1 
f 
e.,. 
L . . , •• ~---·- Liberdade com Resp~r!sabilidade , ----,-----~ 
""!!=. 	potu vista Mr_ 	24/0273 	N «a 
..iira ri.awwr-+..nnn=- si arrrmn rmmmrnki = ir; ,~.a GGG iwG#ln "e' 
·' 
l 
Ubaldo arem em arol 
II0IEIO [ IA AAOIGAMA 
) 
o 
,. 
Caracolenses ofereceram um coquetel a equipe do Projeto 
Rondon XL de Pernambuco que após 35 dia, de trabalho intenso 
e produtivo, voltam a seu Estado. 
A vocês universitdrios prrnombucanos ogr•dcc, cm nome do povo de 
Carocol. Deixam <m cado coraçõo um pouco do ornado Pernambuco: 
A l,bro e o humonl!mo que dcmonslrarom revigoro • noua crença, 
e faz-nos afirmar:, Bra,11 nó, confiamos cm sua Junnludc. 
y 
E_gulpc Proj~to XI - Pernambuco que operou cm nosso 
cidade colaborou intensamente no setor pecuário. Educacional e 
méd,co. Aos jovens Lindalva Maria Jonicc, Maria Alba, Guiei, 
Mlides, Nrio, João Batista e Eli, nouo multo obrigado. 
-y 
O Sr Tadu Ocampos cstá rejuvenescendo a cidade, man­ 
dou limpar todos os matagais e terrenos. 
Toms uma série de medidas que visam dotar Caracol de 
um aspecto melhor. Mu,to bem Sr. Prefeito. •Cidade limpa é cl· 
dade civilizada. 
xy 
Os cstudo,,tcs àc Caracol agradcctm aos profe&sorcs, De· 
legacia d~ Enuno, Prefeito e equipe do Projeto Rondon. p,la cria· 
cão da Bblicteca <Dr. Enil Pereira de Souza no Ginásio Estadual. 
xY 
Dorotcu Jara, Dtlrgado de Policia, luta pela construçõo do 
prédio para a Cadeia Público. Vamos colaborar com o jovem Dele· 
sdo. 
--y 
Prefeito enturcstà dia lo de maio melhoramentos para 
Caracol- Aguardemos. 
Estrada pa,a Caracol «Caminho das Onças 
rodovia (se aquilo pode cnamarse rodovia) que liga 
Belo Vrsta ao vliinho munlpio de Caracol, cst.í inlransil.ívcl. 
Exige do motorista uma eximia capacidade pois as crateras 
exislentet e os pontilhões, ofctoccm um risco de VIDA. 
Sob:mos que o assunto é da alçada da DERMAT, mas.-· a 
municipalidade pode tomar as devidos proVideecios junto •quclc 
órgão. 
Esteve em Corac61 jJa 14 
deste, o Deputado FederBI 
Ubald Barem O porlmentar 
entabulou contactos o manteve 
um dláloço franco e aberto com 
o Prefeito Todtú 0campos. 
Após e vi'1ta do Deputado, o 
Sr. Tn:leu disse li Reportagem 
O Deputarlo Barem nada 
prometeu, moe deixou o cer­ 
teza do que ajudar§. Caracol 
Do seu desenvolvimento 
Nota dez 
' 
Na madrugada do dia 15 
do corrente, oe moradore11 da 
Rua Baro do Melgaço e 
adjacêncloa foram acordarloe 
com o barulbo de um !troteio. 
0s pacatos e trabalhadores 
homeno da Princesa do Apa, 
alio agora, despertados do 
sono tranquilizador por ar­ 
ruacêlros, que •brincam> 
com a vida de seus semo­ 
lbantes. O Dr. Ivan, deve 
Intervir com o máximo rigor 
para de uma vez por todos 
col!ilr esta wani!eetaçlío de 
banditiamo. Nossa epoca n!io 
comporta mala esse tipo de 
ex:lblçlio. 011 moradores pedem 
a ctiçlo de uma guarda no­ 
turna municipal, para prote­ 
gerem aqueles que usam a 
noltt! para o descanso e nau 
p&ra arrueças. 
DESCÔBEHTO UM NOVO 
FLUENIIE DS RI API 
Campnnh;i em prol constiução dà cadela pública 
a- 
O Sr. Doroteo Jorá, De­ 
legando de Policia de Caracól 
egraiece a,colaboração das pes­ 
soas ebabw: citado,, e pede o 
todos o• Corccolenses e Be­ 
lavistenses tomnrem parte nn 
camponhn que beneficiará a 
colélividocfo. /1. construção do 
CEdela é folor de segurançn. 
Vocü leitor é a meta, de sua 
tranquilidade depende o desen­ 
volvimento de nossos munlcl­ 
pios. Enviem donativcs, pt­ 
dlmOG um pouco de cada, pa­ 
rc darmos o multo a todos. 
Acoitumos todo tipo de: ajude: 
mntertol pnro construçno, di- 
nhefro, enfim, tudo que, refle­ 
tirá no con.truçllo do predio. 
Estão colaborondo: 
André Tadeu ôcarnpoa, 
Polidoro 0utlerres, 0donol;Ava 
los; Valdlr Godoy Pereira; Ur­ 
buno Puchetá, Bernardino Cen­ 
turião, Cepriano Caceres, Teo­ 
d oro Rodrigues; Horácio Godoy 
Rlgobcrto Velasque, Jovlno, 
Godoy, João 0cnmpos: Noedl 
Leite, Cirilo Gutlerree, lntonio 
Cesarlo, Benicio de Souzo, Ma­ 
rie Godoy, 'lhomaa Tadeu 
Vieirá, Paulino Ferreira Leite, 
Paulo Cristaldo, Atázio Ayala. 
Ao jovem e dinâmico Vereador José Glaucy Flores. 
que de acôrdo com a Filosofia do Governo Federal. bns­ 
ca a divulgação de nossa cultum e tradições. O seu 
programa na Emissôra ZP-23 - Comunicação Total - 
e um brado de alerta a nossa juventude. Prn frente 
Glaucy Ili 
Técnico de Conta­ 
bilidade de Be]a Vista avisa 
as matriculas encerrar-se-ão 
dia 28-02-73, e que o n.o de 
é limitado. 
O Colégio 
que 
no 
vagas 
Após as chuvas da sera­ 
na pa,eada, descobrimo, um 
nõvu, afluente do Rio Abé., ao 
visitarnos a Usina Eletrica de 
Bela Vista, que deveria chamar- 
6e •Cemitêrlo de Motores,. fo­ 
mos obrigados a dur uma vol­ 
ta 1menss, porque em !rente a 
Pensão Fruotelriça na ave­ 
nlda (avenida) Teodoro Sativa, 
um novo rio nasceu vamos 
&guardar novas c.huvao pera 
batiza-lo. Btle Vista é a Prln­ 
ceza do Apá• Acham.:s que a 
Munlclpelidade deveria traU­ 
la com m,Js Realeza' 
CBRTnS à REDffCÃO 
Cuiabâ, 16 de fevereiro de 
1973. 
limo. Sr. lvaldo Pereira 
Reduç!!o da «Tribuna da Fron­ 
teira. Rua B. a~ MaJgaço, 1/n 
79.260 Bela Vlata-ML 
Amigo Ivaldo 
Aqui vai o meu abraço 
umlgo e 03 meua cumprimen­ 
tos p•la p11sagem. do primeiro 
aniversário • da. •Tribuna da 
Fronteira•. Sem mais. 
