl'ancas, bas- 
« 	• b; 
,:.: W'>''tt •oru ~1gua e s·, ao. 
Em tecido de cor, apliqo 
um pouco de vinagre ou su­ 
cc de limão e lave. 
Pt1:::se o veludo ii fel'.o 
~em pr , peío a vc<;:so e ligei­ 
rente u ;Jcc]ccido. Os pe­ 
lo que fic·n· ll'' :im:, .. sados do 
,L(o dil'eito voltarfw ao 1101' 
.... : :•! :~" você segm·,n- o fel'íO 
ui:~ lJ0nco acíma deles sem 
ío ar o tecido. 
P, 1•11c limpai' objetos de 
cobi• pode-se usar não ape- 
ii üc, sal e víangre 
11 as ta l.Jet:L. • o tomate. 
,.. , ' 
U f'.LU8 p8ra ISSO os mais 
m"duros· e as sobras. 
Paru conr-r o gosto um 
1 • ,. • 
tanLo nrnnr
0·o da CL!lcoru 
nn LS ele tc1up :l':ll' a saJadn 
mishnc uma colhcir bc 1 ct e,.. 
a de pilo es 1.1Í[Y'1Hrnclo. 
As ves o gelo adGi'0 
tanto a forn que não se 
desprende 1>or 1.rn::s (llle ·e 
coloqne ua :.ígna. :íHJs se ~o.­ 
ce esfregar uma vela no u.­ 
tarior eh vt ~!Ih,. autr.s de 
eolornr a ágna e levai "º 
congelaúor o gelo se sol­ 
tará fucjlmente' 
Quando fcr assal' ma'.:;­ 
sa. de torta, ainda sem 1"ech010 
fnre.-n com um garfo, pnra 
que uão cresça. ~'lassa~ re­ 
cheDdns antes de ir ao forno 
não podem Bl:íi' furadas . 
Um truque para que n 
fritura fique bem sequ.in b::: 
antes ele levar a gordtua. ao 
fogo, acresccn~e uma colhe- 
1·inha (de café) de úfooul. 
Mas lemb1·e-se de que a gor­ 
dura deve estar fria, ·para 
evitar o fogo na frigideira. 
'Viatadouro Rio Forrnoso 
CASA DE CARNES 
POSTO SHEL 
Servi~· para crescer 
'N) - [m 
. ro. G
.n e, . .,, 
± i) + 
.. 	,r•. e .... 1l ' 
is0/23 qd 6tu 
o 2sieto Rodo 
-~J e ·: · . ..., · os traba 
Jos prelinu;ares 
para » implantação 
.e um «cara pus» 
~ van.çado no muni­ 
cípio de Cace1·es. 
Os integrantes do 
grupo per·tencem às 
Universidades de 
Pelotas Rio G·rande 
. ' 
do Sul e lViato Gros- 
so. 
a R's: i aos conta 
ta:lo chegou 
cval s µr.,ra 
i,...... ,  .l • e rnon.te. 
n, ::e· o .. n .:. ,. e· do Cristo 
·s hxr se e:pregavan 
• e as.o é;iusl ;ure sr­ 
~~Ll' (;· 1 ---- 'I) e o CJal8 
.. 
. . . 
dos animais , 
N, ":..,o -81, e-e' primei­ 
,..·. JH·2!':...c~-·0 Í3r'i'tl u- 
era e g Sr..tga- 
.. , , : ,, ti, ouvir.o 
• -:· 1l" ·:.;eno qu 
• e'r, 
O p;;.vã~ reai o In­ 
dusfilo, e aeg;2do pata 
300 000 000 de pesscaa. He. 
presema o ewble.:Iia de Kri2h 
n l. 
- A mos'ca poàe vos., 
t:ill ca::;o!' cxc::.-pcinmils 1 000 
metros. É os patas peludas 
na6 as?G trOI a, qu3 t:as- 
pcrtu cs germes ,àa"i eolé:J- 
tis. A mn:-cu • dcmestic'. 
põe de 100 a 150 070 
d csCa vez. 
- Cu1io::o é dizer que 
a capivr:.r2 f. o maior don • E!· 
1rife ros ro.,dcres. 
,· , , i,c:;::
1
:i uma 
e c:.m tine e lhe 
Q1o é 
• ·.e li 1ui· o 
d'.o que O rC­ 
(.:' vivo é 
'.:ltUI'U. 
- Zoolog··•E.s<ie re:..orue 
c.1~ r:;nrem ê. iC:tc!'NlS nte con­ 
e.usa o .;<- qu1= o p .. .rco ,ice 
crnue <lo javali eu-rop·~u. 
sim? 
