Os Pr.,.fettos t.b dlver.;o·J Muuici iou Matogro[se .:['t:, • e­ rãu de ·1 [orn.ar ao Ooverrl!:i­ llor José l•rugern, sobr:_, Gi­ tl1,.çE·.1 c'e oua::i , epec:.iv!.G 11 ni.dpt'.li'1tlde. T~StGR :dormn­ ÇÕOS ctevcrUo ser udas ~té o es de ~_tendnnen~ # +.± to. Conflnmos numa saiu ... ção mum encontrarmo' em il'.>usa vitlu l)rofissiomil ss ;rofud.nente er­ V' 1 idus em nus tnrefas dfá· rla::. Ouu • s, apt-our· de exe­ cutar m seus tr::ibfJlbos, nll ·> rt f1et m dá a iprssão de es 'êH', 1 :11 n~oti vucJa1-1 ou vil.Hando com a função desenvolvida. era este seu cuco ? Quantas vt)z.e~ durante suu vida : pro­ lssinal voei j 1e foz per­ guntas e2elhantes às que constam a seguir? . 1 - Fixei G hj eti vo0 pec;. • oa1s cl:.irns e eBpecíficos so­ br o quero eer nu vioo? 2 - E.ton gindo de for­ ma ltc,ne:;rn u decisiva para u1it1gir os objetivos ? 3- Tenho feito r2ava­ li• ções cfa meus C'bjetivos e omb!ções? 4 - Ton h,i l' lto aná liees ol1jt tivas c,o meu ambiente? 5 - Quais as providen­ ci s rew!uções que tomei ;:n,a corrinir oa pontos ne- r;nlivos? - . ti - Qusis .,s providen- (·1us o n.•soluções que tomei para ioc::nt!ve.r os pontos po_itivos? 7 - Tenho a ded1cação e cnucentrnç,io CGmpative!s com minha responsabllidade e objeliVuJ ? 8 -- Serei um prof!Gsio­ nnl competente? O processo de desenvol­ vimento de urna pessoa é conllbnte. Nãu há possibilida­ de de es!agnução. Quem pa­ r·a de progredir está retroce­ dendo, porqu,3 os outroa con­ tinuam a oe deeenvolver. Trauallit-1 samprn para seu aperfeiçoamento. Concen­ tre-se em três áreas priaci~ puis.· 1- Conhecimento de sua profissão: . · a -Eleve seu nivel e­ duce.cionul. b - Aplique na prática seus novos conhecimentos. 2 - Ceraoteristicas de Personalidade: a - Tenha detHmiuação. b - Procure o maior grau de obj!!tiv!dade. e - 'l't:inha tato ao Iidnr com 8B pessons. 3 - }mplitude de inte­ resse: . a - Mantenhi:-Ee bem informado. , b -Tenha cultura geral .e- Conheça sua empre­ sa de modo geral. ri - Tenha sensibilidade para sentir as tendeucias de clesenvolvlmento de sua oro­ fissão, e de sua empres·n. a]r Conceicã .9 "ova, 2"":.:. ...,,_ . "' ~';í. ·. ,f -- ª t. -1 ais o primeiro premio d& 1 : r.1Zri rS 20.000,00, E ainda ,desfruta das )~~ ... bras que a Lemat custeia: praças ': 1 , le esporte, obras sociais. A Lemat ; ··~ -~- plica lodo o díf!Í10iro arrecadado- f • -'"""~ti~-// a venda de bilhetes, nestes bens citados. lslo quer dizer que, o seu 1 dinheiro hão sai deste Estado. Uma 1 , coisa é caria: com os bilheles Lemat <. %,ai@narrei@ieiseiis»nitsis@iiisnini@fiei@n@is»%@ # Novo Bar e Hotel do f[AO .; ; Ambiente famaiar• I-Iigiene- Dormitórios . , 3#8 atendi ru enlo pelo proprietário 00 00 ~ i «Sua casa em SlDROLANDIA» • ~ 00 lweníd& 1 ~oroeste - 454 Siãro!àndia- MT 1 f%srotara#etosersrate#stexanoeteetsetexeatos # (• I Orgetizao nãos aqu lVf a" adou:ro Rio Forn10s0 CASA DE CARNES POSTO SHEL Nantes materiais oara cosi adeiras Serradas--- Servi:::· pa-..·a crescer tu a-Las@los -Tijolos -i ({ $ &u © te «O s&ruir sue @$o n você é q faz» 1 #usiit Comércio de 1 U o t i Sergipe 29 LA,IDA-. T 1 É o ponto de encoutro gosto #geeenaencantaremos#teta#ao%3 • Ci- RTÔRIO DO 1e OFICIO > #j % T4eliac:José ve!ino o Silva %} ~ Escrituras, contratos, procurações, reconhecimentos de fírmaR ffi >,:1.