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ANO li 
Respon :;abilidade 
- - - {0/63/73 
in47;: ai;ai GG5 , F --G -<--, " 
oslz lora opie weu 
«li» Ildhoita ledlw» 
Liberdade com 
t 
(. 
t: 
Ministro du Defi,su de Israel - Moshe Doyun 
TEL-AVlV-- O 01inis­ 
tro israelita da Defesa, Mlos. 
Le D1,yan, propôs, ontem, 
~m uma coufercncin de im­ 
prensa em Tel-Aviv, 11 ins­ 
t1,l.,çii.o de uma <linh11 ti:le­ 
fonica vennelba,, de e mor- 
genucia, entre lorad e os pa1- 
hes ftrabes Vltiinhos. similur 
no e telefone vermeiho,, exia­ 
tente outro Washiogtou e Mos 
cou, pura evítnr que ~e r~­ 
pitam as clreunstanclas iw­ 
prt!Vi~tas quo •obrigar11!Il a 
a viação do lsracl u derru­ 
bar um uviüo da linha llb10 
com mais de uma centena 
de pessoati n bordo. Dayan 
explicou que o •fio verme­ 
lho• soriu empregado so­ 
mente cm cnso de emcrgcn­ 
cw, e não pnrn fins politi­ 
cos. Na oosma con(erecc1d, 
o general David Elazar, Co­ 
mandante em Chefe cl11!! 
Forças Armadas israelitas, 
explicou que o avião co­ 
metcil liio foi derrubado 
porque se acreditou que e 
tratasse de un avião lnil­ 
go que estava reallzando 
ua missão de guerra 
pepuio de Hela VIsta, 
et rwOl!adu comi a titude 
dos Dlretore da 'i V Morena 
Coua 6 1·<>ra1., rnvlcdos vll­ 
rlo& 01/cl,11, t.: curLn óqu..,lu 
Enq,,r{•su p!•dfu1,i 11u·1 úefbern 
umo 1isJ. ti!r.cfa 1 écntcu wo­ 
lhor, (• ~11vf11%t'ill 'l'E'cnlcot, 
éOU:Jh/l(•nt,·H "líd ;;u::wr o 
problema eu Dela Vista, AÍi­ 
uul, 11 '.ºovo p. ::ou p:.n U!i5f11- 
11r 'feJ.,·,i1-uu, o "'"' puru o 
apJrclho •,;.r. i1 c!o enlelll·. 
Até ugora puda. Antes q1e 
tuda uwu Cléa1lu ltque co:iuu 
um ür/Jio de Comunlcoçfio 
eo u TV Mor.nu, pectimoa 
ao :;,. Zuruu <jU>t torou 119 
devi.us proviééc4, 3ASTA 
DE VtXAl'✓.B !1! 
uorn mz 
A Catuara Auntcipl de Be­ 
la Vitu que uprovou 11 lndf­ 
c.i,:fu d, Vne,Jor José Oluu­ 
cy Flôre,, eJc11mrnh .. 11do uma 
,Moçllo dt de,ogrud" e pro­ 
testo» aos DIre'ores d TV 
Morenn. Cnal 6. Parabons, 
est1 é a real Iinuiidu1o do 
l!!Iiü CAm," .. : zel ir pcl<-B la, 
u,réo,e~ ~ll <:ule!tvldadu. CO.­ 
□are Cu111 o Povo. Tribuau 
com a Cll.;noru. 
hércilo: Mísseis 
Rio - Até junho deste ono 
deverllo chegc.t oo Brn,il os 
primeiros «Cobro• e <Rolond~ 
e os vloturos de bcse cSPZ­ 
Morder> adquirido• pelo Mi­ 
nistério do Exército, dll Jle­ 
monhn e do Frenço. O Minis­ 
tro Orlando Gel•El já oulorl­ 
zou, Inclusive, umJ viagem 
de tr~s semanas !iquelos poises 
com Inicio no prtmelrR qula• 
zeno de nbril, do general-de-di­ 
visão José Alvu• Mn,tlns, fl~­ 
nerol-de- brigada Ayrton Ribel• 
ro da Silva e do coconel Argus 
Fagundes Aurtque Moreira, a 
'fim de veriflcar~m o ondamen­ 
to de txccução dos ccnlra!JS 
de compro. 
Os misseis «Cobro>, unl1nden 
cterrn-terro• •àO ormos ooll· 
corros, com' mim de visibilida­ 
des. füees misseis, que serão 
ulll!zedos no Exércllo pelas 
unldodes de ln!ontnrlo, podem 
ser transportado!, prontos p_a­ 
ra dieparo, em Vlalurns noclll• 
nols adaptados. J~ os misse.Is 
•Roland•, unidade tcrro-or de 
emprego ontloérco, só podem 
ser lançados do base <SPZ­ 
Marder>. 
O ministro do Exercito ni!O 
víráa alé Junlm 
revelou o quantidade do arrua­ 
mento adquirido, por se trotar 
de dados que envolvem ques­ 
tões tie ueguranço, mos udlan• 
tu que no se cogita de criar 
unidades c,peclois pura op,ru­ 
rema os misseis. Segundo fcn 
t•s milila;es, u cornprn deEBcd 
cqulpornento~ obdcce o polltics 
do Ministério de lt:lportnr 
eknow-how» para estudos e 
p.squba,. De acordo coro os 
cl/msulos c.intratuols, o Brasil 
poderá produzir íuturomeate, 
ormus 8lmilnrea. 
CONCENTRAÇÃO 
Dentro do program de reor­ 
gonlzoçho do Exêrcito brn•ilei• 
ro, Peloto~ terà arnl• oito uni­ 
doces mllltnres pertenccntca a 
S• Br,gado de Infonlnriu hlecc.­ 
niadu, que se encontram es­ 
p,lhadu• por várlds cidades do 
F.etadO, lncluhlV0 na Capital 
O comondonte do Brigaúu co­ 
ronel Wence,lau BrogJ dos 
Santos, ox;,llcou que o{odn não 
e~lá decl:lldo quando ocorre­ 
rão c~sos trons!erêncies, que 
depenàtrão du construção de 
quartéis no peri(erin da cidade. 
(Trnnscrito do <O Estado de 
Mato Cros1o}. 
fr luaslos ts (sfalis 
o as-« n« +,177a 
Educsç4o u CulLuru e o Prc"ldeow 
do rJ'eoudo, ))cnudor Pctrônto Porl9· 
Ju, lU::.ln~rJu noa próxllDotl d..úu tm-­ 
port.uctc convlrn1o pnra cdiçlio do 
uma cotet!i::ila_ intltuludd •Bm:sll.laoa 
dos E.stadOi• cu1 !h roa de 150 n 2.50 
pásdnas, enCocaodo cada u.m do~ E■• 
tados t, os Tcrritórlo!i Fderais. 
)- .. -= :'"' ':_..,·-- ; ,- 
·. ,· )._ .5E± : ,· 
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iilhu,, l1Lu· ,d[',11:111 eolbil 
111li ,1 r,lw11,.ç.1, que: 
1
hu [I,,· 
rega deploravel ou talvez 
trve e esmo iramàtie, 
ousdera-a pelo Ido bon 
do binóculo e porgute-re a 
sim HH•.-ma: l•'11ll<H1 d,1 con· 
h tt u amor '? • Se houve 
penas um ignoranei+, 
dislaço ou leviandade, 
uctele-sc para não rep1o 
senti1-hs como um <lraurn. 
