----· r.'«,em,r :s 
P esponsabilidade 
- 03/03/7,"--- 	p 49 , 
rio 	kiwis ',Ae' vete 
Caiu a ponte do ,lio Formoso 
Nossa Reportugem cslôve 
no vizinho Munlclplv ,1~ Bo­ 
nito, u là pôdo oon, tat•H •ln 
loco•, us pr2cáriu11 ucnlliçôcd 
dn Estrntln que - llg,~ tl<illlllv 
:lunlolplo á J ordlm e !)H6ml'lli 
Sr. Leitores, «quuse» ilcos 
tmp~dltlos do voltu. Ruiu u 
Ponto do Formoso. 
Comlnhões currcgt1dos de 
udubos, carro de ptussugeirot; 
e mulo outros, uguurlLVdlll o 
moroso trubolho <lu recunslru­ 
ç!!o, 
O Prefeito e l01to, L!cl 
Jacques, tornuvo as duvld,a 
Liberdade com 
Dela Vfob - MT. 
pruvldcncius, e duvu <lalcse 
t'I uun mo!u prlorltflrlo dl· 
zeudo em altos brados: 
Bom que Iulel, tomos de 
dr oluçlo u este grnvo nro­ 
blemo, reconstruçiio dB Pon­ 
tos e Estradue sim no pode 
continuar 11 1 
De fhl•> Lit!I, nr.elm n!io 
pode continuar, voce deve e 
tem por obrlgnçlo zl'l'<r p/aeuM 
Munlclpi:w, 11/10 vá !!cor eó 
uus Pl11nos. 
Planos de guvetu eE11- 
üloB Lh l'los 1 I 1 
[a [ti te kih ist:. isino alui­ 
o, ilin» si»y e pilas 
O Serviço Ué En!rgio 
Elétrica de Bolo Visto, é ,Sul 
Genêris», Cobro Bem e Servo 
Mnl. 
A Tribuno, nfio critica 
com Intuito de fozer Sensn­ 
cionalismo, provamos o que es• 
tnmos lalnndo. O Serviço de 
Luz quando ae trntn de o!en­ 
der 'um pedido de Correção no 
Rêde ou regular Relógio•, tor• 
. 
--±4 
a ! 
nn-se Mudo. 
O pobre consumidor re- 
. clomn nn Prc!cltura, no Usina, 
pode reclmur ató no Bispo, 
nlngucm quer eober de nade. 
Agora ... quondo o negócio é 
cobrar. oi sim, atendlrnenlo 
lmedlnto. 
Assim nlo dil Sr. Clóvis, 
vamos impor um regime seve­ 
ro. 
Pe. BRANDÃO 
Dedicado Dire- 
tor da E'scola Paro­ 
quiul Santo Afon- 
30: Organiz11dor 
Chefe du 1 festa 
da Cerveja , em 
) 
Afonso Dilson, Vereador e dinâmico homem 
de emprêse de Bela Vista, visitou nossa Redação 
pura cumprimentar-nos pelu passagem do 1.0 
1mivcrsúrio do Tribuno. 
Riais laiuad Me fira 
TEIR 
O Mlnl6tro díl Educacno dlcado pelo Conaeibo Federo! 
11 Cultura. aendcr Jurbas de Cultura, Hélio Pólvora e 
Posearlnho, vem de nomear, Lyglo Fagundes Telles, ind­ 
olravée de Portnrla publlcudn cadul' pelo 1 N L , por a com­ 
ao D. D. de 25-01-73, os eE- porem a Comissão Julgadora 
oritores. Otuvlo de Furln, ln· d.o Prêmio Nacional de l"lcça.o. 
. V alôr do Prêmio 
O Prêmio Naci,,nul d& quontln idêotlca As obras iné­ 
Flcç!io do 1 N L / liEC deslaa ditas nos gênero, de coutos, 
CrS 40. 000, 00 pra obras pu- novelas e ramanoee. 
blicndas no último biênio e 
/quidauanense 
Briiha em Maracajú 
O Jovem Maury Brito dita no grandloso futuro de,­ 
doa Santos, junto com suu es- ta CJdede e demonstrando a 6X 
pôsa, Sra. Morlene L. Brito doa perlêncla adquirida na meems 
Santos, damoastr•ndo larg& Escola do nos,o Tabeli!lo Jo. 
visão, transferiu-se do Cró- sé Avelino, é o aüb.tltnto do 
rio do 3° Ollcio dB Aqulrlaua- 2• Oficio. Ao Maury, votos de 
nn, parn o Cartório do 2° 011- sucesso e fellcidades nos 
cio de Mnracojú. M&ury, úcre- empreendimentos. 
Ir Iun o Sl 
Vexame 
o õuibun 1ft: Vlll"ilO Cru. 
zeiro do Sul, hh de BonHo 
atraven de eu ototl+to (or­ 
dem de 11utm) C.:cu um ver­ 
dadeiro vexute. A viu{em 
de Jardim u Bcttto, torna-se 
dia n diw u sucrihcio. oa 
par+seita au obrlgudo u 
eperar eu dtdlm, nn 
Agéuclu. com pifslmns Jns­ 
lçüe, chegudu do 0nl­ 
bus de Camµo Orunde, em 
tempo de chuva cu utrazo 
até de tré hurus, pars após 
sair o ôolbua puru. Bonito· Al 
começa u epopéia, õnlbu11 
vellw. oão <•lt:rectntlu condi­ 
ções de uso, t: lllu 1U dealo, 
conhecemo~ llovu 1éc11lcu da 
Empresa: ao cbegur perlo do 
Boailo, uu Ponte do Riu for­ 
moso. causados. 1,uvlmos u 
o Sr. motorista dizer: ·ponto 
fmnl, csfu u ponte, do outro 
Iodo teru táxi. Senhur Deus 
dts Trabalb•dneH, do outro 
lado tinha táxi sim, mas .. 
collrendc, dez cruzelrc,s por 
µ11ssageiro! '.! Ji;su ó um cles­ 
reepelto à dignld&de daquele 
que puyu, e bem pura viajar. 
Outroaslm, utt!ndcndo ao ape­ 
lo ª" populução !.11; Bonito, 
pedimos à Empresa que voJ. 
te o usor o lt1I1crllrlo de 
chegada e seidn. O negócio 
de dar preferêncls á grupos 
de carias peeeou~, é próprio 
de Demagogcs. 
Vamos wudnr o ponto fj. 
nal em Bonito. ou partir para 
conlr.Jçllu !ln RodovlArla. 
Voltaremos 110 Assunto. 
(srata t te 
A Rodovia (Rocrbvla)? que 
liga Maracojú à Sidrolándla ••· 
tá em peoslmac; condições. Os 
ponlilbões, pontts t: quebra­ 
gnlhos, já n!io ofeiccem segu­ 
rança. Quando chove é intran­ 
slUvel, " as linha, regul&res 
de On.ibos são obrig•das a >cll• 
minarem• o trajeto .. 