~ registro de imoveis, de titulas e documentos de protesto e 2:U'í ·~ nnexos. Extraimos fotocópias na hora - Autenticadas ~ 1 Serviço rápido e eficiente ffl i g3 ~ Bela Vista Mato Grosso 1 482Kg#EX#EIRRIR8K3IRRESRXKK#KRKSRK#AR3 Recentes ivestig. ço• ti geol.égicnb 11~m '1ro- vaurtu l!U :: , , 'Ci'l"(rn d Br. 1 r-ii0 r, mu:f! . 1tlga1-: o !ob. A A óiw:, 'eondo de. -poimer < 1 --:u: p~·~u :.:o Dr. Ilumbolí!.t :,; cie om H .n,lori­ daic», wr i -::.;.(l;;, h ·L qi!on:r u à f • :o., i,ciu Nor .,,. !.i'V,)ceiti rn v.--0 o de . ni.·:n1o prc IJin.-óricc., í.orn sít'os ctc: 1 eobert dl 1 M11lo 'ro (J. O sboio ali são elwa. uog~í I C(iÍ.füW,1rfo f.L grUt(l de Ubujn.ru. n., L cud, cLvati ,., p•;r rrdloo human ,s, há cen­ tenus de Béculos, com 1.000 metrou de comr,rimcnto, as­ siro r;e 0xprea,rnu: «Nenhuma obrt1 buurnn1~ existe igual em • 1rnpor!aaciu, pt1io sua cuns­ trnçib deve ter !eva!i!o Sécu­ lt;s,>. Na Víla d· Batalho, em Súo Paulo, c~'!flcobrfram-oa monum iltuu pl'ê,hiGtórious, cuj ..l GXiGtflncia l"tlIDO(ÜC. u 25.'ooo uuos. o Dr. Horácio Nogu-;;ira, .referindo-se ás re­ líquias hrntóriCaG • 0 Viiu àú Bi 1a!hh, csei-eveu: cr.Esta COil6tr!1ÇiÍG é ~mt{.,riOF t}ápoc,,. dos inc!·.0>,, O vneri Couto deMa­ gale ; 'encontrou no Brasil o ergo das tres 1.ga6, e de:a­ co!n·lu f:m lngoas de Mato .Gl'OIJBO. l'lOr.'CB ..:,quáticns Cle qul:l nos falr.1m documontoo que se peru0m na vastidé.o c.,,:, b1s1ó:ia O !Jr. Pütei' Wilhelm LuiH.1 füicnntrou em Lagoa. Santo, c.,m Miuuo Clel'uis ree­ ius &e anisa!s extinto quo viveram n;, épocíJ geológíca Ilc'1 10 000 cuu;,,, tais como me:stouo:.e, preguiça terres-. ~r0 lha1rt11. m·s:), tdu gigante. O materwl ÓGGeo descoberto poí Lun __ ..,.. bulo &. 's D. irepor­ tt.nc!o. hi.'.ilól'lca~ ·tz purto do mu_e·. Luüd, de Copenha~ gue,e: repuac' ta, hoj0, grande doeu ;entnçr • _pré-histórica. ' A oc&clem:a de Ciencias ../, de 'Minas Ge.:aís àivu!gou Ofi prim írne rer:H..:H0.o de vcdio- 5 pesquisus que vm em- j p,·2enden'io um torno tio pns- tH.•.c o pré-hiotóriuo do Bra iJ Hico rnattt,rial de ·ntereose p .leun ~dógico • :.,abu de ser ::,:cccberto nos vales do rir, do.s VeHrna e São Fl'anciscu. Os norscs sábios jl: ~on::egui- r~m forma,' m a. br.w. coleçtio de ·ec;toG ;:usseis. VáriaB ca­ verna· Lem sido cxpl;._:radL1s co !l' n:Je 0xito, pelos me:bzs da Acd. :, ntre a qua!s a ú e Confülf3, Bor­ geíil, Lügou Funda Verlfl elha ' B '' r:• d • "'º uu, 1.ul' e no esta o de ML .. as Ge ·ais. • O achado de ior inte- 1e30 p..2 O mundo cientiflco v~H•ificou.:;:; iurante as e ca- ações que •o fizeram na Lugca ,J.e Conlior-- e na Cu- --------- .ysrnn Lugo;:,. fund , em 1935. ·-1 A Lema( tem esta opinião. Agora cada bilhele Lemal tern 10· frações e custa CrS 20,00 todo ele. Você pode ficar rico 1 sozinho. Não divida sua serie. Você tom 1766 premios prá ganhar e : voce não perde nunca! r .. 