.... ~. -- i ' ·---· ~~- .. .5.7:.ã Liberdade ~~-=-=-e:==== !BleS:il corr ---·----· - ... _.-_. . , ~,, /i2{/i?'.:! . l# sr .-,- ,-:::.~ .· ; ; •• :,. ., .. ; 1 N:il:h:i .iG p~· :nr-H:enic: don rcitnres dus Universidu- NevsA dB U1:iv;i3! ::·]e F01 -~- de fü,:5i!!t'l confir .,a~~Fn í-- r'.es Católic·e e FecJurnl d~ ral de Mato Gr1:.;so. t-:1 Ct,- V,n Meio GP.7o ,i3 P±!tas e m,.-mbroa do Cons:.>- ceres Bégnndo j,1 ·(;i c'.l·,n·•ia- ci7an!o Cãcs d :w-ih Delibera!io ão PR. A do o ministo Co±t Clc.e ~;i:il:t·,: Co;..lo, C,:1vu 1 c.:a.1;c :lo,· co1c;t!v1i sr.rá ucresGiJa em se tlí'istarc'í co:n o gc"~:·n,)·lcr J_.,,'.c~-;or ::l-•ve:1d • -o·•:;t•:-~r !lé) CD,::, onde 1hlla temarüo José Frnqelli e upreciõrt r:::'.., ó- 1]i;:. 1O de ive.ir. Aen n •. pade () tF. Jn.:-c Monte-iro de rio elllborado por :-}; Í:s,or,:~ • 6S€sare, ire±is o is- Figueiredo preGidente do Con- gcJucho~ e Mãto•gro;s::: -z.- :.i'.e- ü·o d !per:v. : .ao:E- se:i de Repre~~ntantea do grantes d.:i 0peração Draj~'o f~o;i­ ·I,!J,,,do po,:si1 clt:.ier:.tc 1os :'upe- PR cm Mato Gr:,::iw_pl'oiesso- d:rn. O r~latório s-1:;did, i .di.:,­ rli:I' ,•cjvn'.,!S (i •• ~1:2 Jv'l!·çod.::- º vcrgeal do Ije.o E- d» e reitor O:. briel Novis no rnunicipio de Cáci:,:.:,, D~s'-',1 a J axn ílonoviária Peu conhccím~nto dos ,: d> vieuls mctori- p oprrc:«1r.oc. _ -·- ., z,,ddl, iipr~5er.tam ~ rrã int<.s:a n modificaçiio .' tu' :)Clr.,J;l(D) Loi i:Jo 1.:?.f:l.:2 do 3 c:e 1Dr.:le.s!0;·· 1 r➔i?' Altera o D1.::c1P.to-lei n° 990 de 21 de outubro d2 .1.9li9 que Ciiou á La Rodovié­ rio üriica e da outr o vc1lor ,rnunte µ«lo cuntri- ' - • bulnle ao sist~rnu bc1n: '.;o ,.,)- ciorrnl pêrél pc_~teríor c,é~ito n Banco do Br,rn I S, / em "JV?r do Oipart,irn1?.nto:;!'1. 1 d outubro de 1969, e demais disposiçães cm :contl'c1rio. llrasdrl 30 dP. outubro de Ül72 15! 0 d.1 lndrp.::ndznciu e 8-!u da R(:·pCiblic-. l•:milio G. M~diCi /nt·· nio Delfim Netto Má1 lo 1)3v:d Andreazza J_.so P .. ·i0 dos R~is V._llosü ;':ihlic:urlo to Diurio Oticial :ll/10r"72 ... --:r rt ''. ', !) • .. lL:· 1- Comuni:c,;10, u,is 52;1 ia­ res p0i, aluno e intesodvs, que .:is i·:H:c;·t4;C-).~/< . .i J •.' ,(ij.:. s nos cstablzc.munis d: iai» Estzdusls, rés ±culz ias 1.o periodo ck ti 10 d: fzv.rei s. 2. O> luras com 1í as compld·, ou m, Í$s qu:; :1 .• " L1 verem coucluido o nsu do i • grau do nível ). a IV ( nt:iso ,Jri ffi ário) d! V;.: ão r 2 nc :.:!11.11 1 1, C e.; para os cursos supl'.3tivo~. 8- Nu,/o d.:: lnsc,1çZ;:_,j M"tricu!.) o pi do uluno ou o próprio cluno cnr.'uud c :a umil te,,a cidade mim.src ds '­ ccitia c dei'r Vclii-1 c,7 :.: s-:1,1 . i. cun'is !c C».o jC:' e StJJ té P::: ,., , ' vo do e;o.n-e.D:c is:L:. e,: ... ):)L'") . •1. :.