Fica o noern p1ote,lo so­ 
lene. A DERMA T deve zolar 
com m•ls aulduijade nosuR 
E•trsdae. O Povo poge Jmpo1- 
tos, mas quer a recompenso 
cm formo de 'l rabalbo dos 
C!lrgãos competentes. 
CONCECION4RIO CHf YROlH 
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Vindo até nossa loja, você vai ter toda liberdade para admirar os novos OPALAS 73 e as 
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Fim de ramano, nu Rainha 
do Apu, ,upr•r rnoviruenlorlo. 
Foi u» SU a 1 feto da cer­ 
veja nulta ente alo;te, ó 
que... houve alunas ulterv­ 
coes,.. moís deixa Iso pra l0!11 
'l'udu cru i,kol ., Curnuvol, 
x-x 
'fornbérn n brl11cadulro ir.• 
fanttl, domingo no GPH, st· 
va forvlndo, e crl,nçodo HOtII• 
bou prá vnler ... 
x-x 
Domhigo CEB, foi aquefo 
"brincndelrn unlruutlu peli:: 
orquc,trn Solovox. Lognl 111 
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Multo un!ruodo note!: Deco• 
Maria; Orlnndo•Tarcy, Gentil 
da Rosa ., Sr•, fcrnl'ndu Jor• 
ge, La M,rtlne, Ro•uno, Ma- 
r ,.:seu 
l 
rlàng,•IL, Juao Corlon-Cldn, 
Jfüé Geraldo e Mnrcio (!ilho 
do nv6ó0 amigo Cel, D<irlo) 
lléUrTlpOr.hndo de SU& groclow 
mane. 
De new-love por l; Matos- 
lidlte, lvon-11uliou
1 
Marcelo 
Nuglls e Elizcle. • 
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Após long<1 uusencln., novo­ 
mente entre nós a mlga Ve­ 
ra C,ístuldo. 
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CASAL DA SEMANA 
Edet e Klka 
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Um lembrete omlgo, puro al­ 
gumas mines de nossa socie­ 
dade: Colmo .. calma .. , tem boy 
porn toda,. Nilo ataquem os 
que já tem «donb>, 
ôK? 
Aprenda o SUCESSO 
Fotos parn documento~, !otucópins • Reportagem, 
fr'i.brica dt! quadros,_ Plnstificu-se documentos 
R.uu José Bonifácio, 631 • Belu Vista M T 
Se o caso é chorar 
(Tom Zé) 
Se o co,o é choror 
Te laço cl,oror 
Se o caso é solver 
Eu poi;o morrer de amor 
Vulir tõda o m1nho dor 
No seu traje mois azul 
Re1tando aos meu, olho, 
O dilema de r!r ou chorar 
Amor deixe sangro, m,u peito 
a tanta dor ninguem dá jeito (bis) 
Amor dzlxei san91ar meu peito 
P',n tant~ dor nlngurm tem peito 
Hojz quem paga :ou eu , 
O remorso !alves as csJda, do ciu 
Tamoem refletem na cama de noile na lama 
No fundo do copo rtvcr os anigos 
Me acompanha o mzu violão. 
Amor deixe sdng,a, mw peito .• , tlc , .. 
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«iemos tudo para construir sua asa, o plano 
você é quem faz» 
si si» te tIRLIIOI 
SIDR OLANDIA-MT. 
se os onturallslas ficaram en­ 
cantados com n beleza do ·beija­ 
!lor::a também os nossos Indios fo­ 
ram sempre seus odmJtadorcs. Du­ 
vum-lho aomes dos mais poéllcos. 
Oro cro ,gunnumbl• (ralo de sol), 
ora «guaraclab» (cabelo do sol), 
ou guoracli;A (!ruia do sol) ou nin­ 
dil cguradgoba> (col.Jer:um do soIJ. 
Nus matas amazônico vive, exclu­ 
slvurnentc. um dos mls belos e 
maiores bciJa-llores. O<Topaza pyru. 
X-X 
É na localidade piaulcnss de D. 
Pedro li que •e encontra o lnbrl­ 
co da rode de dormir numa de suas 
formas mais tipicas. bua fama de 
?redutora do redes é coahcclda no 
?ardeste o nloda que do urleaanato 
não resulte aubst.nncinl .. atlvi1ade 
econômica, ele é nltlvo e movtmcn .. 
ta u Vida local. A lnzedclra de rê­ 
dca guarõa cm ecus trnços a lem­ 
branca Indigina. Do pé, a resa, 
cx~cutn o tro.balho. tccéado de bai­ 
xo para cima - detalhe que lhe 
coorcrc origem tndii;Jnu. 
x-x 
~ iacrivel variedade de cm. 
bnrcuçõcs eJtlstentes no RJo São 
Francls:o. t!nContra explicaçao. em 
boa parte, na própria varledade dos 
elementos étnicos povoadores, de 
que dohs - portugueses e tupi - 
!orum preprondernntc, e por sinal 
randes navegadores. O <ajoujo> 
- rcuohlo de duas ou tres canons 
- con:stitut o sistema preferido pa ... 
ra u . traves:da rudimentar d'3S 
•corredeiras> 
l.:-X. 
Na hbtôrla do tran,porte no Bra­ 
~11. re»nlb logo, pela sua simpli­ 
cidade e ,~a!or. D bt!!sta do cnrgu. 
AicdH. hoje. oodo não f!e Conhece 
GU n:"io se acomo:I~ o nutomóvel 
~ u Lr:ição animnl ou a carga em 
lombo de muar o melo mai.s CO· 
mum de lYun,portc. apesar me.smo 
, Úll pro!anda penetr.çllo aluai do 
cnmlabno. Qannto. à espécie do noi­ 
tal emprezado, varia com os re­ 
cursos de- Ciida rei:Hlo. Eatret:tnto 
o burro é o elemento preferido 
por .1:,uportar melhor :i crucu do 
do cominho e o peso da carga. 
Ex etetu tautos érlus 
na vlds, que gete no pv 
t'.!ü ucm flll<'• la(•la. E horr. 
que nem e faç ns cont, 
porque esses minterlon em1- 
Jlíe estilo ncom;rnnlmdoH do 
mulln3 dl,sollures. No rundo, 
são coitas da vida, contta a 
qua! nadu e pode fazer. o 
ccisas dtleel do compreen­ 
der e por mais que busque­ 
mus cumpr1,ndll-lu, jumn.111 u 
cvwprcenderemur1. t:ilio UJlôlÍ!­ 
rlos . . . upcuas mistérios! ! ! 
Süo místórlofJ que cor, 
roem a ulma o perhtbam n Vi• 
da. Tudo riu vida tom sua 
cnusüC,próprh.1, e o bem pró­ 
vllvel que os mistérios t<1m• 
b6m tenham. Oerolmenle é 
reeulcnnta de um segredo 
dobellldo. 
Você que està & ler 111s­ 
térios da Vlda.• talvez este­ 
ja ncbeodo graça e dizendo: 
Que bobugem. Mae como 
eslu !ulona é quadrada ... 