1/4.. cougue Certa&do Carne frese~ ili L eu g: •a.1 Higieae acirua u, lndo .1 ---, Triburrn d~ Fronteira .. , f •. l•t 31, » fn1:" Esfivf!r~m reunidos a que também pJecisa de um pouco din en Jarditu, os se. reforço para a sua usina tlétri­ nhores P1ei•ib9 Municipal do ca. uvice,te e outras autoridades p91;; .:-:~·: re-m. ele rc>:oolver o 11•):). PtJ'C,'I ,., 1 l • . . . cu.o d cnegia LJ,.,. Jc:: t J» n:unlcípios de C'l t'I Jqridt1t;0ne, principal­ n° nt.0 de 3a 'r:lirn que está pie7entemente s3m luz, num ,. . !,J e c0 cJe eon8t·gu.irem junto do :_ :·. G, s;erm:dur do Estado u soluço do prubleme. • fJü,:1e. nos o Sr. Ciovis lTort1(-!f1 o d?. Oliyeiro que es­ tevt: preente à reunião, que do Ô( b,,te ficou dclíberudo àe íH: tu. a ·oéi.e do Sr. Governa­ dor eh, , ó ceder rn~io pern es­ se mis:ér qundo chegar o A­ qvi aaaro a energia de Uru­ bupa.gó, 8Íus que ele Gover­ r:· e: J1· j.'.! havie al'i !'mnclo logo após a 2ceuvão no Governo do ii!o, porér, que até 1 irinr-.J pl·,j -~ar nl(,S -T F. Que; lirgu ouàial-- l 1: Vl•'1 e Norma l'1, Pinto e noroximamo-000 de u 3 pequeno pnvilllão i:Ú8t!cos. Lá ersontramos pdre Bruno Ste!Io, com r.:eu • C'abelos gr!­ snlli.os, mas umn fisin;:omb jovem e t Sil(},!ilu, satlereito com u roiasüo ~uo Cric;to lhe conilou. faare Bruno, estnv,. ro 'e3do ar uo gu,o dele, que tcrave teeré, enquun­ to os m:üs jvon jg vasa Iuteb--il (l.)albm llll1!:l 1Jllh!,;d·1 p: Ldu) . De·H,ín ct um p--u~ co de msis:cus:a do pedro . . to I..1Jam ? Pc Bruno• É umu língua deles m~;,moa. Nilo entendem o Guarani. As criançcs estão começ:rndo a aprender o coStê­ lhano. T F Como e s:?nhor man­ tém a disciplina ? Pe Brun.;. Ele~ jarnaio brí, garam r,a aldefo. Para eles a palavr:1 du p&dre e lei. T f füen têm slgum culto religio!io 'l Pe Bruno- Nenhum. Nilo gostum muito de cantar não úanç1:.11n, não st.! cumpri~entam (bom diu, boa tarde, adeus. etc;) Alguns já vão n igreja e e::itáo apr ,mdendo a religião católico. Jà l<:,moa lrinto-familias .:esadaEJ segundo o::i msndamentos da igreja. T F O senhor ainda vai 2. floresta o procura d!:! outrns? Pe Bruno Não Eles mesmos vão e trnzem oe outros com, p:mheíw.-i. T F Eles tem alP-uma e•- crita ou c±len!rio ?" " Pe Bmno Ntnhumu escri­ ta ou~cnicndário. Nüo comemo­ ram aniveroarios ou qualquer OUtrl!. 1ate. Quando saem na floresta, deixam iiues marcas propriaa nas árvore.>.; («X>, trian­ guloa, etc ... ), para seus com. panheiroq rnb~rem qU9 pnssh- rsm por ali. . • T F O pri:r!eiro gruoo se reuniu aqui mesmo ? ' Pe Brune- Não. Começa­ mos nas frontdras com a Bo­ liviu, viemos mudando de re­ gião, até chege.rmoo a esta que foi comprada pela Santa' Sé pare o aldeamento. ' Despedimo-nos de padre Bruno e voltamos u margem do rlo enccntrsmos a chulana que n:•3 leve:-rn de volta a Porto Martinho. Os guris iniios, que se o1v11 qnr:r_i em pescar e saltar o:, pdxeo, j que não comem. . AumE:nt i:ua cultura, con­ ueço.-oa de pr:rio. e . iquo a Ili --- • I N LISMO A .:, d+6 - o de mim êse te- 1~ muitos surnrecuc ora lfl. ' '·"'ª" ' - ma. Que o parabenizar a imprensa do interior, cm seu horo­ lsmo na luta pula sobrevvêticta, pelo nio icombativo. ::, .• ~ l t' ' F • O J} pvopro da noss natureza in!oro1ar-se . f • ·on'' }u COI l·•-·c•li1 1 1 0. }:"lOSHvel 10 Ol'UJi' !', l lll1 ílil' 1 mal or S 1< l '" . ,h, • • ~ • '.' _ do que ocorre no osso grupo fmllar, as vizinhanças ta comt!d«de en que vivemos, entre o::-; r,ovos quo nos t·0d,.'iam o 11ns maí::; lonµ;inquos ríneoes do undo. divulgação de itormagoes, « exposição_(mosmo wt:fl}, contrtbe pra (ouua a opinião pública, daí 1pnlsoíar os gupaxcn:os huu,tos as decisões e re•:iiz;içõb na vida. ·o homem pr!witivo ou o son~ic_í,I:: p,uC-"'tVa trans.