J,'i.ça not:;r calmamente 
o erro, ,u é quo islo va:,1 n 
pena, depois crescente. «De 
fato 11u111 coi~a que llle abor 
reeeu, nas felizmente nio 
Jll''·•judicLJu 11 11111gnów•. . 
Você nem pode 1 
ur que «fito produzi e» 
seus !ilhas uma eoreçao 
dste genero, repetidn com1 
frcqul•ncin. E umn vez quo 
você julgou suas pequenas 
faltas com justiça, se eS­ 
lal' u ater-lhes torto e a 
dielto, pu1ão mais epelo 
lllll corrigir-,,•, L"p,cialw_çnto 
bll 11,c:; pcdimoci 11ue "º cor· 
i-ijnin por amor. 
Eu1 cu1Ln ciuadu <l1
1 
'I'uqul« Astática, o nolvo 
,ó podo ver o tosto de si 
futut esposa '24 horas untes 
do casmento, Ciso não lhe 
:,gradc a f1,iü110mla do su:1 
eleita, 0 uoivado podo ser 
dtsfollo, ~PLU a censura pa· 
terna. Casot1 Ji1 o ew que o 
noivo, não desojando agua­ 
dar o momento <la alegria 
ou decepção requer em juzo, 
com 11 ;,qu!osconcrn dos 
p.:is d11 !ntnru esposa, per­ 
missão paru vel' o rosto dn 
lUlt.<la. 
,--- 
da 
rnnmcõES EXTRü lHflS 
_ A idnd.i dos cJine­ 
su, ô cont1111a desde o pri­ 
meiio dia 11.t vida uterina. 
Qu«do nascem é sempre 
aereeentado um ano n mn1s 
sua vid. 
_ •roJos os leques 
japune~o.s trazem piutuda 
unrn cegonha, r,orqub no 
J:pão consideram-na como 
siu:búlO da fehc1da<lo o lon­ 
ga vida. 
, a 
·r X 
É,-- 
±. }. 
_ _, . 
t ~ >( 
t,: • ! ... ..' . ....,-:-! .. ~ - _; ... -;., ~ .. ;· J - ai"° 
Geraldo r iurano, Hlho do Dr. Fiori Mu­ 
Presidente • rano, conceituado médico e 
Câmara Municipal de Bela Vista 
li tes Suai«s 
Lanches• Plzzas • Serviços .Ala,:arte - Hlglene - Bom 
Gosto• .AmbJenlt: Refinado 
Bela Vista 
• De «O Eludo de Suo Paulo- 
BitASltia - E hoje ssbi­ 
dumctllc ponto pucl[ico que o 
Exccutlvo n'.10 :)bre tnüo d.,:; 
::,ubl1:gcnrl,~s pt.ir co11tluuar con­ 
?JlJcroodc..-:. .. t, l!Omo ja rtiHe l> 
p,e,id2nle :iédicl. um mo uln, 
da neczzári. Mas os órgãos 
d~ dirrçêo uu Arcou, onde 
lnmbt.n. r. upiniii, prcdomcon­ 
te é de que elas ão renlmen­ 
te prejudiciais para s unidade 
e u fond~ck:::ento do pertldo, 
comcÇt.ru ~ pr~pnrc.r o ttrrono 
p:..ru umn ult rução qu~ pC!i:. a 
co meocll ebroudor o roo!. ls 
sub!ge::d,s no desapareceria 
mo~ ,uu obteoçifo ,erla dl!icut- 
. . . e dizia o l1lo;ofo: fuçu o 
que eu loço. 1nat1 nilO foçu o 
que dia e o que etcrevo. 
t::ru lmport•nt.: ••ft .uj-ilo• 
Sujeito que a»ir pen: e na­ 
làvol ~ dl'opo.-rlu ropeno. l u• 
em rota, no se enganem. 
Estamos recebendo ut Do­ 
cudo de cOrrespo11dcnclas, 1,(, 
gumos com pedidoa de con,ul­ 
t•s, outros pedindo conscbos, 
Já no con!ionçl de consegulrcDl 
remédios poro ,eu, mele,, u 
vhlo do furou .-JUc me empresto• 
rom como pesqulzador do psl­ 
coneurose dos viventes e outres 
colslnhus. 
Mas, vatcs s cartas, Eis 
prlmeÍrn. Vilo do Estrelo, 21 
de fevereiro de 197:J. 
Dr. Clrano, Beta VPlo. 
Dr., vou ser franca paro o 
sEnbor, não eguer,t-, mula o mo• 
do de proceder do mtu_ mar!, 
do, olé dizem qu• sou clumen· 
ta mo, em verdnde cU quero 
bem meu murl:lo e ele é ln­ 
grolo. Quando no cld&de nao 
páro em caso, sol o dia todo 
e ás vezes volta lt noi!e pro 
cosa. Eu fico a espero para o 
jantar e ãu vêzes nem janto 
porque ele vem de mudrugodo. 
Brigumoa dEmals por cousa 
disso, mus ele não emer.da e 
tenho enlão de tome, 11 mtddu 
de virmo8 paru fuztndo. Nilo 
guento essa vide. 
Dr. que devo lüzer '! 
Suu cr:Jd:i 
Joscfn Striclcnle 
Rospo,ln: - Bem. D. Joselu 
c,tou lomando grbnde rn'.c:1 -­ 
e, é um caso muilu con.·., ,. 
1111 vida dos grandes cidade,. 
us 1o seu cseo e,tou •UHpd· 
taodo d,vera?s cou,os que u 
fz fujão de cosa. 
AlgunH lralodisto dlL<:IIl que 
o hom•m s~ conquisto pelo tS• 
tóm•go. A senhora dã-lhes 
bvns qultutes ? Uá lhe •Opa? 
l!omcm gostu dti .ape, D. Jo­ 
sefo. 
Outr~s trntsdistos dlum que 
só se pego o homero grogul, 
nh,l pelo espoea, quundo rece· 
b: bonu lralos e corlnhos, 
1,qudes co1lohos como biqui• 
nho, d~ pes,orlnl!os cocendo 
utro:r. d• o. e lha da gente. A 
senhoro lrnta bem e ocsridn o 
marldiuho, uu em vez dusu dão 
b11ga, D. Josefa ? Exper1mede 
!ozer umn, coEqulnhas n'ele. 
Volle logo o mfnho presen, 
ça com nova carta, contando 
sobre seu comportamento, do 
que houver darei II solução. 
Dr. Clrono 
Outro corto 
Subiá de Serre, 23 d e feve­ 
reiro de 73 
Dr. Clreno - Bela V1slo 
<)d3, "' jo pde reduçUo do seu 
núwuo, ,cj, peta ::.mpllaç!lo 
!!a porcrntrgem minfrno que 
coju fccçíio prcci,ori ter para 
consegu,-lo,. 
A pnit,r pro,avelmcnle des­ 
ta ~emnn2 n secretorio du Are­ 
ou esl•rn o:,;p~<iindo a todos 
os dlrelórlos uglonois ~ muni• 
cipais da égremição um ques­ 
kn~rlo elaborado pelos depu­ 
tudos Mo,co Antonio iluclel e 
Pri,co Viono poro obtér tnfor, 
çües cccrelas sobre s uti­ 
lizoçll.o dos subtegendos no 
último -pierlo muolclpal, bem 
como e opiníi1o que dela lcm 
esres õr:;ãol do porlido. 