Saudações Jornall,Ucaa 
Pedro Rocha Jucã 
E AUTO PAST 
MI.III IEHIMIE 
Vindo até nossa loja, você vai ter toda liberdade para adm;ra
1
' os novos OPALAS 73 e as 
mionetas C10 que são capazes de fazer qualquer loucura pelo seu dono 
. 
Recebemos seu cano usado como sinal - V!si te-nos 
b a cieço de Oraldo Flores Nogueira 
RUA MECHAL MALET, 325 - FONE 1043 
sem comprou»isso SOCIEDADE AUTO PASTORIL Ltda., gora 
AQIJWAUANA - ll.Ã.TO GRO&SO

'I'tuna da Frontci 
Coluna. 
reeitas be 
Dela Vi&i.,1 24/2/01 
'crinina 
Vúl'Ô rclPOIV0ll 1rnprovi- 
1Jor umu nunlfio de nmir,oH. 
Um bom quebra galho é 
preorsr valos tipos de pote, 
w;vlr Nn t1géllnhos t' provl­ 
dcnclur pilo fresco. torrudun e 
biMcC,ltus rolgndos psrc1 quo 
cudu uru íuçr. o st•u pr6prlo 
eunupé, Experimentem os nos­ 
•u• putb dl! qudjos, arenque, 
cenoura o malson, 
PüT[ OE QUEIJO 
Miuturo 1 1/2 xicurn de 
queijo [reco rlado, I Inta do 
crome de leite, 4 colheres (sopa) 
ci~ montdgtt derretida, l colher 
lBo[)OJ de mostarda, pilprlco, 
pimento-do-reino, sol. Misture 
multo bem e sirvo. 
PSI E EIQIE 
Colcque o conteúdo de 
1 lata de arenques sobre tilbua 
-;fo carne e p!que-os bem. Jun­ 
te u àgua do conserve e umo 
cebol11 ruludu, 1 colher (eopu) 
de sola pioad, 1 colher (ch) 
de sal, pimenta 6 gosto, I lata 
d" cr'cmo dt Jclle. llloturc 
bem e 1lrvo geludo. 
PATÊ DE CEl!OURü 
Ml~ture 1/'l. laia de creme 
de leite, 1 1/2 colher (chá) de 
montordo, 1 colher (chá) de 
molho de pimento, 1/2 x!carn 
de plclee plcodinhoe, 1 xicora 
de ccnoure cru ralada no ro­ 
lodor fin ... 
PATÊ DE MnlSOII 
Misture 3 lotas de patê 
de galinho com 2 latoo de 
creme de leite, 6 íolhns de e­ 
lntlna dissolvidos em 1/2 xica­ 
ro do oguo; 1 xlcoro de picles 
picodir:llos, 2 caixas de passos. 
Tempere com molho Inglês, sol, 
vlm~nla, cebolo rolada, cntchup 
etc, Leve o· gelodelrn. ' 
1 J 
#p Hess«E±«»E«HA3E2j 
~ 
~(D)(f~ §{a(O) it?w.iüz 1 
rle Luiz José de Souza (TININHO) 
Fotos para Documentos - Casamentos- 
; 
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N;# »os» E] 
~ ,·cnld,1 :So1orsis - U~O Sldrolandlu-~IT. ~ 
5SEC2EGHSE DESES»H;3 E»E 
# ° preda o buceso 
A montanha 
11 
li 
Roberto Garlos 
Eu vou seguir 
Uma luz 14 no oito 
Eu vou ouvir 
1lru1: vuz que me chamo 
Eu vou subir 
A montonbn e licar 
Bom ro<1lB perto do Oeua o rezar 
Eu vou grllur 
Peru o Mundo me ouvir e acompnnhar 
Toda mlnhu escalada e judnr 
A r.ios1r ,r como é o Wt'll grito de amor .., de Ié 
Eu vou pedir 
Que us eatrelus nilo pnrem de brilhar 
Que as oriuncas nfio deixem d e sorrir 
E que os homens Jamais esqueçum 
d ugrudecer 
Por isso eu digo 
Obr!gu'1o senhor, por mais um dia 
Obrigndo r,enhor, que eupusso ver 
Que seria de mim, sem u fé quo eu lenho em océ 
Por mais que eu sorra 
Obrir,.1do u.inhor, meemo que eu chore 
O!irlgudo sc,nhor, por eu saber 
Que tudo ieso me mostrn 
O oumlnl;o que levn a você 
MaIs ur,a vez 
Obrigu do Genho, par outro dia 
Obrigudn senhor, que o sol nasceu 
Obrigado sentor, agradeço, obrigado senhor 
Por isso eu digo 
0blzado senhor, pelas estrelas 
Otg.5o ±enhor, pelo sOrr16o 
Obr:gado enlor, gradeço 
Obrigado enlor '' 
Muf u.a» z 
Obrigai renhor, por um novo di ! 
rido senhor. pela esperança ! 
Obrio snlior, pelo sorriso ! 
Obr,:;.1:iu ~,·uhor, (ll'lo rt'lrl!.o 1 
Obrigado senhor, pela natureza ! 
OllriJudo St•nbor por tudo Isso 1 
m estabelecimento de, confiança 
vende por menos e serve melhor 
rápidas a domicillo 
«Nós acreditamos em BONITO» 
PRAÇA DA IIOEROIDE l 130 BOIIIIO ML 
-------------c:::z------------- 
Re 
Meus omlgos, quer você 
que passomo8 e revista no­ 
aos vizinhos ? Nllo psru jul­ 
gâ-los pois temos lncllnaçõe~, 
e exceaslvos até, psra julga-los 
mos pora julgar· nos e nós n:es­ 
mos. 
Pensomos nos no,sos vi­ 
zinhos? Se peneomos, fezêmo­ 
lo com Interesse, com amor '/ 
Fozemos com que nossos flhos 
se interessem por eles ? Prc­ 
curamo• levá-los o amor os 
vizinhos? 
Entre bem adentro nestu 
quesOo, se acha que os ••res 
e voçê mosmo podem dor urn 
posso a !rente nesse sentido, 
comece por primeiro esforçan­ 
do-se por fazer algo, o oorne- 
Ôba,I ... Até que enfim, 
parece que Belo Vista está to­ 
mando outro aspecto. Esti 
mais limpo, a capoeira foi der­ 
rubada, e alguns boeiros que­ 
brados estão sendo conserto c!os 
osslm ficou melhor. O Sr Pre­ 
feito está de parebens. Conti­ 
nue ... é dg gente nova cerno 
o Sr., com ccpcidade de dor 
novo Impulso "º Progresso de 
Bela Viste que o povo preciso. 
Esperemo■que Isso seja o 
Inicio, nilo esmoreça ,lm ? Lá 
4 1 1 a i r 
çar de hoje, em !cvor daque, 
Jes e6tronhos que no realldodo 
silo noseos lrmlíoH !I! 
x-x 
Riu-se alegremente do di­ 
nheiro e dos negócios que 
rendo dlnllelro. Reservo porte 
de eu tempo, pero amor e~ 
filho~ e pora fazer-se Gmer 
por ele,, lncllnondo-ae interrup­ 
to mente sobre seus cornções 
que devem tornor-se generosos 
e amorosos. Esse oím, ó um 
negócio Importante, o únlco im­ 
portont1: e que, usGtguro-lhe 
r e ode mais que qualquer outro. 
Adeir G. Bul1i 
prás bondos de caso t~m mui· 
to buraco, mas espero que o 
problema ainda seja resolvl:lo. 
