), #gmrmp; sgga9 pg p 
€° is%iE.li#t ü lt# %, 
filllM, mna 1 ae te aiiales. oi leite é a ais s» smuito, iwos: [leranus te alo o 
isolo e iltil ih#itse. «Líbercfode com . espoíls@bfüdad » 
!· 
PD.LnVflflS PHOllüilC!nílllS PHG SB. nmm LUIZ Pf­ 
IEIIA, SESSfiO SOUl!E Of POSSE OOi PREFEITO E 
V!CE-PílEFEIIO DE SlúílOlfirmm 
•Ao turmionr meu me.n­ 
dato de Prefeito não posso, 
deixar de dirllr minha pu!il­ 
vru õquolt s quo ,.,ru LIH!l coo 
fli1rnu1, lluudo-wo ,1 vltorw 
clclturul o que pt!rr.iit_!u qu1•, 
Destes Ire ator, p:d sse dr 
multo de mlobus ,.<[1 li~ud<J, 
em levor Jo mtrnlc1p:o, únlot, 
munelra qul! vnho Cio ugm- 
(_ doeer essa confia çe. 
Eu :,oho qu,• liz oqus pudo 
deixo o cargo con trunqulllda 
de, culaente volto dedi­ 
cr-me Htelrano te uo meus 
fazeres particulares e à 11- 
11h·, familia porque o curgo de 
1>n·felto permiliu-'ll' rozer. 
eu fiz. O vereadores, 03 neUs 
uuxíllures. silo Uh lllSlClliUllh!lr.. 
tio qut111to me oslarc..:I puru 
úar minh,1 coolu de rec:.<Jo. 
Dolxo ulg:in;m; d,vlda, 
Pllrú o llllU GU!J~tlluto pugur; 
m.is l!!mbêm 1elxo algum dl- 
11belro puru elt reueller' e 
multo muls que isso, _lodo6 es­ 
lflo 'UIHlo u encrglu eletrlcu, 
us mqinus, us v±atures, que 
enriquL•cernm o putnmonlu 
du prtilelture, que mo dcroru 
condições do fazer muito ser­ 
vlço o quo cooliuuorao tra­ 
bulhando sob a udministração 
!lo amigo Jo:lo Lemes. 
Elo vai nzhur . umn prc­ 
tciluru o;:guulzudo, por quo 
pura i6So ccutrutamus Ulllf) 
Iirma especializada; elo v6l 
euc,,utrur servidores o íuu­ 
c:unárlos treiuadoo noe dlíe­ 
rl!otes Jetores u•lwlolslratlvo~ 
purqu e <luront:i mlolrn i:eeta
0 
eles treine:rum o auflclente 
e cu corr, o ri~co desse trol­ 
u '.e:.to. 
Nl.o lovu t:ugu« do in­ 
gum, e e deixet algum a:nt 
:~-•- ou ulô um • morador .do 
muic,pato nlo satlsfito 0ot­ 
go, p1.1ço t}Uc:? ruo perdoem, 
orquo no exerclelo do cirzo 
:/uitas vezes o os obriga 1os 
a cnuts:ir o coraçãu nmt- 
1.uull, o :,glr ele ,:cordu coni 
a lei; cs;:oro que o meu sub,­ 
ttfuto no tenha mnuits dessas 
contrgrie:ledes. 
,o dcscj 1r co sr- ,Jcüo 
LlmCS [cllc1dt1clet1 no bllU 
rnun,1u10. ponho-me tí eun lu- 
1cir,, disposlç!lo, porn dor u 
m!nhu p,,rle dtl csopornçlo 
n..1 urn dlvl<ludc ndmlnlatrnti­ 
v, ois me considero um 
dos responcvols pela sua vi­ 
tori:.i cloltornl, 
Aos ·aious • !uoclooárlos 
que to também teus umlgv, 
op1'?oento rnlohns despedidas 
0,..,,,occenrlo a muito colobo­ 
r~ çllo que me derum, judun- 
1:o .li .cuwprir meu dever pelo 
compromisso$ atsumido com 
os que roe ele;:;ersm. 
Faço tsm!Jóm um pedido 
quu li partir do._poaGo do Jolio 
Lemen .ião bllJII mo!s Polltlca 
quo utvlde, mos o Polltloo 
quo on~ todos, autoridades 
o o'povu, em favor do progres 
Stl ele Siodrohlodla. Multo o- 
1>:igado• 
Sugerimos ao Presidente_ do Cl~be 
do Laço de Bela. Vistci, à enviar com an­ 
tececíêncía, as programações daquela 
entidade pal'a serem publicadas, -sendo 
assim até c,s apreciadores desse esporte 
de outros municipios viriam prestigia-los 
Ventla seu Prnúulo únuncianào neste ór~ão 
Nota Dez 
---- 
(,. - . 
O Sr. Rooulfo P,-rcir,1 d1 Si!v.,; Prefc!ito eleito 
do Guin Lopes da Laguna, que só aceitou receber a 
Prefeitura Municipal, pós a vluda de um Técnico Con­ 
làbil de C:impo Grande>, p.,:·~ efetuar o. devido levanta­ 
mento. «Dura Lex, Sod Lex» 
& & a, & & 
Nota_= Zero 
Ao St!rviço de Rel:i.çõ~s Públicas du Citmnra Mu­ 
nicipal de Bela Vista, que por ocasião da posse c!os no­ 
vos vereadores, não euvlou cou vite ou c!rculnr, à Re• 
dação do Jornal Tribuna dn Fronteiru. 
E.... depois dizem, os nobres Vereadores que a 
Jornal niío dá o devido apJio à Edilidade. 
Êstradã de Caieira 
Todas ~s máquinas da ente! p&ru solidificação des­ 
Prefeitura estiio sendo em- sa vilnl estrado que serve 
preg:1das na melhoria da es· um:i rlas ruuís importantes 
trada dn Caieira íPiripucú), industria do municipio .. 
numa investida. contra os Esse tabalho já está 
"$}7,7;° Pp!g; h revisto o ri«eito 
m.as cop osns e uvns, 11- de obras para o exercicio 
clusive alargando os aterros j 197
3 
que também ,erão mais ele-: e ' • 
v11dos, constrn~ões de Pon- Dessa manuelrs o sr. 
tilhlies, novos boeiroe ele P1efoito v~i fazendo nqui-: 
concreto e tnnls obras de lo qne p r o m e t e u. 
Clu~e f soorlivo Oelavistense 
Eelll de parabene o l3e­ 
Ju vteteose molhorand<J sem­ 
pre. ngor1; oom II aquisição 
de umu e xcelente oamora 
!rlgorlflon paro diversos tina 
,, mal1! mesas e oadelrna de 
!ór□lco. 
Aepeoto mal, oi:radavol 
à viGta e 1.10 conforto. 
o esforço é do sr Pro­ 
oldente Pinto do Almolda, 
quo e desviar da soa ati­ 
vidade l!Omcrolol, emprega 
suu uteaçüo ao querido club 
quo deseja eleva-lo a uma on­ 
tegorla wel11or que muitos do 
Est•Jdo. faeo, Sr. Presidente. 
toca r,ro !reate locrementon­ 
do o:,'.que é nosso, que a ooa­ 
~Ino é crlnr e progrn,Hr. 
PREFEITO CLOVIS M. DE 8LI- - 
VEIRU ESTA TRABALH4HDO 
Com o llm de lacllilar 
pequenos lovradores de Nun­ 
ca-te-vi o senhor Prefeito 
acompa~hado doo angenhelros 
do Projeto Rondon visitaram 
ctlversas chácsraa nao cerca­ 
nia.; da cldade e extralrsm 
bocados de terra que serio 
enviados para exame de acl. 
dez pelo Engenheiro Agrono. 
mu AHredo Sta!lge do 1.1'.E.A - 
c.S. da Universidade Fede­ 
m! do R. de Janeiro, kllometr
0 
47, na Guanabara. 
Do resultado do exam e 
"'mpregará lertlllzsnte opr o­ 
prlado numa ajuda necessàr la 
a esses briwos·trabalhadora E 
Teremos. assim. em breve 
um cinturão verde nesta cl­ 
cnde. 
aRBORIZncão DA CIDADE 
A Prof•itura está provlden­ 
cl•ndo o plantio dll arvores 
oroarnentais DKS ruas do cidade. 
étimo medl:la. Cidsde quen­ 
te como . esln, quanda chega o 
colar, o sombradnha amli:a de 
umo fresco ramai:em faz bem 
e é reoan!ertanle quando o ao1 
cau&tlcanle aporta OJ traoscua­ 
tes de nos;as ruas aem nenhum 
r.btJno que os protejam. 