- mitir aos seus semelhantes. B'eito instintivamente, talves vi:-;ando assegua o bem1 comu. Desde tão, o:-;; hutrnrns não di.-1 e!lSéllll l 111í:orma<.;:10. llc11lrn ·1 p,1ls, nenlrnma socierlt,d•-=1 on grnpo Lt11ma:10 p eciudin d_a informação. O jo:uai desde época m que ~: 111formílçao era eferuzdu pelo siste 1udiaelar.' palra, pGu, uotl, fl- b, pl.-ó aio de divuigação do {aios o idéas. ) honrem do ossos dias tem; fome do conhecer o teste, pata csir par das idéias, eventos o situa­ <;Õ '·" CíH' t !'. l l 1/~:-'. As viueu!aços so d» jornal. 'Todavia, polo jurn;, ::swc, > jornalista é 'lapensvI a ' wil' ;urh.. Ele a vi:s :ais fcil, todavia, Jli'; inditJreil<;.1 quanto aaa n!«.s, quuu o à crivo:, quanto a rlen!ugão, que 0 prob ,;•,s '.r.entimentos O Te&uIIU8 U0/oi!· procura n1/.lir l!u-1 seiiS p,·untmilinrnenl0F. De jornalismo o povD colI1e !.tpen, ::i a ínformsção que f;1J5t.lfoça a:1r, o.n s nrópr;os objet.iv i.-:. o i"t!is é 1:11.irado fora conto bi'.gaço &:em vallt1·. Qualquer êl'rv é mte;·pretado ou :,pl!:-itlvlu oumo exemplo ?o corrupção e logo generlizado a t ;rdo o sen tr.,!Jalh;, p; oflusis2ul. E}:que:e·se que o jornalista é huan. J ,,rnv.l 6 o melo { e difusã, úo p •IJ,;amentP, é bistó­ ii:l. é i□tercârnbio ele iufo1·maç!h:. Hú de:;c.:owp!rnoo entre jur­ n11!iS!'lS e o oúbllcn, há inoow.prc.:Fnt•Õ08 e confüt(JS, Há um gentir;i!izar.lo ·desconheoimani do que seja o jornulismo na aua mi&sfJ.o, sua influência n.1. cultur1!, n·i progresso, -na cl­ vllizc1çl:.o doe povos: O jornalismo· VliJ"' o DDm cu· um. O Jrirn~I conciliu o presente Oolll ~ ~assa.do e até com o futuro, dai o ctrc:tt·~r per,_..ian,intc do jornol. dunal a­ quele p:1d..:ço d() P~pel e m íôlliuti soltus quv é substituído 9 dis seguinte pr outro p:ps :vais atuaílz:1dt,, que também ~crâ ruugudo ou jogado fora. O jornal n&.o é ob, 11 d0 u:m dia., ruag do dia de dine, de MHnp.rn. É umH continuu. lutu pel:..~ 11xução da 'rea­ !ldu.,te, umu temaliva de ca9tar , .. oontúcimentoo cotidianos na vld,1 dn homem. O j-irnul pura muitos é r.;-onsiu0rudo um dúama de fé.: o jurn::,.I diz, o j(lrnui lliaae. O jornai é um espelho qw:> não pode deixa;- de r.•0prcduzir us lu.!os principais que lhes pn­ se peln frente. enLro o L:to e 11 l.i1 IÓl'ia é a ls­ há o g,·.:wdo dt·Jliapl'eço das elites torna julg,i­ intér­ trans- O jt1rnoii(~ta. tem de est..:r :l par das coisua estar hem inlormado pura bem infor.qi"r. êle d~Jve viver do meio dos acentecincntos. E acendo quo so pode melhor inl:or~ rr 1 at· solH·e :.is ondaG. O jorn!illstu w.:ciéiocre informar: 0 au­ t·. ~tic_o jcruaiista informe1 para fo.!':Dar. O jorm~llstn e uma m&quina humaua pwnsunto que exocuia 3eu trabalho com­ plexo, cnaaor e inovador. E o instrumento adequado ara os fotos se converteram ~m no_t11;H.:G e, eom isGo im!lUIRi~na o homem e a rmcledade a naçáu. r O jt1rnalisrno. é um'1: . .l:uü~~ de) energia paru • a Bt1Cle­ dade, p0rqu8 determrna, cm .. , o. ient. opiaHio