Convidemos V. Sn. a dor um 
passeio pelo ruo do Repúblico, 
r.: depois .. tire e suo própria 
conclusão. 
x-x 
Congratulamo-nos, com o 
Sr. Gleuclr flores por mnis 
umn Iniciativa mllravllhosa, 
num sentido todo e•peclal d:J 
DE 
Conceitão 
elevar muls ' oito o nome de 
Bel Vista. Homens como éle 
merecem nosrn opoio e con­ 
!iançll: Estou mo referindo ao 
seu progrum no ZP23, na vl­ 
zlaho cidade do Paroguny ern 
•Comunicação Tolo). um pro, 
gramn diforent~ e multo coma, 
nlcativc. Presllgitm-no. 
x-x 
Nsss jogadores ezo f) 
de parbens, pois egulrm ru- 
mo a Vllo Rlca no Paroguoy 
[ara disputarem um sm1tosa 
lã na cidade guaranl. espere­ 
mos que procurem lIJGio uma 
vez enaltece Bela Vf;te 
Adeir G. Buld1 ,, 
Documenlo, perdidos 
Damin:Jneas Polheno psrdeu 
3 zccutu±t{os de sua cai­ 
onee Ford F-350, Ano 1969-. 
cha6sls Nº L-A181HT23656- 
e Carteiro de Motorista expe­ 
dlC:a em Aquidauano. PubJic,i. 
çilo que fé faz pare obtenção 
de 2 ia. 
J lrdlm 
'! 
Mato Grosso 
Comercial José Pau]o 
) 
Mantes 
COMERCIO de materiais par~ «@rsstrn<ões 
> 
Pias-Lavatórios- Madeiras Seradas- Azulejos 
. _ imbity_ba-LadrUhos - Tijolos. ~imentc 
«Temos tudo para construir sua cisa, 
pisno 
você é quem faz» 
rresr11ie o C1mércio de e I D R o l 4 H o I 
Rua Sergipe - 29 
SIDR OLAND!A-MT. 
--:..

Trl»uns da lotou 
---~-----~---- 
Plantio do afé :.:m Caracvl 
5R% 
Par questões óbvia:, não 
sabemos por que o nstututo Era­ 
,1lwo do coí« ti. 8. C. ) dc,xou 
de etanqer grande área do 
norte do mun1c.,p,o dz Coracól 
na sua esféro de f1n•nclom,nto 
parn o plcntlo do port•ntosa ru· 
biâcca. 
Do cdórço do GovêrnU Es• 
tadual pato ampliar as esle­ 
ra, d, cvLivo de diferentes pro­ 
dutos d,1 119tlcuhura, o café foi 
certamente uma das espécics 
mais debatidas para a sua inter­ 
slÍlcaç<10 em todos os munlciplos 
cu)as iír,as tun as condições 
e:olósico, exigidas por aquele 
Vrgiio fctiertl para tão impor· 
tantc culllvo como é o do c•• 
fé, No i:nlanto, os responsivtls 
por º"º trabolho de grande ai• 
cance par• o Estado de Moto 
Grosso, esqueccrúm•« de estu­ 
dar as terras do noite de Cara· 
cól tiio férteis e p16p1 las pa,a 
c,sa espccle de cxplor11ção agrl• 
cola, contentando-se cm ex11ml• 
uur us torras Jo munlolplo 
do Jurdim bom próximos· da• 
quolns onde hojt• o Bnnco do 
Brs! S. A [lnunoia grnodes 
pluotnçõts • de cufeolros, del­ 
xaodu dez<'nas de !uzendelroe 
de Cttrucól sem vez de tum­ 
bem onlrurum un exploraç!l.o 
de to rondu,m ullviúado, vu- 
101'11.ondo euns lorr11B o colo­ 
niz•1aclo-08 mm n,,vos clo­ 
rnentoa_oHpcclullsndoa quo JJO· 
ri aqui virllo nu nfan de em­ 
pregor 8UII prollssllo no en­ 
rcqucclmonto du reglOo. 
Urge que u Secreturla 
tio /grloulturn do Estado uu· 
trc cm entcndlwenlo com u 
Prt•sldeale do 1.D.C. pum qu1, 
esc•n nnoruuliu seja corrtgldu 
no menor tempo passivei, e 
que o D. do Brasil, ngenclu 
de B. Vista, pnsse a ser den­ 
tro de cui-lo prazo o llnoncl11• 
dor dos pluntodores duqu&le 
wunlolplo que tem posslblll­ 
d de, ms estão descrimina­ 
doA por umu ruzno desconhe­ 
oldu. 
Fn1.eodelros do oito Cn­ 
rDcól onvlornm cartss As au­ 
lorldodes oompeteutee pedin­ 
do provldênclos. 
É de Jusllça que aejam 
otondldoo, porque o que se nno 
d ovo !ozor é esquecer o excluir 
umu rico região que espira 
provcsao. o I.B.C. vnl lomor 
conhecimento du questao e 
eetnmos ocrlos do que u pro­ 
vldênolo Roneadora virã. 
Jotn Jota 
A C O U <i U E 
> 
de Rui Barb_o,a (BECO) 
CHílRQUE-TOUC!llHO - CURME DE PORCO 
,Comprar Jll) Novo Açougue é levnr parn casR 
ca rn t1 fresca> 
::IDHOLANDIA 
:11, TO GH08S0 
A 1ua1cha du !Joweru 
rumo do seu Je"abrochnr 
colllO Ser cósu:i::o ~ pnuta­ 
da por razões psíquicas e 
físicas. 
o homem 6 valoriz:a- 
do qdo ;lini.mico e tunan­ 
te. Na sua, forma i,1mples 
8le é n1eio, meio do • upro­ 
veitanento. Attáves de SU! 
ruente fôrças trnb:1ll.iam em 
benefteio da coletividado. 
Oüo II mcutt.1 dcst,~ homem 
é" livre e receptirn, ludo o 
que ehi capt11 ~ EncrgiR Po-­ 
i;ilivn. Qdu btlolaifo, recebe 
Encigia Nt:gativa. Pergunta­ 
ri o leitor. O que tem Isso 
a ver com politea ? , 
o homem- polit,co o a 
mais alta fonna do aplica~o 
,nentnl, 0 político tu«nsmte 
sou «Ar• us massas. Tudo o 
que faz, fala ou pensa_é 
transmiúdc, ua titl< essenc1n 
mhimu. Qdo polllico bito- 
1
udo e retrogrado tr{tnsmiti- 
á NEGATIVIDADE. Na 
preseuça do um Pollllco­ 
Psiquico scutimos uma ema­ 
naçio da vontade ela tr::usrol 
to prôgresso. O penssmeoto 
na polltica é algo de telúri­ 
co, conforme pensa o po­ 
litico, realizn e coustroi. Co­ 
nheci um político que trnus­ 
mitc posili,ismo, e energia; 
colaborou em obras de vul­ 
to, pura Bela Vista (Ésc.1la 
Normul}, incentivador do 
estudo, colnLorn com 03 es­ 
tudante~ necessitados (Bol­ 
sas). Nada promete, deixn 
no ar n certeza de que algo 
seri feito. Isso é energia. 
Muitos belavlstenses devem 
n ele o prop:io emprêg.i. 