·- Ba1x1.1 como vôo de mar­ 
reca choca ... 
Cheio que nem barign de 
í 
r• 
,· 
/ 
.A Lema! tem esta opiniãc~·~·:'l 
Agora cada bilhete Lemat tem ' 
• 10· frações e custa CrS 20,00 ,, 
todo ele. Você pode ficar rico ; 
sozinho .. Não divida sua sorte. Você: 
tem 176ô premies prã ganhar e 
mais o. primeiro premio de 
CrS 20.000,00. E ainda .desírula das 
obras qua a Lema1 custeia: praças 
de esporte, obras sociais. A Lemat 
aplica todo o dinheiro arrecadado- 
na venda da bilh0tc:;, nestes bens 
citados. li:to quer dizer que, o seu • , 
dinheiro não sai decto Estado. Uma 
cois.i ó certa: com os bilhetes Lomat 
vos ""@e4: "w 
~ ...... 
-·- L::.;o e engrado que nem 
Cílueçé'.l de nêgo r:w di:'l. da 
esta ... 
--Mais rerwo do que cusco 
?', 
em dia de gendu grossa ... 
--Ap, íxonauo que nem gurJ 
or sol eironn ... 
• -- 'lm1 nutis fo~·ça do que 
juutu de boi muuso ... 
- Hiobü.::t<.
1 qutJ ne!11 t.ronco 
C!e . augico ... 
-- • Liudo co:-110 na moro no 
i'Ílleúo· ... 
·-Sério que ne •: .. C:lbeç::l • de 
por,.;o E:u.1 bu ude;jn ... 
O ;jüvt:m füwh ·rel .Be]u. .... 
(}lll:.::, foi conviddo p Io 
dvun .' Sr. cão Batista 
gado djssto 'qeela C­ 
d de. I} a oportunidade p 
e o Ivan 
i

ribua da Fronfoir:;i 
" """" 
i./ejgn t, é 00ore­ 
naç.0 do ativid der em tor­ 
no d,-) u pla:Jo. Ensina Luís 
Souza. ~ornes, que o planejo,­ 
me to, e mni6 <lo que um 
pr @'l'ltUrn. Podni mos com• 
pl~l l', dlzendn que ce trata 
pe~r.i enlendimt>n•.o modamo, 
do um r,rogr1ur.>.uçüo Dinâmi­ 
cu da Re:[tud+. 
. Neohuurn pn!Gv,'a rntá 
m:.11-; lg.da à ~c1c0envolvi- 
11_ieoí.t->• do q plarH•iu.mento. 
E} qm10 o desenvolvimento In- 
t:!'--,-;_i1 _ ,,, _uma e,trntégica 
ud I..is;iivu j'li ca: cou­ 
tra o p1:upcrlsr:1:1 e a dotn· 
ç:;, o r-mJlíubcliHUo 0 a fru§. 
tu çiin i'Jacioi a!. E iGlrn só le• 
e à Viló ln t{uando são oocr­ 
deàudss toJ1,s aa forças Su­ 
ciais o tod.s us atividades 
rconomlca:,, _dr,ntro de um es­ 
!rito e de uma determim.ção 
Coldivr., ou Eeja, de urn fPfol•• 
hg;a1ena(o &Gcscicnfe o 
?e?s:rei 
Que é Um 01 Ç!:lrnento pú­ 
blico . enüo um plano de Tra­ 
balho? 
No caso de Bel& Vista, o 
Sr. Prefeito Munícipal, publi~ 
cou na Rcvieta Integração nº 
1. o seu Plane dE: Trabalho pa~ 
paro 197a. É tactivel'? Anali~ 
rnndo item por ítcrn9 chega­ 
mos à car.clusüo: item a) Rêde 
de esgotc;s para o p'tl~imetro 
urbano, jli c:tr í"os<; rle projeção 
pois foi solicitada n Verba jun• 
to a Comissão Especial de 
Q 
Faixa de Fronten•i:i:;_ incluindo 
eslacio de tratamento. Verba." 
cr 150.000.00. 
Hem b) Calçamento das 
Ru:;s principais, pelo sistema 
de Bloquetes, ibricados pela 
Prefeitura ~coro maquinário a 
··er sriqu!ridol>. 
