marra. ANO li Respon :;abilidade - - - {0/63/73 in47;: ai;ai GG5 , F --G -<--, " oslz lora opie weu «li» Ildhoita ledlw» Liberdade com t (. t: Ministro du Defi,su de Israel - Moshe Doyun TEL-AVlV-- O 01inis­ tro israelita da Defesa, Mlos. Le D1,yan, propôs, ontem, ~m uma coufercncin de im­ prensa em Tel-Aviv, 11 ins­ t1,l.,çii.o de uma ra1., rnvlcdos vll­ rlo& 01/cl,11, t.: curLn óqu..,lu Enq,,r{•su p!•dfu1,i 11u·1 úefbern umo 1isJ. ti!r.cfa 1 écntcu wo­ lhor, (• ~11vf11%t'ill 'l'E'cnlcot, éOU:Jh/l(•nt,·H "líd ;;u::wr o problema eu Dela Vista, AÍi­ uul, 11 '.ºovo p. ::ou p:.n U!i5f11- 11r 'feJ.,·,i1-uu, o "'"' puru o apJrclho •,;.r. i1 c!o enlelll·. Até ugora puda. Antes q1e tuda uwu Cléa1lu ltque co:iuu um ür/Jio de Comunlcoçfio eo u TV Mor.nu, pectimoa ao :;,. Zuruu t torou 119 devi.us proviééc4, 3ASTA DE VtXAl'✓.B !1! uorn mz A Catuara Auntcipl de Be­ la Vitu que uprovou 11 lndf­ c.i,:fu d, Vne,Jor José Oluu­ cy Flôre,, eJc11mrnh .. 11do uma ,Moçllo dt de,ogrud" e pro­ testo» aos DIre'ores d TV Morenn. Cnal 6. Parabons, est1 é a real Iinuiidu1o do l!!Iiü CAm," .. : zel ir pcl<-B la, u,réo,e~ ~ll <:ule!tvldadu. CO.­ □are Cu111 o Povo. Tribuau com a Cll.;noru. hércilo: Mísseis Rio - Até junho deste ono deverllo chegc.t oo Brn,il os primeiros «Cobro• e adquirido• pelo Mi­ nistério do Exército, dll Jle­ monhn e do Frenço. O Minis­ tro Orlando Gel•El já oulorl­ zou, Inclusive, umJ viagem de tr~s semanas !iquelos poises com Inicio no prtmelrR qula• zeno de nbril, do general-de-di­ visão José Alvu• Mn,tlns, fl~­ nerol-de- brigada Ayrton Ribel• ro da Silva e do coconel Argus Fagundes Aurtque Moreira, a 'fim de veriflcar~m o ondamen­ to de txccução dos ccnlra!JS de compro. Os misseis «Cobro>, unl1nden cterrn-terro• •àO ormos ooll· corros, com' mim de visibilida­ des. füees misseis, que serão ulll!zedos no Exércllo pelas unldodes de ln!ontnrlo, podem ser transportado!, prontos p_a­ ra dieparo, em Vlalurns noclll• nols adaptados. J~ os misse.Is •Roland•, unidade tcrro-or de emprego ontloérco, só podem ser lançados do base . O ministro do Exercito ni!O víráa alé Junlm revelou o quantidade do arrua­ mento adquirido, por se trotar de dados que envolvem ques­ tões tie ueguranço, mos udlan• tu que no se cogita de criar unidades c,peclois pura op,ru­ rema os misseis. Segundo fcn t•s milila;es, u cornprn deEBcd cqulpornento~ obdcce o polltics do Ministério de lt:lportnr eknow-how» para estudos e p.squba,. De acordo coro os cl/msulos c.intratuols, o Brasil poderá produzir íuturomeate, ormus 8lmilnrea. CONCENTRAÇÃO Dentro do program de reor­ gonlzoçho do Exêrcito brn•ilei• ro, Peloto~ terà arnl• oito uni­ doces mllltnres pertenccntca a S• Br,gado de Infonlnriu hlecc.