Ele é a politi~:1 personifica­ 
da, não u polltica de coma­ 
dres e de Ah:seus e sim :i 
Politlcn nove, vibrante, po­ 
litico. que preci~nmos-Seu 
nome todo., conhecem 
UBALDO SAREM 
BAR SANTA HELENA 
ue Nicácio Mendonça 
OFICINA 
.7: 
~ 	Collu11lcuções 
co111petc11le no Reme 
A • Lr,t, J'ª 'o d, .c•.vo:- :: 1 
vimanto bnslera não pese mete  
t)inal1.ti'.:U o tiJfl.-m.v, Q,1.!. .... ::..ir.i.. ijf 
nos dias 4luas s» areis:istice.% 
de uma duna poderosment { 
rentevel a de extraordiné a l 
caca como instrumento de apro [] 
xima,ao do povos. O Da,l { 
descura, por ma I ++ 
vpo de indu:tia vuquan'o outrs 
nações, especialmente de Luops,i l. 
c::ncont,a ,am no turismo ums de 
;uas m~ior<1 fontes d• d,v11u. ,I~ 
Agora, o governo do Presidente } 
Médlcl volla-se poro esta impor- 9 
t~nte setor, e loda ur,id e!ttrutu .. I • 
ra vem sendo persistentemente l 
montada objetivando impbn,ar • 
no Pai,, em ddinltivo, • Jndu,- 
1 
• 
trld turística- Com • crl•ção dJ ' ' 
~mprrs• Bres,leira de Turismo ., ',. 
EMBRATUR - deu•« inicio .í f '1 
montegem de uma pol1t1c• d, 1 
turismo., cujd principal m,tu, cm ; 
consquencia da expansão rodo­ 
vlárl•, está no árco de ho,pcdo- ' 1 
gem. Dias alar o Presidente da ,' 
República assinou dois importa- j 
tes decrrtos: um declorondo •. 
1973 o ANO NACIONAL DO íl 
TURlcMO • outro d"pcndo ,o• ~ , 
bre • dtlim1taçõo de zcnos prio• • 1 1 
rttãrias d~ !nteresu: turístico,. 40 : . 
cargo do Conselho Nacionaf do 
Turismo, Paro o . aprovdlomento 
1 
dessas zona, p11orltarias, EM- • • 
BRATUR celcbrar.í convénio: ; : 
com o' munripios onde estive­ 
tem zitueaazs as mencionada te- , 
1 
giõ,s. Todos os projetes e: p,
0
• t 
gramas decorrentes dos convê- (. il 
nios tetão tratamento pricritério 
ju_nto aos órgãos da administra-{] 
çao feduol. O primeiro p:oje,o • 1
1 
já. conc!uido comp1ecndida cn'"" ), / 
tre as cidades do Rio de Jane, " 
ro Santos, b,nef,cloda corn a 
1 
1 
construção do sueco_d» redoí} 
-101. O Projeto luri:, e:sr , 
denom1nt:do, fixou o c,prcvcila,. f 
mr:nto ord,ntJdo d.: rnicrc--reg1Õc:; t .. 
e.m zonas de vocaçdo turí;tiCas. Xli , 
O tmpresariodo n•:1onal foi 's·; 
convocado pera cnga]er-ic à po­ 
l,t,ca tumt,c• do Pais, com em- je 
pliação, a seu cergo, da rede { 
hateie.ra, «nqucnto o Governo ' 
ese em e:torço per:lelo e cn­ 
vergente, promovendo e zxpansão l' 
da rede rodovidria e da a-vieçdo ta, 
civil, a construção de nove; e­ 
ropcrios. a inle3rução a ma- o 
zónie,o desenvolvimento da, ] 
comunicações. a educd;do e 
O 1 1 
tr<lnomento do m.io-dc-cb,a. Se· ls • 
sundo os estudos já realizados ;a 
durante o ano em curse, cercu f 
de me,o mllhJo de turi,ta, es• lA 
ijl 
trdngiiro! vi.sitardo o Bra.~if, pe!.s- io 
sando assim, e turismo a cen5- e.­ 
tutuir uma de Pinclzis stivide- 
HOHITO M. J., 	e de, no "ter de mviço,. com i- 
'	Spriàl ntage de rggcircnl? fel 
cm ateas receptiva: carentes de 1e 
rnvestlmcntc, e de oportunidade, ia!' 
de emprego, como o Narte e .l 
o Norde,tc. 	Ío, 
Técuico 
Jmdlm 
# 
ELETRONICA 
Noticias 
Estiveram em Bela Vis­ 
ln no ,emaoa !Ioda oe Exmos 
Generais de Dlvisl!o Alv aro 
Cnrdoeo, GoneralR Brigadei­ 
ros Raimundo do Souzu Ne­ 
ves e Heitor Luiz Gomes de 
Almeida que vieram em um 
avl!lo da F AB, Juotomente 
com o Sr. Cel. Avfador Hello 
Macedo de Carvnllto, Coman. 
dante do Base Aérea de Cam­ 
po Grande. A vlsitu prendeu­ 
se a despedida de sua Exu. 
o Sr. General Alvoro Cerdoso 
ex- comundaole da -lu D.e. 
que pretes a ser trons[erldo 
para a Reserva, qulz notes 
disso rever se unidades de 
Cavalaria. do seu antigo co­ 
mendo, ■ando aqui recebidos 
oom bonrae pelo Comando do 
10° Comando R.C. e condigna 
bospitnlldade por todos s ofl­ 
olais do Regimento e Autorl• 
dades civis. 
- Jogo d~ Polo.' 
Os 28 anos das Vitorias - 10 R.C. x Club do Laço 10.00 
da Força Expediciona- horas 
ria Brasileira 
No período de 21 deste 
mes e 14 de Abri!, transcor­ 
rem 0s 28° aniversario das 
_vitorias do FED em terras da 
Mato Grobso 
Militare 
ltalla, oos combares de Mon, 
le Castelo, la Serra, Castel­ 
nuovo e Montese, que eerli 
comemorado com um grendl, 
oso programe, conlorme de­ 
termlnaçllo do Exmo. Sr. Ge­ 
oer11l !l!lnhtro de Exercllo. 
Aniversario do Regímen- 
to Antonio Joao 
No dia 22 do cortrnte foi 
comemorado o anive:, serio do Re­ 
gim,nto Antonio Jo4o, o!IO En!cjo 
do que o Sr. Cel. Comandante 
Ícz organiza, um prograi,a Ítstivo 
que constou do seguinte: 
- Formatura geral do Regimrn· 
to, 7,45 hora, Compclição Erpor· 
tiVd-." 
- Bola Militar 8,15 horas 
- Churrasco comemorativo, na 
GranJ• Antonio João 12,00 ho- 
ras 
Organiza~ão Irmãos Jaques 
Matadouro Rio Formoso 
CASA. DE CARNES 
POSTO St-lEL 
Servi= para crescer 
BOSSA NOVA BAR 
MELHOR nTEHDIMEHTO 
É o ponto de encontro dn:1 pc,-soas de bom 
gosto 
ialai» 
Docume:,to, perc!ldos 
Nair de silva Matos. perdeu 
os Jocume.nto:3 dü r-t:u cruTo m:irc:i 1 
Willys Ove:.as4- o fbrie,4o 
l9t,~. n° :no!.':or o:.!-l!J, tl::. ccr 
ur..i.l. T:µo jcC"Jl. 
Publeacão que se ta: par 
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Anéxo tumber, So]!lo do Clube Santa Helena, é o ponto 
de encontro '.lu Sociedade Coracotense 
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Com trabalho ad quirimo;; progre:;so

T'!nn fn Fronteira 
l'aia.Jeuo 110s compo­ 
nentes do .:onjunlo Mitllle 
of ky, esío tocando m­ 
sies diferentes e legais p° 
XX 
Num b11lauço howonclo. 
o pesol presente da 
bri11cndclrn. tio OPH. muita 
nnimnçfio. 
