), #gmrmp; sgga9 pg p €° is%iE.li#t ü lt# %, filllM, mna 1 ae te aiiales. oi leite é a ais s» smuito, iwos: [leranus te alo o isolo e iltil ih#itse. «Líbercfode com . espoíls@bfüdad » !· PD.LnVflflS PHOllüilC!nílllS PHG SB. nmm LUIZ Pf­ IEIIA, SESSfiO SOUl!E Of POSSE OOi PREFEITO E V!CE-PílEFEIIO DE SlúílOlfirmm •Ao turmionr meu me.n­ dato de Prefeito não posso, deixar de dirllr minha pu!il­ vru õquolt s quo ,.,ru LIH!l coo fli1rnu1, lluudo-wo ,1 vltorw clclturul o que pt!rr.iit_!u qu1•, Destes Ire ator, p:d sse dr multo de mlobus ,.<[1 li~udn·felto permiliu-'ll' rozer. eu fiz. O vereadores, 03 neUs uuxíllures. silo Uh lllSlClliUllh!lr.. tio qut111to me oslarc..:I puru úar minh,1 coolu de rec:.:igado• Sugerimos ao Presidente_ do Cl~be do Laço de Bela. Vistci, à enviar com an­ tececíêncía, as programações daquela entidade pal'a serem publicadas, -sendo assim até c,s apreciadores desse esporte de outros municipios viriam prestigia-los Ventla seu Prnúulo únuncianào neste ór~ão Nota Dez ---- (,. - . O Sr. Rooulfo P,-rcir,1 d1 Si!v.,; Prefc!ito eleito do Guin Lopes da Laguna, que só aceitou receber a Prefeitura Municipal, pós a vluda de um Técnico Con­ làbil de C:impo Grande>, p.,:·~ efetuar o. devido levanta­ mento. «Dura Lex, Sod Lex» & & a, & & Nota_= Zero Ao St!rviço de Rel:i.çõ~s Públicas du Citmnra Mu­ nicipal de Bela Vista, que por ocasião da posse c!os no­ vos vereadores, não euvlou cou vite ou c!rculnr, à Re• dação do Jornal Tribuna dn Fronteiru. E.... depois dizem, os nobres Vereadores que a Jornal niío dá o devido apJio à Edilidade. Êstradã de Caieira Todas ~s máquinas da ente! p&ru solidificação des­ Prefeitura estiio sendo em- sa vilnl estrado que serve preg:1das na melhoria da es· um:i rlas ruuís importantes trada dn Caieira íPiripucú), industria do municipio .. numa investida. contra os Esse tabalho já está "$}7,7;° Pp!g; h revisto o ri«eito m.as cop osns e uvns, 11- de obras para o exercicio clusive alargando os aterros j 197 3 que também ,erão mais ele-: e ' • v11dos, constrn~ões de Pon- Dessa manuelrs o sr. tilhlies, novos boeiroe ele P1efoito v~i fazendo nqui-: concreto e tnnls obras de lo qne p r o m e t e u. Clu~e f soorlivo Oelavistense Eelll de parabene o l3e­ Ju vteteose molhorand là do Sul está de volta •••••• sS ' O Ed,,ulrlo Snlomão ficou mnie ouchuto coro sua nova wao(•!rn do peuteur os Cabelo, fiu ... (iu •••• ~ .r. & É legul vermos como são dinümicos os jovens com~ ponentes do P r o j e t o- R o o d o u. Parabens. ~ te ~ Algucm andn na m:iior com n charmosa O t i : i n ..... & ~ & Andam desaparecidos de nosso meio r. turrua de iove11:1 do P u r a g u ll y. Quo aconteceu? & ~ & b'icou jóin. Bon idél,1. Anexo ao Boss Nova Bar, UIUI LA N C J-1 O N E TE, era o que faltava &§& É ... as férius e~lão acab ,ndo, muib gento que vae • o outrJti que voltam, mesmo assl os jovens Bclnvisten­ ~es iuíciam st'll periodJ Escol.ar com aquela vonl11de d13 aprender c,1du vez mais!!! Otimo. &§& •rr1,11scol1'(1u dia 3 pp. o auí 1'crsàrio da ra. Per- ciliana Pinheiro Mni. 6.pato :e com±ec o homem ele temé pcde revelar --.J personli_de da mulher. dsit, garvss qu: gota de snór descalça é um mouco ui/cil.a. A mça nórel- cate Jve o @espreocupuds ,- i e r o c:s 8 a n­ ~~:·:·º d: si.lia llo.'