­ niadu, que se encontram es­ p,lhadu• por várlds cidades do F.etadO, lncluhlV0 na Capital O comondonte do Brigaúu co­ ronel Wence,lau BrogJ dos Santos, ox;,llcou que o{odn não e~lá decl:lldo quando ocorre­ rão c~sos trons!erêncies, que depenàtrão du construção de quartéis no peri(erin da cidade. (Trnnscrito do ( t,: • ! ... ..' . ....,-:-! .. ~ - _; ... -;., ~ .. ;· J - ai"° Geraldo r iurano, Hlho do Dr. Fiori Mu­ Presidente • rano, conceituado médico e Câmara Municipal de Bela Vista li tes Suai«s Lanches• Plzzas • Serviços .Ala,:arte - Hlglene - Bom Gosto• .AmbJenlt: Refinado Bela Vista • De «O Eludo de Suo Paulo- BitASltia - E hoje ssbi­ dumctllc ponto pucl[ico que o Exccutlvo n'.10 :)bre tnüo d.,:; ::,ubl1:gcnrl,~s pt.ir co11tluuar con­ ?JlJcroodc..-:. .. t, l!Omo ja rtiHe l> p,e,id2nle :iédicl. um mo uln, da neczzári. Mas os órgãos d~ dirrçêo uu Arcou, onde lnmbt.n. r. upiniii, prcdomcon­ te é de que elas ão renlmen­ te prejudiciais para s unidade e u fond~ck:::ento do pertldo, comcÇt.ru ~ pr~pnrc.r o ttrrono p:..ru umn ult rução qu~ pC!i:. a co meocll ebroudor o roo!. ls sub!ge::d,s no desapareceria mo~ ,uu obteoçifo ,erla dl!icut- . . . e dizia o l1lo;ofo: fuçu o que eu loço. 1nat1 nilO foçu o que dia e o que etcrevo. t::ru lmport•nt.: ••ft .uj-ilo• Sujeito que a»ir pen: e na­ làvol ~ dl'opo.-rlu ropeno. l u• em rota, no se enganem. Estamos recebendo ut Do­ cudo de cOrrespo11dcnclas, 1,(, gumos com pedidoa de con,ul­ t•s, outros pedindo conscbos, Já no con!ionçl de consegulrcDl remédios poro ,eu, mele,, u vhlo do furou .-JUc me empresto• rom como pesqulzador do psl­ coneurose dos viventes e outres colslnhus. Mas, vatcs s cartas, Eis prlmeÍrn. Vilo do Estrelo, 21 de fevereiro de 197:J. Dr. Clrano, Beta VPlo. Dr., vou ser franca paro o sEnbor, não eguer,t-, mula o mo• do de proceder do mtu_ mar!, do, olé dizem qu• sou clumen· ta mo, em verdnde cU quero bem meu murl:lo e ele é ln­ grolo. Quando no cld&de nao páro em caso, sol o dia todo e ás vezes volta lt noi!e pro cosa. Eu fico a espero para o jantar e ãu vêzes nem janto porque ele vem de mudrugodo. Brigumoa dEmals por cousa disso, mus ele não emer.da e tenho enlão de tome, 11 mtddu de virmo8 paru fuztndo. Nilo guento essa vide. Dr. que devo lüzer '! Suu cr:Jd:i Joscfn Striclcnle Rospo,ln: - Bem. D. Joselu c,tou lomando grbnde rn'.c:1 -­ e, é um caso muilu con.·., ,. 1111 vida dos grandes cidade,. us 1o seu cseo e,tou •UHpd· taodo d,vera?s cou,os que u fz fujão de cosa. AlgunH lralodisto dlL<:IIl que o hom•m s~ conquisto pelo tS• tóm•go. A senhora dã-lhes bvns qultutes ? Uá lhe •Opa? l!omcm gostu dti .ape, D. Jo­ sefo. Outr~s trntsdistos dlum que só se pego o homero grogul, nh,l pelo espoea, quundo rece· b: bonu lralos e corlnhos, 1,qudes co1lohos como biqui• nho, d~ pes,orlnl!os cocendo utro:r. d• o. e lha da gente. A senhoro lrnta bem e ocsridn o marldiuho, uu em vez dusu dão b11ga, D. Josefa ? Exper1mede !ozer umn, coEqulnhas n'ele. Volle logo o mfnho presen, ça com nova carta, contando sobre seu comportamento, do que houver darei II solução. Dr. Clrono Outro corto Subiá de Serre, 23 d e feve­ reiro de 73 Dr. Clreno - Bela V1slo <)d3, "' jo pde reduçUo do seu núwuo, ,cj, peta ::.mpllaç!lo !!a porcrntrgem minfrno que coju fccçíio prcci,ori ter para consegu,-lo,. A pnit,r pro,avelmcnle des­ ta ~emnn2 n secretorio du Are­ ou esl•rn o:,;p~, o de outt t,t, u:unicipioJ do EstuCJo, !11~­ l'LCO ber viEto ti cuidutlo pe, los nu,Poll O ov!