pública. O jornal, o jornalisia, _o j >inalismo, sam duvida ã elemfl11lOS deLerrmne.I!i0J na v1d JI1Ciivich1al como nu. 1 l~ 0 nenhum~ pessoa, nenhum nucle:.1 fiOcfal l>ode pass, ~o e iva elee. u sem Ao invés ct8 crWcá•los, ponlJa-li's iiO iugor Uelos. Transcrilo :ara Docume11io" C " - nsamentos - Repona,reu::; - Bntizac.u~ -- M 0 1 i e, •"l IJOCU OS --- • ~ . Após um cafézinho, senhor Homero apanhou um rela­ tório que contem tadas es anli­ es de um elemento principal d:­ qucla obra prima da natureza. Passou o referido relatório il nos• sas màos para q11e tomossemos co­ nhz cimento do que já se fez sobre o assunto. Estamos f alcindo da 1:Grutu ::ia lágo Azul», loc,·il:zada a l8 km de Bonito, estodo de Mc-.t0 Grosso. fo;muíamos .JO senhor Ho­ mero, propriclá.io, dlgumas per­ guntas: Tribuna d., ~ronleira(T F> Ccnta·nos como de~cobriu a gru­ ta ? Sr Homero --- Por volta d: 1941, adquiri as terras da r,giãu da «Grute do L,go Azul>. Já sabia de sua existência, po1ém • não pederia imaginar que fosse tão perfeita obrõ da· naturezc'J, O primeiro reconhecimento que hz da g~uta, desci com dois campa· nhearos. medida que iamcs em· brenhando pelos corredore, a~end. fósforos pi)ra iluminaçâot e des­ lumbados com tanta beiezü <'=Squc~ ccmos que os fósforos po>. ? T F E o senhor mand :u •. Sr Homero - Sím, O pw m::iro o 1rnaminá-la foi O dout:c..•r Altilmiro Ôorbose, de Campo G rd n de que con, atou em lrnállse b.:icte­ riolo9ico que e água não coi nha poluição, nem germes dv grupo coli·.ierogêno, podendo 51.!r engcrida Posteriormente Ir@n enviados, em lres oportu11101ioo ao Mlnl,térío da Agriculturil, e~ mostra da água para análise. s trer. conllssóes unalizudort.li du àhuu, derom porccer semcl.,antc~ ao de D, pltamiro Baboso e 1 . ., rn-r,r1 em [;gu,1 11atu1JI C 5SI1Cure · 4, ,[, fernosa·calcic-magnztone. a,cu 1nrJ -. d , r F O zcnhor polente c1ar • auwridodcs qlle tcrna­ nomes ae ·» ,orn p,ul nas unolisc~ • • Sr Homero S1 O !::n- h R do S Ptuy, o gcn ç;i10 .:iymun Tecnologista· Quimice, husus«o S , ·li. o Pro( Ienao d:, Scu.zl p1J1C • 1 d •• L , . outras autcri~ r f) , Excursão dos C11puchinlios do Rio de Ja­ niirCt, tr.:,zendp N. S, de Fátima. Nt1que!r. ocasião, celebraram no intuior dd gruta, uma missa junto ª. sant,i, cem a participação de fléi~ :;; visitant'ls, Houve tambem a bençâ da grutd, Excurssão de 11 Freiras e um Pddre do Paragu­ ai; um Bispo de Corumbá, que também benzeu a grut, excur­ são de quosi todas as partes do 8,asil (SP. MG. RS. PR. RJ., etc) dois rng,rnheiros Suiços. que dis~ sírnm que o «Gruta do Lago zul» tem cundições de t:er a oitnva maravilha do muri'do con­ tempordneo. Em média, 200 pes­ soas visitam a gruta mensalmente: T F ;_ Quando :;Urgiu o atual· nome dt1 gruta ? Sr. Homero·- Ou ando recebe­ mon a vir.ito do Dr, Jo!'é Dias Martins. 5cc. do Ministtrio da Agricultura (1964) que batizou-a através dc uma descrição: 1ª E_uma gratu; 2 11 E um la­ go; 3ª E azul. Dai «Gruta Azul». T F,.