E viável o Plano de Tra­ 
ba.ho do Sr. Clovis, resta-nos 
e ;perar com confianÇ!i u suu. 
execução. Reconhtcemos os 
empecilho: do Burocracia; :.io 
bom • ·ndamento das adminis­ 
trhÇÕes, mas quando DinH!11Íca 
é um mal necessário, o Povo 
Belavislense dá UIL voto de 
cof}fiança ao Prefeito: Sabem 
que o Planejamento. é o ins­ 
trumento que permite evit&r a 
Capaciclode ociosa, nos setores 
de infra-estrutura e/iredução de 
eHciencíe e rentabilidade nos 
setores dh·etamente produtivos 
Planejar Sr, Clovis, é pre 
parar o campo par~ realizar. 
Bela Vüta neces5ita de Planos 
e Planejam<:ntos
1 pi:na atingir 
as metus do Governo Federal. 
Não sendo L:ma Cidade cem 
ali.'rE oadação maçiça; não pode~ 
m<}s viver eem um Pleno de 
Recuperação. Só o Planejamen 
to Racional poderá dinamizar 
nossas potencialídades econô­ 
micas tronsformando nossa!J 
e~truturil3 e aurnenkn:Jo real• 
mrnte e.o b:!m est9r das Mas­ 
sas», que é a verddeira Mis­ 
silo dos politicos. 
S. Prefsí, Indo o se 
Plano de 'riu!ho, publioudo 
n Revis!s Itço, Ver! 
ficurn;.i, quo ,udo que n.l 
con~tu nurir, vt1F1 tle encon­ 
tro 'norss ine:ese3, e 
pe!un mos? 
Ou não é que us Ruas 
d• sr..i.:i. Vis•:.1. to .. arüo nov:.- 
me:te 0 aspecto e «Rua»?- 
prque té @.r. tá Dure, 
cno E ira.e «eRoç: sendo 
com?p};e&a eu su mi' 
/ 6 • ' ['u•·n 
ria pllL' u1,,a C 
1
],n llO t{ » :!- 
c.:ão J..,.:.J /.l'~•• u::". F,rai c-amcn· 
te, gnt seno se crer­ 
go.hdo de dize que mo!' 
om BGl VisL·•. St'l'Ú q :e nuo 
há us.l meio cte urgent._s 
pro~,, rno.cit:ê em reiacüo ao 
uspedo clu no'.:'@a Clde.cie'? 
Esperamos que não deixe 
8 conteoer o que diz3m r,or 
e1 «Gonieça ola 'Vls:a, 
sncs que ola lesaprcça... 
Um doe.; cargo: . " r.; 
cruciantes c1o homem é o 
Delegnclo de Polida. É e.e 
?. respo1Jsávei pela trnqrzi- 
11cfade, CJU8 obdg toric .õnt;:; 
deve permanece as cidgues 
e mriis nind2. qur.iu • o 
trata de um munici pio fron~ 
teirtgo. O trabalho dele. z-. 
pesar de gnde irpoztan­ 
ela, quase r..:ão ::iparece no3 
comentários das cidades. a 
' 
nüo ser qunndo ocorrem 
cusos que mereçam a sua 
intervenção. 
Um assassinato, um 
furto, :_.uur contrabando de 
entorpecentes e out~·8s ocor 
rencias mais, enquanto não 
se encontra ~o vel'dacleiro 
cu! padu a responsa llilidade 
sempre rcai sobe o chefe 
d~ repartição repressora do 
crime. E ,uma questão de 
o;:d 
0 
V Sr, 0 ''.1 , ~ • 
o:::c;.1, co - o ·odo.::, 
elegdo de polici 
e cinco a 10:, e ne' 
ade, duraste gdo este "e.E­ 
O: guças o en p{mnc 
canhsci nto de tclsçõs 
ln.ma .as, brn. e!'· .n Jv 
problemas c'o pc o, ce~!l 
s0I-·donado todo·s os cn'.lo 
afrtos à sua Deh.gad i co·n 
habilidade e antes de tL:dj 
bom senso. 
Tem sido 20 mesm 
tempo o diploruntn e O pc­ 
liciaI. DiplOlll<la por~ u::-•, 
muitas vez::s, suu :..çfio 
vessa a front· ir o 
dialogo h .- nco e 2. ;:;i.o~·o 
C.)lll as antol'i ~dE's c.'o Pci­ 
rngu::y, tem co 'Jgnitlo r .::­ 
so!ver nri.1ea.os c.e0S 
Secos e· molho.dos 
Comercio e ln& si. 
2g2 ? g) de "Jtjgg . F'to e jr s 3 
- _ 1,...._ Ji'-' .',.. '(.. ~ ...._, - .. 1 •. ._.' J.. .!i •  V . • ~ 
-- Latarias cm geral - Mauinu d2beneficio de:urz- ce! 