•rno~. Esse uto tno prejudlclal, 11s vezc~ levudo a e!etto pur imples mnelras de uu!ert­ rern lucros por una e por ou· tros com intenção deltberu­ clu df suogrfir nuasas fnzeu­ du!l comprnndo uqul e, wotri­ ze que necessitam per uumntr o volume de criação do µ11a11 vucum nu vl;inhu Re­ publlcu do Par;uay, ssinu­ l:mos ser muitas vez por descaminho. Gousiderel'Jos essa prú­ tlcu uro· orlm~ do tesu putriu, porque transfere pt1ra o extrnu gelro umu uno riquezas ma!s lmportnatll du ooouomh1. dcslu Froalelru, o qu'~ uo,; levu a donunolnr esse comercio irre­ gular lls .. utorJLiudes cowpe­ tentes IllH8 que se evitem trun,oçocs semêllu:nlcA, por proce5S0 euerg[cc. de füonll­ eução o uprceauüo tlc uulme!lll oom Psso clostluo. l:lu bem poucos mose, 8 hLu·,ll u ex.purluçílo de 3.000 novilha~ puru o l'orú, llm 'Vir• tude de uta comupru reuliza­ da nus esferts Goverumen­ tols dnquelo e, do nosw pnls, rr.ulr. 1rnslm mesmo gerou po­ lcrnlcon nflo só nestu Estudo (lOlllll tumlHm em BrEE1llb, qudndo <.111 tributo do Sen:i1!u " s,uudor Foruuatlu Corrê"' da Costa censurou u,e a,o < m d,fe,a lia pecuado e economia nocional, se bem que • polltica de bõa vl1inhanç• pril, Do ono pa15odo a esta par• te, milhar~, de novllhai possa• ram poro ci Paragusy. Ouer dizer que: esse: PõÍs proCurn aumentar su• riquna aumenlilndo sua ln· du,trla Pastoril com a aquisição de gado que realmente é de bôo qualidade. Esse processo de nogoclo pr Ageie Nacionai Bons visinlrns, Bnns fimi~as o cuoontro junte, porque se iterem no de«­ dobr..:mrnto de-- um proct"•s-so Distó­ o em que o Brusil e a lenezue­ da h-01 log,,:.1r tlc1h1Jth·o. O e:nC0ll• ao vc.I<". a:i.;..~s d., ui:11,. cr,n.:--ngrur o advento de tu comunidade de ter«s que te amplia nu cauda in:1lil.llH_• e QU9 é r....:..tU:'ül e CU!ll• ueessii etre Os dois grandes [ulsts, «que o disputam luranças pt..11.JC'"~ ull lkJ!t'l:Ju:-:!0J no ,ontl• IlLDtu. mas cuid:im, tão ~.,)lncnti ... d:.· promover o iJcscn'olvimi:"nto. :i Um do mdhornr n, Condições de: ,•tdn dl! ~l!d gi:ntc. Nesta crescente e pro• vcltosa aproxlmnçno de venC:lUelu .. nos o bruGflcirosl n nrliculaç.B,o dos ,.f1'lt:rua::i rodo-Jfinos. quo lambem i;:c lnliUg'Jr<>U nu ocnsh1o, nbro um ~c,rtzo!Hú tlc • oportuntdnde..s pura intensificar reluções, que já são 1mportüDtl!! " d1vcl'Mf1cu.da..s, (!fnças nos entrndlmentos trcqucctc.8 entre tt.ulorlduP,c.:t e ~mprc-surlo3 dos d0l9 palses. Mas so o lottalecfmc.oto dus relações bilut~rais ó umu prcocu• JJ3Çi1o Jcgtltm:i I! priorltárit1 para os dois overos, Brasil e Venezu,-tn tem. J)or oui:o .lado. I'C!'pon.:i!1bllt­ dades hstoriens no piano cotien. till e mi ordem lnt.ernucloonl, que uno p0Uc.u1 ser omitldns no momen­ to em CJ.tld se cucontr.im os seus prcs!dentes. Ao reaflrmrzm, como 112.c:-uu::. _nu dC'Clar~ç..Ao conjuntn. um:.1 po~1çúo comum -~Oil~ ele bom goHo os:A OY A BAR ATEIIDIMEHTO l Bebidas- Secos e Molhados Anexa Lujo ce Armurloho~ Atende-se u qualquer hum do dh, e da. no,le Anho ta~bem, Snltfo do Clul:c. Shr.lu litlrna, é u ponto -de rnconfro 1u Sod,••J.