Eia medida é tamibem hlzie­ 
nica porque as arvores pudfi­ 
cam o ar que rdplramos. 
1 
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CDNC[CIONARIO CHf Vff íllIT 
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- T!d» moi ra Boi Vista 10/2/97 ~----------· 
E8TUDANTES e PROFESSORES 
exigem a criação da «Blb1ioL3c<:. l'úb1~{;tt» 
«Um pui5 "~ forja com homens e hvrn:.,, (Lolrnto) 
--·-··- ·······-··-········--··· ············-·---·····~----··-·········-·-----·- • •••••••••••• ••••••••••• 
li: ... aqui cslamoci novamente, paru comuulcar-lheti 
alguwa.~ tran,;a8 de nossa Sociedade 
.I'. 
Circuhll!o pela Rninha do Ap:i a linda J uçara, 
ncompanhadn ue sous Pais e IrmfloS. 
$ 
Foi uru SU a briucadeiro dns Criançns, no domingo 
110 GPR. Em futuros próxlmos Ifola Vista terá otimos 
ballarinos! I 1 
§&§ 
Vocês notaram que 1 N1c11. ~nda toda eufórica, so 
por C 110 , nlgt.~m > là do Sul está de volta •••••• 
sS ' 
O Ed,,ulrlo Snlomão ficou mnie ouchuto coro sua 
nova wao(•!rn do peuteur os Cabelo, fiu ... (iu •••• 
~ .r. & 
É legul vermos como são dinümicos os jovens com~ 
ponentes do P r o j e t o- R o o d o u. Parabens. 
~ te ~ 
Algucm andn na m:iior <paquern> com n charmosa 
O t i : i n ..... 
& ~ & 
Andam desaparecidos de nosso meio r. turrua de 
iove11:1 do P u r a g u ll y. Quo aconteceu? 
& ~ & 
b'icou jóin. Bon idél,1. Anexo ao Boss Nova Bar, 
UIUI LA N C J-1 O N E TE, era o que faltava 
&§& 
É ... as férius e~lão acab ,ndo, muib gento que vae 
• o outrJti que voltam, mesmo assl os jovens Bclnvisten­ 
~es iuíciam st'll periodJ Escol.ar com aquela vonl11de 
d13 aprender c,1du vez mais!!! Otimo. 
&§& 
•rr1,11scol1'(1u dia 3 pp. o auí 1'crsàrio da ra. Per- 
ciliana Pinheiro Mni<cnrenhas, esposa de uosso nmigo Sr. 
Ah•uro, :llasc:1renhas. Felicidudc8. 
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é	, 
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Em Mdlbourne, na Aus­ 
trália, s no punidos moral­ 
mente as pessous cujo nnê­ 
olmcnto tenha oustodo a vi­ 
da de su11 genitoru, N11s 
oerlidõee do Registro Civil é 
!elita a ~eguh.te anota9iio. 
•O nasolmonto ouatou 11 vida 
da própri'.l roii.e,. 
XX 
Ne.s lndiue ürlentols Ho­ 
laodeoa6, a noiva e narcoti­ 
zada por um membro do 
sua familia e levada, sobro 
COLUNA 
-----FEMININA 
PH.03 SílPnrns 5f Gü'!Ht- 
pg gg p@@n12 
ui.ili ô f:o2l'à 
Shoo c;;ro bu,::i,u, 
I:: !tu±çta lei4 r c_o!veu 
e. tuc.:tJr I ll'atm.:wntc os 6:1p.i­ 
L~~ IIJ!obl!UlilcOli, c;e,ccbrl□dú 
que eles ev'am a peruns­ 
hudad do dono. A pesquisa é 
tio m,Jiur int 1 ~s:•. 
~ C0~10 EL!!S 8,  - An- 
l,s de w .. b 11sdé1, 6 :;rcclEo 
situar se ge;zaficamenle pa­ 
r.i 1mt• nd,r 11 linguagem c!cs 
sap':ltc,. O amçncano, por 
exemplo. tem os s,.paloB rna!s 
!impus do ruundo, o que ig- 
nlilcu quo e,tó. querenao 
ugrud,,r. O rr,,noêi: é rn11!0 
loctlvldu:1li1,t.i, me.la liberto o 
ce5pocup4;o 
Quatro tipo!: 
O domC:o (J bem zeloso 
d perio!ço o tém sempre 
em cuc:i :ot.o o u:uterlnl ne­ 
César;» pura cuidar is sa­ 
;:.;;:_o . i·n!re o·; llrlc:1:,_r.s é 
con;: rad .J lu_ nlt, eh 
6
er á 
1
1 
:iu;·; d, mul110 • orn.:dn com 
oJ s::p,l !; 6Ujv?. Por Js,o·- 1 
, els uai.a te là descalços 
1 
cOi.J o ,:.ipto.; no ct·,bro. !.. 
O.n;is é css único: j 
] Pi·sué» ng ti!aso se ctc: k, 
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Lv ... ]. ião chegam ±. 5g l 
cu q:e egzaxai sra±d I 
l
i lil,nlli,11~nte e ..iss!rn m·oi;mo 
PO IO:vC3 pro!iin:!3 
fJnal,:::cnlc, 0 br~sllciro. 
d pequia do ioe cre bu- 
l 
r.:.t; ;!iz CJ•Je el:! é CUidadc- 
Avenidu Noroeste, 701 	_ ~
0 
e.-,.., º" t ::.pn 03, go •t;:. de- 
'..... "". 	lesas9, iz.s», e !rata 
f%hj te hImi] 	geme.so opere»;suco@. 
l, U Ut, 	lo,o i-c·,·cla sn:mentas 'ro. 
-Motorista que dorne no a:tis, c:s de aura- 
volante, :icorda no céu. u_: a~ ri.:: h •. e . º 
-Rico czbeludo é <P',:. V0z é"' ,lulh:ar 
frentex,; pobre cabeludo é S" e ,e, .udo q.:e pelo 
,relaxado>. 	6.pato :e com±ec o homem 
ele temé pcde revelar --.J 
personli_de da mulher. 
dsit, garvss qu: gota de 
snór descalça é um mouco 
ui/cil.a. A mça nórel- 
cate Jve o @espreocupuds 
,- i e r o c:s 8 a n­ 
~~:·:·º d: si.lia llo.'.:s:o. que 
"3a/ mestra o pei:o do 
pé. Mas s mulher qs dora 
sepaís :fitados, tome 
culL~uo com eJa {lolc é !alsa 
e ~mb1ciusa ... 
Servi:· parn crescer 
BOIHTO M. I. 
TRADIÇÕES ESTRANHAS 
uma co.delro, pala caGa dt1- 
rante tres dlas aute3 elo e:_. 
samento. 
XX 
Na Chln•1 é co!ume 
raa n sepultura ao de­ 
funto o nome do médfcc ou~ 
o tratou 	• 
XX 
Na Cbioa, bú século.·, 
é delicadeza tirar os ócu!as 
para cumprimentar cs smlgcs 
Adair Gauna rle Bnldí' • 
Cerveja (Antnrtica GuarnnàCocu Colu Fanta 
Katira Agua Lindóia Mini-Chopp. 
"Vedemos bnrato pura 
-1lull.ier de rico é •esposa, 
mulhc:r d~ pobre é •muié,. 
-Rico de bermudu està u:i. 
moda, pobre àe bermnna .; 
escandulo. 
-Namoro de rico é na<íon­ 
tê>" nu!.!}oro de pobre é em­ 
bãixo da ponte. 
-Casamento de rico (i 
oulace, c:isumento de podt·& 
é cemendur os trapo;;,. 
-Pobre sem trabalho é vu- 
gnbundo; rico sem trabalho 
ó <play boy>. 
--------------= ......;......;:__.....:. _ 
Um estabelecimento de confiança - A que 
yende po!' menos e serve melhor entregas 
rápidas a domicilio 
«Nós acreditamoi:, em BONITO» 
rnncu Dü llBERDADE liº 130 B mmo MI. 
-------------=--------------- 
vender sempre> 
-Pobre só vai p'ra frente 
quando a ;:iolici11 vai ut1:..s· 
-Rico que roub:i é <ustulo­ 
pobre qus rouba é maludo 
-Cncn de rico ó <leito•; 
cama de pobre é < tnrimb.: > 
-Carinho de rico é beijos; 
carinho de pobre éudentacfo, 
-Rico :ionh3; pobre teDl 
pesadelo 
r 
l 
_) 
C9l B·. IEM COM iJ ê-. n E y 
V Sf ~ E SE. PAGUE EM DIA SU S ME

,. 