- O Sr pretende come­ çar u comercialização da agua? Sr. liomero-- Por enquanto fazer uli um ponto turlotlco, com illstnlações tlploaa a fim de proporcionar aos vi~itantes um conforto de!lejavel. Depois coufHt'ulremos pl5oinas, quios­ quus, hutc:l e demais niquisitos ccmo bosques que o turista exige, T l•' - Considerando que o 1 nriJnw é lloj {:l uma grande fon­ tP. de renda e que llá nuções que vivem principalmente dea. tu renda. que Mato Grosso creB­ c ~ mas, precisa Ber conhecido e divulgado e que a gruta poB, sui beleza de sobra pera 0 ludsto mrds exigente, a11 au­ tc,ridadeti tem apoiado sua ini::i­ .. 1 ti vu ?articular 'l Sr. Homero I Já tive ajuda de dolS I coronéis da CE.R de Jardiw, que monduram trato­ ces para obr1r a estradf de ucc:,:-0 a grulu. Tenho agorn a pI ome81'Hl _da Prefeitura local, pHa cerciur u gruta com_ i!.'acle ue f,:t•ro e de construçno de uma .... scadn em seu interior. Naturalmente que ainda.·µreci­ senos de multa ujudu das uu­ Lcmdodt:> comp~tentes. ade tur1sm emM. Grosso? dos todos os visita ntes, segun­ do, porque nos faltariam os adjetivos suficientes. O lago da gruta, mede 100X60m, por uma profundi­ dade máximn de 29m. Aptar desta profundidade, a agua é tao tran;parente que !'e ve u'> pec!ras do fundo, como .e est:,s er.llvessem a pouco mois de um rnetr< 1 • Nc interior da gruta ubserva no se:u teto uma inflnid!ide àe esta~actíte:; e Em seu solo grande quantidade de estelegmites, formando tf:1tátua8 etc ... , dsndc-no& a imoressâo de uma dan mais p~rfeltas obras de escultura. . Os visitc;ntcs já dividiram Internamtnte P. gruta, dando­ lhe . denominações espt::ciaiD. lss11D a Leste; a ectrada da gruta, Logo a absixo e a esquer não õeja privilégio de poucos Que dê condições de turl~mu ali, a fim de que nosgs juven tudt- tão imprignado de arti­ flcia liemo importac!o. v<àju e sinta quanta béleza da naLure~a quanta riqueza de noS!io rnlo jjl vda é a equvção qUt.' gcr Im<::nl<· silo tomo.- 1 ----·••J•------- ·•.·~--- Clovis Paim Rosa, perdeu JS r: ocuDJentos. de sua Rural Willys, nno 1966- iVlütor No B9 04191 C.has,;;is No 4-325-213· Qu:im os encontrar, favor eni regal' to Antonio. Bela Vista-·MT. un Um estabelec·:ne vende por me (( PRfiÇ ós e E O' o ) ,·::s nebu- loo, 'u. 4.e u ?or OS opri.se e ecró u Alua. es, de tudo 1Z± :se onuio que se or 'él u:.i.1 p-:..-,?. lêL., sinto ums io:çx desesperada de­ bisado-se em z:nu, coutrz tudo que os atira para es­ ta .r tLl ,_, ·: J v e: d istá u ci r1. ±.-0, uão son1 'gef­ zr, i.' m - ,:p.:t:í'.:-;, .:alo im­ usiond; pc1 ·ste senti­ :/eu:o qe e :aviioso, e, wt-lo, -::eu~-: _. _n beijo r.rnw,·. lloce c.:,n·1e1a de sau­ tlade. S.nley. eu lhe pego: V::11h;;, f:qne CC!l.:igo, <:reia em mim 1 em nosso amor. Não penso que de5denho o seu amor por q:e vogê é J • 0'1em dcmifr;_ E◄ n°s , - se unto qui et cvio, pois sãc :s crianças qe am::m tou1 t.:• .. '-'O<;ãn, sf.i.o ebs q1 e ofereceu± amor s mnáeu ±, O ·MCR IS PU- :. GEEI> B63=> tda. de Jozá Helené1 Lopes .. T • 0 u llil ~-----------------, 1 eg s , . ran d mi1llio m • 5, -------- out:.ir ui Garfico 6 2° d~ ltilél sérill de trc :n!ii;oG ID'.Jc ~ m. Llor e md 1 i:i ro -, inicbi'v. □e 1' ol do nos o municipio. luncJial cm nos,:o ais, o uci ate pra un ·oro •ço l!::;l.ido, pura ~ali f..,ç:lo dos rn:1togros comn pequenas m!uça, ponhamos senses e mmbem nos d' aqui desta VJ ;,:) r ,, , '1'-l • «id o que vira in- longinca l runtc;:-a Oeste. que sen­ l', U,. • ; .: uior ir!ereso 1o istema timos nesse cometimento do grande c-r, ~; ,,- , _, w. 1,;ori,, r:lc invci'nnicm President~ ~1édici, um futuro pro• pro,, , , w:::rn.: u -:i-.,nl(J ú0 uni- rnis:;or que no:.i aguarda. • , , , , .. ,i1·.;.