.:s:o. que "3a/ mestra o pei:o do pé. Mas s mulher qs dora sepaís :fitados, tome culL~uo com eJa {lolc é !alsa e ~mb1ciusa ... Servi:· parn crescer BOIHTO M. I. TRADIÇÕES ESTRANHAS uma co.delro, pala caGa dt1- rante tres dlas aute3 elo e:_. samento. XX Na Chln•1 é co!ume raa n sepultura ao de­ funto o nome do médfcc ou~ o tratou • XX Na Cbioa, bú século.·, é delicadeza tirar os ócu!as para cumprimentar cs smlgcs Adair Gauna rle Bnldí' • Cerveja (Antnrtica GuarnnàCocu Colu Fanta Katira Agua Lindóia Mini-Chopp. "Vedemos bnrato pura -1lull.ier de rico é •esposa, mulhc:r d~ pobre é •muié,. -Rico de bermudu està u:i. moda, pobre àe bermnna .; escandulo. -Namoro de rico é na<íon­ tê>" nu!.!}oro de pobre é em­ bãixo da ponte. -Casamento de rico (i oulace, c:isumento de podt·& é cemendur os trapo;;,. -Pobre sem trabalho é vu- gnbundo; rico sem trabalho ó . --------------= ......;......;:__.....:. _ Um estabelecimento de confiança - A que yende po!' menos e serve melhor entregas rápidas a domicilio «Nós acreditamoi:, em BONITO» rnncu Dü llBERDADE liº 130 B mmo MI. -------------=--------------- vender sempre> -Pobre só vai p'ra frente quando a ;:iolici11 vai ut1:..s· -Rico que roub:i é -Carinho de rico é beijos; carinho de pobre éudentacfo, -Rico :ionh3; pobre teDl pesadelo r l _) C9l B·. IEM COM iJ ê-. n E y V Sf ~ E SE. PAGUE EM DIA SU S ME ,. Tribunn dn Fro11(olrn e • • que Fazes jc w Mato Gtrosso t) Fzer Jornal no interior !Jom sallomue 'quo o lurelu lngcnlo 1, sucrlllcudu, nu ,iihioriu tlus vezes, vlllmu du tncumprecnçllo e da lgnurilo• eu do meio em que utua. Enuuonto nos grandes centros Rio, Silo Paulo eto. - os jornula formnm imensos oom­ pi+xos, verdadeiras Indutris de Comunicçno, em Mato Oroaso só exl,le Jornalismo dovlfo o amor à Inprenua!dos nhnugudos jornullstns ooesta. duanoa, olusse Inbcrlosu que em meio n tuntu !alia de re­ curso, nlodu consegue eeore­ ver, e com talento, diga Ne de passagem. lluftos órgllos s6 lunclonurn;e ciroulum normal­ mento porque o horóico Jor­ nulista,"feito homem dos «T lnRlrumontos•, nu base da lm­ provlsupo, redige, Imprime e sul upregoundo o resultado do seu lulmr. o Jornal. Indis­ pensável elo de integração 1,•vanJu o noticio e propagun­ du 11 cullura. A fnlta do meios financei­ ros o um problemn cruciante e esperamos venhu Hor solu­ cionado com o curo do de­ senvolvimento quu rcvlgorn e dá vida nOVll a todos ºª setores do Eetndo. Com o In­ or~roento da Industria e rio comercio, n propugandu será umu lente do rendo, que ute aqui tem sitio quu"e nulo não cobrindo os custos do pupel polo eopuço ocupado. Por tudo quo vem fazen­ do pelo ongrnndeolmenlo do Estado, lutando