LOJA DE ARMARINHOS 
Du-eçãu de Deoliodu Amnrilhn 
Roupus lellus-Clnto!! - Anilguus - Ulklals 
Pur!umcs o umu lufiniJadti de nrtlgob 
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nhor pGrr. -:lur-lhc cJ,, mtnhn 
dl!,:iltu. Quem ' . • o enhor 
dcscuhric,1. urn wllO de ullvli,r 
e o!lentos qu ao 
ritos e p tninh propti cu­ 
±s Dr.ler. tu uu..u u,v,her dll­ 
» de viana tutu e desconfa 
do " 11,J. ·,· JUnl6d, UtnO 
col.~ LJ,· Lvn foer qualquer ;,eJ• 
•Ot1 do bom coraçílo. A rr.ulher 
me xingo, qutr bié m~ bater. 
As vezes unge qu: val para o 
coso d11 rnlln ,. o/lo vai o que 
Eerin um alivio, mos !ice me 
encornlcbndo. Dá-me u..n oon· 
selho Dr. Clraoo, cerno poS!o 
me nrrnnjnr, ;iuvl dlLCr que o 
senhor cu,n pelo or lodo, os 
male• que a gente •o!re. E1• 
oero. 
Seu omg. nos dispor 
Emilío dos Anjos 
Hesposta - Aumentaram pa, 
ro voe~ o meu poder. Nilo lru, 
to ninguern pelo r, não ,ou 
avião nem tampouco nojo, OU• 
viu seu Emllio? mas direls­ 
mente com o cbra. Sinto muito 
o que •~ passo com o o:nlgo, 
e avalio porque tenho experl· 
éncin próprio, tá ouvindo seu 
Em,Uo? 
Vol um conselho e 60 não 
der resultudo, escreva-me coo• 
!ande,: Em1!fo, mulher só tem 
ciume quendu tem motivo. E­ 
rolho, você ni!o pisca o olho 
pru alguma carola ne presença 
da espôsa? Você ntlo dá mo• 
llvcs paro que ele tome dell­ 
bernção de querer espancar-te 
Emlllo '! Olga sinceramente, 
pou i•to.tudo foz porte'do suces­ 
so das minhas pesquloas e re­ 
sultado, a colher. Mais 4jnda
1 
quando tio discutir consigo, 
oda n deixa levuntar o voz, vo· 
cê deve folllr mo!, oito, que 
c~rtarnenle você não é covar­ 
de. Se ela olleror oHitn'. Anl, 
Ahi, Ah!, você digs Bn, bsn. 
hnn, com mais força para do­ 
miná-la, havendo reuçilu, você 
aumenta uma conso$nt~, gri· 
!ando hem alto: Beng, bang, 
bang. se ela resglr de novo, 
voce pinch" um safanão pr:í 
vuler nu queixa1a dd blch~ e 
mand~•m• o resullodo. 
Dr. Cirano 
Vej&m ~6, !ate caro aponha 
da mulher já Vi tudo. 
Estou bastante contente, pois 
apesar de recém chrgado aqui 
com a nollclt1 da semcna pas­ 
,;ado neste. Jornol, estao che­ 
gando muitas cartas, oumen­ 
londo demais o meu trabalho 
que eó poderà ter prossegaien 
to no nº segulnte deste jornal. 
Como esse povo •oíre, pud:J 
vida, temoo cousas. 
Dr. Cirsno 
Um estabelecimento de conriança. - A que 
vende por meno e serve melhor entregas 
rápidas a domicilio 
«Nós acreditamos em BONITO». 
PR D UHERDADE Hº 130 BONITO MI. 
--------------c::::1------------- 
idéia surgiu - de vocês, depende sua execução. Beia Vbta deve, e pode, e 
precisa do seu Frlgorlflco, «Mãos a Obra•

'i'db111;r. tb Prunlelrh 	füfa Vlr.t~ l0/3/fj7 -· 
--------~------------- 
VACA 
de matizes 
,.., 
a asao 
o P9agua 
Senllmou iluunijUJLCJ ulu tJ 
t,•r de w3revree reu deére 
rcno,nl 11n u ulrnno u int­ 
l CH•O UtChnul (lllU dentlll mu 1- 
Io tsmp vem r,cuntceend:1 
nesta I-'r< nLrlru. 
A l'tJllll'•'~º rlt• novillru,:. 
1- VUCvb, (1'11!1 U ParJ!lllllY, lu­ 
to lJUL' , um ''cí. h!lllunllo un 
llU!i'úS p!'&t lbl!ld1.1'.e, de uvau­ 
' r 110 ,:,tor pt·cuario pura 
u111 lauro•aeuto 1m1ls <ilcllvo 
"º JJ()VOolll•'lltO dur. fozeucl~t• 
cJ,, <lrluçilo dl'slt>, o de outt t,t, 
u:unicipioJ do EstuCJo, !11~­ 
l'LCO ber viEto ti cuidutlo pe, 
los nu,Poll O ov!•rno~. 
Esse uto tno prejudlclal, 
11s vezc~ levudo a e!etto pur 
imples mnelras de uu!ert­ 
rern lucros por una e por ou· 
tros com intenção deltberu­ 
clu df suogrfir nuasas fnzeu­ 
du!l comprnndo uqul e, wotri­ 
ze que necessitam per 
uumntr o volume de criação 
do µ11a11 vucum nu vl;inhu Re­ 
publlcu do Par;uay, ssinu­ 
l:mos ser muitas vez por 
descaminho. 
Gousiderel'Jos essa prú­ 
tlcu uro· orlm~ do tesu putriu, 
porque transfere pt1ra o extrnu 
gelro umu uno riquezas ma!s 
lmportnatll du ooouomh1. dcslu 
Froalelru, o qu'~ uo,; levu a 
donunolnr esse comercio irre­ 
gular lls .. utorJLiudes cowpe­ 
tentes IllH8 que se evitem 
trun,oçocs semêllu:nlcA, por 
proce5S0 euerg[cc. de füonll­ 
eução o uprceauüo tlc uulme!lll 
oom Psso clostluo. 
l:lu bem poucos mose, 
8 
hLu·,ll u ex.purluçílo de 3.000 
novilha~ puru o l'orú, llm 'Vir• 
tude de uta comupru reuliza­ 
da nus esferts Goverumen­ 
tols dnquelo e, do nosw pnls, 
rr.ulr. 1rnslm mesmo gerou po­ 
lcrnlcon nflo só nestu Estudo 
(lOlllll tumlHm em BrEE1llb, 
qudndo <.111 tributo do Sen:i1!u 
" s,uudor Foruuatlu Corrê"' 
da Costa censurou u,e a,o < m 
d,fe,a lia pecuado e economia 
nocional, se bem que • polltica 
de bõa vl1inhanç• pr<s<! ouxilío e 
cooptrac;.ào amigas, porem, que 
antes n.io pouov• dz slmplu 
cessão de reprodutores, A venda 
de matrlzc, ao Paraguoy ou outro 
qu•lquer pois vl,lnho é altamente 
prejudicial oo Bra>il, 
Do ono pa15odo a esta par• 
te, milhar~, de novllhai possa• 
ram poro ci Paragusy. Ouer dizer 
que: esse: PõÍs proCurn aumentar 
su• riquna aumenlilndo sua ln· 
du,trla Pastoril com a aquisição 
de gado que realmente é de bôo 
qualidade. 