Tribunn dn Fro11(olrn 
e 
• 
• que Fazes jc 
w Mato Gtrosso 
t) 
Fzer Jornal no interior 
!Jom sallomue 'quo o lurelu 
lngcnlo 1, sucrlllcudu, nu 
,iihioriu tlus vezes, vlllmu du 
tncumprecnçllo e da lgnurilo• 
eu do meio em que utua. 
Enuuonto nos grandes centros 
Rio, Silo Paulo eto. - os 
jornula formnm imensos oom­ 
pi+xos, verdadeiras Indutris 
de Comunicçno, em Mato 
Oroaso só exl,le Jornalismo 
dovlfo o amor à Inprenua!dos 
nhnugudos jornullstns ooesta. 
duanoa, olusse Inbcrlosu que 
em meio n tuntu !alia de re­ 
curso, nlodu consegue eeore­ 
ver, e com talento, diga Ne de 
passagem. lluftos órgllos s6 
lunclonurn;e ciroulum normal­ 
mento porque o horóico Jor­ 
nulista,"feito homem dos «T 
lnRlrumontos•, nu base da lm­ 
provlsupo, redige, Imprime e 
sul upregoundo o resultado 
do seu lulmr. o Jornal. Indis­ 
pensável elo de integração 
1,•vanJu o noticio e propagun­ 
du 11 cullura. 
A fnlta do meios financei­ 
ros o um problemn cruciante 
e esperamos venhu Hor solu­ 
cionado com o curo do de­ 
senvolvimento quu rcvlgorn 
e dá vida nOVll a todos ºª 
setores do Eetndo. Com o In­ 
or~roento da Industria e rio 
comercio, n propugandu será 
umu lente do rendo, que ute 
aqui tem sitio quu"e nulo não 
cobrindo os custos do pupel 
polo eopuço ocupado. 
Por tudo quo vem fazen­ 
do pelo ongrnndeolmenlo do 
Estado, lutando contra as 
mentalldaclts tucaahns e en­ 
Irontt1ndo opressões <los que 
colocam o Interesse pnrtluu­ 
Jar uclmu do coletivo, a Im­ 
prenen mutogroeseuse meroce 
o apolo dos quo realmente al­ 
mejum um Molo Grosso digno 
de um Broall grande. 
Floa, do maior co menor 
joruol do Eetudo, o preito de 
grutldllo o os votos de um 
futuro que loQli jús á llbro dos 
homens quo neles mllltam. 
Trunscrllo de O Rotolro 
Orgilo du AME que tem como 
!::>lrettrr do Imprensn o Jovem 
Mnrlo Marques de Almeida, 
_ ___ .............., 
! 
de Pedro ·.Mnlngol l 
CLIENTE AMIGO 
Não se esqueça <le que o sucesso <lv hlé<li- l 
! 
co e a cura do doente dependem <ln conciên- 
ciu do Fnrmacêulico. 
l 
;~!:i!n ll~o:~~!i~ff~fi=~6 i 
Sidrclamlla 	M. Grosso  
o sacos e. 	oi o-te 
GEIIA IACOAL 
O Preço da Carne 
ijt 1MI0% ido o 
i« los ta la 
As diversae providências 
udo tr.daR no~ últimos dine, pu­ 
ru conter a ondr, altista no 
setor de allment11ç!lo, dellnem 
a llrme doolsllo governamen­ 
tul do nllo permitir aumentos 
dc;controlndns dos preço, de 
nrllgos esnenclnls tl. dlotu da 
populaçllo. Sem cmhurgo do 
se11lldo em!ueotemente cons­ 
trutivo. que hoje, us reloções 
entre o poder público e as 
forças de produçllo, o gover­ 
. no mo,trou. ntruvés <1110 de­ 
termlções do Conselho lIone- 
fárlo Naclonul e do Conselho 
Intermlnisteriulde preços, que 
não abro mllo do seu dever 
de fscullzur, e uté mesmo de 
punir, procedimento que ge­ 
rem soc1 lticíos ao povo. Nu­ 
mu ecomomla ullerta e demo• 
orlíliou o lucro ó reoonhe­ 
cldarue'nte_ o grande !ntor de 
motlvaçi.lo ~mpresarlol. 
Ma~ x.llo ó a molivn­ 
vnçilo '.mice. pois toda empre­ 
sa deve kmbém ter u:n sen­ 
t'ldo:de re:;ponsubllltludeaoolal 
que u [ustifique E foi o senti­ 
da soclol que prevaleceu na 
declzüo do Conselho Monetá­ 
rio; dr suspender temporarla­ 
mente s exportuções de car 
ne, O uumentn do consumo 
muuafnl ·ao produto estava 
úeterminundo umu elevação 
de preços, terdenei que be­ 
nefteiou os nsucs produtores 
coa rias substanclus, ultl­ 
mnutente. !us constituiria 
Iniquidade sumeicr o consu- 
·or brsllciro uo Lesmo 
Jogo dos !orças de mercado 
Imposto no consumidor dos 
paises mala desenvolvido€: A 
começar pela dilerençu uceo­ 
tundu de poder aquisitivo en­ 
tre um o outro. Nilo ae pode 
dor trotamento Igual a situ­ 
aço desiguais. Ao suspender 
na exportuções e adotar ou­ 
trus medidas destinadas a 
repor o proço :ln carne em 
nlvcls mais acesslv~Is a bol­ 
sa do povo, o governo usou 
os lostrumeatJo ao seu a!cun- • 
ce pura mostrar os cominhos 
do lucro nllo silo apenas os 
de elevaçl!o de preços. O 
melhor uproveltamento das 
lotulacões e o aumento·de es­ 
cala da produç!lo, reduzindo 
custos lfxos, levam mula se­ 
guramente l'l Iucrutlvidade do 
que a simplea deoisll.o de 
aumentur preços. Foi est11 
tnmbsm n mensagem que o 
Ministro du Fnzenda transmi­ 
tiu aos industriuls do setor 
do ullmentnção, ao recebê. 
os em eI gabinete. Conci­ 
tou-e e u relstir uos aumen­ 
tos do preços das matórlas 
primas. porque nl!o baverli 
daqui por diante. !aollidades, 
pura tranlerir este auen­ 
tos aos consumidores. O go­ 
verno eslA empenhado numa 
oleasivu tolo! oontrn o resl­ 
duo lnflooJonário, o Isto com­ 
preende, também, combuter 
a mentalldatle orludu pela in­ 
Uuçllo !le aceitar tranquila­ 
mente os uumenlos sem rn­ 
zürs plan;;ivea. 
A <qulpe do P,ojeto Ron• 
don KI, destacada para Gula Lo­ 
pcs da Laguna, vem desenvolven­ 
do um Trobalho d, . pho- Seja 
servindo os necessitados de Me­ 
dicamenlo al efetuando Palestres 
o grupo está allcercando um con­ 
ceito de P,ogresso. Emviamos cs 
nos.os valos de fdix Trabalho, e 
e:pramos que as árvores que :­ 
tão sendo plantadas dtem bon• 
Ílutos.' o Lagunen,e empreende• 
dor e atuante, 
Senhor Redator-Chefa 
Sendo leitor axsiduo desse 
fabuloso Jornal T,lbuna da F,on• 
tira, parabenizo pelos maraviiho­ 
sos artigos nêle contido 
Gostaria de saber porque 
ndo sai mais as crônicas •Aque­ 
le Ab,aço• assinado pelo seu 
dônimo •Pé de Chinelo> 
Sendo sô para o momento, 
desejo-lhes auspiciosos prog,essos 
Um Leitor 
Prezado Leitor: 
Ae cronicas «Aquele Abra­ 
ç0° que levavam,o seu dónimo 
Pi de chinelo eram feitos pelo 
Dr, Ely de Araújo Barbosa. e o 
mesmo deixou de pertencer ao 
quadro de colaborado,es devido 
ao; inúmeros 4faz,rzs que sua 
profissõo exige. 
Espcrondo satisÍozc·lo, agra­ 
d,ce:mos os elogios e ao mtsmo 
tempo colocomo-nos a !tu lntc:i­ 
ro dispor. 
EXPf OIENTE 
«IRIBUIA UI FRIEIRA» 
Di,etoro-PropridórJa 
Malia Estela V. Pereira 
Redator-Chefe· Ivoldo Pereira 
Departamento de Relações Públicas 
Jones Yclasquez 
Colaborado,es: 
Adair Gailno 
Geraldo P. Sobrinho 
Alice P,d,a Nunes 
J. J. Soto 
Heleno Lopes 
José H. Flo,cs - 
Couespondcntes cm: J•rdim, 
P. Murlinho, Bonito,;Gulo Lopes 
do Laguna, Sidrol&ndlo. 