Com trabalho 
"'f! ( 
o 
Pátria, latejo em ti, no l.cu enho, po • C'' de 
Circulei E sou perfume, e ombr', e so. e Orvu!l o 
E, em :;eivo ao te:u clamor e i.ninb vez ,Ccf 01 ~;~ 
E subo do teu cerne e.o Céu ce galho ers galho ! 1 ! 
Dos teur linquens, dos teus ciµés, da tua fLcno", 
Do ninho c;,ue gorjein em teu r!oc ··ri-~. ;:.:h , 
Do fruto e. madursr que em tu seio se e cole, 
De ti - rebento em luz e em câ 1ti o' toe E.Spul 0 
Vivo. choro em teu prm lo; , em (us ils felizs 
No olto. co:no umu flor, ern ii porop io e exuio 
E, eu morto - sendo tu cht:i d3 e ·cctnzes, 
'l'u golpecda e ias ·lta - cu t,·rnc,•: Flpu!;'.: 
E. os meus Ossos no chão, Coro ss 'ue II e, 
Se: cstorce •• ão de' Dor, sorrendo o g0lE ,• e o inju ío ! ! l 
!Rl. - ,· :',uz~- ~© L0ü : Bela jl ===------ 
1 	• 
Vista não der,npareceN~ tão 1 C ., - :,' 
fàcilment , pois já existe há 
:')(]ai:; 100 anos e Hl:1m n' ~ - 
tem ries dt. natur z11 o <,C:U~ I! 
eé'u. O que nüo foi feito } 
., u1·s.nle ess rn._,&Jo, eu nao J 
fr,r:u eom apniaG 8 me e· ;/ 
scm!~o D.b ·L::-; t!qu bonziuho, 
qu,•, u n1ed~én do pu:.:sivel ,.,........,,..,.""' 
faroi u _ue p etendo. 
ele Pedro Malagoli 
.i. ao ..:e c~qneça do qu0 o ._uce.::.s) do n1édi­ 
f co e a ca 'o doente dependem da conciênu- 
} ci do Farmacêutico. 
l , 
( 
( sd"_- 
1, _,--.- ~ 
Carne 
f: o ,nntD 
escil 
Higiene o.cm.1, 
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en Y.O 
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... 3ra0 ·r,·s: 
, -:- i.. ."i.J 
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ela Vista 2í íl/ 72 
*( 
Médico mais ·tgo o 
RJ tem 95 a1os cli- 
nicou duran e 72 
Go~~ldo Pinto Sobrinho 
z12c'2«ia da 
r,, s znconrsr 
.n. ran:-O 
.n s tido g.e 
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ia cent{c d l C,J­ 
j - c. m phms: 
nueza mui«o complexa, li 
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h cc reensio prcfunda da 
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1
1. 0 e; ·do du co· 
unizaç . :; ccn.;c·friciJr ;! a 
tc:n.,'"l,c -~ê...:i e nsigo mesmo. 
Trataremvs aqu! apena de 
ui p.cu.o comunicaçl0 es 
una! 4wcf94y g±;, 
1 r: .·;:, ~ n::rna,. O DI LO 
,..,, 
g0 imlir:a a:ica 
. :-:, ., .. r ·rc 1to J,nü nico 
! f± ·lo movimento o 
-i. D.lago é r no, 
() ;,l..:3o :ô possiv 1 
ntr szrs cepzs d ouvirem c 
.,·: I') ·~· ·,d•-;, 
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le "· esia ii 
não há 
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de ccnptee der 
de cr+ a fc:'i­ 
dcs inelccu­ 
:,p:,:s,...:o e á 
,,11i-m d:i ('omuni· 
:: . d:ál go, pode­ 
c:u.: c,t.. comuni· 
r xpra n c:­ 
• me. gs. A 
1.t'nícúdo f rmJ 
'o auc é envisde eo 
.• p • r.i.?ír co, dlçã.:, 
's mz5cem. é 
Ê impossível que se entn­ 
dem pque o objeto pzss0al do 
d15logo d!f ere.· oOorre uma pseu· 
do conversação que. na realidade 
não põs:a de «monólogos parale• 
057 
b) A mentire, Se mentir é 
e:sconClcr u verdade conhecida. 
No é possivcl hnver o diálogo 
quundo se foge á verdade dos fa• 
tos . 
e) A linguagem incons~ien • 
te trata-se do caso do individuo 
que n5o sabe realmente o que 
diz·. A Hng. com que este in· 
dividuo expressa é Simbólica e 
! : refere ü outras verdades que 
não quer dizer. A pessoa esta 
convencidu de àizer um!l. coisa 
quando, na realidade, diZ Olltra 
bem diferente . 
d) A importâ;icia do ouvin­ 
te. 