Esse processo de nogoclo 
pr<cl1a aéobor, porque além de 
estagnar nossa produção1 fu 
crt:sccr nossos concunrntes futu ... 
ro, o que " ulro'mcnte prejudicial, 
Cabe ás autoridades nacio• 
nals respons,vcls por esse estado 
de cousas impedir slstemotica­ 
me:nte que essa prática continue 
a prevalecer <1vasiando nossos 
campos. 
Com o palavra os senhores 
Secrctá,ios da Fazenda e do A­ 
gricultura do Estado de Mato 
Grosso, bem como o Exmo. Mi­ 
nistro do Fczcnd• Dr. Ddlin;Nclto 
R 
OFICINA ELETRONIGA 
~ * CASA DO GAROTO ,·, 
~l Cou8étlo: Televi~orc,s - Rádio~ - .Aparolhos •9) 
~ 	Co:nunlcuções 	~ 
competente no Rume W CCUlCO 
Jardln;t 	Mato Grosso 
> 
Ageie Nacionai 
Bons visinlrns, Bnns fimi~as 
o cuoontro <los prc:.idcnlcs 
do Dru1:ll e t.lu Vcoezueln exprlmc a 
vootudc <lc dvir- povos quo tem 
enorme potencial de intcresse co­ 
muns e cst:io dcclchdas utrons!or1n!i. 
lo cm im;trurncolos de ccopernç.!lo 
mutuolr.C'ntu provt!ilC1rn. rncdte.nlc u 
C"orretu mobilizn.c:!lo de e1!U~ rccur­ 
o humgns e materiais, A Selva 
U01i'Z.Õllk%l ql'O Ci[Ci;nda. n. ci~ndl' 
do BaD!l Elcnu de Cülrcn !oi ccná­ 
Jrnrlo adquudo p:1ra ê::ila rcuntfio de 
dois cl.Ic.les de- l:Hudn, q_tlC' rculiznm 
1mportnntc obra de desenvolvimento 
nos repetics;e!ses, O vale Ama­ 
zónko ~ um obJctlro comum e 
t.umbtm um dum!lo u br:isltolros e 
venczue1:mo:1. c!L1po:;to.1 -t rcmr,cr 
com o lmôbdtJmo Hccu.l:ir dll ?"CS,lilO 
pum <llnnmi:.:.-b corn geu lul nto 
ti (•ncrr:fa cri!dOru:,. O:; pr<h.ldCnlt:-S 
Cnldcru o f.1êcHd n:o :,c:crtu.rnm 
.:°'tu cm;-or:tro n~ fronteira o.pco:i.s 
punt ntnnller.tiu rnto:3cçôc:;. tormnts 
fl'! unw:,dc. qer f"t:!-Ulbt:l1U de CO• 
onJ.coad11-. hJ,t.,:,r! 'll't e eo;rate, 
t.! de vulorcJ., cspl.r1ltl.:!.lt: e cuHU• 
ni.!:t cri1:rrnn.:-. l'..'.u!• !orun1 c-..:rt-1men~ 
te reafirmadas u dvclr..do con> 
junte, porque se iterem no de«­ 
dobr..:mrnto de-- um proct"•s-so Distó­ 
o em que o Brusil e a lenezue­ 
da h-01 log,,:.1r tlc1h1Jth·o. O e:nC0ll• 
ao vc.I<". a:i.;..~s d., ui:11,. cr,n.:--ngrur 
o advento de tu comunidade de 
ter«s que te amplia nu cauda 
in:1lil.llH_• e QU9 é r....:..tU:'ül e CU!ll• 
ueessii etre Os dois grandes 
[ulsts, «que o disputam luranças 
pt..11.JC'"~ ull lkJ!t'l:Ju:-:!0J no ,ontl• 
IlLDtu. mas cuid:im, tão ~.,)lncnti ... d:.· 
promover o iJcscn'olvimi:"nto. :i Um 
do mdhornr n, Condições de: ,•tdn 
dl! ~l!d gi:ntc. Nesta crescente e pro• 
vcltosa aproxlmnçno de venC:lUelu .. 
nos o bruGflcirosl n nrliculaç.B,o dos 
,.f1'lt:rua::i rodo-Jfinos. quo lambem 
i;:c lnliUg'Jr<>U nu ocnsh1o, nbro um 
~c,rtzo!Hú tlc • oportuntdnde..s pura 
intensificar reluções, que já são 
1mportüDtl!! " d1vcl'Mf1cu.da..s, (!fnças 
nos entrndlmentos trcqucctc.8 entre 
tt.ulorlduP,c.:t e ~mprc-surlo3 dos d0l9 
palses. Mas so o lottalecfmc.oto dus 
relações bilut~rais ó umu prcocu• 
JJ3Çi1o Jcgtltm:i I! priorltárit1 para os 
dois overos, Brasil e Venezu,-tn 
tem. J)or oui:o .lado. I'C!'pon.:i!1bllt­ 
dades hstoriens no piano cotien. 
till e mi ordem lnt.ernucloonl, que 
uno p0Uc.u1 ser omitldns no momen­ 
to em CJ.tld se cucontr.im os seus 
prcs!dentes. Ao reaflrmrzm, como 
112.c:-uu::. _nu dC'Clar~ç..Ao conjuntn. 
um:.1 po~1çúo comum <llnot.o de te• 
mos como a estrutura do t.·ome.rclo 
lnt.:roncion:l.l o nci.::i110 úils noções 
1,;.m clc.r-t"nvolvlmc.oto L:OJ:J moractoa 
dos puites ludustrialiados, pre­ 
::;ervnçlin dPS btcre!Ses dos palsrs 
em deb!t1voklmc
1uto na rr!ormuta• 
ão do sitem:a tanetürio internu' 
cion.'..ll. os dircHos uobro o mar ter· 
rtoriu!, a e;urança economica, a 
0:10 ocdtuçilo de um mundo dividi• 
do emn sfras de lnflucncin, ilrasil 
e Yeaczudu r-?iter m o seu 80lcne 
am:promiso cota a csusa da paz e 
dn )ust1çu. t.'.ut perfeiln sintonia. 
aliás, cata as uspirções de eug 
!1C'0!:. 
É o pnnln rlc- c·nr1111t1Cr du~ JJC'>-~Oil~ ele bom 
goHo 
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Bebidas- Secos e Molhados Anexa Lujo ce Armurloho~ 
Atende-se u qualquer hum do dh, e da. no,le 
Anho ta~bem, Snltfo do Clul:c. Shr.lu litlrna, é u ponto 
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On l'ns d <lo 
Mui. [. ue Leia Vi•l!I. MI. 
,os: ::iN. Ductor,s da TV. 
IOKENA CANA 6 - Cam­ 
po Gran:k .!'ilT. 
Assunto: Encoz.nlnha Moção 
de :!1Jbogrndo e 1:'rotesto 
Srs. Diretores, 
l •) Con;ldera11do o completo 
,,bsndono e a total folia de 
prov1dencio6, no Sentido de do­ 
tur esta cidade de ume conti­ 
nua , ecephvldade d" lm&geno 
tia; Huas programsçõea. 
2) Con;;lderoodo este eto
1 
como um desrespeltu e mesmo 
um mnznospreso, por porte do 
Vv. Ss., poro com o povo e 01 
autorldodes desto cidade. 