O Jornal não se responsabili­ 
za P•los conceitos emitidos em 
eolunos assinados. 
Dr, José Jurandir de Oliveira 
irurgido Dentista 
Clinica Geral - Cirurgia e Oduno Pediatra 
Rua Dr. Arl Coelho de OilvelL·o nln 
Dr. 
Ruo Pilade Reuois 428 
Dr. Pedro Guilherme 
Advogado 
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GIL Marcos Saut 
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Avenida Duqu~ de Coxia5, 5!)1 
Ncl G:csso 
Dr Carlos Edy Sá de Medtiros 
A dvog&do 
BolaVjsfa 
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Rua 15 de Novemllro 75 
ta. liia lliung Mame ice 
Clinica Odontologica 
Atende-se dia e noite - atende até ás 22 horas 
: AI lado de la Municipalidad B. Vish- Paraguay 
Redação e Administr4ç.;0 1 
Rua Bo,ào de Mclgoço S/N Agora em Bela Vista o Restaurante 
"E.-T. 
Ao»sto coro· oo ·ili iVi2@Q 
'd o, 	a 
Este J ornai é composto - 
e impresso nas Oficinas do ·1 
aCorreio do Sudoeste .. 
A";d a u a n .i hll. 
Lanches - Plzzas - Servicos Alaste - Hglene - Bom 
Gosto - Ambiente Refinado
0 
3:@(sábados e domaiugos musices paraguaias.) ±; 
PIZZARIA A VIAÇÃO 
Rua General Sonres da Racho 
Bela Vista X }.luto Grosso 
: 1 
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1 
« 
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1 
11 
I! 
1 
1

Tdb111Hi da Frontcirn 	»ela Vista 19/2/t7S 	l 
Pecuaristas a idéia surgiu de voês, depende sua exeu;ão. Bela Vista deve, e pode, 
e prec1s·a do seu Frlgorifico. «Mãos a Obra» 
Industria da Carne e Derivados 
Bela Vista póde montar um, Frigorifico 
3°e ultimo artigo da série 
1· 
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Ir, 
Procuramos rnzor o,clnrcct .. 
mentos nccessrlos no segundo r­ 
liKO do n° unturlor deste Jornnl 
hobrc t1 httlmHrl,a tla carne e ogorn 
nos propomos enumerar outros 
US!<UUlch tnmbl!fll i111porh.1utew como 
todn unu, tu(rn-ostrulurn quo Um(>ll• 
10 todos os problemas dos snrs, 
crludorc,: lloouclumcuto {lil omplu­ 
mento enumerado), transporte, su­ 
úde do ~ndo, qunlldodo do protlulo 
con3lruç0o do novns estrndns no 
ruunlclplo o u molhorlu e conserva. 
clo dus J4 existentes, oraiz1ç4o 
de um a i,lemn de lr.iRoorto ndqua­ 
do o comunicações erfotente,, um 
stslcmo sunllArlo e vctcrlo5rlo lun­ 
clonondo com pcr!clçno o o. mo.nua, 
tenç.'i.o de um tf'b30ho tia melhor 
qualidade al~III do um bom controlo 
llo roç•s espcclul• pnrll o corte. 
E.Sta lnfrn-c!truturo conforme 
declnrnçõos do Dr. P,uto Coelho 
Machullo, sccrclt1rlo õc Acrioultura 
tio ti•todo, Jil existe om parte n 
:JouullzaçOo ~nnililrl•, principalmente 
tlrl ultoHo, tcltu cm todo o rcgiilo 
abrangida pelo CONDEPB, oléru 
do umo melhor dl,trlbulçllo de 
oaorglu clétrlcu o u cOOBlruçOo do 
Centro do Tccnolo~lu Vctcrlnórlu 
da Universidade do Estudo de Mato 
Grosso, Este Centro, quo torâ mol• 
do 7.700 m2 do areu con,trnldn o 
()UO cusbró. corcn cJc cinco mllbOott 
Uo cruz.e Iro~, tcrà um laboratório de 
111slmtnuçno Artl(lclul, um laborotó­ 
rlo pura l.ibrlcaçllo de vocinns con­ 
trn o uftosa, mttl! luborntóriol:I de 
nulrlçfio anlrnul, ::»tologln, puroel­ 
tolo;ia, microbtologlu, pesquisas 
clinlco:s o tecnologlu ti~ carno e do 
leite. !::'xl~le: tnmbém l,to funcloati• 
monto na U EM G um curso de 
vctorlnâr!n. que ci,;tarA to:macdu 
unuamente, 3 médicos veterinários 
como também existe na mesmo 
Unlvcrr,hloc.lc planos puu n lmplnn, 
lução do uma Escola tlo tgronomln 
o que jli du conla do uvanço quo 
o Governo do Estado imprimo na 
quedUIO tecnotoglcu Joorcnte u Agro­ 
Pccutlrln. 
Logo, do que ficou dilo de­ 
preende-Do t}LIO crn • pruz.o curto. os 
M:ohort'iil crludorcs terão todos cs• 
ses bonefieios que o Estado tem in­ 
terese de criar, construir e por á 
disposição dos interessudos nessa 
lacràttea industrl. 
Aqui mesmo ex.Is Lo: um csla­ 
bclcclml!nto mnnllodo construir pelo 
Minlterlo da Agricultura o Posto 
dn Froutolro que até boje Otilll. sem 
nonhuurn. tlOrvcntla, npcsnr u~ pos­ 
ulr boas Instaluções, ervindo 
apenas de moradia u um funcioná­ 
ro da conservação, tas que, se­ 
zundo informação do um <loputndo 
tudcrol, cog:ifa-sc drt suo Lrunsfo 
r:.%%%. 2 
proveitumoato Imediato com tina­ 
ltdodo tlo nele ln~tulur um Posto de 
F1scaUZ'!JtGo V....to1·ionta -ou outro 
oru.lo utll a clnss~ que rcsc.ntc!!so 
da fnlto de meios oUclals que cul­ 
Lle-m da sa,do do s:ado, neste mu­ 
nlclplo. 
E' passivei que dentro de 
um no, ou pouco mtals que Isso, 
leremos cccra:10 cMtricu do Urubu. 
11unco, o que trar:1 bO'UB promes­ 
as uos homens de negaélo aqui, 
além da ser- um lato n cooslruçao 
t,s!ultJCD da rodovh1 Brnsllla•Bela 
VJslu, que domondurâ Assunçno 
do Parazuay, com vora já dotadu 
a serviço do Ruu lruplnntuçOo co­ 
me;ado no Estado de Golís, com 
direção a Campo Grande. 
Este; melbornmentos de gran 
do valia, darão nora fisionomila u 
Bela Yislu, que com empenho dos 
Gc.nburrs pecuarisui.s. tr,:u:u;furma-ta.-à 
c1n urnu cldndo Industrial, pol~ com 
• foclild1J.dc da lmplllntnçao do rrl- 
goitlco, em breve espaço de tom- 
E 
Escola Ativa - desejo de um 
• Grande Mestre 
OFICINA 
po oulra• Jntlustrlais tamblim sera abate aqui de 00 reses por dia.' 
lnsu11odun para o nprovcltamcntar um· a lnclusio dos &nlmals dos 
dos tub-produtos, tal« como 2ortu- 
Ir.e, fabricas de sablo, farinha de munlclplos vlsinhos, o que d•ría 
"ºº-"º e o,sn para rnçOe• bolnnco, para ptrÍazer o prognostico de 150 
nd.,s, odubo, oto. quo exlglrno no- ruu, como ·previmos no drtlgo 
vos cupllol• o numcro1os operários onterlor1 Isto sem muito esforço 
para mon<:jl!-1••· 
Ou lmportoncin social to. porque instalado o irigorilico, 
empreendimento, ninguom duvida mais gado aparecerá paro o abate. 