Venh c4 ! Pense bem: Se­ 
rá que você tumbem nllo te. 
rà um mlalérlo 111.t vida ? ,Olha 
eu duvido e fuço pouco. Ati­ 
re a primeira pedra se Ior 
capaz. Bem sei, é duro re­ 
conhecer o verdadeira rszllo 
das oolsae, IDU6 que ela e:xiE--z- 
te é falo. GerelmQnte são Bll'•Ql 
grEdos que nilo BB contam à 
«comadres, o guurdam en- 
tre ae paredes do coruçilo 
(ollo ~el se coraçllo tem pa­ 
redes, mas o modo di,;dízer, 
vá lá ... ) e que é evidente 
nos poucos se lrans[ormarn 
em wisli:rioa. Nilo é fácil, 
::nas pode acontecer. As r,e2, 
308 que mais, desdenham, 
geralmente s!!.o ao mele con• 
tamlnadns. 
Vocé achou grac11 ? Que 
pena é justamente por causu 
de você que a mlnbn vida é 
mistériosa. Sel que sente na 
11lm11 u amargura que me aflo- 
ra o p,osaminto ao prucurar· 
tanscrever neste papel este 
pequeno fragmento, miss ga..- , .,. 
ronto. é a cópia nutên!lca de 
muitBB almas, que ús vêzea 
deixam até de admitir a ver­ 
dad3 a ~l próprio. E provavel 
que ria de mim, mas nao me 
Importo. De você aceito tudo 
Se! que é inlelígente, e na cer,. 
ta me compreenda. E digo 
ms.io .. : ollo há mistérios que 
n!io venha acompanhado do 
eo[rimentc, e muitos .. , 
A v!da é asim meso, 
que se pode Jazer ? N!!.o po­ 
demos mudar o mundo. n!io 
acha você ? 
Como Leitor, se houve 
alguma dcffexl1o em tudn (]118 
tentei clizer execl!Ee ;:• -, O.K.? 
Bem sei que nl1:, soa um mil• 
tgogo, nem una lietrata, por 
isso rermlmo assim misterio• 
samente 
ROBO 
Idealis"Tlo Amor á terra 
Trabalho, Desenvelví- 
rneuto 
TRIBUllll nn FRONTEIRA 
•Liberdade com Responsobilid•do- 
Ceveia (Atanticu GuaranàCoca Col Fanta 
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Vedemos barato para veuder sempre» 
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Rqá Jlnlonlo João: 623 Bela VJ■lã 	Maio Grosso 
Com truball.Jo ndiquirill!Otl progresso 
--	l

Triuna da Frontoira 
Beln Vl.,ln 
,. 
'·· w - de vocês, depende sue exeuão. el·· Vht 
precisa do seu frigorifi(o, «Mãos a Obra 
deve, e pode, 
Quando iniciámos a esca- 
lada amo e uma Lmrésa Jori­ 
hslica, saiamos de antemão o. 
empec,lhos que scrl•m colocado, 
P<ios eterno, derrolisles 
Como llldo começo, o nos­ 
so foi d,ficil, diflcll m•:rno, a 
rnerc;í' de nosso trabalho sentu­ 
emo-nos as vses enfraqutcldos. 
Fotóres alheios á nossa 
Emprêso, lnl<rÍerlam "º' com 
ondomrnto do Jornal. Amts de 
traçarmos o meto base. Í?mos 
•obrigados• a •ccllar determi• 
nadas Idéia,, cstlivam11s cAmlnhan• 
do no escuro, rno8 oo lunge, já 
exuguvamos umo luz. lênue, 
mas enxergávamos, A Fé inaba­ 
lável. o vont,,dc, e o apóio do 
pcpulação Bclovlstensc empuráv,í­ 
nos ao rumo certo. O Jornol 
tinha que desenvclver, levar os 
demais Mun•clplod • determino• 
çào~ • o I d cal de um Pqvo. 
Erramos Leitor, !rramos muito. 
mas através de grandes erros, c0n 
s,guimos grandes YilórJos, o Ex• 
pcriênci• foi váilda, 
Não busc•-nos apóio Poli• 
1lco, Municipal, Fcdcr•I, mos ... 
buscamo, opólo no Povo. Hoje 
hossas .Mentes unidos, retribuem 
o Energia 'lUe; <Eles> trcrnsmite, 
cm formo de lddo. Enviamos 
nossos Idéias á da Municípios, 
O Jornal p<rlcr.cc ao Povo, e 
dtf,nde as AsplraÇÕcs dele Povo. 
No inicio d,seJàvomot um 
Jorn•l com 10 páginas, mas " 
G,.i!ICJ (meus g,.,,dcs omigos ~ 
incerlivodor«: • Ftrnondo, Byron 
e DacundJ cobrariu muito caro. 
Começamos corT) -1 pág:no,, mu• 
damos Gráfica, pas;amos a im­ 
prlmlr o Jornal em Aqu!douano 
com o col,90 Aldo, e novamen­ 
te- o Scchur. pcrmtllu•nt:s. cn­ 
coutro, um nõvo amigo. e sem­ 
prt cru frente, UVtlDÇnmo, cs 
Edlçü:s, oui::io Luui. Nus llo­ 
rs de folga (que foram pou­ 
c,u) buscavnmus ti f:nergfo no 
Alti8slmo, utrovés de Confissões 
slncer1>s e ugrt1declmento,. 
Ele tem nos &judndo, 
Hoje, o Jornol é uma re- 
nlfdnde. nflo pndPrlomoR citar 
todas as pescas que colebo. 
Iar»m conosco, poderiam0 
coueter lume injustlço, fo­ 
u tantos, gente olncero e 
deBcjoRa de ver a Tribuno 
evoluir. 
Leitor, perdoe us érro1 
cnmetld.:is, fique cl.iot,: niio 
~umos IllletloH o nenhum Gru­ 
po, não dotados Ideologias 
Alieulgeons, nilo somos oontrn, 
nero n favor, somos; lsto sim 
um Jornal livre paro opinar, 
mostrar u Verdade, Somos o 
Povo personlllc11do. 
Hoje tomos n nossa Llnh11 
n Luz est visivel, o sabemos 
que !nlta multo pero atingir­ 
mos u meta boue. Precisemos 
udquerlr nosso Gr6fica, neceo­ 
•ilomos colocar a Reviste em 
C1rculeçno metódlcrt ompllar o 
Jornal, penelrormos em outras 
Cidades Moloreu nossos obje­ 
tlyos siio imensos, como imen­ 
bl é e Vontade do BelllVhlen. 
se. Sabemos que hà algo mul­ 
to lmportonte o ser feito, olgo 
Bólido e que iallulrá profun­ 
domenle no futuro de Belo 
Violo. Mos será olgo que, uma 
vez couoluldo, nos dorll, C­ 
da um, no fim d• Vida Terre­ 
na, o direito de dizer com o 
muis ju,to, o mais puro, o mais 
treaquflo orgulho: Eu Nfo VI• 
vi Em Vno 11 I 
01.rngodo, Belu Visto, ve­ 
mos unir oossoJ fôrças, nunca 
em tempo nlpgum, surgiu com 
tento intensidade uma ldéis. O 
Jund é o l:léin Vivo de to­ 
do UC'.l Povo 11 ! 