:l) Con,fdernndo. que vários 
!ipdos já forsm !ormulsdos, 
der,tro do devida éllca ., do 
respeito. que acre jltf:vamo•, 
Vv. S1. tossem merecedores. 
Levnmoa ao conhecimento 
dcSBa Diretoria, que em G85silo 
ordinária desle Leglslollvo, re­ 
allzoda " J 9/2/73, !oi votado e 
eprovudo unanlmenlc Moç8o 
de desagrado e protesto, pelo, 
fetos expostos. 
Que seja. o presente xpedi­ 
ente, e manifestação do nosso 
repúdio e da nossa decon±i­ 
deroção, até que provldénc.la3 
sejam tomo.das. 
Dr. Fiorl Murono • Preoidente 
Jo~é Gluucy FJo.res -;Secretário 
RELOJOARIA -TECNOS- 
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SIDROLANDIA--MT. 
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Trihuna d Fronteira 
liis ils, · Sua h (A $ IIIASAS 
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Brsilia - Em uma Jogou 
perto do ncompamento du Fun­ 
daço Nacional do Indlo ás 
morgons do rio Peixoto de 
Azevedo, 150 ladlos Krainn­ 
kakora entre eles mulheres 
o crianças vlsltoram oa lrm!los 
Claudlo e Orlando Vilas Bous 
oom os quais pratloameute 
oonsolldaram o contacto e om 
a civilização. 
Deade que dois lndios-gl· 
guntes se aproxlmurum dos 
lrn::!!.os sorlanlstas era espo­ 
rado para qualquer momento 
caso contato de paz fato que 
poslbilitará a visita de CIau­ 
dlo o Orlando fi aldeia doa 
índios. Eles comunicaram o 
novo oontuto a presldenclo da 
Indicador Profissio,nal 
Cai, alais tas atas -a tsela kas is 
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1 J 
Reportagem ue Osmor G. 
Cassarottl - Espeolal paro. 
o Dlàrlo de ·Limeira 
Há aprox.lmadtiwente um 
uno conseguia me oomuoloor 
oom a oldode de Belu Vista 
em Mato Grosso, exatamente 
ó. rua Conde de Porto Alegre 
n• 10, resld6nela do sr, Abda­ 
lloh Snln, pesqulzodor e de­ 
cobridor de ervas medicinais 
upllc11dao na cura do oilncar 
Interno e externo. 
Na época lntllrassavam- 
• me as provao c!entlllcas das 
curts «milagrosa» do sr. 
Abdallah través de Guss re­ 
centes descobertas naquela 
reglll.o brasileira. Contou-me 
antilo o pesquisador um pe­ 
queno histórico e os motlvcs 
pelos qun!s resolveu Sll dedi­ 
llar d0 corpo e alma 6meni­ 
z11r .os so!rlmentos dos seus 
lemelhsntea. Dizia ele, num 
extenso depoimonto, que re­ 
dia no Argentina,quando hn­ 
vls perdido uma sobrinha, 
vitima dessa terrlvel doença. 
Revollado, resolveu inres 
ligar o natureza, conílando 
cegamente nos seu milagres 
e na Infinita variedade de 
plant&s medloinnla exlstentes 
em toda a regHio su-amerl­ 
oana, alnd11 !nexplorad11 pela 
medlclne. 
Decorridos sigans anos, 
foi Informado que uma tribo 
lndJg-ena denominada «PATOS 
BRANCOS•, existente na re­ 
gl!Io do Chaoo argentino, 
hsvla sido curada de cencer 
por determinadss ervas natl· 
vas daquela reglãc, Movido 
por grande Interesse, dedlcu­ 
ço e Ié espirita, procurou 
conhecer " oitadu tribo e a 
verdade sobre a coll'.entada 
oura. Afirma o sr. Sain que 
após um longo tra?:ialho de 
pesquisas e Informações em 
plen floresta, conseglu. uos 
poucos, descobrir nsvos se­ 
gredos através desse rlbo 
indigena, bem como vs locai­ 
onde e decenvolviut, ! 
estado natívo, !lS trés ervu 
medlolnals de que servium 
ou silvicolas para a cura dos 
seus males. 
Numa dos primeiras car­ 
ta8 enviadas juntamente com 
essas ervas medicinais, ero 
setembro de 1971, a!lrmava o 
sr. Abdollah Soln: 
,. , . lo! com Imensa sa­ 
tisiaçdo que tive o prazer de 
receber sua missiva, dando­ 
me ciência dos resultados posi 
tivos conseguidos através das 
raiz o o e lo lhas aos portu do­ 
res desse mal, uma vez 
que, na pessoa do Ilustre 
amigo, tenho um colaborador 
que lambem se Interessa em 
mlaorer o sofrimento dos nos­ 
sos smellantes. Estou envi­ 
ando ralzes aoa que me ooli­ 
cltaram por vosso lntermééllo 
o aproveito também para lhe 
lazer remessa oon!orme vosso 
solicltaçno devendo sor usado 
da seguinte forma: 
USO INTERNO . 
FOLHAS,· RAIZBS E RA­ 
MAS DE CANCEROSA 50 gra­ 
mas CIPÓ PEY 50 gramas 
CANCEROL 50 gramas 
»Dcvz misturar os tres tipos 
e: levar á fervura durante uma ho­ 
ra cm 4 litros de àgua. Tomar de 
7a 10 vezes durante o dia, 
quente ou frio. As folhas, cipós e 
raizc, poderão ser ap,ovcitadas 
novamente, durante mais de 4ou 
5fervuras. 
USO EXTERNO 
Retirar 8 folhas de Cancero! leva· 
los ao forno suos cinzas; deverão 
ser aplicades sobre a ferida, tumo 
res ou caroços até a cura definitiva 
É aconselhado que nã0 se 
tome b,,b1das àlcoólicas, cigarros 
ou comidas gordurosas durante o 
tratamento. As primeiras reações 
aparecem lago depois das primei­ 
res 15 ou 4 horas, podendo-se 
também aparecer somente deo ois 
de 86 horas. O paciente pode,.; 
te r aumento d e p re z ã o , eczntua- 
do nervosismo, agitaçdo, vômitos 
etc. os quais desaparecerão tapi­ 
damnt' nas semanas seguintes» 
FUNAI explicando que a pre 
8snçu de homens ruulheres e 
orl1rnças dn trlbu Kralnakako­ 
re no ucompamenut:> do orgo 
é umn prova de que a paul!l­ 
caço dos lndlgcaos està bem 
mais r,róxlmn. Acredllsm os 
irm1os Claudio o Orlando que 
existem pelo menos mls 500 
lndlos :m tribo. 
EIPWIEME 
«1RIIII O FROIII EIRA» 
Fundador: 
Helena Lopes 
I vai do Pereira 
Diretora Proprietária 
Maria Esteio V. Ptrelro 
Redator-Chefe· I voldo Pereira 
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Janos Velasqucz 
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Bala Vl!:ta· ril. Grosso 
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da Laguna, Sidrolindia. 
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za pelos conceitos emitidos em 
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À q u:da u a n a llt. 
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Dr José Jurandir de Oliveira 
Cirurgião Dentista 
Clinica Geral Cirurgia e Odonto Pediatra 
Rua Dr. Arl Coelho d" Ollveira nln 
Dr. GIL Marcos Saut 
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'Yríbunl dn l!'rontolrn 
~---:---------- UU!	"!"1F	ágl 
Cartas a e 
f'-.J 
acao 
.!) 
l 
Delegacl Est. da I. e Com&t­ 
cio no Est. de M. Grosso 
or. DEIC/MT. N" 57/73 
Em 23 de fevereiro do 
1078, 
Do Uelegr.do Reglo111:l 
du lndúalrlli o do Com6rclo 
um M11lo Oroauo. 