".s%%.%.%....%2"%·° coo + asco»s o+ o» 
~orl!lco, por si só J/l desperla um, mio, dos senhores industriais essa 
i:rondc Interesso ao lrubalbadoreo· otlma oportunidade qu• •• aprt· 
cm 11!'orsas profissões nas obras, senta paro . tamanho empreendi­ 
º tllo logo lotclndo.a, uma leva de menlo. • 
!(ente quo daqui salrb. ~ procum p 1 1 
1 
1 
de lrabolbo• cm outros cldades po-, ••• oca Is•· o. la vu; nio 
ru o:I voltorl prlnclpolmootc •• ha mtlhor· lugar que • beira do 
pc••••• que lidam no romo- da Ri Aa, na !azcndo do jovem 
cnrn•, que ,collr-•e-no mol• ª e dinamlco patr.io do Club l•ço 
vonlodo Junto do seus famllluos r Jost-.Albery' Marçola, • pouco 
quu nqul rc5lcJom, o serão ccntecaa 
qtlo vultorao parn n suo t.rra no- mais d. tru· kilometros da cida­ 
tul, lmportundo Isto cm mais co- de sem nrnhuma d1liculdade po· 
mcrclo, mulo empregos, mais casas a a Prefeiture mandar [zer uma 
do momdioe e multas outras quea• • d d 
tõo• ll~nJns no emprccndlmonto I ulra •' • Prlmtlra, embora ape• 
qua lnio gcror riquezas o rcullu no, ·encucafhade, 
propresso a esta fronteira. Naturalmente esse moço lfto 
Temo• exemplos cdlltc11nlcs , ligado • nossa torro e • aua pro­ 
paro citar: em ,quldau•nn, bá anos Closilo de pccuarhta, ba de receber 
!ol !undndo o :soladelro Klo Negro de Lraços abertos quem o procu~ 
u mar1:um esqucrdn do Rlo aqui. rar para a exeuçlo do plnno 
dauana, hoje muleipto de Anatá- abordado. 
cio; com o correr do tempo progre. • 
diu porque o ncgoc o é bom e há _Aeslrn em futuro proxlmo a 
procura do produto. A coustnncla cncr~ra de Urubupuogó oUnglrâ 
dos empreendedors fizeram-no aquela propriedade no. sua 0xt0n­ 
progredir lncessnnleineato attl que ção do eletrlllcação rural, como li 
o aba•lutlo lruendclro ,e Jn1ustrlal do desejo do"Goscrao do Pata 
sr. Laulelino Barcelos o adquiriu Asseguro que o preclaro Go. 
e o melborou com novos lnst&loçõos f vcrnodor Dr. Jo,é Fragelll tomará 
nbsorveudo qun.sl todo o gado da' o maior interesse nesse empreen­ 
rcgtno que nele obotla, nno domo• , dlmento., 
rttndo mulLo parn lraas[orma-lo cm Há. nqul .. um senhor ue n u 
um modero 'tigonttico quo muito ' constitiia iámiiíá aqui ,e.[], 
honrn o oudaruos,, cometimento seus querido filhos, aqui trabalha 
desse latellgentc gnucbo quo sem- há aos -conqulstnado merecidos 
pro norcOllou nos pouibllldades , promoções.lpelo seu- olnnmlsmo 
0 
cccnomlcns dn pecui>rla malogro•- naturalmente ,[1car-l uullnntc comi 
... enti~ que de:'crla ,er . oxplornda o emprecodlmento: é 
O 00510 
fn. 
sun 10'1lblr!ollznç!lo aqui mesmo 
1
• .. canscwcl o migo .Luiz Carlos !'-Jaza­ 
º rcz. Hoje, o frlaori[ico Rio Negro r rclh, que nüo p0upa esforços c n 
e umn grcn1o ln<lustrln do caro, gerente do Booco do Drasfl ºs}~ 
um ustabclecimcnto que da rclovo "em atender sollc:ltadamoot todos 
u MBtO Grvsso ('Orno produtor a os projetos que vbem no-
8
~ des 
e exportador des diverso» artugos· «alimento. Quem o procuha, ,"; 
provindos do gado c::lado cm aeu, 
1 es,e llm, ccrtnment9 salr.1 dn ~eln 
vastos campos, 	rala toda envfdrnçada do seu "a 
Cu,to exemplo t b,m pro· , bJnete Com um ••rrleo de ••tls!a. 
. d ,. 1 V 1 1 ili çno por encontro, nele uma u!lrma- 
ximo te bela ''ista: o tigoi ico é4o _do entusiasmo, otimismo e 
PANTANIRO, de Guia Lopes : contia0ça nos deslJnos de Bela Vis­ 
do Laguna, Com•çado como P•· te no recusará n um otendl­ 
aves +ul+ders sr msnimo - ·{E,"?Z;:,,,"d«o o »» resr» 
lrlot• por• o abate de alguma, J 
dezenas de reses por mts, de- 
pressa lol aumentando • matança. , Belo VJata merece crescer 0 
S,us produto, unham mercado 27%d/r 5g ·.aud iienslva 
certo e tal foi o crescimento do , 
08 
,eus etoa !lllJos. 
soladciro que • visão do comu• , Os homens de Bela VJ ln 
<lente Emi!o Gel«late entro no anelam ranges neocie«,"i,"} 
negocio e dali entõo começou • ,Po-la no cnmlobo do Bra,U 'Grande. 
sua acenção até que empresarios 
mais alortunados organizaram • 
!empresa Que o. Jdqulrlu, tran,lo,· 1 
mou-o e montou o grand• Írlgo· 
riflco qu• é hoj,, absorvendo o e 
godo daquela rrglõo, numa de­ 
monstraçãQ d• que d• fato o nt• 
aoclo é bom, dependendo ape- Na quuta p.!gina do n-45
1 
na, de bs iniciativa e organiza• 
0
.'Ugo Industria da Carne e De­ 
çiia no trabalho. 	rivados, onde está. aumentar _a 
Porque os homen de Bela materla prima pari a industria em 
Veta não poderão fszer o mermo? preço, outra linha adicione. Ga­ 
Constatou•st pela inlormação da i do exportado 34.000 reses. 
ExotOrla. local que 34.000 rcsu I M1!1•adiantc; onde· eSli. 
sahirem do municipio no ano dentro eles surgirá esta nova cam­ 
assedo, gado pera o abate. Fiou panha, le-se.' surgirá o lider aue 
assim provado qu• daria para o com1ndua, nova campanha de. 
No segunda coluna; onde 
jS 'ésa Cordinil, Nunes, Mirad, 
Mascarenhas, le·se.' Nune Ro­ 
don, Mirando, Mucarcnhu . etc. 
ELETRONICA 
Jota Jota 
Retificação . 
Santo T.omàs de Aquino 
(1226-1274), !oi o Uoulor An­ 
gélico, o prloolpet da Fllosoílo 
Sua obro morcn o :ponto cul­ 
mlooote da Racolâllca, cuja io­ 
fluoncla é nlndo preponderanl'! 
em sii lilcaofü. 
Mns aqui vamos abordnr 
os prloclplos lomiatrs dn Pe• 
degoglo, exposto oo Imortal 
livro •DE MAGISTRO•. 
Há sele séculos, !'!onto To- 
:%.. 1.2 
de ooohe:imeotos da mente du 
mestre para a do aluno. o cu­ 
nheclmeoto é um processo de 
1>pH!elçoamento íinterlor. 
Compara a ção do mes­ 
tre, o do médico, onde o mais 
Importante é o doente 
Mostra que só pode adqui­ 
rir o ciência por dois proce,­ 
so.' pela cção da próprio re­ 
llexno du intrressado e a Isto 
se chama 10 n invenção; e, 
pelo ouxlllo externo, que pres­ 
to o pro!esaor e Isto é então o 
disciplina. Em ambos os ca­ 
so,, quem descobre, ou redes­ 
cobre é o aluno, quer por ai, 
quer pds a cjudo do mestre. 
Este deve limitar-se a aux.lllar 
o aluno, e nao ln(undlr a cl, 
enclo. 