Pero cima, per& o oito 11 ! 
Obs.' No podemos deixar 
de ogrodecermos ts Cidades de 
Jardlw, Guio Lopes, Coracôt 
Porto Murtlnho, l:lo~ilo, Sidro­ 
lânc!io, M•r.lC•JÚ, o ao nosso 
orn ii;o ~ lncentlv1.ilor Pedro Ro­ 
cha Juct.. Precldenle do Sindi­ 
cato dos Jorn111fstas Proflesio­ 
nols do Estado de Moto Gros­ 
so 11 l 
Organização Irmãos Jaques 
Matadouro Rio Formoso 
CASA DE CARNES 
POSTO SHEL 
Servi:- paru crescer 
BOl!IIO M. T. 
O Vrudur Hdto José PaI. 
mleri, presta cota, ao p o bela 
vl!!lt-t111U, <l<. t'CU tr,H,.:Jíhu utt- a 
presente da, m Cm+tu dos Ve. 
realotet. 
Indicação n°: 
Iudtco uo S; Pretelto Muut­ 
cipul, pro»dr/as tu ent!do áe 
er conservada em bem crt1do te 
trnnslto u Estrado, Hrla V»ta té 
o Alto-Caracol, que tualmzn!e en­ 
contra-e, orupuet»tente bando­ 
uuda, pt..•JO JJo'o 1..LHJU'. h1 rcii:1!1o, 
um11 vez t.)U'..' 11 rdt•rldu r:,trud:., 
nto oferece u mln111v1 rondição do 
!ler ocupadu. 
lndic;:ção no :? 
Indico uo Sr i'e!eito i.ti­ 
eipal, a nceestdad: ae r utqut 
rldo ou conseguldn» por empuesti 
mo, junLO "º Dt.H.l  r. 11111 i« la 
compressor, para n con~t'rVtsçfio de 
Il0SSil! rUBd, 
Indicação no 3 
Indico no Sr. Frefeito uni­ 
clpal, providência• Junl~ no Sr, 
Cheio do !;cn-lço <lo I::oeri:Jn l:.lc­ 
tric,,, no sentido de umpllar o ho. 
ràrlo do enrr,:;la clélrlcu, ;>t:la mu. 
nhü até u• 11 horas e u lorde até 
ós 17 horas, no perlodo de vcrau 
lndicação,.n~ 4 
Indico no Sr, Prdcito ~uni• 
clpol, pro'ldencloe junto ao Ch<'lc 
10 Serviço Telefonlco, no titntido 
de dotar u Delegacia de Pollciu e 
o 10
3 R. C., com o uflt•lon~meolo 
regular de ,ervlço le e!onlco. 
Indicação no 5 
r. 
ladlco no Sr. Pre!cllr, ~luni­ 
cpal, e n Utulo do coloboraç:i.o, 
com a sua brllbuoto _ndmlol&tuu;fio 
quo tomo aR ncccssârios provlden­ 
clns nu sentido de ser r~cupa,1da 
a Huo MARECHAL Deodoro nestn 
cldudc cujo transito de veiculo te 
cacontrn lmpo.,Jbllltado, velo cor.­ 
to da mcsmn, por forç.n, dos trans- 
1.JOrdnmeoto!I das Ó}'.tU8!. 
Indicação no 6 
Indico oó l:lr. Prefeito Muni•" 
clpal de Bela Vista, à Ululo de ••· 
scssoramento, à sun brlllurnto lid• 
J";Jl.lhtf)(,10, U Orf''l ld:it:" lrT'll,J( fJO­ 
a da constraçlo de u:a .çud,, 
pata servir uma ante parte d 
população do Ia!rro Nos4 Senhora 
de latt:nu, onde já encontra de­ 
mnarcdo pata ese LI pelos tec· 
u.::-o:, d Prcf,•Jll1r.1, cJtua.do, c·omo 
abeto, na parte. posterior a Ca­ 
pela à clemente, do citado Buir­ 
ro. 
Apr2tenta:nos à Aea, ouvi. 
do o llenario e dispeuudas s for 
mntidsdew reimentls, Moção de 
drearado do povo de bela VIta 
<IU sr. cte do DERAT._ p" 
pou<·n Hl.l nc;::io qtlf-" vem dato á 
cstrsdo llcl..t Vhln
1 Carncul 
presentatuos á Mesa ouvindo 
o H'Ienrlo e dispensada ws forma­ 
JJdoJcs rc1:-1mcot.1l,r, Moçüo de úo­ 
sagrado do povo beivisten0. ao 
Sr. Chefe da C.I:: nJ, pela paraltza­ 
çi!o do, serviços da Av Teodoro 
Satu nesta cidade. 
.JJCOcntamois ú MC,:,õl, OU .do 
o Plenario e dispcnsadus as forma­ 
Ji<ludcs r~glmmtals, Mução <le dc­ 
is.q.;rndo. ao .Ex.wo .. Sr. Gocndor 
do I::stado de )1 T. pcJ3a provl­ 
den'!las tomadas pí lo Secretario de 
Segurnnçn Pliblic.:J. cm outro setor 
da arJmlnf!-lrnçtlo ci;taduill: respcn.• 
,nvcl pelo çrll(·rlo rcstrlngldor ,ia 
cx;,cd1~ilo dos CcrU[lcodos de Pro­ 
pnodtSde dos l'efculo,, somente pe­ 
la Dclc~acln Regional de Policio de 
iquldauoc:i.. 
De Marocojú - O nosso 
Pedro Pelmltrl, Vereador msis 
votado no 61limo Pleito circu­ 
le por aquela cidade. Palmlerl 
está recebendo, t1poto maciço 
de toda Morocajú (vamos botar 
o Homem em Cuiab~). Enquan­ 
to o tempo pusea, posse tam­ 
bém 11. esperanço de ver .. 
DERMAT cuidar de noss•s es 
1/ trada. Gente, Maracojú •Slá 
~
H
1 
no rumo do Emoucipação to­ 
tal. Que movimento! TrêR B,n­ 
cos (lo são Bancos de Preçe} 
:,__________________________ todos sotls[eitos, vários Fir!llo, 
de lmplerncntos .tgdcole;, e 
um dlndmico Prefeito (Lourl· 
MDCfiO 11·0 1 
Moção n 2 
MOCfiO tl"O 3 
MOCfiO li· 4 
Apr!':-cnt.1mo:i a :leso, ouvJo· 
do o plena.rio e dl!rpcnsadas li8 tor­ 
molldadoc rf"gimcnt:ils. Moç!io de 
congratulações, desta Casa Legisla­ 
ti,·a uo Sr. ComunJuntc tio 1()0 llC. 
l' demoh, componcntea Jti consagra 
du guarnição militar. pelo transcur 
Ho de .ca!B um n.nivrr-:,arJo do ocs 
so estimado Regimento Antonio 
João a ocorrer no dia 22 próximo. 
U(Jn VI.ia Mt, 23 de Ic1·crelro de 
1JJ7J. 
vol, estó. r.:volucioo&ndo n C,­ 
da:le). P11lavrn d~ ordem: Pro· 
greso. A Tribuno chegou em 
Mcrocoju, VIU E V8NCEU. 