·~ ... - bdo : 0r .. 1 mbr.;:· do R s :..:.­ tudo 'o 'c:e .e, 'aic ri 1 ·te .. e ~ .J ._ ... J; .. Gã . (;1.,: ,~ , 3 «r ir. zt puto Dr ' • ' a:) r,1-!s v1.:o.Ju:o. o J ( • e u .... e 1 , •• . ! • 1 , .. :'..:: ..... ..:.)- 6) i<> !Jrill;.' f,iºCÍ CtS ü,OO (:-- ... r;1 :.:_r;·i:c) 1 ; • ' I 4- 0 r, ; • j ,: .. : ... ,t r .... "'1 e:,._ :: . 1.t t 1_;, • ' ores.cia.uso • l•. d co- dr o luno um ocs t .... 2 ·e,.:::~ .... 1:- .• ·) ~ ~L: 11 --, ·, .U r 1 ......... c,t:.;; o cl.: (J d '). ..... ':1. 6) ~~- ,,,r-.; ,:u , lir,:s, •e l.. T.o'ho cem ereção 1 :!ri 2. , .L o Ci,._. or e.b. o ,) da ~-rcrni!!.:.1 ,. o n° d· .,. i.1 :... -_: qU. ,~ '­ (. ~ ,: u. ,,.. d_ . - 'f'! l . -.... - ,: C1 ,_ • ' 1e l 1 1 }' . l ) .,. u • a m e 1í:..i.l!:F, i, " • '· : u :n I ct e vj, nu,eus pée, pé c1c:·, .,:-,·1:;r_ J, • um Iugor l.l o· 1t) ,-c-rn Juwc, r,é perdido • ·o o c!e vejo sinto m •us ,,.:,:, '-'r!, . tD 'l , criança 1.1 t' o s· ! l'irnm tnrn­ ~::rn. 1 ir.1m D. lov.- u viver esquzcendo • usa Lucura. Sin­ u,· 1 U Oít1ÇflO d, i. u "·' , !· vi :o. !n- i , 1 .. ! r. ;1 Corr.çilo n:o • •.·. j,·, ,:).: .. minh· 11en- ·'· ,_. qw tua.site Eco co ds !lentes doent'ss de Ivaldo Pereira todo o .. undc. Ncntr, lu­ g,ir e com outru fo1•m jú :-J::CI,­ S-'Í e m o C<•r ç - o üSG!1·.lü ,1., pc:lav 1:1s :.cin.pl p~tsd e.:~:· çirnplicldnde r.prnpriad~ uos ,lj• m'ides, que snb:::n crer e ch­ ra . Roj~ 1:u nüo prn:rn, teu­ mito -d~hs, !d'i' s cans:..·l:-,r, l­ riéias do iunào. O mom.:·•~o é critico se penso s{:o c iro p_n:;o d lx, de pn ssr p.:, - ar é vidu e V ido é loucu; a. Tento tempo e nodo rcstu n::i poeir.:1 de mifoõe.s de Anos turvaram-se meu Ide ois Que­ ria Ver a Ro:;a sentir o pe fo. me dos fiôrc:s aueria ver time criança sorrir e o que v tcjo? Vejo a nulidade do meu EU pe:-nnte a monumentel idéi.'..l rJe SER. e nGdo SOU m u pó­ prio SER tcrnouse ECO e fico prêo ás Grnde {grades rncmtai: ernpenci1hos de me:u p,;qu!smo e nada resto n ~er a bide do Cougo cvirn .éo cos Homes C.:e Branco qu·, é hora; horn do choque. Eston no lJOSP!CIO. ! ! sua confianca 2 • :i L VL ,. 27 /1/073 1 a$ teteoetgo assaeeaemego.oetàtgtgdtt atg g roer@aeagear9 l vos e rl: dos em gel - lataras - bebidas - ;· 11 ,:)., - • .• :2i nho - • !um1n·o8 - artigos esco­ ' : -!r1.4!! s .. teci e.los o calçaclo3 - R6presen­ i, ule xcln:::ivo da Pipi-gás LV.lé'Jfo @::'OSGG acê pode l_,·1!]. ~ ·, COll'OS a1 ma1s coforido • si.g lo-os cc± m pou­ qiuo do leite, do: tipos _·, ,q- .0, q1 ·' ;:;fí.O l)'liS gor­ d.usos. 