O ditado popular diz que 
<tàe um discurso, cada ouvinte 
ouvo t:omt'nte aquilo que ddeja 
ouvif3. 
e) ViolênGia emocional 
A violência no diálogo, ma­ 
nife,,tação de agressividade, leva 
fatalmente á deterioriZaçãO qual­ 
quer diálcgo. 
Portanto, nós, que a cada 
dia que pássa, sentimos mais, a 
necessidade éle dialogar. devere­ 
mos ã auto-análise, á Censura é­ 
tica, ás leis de corteBias e aos 
srntbentos de justiça-Quando 
pretendemos dialogar com alguem 
dev er.?mos perguntar a nós mesmos 
1)0uando exponho ou ex~ 
plico as minhas idéias, estou re· 
o.lm2nte em Comunicação com 
meu interlocutor ? 
2) Proponho mensagens a 
dquarla á suu inteligencia ? 
:3) Meu interlocutor aceita 
realmente meu pensamento~? 
4) Admito o diãlogo ? 
5) Sou compreensível em 
minhas expl1ceçÕes ? 
6} Exigo contestação 
ás minhils mensagens a fim de 
ccrl!Ílcc1r de !Uil recepção? 
Diálogo, não é ró proxími­ 
dadzfisica onde cada um fala de 
um:1 vez. Não haverá diálogo on• 
de cs interlocutores antes de inl­ 
ciarem a Conversa. já partem de 
pontos de vistas fixos e pré-esta­ 
oelccidos. 
Só hilverá diálogo, qUando 
houver ÍnteraÇão de ideias a pro­ 
curu de uma solução. 
C.;pixaba de São Mateus. 
dr. Aurelisno Leik Ba·,ceios d~ 
95 ncs de idadz 72 dz prori s· 
~iio e 54 morar.do em Nterói- 
é o médico muls antigo do e:­ 
tado do Rio z sanha ssora '3 
titulo de cidadão niteroirnsc- Fun­ 
dador e primeiro presidente do 
Sindícato dos Médicos do RJ, ' 
fandadcr e PÓ cio nu ::.wro 1 d,. 
Allsoc!ação ilêdict Flu""''ne • 
se tambê con outros cole­ 
gas orlou & Fuculdulle Flumi­ 
nense de Med!clnél ( onde che~ 
gou a professor eme,lto) ... 
CARREIRA - Formado 
aos 23 anos pelu a -liga FM 
da Praia Vemelha, Aureliano 
mtoiuu-se como aluno interno 
por concurso - no hospital 
da Marinha. Da Santa Casa 
do Rio, onde ~ra redator d0 
anairJ, foi para São Paulo[e cli 
começou realmente na proiia­ 
são Pcdicou-se em 1916 em 
Niterói. Clinil:uu, íoi i:liretor 
de Saúde nública do estado 
e àiretor • do dopartnmento 
maternal de Niter9i onde criou 
oom_aucesso o F.e:·viço pré~ 
natal. 
Proles:or 25 nos c]li­ 
cou durante 70 e c(:laborn 
em revistas clo;:;,tiricn§ e ld­ 
gas. O decnno dos médics 
Huminenses Ierrrnrn que co­ 
brou 5 mi! réis pelL,~ plimeiru 
consulta 9 CrS 20 peln última 
Obstetrlcili foi sua especiulí­ 
dade preferida: fez mais Je 
18 mil peirloa 
OPINIÕES 
O Dr. Attr~liano é pelu 
miadicim1 moderne. Ac,~ita as 
inovaçõt,s e aprova tambem 
os transphrntcs. Sntreiant Isa­ 
bre , contrele de natalid;:.ds 
fica com o papa. Quanto a li~ 
bersção de aborto acha que 
estão fazendo muita conlusão 
com o planrjarnento da fmí­ 
lla' 
FRATERNIDADE 
Com medalhas e distin­ 
ções de entiát:der-; cie,:tHicas 
e comunitú riag dr. 1- urtliano 
foz questão de ãizeé· que eua 
sugestão para a erhçfi?. do 
ministéiio da fratermúz.de 
a 8er progost ao presidente 
Médici - é antlgo sonllc hu­ 
manistice. O novo ministério 
seria para aconcaihar o povo 
«Funcionaria a1:1sim como 
uma espécie de ecumeniBmo 
soc!al psras:rvii' ao Plds. C?n­ 
oilis.r no • aeutido ecumemco 
religioso e eapirituul» 
o ,..., 
tes 01ça0 a i 
l 
teriais ar 	I 
( 
• 
" eua 	j0S 
riihos - Tijo o 
• 
• 1 @ 
·o s ruir sua e 
8 
você é quem faz» 
omércio ~e e I O R 8 l A N D II 
SIDROLAND .. ~.-MT. 