-10,. "º ,w.:t:l cm tempo Da lor.~u cxposiçilo acim::i ó 1110 , ll! '> r,~:J:l o. de se re.a,ta1· a iwpor ancia que o Ci3.0s ' ooi oc; r.úmcro' ce Go·eruo d·) ús Emprez::is que ; 1 ,au.i.,, ,•;;,:or atfo, JJo :inv lindo tr:1bul11am com a industr.iu du curne ,,_ 1do d!'us toacides pela Exa- e por isso está na hora de upnrccer to.tu lol, sum levar em ccnta a aqui o ;;igantc que irá dar i iicio õ'.;ll!,i clari e, t:n- de uindas que n ntubolações Jlo sentido de que » ilverezucia de lumns pessoas em breve ::;o in~tale uma Societlatle @exara ue iszr o pagamento do por Ações de Cupitnl Aberto,, para rnir11. :u, ,, ...:: oi d 'tittt cidade, que todo individuo de viililO tuwllem 0 'lr-''!<.:l~ f!,Z •-lo ,rn: cutrns, di- possa inscreversesodo duErnpresn, mi' ,ui 1!0 a:. ·::.u o m11.1cro • i.t6 mJcimo t,-:- Maracnjú e tes deste lc: .rn que teem so­ P Lt.:. 1 0r:-, co. 0 bmbém dos nos- b s's Ums amigos e vis:hos de ejus condições pnra tomarem u!(:. 1 i; 10 Apa, o qu::i vi:_ü 1 , redundar a peito esce nece~sr.iria emprei- _;1 tl :.i:o ou me,:rao nplo do pro- tada. Exemplifiquemos as Fa- guos•ico ,..:ito. . . milias Loureiro, Pinhiro, Men- 'l'c i mos fé, pot • nu:ne. c1- ,-1 G N d"C' on c Ol- ho e::::; do curnpo :..iea -onça!ves, Cardinal, u- l;iv•· ._, 01 ,:YJ! :.:, um, ExposiçilJ nes, Miranda M • .GcGrcnhes, Me­ ,gn> r-, •CL [.riu. e Inàu,1trfo1 corno a lo, Barbosa, e Go1oy entre :-~ado, com nrroJo e eles- muitas, os fazendeíros Atanásio tua$o breiis, _tranca nd o qUa- Gomes, D:. Rubens de CSt:o se .o na uma vitoriosa demons­ !r c::i. · car,--:ciclnde de crwr ~ Pinto, Robervul· Borges, 'Y/olk coi::--trUic· ele qi..c . ~-º do aó::,s_, lóg1. Montriro, Edoon M ornes, Os- co 110 ('.:ntrc ei~s surg 1 rn e stª co.r Araujc, A.lady Nune~, r.10Y." c.1t!, ..:nh~t ele cunho purumen: Epaminondas E cobar, Fiori 19 eco:o1iço, como aquela que lla ., , xll::. <"ir e rcdund:;.r nos melho• Murnno, .Seb~stifio Toledo, Tho~ rcs • Üs_,icc: c:a _::·to. msz Vleira; o:,; infatigaveis am'- E .!o co11i1e:-:,::1Lnto de lodos gos de Bela Vista Senador Sal- 0.· e: p:·in":pnllncme_ elos r scn_llores donha Derzi, Arino Mreira o guaris. as maneiras iceis do ±.niv:.ento e da ajudo;iciul que Uurval Ba.rbcsn e mUft:30 ou­ o ·· 0 _- .no oi:: cc c "1es._pé,ru·o tra- tros importantes fozendeiros Qes to o ncipitacte poisas d_PO- te e cutos municipios que a r1u.i·:dr•i:c, P~--eit:~-; _n • .., dLl.:-.. r:içus lembré!nça não oao ec:auecido□. m. 1 s i:.Ceada: pua o core, ± "- •• .. • u·r:~c-~ rnÚilO cmpa VCCI?. os ' essa pleiade de hot!'.lens Se;hOzcs er±dres e fi'.!zcn0.e1ros íluBtres que ai:m:IB nos~a terra r,(:elJcncto e,..,..:; auxilies a1.rav_cs pJsOuidcrE:s de gr'..'.úLê poder d ntg Car ,;;· ,''TO .illtiuS(rml do in~cietiva, sa.-á o, cap, que eo ó co sras deveis . po_r • d , , r odo dara· vi u a tão almeJ· <:.da En:- oL:t,·as . ._ '.oc;: o L.GnGepe, c i . pccdmc•·, sra o Deses!y: presa que novos rumos de.rã me ta t.!a r>ec.i .. ,i•: de co ·te no I ais a Bela Vista. e ultim=ntc o PRODOSTE Proa- Também dsvemos assina- m~ :J Du;en ·:ol vi !'