Ao llmo. Sr. Dlrelor do 
Jornol •Trllrnnu du Fronl<,lru• 
ASSUNTO:- Solloiluçüo 
(1oz) 
Sr. Dlro!or; 
O oódlgo;du proprledudo 
Industrial - Lo! u
0 5772 de 
21/12/71-protege OG dlrollos 
relativos /1,proprlednde lnrlild• 
triai e g11ronto u proprlerlt1Clo 
de moroao e seu us" oxclu­ 
elvo mediante reglslro no lue­ 
lllulo Nuolonal dn Proprled1.­ 
de Naolonol. As marcos po­ 
dem aer de indústtl, de co­ 
mércio, de serviço o marco 
gonérlon. 
Como se trstu. de ul­ 
lo do grande relevllnola paru 
jornu.ls, revistus, ràdlos elo. 
posso ás mlloa de V. Sn. a 
anexa Porlnrlu no 031, do 2 
de janeiro de l!li3, do Sr. 
Presidente do 1. N. P. 1. , 
orientado o pedido de regis­ 
tro de :narcoe. 
O llOHBO Intuito 6 colu­ 
borur oom o voloros11 olos6e 
dn lmpron31l e eu mesmo tem­ 
po solicitar que esse.concel­ 
tuado órgão dé a necessária 
dlvutgaç!lo do assunto ncs,e 
chlode. 
A Delegaol11 Eataduul du 
Minletór!o da ludústrla. e du 
Com0rolo oom sóde nest:i 
Capitel t.' Rua Pedro Celesti­ 
no 
00 
82 _ tone 41-35 possul 
os lormulários dl' que trata 
0 ru[crldo Porterln e se nchu 
no Inteiro dispor de V. So. 
pnru quaisquer lnlormoções 
que o fizerem necessárias. 
Coao v. So. ache pJr 
bem publicar u Portaria d_o 
Prosldcnlo do 1. N. P. 1. gos· 
tarlamo• de reoober o núwo­ 
ro do jornul que o publicou. 
Sirvo-me do c.portua!dn• 
do para eorcsentnr a V. Sn. 
os proleetôs de minha eetlma 
e OODHlderuçllo. 
Edmundo de Souza Bruno 
Delegado Regional Sub~tltuto 
CMIA M. UE OLA VIS1A 
Bela V1ta, 7 do Feve­ 
l'<Jlto do 197:I 
Ofülo 11° 22 N. 2'l/7:l 
DO: Proslr1e1110 da Cll, 
rnura Muulolpnl. 
AO: limo. Sr. lvaldo Pc­ 
reird. 
He d11tor dn cTrlbunn du 
Frool<·lru• 
Assunto. Apresenta Mo­ 
çào Vota'a e uprovada em 
19 / 2/73. 
Sr roct,1lor 
1) Servimo-nos do pre· 
&ente, puru encnmluh11r õ. V . 
Su., umu Fotocópia do Ollolo 
no 17/7:l -CM, no quul estn 
Cne,1 Leglolutlvu onder1Jçou 
uma Moção de Dessgrado o 
Protesto, á Dlrec!!u: <l:i TV. 
Mor~nu-Canul tl. em slnnl de 
repfidlo, ptilo ulmndono ern 
que e econtru o sou traba­ 
lho nesta otdadto. 
2) Con~l<lerundo tdl ocor­ 
rênolu oomo um mcuo&preGo 
e umu lolla de oonaldernçilo 
no no~so povo, solloltomos do 
nobre o dlnllmioo jornall~te, 
que se utlllse dus pllglnas do 
oper,rnte: semnnllrlo pura nos 
nuxllin: nf Componha que 
lrupetruremos contra olladou 
diretores, alé que provlden­ 
cluu scjnm tomRdos, para re­ 
gulurlznç!!o daquele ~erviço. 
3)Vulemos.nos da opor­ 
tuuidude pua reovar os ;pro­ 
testos dú nossa osllmo e mais 
olevud!i oonaldernção. 
Dr. Florl Mur1rna.Preo. 
José Cloucy Florea-Sec 
Campo Orande, 31 de 
janeiro de 1973 
OF Circular 
No SER/02/73 
Temos a grnta s11lis[t1çúo 
de comuulcar B V. 5° ., que 
nesta data assumimos che­ 
f!,. cll• Executivo Muatc;p11l 
Otl&tu olà11<111 onue cspernmos 
cour cum a ua vellc:u co­ 
Jaboraç!l.o, no desempenho de 
1106aat1 !unções. 
Aproveitamos de oporluni­ 
dadª l)He colooormos a.o seu 
lotclro dispor e apresenbr-lhe 
os prdeslos de clcvndn eHtl­ 
lllll e distinta conslderaç~o. 
Levy Dlas 
Pre!ello hlualclpal 
9 
; .. I i 
3) 
A Lcm>l <cm o,Lt cita., 
Agar• c.,do bilhoto Lemat tam 
!O (rocõc:; o clci• C,S 20,00 l 
o ola. Vocà podo f,c.,r rico ! 
zinho NIo dvida tua orte. Vocô 
m f76 premias pri ganhar o 
ai o primairo premio do 
roooo.00. E ,ir.d.>. _do:.fruLt da~ 
ra, quo a Lmat custeia praças 
c;porlo, obras ,:oci,.,_ A Lemut ' 
Bica todo o dhoiro arrecadado 
va:ndl. do btlhGlCS. nc:t~ bcn: 
ctudos Lto quer dar que, o sou 
1 
d:nhe:ro n!o ::ai d~to E..'1.ido. UmJ. . 
ccG.1 ó c<rU: cem o,; bilhoto:: Lcm•l 
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lato te aspa t {stis - luiis te Stlitnu 
A Tum de coos•r•sçíio de Eslra• 
da da rodagem, Ial instutu!ün pela 
Lhw Municipais ns 27, de 259.70 
(LI de Keoran)zçáa Adulntstra 
1,va IJ unlelp11IJ, e 29:, de 21.0 71 
(Código 'l'rlbutórlo Mualclpul). O 
1lluto II, Cnpllulo V, e lwru lll, do 
Códhio TrlbUt6rlo ful r.gulurnento· 
do pelo Decreto no J9/72 
:Se~ulu-•e pnrll lnstllulcll.o dru. L<ol1 
uctm11 rnendonudu• .,, pro.eito, lo­ 
gols vlgcnled recomendado• pelo 
!llnt,t~rto do Interior cru seu, boi0• 
llm e revias de L1dmlnl,truçúo 
rnunlclpul. número• 0, 94 o rn. bo· 
lcllns do IUAM 11.0 28, o holellm 
do :SllfütFIIAU ,o!ume G n·o :;5 e 
oulroa. 	( 
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"' Jurldlca, <lua orl(Jb1 Fúde,ald 
de orientação municipal (1.AM, 
oHNAM, ABA!:, uconbtlhum 008 
munlclplos que, renlrnentc, pre,14Dl 
serviços aos_contribuintes, instutul­ 
rem txas, puta se testrsirem d» 
d .. peso, tretuada•. 