'pois dê o oli. nu co lnneb gros e@ ~; t·;, r '!té..r urn□ch, s de rn .e 1·0 ·pns bl'ancas, bas- « • b; ,:.: W'>''tt •oru ~1gua e s·, ao. Em tecido de cor, apliqo um pouco de vinagre ou su­ cc de limão e lave. Pt1:::se o veludo ii fel'.o ~em pr , peío a vc<;:so e ligei­ rente u ;Jcc]ccido. Os pe­ lo que fic·n· ll'' :im:, .. sados do ,L(o dil'eito voltarfw ao 1101' .... : :•! :~" você segm·,n- o fel'íO ui:~ lJ0nco acíma deles sem ío ar o tecido. P, 1•11c limpai' objetos de cobi• pode-se usar não ape- ii üc, sal e víangre 11 as ta l.Jet:L. • o tomate. ,.. , ' U f'.LU8 p8ra ISSO os mais m"duros· e as sobras. Paru conr-r o gosto um 1 • ,. • tanLo nrnnr 0·o da CL!lcoru nn LS ele tc1up :l':ll' a saJadn mishnc uma colhcir bc 1 ct e,.. a de pilo es 1.1Í[Y'1Hrnclo. As ves o gelo adGi'0 tanto a forn que não se desprende 1>or 1.rn::s (llle ·e coloqne ua :.ígna. :íHJs se ~o.­ ce esfregar uma vela no u.­ tarior eh vt ~!Ih,. autr.s de eolornr a ágna e levai "º congelaúor o gelo se sol­ tará fucjlmente' Quando fcr assal' ma'.:;­ sa. de torta, ainda sem 1"ech010 fnre.-n com um garfo, pnra que uão cresça. ~'lassa~ re­ cheDdns antes de ir ao forno não podem Bl:íi' furadas . Um truque para que n fritura fique bem sequ.in b::: antes ele levar a gordtua. ao fogo, acresccn~e uma colhe- 1·inha (de café) de úfooul. Mas lemb1·e-se de que a gor­ dura deve estar fria, ·para evitar o fogo na frigideira. 'Viatadouro Rio Forrnoso CASA DE CARNES POSTO SHEL Servi~· para crescer 'N) - [m . ro. G .n e, . .,, ± i) + .. ,r•. e .... 1l ' is0/23 qd 6tu o 2sieto Rodo -~J e ·: · . ..., · os traba Jos prelinu;ares para » implantação .e um «cara pus» ~ van.çado no muni­ cípio de Cace1·es. Os integrantes do grupo per·tencem às Universidades de Pelotas Rio G·rande . ' do Sul e lViato Gros- so. a R's: i aos conta ta:lo chegou cval s µr.,ra i,...... , .l • e rnon.te. n, ::e· o .. n .:. ,. e· do Cristo ·s hxr se e:pregavan • e as.o é;iusl ;ure sr­ ~~Ll' (;· 1 ---- 'I) e o CJal8 .. . . . dos animais , N, ":..,o -81, e-e' primei­ ,..·. JH·2!':...c~-·0 Í3r'i'tl u- era e g Sr..tga- .. , , : ,, ti, ouvir.o • -:· 1l" ·:.;eno qu • e'r, O p;;.vã~ reai o In­ dusfilo, e aeg;2do pata 300 000 000 de pesscaa. He. presema o ewble.:Iia de Kri2h n l. - A mos'ca poàe vos., t:ill ca::;o!' cxc::.-pcinmils 1 000 metros. É os patas peludas na6 as?G trOI a, qu3 t:as- pcrtu cs germes ,àa"i eolé:J- tis. A mn:-cu • dcmestic'. põe de 100 a 150 070 d csCa vez. - Cu1io::o é dizer que a capivr:.r2 f. o maior don • E!· 1rife ros ro.,dcres. ,· , , i,c:;:: 1 :i uma e c:.m tine e lhe Q1o é • ·.e li 1ui· o d'.o que O rC­ (.:' vivo é '.:ltUI'U. - Zoolog··•E.sn•.o modamo, do um r,rogr1ur.