>dü CllrJ.1culens~ CARACOL 1ato Groso Organização !mãos Jaques Matadouro Rio Formoso CASA lJE CARNES POSTO SHEL Ser,i~ prtr<1 cre.scer _____ B_OH_no_M._·1_. i ananu #itil H:ela Visla 2J F,v.rdro On l'ns d Pias-L_avatõrios- Madeiras Serradas-Azulejos i,mbituba-L~d.-ilhos • Tüol.os. Cimento «f emos tudo p.ara constrôir sua casa, o piano você é quem {az» htsli#ie o iti» te IR!A!MIA Rua Sergipe 2 4, li, jli + ,., '' 'I W 1 ,,, . ': l i I i ; ! : '1 'u, ,, il, 1 i' '«, 1 . '( t! 1' /· i i ,, i, i .f f !' 1 l 1 SIDROLANDIA--MT. ' f' r 1 I ' Trihuna d Fronteira liis ils, · Sua h (A $ IIIASAS • ,J 1, 1 J • '• ', 1 ••• '·' • 1 ". y + +','° 1 ' ,. 1 • ' ' 1 it i ! , ' • ' l f Brsilia - Em uma Jogou perto do ncompamento du Fun­ daço Nacional do Indlo ás morgons do rio Peixoto de Azevedo, 150 ladlos Krainn­ kakora entre eles mulheres o crianças vlsltoram oa lrm!los Claudlo e Orlando Vilas Bous oom os quais pratloameute oonsolldaram o contacto e om a civilização. Deade que dois lndios-gl· guntes se aproxlmurum dos lrn::!!.os sorlanlstas era espo­ rado para qualquer momento caso contato de paz fato que poslbilitará a visita de CIau­ dlo o Orlando fi aldeia doa índios. Eles comunicaram o novo oontuto a presldenclo da Indicador Profissio,nal Cai, alais tas atas -a tsela kas is / lj i . ; ·) ,, ' ,, 1 » i : i 1 J Reportagem ue Osmor G. Cassarottl - Espeolal paro. o Dlàrlo de ·Limeira Há aprox.lmadtiwente um uno conseguia me oomuoloor oom a oldode de Belu Vista em Mato Grosso, exatamente ó. rua Conde de Porto Alegre n• 10, resld6nela do sr, Abda­ lloh Snln, pesqulzodor e de­ cobridor de ervas medicinais upllc11dao na cura do oilncar Interno e externo. Na época lntllrassavam- • me as provao c!entlllcas das curts «milagrosa» do sr. Abdallah través de Guss re­ centes descobertas naquela reglll.o brasileira. Contou-me antilo o pesquisador um pe­ queno histórico e os motlvcs pelos qun!s resolveu Sll dedi­ llar d0 corpo e alma 6meni­ z11r .os so!rlmentos dos seus lemelhsntea. Dizia ele, num extenso depoimonto, que re­ dia no Argentina,quando hn­ vls perdido uma sobrinha, vitima dessa terrlvel doença. Revollado, resolveu inres ligar o natureza, conílando cegamente nos seu milagres e na Infinita variedade de plant&s medloinnla exlstentes em toda a regHio su-amerl­ oana, alnd11 !nexplorad11 pela medlclne. Decorridos sigans anos, foi Informado que uma tribo lndJg-ena denominada «PATOS BRANCOS•, existente na re­ gl!Io do Chaoo argentino, hsvla sido curada de cencer por determinadss ervas natl· vas daquela reglãc, Movido por grande Interesse, dedlcu­ ço e Ié espirita, procurou conhecer " oitadu tribo e a verdade sobre a