contra as mentalldaclts tucaahns e en­ Irontt1ndo opressões lrettrr do Imprensn o Jovem Mnrlo Marques de Almeida, _ ___ .............., ! de Pedro ·.Mnlngol l CLIENTE AMIGO Não se esqueça Sendo sô para o momento, desejo-lhes auspiciosos prog,essos Um Leitor Prezado Leitor: Ae cronicas «Aquele Abra­ ç0° que levavam,o seu dónimo Pi de chinelo eram feitos pelo Dr, Ely de Araújo Barbosa. e o mesmo deixou de pertencer ao quadro de colaborado,es devido ao; inúmeros 4faz,rzs que sua profissõo exige. Espcrondo satisÍozc·lo, agra­ d,ce:mos os elogios e ao mtsmo tempo colocomo-nos a !tu lntc:i­ ro dispor. EXPf OIENTE «IRIBUIA UI FRIEIRA» Di,etoro-PropridórJa Malia Estela V. Pereira Redator-Chefe· Ivoldo Pereira Departamento de Relações Públicas Jones Yclasquez Colaborado,es: Adair Gailno Geraldo P. Sobrinho Alice P,d,a Nunes J. J. Soto Heleno Lopes José H. Flo,cs - Couespondcntes cm: J•rdim, P. Murlinho, Bonito,;Gulo Lopes do Laguna, Sidrol&ndlo. O Jornal não se responsabili­ za P•los conceitos emitidos em eolunos assinados. Dr, José Jurandir de Oliveira irurgido Dentista Clinica Geral - Cirurgia e Oduno Pediatra Rua Dr. Arl Coelho de OilvelL·o nln Dr. Ruo Pilade Reuois 428 Dr. Pedro Guilherme Advogado Jardim GIL Marcos Saut Bonlfo Avenida Duqu~ de Coxia5, 5!)1 Ncl G:csso Dr Carlos Edy Sá de Medtiros A dvog&do BolaVjsfa D Pd ":,Ji.. r. e ll• 10 todos os problemas dos snrs, crludorc,: lloouclumcuto {lil omplu­ mento enumerado), transporte, su­ úde do ~ndo, qunlldodo do protlulo con3lruç0o do novns estrndns no ruunlclplo o u molhorlu e conserva. clo dus J4 existentes, oraiz1ç4o de um a i,lemn de lr.iRoorto ndqua­ do o comunicações erfotente,, um stslcmo sunllArlo e vctcrlo5rlo lun­ clonondo com pcr!clçno o o. mo.nua, tenç.'i.o de um tf'b30ho tia melhor qualidade al~III do um bom controlo llo roç•s espcclul• pnrll o corte. E.Sta lnfrn-c!truturo conforme declnrnçõos do Dr. P,uto Coelho Machullo, sccrclt1rlo õc Acrioultura tio ti•todo, Jil existe om parte n :JouullzaçOo ~nnililrl•, principalmente tlrl ultoHo, tcltu cm todo o rcgiilo abrangida pelo CONDEPB, oléru do umo melhor dl,trlbulçllo de oaorglu clétrlcu o u cOOBlruçOo do Centro do Tccnolo~lu Vctcrlnórlu da Universidade do Estudo de Mato Grosso, Este Centro, quo torâ mol• do 7.700 m2 do areu con,trnldn o ()UO cusbró. corcn cJc cinco mllbOott Uo cruz.e Iro~, tcrà um laboratório de 111slmtnuçno Artl(lclul, um laborotó­ rlo pura l.ibrlcaçllo de vocinns con­ trn o uftosa, mttl! luborntóriol:I de nulrlçfio anlrnul, ::»tologln, puroel­ tolo;ia, microbtologlu, pesquisas clinlco:s o tecnologlu ti~ carno e do leite. !::'xl~le: tnmbém l,to funcloati• monto na U EM G um curso de vctorlnâr!n. que ci,;tarA to:macdu unuamente, 3 médicos veterinários como também existe na mesmo Unlvcrr,hloc.lc planos puu n lmplnn, lução do uma Escola tlo tgronomln o que jli du conla do uvanço quo o Governo do Estado imprimo na quedUIO tecnotoglcu Joorcnte u Agro­ Pccutlrln. Logo, do que