Resumindo soa doutrino 
pedagógico.' 
e) O nluno deve •empre 
ser colocado dlent~ de um pro­ 
blema. Deve possuir o• ele­ 
mento• pnra resolve-lo, lacum­ 
blndo o mestre ampara-lo e 
guiá-lo ca procuro da verdade, 
b) O mestre é lndlspens11- 
vel ao aluno, para que organize 
suo p~óprla experiência, rezão 
% 
-gem. 
porque o ciência do me1tr• ur 
a mal• complela po&slvel no 
assunto: ele é resposvel pe­ 
los erros do1 jJ,clpulo1, Como 
vemos slrlbul multa re1p0D58• 
!lilldode oo professor. 
e) Segundo ele o cerne 
da atividade peSIOul é e refle­ 
xão. Aprender ó rellellr pe1-· 
soalante,' Ensinur no é so­ 
ment• su@clter lmageno e eetl­ 
mulor a sua auoc1oçllo mecQ­ 
nlca p!I! memória, é provocar 
pelai palavras e pelu Jmagen1 
• marcha de rertexAo do dhcl­ 
pulo. 
dJ Seu -mélodo •?a a «di­ 
pulntlo•, ensino de coopereçao 
Combinava os proceuoe lodu-' 
tivos (ou lição de desenvolvi,, 
meato mental) o .proceuo . de, 
dutivo, loglco o proceuo d_o 
aplicação ou llçilo de revlsllo, 
Dizia ele ·qu,, o enslnó 
ouim mJr:.lslrado, obriga, o alu­ 
no a refletir, a julgar e a com­ 
pletar seus conbeofmantos, 
-No Bresll eslé em vi­ 
gor a Lel 5.692, de 11 de 4gos- 
10 de 1971. E,ta lei pretende 
der a escola aquilo que II co­ 
munidade e1pera dele: Um en­ 
sino prático e objetivo de a­ 
eordo com 01 necessidades do 
merc,do de trabalho e' também 
uma formação Jntel~ctual no 
sentido manter a dlgnldad; hu­ 
mana, sem deixarmos IH leva­ 
dos por um utlli11rhmo que 
massifica ~ colslfica o Homem 
Eis cs objetivo, da cilada lei. 
•euto-r~allzação, quall!Icaolo 
para o trabalho e preparo :;:,ara 
o exercício con,clente da cida­ 
dania •. 
sTe 
de Jozá Ltda. 
Ühzolin11 - Lubrificantes - Derivados, lavà- 
Borracharia - dia e noite, lrocR de oleo 
« Atendimento dia e noite >- 
e Acompanbnmoa o progres!lo de- Bonito> 
BONITO 
'.I 
MATO GR,OSSO •• 
!I 
----------:----- 
BOSSA· NO Y A.BAR 
MELHOR ATENDIMENTO - 
É o ponto de encontro das pessoas de bom 
gosto 
r 
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ta" 
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o p 
J 
dus 
,lla. 
l 
.. ·r 
T<=cuico 
Jardim 
compctr.ute no Ramo 
Mato Gro■ao 
Comercio e Industria Sem.ta Luzia: 
s- ,. -u....i.,. (Caaa do An-o:a:) da Ullase" Plato de Almeida 
] 	La urtus em geral • Má quina de benetelo de nrrcz compra a venda do cera 
..._ .._ .. •I• Je&o: 823 	Bela Ylala 
Com -trabalho a d q uirim os 
ll -_ 
l 
Maloo...._ 
progresso

[ 
'frlhut1n cfo Ii'rontoirn 
#ri lo impus» te Mela Ien 
mrecaãatão e controle 
Rio (AN) - O Presidente 
Emilio Garonozu Médlci, acolhen· 
do cxpoicão de motivos do MI­ 
nisto da Fazendo, assinou de­ 
ereto instituindo nova slStemállca 
de orrecodaçiio e controle do, 
Quantia; ,dmittda, como dedu• 
ção do Imposto d, Renda d,vl­ 
do pelas pc1soos juridicas, o ll<u• 
lo de incentivo fiscal ou oplica­ 
çào cm programas especiais. 
De acordo com o ato pre• 
sidencial, as parcelas deduzidas 
do Imposto de Rendas devido 
pelas pessoas jurldlcas " titulo 
de Incentivos fiscais ou as cor· 
respondente, a contribuiçiio pa· 
ra' programas cspcclaf,. na for· 
ma da legislação em vigor, serão 
recolhidas cm documentos pr6· 
prios conjuntamente com 0s par­ 
celas do Imposto de Rendo no 
mesmo estabelecimento arrecada· 
dor 
O, e;tob,l,cimentos arre• 
cadadorcs credenciado, somente 
normas ae 
f'Cebcrão a parcela do Imposto 
de Renda se o contribuinte com• 
provar o recolhimento do lncen• 
tiva e porcelos destinadas a pro• 
gramas especiais. ou a não obri- 
9ação de faze-lo. 
O Banco do Brasil S / A, 
com o encargo de recolher o, 
incentivos. para d S U D E P E 
1 B D F e f. M 8RA E R, cre­ 
d,ncíar.õ eitobelecimentos bancá· 
rios Integrantes da rede ateca­ 
dadora de ,,celtas federais, pa• 
ra também .lctuarem os rccolhí• 
mentos. 
O, demais incentivos e 
contribuições a pr0gramas se­ 
clols strõo .ecolhi:los ptla rede 
arrecadadora de recetas federais 
na forma dos credenclamenlos já 
existentes ou a serem providen· 
ciados, st necessário. 
O, atos ntcesdrlo, ao 
cumprlmtnto deste decreto ser.lo 
expedidos pelo Ministro da Fa­ 
zznda. 
iJtair Conceição Nantes 
COMÉRCIO de materiais para construções 
Pias-Lavatórios- Ma@firns Serradüs-Azulejos 
imbituba--ladrilhos - Tijolos - Cimento 
«Temos tudo para construir suo casa, o plano 
voê é quem faz» 
tsie o ti M 1O#LI IM I 
Rua Sergipe 29 · SIDR OLANDIA-MT. 
---------·---------- 
e 1. Dragaria Brasil 
' Variado estoque de medicamentos 
Pedumes finos • urtigo!! pnr:n prc!>ente~ 
<Nosso patrimonlo é você, por isso, procuramos 
1:orvi-lo cnda vez mclhor- 
Prnç~ Coronel Cnmi::ilo - 27 
GUIA (ORES LUA Mnm GROSSO 
lha» jwe 'iv na. titule limpa é laor te 
PROGRESSO 
3 
•)"lt 
12 
ii'.·, 
e J 
«o , .» > 
gora cada bilheto Lamat tem 
1O lracdes o ct rs 20,00 ! 
tcdo ele Vec0 pdo far rico 'l 
2nha Não dvida sua orte. Vocã 
tem T76 premis pra ganhar e ' 
ar$ 0 primeira premio do ~ 
S 20.000.00. E ainda desfruta da. 
as que a Lemat custeia: praças y 
o t.>!.porto, obr.u• :.;ocfai:.. A Lom.al ; 
'ca todo o dinhcira arrocacbde> / 
vnda do blhot:, netos bons ! 
d4 1 quer dar que, o 9u ; 
oiro não sai deslo Estodo. Uma. 
é certa: com cs bilhetes Lomat - 
não perde nunca! 
O Homem é o !rufo do nanceiroa ou por dedlcnr-me 
meio ambiente - sim ou não? tnteiromente e com afinco ao 
Geralmente uma vez ou estudo, como Chopin e outros 
outru. lemos que enfrentar n que estudorbm horas a !to, e 
desogradável tarefa de procurar assim não posso s11ber de formo 
lucutlr umn passagem de Arll- alguma se serei capaz de 
métloa ou Oramlitlca na cabe- conseguir êldto. 
ça de uma crlnnçs que simples- As opiniões não são iguais 
mcnle recusa o aprender. A el&B divergem, pois cada um 
esse tipo de orianço podemos pena de forma diferenate, va • 
dizer que é de!eSperadomente rlan::lo aEsim e insistência so• 
Incapaz de •prentler qualquer bre o maior ln!lu~ucio do melo 
coisa dlfloll. Ou podemos res- ambiete, bem como o confiança 
ponder que é Inteligente, mos tot,I na inportãncla da heredi. 
demasiadamente pregufço,o, ou tnrledode. 
deslnteree,oda.jA primeira dA Eotea coisas eao Ilia dlllceis de 
como couso do !recesso o equi- ser entendidus. Por mis que 
pamento Intelectual: Inato o meditemos, que façamos com­ 
Sue careocla; a segunda põe psrações concreta,, nunca che­ 
culpo no icsuliclencia tanto geremo• e 1un& conclusão se­ 
patercal corno escolar, c,u r:n tlsfat6da e certa. A imlca !or­ 
!elto de Incentivos ou outra, mo é considerarmos o here:l!la­ 
coisas mrts. 	riedade e o-melo ambiente co- 
C•rlamente, nemhuma eX· mo lcflut!néias de Jguul forca 
clul o outra. pois a criança po- e indispensável ao desempenho. 