- - -------------,---------~.;,,-=;;:_.;.-::;;;-;.__.;;;;;;;;;;;,;-:.._I 
Dr. 
nua Dr. 
J sé 
Dr. 
Jurdim 
C!inic:.1 Gc ral - Cínugi.: 
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Rua Marechal RonrJ.on - GJ.2 
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6s G0aso 
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'+5• :4i l 
Rua 15 de oorb:o 70 Fone 237 -. 
Rua Coronel CnmisJo 620 - 
1 
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MÉDICO 
Rua 15 de Novembro 75 
01 - O l,: Hl C,,,- 
Atende-se dia e noite- atende utG ás 22 horas 
AI lado de Ia .Municipa dncl 
gora em 3el: Visa o. 
que você esper&va 
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AHcfJ Podra d N 
e une 
Na v1cio odqu<.!rimon hàbi- 
tvs bbo'.iG te mnus, de acôrdo com co ....... dà não acontece o mesmo New Yotk - Num r e n 
o am Jr,n e, o meio cm qua .,.. re/a,. h 	e • - 
. nas- qu ,..ao aos ábitos ruins te_ congress_o reoiizado em San 
cemos e nos desenvolvemoa e adquirimos. 	D ( 	,_, '"' 
d 	., Q 	iego (Clitorni) foram ditas 
bem como te conformidade com Ue razão tem o alcoola- co1s b t t tra p 	as os on e de:aac .. dÚ' v2i,· 
os_ pr1_nc1p10,s que_ obroc.am. º" ara deixar no bsr o últi- p I' Ih 	b' '"' ··' 
d 
- mo toGtã 	ª a as mu ert:s que furnax. 
e iteali que,p0ssuimos. : 'O_que levedo para casa Pensavam elas, por acsc, ao 
. Pnrn os hábitos bons q~-~ ~iJena ~IImenEar filhos e espo- senam imunes aos efr-ito,.; .,
0 
cultivemos, tenros sempre uma' • • • E senão ha razão pelo tabaco se t 
" meno□ju rr· . , m en rar iro ,d:□tt.!- 
explieaçdo d:r, se deles nos bit, ., 1suficaveis, para o há- meate para as estatistice zé- 
po:dll cm ~ razuo, e nós mesmos h
1 0 0
~ b:cber, mui lo menos dlcas?-o gráfico dai; .:enfern:ü­ 
estcs cientes do motivo por " @Inda para o uso de dades do tabaco» (cidnte: 
( •Ll· 11'->s'm "gtrn 	en or_pecentes P"ra e vid
0 11·- 1 I e . , ., us. 	b 	w 	" - vascuiares, cerebrais. bronquite 
Para os hàbHo maus porem er~na noo proatibulos para cromca, coronariopatias ellfiEle- 
uão ha justificativa nem diante 
O 
ª andono das familias para ma pulmonar etc) - está ido 
•fos outros nem perante n
6
s 
O 
hábito de roubar lograr ~B <p,ara u .alto,, pare elas tam· 
O
s 	outros etc . . . 	b Atê 
mcsm . 	em. agora, foi c:o fuman- 
Quem possui o hábito da Todas estas cofaag são te> 
8 
receber as terríveis ame- 
Leitura, por exemplo, fácil- ª:n abrige, grandemente vulne- aças dos sempre mais psvoro~ 
mente p,Jderá dar an razões nor- ravel no qual procuram as pea- sos _informes oflc1ais sobre us 
que gosto de ler. A leitura nao Soas refugio... 	perigos dos cigarros. enquanto 
c:;ó é um d<:!leite em si mesma , A t_ensão os problemas psi- Isso, (tranqm,as e seguras. co·­ 
comtítui um meio pelo qual no~ c~Iogicos precisam eer remo- mo se pertencessem a outra 
vamos tornando informados vl.ios e não simpleamente acal- raça· • .), as mulheres cont!- 
a repeito das peso€ e dg iadoy, 	nuavm fumando orientendo 
coisaF. . 	tleu paladar, por sinal, pera 
Óe igual maneira o hàbi- CultivemoB pois só g 0 tabacos de... marinheiros 
t de ervir aos outros tembem hebltos que tenham uma razâo e tragando 
8 
vontade, sem pi:.:=- 
possui umu explicação, exista aceitável. 	da_de nenhum:1 para seu pul- 