A c0Dilltuclon11lldado dotn tn.x!I 
está assegurada pelo que preitu­ 
am os arúgos 15 1tem II. 18 ltrm l 
o 283 $ 29 da Con,tltulç&o Foder~I. 
bea, corno pelo Código Tttbu1i,lo 
Nacional, Titulo IV nrUgos 77/09. 
Teve o leglsludor municipal de Sl­ 
drolll.ndla os cuidados reeomcndu­ 
dos pelos pro!,s,ores: Jo~é :llnrill 
Dia~. Aml!Cli de ,oujo Falcão. MJ. 
uel LIns, Céllo Loureiro e tn.ntus 
oulr08 Jurbta•. revl!tn. do Admlnl•­ 
truço Jllluolclpa! n·o 80 do lBAM. 
p.iglnaB 2J 36 ao rcgul:1meutar e 
Instituir o seu Códl~o Tribt•lárlo. 
A Tuxa de Con,orvação de Estra­ 
da8 não se confunde com Contei 
bulçllo do melhoria artglo 18, Jt,iu 
!1 do Constituição l'ederal; o artl~o• 
1 2: 061lo Tributário Nadoal. 
D~posito Pinguim de Bebidãs Ltda 
Cerveja (Anturtica Gunranà Coca Colu Fu11t1, 
Kuuru Agua Liudóio Mini-Chopp. 
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.... ~= -.::-::1~ ...,.~~ .._.:'1~ ~ 	atrlbu1çó .. que .. 1<1 lho confere, 
IIE8OL'E 
l'rorrugur o prato ale dl de Lar 
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A"t ~ ÍD ~ l'nUl,i - 1 ço do cúrrente, J..l•Cll u pae,amento 
t,l) UI li d) ó d e 	eru multa da lnxu de couservaç4o 
de estradas do f'XOrclcJo ife 
ri~ Luiz Jo~€ de Souza (TININHO) 	l!fi2, !Indo o quol &era , ncamJnlm 
do • divida Ativa 
Fotos paa Documentos Casamentos- Registre-se, publique-e {e · 1 Reporta,•eu:; - Bdizadus - Mouoculo~ i Cumpr,-•c 
C" 	Pre!-:Jturu MunJctpal d~ S1tlrolàn 
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195 7, (V de revista de ainitr 
çdo muutclpill u o tH, Jl.1(!1008 ~'J.!./ 
Z99). Tampouco podera e contundir 
com Taxa Hedoviarl Unlea () 
creto-Li no 9#),1.10ts). que n!mi 
de er taxa Tributária da Un1lo 
ret•n_i Fobrc n .-cJC itv 11utvrnotor 
A Inconstituciotal'de da taxa 
de Conservado de Etradns, Mo­ 
Lente e observa qunnlo o fato 
erador em bas em outro tributo 
o que 1:llo e o OJHO da Lt-1 lHunf 
cip«l. 
E»ta taxa é cobrada nos Munfi 
pbil de PuuidcHto l'ructcute ld n
1
> 
1.1i, de 23-12-6ó, Lontra Lei n,o 
1.151, ele 1a.1i-tiu. Sao Berner<!o dr, 
l:umpo Lt1 n.o 1 1 iU. d.i :io.1t. li<,, 
Tres Passos LeI o 17@) de IL.1:, 
66. S0o l:uctuno tJo St1I Lei D o 
1524, de z>.s.J!:!.66. t·, corno Jt~ obst"r 
"ª pelus dut,u de hUUti vrorau:g1 
ôes fu tem mais de ti uootf. 
lo ai! d• IJcm •••rlr o llunlcl 
pio da Sldroljndlu prc,1ando mnl, 
e mt:lburrã bCC')ço.,, Cruoscrcvemo1 
,. 1,gulr u l'crlurlu n,o úl7:S. que 
hXll o prnzo Kum 1.nulL-1 <leste 
tributo· Avlst1.uoo usni!Jétll quo e1tn 
Taxa purtt o corh:Dte 1:xerc1clo tem 
prll."º para pagumtolo :.cm mu.lla 
t1lé JO du btHeml>ro, t>cueto no 
'JlJ/72, urtigo 3 o 
Prefeitura mun1c1pal de 
Sídrolãndla 
Portaria n.o 5- 73 
rala (CE.)- Acolhendo 
cll:pcsiçio dos ministros dos 
~unsportes e da Fazenda, Mo­ 
"º Andruzz• e i)elf,m Neto. o 
Presidente Garraslozu Médlcl 
•rnnou d:acto que' d,apõe sobre 
o rccclhim,nlo da t••• rodovia· 
ria unlca, O decreto •ulnola que 
no coso de 41icnaçj:o do veiculo. 
o co-nprov•ntc do p•gamenta da 
toxo scrc! • trandcrídc oo novo 
proprietánuo o qual hrcará obri­ 
gado de •verba-lo junto •o õr· 
gio de tt•n11to ioc•I :,O prazo de 
30 di••• • contar da data da 
aqui1!Çio. 
Por outro lado o decreto 
specilca que no caso da transe­ 
ÍtrrncL, do veiculo pua outfd 
unidode da Faderoçlo. niio sui 
exigido nevo pogomdnto da ta• 
Va rodoviária unica, respeitando 
se o pruo de validade do pa• 
s•mcnto anterior. 
ldenlis'llo Amor á terra 
Trabnlho, Deseuvolví­ 
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ola, ao penetrcrm1os no 1 Pf· 
o±s nes ca«tinas e nt» igte- 
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1
1
,· e::;u Vt·L&de, u.HHI. gu,núe 
v:rclocl, d,• qur ninuuém é fe­ 
liz •·em o tdfc1dndo do9 seus 
i.nuo~ . . . d 
±, seguindo a pegedas 'o 
Marechal onden, loto é, sem 
LUÍLrir,nos 1,;cro mblerfol, del­ 
XJnc.!u nos:to p:ii, nor6d müe, 
no~~o.:,; umigu:, u rcnunclondo 
do; quis p:zeres de umo 
boa [rins ecol.e, lá vmos 
nó,,, ú!Glr!ln;i•HJ0 vltiroJ de 
ru::,étlios e b, çtlliu3 tio cu­ 
riuho, cuu,:ir.i, nrão o umor e, 
tops vG ovo bundei­ 
ate3 de:te éculo e dete 
MI, eIem ao desjumno 
'UC,C½ Dd"; J.'(llOUB ptil:J, tiC 
n felc!du e . inar por ,ilOO 
4%uru!0, s! rà u Iosu 
1uuior llt:q . 