coll'.entada oura. Afirma o sr. Sain que após um longo tra?:ialho de pesquisas e Informações em plen floresta, conseglu. uos poucos, descobrir nsvos se­ gredos através desse rlbo indigena, bem como vs locai­ onde e decenvolviut, ! estado natívo, !lS trés ervu medlolnals de que servium ou silvicolas para a cura dos seus males. Numa dos primeiras car­ ta8 enviadas juntamente com essas ervas medicinais, ero setembro de 1971, a!lrmava o sr. Abdollah Soln: ,. , . lo! com Imensa sa­ tisiaçdo que tive o prazer de receber sua missiva, dando­ me ciência dos resultados posi tivos conseguidos através das raiz o o e lo lhas aos portu do­ res desse mal, uma vez que, na pessoa do Ilustre amigo, tenho um colaborador que lambem se Interessa em mlaorer o sofrimento dos nos­ sos smellantes. Estou envi­ ando ralzes aoa que me ooli­ cltaram por vosso lntermééllo o aproveito também para lhe lazer remessa oon!orme vosso solicltaçno devendo sor usado da seguinte forma: USO INTERNO . FOLHAS,· RAIZBS E RA­ MAS DE CANCEROSA 50 gra­ mas CIPÓ PEY 50 gramas CANCEROL 50 gramas »Dcvz misturar os tres tipos e: levar á fervura durante uma ho­ ra cm 4 litros de àgua. Tomar de 7a 10 vezes durante o dia, quente ou frio. As folhas, cipós e raizc, poderão ser ap,ovcitadas novamente, durante mais de 4ou 5fervuras. USO EXTERNO Retirar 8 folhas de Cancero! leva· los ao forno suos cinzas; deverão ser aplicades sobre a ferida, tumo res ou caroços até a cura definitiva É aconselhado que nã0 se tome b,,b1das àlcoólicas, cigarros ou comidas gordurosas durante o tratamento. As primeiras reações aparecem lago depois das primei­ res 15 ou 4 horas, podendo-se também aparecer somente deo ois de 86 horas. O paciente pode,.; te r aumento d e p re z ã o , eczntua- do nervosismo, agitaçdo, vômitos etc. os quais desaparecerão tapi­ damnt' nas semanas seguintes» FUNAI explicando que a pre 8snçu de homens ruulheres e orl1rnças dn trlbu Kralnakako­ re no ucompamenut:> do orgo é umn prova de que a paul!l­ caço dos lndlgcaos està bem mais r,róxlmn. Acredllsm os irm1os Claudio o Orlando que existem pelo menos mls 500 lndlos :m tribo. EIPWIEME «1RIIII O FROIII EIRA» Fundador: Helena Lopes I vai do Pereira Diretora Proprietária Maria Esteio V. Ptrelro Redator-Chefe· I voldo Pereira Departamento de Relações Públicos Janos Velasqucz Colaboradores: Adir Güna Geraldo P. Sobrinho Alice Pedra Nunes J.J. ferrolru Souto • Redação e Administração Rua Barão de Melgaço S/N Bala Vl!:ta· ril. Grosso Assinatura anual CrS 50,00 - Assinatura mensal > ô,00 Correspondentes em: Jardim, P. Murt1nho,- Bonito, Guia Lopes da Laguna, Sidrolindia. O Jornal não se rcsponsabill• za pelos conceitos emitidos em colunas assinadas. Este -Jornal é composto e impresso nas Otteinas do «Correio do Sudoeste» À q u:da u a n a llt. _ __...,.....,._ Dr José Jurandir de Oliveira Cirurgião Dentista Clinica Geral Cirurgia e Odonto Pediatra Rua Dr. Arl Coelho d" Ollveira nln Dr. GIL Marcos Saut Advogado Pua Pi!de Reboli 428 Dr. Pedro Guilherme Advogado Jardim Jardim Bonito Avenida Duque tlt Coxioe, 501 Muto Grosso Dr Carlos Edy Sá de Medeiros Advogado Bola Vista Mato Grosso Dr. Pedro Palmiere Advogacia em geral Rua 15 de Novembro. 