XX 
Legal mesmo [oi n des­ 
pedida da /turm do Proje­ 
to Rondon. Jovens que dei­ 
xatam brins recoro.ações ao 
povo BelavislenGe, • 
XX 
Notei a;guéi pquerando a 
Nelly, assim como a Jane es­ 
lava acomp. com o Euriquo 
XX 
Circularalll outro nós 
as urnnas: Rosn1111 o Toní• 
•' 1 
a escuta 
ulia, provonienlo de Ponta 
Porá 
XX 
Depois de umas belne 
!6iias, relornuam á Prince• 
sa do Apa uli 11impiticas; 
Flàvla o Solange 
XX 
Curtindo por Bela Vis• 
tn: Oernldo Murnno, Tau• 
lo, Dlrio 'rôrros. M• Hole• 
nu, Rifo e Mndalena Murano 
X X 
Dirigindo 1:ou Euska 
preto, muito na dela a 
amlga Ritoea. Legal 1 1 1 
XX 
Quem estli de N ew 
.t.ovo, é o Nllton Oodoy, 
e ela charun-se Dilma. 
XX 
Casal da t3omnna: Nillo o 
::-1:airza. 
Agora em Bela Vista o Restaurante 
que você esperava 
Lanches - Pizzas - Servlços Alacarte - Hlglone - Bom 
Gosto - Ambiente Refin:1do 
35(sábzdos e domingos musicas paraguaias.) E25fã 
PIZZARIA A VIAÇÃO 
i. 
R.uu General Soares ela Rocha 
Bela Vlstn X Mato Grosso 
t RINlt A 
AMANHÃ, SERIMOS NOS 
O sol dl'cllno aôbrc o 
horizonte, a tarde aos poucos 
finaliza-me, e mis alguns ho­ 
raB a noite reloor6 sobre to­ 
dos. 
Eu. no entanto, observo 
tudo sem quase nudo entender, 
poli a duvUu, 11 revolta, deba­ 
tem-e em meu intimo Duvt­ 
da, por que nio eroln nuqul, 
lo que dizem, o r.volta, por 
que, desaprovam nosso, omor 
aem argumento J6glco para l­ 
so. Nao és para mim o que que­ 
ro que sejas, nem pura ti, o que 
queres quo eu seja, ludo ouu­ 
eado por gente, quo nrlo quer 
ver-nos juntos. Porem, fõbro 
a reprovaçaoiparn com·nosso 
amor, a ceslldade II que nos 
submetem, e por meu prupro 
omor, pera contigo concreti­ 
zei um al!cerce forte e pocle­ 
ro&O que jomale destrulrilo. 
Lutar pelo noso amor I ! Sim 
eu lutarei com todos os minhas 
fôrças, olé o fim tté que um dle 
se remoe <nós• até que nloguem 
mele tente lutar contra nós. 
Hoje, eetomos 1eparados, 
longe eetács de mim egore, e 
o agonia corro! a nossa olmo, 
pela Imposição alheia que ps­ 
ra nós acrol ee!a Jrremodltvel 
dhtànclo. Apernr de ludo, sa­ 
bemos que nio devemos la­ 
mentar, pols ee hoje seporodoa 
vemos o dia morrer ·lealomen­ 
tc, e as Trevas noturnas, che­ 
arem, manhã talvez juntos 
veremos romper,a hurora de 
um nõvo dia, juntos veremos 
romper a ourou Jimplda e puro 
como nosso amor, veremos nas­ 
cer o noeso dia, o dia que virá 
para vlvermos nosso mor ! 1) 
Heleni Lopes 
EIYLMIEIIE 
«lftlBUNA on FRONTEIRA» 
' 
) 	Fundador: 
« m ph Pleitun 
[SCOlnS nunn1s usmn ELÉlRICI MUllCIPAL 
lndic dor Profissional 
I valdo Pereira 
Dr José Jurandir de Oliveira 
Cirurgião Dentista 
Clinica Gal --Cirurgia e Odonto Pediatrn 
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,)1 
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1 
11 
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·!' 
l 
Realizou-se dio 14 no 
Prefciluro Municipol um teste 
poro selecionar profe,sores dos 
Etcolaa Rural6 Mun!cipals. 
Com iSlb o Secretorla de Edu­ 
caçõo do Município vise apri­ 
morar o Enslno em Bela Visto. 
SEIO ILEHOIIO 
Com a vindo utlimomen­ 
te a esta cidade. do Sr. Alei­ 
do Cur:lo;o Bezerro, tecnlco 
da Teleceste de Campo Grande, 
que fez uma revlsno na rêde, 
nossos tolefones foram recupe­ 
rodos em quasl sua totolidode, 
ESIIçiO IE RI 
Já esti em pleno !unclo· 
comento o Estação de Rãdlo 
do Sccrctnrln de Segurança do 
Est-ado, ins!clado no Quartel 
do D,st. de l'olicio. Milinr, 
Uma lnovuçiio no sistema de 
comunicnção da Secretária, 
que viso interligar todos os 
municlolos do Estado com 
Culnb:i~ Obro :!e desloque do 
Govtmador Dr. José Fragelli. 
1Ul lf. rll ll tlMllCll 
Vencendo o anterior pe• • 
rlodo diUcll do seu funciona• 
meato, a Usina Elétrica Muni• 
cipol que adquiriu o regime de 
autonomia em virtude de Lei 
o provado pela Câmera de V<• 
reodorem e antes era dellcltâ• 
rio no base de Cr$ 8.000 men­ 
sais, neste mês já está com as 
fioonço• equilibradas, manten­ 
do o preço d KVH no mesmo 
nivel, no obstante o preço 
do combustlvel ter ·aumentado 
por tê8 eze8 consecutivas. 
Esperamo, por um au­ 
peravit, mais também queremos 
lux noe ruas Sr. Prefeito. 
Per llO do 8r. Govuna­ 
dor da Estado foi nomeado 
Juiz ±e Paz da Cmrrca do 
Vista, o bqulto Sr 
iunuel ladmigue, que 
ou posse do calo. 
EXllME DE URRA EM 
• lABOKAlóRIO 
Já está na Secretaria de 
Prdeitura o resultado dos era­ 
me, feito em terra• dlverau 
man<!odas a exame na U.F. do 
Rio de Janeiro, Klmt. 47 
Guanabara. 
PROJETO RIKDDI 
Constaram de um jantar 
no cosa do Sr. Prefeito no dia 
25 e um Show no Olub E. 
Belavlstense acontecido a 18 
deste, as homenagens presta­ 
das aoa lntegrantea do Projeto 
Rondon XI, que aqui preatou 
relevantes ervlços ao noso 
povo coma real aproveitamento 
durante ou 45 dlas que aqui 
estiveram num intenso e pro­ 
veitoso trabalho. 
Diretor,-Proprlet.irlo 
• Mo rio Esteio V. P<relr• 
Redator-Chefe ·I valdo Pereira 
Departamento de Relações Publicas 
Janes Velasquez 
Colaboradore,: 
Adair Gauna 
Ge1aldo P. Sobrinho 
Alice Pedra Nunes 
J.J. Ferrelr11 Souto 
Heleno Lopes 
Redação e Administração 
Rua 8,rio de Melgaço 5/N 
Bola Vista iw. Grosso 
Assinatura anuo! Cr$ 50,00 
Assinatura mensal > 6,00 
Corrupondentes em: Jardim, 
P. Murtlnho, Bonito, Guio,. Lopes • 
da Laguna, Sidrolindia. 
O Jornal nio se responsabili­ 
u pelos conceito• emitidos em 
colunas assinadas. . 
@;e 
Este Jomal é coruposlo 
e ·impn,uo 11as Clidnas do 
«Correlo do Sudoeste .. 