de ser inteligente e pr~gulçoso A c;.r doe cabelhos, o 
ou obtu,o perseveronle. Mas a !J.lco. o cor dos olhos e 11 !or­ 
dhltnçõo entre e capacidade ça de uma criança são primo,­ 
lnala. por um lado, e o desen- dl2lmente herdado!, enquanto 
volvlmento des,ss hab!l!dades a suo •llaguo materna•, evlden­ 
por outro, Serve para definir t~mente depcnder!l do pais em 
concretamente o que se quer que a criança nascer e for cria­ 
dizer com hereditariedade e da e. portaoto temos aqui uma 
melo ambiente. 	delcrmlnoção do melo. Mas 
Nunca pode Be saber &o mesmo neste coso, o dhlinção 
certo ae o principalfstor na de nrlo é muito bem marcada. A 
terminação dar reollznções foi cor dos olhos e do cabelo, a 
herdo do ou foz pule do opor- altura. o peso e a força siio no• 
tunldede e por isso uns são tadamcnle detados pelo clima 
rico,, outros pobres, uns elcan- pela allmenlnção e pelas doen­ 
çom êxito e outros !raoossam. çns, que nutomalicomenle nno 
Uma colao é cerls, • d deixam de fszer pnrte do melo 
genialljade é ums questão que smbfente. A linguagem de qual­ 
tanto pode ser de trnnspírnçiio quer 1:l'pêde sé é poss[vel quon• 
e nfio de lnsplruçiio bem.como do a pessoa possui estruturu 
pode ser um g!nlo herdado inats d a garganta e das cordas 
uma granle capacidade inte- vocais. Em nenlum5doa casos, 
loctuol e um talento, bem co- portunto:a• n•tureza ou o edu­ 
mo o trabalho ãrduo de várias cação pode ser oponl:idas como 
horas do trabalho e eotudo. a única re<pons:lvel. 
. Etribuo porém e grande Em qualquer aço que 
parto, que e capu_cldade é mais pra ti camos
1 
sempre enconlra­ 
ntribulda ao trebaltlo ãrduo de ramo~ tento inlluênclas da con­ 
que e sua capacidade superior. tlnuação inata como us do melo 
Como exemplo pessoal po,!o' ambiente. 
dar o seguinte: pode acontecer Pensando de outra manel­ 
que eu tenba cnpoéidad~ para rn. como por exemplo.' vida 
ser grande pianista e delxo de c!e um homem, chegomcs a ccn­ 
s-la por falta de recursoa fi• clusúo ele que ele foi ou é 
hereditlírlo eque se nllo comer 
e não beber, não reslstlrà e 11• 
to é parte do melo omblenle, 
Por conseguinte, n2o tem ne­ 
nhum sentido perguntarmo se 
a hereditariedade ou melo am­ 
biente é que tem mais lmpor­ 
taoclo pari. o deeenvolvlmemto, 
pois Uma -:lepende da oatro. 
Todovlo não é tareta fáell 
controlar-se ou padroniza-se o 
meio ,mblente a fim de con­ 
seguir requhito• experlmenlah 
satb!alórlo). O melo ambiente 
no sentido nato, compreende 
lojas as ln!Juencia• e:rterlorea 
que n!etom e criança em ue•• 
cl:nento bem eomo o adulto 
Jli maduro. 
Adnlr Gauna do !lultfi 
lonatsfita s a poli te 
lan t la» si 
"Lanchonete NOSSO CANTINHO" 
Salgados em geral - Bebidas 
O Ponto de encontro da Socíedade Jrdínense 
AGORA COI NOVA DIREÇÃO 
JARDIM 	MATO GROSSO 
Segundo arunciram fontes 
Jjgados a Secretaria da Agri­ 
cultura de Mato Gro,so a pre­ 
duçãe será Intensificado em to­ 
das as regiões ao seu cultivo 
no Estado. A ~rea plantada de­ 
ver à atingi~ este ano a caaa da 
20 mil alqueires que exceda em 
5 mil alqueire& cultivado~ no 
passado. A medida, conforme 
observou o lntormante, visa 
a divenificilm n prod11ção 00 
Estado, que era euenclalmente 
agricola em termos de mono­ 
cullura, até pouco tempos atrj1 
Agora, a polit!ca da Secretaria 
da Agricultura e do proprlo 
governo do Estado é lncremen.­ 
tor a díversllicação da produ • 
ção egrlcola, com a Introdução 
e o robustecimento de cultura 
como a do café. trigo e 00 
momento, a mamona. 
'Prefeit-ura: 
Colaborem om?e 
limpeza pública: 
Não joguem lixo 
na rua.

Vida 
(Dctl1cLdo a o!guém} 
ANO l Bela Vista, 10-02-73 l .o 46 
l 
f 
l 
P'-ru:-atu n~ mr:i3 clto3 per .. 
~ono.ióodcs civi~, milltar2s e 
relinlos ontem presentes ncs 
te Couitíll n prcstigtornm R 
s1,lc•nidaee de entrego do tltulo 
de c!dodóo ho:1or5rio do Culob: 
uo jornull:b Pedr~ Rocho Ju­ 
cá
1 
o verendor Evaldo Duorte 
do Huncs ,!estcoou ao méritos 
Of•,s~ois 110 ,cd,1tor•chcfo de 
G suco do ato Grsso> 
L' prc;idcnc~do Sindicuto do, 
,lu,~, listas Profü ,iunols no E•- 
1udo d~ Mula Grosso. Lembrou 
que úll eGtcyn repre:sonl!indo o 
auor do pro;,oeição, eprovoda 
por uor.nimi.fodo de concesão 
d" titulo, mas que os sues po­ 
leras core:pondicm plena­ 
tnt!nt~ n5u !;Ó com o penso· 
menta do Ve!ludc-r Emanuel 
Ribeiro Uau,iiuo, em mlssilo 
o!.ciul em J rão P~HOH, mus 
tumbém de todo o Legislativo 
O jornul •Con•do de Jm­ 
prens», de Caisbí, inícrmcu 
o uus lcH01: ... : 
cuiabaoo. Lembrou o Eúil are­ 
nista qu~ a outorga de titulo 
lrozia u□a rc!ponsob!lidndE 
maior ao jornnlioto Pedro Ro· 
eh~ Jucá pois a mencionado 
homem de imprensa d~ve con­ 
tinm r merecedor do respeito e 
da adrniraçiio d11 cidade que 
lhe prestou a homenagem ho­ 
norário. Rcrerlu-Se li isto o 
vereador Evnldo Duarte de 
Bnrros ao len:br,,r que a pJ.'· 
ericridat!e jul[1orà os oto ela 
legislatura que se encerra. 
Fato H is t ó r i e o 
•Realizamos hoje um falo 
h{stórlco>, enfatizou o jcrnt• 
lleta Evoldo de Barros. •E,tu 
foi o única Ce~sáo espedu 1 
ccnvcc~:lo peb ofucl leglslotu­ 
to o únlcn cid9donia hoourúria 
concedido pelos <d!; que age­ 
m eocerrolll seu mandato. Ai 
cetá u rcspansubllldede maior 
Motru Hury Trunsn, 'ex­ 
p,c,:dcnte C:os l:~tuc!.as Unldos 
e u:n dos m3lore9 criminosos 
públ!co, dn hí;tôria:(reroember 
HJro,bimu e No[lasnh'i), Hà 
qu :si dois meJes em estado 
coo1ula,o, , itic::~ de lnsuficii:n­ 
ob co,àlcca, u:orrcu incan~cl­ 
ente., como :.emp;-c viveu, sen­ 
do 1:iumcda melnncolicnmcule no 
pf:tla só~dlclo d-, urna b!bltoteca 
·de ladepcnrleucc, Mis,ouri, ,eu 
:é.indo N~t:l, dc;prczur!) pelos 
cornp:stdoh.s tl ocioo e.; povos 
do mundo, Se o inferno existe 
é q11LJI ccr:o <;uo nem 1:1 N~ 
1. r.tre. como ruf.U Clt:rueoto ... 
Ar!:,: CE4nIs CIrk. uo 
dcs maiores @pwlits e 
/troniutic:, é de piai4o que 
o í'u~c;o ..!,, r.r . ..:n~. r,.;:.r, r utf> 
viucç vis satélite, que 
p ... r:..rH ir;l .J. f.:!!:.J-1:•ur_o t,!Q c:1nl 
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r,·· ti T:,balifrn:José f,vcEn-J o Si!itJ 1. 