1.>empre uma recompenrn que Assim geremos bon9 mes. As mas notícias. porém 
nos .::dvém na forma le un justamente dos homene de estao chegando. para E!&s tnr-1- 
bem eatar por havermos oído boms hábitos que Bela Vista e o bém. A demora ocun 1=u an1.:n· s 
útei:·. Os que fazem o hem Bra:r;il precisa para o cou!ltante porque 
8 
mulher - co::;ccou 
ben1:-ficiam-ae a si mesmos. engrandecimento. ., 
8 
fumar, de maneirs <(re·✓Ek~te 
de âiato Grosso 
Educação e Cultura 
Guiabá, 8 do janeiro de 1973 
Of. N ° 20/OS/73 
Ao llmo. Sr. Prnsldente da Jornamat 
Ref.: Proposição (Faz) 
clenhor Presidente 
i,;mpenbados num trabalho integrado' que visa. a 
promoção do elelé,,"lento humano e com o fim de atingir~ 
mos aos objetivos por nós propostos, vimos colocar a 
disposição de V. Sa, a Secretaria de ~ctuco.ção e Cultura 
para Treinamentos de Recursos Humanos • 
Assim sendo, solicitamos que Vvssa Senhoria nos 
encaminhe passiveis necessidade~, para que possamos 
elaborar projetos de Treinamento, espeeitleando. tipos 
de curso, local, clientela grau de escolaridade, etc, 
· .A proveit11nios <la opodunidade para apresentar 
a Vossa enhori os nossos protestos de alta estlma e 
distinta considernçfto. 
Cordiais Saudações 
Prof. Joaquim Alfredo Soares Viana 
Secretário de Educação e Culr.urn 
Sulgados -'.'~m gernl - Bebidas 
O Poii,(o ·te encÕnt10 du Socíe<lade Jnrdínense 
AGOH,A COi'.t NOVA DIREÇÃO 
j/l{D1M 
M A TO OR08S0 
1)1. 
g 
15 nncs m.:i tê.:-d12. ·' 
que fuu:c? O DculN . ;o~- , 
Direto: ds Nticul C..° 
Euse fr S.okin 
etá preocupo :cm a tini 
f!ta d: cuidudo fe.inir 
que se refere às 1s 
pra fumantes (en:re 1956 
1970 prczntsgem das tum+n­ 
t =, en'!r 
este.do dn Cc.Ífc;:ma :::u.,:e.i~:;t: 
de3l por cento, eu4u..'e - 
pecentger as médicos a-­ 
ainda se arriscam " fu ar é 
de ·16-21 por cento. De aua.­ 
quer maneira é cm um certo 
alivio que comucicamos a no­ 
ticio-afirmaram os <:experts» 
do congresso-de que com igual 
numero de cigarros fumados o 
frequência do cancer pulmo­ 
nar é infez·ior nas mulheres. 
Resta o fato-bastante particu­ 
fnr- de que o <!tsbz:qui:.ru ~ 
durante a gre.videz faz cu::ncn­ 
iar, num i□dic2 de 28 p::ir e :1· 
·0 a taxa ela mortaLdaà .:e~ 
natal. Não se pode ignora~. 
porém, a nJticb oa rànid::. 
ascenção no tt>mpo do 6r ·cc:. 
ào:- enfermidedi:'s resp:rntori.:: 
e cardivcas e vasculares. 
({enquete» Froe1inghcm 5U0 
.A O G OS o 
Escrituras, contratos, procuruçífas, rccouliecimeri:os de f1rmns 
regist10 ~e.i~ovei~., de t_itulos e docum:.mtos cio protesto e 
anexos. Extru1111os folocop1os nu hora - Aulcn~1c·•dn, 
{;UH<2 
ulrons . 
ll' 
-----------,-----------------~-------------------

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• de·· f,:c Iu:i ::i 
••":+ 0s Etz..s s 
.. ~ p l, · ; '1, i:1c,J:J Com O 
itueo tu' < , i do 1 .. 1 
iciaimn- 
• r so e Goiás 
--· ..... ' . 
7'v <p.J. _)Jl:!t..W'' ..... 
1.... t. ü s LO' u 
Em ..,êo p, J o. o pr:.:.J , 
cntê d:1 1:: e iaçüo Brnsileirü 
LO:i Criador•:-< de G d decl· rn 
qu:: ~ , :::luç~ do lCi µo ·e 
fflz.t' COX qt1e O pr ÇO C CH> 
ne ::ix~::i ldx:i ds17%o que [a.riD 
) qu .. o ,rc; ut. fl~ .Jntivesse 
a+x e rumnnto os 12% 
pr CC'f'iz,,:h pol'l Go e nn r,•. 
al··ci nrÍ!lO t! di• • ..:<ia ntr-v~s 
~e o oficie! do ministro c·:­ 
ne Li!T. 