170 Fone 237- Bela Vista Dr. Carlos Molano Nuõez Médico Cirurgião Rua Coronel Camls!Io 620 - Bela Vista MT. Dr. Fiorl Murano MÉDICO Rua 15 de Novembro 75 Bela Vísia a. lia lilan llaz te Clinica Odontologtca 11 Atende-se dia e noite. atende até á.s 22 horas 11 AI lado de la Municipalidad B. Vista Paraguay Dr. Roberval Borges Medico CRM-MT-209 • 61NECDL061SI4-0BSTETRICl&-CIRURGlfiO GERAL Consultório Rua Conde Porto .Alegre-309-Tcl-:U.5 · Rela Vista !.lato Grosso "Lanchonete NOSSO CANTIHH0 11 Salgados em geral - Bebidas O Ponto de encontro da sociedade Jcrdínen.!IC AGORA COM NOVA DIREÇÃO JARDIM MATO GROSSO 'Yríbunl dn l!'rontolrn ~---:---------- UU! "!"1F ágl Cartas a e f'-.J acao .!) l Delegacl Est. da I. e Com&t­ cio no Est. de M. Grosso or. DEIC/MT. N" 57/73 Em 23 de fevereiro do 1078, Do Uelegr.do Reglo111:l du lndúalrlli o do Com6rclo um M11lo Oroauo. Ao llmo. Sr. Dlrelor do Jornol •Trllrnnu du Fronl<,lru• ASSUNTO:- Solloiluçüo (1oz) Sr. Dlro!or; O oódlgo;du proprledudo Industrial - Lo! u 0 5772 de 21/12/71-protege OG dlrollos relativos /1,proprlednde lnrlild• triai e g11ronto u proprlerlt1Clo de moroao e seu us" oxclu­ elvo mediante reglslro no lue­ lllulo Nuolonal dn Proprled1.­ de Naolonol. As marcos po­ dem aer de indústtl, de co­ mércio, de serviço o marco gonérlon. Como se trstu. de ul­ lo do grande relevllnola paru jornu.ls, revistus, ràdlos elo. posso ás mlloa de V. Sn. a anexa Porlnrlu no 031, do 2 de janeiro de l!li3, do Sr. Presidente do 1. N. P. 1. , orientado o pedido de regis­ tro de :narcoe. O llOHBO Intuito 6 colu­ borur oom o voloros11 olos6e dn lmpron31l e eu mesmo tem­ po solicitar que esse.concel­ tuado órgão dé a necessária dlvutgaç!lo do assunto ncs,e chlode. A Delegaol11 Eataduul du Minletór!o da ludústrla. e du Com0rolo oom sóde nest:i Capitel t.' Rua Pedro Celesti­ no 00 82 _ tone 41-35 possul os lormulários dl' que trata 0 ru[crldo Porterln e se nchu no Inteiro dispor de V. So. pnru quaisquer lnlormoções que o fizerem necessárias. Coao v. So. ache pJr bem publicar u Portaria d_o Prosldcnlo do 1. N. P. 1. gos· tarlamo• de reoober o núwo­ ro do jornul que o publicou. Sirvo-me do c.portua!dn• do para eorcsentnr a V. Sn. os proleetôs de minha eetlma e OODHlderuçllo. Edmundo de Souza Bruno Delegado Regional Sub~tltuto CMIA M. UE OLA VIS1A Bela V1ta, 7 do Feve­ l'l . _do:.fruLt da~ ra, quo a Lmat custeia praças c;porlo, obras ,:oci,.,_ A Lemut ' Bica todo o dhoiro arrecadado va:ndl. do btlhGlCS. nc:t~ bcn: ctudos Lto quer dar que, o sou 1 d:nhe:ro n!o ::ai d~to E..'1.ido. UmJ. . ccG.1 ó c A veoldn Noroe6le, 701 Sldrolaodln MT O Sr. Jo4o kmc, de Souza. pre leito do ~un.lciplo de :;Jdrol4odla • ~ À~ K~ ~ ~ ~ l:..8todo dd Mat.o úrobsu. uu.ndo dRJI . .... ~= -.::-::1~ ...,.