Eta Jornalzlnbo bem. Desculpe, 
eh! 
Jardim - Quando começo 
a escrever sobre Jardim, dá 
u:n friozinho na esp;oba :Êla 
lugarzloho quente. O cegócíc 
all, é dose paro hipopótamo. 
Após a publicação do Diórlo 
Ohclol do dia 8i2{73, comeccu 
tudo de novo, lá todo mundo 
gritando. A palavra de ordem 
•m Jardim, ainda é i>le.!ções. 
O peseosl, quer a Tribuna ntu- 
onlP, lemoa ro!pOosal)lll-Jadfs, 
Com 1HJ~1e,, ns,lr.ante~. moij i,, 
pttli nl, rrwnd~m JfruH nctlgv•, I 
no referente n Politie. Vamos 
fazer o seuute. rtevi{nu- ' 
remo o decontentes com u ] 
atual Adroit«troço (peunta 
e resposta). Sabem cumé, Jr,lnr 1 
lotlo mundo fnl~. rnu ... ,.a ho- ' 
ru <ln rc.µouoalltl1dsdo, codé l­ 
ua vnZtR'! O p,Hrit6l, quer ver j 
o !ilho d;, D. Alice no foco j }1 
Lias... o mar,rtlo aqui, niio vof I t,• 
entrar em fri! Vamos aguar-, ? 
dsr os rumos dos ucoottclcnca• 
tos, não esqueçam que em 
mntérf~ do L•l, o que vslo e 
lmponn ,110 provas. 
;::Hda VJ&t3 - ... Belo VJst11 ' 1 
terro querJja, torro dos loron- . , 
jel!. E, de Bel11 Vista o ne-/ 1 
góclo ó uma entrevisto, tiife- 1 1 
rente e r•al. An<l6vomo, l!'iÍ 
1 
prAs liundo da ma lland~frontes 
1 
qu~ndu vlmoo um velho co- 1 i 
nhecfdo. 
- Oba, corou vai? sempr. 
sorrindo, eu. 	f, 
- Vou bem, e o Jornal e!ilà 
saindo no dia ccrlo? Você-d 
também tem que eorrfr n vl-i ' 
da é boe! 
- Soir, sal, o negócio fogo é 
manter o danado. Precl&omos 
de Tutu, e você, contlnuo nn - , 
mesm&? 
- Não como vê, cresci um 
pouco e agors, tl8(ou aguar: 
dando os chuvas para poder 1 
txpan:llr. lei de Desenvolvi•//,, 
n:;,nto[ 	•• 
- Mas, a Prefelture nllo ia-~ 'i
1 comeda '! 	f , I 
- Nilo, o Prefeito é um ho- • 1 
mem bom, e tenho certeza. 
terd umd velhice tranquilo,/,' 
Junto com inume,os lilhos • •,
1 
meus espalhados por a! 
- ótimo d•sejo u você uma i ,· 
largo expansão. Até Jog~. ' 
- Obrigado. Até logo. Apare­ 
ça sempre. 
NB. E.to entrevisto, foi fel• 
to com um BURACO. E quem 
achar que buraco não fsla ••·J 
lá eog11nudo. Aqui em Bel 
Vista estao tüo·
1
adlootados que; 
!alam vamo3 eeperar um p:iu• 
co, e logo começarão escre­ 
ver. 
Pensam: do dlo. Se a Vída • 
fosse um buraco, Bela Vista r 
eatarla cheio de vida. ' 1 
Em tempo: .,Dia 22 pp. 
0
, 
Deputado Ubaldo • Borem es- 
t•vtl em Bela Vlata. 
Jursdir Ferreira (Casas 
Pernambucanas) viojou para 
Corumbá 
I_van C. Marque,, toma uma 
•frie d~ providenclaa, visoodo 
a segurança da população Be-i 
lavistense. 
E squele Vereador tão aml•' 
go da Tribuna •a.migo de aro­ 
que, vive malhando este que 
é 
O maior e mah lindo Jornal 
do Brasil. corta estn c:ara. 
Aparece aqoi na redação; 
venha coov~sar conosco. 
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caufuntlcrn " wlulur,1111-,0 uo 
copuço; o vento oo omlmln u 
Ievu-os par m!to logo, lo­ 
v11-crn puro ó in!lnllo e put 
,,empre. Porém, IBl'> (' umu 
Li.ruolerblloo cio bombrlo L 
Ltrt:zento lllL'G dt1 11r,o~lo- 
O vorcJ11 já , .. lft dt',h,;1 ,d11, 
llO !o)hll8 ltCO,!B rolilil pdo 
chão, us urvores em geral, 
estio quato ó oi sous ]4- 
lhou, lul oomo 110 i s,lvcs,:, 4 
cuu;lnho do seu llm, Hurumeu­ 
to v8-st umu !lor, Mas lullo 
la~o pu,su. Chugu;-6. u prima­ 
vero' o tudo entnu soreuovu­ 
vorâ. Havern ll0rc3, us lolhus 
o(ca~ Já núo rolt>rúo mals, 
tudo ent!lo esturá oulmo, mu, 
ravilhoso, como 06 a nuturo­ 
zu oonseguo usslm !llzi!-lo. 
Não h•lverá malM dias suCo­ 
contos, dias d J agonia, lncor­ 
lezu e uoatulglu, não lll!1l5 ve­ 
remos O dlo murrer n;tonho 
e Inebriado pclu pó o lumoço. 
Tudo pa,earà, tudv hil de lor­ 
nar-uo belo e ulegru. Vorc­ 
mos belezu cru qu ,lquor por, 
to, po!J bnvern Horu,, uler:rio, 
deodo no borbolelu> c1ue ellVOfi• 
çom pelos r!orca com lluo, vt­ 
vaolúudcb ltar!íll aL•grin aos 
pequeno3 qu~ atraz ticlas cor­ 
rorno. Tudo lato tcohu cerl•• 
zll que acontecera tsl como 
descrevi.· Porém, o que d~lxn­ 
me com dúvida é n .. o saber ve 
você lol como n prlruu'eru 
vultár E e você ão volto, 
espero que om ruuu cornçoo 
aconteça bem como a nature­ 
rn fllz dopols de üou queima• 
dn restu scnúo' 4S cinza~, e 
deÍas brnturiio novo,; plantas 
purn mais tartle ddas do,a­ 
brochnrcm, lindos e Ulnro Vilho- 
sas flores. . 