A. q u 1 d a u a n a Mt. 
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BONITO 	MATO GROSSO 
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Bom,chnria -dia e noite, troca de oleo 
falifore 
Wnshlngton, DC - A des 
coberta de que adiçúo de pe­ 
quenas dose de donnto de po­ 
t6SPio n culturaA de glóbulos 
aongulneos Inibe o descnvol• 
vlmento do celulu; íillcl!ormes 
abre nova's per.spectlvns pura 
o trotamento do nnemla falei­ 
forme anunciam drs, Anthony 
Ceraml o James Manning, da 
Universidade Rockefeller, New 
York. 
Doença de Negro 
Anemio falciíorme, dlst6rblo 
genót!oo Incidente no ruça ne­ 
gra e até gora incurável 
tinge só nos EUA 50 mil ne­ 
gros° de uma população de 2,5 
milhões; lembram os especia­ 
listas. Sua médio de vide é 
de "º nos. ms em cada gru­ 
po de cicó um morre no 1° 
ano de vida. • 
Dificuldade 
Ao contrário do9 eritrócltos 
normais oD -células lolciformcs 
alongadas süo portadoras defi­ 
cleiltcs do oxlgenlo e tem dl­ 
llculdode em se mover através 
dos pequenos vasos sangulneos. 
Consequentemente; o !luxo 
sangulnco é gravemente pre­ 
judicado. com abastecimento 
reduzido de oxigenlo aos teci­ 
dos 
O que provoco dor lnten­ 
sa. rico de infecção e mal­ 
funcção orgânica. 
o muior obstáculo pora o 
novo tratamento, nn opinião 
dos dr,: Ceraml o Mooniog, f 
a toxicidade do cianato de 
pot6sslo, que embora não ex­ 
elua seu uso terapêutico, era 
já 
uraf 
' I 
problemas báslcos, sendo a toxi­ 
cld,de provocada por uma forte 
afinidade entre o composto e 
o dióxido de carbono. 
Embora somente um negro 
em cada grupo de 500 tenha 
os dois gene• dc[cituosos ne­ 
cessnrlo ., manifestação da 
unemle falcllorme, um em ca­ 
do 10 ~ portudor dt um doe 
dois genes, tronsmltlndo•o á 
prole. 
45g#raemane#aE#aconNRROM%3Eg 
estudo g « CARTORIO DO I OFICIO » BE 
OO Tebellão:Josó Avolno e Silva i 
Escriturai. contratos, procurações, reconhecimentos de firma 
rostro de !movo Is, de tllulos • e documentos de protesto o 
onexo,. Extrofmos lotocópfas nu hora Autenticdus 
9 
9E 
Mato Grosso 1 
MKaRREARREAR9KSR#K9E#ERMEKKMKKK#E3E 
Hereditariedada 
Quando um do1 pais tem um 
dos dois genes de[eltuo108, um 
filho em doi será port.idor, 
ficando o outro livre da doen­ 
ça. Se ambos os pais tiverem 
um dos dois genes, um Ilibo 
em dois serà portador e um 
em quatro serA portador ou 
estará livre do doença. Se um 
pnl tem n doença (am boe os 
genes) e o outro um gene, 
nenhum Ilibo terá a doença, 
mes todos os quatros transmi­ 
tiriio gene defeituoso paro a 
próximo gereçllo, se consegui­ 
rem procrlor. 
Debilidada 
Se um pai tem a doença e 
o outro é portador, um filho 
cm dois terà anemia e o outro 
será portador. Mae, se ambos 
os pais tiverem a doença, to­ 
dos os filhos a terllo. A maio­ 
ria das vitimas 1obrevlve atê a 
Idade de procriar, mas multas 
vezes são demosladamante debi­ 
litada, para conseguir faze-lo. 
Transcrito do «PULSO> 
LOJA DE ARMARINH_QS 
Direção de Deolinda Amarilha 
. 1 SINDICA O • JO N LISTAS: 
STO Profissionais em Fun{ões Públicas Inerentes á lmpreósa 
O Jornalista Pedro Rocha D/D Governador do Le- to slndo pelo !goverdor 
Jucá, Presidente do Slndtc- tado do Mato Grosso. Preza- Cear'Cls, do Ceró, ' que 
to dos Jornalistas Profisslt- do Sr: Dando prosseguimen- tem,a seulnto,'redaço O 
tE 
nale do JInto Groaeo, anvlou lo á lnlcliltvu do. Governo Governador do Ceorà, no u,o 
correspondencia o Cover- do Estdo do Ceara e com dnnlribulçllo que conferê o 
nadar do Eslodo, JoBê Frogelll o npr.lo de vrlos outros go- arf. IH Incisos 111 e XIII du 
reivindicando aejn bslxadu vernudoreR bruolltlros. estu Coaalltulçl.ío do Estado, o 
decreto pra que someato entidada de classe relv/adlca considerAodol quei so torna 
jornnlletae prollsslonala pos- quo Vosso Excelenclu baixo neccesarlo, nn orbltu da od­ 
eam oxeroer toda e qualquer decreto ~xlglndo, de 11cordo mlolstroçllo estudunl, a ado­ 
!unçllo lnerento à imprensa com u legislação [edurl es- ção do medldas cautelado­ 
em todas ae roporllções pú- peclflca, que somente Joraa- rnff dos lolere!!ees doa jor­ 
blíoae; estadunla, em Idos os listas prollsofonais possam nal/staa profüelonule; no en­ 
lrêe poderes. E o segulate o exercer todo e qua[quer fun- lido de ovltar que ettvldsdes 
texto da oorreepondenola en• çllo Inerente a lmpreosa em próprias dessa classe sejam 
1 
vlodn pelo Presl:lente do Sin-_ todas as repartições p0b!icas desarr.peohodes, nos órgllos 
dloato dos Joroa.!lstns Pro118- e9tadunls, em lodo& os lrêa estaduais I da Admlnf11raçllo 
slonais de Mato Grosso no Go- poderes. A Ululo de subsidio Direto e Indireta, por quem 
vernador do Estado. «Dr. Jo-. encaminhamos a Vossa Ex- nllo se encontre legalmente 
s6 Manoel Fonlanllha frsgelll oelencla uma cópia do Daore- babllltado, na lorma pre,orlta 
no Decreto-Lof- Federal n 
972 de 17 de outubro de 1950 
conal:lerando que o relerldo 
diploma legel exige, como 
condição essencial: para o 
desempenho da __ proflssllo do 
jornalista o prévio registro1do 
interessado no órglo regio­ 
MI competente do Ministério 
do Trabalho e Prevldenola 
Socíof, atribuindo aos Slndl­ 
catos de Joroal/stoe a faoul­ 
dade de representar,às au­ 
torldades compelentes acer· 
cu do exercício Irregular 
deesa proiissllu, OECRKTA: 
- Art. 1• - :E: obrlga,órla a 
apresentação, por parle dos 
que servem ou venham a 
servir aos órgllos do Adml• 
nlstraçllo Direta e Indireta. 
do Eetado, ao deeemr,enho de 
atividades próprias da pro­ 
llssllo de joroa!late, qualquer 
que seja a oalurezo da retrl­ 
bulçllo, de prova do compe­ 
tente registro pro{i■sional no 
Ministério do Trabalho e 
Prevldenc/a Social e de Illia­ 
ç0 o Slodleato doa Joroa­ 
llstaa Prollsslonais do Ceará. 
Parágrafo ún.ieo - A lnob­ 
servancla da exlgeno/a oona­ 
tante deste artigo lmplloarli 
na Imediata oesnçl!o das atr­ 
vldsde do lalloao e cone­ 
quente suspensa:o do paga­ 
~11010 da retrlbulç!lo respec­ 
tiva. Art. 2<' - Compete ao 
Departamento dH Admlciatra­ 
çllo do Pessoal OvU-DAPBC 
velar pelo cumprimento do 
disposto no art. anterior, para 
o que adotará ae previdenelat 
que julgar necessárias. Art. 