ficou dilo de­ preende-Do t}LIO crn • pruz.o curto. os M:ohort'iil crludorcs terão todos cs• ses bonefieios que o Estado tem in­ terese de criar, construir e por á disposição dos interessudos nessa lacràttea industrl. Aqui mesmo ex.Is Lo: um csla­ bclcclml!nto mnnllodo construir pelo Minlterlo da Agricultura o Posto dn Froutolro que até boje Otilll. sem nonhuurn. tlOrvcntla, npcsnr u~ pos­ ulr boas Instaluções, ervindo apenas de moradia u um funcioná­ ro da conservação, tas que, se­ zundo informação do um rla malogro•- naturalmente ,[1car-l uullnntc comi ... enti~ que de:'crla ,er . oxplornda o emprecodlmento: é O 00510 fn. sun 10'1lblr!ollznç!lo aqui mesmo 1 • .. canscwcl o migo .Luiz Carlos !'-Jaza­ º rcz. Hoje, o frlaori[ico Rio Negro r rclh, que nüo p0upa esforços c n e umn grcn1o lnpH!elçoamento íinterlor. Compara a ção do mes­ tre, o do médico, onde o mais Importante é o doente Mostra que só pode adqui­ rir o ciência por dois proce,­ so.' pela cção da próprio re­ llexno du intrressado e a Isto se chama 10 n invenção; e, pelo ouxlllo externo, que pres­ to o pro!esaor e Isto é então o disciplina. Em ambos os ca­ so,, quem descobre, ou redes­ cobre é o aluno, quer por ai, quer pds a cjudo do mestre. Este deve limitar-se a aux.lllar o aluno, e nao ln(undlr a cl, enclo. Resumindo soa doutrino pedagógico.' e) O nluno deve •empre ser colocado dlent~ de um pro­ blema. Deve possuir o• ele­ mento• pnra resolve-lo, lacum­ blndo o mestre ampara-lo e guiá-lo ca procuro da verdade, b) O mestre é lndlspens11- vel ao aluno, para que organize suo p~óprla experiência, rezão % -gem. porque o ciência do me1tr• ur a mal• complela po&slvel no assunto: ele é resposvel pe­ los erros do1 jJ,clpulo1, Como vemos slrlbul multa re1p0D58• !lilldode oo professor. e) Segundo ele o cerne da atividade peSIOul é e refle­ xão. Aprender ó rellellr pe1-· soalante,' Ensinur no é so­ ment• su@clter lmageno e eetl­ mulor a sua auoc1oçllo mecQ­ nlca p!I! memória, é provocar pelai palavras e pelu Jmagen1 • marcha de rertexAo do dhcl­ pulo. dJ Seu -mélodo •?a a «di­ pulntlo•, ensino de coopereçao Combinava os proceuoe lodu-' tivos (ou lição de desenvolvi,, meato mental) o .proceuo . de, dutivo, loglco o proceuo d_o aplicação ou llçilo de revlsllo, Dizia ele ·qu,, o enslnó ouim mJr:.lslrado, obriga, o alu­ no a refletir, a julgar e a com­ pletar seus conbeofmantos, -No Bresll eslé em vi­ gor a Lel 5.692, de 11 de 4gos- 10 de 1971. E,ta lei pretende der a escola aquilo que II co­ munidade e1pera dele: Um en­ sino prático e objetivo de a­ eordo com 01 necessidades do merc,do de trabalho e' também uma formação Jntel~ctual no sentido manter a dlgnldad; hu­ mana, sem deixarmos IH leva­ dos por um utlli11rhmo que massifica ~ colslfica o Homem Eis cs objetivo, da cilada lei. •euto-r~allzação, quall!Icaolo para o trabalho e preparo :;:,ara o exercício con,clente da cida­ dania •. sTe de Jozá Ltda. Ühzolin11 - Lubrificantes - Derivados, lavà- Borracharia - dia e noite, lrocR de oleo « Atendimento dia e noite >- e Acompanbnmoa o progres!lo de- Bonito> BONITO '.I MATO GR,OSSO •• !I ----------:----- BOSSA· NO Y A.BAR MELHOR ATENDIMENTO - É o ponto de encontro das pessoas de bom gosto r _, ta" l , .. , o p J dus ,lla. l .. ·r T<=cuico Jardim compctr.ute no Ramo Mato Gro■ao Comercio e Industria Sem.ta Luzia: s- ,. -u....i.,. (Caaa do An-o:a:) da Ullase" Plato de Almeida ] La urtus em geral • Má quina de benetelo de nrrcz compra a venda do cera ..._ .._ .. •I• Je&o: 823 Bela Ylala Com -trabalho a d q uirim os ll -_ l Maloo...._ progresso [ 'frlhut1n cfo Ii'rontoirn #ri lo impus» te Mela Ien mrecaãatão e controle Rio (AN) - O Presidente Emilio Garonozu Médlci, acolhen· do cxpoicão de motivos do MI­ nisto da Fazendo, assinou de­ ereto instituindo nova slStemállca de orrecodaçiio e controle do, Quantia; ,dmittda, como dedu• ção do Imposto d, Renda d,vl­ do pelas pc1soos juridicas, o llente~ gora cada bilheto Lamat tem 1O lracdes o ct rs 20,00 ! tcdo ele Vec0 pdo far rico 'l 2nha Não dvida sua orte. Vocã tem T76 premis pra ganhar e ' ar$ 0 primeira premio do ~ S 20.000.00. E ainda desfruta da. as que a Lemat custeia: praças y o t.>!.porto, obr.u• :.;ocfai:.. A Lom.al ; 'ca todo o dinhcira arrocacbde> / vnda do blhot:, netos bons ! d4 1 quer dar que, o 9u ; oiro não sai deslo Estodo. Uma. é certa: com cs bilhetes Lomat - não perde nunca! O Homem é o !rufo do nanceiroa ou por dedlcnr-me meio ambiente - sim ou não? tnteiromente e com afinco ao Geralmente uma vez ou estudo, como Chopin e outros outru. lemos que enfrentar n que estudorbm horas a !to, e desogradável tarefa de procurar assim não posso s11ber de formo lucutlr umn passagem de Arll- alguma se serei capaz de métloa ou Oramlitlca na cabe- conseguir êldto. ça de uma crlnnçs que simples- As opiniões não são iguais mcnle recusa o aprender. A el&B divergem, pois cada um esse tipo de orianço podemos pena de forma diferenate, va • dizer que é de!eSperadomente rlan::lo aEsim e insistência so• Incapaz de •prentler qualquer bre o maior ln!lu~ucio do melo coisa dlfloll. Ou podemos res- ambiete, bem como o confiança ponder que é Inteligente, mos tot,I na inportãncla da heredi. demasiadamente pregufço,o, ou tnrledode. deslnteree,oda.jA primeira dA Eotea coisas eao Ilia dlllceis de como couso do !recesso o equi- ser entendidus. Por mis que pamento Intelectual: Inato o meditemos, que façamos com­ Sue careocla; a segunda põe psrações concreta,, nunca che­ culpo no icsuliclencia tanto geremo• e 1un& conclusão se­ patercal corno escolar, c,u r:n tlsfat6da e certa. A imlca !or­ !elto de Incentivos ou outra, mo é considerarmos o here:l!la­ coisas mrts. riedade e o-melo ambiente co- C•rlamente, nemhuma eX· mo lcflut!néias de Jguul forca clul o outra. pois a criança po- e indispensável ao desempenho. de ser inteligente e pr~gulçoso A c;.r doe cabelhos, o ou obtu,o perseveronle. Mas a !J.lco. o cor dos olhos