, voei! cem carinho 
Helena Lopes 
HIJOllDU 
Ponha de molho ,,a véspc• 
••· 1/?. quilo de corne de porco 
,alaadrt, 1/2 quilo de carne ccA, 
1 pl:, 1 orelha ~ 1 focinho de 
perco, No J,n si:gulnlc u=olh~ 
1 quilo de feijão prelo e leve eo 
logo nunu ,,.,,elo de pressdo com 
boslOnte ãguo. Ítrvo 01 lng,r. • 
d1cnlo e111 ponelo, quondo Ít;i:er 
20 manulo9 que o feijão estiver 
no Íogo, jl..nte oo, 1nn,-1dkntc:. 
mais 1 quilo de come de voe• 
{ponl• de ogulho ou broço), 1/2 
quilo de linguiça portugu~••• 1 
os,o dt presunto, 1 poio, 100 
gromos de to.iclnho, algumas cor.• 
tdetos de porco ou 1/2 Quilo 
de lombo d, porco lroaco. Foça 
um refogodo b porte com cebolo 
plcodo, 1 colncr de gorduro, olho 
omouodo e ch•lros verde,. Jun• 
te á ,Panex►z. prove 1c está 
bom de ,ai. Ferva em fogo bran• 
do ott que tudo fique bem co· 
;,:Ido, mais de 20 minutos, se • 
pondo for de pressão 
Ob,. - Se n pon&lo não 
lor de pressão, fervo olé o leijlo 
omolcc<r, 
LEITE OE utiCi! 
ri'eno:ln1onto: 
A Cci;uclrn do Amor, nllo nos 
deixa 'Cr por ando camlnbnmos, 
;,or liso eu me perdi no Pil.nton o 
elo teus ollio• 1 
X-X 
2 lolH de leite conden· 
so:lo. 1 gerrafo de Oguordente 
Correinho. 1 cálice pequeno de 
rum, 1 mtdido de .õgua (o loto de 
lellc condensado). Bolo ludo no 
l1qu1d,licodor e lcvt . scladeiro. 
E,ta receita dá po,a_ 2 litros. 
X-X 
PUDIM OE fllPiM 
o.heço u a fmihs 1.'o 
cana t, A cotda piar»da 
r-oot lr 11u<.-11t,11 riu .1 n ,,.rr,o· o ti, 
t!rm do verdadeiras obras pi­ 
avas d. psrto cut:arta, Por mcrlvd 
qu parou, eras Hlss tuut, 
n:iu ... o o, pr .11 iJN.'h 11..:r, J • 
to·, rofl>hill- i' 1· l' Hf!I J r.110 ( rl 
que a fatiiia enterram os den 
k~i COJll .,pcl1l'"" 1 ,, el, » pó· 
Ain:o. 
1 
Você diz u tão entendeu t, 
porque é multo boa ao me ju-r 
ucre'Htar If hrretr i » ;f­ 
CtlUlO'i l•JllO:, os dias, efutora 1.4o 
ftt.j l +S st faratlto, mas em 111'11 
lJtl OUtti 1, e, (j .1
1
' t .:':'; l tH 11,t. 
Ltcutc demttt-Le 
for cnp ,L. ,.. btH, '•Í'' r: tun4 
trecho 1 1k r.:.rto1 c: .. 11 :, -; •u il 'b!, 
tULlll .' 
--- Oh! iuto do st.o 4.' 
noiva. E lncrl- cl ! L ·111 li,, .. _ 1 t 
pahrí! e Lt.o feia e ale:a de 1:so 
Sl!III •iuL<..tir:l•Orl 1. _ . 
- Ful.,n., é Lto. (, uquiJo o ruo 
cl mui o qe... 
E o'!'Shu por dl;,nt::. 
Quaodo um Ctif.Ol!i o ú:-1ouoto é 
,. vez d outro, e usslmn Ieut ho­ 
~os u tJo, o cun,o dC' tort 
I de Cos 
turn• •ftmtloo.1uc1o a tourlrba. 
Quando u relelço está teria 
do. os prulo• ,,,to, e u p:óxlcu ... 
estraçalhado era ngra. 
Confeaemos entre nós,' us e3 
1ou:1 cdputca de s;rumluJ ;;t·ncro;;I 
d.uJc, 110 dar e ao 1,:icrHlcur !e 
com muiln frtqucm.:fo J.,llom com 
a cnrldatlo no !:il,cr. . 
ós pobres ers vientes, nao 
tcLJUJ o Ditcilu de .lVtllJr .1 eva 
duU do outrem, prl!1tlpalmc
1
1tu 
quaudo 0011 ralla1i1 ~l'rupre o: e!.: 
mentos e-senclals dos prb'eras, 
s razões ocultus que podem o 
dillcnr a quc:.Ulo, como :.cm mu.l:; 
nem moooe, .. omo:. b..:,:1 dh,pu~Lo.i 
u dar do J1nKlltlB no:t dentes, va 
mos fnlnudo o com ltH,o le!'lvuúo 
tncoc.ç(cntcmcnlo u Nput.Jçjo dos 
que uos rudclam. 
Poucas ao as per-os ujuizds 
que evitam narre: cotstss que pus 
oem O!icallÚ!.illz.;H :f!US ouvlt1t!!:i, 
ou lolclà·lo• cm rooliúnd< j l,rUIOIH. 
Podemo~ ntirmur ~t•m hc:-.lt.t:r. 
que a maledicenciu é tais rave 
que es paluvt muito Hvrcs. De::• 
, cmo:1 msur rar a irra ccsluvr } 
mols um pouco o .11uor ..io 
ptÓXlmo, 	I 
Cozinhe o alp;m com •ou• 
e sal, pnse depois no liquid,fica• 
dor juntamente com 6 ovos e um4 
loto de crem• de leite, Juntt umo 
colher de m•izeno dc1monchado 
cm um vidro de leite de Cota. 
A.,e cm forno quente, Se dut• 
jor loça umo colda pora servir com 
o pudim, 
Examinemos uost coucucis, 
e vejamos e por ventura iguer 
l!llvcz vocO ml!SmJ co:,tu111t1 dlt.1mar 
u:.ullo !ncl111n!ole o prõxin!u: ~e 
Ud~itn !or ot·ocurc rctroc ... ~er rt:'JO. 
1utun1ootc. ·Nno porem conUcnoudo 
os quo fnlam mal <.IOd oulro9, pofs 
u:rnlm o eleito 1crl:t e:-ca.1,:,0, md11 
sim procurnn<.lo !rhl!ir a~ dl!i<~ul­ 
dodes, do mth-Jt"3 ou ns r.aLc-nuso­ 
tes da pe!eoo. lcriúa. 
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lula é nossa luta s ill é mss ilal, hij e sane ali rnrnmrn nn fROHnlftn n_ossa tis alo pressa t jals­ 
t n Sulus iasa. - RIMEIS. 
Eruldo da ilvl - Prefeito Muuicipal de JARDIM 
e.Por- o 	ao , 	.s., 	-to. 	,os e ._ir 	a l. o --i ce 
A Preleitua Municipal de Sidrolâp.dia na pessoa de seu Prefeito - Sr. João Lemes de Souza 
parabeniza o Jornal TRIBUNA DE IMPRENSA pela passagem de seu 1·0 Aniversàrio. 