.(':itc ~o ':ent_ro o 5 ,e com vutlosa,.; qu:u u.1s a d1s· iar a importancia e relevo que ri s'.rJo dvs snhors pecuaristas e representam nesta csmpunha, ,,. n"·•iro,; e"" ct•e:r:im .iumentar a participaç"o 'do SINDICA'_ O ssj&dês o ramo e ta RÜaL do EELA VISTA com bem contriairem pura : rna10r . . . , . gráída d ::osa rezo, rineipa!- inestimnaveis serviços já pres- ::?ir.mtc o O DOE ·r,E, ue visa a, tnclos a c1aade e- O:·gaos Pu- int· ·;:çL'o üe f.r'.-ro:·iiicos. .. . blicos destacando-se a Prefei. JA.RD!M d€m dessas uses iinarccl- tara Municipal pêlo seu ad- r··~ :iir: l 1 .- ;.G' ffi<_S ::traz estl· l • -. à ' e .> • =-,_.,_...,.,. .. rn==---=---==""""-:=.~---~-.,.,,.,"' • mini:tutor. sempre plg " ----» _"r. " z ..--i Aprena a o sucesso Bras;I Padeiro (ASSÍd Valente) Os no:c{3aia:o Chegou n hora dessn gente bron- • zead1i. mostrar se 11 valor Eu fui a Ponha, foi pedir a pa­ droeira p·ra me ajudar :Sa_Ive.o morro do vintcm, ,pindura a.saia eu quero ver Eu quero ver o lio Sam tocar pandeiro p'ro mundo s·ambar O tio Sam está querendo conhecer a nossn batuco.da Anda dizendo que ó mõlho da baiana melhorou o seu prato Vai entrar no cuscus, a acarajé e abur.'.'t Na Cnsa 13r:mca já dnusou a batuco.da de ioiô e iiú Brasil f>Squentui vossoa pandei1•0s iluminai os terreiros que nós que­ remos sambar Ha quem sambe dil'erente outras tenas, ouira gente um batuque de matar Butuoada reunf vossos valores pastorinhas e canton,s expressão que nf o tem par õ meu:Brasil Brasil, esquentai V03sos pandeiros iluminai os terreiros que nós quere­ mos sambnr 'oi o s7CES o !e F.tZl'IHl •í,·o, súb:suo pp. GP. Pt•cstigi relo ostuvam: Cup. Súrglo-Cidn, João Ildefonso Sra. , João Ca loG lari 'ita, José Loureiro-ode t', utouio Urbi P-Divo, ,Jcxt::V•SillolLH', 'rtto- Nilv,1, e V'•ld r m-Ccouovev.i. 'l''1t11l>cn1: Poulo Pinheiro, ,_ fonoinllo, i:lflrcclo, Eciuu, Bllú, Odi­ nC'y Eva Gm-cia, A'q; 'U' rt.. Tel­ m,; ,' Ir lju, Wnr, Dra. Nirlia, 1 cutt n, uóiinhn o a::i :órncus: 1lnrlcida e Marildu. Notei: . onc Melo acorupanht· . Entüo, e. verdod CUH su In snr;iv é ., os uiao,: que -- fh,o.Hgia A_;Hoc -ie. (Cu so m. iut;:a o pe~u Prof. Pe .Nar­ cio .ral) e:na li'u cior..:a; J'uizíor .nas -Esii:1 ··or.; &obre a Ido.de Mé­ dia -L 1:1 ê1 o Sernaine cl0 Clvi­ Hç;ão fra:.,cesb; ·-Cibernét e,:;. Nomam. E Belu Vist, i rafes. sGr to E. Civica ra 9 ·Jord • ! ·{1872), foz o o tro cu 'Gü «b·•,j.:Jí.O BoL C:0 Neve~ cz ±qu?: .: e transa:iiu­ o nos pàcf ea,..oru.-J ce iv±de e o d l . <.!e s□~ 0oposa ;. '' rma ae M Pinto· ' Gera:do é a fôrça mental que ineute 'f.é 0 eGp;rn " ,-:: . MiJi! ( t ) • . .l t.ar sQrgun O, professo, jonn4ia, t i .. d • / e, lata ºº aoo- l d ar PêSq isedor. E·.,. Co~obo.rcntlo GerBldo é o ~t 10 ae nosso Jorn· i senJ­ mo-noG e • 1· ,r ~ u .hotios de ter cm nosas {iliras u, {] d -~ "'"' "' a lCerce e e 1 ,., ur-o. Ele e tiro. dos que FAZEr · E~TE JORNAL 1 ! ! ,48 ·' ?( l ., 1 •• tlit- • :i_s q sal • : () qt e& n! .J • elo • J •. . ' i u @ •. -~ u .:llOif'. 9€0 posto .:iioh·• DillX ;·LO iil : • t!mb ·' 'E •·.: q y ,:in•I •-in t- sal: ., li ! 't l. ar 1, Q