~~ .._.:'1~ ~ atrlbu1çó .. que .. 1<1 lho confere, IIE8OL'E l'rorrugur o prato ale dl de Lar i ~'"' 11 A"t ~ ÍD ~ l'nUl,i - 1 ço do cúrrente, J..l•Cll u pae,amento t,l) UI li d) ó d e eru multa da lnxu de couservaç4o de estradas do f'XOrclcJo ife ri~ Luiz Jo~€ de Souza (TININHO) l!fi2, !Indo o quol &era , ncamJnlm do • divida Ativa Fotos paa Documentos Casamentos- Registre-se, publique-e {e · 1 Reporta,•eu:; - Bdizadus - Mouoculo~ i Cumpr,-•c C" Pre!-:Jturu MunJctpal d~ S1tlrolàn •Scn·11;0~ arthticos e perfoito• dia 13 de fevereiro de Hl73. 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Tampouco podera e contundir com Taxa Hedoviarl Unlea () creto-Li no 9#),1.10ts). que n!mi de er taxa Tributária da Un1lo ret•n_i Fobrc n .-cJC itv 11utvrnotor A Inconstituciotal'de da taxa de Conservado de Etradns, Mo­ Lente e observa qunnlo o fato erador em bas em outro tributo o que 1:llo e o OJHO da Lt-1 lHunf cip«l. E»ta taxa é cobrada nos Munfi pbil de PuuidcHto l'ructcute ld n 1 > 1.1i, de 23-12-6ó, Lontra Lei n,o 1.151, ele 1a.1i-tiu. Sao Berner.s.J!:!.66. t·, corno Jt~ obst"r "ª pelus dut,u de hUUti vrorau:g1 ôes fu tem mais de ti uootf. lo ai! d• IJcm •••rlr o llunlcl pio da Sldroljndlu prc,1ando mnl, e mt:lburrã bCC')ço.,, Cruoscrcvemo1 ,. 1,gulr u l'crlurlu n,o úl7:S. que hXll o prnzo Kum 1.nulL-1 ro, t>cueto no 'JlJ/72, urtigo 3 o Prefeitura mun1c1pal de Sídrolãndla Portaria n.o 5- 73 rala (CE.)- Acolhendo cll:pcsiçio dos ministros dos ~unsportes e da Fazenda, Mo­ "º Andruzz• e i)elf,m Neto. o Presidente Garraslozu Médlcl •rnnou d:acto que' d,apõe sobre o rccclhim,nlo da t••• rodovia· ria unlca, O decreto •ulnola que no coso de 41icnaçj:o do veiculo. o co-nprov•ntc do p•gamenta da toxo scrc! • trandcrídc oo novo proprietánuo o qual hrcará obri­ gado de •verba-lo junto •o õr· gio de tt•n11to ioc•I :,O prazo de 30 di••• • contar da data da aqui1!Çio. Por outro lado o decreto specilca que no caso da transe­ ÍtrrncL, do veiculo pua outfd unidode da Faderoçlo. niio sui exigido nevo pogomdnto da ta• Va rodoviária unica, respeitando se o pruo de validade do pa• s•mcnto anterior. ldenlis'llo Amor á terra Trabnlho, Deseuvolví­ meoto BONITO MATO GROSSO lftlBUHn ·DA FRDHTEIRA 1 ,Uberdade com RCJpoosnb!Udadc• Comercio e Industria Santa Luzia s Ih 1 [Casa do Arroz) de Ulisses Pinto de Almeida ~oco, 0 lllo "' º' - Laturl • cm gero! -- Mquina de bencUclo de arroz_ compr!l o nda de cereais Rua Hntoio João' 623 Beta Vlala Melo Grosso Com trabalho ad quirimos progresso r AhfO, I Belo: Vlsta. 10-03-73 No. 50 c,l!r n íll 1.:rn Projeto P ondon < - 1 .-11,- dJ nu<;frn qoe po»sul um P'rcjelo Rondon, he o P'eside u Adiei e 1 ••o ,100 c.linr/l0 prnfuncl n•cn/c ola, ao penetrcrm1os no 1 Pf· o±s nes ca«tinas e nt» igte- 1pés, nós pudemos ver e sen- 1 1 ,· e::;u Vt·L&de, u.HHI. gu,núe v:rclocl, d,• qur ninuuém é fe­ liz •·em o tdfc1dndo do9 seus i.nuo~ . . . d ±, seguindo a pegedas 'o Marechal onden, loto é, sem LUÍLrir,nos 1,;cro mblerfol, del­ XJnc.!u nos:to p:ii, nor6d müe, no~~o.:,; umigu:, u rcnunclondo do; quis p:zeres de umo boa [rins ecol.e, lá vmos nó,,, ú!Glr!ln;i•HJ0 vltiroJ de ru::,étlios e b, çtlliu3 tio cu­ riuho, cuu,:ir.i, nrão o umor e, tops vG ovo bundei­ ate3 de:te éculo e dete MI, eIem ao desjumno 'UC,C½ Dd"; J.'