«Âsivuna, fora atuante no Sudoeste Mi0grossense» 
7a G1TTGSGGGG125G18G19GG1 GG1e.GG GIGGGGGG G V 
:,37,3 ;u 	a. 
f##{# 	$ç. 
l al i'si 	4 I 
seu nome é sino; e icta e parU<ipasão. 
ttós de io salino-s onlss le cotiuirus ar; s aa t:sem'iiaelo. lm,ena, Qumtn Puder das Dc11craclis 
Liel Jacques - Prefeito Municipal de Bo•ito 
Saíve 1·0 anivers~n~ da T_riburJê;l

Tribuna <'ln Frouteirn 
EXPf DIEHIE 
de Jozá Ltda. 
i Ouzolini1 - Lubriricanles - Derivados, lvna­ 
-gem. Borracharia ·dia e noite, troca de oleo 
« Atendimento dia e noite 'l> 
« compunhamos o progresso de Bonito l> 
BONITO 	MATO GROSSO 
Cartas a Redação 
Bela Vieta. 24 de feverel 
rodo 1973 	- 
limo. Sr. Redator Chefe 
lvaldo Pereira• 
Slulo-me jubilosa em snu­ 
dá.lo neste dia digno de no­ 
ta om que 11 <Tribuna da Fron. 
leira•, completa um ano do 
1 
existencia, graça8 aos seus 
·•,.. méritos de iabutudor locnn­ 
sl>.vel, cbegn nlé aqui em 
ooaet.mte ocmunlcoçllu, ven• 
o,ndo obstl'loulos e decepções 
com multa liberdade e reopon­ 
snbllldndo, procurando me­ 
lhorar dia n dia, com o ln­ 
tento de- agradar no:t queri­ 
dos leitores, trnnsroitindú• 
lbcs tudo que há do bom o 
util, nesta ora do trnslção 
om quo a nossa sociedade 
atravessa uma epocn dl!lcll e 
cheln de contradições. 
E motivo em duvida, das 
mnle nlvlssareirne e de fun­ 
damental importúncía a da­ 
ta em que este notável 
«Jornal, comemora o seu 
primeiro ano de e:.:istência 
Bel Vista 2-1 de Fev. de 1073 
llmo Sr. lveldo Pereira 
nestn g 
Presado Ivnldo 
Ao lineares bojo, o pri­ 
melro marco dn existência de 
«Tribuna da Fronteira•, com 
muito jubilo cumprimento-te 
por essa vitoria alcançada uté 
aqui, augurando·te uma Jnso 
ainda mais dinamlcp. e fecun­ 
da para o futuro. o fim de 
que o nosso Jornal entre on­ 
da vez mula na sfmpallo do 
' 
E 
procurnndo elevnr cada vez 
mnis ulto o nome de Be­ 
la Vista, bem como os nm­ 
munieipios visinhos. - 
Bem sabe que nada se 
constrói sem sacrificios, sem 
colnboração. Enboru ciente 
do trsbalho que tens para 
coutinuur firme nt~ nqui, 
peço- se me permite em no­ 
me dos meus conterrâneos 
Csnlinuo, sim ? Não ;esme­ 
reçu. 
Cro!o eu, que n Tribu­ 
un da Fronteira•, fundado 
com o meno ,primitívo de 
O J oi 11 •••. está consolidade 
no conceito do público,:des­ 
frutnndo merecidamente a 
ndmiraçüo/ e respeito. pelo 
seu esfo:ço. 
Sem outro particnlar ro­ 
cebn as mais efusivas ou 
grntulações. 
A- O- B 
Povo Belavistense, pois está 
ele u eu serviço. 
colaborando contigo mo­ 
destamente, entretanto quero 
testemunhar-te o meu entu­ 
slasmo e admiração pela sua 
cori:gem estoica em mentor 
com vida e promlseora exh­ 
tonofu, nesta Jrontelre, um 
jornal que felizmente: nasceu 
com u slgna de vitoria abse­ 
lutu. 
Proslga amigo. 
(( TRIHUNA an FROHlflHn )) 
Fundaâor: I vai do Perelru 
Indicador Profissional 
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É o ponto de encontro das pessous de bom 
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competente no Ramo 
Mato Grosso 
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Redator-Ch,fe Ivoldo Pucira 
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A q u Ida un a llt. 
Me te a, fesya. II 
e amiy llaisto 
Dia 91 de corrente re­ 
allzou-se n sede do Clube 
Esportivo Belavistense, gen­ 
tilmente cedido. o Aesembléfn 
0eral que elegeu a Dfrcto­ 
rle, o Conselho flscal e o 
Conselho Coneu!Uvo que re­ 
ger!l.o durante um ano os des­ 
tinos do Clube de Caça, Pes­ 
ca, Tiro e Camping Belavfe. 
tense, os quais, lícarnm ae.lI:1 
constltuldos: Diretoria •• 
Presidente Q.;oar Rodrl­ 
guee de Araujo. 
1• Vlee-Prcsldente-Dr. 
Sidnel :Monteiro Mascarenhas. 
a• Vice•Presldento- Dr. 
Cario• Edl Sé. Medeiros. 
1• Seoretárlo-Ad11lbert·o 
Rodrigues de Saot' Anna. 
2• Secretário- Alrlon 
Jocob Gonçalves. 
00 1° Tesoureiro- TúUo 
Loureiro. 
2o Tesoureiro-:'l!ârio Ba- 
Ullanl. . 
Conselho Consultivo 
José Avelino e Silva­ 
Arno Ormay - Joslcn Piahelro 
Suplentes 
Alzlres Costas-Orary 
Antunes Corra Jse Marla 
L. Ribeiro. 
Conselho Fiscal 
Ulisses Pi:.to de Almeida 
-Marciano Martlcs-Alfeu 
Rocha Barbosa. 
Suplentes 
Antonio G!!rbin- Gilber­ 
;:m to Alves Corrêa-Ollve.lro Ni­ 
tm canor da Cunha. 
Dr. José Jurandir de Oliveira 
arurgião Dentista 
Clinica Geral Cirurgia e Odonto Pediatra 
Rua Dr. Ari Coelho de Oliveira n/n 
Dr. 
Advogado 
Rua Plade Rebola 428 
Dr. Pedro Guilherme 
Advogado 
Jardim 
Bonito 
Avenida Duque de Caxias, 591 
Meto Grosso 
Dr Carlos Edy Sá de Medeiros 
Advogado 
Bola Vista 	Maio Grasso 
Dr. Pedro Palmiere 
Advogacia em geral 
Rua 15 de Novembro. 170-- Fone 237- Bela Vista 
Dr. Carlos Molano Nuõez 
Médico Cirurgião 
Rua Coronel Camle!lo 620 - Bola Vfofa MT. 