>.uçüo Dinâmi­ cu da Re:[tud+. . Neohuurn pn!Gv,'a rntá m:.11-; lg.da à ~c1c0envolvi- 11_ieoí.t->• do q plarH•iu.mento. E} qm10 o desenvolvimento In- t:!'--,-;_i1 _ ,,, _uma e,trntégica ud I..is;iivu j'li ca: cou­ tra o p1:upcrlsr:1:1 e a dotn· ç:;, o r-mJlíubcliHUo 0 a fru§. tu çiin i'Jacioi a!. E iGlrn só le• e à Viló ln t{uando são oocr­ deàudss toJ1,s aa forças Su­ ciais o tod.s us atividades rconomlca:,, _dr,ntro de um es­ !rito e de uma determim.ção Coldivr., ou Eeja, de urn fPfol•• hg;a1ena(o &Gcscicnfe o ?e?s:rei Que é Um 01 Ç!:lrnento pú­ blico . enüo um plano de Tra­ balho? No caso de Bel& Vista, o Sr. Prefeito Munícipal, publi~ cou na Rcvieta Integração nº 1. o seu Plane dE: Trabalho pa~ paro 197a. É tactivel'? Anali~ rnndo item por ítcrn9 chega­ mos à car.clusüo: item a) Rêde de esgotc;s para o p'tl~imetro urbano, jli c:tr í"os<; rle projeção pois foi solicitada n Verba jun• to a Comissão Especial de Q Faixa de Fronten•i:i:;_ incluindo eslacio de tratamento. Verba." cr 150.000.00. Hem b) Calçamento das Ru:;s principais, pelo sistema de Bloquetes, ibricados pela Prefeitura ~coro maquinário a ··er sriqu!ridol>. E viável o Plano de Tra­ ba.ho do Sr. Clovis, resta-nos e ;perar com confianÇ!i u suu. execução. Reconhtcemos os empecilho: do Burocracia; :.io bom • ·ndamento das adminis­ trhÇÕes, mas quando DinH!11Íca é um mal necessário, o Povo Belavislense dá UIL voto de cof}fiança ao Prefeito: Sabem que o Planejamento. é o ins­ trumento que permite evit&r a Capaciclode ociosa, nos setores de infra-estrutura e/iredução de eHciencíe e rentabilidade nos setores dh·etamente produtivos Planejar Sr, Clovis, é pre parar o campo par~ realizar. Bela Vüta neces5ita de Planos e Planejam<:ntos 1 pi:na atingir as metus do Governo Federal. Não sendo L:ma Cidade cem ali.'rE oadação maçiça; não pode~ m<}s viver eem um Pleno de Recuperação. Só o Planejamen to Racional poderá dinamizar nossas potencialídades econô­ micas tronsformando nossa!J e~truturil3 e aurnenkn:Jo real• mrnte e.o b:!m est9r das Mas­ sas», que é a verddeira Mis­ silo dos politicos. S. Prefsí, Indo o se Plano de 'riu!ho, publioudo n Revis!s Itço, Ver! ficurn;.i, quo ,udo que n.l con~tu nurir, vt1F1 tle encon­ tro 'norss ine:ese3, e pe!un mos? Ou não é que us Ruas d• sr..i.:i. Vis•:.1. to .. arüo nov:.- me:te 0 aspecto e «Rua»?- prque té @.r. tá Dure, cno E ira.e «eRoç: sendo com?p};e&a eu su mi' / 6 • ' ['u•·n ria pllL' u1,,a C 1 ],n llO t{ » :!