30 -- Para os que já servem 
110s órgaoa Indicados no art. 
l°_a,exigencia all prevista de. 
verá. ser satisfeita no prazo 
de· 60 (seaaenta) dlu, 1 con­ 
tar da vlgencla deste Decre­ 
to. Art: 4• E,te ,Decreto e.D• 
tratA em :vigor na data de 
sua pnblloàçl!o revogadas 
as disposições em contrário. 
Antecipamos os nouoa agra­ 
decimentos pela atençlo que 
nos dispensar, renovamos a, 
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ANO I Belcr Vista, 24-02-73 
Outra d s 7 MaravHhits do Mundo 
Estátua de Júpiter Olímpico 
Ergue-~O nu oldnde de 
Ollmpln (Grécia ontign). 
HtJ)rt>RWlOVO J(iplter co­ 
ron:lu. A eH11Hua era dll ouro, 
rourffm, mlirmore e ébono. O 
monumento, ;tgundo Flnvlo 
Ji:refo, ... hinllrlndor judeu da 
êpocll, era o obre mais ptr!~l­ 
tu do onllguldnde. 
Não existe mais ehn es­ 
tátuo, ecredltando-s~ que foi 
destruldn, oro 1.215, por um 
terremoto, 
Diz-st1 qu~ u celebre 
estàtun tlnhll 14 melros de 
nlturn, e nela ee vlnm rlqulssl­ 
mas Incrustações de pedras 
preciosos. Pintou-o um famoso 
urtistn do nome Punolcos. Se­ 
ria obrn rnsravllhosa do es­ 
cultor FldloP, 
•O hlstorlodor Fllocloro, 
que escrevou um século de­ 
polo dr, época de Fídias, diz 
que· lor,Cl que e~te acabou o 
csl.íuo foi condenado á morte 
por tlldo~. Afirma-so que seus 
• d~scendentes !lcarom cncarre- 
[solos du cuslódiu e da limpe• 
zo da esláluo. A dotll rn111s 
nproxlwnd11 dn ~uu morte pó• 
rucc ser a de 431 Antes de Crls• 
to. 
Epltecto dlzln •ser umo 
desgtça morrer eem ter con­ 
leropludo u e~tó.tua de Júpiter 
Ollmplco•. 
Juplter é a mcior dl- 
vladude du mltologlll romaoo. 
Corresponde 8os Zeus dos gre• • 
gos. A suo mais cblebre Irou· 
gero esteve no Templo do Ce• 
pltóllo. 
A Estàtuo de Júpiter 
Oilmplco, ter!~ sido e~culpldR 
por fldios. o mais lebre es­ 
cultor dn Antlguidode (500-431 
a. C.). üeotro ne Maravilhes 
do Mundo, esse monumento 
sobressaiu como obro-primo 
do gênio humano. Segundo 
alguns hlstorladoree, n estátua 
linho uma corou de oliveira ne 
cabeço. Era de ouro, morlím e 
pedras precio~es. 
N.o 48 
Assine 
«li t 
1 •1Jno Rentimental 
CURIOSIDADES 
lvlorreu louco o inventor dos Fósforos 
CGJ7U If S 
,. 
l 
Segundo ulgans utores, 
oP polltu; !oslóri,·os de segu· 
rnçu, hoje mundilmente uso­ 
dos, devem u sua invenção e 
um qulmlco ,1., Berlim de nu­ 
me ducaues Frledriek Kamme­ 
rer, Afirru-se que os primei­ 
ros {ó,Iuros de o, lubrtcou ero 
1832. 
K+«mmerer, que era ntu­ 
rol de Wurlemberg-, onde nas­ 
ceu7a 24 de msio de li!lü, teria 
morrido um hospicio de Vie- 
, A c1dude d~ Roma fu o. 
dou-u Rõrnulo no ono 753 ~.e• 
Em 1870 dn nossa Hr. tomou­ 
.se o copa,,l da ltalfa, 
Segundo o Hlstó~lo, aô­ 
mulo e Hemo er>rn filhos de 
Róla Sllolo, sotirlnhu do rei 
Amullo, e q1e tendo sido en­ 
'cerruda no cnléglo •ocerdotol 
'tias vestewltlcnomin11çno dli• 
du à, virgens qUll dedicnvow 
ao culto da V-,sto - (Deusa 
do Fogo), a princesa nüo ob,­ 
tonte o lei de virgindade u 
·que estovu obrlgodo, teve dois 
Illlios g.:meos: Rõmulu e P.erno. 
eu tio, enrnivccldo, ordenou 
que elo lesse cnterrndi. viva e 
que Rõrnulo e • Remo tossem 
lançados às agues do Hlo Tibre. 
ns, em 1857. 
Por outro lo do h.í quem 
diga que os po!ltos íoslóricos 
Inventou os Trnvary, em 1832 
na cidedv de Venezo. Atrlbuiu­ 
e também D invenção ao ln­ 
gles John Wnlkrr, cm 1 27. 
Se be-•e que " forme dos 
(óaforos de •eguranço, que 
chegou no nossos dlos, lhes 
deu o lndu;triol sueco J. E. 
Lund,trorn, cm 1855 ou 1866. 
. Roma - A Leda da LOBA - é des­ 
mentida por Historiadores da época 
Milagrosamente recoibi­ 
dos por um_humllde pa,tor de 
nome Fuusto (alguns hi6torla­ 
dores charonrn-no F-austolo), 
foram Rõrnulo e Remo entre­ 
gues oa; cuidodos de sua espo­ 
se, Aca LaurênOie., 
A lenda, coolu que Ró­ 
mulo e Remo foram omorncn• 
todos por umo loba. Historia­ 
dores autorizados desmentem 
essa !ábul11, e afirmam que a 
mulher de f susto, pelo seu 
genlo mau, tlnh• t1 nlcunbo de 
«lobo•. 
Rómulo, depois de fun­ 
dar Remo, matou a Remo. Foi 
o primeiro lmperndor·rornono. 
Sucedeu-o NUMA POMPILHO. 
Adoir Gnuna Buldl 
Colaborem com o Clube do Lgço 
«Pecuaristas - unido 
BELA VI 
Nova regulameniação do fGT.., 
A inslltulçfio do Fuodo de Gnranlla do Tempo de serviço rcprc- 
6
cnt<>u um passo avançado do Lcgl•lação Social do Pais, dentro de um 
quadro tle reoovutllo que gnr.'lote no llmsll o Udcranç• mundial no 
campo da assistência e umnparo às classes trabalhadoras. 
Fiel ao principio humool•la do que o progresso socioi e os bens 
da clvlUzaçfio não devem cooslltulr prlvlltgio de un• poucos. mas umn 
dodlvo paro lodos. o Estado tem sido !érlll em tnovnr o mecanl•mo 
de ns,lstcncla social, u1lc!Oa:lndo-lhe In,tltulos de extraordlndrla cfl. 
clencln. 
O Fundo do Guaranllu de Tempo de Serviço e o Programa de 
Integração Social lideram o ciclo Je r.rormulaçno dn nossa Leglslncl!o 
Social, ambos nprescntando orisloalld•dos suscclvel, de a;,ontà-los 
como modelos nduptavels n quolqucr. pai~. 
o Fundo de Gnrantltt. n::conh7cl~amcnlo goza desNe prlvllég!o, pois 
no reconto Congresso do Direito Soc1nl, teallto.do em Süo Pnuto com u 
particlpaçno do quoso tod•• as ouçil,> do Ocidente. !o1-lhc conierldo o 
cStatus• de modelo uolversnl. o.o bOr rccomcnrlado à.l'II demol! nnçõcd. 