e 11 !or­ dhltnçõo entre e capacidade ça de uma criança são primo,­ lnala. por um lado, e o desen- dl2lmente herdado!, enquanto volvlmento des,ss hab!l!dades a suo •llaguo materna•, evlden­ por outro, Serve para definir t~mente depcnder!l do pais em concretamente o que se quer que a criança nascer e for cria­ dizer com hereditariedade e da e. portaoto temos aqui uma melo ambiente. delcrmlnoção do melo. Mas Nunca pode Be saber &o mesmo neste coso, o dhlinção certo ae o principalfstor na de nrlo é muito bem marcada. A terminação dar reollznções foi cor dos olhos e do cabelo, a herdo do ou foz pule do opor- altura. o peso e a força siio no• tunldede e por isso uns são tadamcnle detados pelo clima rico,, outros pobres, uns elcan- pela allmenlnção e pelas doen­ çom êxito e outros !raoossam. çns, que nutomalicomenle nno Uma colao é cerls, • d deixam de fszer pnrte do melo genialljade é ums questão que smbfente. A linguagem de qual­ tanto pode ser de trnnspírnçiio quer 1:l'pêde sé é poss[vel quon• e nfio de lnsplruçiio bem.como do a pessoa possui estruturu pode ser um g!nlo herdado inats d a garganta e das cordas uma granle capacidade inte- vocais. Em nenlum5doa casos, loctuol e um talento, bem co- portunto:a• n•tureza ou o edu­ mo o trabalho ãrduo de várias cação pode ser oponl:idas como horas do trabalho e eotudo. a única re L' prc;idcnc~do Sindicuto do, ,lu,~, listas Profü ,iunols no E•- 1udo d~ Mula Grosso. Lembrou que úll eGtcyn repre:sonl!indo o auor do pro;,oeição, eprovoda por uor.nimi.fodo de concesão d" titulo, mas que os sues po­ leras core:pondicm plena­ tnt!nt~ n5u !;Ó com o penso· menta do Ve!ludc-r Emanuel Ribeiro Uau,iiuo, em mlssilo o!.ciul em J rão P~HOH, mus tumbém de todo o Legislativo O jornul •Con•do de Jm­ prens», de Caisbí, inícrmcu o uus lcH01: ... : cuiabaoo. Lembrou o Eúil are­ nista qu~ a outorga de titulo lrozia u□a rc!ponsob!lidndE maior ao jornnlioto Pedro Ro· eh~ Jucá pois a mencionado homem de imprensa d~ve con­ tinm r merecedor do respeito e da adrniraçiio d11 cidade que lhe prestou a homenagem ho­ norário. Rcrerlu-Se li isto o vereador Evnldo Duarte de Bnrros ao len:br,,r que a pJ.'· ericridat!e jul[1orà os oto ela legislatura que se encerra. Fato H is t ó r i e o •Realizamos hoje um falo h{stórlco>, enfatizou o jcrnt• lleta Evoldo de Barros. •E,tu foi o única Ce~sáo espedu 1 ccnvcc~:lo peb ofucl leglslotu­ to o únlcn cid9donia hoourúria concedido pelos viucç vis satélite, que p ... r:..rH ir;l .J. f.:!!:.J-1:•ur_o t,!Q c:1nl t.m 0,02g02322a ,sggg2gpg gggg23237g2223291 @d é&ã ãE bSéG E 5A5CEAI: 5.R X7 já ~ lfil t, filj « CARTORlO DO F OFICIO » é :, 00 ~ r,·· ti T:,balifrn:José f,vcEn-J o Si!itJ 1. D Bscrllura::i, contra!os, proct.:.r:.içlk , rccenheimentcs do firmai (~ ,', rcr,lr.tto ôe imovc!s, de titulas do.umu:natos de p;-otl!ótO C ~ • >·· anexo~. Extrulmos fotocóp;..LJ r..: hor J - Autt:ntlCt!da, fz1 - '---· (; Serviço !