- c.:ão J..,.:.J /.l'~•• u::". F,rai c-amcn· te, gnt seno se crer­ go.hdo de dize que mo!' om BGl VisL·•. St'l'Ú q :e nuo há us.l meio cte urgent._s pro~,, rno.cit:ê em reiacüo ao uspedo clu no'.:'@a Clde.cie'? Esperamos que não deixe 8 conteoer o que diz3m r,or e1 «Gonieça ola 'Vls:a, sncs que ola lesaprcça... Um doe.; cargo: . " r.; cruciantes c1o homem é o Delegnclo de Polida. É e.e ?. respo1Jsávei pela trnqrzi- 11cfade, CJU8 obdg toric .õnt;:; deve permanece as cidgues e mriis nind2. qur.iu • o trata de um munici pio fron~ teirtgo. O trabalho dele. z-. pesar de gnde irpoztan­ ela, quase r..:ão ::iparece no3 comentários das cidades. a ' nüo ser qunndo ocorrem cusos que mereçam a sua intervenção. Um assassinato, um furto, :_.uur contrabando de entorpecentes e out~·8s ocor rencias mais, enquanto não se encontra ~o vel'dacleiro cu! padu a responsa llilidade sempre rcai sobe o chefe d~ repartição repressora do crime. E ,uma questão de o;:d 0 V Sr, 0 ''.1 , ~ • o:::c;.1, co - o ·odo.::, elegdo de polici e cinco a 10:, e ne' ade, duraste gdo este "e.E­ O: guças o en p{mnc canhsci nto de tclsçõs ln.ma .as, brn. e!'· .n Jv problemas c'o pc o, ce~!l s0I-·donado todo·s os cn'.lo afrtos à sua Deh.gad i co·n habilidade e antes de tL:dj bom senso. Tem sido 20 mesm tempo o diploruntn e O pc­ liciaI. DiplOllls'm "gtrn en or_pecentes P"ra e vid 0 11·- 1 I e . , ., us. b w " - vascuiares, cerebrais. bronquite Para os hàbHo maus porem er~na noo proatibulos para cromca, coronariopatias ellfiEle- uão ha justificativa nem diante O ª andono das familias para ma pulmonar etc) - está ido •fos outros nem perante n 6 s O hábito de roubar lograr ~B 8 receber as terríveis ame- Leitura, por exemplo, fácil- ª:n abrige, grandemente vulne- aças dos sempre mais psvoro~ mente p,Jderá dar an razões nor- ravel no qual procuram as pea- sos _informes oflc1ais sobre us que gosto de ler. A leitura nao Soas refugio... perigos dos cigarros. enquanto c:;ó é um d<:!leite em si mesma , A t_ensão os problemas psi- Isso, (tranqm,as e seguras. co·­ comtítui um meio pelo qual no~ c~Iogicos precisam eer remo- mo se pertencessem a outra vamos tornando informados vl.ios e não simpleamente acal- raça· • .), as mulheres cont!- a repeito das peso€ e dg iadoy, nuavm fumando orientendo coisaF. . tleu paladar, por sinal, pera Óe igual maneira o hàbi- CultivemoB pois só g 0 tabacos de... marinheiros t de ervir aos outros tembem hebltos que tenham uma razâo e tragando 8 vontade, sem pi:.:=- possui umu explicação, exista aceitável. da_de nenhum:1 para seu pul- 1.>empre uma recompenrn que Assim geremos bon9 mes. As mas notícias. porém nos .::dvém na forma le un justamente dos homene de estao chegando. para E!