O :."nisr:·o D'iLfro i do 
tn!rder.to, tem u'r:) 
e.;( t 1 c:i ·g __ ~e ... d· e 
cívil, o quem far'· 
ep:!lo, no :ie:i ·iclü dn (;e .kw::r.u 
dcs prl'çOS e cst:1bjliz çao do 
u en o co custo de vi '1.1 em 
torna dos 12% ne ·.; ano de1.<J73 
Fontts cmp~ess0rins in'·ur 
;-naram oindn que a maj0rsc:o 
de 8% nos preçog ·e re:fdgt', 
'rentes e cervejas, a pu;·tir d~ 
Zêro hor de ontem, nno :1re1u 
o con ur.1idcr, pofa com a 
atu:iç'.o do Con::elho 1, t ri­ 
nist::rial de Pr-ço" e do SUN. 
c:J iucr.oJ drs cor:; erc·ftnt~J 
1icarom reduzito~ em 400/o. 
O novo j,,M ao cume vui 
se· sutJ . .::~ido ã opl'eci'1ç
0
• o de 
Cons1:- ·,o Mun"tàrio Necioncl 
r. ~:·o.~im-: t ':ç feira p3ru s l' 
homolog~:, o no meno ,. prezo 
de tem .o poGsi vel. ;?tli'a eu trar 
em vigor. 
obre e .eco': 
n-...:1. O célsb:·..i 
~oi t!ft· do C.: :_1:1 . ...!"'-' e :rs Gt' s. 
íilh:.u,; Vendo:1-0 por quatro~ 
o r. o~ c:ruzei::-os. 
- ·
4 Ccorge Bcnr Si.w 
gr nde e ; .. !~:.::id}.::. te· 
1/f::) o ,lESL G, 'ute os 30 
"1. os e,' rc, 
duçõ • - ,10 lixo A ;;g 
;' BllOS, u~iD1Íli 
..:e :io u-:s 
í 'll"'GU { 
, 11 el:.h ~ 
Saint Joan. 
r; rnc:·, c,or; 
77 no , v _J o, "n Gi. o e ca_ 
s::i"J' v :.1 os :celhoreJ 
tr ::!hcs. 
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com o ..... ,.,nc I bl t .ic d 13r.'.'­ 
·il •. f. pt:re fo,;~e~·rn ntf. d0 
um; hidrozerao de eixo ver 
tit.J! u ~J.500 r:V ,·., lGJ,G rp, 
1. • e; ·a· cncln ucl ,: 1cquip OJLIJ .. 
to e cxt:1taq. :) p· r • o !.:-,,ud t' 
A essenes da oio:­ 
ção politicn Jo guve1·no E:-i· 
lá coudes~u1da uu fula do 
Prvsilente Mediei o Pés 
oor ocnsifw d;~ pn~s:,gem d,> 
ano: biar: tua &o 1 flaç5o 
ps: doze r :eto. Qua­ 
do estaval!)G:0-: q'n,t:"e lJ • r 
I , 1-' e., [> r 1 ·,te,;, ,) , b . , e t • ·, 1 : ;I O ,1 
, ·, n:-íor, .,,or .!> d
1
• eo r ·l l,, , • 
. ~: ;3 (V e '.'· ç1.. • ol>,-,-sHi e 
~>..-- {_ l•~,) .. t
1
2·~· f.r t-H:1' , nttt·~jUt:, 
~ i L., ' • , • 1 I 
p:tez4iene tê '+0° a4 
lf)7-t L:.. ,u ., B ·,•:gunJn 1.:, •. trn1 
,•i ,ti :n;: 'b . -·;_f'f,., '( (Jiic t:ou. 
tá cru.n hdrvgensacte ua 
Gb • '•r:1 iL t,. p: ·:ndn, é :, u~,. 
1 C:1,ct• !1!, • qul 
tiu:,h nni. 
ii, 17 5 'r-.. V /i 
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... a:i'Ck e::Cf'?V8U f;li'.1 Zoo;o<,fo 
F:]o:;óí:ía aos 60 auos c ,a iu,o• 
o 
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•- Bel'n1;rdiü de Gé' i'."lt 
P2e:::n cscn2;. ~u Pacio e Vil'• 
gi.Ja qu1ndo con,:ava 81 unoJ 
C. rc.'.e.cb. 
- Vi ·1.0r Hugn 
o !!:_Jogeo 1~ C:e!·:Jctua.:. 
cercado Lcgesia 
cr.los. 
afiz; 
aos, 84 
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