á. L.io e dic:rnte ;...J "' 1 ,. füg B e la Vista fv'l :: í o G r o s s o ~ - ,- ~ a«st c, creste. Ais #&$K±E.e,ASEI9IR E2E#E3E,a25gEEIEEE3±SE3 os pJlovros do orodor, a Vcre- r-cor B•,nedito Alves Fcrrnz, Pre,ldeote da Câmora Munlclpnl do Culebil, convi:lou o proíe9• sor Aec!m Tocaotios chefe do Gobincte Civl!-do,Governo dü E,todo, a entregor o diploma de• cidodaolo hor,or/irla de Cui­ ob:i uo horoenogeodo. Em hll· guida o jcrnal'.,,tn Peàro Roei.la Jucá proferiu po.'ov,os rle ogr:i• decimrn!o pdo. homeo•g~IIi que recebia. Em Seguido, eocer­ rado o ,es1!io cs outorldsdes e o; em1goE presente, foram a­ braçar o hcmeoageadú, Orno:!,, numero de jcrnalistas cuinbs. nos tumb~m cSUvernm prestn­ ncs parn cumprimcn!ar o com­ panheiro que enlõo recebia a hOmLoagcm moicr da Capllal BEtn V!SHl URil UMíl f ilBRl­ CU DE cnlci:mrn Momo Pil­ Rll r-rnnuzi:mf E Cfil VIVfi Estevti por u:.tus vezes nesta cidade pnr!:.enteadimen­ t.; com o Sr, FrE!elto Muni• cipul o clduclio Herooay Fer­ reirn. reprosent~nte da llrma C'.!l!ilir.1 S/A Mineraçüa, In­ dua:rl!l. o Ccmorcfo do Curi­ llbn-Puruoá-que cst.l interes ouda (.W montar uqul um Oê• tabaleoimento do ceu rumo Industrio!: u exploraç!lo· du jaz!dc. de colc/ir-so Fora!!! oorôodos de éxi­ to oa eotendimeníos e o Sr. P1·e~elto Qóvio .Murcellno ele 0liv.iirn vul facllilàr 11 • Em• presa como□meles dlsponiveio pra que ela vnh com rspi- • Ccnv(n:a cem prazo de dez Elr:i, e nem disto epedc-me epzsr, do Soíni- ir...:r:•.o qu.::: mz deu sm troco, pois fzcndo-me cher, ensinou-me a v,vcc ho j ... 1Lcor de-me de você cem multes saudades, por que voei foi meu !.Ôhho que mC,utu sonhcndo, o Enle que: nonco ob,.cal, as lebras que não Bzi­ jei, a V,dJ Que Niio Vivi 1 1 1 Helzna Lopes ~;'i'Liel Jucques é o nu· vo Prefeito de Bon:to. O oatnlhador iucan~ável em pl'ól do orn Bon!to mell.ior nfümon à Report;:;gem dn Tribunu,· •~ada p,orneto, buscarei aliar todas ~s for­ ças produtivas da Rrg:ão ew benefício, não só de uossa cidade como de todo S u d o e s t e. § li § ;+;~'Roubos ele carro con­ tinuam. ll Policia Federal deve intervir cow o máxi­ mo rigor, pois a •quaan­ lha, de ladrões ;;gem cm todas as cidades de nossu Região. J § % ;,'!'Nossos ~ ,. Vereadores, tona:ata pose c Bela V;sta, sangue novo, que propo1l:Í(;r.:.ril no,•;. "Íbii­ d :, d e. § iR alto Pe;eira da Sil•J; e o r.ovo Pn:foito de-=:) Guia Lopes da Laguna, no~,os ,·ofos do uron boa g e s t ã o. ~JAd vogados de 2 vi­ ziu ho;,, l!iàade do Esta::lo do P.uauá, re:dizaru Est11àos pa r:i imp:anfar urna Industria calcár.;;;. e!.l.l Bonito. Os E.s­ h,dos esLüo b,istanto adlan­ tuàos. A lninstria já é umu R e a I i d a d e. . Um bar localizado em pleno· t;entro de Jurdini Óti.ma Freguesia p:,.gu:mánto Tratar com ivaldo na fü;d::içiio Documeuto~ Perdidos Dmi:noílC'3;; Palhnuo u1::­ deu os dccutentos de su. Camionete Fctd !-350, Ano 1969-cu..sss N ,-181 H'l'2J63ó - e e rteir:i :lo Motorista expedida :r .Aqu:- dâu.. Publieso que se ;:, z par obeso de2avia. 'ardi Mia Grosso ir