(llOUB ptil:J, tiC n felc!du e . inar por ,ilOO 4%uru!0, s! rà u Iosu 1uuior llt:q . , • L, '.i. u 'QUelCI· qne, lill uru1! !ou•·., uu de mitro nos LJjnuuran:, o noer.o eterno vgr«de cletos, Cisti2o W. • Guedes Lui.G FN!l' urlo S!r!m,rco igi K. 'Thomas Na.eu kcberto Guerelon Lc,.i, i...lru Gumc:B llorw.,.•· .duL. z:'l:is .. .-, ' . ' Poje Ronden X---l B~lu ',/:.,1:t [MT), 1 t· Vcreiro de 1.973 .tlEC ddcgn uu:- E::.wdo,. a concessão de isenção do salário educação Grave inciuente 110 • Orii:nle ili , . Pd& Ruoluçiío n° 0:J, da 1:J-Ut- 7:l, do fundo Nacional de D.ernvolvlmento da Educacao, pub!,coàa no O,ãrfo Of1c,ol do Uniiio de 15-02-í:J, e Ministro J Pa;surinho delegou ao; S,cr-.iirro, de EducecõO E.tuduals nz eno, a concessão de lsen­ çóo do s,IJ,io - educaç;io a cmpteso de mais de l00 emprego­ dos, prevista no ar. 50 da Lei 4 410, que optaram pela m11nu­ lenção do cn JARDIJI ,J,, lubn­ lrOC/l de Rui Barbosa (BECO) CHüHOUE-lOUClllHO - cnHHE DE PORCO •Comprar no :N"ovo Açougue é lcvnr para casa carne fres.;a > ::::IDROLÂNDJA lIA TO GROSSO l.ela e tssine g&eist d 3cfegeção « Revista do Sudoesf e ,, ) 1 povc- 3aG lona o Ujaen­ t,,, cntr, ~nr :I"- Pro .. !tlente t.,1i,:cr.i n g:,intie oolllr da e ·"':II do e liZd!l',l !!íl Sul, o Psi'em: alédics tectrou: ·Vejo cun! otituistio o futuro i,L ,o!íl-Õ' .. e:.itrc e G;ueil o a Vonl'zuclu, qu • . , ue cri : um cr cn!e pracetso d , 11 rr, !ç :m.11,nto i', 1>.1tcr­ ''"111lllo, O.a,. 6 a o urlunl­ da@e q4 Lut oiece ue cal r qu! agoI ua ·senti­ wcnlots oe uum[r!.1,1110 l' Llm- @ailera Arnérica patlu quo n naço brssllelra iedlca a ncbre povo venr­ zuelnno, rloo de vl~tudes cl, vic:w e de impulsos empze gl!Hcror;os-... Fur su.~ vez o prcrldenlt! da Vcn .. ~uela nflr­ tn •u •que nüo hú ·pClVo l!U An:érk11 inúllerento no ci 'S• llr:o do Brnsil. qu.i compre seu pnr,d rtrmud:: nr, dlre!l0 1:.t, rooc!or.·11 nn:::~r!cnno do qu11l,os ju;iGta~ br.,~ill'iros k­ rum o prtaiors». na indiferente ao Unidade Latino-A merl- Snnta Elenn de Uinren, ll canã poucn distância :da fronteiri;. S;mta Elena de Uiaren- comum: de mals de dois mil qu/lomtros entre as C:u11s O Pr~s!dente•Emliio' Oarrns- nGções, «Eõta nossa entrevlstn ta2u Mediei, do Bresll, e Rn- - disse Caldera _ depois da Iacl'.Cn.l~era, da Venezuelo, ussloalurn de uma declurnçllo rstlílcuram os laços de mi- conjunto n primeira reeuza· zsde_entre os'dois paises e du entre' chefes de Estudo do· o seu apo10 á unidade lntloo- • BruHI e du Venezuelo reves- • mer!cuna. A reuolllo dos fe.e de grade imup • rlil · dote ohetes ae Estsao, s pi- iistrt.. os prs!",, melra na hlst6r1n ~o Hras11 e contruram-se ~ela manh!l no