Todavia, ns leglslaçõc•, sendo trutus do desenvolvimento histórico 
e social, sofre e. lmpncto dos mutac;:õe, o reclamam continuo upct!eíçoo­ 
mcnto. A nova rcgulo.mentt1çilo elo Fundo de Oarautln obdeceu b. um 
JmpcrnUvo da eXpcricoclu.. A udoçfi.o do slstema anual de otu:11lsação 
das contas vinculadas, em lu;,:ar dtl ntuulizaçJlo trimestral, trarà ioU• 
meros ,·aotts1e11s parn o functonomento de todo o sistema ".io Fundo. 
AD presar •••a inlormaçOo o Coordoondor Geral do FGTS, Pro­ 
fessor Rdmo Llma do Marco, acrcst:e.ntou que, para os bunco1, essa me,. 
dido. representa a supraslo de ccrcn de Yiote e um mllbfio de calcu­ 
los e lançamentos anua1s, o que proporcloonrA poc.d~ravcl rcduçllo ,tnos 
seus custos ope.rnclcnals com cssc!I scr'h;os. 
Tamb6m para 01 empregados, a slmpli!icaç;Io nos· trnb"1ho, do, 
bancos dcpo,iturlos resultam na ma.Jor rapidez com que eles cletuoruo 
os pagamentos dos, cujo número atinge, no momento cerca de 250 mil 
por maes. 
A inovoçi,o importa, o.inda, nn mator coleridadc com que pro- 
codcrà a tronstcrcoda dua cootu, de uma para outra nn-encla quando 
o empregado mudar de empresa, bcm como om maior PontuâtJdado nu 
colre,za anual d emprcs:i doe ,xtralos das contas vinculadas a serem 
dlslrlbuidos no• cmprcc1ulos. 
Outra a!teraçlo importante inserida no bojo da nova rezulamen­ 
t:u;:!io do Fundo de Gauntla e a instituição da cC:.tkrnctn de Dep9sitos 
quo será emitido pelo Ilonco Naclonul da Hobllltn~ao o dl3tribulda ao, 
emprecad:>s pnra que tlcs, mc:ittahncntc ttnotcm os valores 
depositados em sua, cootaiJ vlocul;1dólS. pcrmllioôo ao lnteress:ldo man­ 
ter-se ntuallzado, e mesmo vls:Uont'°, no crcsc.lmcnto de 3lds poup:inça.s... 
Novos Cardeais 
em beneficio de 
TA» 
Cidade do Vnticano = O P.;pa Paulo VI anunciou 
a des1gnaçao de 33 novos cardeai~, 6 deles latino-ame­ 
r:canos, numn medda que eleva ao total :!e priocipes da 
Igreja para a cifra record 145. 
' ll ~1.., • ( 1 P.: 'l ( 
J0ri « CL'UNA' C ... ult,,, 
o R .. !'i!!.J t -:., il ... t._ j ~ J ('(,t,l 
panlelro Dr. C'r qur s ' 
dos os consulentes dnre volu­ 
çô~s pars os diveros cato ... 1 1. 
nentes ud vsp±e!tdude.' do 
rea de cotovelo, briyt ca. 
is, casos sentir·lital e 0t­ 
(rc, pcl'bl 11.!l, CJl;'l ,,fl l!<T"(, 
eottdlano na via do mttis, 
pena esclarecendo que nenh4a 
dos ccnulentes poleta achnur 
rui!tu us e. note Inde epvei 
pols c boi humor do c6rp. 
nheiro Dr. Clrnr:·, pcd<I , •l, ve 
zes, entrur em choquc cum 
esperanças dos mislvistu 
Escrevnmn pois, obra 
seu problm± pera o 'guin­ 
te endereço: Dr. Citano Tubu. 
;;u dn Fronldrn- B, lt.: Vltila 
Mt. 
/ 
nEClilRilCM 
O Dr. Hubcrv,.I Soq .. c, CO· 
rulca que perdeu os se[uinu­ 
tez docutue,to. 
Catteiru de Hubliitaç4o N. 
cloo!ll prnntu~r!o - J.í7'.!. 
Corl. ldealldnGe RG 115.9:5 
Publicado para efeito de 2% 
via. 
Bela Visita - Mnto Grosu 
adais ai»la... 
Tàniu Terezu 
(Ju,1:ltio t;ffi uoHc de t-onhos 
loucos, Irmn!as pálidas crenças e 
pNdcm. eu mo po:1110 n pc:ns:ir 110 
Alunado, se uudo de boje, onde 
se eatrecliocutu opiniões, precocel 
toe, crenças 
Dirilo voce ... • ma::. que noJ 
vumo:; !aLCr '! 
- Nnda. nno podLmos n.udar 
o ~uudo. OC'Dl tran:.Jormu•iú cw 
nlg'o, de que por certo, cão ~ostu ... 
remos depois, 
A un~u!::lío. a du,.., ida. a dc.s­ 
crcnçn. !az:.:rn parte <!e 06.:1, catr.:.1 ... 
:um em no ida..e:n c>6o 
peasomcnto .•. A at!f!USt!r ,,,- ....... .,,... , '( 
eu queira 6Cr- uma eet''- il ,? 
tior, um vazalume e. 1ogdn, 'cn 
uida ucho que não vale a penas .. 
A duvida foz com q11c cu "J.11 
acredite em er mim resma ,. 
E n decrença fez co que y.r­ 
unte. _Deus qtJew e vocc .- 
São decorrún:íss noruis dus 
proprtos pensamentos atuais, da 
oo::,a . cx.atCnciil lnc.xh1t.ente ~ •. 
!essa cxlstfnci:..1. que no a­ 
le nado. a unpgustiu de viver , . . • 
Llzo o rádio, Roe±to Carlos cu.ui.à 
«A Montanha>, presto :tenção, 
o llco pcosaado ~:! ele lt:ru ItuzG.o 
em ugrudzcer .. , 
. _ Sfcto.m<., perdido em outro.'.l 
milbües de duvidas, a musica aca. 
bou, ficou apenas u dúvida, inf!­ 
traido-se em meu pensamento, qus­ 
rcndo mudu.r uma td~!a.. u1-:. ' con­ 
zeito torado pelas circunsticias.--. 
Errcl concordo ! ~ llora dé 
ni;:rudt:cer. niio de: mnldizer ... 
Erto, de [oehos, humilde­ 
mente. cu peço perd!Io e ª"'r:idcço 
Senhor por tudo de bcw q~c ttm 
ncontec!do 
Dlfae ntg·u<?m ccrt.:i vez.: TU­ 
do no vJdn tem cto,s lado-e co::oo 
uma mbcda, é sõ olh:.Lr o i;'tlo ofil 
bonito ! 
Por isso olhando pelo lado 
mnls bnruto cu digo: 
--Obrizzda, senlo: por Iuls cste dia 
,7,9{<d sater vorase ·« e=- 
-,:Obrigada S""110: pt:111 Ps= no 
'J61..o!in.. eill'1 Pn.: tifo espemd,. 
que faz :i J;L•otc se sctir ais·;z{» 
-:- B .•• Deu...., um n~r.c.d<:clorn::ito 
ütndu nr:.twi que ,·~:-:: o DIA . • 
-Obripda Senhor, por eu ver. 
TE 
Fcr-ro,<, Chupn,;, Tubos, Tintus, A'1.ulcjos, Vidros, 
Rua CoronPl Jnvencio • 815 
Atendido 
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MATO GROSSO