Dr. Fior1 Murano 
MÉDICO 
Rua 15 de Novembro 75 	Bela Vista 
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O 
J<)lll"l /ftibtma. ela Fronteira~ 
na pcssou elo seu Pre1eito, Snr.- Clovis arcc ino e .1 1 ven·u, .,.,.. ~ 	e, 
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~i;.ivcrsàrio, dese!an<lo-l 10 Voto de ex IS: > r "' u 
pela pas::mg-em de i:;eu Lo 
ANO 11 
Belü '(ista, 03-03-73 
PlfillEJnMffiO AGRO· 
FECUAHIO Mí ESTb PftlSE!HE 
Tran,corr,u no dia 22 deste 
mfls o 13º aniversórl<> do nasci• 
mneto do saudoso e ilustre p­ 
tricio Visconde Ar,do de Es­ 
cragnole Tounay. cujo nome foi 
conhecido no mundo lnleiro, 
O Vuconde de Taunsy nas 
ceu no Rio d, Janeiro 22 de 
Fevereiro de 113 e mcnru no 
dio 21 do Janeiro d, 1899. For· 
mou·•• em lzlras e ciencios fisl· 
ca.s e moltmAt1c,n, Entrou ainda 
jov,m no Exercito do lmperlo, 
primdro na orm• de Artilhtrin e 
d,pols no Estodo ,Maior, 
fez a cmoanhao do Para• 
guay, servindo· no corpo de 
Engenheiros do Culun• do Ccl. 
José Antonio do Fonseca Gol· 
vão. que marchara deslle Ubzru­ 
ba olé Miranda poro atacar • 
R<publlco do Paraquay!pelo Norte. 
D,110 up,diç:lo. Jà cntiia 
,ab o comando do Ctl, Corlos 
d, Morac, Ceml!âo ,fduou-se a 
invasão. atravessando a Coluna 
aqui mesmo em Bola Vista o Rio 
Na 21 de Abril de 1867. o 
que originou a celebre - Reti­ 
rod• da Loguna tão b,m escrita 
por ese nalavel brasileircn quc 
alêm de ser um gronde soldodo, 
ttJmbtm c.rd escritor eméuto aman­ 
tc d .. letrus, 
O V11conda de Tounoy na 
suo gundiote obra---Retirada da 
Ld9Und·rct1iJtcu cem tonta lidclida 
de os incidnls d» guerra priva 
cós solimento: c doença: que di 
zimavem os soldados, que a rua 
obro foi rcputJdo melhor que • 
ddxodo por Xenofont,, general 
at,nlen,c contondo n retirado dos Mato Gro•~o e.tõ pnrllcl· 
10.000 gregos que, om Ciro, 0 pando do sistema nacional de 
M~ço, linham travo do lut• contra ploneiemento ogropecutrlu,. pe­ 
Arloxerxes l I, rei da Persia no lo qual sno re-po_n,"vd,, 01r1c, 
ieculo lV •· c, quando Ciro foi tamente, cs Ministéris do 
v,n:ldo e morto no botolho de Agrlcultura e do Plon•J>mentn. 
Conexo. 	Atendendo o convrceçllo do• 
Alfredo de E2cragnale Tau• sr,. Marcos Collureo e Jo,é 
no y. •~critor, romanc,ato. lcalrc· E.uetãqulo, e~sessores _da Posto 
logo. deixou muitos obr•s de vo· do Mlnhtro Clrne Limo, téc­ 
lor entre elas 
O 
romance-Inocen· nico& do governo e~tedul11 est· 
ia, cuja hi:teria real, passou ·e verem reunidos no Pelcio 
em Mato Grosso, no munlci;,ío Alencastro, oportuntcfodil em 
d, Santo Ao, de Paronaiba. Com que e&tudarem os llnhu6 bQ• 
o Hctlrado do Logunn este 
10
• slcaB dos projetos aos Nuções 
monce tambcm foi vendido poro Unidos, e01 execução p<lo Or­ 
dlvcrsos índiomas, t•I 
O 
inter.sie ganlzoção de Allmi!ntuçOo • e 
que desp<1tou na época. Agdculturo (FAO) oquolvhn lm 
plontar no Brnsll o Si,temo No­ 
cional de Plon•jomento Agro­ 
pécuárlo. Do eoccntro, p11rtk1- 
porom representantes daSecre­ 
tario de Agrlculturo, Secretaria 
de Planejamento e Coordtno­ 
ção Gerei, Companhia de De­ 
aenvolvlmento de ll. G. e Asso­ 
cloçào de Crédito e Assist~ncla 
Rural de Moto Groe•o. 
O ESTADO 
E1te grande brasileira, tam• 
bem soube ser grandz soldedo a 
serviço de sua Pátria nas mais 
d,flceis contingências que lmpu• 
. nham l15 zonas dos pantanais que 
otrav,sstira com nossas soldados 
no sonla dav,, dz expulsar do 
nos=.o tcuitório o inimigo Invasor, 
A mocldod< d, nosia terr• 
No. 49 
poderá olhzer nos fdtos grandio· 
sos dcsl-t nosso inluHre e tau. 
doio patricio, um m3ncnc:ial - de 
nanamen{os e cxemplos que 
muito a dignilica: tal a civismo. o 
sentimento do dever,a disciplina 
e sobre tudo o grande amor a 
Ptuia virtudes QU.? foram a marca 
de sua P_Ersonolidad: invulgor, 
Jcta Jota 
lHIBUNUl REGIOHfll EHITORlll - ESTnDO DE M. GROSSO 
EDITAL 
(lnt!maçüo de despacho) 
Torno público p11rn co­ 
nhecimento dos interesuado9, 
que o Excelentlsslmo Scohor 
beembargador Presidente do 
Egrégio Tnbunol Rcglon51 Ele!• 
to,nl de Mato Gro,so, ás fls. 41 
v-rso e 42 do Proc·e•.<0 Classe 
l 1 - n• 1 .050 - R.:curso de 
Dlplomaç:ío n,!erunt~ oo mu­ 
nklplo d~ Jurrllm, em que é 
rcorrente 0swldo e. Grubcrt 
e Recorrido Erolêo do Silvo, 
condicibto eleito pe.lo Sublegen• 
du 11. admitiu o Recurso epe­ 
cial interposto por Owaldo 
Gruberí, utravé; de seu dvO- 
gado, ücsndo aberto vista dos 
autos ao Recorrlc.lo pora que 
apresente ss sues rzoes, no 
prazo legal. 
Secretario do Trlbunnl 
Regional Eleitoral de Mato 
Grosso, em Cuiebll 7 de foverei­ 
ru de 1973. 
Dr. D, nizart Augusto de 
Mdo 
Diretor dn. Secretario 
Diõ.rlo 0tldol :!e 8/2/73-nº 
16 268 
POSTO OE SERVICO ESSO 
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Lázaro 
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ai:i o prirne:ro premio do 
rS 20CXXJ.OO. E oinda_dc:.r,utada.. 
obr:ls quo a L.cmat cuotoia: pra;is :J 
esperta, obras oochi:!. A Lomãt }' 
li=~ todo o dinheiro arrecadado /} 
venda do bihetes, nales bons • 
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Direção de Deolinda Amnrilhn 
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vender, seus Diretores busca 
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rcs uma Dinâmica de Produção 
que só é conseguida atravél da 
Mecanlzaçao. Comprar na Per­ 
dlgllo, é certez.n de IH !J;J 
colhente. 
Declaração 
O!Jando Gome::: Ferrci-­ 
Ta e Silva perdeu nas ire­ 
diaçõs de Jardim sua Car 
teira de Identidade, â qual 
foi expedida por .A.quidJIU1- 
na. Publiqne-se para 
obtenção de 2a via. 
Bela Vista Mato Grosso 
dia suas mensalidades 
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