&s tnr-1- bem eatar por havermos oído boms hábitos que Bela Vista e o bém. A demora ocun 1=u an1.:n· s útei:·. Os que fazem o hem Bra:r;il precisa para o cou!ltante porque 8 mulher - co::;ccou ben1:-ficiam-ae a si mesmos. engrandecimento. ., 8 fumar, de maneirs <(re·✓Ek~te de âiato Grosso Educação e Cultura Guiabá, 8 do janeiro de 1973 Of. N ° 20/OS/73 Ao llmo. Sr. Prnsldente da Jornamat Ref.: Proposição (Faz) clenhor Presidente i,;mpenbados num trabalho integrado' que visa. a promoção do elelé,,"lento humano e com o fim de atingir~ mos aos objetivos por nós propostos, vimos colocar a disposição de V. Sa, a Secretaria de ~ctuco.ção e Cultura para Treinamentos de Recursos Humanos • Assim sendo, solicitamos que Vvssa Senhoria nos encaminhe passiveis necessidade~, para que possamos elaborar projetos de Treinamento, espeeitleando. tipos de curso, local, clientela grau de escolaridade, etc, · .A proveit11nios mpo do 6r ·cc:. ào:- enfermidedi:'s resp:rntori.:: e cardivcas e vasculares. ({enquete» Froe1inghcm 5U0 .A O G OS o Escrituras, contratos, procuruçífas, rccouliecimeri:os de f1rmns regist10 ~e.i~ovei~., de t_itulos e docum:.mtos cio protesto e anexos. Extru1111os folocop1os nu hora - Aulcn~1c·•dn, {;UH<2 ulrons . ll' -----------,-----------------~------------------- _;_ - . ( - .. ..:,. : lt l r .. , 1 1 rc;. •. r . r·ido ode 2% ,r s 6e nas rte L ',nl:c-'~ 1!, ::. 0 / 0 f 0I' • - ' • • formou : <' n: ·.._l!it:r::'o ,'.-cv () novo ._.p:--, ,t .cão da ( .r>.· qi. - .~-1 r: :lr· • de·· f,:c Iu:i ::i ••":+ 0s Etz..s s .. ~ p l, · ; '1, i:1c,J:J Com O itueo tu' < , i do 1 .. 1 iciaimn- • r so e Goiás --· ..... ' . 7'v ne ::ix~::i ldx:i ds17%o que [a.riD ) qu .. o ,rc; ut. fl~ .Jntivesse a+x e rumnnto os 12% pr CC'f'iz,,:h pol'l Go e nn r,•. al··ci nrÍ!lO t! di• • ..: ano: biar: tua &o 1 flaç5o ps: doze r :eto. Qua­ do estaval!)G:0-: q'n,t:"e lJ • r I , 1-' e., [> r 1 ·,te,;, ,) , b . , e t • ·, 1 : ;I O ,1 , ·, n:-íor, .,,or .!> d 1 • eo r ·l l,, , • . ~: ;3 (V e '.'· ç1.. • ol>,-,-sHi e ~>..-- {_ l•~,) .. t 1 2·~· f.r t-H:1' , nttt·~jUt:, ~ i L., ' • , • 1 I p:tez4iene tê '+0° a4 lf)7-t L:.. ,u ., B ·,•:gunJn 1.:, •. trn1 ,•i ,ti :n;: 'b . -·;_f'f,., '( (Jiic t:ou. tá cru.n hdrvgensacte ua Gb • '•r:1 iL t,. p: ·:ndn, é :, u~,. 1 C:1,ct• !1!, • qul tiu:,h nni. ii, 17 5 'r-.. V /i if .;;t . -e· iáô • ... a:i'Ck e::Cf'?V8U f;li'.1 Zoo;o<,fo F:]o:;óí:ía aos 60 auos c ,a iu,o• o . j •- Bel'n1;rdiü de Gé' i'."lt P2e:::n cscn2;. ~u Pacio e Vil'• gi.Ja qu1ndo con,:ava 81 unoJ C. rc.'.e.cb. - Vi ·1.0r Hugn o !!:_Jogeo 1~ C:e!·:Jctua.:. cercado Lcgesia cr.los. afiz; aos, 84 os Sé- C;;· ilo e..:icrevén /1- m:n· de Perdjci3.o e;l!l 20 is a.sendo .ta f. - t..GCthe EOS 80 o.