, • L, '.i. u 'QUelCI· qne, lill 
uru1! !ou•·., uu de mitro nos 
LJjnuuran:, o noer.o eterno 
vgr«de cletos, 
Cisti2o W. • Guedes 
Lui.G FN!l' urlo S!r!m,rco 
igi K. 'Thomas 
Na.eu kcberto Guerelon 
Lc,.i, i...lru Gumc:B 
llorw.,.•· .duL. z:'l:is 
.. .-, ' . ' 
Poje Ronden X---l 
B~lu ',/:.,1:t [MT), 
1 
t· Vcreiro 
de 1.973 
.tlEC ddcgn uu:- E::.wdo,. 
a concessão de isenção 
do salário educação 
Grave inciuente 110 • Orii:nle 
ili 
, . Pd& Ruoluçiío n° 0:J, da 
1:J-Ut- 7:l, do fundo Nacional de 
D.ernvolvlmento da Educacao, 
pub!,coàa no O,ãrfo Of1c,ol do 
Uniiio de 15-02-í:J, e Ministro 
J Pa;surinho delegou ao; 
S,cr-.iirro, de EducecõO E.tuduals 
nz eno, a concessão de lsen­ 
çóo do s,IJ,io - educaç;io a 
cmpteso de mais de l00 emprego­ 
dos, prevista no ar. 50 da Lei 
4 410, que optaram pela m11nu­ 
lenção do cn<lno do l 
O grou pa• 
,o os seus ~mpre!1<1dos, at,avé, 
de escolas próprias ou de bol•as 
de crludo cm e,colos perticulorc,, 
O Certificado de Isenção pode· 
rA ser re:qucrldo dlretemente Dos 
Scc,etárlos de Educ.:çJo. até31 de 
março. h concessão dverá se 
,fctl,., neste ano e sue validade 
Ee otln9ue cm Joneiro de 1974. 
Euc cn,lno é mantido por 
cerco de 1 0UO das m11icres em· 
presas Públicas, as quais preferem 
eJSa altcmc1tivD ao rccolhime:n­ 
to do ,alá,'o - educação na 
gula do INPS. e bcndicio cerc<1 
de 300 0U0 mil alunos do l 0 
grdu, cuJo cuao úlinge n 70 mi­ 
lhões de c1uzciro,. 
O MEC montou esquema 
p,ra id,ntificsçõo e controle da 
motricula e do lrcquênclo desses ' 
:IO0 000 aluno,. A, empresa, t,­ 
rão liberdade dz atender o nú· 
mero de <1lunos da sua conve• 
nillncla, rtcclhrndo II difcrcnç11 
do valo, da r<rnçâo ao Fundo 
N,,c,onúl de De,cnvolv,mcno de 
Educoç.io, n• fcrma prtvislo pe· 
lo Deito 7l 264. 
No c.,o de «colo prépr,a 
o snção só ccnsidereda le- 
9al se o ,,,tab,1,cimcnlo for mon· 
tido as cxclu~ivas cxpcn:;as da 
<.!fflpre:H1, que não poderei se: Va­ 
ler de professores peg: pelo po­ 
d,r públ,co. 
iSftílEl ilBilíEU nv1no LIB!O 
Mnrntrno 70 PfSSOflS 
O TO o· 
De 
Lí.t:010 Orti.r. de Mornc~ 
TEL-AVlV- A fo,ço «:• 
re• lsroelcn,c dPrrubou um Boeing 
727 da L1b10, no ocuoado d,­ 
s,rto de Sino!, matando sentent• 
ptssoas - srgsndo Informou um 
po,tavoz milllar tsr11elrnse. O 
Incidente ocorr,u hc',as depois 
que p11roquedlstos e comandos 
n11vois lsraclensrs atacar,m ba«s· 
de guerrllhelro.s .í,obts em t,rritó• 
rio do L,bano, m•t•ndo d,unas 
de gumilhelroi. Não' houve nt• 
nhumo reaçao imedia!• do, .í•~bts, 
aos dei• incldcnti,, mas a Li• 
bto é uma d11s nações árabes 
que mais en(fgfcomcntc exige umo 
nova guerra ccntra l,rael, para 
recup,ra, o, ltr11tório, ocup11do, 
na guc,ra do Oriente Médio, O, 
representantes da Ltbla nos Noções 
UnidD:i, cm Nova forque", reuni· 
ram•se em se,são dt ,slr11tégia 
poro decidir o quz tezer. 
1-'ita métrica enfeita mui~ 
o seu relógio 
l<léiu ::bela do bossa que 
as crianças viio ndorar, tro­ 
car a correia convencionul 
do relógio por pedaço de fi­ 
ta métrica colorida. Meça o 
lamnnho <lo pulso, corte n 
filn 5 cm a mais. Costuro 
numa dns extremidades n fl. 
velinhn. Do outro lado, fa­ 
ça os buraquinhos com !u­ 
ri,dor de couro e ccirta ns 
bordas arredonda das. É n 
grórln ... 
G'soliu1t _ Diesel - 'l'otla l11111,1 
;r,l 	. . ~ 
feantes- Lsvgem Lubrificação 
oleo - •Anexo laudrnud-J> 
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) 
1 
povc- 
3aG lona o Ujaen­ 
t,,, cntr, ~nr :I"- Pro .. !tlente 
t.,1i,:cr.i n g:,intie oolllr da 
e ·"':II do e liZd!l',l !!íl Sul, o 
Psi'em: alédics tectrou: 
·Vejo cun! otituistio o futuro 
i,L ,o!íl-Õ' .. e:.itrc e G;ueil o 
a Vonl'zuclu, qu • . , ue 
cri : um cr cn!e pracetso 
d , 11 rr, !ç :m.11,nto i', 1>.1tcr­ 
''"111lllo, O.a,. 6 a o urlunl­ 
da@e q4 Lut oiece ue 
cal r qu! agoI ua ·senti­ 
wcnlots oe uum[r!.1,1110 l' Llm- 
@ailera 
Arnérica 
patlu quo n naço brssllelra 
iedlca a ncbre povo venr­ 
zuelnno, rloo de vl~tudes cl, 
vic:w e de impulsos empze 
gl!Hcror;os-... Fur su.~ vez o 
prcrldenlt! da Vcn .. ~uela nflr­ 
tn •u •que nüo hú ·pClVo l!U 
An:érk11 inúllerento no ci 'S• 
llr:o do Brnsil. qu.i compre 
seu pnr,d rtrmud:: nr, dlre!l0 
1:.t, rooc!or.·11 nn:::~r!cnno do 
qu11l,os ju;iGta~ br.,~ill'iros k­ 
rum o prtaiors». 
na indiferente ao 
Unidade Latino-A merl- Snnta Elenn de Uinren, ll 
canã poucn distância :da fronteiri;. 
S;mta Elena de Uiaren- comum: de mals de dois mil 
qu/lomtros entre as C:u11s 
O Pr~s!dente•Emliio' Oarrns- nGções, «Eõta nossa entrevlstn 
ta2u Mediei, do Bresll, e Rn- - disse Caldera _ depois da 
Iacl'.Cn.l~era, da Venezuelo, ussloalurn de uma declurnçllo 
rstlílcuram os laços de mi- conjunto n primeira reeuza· 
zsde_entre os'dois paises e du entre' chefes de Estudo do· 
o seu apo10 á unidade lntloo- • BruHI e du Venezuelo reves- 
• mer!cuna. A reuolllo dos fe.e de grade imup • rlil · 
dote ohetes ae Estsao, s pi- iistrt.. os prs!",, 
melra na hlst6r1n ~o Hras11 e contruram-se ~ela manh!l no 
<ln Venezuelo, rcaltzon-se em BC-ll tln fronteira 
0 
~m ee- 
Brasii» 
gulda vJarnm para Senta Ele­ 
na Uiuren, onde mantlv6ralll 
uma entrevisto parllcul11r no 
convento àomln!cano. A ex 
tensu declaraçS.o conjunta ns­ 
elnadn peles dois prealdentes 
é. composta de sete itens: 11 
I'lltif!cnç!!o de pontos de ris­ 
ta comnnn e as relaçõr.s ln· 
ternacione:s e bi Jete:afs e os 
asbuntos politicos, econornl· 
c_os _e de cooperaçllo e as- 
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