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Bscrllura::i, contra!os, proct.:.r:.içlk , rccenheimentcs do firmai 
(~ ,', rcr,lr.tto ôe imovc!s, de titulas do.umu:natos de p;-otl!ótO C ~ 
• >·· anexo~. Extrulmos fotocóp;..LJ r..: hor J - Autt:ntlCt!da, fz1 
- '---· (; Serviço !á. L.io e dic:rnte ;...J 
"' 
1
,. füg 	B e la Vista 	fv'l :: í o 	G r o s s o 	~ 
- ,- 	~ 
a«st c, creste. Ais #&$K±E.e,ASEI9IR E2E#E3E,a25gEEIEEE3±SE3 
os pJlovros do orodor, a Vcre- 
r-cor B•,nedito Alves Fcrrnz, 
Pre,ldeote da Câmora Munlclpnl 
do Culebil, convi:lou o proíe9• 
sor Aec!m Tocaotios chefe do 
Gobincte Civl!-do,Governo dü 
E,todo, a entregor o diploma 
de• cidodaolo hor,or/irla de Cui­ 
ob:i uo horoenogeodo. Em hll· 
guida o jcrnal'.,,tn Peàro Roei.la 
Jucá proferiu po.'ov,os rle ogr:i• 
decimrn!o pdo. homeo•g~IIi 
que recebia. Em Seguido, eocer­ 
rado o ,es1!io cs outorldsdes e 
o; em1goE presente, foram a­ 
braçar o hcmeoageadú, Orno:!,, 
numero de jcrnalistas cuinbs. 
nos tumb~m cSUvernm prestn­ 
ncs parn cumprimcn!ar o com­ 
panheiro que enlõo recebia a 
hOmLoagcm moicr da Capllal 
BEtn V!SHl URil UMíl f ilBRl­ 
CU DE cnlci:mrn Momo Pil­ 
Rll r-rnnuzi:mf E Cfil VIVfi 
Estevti por u:.tus vezes 
nesta cidade pnr!:.enteadimen­ 
t.; com o Sr, FrE!elto Muni• 
cipul o clduclio Herooay Fer­ 
reirn. reprosent~nte da llrma 
C'.!l!ilir.1 S/A Mineraçüa, In­ 
dua:rl!l. o Ccmorcfo do Curi­ 
llbn-Puruoá-que cst.l interes 
ouda (.W montar uqul um Oê• 
tabaleoimento do ceu rumo 
Industrio!: u exploraç!lo· du 
jaz!dc. de colc/ir-so 
Fora!!! oorôodos de éxi­ 
to oa eotendimeníos e o Sr. 
P1·e~elto Qóvio .Murcellno ele 
0liv.iirn vul facllilàr 11 • Em• 
presa como□meles dlsponiveio 
pra que ela vnh com rspi- 
• Ccnv(n:a cem prazo de dez El<plora. o nosao calcflreo, 
trc:i onau, foi firmeuo Entre a hey.nrl;, ::il~So gtilm;~ lnterês 
Serztzria de Agdculturn cic ,e d~~·1do o em;,:egu Lmgrnn­ 
Mo:o Grocso o 
O Miolrnitio du de csccla dessa moterir•l Ct'­ 
,g, !cultu:G ohjetiv~ndo u im- mo corrutivo do sólo, o qe 
;,lnntc~ilo e cx1:cuçJlo dr, pra- JlNpcrcionr.ru grondo vant.a­ 
Jdo tJ,, lns:rninnç:10 ortifldal. gom P'HU todos os ngticultu­ 
O 1.Vüol5té:io contribuir± cor tores do tro Sul de .u­ 
to C...r,es.3d. 
Por:1Uén: L.o Hr. Preh itc 
er cangus'a lo tal uma 
nus:z.a sr. s suu mi. 
le:t:, .. 
Que e.llcgo a C!l­ 
btt: ..::, J ~, 
fobefüruo • e ocaberà com multi­ 
plicidade d~ ldiomss, pa!so;
1 
Interesses e pattlúcs políticos­ 
O mundo da futuro - ,fü,c 
Clnrk-serfl uma sldoln global, 
com uma Hnguo univeri;,n! de• 
oomlnucla •Estodos Un!doa dn 
Terra, onde nüo havera auto­ 
movdr. ma, • upeoas bicicletas 
e aves espacioi+. Arthur 
Charles Cl~rk fez t1.i3 dcclorn­ 
çõcs em Porto Alegre, ande 
%teve pndlcipnndo de uma 
conferencia de cibernética. 
um:i on!1u e r:ro.;uloru àe ni· 
trocenio Hquirlo, ::::l 'o1Jo, ,.k 
120 si! eu:e!es 
dia sua ais:natura 
matog':o!seose
1 
1 
1 
i ., 
' 1 
A tarde IJOS pouca, vt1 ca 
rninhando lentoment~ p,ra o ,eu 
une). Uma tarde sonolenta e c .. ,­ 
te que se ftnd •. 
O ctu, todJ wcobeilu e, 
negras nuvens que nào deixren+ 
sequer vermos neste da. a Luz 
primitiva do Sal, que muitas ,e­ 
z;es ilquecc o Co,ação do Al50.11, 
cujo a vida é triste e 6msrg, €. 
Lcm no peito um co,açdo dc~pc~ 
daçodo e ás vn,s tenld ,cccm· 
p6-lo, 
Ob:crvondo o f,nal do to:· 
de nc,lálglca, panho-m~ nGv,,• 
mente no, pesado, e minha Men. 
te confusa entre as Recorde@zs 
pcr•mbula, só no• Rcccrdaçõc, 
do lato ido, e vividas, Urna né 
va de amargura, vem envolver­ 
mc, pois aquilo que foi e f,ccu 
na pas,odo, loi olgo maravilhoso 
~ sublime, Tenha a certeza,' i•· 
mais, terei lhidade de pcsu­ 
lo novmente. tm, por que e 
vc.ct. Jor11L11~ vc.h,.uá. numco . .' mi 
teri tua pte±en,, teu orri4 ca­ 
vente» tu aletc, ccmo no p@ 
do que hoje esta distente, e 
ele esta vccc pana dar vida 
o vda minha, t assim cu cralefz, 
Rcc1...rd· 111'! qu,.-, tudo L.ft • 
ce, m nada pedi em; Ircce 
mas uto ntlo buslou pJrJ e:u t.cr 
ve con!ontemznte junta mim. 
Muito o pc.fd.:>r:i, e nem disto 
epedc-me epzsr, do Soíni- 
ir...:r:•.o qu.::: mz deu sm troco, pois 
fzcndo-me cher, ensinou-me a 
v,vcc ho j ... 1Lcor de-me de você 
cem multes saudades, por que 
voei foi meu !.Ôhho que mC,utu 
sonhcndo, o Enle que: nonco 
ob,.cal, as lebras que não Bzi­ 
jei, a V,dJ Que Niio Vivi 1 1 1 
Helzna Lopes 
~;'i'Liel Jucques é o nu· 
vo Prefeito de Bon:to. O 
oatnlhador iucan~ável em 
pl'ól do orn Bon!to mell.ior 
nfümon à Report;:;gem dn 
Tribunu,· •~ada p,orneto, 
buscarei aliar todas ~s for­ 
ças produtivas da Rrg:ão 
ew benefício, não só de 
uossa cidade como de todo 
S u d o e s t e. 
§ li § 
;+;~'Roubos ele carro con­ 
tinuam. ll Policia Federal 
deve intervir cow o máxi­ 
mo rigor, pois a •quaan­ 
lha, de ladrões ;;gem cm 
todas as cidades de nossu 
Região. 
J 
§ % 
;,'!'Nossos 
~ ,. 
Vereadores, 
tona:ata pose c Bela 
V;sta, sangue novo, que 
propo1l:Í(;r.:.ril no,•;. "Íbii­ 
d :, d e. 
§ 
iR alto Pe;eira da 
Sil•J; e o r.ovo Pn:foito de-=:) 
Guia Lopes da Laguna, 
no~,os ,·ofos do uron boa 
g e s t ã o. 
~JAd vogados de 2 vi­ 
ziu ho;,, l!iàade do Esta::lo do 
P.uauá, re:dizaru Est11àos pa 
r:i imp:anfar urna Industria 
calcár.;;;. e!.l.l Bonito. Os E.s­ 
h,dos esLüo b,istanto adlan­ 
tuàos. A lninstria já é umu 
R e a I i d a d e. 
. Um bar localizado em pleno· t;entro de Jurdini 
Óti.ma Freguesia 
p:,.gu:mánto 
Tratar com ivaldo na fü;d::içiio 
Documeuto~ Perdidos 
Dmi:noílC'3;; Palhnuo u1::­ 
deu os dccutentos de su. 
Camionete Fctd !-350, Ano 
1969-cu..sss N ,-181 
H'l'2J63ó - e e rteir:i :lo 
Motorista expedida 
:r .Aqu:- 
dâu.. Publieso que se 
;:, z par obeso de2avia. 
'ardi Mia Grosso 
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