· 1:10 cG, jiet;rn o seu ioortu!FauD­ to e .oi,, ::-u:1w; :','r umn j:nre; ale:E_' t:t-1 18 nnos de iá:.:.de. tê.i .'.:CO vo eve GilCiY•' o e.cvdo ri:ozent tcni­ c, • a cq~'.;(➔da SBP _;__,AN que e!abrcu o ccteo o o e.,. " j • "' e . .,_. ,.,. .er I orça ent(;.l'ia e;; o • c:etc.1 ap1'ov1:mu.o o r::en 12" d t'"''.11"'.d:'mento o :,Dltrio I Ccfol, e .m 216 pé.- 110:._. Íc.cili:-. Co, dess·, l'.,l'·· ma as abalos o Tribal (.0 )JÍ'U,.lQO's ;,. CtJU "J't.'.l.' Cül 1 • ;: nu.édia i!lesá:is em ir­ no d vinêe ~;;~ • coutai (' ch..:fa do goçcri o scnLín (·,ue e1·~ •11""",cL, ,., hon, d-· j a. ; ' :-,•, :t 1 ,, " V !'eaatr conti·n ,. que : 1 .• 1eaçav •. : .:, . . torrrn.r~::;e td11 :', e: ae g, ~ pe clder;n[nou t.O~ g-:!---COl ~s d::s n rrnnç, :i (C~c-:..:scm, e qualquer cu::-tJ; u ::omto crn:~ • , • l d soá;;o p: O T€&Or ·o:/ qntDze por cc! to !JO nuo que Í'indou. ,B; .·Lo foi eon­ seguido, ses urzes b«­ los para as inici::vvs da adm1nis·l'aç5o ;i1c1ü-i:icio n­ queRas de custo elevado .!O­ rno a abei.tul'a das g~1.111de3 es:ada, «zonices. O pr gama de obra rç«o ta. o -·co qne i::r: ;;;;r.1a :,le!. ,_, con tL'.li.:1 tln'.:ie eh i ;,í:ég,: ··çã. cL amflzônic,t ;..o CO!í •:e- .t' econômico ssilciro, p ., .. ·et 'ciivs &e e d - .. •...l ' t i .s-' po ·~ , dt::sinc~ u r}s-:i0, t.H:10 .scn ;-iLo pr<;ÇO, o.; co' l'(-~~., ·e:i C.t(.; expo1t,1ção. E~~21u::os volY.::- • doti pLtl'éi. 0::; íiiel"C:,tios o..:::euo. poi' necet::-ichck :;;obr •il ve 1 • cia a impo.são do des?n­ volvimento . .í:,~ra cln~- escor-- 11is rai ~va qno , em se!lilo ob~ 0 1 vud;..t il pni-1 ir c.L í:J(H colocot1 o l3íc1stl, a pout:o, numa pu~i<.;fio de Cüllii,! JÇ't :dJ~olULa pci.'<111l0 as 11açür:;s qné se llltc:Hl::: ·aw pdr i:1~ es11e1o de capta!s. tgiess0 de 1oda esta!t­ gere nu Fís eu execd:do rnt :::;LD0 o ui vd do ÍLi al lí:, ,,,,ndu o guvorno ü eoueç:io cl:.: flJíllOs, _1w :-;c:ntido d0 IL1au ter L! déuia em coud:, ções adeqn,~du::;. 1Hnos, po1· can:::;egutuli::t H refon;.11.: as tll.:i[)OLdbiÍldaUéS Íuterua&.- o i.lli.:tillL::::itO :i1L:::1e;:su do~ p:,i, ;:;c:::i CUiil U,::i qu,ll;:, Ú.lülJLt'illOS 1h:go...:iu:::;, .: .. ,n.,cceüzado t,,u, • i:o ew õ,to:::; ;le go veruo ,J;;~ J l'H guV..;filU conw IIU;:; l:ü11Lh, LU:::i ...:0111 il.::: ágl!L1l!i11:S Ucl CHJ~ LitCo e uie::wu gr.:,,ucle;:; ew, pres_a.:;, que se ,t::;~ecia ,n p~~ + lactnienuto uo brasil4)] ,:.h::U: buu::; 11:Jé!JJÇé.lS • Ilái) é lJO::i:::;1 Vel Íd~er lJüli uca. A fJlülHiél illJerdndr~ e ti t " b ,~ C011"' úiMuw.:, O ~,Sta cIT]..- l. i.: 1::i Cu l'1"(1 O l'~!:il!ú , e vdtal' pannaoo Ii:Sl_? 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